Se meu marido não conseguia, meu pai comia? - Biografias Eróticas

Se meu marido não conseguia, meu pai comia?

A Vanessa resolveu contar ao Biografias Eróticas que:

No ano passado os meus pais separaram-se e devido a essa separação o meu pai perguntou-me se podia residir comigo e com o meu marido, apenas por algum tempo até ele arranjar uma nova casa e refazer a vida dele, e como filha, ainda sendo a mais velha, e a que tem melhores condições de vida, não lhe podia negar isso.

Tenho 27 anos, estou casada há dois anos, e tenho uma vida que se pode considerar normal, de trabalho casa, casa trabalho, tanto eu como o meu marido, mas problema maior é o meu marido trabalhar por turnos, e chega a passar-se a semana toda, sem conseguirmos tempo para estar juntos.


Só que há tempos aconteceu uma coisa estranha, bastante até constrangedora, tinha acabado de sair do banho, estava no meu quarto a limpar-me, o meu pai entrou sem bater, apanhou-me totalmente nua, ainda húmida deitada na cama, passava a toalha adormecida, pelo meu corpo quente, nas minhas pernas abertas, nos meus pelos íntimos. 

Já me tinha visto nua outras vezes, era eu mais miúda, mas agora era uma mulher feita, não estava à espera que me visse, de pernas abertas deitada, a minha vagina à mostra, os meus mamilos tesos vermelhos, a minha mão que me excitava, tinha falta de uma foda, o meu marido nunca estava.


Acariciava-me quando entrou, os meus olhos ainda fechados, a porta abriu e ele disse "ai Vanessa desculpa", não desviou o olhar do meu corpo, soltei um "aiii", a encolher as pernas, ele sabia e estava à espera, olhou fixamente pra mim, minhas mamas, meus pelos, a minha cona, lambeu a boca percebi, passou a mão pelo caralho a ajeitá-lo, tanto que fiquei nervosa logo depois, tinha de falar com o meu pai, pra resolver este silêncio entre nós.

Não consegui falar logo, estava estranha pelo meu pai, se me viu a masturbar-me?, era o que pensava, encontrei-o na cozinha, e disse-lhe "pai por favor não digas nada ao Fábio", este era o meu marido, "dizer o quê?", respondeu ele, "que me viste assim...meio nua, sabes, ele pode não gostar", ele olhou-me de alto a baixo, como se se lembrasse do que vira, a minha mão no clitóris, a movimentá-lo quando entrou, "não te preocupes miúda não vi nada".

À noite o Fábio chegou, palavras que trocou com o meu pai, para saber se já tinha casa, não via o dia que fosse embora, perguntou "então como foi o dia?", o meu pai olhou pra mim, como se visse os meus mamilos, ainda espetados da tarde estranha, "mais ou menos", disse, "vi algumas coisas, muito boas", como se risse pra mim, de um saber segredo entre nós, de me ver desconfortável e vermelha.

Cheguei a casa na tarde seguinte, pra mim estava resolvido, entre mim e o meu pai, com o tempo seria esquecido, quando o vejo a sair do banho, enxugava a cabeça com um pano, totalmente nu e despido, passou por mim com o caralho teso, "aii desculpa Vanessa, não sabia que aí vinhas", não se escondeu nem acanhou, sabia bem das horas que vinha, era de propósito que o fazia, que se mostrava a mim daquela maneira.


Fiquei tensa de o ver nu, com o caralho teso a abanar, quando andava lento para o quarto, precisei de tomar um banho, fechei os olhos vendo, água que corria pelo meu corpo, aquele caralho teso, bem maior que o do Fábio, respirei fundo vindo de dentro, abanei a cabeça a dizer não, passei os dedos pela cona, estava excitada de tesão.

Estava difícil falar com o meu pai, ele mirava o meu corpo todo dia, em gestos silenciosos que trocámos, via-me nua e não o escondia, "falar com a minha mãe?" era o que pensava, achei que o tempo resolveria, comecei a perguntar se tinha procurado casa, ele me dizia estava tudo muito caro, que esperasse um pouco mais, que tudo se resolvia.

Nas tardes em casa que passávamos, em que estávamos eu e o meu pai, sempre pensava antes quando chegava, "entras sai ele do banho com pau feito, com aquele caralho grosso e comprido", bem me lembro da minha mãe, quando os ouvia no quarto, ele a fodê-la e ela calada, a aguentar sem gemer, era comida sem dizer nada, não queria que percebesse, que a estava a foder, agora ele tocava-me com a mão, sendo eu adulta não o esperava, sentia-o calor de perto, quando passava de raspão.

Desde aquele dia não mais o vira nu, quando cheguei tomei o banho de sempre, procurava uma cuecas minhas e, sem saber onde poderiam estar, procurei no quarto do meu pai, fui descobri-las numa gaveta, quando ele chegou já não aguentava mais, perguntei-lhe do porquê de ter as minhas cuecas, quando ele respondeu "tirei-as para as cheirar, és minha filha, mas dás-me tesão, foi para me masturbar", "tenho-te visto nua a tomar banho, vejo-te pela fechadura, logo a seguir bato uma punheta". 

A boca abriu-se-me surpresa, "bateres uma punheta?", pareceu-me estranho dizer-lhe isto, "tens-me visto nua a tomar banho?, e vais bater uma punheta?, a imaginares a tua filha nua?", ele dizia sim com a cabeça, ocorreu-me das vezes que vira, tinha-me eu masturbado, e ele tinha visto, a tocar-me a ver-me gozar, "ai queria muito foder, o Fábio não dava nada?", e ouço o meu pai "ai filha que o Fábio não serve, mais dia menos dia, se não for eu vais foder, com o primeiro que aparece".

Soou-me ao ouvido as palavras dele, mais aquelas em que dizia "se não for eu a foder-te", a boca abriu-se-me ainda mais, 
"se não fores tu a foder-me? estás a gozar comigo? queres foder-me é isso? tás maluco és meu pai? ", quando vai ele a dizer"tens mesmo a certeza que sou teu pai?, a tua mãe sempre foi uma puta, acredita, pôs-me os cornos muitas vezes, e como não tens nada meu, o mais certo é o ter pai ser outro".

Não tinha resposta para ele, até que tinha razão, a minha mãe era uma puta, quando ele esteve emigrado, nem foi preciso muito tempo, tinham passado alguns meses, vários homens a comiam, sem vergonha nenhuma, era miúda mas bem via, havia um tal Menezes que a fodia, que à noitinha aparecia, ela dizia "vai pro quarto filha", e depois era ele pedir, dava-lhe tudo o que queria, o cu a cona e o broche.

Ouvia o que o meu pai dizia, na memória a puta que a minha mãe era, há meses que não dava uma foda, o Fábio não andava pra aí virado, não pensava que fosse o meu pai, ou pessoa que pensava ser o meu pai, de certeza não tinha nenhuma, estávamos a falar quando ele, sentado no sofá de lado, abriu a perna dos calções, deixou sair o caralho teso, bem grande rijo já o vira, como se fosse sem querer, tremi de desejar agarrá-lo.

Ele apertou o caralho, esticava-o com a mão de lado, como se o quisesse maior do que devia, 
para cima e para baixo, perto estava eu a vê-lo, olhava pra ele fixamente, estarrecida não me movia, a minha respiração aquecia, ele os meus olhos devolvia, ouço-o dizer "vai querida não queres foder, até compreendo, mas deixa-me ver-te nua, mostra-me as mamas, deixa-me ver a tua coninha, já a vi muitas vezes, deixa-me cheirá-la", os meus mamilos espetavam, ao som daquela voz, o cheiro dele de sexo no ar, batia uma punheta acelerado.

Veio-me depois a ideia, de ao vê-lo em sofrimento, de lhe fazer um favor caridoso, àquela alma perturbada, parecia-me uma justificação, de eu querer estar nua, de me dar prazer mostrar-me a ele, de esquecer que era meu pai, de vê-lo a masturbar-se, tirei então as cuecas devagar, subi o vestido lentamente, as coxas que lhe abria, ele olhos muito abertos, da forma como se lambia, batia o caralho e me pedia "tira tudo tira tudo, deixa-me ver-te o rabo", tremia de emoção verdadeira, quando lhe mostrei os papos da cona, e depois me despi toda.

Deu-me prazer acompanhá-lo, toquei com os dedos a minha vagina, mostrei-lha húmida bem aberta, já me tinha esquecido de tudo, "gostas pai dela?", perguntei-lhe, brincava com ele e não acreditava, o sangue falava de outra maneira, não podia ser meu pai, fechei os olhos tombei para trás, entranhava-me o cheiro e o ruído dele, quando senti-lhe as mãos nas minhas pernas, a boca dele perto de mim, uma língua que me entrava dentro, a chupar-me as bordas da cona.

Pôs-se de joelhos no chão, a levantar-me as pernas, a cabeça dentro de mim, as mãos, os dedos, a língua, completo me mexia, me excitava me fazia, gemer e contorcer, "aihm pai aihmm não, não pode ser aihmm", que me fodia eu queria, mas não podia "aihmm pai não não aihmm pai", levantou-se sobre mim, de encontro a mim, a procurar a minha boca, o caralho dele grosso a enchê-la, a preenchê-la, a forçar-me os lábios, a dar-ma a mamar sem pedido, "aihmm pai não não posso", "vai amor, tu queres?", "quero, mas não podemos", "sabes que não sou teu pai, mama miúda tu queres".

Enchi a boca com o caralho dele, dava-me prazer mas tremia, de medo de incerteza, passou-me a mão pela testa, pelo queixo descia, a atrair a minha atenção e o meu olhar, queria ver-me a mamar, excitava-o e excitava-me, estava toda molhada, rija e pronta, tesa e consumida, queria foder que me penetrasse, que me abrisse toda, que me percorria quando mamava, duro comprido chupado até ao fundo.

Puxou por mim, pelas minhas pernas, a deixar-me cair para trás, a querer-me de frente deitada, como se fosse mulher dele, bem aberta e submissa, para o receber sem perguntas, não sei se tinha pena dele, do que tinha sofrido, às mãos da minha mãe, era como se eu cumprisse, em favor dele uma vingança antiga, senti-lhe o hálito de encontro ao meu, gemia a mexer-se a encontrar-se, quando me enterrou fundo, aquele caralho escorregadio, a entrar na minha cona, soltei um suspiro e um grito alto "aihmmm pai, foda-se não, aihmm, aihmm pai que me venho toda, aihmm que não me aguento", estava tão excitada, era o que eu queria, o Fábio não me fodia,  precisava muito de caralho, era o que aparecesse.

Agarrou-se às costas do sofá, fazia força a foder-me, entrava duro partia-me toda, o rabo dele não parava, movido por uma força intensa, empurrava o caralho prá cona, com um ronco surdo violento, também ele não fodia há muito, era o nosso mal dividido, quando de uma forma vigorosa, que me deixou sem resposta, virou-me o rabo de lado.

Agarrou-se às minhas nádegas, bem curvada sobre o sofá, ouço-o dizer "ouve o  Fábio come-te o cu?", "não pai ele não come nada", sinto-o a penetrar-me o cu, o caralho rijo e grande a entrar, "aihmm pai aihhm não aihmm que me dói pai", fazia força para dentro, eu a querer parar, gemia doida dele me penetrar, ele louco como um demónio, sentia-o a arfar em cima de mim, gritava eu "ai caralho pai ó pai ó pai que doí tanto", até que deu um urro, e veio-se com um jato para cima de mim.

Só posso dizer que me vim toda como uma puta, como a minha mãe, e que enfim estou muito arrependida, quando o Fábio perguntou "então o teu pai quando sai?", "ai filho deixa-o ficar, nem sei se é meu pai", "não é teu pai?", perguntou ele.

3 comentários:

  1. Quem chamou a Vanessa?
    E quem chamou o meu Fábio?
    .
    Pode ser um conto mas a verdade é que acontecem muitos casos análogos por esse mundo fora.
    Feliz Ano de 2019.
    .
    …Fazer amor/sexo e a mulher entrar em "espasmos" de SQUIRTING. …

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  2. Gostei de ler..tesão de conto
    Um excelente ano de 2019

    Kique

    Hoje em Caminhos Percorridos - Acupuntura novo método para emagrecer!!!...

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  3. Excelente conto mas que foca um tema muitas vezes encoberto pela nossa sociedade e nao aceite por muitos. Bom ano

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