agosto 2022 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Carinhos Orientais - Contos do Diabo

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Carinhos Orientais - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias. 

Estava a chegar, há mais de uma hora que estava a conduzir uma carrinha de mudanças, com um brasileiro e um preto ao meu lado, que não se calavam, tinham saído do futebol para outro assunto, e agora, vinham já há algum tempo, com a ocupação idiota de descobrirem a gaja da televisão com melhores habilitações para chupar melhor um pau grosso e fazer melhor um bom broche.


Iam enumerando nomes de gajas, desde pivots, atrizes, socialites, etc, e depois iam realçando as características, boca assim, lábios assado, coxas grossas ou pernas compridas para depois procederem à sua análise complexa e no final, concluírem, concordando ou discordando, dos porquê de uma se sobrepor às outras por atacar melhor o pau antes da língua o lamber.


Devem estar a perguntar o que é que o Diabo está a fazer nesta postura com dois idiotas ao lado, mas o que me interessava mesmo era o casal que ia mais à frente num carro descapotável a indicar o caminho para a nova casa deles.

A situação tinha acontecido um tempo atrás, fui chamado a uma emergência, havia um corno que não aceitava que a mulher não estava fazendo nada, apesar de todos os amigos e os vizinhos dizerem que ela era uma puta, que ficava o dia todo dançando, e oferecendo-se para todo o homem que aparecia.

O corno estava fixado naquela ideia da mulher ser uma santa, aquilo de dançar toda a gente dança, e quanto a homem, ele tinha toda a confiança, e assim, meu amigo, fica difícil levar gente para o inferno.

Quanto eu estava a estudar uma solução, para fazer ver ao corno que afinal não havia solução nenhuma, o corno tomou a decisão de mudar de casa e aí eu só tive tempo de entrar na pele do condutor, e para minha desgraça ter de ouvir o brasileiro e o preto a falar de gajas boas da televisão, a apostarem naquelas que mais gostavam de levar no cu.

Finalmente chegámos, olhei para cima para o prédio e um gajo estava lá no alto, na varanda a olhar para a rua, e percebi que centrava a sua atenção na mulher do corno, a designada santa, uma loura avantajada, uns seios fartos num corpete apertado, uns saltos altos de bico fino, e a saia, bem essa, quase não existia.

O preto e o brasileiro olharam para mim, naquele olhar de quem pergunta se eu vou ajudar a carregar a tralha para cima, e eu disse, “é no segundo andar, estão com sorte, não há elevador, por isso não se esforcem muito”, e depois arranquei, cheguei perto do casal, na cabeça do corno havia a dúvida sobre a mulher, ele pensava, “ela sempre foi assim, excêntrica e oferecida”.

Fui para mais perto dela, o meu nariz e o tato dos meus dedos foram-lhe tocando no corpo, era tudo espirito mas funcionava, os mamilos ficaram rijos, o clitóris retesou-se elétrico, as coxas abriram-se levemente para deixar passar o meu anelar na cona, e o pensamento dela chegou, olhou para o prédio e o homem da varanda, “apetece-me tanto dar uma foda”.

A mudança acabou, o preto e o brasileiro foram-se embora, a falar para um condutor que não compreendia nada, eu tinha-os deixado e subido prédio acima para entrar no homem da varanda, a peça decisiva, tinham-me dito, para resolver esta embrulhada.

O homem era bem servido de pau mas insatisfeito, a mulher que eu ouvia noutra divisão não fazia o que ele queria, ele dizia à mulher, “amor, chupa-me o meu pau, amor, quero comer o teu cuzinho”, mas ela respondia, que ela tinha recebido uma educação, as fodas eram para fazer filhos e não para diversão.

O pobre homem estava resignado, tinha-se casado com uma mulher bonita, na esperança e no seu projeto de dar umas boas fodas e nada, ao fim de uns tempos, tinha-se tornado um punheteiro, uma vez por mês fodia a mulher, nos outros dias ia batendo punhetas, para se aliviar do sofrimento dos tomates cheios.

Tentei sentir a sua pele por dentro, e percebi que ele estava num ponto de viragem, neste momento naquele dilema de, ou separo-me da minha mulher e procuro outra vida ou traio a minha mulher e vou procurar cona e cu noutro lugar.

Para um Diabo, claro, a segunda hipótese é muito melhor, e aí pensei eu, “mas porque deverá este pobre mortal libertar-se de um casamento sensaborão, quando pode mantê-lo e ao mesmo tempo viver as alegrias, a aventura, o risco, tudo isso junto, da traição, fodendo gajas por fora”.

E foi quando senti uma espécie de espasmo, o caralho do observador cujo corpo eu ocupava, levantou-se subitamente, como uma rocha dura e comprida, a mulher do corno tinha olhado para cima, e houve ali um encontro de olhares quentes, enquanto o corno distraído ia dando indicações ao brasileiro e ao preto, “cuidado com esse varão!! é o varão de treinos de striptease da minha querida mulher!!”, ele sorria para aquelas duas almas penadas, e acrescentava, “é só desporto!! a minha mulher é muito atlética”.

Nessa noite, deixei o corpo do mirone à solta, ele deu uma foda na mulher, a cona dela não tinha tempero, sal ou pimenta, era como comer um bocado de borracha, e se o pau fez a sua tarefa, foi porque tinha a cabeça na loura do andar de cima, naquele seu rabo voluptuoso, a imaginar que ele fodia o cu dela todo.

De manhã eu estava na varanda e foi quando vi, a mulher do meu corpo a sair do prédio, antes tinha dado um beijo insipido a dizer que ia para o trabalho, e depois vi sair o corno, com um certo ar apressado, a rodar a cabeça para cima e a despedir-se, pensei eu, da loura que estava no outro andar.

Começava a sentir um certo tédio, foda-se!! que não acontecia nada, nós Diabos não podemos interferir no livre arbítrio, os humanos têm de ser eles mesmos a fazer merda, a tomarem as decisões que entendam, nós só vamos empurrando, quando o meu corpo foi para o computador e começou a escrever, e aí pensei eu novamente, ele trabalhava em casa e dedicava-se à escrita.

Mas não foi por muito tempo, a cabeça do homem estava num estado de confusão infinita, ele imaginava a loura a rolar na cama, e ele em cima a montá-la, ela gritava, “mais mais, fode-me toda querido, enterra tudo no meu cu”, que o fez levantar-se e caminhar para a casa de banho, pensei, “pobre homem, vai bater uma punheta”, e foi quando eu ouvi um ruido vindo do andar de cima, o som de uma música oriental, daquela das dançarinas do ventre, de um harém de gajas lúbricas, e toques no pavimento, o que fez pensar, “a puta está a dançar”, e a mente do corpo acrescentou, “foda-se!! caralho! a gaja deve estar nua”.

O ruido não parava e tornava-se até incomodativo, o homem esqueceu a punheta, e depois, no computador não se concentrava, e como ele estava um pouco estúpido, dos longos anos de sobriedade de cona e de reclusão, eu tive de soprar ao ouvido dele, “vai lá a cima, caralho, a gaja está sedenta de pau, dizes que gostas do barulho, mas que te excita demasiado”.

Ele surpreendeu-me, nem tive tempo para me organizar, o gajo subiu por ali acima pelas escadas e bateu à porta, a música abrandou um pouco, uns passos aproximaram-se da porta, e quando ela abriu, até eu vi melhor aquela mulher, os dotes estampados nas suas maneiras, gritavam ao alto, “hosanas meu senhor”, uma máquina de sexo e desejo que certamente o criador tinha perdido mais de sete dias a fabricar, envolta numa espécie de véu de nuvem a voar e por baixo percebia-se as formas do corpo nu e foda-se!! um pouco suado.

Ela riu-se com uns dentes brancos perfeitos, e disse, “peço desculpa, estava a treinar!”, e perguntou de seguida, “a música estava alta? Peço desculpa! não volta a acontecer”, o meu corpo estava com um volume tremendo, a vara tinha crescido descontrolada, como um animal selvagem indomesticável, e ele disse engasgado, “não, eu até gosto da música, diz que estava a treinar?”.

Tentei varrer o espirito dela, só que tudo estava a acontecer demasiado depressa, ela lambia os lábios de desejo, ela olhou para baixo, para a virilha dele, e viu ali o monstro a querer libertar-se a qualquer momento, e disse, “eu gosto de treinar barra de strip, para me manter em forma”, o corpo fazia um esgar a imaginar a cena, quando ela acrescentou, “gostava de assistir?”.

O corpo abriu os olhos mais do que o normal, as órbitas tremiam dentro das cavidades, achei que ele iria ter um problema cardíaco, tal a aceleração do coração naquele momento, ele avançou para dentro a abanar a cabeça e perguntou, “porquê a barra? você podia fazer pilates ou outra coisa!,” ela deu uma gargalhada adorável, e respondeu, “o meu marido não sabe, mas antes de casar, eu trabalhava numa boîte de strip, e eu mantive o gosto de fazer e o meu marido gosta de ver”.

Houve ali um momento de silêncio expectante sobre o que iria acontecer e ela depois acrescentou, “pode guardar um segredo?”, ele olhou para ela, as mamas viam-se na transparência, as coxas escondiam uma penugem bem aparada, ele disse, “claro, prometo”, ela prosseguiu, "é estranho, quando era stripper, ao contrário do que se pensa, eu não fodia com homens, até tinha um namorado, mas depois .....”

O meu corpo desesperado, “e depois ...?”, ela continuou, “é que, quando me casei ......”, o corpo fervia de antecipação, “... quando me casei, um dia tive um encontro em casa com aquele meu antigo namorado e ....”.

O corpo mexeu-se no sofá, os colhões doíam-lhe de tão inchados que estavam, “... e ele pediu-me para dançar no varão .... com aquelas músicas orientais e ..... depois fodeu-me .... chupei-lhe o pau e ele que gostava ...... fodeu-me o cu .... e a partir daí ....”, o corpo tinha-se encostado para trás no sofá, a mão dela abria-se no volume cheio e apertava-o como se apertasse uma bola de borracha, e continuou, “.... a partir daí ... não quero outra coisa ...”.

O meu corpo finalmente falou, ele nem tivera a perceção que ela abrira o zip das calças e manipulava a vara para cima e para baixo, ele disse, “você não quer outra coisa? ....”, ela sorriu, e depois abaixou-se sobre o pau e começou a chupá-lo, levantou-se um pouco e disse, “isto, chupar caralhos, levar na cona e no cu, dançando ...”, ela voltou à tarefa em que estava, os lábios rodearam a verga dura, para cima e para baixo, como uma mola apertada, e depois disse, “queres que eu dance para ti? Guardas este segredo? Quando ouvires a minha música, vens a correr?”.

Quando se aproximou a noite, o meu corpo estava na varanda com a mulher sensaborona, quando olhou para baixo e viu sair o corno, certamente para uma qualquer das suas muitas atividades, de repente ouviu-se a música, a mulher disse, “ai querido, que coisa desconfortável, esta música? parece que ela deseja sexo? e já viste a mulher, amor? parece, sei lá, amor, uma prostituta .. podias ir lá cima fazer qualquer coisa, sei lá, para ela parar?”.

Vi, com satisfação de dever cumprido, apesar de não saber bem quem eu devia levar para o inferno, que o meu corpo estava no bom caminho ... era tempo de ir embora .. para outro destino.

Na Porta ao Lado - Contos do diabo

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Na Porta ao Lado - Contos do diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Na minha atividade estas coisas acontecem por acaso, não tenho uma lista ou ordem de serviço e vou trabalhando ao sabor do inferno e do meu divertimento, umas vezes vou a um sitio e depois vou a outro, mas com nada programado.

Desta vez estava de volta de um daqueles seguranças de um prédio de ricos porque me tinham dito que o homem era um problema, guardar guardar não guardava nada e a sua principal fonte de rendimentos era foder quem passava.

Estava a tentar perceber a sua mente atribulada, porque isto de pobres é uma coisa feia, quando passa uma gaja, ainda nova e esbaforida, mas meu Deus Altíssimo, tinha um cu! Mas que maravilha.

Eu estava ali como empregada doméstica, com os ouvidos bem abertos a tentar saber tudo, e como vi ali oportunidade para um bom serviço, perguntei ao segurança, “foda-se!! quem é esta gaja?”.

Ele respondeu, “era a mulher de um empresário, imobiliário, caralho!”, eu insisti, “era?”, ele continuou, “sim, o gajo desapareceu, a história é complicada, ou foi ele que a apanhou a comer um gajo, ou foi ela que o apanhou a levar no cu, coisa de ricos, ninguém entende nada”.

Foda-se, houve ali um momento que o caracter intrometido da empregada doméstica quase interferiu nas minhas decisões, mas eu percebi, quando a gaja do cu bom passou, ela ia fodida com qualquer coisa que tinha acontecido no elevador, e não era o marido dela, porque esse eu vi logo, ele tinha-se ido embora porque quando ela chegou a casa um dia ele estava a chupar um pau bem grosso.

Achei melhor mandar embora a empregada doméstica e ocupar o segurança da portaria e esperar, porque a coisa não demorou muito, e ela regressou da mesma maneira e eu aproveitei para dizer, “a senhora está bem, quer qualquer coisa?”, ela nem parou, na cabeça um pensamento seguido de outro, “vai mas é para o caralho, queres ver que o Daniel também é bicha como o outro”.

“Daniel, Daniel”, estava a tentar perceber, passei os olhos na mente do segurança, Daniel era o novo vizinho, um gajo que tinha chegado de novo e ocupava o andar em frente, quase porta com porta, de maneira que quando saiam à mesma hora, encontravam-se no elevador.

Quando ela passou segui-a em espirito, no elevador, ela abanava na mão uma mala de rica, o vestido de flores colava-se ao corpo, numa forma voluptuosa como um embrulho gostoso, as pernas roliças de puta, encimadas por aquele cu que eu já tinha dito, duas mamas poderosas a explodir no vestido, e foda-se!! aquele feitio nervoso de gaja em penúria de caralho.

Aproximei-me mais, o marido com muito custo ia mais ou menos contribuindo a contragosto com algum pau de vez em quando e ela lá mantinha aquela pose sofrida e aguentava de gaja que fodia pouco, mas quando ela viu o marido com um caralho na boca, ela ficou doida e os humores todos, foda-se!! explodiram.

O meu nariz roçou na fenda e ela estava húmida de tesão, era quase uma coisa a toda a hora, que acontecia sem razão, bastava ver um homem, um volume nas calças grande, ou até um sonho, para andar assim com a cona encharcada desesperada por caralho.

E parece que o tal Daniel, ou pelo menos era o que parecia, no elevador punha-se a olhar para o cu dela, e ela então imaginava o Daniel a comê-la, a abrir-lhe o cu a toda a hora, bastava passar o corredor de uma porta para a outra, porque ela estava ali apetecível para ser bem fodida.

Só que caralho!! Desde que ele tinha chegado já se tinha passado pouco mais de uma semana e uns poucos dias desde que o marido se fora embora, e ela não era mulher que estivesse habituada a esperar, a sua antiga mente de puta, antes de se casar com o empresário bicha, estava a regressar e, conforme se lembra agora, bastava ela rir-se, lamber os lábios, para cinco minutos depois ter um caralho grosso enterrado no rabo.

Só que, claro, o Daniel não avançava, olhava para o cu dela, mexia no pau volumoso, roçava-se no elevador apertado, as respirações encontravam-se a meio, ele com uns ombros largos, mas foda-se!! era só aquilo, do bom dia e boa tarde e mais nada.

Eu tinha também de perceber isto, alguém não estava a fazer o seu trabalho, fui tentar ver o Daniel e sabia eu que a desgraçada estava em casa, a rata fervia em lume brando, eu passei por perto e coisas batiam, e foi quando entrei lá em casa, do Daniel quero dizer, e estava ele a comer um rabo, só que era de homem e não era de mulher.

Eu pensei, “foda-se!! que até Diabo fica surpreendido”, o Daniel montava um cu de um gajo, as mãos grandes prendiam as nádegas, e o pau grosso entrava no ânus, o gajo gemia alto, “aihm foda-se hummm aihmm”, naquele movimento único, a estaca rolava para fora e para dentro, e eu tentava ver melhor, naquela penumbra da casa, porra!! era o marido da gaja, tinha umas meias de renda nas pernas, e uma saia axadrezada curtinha, parecia mesmo uma puta.

O marido estava a levar no cu, e dizia, “aihm amor Dany aihmm amor, come o meu rabo, amor, come”, foda-se!! eles eram um casal, estava a acontecer há muito tempo, o marido saltava de um lado para o outro, um dia a levar no cu, no outro a comer a gaja, era esta a sua vida, até ao dia em que a coisa estourou.

Eu tinha de resolver isto, porra que Diabo também tem coração, na casa ao lado uma desgraçada sofria com tesão, não era junto com tanto caralho à disposição, mas para dar um rumo a esta questão, tinha de entrar num ou no outro, e como levar no cu não era bom para a reputação de um Diabo, de maneira que entrei no Daniel e logo a seguir quando ia para a frente parei e disse, “amor e a tua mulher?”.

O empresário do imobiliário que estava com o cu espetado disse, “foda-se! O que é que tem a minha mulher agora?”, eu continuei na voz do Daniel, “é injusto, estou aqui a comer-te o rabo e ela coitada com tanta fome na cona, podíamos fazer um acordo?”.

A coisa decididamente tinha arrefecido, ele perguntou, “mas que caralho de acordo?”, eu respondi, “temos de abrir o jogo com ela, ela pensa que eu quero comer-lhe a cona, anda sempre a fazer beicinho”, e ele perguntou novamente, “e queres?”, eu respondi, “a tua mulher é muito apetecível, mas sabes eu gosto de cu de homem, amor, estava a pensar no segurança lá de baixo”.

Ele ficou a pensar para o alto, “podes ter razão, ela é uma puta insaciável, nem eu sei como aguentei, mas eu posso dizer à minha mulher que gosto de chupar no teu pau e arranjo com ela uma maneira do segurança andar a fodê-la, acho que ela vai aceitar e ficamos todos felizes”.

Eu disse para concluir, “e temos de ser rápidos, ela pensa que quero comê-la, mas como o homem da segurança é bissexual, ele pode bem dar conta do recado”.

E o empresário bicha perguntou logo a seguir, “foda-se o segurança é bissexual? ele também gosta de foder cus? E eu que não sabia.”

Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

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Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

A
publicação do Capitulo 17 do Manual Erótico "O Jardim Perfumado" do Sheik Nefzawi, aqui para leitura integral, considerou-se ser absolutamente necessária devido à urgência de certos casos mais complicados.

O Sheik apresentou vários remédios para essa questão tão importante, mas não esquecer claro, que são remédios com mais de 500 anos, e que se funcionavam, se alguma coisa cresceu ou caiu, isso não sabemos, nem podemos garantir que aconteceu.

O que sabemos é que o Sheik não acreditava que o tamanho não importava e por isso testou todos os seus remédios.



CAPÍTULO 17


Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros 


Saiba, ó Vizir (Deus seja bom para você!), que este capítulo, que trata do tamanho do membro viril, e é de primeira importância tanto para homem e mulher. Para os homens porque de bom tamanho e membro vigoroso brota a afeição e o amor das mulheres; para as mulheres, porque é por meio de tais membros que suas relações amorosas e paixões são aplacadas, e o maior prazer é obtido para eles. 

Isto é evidente pelo facto de que muitos homens, unicamente pela razão dos seus membros insignificantes, são, no que diz respeito ao coito, objetos de aversão às mulheres, que também entretêm as mesmas um sentimento em relação àqueles cujos membros são moles, inertes, e relaxados. 

Toda a sua felicidade consiste no uso de instrumentos robustos e membros fortes.

Um homem, portanto, com um membro pequeno, que quer torná-lo grande ou fortificá-lo para o coito, deve esfregá-lo antes da cópula com água morna até ficar vermelho e estendido pelo sangue que nele flui, em consequência do calor; ele deve então ungi-lo com uma mistura de mel e gengibre, esfregando-o diligentemente. Então deixe-o juntar-se à mulher; e ele irá obter para ela tal prazer que ela se opõe a ele saindo dela novamente.

Outro remédio consiste num composto feito de uma moderada quantidade de pimenta, lavanda, galanga e almíscar, reduzida a pó, peneirado e misturado com mel e gengibre em conserva. O membro depois de ter sido lavado pela primeira vez em água morna, é então esfregado vigorosamente com a mistura; então crescerá grande e forte, e dará à mulher uma sensação maravilhosa de volúpia.

Um terceiro remédio é o seguinte: lave o membro em água até tornar-se vermelho, e entrar em ereção. Em seguida, pegue num pedaço macio de couro, sobre o qual espalhe breu quente e envolva o membro com isto. Não demorará muito para que o membro levante a cabeça, tremendo com paixão. O couro deve ser deixado até que o breu esfrie, e o membro ficar novamente em estado de repouso. Esta operação, várias vezes repetidas, terá o efeito de tornar o membro forte e grosso.

Um quarto remédio baseia-se no uso de sanguessugas, mas apenas das que vivem na água, você coloca umas quantas numa garrafa tanto quanto podem ser colocados, e encha-o com óleo De seguida, exponha a garrafa ao sol, até que o calor do mesmo tenha efetuado uma mistura completa. Com o fluido assim obtido, o membro deve ser esfregado várias vezes consecutivas durante dias, e, sendo assim tratado, ficará de bom tamanho e de dimensões completas.

Para outro procedimento, observarei aqui o uso de um membro de burro. Adquira um e ferva-o, juntamente com cebolas e uma grande quantidade de milho. Com este prato, alimente as aves, que você come depois. Pode macerar também a borda do jumento em óleo e usar o fluido assim obtido para ungir o membro e beber dele.

Outra maneira é magoar as sanguessugas com óleo e esfregar a borda com este pomada; ou, se preferir, as sanguessugas podem ser colocadas numa garrafa, e, assim encerrados, enterrados num morno monte de esterco até que sejam dissolvidas numa massa coerente e formar uma espécie de linimento, que é usado para ungir repetidamente o membro. De certeza, o membro tem muito a beneficiar com isso.

Pode-se também tomar breu e cera, misturados com tubíporaasfódelo e cola de sapateiro, com os quais esfregar o membro, e o resultado será que as suas dimensões serão ampliadas. 

A eficácia de todos esses remédios é bem conhecida, e eu os testei.


Como ser a Dominatrix perfeita?

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Como ser a Dominatrix perfeita?

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Se o seu desejo é subjugar o seu marido, cão, gato, empregada doméstica, jardineiro, até o patrão, o seu amante, a mulher dele, os seus colegas de trabalho, e enfim toda a gente, tem de perceber onde está o sucesso, o que é preciso fazer, e quais as características que deve trabalhar, para se tornar uma dominatrix perfeita.


Vamos ter muito que falar porque são 21 as características que farão de si uma mandona, uma puta insuportável, uma megera inqualificável, que todos apreciarão, apesar de estarem fugindo, mas é como dissemos, se você alcançar todo o seu potencial, não há pénis, vagina, mamas ou coxas, rabo ou costas, que não fiquem de joelhos e façam o que você manda.

1. Caráter

Não se engane, não é a integridade que determina o carácter, mas verdadeiramente, o que somos, o que vemos e o que fazemos. O carácter, ao contrário do que se diz por aqui, que nasce com a pessoa e que é isso aí, não é bem assim.

A pretendente a Dominatrix pode escolher o carácter, ser mais dura, mais mole e boazinha, puta velhaca, etc, e a boa Dominatrix quando começa não pode desiludir.

Se o marido espera porrada é isso que a Dominatrix pode e deve oferecer, e quem diz marido, diz patrão, aí a Dominatrix usa tudo o que tem, mamas, pernas nuas, vagina molhada, chantagem fodida, o que for preciso para colocar esse pessoal no lugar.

O lema da Dominatrix é “nunca verga”, e se vir que a coisa está amolecendo, aí é distribuir pancada por todo o lado, só assim os subjugados vão poder confiar que a Dominatrix está a fazer o que é certo.

2. Carisma

Pense nas pessoas com quem quer passar o seu tempo. Pense também que carisma é a capacidade de atrair as pessoas para si e para os seus desejos e propósitos.

Veja e observe, se elas não estão satisfeitas com a vida, se esperam o melhor das pessoas, e aí então você entra, não exige muito delas, vai facilitando as coisas, e quando estiverem atraídos para você, então começa a vergar.

E vergar como, com pancada claro, pessoal triste e insatisfeito gosta de porrada, sofrer é o seu sentido da vida, se der pancada todos os dias, à mesma hora, ele um dia chama pela Dominatrix para estar perto e levar mais.

3. Compromisso

Se quer ser uma Dominatrix tem de agir com convicção. Quando dá pancada nos outros, eles têm de perceber que faz isso de corpo e alma, e que o objetivo principal é eles gostarem, é acreditarem que depois de levarem porrada vão ficar muito melhores.

Portanto é isso, resistir, persistir, não parar nunca, e se houver dúvidas, intensificar.

4. Comunicação

Aqui o que mais importa é ser clara. Não gere dúvidas, quando estiver a transmitir os seus desejos e intenções é bom que a audiência perceba que está ali para distribuir pancada. 

Só assim as pessoas vão perceber o que quer e para onde vai, ou seja, quando começar a dar porrada, as pessoas têm de ter consciência que depois ainda vem mais pancada, de maneira que fiquem com uma boa lembrança para o futuro.

5. Competência

Não se esqueça que as pessoas não se bastam com palavras ocas. 

Elas têm de acreditar que tem capacidade e criatividade para fazer sofrer as pessoas e sempre com novas experiências capazes de atingir o principal objetivo, dar o máximo de porrada possível, as pessoas contam consigo.

6. Coragem

A admiração pela Dominatrix é saberem que ela leva tudo ao limite, se está a torcer um braço, ou a esmagar uns testículos, as pessoas têm de saber que pode ainda ir mais longe, correndo riscos, sem medo, arrancando coisas se necessário.

7. Discernimento

Muito importante. Experiência e intuição. Aqui importa saber julgar as diferenças entre as coisas. Só assim as Dominatrix conseguem perceber que uns precisam de mais pancada do que outros, e até as várias maneiras.

Há uns para quem levar pouca porrada é um problema e aí a Dominatrix tem de estar atenta, avaliar as possibilidades e então é disparar e chibatada para cima. Gente descontente é que não pode ser.

8. Foco

Muito importante também. A Dominatrix tem de saber onde deve investir o seu tempo e concentrar os seus recursos. E também concentrar-se no que faz melhor. 

Se a Dominatrix é melhor a chibatar ou a torcer ou apertar extremidades é aí que deve apostar mais, e com certeza não vai desagradar.

E depois claro pode sempre ir apostando noutras áreas, desde pisadelas, pancadas nas rótulas, há pessoal que aprecia muito.

9. Generosidade

Aqui está uma qualidade que não deve deixar ao acaso, que é ser generosa. Deverá sempre desenvolver o ato de dar, mais e mais, porrada de maneira que os subjugados que levam pancada fiquem verdadeiramente agradecidos.

10. Iniciativa

Não deixe que sejam outros a fazer por si. Grande parte do prazer da Dominatrix é distribuir porrada por toda a gente e isso claro é assunto que deve colocar em prática e passar à ação. 

Ninguém tem de estar à espera do que vai ou não ser feito, os subjugados sabem por natureza que não é preciso pedir nada para levar pancada.

11. Escutar

A Dominatrix tem necessariamente de ser uma boa ouvinte. 

Manter o ouvido aberto quando estão a manietar o seguidor e se ele não grita é um problema. Tem portanto de escutar se a pancada é suficiente para causar dor suficiente.

12. Paixão

Esta qualidade na Dominatrix é o primeiro passo para se sentir realizada e satisfeita. 

Tem de se sentir entusiasmada quando distribui pancada pelos seus seguidores e que está a prestar um serviço de qualidade.

13. Atitude positiva

Isto trata-se de escolhas. Não pode acordar a pensar se vai agir assim ou assado. 

Tem de ser positiva no sentido de que os seus seguidores precisam de si e da pancada que distribui todos os dias. 

Há aqui objetivos a atingir e não é com má atitude de virar boazinha.

14. Resolução de problemas

Resolver problemas tem de estar sempre na mira da Dominatrix, e não que fugir deles, é enfrentá-los de frente, sem se deixar levar pelas emoções, sem perder a visão do que é importante que é distribuir porrada para cima, sempre em grandes doses para que não haja dúvidas.

15. Relacionamentos

Muito importante, porque aqui o que importa é compreender como as pessoas se sentem e pensam. 

É ter empatia pelo seguidor de maneira que pancada e dor nunca falte, de maneira que eles se sintam especiais, querendo levar mais e melhor porrada.

16. Responsabilidade

Uma Dominatrix leva sempre as coisas até ao fim e termina o trabalho. 

Se começa à paulada, acaba à paulada. 

Isso é ser responsável, se quer ser Dominatrix tem de produzir, e aí, é cacetada para cima porque não há tempo para brincar.

17. Segurança

Aqui a Dominatrix tem de acreditar nos outros porque acredita em si própria. 

Se apertou os testículos a alguém e ele grita, a Dominatrix conhece as suas próprias forças e sabe que aqueles gritos representam uma grande alegria para o seguidor.

18. Auto disciplina

Tem a ver com o estilo de vida. Sem disciplina nenhuma Dominatrix alcança o sucesso. 

Restringir-se ao prioritário e deixar o resto. Quando dá pancada, chuta uma canela, ou aperta qualquer coisa, é a disciplina que a faz progredir e cada vez fazer mais e melhor.

19. Servir

Servir aqui significa distribuir sem parcimónia. Quanto mais der melhor, porque o seguidor é isso que espera.

A Dominatrix gosta de entregar-se totalmente à sua tarefa e aqui o que importa verdadeiramente é saber servir os outros. 

Levar porrada é o que mais agrada ao seguidor e não se pode esquecer isso.

20. Disposição para aprender

Uma Dominatrix nunca está satisfeita consigo própria. 

Há sempre mais qualquer coisa a explorar. Qualquer coisa para aumentar o potencial de distribuir sofrimento, usar ferragens e outros instrumentos, enfim há um mundo de possibilidades.

21. Visão

A visão da Dominatrix é no fundo aquilo que os seguidores procuram nela, inspiração, dor e sofrimento, sempre muita porrada para que eles não percam o norte e fiquem sem ideias.