Junho 2022 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Segredos de Sacristia

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Segredos de Sacristia

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Foi mais vontade da minha mulher do que minha, esta ideia de me arrastar para a minha terra de origem, que ela insistia em conhecer há anos e que para mim, na minha memória, não era mais que um amontoado de pedras velhas, cheias de musgo, e cravadas no chão como navalhas num ambiente rude, de giestas, selvagem e inimigo das pessoas.

Tínhamos recebido o convite que apareceu assim do nada, e eu então que me julgava esquecido pelas pessoas, eu não queria ir, ainda mais a um casamento, mas a minha mulher não me deu hipótese, para ela era agora ou nunca, apesar de lhe dizer que àquela terra nada me ligava.

Eu devia estar talvez há meia hora encostado a uma coluna dentro da igreja, pensando que nunca aprendera a comportar-me naqueles espaços, como se alguém ou alguma coisa me vigiasse, e encostado não era bem o caso, entre o meu corpo e a pedra havia uma diferença, obrigando-me a estar em pé sem o apoio de coisa nenhuma, a pairar levitado pelo respeito do lugar.

A minha mulher, essa, movia-se para dentro e para fora, falando com quem encontrava, nessa doce ilusão que na minha terra toda a gente era conhecida, eu ouvia-lhe a voz alta de fundo, a fazer muitas referências aos noivos, como se os conhecesse de toda a vida.

De repente, no meu recolhimento refletido e solitário, reparei num homem ao fundo, estava com uma mulher e o que parecia serem os filhos, e não consegui resistir, fixei o meu olhar nele, como se também a mim me lembrasse uma coisa antiga, uma memória de juventude translúcida, antes da minha fuga daquele lugar.

Sim, eu fugi da minha terra, na altura era assim que se fazia, ou se ficava preso ali para sempre, numa escolha sem escolha, ou então num ímpeto de loucura, sem nada nos bolsos ou futuro, apanhávamos o primeiro transporte que aparecia, e íamos simplesmente embora na primeira oportunidade, e no meu caso, à boleia de um homem mais velho com quem ainda vivi uns anos na cidade.

Eu fixava o meu olhar nele, e percorria-lhe o corpo, de cima a abaixo, como se o conhecesse, como se lhe tivesse tocado, algo familiar e intenso, que eu não conseguia recordar, quando reparei estranhamente que ele percebeu a minha atenção e começou também a ler-me nos olhos.

Havia ali um cheiro a incenso e a flores mortas que eu sempre detestei, dessas que esperam a morte resignadas em jarras, uma onda de saias farfalhavam nas mulheres, girando sobre si constantemente, mas o meu mundo naquele momento era só eu e aquele homem, lá ao fundo também fixado em mim.

Acho que ele ficou incomodado e percebi que começou a mover-se na minha direção, o momento era dramático, nem eu sabia porque o fazia, olhar para ele insistentemente, vasculhando na memória alguma lembrança, algum momento inesperado, faltavam alguns metros, quando ele junto de mim pergunta, “conhecemo-nos?”.

Eu balbuciei qualquer coisa como, “peço desculpa, nasci aqui, mas passaram mais de vinte anos desde que me fui embora”, ele manteve-se em silêncio como se esperasse uma novidade que o surpreendesse, e eu continuei, “tinha aqui amigos, mas … aqui perto, costumávamos ir para o rio nadar”.

Não sei se foi alguma palavra que eu disse, ou alguma alusão a um sítio, ele abriu muito os olhos e perguntou, “Adão?”, eu disse que sim e foi como se algo se abrisse no meu cérebro, “Henrique?”, ele riu-se a dizer que sim, e acho que foi instantâneo, trocámos entre nós um abraço que pareceu muito tempo.

A memória tem destas coisas estranhas, um dique abre-se e num segundo a informação chega, eu que há minutos não o reconhecia, dizia-lhe agora, “estás na mesma”, ele olhou-me de alto a baixo e todo o nosso passado estava agora acessível como há vinte anos quando me fui embora.

Ele fez um sinal à mulher a afastar-se, fomos caminhando para longe da igreja até ao rio, e eu perguntei, “então casaste? e filhos …”, ele sorriu, “tem de ser, a nossa terra é pequena”, eu percebia e não percebia ao mesmo tempo o que queria dizer, e ele continuou, “não é que a minha mulher me dê muita satisfação, compreendes?”.

Não tinha a certeza sobre o que ele se referia, lembrei-me do nosso passado, e perguntei, “satisfação sexual? É isso que queres dizer?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, e eu insisti, “não sei se te lembras …”, ele sorriu novamente, “lembro, lembro, as nossas tardes ..”, eu corrigi rindo, “as nossas tardes e as nossas noites, e o padre, lembras-te?”.


Sentámo-nos junto a uma pedra de onde saltávamos para o rio, e eu continuei, “eu comi aqui o teu cu tantas vezes, e tu adoravas .. “, ele revirou os olhos a lembrar-se, “e o teu caralho? quantas vezes eu chupei no teu pau?”, eu disse, “não contei, mas talvez mais de cem”.

Parámos um pouco a conversa, não sei porquê, eu sentia uma excitação, o meu pau estava teso e levantado, apertado nas calças de algodão, ele perguntou, “e tu? a tua mulher? Tens filhos?”, eu respondi, “acho que é um pouco como tu, há aparências ..”, ele fez um esgar na cara, “continuas a comer cus ..?”, eu olhei para os lados, senti a minha mulher que se aproximava, e disse rápido, “sempre que posso”.

A minha mulher disse alto, “estás aqui, querido? O casamento está a começar, o padre já está a falar” e depois olhou para o meu amigo, eu apontei para ele, “é o Henrique, um amigo aqui da terra”, ela fez-lhe um cumprimento e disse, “vi os seus filhos e a sua mulher ..? tem muita sorte ela é muito bonita”, e depois já a afastar-se, “não demores amor, a festa está a começar”.

Ficámos ali os dois numa atmosfera fresca de sombra e brisa de rio, e eu disse, “apetece-me ficar aqui a lembrar as nossas fodas”, ele anuiu, “também eu, eu ficava sempre por baixo ..”, eu bati-lhe de leve na cara, “porque tu gostavas, eu partia-te o cu todo e o padre gostava de ficara ver, até nos oferecia a sacristia para eu te comer, lembras-te?”, ele dizia que sim.

E depois ele disse, “uma vez fomos apanhados …”, eu esforcei as minhas lembranças, e perguntei, “não me recordo bem …”, ele continuou, “pela minha irmã mais nova”, eu então disse, “pois foi … eu tinha o meu caralho enterrado no teu cu, no teu quarto, estava a foder-te e ela apareceu e viu”, e depois insisti, “e como é que ficou isso?”, e ele respondeu, “ela andava a foder com o meu cunhado e combinámos ficar de bico calado, entretanto foste embora”.

Olhámos para o fundo, para a azáfama junto à igreja, a minha mulher já se tinha esquecido de mim, quando ele disse, “e se fosse agora?”, eu olhei para ele, “agora como?”, ele continuou, “não sei .. se tivesses ficado .. continuavas a comer o meu cu?”, eu mirei o corpo dele, um pouco mais rígido pelo trabalho pesado, e disse, “continuas com um cu maravilhoso, talvez …. acho que sim ..”, eu depois ri e continuei, “nós tínhamos casado na mesma, mas todas as tardes íamos para a sacristia e mais o padre e eu partia o teu cuzinho mais uma vez”.

Ele olhou para o meu volume teso, olhou depois para os lados para não ser surpreendido, e pousou a mão no meu caralho, e disse, “continua bom como eu me lembro, eu chupava-o tanto que às vezes não aguentavas, vinhas-te todo na minha boca ..”, eu olhei também, “vamos mais para o lado ..”, eu saquei o meu pau para fora e ele de joelhos engoli-o na boca, e ele disse, “foda-se lembro-me do teu cheiro, senti tanto a tua falta”.

O doce molhado da língua foi mordiscando a cabeça gorda, em pequenos estalidos de satisfação, ele dizia, “ai que temos tempo? de foderes o meu cu?”, eu respondia, “não, a tua mulher e a minha estão ali …”, um calor forte veio de dentro, subiu-me pelos calcanhares, depois pelas pernas acima, e eu sabia, jatos quentes de porra saíram do meu caralho que ele engolia como antigamente.

Mais tarde, estava eu e a minha mulher, na mesa da festa a celebrar, quando sinto a palma de uma mão no meu ombro, “então Adão? Estive com o Henrique .. ele contou-me tudo … vocês não se esqueceram de mim?”, eu respondi surpreso, “então senhor padre, ele contou? Não, não nos esquecemos, ainda vou estar por cá mais algum tempo ..”.

A minha mulher estava curiosa, “o que é que o padre quer dizer com aquilo?”, eu respondi, “nada amor, é coisas de aldeia, amanhã eu e o Henrique vamos ter com ele para confessar os nossos pecados”, ela abriu a boca perplexa, “não sabia que eras religioso?”.

Espinhos da virtude - lagosta e vinho branco

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Espinhos da virtude - lagosta e vinho branco


Eu e a minha mulher tínhamos sido arrastados para uma dessas festas que os portugueses fazem todos os anos, principalmente no verão, em que comem e bebem, falam alto, com filhos a gritar por todos os lados, simplesmente um daqueles infernos em que gostamos de estar.

Nem devia perder tempo a descrever como é a atmosfera por aqui, uma mesa corrida, daquelas comunitárias, à camarão e outras coisas invulgares, vinho e cerveja para que gostar, que nos deixam um cheiro a mar nas mãos, na roupa, em todo o recanto onde consiga entrar.

Depois de uma semana estendidos nas praias desta ponta da Europa, a minha mulher e eu estávamos deslumbrantes, o sol e o mar juntos têm essa capacidade de curar feridas, depois de apaziguar a alma, tentar esquecer as dificuldades de tudo, e desfrutar em plenitude.

Olhei para a minha mulher, quase pelo canto do olho, sentada ao meu lado, não era difícil para mim perceber que a minha mulher readquirira nestes dias alguma alegria interior, claro que a brisa suave que vinha do mar, o marisco fresco e o vinho branco, tudo isso ajudava, mas mais do que alegria, a minha mulher estava excitada.

Do outro lado da mesa, à frente dela estava um miúdo bonito, e à minha frente um individuo corpulento e com barba que devia ser o pai dele, e mais à esquerda, uma mulher um pouco forte, arrancava as pernas de uma lagosta como se fosse de uma boneca, fazia apenas um pouco de força e zás, com uma cara de quem não gostamos de nos meter.

Eu olhei para ela de novo, para o vestido fino às flores, há uma hora atrás tínhamos estado a foder, não acontecia há muito tempo, os mamilos ainda estavam tesos, e um suor brilhante no pescoço, muito perto das orelhas, denunciava isso nela, tinha estado a levar com o meu pau, e soube tão bem, comer-lhe a cona e depois o cuzinho.

Socialmente a minha mulher é muito tímida, o rapaz bem olhava para ela, oferecia à minha mulher pernas de lagosta, que ele mesmo arrancava, para lhe sacar um sorriso, nem que fosse por gentileza, mas só que ela não reagia nem nada, fazia apenas um sorriso desconfortável, e com os outros e comigo perto, era difícil revelar quem era, e todos a viam como uma mulher púdica.

O estranho mesmo é que na intimidade ela não era assim, pelo menos nos primeiros tempos, porque depois as coisas mudaram, estávamos a afastar-nos todos os dias, e eu temia mesmo, nós íamos acabar em divórcio, e pensava nisso quando aconteceu uma coisa horrível, a perna do gajo barbudo roçou na minha e foda-se! eu senti os pelos suados dele a enrolarem-se nos meus.

Tanto o gajo como eu tivemos uma reação de repulsa e ele recolheu logo a perna da mesma maneira que eu, com um gesto de que não voltaria a acontecer, quando a minha mulher disse baixinho ao meu ouvido, “o rapaz aqui da frente está a roçar a perna dele no meio dos meus joelhos”.

Eu virei a cara para a minha mulher ainda com o horror a pensar na perna peluda e suada do gajo barbudo a roçar na minha, e perguntei, “mas querida a roçar como?”, ela respondeu, “ele põe a perna dele no meio das minhas e faz força para abrir”, eu olhei novamente para ela e para ele, e ela continuou, “eu fiz força a fechar as minhas pernas, mas ele fez ainda mais força para ficar com as minhas pernas abertas”.

Eu tentei interpretar a minha mulher e parecia-me que ela não estava totalmente desagradada com o que o rapaz fazia, que afinal não era rapaz nenhum, era apenas um homem novo, ela debatia-se era com a sua consciência tímida e eu, não sei porquê, excitava-me a brincadeira.

Eu aproximei-me do ouvido dela, “então querida, não faças força, se ele quer as tuas pernas abertas, abre as pernas todas, amor”, ela tocou com os lábios na minha orelha, “és doido e depois? Se eu abrir?”, eu prossegui, “nada, ele fica satisfeito, e pronto”.

Eu percebi que ela tinha decidido abrir as pernas e que o jovem tinha percebido, e perguntei, “sentiste a perna nua dele na tua?”, ela abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “o barbudo enrolou a perna dele na minha, foi horrível”, ela deu uma gargalhada adorável, e ela disse, “pois, eu adorei, a perna dele doce a entrar no meio das minhas coxas deu-me prazer”.

Eu ainda estava a processar aquelas palavras, eu senti que o meu pau ficou endurecido, quando o jovem se abaixou no chão, e depois levantou-se a correr e eu percebi, o sacana estava a sorrir, eu olhei para a minha mulher, e ela aproximou-se, “querido, estou sem cuecas, ele deve ter visto a minha …, sabes?”.

A visão do jovem a ver a cona da minha mulher deixou-me a tremer de excitação, mas eu não sabia o que ia na cabeça dela, era uma coisa que tinha de arriscar público, o barbudo e a gaja forte lutavam com uma lagosta, eu olhei para o rapaz fixamente, o meu braço moveu-se para baixo e pus a mão na coxa da minha mulher.

O rapaz que nos últimos cinco ou dez minutos não fazia outra coisa que não deixar cair talheres no chão mandou uma coisa qualquer para o ar e baixou-se a apanhá-la, a minha mão subiu o vestido até cima, abri as coxas da minha mulher, e pus os meus dedos na cona dela a acariciar os lábios.

Não sei se foram segundos ou minutos, acariciei a cona da minha mulher, e o rapaz dobrado não vinha para cima, até que começou a ser incomodativo, o barbudo olhava para o lado, e eu tive de parar, a minha mulher tremia de gozo e satisfação, num terreno que nós nunca tínhamos pisado.

Como tinha dito, embora tímida em público, na intimidade ela era furiosa, uma fera sexual que faz do homem a sua presa, quando estávamos a foder, ela agarra no meu caralho, e é vê-la a chupar, ela engole o pau todo e lambe lambe muitas vezes sem parar.

E depois ela gosta de tudo, de todas as posições que conhece, de ficar por baixo a ser submissa, ou por cima como cavaleira, gosta de levar tanto no cu como na cona, gosta de se masturbar e eu a ver, mas nunca fomos além da nossa ideia de sermos só os dois na nossa casa, quando a coisa depois esfriou.

Aquilo que estávamos a fazer era uma verdadeira aventura nossa, talvez por causa deste sítio especial, ou da nossa tórrida tarde no hotel, o jovem subiu para cima obrigado, eu continuei a masturbar a minha mulher, os meus dedos giravam frenéticos, dali só ele conseguia perceber, o que eu estava a fazer e como estava o clitóris teso e encharcado dela.

Eu aproximei-me do ouvido da minha mulher, “estás a gostar, amor?”, ela abanou a cabeça, “estou, mas não que me quero vir aqui, está aqui tanta gente, querido, e acho que vou gritar”, o jovem baixou-se de novo e eu comecei a abrandar, depois ele subiu e fez um gesto com o dedo, que puséssemos a cabeça debaixo da mesa, o que não era estranho, a esta hora todos estavam demasiado alegres, da bebida ou de outra coisa.

Primeiro eu, depois a minha mulher, olhámos por baixo da mesa, e vimos naquele momento, ele tinha aberto o zip dos calções e tinha posto o caralho para fora, e o pau era tão grande que mais parecia um braço teso, e foda-se!! eu imaginei o rolo de carne na boca dela e pensei que ela não ia conseguir engoli-lo.

Quando regressamos à posição normal, ele riu-se com um sorriso alargado, durante uns longos segundos ele acariciou o caralho a baixar a pele para cima e para baixo, e desta vez foi mais a minha mulher que esteve mais tempo dobrada, quando ouvimos o rapaz a dizer, “vou até ao fundo ao banco do jardim”, o barbudo e a mulher forte fizeram uns grunhidos e depois disseram, “quando vieres passa na carrinha e trás o remedio para a azia”.

Não sei porquê, mas aquelas palavras soaram a deixa, como se diz no teatro, o rapaz levantou-se, olhou para nós a parecer um sinal, eu olhei para a minha mulher e pensei, quando ele já se distanciava ao fundo, que sendo ela tão tímida, a brincadeira tinha acabado, quando ela diz, “viste o pau dele, amor? enorme, hã?”, eu abanei a cabeça, “aterrador, aquilo não é um caralho amor, é um elefante”, ela riu-se com aquela gargalhada de satisfação que eu amava.

Ficámos ali uns segundos em silêncio, e depois ela diz, “não te pareceu que ele fez um sinal qualquer?”, eu virei a cara para ela, “porquê, amor, um sinal para quê?”, ela sorriu e sussurrou ao meu ouvido, “querido, ele viu-me a cona, viu-te a masturbares-me, e eu vi o caralho dele teso, amor, para que é que achas que é o sinal!!”, eu estava confuso, e ela continuou, “acho que ele quer que vamos ter com ele”.


O meu raciocínio devia ser lento, numa só noite tínhamos feito mais coisas novas do que o resto da vida, pelo menos era o que parecia, e eu perguntei, “vamos ter com ele e depois, amor?”, o meu corpo fervia da pele bronzeada e da excitação combinada, e eu sentia que com ela se passava o mesmo, ela disse, “logo se vê, querido, vamos à aventura, a noite ainda agora começou”.

Nós levantámo-nos da mesa e começámos a caminhar em direção ao jardim, e eu sentia-me nervoso, “o que vamos fazer?”, ela respondeu, “eu também não sei, mas há ali mais bancos, podemos sentar-nos num, está fresco e a noite está magnifica”, e fomo-nos aproximando, percebemos que ele pressentiu a nossa presença, ele rodou o corpo e chamou-nos.”

A minha mulher fez força nomeu braço para mudarmos de rumo de um banco para o banco onde ele estava, e fomo-nos aproximando, quando ele perguntou, “não querem sentar-se aqui comigo?”, a minha mulher respondeu com uma pergunta para mim, “achas que podemos amor? sentar-nos aqui ao pé deste jovem?”.

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Nesta altura .....

O meu marido estava cansado de contar esta nossa história e foi consensual, passei a contá-la eu, o meu marido encaminhou-me para o banco e eu sentei-me entre os dois, e posso dizer, senti um frio inesperado nas minhas coxas e nas minhas pernas, como se me tivesse sentado ao pé de um diabinho, e ele perguntou, “a noite está tão fantástica, não acham?”.

Eu olhei para o meu marido, “o que achas amor, achas que ele tem razão? Que a noite é especial?”, o meu marido resmungou qualquer coisa, e eu pus a mão na perna nua do rapaz, custava-me a perceber sequer que era eu, num segundo voltei a olhar para o meu marido e pensei, “devo estar a ficar maluca”, e depois disse, “o meu marido acha que é especial”, e depois todos rimos.

Eu olhei de um lado para o outro, e vi, o rapaz tinha um volume teso nos calcões do mesmo modo que o meu marido, acho que queríamos todos a mesma coisa, mas sem saber como começarmos, eu sussurrei ao ouvido do meu marido, “amor, quero muito mexer no pau dele”, ele mexeu as pestanas, e a minha mão saltou da perna nua do rapaz e foi para o meio dos calções onde agarrei um caralho enorme tenso a querer saltar de onde estava preso.

A mão do rapaz fez a mesma coisa, subiu pela minha perna, coxa, escondeu-se no meio do meu vestido curto e entrou até ao centro, abriu-se toda como um para-vento e agarrou na minha cona e puxou-a toda, e depois disse com uma respiração intensa a falar com o meu marido, “estou com tanto tesão pela tua mulher, eu fodia-a toda na carrinha”, e apontou para o lado, para uma espécie de furgão.

Nós estávamos num sitio mais escondido, o meu marido parecia que estava a fazer contas, a minha mão manipulava o pau grosso que tinha saltado para fora, e os dedos dele vibravam na minha cona, e eu disse, “ai amor, não aguento, amor, aihmm, quero muito chupar”, o caralho era enorme, a minha mão pequena não o agarrava, eu engoli metade da cabeça e fui lambendo de lado, ele dizia para o meu marido, “foda-se! que mulher, a tua mulher é um tesão, caralho, és um gajo de sorte”.

Eu estava a chupar o pau e só imaginava aquele rolo de carne rija a entrar na minha cona e no meu cu, a excitação era tão forte que eu não aguentava não foder, ele perguntou, “por favor, deixa-me comer a tua mulher, quero dar-lhe uma foda tão boa que ela nunca mais vai esquecer”, o meu marido respondeu com uma pergunta, “ela é adorável, não é? é um fodão de mulher, ela adora levar no cu, sabes?”.

O rapaz insistiu, “eu quero muito foder o cu da tua mulher, vamos para a carrinha?”, o meu marido disse que sim, e entramos no furgão, um daqueles grandes de mercadorias, foi num segundo, sem palavras sequer, ficámos todos nus, até o meu marido, e eu disse, “o meu marido é um malandro, vai ver a mulher dele a ser fodida, queres muito ver, amor?”.

O meu marido mexeu o corpo de excitação, quando eu senti aquele pau grande a entrar na minha cona, ele veio por trás e dobrou-me, o pau escorregou entre as nádegas e como uma cobra esguia moveu-se entre as minhas pernas e entrou no seu esconderijo, ele começou a bater quando eu me agarrava aos ferros, “ai foda!! Ai amor, que caralho tão grande, aii amor que não aguento, ai amor, ele parte a minha cona toda”.

A noite tinha já uma história e passados uns minutos, ele a bater ainda mais forte a acelerar, tirou o pau para fora e forçou-me o cu, bateu bateu à porta do ânus até que ele se foi abrindo, como um anel enrugado, um diafragma fechado, eu sei que me contorci e gemi alto de dor, “ai carvalho amor, aih o meu cu, ai não aih”, o meu marido não falava mas dos seus sons eu sabia, ele tinha ejaculado.

E não demorou muito, o rapaz contorceu-me toda, puxou-me para cima, a apertar-me o pescoço com força, e gemeu comigo, “humm, estou a vir-me todo no teu cu, foda-se!! tão bom”, ele deu mais umas bombadas e eu estremeci toda, a vir-me naquele momento de uma foda boa que não tinha há tanto tempo.

Mais tarde saímos da carrinha, a última coisa que ouvi do meu marido foi ele falar para o rapaz, “quando voltar não se esqueça dos comprimidos para a azia, para a sua mãe, aquela lagosta, sabe como é, é ….”.