Ela fez sexo no dia do casamento - Biografias Eróticas

Ela fez sexo no dia do casamento

O Hélio era um primo nosso afastado, tão afastado que já nem sem bem, se primo por ser da mesma aldeia da da minha mãe, ou se afastado por ser de quarta ou quinta geração em que já nem se lhe conheciam os pais.

Tinha vindo da cidade para o casamento de uma filha do Lopes e da D. Glória, amigos dos meus pais, fazendo sentir a sua presença, apesar de parecer feio e pouco esperto, por ser grande em altura, na voz e em tudo o mais.

A festa era numa espécie de casa clube da terra, em Moçambique, no jardim, ao sol, rodeado por um bananal, com uma mesa corrida, onde se juntavam adultos e mais ou menos miúdos e graúdos a correr e a falar ao mesmo tempo.

Via na minha mãe algum interesse no Hélio, e quando digo interesse, era puramente sexual, como lhe apetecesse uma boa foda e o Hélio estava ali à mão.


Disse-me depois que já tinha sido comida por ele, na terra dela, mas há muito tempo, em miúdos. 

Só que agora estava ali, alto, bem falante, com bom aspecto, com algum sucesso na cidade, e um volume generoso e pronunciado entre as pernas que se notava e punha algumas mulheres casadas e não só de cabeça à roda.


Eu estava mais concentrado na D. Glória. A D. Glória era uma daquelas mulheres avantajadas sem ser gorda, com aquele ar de italiana encorpada e mandona, e via-se logo que o Lopes, baixinho, careca, mais velho que ela, não tinha mão para aquela camioneta.
Vi-a muito de roda do Mateus, um mulato das medidas dela, e pouco depois, vi-a a esgueirar-se, como quem não quer a coisa para o bananal, com o Mateus a ir no encalço dela.

Fui atrás deles, e sem me verem, juntaram-se os dois, sem falarem, como se fosse uma rotina conhecida, o Mateus sacou do pénis grande e comprido, já meio erecto, e a D. Glória, de lado, começou a mamá-lo. 

Ao mesmo tempo, levantou-lhe as saias e ia-lhe afagando um rabo enorme e rijo que eu via agora.


De onde estava e eles estavam quase que se viam as pessoas na festa à volta da mesa, com a D. Glória em pé encostada a uma bananeira, e o Mateus a penetrá-la na vagina, por trás, parecia um cão, até se virem.

Com o Lopes a falar de negócios e do que tinha ganho, apareceram depois na festa vindo de lados contrários, com aquele ar de satisfação comprometida e proibida.

Estavam todos sentados à mesa, de um lado a minha mãe, o meu pai, o Raj e outros, do outro lado, o Hélio, a D. Glória que chegara, a D. Sílvia, mulher do Braz, pénis de substituição da minha mãe mas que estava fora, e não sei quem mais.

Pela curiosidade da minha mãe no Hélio e pela minha, ainda meio miúdo, fui para debaixo da mesa, para ver de perto o tamanho dos homens e mulheres vistos daquela perspectiva. 

As cuequinhas brancas da minha mãe, a vagina da D. Glória com o cheiro molhado do Mateus, a D. Sílvia escondida em saias compridas, e o Hélio com um enchumaço entre pernas abertas.


No nosso segredo conjunto, perguntei depois à minha mãe se gostava dele para ter sexo, já sem vergonha, respondeu-me que "sim". Disse-lhe que ia pedir-lhe, respondeu-me "que fosse".

Apanhei-o meio distraído e abandonado pelos outros, e junto dele, puxei-o para os ouvidos e baixinho, a esconder a boca com a mão, sem rodeios, disse-lhe "A minha mãe quer foder contigo, queres foder com ela?". 

Surpresa, um sorriso amarelo, trocou olhares eléctricos com a minha mãe, com ela a dizer que sim, meio estúpido respondeu "O quê?".


Continuei, "sei de um sitio aqui na cave lá em baixo nunca ninguém vai lá, eu levo-te, ela vai lá ter, ela está com desejos de ti". 

Ainda mais surpreendido, "e és tu que me vens dizer isso? Estão a gozar comigo". Quase que lhe agarrei na mão "não, anda comigo ela vai lá ter".


Passámos juntos da minha mãe, num sorriso para mim e para o Hélio, disse "já lá vou ter dá-me uns minutos". Estávamos naquela espécie de armazém e ela apareceu, eu escondi-me a vê-los, ela, como se tratasse de um menino doente, sem silêncio, só respiração, abeirou-se dele e beijou-o na face.

Empurrou-o ao de leve para cima de umas caixas e lonas de toldo, soltou-lhe as calças, de onde saltou um pénis grande a querer crescer ainda mais. 

Vi-a a minha mãe a agarrá-lo e a pô-lo na boca a lambê-lo e a apertá-lo com os lábios, nos meus olhos a ver-me vê-la e a ver-me satisfeito por estar a vê-la.


O Hélio ainda não acreditava, um prémio, feliz contemplado, uma mulher linda como a minha mãe, a mamar-lhe o caralho. 

Tirou o vestido, a cuequinha branca, toda nua, subiu para cima do Hélio e enterrou o pénis dele na vagina. De onde estava vi-a a subir e a deixar-se entrar por ele, o rabo perfeito, as bordas tesas da vagina a comê-lo, bem aberta, a entrar e a sair.


Via-me escondido a apreciá-la a pedir-me opinião se o estava a foder bem, o Hélio deitado de olhos fechados e boca aberta, a minha mãe uma ninfa voluptuosa a fodê-lo, a gemer de gozo.

Baixou-se aos ouvidos dele, pediu-lhe para lhe ir por trás ao cu, rodaram, com ele a acanzanar-se nela e a penetrá-la por trás. 

Um caralho em homem como o de um cavalo comia a minha mãe a gritar em silêncio por aquele tamanho grande que lhe entrava na cona.


Vi-o cuspir, e enterrar-lhe a cabeça do caralho no cu. Ela arqueou de dor, ele também do aperto de um rabo firme, a forçar-lhe o ânus atrás mais e mais, até deixá-lo entrar todo.

O Hélio suava a matraquear-lhe o rabo, via a minha mãe a querer gritar ou chorar de dor e prazer a abrir-se toda ainda mais, a dizer "ai, ai", e eu a vê-la e ela a ver-me a vê-la a ser penetrada pelo maior caralho que já vira, até que estremeceram de gozo sentido a virem-se.

Escapuli-me cá para fora e quando apanhei os olhos do Hélio à saída, foi como se lhe dissesse "depois já falamos os dois".

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