2022 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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O que acontece na cozinha, fica na cozinha

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O que acontece na cozinha, fica na cozinha


Foi numa altura em que estava a trabalhar na cozinha de um hotel para faturar um dinheirinho para viajar e fazer umas férias quando as coisas começaram a correr mal com outro gajo que estava lá a trabalhar, não sei se era inveja, afinal eu estava ali só a tapar um buraco e não era emprego para o futuro.


Mas o gajo quase desde o primeiro dia andava a perseguir-me pelos corredores da cozinha ou nos armazéns dos mantimentos, e eu dizia, “oi, não quero nada contigo”, mas ele não aceitava, era quase uma obsessão que tinha, e ele respondia, “não gosto de você, um dia eu fodo seu cuzinho, sua bicha”.

Um dia eu estava preparando qualquer coisa que o chef tinha pedido e ele veio por trás de mim, “você é o menino querido do chef, ele anda fodendo o teu cuzinho?”, eu disse, “me deixa, está? eu tenho namorado, eu tenho homem, e se você não me deixa eu vou contar para ele”.

Quando ouviu o que eu tinha dito, ele ficou furioso e aproximou-se de mim por trás, encostou-me contra uma bancada, e esmagando o corpo dele contra o meu ele soprou no meu ouvido, “está sentindo, menino, é o meu caralho roçando no teu cu”, e eu senti, colado no meu rabo, o volume de coisa grande, crescendo e ficando duro, “eu baixo as tuas calças e fodo o teu cu aqui mesmo à força”.

E ele começou, fazia o movimento de me estar fodendo, pressionando o meu corpo por baixo cada vez mais contra a parede, e depois continuou, “Jonas da receção disse que adora o teu cu quando passas, nós falámos no assunto, um cu bem redondo de menina vadia, ele também quer foder o teu cuzinho”, e aí eu comecei a imaginar como seria.

Eu pensei que se queria ter sossego, eu teria de fazer alguma coisa, e perguntei para ele, “mas o que tu estavas pensando?”, ele me libertou da pressão, “assim menino estou gostando mais, você tem de ser obediente”, nós estávamos sozinhos na cozinha, ainda era cedo e só estávamos preparando, “mete a mão nas minhas calças”, e sussurrou ao meu ouvido, “só para saberes o que te espera”.

Eu olhei para o lado, não estava ninguém vendo, e coloquei a minha mão por dentro e agarrei no caralho grosso dele, “está vendo, menino, achas que aguentas?”, comecei a puxar a pele para trás e para a frente, eu senti minha respiração a aumentar, o coração alterava no ritmo e eu disse rindo, “acho que aguento, sim”, e depois perguntei, “você está mesmo querendo foder meu cuzinho?”.

Ele respondeu, “eu e o Jonas, e não se cansa muito hoje, no fim do turno estamos te esperando”, e foi assim, o trabalho ia andando, o chef gritava pedidos e ele quando passava por mim, roçava o caralho no meu rabo, e dizia baixinho ao meu ouvido, “está quase chegando a tua hora, sua puta safada”.

Tínhamos acabado e quando o silêncio veio, “o Jonas está no armazém, vamos, menino, venha alimentar os seus donos”, eu conhecia o Jonas de passagem e ele tinha um ar bruto que me agradava ao mesmo tempo que metia medo, como aqueles seres incompletos que se bastam com o que têm e são.

Foi tudo muito depressa, de repente eu estava num lugar escuro com dois homens grandes todos nus a foder, e quando chupava o pau de um o outro enterrou o caralho no meu cu, e eu que estava habituado ao meu namorado, senti aquela vara grossa me penetrando, e foda-se!! comecei a gemer, “aihm, meu cu, me abres todo”.

O Jonas forçava a minha boca no pau enorme dele, “chupa ai sua puta, chupa no pau, vamos partir teu cuzinho todo”, no meu nariz o cheiro ácido de homem atinge o meu cérebro, o outro movia-se rápido, em ondas que vão e vêm, batia com força nas minhas nádegas, a enterrar o pau no meu anel enrugado, “ai foda-se! ai caralho meu cu, aihm que fodaaaaaa, me fode mais, me parte o cu todo”.


Eles mudaram de posição, um por baixo e o outro por cima, começaram a enterrar os paus no meu cu, eu me sentia duplamente penetrado, “aihm hummm aihmm caralho que loucura que foda boa”, eles iam dizendo, “esta puta submissa adora caralho grosso”, e não paravam um segundo, martelando o meu ânus com força.

Eu sabia que eles estavam quase no seu limite e eu também, o líquido branco escorria no meu caralho, estava me acariciando por baixo, quando eles começaram a tremer, um deles saiu a grunhir, largando jatos de porra para fora, enquanto Jonas continuou, encheu de porra o meu cu, que eu sentia no meu vale, escorrendo do ânus para fora.

O Jonas disse, “vem para cima de mim, enterra o teu cu no meu pau”, eu montei ele por cima, e deslizei no cuzinho o pau indo rápido e até ao fundo, e foda-se!!, fechei os olhos por um segundo, sentia o volume grosso no meu reto, e o anel enrugado tenso e apertado.

Comecei a descer e a subir por ele, até que o ouvi a gemer, ele estava-se a vir outra vez, ele bate forte e rápido por mais alguns minutos antes de terminar dentro de mim.

Ele dá mais um grunhido forte, puxa para fora o caralho e o esperma escorre pelas minhas nádegas abaixo, meto o caralho outra vez dentro, bato forte o cuzinho para cima e para baixo, ele geme mais um bocado, “ai foda-se! que foda menino, vou comer o teu cu todos os dias”.

Quando cheguei a casa o meu namorado esta à espera, ele disse, “porra, você hoje demorou muito, saiu tarde?”, eu disse que sim, tínhamos servido muitos jantares, “vou tomar um banho”, no banheiro eu vi o meu cuzinho ao espelho, e ele estava vermelho e ainda tinha porra brilhando.

E eu estava preocupado, o meu namorado aguardava na sala, esperando a altura para me dar uma foda, mas agora eu estava satisfeito e não podia contar nada, o que acontece na cozinha, fica na cozinha.

Não é um inimigo - Quinta Aula

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Não é um inimigo - Quinta Aula


Não posso dizer que conhecesse bem o A., ele era um acontecimento mais ou menos recente na vida da minha mãe, mas a coisa parece que foi dando certo, eles foram ficando, ele sabia que ela era doida e depois, ele passava fora longas temporadas, e ela também não queria saber o que ele fazia.


Ele olhou para mim, “hei, cresceste, desde a última vez, quando é que isso foi?” e depois ele mesmo respondeu, “dois ou três anos, talvez”, abriu a porta do carro com a violência que lhe era natural e sentou-se à frente, “vamos amor estou com pressa”.

A minha mãe deu uma pequena gargalhada, era daquelas coisas íntimas que só eles sabiam, mas não era preciso ser esperto, “ele vinha com fome e queria foder”, e então parei a pensar um pouco como é que ele era, um homem grande daqueles com uma pequena barriga, mas com um ar bruto de quem não se sabe o que se espera.

Mas o mais forte no seu semblante, gravado na cara, nas rugas de meia-idade, eram as da experiência de que já vira tudo, nada o surpreendia, não tinha críticas, não impunha obrigações, e tudo aceitava como fazendo parte da vida.

Entrámos em casa e como já se esperava foram a correr para o quarto, eu ouvi eles a falarem, “mulher, o teu filho está cá, mas já sabes, eu gosto de foder a doer, ele não vai chorar se ouvir?”, a minha mãe riu-se, “querido, come-me a cona toda, o meu filho não se vai importar”, ele depois continuou, “o teu filho pareceu-me um pouco bicha, ou é impressão minha?”.

A minha mãe não quis responder, “deixa isso para depois, ele comigo vai perder esse hábito”, eu olhei pela porta do quarto, a minha mãe estava de costas a tirar o soutien, e ele já tirara a roupa, e depois vi, um caralho enorme, gordo e teso que ele segurava na mão, a afiar para baixo e para a ponta, até endurecer.

De onde eu estava conseguia ver tudo, sem que eles notassem a minha presença, a minha mãe parecia desesperada o que me fazia confusão, não queria preliminares nem nada, quando eu sabia que nos dias antes tudo o que fizera era foder, ela pôs-se de joelhos e quase gritava, baixou-se para baixo e com o rabo empinado, gritou, “anda amor fode o meu cu”.

Para mim não era surpresa, já tínhamos tido essa conversa, lembro-me dela dizer, “filho, eu sei que dá prazer levares no cu, eu também gosto de levar no cu, mas também gosto de levar na cona, querido”, eu dizia, “sim, mas tu és mulher, eu gosto de me sentir submisso, não é só levar no cu, eu gosto que um homem me domine e me foda o cu tudo”.

Mas ela não conseguia compreender, o A. aproximou-se dela por trás, a minha mãe facilitou-lhe a abertura do ânus com as mãos e ele entrou, apontou o caralho grosso para o anel apertado e entrou duro até ao fim, ela gemeu, “ai querido aihm foda-se ai meu cu entra amor é todo teu”.


O A. começou a bater com força e eu vi o pau nervoso a abrir caminho no meio das nádegas da minha mãe, ela gemia cada vez mais e ele acelerava, ele começou a estremecer e eu percebia que ele tinha-se vindo e o pau ainda rijo saiu do cu da minha mãe, a largar leite em golfadas que escorriam pelo cu.

Uns minutos depois, talvez mais, o A. apareceu no meu quarto, para onde eu já tinha fugido, ele disse num sussurro, “fala baixo, a tua mãe adormeceu”, depois ele continuou, “gostaste?”, eu perguntei, “se gostei? Do quê?”, ele meneou a cabeça e sentou-se na minha cama, “eu sei que estavas a ver e a ouvir eu a comer o cu da tua mãe”.

Eu perguntei, “sim, mas o que queres dizer com se eu gostei ou não?”, ele riu-se e aproximou a boca do meu ouvido, “ela disse que também gostas de levar no cuzinho”, depois abriu as pernas do roupão e eu vi de novo e perto, o caralho enorme ainda meio teso, “foi com este que fodi o cu da tua mãe, eu sei que gostaste de ver”, e agarrou no pau a afiar, recolhia o prepúcio para trás a mostrar a cabeça roxa.

E depois ele continuou, “eu conheço a tua mãe, ela vai fazer de tudo para deixares de gostar de levar no cu, se for preciso até dá uma foda contigo, mas eu sei que ela não vai conseguir”, ele olhou para mim quase a perguntar, “eu vejo pela tua cara que estás a ver o meu pau e estás a salivar, querias que eu o enterrasse no teu cu?”.

A minha respiração estava muito forte, a ideia de me submeter àquele homem era muito forte, pensava que gostava de me ajoelhar e empinar o rabo, e sentir aquele caralho grosso a entrar, a abrir e a apertar-me o ânus e depois a penetrar forte até se vir, depois ele falou, “mas hoje não, ela não ia perdoar-me, quando estivermos sozinhos eu como o teu cu”, eu olhei para ele, “se quiseres, claro?”, eu abanei a cabeça a dizer que sim, “um dia ….”, e depois ele continuou, “não fiques surpreendido, quando estou fora cuzinho de homem é a maioria do meu alimento.”.

Depois, levantou-se e saiu, ao longe ouvi a voz da minha mãe, “onde estiveste? Anda amor, fode mais o meu cuzinho”.


Patrão e Capataz - Desaparecidos #2

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Patrão e Capataz - Desaparecidos #2


A propriedade não crescera e eu é que ficara mais velho e a minha mulher a dada altura começou a dizer, ou melhor, a exigir, que era altura de arranjar um capataz, alguém que ajudasse a administrar e a fazer as coisas por ali porque as minhas forças estavam a acabar.


Eu disse à minha mulher, “muito bem mete o anúncio, vamos ver o que conseguimos arranjar”, ela ficou excitada, eu nem sei bem porquê, talvez a ideia de ter um homem mais novo em casa, porque eu já vira, desde que eu adoecera, ela desaparecia um bocado.

Apareceu um rapaz novo e eu ainda perguntei, “então? e experiência? Tem alguma?”, ele olhou para mim, “experiência, experiência, tenho nenhuma, mas eu tenho muita vontade”, a minha mulher já não via nada, ela só dizia, “contrata, contrata”, eu respondia, “mas mulher, ele não sabe nada”.

Eu fui atrás da minha mulher, com os meus problemas de locomoção tão difíceis, e eu insistia, “mas querida, é um rapaz muito jovem, ele não vai aguentar”, mas a decisão estava tomada e eu só ouvi um enigmático, “não te preocupes, eu ensino-lhe tudo, precisamos de alguém que se consiga mexer”.

O rapaz realmente era muito bonito, tinha até um riso engraçado, mas fazia-me confusão ter aparecido, e eu perguntei, “mas o que procuras neste trabalho?”, ele olhou para mim pensativo, talvez tivesse medo da resposta, “o emprego tem condições, e eu queria trazer a minha mulher”, eu ouvi a palavra mulher e ocorreu-me pensar, “foda-se!! a minha mulher não vai gostar”.

Eu não tinha ilusões com a minha mulher, desde que tivera o acidente as minhas pernas funcionavam, mas era tudo devagar, e depois, entre nós sempre houve alguma liberdade, aceitávamos umas traiçõezinhas sabendo que aconteciam e agora talvez o capataz fosse para preencher um vazio.

Quando a minha mulher viu instalar-se na casa de serviço, o capataz mais a mulher, ela perguntou, “foda-se!! mas o que é aquilo? Eu pensava que era só ele”, eu pensei, “pois, querias ir fazer umas visitas a meio da noite”, mas abri a boca e falei, “eu autorizei querida precisamos de gente por aqui, e ela é mesmo bonita, pode dar-me uma grande ajuda”.

A minha mulher saiu furiosa, “ele tem mulher, não sei se serve”, e eu pensei, “mas qual é o problema? Eu também tenho”, e nos dias seguintes quando estivemos juntos, num pequeno lanche de campo, enquanto a minha mulher ocupava a atenção do capataz, eu chamei a mulher dele e perguntei, “então minha querida está a ambientar-se? estamos no campo, isto por aqui é aborrecido”.

Ela sorriu com um sorriso a dar-me razão e disse, “não sei se vou aguentar? falta tanta coisa, alguma distração, estamos aqui há uma semana e ainda não fiz nada”, eu olhei para os lados para ninguém ouvir, “a menina tem uma cara de marota”, ela sorriu outra vez, “marota, eu, como?”, eu continuei, “não sei, parece-me tão excitante”, e olhei para ela, o vestido de verão, as pernas todas à mostra, os bicos das mamas espetados, e imaginei a roupa por baixo, pensei, “só tem umas cuequinhas”.

Naquele momento eu senti uma excitação forte e o meu volume entre as pernas aumentou consideravelmente, ela bateu as pestanas com força, “acha-me mesmo excitante? e porquê?”, eu continuei, “não quero que a minha querida pense mal deste velho”, ela gracejou, “para mim não é velho, eu até gosto de homens mais velhos, o meu marido é tão jovem, e às vezes tão teimoso”.

Eu via ali uma oportunidade, “é exatamente o que eu digo à minha mulher”, ela perguntou curiosa, “o quê?”, eu prossegui e ri-me, “que eu até gosto de mulheres mais novas”, rimos juntos, olhávamos para a minha mulher e o marido dela, havia ali uma certa tensão, a minha mulher gesticulava e mexia-se, a querer passar-se por menina, e ela perguntou novamente, “o senhor disse que eu o excitava?”.

Eu virei a cara, “o que eu disse minha querida é que a natureza e o campo a excitava, fazia de si uma mulher com mais desejos, e isso excita-me a mim muito, e sexualmente”, eu pedi-lhe com os olhos para olhar para o meu pau inchado, e continuei, “é como se a minha querida quisesse soltar-se, correr por aí nua, deitar-se na relva dos campos, ao sol, beijando-lhe os seios ..”.

Ela ficou algum tempo a mirar a minha cara e o meu corpo de velho aprisionado, e ela disse, “ufa, agora fiquei sem respiração”, eu sorri e ela passou a mão entre as minhas pernas, apalpou o meu pau teso e insistiu, “o meu marido tem estado a trabalhar e acho que com o senhor eu não vou ficar aborrecida”.

Olhámos outra vez para a minha mulher e o marido dela, e ela disse, “a sua mulher liga muitas vezes para o meu marido”, eu perguntei, “liga? Como assim?”, ela respondeu, “ela pede-lhe coisas para ele fazer”, eu queria saber, “pede? ela não me disse nada”, a rapariga riu, “não sei se são coisas que ela devesse dizer-lhe”.

Depois aguardei que ela continuasse, “da última vez ela pediu para ele ir ter com ela às boxes dos cavalos”, e eu perguntei, “e que ela queria nas boxes?”, a rapariga esboçou um gesto na boca e sussurrou ao meu ouvido, “posso dizer?”, eu abanei com a cabeça, “a sua mulher queria caralho, queria que o meu marido a fodesse, ele contou que ela se baixou de propósito e não tinha cuecas”.


Quando ela disse aquilo do marido dela e da minha mulher, isso excitou-me, “e o teu marido contou-te isso? não ficaste incomodada?”, ela respondeu, “contou, incomodada não, nós achámos graça, eu disse ao meu marido que só fodia a sua mulher depois de lhe pedir permissão”, eu dei um estalido nos lábios, “acho que vou dar permissão, mas primeiro gostava de ver uma coisa”.

Acho que ela ficou curiosa e à espera de surpresa, “sabes querida eu não estou incapacitado, mas não tenho aquela agilidade que tinha, sabes do que eu gostava era de ver-te a foder com o teu marido”, ela deu uma pequena gargalhada, “com o meu marido? mas isso não tem graça nenhuma!”, mas eu insisti, “adorava ver-vos a foder, podíamos ir para o campo, mas só nós os três, a minha mulher fica em casa”.

Ela disse que ia combinar com o marido, e no dia seguinte o capataz ligou-me, “patrão, eu e a minha mulher vamos ver como está o pasto, a minha mulher disse que queria ir”, e sai a correr meio agarrado à bengala, entrei no carro que me veio buscar e desapareci com eles.

Entrámos num emaranhado de arbustos e ela olhou para o marido, depois para mim, "como é que gosta?", eu respondi, "como quiseres querida chupa o caralho do meu capataz", eu sorri e prossegui, "e depois quero ver ele a foder-te por trás", e depois olhei para ele, "quero que a faças gemer".

Há noite e umas quantas tardes e noites depois dessas, a minha mulher perguntou-se, “foda-se não sei porque contrataste este capataz, eu peço-lhe coisas e ele nunca está, ligo lá para a casa e a mulher dele não atende, ligo para ti e depois é a mesma coisa, desapareceram todos”.

Golpe decisivo da minha mulher

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Golpe decisivo da minha mulher

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Ainda estou a processar na minha cabeça a crise de ciúmes que tive quando ontem à noite no bar noturno eu explodi por causa daquela puta, a ex-mulher do meu marido, ela estava a oferecer-se a ele à minha frente como se eu não valesse nada, ela punha-lhe as mãos nas pernas, muito perto do caralho e depois dava uns risinhos forçados.

Quando ela se foi embora, eu disse ao meu marido, “foda-se!! deixas essa puta quase pôr a mão no teu caralho, que eu saiba eu é que sou a tua mulher”, e ele respondia, “não sejas assim, não sejas tão quadrada, ela gosta de ser assim”, eu olhei para o meu marido, “ser assim? como assim?”, o meu marido encolheu os ombros, “ela gosta de flertar, sabes, ela gosta de brincar”.

Eu estava furiosa, olhei lá para o fundo e vi a gaja a encostar-se a outro gajo, “ela é, é uma puta, quando estava casada contigo fodia com outros homens e tu eras um corno”, ele continuava a encolher os ombros a dizer que eu era antiquada, e eu cada vez mais furiosa, levantei-me para sair para a rua e apanhar ar.

Não quis saber se o meu marido veio atrás de mim ou não, eu estava a fumar um cigarro a apreciar uma brisa ligeira que tocava no meu corpo como plumas longas enchendo o meu vestido de ar fresco como uma vela e a lembrar-me que não tinha nada por baixo.

Acho que sorri por pensar que se me desse a um homem naquele momento ele não teria qualquer trabalho, era só levantar o vestido um pouco e eu ali estava pronta para tudo, era encostar-me numa parede ou num muro e foder-me mesmo ali, em pé ou assentada, com um caralho bem teso, eu agarrada ao pescoço e ele a penetrar-me a cona.

Andei um pouco mais para a frente pelo meio de um arvoredo quando apareceu um homem, foi tão repentino que me assustei, senti um arrepio de medo e excitação quando o vi mais de perto, apenas com uma pequena luz que vencia o escuro, mas suficiente para perceber que era um homem tranquilo.

Eu disse, “assustou-me”, ele riu-se, “peço desculpa, não era minha intenção”, depois deixou passar uns segundos, “eu reparei em si, é tão bonita …”, ele olhou melhor para o meu corpo, eu senti que os meus mamilos estavam espetados, e ele disse, “e muito apetitosa também”.

Eu olhei para ele quase como se estivesse a classificá-lo e pensei, “É um touro, meu deus, deve ter um caralho tão bom, eu dava-lhe a minha cona aqui mesmo”, depois olhei para a zana do bar, um pouco cá para fora e reparei que o meu marido olhava e, não sei como, a minha fúria regressou com toda a força.

O homem parecia aguardar uma resposta, e eu perguntei, “apetitosa como? apetitosa de saborear ou de comer mesmo?”, ele sorriu e deu um passo à frente o suficiente para eu sentir nas minhas narinas um cheiro misto de perfume hormonas e sexo, “as duas coisas, para comer com prazer gosto de saborear primeiro com gosto, e você .. é tão … tão boa .. deve ser um prazer enorme ..”.

O meu marido estava suficientemente perto para ouvir a nossa conversa e naquela altura não queria saber se o incomodava ou não, e quando o homem aproximou a mão da minha cintura, eu não fiz nada, ou melhor fiz, eu correspondi, toquei-lhe no braço e avancei um pouco e eu senti e ele sentiu, eu queria ser fodida ali mesmo com o meu marido a ver.

O touro encostou o corpo dele ao meu, a minha mão desceu por ali baixo e apertei o pau rijo que eu sentira encostado nas minhas ancas ainda preso nas calças de linho, e a mão dele subiu pelo meu rabo, subindo o vestido para cima, e ele disse ao meu ouvido, “que maravilha … és um tesão de mulher”.

Eu deixei-me conduzir para uma árvore e quando toquei no caralho percebi que ele estava nu por baixo, eu disse-lhe ao ouvido, “fode-me toda que estou a ferver”, ele apertou-me ainda com mais força e foi quando eu senti o pau grosso a entrar na minha cona, e foda-se! fechei os olhos, foi um segundo de prazer imenso, abri de novo depois e lá estava o meu marido a ver.

Eu não conseguia, nem queria parar, eu abri-me toda, pendurei-me no pescoço do touro e ele começou a mover, acelerava cada vez mais, a entrar e a sair, eu lembro-me de gemer, “ai foda-se! que foda, ai caralho, humm, aiihm, caralho, come-me toda”, o meu marido estava na sombra da noite, ele não reagia e eu não me importava, fechei os olhos a gozar aquele caralho na minha cona.

Eu sentia que o limite se aproximava, agarrei nas nádegas do touro a fazer mais pressão para entrar para dentro, ele levantou-me uma perna e deu mais umas bombadas fortes e senti que estávamos a ter um orgasmo, eu gemi, “aí caralho que foda tão boa”, e eu sei que o meu marido ouviu.

Um pouco depois entrei no bar à procura do meu marido e como não estava, eu fui encontrá-lo à minha espera no carro, entrei e sentei-me no lugar e ficámos ali parados, eu disse, “eu sei que viste tudo, estavas a dizer que eu era quadrada e acho que perdi a cabeça”, ele manteve o silêncio um pouco e depois perguntou, “gostaste? ele tinha um grande pau”.

A pergunta do meu marido parece que renovou o meu tesão, fechei as pernas com força para não ficar ainda mais excitada, e respondi, “eu gostei amor, mas foi só uma foda, não quer dizer nada”, e ele continuou, “ele comeu-te bem a cona, eu vi, deixou-te esgotada”.


Eu sentia nesta conversa a formação de um vento quente que atacava as minhas pernas, subia até ao meio da minha vagina, e depois continuava nas minhas mamas e acabava na minha boca, “foi uma boa foda querido, o dele era caralho é bem grosso, amor”.

O meu marido virou a cara para mim, “deixa-me cheirar-te”, e antes mesmo de eu responder, ele baixou-se entre as minhas pernas, “puxa o vestido para cima querida”, eu ajeitei o corpo para os lados, “abre as pernas amor”, eu abri as pernas, “foda-se amor cheiras a caralho, estás toda molhada de porra”, o nariz a cara a boca do meu marido estavam mergulhados na minha cona.

Ele levantou a cabeça e pôs o carro em movimento, “não nego, também gostei … “, eu perguntei, “gostaste?”, ele continuou, “ver a minha mulher a satisfazer-se como uma leoa, gostei sim”, chegámos a casa e foi quando eu disse, “eu também, eu posso comer mais touros, mas é nas minhas condições”.

Estávamos na cama deitados, “eu escolho os touros”, o meu marido disse, “ok, mas eu estou sempre presente”, eu disse que sim, uns dias depois combinámos com um macho negro para ir a nossa casa, não era um amigo, só alguém que eu tinha conhecido, bebemos café e um drink, e houve uma química imediata.

O meu marido assistiu a tudo, no fim eu dei-lhe um beijo, ele não se importou, viu-me ajoelhar e chupar avidamente o pau preto, e depois de dar a cona a virar o rabo e levar no cuzinho, no fim quando o touro se estava a vir, ele chamou-me de puta e disse para eu abrir a boca e mandou jatos de leite para a minha língua, e depois disse, “dá um beijo grande no corno do teu marido para ele perceber quem manda”.

O meu marido beijou-me com prazer de estar a saborear o gosto do pau preto e a dizer que queria mais ..

Ele pisa flores na praia

23:07 0
Ele pisa flores na praia


Estava a ouvir o barulho da torrada que os meus dentes tão saborosamente mastigavam, mordia e olhava, mordia e olhava, a ver a minha mulher a beber com prazer de sede um sumo de laranja, fresco de gotas no copo a tombar num arrepio nas mamas apertadas num top amarelo com uma risca branca.

O empregado aproximou-se a perguntar se estava tudo a nosso gosto, eu olhei para o rapaz novo com um brilho nervoso de uma pele ativa no seu auge de juventude que não passou despercebido à minha mulher que fez um sorriso de rugas endiabradas nas covas das bochechas de um estar bem que significava muito mais do que isto de estar neste hotel a passar umas férias.

Eu perguntei ao rapaz, “talvez nos dissesse as melhores praias?”, ele acenou solícito de uma utilidade querida e disse, “para a esquerda são rochas e à direita areia, é só escolher”, eu olhei para a minha mulher, “rochas, querido”, ela depois sorriu para o rapaz, “não quero areia a entrar em sítios”.

O rapaz ficou com a face vermelha e a minha mulher olhou-o de alto a baixo a fixar algum tempo os calções de algodão branco, e ela continuou, “eu e o meu marido gostamos de nudismo, apetece-me estar toda nua ao sol, talvez o menino pudesse ajudar?”, o rapaz fez um ruido com a garganta, “à esquerda, são quinhentos metros”, e quando o chá me passava na garganta, ele já tinha fugido.

Eu coloquei os olhos na minha mulher, “querida, não podes ser assim, a meteres-te com o rapaz, o que é que eles vão pensar?”, ela riu-se, “o quê? só por eu estar a fazer perguntas?”, eu insisti, “não é isso querida, é isso de dizeres que queres estar nua e depois estavas a oferecer-te, parecia que estavas a dizer para ele te comer a cona”.

Ela respondeu qualquer coisa como, “e depois?”, que eu nem percebi quando me levantei, “anda querida apetece-me sol”, e saímos porta fora, eu pensava nos quinhentos metros de caminhada, “acho que é por ali amor”, entrámos por um caminho e depois de uns minutos entrámos num sítio plano de rochas junto ao mar e não se via nenhuma pessoa.

Deve ter passado talvez uma hora, eu espalhei óleo de coco nas costas da minha mulher, enquanto isso rimos da noite passada, o meu caralho descansava no rego das nádegas e eu escorregava as mãos pelo corpo dela, rabo, costas e ombros e depois voltava por aí abaixo, e abria o cu dela como um pêssego rachado e dizia, “que cu, amor, ontem gostaste?”, ela sorriu adormecida e depois também eu caí para o lado.

Eu ouvi a voz da minha mulher, “acho que nos enganámos!”, eu perguntei, “enganámos?”, e ela continuou, “acho amor que viemos invadir um spot gay”, eu estava deitado na toalha por trás do corpo da minha mulher e não via nada, “não estou a perceber?”, ela fez um gesto com a cabeça e então eu vi, perto de nós assim mais ao lado, estavam dois homens mais velhos e um rapaz mais novo.


Eu não tinha ainda percebido porque é que ela falava em spot gay mas depois vi melhor, o rapaz estava debruçado a chupar o caralho de um deles enquanto o outro tinha os dedos no cu do rapaz a acariciar-lhe o ânus, ele chupava no pau e eu e a minha mulher conseguíamos ver tudo, a boca a apertar de lado e um toque de saliva a brilhar.

A minha mulher esforçava-se por não olhar, mas eu não aguentava e o homem olhou para mim e fez um sorriso longo enquanto movia a cabeça do rapaz para cima e para baixo, com o rapaz a chupar o pau, e então ouço a voz da minha mulher ao ouvido, “estás com o caralho teso, amor, estás a gostar de ver?”.

O meu pau explodia de tesão, por momentos pensava que me estava a vir, não conseguia deixar de olhar para o pau grosso que o rapaz estava a chupar, e a minha mulher rodou a cabeça para ver, a parecer adivinhar os meus pensamentos, “eles têm dois belos instrumentos, querido?”, e depois ela prosseguiu, “estão tão teso, queres chupar um deles?”.

Eu abanei com a cabeça a dizer que não e que sim, nem sei bem, ela deu-me um abraço apertado, “ou então estás a imaginar o rapaz a chupar o teu caralho! gostavas querido?”, eu acho que ela estava a brincar com a minha excitação, mas eu percebia que essa vontade era mútua e perguntei, “e tu?”.

Ela preparava-se para responder, quando percebi que eles se levantaram, caminharam mais para cima para perto de umas rochas, e ela disse, “e eu? estás a perguntar se eu gostava de chupar o pau deles?”, eu dizia que sim, mas olhava para cima e foi quando vi que um dos homens montou o rapaz em cima e começou a foder-lhe o cu, o pau grosso escorregou no ânus e entrou com força, e o rapaz gemeu.

O outro homem pôs-se de frente e pôs o caralho na boca do rapaz e enquanto ele chupava o outro cavalgava a penetrar com o pau grosso, a bater-lhe nas nádegas com força, eu e a minha mulher olhávamos, eu sentia o meu pau duro como pedra e passei a mão entre as pernas dela e vi que estava encharcada também.

Eu percebi que o homem se tinha vindo e depois deu lugar ao outro, foi aí que eu bati uma punheta com líquido que escorria nas minhas mãos, ela disse, “podes acreditar amor gostava de chupar aqueles dois paus ao mesmo tempo e levar com os dois na cona, são tão grandes amor!!”, o outro cavalgava agora e minutos depois estava no limite e começou a tremer e nós vimos que ele se estava a vir.

Passaram uns minutos e estávamos de novo sozinhos, a último a sair foi o rapaz, caminhava como se pisasse flores, eu pensei, "deves ir com o cuzinho cheio!", e a minha mulher disse, “não sabia que apreciavas cenas gay?”, eu respondi, “eu gosto é de ver foder amor”.

Mas ela insistia, "humm, não querido, é mais do que isso, gostas de ver homens a levar no cuzinho", eu não disse mais nada, mas mais tarde no hotel reparámos, o rapaz fazia companhia a uma mulher bonita, ela tinha aliança e ele também agora ….

Deviam ser casados .. pensei e ele reparou em mim.

Moderno Mosqueteiro

22:26 0
Moderno Mosqueteiro

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Perdi a virgindade a noite passada. E uma virgindade muito especial que eu sonhava quando me deitava todas as noites ou quando brincava com os meus brinquedos, eu tenho vários pénis de vários tamanhos que gosto de meter no cuzinho.

Eu e uns amigos tínhamos combinado ir a uma festa privada dessas de fantasia livre, vestidos de mulher, eles são todos hétero, ou eu penso que são, porque eu nunca disse, nem a eles, nem a ninguém, que tenho esses pensamentos e desejos de chupar um caralho e ser fodido por um no cu.

Eu tinha já tinha vestido roupas da minha irmã, e dava-me uma sensação de prazer tão grande, vestir uma lingerie fina, sentir o fio fino no meu ânus, e depois as meias de xadrez nas coxas, que eu puxo até acima, mas agora fui comprar e até cabelos de mulher.

Entrámos na festa e eu senti uma diferença, os meus amigos riam da situação, iam bebendo no bar shots de tequila ou o que apanhavam e davam palmadas no rabo uns dos outros, mas eu sentia um desejo enorme, como se fosse mesmo mulher, e todo o meu corpo ardia.

Houve um homem mais velho que se aproximou de mim, ele estava vestido de mosqueteiro ou uma coisa assim, “estás uma maravilha de mulher”, eu olhei para ele e ri, ia a dizer obrigado quando ele continuou, “pareces novinho? Quantos anos tens?”, eu respondi, “vinte”.

Ele continuou a olhar para o meu corpo, aproximou os lábios do meu ouvido, eu cheirei dele um intenso testosterona, “se fosses mulher eras uma bela foda”, eu senti um calor ainda mais forte, “adoro foder o cuzinho delas”, o corpo dele estava cada vez mais perto do meu, e ninguém via no intenso ruido da casa.

Estávamos num canto, numa espécie de canapé de verga, onde me sentia desconfortável, a voz voltou doce num sussurro, “gostavas que te tocasse?”, eu virei os meus olhos, “tocar-me como?”, o tronco dele fez força no meu ombro, “assim”, e eu senti a mão dele debaixo da saia, a tocar no meu caralho e depois a fugir entre as minhas pernas até ao meu cu”.

Eu não reagi e nem fiz força, só queria que ninguém visse, as gargalhadas dos meus amigos ouviam-se na sala, ele continuou, “gostas de chupar um bom caralho? e no cuzinho?”, eu não se estava à espera, mas sentia-me uma donzela envergonhada, e eu respondi, “eu nunca chupei!”, ele riu-se, “uma menina virgem, que bom”.

Eu sentia que ele me apertava cada vez mais no canapé, a excitação dele era igual à minha, mas ali estavam pessoas e podia haver um problema, ele aproximou-se, “querida, queres sentir o tamanho do meu caralho, põe aqui”, e puxou a minha mão para dentro das calças de mosqueteiro, “estás a ver o tamanho da minha espada”.

Ele tinha o pau teso, mais um pouco e saltava sozinho das calças, eu senti na minha mão as nervuras grossas das veias, e o calor de um caralho esfomeado, “querida, que o tanto foder o teu cuzinho”, eu olhei assustado, “mas aqui não”.

Ele levantou-se e puxou-me pela mão como se eu fosse uma namorada que ele puxa para dançar, fui andando atrás dele até que entrámos numa arrecadação, ou coisa parecida ou o que era aquilo, com um vidro na porta em que tudo se via, eu disse, “aqui não, pode alguém aparecer e ver-nos aqui”, mas ele insistiu, “aqui estamos bem”.

A fantasia de mosqueteiro desapareceu por artes mágicas e num segundo ele estava nu, quase não havia luz, mas eu vi nele um brilho de suor, o corpo de um homem curtido, ele suspirou, “anda querida, chupa o meu caralho um bocadinho só, eu já estou aquecido para foder esse teu cuzinho”.

Eu estava com algum medo, agora não eram os meus brinquedos, eu sentia-me submissa e louca, e agarrei no pau grosso e coloquei-o na boca, ele ia forçando para dentro, “isso, lubrifica o meu caralho bem, com a tua saliva”, e eu lambia-o todo, bem molhado e escorregadio.


Ele virou-me o corpo, e eu senti que me montava por trás, os quadris dele batiam nas minhas nádegas, quando eu senti o pau dele a roçar no meu ânus e depois a fazer força, “aihmm humm aihm foda-se tenho um cu tão apertado”, ele respirava com força, “querida, humm, vou enterrar-te todo”.

Quando o pau dele penetrou até ao fundo, ele parou um momento, parecia que me dava o prazer de gozar o momento de já não ser virgem no cuzinho, quando olhei para a janela e ele e eu reparámos que tínhamos assistência, alguém há muito tempo que estava a ver pela janela do quarto que eu estava a apanhar no cu.

Ele não ligou e começou a andar para a frente e para trás, numa onda oscilante o caralho dele entrava e saia, eu olhei melhor para a janela e eu vi que era um dos meus amigos, mas eu não parei, olhei para ele nos olhos fixos de ambos, “estou a adorar, hoje saio daqui com o meu cu todo fodido”.

Minutos depois, ele e eu começamos a tremer, eu ouvi-o gemer, “ai foda-se que cuzinho tão bom caralho que quero dar-te ainda mais umas fodas”, largou um som e quase um grito, e um jato quente de porra, escorreu pelas minhas pernas.

Eu fugi depois para o salão, nunca tinha tido tanta sede como agora, uma água fresca com limão, eu passei no bar e lá estava ele, o meu amigo que tinha visto tudo, “fica só entre nós, também gosto muito de cu, sabias disso?”, eu respondi, “não, mas parece que vou ficar a saber agora ..”.

Gajo peludo – Desaparecidos #01

23:12 0
Gajo peludo – Desaparecidos #01

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O casamento do meu irmão mais novo era um daqueles momentos em que mais do que eu, a minha mulher vibrava, e sinceramente, nunca percebi, como um acontecimento destes pode ter um efeito tão grande nela, anda histérica de um lado para o outro, a meter-se em todos os assuntos, como se o irmão fosse dela.

Mas enfim, não posso negar, às vezes isso até tem uma coisa boa, dá-me tempo para estar envolvido em outros coisas, o que normalmente significa não estar metido em coisa nenhuma, talvez perto de um bom copo de vinho, ou talvez de algum velho conhecimento, enquanto a minha mulher acelerada, organiza tudo sozinha.

Esta história não é de muitas palavras, mas quando chegou a hora da comemoração, as pessoas gritavam os seus votos, no jardim da casa da família, mas que estranho!!, a minha mulher desapareceu.

A última vez que me lembro de a ter visto, ainda a noite não tinha chegado, eu reparei, ela estava sentada num cadeirão cá fora, a mim que a vi mais ao longe, pareceu-me bastante exausta, mas depois, talvez meia hora, ouvi o riso estridente dela, que se notava no meio daquela gente toda, falava alto rindo e meio bêbada, com um gajo desconhecido bastante peludo.

Digo que o homem era peludo por ser daqueles que têm pelos a sair dos lados, por muito que façam à roupa, é no pescoço, nos braços, na cara, não há como escondê-los de todos, e fica-se com uma visão horrenda, imagine-se as mulheres a pensar nisso, de como é ele será por baixo, sem roupa e todo nu à vista.

Fui olhando em volta e não via a minha mulher, o jardim é imenso, mas não grande que possa esconder-se uma pessoa, mas onde é que ela estaria, já pensava numa desgraça, e ela que estava bêbeda, fui ter com a minha cunhada, “não viste a minha mulher?”, ela respondeu, “a última vez que a vi estava com um gajo peludo”.

Voltei a olhar em volta, “mas quem caralho! era o gajo peludo?”, eu comecei a perguntar às pessoas, “viram a minha mulher, ela estava com um gajo peludo”, elas respondiam, “gajo peludo? sim, sim, andava aí um gajo peludo com uma mulher, ela ria-se muito, estava muito alegre”, ei insisti, “se calhar era a minha mulher?”, as pessoas diziam, “muito bonita, mas o gajo peludo …”.

Foi um velho metediço que disse aquilo, “muito bonita, mas o gajo peludo …..”, mas depois pareceu ter-se arrependido logo, eu perguntei, “o gajo peludo o quê? o que é que ele fez?”, o velho respondeu, “de certeza que a mulher que você procura … é engano meu, desculpe”.

Eu insisti, “mas diga, o que tem o gajo peludo e a minha mulher?”, o velho parecia querer fugir, “não é nada, eu não vi nada ..”, ele percebeu o meu ar furioso, e depois continuou, “eu vi o gajo peludo a meter a mão por baixo do vestido … dela”, eu perguntei, “por baixo do vestido?”.

Ele prosseguiu, “eu estava a assistir e ela estava alegre, e ele …”, o velho aproximou-se do meu ouvido, e como se transmitisse um segredo, “o gajo peludo meteu-lhe os dedos na cona”, eu senti naquele momento a respiração pesada, “os dedos na cona, o gajo peludo, na minha mulher?”.

Eu insisti, “e ela?”, o velho mostrou um sorriso amarelo, “eu acho que ela gostou ..”, eu queria saber mais e ele prosseguiu, “o gajo peludo esteve ali uns bons minutos a excitar a cona da sua mulher, e ela abriu-se toda, ninguém viu, só eu que vi-lhe as coxas abertas, os dedos do gajo peludo lá dentro e ela estava a gozar de prazer”.

Olhei para o velho, devia de ser familiar de alguém que eu conhecia, não sabia o que pensar, o velho sorriu, “quando vi o gajo peludo a acariciar a cona da mulher e ela a cair nos ombros dele, quase a tremer e a ter um orgasmo, eu ganhei o dia, fiquei cheio de tesão”.

Eu perguntei, “e depois, para onde foi a minha mulher?”, o velho respondeu, “ela ia com o gajo peludo e de repente desapareceu, eu também nunca mais a vi”, eu comecei a estar preocupado, a minha mulher desapareceu, o gajo peludo aproveitou-se dela, estava bêbada e meteu-lhe os dedos na cona, e então bêbeda e excitada, ela não tinha defesa nenhuma, para onde é que ele a levara?.


Eu estava totalmente desorientado, o meu irmão passou por mim, “vi a tua mulher a entrar na casa … com um gajo peludo … é amigo dela?”, ele depois continuou a caminhar, disse aquilo sem esperar resposta, eu olhei e pensei nos quartos, nos dedos do gajo peludo na cona da minha mulher, e comecei a andar para a entrada.

Subi ao segundo andar, num corredor com várias divisões, uma delas é o nosso quarto quando os visitamos, eu aproximei-me devagar, e pus o ouvido na porta e foda-se!! eu ouvi a minha mulher a gemer, “ai, caralho, dá-me no cu, fode o meu cuzinho todo, aihmm, caralho, aihh, aihmm, fode-me toda”.

Eu estive ali alguns minutos, a ouvir o gajo peludo a comer o cu da minha mulher, e o que é eu podia fazer, o mais adequado era esperar, eu pensei, “porque é que haveria de interromper?”, a visão de um caralho peludo de um gajo peludo a entrar no ânus da minha mulher não me ajudava a decidir.

Eu ouvi lá foras mais comemorações do casamento recente, a felicidade na saúde e na doença, e depois mais perto da porta, a minha mulher gemia, tanto quanto a cama que gingava, ao movimento do gajo peludo que não parava de foder o cu da minha mulher, eu percebi que ela estava a ter um orgasmo, e decidi ir embora.

Cá fora, no ar fresco da noite húmida e gélida, fiquei um pouco mais tranquilo, ela não estava desaparecida, saquei de um cigarro, estava a dar a segunda baforada, quando eu ouvi a minha mulher, “então querido, estás feliz?”, ela deu-me um beijo na boca, eu senti o gosto e o cheiro do pénis do gajo peludo, “feliz?”, ela insistiu com a cabeça, “sim, o casamento do teu irmão”, eu disse que sim.

Ela agarrou-me pela cintura, “vamos querido, está-me a apetecer beber mais qualquer coisa”, eu fui andando com ela e pensei bem, “talvez fosse melhor não perguntar sobre o gajo peludo, talvez fosse uma ilusão minha e o gajo peludo não existisse e fosse coisa da minha cabeça”.

Chantagem por amor

22:40 0
Chantagem por amor


A vida foi e tem sido muito boa para mim. Posso dizer que sou um daqueles privilegiados da natureza que nunca ficou intimidado com esse poder oculto das mulheres de fazem a maioria dos homens sentirem-se pequenos e incompetentes, por nunca saberem se têm caralho que chegue.

Eu sempre tive muito pau, nas dimensões corretas, grande e grosso, sem ser monstruoso, sem causar receio, o meu problema era alimentá-lo, se é que era um problema, já que tive sempre muita cona, porque o radar da mulher sente a fraqueza, mas também ainda mais, a oportunidade perdida.

E quando me casei? foi um drama!! Tinha uma lista repleta, muita cona habituada, um martírio crónico, pela falta do meu caralho, a abstinência custava, andar sóbrio era difícil, havia gajas desesperadas, que eu não tinha esse direito, que há coisas que não se juntam.

Depois divorciei-me logo a seguir, não que não gostasse da minha mulher, mas realmente acabei por perceber, o meu caralho estava ligado a um bem maior, era como uma vocação, um destino, as gajas que me procuravam, na sua maioria casadas, precisavam deste sossego, como uma aspirina, um tratamento, e uma mensagem, levar na cona era o seu remédio.

Mas foda-se! estou a falar de uma coisa que já não é presente, porque depois casei-me novamente, com uma gaja fantástica, mas caralho, apanhou-me no fim da carreira, quando pendurei as chuteiras, está cá tudo no sítio, mas falta-lhe aquela emoção antiga quando, não era bem foder, era mais prestar os meus serviços.

A Rosa, minha mulher, que sabe tudo da minha vida, que facilitou as minhas atividades antigas, quando ela me via a olhar para o telefone, ela perguntava logo “vais sair?”, e eu respondia, “vou só ali foder uma cona, estou de volta para o almoço”, agora anda um pouco estranha.

Ou melhor andou, porque já não anda, está tudo esclarecido, eu via-a sair e algum tempo depois, voltar afogueada e vermelha, e para mim que sou um profissional, eu disse logo, “foste foder, mulher?”, e ela finalmente respondeu, “fui, já ando há algum tempo a levar na cona do nosso vizinho”.

Eu pensei, “vizinho … vizinho .. foda-se só se for o caralho do gajo preto”, e perguntei, “mulher, no nosso prédio o único homem com categoria para te foder é o gajo preto do segundo”, ela respondeu, “é esse querido”, e eu insisti, “e estás a gostar? o pau dele é tão eficiente como o meu?”, ela continuou, “ele não tem a tua qualidade, amor, mas está a aprender, eu estou a ensinar a ele algumas coisas que tu me disseste, importas-te, querido”.


Eu estava sentado no sofá, o meu caralho sentiu um leve tremor de tesão, “querida, não, tu também és uma profissional, os meus segredos já não me fazem falta, se estás a levar na cona para transmitir esses conhecimentos acho bem”, e ela perguntou, “e querido? quando fodias as gajas todas, os maridos gostavam de ver?”.

Parecia que ela tinha tocado numa tecla, “muitos amor, houve uma vez que eu vivi na casa deles, eu estava lá para prestar um serviço, comer a cona da mulher, era tudo incluído”, a minha mulher suspirou, “eu gostava muito, querido”.

Eu perguntei, “gostavas que eu te visse foder?”, ela abanou as mamas de satisfação, “eu amo-te muito amor, que não fores ver a tua mulher a levar na cona fico muito triste”, eu sorri, “querida, isso é chantagem emocional, e se eu não gostar de ver o caralho do gajo preto a foder a tua cona?”.

Ela riu-se, parecia que era eu agora que me sentia intimidado, foi desse receio que nasceu o meu negócio, as gajas procuravam homens e eles fugiam com medo, ela disse, “tens que ver amor”, ela olhou para o relógio, “está na hora da minha foda, vou ter com o Marcelo”, ela puxou-me por um braço, “vem querido”.

Eu respondi, “vai querida, faz a tua terapia, eu vou pensar no assunto”, e ela saiu porta fora.

Óleo indígena no Oriente Médio

23:43 0
Óleo indígena no Oriente Médio

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Levar a minha mulher comigo numa viagem normal de negócios nunca me pareceu uma grande ideia, e então a minha que tem uma capacidade tão grande de persuasão, motivação e energia, que me deixa totalmente desconcentrado, e no fim, descubro, há coisas que não se podem misturar, e pior ainda no Dubai.

Entrámos no hotel com ela à frente carregada de eletricidade, e eu uns metros atrás a parecer um seu criado, os homens observam-na nas suas curvas perfeitas, o rabo espetado, as mamas na medida certa, para eles não devo ser o marido, e as malas, foda-se!!

As malas são umas quantas apesar dos negócios serem só uns dias, nas mulheres há sempre esse desvio, consideram todas as hipóteses por muito improvável que seja a sua concretização e por isso andam preparadas, o pior são as costas dos empregados que as carregam e claro o meu dinheiro.

Mas claro por esta mulher eu faço tudo, ela tem o que parece a ingenuidade de uma menina, mas está sempre atenta, e quando importa, o espírito decisivo aparece, e como uma leoa ferida solta as garras, e é por isso, que no nosso real aceitamos tudo.

E por isso quando ela disse, “amor, vai trabalhar, querido, se precisares de mim .., eu vou vadiar ..”, eu ainda ia perguntar, “para onde?”, mas ela adivinhou os meus pensamentos, “para onde eu quiser, querido, para já vou para a piscina, há lá sempre rapazes bonitos”, ela fez um beicinho com os lábios, a passar a mão na minha careca, “importas-te, amor? tu sabes que eu gosto de relaxar”.

Eu ainda insisti, “querida, o trabalho pode esperar, eu posso ir contigo”, ela olhou para mim, “amor, tu sabes, eu gosto que vejas a tua querida brincando, mas hoje ..”, eu percebi ela queria estar sozinha, e aproximou-se do meu ouvido, “eu depois conto tudo”.

E vi sair a minha mulher num bikini minúsculo, o preto ficava-lhe bem, enrolada num quimono florido, sentado na beira da cama, eu tremia de excitação, lá em baixo devia já estar um árabe à minha espera, eu desci minutos depois.

Desci para o átrio, o árabe estava impaciente, “temos de ir”, eu perguntei, “não viu uma mulher passar por aqui?”, ele aproximou-se como se fosse contar um segredo, “eu vi mas não posso dizer abertamente, mas por Alá, caralho, que mulher!!”.

Para ele dizer aquilo daquela maneira, era o suficiente para perceber o efeito que ela tinha nestes homens, eu disse, “é a minha mulher”, ele fez uma curvatura com o corpo, “ai desculpe, desculpe”, eu disse, “não peça desculpa, eu sei o tesão que ela causa nos homens, eu tenho de ir à piscina”.

Ele fez um movimento com a cabeça, “as coisas mesmo importantes podiam esperar”, tomámos a direção da piscina, os nossos pés eram penas que quase não tocavam no chão, e eu vi, ela estava deitada numa espreguiçadeira, ela tinha aliviado a parte de cima do bikini, e quando se levantou, no corpo nu apenas se via um triângulo negro de tecido a cobrir-lhe a cona.

Um pouco afastado eu e o árabe, escondidos, víamos um jovem sentado numa cadeira vestido com uma farda branca, eu pensei, “um empregado?”, que olhava para a minha mulher e quando ela saiu da água e agarrou na toalha, ela virou-se para ele a limpar o corpo e eu vi o contorno do caralho teso dele nas calças justas.

Eu reparei que a minha mulher olhou em volta para os lados para ver se havia alguém à espreita, e não nos vendo, nem a mim, nem o árabe, ela avançou para o jovem, “trabalhas aqui?”, ele sorriu apreciando o corpo dela de alto a baixo, “faço massagens”, ela pareceu surpreendida, “mas és massagista?”, ele sorriu novamente agora mais intensamente, “as minhas massagens são alegres com final feliz”.

Eu reparei que a minha mulher sorriu com uma gargalhada quase impercetível, aproximou o corpo muito perto da face dele, e depois segurando-lhe o queixo com a mão, “eu gosto muito dessas massagens, estás disponível para mim? achas que me aguentas?”, ele retorquiu, “depende do que gosta”, eu e o árabe ouvíamos, “eu gosto de tudo, querido”.

Ela aproximou-se ainda mais, baixou o tronco e pondo-se quase de cócoras, eu vi a minha mulher a passar a mão na verga grossa que o jovem exibia saliente nas calças, ela dizia, “isto ajuda-te nas massagens?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, e ela continuou, “vais massajar-me com este pau amor?”, a voz da minha mulher deixou-me tão teso que tinha medo de fazer algum ruido que me denunciasse a mim e ao árabe.

Ela continuou, “não está aqui ninguém, posso ver?”, ele disse que sim, e eu vi a minha mulher a puxar as calças e a saltar delas para fora uma vara grossa que devia de ter mais de 20 centímetros, ela agarrou no caralho a massajá-lo levemente, “onde me vais dar a tua massagem?”.

Ela continuou a bater o pau, o prepúcio vinha para baixo, e mostrava a cabeça gorda e rosada, ela mal conseguia prender na mão o caralho tão grosso, e foi então que eu vi, ela conduziu os dedos do jovem para o clitóris dela, e ela gemeu de prazer, “hum ai mais mais”, os dedos dele rolavam pelos lábios da cona entre o bikini, a boca dela apertou o pau nos lábios, a língua correu na cabeça grossa, quando começou a estremecer, a cair de joelhos, e eu sabia, a minha mulher estava a ter um orgasmo.

Durante uns segundos ela agarrou no caralho dele, como uma vara para não cair, e ele disse, “vamos para o meu sítio, quero acabar a massagem”, e vi-os a andarem juntos para uma cabana de cortinas de pano, como um solário, mas mais privado, quando o vento batia eu e o árabe conseguíamos ver tudo.


Ela tirou as cuecas do bikini, e o jovem colou o corpo ao da minha mulher, “você gosta no cu”, a minha mulher sorriu de alegria, “gosto muito querido”, ela dobrou-se numas almofadas e ele montou-a por trás, o caralho grosso entrou no vale delicado e entre as nádegas mergulhou na cona, prosseguiu até ao fundo e depois, como se se tivesse enganado no caminho, saiu rápido e espetou-se no cu da minha mulher, “aihmm hum querido”.

O jovem começou a bombeá-la com força, entrava e saia, com as mãos abria-lhe as nádegas, “ai amor massaja-me o cuzinho todo”, ele acelerava empinando-lhe o rabo para cima, para o caralho entrar mais fundo, “aim foda-se que massagem no cu amor mais fundo mais força”, ele estimulado ao limite pela minha mulher começou a tremer e não demorou tempo, ele e ela gemeram e uma golfada de porra saia do ânus da minha mulher.

Eu sabia que era tempo de eu e o árabe irmos embora, mais tarde ela contar-me-ia tudo e eu ficaria a saber se ela era fiel a dizer mesmo o que se tinha passado, eu sentia uma dor tremenda no pau e acho que também tinha me vindo, no carro a caminho dos negócios, o árabe que normalmente falava muito, não abriu a boca, só olhava para o telefone.

Quando cheguei mais tarde, a minha mulher deu-me um beijo na boca e um abraço, “então amor, os negócios?”, eu respondi, “correram bem, melhor do que esperado, o meu amigo árabe ajudou-me muito”, e depois continuei, “e tu?”, ela rodou o corpo, “amor, fiz só uma massagem, depois conto-te tudo”, passaram uns segundos, “vamos estar cá mais tempo, gostei das massagens, acho que vou fazer mais, não te importas querido?”

Eu ia dizer que não, quando ela disse, “humm, e querido, ligou para aqui um teu amigo árabe a perguntar se podia ser o meu massagista”, ela moveu-se suite e eu fiquei ali parado a olhar …

Noiva submissa e os dez conselhos

21:18 0
Noiva submissa e os dez conselhos

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A ligação mais forte com o meu sogro começou de uma forma inesperada e depois de uma primeira intimidade entre nós, passei a gostar muito de visitar os pais do meu marido, que se transformou numa necessidade, essa de sermos alimentados com espírito, mas também por desejo dos sentidos.

Mas o meu marido vê nesta minha união com o pai dele um interesse excessivo e inconveniente da minha parte, e não é que tenha ciúmes, ou sequer que não confie em mim, quando desapareço com o pai lá para o escritório, o meu marido costuma dizer, “pergunto-me o que vocês andam a fazer, já parece que têm segredos”.

Um dia quando chegávamos a casa, eu sentia-me indolente na viagem de carro, o meu marido insistiu, “tu e o meu pai hoje estiveram horas lá em cima, eu estive quase para lá ir, mas …”.

Eu acordei do meu adormecimento pesado, “mas o quê?”, ele continuou, “tu sabes, desde que ele traiu a minha mãe, eu e o meu nunca mais falámos, pelo menos de uma maneira normal, e se tu passas tempo com ele, talvez para mim até seja melhor”.

Eu fixei-o no olhar, “melhor?”, ele prosseguiu, “sim, passo mais tempo com a minha mãe, e assim não tenho de dar desculpas ao meu pai para não lhe ligar nenhuma”, eu olhei de novo para o meu marido, “está bem, querido, combinamos assim, eu cuido do teu pai e tu entreténs a tua mãe”, e não sei, o meu marido pareceu-me agradecido.

Entrámos em casa, tirei a roupa até ficar nua, ia para tomar um duche morno, e o meu marido comentou, “foda-se! querida, estás um tesão, tão luzidia, amor, é como se tivesses estado a foder, ai amor, quero muito lamber-te essa cona”.

Abri a água que corria em queda sobre o meu corpo, e passou-me um filme pela cabeça, foi talvez uns meses antes de casarmos, a mãe do meu marido aproximou-se, e puxando-me com um braço para o lado, sussurrou ao meu ouvido, “hum, minha futura nora, agora que está noiva do meu filho, gostava muito de dar-lhe uns conselhos”.

Eu sorri para a minha quase sogra condescendente, e ela dizia, “ai minha nora gostava de dar-te uma lista de conselhos, é importante que saibam educar os filhos, principalmente as meninas”, eu olhei para o papel escrito numa caligrafia confusa, com um titulo os “dez conselhos para as mães”,

1.°— Revela a tua filha os mistérios da vida na aurora da sua juventude;

2.°— Não fujas nunca á resposta de qualquer pergunta que ela te faça;

3.°— Escolhe os teus criados e criadas com todo o cuidado, pois um auxiliar estúpido pode divulgar-lhe os formosos segredos da natureza de forma inconveniente;

4.°— Procura atrair a confiança de tua filha, para que ela não tema revelar-te os seus segredos;

5.°— Vigia cuidadosamente as amizades que ela escolha, pois, a influência das amizades na nossa vida é um fator poderoso para o bem ou para o mal;

6.°— Estimula a camaradagem de tua filha com bons meninos da idade dela. Recebe-os, mesmo, e acarinha-os, em tua própria casa. Acredita: isso evita que a tua filha brinque com eles na rua às tuas escondidas;

7.°— Não lhe proíbas nada em absoluto. Lembra-te de que o proibido é o mais desejado;

8.°— Dissuade-a de assistir ou ir a bailes ou locais públicos onde se dança. As toilettes, de um sensualismo incrivelmente atrevido, é que convida os homens a comentários e observações indesejadas;

9.°— Permite-lhe que assista a bons eventos de qualidade, como boas obras teatrais;

10.°— Aconselha-lhe a leitura de bons livros. Eles próprios lhe ensinarão o melhor caminho que ela tem a seguir.

Eu ainda ia a meio da leitura dos dez conselhos, quando o pai dele se aproximou de mim, “então a minha mulher já deu recomendações de como deve educar os filhos?”, eu olhei para ele e senti-me intimidada, pensei que no futuro a nossa relação seria sempre informal e distante.

Ele sussurrou ao meu ouvido, “a minha mulher agora é uma beata!”, eu virei-me confusa e surpreendida, “ainda estou para saber como é que uma puta tão boa como ela era se transformou nisto”, a forma como ele tinha dito aquilo tinha sido tão repentina e audível, que olhei para os lados depressa, a julgar que alguém tinha ouvido.

Ele entregou-me para a mão um copo com um vinho do Porto, e sussurrou outra vez, “eu adoro putas, o meu filho é um beato como a mãe”, eu olhei para o vinho como se tivesse uma droga dentro, “eu adoro cona, levanto-me a pensar em cona, o dia todo só vejo cona, e deito-me a sonhar com mais cona”.

A conversa era o que era, mas fugir do meu futuro sogro parecia má educação, ele tocou-me no ombro e olhou para a mulher, “estás a ver aquele cu, ela adorava levar no cu, todos os dias eu partia o cu da minha mulher, e agora? nada!!”, a voz estava irritada e o bafo da respiração no meu pescoço, “e coninha? e chupar no meu caralho? nada!! e ela era tão boa a chupar o meu pau!!”.

Dei conta que a água do chuveiro corria pelas minhas mamas, pelo corpo abaixo, inundando a minha cona, e lembrei-me de uns dias depois quando ele pediu para ir ter com ele ao escritório, uma espécie de sótão fortificado, mais de um mês depois da nossa última conversa, “e então o meu filho?”, eu perguntei, “o seu filho ….?”, ele insistiu, “sim, querida, ele tem comido a tua coninha?”.

Ele não deu tempo para prosseguir, “senta-te querida, hoje estás especialmente bonita, gosto desse vestido”, eu olhei para o vestido e dei-me conta o quanto era curto, se calhar inapropriado para as regras da beata, as minhas pernas estavam todas à mostra até bem ao cimo das coxas.

Eu puxei o vestido para baixo o mais que pude, e ele mirou-me o corpo todo, “deixa-me mostrar-to”, eu sorri um pouco contida, “quer mostrar-me ..”, ele atalhou caminho, “o meu caralho, estou com um tesão tão grande”, e sem eu abrir a boca, ele baixou as calças e eu vi um caralho grosso e rijo de tão teso que estava.

Acho que deve ter engolido em seco, um nó que se me apertou na garganta, mas de um desejo intenso que me excitava por baixo, os meus mamilos explodiam apertados, e ele gemeu piedoso, “chupa-me o caralho querida, esquece o meu filho, ele não te vai foder como eu, deixa-me comer esse teu cuzinho”.


Quando ele disse aquilo, eu recordei-me que o meu noivo e futuro marido nunca se tinha interessado por foder o meu cu, que era uma coisa que eu gostava tanto, e eu perguntei, “pai do meu noivo, não sei?”, ele insistiu, “querida não há problema, casas com o meu filho, mas sabes que comigo não te falta caralho, amor”.

A minha cona ardia de tesão, encharcada da humidade que brotava da vontade do meu corpo, levantei-me da cadeira, e ajoelhei-me aos pés dele, o caralho puxei-o para a minha boca, “linda menina, chupa amor, deixa-me doido, hoje vou comer essa cona e esse teu cuzinho, amor, o que o meu filho não te der, eu dou-te querida, vais ter muito caralho”.

Neste momento, eu ouvi a voz do meu marido, “então querida, ainda no banho?”, os meus dedos brincavam com os lábios da minha cona quando recordava o caralho do meu sogro, que naquela primeira tarde e nesta última de hoje, a enterrar-se no meu cu todo inteiro até ao fundo, fez-me tremer de mais um orgasmo, de um calor que veio de baixo até à minha boca, “ai foda-se! estou-me a vir toda!!”.

O meu marido gritou, “o quê? amor”, eu saí do banho e cai na cama, “ai querido estou tão cansada, eu sei que não gostas do teu pai, mas o meu tempo com ele é tão saboroso”, e o meu marido curioso quis saber, “saboroso, o meu pai? aquele herege, que só pensa em sexo, não imaginas o quanto fico preocupado contido, amor”.

Maridos Alegres

21:38 0
Maridos Alegres

😁
Foda-se! quando a minha mulher disse que eu tinha de falar com o meu genro sobre o assunto de se ser corno (ou o cuck como dizem lá fora), nunca pensei que pudesse ser tão falado e discutido quando dantes o que se queria era que isso fosse segredo, principalmente quando era apreciado, porque isto de ser corno também tem as suas vantagens.

A minha mulher veio ter comigo, “tens de falar com o Xavier, ele anda um pouco confuso, parece que quer saber o que é ser corno, e depois essas novas palavras, cuckold e outras, que fazem de tudo parecer positivo, é a tua filha que arranja problemas, e eu disse-lhe, “fala com o teu sogro que ele tem experiência no assunto”.

Por momentos ainda fiquei na dúvida daquilo de eu ter experiência, mas depois fui à procura do Xavier e com um ar superior de entendido, perguntei, “então meu rapaz, o que queres saber?”, e ele respondeu que tinha discutido com a minha filha e que ela batia o pé a dizer que havia o corno mau e o corno bom, que este partilhava a mulher com outros, e que ficavam todos a gostar muito.

Eu perguntei, “tens mesmo a certeza? a minha filha disse isso?”, ele acenou que sim, “mas porquê o interesse agora?”, ele dizia, “acho que ela falou com a mãe, que andava um pouco triste, talvez muito insatisfeita e depois, meu sogro, elas começaram a falar e era corno para aqui e para ali, e como eu não sei nada disso, por isso é que vim perguntar”.

E então eu perguntei, “mas afinal o que queres saber?”, ele parecia reticente, como se fosse dizer qualquer coisa estúpida, “não sei, fiquei com a ideia que a sua filha quer que eu seja corno, mas um corno satisfeito e alegre, não é como daqueles que havia dantes que era uma vergonha, ela até disse, vê o meu pai, não vês como anda muito bem”.

Estive ali a marcar passo, como agarraria no problema, “aí a minha filha disse isso?”, ele mexeu a cabeça, “pelo que a sua filha disse fiquei a pensar que o meu sogro e a minha sogra têm algum entendimento, têm?”, agora fui eu a abanar a cabeça, “nós temos um entendimento, mas eu não diria que sou corno, digamos que nós brincamos juntos.”

Ele fazia uma careta de não perceber nada e querer mais esclarecimentos, “não sei se a minha filha sabe, mas eu e a mãe dela gostamos de mais gente no meio”, ele sorria com a minha explicação desastrada, “o que quero dizer é que não me importo que a minha mulher foda com outros homens, ao contrário de ficar incomodado até gosto e aprovo.”

Perguntou ele, “mas … o meu sogro descobriu alguma coisa .. apanhou a sua mulher a foder com outro … e depois resignou-se …”, agora fui eu a fazer uma careta, “não, na altura andava a fantasiar, quando a via a falar com um homem ou um rapaz mais novo imaginava e fantasiava com ela a levar no cu, e isso dava-me um tesão enorme”, ele baixou os olhos e insisti, “e tu? já tiveste essa visão da minha filha a levar na cona de outro homem?”, ele respirou profundamente, “já, e não só, ela a chupar um caralho e a levar no cu”.

Eu perguntei, “e ficaste excitado com essa visão? “, ele dizia que sim, “e não imaginaste mesmo a minha filha a chupar um caralho e tu a ver? e a acompanhar?”, ele dizia sim, sim, ficava com o meu pau teso só de pensar, e depois rematei, “isso não é ser corno, eu sei e aprovo, eu sou antes um marido alegre, e foi assim que combinei com a minha mulher”, ele dizia, “sim, mas ainda não percebi, como foi que conseguiram?”.

Eu olhei para ele, “ouve, Xavier, cada um tem o seu estilo, eu e a minha mulher, ela gosta de ser submissa, e um dia tivemos a visita de um amigo, que galanteava a minha mulher, e eu fui ter com ela e disse, “eu quero muito que fodas com ele, ela ficou admirada, e quando ela ia a dizer que não fodia, eu insisti e disse que quem dava ordens e mandava era eu, e que ela tinha de me obedecer”.


O meu genro perguntou, “e a sua mulher obedeceu?”, eu respondi, “a minha mulher gosta de ser dominada, de estar por baixo e de ser submissa, e havias de ver, ela adorou, nunca tinha visto a minha mulher a foder daquela maneira, caralho, cona, cu, tudo, nunca me senti tão alegre e satisfeito, quando ele tremeu de orgasmo”, ele sussurrou, “mas ainda fazem essas … combinações?”, eu sorri, “claro, nós temos uma vida sexual ativíssima, a minha mulher agora é uma hotwife, e já nem a posso parar, só pensa em foder, e eu fico tão satisfeito”.

E depois continuei, “a minha filha se calhar também quer a mesma emoção da mãe”, ele mexeu as sobrancelhas, “emoção? levar na cona de outros homens com a minha aprovação, um marido contente como o meu sogro, isso não vai dar problemas?”, parecia desajustada aquela observação, “problemas? Eu nunca andei tão contente, ela anda sempre esfomeada, a alegria, a pele, a saúde, é tudo, nunca esteve tudo tão bem”.

“Mas caralhos maiores?”, eu fiquei a olhar para ele, a pensar no que tinha dito, “caralhos maiores?”, e ele prosseguiu, “posso ficar com alguma insegurança .. ver a sua filha a levar na cona com um caralho enorme”, eu sorri, “meu genro, registo o que digo, quantos maiores forem mais alegres ficamos, eu adoro ver a minha mulher a apanhar com um caralho gigante e a gemer de dor e prazer”.

Depois ele perguntou, “mas como é que faço?”, eu respondi, “eu vou dar-te um grande conselho, eu conheço a filha que tenho, nunca vi uma puta tão grande, se eu fosse a contar os gajos que a foderam perdia aqui muitas horas contigo, trata-a como uma puta que ela vai gostar, da próxima vez dizes à minha filha que ela não tem desculpa, e que vais arranjar um caralho teso para a castigar, para tu ficares alegre, ela só tem é de foder”.

Pode ser só um mau hábito - Quarta Aula

18:15 0
Pode ser só um mau hábito - Quarta Aula


Íamos a caminho do aeroporto para ir buscar o A., o companheiro da minha mãe que há mais de três meses estava preso numa plataforma de petróleo do mar do Norte, e eu que não dormira nada a pensar no que acontecera no dia de ontem, com a minha mãe a chupar o meu pau, o sol batia-me nos olhos à medida que o carro avançava aos solavancos, e eu pestanejava de dor.

Ela pareceu surpreendida com o meu silêncio, “o que se passa?”, eu olhei para ela, “a tua performance onde à noite no sofá!”, ela sorriu, “não fui eu, lembraste? era a tua namorada, mas ela fez-te uma boa performance, gostaste?”, eu respondi, “gostei, mas não sei se era por seres tu, ou essa namorada inventada”.

Acho que fui eu que mudei de assunto, “O A. deve vir cheio de fome?”, olhei para o vestido simples que trazia, daqueles de cheiro a verão, que recuou quase tudo até cima, a perna dela robusta, a pisar no acelerador, os seios soltos, levemente apertados num laçarote, “humm amor, a fome dele de cona dura pouco tempo, porque é que achas que tenho de me governar, e depois três, às vezes, seis meses fora, o A. sabe bem que ando a foder”.

Eu perguntei, “e ele? não se importa?”, ela deu uma pequena gargalhada, “não querido, o A. é uma espécie de corno apático, ele não quer é saber de detalhes, para ele é como se não soubesse de nada e eu continuo a ser o amor da vida dele”, e eu insisti, “e és mesmo? o amor da vida dele?”, ela sorriu condescendente, “sou mesmo, querido, o A. é o homem que me entende, como humanos ao cimo da terra ele é único, as fodas por fora, são uma brincadeira, uma coisa animal, e ele sabe”.

Mas agora foi ela a mudar de assunto, “e tu filho, essa coisa de seres bicha, achas que consigo converter-te”, rimo-nos os dois, “converter em quê?”, e ela continuou, “então de bicha para hétero, ou pelo menos bissexual, filho, como o teu pai disse, não podes andar só a levar no cu”, eu intervim, “eu gosto de levar no cu, mãe, dá-me prazer”.

Ela prosseguiu com a conversa, “mas querido, conta-me, sei lá, uma vez qualquer, como aconteceu”, eu disse, “posso contar-te uma das últimas, não sei se foi a partir daí que o meu pai começou a dizer que eu era bicha”, e ela insistiu, “ainda melhor, conta”, o aeroporto não estava assim tão longe, a memória daquele dia voltou à minha cabeça, e eu senti que o meu pau endurecia.

Eu continuei, “basicamente começou com um amigo do meu pai, ele estava lá em casa e deu-me boleia”, a minha mãe voltou um pouco a cara, “já estou a ver, tu seduziste o homem”, eu passei a mão no meu caralho teso, “acho que foi mútuo, o pai tinha estado a noite toda a dizer que eu era bicha, e não sei porquê, ele logo que teve uma oportunidade, veio-se logo embora”.

“Mas filho, tudo bem, já conheço o teu pai, acho que ele também é bicha, não quer é assumir, mas como foi isso de ires de boleia?”, eu respondi, “oh, mãe, isso foi inventado, porque a nossa sedução mútua começou lá em casa, ele olhava para mim e eu para ele, e quando eu perguntei se ele me podia deixar num sítio, nós já sabíamos que íamos foder, é como tu, mãe”.

Ela perguntou, “como eu como?”, eu insisti, “quando te encontras com um homem ou falas de certa maneira, já sabes o que vai acontecer, e eu com ele foi a mesma coisa, quando o pai foi ao escritório, ele virou-se para mim e comia-me com os olhos, eu reparei, ele passou a mão junto ao pau, e eu percebi que ele estava teso, não enganava, ele estava a pedir para me foder o cu”.

Ela sorriu, “que tesão, filho, e o caralho dele? era bom?”, eu respondi, “adorei, um tesão, adorei dar-lhe o meu cuzinho, e foi mesmo no carro, no caminho parámos num sítio que parecia um pinhal, e, mãe, eu despi os calções, e foi assim, eu abri-lhe as pernas e ele fodeu-me como se fodesse a mulher”.

Ela deu uma gargalhada, “estamos quase a chegar, e, caralho, filho, e ele tem mulher? ele é casado?”, eu respondi, “é mãe, é casado, mas passava mais tempo em nossa casa com o pai, do que com a mulher, é como dizes, o pai deve ser bicha e não quer reconhecer, e a ligação deles?”, ela estava curiosa, “ligação como?”, eu continuei, “não sei, é como se fossem íntimos, ou como se um deles estivesse apaixonado, sem querer reconhecer”.


Saímos do carro, batemos as portas, fomos caminhando até à porta de saída, “vamos, o A. deve estar à nossa espera”, e depois olhou para mim, “é como te digo querido, o teu pai também gosta de levar no cu, não quer é sair do armário”, olhámos para um aglomerado de gente e lá no meio sobressaia um homem alto, “é ele, querido”, ela correu para o A., ele sorriu a dar-lhe um grande abraço, e foda-se!! ocorreu-me que nunca o tinha visto.

Mas à medida que se ia aproximando, eu percebi, era um homem bonito, mas tão mal empregue nas garras da minha mãe.