2022 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Carinhos Orientais - Contos do Diabo

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Carinhos Orientais - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias. 

Estava a chegar, há mais de uma hora que estava a conduzir uma carrinha de mudanças, com um brasileiro e um preto ao meu lado, que não se calavam, tinham saído do futebol para outro assunto, e agora, vinham já há algum tempo, com a ocupação idiota de descobrirem a gaja da televisão com melhores habilitações para chupar melhor um pau grosso e fazer melhor um bom broche.


Iam enumerando nomes de gajas, desde pivots, atrizes, socialites, etc, e depois iam realçando as características, boca assim, lábios assado, coxas grossas ou pernas compridas para depois procederem à sua análise complexa e no final, concluírem, concordando ou discordando, dos porquê de uma se sobrepor às outras por atacar melhor o pau antes da língua o lamber.


Devem estar a perguntar o que é que o Diabo está a fazer nesta postura com dois idiotas ao lado, mas o que me interessava mesmo era o casal que ia mais à frente num carro descapotável a indicar o caminho para a nova casa deles.

A situação tinha acontecido um tempo atrás, fui chamado a uma emergência, havia um corno que não aceitava que a mulher não estava fazendo nada, apesar de todos os amigos e os vizinhos dizerem que ela era uma puta, que ficava o dia todo dançando, e oferecendo-se para todo o homem que aparecia.

O corno estava fixado naquela ideia da mulher ser uma santa, aquilo de dançar toda a gente dança, e quanto a homem, ele tinha toda a confiança, e assim, meu amigo, fica difícil levar gente para o inferno.

Quanto eu estava a estudar uma solução, para fazer ver ao corno que afinal não havia solução nenhuma, o corno tomou a decisão de mudar de casa e aí eu só tive tempo de entrar na pele do condutor, e para minha desgraça ter de ouvir o brasileiro e o preto a falar de gajas boas da televisão, a apostarem naquelas que mais gostavam de levar no cu.

Finalmente chegámos, olhei para cima para o prédio e um gajo estava lá no alto, na varanda a olhar para a rua, e percebi que centrava a sua atenção na mulher do corno, a designada santa, uma loura avantajada, uns seios fartos num corpete apertado, uns saltos altos de bico fino, e a saia, bem essa, quase não existia.

O preto e o brasileiro olharam para mim, naquele olhar de quem pergunta se eu vou ajudar a carregar a tralha para cima, e eu disse, “é no segundo andar, estão com sorte, não há elevador, por isso não se esforcem muito”, e depois arranquei, cheguei perto do casal, na cabeça do corno havia a dúvida sobre a mulher, ele pensava, “ela sempre foi assim, excêntrica e oferecida”.

Fui para mais perto dela, o meu nariz e o tato dos meus dedos foram-lhe tocando no corpo, era tudo espirito mas funcionava, os mamilos ficaram rijos, o clitóris retesou-se elétrico, as coxas abriram-se levemente para deixar passar o meu anelar na cona, e o pensamento dela chegou, olhou para o prédio e o homem da varanda, “apetece-me tanto dar uma foda”.

A mudança acabou, o preto e o brasileiro foram-se embora, a falar para um condutor que não compreendia nada, eu tinha-os deixado e subido prédio acima para entrar no homem da varanda, a peça decisiva, tinham-me dito, para resolver esta embrulhada.

O homem era bem servido de pau mas insatisfeito, a mulher que eu ouvia noutra divisão não fazia o que ele queria, ele dizia à mulher, “amor, chupa-me o meu pau, amor, quero comer o teu cuzinho”, mas ela respondia, que ela tinha recebido uma educação, as fodas eram para fazer filhos e não para diversão.

O pobre homem estava resignado, tinha-se casado com uma mulher bonita, na esperança e no seu projeto de dar umas boas fodas e nada, ao fim de uns tempos, tinha-se tornado um punheteiro, uma vez por mês fodia a mulher, nos outros dias ia batendo punhetas, para se aliviar do sofrimento dos tomates cheios.

Tentei sentir a sua pele por dentro, e percebi que ele estava num ponto de viragem, neste momento naquele dilema de, ou separo-me da minha mulher e procuro outra vida ou traio a minha mulher e vou procurar cona e cu noutro lugar.

Para um Diabo, claro, a segunda hipótese é muito melhor, e aí pensei eu, “mas porque deverá este pobre mortal libertar-se de um casamento sensaborão, quando pode mantê-lo e ao mesmo tempo viver as alegrias, a aventura, o risco, tudo isso junto, da traição, fodendo gajas por fora”.

E foi quando senti uma espécie de espasmo, o caralho do observador cujo corpo eu ocupava, levantou-se subitamente, como uma rocha dura e comprida, a mulher do corno tinha olhado para cima, e houve ali um encontro de olhares quentes, enquanto o corno distraído ia dando indicações ao brasileiro e ao preto, “cuidado com esse varão!! é o varão de treinos de striptease da minha querida mulher!!”, ele sorria para aquelas duas almas penadas, e acrescentava, “é só desporto!! a minha mulher é muito atlética”.

Nessa noite, deixei o corpo do mirone à solta, ele deu uma foda na mulher, a cona dela não tinha tempero, sal ou pimenta, era como comer um bocado de borracha, e se o pau fez a sua tarefa, foi porque tinha a cabeça na loura do andar de cima, naquele seu rabo voluptuoso, a imaginar que ele fodia o cu dela todo.

De manhã eu estava na varanda e foi quando vi, a mulher do meu corpo a sair do prédio, antes tinha dado um beijo insipido a dizer que ia para o trabalho, e depois vi sair o corno, com um certo ar apressado, a rodar a cabeça para cima e a despedir-se, pensei eu, da loura que estava no outro andar.

Começava a sentir um certo tédio, foda-se!! que não acontecia nada, nós Diabos não podemos interferir no livre arbítrio, os humanos têm de ser eles mesmos a fazer merda, a tomarem as decisões que entendam, nós só vamos empurrando, quando o meu corpo foi para o computador e começou a escrever, e aí pensei eu novamente, ele trabalhava em casa e dedicava-se à escrita.

Mas não foi por muito tempo, a cabeça do homem estava num estado de confusão infinita, ele imaginava a loura a rolar na cama, e ele em cima a montá-la, ela gritava, “mais mais, fode-me toda querido, enterra tudo no meu cu”, que o fez levantar-se e caminhar para a casa de banho, pensei, “pobre homem, vai bater uma punheta”, e foi quando eu ouvi um ruido vindo do andar de cima, o som de uma música oriental, daquela das dançarinas do ventre, de um harém de gajas lúbricas, e toques no pavimento, o que fez pensar, “a puta está a dançar”, e a mente do corpo acrescentou, “foda-se!! caralho! a gaja deve estar nua”.

O ruido não parava e tornava-se até incomodativo, o homem esqueceu a punheta, e depois, no computador não se concentrava, e como ele estava um pouco estúpido, dos longos anos de sobriedade de cona e de reclusão, eu tive de soprar ao ouvido dele, “vai lá a cima, caralho, a gaja está sedenta de pau, dizes que gostas do barulho, mas que te excita demasiado”.

Ele surpreendeu-me, nem tive tempo para me organizar, o gajo subiu por ali acima pelas escadas e bateu à porta, a música abrandou um pouco, uns passos aproximaram-se da porta, e quando ela abriu, até eu vi melhor aquela mulher, os dotes estampados nas suas maneiras, gritavam ao alto, “hosanas meu senhor”, uma máquina de sexo e desejo que certamente o criador tinha perdido mais de sete dias a fabricar, envolta numa espécie de véu de nuvem a voar e por baixo percebia-se as formas do corpo nu e foda-se!! um pouco suado.

Ela riu-se com uns dentes brancos perfeitos, e disse, “peço desculpa, estava a treinar!”, e perguntou de seguida, “a música estava alta? Peço desculpa! não volta a acontecer”, o meu corpo estava com um volume tremendo, a vara tinha crescido descontrolada, como um animal selvagem indomesticável, e ele disse engasgado, “não, eu até gosto da música, diz que estava a treinar?”.

Tentei varrer o espirito dela, só que tudo estava a acontecer demasiado depressa, ela lambia os lábios de desejo, ela olhou para baixo, para a virilha dele, e viu ali o monstro a querer libertar-se a qualquer momento, e disse, “eu gosto de treinar barra de strip, para me manter em forma”, o corpo fazia um esgar a imaginar a cena, quando ela acrescentou, “gostava de assistir?”.

O corpo abriu os olhos mais do que o normal, as órbitas tremiam dentro das cavidades, achei que ele iria ter um problema cardíaco, tal a aceleração do coração naquele momento, ele avançou para dentro a abanar a cabeça e perguntou, “porquê a barra? você podia fazer pilates ou outra coisa!,” ela deu uma gargalhada adorável, e respondeu, “o meu marido não sabe, mas antes de casar, eu trabalhava numa boîte de strip, e eu mantive o gosto de fazer e o meu marido gosta de ver”.

Houve ali um momento de silêncio expectante sobre o que iria acontecer e ela depois acrescentou, “pode guardar um segredo?”, ele olhou para ela, as mamas viam-se na transparência, as coxas escondiam uma penugem bem aparada, ele disse, “claro, prometo”, ela prosseguiu, "é estranho, quando era stripper, ao contrário do que se pensa, eu não fodia com homens, até tinha um namorado, mas depois .....”

O meu corpo desesperado, “e depois ...?”, ela continuou, “é que, quando me casei ......”, o corpo fervia de antecipação, “... quando me casei, um dia tive um encontro em casa com aquele meu antigo namorado e ....”.

O corpo mexeu-se no sofá, os colhões doíam-lhe de tão inchados que estavam, “... e ele pediu-me para dançar no varão .... com aquelas músicas orientais e ..... depois fodeu-me .... chupei-lhe o pau e ele que gostava ...... fodeu-me o cu .... e a partir daí ....”, o corpo tinha-se encostado para trás no sofá, a mão dela abria-se no volume cheio e apertava-o como se apertasse uma bola de borracha, e continuou, “.... a partir daí ... não quero outra coisa ...”.

O meu corpo finalmente falou, ele nem tivera a perceção que ela abrira o zip das calças e manipulava a vara para cima e para baixo, ele disse, “você não quer outra coisa? ....”, ela sorriu, e depois abaixou-se sobre o pau e começou a chupá-lo, levantou-se um pouco e disse, “isto, chupar caralhos, levar na cona e no cu, dançando ...”, ela voltou à tarefa em que estava, os lábios rodearam a verga dura, para cima e para baixo, como uma mola apertada, e depois disse, “queres que eu dance para ti? Guardas este segredo? Quando ouvires a minha música, vens a correr?”.

Quando se aproximou a noite, o meu corpo estava na varanda com a mulher sensaborona, quando olhou para baixo e viu sair o corno, certamente para uma qualquer das suas muitas atividades, de repente ouviu-se a música, a mulher disse, “ai querido, que coisa desconfortável, esta música? parece que ela deseja sexo? e já viste a mulher, amor? parece, sei lá, amor, uma prostituta .. podias ir lá cima fazer qualquer coisa, sei lá, para ela parar?”.

Vi, com satisfação de dever cumprido, apesar de não saber bem quem eu devia levar para o inferno, que o meu corpo estava no bom caminho ... era tempo de ir embora .. para outro destino.

Na Porta ao Lado - Contos do diabo

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Na Porta ao Lado - Contos do diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Na minha atividade estas coisas acontecem por acaso, não tenho uma lista ou ordem de serviço e vou trabalhando ao sabor do inferno e do meu divertimento, umas vezes vou a um sitio e depois vou a outro, mas com nada programado.

Desta vez estava de volta de um daqueles seguranças de um prédio de ricos porque me tinham dito que o homem era um problema, guardar guardar não guardava nada e a sua principal fonte de rendimentos era foder quem passava.

Estava a tentar perceber a sua mente atribulada, porque isto de pobres é uma coisa feia, quando passa uma gaja, ainda nova e esbaforida, mas meu Deus Altíssimo, tinha um cu! Mas que maravilha.

Eu estava ali como empregada doméstica, com os ouvidos bem abertos a tentar saber tudo, e como vi ali oportunidade para um bom serviço, perguntei ao segurança, “foda-se!! quem é esta gaja?”.

Ele respondeu, “era a mulher de um empresário, imobiliário, caralho!”, eu insisti, “era?”, ele continuou, “sim, o gajo desapareceu, a história é complicada, ou foi ele que a apanhou a comer um gajo, ou foi ela que o apanhou a levar no cu, coisa de ricos, ninguém entende nada”.

Foda-se, houve ali um momento que o caracter intrometido da empregada doméstica quase interferiu nas minhas decisões, mas eu percebi, quando a gaja do cu bom passou, ela ia fodida com qualquer coisa que tinha acontecido no elevador, e não era o marido dela, porque esse eu vi logo, ele tinha-se ido embora porque quando ela chegou a casa um dia ele estava a chupar um pau bem grosso.

Achei melhor mandar embora a empregada doméstica e ocupar o segurança da portaria e esperar, porque a coisa não demorou muito, e ela regressou da mesma maneira e eu aproveitei para dizer, “a senhora está bem, quer qualquer coisa?”, ela nem parou, na cabeça um pensamento seguido de outro, “vai mas é para o caralho, queres ver que o Daniel também é bicha como o outro”.

“Daniel, Daniel”, estava a tentar perceber, passei os olhos na mente do segurança, Daniel era o novo vizinho, um gajo que tinha chegado de novo e ocupava o andar em frente, quase porta com porta, de maneira que quando saiam à mesma hora, encontravam-se no elevador.

Quando ela passou segui-a em espirito, no elevador, ela abanava na mão uma mala de rica, o vestido de flores colava-se ao corpo, numa forma voluptuosa como um embrulho gostoso, as pernas roliças de puta, encimadas por aquele cu que eu já tinha dito, duas mamas poderosas a explodir no vestido, e foda-se!! aquele feitio nervoso de gaja em penúria de caralho.

Aproximei-me mais, o marido com muito custo ia mais ou menos contribuindo a contragosto com algum pau de vez em quando e ela lá mantinha aquela pose sofrida e aguentava de gaja que fodia pouco, mas quando ela viu o marido com um caralho na boca, ela ficou doida e os humores todos, foda-se!! explodiram.

O meu nariz roçou na fenda e ela estava húmida de tesão, era quase uma coisa a toda a hora, que acontecia sem razão, bastava ver um homem, um volume nas calças grande, ou até um sonho, para andar assim com a cona encharcada desesperada por caralho.

E parece que o tal Daniel, ou pelo menos era o que parecia, no elevador punha-se a olhar para o cu dela, e ela então imaginava o Daniel a comê-la, a abrir-lhe o cu a toda a hora, bastava passar o corredor de uma porta para a outra, porque ela estava ali apetecível para ser bem fodida.

Só que caralho!! Desde que ele tinha chegado já se tinha passado pouco mais de uma semana e uns poucos dias desde que o marido se fora embora, e ela não era mulher que estivesse habituada a esperar, a sua antiga mente de puta, antes de se casar com o empresário bicha, estava a regressar e, conforme se lembra agora, bastava ela rir-se, lamber os lábios, para cinco minutos depois ter um caralho grosso enterrado no rabo.

Só que, claro, o Daniel não avançava, olhava para o cu dela, mexia no pau volumoso, roçava-se no elevador apertado, as respirações encontravam-se a meio, ele com uns ombros largos, mas foda-se!! era só aquilo, do bom dia e boa tarde e mais nada.

Eu tinha também de perceber isto, alguém não estava a fazer o seu trabalho, fui tentar ver o Daniel e sabia eu que a desgraçada estava em casa, a rata fervia em lume brando, eu passei por perto e coisas batiam, e foi quando entrei lá em casa, do Daniel quero dizer, e estava ele a comer um rabo, só que era de homem e não era de mulher.

Eu pensei, “foda-se!! que até Diabo fica surpreendido”, o Daniel montava um cu de um gajo, as mãos grandes prendiam as nádegas, e o pau grosso entrava no ânus, o gajo gemia alto, “aihm foda-se hummm aihmm”, naquele movimento único, a estaca rolava para fora e para dentro, e eu tentava ver melhor, naquela penumbra da casa, porra!! era o marido da gaja, tinha umas meias de renda nas pernas, e uma saia axadrezada curtinha, parecia mesmo uma puta.

O marido estava a levar no cu, e dizia, “aihm amor Dany aihmm amor, come o meu rabo, amor, come”, foda-se!! eles eram um casal, estava a acontecer há muito tempo, o marido saltava de um lado para o outro, um dia a levar no cu, no outro a comer a gaja, era esta a sua vida, até ao dia em que a coisa estourou.

Eu tinha de resolver isto, porra que Diabo também tem coração, na casa ao lado uma desgraçada sofria com tesão, não era junto com tanto caralho à disposição, mas para dar um rumo a esta questão, tinha de entrar num ou no outro, e como levar no cu não era bom para a reputação de um Diabo, de maneira que entrei no Daniel e logo a seguir quando ia para a frente parei e disse, “amor e a tua mulher?”.

O empresário do imobiliário que estava com o cu espetado disse, “foda-se! O que é que tem a minha mulher agora?”, eu continuei na voz do Daniel, “é injusto, estou aqui a comer-te o rabo e ela coitada com tanta fome na cona, podíamos fazer um acordo?”.

A coisa decididamente tinha arrefecido, ele perguntou, “mas que caralho de acordo?”, eu respondi, “temos de abrir o jogo com ela, ela pensa que eu quero comer-lhe a cona, anda sempre a fazer beicinho”, e ele perguntou novamente, “e queres?”, eu respondi, “a tua mulher é muito apetecível, mas sabes eu gosto de cu de homem, amor, estava a pensar no segurança lá de baixo”.

Ele ficou a pensar para o alto, “podes ter razão, ela é uma puta insaciável, nem eu sei como aguentei, mas eu posso dizer à minha mulher que gosto de chupar no teu pau e arranjo com ela uma maneira do segurança andar a fodê-la, acho que ela vai aceitar e ficamos todos felizes”.

Eu disse para concluir, “e temos de ser rápidos, ela pensa que quero comê-la, mas como o homem da segurança é bissexual, ele pode bem dar conta do recado”.

E o empresário bicha perguntou logo a seguir, “foda-se o segurança é bissexual? ele também gosta de foder cus? E eu que não sabia.”

Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

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Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

A
publicação do Capitulo 17 do Manual Erótico "O Jardim Perfumado" do Sheik Nefzawi, aqui para leitura integral, considerou-se ser absolutamente necessária devido à urgência de certos casos mais complicados.

O Sheik apresentou vários remédios para essa questão tão importante, mas não esquecer claro, que são remédios com mais de 500 anos, e que se funcionavam, se alguma coisa cresceu ou caiu, isso não sabemos, nem podemos garantir que aconteceu.

O que sabemos é que o Sheik não acreditava que o tamanho não importava e por isso testou todos os seus remédios.



CAPÍTULO 17


Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros 


Saiba, ó Vizir (Deus seja bom para você!), que este capítulo, que trata do tamanho do membro viril, e é de primeira importância tanto para homem e mulher. Para os homens porque de bom tamanho e membro vigoroso brota a afeição e o amor das mulheres; para as mulheres, porque é por meio de tais membros que suas relações amorosas e paixões são aplacadas, e o maior prazer é obtido para eles. 

Isto é evidente pelo facto de que muitos homens, unicamente pela razão dos seus membros insignificantes, são, no que diz respeito ao coito, objetos de aversão às mulheres, que também entretêm as mesmas um sentimento em relação àqueles cujos membros são moles, inertes, e relaxados. 

Toda a sua felicidade consiste no uso de instrumentos robustos e membros fortes.

Um homem, portanto, com um membro pequeno, que quer torná-lo grande ou fortificá-lo para o coito, deve esfregá-lo antes da cópula com água morna até ficar vermelho e estendido pelo sangue que nele flui, em consequência do calor; ele deve então ungi-lo com uma mistura de mel e gengibre, esfregando-o diligentemente. Então deixe-o juntar-se à mulher; e ele irá obter para ela tal prazer que ela se opõe a ele saindo dela novamente.

Outro remédio consiste num composto feito de uma moderada quantidade de pimenta, lavanda, galanga e almíscar, reduzida a pó, peneirado e misturado com mel e gengibre em conserva. O membro depois de ter sido lavado pela primeira vez em água morna, é então esfregado vigorosamente com a mistura; então crescerá grande e forte, e dará à mulher uma sensação maravilhosa de volúpia.

Um terceiro remédio é o seguinte: lave o membro em água até tornar-se vermelho, e entrar em ereção. Em seguida, pegue num pedaço macio de couro, sobre o qual espalhe breu quente e envolva o membro com isto. Não demorará muito para que o membro levante a cabeça, tremendo com paixão. O couro deve ser deixado até que o breu esfrie, e o membro ficar novamente em estado de repouso. Esta operação, várias vezes repetidas, terá o efeito de tornar o membro forte e grosso.

Um quarto remédio baseia-se no uso de sanguessugas, mas apenas das que vivem na água, você coloca umas quantas numa garrafa tanto quanto podem ser colocados, e encha-o com óleo De seguida, exponha a garrafa ao sol, até que o calor do mesmo tenha efetuado uma mistura completa. Com o fluido assim obtido, o membro deve ser esfregado várias vezes consecutivas durante dias, e, sendo assim tratado, ficará de bom tamanho e de dimensões completas.

Para outro procedimento, observarei aqui o uso de um membro de burro. Adquira um e ferva-o, juntamente com cebolas e uma grande quantidade de milho. Com este prato, alimente as aves, que você come depois. Pode macerar também a borda do jumento em óleo e usar o fluido assim obtido para ungir o membro e beber dele.

Outra maneira é magoar as sanguessugas com óleo e esfregar a borda com este pomada; ou, se preferir, as sanguessugas podem ser colocadas numa garrafa, e, assim encerrados, enterrados num morno monte de esterco até que sejam dissolvidas numa massa coerente e formar uma espécie de linimento, que é usado para ungir repetidamente o membro. De certeza, o membro tem muito a beneficiar com isso.

Pode-se também tomar breu e cera, misturados com tubíporaasfódelo e cola de sapateiro, com os quais esfregar o membro, e o resultado será que as suas dimensões serão ampliadas. 

A eficácia de todos esses remédios é bem conhecida, e eu os testei.


Como ser a Dominatrix perfeita?

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Como ser a Dominatrix perfeita?

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Se o seu desejo é subjugar o seu marido, cão, gato, empregada doméstica, jardineiro, até o patrão, o seu amante, a mulher dele, os seus colegas de trabalho, e enfim toda a gente, tem de perceber onde está o sucesso, o que é preciso fazer, e quais as características que deve trabalhar, para se tornar uma dominatrix perfeita.


Vamos ter muito que falar porque são 21 as características que farão de si uma mandona, uma puta insuportável, uma megera inqualificável, que todos apreciarão, apesar de estarem fugindo, mas é como dissemos, se você alcançar todo o seu potencial, não há pénis, vagina, mamas ou coxas, rabo ou costas, que não fiquem de joelhos e façam o que você manda.

1. Caráter

Não se engane, não é a integridade que determina o carácter, mas verdadeiramente, o que somos, o que vemos e o que fazemos. O carácter, ao contrário do que se diz por aqui, que nasce com a pessoa e que é isso aí, não é bem assim.

A pretendente a Dominatrix pode escolher o carácter, ser mais dura, mais mole e boazinha, puta velhaca, etc, e a boa Dominatrix quando começa não pode desiludir.

Se o marido espera porrada é isso que a Dominatrix pode e deve oferecer, e quem diz marido, diz patrão, aí a Dominatrix usa tudo o que tem, mamas, pernas nuas, vagina molhada, chantagem fodida, o que for preciso para colocar esse pessoal no lugar.

O lema da Dominatrix é “nunca verga”, e se vir que a coisa está amolecendo, aí é distribuir pancada por todo o lado, só assim os subjugados vão poder confiar que a Dominatrix está a fazer o que é certo.

2. Carisma

Pense nas pessoas com quem quer passar o seu tempo. Pense também que carisma é a capacidade de atrair as pessoas para si e para os seus desejos e propósitos.

Veja e observe, se elas não estão satisfeitas com a vida, se esperam o melhor das pessoas, e aí então você entra, não exige muito delas, vai facilitando as coisas, e quando estiverem atraídos para você, então começa a vergar.

E vergar como, com pancada claro, pessoal triste e insatisfeito gosta de porrada, sofrer é o seu sentido da vida, se der pancada todos os dias, à mesma hora, ele um dia chama pela Dominatrix para estar perto e levar mais.

3. Compromisso

Se quer ser uma Dominatrix tem de agir com convicção. Quando dá pancada nos outros, eles têm de perceber que faz isso de corpo e alma, e que o objetivo principal é eles gostarem, é acreditarem que depois de levarem porrada vão ficar muito melhores.

Portanto é isso, resistir, persistir, não parar nunca, e se houver dúvidas, intensificar.

4. Comunicação

Aqui o que mais importa é ser clara. Não gere dúvidas, quando estiver a transmitir os seus desejos e intenções é bom que a audiência perceba que está ali para distribuir pancada. 

Só assim as pessoas vão perceber o que quer e para onde vai, ou seja, quando começar a dar porrada, as pessoas têm de ter consciência que depois ainda vem mais pancada, de maneira que fiquem com uma boa lembrança para o futuro.

5. Competência

Não se esqueça que as pessoas não se bastam com palavras ocas. 

Elas têm de acreditar que tem capacidade e criatividade para fazer sofrer as pessoas e sempre com novas experiências capazes de atingir o principal objetivo, dar o máximo de porrada possível, as pessoas contam consigo.

6. Coragem

A admiração pela Dominatrix é saberem que ela leva tudo ao limite, se está a torcer um braço, ou a esmagar uns testículos, as pessoas têm de saber que pode ainda ir mais longe, correndo riscos, sem medo, arrancando coisas se necessário.

7. Discernimento

Muito importante. Experiência e intuição. Aqui importa saber julgar as diferenças entre as coisas. Só assim as Dominatrix conseguem perceber que uns precisam de mais pancada do que outros, e até as várias maneiras.

Há uns para quem levar pouca porrada é um problema e aí a Dominatrix tem de estar atenta, avaliar as possibilidades e então é disparar e chibatada para cima. Gente descontente é que não pode ser.

8. Foco

Muito importante também. A Dominatrix tem de saber onde deve investir o seu tempo e concentrar os seus recursos. E também concentrar-se no que faz melhor. 

Se a Dominatrix é melhor a chibatar ou a torcer ou apertar extremidades é aí que deve apostar mais, e com certeza não vai desagradar.

E depois claro pode sempre ir apostando noutras áreas, desde pisadelas, pancadas nas rótulas, há pessoal que aprecia muito.

9. Generosidade

Aqui está uma qualidade que não deve deixar ao acaso, que é ser generosa. Deverá sempre desenvolver o ato de dar, mais e mais, porrada de maneira que os subjugados que levam pancada fiquem verdadeiramente agradecidos.

10. Iniciativa

Não deixe que sejam outros a fazer por si. Grande parte do prazer da Dominatrix é distribuir porrada por toda a gente e isso claro é assunto que deve colocar em prática e passar à ação. 

Ninguém tem de estar à espera do que vai ou não ser feito, os subjugados sabem por natureza que não é preciso pedir nada para levar pancada.

11. Escutar

A Dominatrix tem necessariamente de ser uma boa ouvinte. 

Manter o ouvido aberto quando estão a manietar o seguidor e se ele não grita é um problema. Tem portanto de escutar se a pancada é suficiente para causar dor suficiente.

12. Paixão

Esta qualidade na Dominatrix é o primeiro passo para se sentir realizada e satisfeita. 

Tem de se sentir entusiasmada quando distribui pancada pelos seus seguidores e que está a prestar um serviço de qualidade.

13. Atitude positiva

Isto trata-se de escolhas. Não pode acordar a pensar se vai agir assim ou assado. 

Tem de ser positiva no sentido de que os seus seguidores precisam de si e da pancada que distribui todos os dias. 

Há aqui objetivos a atingir e não é com má atitude de virar boazinha.

14. Resolução de problemas

Resolver problemas tem de estar sempre na mira da Dominatrix, e não que fugir deles, é enfrentá-los de frente, sem se deixar levar pelas emoções, sem perder a visão do que é importante que é distribuir porrada para cima, sempre em grandes doses para que não haja dúvidas.

15. Relacionamentos

Muito importante, porque aqui o que importa é compreender como as pessoas se sentem e pensam. 

É ter empatia pelo seguidor de maneira que pancada e dor nunca falte, de maneira que eles se sintam especiais, querendo levar mais e melhor porrada.

16. Responsabilidade

Uma Dominatrix leva sempre as coisas até ao fim e termina o trabalho. 

Se começa à paulada, acaba à paulada. 

Isso é ser responsável, se quer ser Dominatrix tem de produzir, e aí, é cacetada para cima porque não há tempo para brincar.

17. Segurança

Aqui a Dominatrix tem de acreditar nos outros porque acredita em si própria. 

Se apertou os testículos a alguém e ele grita, a Dominatrix conhece as suas próprias forças e sabe que aqueles gritos representam uma grande alegria para o seguidor.

18. Auto disciplina

Tem a ver com o estilo de vida. Sem disciplina nenhuma Dominatrix alcança o sucesso. 

Restringir-se ao prioritário e deixar o resto. Quando dá pancada, chuta uma canela, ou aperta qualquer coisa, é a disciplina que a faz progredir e cada vez fazer mais e melhor.

19. Servir

Servir aqui significa distribuir sem parcimónia. Quanto mais der melhor, porque o seguidor é isso que espera.

A Dominatrix gosta de entregar-se totalmente à sua tarefa e aqui o que importa verdadeiramente é saber servir os outros. 

Levar porrada é o que mais agrada ao seguidor e não se pode esquecer isso.

20. Disposição para aprender

Uma Dominatrix nunca está satisfeita consigo própria. 

Há sempre mais qualquer coisa a explorar. Qualquer coisa para aumentar o potencial de distribuir sofrimento, usar ferragens e outros instrumentos, enfim há um mundo de possibilidades.

21. Visão

A visão da Dominatrix é no fundo aquilo que os seguidores procuram nela, inspiração, dor e sofrimento, sempre muita porrada para que eles não percam o norte e fiquem sem ideias.

Sedução de Bikini - Contos do Diabo

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Sedução de Bikini - Contos do Diabo

Գ
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Não há nada pior para um Diabo do que o tédio, mas era assim que eu me sentia, entediado num bar vazio de praia, a manhã mal tinha começado ainda, humanos caminhavam em fila, bebia eu um cocktail gelado, o gajo que o preparou achou estranho, quando eu lhe disse, “traga a bebida, acabei de vir do inferno”.

Há medida que os humanos passavam eu ia entrando neles, arrastavam-se para a areia fixados numa toalha estendida, uns sem atividade mental nunca, outros com ela desativada, era este o panorama, para um dia sem perspetiva, quando ouvi uma voz a ecoar num cérebro, “esta puta da minha mulher anda com este bikini há dez anos, não me dá tesão nenhum”.

Fui seguindo com os olhos este espécime inusitado, lendo-lhe o pensamento por dentro, “esta gaja com este cu maravilhoso, quando o devia mostrar mais, não mostra, tenho o produto em casa, mas sem o proveito desejado”, olhei para o cu da mulher que caminhava à frente dela, e realmente posso dizer, era muito bem feito, normalmente apetitoso, não fosse o bikini desbotado e fora de moda que cobria aquele item tão feminino.

Vi-os abandonarem o paredão da praia, a descerem para a areia, a pararem numa barraca alugada, daquelas de tecido de algodão, branco e às riscas azuis, e a pousarem as coisas, ele depois sentado numa cadeira e ela estendida na toalha com o cu virado para cima, e não há como negar, era uma bela mulher, com tudo perfeito, sexualmente apetecível, uma máquina de tesão, à espera de explodir.

A minha bebida tinha acabado, no olhar do empregado havia um desejo, que eu me fosse embora, eu então arranquei em direção à areia, fui tirando a minha roupa do corpo de um negro grande que apanhei, deixei só uma tanga e olhei para baixo, “estou bem dotado e a coisa vê-se bem, aqui há confiança”.

Aproximei-me mais da barraca, ouvi o gajo a pensar, “foda-se que desperdício”, ele depois olhava para as outras gajas que passavam, “aquela sim, tem um bikini do caralho, é todo fio dental metido dentro do cu, tanto tesão que me dá, ao menos se a minha mulher fosse assim, dava-lhe uma foda aqui dentro”, e virava a cara para o interior da barraca.

Como Diabo sentia-me no dever de fazer qualquer coisa útil, ajudar aquele homem desesperado, o que era estranho, normalmente a minha única ocupação era a diversão, gozar com estes desgraçados, mas isto era demais, este gajo queria comer a mulher, mas precisava de um estimulo, que ela vestisse um bikini mínimo para o pau saltar e crescer com força.

Foi quando vi um daqueles nigerianos de praia, numa mão grande do tamanho duma tábua, trazia caídos nos dedos montes de bikinis pequenos, tomei-lhe a consciência de assalto, e mudei de direção para a barraca, e aí ajoelhado parei junto do gajo, “bikini, bikini, pequeno, bom, sexy”, e depois sussurrei, “muito tesão muito tesão para sua mulher fica boa e mais homens vão gostar”.

Ela virou a cabeça na toalha, fez um gesto de “não” com as mãos e disse, “não querido não preciso de nenhum bikini”, o gajo ardia com febre, e eu insisti com ele, “sua mulher fica boa, outros homens vão querer comer a tua mulher, aí mesmo na barraca”, ela percebeu o que eu dizia e disse qualquer coisa, “querida, diz aí a esse senhor que não quero ser fodida por nenhum homem nessa barraca, para ele ir embora”.

E enquanto ele pensava o que dizer, na cabeça dele tinha a imagem da mulher nua na barraca a ser fodida, o caralho dele crescia nos calções, eu aproximei-me dela e de cócaras eu disse, “a senhora é tão bonita, é só experimentar”, quando dei conta, ela olhava para o pau gigante do nigeriano, o pau tinha-se deslocado da túnica para baixo, onde estavam dois colhões maciços como cocos, eu insisti, “a senhora veste e seu marido vai gostar de ver bikini reduzido, é só um fio entre as nádegas, e muitos homens vão aparecer desejando querer comer a senhora”.

Olhei novamente para o gajo, ele tremia de excitação, a ideia da mulher vestir um bikini novo era um sonho antigo que se arrastava no tempo, mas agora tinha que lidar com novidades, ao principio o prémio era para ser só seu, mas agora pensava que podia ser dividido e então a sua mulher que tinha tanto amor para dar, mesmo aqui nesta barraca, quando ele diz, “oh amor, experimenta ao menos um, só para me agradar, aqui mesmo na barraca”.

Ela ainda estava focada no meu pau preto grosso e comprido, melhor, no pau do nigeriano que eu ocupava, que ia crescendo a cada lambidela de beiços que ela dava, eu disse, “senhora, ouça o marido, ele está querendo muito, ver homens desejando comer você, a senhora é tão bonita”.

Quando ela dizia finalmente que sim, eu sai a correr do nigeriano, que ficou ali parado a abanar os bikinis, entrei no preto da tanga e com a voz deste fui mais perto, e disse ao gajo, “eu posso ajudar”, o gajo olhou para mim, viu o meu volume crescido, “ajudar como?”, eu respondi, “eu entro na barraca e ajudo a sua mulher a escolher o bikini”, ela puxou um da mão do nigeriano, castanho com riscas tigre, apenas um triângulo com dois fios e ela disse ao marido, “amor, deixa-o entrar, amor, prefiro ter a opinião de outro”.

O nigeriano parecia uma estátua curvada, com um alto tremendo na túnica, nem sabia porque fazia negócio, nem porque estava teso, eu entrei e ela sorriu, “espero que goste de me ver nua”, eu olhei o corpo de alto a baixo, normalmente eu Diabo não atuo, mas agora com o marido lá fora à espera, o humano excitou-se e venceu-se em mim, o caralho saltou e fixou-se espetado, teso e grosso à espera de a ver nua.

Ela tirou o velho bikini e vestiu o novo, as marcas do sol ainda não se viam, o corpo branco escondido naquele pedaço de tecido era uma bomba de desejo, e sussurrei baixinho, a falar para o gajo na porta, “posso pedir à sua mulher para despir e vestir novamente o bikini”, ele disse, “pode”, e foi quando ele olhou pela nesga do tecido, e ela perguntou, “amor, ele parece estar a gostar de me ver nua e com o bikini, acho que ele está a desejar foder-me aqui, amor, o que posso fazer?”.

O marido balbuciou qualquer coisa, a respiração dele ofegava e não era certamente do calor lá fora, ela agarrou no pau do negro onde eu estava e de cócaras começou a chupar, a verga negra e comprida entrou-lhe na boca, e ela começou a lambê-la, a cabeça, e por aí abaixo, e foi quando eu tremi as pernas que pensei, “o meu trabalho estava concluído, estava na hora de me ir embora”.

E fui, o negro da tanga recuperou a consciência e da mesma maneira que o nigeriano acordou, neste caso este foi com uma gaja a agarrar-lhe o pau e a engoli-lo na boca, com o olho do marido à espreita na frincha do tecido.

Regressei ao bar, pedi ao mesmo empregado mais um cocktail gelado, a dizer-lhe, “vou agora para o inferno”, e pelos arrepios frios que teve tenho a certeza que acreditou.

Coração de Ouro - Contos do Diabo

21:53 0
 Coração de Ouro - Contos do Diabo


Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Ás vezes tenho este mau hábito de andar entre os mortais, a tentar perceber porque me fazem perder tempo, digamos que é o meu fetiche, e porra, não há dia que não encontre coisa que me faz perder a cabeça.

Ia numa carruagem de comboio, dessas que alimentam os suburbanos, entrei no corpo de um geek marado, houve assim uma certa resistência, do corpo, do espirito e da minha consciência, mas eu tinha visto duas gajas tão boas sentadas no banco à frente dele, e ele foda-se não aproveitava nada.

Quando os meus olhos se iluminaram, as gajas sentiram algum desconforto, o geek para elas não representava nada, mas de repente, eu olhava para as pernas delas, para as coxas guarnecidas, para as mamas generosas, e elas ali presas sem fugir, àqueles olhares com vontade de comer.

Claro que era eu e não o geek, os meus olhos percorriam as pernas delas, a queimar devagarinho, não havia limites e continuei a subir, passei pela roupa e a continuar, até ver bem a coninha das duas e ouvir o que estavam a dizer.

Eram irmãs, uma delas, a que pareceu mais velha, dizia, “já não posso com o Frederico, agora anda a perseguir-me”, a outra respondia, “mas já lhe disseste que tens outro homem?”, ela insistia, “já, mas parece não querer entender”, depois a outra voltou com outra história que me fez levantar as minhas orelhas pontiagudas, “não dizias que o Fred é muito bom a foder?”.

Fiquei à espreita, olhava para as duas coninhas, mas com outro interesse, “é, mas às vezes até é demais, está sempre a pensar em cona, e não é só a minha”, a outra perguntou, “e o Marcos?”, a mais velha explicou, “o Marcos é diferente, nem me satisfaz, mas é certo, para ele é só a minha cona, para ele chega, e até com cheiro de vagina, ele fica satisfeito”.

A outra insistiu, olhei para a coninha e vi que estava toda molhada, as perguntas não eram à toda, a puta mais nova queria saber mais, “Mas o Fred o que quer? Uma relação? ele está apaixonado?”, a outra riu-se, “só se for pelo maus buraco do cu, ele quer é continuar a foder”, até que a outra disse, “e se eu falasse com o Fred?”, a mais velha abriu a boca, “para quê?”.

A mais nova voltou à carga, “ora minha irmã, para ele deixar de perseguir-te, eu falo com ele e digo que se quer cona, e cu já agora, ele que procure noutro lugar”, a mais velha não estava convencida, “não sei não”, a outra insistiu, “mas não queres que ele deixe de foder a tua cona?”.

Olhei para a coninha da mais velha, os lábios do clitóris tremiam excitados, ela estava a lembrar-se do pau do Fred Bem enterrado, e no cu também, havia um liquido que brilhava e ameaçava a cueca branca, “não sei, às vezes penso que quero que ele coma a minha cona e eu continue com o Marcos, é mais seguro”.

A outra estava surpreendida, o comboio andava, e o tempo era curto para a mais nova, “óh irmã, eu estou sem namorado, eu também estou a precisar de caralho”, olhei para as coninhas e as duas abriram como ostras babadas, ela continuou, “eu dizia ao Fred para ele dividir comigo, e depois era um bocado para mim e outro para ti”.

A mais velha pensava, “sim podíamos combinar isso, o Fred comia-me a cona e o cu uns dias e depois fodia-te a ti”, a mais nova estava sorridente, a cona abriu-se toda como um orgasmo e perguntou, “e o pau dele, eu nunca vi?”, a mais velha respondeu, “enorme, às vezes tenho dificuldade em mamar no caralho dele, e quando ele mete no meu cu, dou sempre um grito, vais adorar, irmã, vai partir-te toda”.

O comboio parou e eu vi as duas conas a sair, longas pernas a sustentar, os pelos molhados a brilhar, e foda-se!! fiquei naquele suspense do que iria acontecer, tanto trabalho que tenho, e logo havia de ficar este meus fetiche pendurado, caralho!!

Mas resolvi a situação, uns dias depois, encontrei o Fred e a mais nova num bar, andei para ali a escolher um corpo para ocupar, e vi uma gaja com cara de puta que parecia acompanhar o Fred e um amigo, e eu, não vi problemas, entrei nela devagar, a mais nova falava mais baixo, “Fred, deixa-me chupar o teu pau”, o Fred, um pouco bruto, respondia, “o que é que a tua irmã ia pensar? Nós estamos separados mas eu continuo a foder a cona e o cu da tua irmã, parece uma traição?”.

Os argumentos eram tão difíceis de entender, mas mesmo assim a mais nova insistia, “mas Fred eu combinei com a minha irmã, foi ela que disse para ti dares caralho a ela e a mim, senão nada feito, a cona dela acabou”, eu assistia a isto, quando percebi que eu era a puta do amigo do Fred, e ele estava a pôr a mão na minha cona e a perguntar, “o Fred não quer, mas eu fodia a gaja, que achas querida”.

A puta, que era eu Diabo, falou, “sabes que não me importo querido, podes foder, a gaja está esfomeada, nunca tinha visto uma gaja neste estado, gaja que é gaja como eu não tem falta de caralho, mas esta até é deprimente, por favor, amor, acaba com aquele martírio”.

O amigo do Fred sentiu um suspiro de admiração, “foda-se amor, és um coração de ouro”, e depois virou-se para o Fred, “eu como a gaja deixa estar”, e depois de seguida para a mais nova, mostrou o caralho de fora, teso como uma vara rija, “estás a ver este é ainda maior que o do Fred, “eu como-te a cona toda”.

O Fred porém parecia indeciso, e disse depois, “foda-se!!, tu comes a gaja e eu? Caralho? Fodo o quê?”, o amigo dele virou-se para mim, “então? Fodes a minha puta”, e apontou para mim.

Naquele momento, pensei que chegara a hora, estava tudo encaminhado, achei melhor abandonar o corpo da puta, e pus-me a andar daquele lugar ....

Cativo do prazer

18:50 0
Cativo do prazer


A história começou quando os meus pais disseram que iam de férias e queriam que eu fosse com eles, porque a ideia de eu ficar sozinho em casa, para eles não era bem uma ideia, era uma má decisão, mas eu insisti, nunca gostei muito de sair, e prefiro ficar em casa fazendo as minhas coisas.

Mas vou corrigir, a história começa muito antes quando o novo vigilante do condomínio apareceu e a partir daí nunca tive mais sossego, entre e saio para o parque e ele lá está, junto à porta da segurança e fomo-nos conhecendo, ele dá-me um sorriso e eu correspondo com outro.

Há meses que o observava do meu quarto, lá estava ele ao fundo, a certas horas havia uma mulher que passava, pensei, era a mulher dele e depois ele recolhia e eu só o via quando alguém chegava.

Havia noites que eu estava na cama e pensava nele, naquele corpo de macho grande, a correr os dedos nas minhas costas, o cheiro almiscarado do caralho, e eu mergulhado nele, mamando-o ativamente, até depois agarrar em mim, e fazer o que quisesse, penetrar-me, foder-me, até eu não poder mais.

Em casa, sem distrações, o meu sofrimento é ainda maior, gostava de o ter perto, perceber o seu pensamento e os seus desejos, se gostaria de mim? Se me daria sexo? os seus olhos penetrantes eriçam a minha pele, aquela farda, aquele estar, arrasam os meus sentidos, não consigo pensar, só o quero foder.

Eu sei, ele lançou-me um feitiço, a que não consigo resistir, hoje entrei na porta e perguntei-lhe a ele, “O A. está hoje à noite?”, ele sorriu e aproximou-se e senti o peso dele em mim, “vou estar, vou dormir cá, e com a minha mulher em casa, o que se vai fazer?”, e depois adiantou, “mas porquê?”, eu respondi, “acho que vou sair, venho tarde e tenho medo do escuro”.

Ele riu-se, “não tenhas medo, se vieres tarde, toca aqui na casa, eu fico à tua espera”, a casa da segurança eu conhecia, lá dentro tinha tudo o necessário, um quarto e uma sala, uma casa de banho, e era na cama que eu pensava, quando ele me disse aquilo.

Eu disse, “mas não precisa de esperar”, ele pousou uma mão no meu ombro, “eu sei que estás a querer aparecer, se quiseres vem cedo, mas depois de todos se terem deitado”, um calor invadiu a minha pele, como uma febre e eu olhei para baixo, o volume das calças, e ele sussurrou no meu ouvido, “eu sou fã de cuzinho, e tu menino, tens mesmo um cu como eu gosto”.

Ainda era cedo, demasiado cedo, mas não resisti, “posso entrar agora, eu fico lá atrás no quarto”, ele olhou de volta, “não sei e se aparece gente?”, eu respondi, “se aparece, abres a porta”, ele insistiu, “não, o Artur pode ainda aparecer”, o Artur era o supervisor mais velho que pensava que mandava e dava a volta nos locais para ver se tudo estava bem.

Eu estava ardente de tesão, o ânus tremia de antecipação, e eu queria, muito agora, chupar-lhe o caralho, montar-me como um cão danado, e eu agarrei na mão dele, “vem para dentro”, ele andou uns passos dentro da casa, e eu perguntei, “porque é que disseste aquilo?”, ele perguntou também, “o quê?”, eu prossegui, “disseste que eu sabia que queria aparecer”.

Ele sentou-se na cadeira de escritório, “querido, desde que estou cá, não fazes outra coisa, quando vens da escola, olhas para mim como se me visses nu”, eu disse, “assim tanto?”, ele continuou, “tu olhas a pedir caralho, como algumas mulheres por aqui”, agora fui eu que ri, “a sério? Há mulheres a pedir para as foderes?”, ele anuiu, “muitas, eu diria quase todas, até a tua mãe, querido, é das piores”.

Aproximei-me ainda mais dele, “a minha mãe?”, eu coloquei a mão no volume a pedir autorização, olhou para a janela de vidro que dá para fora e disse, “a tua mãe sempre que entra sai do carro a pedir coisas e ..”, eu aguardei, “dei umas fodas na tua mãe”, a mim custava ver que a minha mãe desse uma foda naquele lugar, e perguntei, “aqui?”, ele respondeu, “não, em tua casa, ela estava fixada no meu pau preto”.

Eu perguntei, “e o meu pai, se sabe?”, ele riu-se, “o teu pai é como tu, adora caralho, e comi a tua mãe com ele a ver, e a fazer vídeos, ele adora dar ordens, quando estou a comer a tua mãe, e quando eu tiro o pau cheio de porra, ele chupa-me o pau”, eu não sabia disto, ou melhor, sentia, mas não queria acreditar, eu pensava que só eu era diferente da maneira que falavam, e disse, “deixa-me chupar”.


Ele levantou-se, fechou a porta, e fomos para o quarto, sentei-me na cama, e esperei pelo pau saído das calças, ele em pé ficou a olhar, “mama no pau, querido, enquanto eu vigio se vem alguém”, eu agarrei na vara ereta e engoli na minha boca, ele deu um suspiro, “hummm, que bom, dá beijinhos no pau, dá, querido”, ele contorcia-se todo a agarrar na minha cabeça para dentro, tocou a campainha e ele gritou, “já vou”.

Fechou o zip a correr, abriu a porta de saída, “ah, é a senhora?”, eu percebi a voz da minha mãe, “nós vamos de férias aqui perto, talvez gostasse de lá aparecer”, ele balbuciou uma coisa qualquer, e depois ela continuou, “sabes, o meu marido gosta muito de ti e eu também”, ele disse, “a minha mulher, não posso”, ela insistiu, “pensa nisso”.

Ele regressou para dentro, e eu disse, “eu fico, eu não vou de férias”, ele sorriu, fechou a porta, “quer dizer que eu e tu podemos passar o verão todo a foder”, eu dei um trejeito com o corpo, e ele continuou, “vou foder o seu cu todo, como a tua mãezinha e paizinho”, e eu pedi suspirando, “fode-me agora”.

Ele empurrou-me contra a parede, puxou os calções para baixo, deu uma ordem de macho, e disse, “põe-te de quatro, aí na cama, ele veio por trás e senti o pau duro a empurrar o meu ânus para dentro, o anel a abrir-se indefeso, até que escorregou todo e eu sentia, estava todo dentro.

A pressão no meu ânus e a estaca grossa a entrar arrancou-me um gemido, “aihmm o meu cu, ahummm, enterra mais”, e ele montou-se por cima como um macaco negro, a partir-me o rabo com força, ele gemia e eu suspirava, “aimm caralho o meu cu ai foda-se tão bom estou todo aberto”.

As ancas dele movimentavam-se, arqueou-me as costas para trás, e batia batia sem parar, em estocadas sucessivas, a boca dele junta-se à minha, lambo os meus lábios com força, suspiro e abro os meus olhos húmidos, quando ele diz, “aihmm caralho vou-me vir, aihmm caralho”, jatos de porra inundavam-me, ele treme e quase no fim, tira o pau para fora e diz, “pareceu-me ter ouvido pessoas”.

Eu não tinha ouvido nada, mas quando saímos do quarto para fora, estava o Artur supervisor sentado na cadeira e eu ouço-o dizer, “estou aqui há um bocado e não quis interromper”, eu virei-me para ele, “Artur não diga nada a ninguém”, ele sorriu, “eu não vou dizer nada, aqui o meu colega está a prestar um serviço, talvez eu possa ajudar também …”.

Eu olhei para ele, não era homem que excitasse alguma coisa, um lagostim sem sabor, mas havia uma dúvida, nunca se sabe antes de experimentar .., e eu disse, “vou estar sozinho uns dias, talvez o Artur e o seu colega me possam visitar?

Sabor eterno em lua cheia

15:39 0
Sabor eterno em lua cheia

𐰤
Era a nossa segunda vez em Paris para umas férias curtas e procurávamos qualquer coisa diferente, e pelo que nos tinham contado, um lado da cidade, quase oculto, noturno, esquivo, secreto, de festas, reuniões, convívios, até rituais com cheiro a sésamo e a canela de outras terras, que da última vez, eu e a minha mulher desconhecíamos.

No hotel conhecemos uma espécie de conde romeno e a sua mulher, pela aparência, muito branca a parecer sem sangue, de tal maneira que quando eu e a minha mulher olhámos para eles, não conseguimos pensar noutra coisa que não fosse achar que ele era um vampiro e ela uma espécie de depósito de sangue onde ele ia matar a sede.

Houve uma certa química automática entre eles e nós, não é que não existissem outras pessoas, Paris está sempre cheia de gente, mas eles eram diferentes, havia neles um novo para nos fazer crescer, e então nesta altura do ano, em que a cidade também é outra, a atmosfera cinzenta, chove durante o dia, as noites são húmidas, o ardor que procurávamos existia dentro de casas, à porta fechada, e não nas ruas a ver monumentos.

Nós vínhamos para ver nada, apenas estar com pessoas interessantes, e o Conde romeno e a sua refeição ao lado, era tudo o que desejávamos para valer a pena, e um dia o Conde com aquele seu ar antigo e documentado, disse, “nós costumamos ir a um sitio, é uma espécie de Carnaval todo o ano”.

Ficámos curiosos, “Carnaval?”, a mulher do Conde, que soubemos chamar-se Iara, disse, “é uma mistura de tudo, Veneza, Rio, México, não interessa”, e o Conde, Ivan de seu nome, cofiou os bigodes travessos, “e tudo, meus amigos, com muito muito sexo”.

Eu olhei para a minha mulher e ela para mim, o Ivan aproximou-se de nós, como se contasse um segredo, senti-lhe um cheiro intenso, de cabedal, de homem, de sexo fresco, que teve um efeito na minha mulher, e bem perto sussurrou para ela, “Íris, aqui o Luís costuma deixar a mulher mais à vontade quando queres?”, ele sorriu e eu achei por bem também sorrir, a minha mulher olhou para mim, “não sei, nunca aconteceu, mas Ivan, nunca se sabe, é uma coisa a explorar”.

Fixei o olhar da minha mulher, numa indecisão teatral, como se quisesse não perceber aquelas palavras, ela tinha inalado aquele perfume de cama, a minha mulher tocou na minha mão, “o que o Ivan e eu estávamos a dizer é que é bom termos novas experiências”, ela virou-se para ele que a olhava com olhos negros de vampiro esfomeado, mostrou os dentes, “isso, isso, querida Íris, é mesmo isso”.

A minha mulher virou-se então para a Iara, “como é que é essa festa? O Ivan deixou-me assustada”, ela aproximou-se como o marido, “a festa é uma brincadeira, mas basicamente, é um bacanal, imaginem que estão em Nápoles a desfrutar de sexo, de homens, mulheres, uvas, vinho, mascarados, é mais ou menos”, e depois como se eu mostrasse interrogações, ela virou-se para mim, “e pode muito bem acontecer o Luís foder-me a mim e o Ivan foder a Íris”, e como houvesse mais para dizer, ela acrescentou, “ou não ..”.

A voz dela a dizer o meu nome, um Loius quase francês, num inglês adorável, deixou-me excitado, foram só segundos num reflexo que lhe olhei para as mamas, o ventre e as coxas, e a boca vermelha, mas a minha curiosidade regressou desenquadrada, “ou não .., o quê?”, o Ivan que ainda estava dobrado como se estivesse a traficar alguma coisa, “há tanto à escolha ... a Íris pode querer ... alguma coisa maior .. nunca se sabe”.

Ele sorriu para a minha mulher e depois olhou para mim intensamente, “gostavas de foder a Iara?”, ele olhou para a mulher, “acho que ela gosta de ti”, e antes que a minha cabeça funcionasse, “a minha mulher tem uma performance fantástica”, depois sussurrou, “não é todos os dias que se arranja uma boa mulher para foder”, e depois deu uma gargalhada intensa, todas as cabeças no bar giraram, o barman olhou com repreensão, só por um segundo, até que percebeu que fora o Conde, regressando com um olhar de compreensão.

Ficaram todos a aguardar a minha resposta, até a minha mulher, eu sentia-me um europeu pudico diante de uma outra cultura, gaguejando impreparado, procurei as palavras rapidamente, “Ivan, tens uma mulher adorável, claro que gostava de a foder mas ..”, a minha mulher tocou-me no braço, “não digas “mas” querido, acho que devias perguntar ao Ivan se ele gostava de foder comigo”.

O Ivan fez um esgar de admiração, e eu perguntei, “fodias a íris?”, a Iara soltou um suspiro, eu via-lhe os mamilos tesos como estavam os da minha mulher, o Ivan respondeu, “adorava foder a tua mulher, eu dou-te a Iara e tu dás-me a Íris”, mas ...”.

Ficou parado um segundo, virou a cara para a minha mulher, “claro se a Íris quiser”, depois fez um gesto com a cabeça e a minha mulher respondeu, “adorava que o Ivan me fodesse, mas ..” olhou para a Iara, a Iara respondeu num inglês admirável, “tu dás-me o teu marido e eu dou-te o Ivan”, soltando uma gargalhada perversa.

Estávamos no bar do hotel, o contrato estava negociado, a reunião preparatória acabara, e fui eu que interrompi o silêncio, “mas quando é que é o tal bacanal”, disse estas palavras a olhar para a Iara, o Ivan respondeu, “amanhã à noite, esperam a lua cheia”, ele vendo um sinal de insatisfação na minha cara continuou, “eu sei, é desesperante, gostava que fosse hoje, agora”, e depois aborrecido, “queria muito foder a Íris esta noite, mas os astros, caralho”.

Ele depois mirou as mamas da minha mulher, “a Íris vai ter muita oferta, muitos homens e paus para escolher, eles podem ficar selvagens, mas eu vou andar atrás dela, estás prometida a mim? Quero muito dar-te uma foda”, e eu caralho, lua cheia, astros, só pensava nessa singularidade.


A minha mulher sorriu para ele, “estou sim, estou prometida ao meu Conde, e quero muito essa foda”, e depois voltou-se para a Iara, e perguntou se já tinham ido a esse bacanal antes, ela respondeu, “Já, sim, já”, olhou para o marido, “digamos que somos clientes habituais”, o Conde sorriu, cofiou os bigodes, ela prosseguiu, “o meu senhor ..”, apontando para o Ivan, “gosta de me ver a atuar, gosta mais de ver outros homens a comer-me do que propriamente ser ele a foder comigo, não é amor?”.

O Conde encolheu os ombros resignado, e disse, “é da minha natureza, o que posso fazer? Gosto de ver que estás a divertir-te e a ter prazer, amor”, a minha mulher olhou para mim, e perguntou à Iara, “e como é que fazes lá dentro?”, a Iara fixou os meus olhos, “lá eu solto-me, digo a todos que sou uma cadela sem dono, da última vez escolhi um negro, ele queria a vampira eslava, e eu o mago africano, não foi amor?, ele fodeu o meu cu todo".

O Conde confirmou, “excelente performance, mágico, o mago negro partiu o cu todo da minua mulher, e depois ela chupa-lhes o pau, que eles ficam sem sangue, não é amor, quando a minha mulher está, passam logo palavra e dizem a vampira eslava está cá”, e soltou uma gargalhada sonora com o olhar compreensivo do barmen a pensar na melhor gorgeta da noite.

E depois num olhar inquisitivo para mim, discreto, quase conspirativo, o Conde disse, “há coisas que ficam para sempre, eternas, saborosas, como este momento nosso, mas amanhã é outro dia, e é lá, no meu ritual fantástico, e na mansão dos arredores onde tudo se passa, que eu quero foder a tua mulher, quero cobri-la e montá-la como um animal mágico”

A Íris tremia ao meu lado, devia estar com a garganta seca como a minha, ele prosseguiu, “mas hoje, que tal irmos para o quarto, a Iara podia ir avançando e chupar-te o caralho, eu adoro ver a performance dela e acho que a tua mulher também vai gostar muito, vais ficar sem sangue como os outros todos.

Foda-se, amanhã se continuar vivo, de como o meu pau ficou e do que no bacanal se passou, são outras histórias, subíamos no elevador e a Iara com a sua pele branca transparente, olhava fixamente para mim, e fazia “cxxhhhssshxxx”, com a boca como se estivesse a chupar por uma palhinha.

Tortura da Alma - Contos do Diabo

22:43 0
Tortura da Alma - Contos do Diabo


Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Foi de uma das minhas subidas à terra vindo do inferno, aqui me basto, aqui é o meu céu neste plano, para existir, não necessito de nada mais etéreo,mais acima.

A viagem foi desagradável lá em baixo está calor como o caralho, mas depois chegado aqui acima, o que era suor transformou-se em gordura, era assim a atmosfera sufocante da viela onde fui sair.

A alguns metros, ao longe, na porta de serviço de um bar, estava uma gaja encostada a fumar, formava umas argolas com a boca, e não era dificil, entrar-lhe na cabeça, a gaja ardia em desejo, não levava na cona há meses, coitadinha, tive pena, guardava-se para o namorado, era o que tinha na consciência.

Aproximei-me no escuro o suficiente para vê-la por dentro e por fora, a mente simples sem enigmas, e o corpo delicioso por fora, é destas que eu Diabo gosto, a cona está bem lavada mas tem um travo amargo, entro nela como quero, e a ponta da minha lingua prova-a em baixo, que bom, ambrosia de cona, e esteve a trabalhar toda a noite?

Aprecio mais esta mulher, há nela uma musculatura geral, que não é armadura, nem é força, é uma circunstância da vida, tem que ser dura, não pode chorar, tem de aguentar, e ai meu deus, ai que aguenta, o namorado a comer-lhe o cu, Jesus aí em cima, não sabem o que estão a perder.

Estou agora tão perto, que os meus dedos estalam os mamilos espetados que se prendem na farda, naquela roupa ridicula, se fosse um top, um algodão desguarnecido, as mamas saltavam para fora, exuberantes, apetitosas, como bagos de uvas frescas, presas em fruta que só se lambe, só se chupa, é suficiente.

Foda-se!! a gaja sonhou, pensou em sexo, e caralho, pensou em traição, respirou fundo a olhar para o céu enquanto largava a beata no chão, as palavras dela, “como é que alguém me ia foder, sem o meu namorado saber?” e continuava em pensamento, “ai caralho tenho tanta fome, sou uma puta, preciso de um bom pau, sem complicações”.

Ela entrou no bar, ao balcão encostado estava um homem aí dos seus cinquenta anos, era demais para ela, tinha boa figura e é daqueles clientes que ficam, porque a empregada é simpática, mostra um bocadinho das mamas e é quanto basta para ele ficar feliz, e fazer daquele bar a sua segunda casa.

Reparei que ele mordiscava um conhaque, molhando a ponta da lingua lá dentro, depois dava um estalido com a boca, enquanto rodava a cabeça a ver o rabo da rapariga, entrei nele e vi, estes colhões já tiveram os seus dias, e para agora não dava, era necessário uma solução rápida e definitiva.

Ela movia-se como um autómato, ia atendendo os clientes mas era como se não estivesse ali, falta de pau tem este resultado, a rapariga nem conseguia funcionar, o clitoris reagia a qualquer estimulo, os olhos molhavam-se entrava um homem mais ou menos.

Foda-se!! eu estava preso nestas considerações todas, quando passo no meio um gajo pequenino, com um ar nervoso, irritado com o mundo, num passo felino, a dar saltinhos, em direçao à rua, era o caralho do cozinheiro e deu para ver rápido, o gajo podia ser pequenino, mas foda-se, era muito bem abonado.

O pior é quando ele passou, vi nela um ar de nojo, com certeza eles não combinavam, deviam ter uma história passada, mas porra, era uma emergência, havia uma corrente eletrica a apanhar-lhe o corpo, as pernas abriam-se sozinhas, a garganta seca, a cona encharcada, os mamilos espetados, era preciso fazer alguma coisa, e quando o pequeno regressava do lixo, eu deitei uma mágica nela, que a fez pensar, “foda-se, o ronaldinho tem um grande pau”.

Comecei a ler-lhe os pensamentos, lembrou-se que o Ronaldinho pequeno uma vez arrancou da cozinha e mostrou-lhe o caralho teso, ela achou que era exibição, e a coisa ficou feia, o patrão teve até de intervir, dizendo que não era assim que se conquistava uma mulher, mas agora? Ela pensou, “o Ronaldinho dava-me uma grande foda, tudo ficava por aí e bico calado, o meu namorado não podia saber nunca, e quando ele viesse ao bar, Ronaldinho não falava”.

Ela estava desesperada, o Ronaldinho e o namorado eram amigos, conhecendo Ronaldinho como é, com o complexo de ser pequeno, ele caralho, ia contar tudo, era isso que ela pensava, mas foda-se, tinha de arriscar, já não aguentava mais.

O dia de trabalho estava no fim, ela aventurou-se na cozinha, e foi quando ouviu o chuveiro, ela pensou, “Ronaldinho a tomar banho, que má hora”, mas foi um segundo, ele saiu ainda molhado em tronco nu, em baixo uns boxers justos e ela olhou, Ronaldinho era pequeno mas era quadrado, e entre as pernas um volume saliente com a cobra deitadade lado.

Ele reparou que ela olhou para o pau dele, e quase sorriu, “o que foi? O que andas à procurapor aqui?”, ela olhou para o vazio e disse, “não sei se posso contar contigo!!”, ele insistiu irrequieto, “porquê, diz logo”, ela estava a fazer contas, e ele disparou, “já sei, o teu namorado conta-me tudo, diz que tu és insaciável, e sem ele cá, queres um pouco disto”, e apalpou os colhões de mão cheia.

Nesta altura eu tinha vestido a pele do homem do conhaque, deixado esquecido numa mesa, ela perguntou, “e se quisesse? Não vais dizer que queres negociar qualquer coisa, é por isso que não gosto de ti”, ele rodou sobre si próprio, virou-lhe as costas de cabeça baixa, e disse, “e suponho que queres que isto fique entre nós?”.

Ela abanou a cabeça quando ele se virou e deixou cair os boxers, ela olhou e o caralho bem dotado estava teso e levantado, ele aproximou-se mais, levantou o vestido, saia, ou o que era aquilo, e escorregou os dedos dele para a cona, e depois pondo os dedos na boca, “humm que bom, estamos excitados”.

Ele apertou-lhe o corpo, a agarrar-lhe as nádegas com a mão, “vais me dar este cuzinho para eu comer esta noite?”, ela sorriu, “vou, por hoje é todo teu, por isso aproveita”, ela baixou-se e começou a mamar-lhe o pau.

Ronaldinho encostou-se na bancada e dizia, “foda-se!! caralho!! coisa boa!!”, Ronaldinho estava em êxtase quando me viu, deu um grito alto que a rapariga ia mordendo o pau, “foda-se Annette, o que é que esse gajo está ainda a fazer aqui, olha os olhos dele do conhaque, parece o Diabo.”

A Annete levantou-se ainda lambendo os beiços da mamada, “porra, sr. Manuel, não é hora de estar aqui, você quase estragou tudo ...”, eu já tinha deixado aquele corpo, o homem do conhaque regressara, e disse, “porra!! sua puta, o que eu faço aqui toda a hora à espera de uma foda, e, agora sua puta, dá a cona a esse rapaz, fui, não volto mais”.

A Annette estava surpreendida, mas ouviu Ronaldinho, anda chupar, caralho, estou sem roupa nenhuma ...


No sexo frágil lugar para mais um

21:59 0
No sexo frágil lugar para mais um


Tinha estado na preparação para o almoço e depois agarrado ao grelhador toda a tarde, sempre atento ao que se passa, a ver se o carvão se mantinha aceso, ir dando voltas nas brasas, a carne bem grelhada, e percebi, é daquelas visões que acontecem, estar agarrado ao grelhador é como estar num posto de vigia.

Pode parecer filosofia, mas quem está no grelhador é um gajo invisível, o cheiro da carne grelhada afasta o pessoal todo, e um gajo assim de lado, vai observando o que se passa.

Desta vez eu reparei mais na minha mulher, ela andava de beiço olhando um homem, um gajo grande bem constituído, e eu observava ela rebolando, sorrindo e mexendo as mamas, coisa que nunca tinha visto.

Ao fim de tantos anos juntos não posso dizer que estava com ciúmes, mas quando ela passou perto, eu perguntei, “eu vi-te a falar com aquele gajo, onde é que conheces o homem?”, ela retorquiu, “porquê, querido?” mas depois continuou, “um antigo namorado, amor, só isso”.

Conhecendo a minha mulher, eu sabia que um antigo namorado significava foda, quero dizer, significava que ele já a tinha fodido, porque senão nem se interessava, e o gajo era grande, eu olhava as pernas fortes e tudo o resto e não era difícil imaginar o gajo com um pénis gigante.

Essa ideia da minha mulher já ter sido fodida por outros homens, bom, isso acontece a toda a gente, mas hoje era um dia diferente, muito sol, festa, bebida, tudo podia acontecer, e eu percebia que ela andava excitada com ele.

Virei mais umas salsichas no grelhador, uma senhora forte queria mais, perdi a minha mulher de vista e pensei na conversa que tínhamos tido há uns dias atrás, isto dela andar mirando homens era discreto mas acontecia, e eu um dia perguntei, ou melhor tentei perguntar, “pensaste naquilo?, ela respondeu, “se podíamos fazer umas coisas novas na cama? de termos outros parceiros?”

Ela continuou, “não sei amor, o que é que ias sentir a ver a tua mulher a ser penetrada por outro homem?”, depois riu-se, “posso escolher, um daqueles bem grandes e grossos?”, na altura apeteceu-me dizer que sim, que gostava, mas a conversa ficou por ali.

Mas agora era diferente, um antigo namorado, parecia coisa complicada, do posto de observação, perto das febras grelhadas, eu vi então a minha mulher, percebi que estava um pouco bêbada, tinha acabado de chegar de algum lado, agarrando o braço do gajo.

Eu não podia sair dali, mas chamei-a, ela veio desagradada, reclamou do fumo de onde eu estava, andei uns metros para o lado, se,pre com a carne na minha mira, e perguntei, “já viste, estás um pouco bêbada, amor”, ela olhou, “se calhar, não é muito”, e depois insisti, “tu desapareceste, onde foste?, e ela respondeu ébria, “fui fazer uma mamada, estive a chupar o caralho do meu namorado”.

Eu acho que ela nem reparou que eu tinha um garfo na mão, daqueles compridos com duas pontas, mas o que ela disse deixou-me excitado, e perguntei estúpido, “mas amor, andaste a chupar o caralho dele, ele não é casado?”.


Ela entregou-me o copo vazio e disse, “querido não te preocupes, eu também sou casada contigo”, e depois continuou com um ar sério, “queria perguntar-te uma coisa”, eu abanei o garfo à espera, “eu quero foder com ele amor, é uma coisa sem importância, mas quando me separei dele, parece que ficou uma foda por dar”.

Ela ficou à espera, e depois insistiu, “lembras-te da nossa conversa? tens razão, precisamos de foder mais, e eu quero muito querido, se calhar agora nem vai ser grande coisa, mas quero o caralho dele na minha cona, no meu cu, quero mamar nele, amor”.

Eu perguntei, “e eu?”, ela olhou para mim com uma cara meio tonta, “e tu o quê?”, eu continuei, “o que falámos foi que eu assistia, muitas vezes falámos sobre o assunto, tu disseste que não, mas eu sabia do teu desejo de fazer sexo com outros homens”, ela resistiu, “porra amor, é o meu desejo mas também teu, estás esperando de ver a tua mulher a ser possuída, já imaginaste isso?”.

Eu tinha imaginado uns meses antes, o Duque, um amigo meu de faculdade, estava de passagem na cidade, e pediu para ficar lá em casa, e nessa noite conversámos até tarde, bebendo um pouco até demais, a minha mulher fixada nele, no dia seguinte, quando ele foi embora, eu encontrei-a na casa de banho a masturbar a cona.

Eu nunca tinha visto a minha mulher a masturbar-se, foi excitante, o meu pau cresceu rápido e enquanto ela tremia com os dedos lá em baixo, eu dei o meu pau para ela e ela chupou como se fosse outro, e foi nesse dia que falámos, ela confessou que tinha ficado excitada com o Duque, imaginando-o a fodê-la.

Ela continuava a perguntar, e eu respondi, “já querida, um garanhão a montar-te, como se fosses uma égua esfomeada, e um pau grosso a comer-te a cona, eu sei que não sou suficiente para ti, mas amor, eu quero ver a minha menina a trabalhar”.

Ela aproximou-se de mim, “és suficiente quanto baste”, eu sabia que estava a mentir, e depois perguntou ao meu ouvido, “conta-me o que é que gostavas de ver a tua menina a fazer?”.

Aproximou-se a senhora forte a apontar, “o churrasco está a queimar”, antes que ela dissesse mais alguma coisa passei-lhe o garfo, “só um bocadinho”, e sussurrei à minha mulher, “quero vê-lo a comer o teu cuzinho, quero ver-te a chupar-lhe o pau e quero ver-te a engolir amor”

Caminhámos juntos até ao gajo e desaparecemos no jardim, o resto é história.