Ela fez sexo no dia do casamento - Biografias Eróticas
Chinese (Simplified)EnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish

Ela fez sexo no dia do casamento

O Hélio era um primo nosso afastado, tão afastado que já nem sem bem, se primo por ser da mesma terra da da minha mãe, ou se afastado por ser de quarta ou quinta geração em que já nem se lhe conheciam os pais.

Tinha vindo da cidade para o casamento de uma filha do Lopes e da D. Glória, amigos dos meus pais, fazendo sentir a sua presença, apesar de parecer feio e pouco esperto, por ser grande em altura, na voz e em tudo o mais.

A festa era numa espécie de casa clube da terra, no jardim, ao sol, rodeado por um bananal, com uma mesa corrida, onde se juntavam adultos e mais ou menos miúdos e graúdos a correr e a falar ao mesmo tempo.

Via na minha mãe algum interesse no Hélio, e quando digo interesse, era puramente sexual, como lhe apetecesse uma boa foda e o Hélio estava ali à mão. Disse-me depois que já tinha sido comida por ele, na terra dela, mas há muito tempo, em miúdos. 

Não tinha sido ele a tirar-lhe a virgindade, mas lembrava-se bem, que gozavam com ele por ser grande, ter um ar de bruto, e por isso, um dia, puxara-o para o quarto, despiu-o, saltou-lhe para cima, que tinha sido das melhores fodas daquela altura.

Mas agora estava ali, alto, bem falante, com bom aspecto, com algum sucesso na cidade, e um volume generoso e pronunciado entre as pernas que se notava, que ela já conhecia, e punha algumas mulheres casadas e não só, de cabeça à roda.

Eu estava mais concentrado na D. Glória. A D. Glória era uma daquelas mulheres avantajadas sem ser gorda, com aquele ar de italiana encorpada e mandona, e via-se logo que o Lopes, baixinho, careca, mais velho que ela, não tinha mão para aquela camioneta.

Vi-a muito de roda do Mateus, um mulato das medidas dela, e pouco depois, vi-a a esgueirar-se, como quem não quer a coisa, para o bananal, de um modo que parecia habitual, com o Mateus a ir no encalço dela.

Fui atrás deles, e sem me verem, juntaram-se os dois, sem falarem, como se fosse uma rotina conhecida, o Mateus sacou do pénis grande e comprido, já meio erecto, e a D. Glória, de lado, começou a mamá-lo. 

Ao mesmo tempo, levantou-lhe as saias e ia-lhe afagando um rabo enorme e rijo que eu via agora.

De onde estava, e eles estavam quase que se viam as pessoas na festa à volta da mesa, com a D. Glória em pé encostada a uma bananeira, o Mateus a penetrá-la na vagina, por trás, parecia um cão, até se virem.

Com o Lopes a falar de negócios e do que tinha ganho, apareceram depois na festa vindo de lados contrários, com aquele ar de satisfação comprometida e proibida.

Estavam todos sentados à mesa, de um lado a minha mãe, o meu pai, o Raj e outros, do outro lado, o Hélio, a D. Glória que chegara, a D. Sílvia, mulher do Braz, pénis de substituição da minha mãe mas que estava fora, e não sei quem mais.

Era grande a curiosidade da minha mãe no Hélio, o que tinha feito, se tinha casado, se tinha filhos, ele bem se lembrava, de que a tinha fodido, que era passado de miúdos, a minha mãe tocava nele, nos ombros e corpo a aproximar-se, ele fica constrangido, parecia um miúdo a comportar-se, perto dela e mulher, que deve ter pensado a minha mãe, "queres ver tenho de te valer?".

Havia ali uma conversa surda, do Hélio e da minha mãe, ele via-se, imaginava-a nua, a mirar-lhe os seios guloso, as coxas livres em vestido presas, entre flores e sol de primavera, eu de lado observava, a vagina molhada da D. Glória, o Mateus e o cheiro a cona, a D. Sílvia em saias comprida, o Lopes agitado a falar, as cuecas húmidas da minha mãe, e o enchumaço do Hélio a crescer.

Senti-lhe um desespero, o peso de uma recordação, de uma necessidade recente, no nosso segredo conjunto, das conversas que fomos tendo, das formas como fomos estando,  do que vimos e aceitámos, perguntei à minha mãe "sei o que te vai na cabeça?", sem vergonha, riu-se a responder, "o quê, o que achas?", "aposto!! o Hélio", ela olhou para mim e continuei, "queres que lhe peça?", ela olhou novamente, mas compreendendo, "estás doido rapaz, pedires o quê?".

Ri-me eu agora, a rodear-lhe o braço no pescoço, conversa intima naquele ruído, entre pessoas que festejavam, junto aos ouvidos falávamos, soprei-lhe "achas que não vejo?, estás doidinha, e acho que ele também, não pára de olhar para cá", víamos o Hélio ao longe, sem qualquer jeito coitado, como se de outro planeta tivesse vindo, agarrado a um copo vazio, "deixa-me pedir-lhe para foder contigo, e quero ver".

Já a visto outras vezes, com o Braz e o Carlão, com ela a ver-me a vê-la foder, tinha-a apanhado e tinha gostado, várias vezes acontecendo, "vais pedir-lhe e depois?", "depois o quê?", "se ele aceitar, onde íamos?", respondi-lhe que conhecia o clube, mais do que ela que eu furava, havia uma barraca lá em baixo, de coisas soltas para onde ia, quando os mais velhos se entretinham, nas suas ilusões de grandeza.

Disse-me ela, com um sorriso e um trejeito de ombros, "então vai, vou-me divertir com o que vai fazer", lancei-me a caminhar em direcção dele, o Hélio parecia quase assustado, como se o fosse atacar, mesmo no meio daquela relva verde, aproximei-me dele e do copo, perto pensou que o ia salvar, puxei-o para os ouvidos, com a minha mãe a olhar, lá ao longe a esperar, baixinho, a esconder a boca com a mão, sem rodeios, disse-lhe "a minha mãe pediu-me para te dizer que quer foder contigo, queres foder com ela?". 

Abriu os olhos de surpresa, um sorriso amarelo, trocou olhares eléctricos com ela, meio aparvalhado, tinha cometido um pecado, o filho a pedir pela mãe, para a foder que ela queria, vi a minha mãe a abanar a cabeça, com ela a dizer que sim, era isto uma brincadeira!!, meio estúpido respondeu "o quê?", que continuei, "ela contou-me de vocês, anda, sei de um sitio, eu levo-te, ela vai lá ter, ela está com desejos de ti". 

Ainda mais surpreendido, "e és tu que me vens dizer isso? estão a gozar comigo", parecia um autómato que andava, quase o agarrava pela mão, "não, anda comigo ela vai lá ter", passámos juntos da minha mãe, num sorriso para mim e para o Hélio, disse "já lá vou ter dá-me uns minutos". 

Estávamos naquela espécie de armazém quando ela apareceu, eu escondi-me a vê-los, ela, como se tratasse de um menino doente, em silêncio, só respiração, abeirou-se dele e beijou-o na face. Empurrou-o ao de leve para cima de umas caixas e lonas de toldo, soltou-lhe as calças, de onde saltou um caralho grande a querer crescer ainda mais. 

A minha mãe agarrou-lho, começou a mamar-lho, a lambê-lo, a apertá-lo com os lábios, nos meus olhos a ver-me vê-la e a ver-me satisfeito por estar a vê-la. O Hélio ainda não acreditava, um prémio, feliz contemplado, uma mulher linda como a minha mãe, a mamar-lhe o caralho. 

Tirou o vestido, a cueca branca, toda nua, subiu para cima do Hélio e enterrou o caralho dele na cona, e de onde estava vi-a a subir e a deixar-se entrar por ele, o rabo perfeito, as bordas tesas da cona a comê-lo, bem aberta, a entrar e a sair.

Podes gostar também
MINHA MÃE ADORA GRUTAS
Via-me escondido, a apreciá-la, a pedir-me opinião, se o estava a foder bem, o Hélio deitado de olhos fechados e boca aberta, a minha mãe uma ninfa voluptuosa a fodê-lo, a gemer de gozo. Baixou-se aos ouvidos dele, pediu-lhe para lhe ir por trás ao cu, rodaram, com ele a acanzanar-se nela e a penetrá-la por trás. 

Um caralho em homem como o de um cavalo comia a minha mãe a gritar em silêncio por aquele tamanho grande que lhe entrava na cona. Vi-o cuspir, e enterrar-lhe a cabeça do caralho no cu. Ela arqueou de dor, ele também do aperto de um rabo firme, a forçar-lhe o ânus atrás mais e mais, até deixá-lo entrar todo.

O Hélio suava a matraquear-lhe o rabo, via a minha mãe a querer gritar ou chorar de dor e prazer a abrir-se toda ainda mais, a dizer "ai, aihmm", e eu a vê-la e ela a ver-me a vê-la, a ser penetrada pelo maior caralho que já vira, até que estremeceram de gozo sentido a virem-se.

Escapuli-me cá para fora e quando apanhei os olhos do Hélio à saída, foi como se lhe dissesse "depois já falamos os dois".

Sem comentários:

Enviar um comentário

Não deixe de comentar, o seu comentário será sempre bem vindo