Janeiro 2022 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Termas em dia de inverno

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Termas em dia de inverno


A minha mulher dizia que o frio era tanto que lhe fazia doer os ossos, e perguntava se podíamos aproveitar um tempo e ir para um sito mais quente, o caralho da neve caía fora, eu lia no jornal as últimas noticias, e eu disse, “olha, querida, só se formos para as termas.”

Quando disse isto não pensei seriamente, estava tão bem e quentinho em casa, a minha mulher é que gosta de ir lá fora, a mim foda-se não me doem os ossos, mas quando um homem faz uma proposta, devia saber que fica logo fodido e devia ter fechado a boca.

Mas ela aproveitou logo, o tapete foi puxado com força, e ela disse, “mas querido, que grande ideia a tua, fomos às termas há uns anos, aquelas que ninguém conhece e que estão na montanha, o segredo que ficámos de guardar”, e eu que foda-se! bem me lembrava, ali enganou-me uma vez, uma que eu fiquei a saber depois.

Eu disse, “mas caralho querida, pareces que não tens memória!!”, ela fez uma cara a amuar, “mas porquê querido?”, eu continuei, “porra, não te lembras que te apanhei a foder?”, ela justificou-se como mulher, “a culpa foi tua, estavas sempre no quarto”, eu insisti, “mas foda-se, mulher, tinhas logo que levar na cona?”, ela foi-se embora a gritar, “mas tu gostaste, lembras-te? caralho, gostaste de ver”.

Eu não disse mais nada, não havia alternativa, ou ficava em casa com ela a gritar, ou era ir para as termas com ela a foder, eu pensei, “valia-me a época baixa, talvez nesta altura estivessem vazias?”, e foi assim, fomos passar um tempo, lá fora nevava para caralho, mas quando entrámos no quarto, sentimos um ambiente quentinho.

As termas da serra têm uma coisa boa, são como um casulo protegido, lá dentro até se pode andar nu, há uma espécie de torpor que apanha os corpos, deixam-nos quase sem reação, mas a minha mulher, foda-se!! logo que chegou, ela disse, “querido, fica aí no quarto, vou dar uma volta”, eu olhei para ela, “só com essa roupa?”, ela tinha um calção apertado e um soutien apenas.

Eu sentei-me num sofá, as janelas de vidro embaciadas, lá fora uma paisagem branca, quando a minha mulher entrou excitada, “sabes quem eu vi querido?”, eu perguntei, “quem?”, ela respondeu, “ele amor”, eu estava a gaguejar, sabia o que ela ia dizer, ela continuou, “amor, o rapaz que me fodeu da outra vez, ele está cá a trabalhar”.

Eu não sabia o que dizer, “sim, mas ….”, ela sentou-se no meu colo, as mamas dela explodiam, os mamilos tesos espetados, “querido, vá lá, tu gostaste, lembras-te?”, eu disse, “sim, amor, mas como é que fico, depois dizem que tenho cornos”, ela deu-me um beijo na face, “é só aqui amor, és o meu marido querido”.

Eu perguntei, “já falaste com ele?”, ela disse, “já, quero levar uma foda, é o meu primeiro dia, amor”, eu prossegui, “e ele? eu quero ver”, ela sorriu, “humm, não sei, tu sabes que eu dou-me toda”, eu disse, “eu sei querida ..”, ela continuou, “ele tem um pau grande amor, vais ver-me gemer de prazer”, eu dizia que sim, que sim, o meu pau estava duro.


Ela continuava a falar, “ai querido, tu sabes, ele vai querer comer o meu cu”, eu murmurava, “sim, sim”, ela insistia, “não te importas amor? tu sabes, eu gosto de levar no cu”, eu abanava a cabeça, “sim, sim, amor, ele que coma o teu cu, eu quero ver”, e foda-se, ela telefonou.

Meia hora depois ele apareceu e entrou no quarto, eu tinha outra imagem dele na cabeça, sabia que ele era grande, mas agora que o vi outra vez, ele era mesmo enorme, e quando tirou a roupa, estendeu-se na cama, o caralho tombou de lado, e a minha mulher lambeu os lábios, como um animal e uma refeição.

Ela olhou para mim, “vou chupar o pau dele, amor”, eu acariciei o meu pau, “chupa amor chupa”, ela abriu a boca a girar na cama, ele enterrou os dedos na cona dela, e ele disse, “a tua mulher está toda húmida”, ele mostrou-me os dedos a brilhar, “a tua mulher é uma boa foda”.

Eu sentia um peso no peito, a minha mulher chupava o pau, ele continuou, “vou enchê-la de fodas, vou enterrar fundo na cona da tua mulher?”, ela abria as pernas, a força da mão dele a abri-las, a cona dela pulsava de tesão, ele continuou, “sabes que a tua mulher gosta de levar no cu?”, eu abanei a cabeça.

Ele agarrou na minha mulher como se fosse uma boneca, agarrou no pau grosso e apontou-o à cona dela, e depois começou a entrar até ao fundo, onde estava eu tinha essa visão, os lábios vermelhos apertados, esmagavam a vara nas bordas, ele fodia a minha mulher como um amante, ela gemia, “ai querido ai ele fode-me toda ai querido ai”, eu via o rabo dele musculado, movia-se como uma onda para dentro dela, a vara molhada entrava e saia, “ai amor, ai, foda-se, humm ai parte-me toda”.

Eu via que ela estava no limite, e eu sussurrei, “fode o cu da minha mulher”, ele percebeu a ordem, tirou a vara para fora, e rodou a minha mulher, puxou-lhe o rabo para cima, e forçou a vara no ânus, ela quase gritou, “ai querido, ai não ai querido”, a vara continuava a entrar, o anel pregado esticava, até que eu vi que estava todo dentro.

Ele subiu para cima dela, a montá-la como uma égua, a vara grossa ia e vinha, ela gemia, “ai querido, o meu cuzinho, ai parte-me o cu fode-me o cu”, o meu limite estava atingido, senti um liquido na minha mão, nem vi que me tinha vindo, quando eles estremeceram, um jato de porra inundou o cu da minha mulher, e ela gritou, “ai foda-se ai caralho amor, venho-me toda”.

Eu vi-a depois tombada na cama, ele vestiu-se e saiu do quarto, e ele disse, “quando a tua mulher quiser mais é só dizeres”, no dia seguinte, estava a beber um chá no bar da piscina, ela veio ter comigo, “querido, vou ter com ele aos balneários, queres vir ver? vês por baixo .. e eu fui

Aventura em sauna desconhecida

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Aventura em sauna desconhecida

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Durante meses passei junta da porta, despercebida na rua estreita, apenas com uma campainha, e nunca consegui tocar e entrar, e houve vezes que desci a rua e subi, para voltar a tentar, era um misto de desejo, vergonha e medo, que atacava a minha garganta, um ácido amargo na minha traqueia.

Era uma sauna gay, já tinha ouvido e lido tudo sobre ela, no alto de Lisboa, o dá uma volta para as traseiras, e depois ali está, a entrada lascada, só tinha de tocar.

E há uns dias, foi uma coincidência, tudo se conjugou num segundo, estava um homem a entrar, ele viu-me ali à porta, e perguntou, “vais entrar também?”, ele olhou para mim com interesse, e só me ocorreu, dizer que sim.

Da transição do sol na rua, entrava-se num espaço fresco e pouco iluminado, eu sabia que ia às apalpadelas, o homem até que percebeu, “pareceste-te comigo no primeiro dia”, e fui seguindo atrás dele, como se fossemos conhecidos, “tens ali um cacifo, põe-te à vontade e vem comigo, e traz uma toalha”.

Fui tirando a roupa, e foda-se, sentia-me tímido, todo o meu corpo ardia por dentro, olhei para ele completamente nu, um fio de pelos subia do umbigo até ao pescoço, o caralho dele já estava meio teso, e ele perguntou, “tens algum amigo que gostes que costuma vir aqui?”.

Eu disse que não, que andava à deriva, e ele aproximou-se muito perto de mim, senti o cheiro do corpo dele, um ardor intenso de testosterona, e ele perguntou, “gostas de levar no cuzinho? é o que vens à procura? Que fodam esse teu cuzinho lindo”, girando ao meu redor, passou a mão pelo meu cu.

Ele encaminhou-se para a porta, apertou a toalha na barriga, e disse, “anda, vem comigo, os meus amigos vão gostar de estar contigo”, eu fui andando, entrei num corredor apertado, havia uns homens aos beijos, entrámos num espaço aberto, havia ali uma piscina, deitava um vapor no ar, alguns homens se banhavam.

E depois outro corredor, salas com almofadas, havia uma música no ar, um tambor seco rufava, até que chegámos a um recanto, onde três homens falavam, o meu novo amigo chegou, e disse, “olham o que eu trouxe comigo, um iniciado fresquinho”, eles olharam para mim e sorriram.


Um deles bateu a mão numa almofada, “querido, senta-te aqui comigo”, os outros deram uma gargalhada, eu sentei-me no meio deles, e ele perguntou, “então o que achas? estavas à espera de coisa diferente?”, eu disse, “não, nunca tinha vindo aqui, mas contaram-me, um amigo meu veio cá um dia”.

Ele continuou, “e esse teu amigo, o que veio cá fazer?”, os outros ouviam e sorriam, e eu disse, “acho que procurava diversão e pau”, eles riram-se outra vez, um outro perguntou, “e tu? também queres pau?”, eu senti a mão dele na minha coxa, depois tocou as minhas nádegas, e depois disse, “abre a minha toalha, tenho aqui um caralho grosso”.

Eu afastei a toalha, e o pau dele estava teso, ele disse, “queres dar-lhe um beijinho?”, eu não disse sim nem não, agarrei na vara dura e comecei a chupá-la, os outros disseram, “ele está a gostar, e tem um cuzinho tão bom, vamos comê-lo”, eles deixaram cair as toalhas e puseram-se à minha volta.

O homem que entrou comigo, abaixou-se e sussurrou ao meu ouvido, “dás-me o teu cuzinho? só fodo se tu também gostares”, eu abanei a cabeça e disse, “dou, quero muito”, os outros acariciavam os paus, um deles não parava, “que cuzinho?”

O outro dizia, “chupa o pau querido chupa o pau”, eu senti um peso nas minhas nádegas, as duas mãos que as abriram, como uma fruta da árvore e depois o meu ânus, o caralho a fazer força a entrar, curvei as costas para cima, e o rabo empinado ao alto, eu ouço-o dizer, “hum foda-se tão apertadinho!!”.

Ele enterrou o caralho até ao fundo, começou a bater com força, eu gemia de prazer, de o estar a satisfazer, “humm , aihmm, hummm”, os outros também pediam o meu cuzinho, eu senti as mãos a tocar-me, como aranhas e braços à minha volta, um desejo de ser fodido, queria os caralhos todos.

Ele saiu e entrou outro, o meu ânus húmido abriu-se todo, “foda-se, que foda, querido, que cuzinho, deixa-me agora”, e o pau grosso entrava, e continuava a bater e depois outro e mais outro, acariciei-me por baixo e comecei a tremer e a vir, jatos quentes de porra caíram no meu rabo.

Eu deixei-me estar mergulhado nas almofadas e ainda um pouco adormecido e indolente, todos se tinham isso embora, menos o meu amigo, ele tocou-me na cabeça, e perguntou, “gostaste?”, eu olhei para ele, “de quê? de ser fodido pelos teus amigos todos?”.

Ele abanou a cabeça e sorriu, “não chegou, queres mais?”, foi a minha vez de rir, “foi pouco? partiram-me o cu todo!”, ele aproximou-se e colou o corpo ao meu, “dava-te mais uma foda”, depois deu-me um beijo na boca.

Eu rolei o meu corpo para cima do dele, agarrei no pau ainda duro, e enterrei-o por trás no meu cu, desci depois por ele abaixo, ele gemia louco, “foda-se que foda caralho foda-se adoro-te”, eu cavalguei em cima dele, até que estremeceu, estava no limite, e veio-se todo.

Devemos ter estado ali um tempo, deitados que pareceram horas, passámos no banho e vestido, cá fora ao sol do dia na porta, ele cumprimentou-me com a mão, “espero-te ver aqui um outro dia”, e vi-o ir embora.

Educação de donzela vitoriana

22:11 0
Educação de donzela vitoriana


Acabei de fazer dezoito anos e já sei mais ou menos o que vai acontecer, eu ouço a mamã e o papá a falar na sala, a falar que está na altura de começar a minha educação de donzela vitoriana, uma menina debutante tem que ser obediente e aprender a agradar ao homem antes de estar casada.

Eu ouvi o papá a dizer, “tenho de ser eu a dar a primeira lição”, a mamã acenava a dizer que sim, “sim querido tens de dar a primeira, se calhar mais, ela tem de saber, tem de ser dominada”, ele continuava, “sim, sim, é melhor ela ir para o teu irmão”.

No dia seguinte à tarde, ainda estava muito sol lá fora, a mamã disse, “querida, tens de começar a preparar-te, quero que vás ao sótão e espera lá pelo papá”, eu perguntei, “agora?”, eu não queria ir, o meu primo estava em casa, e eu queria brincar.

Mas a mamã insistiu, “não querida, o teu primo fica para depois, vai ter com o papá e leva uma camisola leve, não vás muito vestida”, eu fui para o meu quarto, tirei o corpete e o vestido de folhos, e vesti uma camisa de algodão fino, que se via o meu corpo nu todo, e ainda estou a ouvir as palavras dela, “e querida, não leves cuecas”.

Eu olhei para o espelho e percebi que o papá ia ver as minhas mamas definidas, os meus mamilos escuros, os meus pelos entre as pernas, as minhas coxas e o meu rabo rosado, eu fui subindo até ao sótão e quando cheguei o papá estava à espera.

Ele disse, “entra querida, precisamos falar”, ele olhou mais para mim, “ai querida, estás pronta, estás uma mulher, tens um belo corpo”, ela andava à volta de mim, apertou-me as nádegas do rabo, “o teu futuro marido vai adorar este cu, não te esqueças querida, o cu é a parte mais importante, tens de aprender a usá-lo bem”.

Ele pediu para eu levantar a camisola, “deixa ver as tuas mamas, humm, lindas, querida”, o papá apertou-me os mamilos, “sentes-te excitada amor?”, eu respondi, “um bocadinho papá”, ele perguntou, “excitada como? sentes calor aqui em baixo?”, e meteu os dedos entre as minhas pernas, para ver se eu estava molhada.

O papá lambeu os lábios, “humm querida estás toda húmida, e os teus mamilos estão rígidos”, eu agarrei nas mamas e apertei-as, e ele continuou, “querida é essencial aprenderes a agradar ao teu marido, só assim vais ser feliz, o papá vai ensinar-te umas coisas, mas depois vais uns tempos para casa dos teus tios”.

Eu perguntei, “mas papá, o que vou fazer lá?”, ele respondeu, “com os teus tios, tu vais ter uma boa educação, uma donzela para ter saída na corte, tem de manobrar as artes do desejo e da sugestão”, eu insisti, “mas papá …?”, mas ele replicou, “não querida, tem de ser, para seres dominadora tens de ser dominada, e o teu tio e a tua tia vão ensinar-te isso”.

Depois, o papá passou a mão pelas minhas costas, desceu até ao rabo, deu a volta nas ancas, e entrou na minha cona, “anda querida, sobe para o cavalinho”, que era um baloiço com uma cabeça, tinha uma crina de cavalo, e umas costas de madeira, “agora querida quero que feches os olhos, não faças nada, amor, o papá vai-te ensinar”.


Eu subi para o baloiço de pau, ginguei um pouco com ele, como quando era criança, para a frente e para trás, e o papá levantou a camisola, “ai querida agora está quieta, empina o cu para cima”, ele puxou-me as nádegas, “isso amor isso”, os dedos do papá rodaram na cona, “fecha os olhos amor e sente, vês como é bom?”, eu disse, “sim papá”.

O corpo do papá encostou-se ao meu, sentia-o colado nas costas, ouvi o barulho de calças a cair, “ai amor, concentra-te querida”, deu-me uma mordida no pescoço, eu dei um leve gemido, “ai papá, está a entrar”, eu senti que estava toda abrir, de uma coisa grossa comprida a enterrar-se.

Ele falou a sussurrar, “tens de ser dominada querida”, ele deu-me uma palmada no rabo, e eu disse alto, “ai papá isso doeu”, e ele continuou, “tens de aprender a foder, querida, o teu marido vai-te apreciar”, eu sentia, era o pau do papá a entrar, ele movia-se para a frente e para trás, “nem tens de gostar, querida, só tens de saber agradar”, mas eu disse, “eu estou a gostar, papá”.

No dia seguinte, fizeram-me as malas, ia uns meses para casa dos tios, a mamã disse, “toma atenção querida, o teu tio e a tua tia vão-te ensinar tudo, dar-te uma boa educação vitoriana”, eu abanava a cabeça e ela continuou, “não te esqueças amor o cu é o melhor que nós temos, quando o tio estiver a comer o teu cuzinho, por favor, amor, não reajas, aprende a gostar, é o que vais dar mais e eles vão gostar”.

E depois perguntei, “e o meu primo?”, o meu primo é o filho dos meus tios, ele já é grande como eu, a mamã disse, “ele ao princípio não vai estar lá, também anda a aprender noutro lado, mas depois vais aprender com ele, chupar é a segunda melhor coisa que nós temos”.

Eu ainda perguntei, “chupar o quê, mamã?”, ela aproximou-se do meu ouvido, “pénis, querida, pénis, eles ficam loucos”.

Noite em Tânger

18:50 0
Noite em Tânger


Sempre foi uma obsessão da minha irmã, ir para Tânger, não em férias, mas para passar lá um tempo, como um nómada, que acampa num lugar e por ali fica até que a estação mude, mas ela não queria ir sozinha.

E pediu-me “são só dois ou três meses, vai ver que vais gostar” e eu respondia, “mas que caralho vou eu fazer para Tânger”, e ela insistia, “podemos arranjar um pequeno hotel junto ao mar, um que seja bem barato”.

Essa história do bem barato não me agradava, isso era a segunda obsessão da minha irmã, tinha uma tendência para locais sórdidos, dizia ela, “aí é que está o centro da existência”, onde as pessoas nas margens se encontram, como se estivessem no escuro, protegidas da luz lá fora, a observar quem passa.

Bom, foda-se!!, eu fiz-lhe a vontade, aterrámos em Tânger e fomos para o Hotel El Muniria, de onde se vê o mar da esplanada, aquelas cores azuis-cobalto do prédio, pintadas no branco da cal, e ainda uma palmeira antiga, que davam uma paz ao espírito, de uma experiência conseguida.

Já era tarde, o sol ia descendo no horizonte e a noite era uma promessa, a minha irmã disse, “quero ir a um desses bares que há em Tânger, confusos”, eu perguntei, “confusos?”, ela respondeu, “sim, onde apenas se vê pessoas que estão, que aguardam sem pressas, sem propósito algum, sem definição”.

Eu nunca tinha estado em Tânger, e que eu soubesse, ela também não, e perguntei, “ok, e como vamos encontrar isso?”, ela continuou, “vamos por aí, descendo, e quando virmos, eu sei que encontrámos”, e foi o que fizemos, a noite prometia.

Entrámos num espaço estranho, uma placa dizia “Pequeno Hotel”, lá dentro, uma música persa, uma receção e um bar, num canto, uma mulher velha e uma mesa, ao fundo, uns sofás grandes numa roda, em que dois homens falavam e bebiam.

A mulher velha trouxe-nos cerveja, e enquanto bebíamos, a minha irmã ria-se alto, eu sentia, ela chamava a atenção dos homens, um era magro e seco e o outro um pouco gordo, eles chamaram-nos para perto deles, e começámos a falar.

A minha irmã colou-se ao homem gordo e eu sentei-me ao pé do homem magro, falávamos coisas sem sentido, do estarmos ali naquele sítio, eu reparava, o gordo olhava para a minha irmã, o vestido subia-lhe pelas pernas, que ele tinha puxado, até a um ponto em que se via tudo, a renda fina das cuecas.

O magro olhava para mim, a medir o meu corpo de homem, com um interesse pouco habitual, a perna dele subiu no sofá, eu senti-a encostar ao meu rabo, colocou o braço por trás, e o gordo aproximou-se do ouvido da minha irmã e sussurrou qualquer coisa.

Ela sorriu, e depois aproximou-se ela do ouvido dele, eu não conseguia perceber, mas depois o gordo beijou o pescoço da minha irmã, a mão dele pousou nas coxas dela, e entrou por baixo do vestido, pela frente das cuecas dela, que eu via puxadas para fora, os dedos acariciam-lhe a cona.

A minha irmã abriu a boca de prazer, a mão dele vibrava depressa, ela estava toda entesada, os bicos das mamas saiam espetados, abriu as pernas de lado a lado, a mão dele enchia-se de cona, os olhos dela brilhavam de humidade, até que o gordo disse, “vamos para cima? tenho um quarto”.

Ela abanou a cabeça a dizer que sim e olhou para mim, “já venho, maninho”, e eu fiquei com o homem seco, ele aproximou-se do meu ouvido, “ele vai comer o cuzinho todo da tua irmã”, virei a minha cara para ele, e eu disse, “é do que ela gosta, ela adora levar no cu”, e ele perguntou, “e tu?”.

A mão dele roçava no meu cabelo, o olhar dele fixo nos meus olhos, eu perguntei, “eu, o quê?”, senti a boca dele próxima da minha, “pergunto se também gostas de levar no cuzinho?”, eu respondi, “não sei se gosto”, ele insistiu, “e já chupaste algum caralho?”, eu continuei, “não, mas ….”, e ele sorriu.

Ele e eu olhámos para a velha, ela continuava no mesmo lugar, por ali não havia mais clientes, ele sussurrou, “a tua irmã deve estar a adorar, deve estar a levar no cuzinho agora”, eu imaginava a gordo a comer-lhe a cona e o cu, e isso pôs-me excitado, o meu pau estava duro.


O corpo dele encostou-se mais ao meu, e a voz dele chegou de novo ao meu ouvido, “queres pôr a mão no meu pau?”, a mão dele subiu na minha perna, tocou no meu pau por fora, depois abriu o zip das calças, e entrou para dentro, acariciou o meu caralho, e disse, “foda-se, está teso”, ele depois abriu o zip das calças deles, e prosseguiu, “acaricia o meu pau querido, vou enterrar o meu caralho no teu cuzinho”.

A minha mão voou para as calças deles e ele tirou o caralho para fora, e eu perguntei, “e a velha?”, ele riu-se, “ela também gosta”, e eu disse, “gosta?”, e ele respondeu, “se estivermos sozinhos ela gosta de ver”, e depois continuou, “eu posso comer o teu cuzinho neste sofá, que ela vai adorar ver”.

Eu tinha o pau dele na mão, de cheio e grosso difícil de apertar, acariciava a cabeça entre os meus dedos, e ele disse, “disseste que nunca chupaste um pau, mas eu sei que queres chupar”, ele puxou a minha cabeça para baixo, e eu senti o gosto amargo de caralho na boca, comecei a lambê-lo de cima abaixo e com a velha a observar-nos.

Os quadris dele mexiam-se em contorções, do tesão que lhe davam os meus lábios, a minha língua molhada enrolava-se, na ameixa grossa por cima, ele puxou-me para cima, e disse, “querido, vira-te um bocadinho, baixa os calções”, ele desapertou as calças que caíram sozinhas, e depois continuou, “mais perto, assim, querido, foda-se!! que cuzinho tão bom”.

Eu virei-me no sofá, os meus olhos encontraram os olhos da velha, ela também parecia excitada, senti o tronco dele nas minhas costas, “vou comer o teu cuzinho, a tua irmã também está a levar no cuzinho”, ele levantou-me as nádegas e eu senti o caralho teso a forçar, o meu ânus foi-se abrindo, e eu gemi, “ai foda-se!! não, mais devagar!! , aiii”.

Ele continuou a entrar, o caralho estava cada vez mais fundo, eu prendi-o na perna, “aii, foda-se, estou-me a abrir todo”, os quadris dele batiam no meu rabo, e senti um prazer enorme, eu estava a dar o cu a um homem, e ele fodia-me a acelerar.

Eu batia uma punheta no meu pau, e eu senti que ele e eu, estávamos a um segundo de atingir, o orgasmo veio a seguir, saíram-me jatos de porra do caralho, e ele tremeu em cima de mim, a porra dele inundou-me o rabo, e ele tirou o caralho e voltou logo a metê-lo, veio-se outra vez no meu ânus, e depois caiu para trás cansado.

Nós tínhamos acabado de vestir quando apareceu a minha irmã, ela disse, “o seu amigo ficou no quarto”, eu olhei para ela, o vestido fino esvoaçava no corpo, eu senti-lhe o cheiro a caralho, ela estava satisfeita e eu perguntei, “então como foi?”,

Ela olhou para mim a sorrir, “ele fodeu-me o cuzinho todo maninho, nunca tinha levado com um caralho tão grosso”, e depois ela disse, “e tu aqui à minha espera, coitadinho”.

Parasita não faz cardio

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Parasita não faz cardio


Acho que que cheguei a um ponto que estou viciada nele. Quando ele chegou não devia ter sido uma surpresa para o meu marido ter o parasita do irmão mais velho a viver lá em casa sem nada para fazer.

E as coisas aconteceram como acontecem sempre. Primeiro devagar, depois um pouco mais depressa, e quando se perde a vergonha, começa-se a acelerar, e numa casa, é quase sempre na cozinha.

O parasita, chamemos-lhe assim, ainda por cima é um oportunista, enquanto todos nós temos uma ocupação, é o meu marido no jardim, eu a arrumar e nas refeições, ele deambula por aqui, numa rotina conveniente, a aguardar as horas que as coisas aconteçam.

A primeira vez estava eu a aspirar o chão, ele a jogar jogos na televisão, e começou a olhar para o meu rabo, e a dizer baixo, “foda-se, tens um cuzinho tão bom”, eu respondia, “deves estar maluco?”, e ele prosseguia, “estou é com tesão”.

E depois põe-se a fazer barulhos com a língua, a apertar a mão no pau, e eu para não ter problemas vou aguentando, eu pergunto ao meu marido, “querido, temos de sair e ir às compras”, e ele diz, “leva o meu irmão”.

No carro, ele mira as minhas pernas, a minha saia recolhia um bocado, e ele dizia, “foda-se minha cunhada, dás-me um grande tesão”, e eu respondia, “se continuas assim conto ao teu irmão”, ele calava-se, mas apertava o pau, e eu via um volume teso que ele agarrava com a mão.

Depois foi na cozinha, enquanto eu lavava a louça, e o meu marido fazia cardio no aparelho, o parasita estava sentado, eu sentia os olhos no meu rabo, quando ele diz, “olha, vê se gostas?”, eu viro-me para o lado, ele tinha aberto a breguilha, e posto o caralho teso de fora.

Ele estava a acariciar o caralho, eu aproximei-me de perto, “estás doido e o teu irmão?”, e ele diz, “foda-se, deixa-me comer o teu cu”, eu abanava a mão, pensava, “este gajo é doente”, e ele continuava, “eu enterrava-o todo no teu cu, cunhada”.

Á noite fui deitar-me na cama, estava com o meu marido, mas foda-se!! só pensava naquele caralho, via o pau teso a passar à frente dos olhos, e a memória dele a dizer, “enterro-o todo no teu cu”, fechei os olhos a imaginar, estar deitada naquela cama com ele por cima, a foder-me o cu, com toda a força e energia.

No dia seguinte, perguntei ao meu marido, “amor, tínhamos combinado sair e ir a um restaurante”, e responde o meu marido, “oh querida estou ocupado, vai com o meu irmão, ele está cheio de fome”, foda-se, eu olhei para o parasita, estava com um sorriso malicioso, e foda-se!! fiz um gesto resignado, para ele a dizer, vamos comer.

O carro sozinha com o parasita esfomeado era um problema, como se soubesse o que podia acontecer, ele olhou para baixo, para as minhas coxas, a lamber-se como um animal saciado, e depois disse, “queres ver o meu caralho outra vez”, nem me deixou responder, ele tirou o pau para fora e perguntou, “podemos parar o carro, e tu chupas o meu caralho”.


Eu olhava para a estrada e para a vara tesa, “sabes, não posso”, e ele insistiu, “então deixa pôr a mão na tua cona”, eu ia dizer que não, mas sinto os dedos dele a percorrer as minhas pernas, dois dedos pousaram nas minhas cuecas, a rolar rápido no clitóris, e foda-se, eu não disse nada.

Estacionei o carro numa berma, e foi quase um impulso, agarrei no pau dele e comecei a bater uma punheta, ele dizia, “foda-se, deixa comer o teu cu”, as palavras saíram da minha boca, ”mas onde?”, e ele disse, “no restaurante”.

Eu abri os olhos de espanto, “no restaurante?”, e ele continuou, “pedimos a comida e depois vamos à casa de banho, fodo o teu cu e depois comemos”, e eu ainda disse numa voz sumida, “e o teu irmão?”, ele respondeu, “ele está em casa a fazer cardio”.

O empregado não estranhou, parecíamos amantes e fomos à casa de banho, o caralho grosso entrou no meu cu, agora estava viciada, ia querer aquele pau para toda a vida, porra!! mas ele é um parasita, tenho de continuar com o meu marido.

Quando chegámos, o meu marido tinha uma toalha para enxugar o rosto, de tanto cardio que tinha feito, ele perguntou, “e o jantar, estava bom?”, o parasita do irmão riu-se e disse, “tivemos de ir para a toilette”, o meu marido olhou surpreendido, “toilette, para quê? .. e eu aqui a fazer exercício”.

Fantasias de sótão

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Fantasias de sótão


Tinham passado alguns meses depois de eu e a minha mulher começarmos a viver juntos e quando digo viver juntos foi na minha casa. Ao princípio fazia-me alguma confusão, quando eu chegava, sempre qualquer coisa tinha desaparecido.



Eu perguntava, “Ana, amor, não viste a minha camisa especial, os meus Lp´s antigos, os meus recortes de jornal?”, e ela, com uma naturalidade desconcertante, dizia que, ou tinham ido para o lixo ou para o fundo do sótão.

Foda-se!! eu ficava fodido, aquilo parecia um abuso, e depois apareciam merdas, sei lá, cor-de-rosa, coisas de cheiro por todo o lado, mas, porra!! havia um equilíbrio e eu aguentava, tinha de fazer concessões, e foda-se!! sem receber nada em troca, o bem-estar que uma mulher dá, para não termos de fazer nada.

O pior foi o caralho das minhas revistas, eu tinha-as guardadas numa gaveta, como um tesouro fechado à chave, mas ela descobriu as minhas Playboy e as minhas Penthouse, e começou a ameaçar, tinham de ir para o lixo, não era bom ter aquilo em casa.

Naquela altura, tenho a visão segura, a nossa relação tremeu, foda-se!! as minhas revistas não, foi mais de um mês de explicação, a dizer, “amor, porra!! isto é arte e artigos de coleção”, ela respondia, “vai apanhar no cu, isso são só mulheres nuas”.

As revistas salvaram-se, mas da gaveta perto onde estavam, foram para uma prateleira longe, bem lá para o fundo do sótão, e esquecidas e empoeiradas ali ficaram, sei lá, mais de dois anos.

Há dias quando chegava, encontrei a minha mulher dentro do sótão, dizia ela que estava a fazer arrumações, foda-se!! fiquei desesperado, da casa aquele era o meu último lugar sagrado, tinha lá todos os meus segredos, e quando eu disse, “porra! amor, aqui não há nada”, ela olhou para mim no fundo, e respondeu, “pois, não há nada, mas encontrei isto”.

Eu olhei para o sítio que ela apontava e lá estavam as minhas revistas mais escondidas, foda-se!! não a Playboy ou Penthouse, isso merda, era arte, mas as minhas revistas cuckold, slut wifes, bbc wife, gay round, crossdresser, porra!! tantos anos a juntar.

Não sei, acho que esperava uma repreensão, ouço-a a falar sozinha, a ir-se embora lá para baixo, a dizer, “há folhas que estão coladas, depois falamos nisto”, agarrei nas revistas, e fui escondê-las noutro lado, e quando cheguei ela perguntou, “é disso que tu gostas?”.

Eu fiquei alguns segundos em silêncio, e depois perguntei também, “o que queres dizer com isso?”, ela olhou para mim e eu para o corpo torneado e enérgico da minha mulher, nuns shorts curtos e um top justo, que lhe realçavam as coxas e as mamas, e ela insistiu, “amor, parece que tens fantasias de mim a foder com outros homens?”.

Tentava escolher as palavras, e achei que devia correr o risco, e disse, “às vezes tenho essas fantasias, amor, e outras, também”, ela esboçou um sorriso, “e como é que imaginas?”, eu respondi, “sei lá, querida, imagino um homem negro com um caralho enorme a comer o teu cu, mas isso são só fantasias, amor”.

Ela abriu ligeiramente as coxas, as faces estavam a ficar vermelhas, os mamilos salientes e espetados, e depois ela continuou, “e o que imaginas mais? tens revistas gay, gostavas de levar no cu?”, eu respondi, “não sei amor, mas às vezes imagino”, ela insistiu, “imaginas o quê?”, e eu respondi, “a ser montado, amor, e a chupar um pau grosso”.

Não esperava que eu e a minha mulher falássemos mais nisto, eu garanti que as revistas iam para o lixo, mas no dia seguinte, ela perguntou, “querido, podíamos sair hoje à noite, ir a qualquer lado”, eu fiz um trejeito com a minha boca, não estava bem disposto, mas ela veio e sussurrou ao meu ouvido, “podíamos ir curtir uma das nossas fantasias”.

Eu olhei para ela, “nossas fantasias, é o que está dizendo?”, ela riu-se, “eu também tenho fantasias, amor, não são bem como as tuas, mas ..”, o meu pau cresceu quase instantaneamente, e perguntei, “e são quais?”, ela respondeu, “não sei, amor, tenho desejo às vezes de chupar um caralho preto, e de ser montada também, querido”.

Eu passei a mão no meu caralho, e senti que estava completamente duro, e ela sussurrou novamente, “podíamos ir procurar um para mim?”, eu senti uma excitação enorme, um pingo de sémen caiu-me nas calças, e eu só disse, “vamos, amor, ou hoje, podíamos só arranjar um gigolo”.

Eu percebi, não lhe agravada a ideia, mas era a nossa primeira experiência, ele chegou, e foda-se, era grande, a minha mulher veio ter comigo, “porra, amor, que tenho medo”, ele despiu-se e mostrou o caralho imenso, sentou-se na cama ali perto e disse, “a tua querida, podia encher a boca com o meu pau, diz para ela chupar”.

Ele agarrava o pau teso, a levantá-lo para o ar, e eu disse, “então querida, chupa o pau dele, amor, é bem grande, chupa, amor”, ela esticou o corpo ao lado dele, abraçou com a mão a vara ereta preta, a boca dela desceu devagar, engoliu para dentro dela, a cabeça gorda violeta, e começou a lambê-la.


A visão da minha mulher a chupar aquele pau negro era tão intensa, que o meu pau duro quase explodia, ela lambia dos lados para baixo e para cima, até que o homem negro se montou nela, mergulhou a vara na cona encharcada, de tanto tesão que ela brilhava de um líquido de pérola.

Ele começou a martelar as coxas da minha mulher, e de onde eu estava eu tinha a visão perfeita da cona da minha mulher toda aberta e apertada pela força daquele caralho, o pau negro entrava e saia, ela gemia de tesão e não parava.

Eu disse, “querida, queres levar no cuzinho”, ela soltou um suspiro, “quero amor, quero no cuzinho”, eu disse ao nosso gigolo, “a minha querida, quer no cuzinho”, ele respondeu à ordem, e subiu o pau para cima, forçou o ânus e fez força, e ela abriu-se toda, a vara preta entrou centímetro a centímetro, a minha mulher soltou um grito, “aiii foda-se amor, aiiii, caralho amor, não vou aguentar, é tão grande”.

Ele movia-se com força, a cada vez, mais acelerava, eu disse, “isso come bem o cuzinho da minha querida”, em ondas o pau preto entrava e saía, ela tremia e gemia, “ai, foda-se, aiiii, que me venho toda, aiii, amor, aiiii”, o homem negro gozava na minha mulher, com espasmos rápidos largou uma golfada de porra, que saiu do cu dela.

Quando o pau saiu longo e grosso, ainda rijo, a minha mulher caiu exausta, tinha sido bem fodida, mais logo na cama, ela sussurrou ao meu ouvido, “obrigado querido que boa foda, para a próxima levas tu no cu ..”

Que mundo pequeno!!

23:00 0
Que mundo pequeno!!

🅧
Quando dizem que o mundo é pequeno por causa daquelas coincidências que acontecem, isso é mesmo verdade. E quando o meu sobrinho trouxe o amigo para um fim de semana, eu olhei para ele, e fiquei logo com aquela impressão que o conhecia, até disse isso à minha mulher.

Mas de onde, foda-se!! o rapaz era jovem, não era propriamente um miúdo, e eu não conseguia perceber, nem isso parecia provável, que tivéssemos alguma coisa a ver com o outro.

Mas não sei porquê, ele parecia sentir o mesmo, ele olhava muito para mim, surpreendido com a minha atenção, até que decidi, devia ser uma confusão, há pessoas quase iguais, nos gestos e na forma de estar, mas os dele tinham uma certa cor, que parecia ter estado com ele ontem.

Estávamos no jardim, o tempo estava húmido, apagado e um pouco escuro, a minha mulher falava com o rapaz, e eu perguntei ao meu sobrinho, “quem é ele? eu estou com a ideia que já o conheço!”, ele respondeu, “ele não é bem meu namorado, é mais o meu amigo colorido, nós temos trocado umas caricias”.

O meu sobrinho disse aquilo, e eu senti um tesão enorme, o sangue subiu-me à cabeça, imaginei os dois a darem uma foda, e perguntei, “como é que os dois fodem?”, o meu sobrinho perguntou, “os dois fodemos como?”, eu continuei, “quero dizer, quem é que fica por baixo?”, ele respondeu, “és velho, é melhor não te dizer”.

Naquele momento a minha mulher passou com o amigo colorido do meu sobrinho junto a uma janela, ele olhou para mim e eu para ele, e foi aí que o meu cérebro explodiu, para ele e para mim, foi uma visão inesperada, já sabíamos de onde nos conhecíamos.

O meu sobrinho juntou-se à tia e eu cheguei-me mais perto do miúdo e disse, “acho que já sei de onde nos conhecemos”, ele sorriu envergonhado, “eu acho que também sei”, e depois continuei, “do chat, ontem?”, ele abanou a cabeça, “sim, mostras-te o caralho teso e bateste uma punheta”.

Eu depois disse, “e tu estavas a gostar de ver”, ele disse, “e eu a ver-te, sim, e tu disseste para eu mostrar o rabo”, eu não aguentava com o tesão dele estar ali perto, ele continuou, “perguntaste se eu gostava de levar no cu”, e eu acompanhei, “e tu disseste que sim”, e depois continuei, “gostas de levar no cuzinho? tu fodes com o meu sobrinho?”.

Ele perguntou, “e porque queres saber?”, ele olhou para o volume saliente nas minhas bermudas, e depois insistiu, “estás com tesão?”, eu respondi, “estou com um tesão do caralho”, ele riu-se e disse, “e porquê? gostavas de comer o meu cuzinho?”, eu respondi, “gostava muito, eu olho para ti e aposto que és uma grande foda”.

A minha mulher e o meu sobrinho aproximaram-se, ela perguntou, “então querido, de que é que vocês falavam?”, depois virou-se para o rapaz e para mim, “sabias que eles são namorados?”, eu respondi, “não amor, não sabia, soube hoje”, ela continuou, “parece que eles querem viver juntos”, eu disse, “como marido e mulher?”.

Todos se riram da minha afirmação inocente, eu só pensava no cu dele, e quando a minha mulher disse que ia às compras, eu quase gritei entusiasmado, “vai, vai, leva o meu sobrinho, eu fico aqui com o amigo”.

O sol tinha aparecido no meio das nuvens e quando eles saíram, ele disse logo, “quero muito brincar com o teu pau”, entrámos para um espaço no jardim, eu disse, “e eu quero comer esse cuzinho tão bom”, a mão dele apertou-me o caralho, assim por cima dos calções, e eu foda-se!! quase me vim do tesão.


Ele pôs-se de joelhos, puxou-me os calções para baixo, meteu na boca o meu caralho, e eu, meu deus, doces beijos na ponta, engolia-o até ao fundo, prendi-lhe a cabeça, a empurrar ainda mais para baixo, e ele chupava o meu pau, duro e rijo como uma verga.

Eu não sabia se a minha mulher e o meu sobrinho iam demorar muito, eu queria tanto foder aquele cuzinho, ele deitou-se na cama, as nádegas espetadas para cima, e foda-se!! quando o enterrei fundo, o ânus dele apertou-me, como uma mola à volta, ele gemia quando eu o penetrava.

O cuzinho dele era redondo e cheio, uma coisa perfeita, iam entrando e saindo, batendo as ancas naquelas nádegas, queria parti-lo todo, e ele gritava de estar a ser fodido, podíamos gozar a tarde toda, mas já não conseguia aguentar e caralho! vi-me todo no cuzinho dele.

Quando a minha mulher chegou, já estávamos no jardim, ela tocou-me na face e no peito, e aproximou-se do meu ouvido e disse muito baixinho a sussurrar, “foda-se querido, se eu não te conhecesse, dizia que estiveste a foder”, eu só disse, “não sejas desconfiada, vês aqui mais alguém?”, ela olhou para o amigo do meu sobrinho …

Namorados trocam-se

23:40 0
Namorados trocam-se


Tudo começou com uma conversa com a minha melhor amiga sobre os nossos namorados quando estávamos acampadas com eles há dois dias numa zona maravilhosa da ilha, junto a uma ribeira onde a água vinha caída do céu, como um grande chuveiro, e à nossa volta a natureza dura do verde.

Era um pouco como estarmos numa espécie de oásis da floresta, há noite cada uma ia para a sua tenda com o namorado e na manhã do outro dia, eu perguntei à minha amiga, “porra!! o que é se passou contigo ontem à noite? Estavas a gritar!”, e ela respondeu, “o que é que tu achas?”.

O gemer dela era inconfundível e por isso eu sabia que ela estava a ser fodida, o meu namorado também me comia a cona, mas não parecia ser a mesma coisa, e depois com os gritos dela, quem é que se conseguia concentrar?

Ela disse, “o meu namorado tem um caralho enorme, nem sempre consigo aguentar”, e depois ela continuava, “e o caralho do teu namorado, como é?”, eu respondi, “é mais ou menos normal, mas não interessa o tamanho, alguns até com um pau enorme não sabem foder”.

Ela riu-se, olhou para o meu corpo bronzeado, e depois para os nossos namorados mais abaixo, e disse, “o meu é um pouco desajeitado, mas o pau grande ajuda muito, ele parte-me a cona e o cu todo”.


Eu fiquei a olhar para ela com a visão na minha cabeça do pau do namorado dela a foder-me a cona, senti um aperto do bikini nas pernas, os meus mamilos incharam por dentro, e eu sabia que estava cheia de tesão, os meus olhos prendiam-se no volume dos calções dele.

Naquele momento, quase sem pensar, eu disse a rir, “podíamos trocar, estamos aqui sozinhos, tu fodias com o meu namorado e eu com o teu”, ela olhou para mim de baixo para cima, “o meu ia gostar, ele está sempre a olhar para o teu rabo”.

Eu sorri, “está a brincar?”, e ela continuou, “não, ontem ele dizia que as duas devíamos andar nuas por aqui”, e eu perguntei, “a sério? eu tenho vergonha de ficar nua, mas isso é uma ideia dele, não quer dizer nada”, ela insistiu, “quer, quer, eu conheço o meu namorado, ele fica teso a sonhar com o teu corpo”.

Aquela ideia de o namorado da minha amiga querer ver-me nua ainda me deu mais tesão, e eu perguntei, “achas que devíamos tirar os bikinis?”, ela olhou lá para baixo onde os nossos namorados falavam, e disse, “não sei, podemos perguntar-lhes”.

Estávamos em silêncio a apreciar o sol que nos beijava a pele, quando a minha amiga perguntou, “gostavas de ser fodida por ele? o teu namorado não ia gostar!”, eu passei a língua húmida nos lábios, o sangue palpitava forte no pescoço, e eu disse, “acho que gostava, e tu, amiga? importavas-te?”.

Ela esboçou um sorriso matreiro, e disse, “se me emprestares o teu namorado, disseram-me que ele gosta de cu, ele fode-te o cu?”, eu respondi, “o meu namorado adora comer-me o cu, porquê? gostavas que ele fodesse o teu cu?”, ela respondeu, “foda-se!! estou toda molhada, adorava que o teu namorado comesse o meu cu”.

Estávamos eu e a minha amiga nesta conversa, quando o meu namorado vem para cima e diz, “amor, vou ter que ir embora dois dias, tenho aí um assunto, e depois volto”, ele meteu-se no jipe e desapareceu.

Olhei para o sol e ainda era cedo, ela adivinhava os meus pensamentos, e estava o namorado da minha amiga, eu via o pau dele definido nos calções, quando ela olha para ele e perguntou, “amor, gostavas de nos ver as duas nuas”.

Ele olhou para mim, como se eu estivesse totalmente nua, e depois ele disse, “e eu? também me posso despir?”, ela riu-se para ele e disse, “podes amor, a minha amiga está louca para ver o teu pau grosso”, eu ainda disse, “é mentira”, mas ele num gesto rápido, baixou os calções para baixo e eu vi um rolo de carne teso que saltou de dentro sozinho, com uma ameixa grossa na ponta.

Ele parecia indeciso, puxava a pele para trás, a acariciar o caralho rijo, a apreciar o meu olhar interessado, quando a minha amiga disse, “amor, gostavas de dar uma foda na minha amiga?”, ele ficou um pouco em silêncio, e depois, “e o namorado dela?”, a minha amiga prosseguiu, “ela e tu amor ficam a dever-me uma”.

Acho que ele não tinha percebido, mas ela esclareceu, “eu depois dou uma foda com o namorado dela e tu não dizes nada”, eu olhei para o caralho dele e naquele momento ainda pareceu mais teso, ele não vacilou, puxou-me pela mão e fomos para trás de umas pedras.

Eu deitei-me numas ervas, tirei o bikini de baixo, fechei os olhos num segundo, e eu abri a cona toda, ainda não tinha fodido nada, mas a visão daquele caralho dentro, já me deixou toda encharcada e foda-se quando ele o enterrou, gemi doida como uma louca.

A minha amiga olhou para mim, o caralho do namorado entrava até ao fundo, ele gemia de prazer a foder, e foda-se!! sei que foi num segundo, tive um orgasmo violento.

No dia seguinte, o meu namorado voltou, tinha que dar-lhe uma noticia, e foda-se fazer-lhe uma proposta ...

Minha avó domina no virtual

23:16 0
Minha avó domina no virtual


Quando eu vi que tinha feito merda é que eu percebi que já não havia maneira de afastar a minha avó do computador, e ainda me lembro daquela vez que achei boa ideia de que ela tivesse essa distração e achei bem ensinar-lhe a descobrir as maravilhas da internet.

Ela primeiro começou por baixo, eu dizia, “avó, faz o teu Facebook, conversa com as tuas amigas”, mas depois não passou muito, já ela estava a mexer em tudo o que conseguia.

Já nem valou falar daquela vez que eu apanhei a minha avó a acariciar os pelos da cona e a ver numa dessas hotcams um caralho gigante na tela, ela depois falou comigo e disse, “isto é uma maravilha”.

Veja como começou esta merda: minha avó aprendeu computador

Quando eu falava com ela e dizia, “mas avó, você é velha não devia de andar a fazer essas coisas, mexendo na cona, vendo caralho a toda a hora”, e ela respondia, “menino, a maior descoberta desta coisa foi a pornografia”, e ela continuava, “foda-se!! caralho, há tanto caralho para ver de graça”.

Todos os dias ela procurava uma novidade, eu já tinha medo de entrar em casa, de ver a minha avó brincando com a cona, toda nua e falando com gajos, com homens pretos com um pau enorme, até a merda do Zoom ela usava, uma merda que nem eu sabia.

Eu insistia com ela, “mas avó, as suas amigas são assim como você? consumindo porno todo o dia?”, ela respondia, “elas são todas umas putas, e ficam mais velhas com a idade”.

Eu não compreendia, e ela continuava, “foda-se!! enquanto eu for viva, quero é sexo todos os dias, não há nada melhor na vida, é o que verdadeiramente importa, e o em que todos pensam”.

Foda-se!! não havia nada a fazer pela minha avó, ela estava viciada, eu não podia fazer nada, aceitar aquela vontade perturbada, mas o pior foi depois, quando ela mexeu nas minhas coisas da realidade virtual.

Eu, foda-se!! nem queria acreditar, eu que tinha aguentado tanto, mas agora, caralho!! ela tinha evoluído, a minha avó fazia blowjobs no metaverso.

Há mais de um ano que eu entrava em casa com muito cuidado, ia da porta de entrada direto para o meu quarto e se ouvia pessoas a falar, eu já sabia, era a minha avó no computador a acariciar a cona ou a combinar uma espécie de foda, e eu já nem queria saber.


Mas desta vez eu não ouvi nada, havia um silêncio inesperado, e quando passei pelo corredor, foi quando eu vi, a minha avó chupava um pau imaginário, apertava os colhões e eu não via nada, e ela, caralho!! com os meus óculos de realidade virtual.

Eu dei um grito, “foda-se avó, até os meus óculos!! para quando jogo, para me divertir com os meus amigos, e a avó a ter sexo dessa maneira, foda-se que isso não é brincadeira”.

Ela parou de chupar e até ficou embaraçada, mas depois mais à noite veio ter comigo a dizer, “não gosto desta maneira, a minha mão mexe, mas eu não sinto nada, gosto de ter alguma coisa para apertar, um grande pau grosso para eu bater”.

Eu pensei, “talvez agora a minha avó vá aprender, e tenha só uma página no Facebook”.

Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido

18:10 0
Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido

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Foi uma decisão à última hora, a minha mulher e eu combinámos que este ano íamos entrar no Ano Novo de uma forma mais tranquila, sem grandes festas ou alegrias exageradas, num pequeno quarto de hotel sem pretensões.

Depois o tempo estava frio e chuvoso e se tínhamos que ficar fechados em casa, o melhor mesmo era dar uma volta para um qualquer lugar desconhecido, comos se fossemos dois foragidos do mundo, e o que existia para isso senão um quarto de hotel com uma cama confortável.

Mas eu tinha um problema, e nem sabia como dizer à minha mulher, era um amigo meu, ele todos os dias perguntava se podia ir connosco passear, dizia ele, que não queria entrar no Ano Novo sozinho, então desde que se divorciara, que andava deprimido.

Eu sabia ou pensava saber qual era a ideia da minha mulher, a de dois apaixonados, num quarto de hotel de campo, passar a noite a foder, depois quem sabe, a jantar à luz de velas, e depois foder mais ainda, a recordar as nossas memórias.

De maneira que no dia anterior, eu disse à minha mulher, “o B. perguntou se podia ir connosco amanhã?”, a minha mulher olhou para mim, “amanhã como?”, eu continuei, “amanhã, passar a noite connosco, no quarto de hotel”, alguma coisa se passava na cabeça dela, o silêncio era comprometedor.

Ela olhou de novo, “querido, tu sabes que nós, o B. e a mulher dele temos uma história!!”, eu disse que sim, antes tínhamos tido umas experiências novas, de casais que se trocam, mas a mulher dele era esquisita, não gostava de nada, mas agora ele estava sozinho, e pior, ele andava deprimido.

A minha mulher estava no quarto a preparar uma mala, eu estava na ombreira da porta, reparei na forma descuidada como se vestia, com uma t-shirt por cima e nua por baixo, os pelos dela ainda estavam húmidos, tínhamos passado a noite a foder, e ela disse, “mas querido, nós e mais ele sozinhos num quarto, o que esperas que vá acontecer?”.

Quando ela disse aquilo, uma quase pergunta com resposta dada, o meu caralho endureceu tanto que saiu sem dono pela abertura dos boxers, como tartaruga com a cabeça de fora, “amor, só acontece o que nós quisermos”, ela sorriu, “dois homens, noite de Ano Novo, um bom vinho, a minha excitação, não sei se estás a ver?”.

Eu olhei para ela a vê-la arrumar a roupa dentro da mala, os bicos das mamas estavam salientes na camisola, dois pontos rígidos que ali não estavam, e as coxas rijas e fortes sobressaiam, ela continuou, “e porque é que ele anda deprimido?”, eu respondi, “não sei, deve ser a falta da mulher”.

Ela riu-se e disse, “daquela vaca pretensiosa, que tem a mania que é boa, nos seus sentimentos muito corretos, foda-se! amor, ele devia estar era contente”, eu ri-me a concordar, e ela continuou, “e achas que ele a passar a noite connosco vai ficar melhor?”, eu abanei a cabeça e encolhi os ombros, e ela prosseguiu, “querido, sabes que eu gosto de andar nua, e se eu quiser foder com ele?”.

A visão do B. a comer a minha mulher excitou-me tanto que quase me vim naquele momento, não é que não o tivéssemos tentado, eu bem que quis foder a mulher dele, a tal vaca pretensiosa, mas ela parecia não gostar de caralho, e por isso nunca tínhamos conseguido.

Mas agora havia no ar uma sensação de inevitabilidade, a minha mulher queria foder com o meu amigo, não havia nada que a impedisse, eu perguntei, “amor, não sei! se tu foderes com ele, posso ser eu a ficar deprimido, amor?”.

Ela sorriu a aproximar-se de mim, agarrou no meu pau teso com a mão, começou a bater uma punheta, e ela disse, “amor, não te preocupes, a tua mulher consegue tratar de vocês os dois”.

Entrámos no hotel os três e pedimos dois quartos juntos, ligados por uma porta no meio, enquanto assinava papéis na receção, o solitário rececionista esticou o pescoço para fora, olhava para a minha mulher, embrulhada num casaco de lã longo, até podia estar nua por baixo, os cabelos negros soltos saiam por cima, será que ele pensou que ela podia ser uma puta?

Os quartos eram simples, habituais em pequenos hotéis de campo, eu enchi os pulmões a cheirá-los, havia oxigénio com um cheiro reconhecido, a pinhal e pássaros cantando, mas também a estrume misturado nas terras que o rodeavam.

O B. depois disse uma coisa estranha, “foda-se!! adoro o cheiro a merda de campo, como se a natureza entrasse nos poros”, tirou o caralho para fora, estava teso como pedra, “foda-se!! fico logo com um tesão do caralho”, a minha mulher olhou para o pau rijo, que ele abanava com a mão, e ela depois olhou para mim, e eu disse, “foda-se!! ainda agora chegámos”.

Ela lançou o casaco de lã para cima de uma cadeira, “querido, podias ligar o aquecimento? estou com frio, e gostava de tirar a roupa toda”, o B. olhou para mim interessado, eu respondi, “sim, querida, eu também quero estar mais à vontade, e o B. pelos vistos também”.


O calor encheu o quarto rapidamente, o conforto tomou conta dos nossos corpos, a minha mulher nua puxou o B. para a cama, eu sentei-me a vê-la de lado, ela perguntou, “não ficas deprimido, amor?”, eu sorri e ela começou a chupar o pau do meu amigo, uma vara longa e grossa que mal lhe cabia na boca, o cuspo brilhante saia-lhe dos lábios escorregando para baixo.

Eu ouvi um ruido de satisfação dela, ao chupar aquele caralho, o B. deitou-se para trás, “foda-se! chupa no meu pau, foda-se!! chupa”, as pernas dele retesavam pela ação dos lábios húmidos dela, almofadas de seda rosa, ela disse, “ai, querido, quero tanto levar no cu, amor, achas que o B. gosta?”.

Eu olhei para o meu amigo, que parecia meio transtornado, de certeza não estava deprimido, e eu disse, “B., a minha mulher adora levar no cu dela, queres comer-lhe o cuzinho?”, ele abanou a cabeça, “quero fodê-la toda, eu como o cuzinho dela”.

Parecia quase uma necessidade, ele montou-se em cima da minha mulher, e enterrou-lhe a cabeça grossa na cona, os lábios dela abriram-se molhados e intumescidos, tensos a apertarem o caralho quando passava, ele movimentava as ancas a comer a minha mulher, ela gemia, “ai, amor, ai, fode-me toda, ai, amor”.

Eu aproximei-me dos ouvidos dela, “ai, amor, dá-lhe a ele essa coninha toda, querida, imagina que és a nossa putinha, amor, dá-lhe essa cona e o cuzinho todo, o B. movimentou o caralho para o ânus da minha mulher, escorregou o caralho entre as nádegas da minha mulher, a fazer força para entrar, e entrou a toda força, “ai, caralho, foda-se, amor, é tão grosso, querido, ai, o meu cuzinho, estou toda aberta”.

Ela empinou o rabo para cima, e o meu amigo começou a cavalgar a minha mulher, de onde eu estava eu via a cena toda, o anel enrugado fechava-se apertado, com a vara grossa a esforçar-se, entrava e saia, e ela aguentava, “ai, humm, ai, amor, ai, gosto de levar no meu cu, dá-me mais no meu cu, amor, humm”.

Ela olhou para mim, “ai, amor, gostas de ver a tua putinha a levar no meu cu, amor”, eu beijei-lhe a boca e sussurrei, “adoro, amor, ele está a partir o teu cuzinho todo, estás a gostar, amor”, ela gemia, “ai, amor, estou, é tão grosso e tão rijo, ai, foda-se, que me venho toda”.

Ela estremeceu, e o B. saiu de dentro dela e deitou um jato de porra a inundar o cu da minha mulher, e entrou depois mais ainda, e deitou outro jato para fora, o líquido branco saiu do cu da minha mulher, depois caíram os dois prostrados na cama.

O meu caralho estava teso, mas não satisfeito, foda-se! agora era eu que me sentia deprimido, olhei para o relógio, “foda-se, ainda era tão cedo, faltavam muitas horas para a meia-noite.