Quando o tesão não tem idade - Biografias Eróticas
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Quando o tesão não tem idade

O Samuel conta ao biografias eróticas como foi:

Ainda não foi há muito tempo, fui para a universidade, e para pouparem algum dinheiro, os meus pais pediram à minha avó, que me acolhesse em casa dela, num quarto vago dos fundos, nem seria um problema, ela não daria por mim, eu entraria e sairia, muito estudo sem brincadeira, era o que eles queriam.

Só que não é bem minha avó, é mais madrasta da minha mãe, chamar-lhe "avó" é proibido, faz sentir-se velha, é o que ela me diz, então chamo-a de Lina, como se fosse uma velha amiga, foi difícil convencê-la, percebi que ali não me queria, mas foi-me dizendo depois, já eu vivia com ela, "Samuel meu filho, tenho alguns amigos, vais ter de entender, fica isto entre nós, sou velha mas não estou morta, quando vierem meu filho, vais pro teu quarto".

Ainda tentou argumentar, chorou ela à minha mãe, "oh Maria olha não sei, sabes como está o teu pai, já me dá muito trabalho, ter cá ainda o miúdo, vê bem minha filha", o meu avô coitado, com alzheimer a espaços que fica, sem consciência assim o parece, dá-lhe algum trabalho, mesmo com a ajuda que recebe, ele come, caga e dorme, e é que não se percebe, se está alerta e compreende, tudo o que perto de si acontece.

Sendo eu tão jovem, estranho esta mulher velha, de roupa larga a dançar, sanguínea eléctrica sem parar, tão livre solta e feliz, ri por tudo e por nada, está sempre bem positiva, só percebi o que me disse, quando em casa dela apareceu, já o tinha visto no café, dono daquilo com a mulher, uma tal Graça sem graça nenhuma, um homem rude e muito grande, com bigode e muitos pelos, Carrasco era o nome dele, muito mais novo que ela, ouvia-a logo dizer, "Samuel vai pro teu quarto".


Eram oito da noite, passaram eles pro quarto, sem ligaram ao meu avô, sentado e virado pra tv, diz o Carrasco para ela, "temos pouco tempo, a Graça está a chegar", pensei eu que os ouvia, "o que seria que iam fazer?", fui lá pé ante pé, silencioso como um rato, quando vejo o Carrasco, todo nu em cima dela, a enterrar-lhe o caralho na cona, a minha avó gemia dobrada, de costas para ele.

Olhei assim pela porta, de lado para não me verem, de onde eu estava eu bem via, o caralho rijo do Carrasco, a abrir as bordas da minha avó, apreciei o corpo dela, magro seco e perfeito, sem ter a ver com a idade, por andar a ser bem usado por ela, encontrei-lhe os olhos no espelho, bem em frente e que a apanhava, dei um salto de medo e espanto, quando ela viu que eu via, o Carrasco a fodê-la.

O Carrasco alto dizia, "aimm foda-se que foda mulher", eu a vê-lo e ela a ver-me, movia as ancas sem parar, aquele caralho a penetrá-la, teso e preso nas bordas dela, a acelerar frenético para dentro, estava ela a estremecer, os olhos molhados me parecia, "aihmm aihmm aihmm Carrasco dá-me dá-me", os lábios que mexiam com a língua, "aihmm Carrasco fode-me mais", deu um urro como um boi, a vir-se a gemer "aihmm foda-se Lina", pus-me a fugir e a correr.

O Carrasco foi-se embora, ouvia-a depois com o meu avô, perguntava-lhe se estava bem, ouvi um som vindo dele, voz ou grunhido não sei, depois ela passou pelo meu quarto, sentou-se na beira da cama, senti-me como uma criança, ela a dizer "se calhar não foi bom, teres-me visto mas eu preciso, compreendes? e vais ver mais vezes, eu faço isto com muitos homens, eles ficam doidos por mim, compreendes?", eu abanava a cabeça, dizia-lhe que compreendia, eu também não queria, mas estava com tesão pelo que vira.

No dia seguinte foi logo pela manhã, apareceu o Eduardo enfermeiro contratado, que trata do meu avô veio ver como estava, ouço-o gritar "então sr. João, como estamos hoje?", aproximei-me deles pra saber, ficou o Eduardo surpreendido,  por me ver não esperava, a minha avó abana a cabeça, diz-lhe, "não faz mal é o meu neto", sai depois com o enfermeiro, vai para o quarto foder.

Ele olhou a rir-se pra mim, de ter assistência neste dia, deu uma palmadinha no meu avô, dizia alto "vou tratar da sua mulher", deixei-me ficar até os sentir, do barulho que faziam no quarto prós ver, aproximei-me da porta devagar, vejo a minha avó a mamar, chupava a cabecinha do caralho, do enfermeiro deitado, para trás gemia alto "aihmm Lina é perfeito, aihmm mama mama Lina", com ela a provocar-me, pelo espelho posicionado, rodava a língua pra eu ver, ela a lamber-lhe o caralho.

Deixei-me estar que o enfermeiro não me via, ela subiu por ele como uma gata, meteu a cona por cima dele, olhou pra trás prós meus olhos vê-la, agarrou o caralho do Eduardo, e enterrou-o na cona por baixo, começou a baixar a descer por ele, a montá-lo sem reacção, o enfermeiro só gemia do fodão que a minha avó lhe dava, via o rabo dela a mover-se, numa onda perfeita o comia, o pau grosso a penetrava, a minha mão apertava, nos calções o meu caralho, espetado com tesão.

Ela gemia ao ouvido dele, "aihmm miúdo estás a gostar?",  ele abria a boca de prazer, acordou de um sonho em que estava, para lhe prender as nádegas com as mãos, fazia força a abri-la, para cima forte a fodê-la, "aihmm que vou partir-te toda", ele gritava, "vou-te comer este cuzinho, mais uma vez, vou-te partir o cu todo, vou-te partir o cu todo", gemia, ela tirou o caralho da cona e escorregou-o pelo cu, eu tudo via e aprendia, com o olhar dela sobre mim, apertou o rabo a fazer força sobre ele, até que enterrou todo, o caralho do Eduardo no cu.

Quando ele foi embora, ela perguntou-me "então, gostaste de ver?", "de ver? gostei", disse-lhe, "e gostaste como?", brincava ela comigo, "como assim?", "ora se achas que eu fodo bem, já não és nenhum miúdo, ficaste excitado?", não sabia o que dizer, se dizer que fiquei com o pau teso, se desejei estar no lugar do Eduardo, comê-la como ele, ela a mim não era nada, só mulher do meu avô, "acho que a avó fode bem", "gostaste de me ver, mas ficaste excitado?", passou-me a mão pelos calções, ria-se como se eu fosse um miúdo, "porra miúdo ainda estás teso, tou a ver tou a ver que sim", dizia ela.

À tarde apareceu o Agostinho, entrou sorrateiro lá em casa, tinha tocado antes a avisar, o gajo mais parecia um cigano, era vendedor lá na praça, trazia-lhe fruta e vegetais, era essa a desculpa, dizia à mulher "vou à D. Lina, deixar-lhe o habitual", recebia-o à porta pro ajudar, dava umas palmadinhas no meu avô, perguntava "como é que ele está?", respondia ela a dizer "oh tudo na mesma", o meu avô olhou pra ele, de olhos muito abertos, balbuciava qualquer coisa, parecia perceber o que ele queria, não ligaram e foram pro quarto foder.

Cá para mim só pensava, "foda-se que ela é fogo", tinha mais caralho que o normal, um rodopio de homens a passar, tudo só para a ir comer, queria que eu a visse a foder, dizia-me aos ouvidos "samuel já não sou nova, é a mim que eles querem, de experiência gosto e saber, muito melhor que muitas miúdas", o Agostinho sacou do caralho teso, nu jovem rijo musculado, no reflexo do espelho, vi a minha "avó" a chupá-lo, fazia-lhe ali junto à cama, ele sentado caído para trás, ela de joelhos a descer nele, com os lábios apertados, a lamber-lhe o caralho enquanto ele fechava os olhos, "foda-se mulher que sabes o que fazes", gemia homem fraco, com aquele pau na boca dela.

O Agostinho gostava de ouvir coisas, ela dizia-lhe "hoje menino vais dar o litro, vais comer-me todinha", ela bem sabia o que fazia, o vendedor rendia-se macio, "e o cu?", dizia ele, "deixa que hoje também me vens ao cu, meu filho, quero muito", ria-se ela pra mim a ver que a via, o Agostinho suava, a pele estava vermelha, tensa do tesão em que ardia.

Ela subiu por ele, enterrou o caralho na cona, por trás um belo espectáculo, no espelho como um filme, ela mandava e ele executava, a rabo da minha "avó" bamboleava, como uma onda frenética, numa harmonia sensual e perfeita, o Agostinho não dizia nada, mero instrumento sem vontade, aproximou-se do ouvido dele "come-me o cuzinho agora", deitou-se ela de lado, o Agostinho abriu-lhe a nádega, forçou-lhe o ânus sabido, e enterrou-lhe o caralho no cu.

A minha avó gemia, doida com o Agostinho a fazer o trabalho, ele bem sabia ao que vinha, se havia cona e cu pra comer, tinha que fazer por merecer, a minha avó masturbava-se, aqueles dedos que brincavam, no clitóris todo molhado, não queria mas sentia, um desejo terrível de a foder, esgueirei-me pro meu quarto, a bater o meu caralho, a vir-me todo a pensar nela, nua livre aberta a foder.

Mais à noite apareceu no meu quarto, acho que sabia o que sentia, era estranho pra ela e pra mim, sabíamos que não devíamos, ou se devíamos ou não sabíamos, tal era a confusão, uma tensão amarga que me prendia a carne, o meu cheiro de encontro ao cheiro dela, quando passava na casa, uma espécie de silêncio falado sem palavras, entrou na minha cama nua, ouço-lhe a voz na penumbra, "Samuel, isto fica entre nós, é um segredo nosso, compreendes, és um homem feito, mas sabes não é?", quando lhe disse que "sim, eu sei".

Senti-lhe a boca quente no meu caralho, uns lábios húmidos que o aconchegavam, uns beijos longos bem chupados, o corpo dela manto terno sobre o meu, uma fenda húmida que me prendeu, desceu a cona sobre o meu caralho, fodeu-me a noite toda, como se fosse seu hábito, de manhã não estava e saiu, chegavam os meus pais naquele dia, perguntaram-me "então filho? como está a ser esta experiência? com a tua avó", achei melhor encolher os ombros não fossem eles perceber, o que tinha crescido desde então.

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