Abril 2021 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Mind-swingers em bar gay

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Mind-swingers em bar gay
O nosso jogo do mind-swing tinha sido pedido, e mais uma vez voltávamos ao mind-swing com alguns amigos que já tinham experimentado o nosso jogo, um jogo que eu e a minha mulher tínhamos descoberto há algum tempo e com o qual nos divertíamos.


O nosso jogo tinha-se espalhado entre os nossos amigos, ele tornara-se fascinante, talvez por ser tão radical e arriscado, mas no nosso terreno, meu e da minha mulher Ângela, onde havia regras de entendimento, podia-se perguntar e responder livremente, mesmo se fosse com a verdade ou com uma mentira.

E o prazer conseguido era especial, por sexo, criação e imaginação, era só rolar os dados para ver a quem saía o número mais alto, podendo questionar o outro parceiro sobre um facto ou um dito passado, podendo eles responder como quisessem.

Desta vez o número mais alto saiu à mulher, e era eu a fazer o papel de árbitro, e eu disse a ela “podes fazer a pergunta”.

Quer saber as regras? estão aqui - as dez regras do mind-swing

Ela virou a cara para o marido e devia ter-se lembrado que ele já tinha contado antes que tinha tido uma experiência gay num dia que tinha saído à noite numas festas da cidade. E que quando ela fez a pergunta se tinha sido a única vez, ele respondeu que isso era outra história que não podia contar desta vez.

Como foi da outra vez: as surpresas dos mind-swingers

Eram as regras do mind-swing, cada jogada dá para uma só pergunta.

Ele tremeu quando ela perguntou. ELA: quero saber se já foste a algum bar gay? ELE: Já sim. ELA: Isso foi antes ou depois de termos casado? ELE (ele tossiu): Não sei o que te dizer querida, mas foi tanto antes como depois ELA (ela arregalou os olhos como tivesse ouvido demais para o que ela queria perguntar): antes e depois? Foste a um bar gay antes e depois!! Para quê?

Eu e a minha mulher olhamos um para o outro a tentar perceber se a pergunta dela fazia sentido, quando o marido respondeu. ELE: o que achas? O que se faz quando se vai a um bar gay? ELA: foste para te foderem o cu!! ELE (ele abanou a cabeça): mais ou menos, mas acho que sim, houve uma primeira vez que foi diferente das outras ELA: das outras? Como assim?

Eu olhei para a minha mulher e concordámos que as perguntas não estavam a ir no caminho desejado, e interrompemos o jogo e dissemos que ela já sabia que a pergunta não era única e que ela tinha de escolher, e que o melhor era perguntar da primeira vez que o marido foi ao bar gay.

Ela abanou a cabeça com desagrado queria saber tudo do marido, mas regras eram regras e tinha de ser numa outra jogada.

ELA: Então conta lá como foi a primeira vez? ELE: Amor, não foi nada, eu era jovem e curioso ELA: curioso como? ELE: eu tinha vontade, mas eu não sabia o que fazer ELA: vontade como e de quê? de levar no cu? ELE: sim, era um desejo muito forte, eu sonhava com isso ELA: sonhavas como? ELE: amor, eu sonhava muito com um homem a penetrar o meu cu, e a chupar um caralho ELA: mas havia alguém em especial? ELE: não, eu só queria, eu acariciava o meu ânus e depois eu imaginava um homem a foder o meu cu ELA: e quando foste ao bar gay dessa primeira vez, alguém fodeu o teu cu? ELE: sim, foi como uma aventura, eu ia com medo, e sim, foderam o meu cu.

As coisas agora estavam a correr melhor, as perguntas e respostas estavam a fluir e eu e a minha mulher achámos melhor parar, tomar uns drinks e relaxar para a próxima sessão.

Eu já tinha reparado no marido dela, mas agora ainda mais, com um corpo franzino definido e pensei no cu dele, bem redondo e empinado, e imaginei que gostava de o foder.

A Ângela preparou as bebidas, e como era seu costume, a pouco e pouco foi-se despindo, até ficar toda nua e excitada, nós estávamos todos descontraídos, eu fui tirando também a roupa, e percebi que ele olhou para o meu caralho bem teso e arqueado.

ELA: mas já tinhas levado no cu antes?

Eu e a minha mulher tossimos a abanar a cabeça, aquela pergunta era proibida.

ELA (ela compreendeu e continuou): como descobriste o bar gay? ELE: eu sabia de ouvir outros falarem nele, os meus amigos diziam que era o bar dos bichas ELA (ela sorriu quase uma gargalhada): e tu foste lá espreitar? ELE: sim, fui lá várias vezes para perto da porta, mas não tinha coragem de entrar ELA: e um dia entraste? Como foi? ELE: acho que perdi a cabeça, eu via homens novos e velhos a entrar e foi num impulso, e entrei ELA: e como era lá dentro? ELE: um pouco escuro, quase não víamos as pessoas, e antigo também, não era como são hoje ELA (ela fez uma careta por causa da resposta): e depois? ELE: fui para o bar e pedi um gin tónico ELA: e ficaste a olhar! mas o que se passava lá? ELE: nada de mais, havia homens a falar uns com os outros nos sofás.

Era momento para uma pausa, eu fiz sinal para podermos descansar, eles agora também estavam nus, e a minha mulher percebeu, nós ouvíamos as palavras, e o meu tesão já era tanto que eu só já pensava em foder aquele cu e eu sabia que se ele deixasse, a minha mulher Ângela não se importava.


Custava a respirar, e quando fechei os olhos, eu imaginei a levantar-me e a pôr o pau na boca para ele chupar mesmo ali á frente da mulher dele e da minha que eu sei que gosta de me ver a comer o cu de um homem qualquer.

ELE: e alguns a dançar também, para mim foi um pouco estranho ELA: e depois? Estavas a olhar … ELE: depois houve um homem mais velho que me chamou ELA: e tu? ELE: sim, fui ter com ele, ele estava num recanto do bar sentado ELA: como é que ele era? ELE: ele tinha um aspeto duro, quase violento, peludo, reparei nas mãos e nos pulsos, grandes e grossos ELA: e ele o que fez? ELE: ele pôs a mão na minha coxa e perguntou o que eu fazia ali, nunca me tinha visto ELA: e tu? ELE: disse que era a primeira vez e encolhi os ombros ELA: e como acabou? ELE: ainda tinha começado, ele agarrou na minha mão e pôs em cima do pau dele e depois perguntou ao meu ouvido, se eu queria levar no cu com ele ELA: e tu? disseste logo que sim? ELE: eu não sabia o que havia de dizer! ELA: mas querias levar no cu? ELE: eu queria muito, eu tinha a mão no caralho dele e senti que era grosso e a visão dele a entrar no meu cu deixou-me excitado ELA: e depois? ELE: ele sussurrou que queria que eu chupasse o caralho dele e que queria foder o meu cu e para irmos para casa dele

Eles falavam e a minha excitação era tão grande que a cada palavra deles eu acariciava o meu caralho com a mãe e eu sentia que ele tinha um forte desejo de parar só para chupar o meu pau.

Mas tínhamos de continuar!!

ELA: foste para casa dele mesmo sem o conhecer? ELE: era uma aventura, e eu estava excitado, acho que nem conseguia pensar claro ELA: e depois? ELE: na viagem ele pediu para eu chupar o caralho dele e eu baixei-me e chupei ELA: e gostaste? meteste o pau dele todo na boca? ELE: meti, e ele veio-se na minha boca ELA (ela fez uma careta estranha): que nojo!! e engoliste a porra dele? ELE: engoli, ele fez força na minha cabeça, e eu chupei bem o caralho dele ELA: e em casa dele? ELE: estávamos tão excitados, que pediu para eu subir para um sofá e depois ele fodeu o meu cu ELA: e gostaste, querido? era grosso? ELE: gostei, ele partiu o meu cu todo.

Naquele momento, eu não aguentei e quando ouvi que o outro abriu o cu dele todo, eu comecei-me a vir e a puta da minha mulher começou a rir e eu sabia que um dia destes eu também o ia foder.

O que se é capaz de fazer por causa de um bom cu?

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O que se é capaz de fazer por causa de um bom cu?

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Há uma coisa de que ninguém me pode acusar. Eu sempre me preocupei mais a ficar calado e a gastar esse tempo a ouvir os outros. A minha mãe dizia que isso era ser inteligente. Dizia ela que as pessoas que falam muito dizem muitas asneiras, cometem muitos erros, e nós os calados, dizia ela, só temos de estar atentos.

Mas porquê toda esta conversa!! Por causa da Jéssica.

Foi uma mulher que eu consegui ter por ser calado de mais e, lembrei-me agora, por ver, ou querer ver, de menos. Acho que as mulheres gostam de homens calados, e ao contrário do que a minha mãe dizia, nem é preciso que sejam inteligentes, basta que os homens não abram a boca para elas terem todo o tempo para falarem, e que, porra!!, é sempre pouco.

A Jéssica entrou no nosso grupo de amigos e a primeira coisa que eu vi, e vi bem, vimos todos, era a perfeição do cu. Não tendo uma cara bonita, tinha, porém, um corpo perfeito, mas o rabo, meu deus, o rabo!!, era simplesmente maravilhoso, alguém no céu se tinha dado a tanto trabalho para esculpir aquelas curvas divinas.

O caralho era conseguir fodê-las!! E o caralho do trabalho que deu!!

A Jéssica não era diferente das outras mulheres. Gostam que os homens admirem o cu delas, mas tudo tem de ser feito discretamente, quase num só relance passageiro, como quem olha para uma paisagem imensa, e o cu está ali por acaso.

Mas foda-se!! o cu movia-se, não estava parado, e quando o cu passava por perto, olhava os meus amigos de lado, e eles, foda-se!!! pareciam como num jogo de ténis e só eu, calado como estava, fazia-me de cego, a torcer o pescoço ao máximo, “mas que belo cu caralho”, era tudo o que eu pensava, mas sem a Jéssica se aperceber de nada.

Um dia ela falou comigo e acabou por dizer que era de mim que gostava, porque eu não era como os outros, os outros só queriam o cu dela, e dizia ela que sentiu, que eu tinha um verdadeiro interesse, mas eu pensei: “porra!! é tudo mentira, eu quero é foder esse cu”.

Agora, ajudem-me!! Digam-me!! Como é que se põe tudo junto? um cu maravilhoso, o meu pau com desejos de fodê-lo, e depois aquele amor inoportuno.

Ela não queria levar no cu, naqueles dois globos trementes, que se abrem como pêssegos frescos, nervosos e exibidos, numa simetria perfeita, onde se esconde o anel enrugado, muito feio, mas mais desejado, quando o pau entra e ele se dilata, para entrar na gruta proibida.

E o dilema? era horrível!! houve um momento que roguei pragas à minha mãe, para quê ser inteligente? muito calado e com atenção, se depois temos um cu, tão maravilhoso e disponível, mas que não conseguimos foder.

A minha primeira intimidade com a Jéssica foi uma experiência estranha e contraditória. Era como olhar para uma moeda, que de um lado está gasta, do uso e do passar de mãos, mas do outro lado, está nova e brilhante como se nunca tivesse sido usada.

Ela não parecia, mas porque enganava, pela frente a Jéssica era uma máquina de foda, já por trás era virgem como uma donzela, e caralho!! que eu sofria tanto, eu queria mesmo era aquele cu.

Nessa nossa primeira vez foi ela que pediu, ela queria muito chupar o meu caralho, ela despiu as minhas calças, e quando se dobrou abriu a boca e eu senti, foda-se que senti!! os lábios molhados, a suave brisa da respiração, e depois aquele aperto perfeito, e depois a voz dela: “ai querido, gosto tanto de mamar caralhos”.

Estávamos em casa dela, e quando ela se despiu toda, eu não via o corpo dela, tudo eram nuvens difusas, tudo tinha desaparecido, as paredes do quarto, as cores, texturas e linhas, apenas o cu dela estava presente, como uma entidade única e espiritual, o caralho duma aparição!!

Quando ela subiu para cima de mim para me foder, mais do que para eu a foder a ela, eu fui autorizado a tocar nas luas cheias, boias de salvação que não largava, e enquanto ela descia e subia, pelo meu caralho a deslizar, sem saber se estava teso ou estava murcho, na cona funda e bem aberta, eu dizia: “amor, foda-se! deixa foder o teu cu”.

Ela respondia que não, dizia: “já vi o meu padrasto a foder o cu da minha mãe e ela não gosta”, eu perguntava num lamento perdido: “mas porquê amor?”, continuava ela: “ela geme muito quando ele entra no cu dela”, e eu insistia: “amor, é porque ela está a gostar, e eu amo-te tanto”.

Porra!! que sofrimento interior, nunca tinha descido tão baixo, até onde eu iria, e o que estava disposto a arriscar, para foder o cu da Jéssica, foda-se!! estar calado não resultava, eu tinha era de chorar, ou de a apanhar distraída, ou sei lá!! entrar à força naquele cu, para ela perceber o tanto que perdia.

Foram semanas e meses de trabalho intenso, todos os dias a fodia, mas o cu dela foda-se!! era a única coisa que eu via, ficava sempre de lado, à espera, perto, virgem e adormecido, até que um dia sussurrei: “amor, querida, amo-te muito, porque é que não perguntas á tua mãe se ela gosta de levar no cu?”.

Digo-vos eu agora!! quando eu fiz esta pergunta houve um click na cabeça da Jéssica. Alguma coisa tinha mudado. Ainda me lembro dos grandes olhos negros dela bem abertos, ela tinha compreendido, o cu dela punha-me doente, não era coisa de eu ir ao médico, mas porra!! eu tinha de ser tratado.

Ela ouviu e disse: “como é que queres que eu pergunte isso á minha mãe?”, eu dizia: “pergunta amor, pergunta, ela vai dizer que gosta de levar no cu, amor, e eu sei que tu vais gostar, amas-me ou não? deixa só pôr a cabecinha dentro”.

Meus caros amigos, quando eu via a Jéssica a morder os lábios, eu percebi que a longa travessia no deserto, a batalha dura que durava à muito tempo, estava quase a ser vencida, quando a ouço dizer: “está bem querido, amas-me muito?”, eu respondia: “amo amor muito mesmo amo amo, e não é só o teu cu”.

Pela primeira vez, depois de longos meses, as duas luas cheias viravam-se para mim, como duas irmãs gémeas, o meu caralho endureceu, ao rubro no ponto até que dói, as cortinas afastaram-se e lá estava ele á espera, o anel enrugado, ela disse: “ai amor, só a cabeça, não enterres tudo, só a cabeça do caralho”.


Todo eu tremia de emoção e antecipação, vocês devem saber o que é esperar, lutar e trabalhar tanto pelo desejado, e quando chega afinal o dia, não se está preparado, eu agarrava no pau, e a ideia de pensar: “foda-se!! só a cabecinha, caralho!! só a cabecinha, agora, não comas tudo de uma vez”, quase que me deixou desesperado.

A cabecinha entrou, havia esperança, a porta abriu-se toda, era agora ou nunca, porra!! ela estava de costas, e eu pensava: “porra! ela vai gostar, vai cabecinha e vai tudo”, eu agarrei-a pelas costas, pelos cabelos ou por onde podia, e quando o meu caralho entrou, todo bem até ao fundo, ela gritou num gemido profundo: “ai foda-se!! amor, enterraste o caralho todo”.

Nessa altura, e tenho a certeza, quando o meu caralho abria o cu virgem, estrangulado a entrar e a sair, alguém bateu na porta do quarto, era a porra!! da mãe da Jéssica: “está tudo bem com vocês?”, a Jéssica a levar no cu respondia: “sim mãe não entres agora estou ocupada”.

Eu sei que é feio, mas uns dias depois desapareci, arranjei outro grupo de amigos, apesar daquele grupo ter um enorme sucesso tudo por causa do cu da Jéssica.

Noite com amigo ocasional

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Noite com amigo ocasional

Não foi por acaso que eu e a minha mulher encontrámos um amigo nosso numa saída à noite. A Ângela tinha aquele brilho de alegria que transborda da sua maneira de ser e acho que quando o Gaspar se sentou na nossa mesa ela ainda se sentiu mais satisfeita.

Na cabeça dela ter dois homens a venerar a sua beleza e o desejo comum de se sentir amada pelos dois, o marido dela, e eu sabia, um dos seus antigos amantes, era o que de melhor podia acontecer.

Eu não tinha dúvidas que o aparecimento dele naquele night-club noturno tinha sido combinado entre eles. Não era nada de novo, a minha mulher já me tinha contado que adorou muito aquele tempo em que o Gaspar a fodia.

E não seria preciso muito, depois de umas cervejas e uns shots de tequila, eu percebia que ela estava excitada, flirtando com ele, como se eu fosse só mais um, e os seus seios fartos, as coxas grossas, o vestido curto, e aqueles seus cabelos pretos, tocavam nele e em mim, como se ela fosse mulher de dois homens.

No meio do seu riso contagiante, ela aproximou-se do meu ouvido: “querido, vais buscar mais bebidas?”, eu acenei com a cabeça e levantei-me em direção ao bar, e no meio do fumo contagiante, de um odor sensual e hormonal, que se espalhava pelo espaço, num perfume de desejo que impregnava todos os corpos, eu fui e vim.

Quando eu me sentei, e distribuía as bebidas por todos, a minha mulher voltou a aproximar-se: “não fiques incomodado, o Gaspar está bêbado”, eu olhei para ela quase a perguntar porquê, e ela sussurrou ao meu ouvido: “ele pôs a mão dele na minha cona”.

Eu olhei para baixo e percebi que a mão dele deslizava por dentro do vestido, passeando-se no meio das coxas, cega a tatear algo no escuro, até que a Ângela aproximou os lábios da minha boca, e enquanto ela me dava um beijo, abriu as pernas todas.

Eu sabia que a mão dele não pararia, como sabia que provavelmente ela não trazia cuecas, e os dedos dele, grossos como varas, massajavam o clitóris da minha mulher, que ela suspirou ao meu ouvido: “aihm foda-se! querido, diz a ele para parar, ou senão eu venho-me toda”.

Mas a visão do antigo amante da minha mulher a masturbá-la era também tão excitante que eu quase dizia com os olhos para ele continuar.

E eu conheço bem a minha mulher, os lábios estavam húmidos, a língua dela não parava, os olhos vidrados de desejo, e os seios e as coxas vermelhos, de sangue intenso que subia à pele, então vejo o Gaspar a falar com ela, e ela sussurra depois ao meu ouvido: “ele disse que quer dar-me uma foda”.

Eu devo ter feito uma cara estranha, mas sabia que tinha de ter o domínio da situação, e agora fui eu que escorreguei a mão para a cona dela, os meus dedos molharam-se no tesão com que ela estava, e eu perguntei: “e tu amor? o que queres?”, e ela respondeu: “eu adorava amor, se não te importares”.

Eu acenei com a cabeça a dizer que sim, e ela inclinou-se para ele a sussurrar e depois outra vez para o meu lado: “vamos para o carro”, ela estava sensualmente excitada, eu sabia que ela queria muito, e eu não poderia dizer não, e disse "tudo bem, mas nós vamos os três juntos, eu também quero ver como corre ".

Eu reparei que ela sorriu, inclinou-se para o Gaspar, e uns segundos depois, a minha mulher virou-se para mim e disse: "vamos então querido, vamos lá".

Lá fora, a Ângela disse-me, “querido, vai conduzindo por aí até encontrares um bom lugar”, e deslizou para o banco de trás com o Gaspar, eu arranquei com o carro, e pelo espelho retrovisor, vi a minha mulher a tirar o vestido a correr e a abrir as calças dele para agarrar no pau.

Enquanto conduzia, eu tentava ver tudo o que acontecia lá atrás, e quando olhei novamente pelo espelho, a minha mulher chupava no caralho dele, enquanto ele com os dedos a excitava a apertar nos mamilos duros, e a empurrar a cabeça para o mamar mais.

O carro enchia-se de odor a cona e a caralho, da minha mulher húmida que se abria toda, para os dedos dele a massajarem, quando eu a ouço a gemer: “humm querido que caralho tão grande, tão teso, é tão bom amor”, e enquanto isso ela chupava, a boca a apertar-se de lado, a língua molhada a lambê-lo.

Finalmente eu encontrei uma estrada de terra por trás de uma colina, e parei o carro num sítio resguardado e escuro, mas o luar era tão intenso que dava para ver tudo.

Quando parei o carro, a minha mulher totalmente nua, as mamas, o corpo nutrido, e os pelos castanhos da cona, que brilhavam de intenção, eu ouço ela a dizer: “ai querido, estou tão tesa, quero tanto levar com este caralho, querido, humm, ai, fode-me toda”.

O meu caralho estava tão duro de a ouvir que tive de abrir o zip das calças e tirá-lo para fora, a acariciá-lo com a mão, quando ela continuou: “ai amor queres que a tua mulherzinha leve na cona, amor? diz para eu ouvir, queres?”.

Ela não pareceu ouvir-me a dizer que sim, e deslizou para baixo no assento e abriu as suas pernas adoráveis, bem para cima, e eu vi pelo espelho retrovisor, sem dizer nada, o Gaspar a pôr-se em cima do corpo nu da minha mulher.

Ele agarrou o caralho duro, preso na mão dele, imenso como uma vara, e lentamente enterrou-o na cona dela, e ouço-a a gemer: “oh foda-se querido, aihm aihm”, e quanto mais ele entrava para dentro da fenda húmida, as pernas dela abriam ainda mais para ele penetrar até ao fundo.

O Gaspar puxou as calças todas para baixo, e eu conseguia ver o seu caralho enorme a entrar e a sair de dentro da cona da minha mulher, os seus quadris a mover-se, como molas tensas a esticar, e ela gemia como uma chama lenta a arder: “humm fode-me toda, come-me toda, aihm caralho amor, aihm caralho”.

Os meus olhos estavam fixados na cena da parte de trás, e meu próprio caralho saía esticado pelo zip das calças e pulsava com a emoção de estar a assistir ao sexo da minha mulher com outro homem que acontecia nas minhas costas.


Eu ouço o Gaspar a dizer: “vem para cima de mim”, e a minha mulher subiu para cima dele, e foi quando olhei para trás, e vi o caralho enorme a escorregar duro como pedra para dentro da cona dela e ela a mover-se como uma cavaleira na sua sela, cada vez mais depressa, até que ela tremeu e eu percebi que ela estava a ter um orgasmo: “ai amor estou-me a vir toda, aihm foda-se”.

Eu senti pelo líquido quente na minha mão que eu também ejaculara, e após aquele silêncio de espera de sexo bem conseguido, ela aproximou-se de mim e deu-me um beijo: “obrigado querido, adorei”.

Enquanto nós regressávamos de volta para o bar, com o cheiro de sexo fresco a flutuar dentro do carro, o Gaspar saiu e nós seguimos, e foi quando pus os meus dedos na cona da minha mulher e estava encharcada da porra que ele deixara ali.

Eu perguntei se ela se divertiu. Ela abraçou-me e sorriu.

Meu primeiro encontro virtual

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Meu primeiro encontro virtual
𐤈

Foi uma coincidência. Eu reparei nele quando ele entrava no supermercado com a mulher e eu com o meu marido. Há alguns meses que não o via e nem me encontrava com ele. Este homem era como um vicio e um hábito que se entranha e é difícil de largar.

A nossa história não durara mais de que um mês, mas fora um mês tão intenso que me deixava ainda memórias e perguntas de como tudo tinha começado, ou se tinha sido por acaso ou em consequência de algo que eu procurava.

Eu tinha entrado numa daquelas redes sociais de videochat, eu comecei a falar com ele, um homem negro corpulento, e um pouco depois, quando eu menos esperava, ele perguntou: “queres ver o meu caralho preto?”.

O normal seria eu ter dito que não, que eu não era dessas mulheres, que eu era uma mulher bem casada, mas foi mais forte, eu deixei-me tentar, o meu corpo fervia do calor do verão, e quando o meu marido estava na sala e eu no quarto a descansar, eu disse que sim: “sim, quero, mostra”.

Eu vi que ele baixou os calções e que, apesar de impercetível devido à cor negra da pele, ele também tinha a marca do verão, e depois mostrou o pau, ereto e bem teso, e enquanto ele o acariciava, depois ele falou: “o que achas? é bem grande!”, e eu ri e respondi: “é bem comprido e grosso”.

Ele começou a simular uma punheta, muito devagar e sem pressa, e depois ele continuou: “aposto que gostavas de chupar o meu caralho?”, eu ainda pensei que me divertia, mas a visão daquele pénis teso, deixou-me toda excitada, que eu disse: “não sei se o meu marido ia gostar, ele pode ouvir”.

Eu parecia que estava hipnotizada, ele movimentava o pénis com a mão, e eu ouço-o dizer: “se calhar ele ia gostar de ver a mulherzinha dele a chupar o meu pau”, e depois ele prosseguiu: “acaricia a tua cona para eu ver”, e eu comecei a passar os dedos por cima das cuecas, mas ele insistiu: “não querida, tira as cuecas, para eu ver a tua cona molhada”.

Eu tirei as cuecas e abri as pernas para o ecrã onde ele estava e comecei a masturbar-me e eu via ele a fazer o mesmo, até que fechei os olhos e sentia que me vinha toda, soltei um suspiro brando, a contorcer-me na cama: “ai foda-se que me estou a vir”, e quando ele acabou, a porra a sair do pau, ele disse: “ai querida, gostava mesmo era de enterrar este pau grosso no teu cu.”

Isto passou-se durante uns dias, eu e o meu marido vínhamos da praia e eu ia para o quarto e ligava-me à rede e eu batia uma punheta com o meu homem secreto, até que ele disse para nos encontrarmos, e o meu desejo era tanto e incontrolável, eu queria tanto aquele pau dentro de mim a foder a minha cona e o meu cu que acabei por dizer que sim.

Não era fácil encontrar-me com ele, eu e o meu marido estávamos de férias e arranjar um tempo em que eu pudesse dizer que ia sair para ir a algum lado não era fácil de inventar, mas naquela noite eu combinei que arranjaria um tempo para estarmos juntos.

E foi assim, mas no dia seguinte quando o meu marido saiu e eu disse que iria um pouco mais tarde, eu tive medo, parecia-me uma má ideia, uma traição, uma loucura e uma aventura, era tudo ao mesmo tempo, e quando eu já pensava desistir, ele ligou: “estás sozinha? quero tanto comer o teu cu!!”.

Eu disse-lhe que sim, que estava sozinha, mas fodermos na minha casa?? na cama onde eu dormia com o meu marido? não, era uma loucura que de certeza eu me arrependeria, mas que teria de ser noutro lado, e combinei com ele e veio buscar-me de carro.

E foi uma das melhores fodas que tive!! fez-me lembrar a minha juventude, e talvez fosse por isso que fui fraca e me deixei tentar, mas quando parámos junto a um canavial perto do mar, nós fomos para o banco de trás, e enquanto eu tremia de medo, de desejo e da adrenalina, ele disse: “anda querida chupa aqui o meu caralho”.

Enquanto ele puxava e tirava os calções, e me chegou a visão daquele caralho preto e enorme, eu tirei também a parte de baixo do bikini, e quando ele empurrou a minha cabeça para eu chupar o pau, eu senti depois os dedos dele a entrarem na minha cona, húmida e a tremer de antecipação.

A mão dele saia da minha cona e percorrendo o meu corpo de baixo até cima, ela pousava nos meus cabelos, a forçar a entrada do caralho na minha boca, que eu chupava doida, a cabeça rosada, as veias do membro rijo, e o gosto a sal e tesão, e a voz dele: “o teu marido sabe que és puta? ele ia gostar de ver o meu pau na tua boca”.

E ele não parava: “vou partir o teu cuzinho todo, isso chupa chupa querida, estás a gostar, já alguma vez levaste com um pau tão grande na cona?”, eu gemia e respondia: “não, é muito grande, não sei se vou conseguir?”, ele riu-se e disse: “vais conseguir, vais, abro essa cona e esse cu todo, vais adorar”.

Quando depois o pénis dele escorregou pelo meio das minhas nádegas e mergulhou na minha cona, eu pensei que o meu marido podia ver, a praia onde ele estava era aquela, não mais do que alguns metros, eu soltei um grito: “ai foda-se, ai que dói”, o membro preto e grosso entrou todo na minha fenda, que eu senti os meus lábios apertados com a força que ele fazia.

Ele foi subindo por cima de mim, deu-me uma palmada no rabo, que por momentos quase chorei, quando ele disse: “vai, levanta o rabo, empina o rabo, quero foder a tua coninha branca, ainda vais chorar e querer mais”, e foi ondeando as ancas, o pau dele entrava e saía, a bater com força nas minhas coxas, e eu gritava e gemia.

Se eu pensava que o meu marido podia ver, quando o pau preto tocou no meu ânus, a fazer força e a escorregar, a cabeça rosada a entrar, eu soltei um grito alto: “ai caralho, o meu cu, ai foda-se!!”, eu pensei que agora o meu marido podia ouvir, o caralho foi entrando aos poucos, a abrir o meu cu todo, centímetro a centímetro, até que bateu no fundo.

Ele puxou os meus cabelos, entre um desejo forte não violento, com a outra mão agarrou uma das nádegas, e o caralho preto a foder o meu cu, entre movimentos duros, de uma experiência nunca tida, ele bateu e bateu com força: “ai caralho que tens um cu tão apertado, o teu marido fode este cu?”.

Eu não respondia, eu já tinha perdido a noção de tudo, podia estar num carro ou noutro sitio qualquer, ele batia com força e eu gemia, manipulava o meu clitóris por baixo, o meu cu estava a ser fodido, até que eu estremeci, um aviso de que eu me estava a vir, quando eu ouço ele a gemer: “humm, humm, urrr, que cu”, a retirar o pau do meu cu, e um liquido quente a cair na minha pele.

Naquela altura, quando acabou, eu saí do carro dele e fui em direção à praia ter com o meu marido, a minha cona e o meu cu ainda me doíam, quando eu me sentei na areia, eu ouço o meu marido a dizer: “estás a brilhar, a tua pele tão fresca, até parece que estiveste a foder, querida”.

Naquele momento eu queria dizer ao meu marido: "sim amor eu estive a foder e adorei", e agora no supermercado, quando eu vi ali o meu vicio secreto, eu queria dizer: "lembras-te amor daquele dia em que na praia perguntaste porque eu brilhava? foi aquele que me fodeu".

Quando cheguei a casa e eu fui para o quarto descansar, eu pensei que não me lembrava de ficar tão excitada por andar num supermercado a comprar carne e vegetais.