2022 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Caminho de lágrimas

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Caminho de lágrimas

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O dia estava solarengo, com um sol de verão, mas o frio rasante não dava tempo a que o corpo aquecesse, afinal era inverno e esse espírito, de não ser ainda o tempo, vence qualquer tentativa mais temerária.

Por isso quando eu e a minha mulher chegámos àquele hotel rural, coisa pequena, mas engraçada, de escapadelas de fim de semana, eu disse, “ahhhii, querida espero que não esteja muita gente, vamos passar os dias no quarto”.

Estas fugas para o campo tinham essa ideia, deixar os filhos em casa, e poder sossegados dar umas fodas na nossa mulher, sem estar sempre a pensar que os filhos vão ouvir, o caralho a entrar e a minha mulher a gemer.

No caminho a minha mulher punha a mão no meu pau, eu a ter cuidado com a condução, ela dizia, “amor, espero que estejas preparado, tenho andado esfomeada, estou sedenta de caralho”.

Tínhamos arrumado as coisas, a minha mulher ficou no quarto, eu disse, “amor, vou só explorar o hotel”, e vagueei por aqueles cantos, e parecia-me que estava vazio, só um empregado e mais ninguém, quando entrei na piscina interior, estava um homem a ler

Achei estranho e solitário, um homem novo, que parecia estrangeiro, ali sozinho, junto à piscina, sentado numa almofada, aproximei-me e acenei com a cabeça, “boa tarde”, eu ouço o som das palavras, “boa tarde” e um sorriso, aproveito a oportunidade, para vê-lo melhor, era corpulento e bem constituído, via-se que estava em forma e daquela maneira que se nota de ter uma vida tranquila.

Fui ter com a minha mulher, e disse, “amor, o hotel está vazio, só vi um hospede, aqui há uma piscina interior, ele estava lá sozinho, que estranho”, ela perguntou, “estranho porquê?”, eu continuei, “não sei, parece estar sozinho”, a minha mulher prosseguiu com as arrumações, eu disse, “anda, amor, vamos dar um mergulho, agradou-me a piscina, pareceu-me agradável”.

Ela riu-se, “pareceu-te agradável, quem? ele?”, eu disse, “não, a piscina”, ela perguntou, “que devo vestir?”, eu continuei, “o que quiseres, querida, a piscina excitou-me, é sexy, aquecida e parece daquelas que se vê nos filmes, com azulejo, muito intima”, ela estava na dúvida, a olhar para o bikini, “só trouxe este, amor”, eu insisti, “qual é o problema, amor, tu és linda, qualquer coisa serve, vais ver”, ela virou a cara, “vou ver o quê?”.

Ela vestiu o bikini, e insistiu na pergunta, “vou ver o quê?”, “nada, querida, a piscina é excitante, vais ter vontade de nadar nua”, ela riu-se, “e o homem?”, eu continuei, “nada, amor, ele quando mirar o teu corpo bonito, vai gostar, e não vai dizer nada”, ela riu-se novamente, “eu ia ter vergonha”, e depois disse, “vamos, querido, estou curiosa”.

Agora fui eu que brinquei, “curiosa, com quem, com ele?”, ela tremeu o corpo, “também, amor, disseste que ele era estranho”, passou-me nos olhos a imagem do hóspede, para além de corpulento e com o corpo bem trabalhado, tinha um aspeto másculo, vestia uma t-shirt e um calção speedo bem justo, e eu olhei, tinha um volume gigantesco.

Entrámos na sala da piscina, ele ainda lá estava, a minha mulher e ele trocaram olhares, ele mexeu a cabeça, ela tirou a túnica que tinha vestida, e mergulhou silenciosa na água, num caldo tépido como uma pasta.

Eu reparei que ele tinha fixado os olhos no rabo da minha mulher, era irresistivel, uma perfeição de proporções, eu olhei para ele, aproximei-me um pouco mais dele, e sussurrei, “gosta do rabo da minha mulher?”, ele engoliu em seco e a enorme maçã-de-adão mexeu, eu continuei, “é normal, os homens não resistem ao rabo da minha mulher, é bonito?”, ele abanou a cabeça, “é maravilhoso”, eu sorri a concordar.

Ele e eu ficámos a olhar para a minha mulher que flutuava na água, “eu disse à minha mulher que podia nadar nua”, ele ficou em silêncio e eu continuei, “não se incomoda?”, ele lambeu os lábios, abanou novamente a cabeça, e eu perguntei, “quer ver a minha mulher nua?”, ele sorriu a pensar que eu estava a brincar, olhei para o volume e estava todo inchado, a verga forçava os calções para a fora e quase se via a cabeça.

Eu tinha-me aproximado mais e estávamos quase juntos lado a lado, e ele disse, “você tem muita sorte”, eu virei a cara, “por causa da minha mulher?”, ele continuou, “sim”, e ele depois perguntou, “como é que é ela na cama?”, um homem a perguntar como era a minha mulher a fazer sexo deixou-me excitado, “ela é boa, uma loucura, um tesão de mulher a foder, eu é que não sou”.

A minha mulher estava a sair da piscina, e ele ainda perguntou, “não tens pau para ela? Ela deve ser uma boa foda”, não fui a tempo de dizer nada, a minha mulher juntou-se a nós, ele e eu olhámos para as gotas de água a cair-lhe no bikini no sitio da cona, o pau dele quase explodia, a minha mulher mirou-o de alto a baixo, eu puxei-a para o meio de nós, “senta-te aqui, querida”, ela ainda secava os cabelos.

Ela depois olhou para ele, olhou para as pernas dele, para o volume cheio, e ela perguntou, “está a gostar?”, ele olhou para a minha mulher, para as mamas, para o ventre, os mamilos debaixo do bikini, ele depois olhou para mim por trás dela, e disse, “a gostar? Sim, estou muito”, a minha mulher riu-se, “referia-me ao hotel”, eu vi novamente a maçã-de-adão a mexer, “sim, sim, mas estou sozinho”.

Eu achei que era altura de intervir, “querida, ele não se importa de estares nua”, a minha mulher mexeu o corpo desconfortável, ela olhou para o homem, baixou a cabeça a ver o volume inchado, “não se importa mesmo? Eu gosto de nadar nua”, ele sibilou umas palavras, e ela perguntou, “nós estamos sozinhos?”.


Ele mexeu os olhos, “estamos, ninguém vem aqui”, a minha mulher virou-se para mim, “amor, eu só tiro o bikini se vocês tirarem, querido”, ela depois virou-se para ele e depois novamente para mim, “não ficas incomodado querido?”, e antes que eu dissesse alguma coisa, ela fez um gesto largo com a mão, “não não ficas”, e depois ela tirou o bikini, o soutien e a cueca, e eu vi, ele ficou hipnotizado, a mirar intensamente as coxas nuas da minha mulher.

Ela esperou, e disse, “o meu marido dá-me prazer, mas não é muito grande”, e depois a olhar para a verga grossa, ela perguntou, “posso?”, ele disse que sim, e ela, com um dedo, puxou os calções para baixo, e saltou uma cobra nervosa, a mexer-se e a ficar tesa, a minha mulher encostou-se no meu ombro, “vê, querido, que grande”, eu olhei por cima, ela continuou, “posso tocar-lhe querido?”.

Eu não disse nada, houve um acordo silencioso, a mão dela apertou o galo ereto, a piça era enorme e a cabeça grossa, começou a acariciá-lo, puxava-lhe o prepúcio para baixo, eu olhava pelo ombro da minha mulher, a mão dele voou por dentro das coxas, e dois dedos entraram na cona da minha mulher, estavam molhados e ela excitada, e ela disse, “ai querido, estou tão esfomeada, mas aqui não, vamos para o quarto?”

O meu pau estava duro como pedra, e perguntei, “vamos nós os dois?”, os olhos molhados dela viraram-se, “aihmm, amor, quero uma coisa um pouco maior”.

Castelo do swing

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Castelo do swing


Foi pela manhã que uma amiga da minha mulher ligou a perguntar se nós sempre íamos à festa, eu fiquei um pouco espantado, “festa?”, “sim”, ela insistiu a dizer que tinha falado com a minha mulher, mas que ela estava na dúvida e não sabia o que eu ia dizer, e quando quis saber mais, ela disse, “não fala com ela, é melhor”.

Mais à noite, quando a minha chegou a casa, eu perguntei, “a C. ligou a falar numa festa”, mas a minha mulher desviou a conversa, “é melhor não, amor”, mas eu insisti, “não? Porquê? Não temos feito nada, sairmos podia ser bom”, a minha mulher enredava o assunto, até que disse, “amor, não é uma festa como as outras”, “não?”, ela continuou, “ela e o marido gostam de fazer umas festas de fantasia, mas é swing, querido”.

Eu fiquei a olhar para ela, “swing? Swing como? De troca de casais?”, a minha mulher abanou a cabeça, eu perguntei, “mas nunca me falaste nisso?”, ela respondeu, “nunca falei porque não sabia o que podias achar do assunto”, eu prossegui, “mas o que achas que eu poderia dizer sobre isso?”, ela baixou os olhos e disse, “não sei, tu sabes como é o swing? Podias não gostar de me ver a ser fodida por outro homem”.

Ela movimentou-se pela casa, “vou tomar um duche, estou cansada”, e quase que fui atrás dela, e perguntei, “mas já foste alguma vez a essas festas?”, ela virou a cabeça a tirar a blusa, mandou-a para cima da cama, e depois o soutien, “já querido, mas não vivíamos juntos, a C. pedia, para ser mais uma mulher, e o marido dela tem uma fixação por mim”, eu imaginava a cena, e estava curioso.

Vejo-a a entrar no banho, a abrir o chuveiro, e eu pergunto, “o marido dela? Mas que fixação é essa?”, ela gritou, “ele adora foder-me, amor, só isso”, eu estava a ouvir, “mas ..., já te fodeu, e depois se vamos à festa, ele vai querer foder-te?”, ela riu-se e eu via o corpo dela ensaboado, “o que é que achas, amor? Ele e outros, até negros”, eu estava a pensar no assunto, e sentia o meu pénis duro como pedra, ela continuou, “da última vez, ele contratou um negro grande só para foder a mulher dele e nós ficarmos a assistir”.

Ela saiu do banho a secar-se numa toalha, e olhei para o corpo dela, luzidio como de uma romã e rijo como de uma atleta, eu perguntei, “mas como se faz?”, ela virou os olhos, “não vais dizer que gostavas de ir? Sabes o que isso significa? Não te vais arrepender?”, ela virou o rabo, e eu disse, “o quê? Que vou ver-te a seres comida por um gajo qualquer? Se me vou arrepender?” eu aproximei-me dela e disse, “não sei até posso gostar!”.

E depois eu prossegui, “e eu? Posso foder a C. ou outra gaja qualquer?”, ela secava os cabelos na toalha e disse a rir-se, “até podes ser fodido, o marido dela é bissexual, ou comeres um cuzinho”, a minha excitação era tanta que ela olhou para o meu pau ereto e deu uma gargalhada, eu perguntei, “porquê, querida? Gostavas de ver o teu amor a levar no cu?”, ela mandou-se para cima da cama e chamou-me com o dedo, eu pus-me ao lado dela, e ela sussurrou ao ouvido, “gostava, amor, o meu antigo namorado foi comigo e o marido da C. comeu-lhe o cu”, eu olhei para ela, e ela continuou, “e ele adorou ser penetrado”.

Era fim de semana quando fomos para casa deles, eles tinham combinado que levássemos roupa de fantasia, coisas mínimas a imitar a Cleópatra ou um senador de Roma, a minha mulher levava um biquíni de couro e alças, com os seios apertados em cima, duas peras cheias e inchadas, enquanto eu levava uma túnica com mais nada por baixo, tivemos um pouco a falar com eles, e o marido da C. agarrava na mão da minha mulher, a dizer, “estás linda, sempre na mesma”, e depois olhava para mim com um ar de desdém como se não merecesse a minha mulher.

A sala estava com algumas pessoas, deitadas ou sentadas em canapés e almofadas, foi o suficiente para me distrair e ele levar a minha mulher, a C. agarrou-me no braço, “pensei que não vinham, o que o fez aceitar?”, eu fixei-a nos olhos e encolhi os ombros, ela sorriu, “a tua mulher gosta de ser o centro das atenções!!”, eu disse, “nunca reparei nisso, ela até é bem discreta”, ela insistiu, “não aqui! Ela aqui é outra pessoa, fica louca e gosta de foder com vários homens, e ao mesmo tempo, sabes isso, não sabes?”, eu fiz um jeito com a boca, e ela prosseguiu, “acho que te excita, acho que estás a imaginar a tua mulher a ser penetrada e isso dá-te tesão”.

Ela concentrou o olhar na minha túnica, e percebeu que ela estava levemente levantada, e depois puxou-me para umas almofadas e disse, “talvez gostes de mim? Queres foder-me?”, eu olhei para o corpo dela de alto a baixo, ela tinha um corpo fantástico e a roupa era tão pouca que estava quase nua, só tinha um triângulo de pele de leopardo sobre os pelos púbicos e do rabo saia-lhe uma cauda encaracolada.

Eu pensava no que ela dizia, a lembrar-me da vontade de ver a minha mulher de perto, a imaginá-la a ser lambida por um negro e depois o pau grosso a entrar nela, que ela se virou para outro assunto a descolar para outro lado, quando apareceu a minha mulher, “estás bem?”, “sim, tudo bem, onde estiveste?”, ela avançou, deu-me um beijo na cara, e disse, “estive com ele, estive a chupar-lhe o pau, e depois chupei o pau de um amigo dele, ele disse que queria ver-me a chupar o pau do amigo”.

Ela estava elétrica e eu desapontado, “eu gostava de ter assistido”, a minha mulher riu-se e encostou-se a mim, “sabes, aqui, é para nos oferecermos a outros”, eu olhei para a sala em volta, e ela insistiu, “já me abordaram vários”, eu perguntei, “o quê? Homens?”, ele mexeu os lábios, “sim querido, queres ver a tua mulher”, e fez um beicinho, “queres ver-me a levar no cu, amor”, eu dizia a sussurrar ao ouvido dela, “quero querida, com um galo bem grosso e comprido”.


Ela riu-se, aproximou-se do meu ouvido, “eu disse-lhe”, “disseste o quê?”, ela respondeu, “eu disse ao marido da C. que querias levar no cu”, eu virei a cabeça, “querida? Eu não disse isso!”, ela mordiscou-me a orelha, “eu adorava ver um macho a submeter-te”, eu perguntei, “porquê, amor?”, ela continuou, “não sei, a ideia de ver um macho a montar-te, e depois ele montar-me a mim deixa-me louca”.

Eu olhei em volta e os corpos enrolavam-se uns nos outros, ela agarrou-me na mão, “anda”, entrámos num quarto pequeno e, de lado, estavam vários homens e mulheres, e a C. e o marido dela, todos esperavam pelo espetáculo, a minha mulher falou-me baixo, “põe-te em posição, amor”, eu perguntei, “como?”, ela insistiu, “de quatro, querido, ele quer montar-te por trás, para todos verem”, eu tirei a túnica romana e olhei para os homens e as mulheres, parecia um ritual antigo.

A minha mulher voltou a sussurrar-me ao ouvido, “fecha os olhos, amor, ele vai penetrar-te, é um pau grande”, e foi repentino, senti uma dor, o galo ereto e rijo, roçou-me o ânus e depois fez força, levantei as nádegas, ele montou-se em cima, e as pernas rijas, as coxas a apertar-me, ia batendo para a frente e para trás, até que se libertou da força, o ânus abriu-se todo como um anel, e sugou o pénis todo, a escorregar no meu reto até ao fim.

Sei que gemi, mas não me lembro, sentia os corpos presentes em meu redor, respirações pesadas e um cheiro a sexo intenso, ele fazia-me força nas costas e a minha mulher dizia, “come-lhe o cuzinho todo, fode-o com esse pau, arrebenta-lhe o rabo”, como uma onda ou um pistão de um carro, a verga grossa entrava e saía, e a força de um macho cobria-me pelas costas, até que ouvi um urro, ele e eu estávamos no limite, e comecei-me a vir em gotas que caiam-me do pénis.

Fechei os olhos novamente, porque ele não desistia, um jato quente inundou-me todo, golfadas de porra saiam cá para fora, e ele entrou novamente, a bater com os quadris nas minhas nádegas, puxou-me pelo pescoço para cima, bateu mais umas vezes, e senti, veio-me mais outra vez, e era o fim.

Eu caí para o lado, senti uns braços e umas mãos que me puxaram para o lado, para junto da parede no meio dos outros, lembrei-me do que dissera a C. lá dentro, a minha mulher deitou-se, o rabo para cima, nas almofadas e um negro enorme, como um daqueles Mandingas gigantes, começou a penetrá-la, a cona abriu-se toda, o meu pau endureceu novamente, na penumbra pareciam sombras, quando senti a C., dobrou-se no meu colo e chupava-me o caralho.

Um homem mais velho que assistia a tudo, aproximou-se do meu ouvido, roçou o corpo nu nas minhas costas, “mete a mão no meu pau”, a C. continuava a chupar, a minha mão procurou o pau dele, era uma verga rija e grossa, ele continuou, “gostaste de levar no cu?”, eu disse que sim, ele encostou-se mais, a minha mulher gemia, outro negro juntou-se ao outros e começaram os dois a fodê-la.

Depois senti o homem a roçar no meu cu, e ele disse, “deixa-me enterrar quero comer-te o cuzinho também”, eu virei o traseiro para ele, ele agarrou-se à minhas nádegas e eu senti-o de lado, da maneira que ele me fodia, o galo ereto e comprido, que ele ia enterrando no meu ânus, ele bateu várias vezes, até se vir.

O negro tinha a minha mulher apertada entre as pernas, a estaca negra e grossa apertava-se no ânus da minha mulher, ela gemia de prazer, “aihm foda-se aihm come o meu cu todo, parte-me toda”, até que tremeu o corpo, em convulsões de um orgasmo, “aihmm foda-se aihm que me venho toda caralho”, tremeu mais e tombou para a frente.

No regresso, a minha mulher perguntou, “e então?”, eu respondi, “adorei, mas dói-me o cu”, ela soltou uma gargalhada, “também eu, amor, tenho o cu todo fodido”.

Contos eróticos de Natal - # Flores da cinza

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Contos eróticos de Natal - # Flores da cinza
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evo ter-me atrasado. Não fiz bem as contas. É sempre o mesmo. E agora? Incomoda-me isto. Comprometi-me e agora, porra!!. Parece que esta coisa de ser-se feliz também incomoda. Como nos realizamos? O tempo perde-se como areia ..

Há duas horas que conduzo em direção ao Norte, o meu amigo disse-me uma coisa enigmática ao telefone, “só preenchemos a vida com pessoas boas, nem que seja para nos incomodarem, anda, mete-te ao caminho, caralho, estamos à tua espera, amigo contamos contigo”, é como se fosse sem destino, e esta chuva!!


Tinham passado mais de dez anos, o que vou encontrar? E porque disse ele aquilo? Não falámos muito mais, e ainda por cima ter esta coisa minha, este hábito de confrontar as perguntas e as respostas em mim mesmo, sem poder equilibrar com opiniões, com discordâncias, tudo se resolve em mim, do principio até ao fim, foda-se! Pensava que essa coisa de jovem, de sentido da vida, estava resolvida. Tinha-me até esquecido.

O tempo voou mesmo, com sentido nenhum, as contas foram todas mal feitas, foi medo, preocupações com problemas e obstáculos, foda-se, detesto obstáculos, detesto desvios, nada como linhas retas, como esta estrada escura, molhada e fria.

Entro numa área de serviço, tenho de meter combustível, ainda me faltam uns bons quilómetros até chegar a casa deles, foda-se!! que frio gelado, não se vê ninguém, quase me esqueço que é Natal, que coisa mais lúgubre de pessoas em redor de uma mesa.

Festejam o nascimento de uma pessoa, que já sabem porque morre, quando morre, como morre e principalmente o que se sofre.

Estaria ele sozinho naquele momento como eu estou aqui? Porque morrer não é necessariamente mau quando antes se sofre assim. E o mais ilógico, como as suas palavras se separaram da sua vida e adquiriram vida própria.

Estava uma mulher mais velha na caixa. Recebeu o meu pagamento e sorriu. Não sei se eu retribui, eu devo ter perdido o meu tempo a pensar nos seus sentimentos, que estávamos naquele momento nas mesmas condições de solidão, quando eu nunca percebi esse conceito e fui sempre mais prático, que tinham escolhido a empregada mais velha porque “precisava” menos do Natal e alguém teria de estar a trabalhar.

À saída da loja, caminhava para o carro, apertei a gola do sobretudo em redor do pescoço, ainda pensei nela e corrigi-me, fi-lo rapidamente, hoje pareceu-me necessário, habitualmente não ligo a ninguém, tenho a dificuldade de compreender que há pessoas no mundo.

A minha cabeça apagou-lhe as rugas da cara e debaixo daquela capa do tempo, dos registos da vida, entrei mais profundo, uns segundos gastos, mas que mulher bonita!! noutra altura eu podia tê-la amado, em circunstâncias aleatórias, em que as pessoas se encontram por vezes, mesmo quando nada têm a ver umas com as outras.

E foi o suficiente, descobri que não era por ela ser velha, ou porque não precisava, ela era simplesmente generosa, e quando fui ainda mais fundo, pensei, talvez afinal fosse mesmo daquelas pessoas diferentes de mim e que têm tudo.

Sim, concordo, é generosa porque não precisa, e quem a ama terá apenas que a dispensar e partilhar neste dia, haverão muitos outros.

Fico parado no meu carro, pensando que para mim não há muitos outros, porque são raros. Já sei que não chegarei a tempo. Ainda estou a tempo de desistir, posso voltar para trás, tenho explicações, justificações, quanto a isso o meu engenho é ilimitado.

Agarro no telefone e uma humidade inunda-me os olhos, “não vou chegar a tempo, talvez para o ano”, do outro lado um silêncio, quando é longo demais é já ruido, “por favor, vem devagar, contamos contigo, o nosso programa és tu, esperamos se for preciso até de manhã, se não vieres não terá sentido termos-te ligado”.

Não sei se forcei o acelerador, antes disto tinha andado mais devagar com certeza, porque quando reparei estava à porta dele, agarrei no telefone, mandei a mensagem, “estou aqui”, abriu-me a porta uma mulher, demorei talvez uns segundos a reconhecê-la e antes de abrir a boca de surpresa o meu amigo de infância apareceu à porta com uma alegria rasgada, “entra, caralho”.

Sentaram-se no sofá a olhar para mim, em silêncio como se eu fosse motivo de análise que interessasse, se me faltava alguma coisa, se o meu eu resistente e incorrupto ainda ali existia, enfim se eu ainda podia ser a criança dantes, se era possível recordar e reviver, saíram-me umas palavras da boca, “casaste com ela?”.

Soltaram uma gargalhada uníssona, tão espontânea, tão reconhecida, arrancada da minha memória, mas sem deixar ferida, ela disse, “lembras-te?”, eu baixei os olhos, “se lembro, foste tu que, enfim ..”, eles sorriam, abanando a cabeça a dizer, diz, diz diz, mostrando pares de dentes brancos, “.. enfim ... perdi a virgindade contigo”.

O meu amigo deu uma gargalhada, “e também eu, caralho, que foda ...”, ela olhava para mim e foda-se!! regressou uma humidade aos meus olhos, e a mesma generosidade da velha, era igual, pensei eu, há bens que não permitem graduações, são como são.

Ela disse, “eu adorava como vocês me partilhavam ..tantas vezes ... eu sei que não é muito cristão”, o meu amigo olhou para mim, puxou-me pelo braços e pelos ombros, “anda vamos comer e beber, e foda-se!! meu amigo, há coisas que não mudam ... adoro esta puta”.

Eu mostrei os meus dentes e ri-me, “eu também ..gosto dela ”

Elixir de amor em manhã de verão

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Elixir de amor em manhã de verão


Tínhamos ido para o sul gozar uns dias de férias, eu e a minha mãe, para uma zona que ainda não conhecíamos bem, o meu pai tinha dito que depois iria mais tarde, que ainda tinhas uns negócios para tratar.

De manhã a minha mãe tinha vestido um daqueles vestidos de verão, em musselina estampada, meio transparente, em que se viam as linhas de um bikini negro, mínimo, reduzido, e disfarçado, nas formas do corpo e pele bronzeada, feito de tecido rendado e acetinado.

Ela dizia em gritinhos nervosos que queria experimentar uma praia, uma amiga tinha-a aconselhado, eu achei cedo mas fomos, e lembro-me de caminhar na areia, para uma zona lateral mais resguardada, ainda não se viam muitas pessoas, procurámos um lugar e estendemos as toalhas.

Só depois de passar toda aquela euforia, eu concentrei a minha atenção para os lados, e reparei que sem sabermos, ou pelo menos eu, porque a minha mãe parecia saber, estávamos numa praia de nudistas, ou melhor de gente nua, com ajuntamentos e conversas, com aquele ar de à procura de sexo.

O andamento ainda tinha começado, mas se àquela hora já era assim, imaginei o que seria depois a meio do dia, a minha mãe endireitou-se e disse, “filho, vou tirar a parte de cima!”, e despiu de seguida a parte de cima do bikini, vi-lhe os seios fartos e os mamilos que mais pareciam bagos de uva frescos, que abanavam docemente, em cada movimento, enquanto girava o corpo para guardar a roupa.

Olhei mais para o fundo e reparei que uma gaja loura chupava um pau teso de um gajo, ele estava deitado numa espécie de relax absoluto, de olhos fechados e a gozaro sol novo, mais dois gajos ao lado que estavam ali a ver como se fosse um espetáculo a apreciar como ela chupava.

Virei a cabeça para o lado e encontrei os olhos da minha mãe, que lambia os lábios de ver também o que eu via, quando ela disse, “porque é que não te pões mais à vontade?”, eu perguntei, “mais à vontade?”, “sim tira os calções!”, eu concentrei-me na zona da testa, “o quê? Eu tirar os calções?”, “sim, eu vejo que estás excitado, põe-te à vontade, não tenhas vergonha”.

E eu tirei os calções, e naquele momento olhei para um gajo que passava e consegui ver o tamanho que ele tinha, um pénis gigantesco balançava entre as coxas e dois colhões cheios, como os de um touro ou de um cavalo, a minha mãe sorriu, “é bem maior que o teu, é quase o dobro”, e sorriu outra vez, e eu disse a rir também, “sim, é enorme”

Ela respirou fundo, como se a ajudasse por tremer o corpo todo, e reparei que as uvas das mamas estavam agora mais rijas e escuras, ela sussurrou, “e bem maior que o do teu pai, também, imagina o que é uma mulher ser comida por este macho”, eu virei a cara, “eu imagino o quê?”, ela prosseguiu, “ele deve ser uma boa foda, filho, é o que quero dizer”.

Olhei para o lado, à distância estavam o que parecia três gays juntos, eles tinham acabado de chegar, estavam nus e davam risinhos de menina, roçavam os corpos uns nos outros, e excitou-me tanto aquilo que o meu pénis ficou duro e rijo de tesão, a minha mãe reparou, “se calhar gostas daquilo”, eu questionei, “o quê? de gays?”, ela avançou, “ora, querido, de homens, de machos, de levar no cu”.

Os gays tinham avançado mais um pouco, e dois deles chupavam o pau do outro, que estava como aquele lá em baixo, de olhos fechados a gozar do sol e o prazer de ser mamado, a minha mãe levantou-se e disse, “querido, acho que vou dar um mergulho”, ela levantou-se, o corpo flexivel e rijo, e com aquelas longas pernas, foi andando até ao mar a apertar o cabelo num molho apertado com um elástico.

Os movimentos da minha mãe eram tão sensuais a caminhar que não passaram despercebidos, os ombros nus, a tanga do bikini, os seios arredondados como peras, e percebeu-se, então naquela praia, várias cabeças rodaram no eixo, predadores atentos às suas presas, eu olhei para os gays de volta e percebi que já tinham audiência, dois homens mais rijos, acamparam junto a eles e pelos gestos e pela forma como falavam não era difícil de entender, eles queriam comer o cu dos paneleiros.

Quando os meus olhos regressaram à beira mar, reparei que a minha mãe tinha saído da água, o corpo molhado ainda pingava por todo o lado, e pareceu-me ver a minha mãe a conversar com o tal gajo do pénis grande, ela ria a dar passos para trás como uma adolescente, até que me pareceu despedirem-se e ela regressou à toalha a tremer de excitação.

Eu perguntei, “então, o que se passa? o que é que ele queria?”, ela virou a cara, “filho, o que achas que ele queria? sexo, amor, cona”, eu continuei, “a sério? e tu?”, ela sorriu, pingos caíam-lhe do cabelo, “e eu? eu disse que lhe dava a cona toda que ele quisesse”, eu arregalei os olhos, “não acredito, estás a brincar”.

Ela fez um gesto, “filho, vou tirar a tanga, estou a ferver”, ela levantou-se com elegância, levantou uma perna e depois a outra, e tirou aquele pequeno triângulo, e eu vi-a completamente nua, com um risco de pelos ao meio, que ainda estavam molhados, não sei é se de água salgada, ou se da excitação.

Quando se sentou novamente, ela abriu as pernas um bocado, e os lábios rosa depois soltaram-se, lâminas frescas de nácar de ostra, ela disse, “ele queria foder-me aqui mesmo na praia”, eu estava distraido com os gays, um dos homens grandes submetia um deles, e estavam a uns metros de distância, o gay gemia por baixo e o homem montava-o por cima a comer-lhe o cuzinho.

Ela perguntou novamente, “ouviste o que eu disse?”, eu respondi, “sim, ele queria foder-te aqui, mas ...”, ela prosseguiu, “mas o quê?”, “não sei, mas gostavas mesmo de ser comida por ele?”, ela passou as mãos entre as pernas como um reflexo, dois dedos roçaram a cona como se ajeitasse umas calças, “viste aquele pau? ao perto é ainda maior! Diabo, amor, porque eu não havia de querer, se não disseres nada ao teu pai, claro”.


Eu sorri a encolher os ombros, “eu sei que estás sempre à procura de homens para foder, e acho que o pai também sabe e não se importa”, ela mostrou os dentes num esgar, “achas? agora és tu que me surpreendes, achas mesmo que o pai sabe?”, olhámos lá para o fundo e o gajo do pénis passava para cima e para baixo, com um cortejo de mulheres sem parecer interessado, eu continuei, “sabe, claro, de certeza”.

Ela voltou à carga, “mas sabe como? nunca notei nada, “acho que um dia, ele viu-te a foder com um amigo dele, o R.”, a minha mãe abriu a boca, “Haaaa, não posso acreditar, nãoooo”, eu continuei, “e acho que foi ele que pediu ..”, ela abriu os olhos mais, “Haaa, pediu? o que ele pediu?”, eu prossegui, “ele pediu ao R. para te foder e depois ficou a ver”, “a ver, mas como, amor? Não reparei em nada! O R. fodeu-me em casa ...”, eu disse, “ele vê por uma câmara e acho que tem mais ..”, “mais o quê?”, eu acrescentei, “mais gravações, é como digo, já fodeste com mais de dez gajos lá em casa e é por isso que ele gosta”.

Eu reparei que o homem grande que estava a foder o gay acabara de vir-se, o esperma saia-lhe da ponta, ele espremia o pau até à última gota, e havia outro gay a pedir paralevar no cu, quando reparei que o gajo do pénis grande aproximava-se de nós, ela disse, “não digas que és meu filho, és um amigo, certo”, eu abanei a cabeça de leve, ele parou à frente da minha mãe e depois abaixou-se quase de cócoras e eu não consegui não olhar, o galo estava ereto e teso, uma verga enorme como uma espada, a não mais de dez centímetros das mãos da minha mãe.

Ele perguntou à minha mãe a olhar para mim, “quem é?”, ela disse, “um amigo meu, para me fazer companhia, para não estar sozinho”, ele mirou-me, viu o meu pau teso, mas percebeu, era com os gays que eu me excitava, “estou louco para te foder, gosto que mulheres como tu, assim um bocadinho mais velhas que eu, deixa-me comer-te essa cona e esse cu”, ela olhou para mim, como a pedir autorização, “ok, mas com condições”, ele riu-se e ela continuou, “no quarto do hotel e quero o meu amigo a filmar”.

Eu devo ter engolido em seco, ao imaginar-me a filmar a minha mãe a ser fodida, não era coisa que estivesse na minha ideia, ele perguntou, “a filmar? mas porquê?”, a minha mãe sorriu, “é para dar ao meu marido, ele vem mais tarde e eu não quero que ele perca nada”.


Corno revigorado ou deprimido?

21:45 0
Corno revigorado ou deprimido?


Tinha chegado do trabalho há mais de meia hora e a minha mulher não estava em casa, telefonei-lhe, e ela disse que estava com a amiga Glória, e eu perguntei, “foda-se! ainda? a esta hora?”, ela respondeu, “não te preocupes, deixei-te jantar, querido, aquece no micro-ondas”.

Enquanto eu andava agarrado a um tupperware com uma coisa congelada, a rezar para não morrer envenenado, nem me explodir nada na cara, pensava na minha mulher e na tal Glória, elas conheciam-se há algum tempo, como tudo começou não sei, a minha mulher não me tinha dito, mas tudo era assim tão estranho, que, de um momento para o outro, só se sentiam bem juntas, não fossem elas duas mulheres, e eu pensava, “parecia amor à primeira vista”.

A relação entre elas tinha entretanto ficado muito mais intensa desde que a Glória ficou viúva, o marido deprimido sabia que ela fodia por fora, e em vez de aceitar os factos consumados, aproveitar as coisas que são dadas de graça, consumiu-se em desespero, até que se finou, pobre coitado.

Eu perguntei à minha mulher, “o JJ está com vocês?”, o JJ era o meu motorista, um negro dotado que anda sempre comigo, mas de vez em quando a minha mulher pede-o emprestado, e isso até que era bom, ele ia telefonando, punha-me ao corrente de tudo, como ontem, ele contou, “elas foram às compras, e depois, a sua mulher disse para eu não dizer ..”, eu gritei, “desembucha ..”, e ele falou, “elas foram para um motel!!!”.

E foi quando eu fiquei mais preocupado, ela chegou a casa e eu perguntei, “então querida? Isto é que são horas de chegar a casa?”, ela respondeu, “sabes como é a Glória, quando começa a falar nunca mais para, ela parece que tem vinte anos”, eu não queria revelar o que sabia, nem abrir o jogo e denunciar o meu infiltrado, “mas amor, a falar onde? É quase meia-noite!!”

Como ela não respondia, ficava com aquela dúvida, uma curiosidade que não acabava, eu perguntei ao JJ, “porra!! mas o que fazem as duas fechadas no quarto de motel?”, o JJ olhou para mim e perguntou, “quer mesmo saber? Elas hoje estiveram lá umas três horas!!”, eu insisti, “o quê? Outra vez? Isto agora é todos os dias, e porque não me ligaste? É para isso que te pago, para vigiares a minha mulher”.

Eu insisti com ele, “JJ, desembucha, caralho!!”, e ele começou a falar, “eu acho que elas são bissexuais”, eu estava a olhar para ele, com uma certa cara de espanto, ele continuou, “sim! motel!, três horas? Elas ontem vinham no carro atrás e beijaram-se”, eu abri um pouco mais a boca, ele prosseguiu, “e depois pediram que eu parasse junto à praia”, eu perguntei, “praia? Caralho? Onde?”, ele disse, “no estacionamento, e depois ..... e depois ....”, eu disse, “desembucha, caralho ...”, ele respondeu, “começaram a foder ...”.

Eu olhei para ele, não estava a compreender, “a foder? Mas quem é que começou a foder?”, o JJ estava com medo, ele dizia, “eu não quero problemas”, e como eu tivesse um olhar mais fundo, “são elas, elas é que começaram a foder uma com a outra”, eu fechei a porta do escritório, disse a ele para falar mais baixo, “e tu? Não fizeste nada?”, ele arregalou os olhos, “mas como?”, eu prossegui, “mas como? estavas a ver? Elas estavam a foder?”.

Ele sentou-se numa cadeira e eu mirei-o de alto a baixo, estava bem vestido de motorista, mas era evidente, estava a recordar-se do que vira, olhei para as calças e o volume era imenso, ele estava excitado pelo espetáculo, eu perguntei, “mas assististe a tudo, mesmo?”, ele continuou, “eu vi tudo, a Glória chupou a cona da sua mulher, eu nunca vira semelhante coisa, enquanto elas fodiam eu bati uma punheta”.

Agora era eu que estava duro no pau, e pior, uma inveja e revolta chegava, eu disse, “foda-se!! JJ, eu é que devia ter visto, para a próxima, caralho, grava um vídeo, foda-se, gostava de ver a minha mulher a foder uma gaja”, o JJ estava incrédulo, e eu continuei, “e foda-se, ficaste mesmo com tesão?”, ele disse, “fiquei, com um tesão do caralho, estava a ver que me vinha todo, só de ver as duas a foder”, eu insisti, “foda-se, estou a imaginar a ver o teu pau teso e tu a bateres a punheta”.

Não me cansava de querer saber mais coisas, a ideia da minha mulher a foder em locais sórdidos, ou dentro de carros à noite, com outra gaja, não me deixava deprimido, eu estava excitado, só tinha pena de não puder ver mais, eu invejava o motorista, eu perguntei, “mas conta mais, estavas à frente e elas no banco de trás?”, ele respondeu que sim, e que a dada altura virou-se para ver melhor, ele disse, “eu via a rata húmida da sua mulher e a língua da outra a lambê-la no clitóris, depois não aguentei mais, eu não queria dizer ....”.


Eu disse, “desembucha, caralho ....”, ele respondeu, “bem, acho que ocorreu um acidente ....”, eu olhei, “acidente ... como assim? ...”, ele prosseguiu, “elas pediram a minha intervenção ...”, eu estava a adivinhar, ele continuou, “a Glória pediu para eu lhe comer o cu enquanto ela lambia a sua mulher”, eu quando ouvi aquilo ainda fiquei mais duro, um choque no pau quase gerou entorse, “e tu? Não me vais dizer que comeste o cu da Glória?”, ele encolheu os ombros, “comi, eu sou só o empregado!!”.

Pareceu-me que ele tinha mais qualquer coisa para dizer, mas eu estava tão excitado e naquela altura em que já tinha ouvido o suficiente, eu disse, “não aguento mais, vou bater uma punheta, mas amanhã quando saíres com elas, foda-se, caralho, conta-me tudo”, ele saiu acelerado e perguntou, “posso dormir no quarto de cima?”, eu disse que sim, era um espaço que tínhamos, junto ao sótão no último andar, quando chegávamos tarde a casa e JJ por ali ficava.

Fui para a casa de banho bater a punheta e depois passei ao quarto e perguntei à minha mulher, “então, parece que andaste a divertir-te bastante com a Glória!”, ela carregou o sobrolho, “o que é que o JJ te contou? Ele diz que não, mas aparentemente conta-te tudo”, eu continuei, “o JJ não disse nada, porquê, amor?”, ela aconchegou-se a mim no meu corpo, “não quero que fiques deprimido como o marido da Glória!!”, eu pensei, “foda-se!!, o falecido!! o que tem a ver?”, ela insistiu, “hoje aconteceu um acidente ...”, eu perguntei, “foda-se caralho mais um acidente?”, ela nem pareceu perceber, “foi o JJ”, eu disse, “o JJ?”, ela respondeu, “o JJ comeu o cu da Glória ...”.

Eu pensei, “foda-se!! essa já eu sabia”, mas saíram-me palavras da boca, “o JJ, a foder o cu da Glória???”, e a minha mulher insistiu, “não fiques deprimido amor, depois da Glória, comeu o meu cu também”.

Eu pensei, “cabrão do JJ, bem pareceu que queria desembuchar ... foda-se! Estou tão excitado”, eu só disse, “foda-se amor, não aguento mais”, ela olhou para o meu galo, ereto e excitado como um tronco, e os lábios dela quentes e doces como veludo, pousaram na cabeça roxa e começaram a lambê-la devagarinho, eu fechei os olhos, “ai amor, tu sabes, chupa-me bem, ..., eu quero, conta-me tudo ...”

O que fica da relação?

22:27 0
O que fica da relação?


Ela andava estranha desde o inicio da semana, e depois de uns quantos anos a viver juntos nós percebemos, há qualquer coisa que não está bem, procura o melhor momento para largar a bomba, a ver se não faz muitos estragos, e eu à espera do que aí vinha, até que ela disse, “querido, o meu ex-marido ligou”.

Eu olhei para ela e pensei que a bomba fosse pior, nós estávamos divorciados, e foi depois dos divórcios, o dela e do meu, que decidimos viver juntos, eu ainda me sinto culpado por achar que fui o responsável pela separação dela e do marido.

E até era incompreensível, como homem apreciando homens, eu achava-o interessante, seco, atlético, musculado, e tendo-o conhecido à distância, quando lhe fodia a mulher, eu conseguia perceber que ele era bastante dotado, eu reparava no volume, e percebia que ele tinha um grande pau.

Nunca me preocupei em saber, nem perguntei nada à minha mulher, para saber se era ele ou eu, quem era o melhor na cama, eu tinha a arrogância, se tinha ficado com ela, e se não tinha o membro maior, era eu o melhor a fodê-la.

Ela olhou para a minha cara e respondeu à minha pergunta silenciosa, “ele esteve fora amor, e não tem onde ficar, eu ofereci a nossa casa, importas-te querido?”, eu abanei a cabeça a dizer que não, e pensei, “finalmente vou conhecê-lo ao vivo, espero é que não fique fodido comigo”, e depois perguntei, “e quando chega?”, ela disse, “hoje!! deve estar a chegar”.

Surpreendeu-me, ela esperou até ao último minuto para me dizer, e eu perguntei, “mas querida, já sabias isso, e só agora é que dizes?”, ela respondeu, “não sei, fiquei preocupada”, eu insisti, “mas porquê?”, ela prosseguiu, “não sei, amor, podias ficar inseguro, começares a imaginar”, eu insisti novamente, “imaginar, amor?”, ela sorriu, “então, querido, começares a imaginar ele a foder-me a cona”.

Eu concentrei-me nos olhos dela, “ele pode imaginar o mesmo, amor!!, eu também te fodi a cona e eras casada com ele”, ela fez uma careta, “eu sentia-me tão puta nessa altura”, eu perguntei, “e gostavas? Eu dava-te mais prazer que ele?”, ela prosseguiu, “não era mais prazer, amor, era mais revolta minha”, ela viu que não percebi bem, e ela continuou, “amor, ele fodia-me toda no principio e levava-me à loucura, mas depois cansou-se”.

Aquelas palavras não me agradaram muito, passou-me pela cabeça que a visita não ia ser agradável, eu perguntei, “pensava que eu fodia melhor”, ela fez um esgar de sorriso e choro, “não é isso, amor, são diferentes, ele é mais bruto, tu és mais amoroso”, eu perguntei, “e tu gostavas? bruto como?”, ela continuou, “ele tem um fetiche por comer-me o cu, e eu até costumava gostar de levar no cu”.

Não sei porquê, mas imaginei o ex dela a comer o cu da minha mulher e isso excitou-me todo, senti o pau duro, quando alguém tocou à campainha e era ele, mantinha o mesmo estilo, umas calças apertadas, um volume enorme entre as pernas, e estendi a mão para o cumprimentar, senti um arrepio da minha pele ao tocar na dele, e um pensamento passou-me na cabeça, dos dois a foder a minha mulher.

Eu percebi que a forma como ele apertou o corpo da minha mulher foi quase, ou melhor, totalmente intima, o braço dele rodeou-a por trás, e apertou-a contra o peito dele, os quadris juntos e encostados, ele deu-lhe um beijo na bochecha, e era mais que uma amizade, era sexo concentrado pela passagem do tempo.

Ela desapareceu a deixar-nos sós na sala, houve um silêncio inesperado, até que ele perguntou, “se eu disser uma coisa íntima fica chateado?”, eu sorri, “não sei, íntima como?”, ele sorriu em camaradagem, “sobre ela, como ela era, no sexo?”, eu continuei, “diga, não me importo”, ele prosseguiu, “ela adorava levar no cu, eu fodia-lhe o cu e ela nunca ficava satisfeita, consigo também é assim?”.

Eu olhei para ele e sussurrei a mentir, “também, ou melhor, um pouco, se calhar sou eu que não gosto muito?”, ele movimentou-se para trás com estranheza, como se tivesse dito uma heresia, “não gosta? Foda-se, ela comigo era todos os dias, ela tem um belo rabo, não concorda?”, eu disse que sim e ele deu-me uma palmada no braço como se eu fosse o seu melhor amigo, “então, com um cu daqueles e não lhe comes o cu”.

Ela regressou à sala, e sentou-se à nossa frente, vinha a beber qualquer coisa, e percebi, qualquer coisa alcoólica, com uma voz rouca e desinibida, e disse num tom alegre a apontar-nos o dedo, “os dois homens que me foderam, juntos aqui na minha casa”, eu olhei para ele ao meu lado, e percebi, o volume tinha crescido, quase a rebentar dentro das calças e o meu pau também estava duro.

Olhei para o copo que a minha mulher tinha na mão, e ela perguntou, “querem? Vodka?”, e depois abriu as pernas à minha frente e dele, a saia tinha subido e dentro tinha uma fenda no meio, e nós viamos, ela estava totalmente excitada, um brilho vítreo como uma lágrima transpirava-lhe da cona.


Ela deu um salto de repente, e gritou, “querido, apetece-me dançar”, ela começou a rodar na sala, e cada volta que dava, uma peça de roupa voava, até que, de repente eu vi, a minha mulher estava quase toda nua, e foda-se, que eu não me importava, ela agarrou-me no pescoço e no dele, e sussurrou ao meu ouvido, “amor, quero levar no cu”, e depois deu outro salto para a frente, e como as crianças que gritam, em repetição, “quero levar no cu, quero levar no cu”.

Eu ri-me quase descontroladamente para a cara da nossa visita, devido ao comportamento da minha mulher, ele disse, “é melhor fazeres-lhe a vontade”, eu ainda pensei, “ela quer-te a ti, quer sentir esse caralho no cu”, e antes de eu dizer qualquer coisa, ela gritou, “amor, eu quero que ele me foda, amor, está bem, querido?”, eu queria falar, mas ela insistia, a agarrar-me o pescoço como uma bêbeda, “amor, ele é o meu ex, já me fodeu muitas vezes, no meu cu mais de mil”.

Antes de eu poder dizer alguma coisa, ela puxou-o pela mão, ele fez uma cara que me dirigiu, “posso ir, importas-te?”, e eu só fiz um gesto a rodar na cabeça, “está bem, o que posso fazer? fode-a bem, come-lhe bem o cuzinho”, e eles foram para o quarto, e ela ainda perguntou, ao mesmo tempo que andava, “queres vir amor, queres ver, estou a ferver, queres ver a tua putinha a levar no cu”.

Eu fui e encostei-me na porta, ela subiu para uma espécie de sofá e foi tão bom, o galo ereto dele, uma verga comprida e grossa, começou a fazer força no ânus, ela gemia de dor, de onde estava eu via, o anel que estrangulava o pau, de repente abriu-se todo, a minha mulher fechou os olhos, e num segundo, deixou enterrar-se até ao fundo.

Nunca pensei que a relação com a minha mulher ficasse ainda mais forte depois desta experiência, ele começou a visitar-nos regularmente, e do que ele contou, até se tinha casado novamente .... ele disse que um dia ia perguntar à mulher se queria conhecer-me ....

Vampiro Gay com ereção

21:46 0
Vampiro Gay com ereção

𐐏
Alguma coisa tinha tocado na minha cabeça para me lembrar que hoje era o dia do meu aniversário, há 1000 anos que vagueava pela terra como vampiro, sempre discreto, sempre escondido, quase sabendo que, senão era único, poucos mais existiam.

Todos os outros tinham morrido com estacas no peito, ou balas de prata, monte de alhos e cruzes, e quase sempre, ou se exibiam de mais, ou então eram arrogantes, ao pensar que os humanos não conseguiam batê-los.

Bem me lembro do que fazia há centenas de anos para sobreviver, procurava sempre, ou o desconhecido, ou de quem não gostavam, de maneira que ninguém desconfiava, quando dava a dentada e lhes bebia o sangue.

Bom para mim que agora não preciso disso, o mundo foi evoluindo e os vampiros também, de modo que tive uma ideia fantástica, trabalho num hospital, faço as análises clinicas, gosto em especial do hemograma, puxo o sangue com as seringas, quase sempre um bom bocado mais, e vou-me alimentando desses tubinhos, como se fossem garrafinhas, daquelas das viagens nos aviões.

Eu sei que não é o ideal, mas desta maneira ninguém desconfia de mim, como bastante bem, e não preciso de morder ninguém, acham só que sou anémico natural, branco como a cal vidrada, só tenho de ir mudando de sitio, para que ninguém se aperceba, que com o tempo não mudei nada.

Mas o problema é sempre o mesmo, resolve-se uma preocupação e logo a seguir substitui-se com outra, descobri que consigo foder que é coisa que não se via, os vampiros tinham uma piça gelada, encolhida num molho de múmia, até que um dia um vampiro bicha disse-me, “engole bastante esperma e ficas logo com a picha tesa, ele até pensou que tinha deixado de ser gay.

Só que a ideia de chupar um pau e engolir o esperma todo, ainda por cima o vampiro bicha meu amigo tinha dito que eram precisos muitos, não era, bem, uma coisa apreciada, está bem que eu queria o meu caralho teso, mas chupar um monte de paus grossos, não caía bem com os meus planos.

Mas eu tinha de experimentar, diria o meu amigo vampiro bicha a verdade? que melhor forma de ser humano do que andar por aí sempre ereto, por algum lado tinha de começar, estava cansado de falar com as meninas e depois quando chegava o momento especial, elas começavam a pedir, eu punha a mão na piça gelada, ficava sem poder reagir, e ia-me embora a fugir.

Enquanto tirava sangue aos humanos, passei a tarde a pensar, o que vou fazer? Onde arranjo esperma para foder? Ainda pensei numa clinica de inseminação, mas aí o meu amigo vampiro bicha, disse que tinha de ser porra fresca, acabadinha de sair da piça, como se tivesses a mugir leite fresco numa cabra.

Lembrei-me então de uma boîte techno, onde era o meu terreno de caça, cá fora fica a humanidade, lá dentro são todos os mesmos, corpos seminus e carne suada, movem-se ao ritmo da batida, vou estudando o terreno, sempre abanando os ombros, passo num recanto escuro e mexo as ancas para um gajo, ele olha para mim e diz, “não sou paneleiro vai para o caralho”,

Depois entro nos lavabos, não me dou por vencido, ouço um som no privado, corpos unidos ali estavam, um gajo comia o cu ao outro, falei muito baixinho na porta, “posso entrar, quero chupar”, a porta abriu-se e uma mão puxou-me para dentro, o caralho entrava e saía do rabo, ele disse a gemer, “foda-se, chupa-me o pau enquanto ele me fode o cu”.

Eu pus-me então de joelhos, agarrei com a mão o pau encolhido, mais debaixo as bolas até eram boas, comecei a pensar, “foda-se vou mas é usar os dentes, e dar uma dentada nos tomates, e chupar o liquido dentro do coco”

E foi assim, ouviu-se um grito lancinante na boîte, “cabrão, mordeu-me os colhões, cabrão de vampiro, caralho, sorveu-me os colhões, parecem uma noz enrugada, tão pequeninos”, eu caminhei a passo apressado, com o meu galo bem teso e ereto, à procura de uma gaja, queria espetá-lo na cona, e finalmente saberia o que os humanos gozavam.

Ouvia-se o grito, “sugou os meus tomates, vampiro do caralho”, vi uma loira num canto, numa mini saia tão curta, bem acima das coxas, quase se via uns pelos íntimos, cheguei-me perto dela a roçar o meu volume rijo, ela gostou do meu interesse, ela disse baixinho, “estou a ouvir o meu namorado”, eu perguntei, “o quê?”, “parece que é ele que está a gritar”.

Eu aproximei-me ainda mais dela, a encostar-me atrás de uma coluna, eu disse, “cheiras tão bem, anda sente com a mão, o teu namorado não quer saber”, eu tirei a piça a ferver para fora, e ao ouvido dizia, “anda agarra nela, ela quer-te comer”, ela soltou um risinho, “está tão dura!”, eu disse, “mete na cona, ninguém vê”, “e o meu namorado?”, “estás aqui sozinha querida, ele deve andar a levar no cu”.

Ela olhava para mim incrédula, com uns olhos de bezerra medrosa, eu disse, “levanta a saia, só um bocadinho”, a verga quente avançou, ela deu um pequeno jeito com a coxa, e depois entrou no ninho protegido, entrava e saía encharcada, ela dizia, “ao caralho, que não aguento”, ouvia-se o barulho, “aihmm os meus colhões, sacana do vampiro sugou-me as bolas, deu-me uma dentada fodida, parecem nozes mirradas”.

O techno continuava, os corpos suados oscilavam como molas, as luzes frenéticas inundavam tudo, a verga quente saiu rápida, e eu disse, “vira-te, dá-me o cu, querida”, ela queria dizer que não, mexia-se e revoltada, “o meu cu não, vai doer muito, caralho”, e quando ela dizia que não, a verga começou a entortar, lembrei-me do meu amigo vampiro bicha, dizia ele, “o esperma é como as baterias, se tiveres mamado mais, tens mais tempo de utilização”.

Preparava-me para fugir, quando aparece o namorado aos gritos, “foda-se amor eu estava na casa de banho e um vampiro cabrão ..”, ele ainda olhou para mim, a pensar que me reconhecia e o que eu estava ali a fazer, “deu-me uma dentada ..”, ela mandou parar e disse, “devias estar a levar no cu, como é que os teus colhões foram parar á boca dele...”

Príncipe e a sua escrava sexual

22:35 0
Príncipe e a sua escrava sexual

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Eu costumava ir a um bar gay que ficava numa terra do interior do país, e que não era bem um bar, era mais uma casa ou um lugar onde quatro ou cinco conhecidos se juntavam para conversar e terem sexo.

Numa quase aldeia ou pequena vila o lugar era um segredo, por isso não era um sitio que estivesse anunciado ou de porta aberta ao público, onde se fosse para consumir uma bebida ou para tentar um engate, não era nada disso, era mais um clube informal de pessoas que sentiam os seus desejos e tendências e foram-se encontrando mais vezes depois de se conhecerem.

Lembro-me duma primeira vez, porque me pareceu na altura ter várias, antes de haver o bar, quando um homem mais velho que eu até conhecia de vista, era casado e tinha filhos, costumava vê-lo passar junto à minha casa, um dia pedi-lhe boleia.

No caminho ele começou a fazer-me perguntas, “já arranjaste namorada?”, eu disse que não com a cabeça, ele insistiu, “se calhar gostas de sexo de outra maneira”, eu olhei para ele e perguntei, “sexo de outra maneira, como?”, ele pôs a mão na minha perna, deixou-a escorregar até ao centro, depois apalpou o meu volume e disse, “uma maneira que te satisfaça mais”.

Na altura, as coisas ficaram por ali, mas eu senti um calor e uma vontade, aquela mão forte e rugosa a esfregar-me o pénis, de uma maneira que me deu prazer anormal, fiquei a pensar e quando ele passava, ele sorria e eu devolvia o sorriso, até que um dia pedi boleia de propósito, no caminho pedi para ele parar, que queria fazer-lhe perguntas, ele desviou o carro e estacionamos num pinhal.

Eu comecei, “disseste que eu podia satisfazer-me? Como?”, a mão dele tocou-me na perna e ele perguntou, “posso tocar-te?”, eu disse que sim e a mão dele furou pela perna dos calções, progrediu mais para dentro, pelas boxers um pouco mais, e depois poisou no meu pénis e nas bolas, ele começou a acariciar, e disse, “gostas disto, dá-te prazer?”, eu senti a minha pequena verga a endurecer, “não sei, acho que gosto”.

A minha respiração aumentou, ele continuou, “nunca tiveste nenhuma experiência mais diferente?”, eu percebia a pergunta, mas fingia, “diferente como?”, “com um homem, posso abrir?”, a mão dele abriu o zip dos calções, ele puxou o meu pénis para fora, ele prosseguiu, “já fizeste amor com uma mulher?”, eu tremia de antecipação, a mão dele manipulava devagarinho, “não, eu sou virgem, não sinto vontade”, ele riu-se, “não sentes vontade?”, “sim, de querer fazer sexo com uma mulher”.

Ele sorriu novamente e aproximou o peito dele do meu e ele perguntou, “és como eu”, eu olhei para ele, “como eu?”, “sim, tens pouco desejos com mulheres”, eu disse, “tu és casado!!”, “sim, mas eu gosto mais de sexo com homens” e depois ele insistiu, “alguma vez fizeste amor com um homem?”, eu sentia a boca dele perto da minha, “não”, ele deu um jeito com o corpo e baixou os calções até aos tornozelos e eu vi, ele sacou de um pénis ereto, enorme e teso, devia ter três vezes o tamanho do meu.

Os meus olhos não largavam aquela verga grossa e encurvada, ele disse, “tira os calções”, eu obedeci logo, ele agarrou na minha mão e puxou-a para o pau, sussurrou-me ao ouvido, “brinca um bocadinho com ele”, eu agarrei no malho, enchia-me a mão e puxei a pele para baixo para ver a cabeça roxa, eu senti a mão dele nas minhas nádegas, dois dedos brincavam no meu ânus, dedilhando o meu furo, ele falou baixinho, “nunca deste o cuzinho?”

Eu brincava com o pau dele, abanei a cabeça a dizer que não, ele sorriu e disse, “queres que eu desflore o teu cu?”, eu não conseguia largar aquele pénis enorme, ele continuava, “gostavas de ser meu?”, eu perguntei, “teu como?”, ele disse, “seres a minha namorada secreta, eu comia o teu cu todos os dias”, a mão dele abria-me as nádegas, ele puxou a minha cabeça para baixo, “chupa o meu pau, mete na boca”.

Naquele momento quando engoli a verga toda, esqueci-me de tudo à minha volta, fechei os olhos e o cheiro dele entrou-me na cabeça, e quase não reparei, quando ele me virou, e eu senti, bateu-me no ânus com a cabeça roxa, eu perguntei, “vai doer, disseram que doía”, ele disse, “não querido, só um bocadinho”.

Depois ele insistiu, “quem disse que doía?”, eu gemi, “um amigo meu, ele confessou-me que gostava de levar no cu”, a cabeça começou a entrar, eu gritei, “aihmm, ai que dói tanto”, ele avançou mais um pouco, “já passa, querido, não resistas, não resistas”, levantei o rabo mais para cima, ele entrava e saia depressa, a cada movimento, mais um centimetro, quando eu me senti a abrir todo, o meu buraco sugou a verga toda e eu senti os pelos dele a roçarem as minhas nádegas como uma caricia.

Durante um tempo em que me perdi completamente, eu não sabia onde estava, ele comeu-me o cu todo, o corpo dele montou-se no meu, rodeou-me o braço no pescoço e foi batendo e acelerando, até que eu o senti tremer e urrar de ejacular no meu cu.

No fim quando regressávamos, eu disse-lhe que não me importava de ser a namorada dele e foi assim que eu conheci aquele lugar secreto onde nos encontrávamos.

Isto passou-se há dois ou três anos e a minha vida continuaria com a minha relação secreta, na aldeia diziam de mim e do meu outro amigo, que não gostávamos de mulheres, que éramos uns gays homossexuais, mas eu gostava de homens mais velhos, disso ninguém sabia, que o meu homem me possuía.


Mas apareceu no bar um visitante que o meu amor trouxe, que se interessou por mim, ele perguntava ao meu homem, “é a tua puta? É uma maravilha, deixavas-me fodê-la?”, há dois ou três anos que o meu cu era só dele, e eu aguardei com suspense de qual seria a resposta, quando ele olhou para mim, e disse, “querido, vais gostar dele”, e depois virou-se para o visitante, “tem um cuzinho apertado, mas tens de ser meigo com ele”.

Começámos a falar, estávamos num canto mais afastado, e ele perguntava-me ao ouvido, “queres ser meu?”, eu ri-me e respondi, “já tenho um dono”, depois ele dizia, “tu agradas-me e ias viver comigo”, eu insisti, “para onde?”, “para a cidade, arranjava-te uma casa e eras a minha namorada”, eu sorri por ele dizia tudo com graça, “à pouco perguntaste ao meu amor, se eu era a puta dele!!”, ele respondeu, “era a brincar, eu olho para ti e agradas-me bastante, estou louco para foder o teu cu”.

Eu olhei e ele tirou a verga para fora e fiquei surpreendido, ainda era maior que a do meu querido, ele perguntou, “queres que o chame para ele assistir”, eu disse que não, que nem eu sabia se lhe dava o cu, e ele pressionou, “ele não se importa, ele quer ver-me a comer o teu cu, vais ver que ele vai gostar, eu sei que ele gosta!!”, eu perguntei, “como é que sabes?”, ele continuou, “eu e o teu querido já fodemos juntos”, ele entendeu o meu silêncio como querer saber mais, “ele quando vai à cidade gosta de estar comigo, o teu amor gosta de cu mas já foi a minha puta, adora levar no cu também, como tu, e acredita querido, é louco pelo meu pau”.

Eu senti naquele momento uma espécie de traição, e foi quando eu disse para irmos para dentro, para um quarto reservado, e quando eu senti aquele galo grosso e ereto no meu cu, foi uma loucura, ele deu-me uma foda por trás e depois virou-me, levantou as pernas, e fodeu-me como se fosse mesmo namorada dele, durante uma hora partiu-me o cu todo.

Quando acabámos eu disse que sim, que ia com ele para a cidade e o que disse prometeu, arranjou-me um apartamento, e só disse que queria que eu fosse a escrava sexual dele, que eu vestisse umas roupas de puta, ele fodia todos os dias comigo antes de ir para a casa ter com a mulher.

E eu fiquei viciado nele, mais do que amor, era desejo de domínio, era o meu príncipe, era bruto mas de uma maneira boa e elegante, sentia-me submisso como desejava, por o satisfazer muito mais que a mulher.

E um dia a mulher dele bateu-me à porta .... mas tudo correu bem ....

Sou a tua cadela

23:22 0
Sou a tua cadela

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Ela desculpava-se a dizer que era tudo uma brincadeira, que não tinha significado, que a nossa discussão não tinha sentido, depois de confessar-me que conversava num chat de encontros.

Eu não tinha assistido a nada, e fora apenas por acidente que eu tinha percebido, depois de ter visto a tal página aberta, e umas coisas escritas ao lado, que dava para entender as conversas.

Eu disse, “mas querida como é que dizes que é uma brincadeira? Eu vi a conversa! estavas a pedir-lhe para ele mostrar-te o pénis!!”, ela riu e respondeu, “mas querido, é só cibersexo!!, não é mesmo foder”, eu insisti, “mas .... amor, é só cibersexo? e o que fazes? Ele mostrou?”, ela abanou a cabeça, “mostrou sim”, e eu perguntei, “e conseguias ver alguma coisa?”, ela respondeu, “o pau dele? Sim, vi, querido, era grande e grosso, ri bastante”.

Olhei para ela, os mamilos estavam tesos como amêndoas doces, eu disse, “mas amor isso dá-te algum prazer? E o que fazes?”, ela respondeu, “oh amor, dá sim, eu peço coisas e ele faz, e ele pede e eu faço também”, senti o meu pénis a ficar duro, a ideia da minha mulher a fazer pedidos a um estranho provocava-me excitação, “amor, o que é que costumas pedir?”, ela prosseguiu, “peço para ele acariciar o pau, ele masturba-se e eu acaricio-me também”.

Eu estava curioso ao ponto de não aguentar muito tempo, “e como fazes?”, ela continuou, “acaricio a cona”, eu digo, “e ele vê?”, ela não percebeu, “ver como querido?”, “a tua cona, se lhe mostras a cona, amor?”, ela riu-se, “então claro amor, e as mamas, ponho-me toda nua”, eu continuei, “ e ele? ele também fica todo nu?”, “sim, querido, porque conversamos e excita-me ver o corpo dele nu quando falamos”.

A minha mulher e eu já tínhamos esquecido a discussão e parecia que agora explorávamos outra dimensão da nossa relação, ela insistiu, “adoro a voz dele amor, excita-me tanto, querido, quando ele pergunta se eu quero ter o galo dele na minha cona”, eu disse, “e tu, amor? Dizes o quê?”, ela respondeu, “ai amor, eu digo que sim, e digo, no cu também, querido”, eu fiquei surpreendido, “no cu, querida, gostavas de ter o pau dele no cu, mas amor, costumas dizer que não gostas de levar no cu!”.

Eu ardia em tesão, tirei o pau para fora, e perguntei, “e costumas vir-te, querida?”, “ai claro, amor, venho-me toda, é tudo igual, só não tenho o galo teso enterrado na minha cona”, eu continuei, “e gostavas, querida?”, ela perguntou, “gostava como, o que queres dizer?”, eu corrigi, “eu perguntava se alguma vez imaginaste? quero dizer, se imaginaste foder mesmo com ele?”, a minha mulher mordeu o lábio, “já amor, mas eu amo-te muito, e nunca ia foder com outro homem se tu não aprovasses, querido”.

Ela olhou para o meu pau duro, e dobrou o corpo para baixo e chupou durante segundos a minha vara ereta, enquanto ressoavam na minha cabeça as palavras que ela tinha dito, eu dei-lhe um toque no cabelo para mamar ainda mais fundo, “hum, querida, e se eu aprovasse? Gostavas de o foder?”, ela sorriu indecisa, “não sei querido, cibersexo é uma coisa, levar mesmo com a verga dele, é outra coisa, não sei querido”.

Ficámos a olhar um para o outro, e ela perguntou, “porquê amor? aprovavas mesmo?” eu continuei a olhar para ela, para as coxas finas e esguias, para os lábios húmidos da cona, onde está um tufo de pelos, ela continuou, “gostavas querido?”, eu fiz um aceno de cabeça, ela insistiu, “consegues imaginar ele a comer-me e tu a ver?”, eu respondi, “não sei, querida, ainda ..”.

E depois disse, “não sei amor, acho que gostava de assistir a um pouco do teu cibersexo com ele”, ela riu-se com uma pequena gargalhada, “está bem querido, mas ...”, eu percebi uma indecisão, e ela continuou, “querido, já estou cansada do cibersexo!!, gostava de mais alguma coisa”, eu perguntei, “humm, amor, queres mesmo pau? E eu?”, ela voltou, “amor, podias ver, querido, ele está sempre a dizer que quer comer o meu cu”.

Eu senti a sair do meu pénis uma gota de liquido branco espesso como cola, ela aproximou o corpo dela do meu, deu-me uma pequena dentada na orelha, “querido, quero submeter-me a ele, quero ter a piça dele a penetrar-me, a dar-me cabo do cuzinho, não te importes, amor, é só uma foda”, eu estava indefeso e não podia recusar.

Combinámos uma tarde, eu veria a minha mulher a ser fodida, à distância, ela recebia-o em casa, e quando ele entrou, eu percebi a minha mulher a dizer-lhe, “o meu marido está a ver-nos”, e foda-se o resto é história.


Ela chupou-lhe o galo ereto, grande e duro, e depois ele começou a fodê-la por trás, eu pedi, “chama-lhe cadela”, e ele repetiu, a verga entrava e saía, ela dobrou-se para baixo, aquele homem grande a montá-la, caralho preso entre os lábios da cona, como uma mão prende um cabo, escorregava no buraco e ela abria-se toda, quando ela gemeu e disse, “ai amor, pede-lhe para me foder o cu, ai amor”.

Eu digo, “põe essa puta de joelhos, fode o cu a essa puta, faz com que se venha toda”, o pau grosso escorregou entre as nádegas, e a minha mulher empinou, como uma égua fodida, os olhos brilhavam, os lábios inchados de desejo, os mamilos eretos, , “aihmm amor, o meu cu, aihm, ai que me dói, aihh caralho”, as mãos dele prendiam-lhe as ancas e anel pregado todo aberto, engolia a vara que queimava”

Ele começou a acelerar, ele sussurrava ao ouvido, “que boa foda, cadela, vais gritar de prazer”, a minha mulher trabalhava o clitóris, pressionados, a fazer círculos, rápidos, fortes, eles apertam encharcados, ele acelera ainda mais o ritmo, a entrar-lhe no cu com força, eles começam a tremer, e também eu que bato uma punheta, num grito incontrolável a minha mulher vem-se toda, e eu vejo a vulva inchada cheia de esperma do homem.

Ele continua, continua a penetrá-la, mais uns minutos, com mais esperma, a inundar a minha mulher, ele diz, “dá-me prazer, cadela, arrebento-te o cu, danada”, ela gritava, “continua, não páres, fode-me mais”, mas ele não aguenta, com um movimento rápido tira o pau do cu dela, e dá uma última estocada, “ai puta, que boa foda”.

Não passou muito tempo, em nossa casa, sentados no sofá, eu aproximei-me da minha mulher e disse, “ainda cheiras ao caralho dele”, ela riu e sussurrou ao meu ouvido, “ainda estou toda molhada da porra dele, ainda não tomei banho”, eu meti dois dedos nos lábios da cona e senti na pele o liquido espesso, e eu disse, “vieste-te toda, adorei quando ele te chamou cadela”, ela riu-se novamente, “foste tu que pediste, querido, e adorei, e puta também, queres que eu seja a tua putinha, amor?”.

Eu abanei com a cabeça e disse, “quero, amor, és a minha putinha, quero que a minha putinha seja submissa, amor”, “submissa como?”, eu continuei, “quero muito ver a minha putinha a ser montada, a satisfazer homens, a levar no cuzinho, queres amor?”, ela gemeu ao meu ouvido, “aihm humm amor, chama-me cadela, diz-me mais, diz-me que sou a tua puta”, “és a minha puta, a minha cadela”, ela prosseguiu, “és o meu dono, eu ponho-me de joelhos para ser montada, amor, é só pedires”.

Eu não aguentei mais, estava no meu limite, e comecei a vir-me ..

Sedução da Tarde

21:37 0
Sedução da Tarde
Foi há alguns dias. Estava no café com a minha mulher, ao fim de tarde, lanchávamos como era habitual, quando reparei na Aurélia, tinham passado vinte anos mas era evidente, o tempo tinha parado nela, porque estava igual como dantes.

Ela estava noutra mesa ao fundo da sala e via-se que estava acompanhada, um homem que estava de costas para mim, e não dava para ver se eu o conhecia, mas ela olhou-me nos olhos e sorriu depois, e isso permitiu-me entender, ela lembrava-se de mim e quando se chegou à frente, disse qualquer coisa ao companheiro, ele rodou o pescoço para trás, e foi quando eu vi que era o filho dela.

Para mim naquele momento foi um choque tremendo, fez-me recuar os tal vinte anos que tinham passado e como em tardes como a de hoje, com um calor suave de primavera, eu e o filho dela, íamos para um anexo da casa e ficávamos por ali muito tempo, enquanto a Aurelia, que era a nossa empregada doméstica, fazia a arrumação da casa.

Da primeira vez, foi ele ter comigo, eu estava no anexo, e começamos a falar de coisas de rapazes e foi quando eu pedi para ele mostrar o pau e, e não sei porquê?, quando o vi ainda murcho, percebi que mesmo assim era grande, mas depois quando começamos a masturbar-nos, o malho dele cresceu, e, em relação ao meu, o dele era gigante.

Daí passarmos a outras coisas foi bastante rápido, ele começou a dizer que já tinha fodido uns cuzinhos, e um dia pediu-me para chupar-lhe a piça, e como ele é mulato, parecia que estava a chupar chocolate, gostei tanto, lambi-lhe a cabecinha, depois a vara na boca, engolia tudo o que podia, porque era um rolo de carne, duro como pedra na minha mão.

Sempre que estávamos juntos ele insistia, “deixa-me comer o teu cuzinho”, eu sentia um desejo enorme de lhe dar o que queria, mas tinha um medo do desconhecido, porque era virgem e não sabia se podia ter problemas e depois o pau dele, que era tão grande, eu tinha medo que causasse dor como a uma gaja.

Mas uma vez, acabei por ceder, a insistência dele era tão grande, quando eu estava a mamar aquele pau, os dedos dele entraram no meu ânus, e rodaram juntos para o meu cu se soltar, ele pediu-me para eu me deitar de barriga, ele depois montou-se em cima de mim, e eu senti a piça grossa a roçar, e depois devagar, fez força força e força no meu anel, eu gemi e disse, “mais não, não dá, o teu caralho é muito grande, o meu cu é muito apertado.”

Mas ele insistiu, “descontrai, vais gostar, aguenta um bocado, depois da dor não queres outra coisa”, eu deixei regressar, ele prendeu as pernas de volta das minhas nádegas, fez mais força para dentro, “vai descontrai, vais levar co o meu pau todo”, eu prendi-lhe a perna, “oh, foda-se, que dói tanto”, ele dizia, “está a entrar um bocado, descontrai”, eu fechei os olhos, o meu anel apertado, abriu-se todo, e eu senti, o meu reto sugou o galo, e ele escorregou todo para dentro, até as ancas dele baterem nas minhas nádegas.

Ouvi a respiração dele, vinda profunda de dentro, “o meu caralho está todo dentro, não custou, pois não?!”, eu nem ouvi o que dizia, tinha os olhos fechados e sentia o gozo daquele malho grosso a encher-me todo por dentro, e lembro-me do prazer, de o sentir em cima de mim a submeter-me, preso entre as suas pernas potentes em redor do corpo, e depois a mover-se, para dentro e para fora, a abrir-me cada vez mais, até que nos viemos os dois.


Tudo seria habitual, se um dia a Aurelia não nos tivesse apanhado a foder. Já tinha chupado o pau do filho dela, e quando eu virei o cu e estava de quatro, com ele atrás de mim para enterrar o pau, foi quando a vi junto a uma janela normalmente fechada mas que dava para ver tudo lá para dentro.

Eu olhei nos olhos dela, mas não disse nada, nem fugi ou parei nada, deu-me prazer ter alguém a ver, nós estávamos totalmente nus, e quando a piça entrou com força, eu soltei um suspiro imenso, o meu ânus estava todo aberto, a apertar aquela vara tesa, e ela pareceu lamber os lábios, quando empinei ainda mais o rabo, e ele começou a penetrar-me com força, eu não largava os olhos dela, eu abria a minha boca e gemia, “aih caralho, tão bom, humm, foda-se! ai tão bom”.

Eu sabia, ela estava a gostar de ver o filho a foder-me, ele puxou-me o pescoço, e montado em mim agachado, começou a acelerar e eu a masturbar-me mais depressa ainda até que ele se veio dentro do meu cu.

Acordei de todas estas memórias, quando a minha mulher perguntou, “em que estás a pensar?”, eu respondi, “nada querida”, mas olhei mais uma vez para o fundo e perguntei-me, “como estaria aquele pau grosso?”.

Contos do Galpão - Tudo em família

19:50 0
Contos do Galpão - Tudo em família

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Lembro-me bem daqueles encontros em que eu e o meu melhor amigo na altura, íamos para um galpão no meio do mato, a umas centenas de metros das nossas casas, que não se sabia a quem pertencia, que ninguém usava, ou pelo menos isso parecia, e que estava ali abandonado.

A primeira vez que lá fomos aconteceu por acaso, sabíamos que existia ali o galpão, mas ir lá de propósito fazia pouco sentido, e desta vez era mais para estarmos ali, num piso superior que parecia um sótão, escondidos a ver quem passava ou chegava, e a divertir-nos também com nós próprios.

Em cima de uns estrados de madeira, meios ensonados do sol, o meu amigo perguntou, “gostavas de ver o meu pau?”, e antes que eu pudesse responder, ele tirou os calções e depois a roupa toda, e disse, “não queres bater uma punheta? despe-te!!”, eu disse que sim, e tirei a roupa de seguida, mas sentia-me envergonhado, por ter um pau tão pequeno comparado com o do meu amigo.

Começamos a bater uma punheta juntos, e ele dizia, “bate devagar, para estarmos aqui mais tempo”, encostámo-nos um ao outro, eu sentia a pele dele colada à minha, eu via a verga dele, bem grande e generosa, ele girou o corpo sobre mim, sentou-se por cima das minhas ancas, e ele disse, “agarra na minha piça, bate-me tu a punheta”.

Eu agarrei no pau dele e sentia-o grande na minha mão pequena, e comecei a subir e a descer a pele, ele contorceu as pernas, agarrou-se ao meu pescoço, e dizia, “aihmm, foda-se! bate devagarinho”, eu ia abrandando e depois acelerando, ele respirava fundo, o tronco e a barriga moviam-se numa onda, como se eu lhe tivesse a dar uma foda, o meu pau roçava-lhe no ânus, e quando eu pensava que ele se ia vir, ouvimos um barulho.

Ficámos a sorrir um para o outro, tínhamos a certeza de que eram passos, rodámos o corpo sobre as madeiras para vermos o que se passava, e lá em baixo no primeiro andar estava uma mulher que parecia que aguardava qualquer coisa, ele debruçou-se melhor e ele viu a pessoa, “é a tua mãe”, ele fiquei assustado, “a minha mãe?”, ele fez o sinal de silêncio, quando passaram uns segundos e apareceu um homem.

Tentei perceber quem era, e aí foi eu que sussurrei, “é o teu pai, o que estão aqui a fazer?”, ele fez outra vez o sinal de silêncio, e foi quando o pai dele agarrou na minha mãe, e começou a apalpar-lhe o rabo, puxava para cima com a mão a entrar nas cuecas, e depois puxava-a para a baixo, a minha mãe tirou o pau para fora e começou a chupá-lo, eu abria os olhos, a minha mãe engolia a piça toda, a lamber-lhe a cabeça, e nós ali a ver tudo, o pai dele empurrava-a na boca a mexer as ancas para dentro.

Ouvi o pai dele dizer, “onde anda o teu marido?”, ela respondeu, “deve estar a chegar, mas ele não sabe se chego mais tarde, quero uma boa foda”, e riu-se, ele empurrou-a para um colchão, eu via o galo ereto e gordo a entrar no buraco fundo, e a minha mãe gemia, “ai fode-me toda, caralho, come-me com esse teu malho grosso”, ele começou a mover-se em cima dela, “o corno do teu marido devia de gostar de saber que adoras a minha verga”, ela gemia, “humm, aihmm, um dia pergunto-lhe, aihmm, caralho”.


Ele virou-a, a pô-la de quatro, como uma cadela, encostou-se nas costas, e falou-lhe ao ouvido, “e cuzinho? queres levar no cuzinho?”, ela gemia, “aihm quero caralho”, ele puxou-lhe os cabelos, e naquela curva submissa, enterrou a piça no cu da minha mãe, de onde estávamos via-mos tudo, o galo grosso entrava e saía, num aperto danado, ela masturbava-se na cona, os dedos dedilhavam por fora, ele montou-se em cima dela, e como um macaco, uma fera, ia fodendo o cu da minha mãe.

Eu e o meu amigo escondemo-nos mais para dentro, percebemos que eles estavam no limite, mais uns segundos e eles vinham-se, agarrei no pau dele e estava teso, tínhamos interrompido a punheta e ele tocou na minha piça que também esta dura, e sem eu pedir nada, ele virou-se para baixo e começou a chupar o meu pau, eu ouvia a minha mãe, “ai caralho, parte o meu cu, ai, caralho, quero tanto, aihmm”, ele mamava no meu galo, a chupar as bolas.

Ouvi o pai dele a contorcer-se de se estar a vir, olhei e saia porra do cu da minha mãe, ela também gemia, “ai foda-se venho-me toda”, ondas de porra apareciam, o meu amigo continua a chupar, eu torci-me todo e comecei-me a vir na boca dele.

Fechei os olhos, ele estava a engolir, eu deixei-me ir na onda, prendi-lhe a cabeça na minha mão, fleti as ancas para dentro dele, para o minha piça ficar e se vir todo até ao fim da língua e na cabeça que lambia.

Acho que caímos de cansaço, sem ruido, a minha mãe tinha-se ido embora