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Conto erótico de passagem de ano - tudo chupado

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Conto erótico de passagem de ano - tudo chupado

N
unca sei muito bem como é que certas conversas começam, estávamos presentes, a ouvir, a falar, mas porque não estamos ligados, não nos faz sentido dar-lhes importância, dar-lhes maior relevo do que o necessário, e depois só no fim, ou perto do fim, é que começamos a achar que seria bom termos estado atentos.

Mas enfim tudo isto foi só mesmo conversa fiada, tínhamos de começar esta história por algum lado, tendo por certo que ela é tão simples que merece ser contada, porque diabo! ainda estou a tentar saber como ou se fui enganado pelo meu cunhado.

Desta vez, a reunião de familia em final de ano fui eu e a minha mulher, e a minha irmã e o meu cunhado, numa espécie de mini-férias para colocar algumas coisas em dia, e para nos atualizarmos como familia, sem crianças, sem pais, enfim só nós mesmos, em momentos raros de união e reunião que era importante aproveitar.

E é neste contexto familiar e de fim de época ou de ano que o meu cunhado começou com a sua conversa que mais parecia uma brincadeira para nos divertirmos como homens, numa mesa, agarrados a umas cervejas, enquanto as mulheres andavam pela casa e pelo jardim, a fazer aquelas coisas que elas gostam de fazer, e que os seres masculinos mais sedentários não querem saber, embora fiquem sempre um pouco irritados com o ruido que elas provocam.

Ao longe a minha irmã e a minha mulher andavam a arrastar uma merda qualquer, por certo não lhes agradava o sitio onde a coisa se encontrava há mais de vinte anos, e eu só pensava quando iria chegar o momento em que elas iriam sujeitar-nos a fazer força numa porra que estava muito bem onde estava, e que não fazia diferença nenhuma estar ali ou noutro local.

Foi quando a dada altura o meu cunhado disse, “eh foda-se!! por favor não leves a mal o que vou dizer, a tua mulher é mesmo boa, foda-se, é um tesão”, eu olhei para ele um pouco surpreendido e agora que penso melhor terá sido aí que a conversa começou mesmo, e ele insistiu, “que sorte a tua, a tua mulher é uma maravilha, deves governar-te bem com ela!!”, eu perguntei, “que queres dizer com isso?”, ele prosseguiu, “eh, deves dar-lhe umas boas fodas, como é que é ela a foder?”.

Lá para o fundo, eu olhei para a minha mulher, andava com um top apertado, com umas daquelas leggins muito curtas e justas, que fazem aparecer os contornos todos do rabo, de maneira que eu pensei, não seria despropositado que o meu cunhado dissesse aquelas coisas, a minha mulher era realmente um tesão de mulher, que me dava um prazer do caralho foder, eu disse, “dou, claro, ela adora foder, pode não parecer, mas ela anda sempre muito esfomeada”.

Ele riu-se, fez um gesto com a mão como se tivesse a simular um pénis teso, “se calhar não andas a comê-la como deve de ser, já te questionaste se ela alguma vez sentiu necessidade de mais verga do que aquela que ela atualmente tem disponível? Acontece a muitos, meu cunhado! O que há mais por aí são homens que não dão às mulheres o que elas precisam”, eu senti-me levemente incomodado, “não me parece neste caso, acho que ela tem caralho suficiente para se entreter”, acho que demos uma daquelas gargalhadas masculinas que merecem um gole adicional de cerveja.

Ele voltou ao ataque, “meu cunhado, não te importas mesmo que eu admire a tua mulher? eu fico muito excitado com ela, mas sabes como é, é só a imaginar”, eu apreciei as palavras dele, e a ideia de um homem ficar excitado ao apreciar o corpo da minha mulher, excitava-me também, mas ao mesmo tempo ficava na minha ideia o desejo inútil de um homem ficar com a piça tesa a suspirar por uma cona que afinal só eu tinha o direito de comer.

Era um sentimento quase animal, pré-histórico, de homem ou homens poderem rodear a minha mulher, sentir o cheiro a cona e a cio, mas depois por direito de conquista, serem obrigados a afastar-se e ir à procura noutro lugar, ou então, por misericórdia, puderem apenas baterem uma punheta a imaginarem que a estão a foder.

Eu disse, “estás à vontade, meu cunhado, também gosto de te ouvir dizer o quanto aprecias a minha mulher”, ele sentiu-se livre, “eh, é mesmo boa, não leves a mal, eu adorava montar a tua mulher, e fico a imaginar, em cima dela a enterrar o meu rolo todo, acho que o tamanho do meu caralho, de certeza que ela ia adorar, o que achas?”, eu sorri, “nem todas as mulheres gostam de piças grandes!”, ele abriu a boca de descrédito, “onde é que caralho te ensinaram uma coisa dessas? Em alguma igreja?”, ele avançou o corpo para mim e sussurrou, “elas são loucas por piças volumosas, grossas e compridas, gostam de ter o que agarrar como se fosse um brinquedo a sério.

Ele prosseguiu, “a tua irmã é completamente doida pelo meu pau, nem imaginas o que eu passo com ela!”, eu fiquei curioso, “o que passas com ela? mas como, no sexo?”, ele fez um sorriso amarelo, “meu cunhado, chama sexo a isso”, ele depois perguntou, “já ouviste falar no chupa-cabra, no México? Um bicho que anda por lá a chupar sangue?”, eu não percebi a ideia e a relação, mas ele continuou, “esquece isso! a tua irmã é uma chupa-caralhos, é o que é, nem imaginas o quanto ela gosta de chupar a minha verga, chupa-me o esperma todo, chega a ser uma coisa doentia”.

Agora foi a vez de olhar para a minha irmã, e tentava ligar a imagem que ela desperta nas pessoas, quase angelical, ou melhor, aparentando uma quase virgindade natural, quase santa, como se nunca a perdesse, o cabelo loiro, os seios fartos, as coxas roliças, e o rosto de uma menina, com um sorriso matreiro de quem está sempre a preparar uma partida ou brincadeira, e não é que eu pensasse que ela não fodia, mas sempre a vi mais como uma mãe, que se fode, é mais para reprodução, como uma vaca ou qualquer outra parideira.

Eu disse, “não estou a ver a minha irmã nessa posição!!”, ele levantou-se, gritou uma espécie de “Ah” alto, e bebeu de uma vez a cerveja que restava na garrafa e foi buscar outras, ao regressar disse, “posição? meu cunhado, a posição que a tua irmã mais gosta é de joelhos, a chupar o meu caralho”, ele encostou a boca na minha orelha, como se fizesse uma confidência, “ela chupa-me o esperma todo já te disse, ando sempre com os colhões secos, foda-se!! secos e doridos, aposto que a tua mulher não faz isso”.

O assunto para ele parecia tão importante que eu fui deixando o meu cunhado falar, “às vezes estou a comer e ela vem por baixo da mesa, como uma espécie de alma do submundo, a boca dela abre-se como um peixe, e fica ali a chupar-me a verga, até eu me vir e ela extrair de mim todo o néctar que sai da minha piça”, ele não parava, “depois é na cama, estou a dormir e chego a acordar assustado, a sonhar que um daqueles peixes tipo cobra me está a comer o caralho, mas não! é a tua irmã, que acordou e chupa-me o pau até ao tutano”.

Eu disse, “foda-se!! custa a acreditar, eu não imaginava”, ele continuou, “acredita sim, e cu?”, eu fiz quase um eco, “cu?”, ele prosseguiu, “cu, sim, cu, depois de chupar caralhos, a seguir é o cu, a tua irmã adora ser fodida no traseiro, muitas mulheres não gostam, a tua mulher gosta?”, não sei se quase me engasguei, “eu acho que a minha mulher gosta, não é muito habitual, mas, sim, às vezes como-lhe o cu, mas é como te digo, não tenho bem a certeza”.

Ele mostrou os dentes e endireitou-se na cadeira, pareceu detetar uma fraqueza, “não tens a certeza? Meu cunhado, basta olhar bem para o traseiro delas, quando gostam de levar no cu, as nádegas delas estão mais soltas e abertas, como se estivessem sempre preparadas”, eu olhei para o rabo da minha irmã, e não pude deixar de imaginar o meu cunhado montado nela, a penetrar-lhe o ânus, e sim, ela tinha um traseiro adorável e levemente flexível sem ser flácido, que dava para sentir que o que o meu cunhado dizia era capaz de ser verdade.

E depois, muito tempo antes, de coisas que outros namorados dela me contavam, era que ela gostava de levar no cu, mas eu sempre tive a ideia idiota e secreta que era para proteger a virgindade no casamento e enquanto isso não acontecia, ela satisfazia com o traseiro os desejos dos homens com quem ela namorava, o meu cunhado voltou a dizer, “já viste o traseiro da tua irmã, nem imaginas, o meu rolo passa lá a vida enterrado naquele cu, o meu pau já nem se interessa por cona, e a tua mulher?”

Eu perguntei, “o que tem o cu da minha mulher?”, ele respondeu, “foda-se!! é como o da tua irmã”, os dois olhámos para o jardim, especificamente para o cu da minha mulher, ele continuou, “já viste bem aquele cu, o cu da tua mulher está a gritar por piça, vê-se logo, e se não andas a dar-lhe piça no cu, ela pode estar a necessitar muito”, ele apertou o pau dele com a mão, que eu notei estar teso debaixo do calção, “quem sabe, imagina eu a montar o cu da tua mulher com este pequeno que eu está aqui na minha mão!!”.

Ele continuou, “olha bem para o traseiro da tua mulher, que maravilha, ela é como a tua irmã, tenho a certeza, por vontade delas, andavam sempre com uma piça enterrada no cu, e se ela estivesse recetiva, o que achas? achas que ela iria comigo?”, eu dei um gole na cerveja, olhei para as duas mulheres lá ao fundo, agora por uma razão impossível de compreender, elas andavam as duas de gatas, a arrancar e a movimentar coisas, ocorrendo-me que a posição em que estavam era a ideal, para lhes baixarmos as leggins, e foder-lhes o cu ali mesmo.

Eu disse, “se a minha mulher iria contigo como? Ela dar-te o cu dela para tu foderes? Não acredito que ela quisesse, e depois, como a minha irmã é uma chupa-caralhos insaciável, que ela te extrai o esperma todo, que andas com os colhões secos, acho que eu posso ficar descansado, mesmo que a minha mulher estivesse para aí virada, provavelmente não ias ter piça para a foder”, e demos mais uma gargalhada masculina a levar a garrafa à boca.

Estivemos ali uns segundos de silêncio, depois o meu cunhado perguntou, “o que andarão aquelas duas a fazer? Aposto que têm a cona toda suada!”, eu retorqui, “devem ter sim, e o cu também, andam ali à horas a arrastar merdas, até estou cansado de as ver trabalhar”, demos mais uma gargalhada, ele continuou, “lambia a cona da tua mulher, suadinha, foda-se! um tesão”.

Eu continuei, “isso fica para mim, já tu dás o pau à minha irmã, para ela chupar novamente, acho que estás a precisar! Mas porque é que ela fará isso?”, ele perguntou, “o quê, dela chupar o meu caralho muitas vezes? Não sei, mas acho que é para não comer outras mulheres, foi como disseste, se tiver os colhões secos não consigo fazer sexo, é por isso que a tua irmã é a chupa-caralhos, e com aqueles lábios dela quem é que pode dizer não”, e demos mais uma gargalhada.

O tempo passou mais um pouco, até que o meu cunhado perguntou, “e se fizéssemos nudismo? Temos um muro, ninguém vê nada cá para dentro!”, eu devo ter aberto os olhos, “não me parece grande ideia!!”, ele gritou para a minha irmã, “amor, o teu irmão está a dizer que gostava de fazer nudismo!”, eu ainda abanei a cabeça a dizer que não, mas ela e a minha mulher deram um grito, e num segundo estavam nuas, as leggins tinham voado, e elas davam saltos no ar, pareciam estar num daqueles rituais da natureza.

E o meu cunhado foi um segundo, tirou os calções e dele saltou uma verga tesa, que ao levantar-se, exibia como prova do que dizia, um falo enorme e grosso, que ele mantinha rijo e direito à frente dele, e eu senti, ele virou-se de propósito para a minha mulher, para ela ver bem o que costumava esconder dentro das calças, e eu percebi também que, enquanto eu e despia, ela olhava com interesse para a piça dele, com um ar e uns olhos que pareciam trazer à ideia dela que ainda íamos fazer um bacanal, e que por isso o meu cunhado a ia comer.

Claro que era só uma impressão minha, o receio habitual de um homem inseguro, eu tinha a ideia, ou pelo menos imaginava, que a minha mulher era uma mulher satisfeita, e que por isso, não tinha de me preocupar, qualquer coisa que lhe passasse pela cabeça, não teria a ver com certeza de necessidade de sexo, embora como sempre eu saiba que as coisas inesperadas, por exemplo dar uma foda ali no meio do jardim com o meu cunhado, era daquelas coisas tão fortemente excitantes que provavelmente até ela seria incapaz de resistir, a minha sorte era estar ali a minha irmã que faria uma espécie de papel de policia para o caso de alguém se portar mal.

Elas acalmaram e continuaram os seus afazeres, enquanto nós, apreciávamos agora duas mulheres nuas que, quando se baixavam, ou quando se mexiam, mostravam tudo o que tinham, eu olhei para a minha irmã e, embora fosse minha irmã, pelo facto de a ver totalmente nua, eu achei que ela estava agora muito melhor com a idade, de meio gordinha, estava uma mulher roliça mas enrijada, umas mamas perfeitas com uns mamilos escuros e bastante salientes, a boca com uns lábios carnudos que me fez pensar no caralho do meu cunhado, um rabo cheio mas perfeito, sem o mínimo sinal de descuido no peso ou na idade, os pelos púbicos louros e numa penugem bem cuidada, e pensei, que, se não fosse minha irmã, também eu a fodia.

Tinha-me esquecido do meu cunhado, eu olhei para o rolo dele e o estado era o mesmo como estava, teso como pedra, arqueado para cima, como um pescoço curioso, e como os olhos dele brilhavam, pensei que ele estava a fazer a mesma avaliação que eu, mas sobre a minha mulher, a língua dele ia molhando os lábios, como a um moribundo se molha a testa, “foda-se! eu acho que a tua mulher está receptiva”, eu levantei uma perna, assentando-a na borda da cadeira, eu olhei para o falo nervoso que ele esmagava na mão, como um animal perigoso com necessidade de rédea curta, “oh, meu cunhado, eu acho que não, mas é assim, as mulheres têm uma mente própria, elas têm muitas fantasias, ela pode desejar deitar-se contigo, mas não acredito que chegue à ação”, e depois ri-me, “além disso estás incapaz, quando é que foi a última vez que a minha irmã chupou o teu caralho?”.

Ele gemeu, “esta noite, de manhã, vês como estão os meus colhões!”, eu olhei para as bolas gordas, e sinceramente não me pareciam mirradas, “estás a ver, não tenho nada, normalmente estão o dobro”, ele ia manipulando a piça que de pé, mais parecia uma sentinela, e ele disse, “eu acho que a tua mulher está receptiva, e não é de agora, noutras ocasiões, eu e ela estivemos juntos, assim, a conversar, e eu fiquei com essa sensação, mais um bocado, e eu e ela dávamos umas fodas”, eu ia dizer qualquer coisa, ele continuou, “e não demos por respeito, acho eu, mas se houver abertura, aposto contigo, que a tua mulher dá-me o traseiro para eu espetar a minha piça”.

Aquilo parecia quase um desafio, uma aposta, sei lá, de fidelidade, eu perguntei, “mas abertura como? da parte dela, eu dizer à minha mulher que não me importo?”, ele reagiu com calma e sussurrou, “não meu cunhado, o que digo é que jogamos esse jogo, e se ela ficar recetiva e foder, não quero é que fiques chateado comigo ou com a tua mulher, só isso, é essa a abertura de que falo”, mas eu insisti, “acho que a minha mulher não vai querer dormir contigo, mas e a minha irmã?”.

Ele abanou os ombros, “a tua irmã sabe, por muito chupa-caralhos que ela seja, de vez em quando eu e ela precisamos de outros pratos, se é que me entendes? A tua irmã o que gosta mesmo é de lamber, chupar, e pode não ser só caralhos, acho que ela sente também um desejo profundo de ser também lambe-conas, e depois já falei muitas vezes com a tua irmã que, se tu deixasses, ela não se importava que eu fodesse a cunhada”.

Ele estendeu-me a mão, “apostas?”, eu olhei para a mão dele, ainda por cima aquela que tinha mexido no caralho, eu sentia que fazia um pacto com o diabo, pensei na minha mulher, nos colhões vazios, ela seria capaz de resistir, e apertei a mão dele a dizer “está bem, vamos ver, mas traz-me prova, filma a foda se é que vai acontecer”, e foi dado um passo, que me fez beber mais um pouco e dizer, “vou buscar mais umas cervejas”.

Quando regressei, ele tinha desaparecido, olhei para o fundo e só lá estava a minha irmã de rabo para o ar, a minha vontade interior foi ir para junto dela para perguntar onde eles tinham ido, mas resisti, tinha apostado, e por isso, tinha de conter-me, no meu cérebro passou a imagem dele a enterrar o galo ereto na cona dela e ela a gemer, de sexo inesperado, invulgar e despropositado, uma rutura com o habitual, e um desvio ao convencional, e isso, não me fazia sentir mal, era aceitável, porque não? Ter algo que, num momento curto e especifico do tempo, a faça a ela e a mim, e ao meu cunhado e à minha irmã, sentirmo-nos mais vivos, afinal era só umas fodas dele com a minha mulher.

Passou algum tempo e eles apareceram e vinham do mesmo lado, ela deu-me um beijo e eu senti nela o cheiro dele, um cheiro reconhecível e distinto a rolo teso, ela correu para a minha irmã que a abraçou exageradamente, e enquanto as via a deitarem-se num tapete ou manto estendido no chão, ele sacou do video e mostrou-me.

Tinha acontecido, e eu estava aberto, e sinceramente até hoje da mesma maneira que não sei como começou a conversa, também não sei se perdi mesmo a aposta, porque nada mudou com a minha mulher.

Sou uma puta de night-clubs?

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Sou uma puta de night-clubs?

A culpa era toda minha. Houve alturas em que eu dizia à minha mulher para experimentarmos coisas novas na nossa vida sexual e sempre que eu pedia ela recusava, ela dizia que não tinha sido educada assim, e que eu com a idade a avançar, estava a ficar um tarado. 

E
ra nesses momentos que eu, às vezes com alguma raiva, respondia que antes de casar com ela, eu costumava conhecer muitas mulheres em night-clubs que faziam tudo o que eu lhes pedia. 

Ela ria-se das minhas observações e dizia, “estás a dizer que tu ias muitas vezes com putas? achas que eu sou uma puta?”, eu ficava ainda mais furioso, e respondia “essas ao menos são mulheres a sério, gostam de tudo”, e ela ria-se, "gostavas que eu fosse uma puta? para eu fazer tudo o que pedisses?", eu não respondia que sim, mas era o que eu pensava.

Tanto insisti que um dia quando discutíamos, eu tinha pedido para ela se masturbar com um vibrador para eu assistir, ela fez uma proposta, “ok amor, se queres que eu seja a tua puta, leva-me um desses night-clubs para eu conhecer essas mulheres”. 

Não nego, ela disse aquilo e eu fiquei um pouco atrapalhado, eu pensei, “como é que vou levar a minha mulher a um bordel de putas? o que pode acontecer?”, mas depois eu achei que seria bom, eu dava uma lição à minha mulher, e ela ficava a saber mais do que eu mais gostava.

Eu conhecia as regras da casa, e sabia que quando me aproximasse do bar, várias mulheres apareceriam para eu lhes oferecer uma bebida e a partir dai, eu teria o que queria, e eu pensei, “quem sabe se não vou foder uma delas e a minha mulher vai ficar com ciúmes”. 

Quando eu lhe disse, “está bem amor, vamos a um night-club que eu conheço e que sei que é tranquilo”, ela perguntou, "como é? o ambiente?", eu disse, "normal, amor, muitos homens a querer mulheres e mulheres a querer homens, não te preocupes, amor, eu vou estar sempre junto contigo", ela ainda insistiu, "e as mulheres ganham dinheiro?", eu gaguejei um pouco, "sim ganham mas ..."

Na hora marcada, nós saíamos de casa, e eu olhei para a minha mulher, ela estava diferente do habitual, de cabelo arranjado, preso na cabeça com rabo de cavalo, vestia um vestido azul de cetim colado ao corpo, anormalmente curto, eu via as suas coxas até acima, e todo aberto nas costas, mostrando as espáduas e a pele rosada. 

Eu senti a saliva presa na minha garganta, quase me engasguei e eu disse, “amor, foda-se! estás um tesão de mulher", o meu pau endureceu, eu nunca a tinha visto assim, ela sorriu do meu elogio e eu pensei, não sei se preocupado, dezenas de homens iam persegui-la, para lhe oferecer uma bebida e pior, porra!!, pensei, eles iam fazer-lhe propostas de foda.

E eu senti dúvidas, a ideia de haver homens a querer fodê-la passou pela minha cabeça, a minha mulher era apetecível, as pernas longas, o peito, o sorriso de sexo, quando ela queria, esse desejo de foda aparecia-lhe nos lábios, na boca, e agora como ela estava vestida, tudo poderia acontecer. 

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Quando chegámos, eu pensei, não foi boa ideia trazer a minha mulher, eu tinha exagerado, o cheiro fazia parte do ambiente, um odor pesado a testosterona e a sêmen, uma penumbra que envolvia os corpos e a identidade, quase não nos víamos uns aos outros, apenas o toque dos corpos, suor, ruído da música, vozes, gargalhadas e tilintar de copos. 

A minha mão pousada nas costas nuas da minha mulher levava-a suavemente para o interior, e já não podíamos voltar para trás, eu senti, agora nem ela iria querer ir-se embora, eu aproximei a minha boca dos ouvidos dela, e eu disse, "querida, os homens estão todos com os olhos postos em ti", ela virou a cara, "e eu com os meus olhos postos neles", e sorriu.

A minha mulher tem um sorriso adorável, os dentes brancos são uma lanterna, ilumina um lugar, enquanto ela caminha, e não era difícil eu perceber, que o tempo pareceu parar, os homens estavam confusos, e pensei eu, "devem achar que é puta nova no bar", eles puxavam com as mãos pelos sacos, os colhões e o caralho, e ia haver guerra com certeza, para a disputarem para a foder, era melhor fazer alguma coisa.

Conduzi a minha mulher para uma zona mais recatada e escura, longe de olhares curiosos, a ideia sempre foi a mesma, era ela ver as outras mulheres a trabalhar, para aprender como se comportar, e não era que eu fosse muito exigente, era de eu saber que ela acabaria por gostar.

Encontrámos um sofá vazio, de onde podíamos ter um panorama completo, no bar muitos homens aglomerados, à espera de bebidas e mais qualquer coisa, ao lado numa lateral de bancos, um grupo de mulheres sentadas tagarelavam, e ao centro uma pista de dança, que tanto podia ser de strippers, como para dança mais calma.

A minha mulher esticava o pescoço curiosa e se os homens estavam nervosos, as mulheres era a mesma coisa, entre elas havia uma união secreta, e se a minha mulher estava de fora, era mau para o negócio, a minha mulher sussurrou, "amor, vai buscar-me uma bebida, qualquer coisa fresca", eu levantei-me para ir buscar bebidas ao bar, a fui-me aproximando quando um gajo tocou-me no braço, "bela puta, amigo, é só tua ou está disponível?"

Eu olhei para o gajo e outros mais ao lado que também estavam atentos, e disse, "por agora é, está comigo", e depois disse para os excitar, "talvez mais tarde, eu a possa dispensar", o barman prepara as bebidas e eu não resisti, "o que acham dela?", o gajo com um peito de culturista e um volume entre as pernas do tamanho de um melão, "foda-se amigo!! eu comia aquele cu, muito bom amigo, se ela quiser chupar o meu pau?", e agarrou no saco cheio a prender com a mão.

Já de regresso, aproximei-me da minha mulher, os olhos dela brilhavam, ela agarrou na vodca laranja, levantou-se de repente e disse, "amor, vou ter com as mulheres, elas não param de olhar, diverte-te querido", e deu-me um beijo na boca, "vemo-nos por aí”, e com o copo de vodca numa das mãos e uma pequena mala na outra, ela caminhou como se voasse no seu vestido justo, exibindo parte dos seios saídos, as costas nuas, as pernas esguias e longas. 

Eu fiquei um pouco atordoado, a ideia não era perder o controlo, eu dei um gole no whisky malte, e fiquei a olhar, a minha mulher juntou-se às putas todas, e eu sabia, ela não demoraria muito a fazer amigos, e pouco depois já todas falavam, abraçavam a minha mulher, de vez em quando voltando a cabeça e sorria com aqueles dentes.

O night-club estava cada vez mais cheio, testosterona por gastar, homens sedentos de cona, de várias espécies e natureza, desde os tubarões com dinheiro, pagavam tudo por uma boa foda, até às ratazanas à procura do mesmo de graça, enquanto eu, seguia a minha mulher com os olhos, ela caminhava ingénua e frágil entre dentes afiados, os gajos do bar à espera de presas para morder, quando se aproximou de mim uma puta brasileira, “então amor, você quer companhia? Você topa pedir uma bebida para mim, querido”. 

Eu olhei para a puta, não me agradou a inconveniência do momento, mas estar ali sozinho sem consumir nada, nem um belo pedaço de cona, eu olhei novamente com melhores olhos, e pareceu-me engraçada, bem proporcionada, eu disse, "pede, senta-te aqui no sofá", ela sentou-se, passou o braço no meu pescoço, "vou pedir champanhe, você topa?", eu abanei a cabeça, estava distraído, quando vi a minha mulher junto ao bar a conversar com o gajo musculoso.

A puta brasileira tocou-me no braço, "quem é aquela? é sua amiga? bem bonita, as meninas adoraram", eu virei a cabeça, "adoraram?", ela continuou, "é bom aparecerem por aqui meninas novas para atrair homens" e deu uma gargalhada, eu olhei para o homem e sempre que chegava perto do ouvido dela, ele pousava a sua mão na coxa dela e ela soltava uma pequena gargalhada. 

O homem em si despertava-me curiosidade, ele parecia que estava ali, sem preconceito ou reserva, como se estivesse noutro sitio qualquer, bonito, bem vestido, um corpo musculado, mas seco e tonificado, de alguém cuja espécie eu não sabia se era tubarão ou lobo marinho, mas de certeza que era daqueles homens habituados a ter tudo sem pagar. 

Enquanto os observava intensamente, eu senti os dedos da puta a entrar nas minhas calças, com uma mão parecendo a de um ladrão à procura no escuro das coisas que pretende roubar, a apertar-me o pau e a dizer, “querido, você quer foder, amor? faço por cem euros, tudo bem, amor?”, mas eu estava mais concentrado no homem e na minha mulher. 

Ao longe, eu vi que o homem se aproximou da minha mulher e colocou a mão bem dentro do meio das coxas dela, dando para eu perceber pelos olhos húmidos dela, que fechavam e pestanejavam depressa, pela rigidez do tronco e dos mamilos eretos, ele estava a acariciar o clitóris da minha mulher, e ela estava a ficar encharcada de tesão. 

A puta continuava a acariciar o meu pau e eu ouvia, “são só cem euros, amor, cem euros”, e eu a dizer, “sim, sim”, quando sinto a puta a baixar-se a chupar-me o pau ali no escuro, e vejo a minha mulher e o homem a levantarem-se dos bancos e a caminharem na direção da sala privada nas traseiras do bar.

Eu sabia, já lá tinha estado algumas vezes, a sala privada era um espaço aberto com sofás e almofadas no chão, todo atapetado, era habitual, vários homens estarem a foder as mulheres, eu disse rápido, "vamos querida, quero comer o teu cu", ela mexeu o rabo redondo, e deu um pequeno grito, "ah isso amor, é mais dinheiro, querido", e fui com ela a correr lá para a sala de trás.

A sala era mais escura que a sala do bar em si, demorava algum tempo a habituar os olhos, eu encostei-me num sofá com a brasileira, ela prendeu o meu pau como se nunca tivesse visto piça, e de olhos fechados, eu senti aquela humidade boa, a tocar na cabeça, com pequenos beijos, uma profissional do sexo.

Várias ideias e imagens correram na minha cabeça, eu imaginei, "foda-se, era tão bom que a minha mulher soubesse chupar como esta mulher, podia agora estar aqui a ver, aprendia tudo como se faz, com esta maravilhosa profissional", eu senti a boca húmida a engolir o meu caralho até ao fundo, dei um esticão nos nervos do estômago, e depois abri os olhos em redor, e foi nessa altura que tive a visão na minha cabeça da minha mulher a ser fodida naquele lugar.

A brasileira disse, "foda-se amor, o seu galo deu um salto de duro, caralho", as minhas pálpebras batiam de prazer, de imaginar a piça do gajo a entrar na cona da minha mulher, e eu sentia, eu estava excitado com a situação, dessa liberdade de ela estar a ser fodida por um touro, enquanto eu comia uma puta, fui tentando ver ao lado, ultrapassando a penumbra escura, e lá estava ela, não mais que dois metros de mim.

Ela estava tão concentrada no que fazia, que eu fiquei com a ideia, ela não me viu e eu assim podia admirar o seu trabalho, o homem tinha tirado as calças, estava sentado no sofá enquanto a minha mulher agarrava a verga gigante, e com a boca cheia, descia e subia nele a chupar o pau, um pau grosso e muito teso, arqueado de tesão, que a minha mulher manobrava com destreza a lambê-lo, passando-lhe a língua, dando beijos em todo o lado. 

Eu ouvi a puta dizer, “e então nós? estou a perder dinheiro contigo, amor, vamos”, eu insistia para ela aguardar, eu queria ver a minha mulher a foder, ali escondido pelo escuro, mas a puta não desistia, “qual é? quero meu dinheiro, fode ou não fode?”, eu dizia, “fodo, fodo”, eu disse para a puta, “se quer o seu dinheiro, ajoelha aí e chupa o meu pau”, e foi assim, ela se ajeitou brincando com o meu pénis, enquanto minha mulher se virava e subia para cima do homem. 

De onde eu estava, eu conseguia ver o pénis do homem entrando na cona da minha mulher, ela a controlar os movimentos, a subir e a descer por ele, o rabo dela ondeava perfeito, a fenda estava toda alargada, da grossura de tanta carne, as mamas dela rijas e despertas que ele beijava sofregamente. 

Eu conseguia ouvir a minha mulher a gemer, “haimm humm aihim aihmm”, enquanto a puta falava, “se liga, estou a chupar você, cara, toma atenção”, a minha mulher saiu de cima do homem e percebi que mudavam de posição, a minha mulher encostou a barriga às costas do sofá, e o homem veio por trás e apontou o pau duro à cona da minha mulher.

Ele começou a bombear nela, apertando-lhe o pescoço, ele entrava e batia com força e eu percebia os quadris dele a esmagar as nádegas da minha mulher com as pancadas que ele lhe dava, de repente eu acordei e percebi que a puta estava a fazer um bom trabalho, o meu pau estava duro e quase a explodir, eu pus a mão na cabeça dela, a dizer, “chupa bem, chupa bem, amor”. 

Eu vi que a minha mulher tremia, estava a ter um orgasmo, e o homem balançava, tirou a piça para fora, lançou jatos de porra que depositou na cona dela, eu olhei para os olhos da puta, e disse, “vou-me vir”, e ela sorriu, “vem amor, vem”, ela começou a bater-me uma punheta e enchi de porra o sofá mais perto. 

Eu paguei à puta e corri para o meu sofá da sala, quando passados uns minutos chegou a minha mulher, a perguntar, “então vamos embora querido?”, eu respondi, “vamos, amor”, no regresso a casa, à saída do bar, ela deu-me um beijo, eu cheirei-a de perto, um odor forte no corpo, de caralho e de foda, eu perguntei, “então, querida, divertiste-te alguma coisa?”, ela respondeu, “nada, um pouco aborrecido, mas gostava de cá voltar”. 

Nessa altura eu pensei, “mas que grande puta é a minha mulher”.

Relógio em noite suada

21:59 0
Relógio em noite suada

Mas que noite do caralho!! Imaginem cada célula da minha pele a largar água toda a santíssima noite. Lembro-me de passar a noite a passar as costas da mão na testa e de retirar para o lado uma espécie de líquido espesso gorduroso que eu salpicava para o chão.

E foda-se!! houve momentos em que o meu sono era substituído por tempo acordado a segurar na ponta do meu caralho murcho, a apontá-lo para o alto, só para dar oportunidade aos colhões de respirarem e não morrerem afogados.

Os colhões esses, eu tinha de os ir virando, como se viram os frutos, do aquecimento que vem por baixo, para desgraçados, apanharem um pouco de ar fresco, duas bolas gordas coladas, do suor que escorria nas minhas pernas.

O sol parecia que queria aparecer, e lembro-me de ter decidido levantar-me, deambular nu pela casa, ainda olhei para a minha mulher deitada, também um corpo nu molhado, o rabo redondo para cima, um brilho de suor no rego, ontem à noite comi-lhe o cu, e foi o que me ocorreu.

Agora estou aqui sentado no sofá. A minha única atividade, para além de respirar, claro, e de estar a afagar os colhões, é olhar para um relógio de parede enorme, que a minha mulher decidiu comprar recentemente, e que diz que são quase oito horas da manhã.

Na altura que ela comprou esta merda a única coisa que me ocorreu dizer foi que apesar daquela merda ser enorme, o tempo que passava era sempre o mesmo.

Mas acho que me perdi no tempo, acho que desde as sete horas da manhã que estou a olhar fixamente para esta merda enorme, como se o tempo, ou melhor, a passagem dele, não fosse já uma coisa deprimente, tinha ainda isto para me lembrar.

Cada segundo olhado, parece e é, caralho!! cada segundo perdido, e a merda não é só do relógio, é do que vamos fazendo com o tempo, e este sobressalto que me dá, é que nada vai acontecendo, e vejam bem, nem que fosse qualquer coisa pequena, que dissesse que alguma coisa tinha mudado.

Agora estou aqui a olhar para o caralho do relógio enorme, estou a brincar, ou melhor a descolar, os meus colhões molhados, que vou girando na mão, à medida que penso, o meu caralho a ficar teso, e eu a pensar em quê? na amiga da minha mulher que conheci ontem à noite.

Para além do caralho do relógio enorme, a minha mulher também tem destas coisas!! Ao longo do tempo ela apresenta umas amigas que eu já sei que existem há muito tempo, mas de forma racionada, mais ou menos uma por ano, principalmente depois de ela saber que se casaram, para eu as poder conhecer.

Pelas minhas contas, algumas dessas amigas que eu imagino que são as melhores, as “peligrosas” como a minha mulher lhes chama, só as conhecerei já depois de velhas, ou se tiverem um problema qualquer, diz ela que eu não sou de confiar, com as minhas crises existenciais.

Agora que estou aqui a pensar e a olhar para o caralho do relógio, a sentir no corpo cada segundo que passa, eu gostava que a minha mulher se levantasse, e sem palavras, vendo o meu sofrimento, se ajoelhasse entre as minhas pernas, e chupasse o meu caralho, eu fechava os olhos e viajaria um tempo no espaço.


Isso não seria uma mudança, mas seria um começo!! E o caralho da amiga dela de ontem à noite e o seu marido de fresco? Mas que suplicio!! Um calor do caralho, expetativas e planos, um futuro exige tempo, e eu a sonhar com cona.

Imaginava-me a penetrar aquela amiga, a olhar insistentemente aquelas pernas roliças, a ver se via mais qualquer coisa, mas também penetrava aquela mente, politizada como a da minha mulher, já estava tudo decidido, os planos eram os de todos, quando eu me perguntava, “não era mais fácil serem só putas”.

As pessoas quando estão dominadas por estes planos riem-se muito, e ocorreu-me pensar se algum dia poderia foder o cu daquela amiga, como fodi esta noite o cu da minha mulher, quando ela decidisse chorar, compreender a passagem do tempo, e que as melhores coisas não se planeiam.

Se calhar nem me importaria que o marido de fresco alegre, fodesse o cu da minha mulher, enquanto eu fodia o cu da mulher dele, isso é que era uma mudança!! E caralho, era imediata, não teríamos todos de esperar que os sonhos, como acontece sempre, se desvanecessem no tempo.

Só os sonhos reais se aguentam um pouco mais!!

Ouvi agora um som vindo do quarto. A minha mulher acabou de dar um peido, e isso é bem real.

Ontem à noite quando chegámos a casa, não aguentei mais, eu fiz o que podia, eu comi o cu da minha mulher logo ali na sala, gozei no cu da minha mulher a imaginar a foder o cu da amiga.

Olho para o caralho do relógio a pensar que se calhar é a única mudança que podemos ter agora.

Abre a racha por favor!!

22:45 0
Abre a racha por favor!!
🌙
Tudo começou com a festa anual da empresa, quando o verão se aproximava eles lá tinham aquela ideia, de reunir os patetas para lhes dar uns trocados, e fazer uns elogios para os enganar e motivar, diziam a todos, que trouxessem as mulheres, e uns quantos idiotas até apareciam com elas, umas delas gordas ruidosas, ou outras mais sabidas, com um belo aspeto de putas.

Levar a minha mulher, era coisa que eu nem sonhava, a uma festa de servos que odiava, um sacrifício para poder viver, era nisto que eu pensava, idiotas riam-se da piada do chefe, quando olhei para ela sentada, foi sem querer com certeza, que ela estava aborrecida, que a racha do vestido abriu, foi culpa da seda!!, deslizou perna abaixo, alargou as pernas a agarrar, e foi quando lhe vi a cona nua.

Não tinha cuecas, o vestido abrira de lado, os nossos olhos se encontraram, lambi os meus lábios de prazer, água na boca que me ficou, de ostra acabada de sorver, ela puxou o vestido a correr, a fechar as pernas para eu não ver, ficámos sós naquele ruído, era o mal que estava feito, ela com vergonha por não esconder, eu com um tesão enorme, por lhe ter visto a cona.

A cona vi-a toda, os lábios húmidos tremidos, terra virgem desconhecida, o triângulo de pelos louros, a púrpura do rego molhado, eu lambia-me e era sede dela, duas montanhas de sonho, era uma de cada lado, lago de luar onde se nasce, é que estava atordoado, não tirava os olhos dela, daquela cona tão bela.

Incrível!! Já tinha passado perto desta mulher e não a tinha visto!! Visto como atenção a uma pessoa ou a uma coisa, é-se indiferente a quase tudo, somos deficientes nesse ponto, mas eu vi-lhe a cona, mas que caralho!! mas que trauma tão grande, mas que mulher tão bonita


O marido, ou o lá que fosse homem dela, era um idiota, é daquelas coisas que se percebe, esta mulher é demais para este gajo, mas vai-se lá saber, elas gostam disso, de idiotas, se calhar vão-se entretendo, vivendo as suas vidas secretas, e ali estava aquela cona, tão perfeita e tão boa, na sua qualidade e momento, que pensei logo para mim, adorava lambê-la nesta festa, enquanto os idiotas se divertiam.

Ela fugia com os olhos, sempre que os meus a encontravam, estava vermelha na cara, de eu saber que estava nua, também o meu caralho, olhos, cérebro, boca e peito, todos eles juntos conspiravam, punha-me parvo a olhar para as pernas, a pedir que as cortinas abrissem, para ter de novo uma visão, da fenda viva daquela mulher.

Olhei para ela de novo, vi-lhe na face um sorriso, pus a mão no bolso, a apertar o meu caralho teso, molhava a língua nos lábios, limão, sal e tequilla, ai meu deus!! gosto na minha boca, amargo doce em conjunto, o meu corpo falava-lhe por gestos "deixa-me lamber-te a cona!!", ela reagia abrindo as pernas, podia eu ver-lhe aqueles papos.

Caralho!! tinha de fazer alguma coisa!! os idiotas estão-se a rir, a comer e a beber, a fazer ruído alto, ai meu deus!! ai quero comer esta cona!! ai foda-se o que faço?? ai caralho!! ai os meus colhões!! foda-se!! até que a vejo levantar-se, num vestido até ao chão, a racha de lado abria, vela batida ao vento, quando a longa perna saia, ai que caralho!! pensei "vou atrás dela?".

Mas foi ela que me deitou um olhar, virou os ombros e deu-me a ordem, de um modo definido e seguro, "se queres cona vem comigo", dei um salto rápido obedecido, no meio dos idiotas que cantavam, "vou ali e já venho", encontrei-a cá fora a fumar um cigarro.

Aproximei-me e perguntei "está a gostar da festa?", respondeu "tanto como tu, um aborrecimento", ri-me e por segundos não falámos, quando a ouço dizer "quero dar-te uma coisa, se quiseres claro?", ainda perguntei estúpido "o quê?", riu-se ela agora, a encostar o ombro no meu, como se fosse um camarada, a falar-me ao ouvido "a minha cona, gostavas de comer a minha cona?".

Disse-lhe sim claro vamos!! mas caralho! agora estava com medo dela, ela disse, vai andando para o parque, vou buscar a chave ao meu marido, ela apareceu depois no manto escuro, era a noite que caía, caia uma chuva miúda, que embaciava os vidros, entrámos no carro dela, deitou-se para trás a abrir a racha, ali estava a cona que queria, virou-se para mim "parecias um gato a lamber os beiços, a olhar-me para a cona, anda, chupa-me a cona, faz-me gozar, amor".

Ai caralho!! era o que mais queria, ela fechou os olhos a aguardar, mergulhei a aterrar, nas coxas de seda onde me agarrei, ali preso não caía, abri aquele vale a entrar, pousei os lábios juntos, dei um beijo na ostra vítrea, a chupar o gosto salgado, de rebentos gomos e flores.

Percorria com a minha língua, seiva doce procurava, minha língua em ponta dura, aqueles caminhos desbravava, ela gemia e se contorcia, quanto mais se abria toda, mais ela me dava, "ai hum ai aihm mãe foda-se aihm aihm caralho tão bom ai chupa".

Ela fazia força na minha cabeça, um mergulho ainda mais fundo, a minha língua a entrar nela, "ai foda-se! chupa-me toda aihm", tinha perdido tudo à volta, sentidos e consciência, o cheiro a cor a luz da cona dela, um afrodisíaco no ar, eu percorria outro mundo, movimentos rápidos nos olhos, como passagens de um filme, sons antigos de outro tempo.

Agarrado ao meu pau eu batia, de mamilos espetados tremia toda, as ancas esticavam como molas, em solavancos e vazios, "aihmm mãe foda-se! ai mãe aihm caralho tão bom me venho toda aihmm" saiu-lhe alto num só grito, "ai caralho", droga ambrósia na minha boca, vi-me todo a tombar, num deleite de deuses, nuvens, e absinto.

Ouço-a a acordar-me, "anda vamos, a festa!! o meu marido!!", chegamos até junto dos idiotas, o marido já se ia embora, perguntou-lhe "onde é que tens andado?", ela virou-se para mim, "eu e o teu colega fomos para o carro", ele abriu os olhos surpreso, olhava para mim para o vestido e para a racha "carro? qual carro? o nosso? tu e o meu colega?", continuou ela "foi só descansar e fumar um cigarro", ele olhava para mim, quando eu pensava, "foda-se!! o carro cheira a caralho e a cona".

Entre marido e mulher

22:43 0
Entre marido e mulher

🎨
Um dia a minha mulher Karla numa dessas reuniões de amigos que se estendem na conversa pela noite toda, quando lhe perguntaram se gostava de ter feito ou fazer outras coisas na vida, ela respondeu “gostava de ser atriz porno”, com uma grande gargalhada.

E depois um colega da minha mulher, acompanhou a gargalhada a dizer, “era capaz de dar certo, Karla”, olhou o corpo dela de alto a baixo, e depois mostrou os dentes para o meu lado, “a karla tem um belo corpo para ser atriz porno, não tem?”, eu olhei para ela, para as coxas grossas, as mamas ainda rijas, e eu respondi, “dava, dava, claro, estou certo de que era um sucesso”.

A minha mulher sorriu e nessa altura uma amiga perguntou, “e o teu marido?”, a Karla quase tremeu de prazer ao responder, “então o meu marido era o realizador”, eu para não ficar mal dizia, “sim, eu ia gravando os melhores planos”, e depois eu disse uma coisa estúpida, “eu já quis gravar os nossos momentos, mas a Karla é que não quis”, e a conversa acabou ali.

Quando regressávamos, a minha mulher puxou a conversa, “eu nunca disse que não queria”, apertou o meu caralho com força, como se fosse aplicar um castigo, e eu respondi, “desculpa querida, as palavras saíram da minha boca, foi sem intenção, lembrei-me só duma situação, mas era outra coisa”

Mas depois a brincadeira que tínhamos começado em grupo, pareceu-me agradável continuar enquanto fazíamos o trajeto para casa, e perguntei, “gostavas mesmo de fazer filmes porno?”, ela riu-se, “acho que já estou velha para isso, querido”, mas eu insisti, “não, eu pergunto é se gostavas? podíamos fazer uns filmes caseiros”.

Ela aproximou-se, senti-lhe o hálito de tabaco e álcool do convívio de onde vínhamos, as mamas a roçarem nos meus ombros, “eu gostava e tu querido? eras o meu realizador?”, eu abanei a cabeça a dizer que sim, e ela prosseguiu, “mas querido, os filmes não se fazem sozinhos, íamos precisar de algumas estrelas”.

Quando entrámos em casa, senti uma espécie de liberdade estranha, a nossa vida sexual mudava sem mudar o fundo que continua, havia uns elementos mais teatrais e eu pensava, “até gostava de ser artista”, algumas encenações que nos divertiam, e perguntei, “tens alguma ideia sobre os atores?”, e ela respondeu, “amor, para começo, gostava que fosse negro”, pelo que quando cheguei no dia seguinte à noite e disse, “querida, já arranjei, dois negros grandes que contratei”, ela só ficou surpreendida com a quantidade, “logo dois amor”.

Nesta antecipação, eu nunca pensei que me pudesse sentir tão exitado, coma visão da Karla a chupar uns caralhos e a levar na cona e no cu enquanto eu filmava, mas ela também tremia de desejo, num gemido de pré-orgasmo, a cona devia estar toda molhada.

Os negros chegaram e quando ela os viu ficou abismada, eram duas máquinas de foda, que, se pensado bem, pôr os negros a fazer outra coisa era um total desperdício, quando estavam nus exibiram dois caralhos inchados e foda-se!! sentia o meu dentro das calças, ela não estava habituada e temi pela minha mulher.

A minha mulher perguntou, “querido como é que queres que eu faça?”, eu respondi, “amor, não temos um guião, vamos improvisar, vai, amor, chupas os paus deles e depois logo se vê como as coisas vão acontecer”, a Karla agarrou num caralho enorme e engoli-o para dentro da boca, enquanto o outro negro ia aquecendo a cona, os dedos rodavam no clitóris e a minha mulher abria cada vez mais as pernas.

O corpo da minha mulher movia-se em ondas de desejo, enquanto resfolegava com o caralho grosso na boca que o negro metia e forçava para dentro, eu via as pernas dela abertas de lado a lado, com um brilho vítreo bem ao centro, em dois ou três dedos que a penetravam, eu dizia, “querida, amor, mexe mais, estás a gostar?”.

Eu disse ao negro que a minha mulher a chupar tinha tempo a mais de gravação, tínhamos de avançar, “amor, geme e pede a ele para foder a tua coninha”, a minha mulher fazia um grande papel, eu via que adorava estar a ser fodida, mas também havia a ação dela e o filme, o outro negro puxou-lhe o rabo para cima, “aí amor, quero tanto levar na coninha”, eu respondia, “na coninha e no cuzinho também amor”.


O negro abriu as pernas da minha mulher e pousou em cima dela como se estivesse a acasalar, o caralho de alcatrão resvalou para dentro dela, e eu via os lábios tensos da cona, do pau que ia e vinha de dentro, a minha mulher finalmente gemia, “aí, amor, foda-se! ai amor, que foda, parte-me toda, come-me a cona toda”, e eu percebia que não era teatro, ela estava mesmo a gozar de prazer, de estar a ser fodida.

Eu percebi que o outro negro também queria um pedaço da minha mulher, estava a ficar impaciente, também queria cona para foder, e eu disse, “avança com tudo, quero ver esta puta a gritar de prazer”, ele virou-a e montou-a por cima, o caralho grosso entrou para dentro dela, e eu perguntei, “diz amor, diz a ele que queres no cuzinho”.

Ela gemeu mais alto que o costume, num som arrastado e lento, “aí amor estás a gravar tudo? Estás a gostar de ver a tua mulher a atuar? eu girava por cima deles até pousar a câmara a acariciar o meu pau espetado, “estou a adorar, queres no cuzinho, amor?”, ela disse que sim, um dos negros começou a enterrar o pau preto no cu da minha mulher e a chupar o pau do outro.

Os negros não falavam, só executavam o serviço, tinha-lhes sido dito o que fazer, e eram dois atores secundários, porque ali a grande estrela era a minha mulher, ela estremeceu toda com um grito que nunca tinha visto, um orgasmo múltiplo e tinha a cona encharcada, ainda estava prostrada e adormecida na cama, as pernas abertas e amaciadas, quando os dois negros saíram.

Junto à porta de casa quando lhes pagava, eles diziam que ainda tinham uns serviços, estavam com um pouco de pressa, mas eu não consegui resistir, “o que vocês acharam da minha mulher? É boa a foder?”, um deles respondeu, “muito boa, adorei quando ela estava a chupar o meu pau, vê-se logo que tem muita experiência, você é um homem de sorte, quando quiser mais é só telefonar, está aí no cartão?”

Eu sorri satisfeito, com o cartão na mão, guardei-o num daqueles sítios preciosos, onde nunca se perdem as coisas .. perguntei depois à minha mulher o nome a darmos ao filme, e ela disse "Entre marido e mulher", eu achei perfeito.

Anjo da meia noite

00:14 1
Anjo da meia noite


A casa que eu e o meu irmão herdámos dos nossos pais é suficientemente grande para podermos passar uma parte da nossa vida sem nos encontrarmos lá dentro, isto se não quisermos, e se isso acontecer é por um acaso do momento.

Como o meu irmão é um daqueles gajos que nasceu eróticamente desorientado, noventa por cento das suas ideias é a pensar em sexo, não que ele participe muito na atividade, e do que eu sei, a cena dele é mais de ver os outros a foder, o acordo que temos é que um não incomoda o outro se avisar antes quando está para acontecer qualquer coisa especial.

Do que é habitual, para o meu irmão os acontecimentos especiais são a organização de bacanais em que não há fim-de-semana que ele não ligue e antes de dizer alguma coisa eu soletro a palavra “bacanal?”, ele faz um ruído esquisito como se eu tivesse de entender.

Já tínhamos discutido o assunto, ele dizia que eu era uma pudica, uma solitária assexuada, a gritar palavras obscenas, “precisas de levar na cona”, eu só justificava, “mas, meu irmão, é gajos e gajas a foder pela casa, o que os vizinhos hão-de de dizer?”, mas ele respondia energicamente, “porque é que não apareces, minha irmã, eu arranjo um gajo para te comer”.

Estas pequenas discussões acabavam sempre assim, ele para um lado e eu para o outro, pouco depois ouvia o tilintar de copos e gargalhadas, e à medida que a noite entrava, passavam a gemidos e pancadas e eu, no meu canto, do lado esquerdo da casa, ouvia isso tudo, e sabia, havia gajas a chupar caralhos e a apanhar na cona.

Acho que não resisti!! A noite estava a meio caminho da madrugada, eu no meu quarto dava voltas, a minha mão e os meus dedos esfregavam a cona, e todo o meu corpo desesperava, numa espécie de sede, na boca, na fronte, no peito, no corpo todo, e pensava naquelas palavras do meu irmão, “eu arranjo-te um caralho, para partir-te essa cona toda”.

Quando dei conta de mim mesmo, tinha-me levantado e estava no jardim, tinha uma camisola longa colada na minha pele nua, do calor intenso da noite, e percorri alguns metros na direção do barulho, olhei pela janela, havia bebidas e corpos, nos sofás, no chão, numa espécie de penumbra discreta, três ou quatro gajas chupavam caralhos tesos, e uma mais ao fundo, junto à piscina, levava no cu de um preto alto.

A energia que me fizera chegar até ali estava a chegar ao fim, a minha respiração ofegava, duma forma violenta, quase com medo que fosse ouvida, eu pensei novamente, “tenho de ir embora”, eu sentia, estava excitada, e o que via, o que se passava, não era um bacanal normal, uma coisa heterossexual.

Passei a mão pela cona, estava encharcada, o meu ventre pedia um pénis, que roçasse nas minhas coxas, que me penetrasse toda, mas não sentia confiança, o que pensava que era, era afinal mais complicado, os homens e mulheres não se combinavam só com o outro sexo.

Havia homens uns com os outros, e mulheres que se beijavam, pensei na minha cabeça, “foda-se, tão depravados!”, olhei para o sofá vermelho, um outro preto grande, imaginei-o contratado, um daqueles gigolos pagos, montava o meu irmão em cima, o pau preto entrava todo, do que eu via, a abrir-lhe o ânus todo.

Não queria acreditar, ao fim de tantos anos de convivência, afinal é meu irmão, não imaginava que ele fosse gay, e tinha essa imagem na cabeça quando me afastava para casa, quando de repente senti um porte puxão, uns braços musculados, de um homem nu apertaram-me, arrastaram-me pelo jardim, um mão na boca fechava, não sabia se queria gritar, eu ouvi-o dizer, “queres caralho puta? Já fodi as tuas amigas todas?”.


Eu nem sabia se o meu corpo tinha sido levado no ar, foi tudo muito rápido, para um canto, no meio de uns arbustos, ele dizia, “baixa a cabeça, vou-te foder toda, puta”, duas mãos puxavam-me o vestido, prendiam-me as coxas com as ancas, quando senti, uma verga rija, mexeu-se entre as nádegas e entrou na minha cona, tinha sido há tanto tempo, eu gritei de dor, “aihh hum está a doer”.

A força era a de um animal, os meus joelhos escorregavam na terra, húmida de cheiro de vapor frio, a minha camisola estava em pedaços, que ele arrancara quando me arrastara pelo chão, o caralho dele fodia-me toda, a um momento em que já não doía, ouço a voz dele, “queres no cu, puta? Queres no cu?”.

Não sabia se era uma pergunta ou uma afirmação, sentia o volume dele a pressionar as minhas nádegas, ele diz, “puta, agarra no meu pau e aponta ao cuzinho, não estou a ver nada”, eu pus a mão por trás, puxei a verga rija e grosso, e encostei ao meu ânus, ele fez força e entrou uns centímetros, eu gemi, “aihh o meu cu, eu sou virgem, devagar”, ele deu uma pequena gargalhada, “está quase todo lá dentro”, ele moveu-se como uma onda, pouco a pouco ia entrando, quando ele bateu com as coxas nas minhas nádegas, “está todo no teu cu, puta”.

Naquele momento, o mundo desapareceu dos meus sentidos, não via, não ouvia, não cheirava, apenas a minha pele suada era batida com fúria, “ai caralho, que cu apertado, nem quero acreditar”, eu gemia cada vez mais alto, sabia que ele estava a acelerar, estava quase a chegar o momento, “vou-me vir para cima de ti, humm, caralho”, eu comecei a acariciar por baixo, e uma corrente quente liquida alagou a minha mão, “ai foda-se estou-me a vir toda”.

Antes que eu me pudesse recompor ele tinha-se afastado de mim, um corpo nu a andar, entrou na casa do meu irmão, ouvi uma porta a bater, vozes a dizer, “onde estavas?”, e depois mais copos a tilintar, mais gargalhadas e gemidos de gajos a foder.

No dia seguinte falava com o meu irmão, na minha cabeça a imagem do cu dele a abrir, ele perguntou, “ontem tiveste alguém em casa?”, eu respondi, “não, era só eu, porquê?”, ele continuou, “um amigo meu disse que tinha estado a foder uma gaja no jardim, mas eu estou um pouco confuso ..”, eu perguntei, “porquê?”, ele respondeu, “as gajas estavam todas lá dentro ..ele deve ter bebido demais ...”

Agora, eu imaginava aquele pau imenso a entrar na minha cona e no meu cu, e disse ao meu irmão, “não sei, meu irmão, eu estava a pensar da próxima vez divertir-me num dos teus bacanais, o que achas?”.

Ele olhou para mim surpreendido, “mana, eu vou gostar muito de te ver a levar nessa cona, mas tenho de te contar uma coisa da minha intimidade ....”, ele parecia gaguejar, e eu respondi, “não te importes com isso, eu sei há muito tempo que gostas de levar no cu”, ele ficou ainda mais surpreendido, era mentira, mas ele não sabia.

Moderno Mosqueteiro

22:26 0
Moderno Mosqueteiro

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Perdi a virgindade a noite passada. E uma virgindade muito especial que eu sonhava quando me deitava todas as noites ou quando brincava com os meus brinquedos, eu tenho vários pénis de vários tamanhos que gosto de meter no cuzinho.

Eu e uns amigos tínhamos combinado ir a uma festa privada dessas de fantasia livre, vestidos de mulher, eles são todos hétero, ou eu penso que são, porque eu nunca disse, nem a eles, nem a ninguém, que tenho esses pensamentos e desejos de chupar um caralho e ser fodido por um no cu.

Eu tinha já tinha vestido roupas da minha irmã, e dava-me uma sensação de prazer tão grande, vestir uma lingerie fina, sentir o fio fino no meu ânus, e depois as meias de xadrez nas coxas, que eu puxo até acima, mas agora fui comprar e até cabelos de mulher.

Entrámos na festa e eu senti uma diferença, os meus amigos riam da situação, iam bebendo no bar shots de tequila ou o que apanhavam e davam palmadas no rabo uns dos outros, mas eu sentia um desejo enorme, como se fosse mesmo mulher, e todo o meu corpo ardia.

Houve um homem mais velho que se aproximou de mim, ele estava vestido de mosqueteiro ou uma coisa assim, “estás uma maravilha de mulher”, eu olhei para ele e ri, ia a dizer obrigado quando ele continuou, “pareces novinho? Quantos anos tens?”, eu respondi, “vinte”.

Ele continuou a olhar para o meu corpo, aproximou os lábios do meu ouvido, eu cheirei dele um intenso testosterona, “se fosses mulher eras uma bela foda”, eu senti um calor ainda mais forte, “adoro foder o cuzinho delas”, o corpo dele estava cada vez mais perto do meu, e ninguém via no intenso ruido da casa.

Estávamos num canto, numa espécie de canapé de verga, onde me sentia desconfortável, a voz voltou doce num sussurro, “gostavas que te tocasse?”, eu virei os meus olhos, “tocar-me como?”, o tronco dele fez força no meu ombro, “assim”, e eu senti a mão dele debaixo da saia, a tocar no meu caralho e depois a fugir entre as minhas pernas até ao meu cu”.

Eu não reagi e nem fiz força, só queria que ninguém visse, as gargalhadas dos meus amigos ouviam-se na sala, ele continuou, “gostas de chupar um bom caralho? e no cuzinho?”, eu não se estava à espera, mas sentia-me uma donzela envergonhada, e eu respondi, “eu nunca chupei!”, ele riu-se, “uma menina virgem, que bom”.

Eu sentia que ele me apertava cada vez mais no canapé, a excitação dele era igual à minha, mas ali estavam pessoas e podia haver um problema, ele aproximou-se, “querida, queres sentir o tamanho do meu caralho, põe aqui”, e puxou a minha mão para dentro das calças de mosqueteiro, “estás a ver o tamanho da minha espada”.

Ele tinha o pau teso, mais um pouco e saltava sozinho das calças, eu senti na minha mão as nervuras grossas das veias, e o calor de um caralho esfomeado, “querida, que o tanto foder o teu cuzinho”, eu olhei assustado, “mas aqui não”.

Ele levantou-se e puxou-me pela mão como se eu fosse uma namorada que ele puxa para dançar, fui andando atrás dele até que entrámos numa arrecadação, ou coisa parecida ou o que era aquilo, com um vidro na porta em que tudo se via, eu disse, “aqui não, pode alguém aparecer e ver-nos aqui”, mas ele insistiu, “aqui estamos bem”.

A fantasia de mosqueteiro desapareceu por artes mágicas e num segundo ele estava nu, quase não havia luz, mas eu vi nele um brilho de suor, o corpo de um homem curtido, ele suspirou, “anda querida, chupa o meu caralho um bocadinho só, eu já estou aquecido para foder esse teu cuzinho”.

Eu estava com algum medo, agora não eram os meus brinquedos, eu sentia-me submissa e louca, e agarrei no pau grosso e coloquei-o na boca, ele ia forçando para dentro, “isso, lubrifica o meu caralho bem, com a tua saliva”, e eu lambia-o todo, bem molhado e escorregadio.


Ele virou-me o corpo, e eu senti que me montava por trás, os quadris dele batiam nas minhas nádegas, quando eu senti o pau dele a roçar no meu ânus e depois a fazer força, “aihmm humm aihm foda-se tenho um cu tão apertado”, ele respirava com força, “querida, humm, vou enterrar-te todo”.

Quando o pau dele penetrou até ao fundo, ele parou um momento, parecia que me dava o prazer de gozar o momento de já não ser virgem no cuzinho, quando olhei para a janela e ele e eu reparámos que tínhamos assistência, alguém há muito tempo que estava a ver pela janela do quarto que eu estava a apanhar no cu.

Ele não ligou e começou a andar para a frente e para trás, numa onda oscilante o caralho dele entrava e saia, eu olhei melhor para a janela e eu vi que era um dos meus amigos, mas eu não parei, olhei para ele nos olhos fixos de ambos, “estou a adorar, hoje saio daqui com o meu cu todo fodido”.

Minutos depois, ele e eu começamos a tremer, eu ouvi-o gemer, “ai foda-se que cuzinho tão bom caralho que quero dar-te ainda mais umas fodas”, largou um som e quase um grito, e um jato quente de porra, escorreu pelas minhas pernas.

Eu fugi depois para o salão, nunca tinha tido tanta sede como agora, uma água fresca com limão, eu passei no bar e lá estava ele, o meu amigo que tinha visto tudo, “fica só entre nós, também gosto muito de cu, sabias disso?”, eu respondi, “não, mas parece que vou ficar a saber agora ..”.

Gajo peludo – Desaparecidos #01

23:12 0
Gajo peludo – Desaparecidos #01

𐌷
O casamento do meu irmão mais novo era um daqueles momentos em que mais do que eu, a minha mulher vibrava, e sinceramente, nunca percebi, como um acontecimento destes pode ter um efeito tão grande nela, anda histérica de um lado para o outro, a meter-se em todos os assuntos, como se o irmão fosse dela.

Mas enfim, não posso negar, às vezes isso até tem uma coisa boa, dá-me tempo para estar envolvido em outros coisas, o que normalmente significa não estar metido em coisa nenhuma, talvez perto de um bom copo de vinho, ou talvez de algum velho conhecimento, enquanto a minha mulher acelerada, organiza tudo sozinha.

Esta história não é de muitas palavras, mas quando chegou a hora da comemoração, as pessoas gritavam os seus votos, no jardim da casa da família, mas que estranho!!, a minha mulher desapareceu.

A última vez que me lembro de a ter visto, ainda a noite não tinha chegado, eu reparei, ela estava sentada num cadeirão cá fora, a mim que a vi mais ao longe, pareceu-me bastante exausta, mas depois, talvez meia hora, ouvi o riso estridente dela, que se notava no meio daquela gente toda, falava alto rindo e meio bêbada, com um gajo desconhecido bastante peludo.

Digo que o homem era peludo por ser daqueles que têm pelos a sair dos lados, por muito que façam à roupa, é no pescoço, nos braços, na cara, não há como escondê-los de todos, e fica-se com uma visão horrenda, imagine-se as mulheres a pensar nisso, de como é ele será por baixo, sem roupa e todo nu à vista.

Fui olhando em volta e não via a minha mulher, o jardim é imenso, mas não grande que possa esconder-se uma pessoa, mas onde é que ela estaria, já pensava numa desgraça, e ela que estava bêbeda, fui ter com a minha cunhada, “não viste a minha mulher?”, ela respondeu, “a última vez que a vi estava com um gajo peludo”.

Voltei a olhar em volta, “mas quem caralho! era o gajo peludo?”, eu comecei a perguntar às pessoas, “viram a minha mulher, ela estava com um gajo peludo”, elas respondiam, “gajo peludo? sim, sim, andava aí um gajo peludo com uma mulher, ela ria-se muito, estava muito alegre”, ei insisti, “se calhar era a minha mulher?”, as pessoas diziam, “muito bonita, mas o gajo peludo …”.

Foi um velho metediço que disse aquilo, “muito bonita, mas o gajo peludo …..”, mas depois pareceu ter-se arrependido logo, eu perguntei, “o gajo peludo o quê? o que é que ele fez?”, o velho respondeu, “de certeza que a mulher que você procura … é engano meu, desculpe”.

Eu insisti, “mas diga, o que tem o gajo peludo e a minha mulher?”, o velho parecia querer fugir, “não é nada, eu não vi nada ..”, ele percebeu o meu ar furioso, e depois continuou, “eu vi o gajo peludo a meter a mão por baixo do vestido … dela”, eu perguntei, “por baixo do vestido?”.

Ele prosseguiu, “eu estava a assistir e ela estava alegre, e ele …”, o velho aproximou-se do meu ouvido, e como se transmitisse um segredo, “o gajo peludo meteu-lhe os dedos na cona”, eu senti naquele momento a respiração pesada, “os dedos na cona, o gajo peludo, na minha mulher?”.

Eu insisti, “e ela?”, o velho mostrou um sorriso amarelo, “eu acho que ela gostou ..”, eu queria saber mais e ele prosseguiu, “o gajo peludo esteve ali uns bons minutos a excitar a cona da sua mulher, e ela abriu-se toda, ninguém viu, só eu que vi-lhe as coxas abertas, os dedos do gajo peludo lá dentro e ela estava a gozar de prazer”.

Olhei para o velho, devia de ser familiar de alguém que eu conhecia, não sabia o que pensar, o velho sorriu, “quando vi o gajo peludo a acariciar a cona da mulher e ela a cair nos ombros dele, quase a tremer e a ter um orgasmo, eu ganhei o dia, fiquei cheio de tesão”.

Eu perguntei, “e depois, para onde foi a minha mulher?”, o velho respondeu, “ela ia com o gajo peludo e de repente desapareceu, eu também nunca mais a vi”, eu comecei a estar preocupado, a minha mulher desapareceu, o gajo peludo aproveitou-se dela, estava bêbada e meteu-lhe os dedos na cona, e então bêbeda e excitada, ela não tinha defesa nenhuma, para onde é que ele a levara?.


Eu estava totalmente desorientado, o meu irmão passou por mim, “vi a tua mulher a entrar na casa … com um gajo peludo … é amigo dela?”, ele depois continuou a caminhar, disse aquilo sem esperar resposta, eu olhei e pensei nos quartos, nos dedos do gajo peludo na cona da minha mulher, e comecei a andar para a entrada.

Subi ao segundo andar, num corredor com várias divisões, uma delas é o nosso quarto quando os visitamos, eu aproximei-me devagar, e pus o ouvido na porta e foda-se!! eu ouvi a minha mulher a gemer, “ai, caralho, dá-me no cu, fode o meu cuzinho todo, aihmm, caralho, aihh, aihmm, fode-me toda”.

Eu estive ali alguns minutos, a ouvir o gajo peludo a comer o cu da minha mulher, e o que é eu podia fazer, o mais adequado era esperar, eu pensei, “porque é que haveria de interromper?”, a visão de um caralho peludo de um gajo peludo a entrar no ânus da minha mulher não me ajudava a decidir.

Eu ouvi lá foras mais comemorações do casamento recente, a felicidade na saúde e na doença, e depois mais perto da porta, a minha mulher gemia, tanto quanto a cama que gingava, ao movimento do gajo peludo que não parava de foder o cu da minha mulher, eu percebi que ela estava a ter um orgasmo, e decidi ir embora.

Cá fora, no ar fresco da noite húmida e gélida, fiquei um pouco mais tranquilo, ela não estava desaparecida, saquei de um cigarro, estava a dar a segunda baforada, quando eu ouvi a minha mulher, “então querido, estás feliz?”, ela deu-me um beijo na boca, eu senti o gosto e o cheiro do pénis do gajo peludo, “feliz?”, ela insistiu com a cabeça, “sim, o casamento do teu irmão”, eu disse que sim.

Ela agarrou-me pela cintura, “vamos querido, está-me a apetecer beber mais qualquer coisa”, eu fui andando com ela e pensei bem, “talvez fosse melhor não perguntar sobre o gajo peludo, talvez fosse uma ilusão minha e o gajo peludo não existisse e fosse coisa da minha cabeça”.

Que mundo pequeno!!

23:00 0
Que mundo pequeno!!

🅧
Quando dizem que o mundo é pequeno por causa daquelas coincidências que acontecem, isso é mesmo verdade. E quando o meu sobrinho trouxe o amigo para um fim de semana, eu olhei para ele, e fiquei logo com aquela impressão que o conhecia, até disse isso à minha mulher.

Mas de onde, foda-se!! o rapaz era jovem, não era propriamente um miúdo, e eu não conseguia perceber, nem isso parecia provável, que tivéssemos alguma coisa a ver com o outro.

Mas não sei porquê, ele parecia sentir o mesmo, ele olhava muito para mim, surpreendido com a minha atenção, até que decidi, devia ser uma confusão, há pessoas quase iguais, nos gestos e na forma de estar, mas os dele tinham uma certa cor, que parecia ter estado com ele ontem.

Estávamos no jardim, o tempo estava húmido, apagado e um pouco escuro, a minha mulher falava com o rapaz, e eu perguntei ao meu sobrinho, “quem é ele? eu estou com a ideia que já o conheço!”, ele respondeu, “ele não é bem meu namorado, é mais o meu amigo colorido, nós temos trocado umas caricias”.

O meu sobrinho disse aquilo, e eu senti um tesão enorme, o sangue subiu-me à cabeça, imaginei os dois a darem uma foda, e perguntei, “como é que os dois fodem?”, o meu sobrinho perguntou, “os dois fodemos como?”, eu continuei, “quero dizer, quem é que fica por baixo?”, ele respondeu, “és velho, é melhor não te dizer”.

Naquele momento a minha mulher passou com o amigo colorido do meu sobrinho junto a uma janela, ele olhou para mim e eu para ele, e foi aí que o meu cérebro explodiu, para ele e para mim, foi uma visão inesperada, já sabíamos de onde nos conhecíamos.

O meu sobrinho juntou-se à tia e eu cheguei-me mais perto do miúdo e disse, “acho que já sei de onde nos conhecemos”, ele sorriu envergonhado, “eu acho que também sei”, e depois continuei, “do chat, ontem?”, ele abanou a cabeça, “sim, mostras-te o caralho teso e bateste uma punheta”.

Eu depois disse, “e tu estavas a gostar de ver”, ele disse, “e eu a ver-te, sim, e tu disseste para eu mostrar o rabo”, eu não aguentava com o tesão dele estar ali perto, ele continuou, “perguntaste se eu gostava de levar no cu”, e eu acompanhei, “e tu disseste que sim”, e depois continuei, “gostas de levar no cuzinho? tu fodes com o meu sobrinho?”.

Ele perguntou, “e porque queres saber?”, ele olhou para o volume saliente nas minhas bermudas, e depois insistiu, “estás com tesão?”, eu respondi, “estou com um tesão do caralho”, ele riu-se e disse, “e porquê? gostavas de comer o meu cuzinho?”, eu respondi, “gostava muito, eu olho para ti e aposto que és uma grande foda”.

A minha mulher e o meu sobrinho aproximaram-se, ela perguntou, “então querido, de que é que vocês falavam?”, depois virou-se para o rapaz e para mim, “sabias que eles são namorados?”, eu respondi, “não amor, não sabia, soube hoje”, ela continuou, “parece que eles querem viver juntos”, eu disse, “como marido e mulher?”.

Todos se riram da minha afirmação inocente, eu só pensava no cu dele, e quando a minha mulher disse que ia às compras, eu quase gritei entusiasmado, “vai, vai, leva o meu sobrinho, eu fico aqui com o amigo”.

O sol tinha aparecido no meio das nuvens e quando eles saíram, ele disse logo, “quero muito brincar com o teu pau”, entrámos para um espaço no jardim, eu disse, “e eu quero comer esse cuzinho tão bom”, a mão dele apertou-me o caralho, assim por cima dos calções, e eu foda-se!! quase me vim do tesão.


Ele pôs-se de joelhos, puxou-me os calções para baixo, meteu na boca o meu caralho, e eu, meu deus, doces beijos na ponta, engolia-o até ao fundo, prendi-lhe a cabeça, a empurrar ainda mais para baixo, e ele chupava o meu pau, duro e rijo como uma verga.

Eu não sabia se a minha mulher e o meu sobrinho iam demorar muito, eu queria tanto foder aquele cuzinho, ele deitou-se na cama, as nádegas espetadas para cima, e foda-se!! quando o enterrei fundo, o ânus dele apertou-me, como uma mola à volta, ele gemia quando eu o penetrava.

O cuzinho dele era redondo e cheio, uma coisa perfeita, iam entrando e saindo, batendo as ancas naquelas nádegas, queria parti-lo todo, e ele gritava de estar a ser fodido, podíamos gozar a tarde toda, mas já não conseguia aguentar e caralho! vi-me todo no cuzinho dele.

Quando a minha mulher chegou, já estávamos no jardim, ela tocou-me na face e no peito, e aproximou-se do meu ouvido e disse muito baixinho a sussurrar, “foda-se querido, se eu não te conhecesse, dizia que estiveste a foder”, eu só disse, “não sejas desconfiada, vês aqui mais alguém?”, ela olhou para o amigo do meu sobrinho …

Quem tem pau, tem casa

20:30 0
Quem tem pau, tem casa

A
minha mãe arranjou um novo namorado. Ou melhor, desta vez é um companheiro. A diferença é que os namorados passam cá por casa de tempos a tempos, enquanto os companheiros vêm para ficar.


Isso é o que eles pensam, eles trazem a pasta de dentes e uma mala de roupa cheia, e ficam com aquela ilusão de que a coisa é para durar e a verdade é que nunca é.

Eu já perdi a conta de quantos foram, talvez mais de cem, que entraram e saíram cá de casa, e de uma coisa tenho a certeza, a minha mãe aborrece-se depressa.

E há quem diga que melhoramos com a experiência, mas ela não, os novos homens que ela arranja, a mim parecem cada vez piores, e este último então, ela descobriu-o num night-club, onde vão as mulheres mais velhas à noite, para engatar os homens mais novos.

Ela contou-me depois que ele a abordou junto ao bar, não é que ele tivesse alguma coisa para dizer, que não tinha, mas ela disse, que o mediu de alto a baixo, depois pôs-lhe a mão no caralho, queria sentir o que ele tinha.

Ela disse, “ele ficou logo com o pau teso, e isso é bom, filho”, continuou ela, “ele depois aventurou-se, enquanto me falava ao pescoço, ele meteu a mão por baixo da minha saia, e começou com os dedos a apalpar-me a cona, e dei-lhe um incentivo, e perguntei se ele me queria foder”.

Ele disse logo que sim, e eles foram para os wc, que ela chupou o caralho dele, que ele veio por trás e a fodeu, mas que não tinha chegado, e por isso ela trouxe-o para casa.

E quando eu os vi chegar percebi logo, “é mais um, mas que bom”, ele estranhou ver-me, mas continuou, ela disse, “é o meu filho, ele sabe, eu gosto de foder”, eles foram para o quarto, e quando eu fui atrás, ele perguntou, “o que é que ele quer?”, e ela respondeu, “não ligues!! o meu filho gosta de ver”.

Eu acho que ainda o ouvi gaguejar, “ver o quê?”, e eu ouço a voz dela a sussurrar, “o meu filho adora ver a mãe a apanhar na cona, e eu também”, e ele, “tu também o quê?”, e ela disse, “eu gosto dele a ver-me a ser fodida”.

A minha mãe disse aquilo, e ele abriu a boca de surpresa, “eu não sei se consigo foder com o teu filho a ver!!, eu e a minha mãe olhámos para ele, um homem grande e corpulento, e a minha mãe perguntou, “mas porquê?”, e ele respondeu, “foda-se! porquê?! eu tenho a minha moral”.

A minha mãe soltou uma gargalhada, e pensei eu, “realmente ainda há homens assim, a sua vida eram só três coisas, primeiro ginásio durante o dia, depois segurança de bar à noite, nos intervalos comer mulheres mais velhas, era o que o cérebro aguentava, e o cabrão ainda tinha moral!?”

Mas a minha mãe é uma diplomata, “ouve querido, fazemos assim, vamos para o quarto, tu dás-me uma boa foda, e se não gostares do meu filho a ver, ele vai embora para a sala”, e foi assim, eles entraram para o quarto dela, ela despiu-se toda nua, e ele, ia olhando para mim, e tirava a roupa.

Só que a minha mãe não é só apaziguadora, sempre foi também muito perfeita no que faz, e quando ela engoliu o caralho dele na boca, ele esqueceu-se que eu ali estava, ele fechou os olhos, retesou as pernas como varas, ele pôs a mão na cabeça dela e empurrava o pau para dentro.

O caralho dele era enorme, um pau grosso e comprido, bem rijo e arqueado, húmido e molhado da saliva da minha mãe, e foda-se!! eu desejei-o tanto, a penetrar o meu cu, ali mesmo naquela cama, enquanto fodia a minha mãe.

Eu tirei a roupa toda, e enquanto eu acariciava o mau pau e o ânus, via a minha mãe, era ela que comandava, afinal ele é só caralho, ela apertou-lhe o pau com a mão, e puxou-o com força para a cama, eu vi-a separar as pernas dos lados, a cona húmida brilhava, uma rosa carnuda se abria, “anda querido, fode-me toda”.

Ele subiu para cima da minha mãe, e caralho! o pau pincelou a cona, e fez força e ela abriu, enterrou-se dentro dela, os colhões grandes batiam, e as nádegas dele feitas de músculo teso, ondeavam como vagas a bater na rocha, ela agarrou-o nas costas, e gemeu, “ai foda-se querido, ai fode a minha coninha”.

Era a segunda foda que ele dava na minha mãe desde que se conheceram no bar noturno, mas ele não dava sinais de cansaço, o caralho entrava e saía, um licor branco e viscoso derramava-se da fenda aberta, e ela gritava, “humm caralho ai caralho fode-me fode-me o cu, parte-me o cu caralho”.

Ele saiu dela, o cu da minha mãe rodou como duas luas juntas, e eu vi o pau grosso a escorregar no ânus, entre nádegas rosa estava o centro, e ele apertou e fez força, a cabeça entrou vermelha entre pregas tensas, que esmagavam o pau quando entrava.

Eu queria aquele caralho também dentro de mim, o meu cu fervia de desejo, e quando eles tremeram e se vieram, eu sabia do costume, no dia seguinte seria eu que pediria para ele me foder.

A minha mãe durante a manhã tinha-lhe prometido que ele poderia ir viver cá para casa durante uns tempos, e foi quando eu aproveitei a deixa, e eu fui falar com ele, “Marcelo, a minha mãe gostou da foda que tu deste a ela, foi bom, ela nem sempre gosta”.

Pareceu-me que ele dizia obrigado ou coisa parecida e depois eu perguntei, “eu adorei o teu pau, bem grosso, eu dou-te o meu cu, fode o meu cu”, ele olhou para mim, “não vais dizer que és bicha rapaz? eu não vou foder o teu cu, eu tenho a minha moral”.

A minha mãe era diplomata, mas eu não, a voz doce dela tudo conseguia, e eu queria muito aquele pau, e disse, “pergunta à minha mãe, ela gosta de ver homem a foder o meu cu, não faz essa desfeita”.

Ele foi falar com a minha mãe, e eu ainda ouvi, “o teu filho é bicha? ele pediu para eu comer o cu dele”, ela encolheu os ombros e ela disse, “ele é como eu, ele gosta de levar no cu”, ele abriu a boca, “como tu? no cu? e a minha moral, caralho!”.

E foi quando ouço a tal voz que tudo conseguia, “ouve querido, fazemos assim, vamos para o quarto, tu dás uma boa foda no meu filho, eu gosto de ver, mas se não gostares, tu vais embora”.


Eu já tinha preparado o quarto, estava na penumbra, e nu com o meu rabo branco, esperei que ele viesse, eu deitei-me na cama, e deixei o corpo musculado despir-se, o caralho grosso apareceu.

Eu fui-me aproximando, e os meus dedos frios tocaram-lhe, como borboletas beijando, o corpo dele tremeu, o caralho grosso cresceu, quando pousou nos meus lábios.

Eu não tinha dúvidas, ele ia adorar foder o meu cu, mais do que a sua moral, ou a boa vida da casa da minha mãe, a ameixa roxa encostou-se por trás, de leve no ânus a roçar, e quando entrou decidida, eu gemi, “ai mãe ai o meu cu, tão grande, ai ahhimm”.

Ele bateu em silêncio, os quadris nas minhas nádegas, num movimento constante sem parar, “ai foda-se mãe aihhm caralho ai fode o meu cu aihm”, ele urra de prazer, ejacula latejante, o ânus aperta-se quando me venho, “aihm foda-se o meu cu todo fodido”.

Ele não durou muito cá em casa, não era questão de moral, ele dava era tanto caralho que não compensava.