BIOGRAFIAS ERÓTICAS: confessionário
Chinese (Simplified)DutchEnglishFrenchGermanGreekItalianJapanesePortugueseRussianSpanishSwedish
Mostrar mensagens com a etiqueta confessionário. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta confessionário. Mostrar todas as mensagens

Tinha que pôr o meu marido na ordem

07:40 0
Tinha que pôr o meu marido na ordem

Eu e a minha amiga Mafalda tínhamos perdido a noção do tempo, estacionámos o carro algures numa zona arborizada a caminho de casa, para combinar o que havíamos de fazer com os nossos maridos, e claro, uma coisa fora fácil decidirmos, não pensaríamos em divórcios e iriamos tirar o melhor partido possível da situação.

No inicio, foi um choque, aconteceu comigo e com ela, tínhamos dúvidas se os nossos maridos nos andariam a enganar com outras mulheres, mas ao ir espiar se isso era verdade, acabámos por descobrir que o assunto deles era outro, o meu marido e o marido da minha amiga tinham uma relação intima, eles relacionavam-se sexualmente, o meu andava a levar no cu do marido dela, e foi isso que nós vimos, os dois na oficina, o meu marido vestido com umas roupas de mulher, e o marido dela, a enrabá-lo a ele por trás.


Quando assisti àquela cena, o meu marido a fazer um broche ao marido da Mafalda, depois a virar-se e a levar no traseiro, deixou-me confusa, entre a excitação e a surpresa, não é que não desconfiasse de uma hipótese dessas, dele procurar homens para foder, mas só mesmo vendo eu poderia acreditar, enquanto a minha amiga pareceu ficar satisfeita de sentir que não era outra mulher que fodia com o marido, e assim não se sentia tão traída.

Outra coisa também tinha acontecido comigo e com ela, não sei se foi do choque do que nós vimos, uma espécie de reação alérgica, ou um abalo psíquico, eu e ela beijámo-nos, tocámos nos corpos uma da outra, e naquela noite antes de irmos para casa, no carro, durante um momento, fizemos sexo uma com a outra, uma necessidade de nos satisfazermos, para selarmos um segredo, mas que é matéria de outra história.

Eu e a Mafalda tínhamos decidido não confrontá-los, nem o meu marido, nem o dela, era preciso deixar a poeira assentar, para decidir o que fazer, que decisão tomar, a coisa tinha sido tão inesperada, de maneira que quando cheguei a casa, o plano era esse, manter-me em silêncio como combinado, o meu marido já tinha chegado e feito o que era habitual nos outros dias, tomava um banho, e depois metia-se na cama comigo.

Desta vez, foi ele a perguntar, “estás a chegar tarde, onde é que andaste para chegar a esta hora?”, estranhei a inversão da situação, nas outras vezes era eu a perguntar, mas respondi, “estive com a minha amiga”, ele insistiu, “até agora? O que andam as duas a fazer a esta hora?”, eu estava quase a explodir, tinham passado pouco mais de duas horas, ainda via o ânus dele aberto a deixar entrar o caralho grosso do marido da Mafalda, dele a gemer de prazer e do esperma a correr pelas nádegas.

Tentava resistir, não dizer o que tinha na cabeça, manter o plano combinado, ainda estava tonta com o que vira, não só do meu marido a levar no cu, mas também de ver a piça do marido dela, que coisa tão grande e bonita, tão tesa, rija e grossa, entesou-me toda, que lhe disse "minha amiga, tens de partilhar, se vimos os dois a foder, podemos ser amigas queridas, o que achas do teu marido me comer", ela riu-se e disse "adoro, vou querer muito que ele te foda, para o castigar, vai ter de comer muita cona de mulher".

Tomei também um banho e meti-me na cama, o meu marido tinha acalmado um pouco, encostei-me a ele e passei a mão pelas nádegas dele, acho que tentava sentir com as mãos se havia alguma alteração, o marido da minha amiga tinha aberto o traseiro dele e tinha enterrado ali a piça grossa, de maneira que não resisti e perguntei, “ e tu? Onde é que andaste?”, ele respondeu, “já te disse, estava com o marido da tua amiga”.

Naquele momento, eu senti que o plano ia ruir, a minha curiosidade era demasiado forte, “sim, estavas com ele, mas a fazerem o quê?”, ele virou a cara para mim, “sei lá, a conversar um com o outro”, eu ouvi e decidi que não ia irritar-me, nem discutir com ele, veio à minha mente o que a minha amiga disse, eu perguntara, “e se o meu marido quiser levar mais no cu do teu marido ou de outros homens?”, ela tinha respondido, "olha fode-o tu, há umas gajas que comem o cu aos maridos", eu perguntei, "mas como?", ela respondeu, “com um caralho de plástico, um strap-on, já vi na internet".

Eu insisti, “mas que conversas têm vocês? Tantas noites seguidas?”, ele mostrou alguma irritação, “ora, querida, são coisas nossas”, eu não podia esperar mais, aproximei a minha boca do ouvido dele, “querido, eu sei, tu e o marido da minha amiga fodem juntos, eu sei, querido, ele anda a comer o teu cu, eu vi tudo”, ele ficou gelado, “viste o quê?”, eu respondi, “eu e a minha amiga fomos à oficina, nós bem vimos o que vimos, o marido dela a ir-te ao cu”.


Eu sentia-o a tremer, eu continuei, “ela até que gostou, mas eu, ai que vergonha, o meu marido parecia uma puta, a ser enrabado pelo marido dela", ele estava chocado, como que parado no ar, a boca abria-se e fechava, a de um peixe sufocado, sem voz ou reação, foi-se levantando devagar, sentado à beira da cama, devia estar à espera do que se ia passar.

"E agora?", perguntou ele, eu encostei-me nas costas da cama, “agora nada, querido, já se percebeu que a tua onda é levar no cu, diz-me, querido, à quanto tempo é que dás o traseiro a outros homens?", desde sempre disse-me ele, que quando casou a coisa abrandou, mas depois que voltou ao mesmo, de engates e ligações ocasionais, homens que ia conhecendo, em sítios de encontros habituais, que era paneleiro passivo, por gostar de apanhar no cu.

Continuava ele, "eh querida, desculpa, mas ...é mais forte do que eu", dizia ele, "adoro levar no cu, é mais do que sexo, sabes?", eu perguntei, “e o marido da minha amiga?”, ele questionou, “o que tem?”, eu perguntei, “não sei, tens alguma afeição por ele?”, ele riu-se, “tenho sim, pela piça dele, só isso, adoro chupar aquele caralho, e senti-lo dentro de mim, só isso, e dá-me prazer satisfazê-lo, como se fosse uma gaja, mas é isso que adoro, satisfazer machos”.

Puxei o meu marido para dentro da cama, “querido, eu também vou querer essa piça?”, ele olhou, “o quê? O que quer isso dizer?”, eu respondi, “quer dizer que eu e a minha amiga combinamos que o marido dela ia comer a minha cona”, antes que ele fosse dizer alguma coisa, “e também cu, querido, o teu amigo gosta de foder o teu cu, também pode foder o meu”, ele pareceu confuso, era a vez dele, eu insisti, “e quem te vai foder o cu umas vezes pode ser ele, outras vezes vou ser eu”.

Eu tinha de testar isto, e no dia seguinte, fui à oficina, levava comigo a intenção de falar com o marido da minha amiga, sentir se os desejos dele por mim se mantinham, se ainda havia nele uma vontade de comer a minha cona, encontrei-o e perguntei, “o meu marido diz-me que tem estado à noite contigo”, ele acenou, levou-me para a zona do quarto, “sim, porquê?”, eu continuei, “ele chega tão tarde a casa, vocês andam a fazer alguma coisa?”, ele respondeu, “não, não, nós só falamos”, eu insisti, “não foi isso que ele disse”.

Ele parecia surpreendido e também curioso, talvez de querer saber o que eu sabia, ele perguntou, “mas ele disse o quê?”, eu respondi, “o meu marido disse que estás sempre a falar de mim, que gostavas de me foder, é verdade?”, ele pareceu aliviado, olhou para o meu corpo, eu lembrei-me da piça dele, ele respondeu, “é verdade, queres chupar o meu pau?”, ele desceu os calções, a piça dele saltou para fora, a minha mão foi rápida a apanhá-lo e num segundo, pus-me de cócoras a fazer um broche naquele rolo grosso que eu mal conseguia apertar com a mão.

Ele agarrou em mim como se eu fosse uma boneca sem peso, fez-me encostar na cama e veio por trás, baixou-me as cuecas para baixo, e senti que ele subia pelas minhas costas e montava-me, o rolo grosso passou no meio das nádegas e entrou na cona, fechei os olhos e deixei-me voar, os lábios abriram-se e apertaram com força o caralho dele, que insistia em entrar e sair da minha fenda, longos minutos de prazer como há muito tempo não sentia.

À noite, quando regressei a casa, sexualmente satisfeita, aguardei a chegada do meu marido, eu estava com um tesão novo, agora só pensava em foder o meu marido, ir como ele queria ao cu dele, disse-lhe "meu querido, não mais vais precisar de homens, quem te vai ao cu é a tua querida", ele ficou atónito e surpreendido, disse-lhe então para se despir, fomos depois para a cama foder, a minha amiga já me tinha dito, agora que sabes tudo muda, tens de o submeter, ele agora é o teu escravo, come o cu dele até doer.

Eu tinha o strap-on bem posto, que gritei para ele , "amor, vira para cá o cu, vou-te foder", via-o contente e excitado, quando ele pediu para chupar, começou a chupar-me o caralho, que empurrava para a boca dele, era eu o homem dele, ele a minha mulher, passou-me depois um creme por ele, virou-me o traseiro, e comecei-o a foder.

Enterrei o meu strap no cu dele, escorreguei devagarinho a vê-lo a gemer, que gozo me dava entrar no cu, de ver o ânus dele a abrir-se todo para mim, matraqueava-lhe o cu devagarinho, perguntava-lhe "amor estás a gostar?", ele respondia, "estou amor estou vai come-me todo, come-me o cu todo, vai amor aihmm parte-me todo, faz-me doer bate-me amor".

Não queria fazê-lo sofrer, mas ele pedia-me, "mais, mais", que enterrasse até doer, que o deixasse sem respiração, era o que ele queria, fiz mais força e mais rápido o fodia, de vê-lo a masturbar-se, "aimmm, amor querida aihhm partes-me o cu todo, venho-me todo", estremeceu nas minhas mãos, não aguentava mais, veio-se todo, e ficámos ali prostrados, estava exausta de o enrabar, ele virou-se para mim "mas meu amor, assim não tens prazer nenhum, fodes-me e eu nada, não consigo".

Ele tinha razão, os centros do prazer conjugal tinham mudado, eu não sabia se a minha amiga falara com o marido, mas uma espécie de amizade intrínseca mudara tudo, talvez o meu marido e o marido dela não rejeitassem verem-me a fazer amor com a minha amiga, ou o contrário, eu aceitar ver o marido dela a foder o meu, ou o meu aceitar ver o marido dela a foder-me a mim, podíamos misturar as nossas emoções e os nossos desejos mais profundos.

Porque é que me sinto uma cornuda?

07:16 4
Porque é que me sinto uma cornuda?

Não queria acreditar na história, embora fosse bastante normal, soube dela através da minha mulher, que por sua vez soube através de outra que lha contou, talvez fossem apenas rumores ou fofocas, poderá alguém dizer se é mesmo verdade? Quanto a isso não sei, mas pela forma que foi contada, podemos talvez confiar que é uma situação real.

Não posso dizer que a Marilia e a Mafalda são amigas da minha mulher, diria antes que são apenas conhecidas dela, mas por alguma razão desconhecida, talvez por causa da beleza tranquila da minha mulher, fazem dela sua confidente, como se fossem ao confessionário, irritando-a muito quando a tratam por “Dona”, como se fosse uma mulher mais velha, ou, acredito eu, muito mais sábia.

Quanto a mim, eu mal as conheço, são pessoas que vejo no café, ou algumas vezes no mercado local, posso dizer com segurança, são duas mulheres muito bonitas, e muito agradáveis, algumas vezes vejo-as juntas, a Marilia acho que é casada com um taxista chamado Mateus, e a outra, a Mafalda, vive junta com um mecânico, esse eu conheço bem, que não podia ter um nome mais adequado, que é o de Ferro.

E a história começa com o que a Marilia disse à minha mulher, pedindo segredo e silêncio sobre tudo, e contava ela: “Dona Ângela, acho que é desta que me vou divorciar, acho que tive um bom casamento com o Mateus, sempre fui uma boa mulher para ele, nunca o traí, podia ter fodido com muitos outros homens que me desejavam, mas nunca fodi, mas agora descobri uma coisa sobre ele, e não sei se vou aguentar.

Eu sei que é uma coisa que pode acontecer a uma mulher, muitas mulheres descobrem tarde coisas que não nos passam sequer pela cabeça, embora eu tivesse algumas suspeitas, há muito tempo que o meu marido não me fodia, já nem sabia se há meses ou mais tempo, acreditava que ele estava a passar por uma fase, eu perguntava porque razão ele chegava tão tarde a casa, ele respondia, "querida, estou com o meu amigo Ferro na oficina, estou quase a ir", e eu cá na minha ideia, comecei a duvidar se era mesmo verdade, ou se ele não me andava a encornar com uma gaja qualquer.

Essa minha desconfiança aumentou quando uma vez fui arrumar a garagem e encontrei umas roupas femininas, um tanto ou quanto estranhas, pareciam-me daquelas que se compram nas sex-shops, roupa de empregada de hotel ou de enfermeira de hospital, daquelas que algumas putas usam para representar papéis sexuais, saias muito curtas, tops apertados, lingeries pretas e vermelhas, até chicotes para vergastar, o que me fez pensar, isto só podia ser obra do meu marido, e o que andaria ele a fazer?

Ele chegava a casa, muitas vezes a horas em que eu já estava deitada, ele ia para a casa de banho, tomava um duche rápido, e quando se deitava, dava-me um beijo e dizia, “hoje estou muito cansado”, eu perguntava, “mas estiveste mesmo com o marido da Mafalda?”, ele respondia, “sim, querida, ficamos os dois a conversar”, e eu insistia, “mas todos os dias até tão tarde, amor?”, e ele continuava, “ele e eu perdemos a noção do tempo, querida”.

Com essas respostas, assim tão evasivas, a minha intuição dizia, “ele anda a enganar-me com uma puta qualquer”, lembrei-me da roupa feminina que encontrara na garagem, era ainda um segredo meu, não tinha falado disso com o meu marido, aumentavam-me as dúvidas todos os dias, ele estaria mesmo com o marido da minha amiga?, um homem que eu achava rude e grosseiro, muitas vezes ele vinha ter comigo e ao mesmo tempo que apertava o volume do caralho com a mão, dizia-me coisas como, “és capaz de ser uma boa foda! Comia-te esse cu! O teu marido, costuma comer esse teu cu?”.


Claro que eu não respondia, o Ferro fazia isto às escondidas, a minha amiga Mafalda não sabia, e eu seguramente também não lhe contava, achava que ele só queria mostrar que era macho, fazia aquele papel de força, com muitos pelos no peito, que tinha uma piça grossa, o que não tem nada a ver com o meu marido, que é um homem muito mais delicado.

Uma tarde, já quase noite, o meu marido não chegava, comecei a imaginar que ele estava com uma mulher, ele não me fodia, eu andava totalmente nua na casa, mas sentia uma certa indiferença, liguei para a minha amiga para saber se ele estava com o marido dela, se isso era ou não mesmo verdade, quando ela responde, “olha amiga, não sei, eu também acho que ele me anda a trair, sempre que eu pergunto, ele diz que está com o teu marido, quem sabe andam os dois a foder umas putas, sabes como são os homens, é costume protegerem-se uns aos outros.

O problema adensava-se, afinal as dúvidas não eram só minhas, a minha amiga dizia, “ele na oficina tem lá uma espécie de segunda casa, às vezes quando tem coisas para acabar no serviço, dorme lá e só aparece no dia seguinte, mas agora acho que não é isso, eles devem andar a levar putas para lá, e andam por lá a fodê-las antes de regressarem a casa”, e isso fez-nos a nós decidir ir até lá à oficina para saber o que se estava a passar, e, quem sabe, apanhá-los em flagrante no ato.

A oficina é um espaço grande na entrada onde estão os carros em reparação e todas aquelas ferramentas, e só lá mais ao fundo, a seguir a uma porta mais pequena é que há um quarto, uma pequena cozinha, e uns lavabos, eu e a Mafalda entrámos com uma chave dela, percorremos a nave maior, fomo-nos aproximando cada vez mais, ouvíamos vozes a falar, e nuns segundos em que tivemos à escuta, tínhamos a certeza, não ouvíamos vozes femininas, por isso só estavam ali os nossos maridos.

Olhámos uma para a outra, a nossa figura era um pouco ridícula, agachadas atrás de uns carros, as duas a espiar os nossos maridos, tentávamos decidir se íamos embora, ou se lhes pregávamos um susto, quando ouço a Mafalda a sussurrar, “já que aqui estamos vamos ver o que eles estão a fazer”, ela fez-me sinal para a acompanhar, caminhámos agachadas até uma escada, e ela voltou a sussurrar, “subimos esta escada e há ali uma janela que se vê o quarto e vamos poder ver o que eles estão a fazer”.

Ela tocou-me com um dedo nos lábios e insistiu, “não podemos é fazer barulho”, e agora conto algo que queria ter esquecido, quando ela me tocou nos lábios acendeu-se em mim um desejo, olhei para ela, agachada de cócoras como eu, ela vestia um vestido curto e consegui ver que estava nua por baixo, como se tivesse vestido a roupa à pressa por causa de alguma urgência, percebi que estava excitada, via-lhe os lábios da cona húmidos e um tufo de pelos por cima, ela percebeu e disse, “não ligues, ando muitas vezes assim, gosto de sentir a minha cona fresquinha”, e deu um riso pequeno.

Ela fez sinal, começámos a subir a escada até à tal janela, olhámos para dentro do quarto, e não sei como o dizer, ficámos sem palavras, olhámos uma para a outra, tentávamos absorver a nossa incredulidade, não podia estar a acontecer, o meu marido estava vestido de mulher, com uma espécie de farda qualquer, e o marido da Mafalda estava todo nu, com o caralho teso e o meu marido a chupar.

Estávamos petrificadas com a cena a que assistíamos, não sabíamos o que pensar ou o que fazer, restava-nos observar, a minha amiga sussurrou no meu ouvido, “já viste, estes paneleiros, o que estão a fazer?”, olhei melhor para o meu marido, vestia aquela roupa de coquete, e por baixo não tinha nada vestido, via o caralho dele e o traseiro nu, a imaginar o que ainda ia suceder, e via a piça tesa do marido da minha amiga, imaginando o quanto ela devia ser feliz por ser fodida com aquele pau grande e grosso.

O meu marido engolia o pau dele com alguma sofreguidão e não sabia se devia sentir alguma vergonha por o meu marido estar no papel de submisso, enquanto o marido da minha amiga se preparava, talvez entre as muitas dezenas de vezes que já o tinha feiro, de o foder mais uma vez, talvez não sentisse esse sentimento de maneira tão forte se fosse o meu marido a estar na outra posição, eu respondi à minha amiga, “são mesmo paneleiros”, e antes que ela dissesse alguma coisa, “há meses que o meu marido deve andar a levar no cu do teu marido”, ela soltou um espécie de sorriso e acrescentou, “não sabes, temos de ver mais, se calhar comem o cu um do outro”.

Não respirávamos sequer, eles não podiam aperceber-se que estavam a ser observados, ouvi o que a minha amiga dissera, mas não acreditava, entre os dois homens não existiam dúvidas, o marido dela era o macho, e o meu a mulher submissa que o satisfaz, o meu marido mexia a língua a lamber o caralho do marido da Mafalda, as nádegas dele a gingarem, em músculos e tendões rijos, a forçar-lhe a boca até ao fundo, e a ver-se na cara dele, eram só preliminares, aguardavam o momento certo pelo prato mais desejado, que seria o traseiro do meu marido.

Aproximei-me da face da minha amiga, puxei-a para baixo da janela, como se quisesse confiar-lhe um segredo, e disse, “estou excitada de vê-los, não devia estar?”, ela aproximou-se da minha boca, senti o hálito doce, e uma espécie de desespero quente, e disse, “também eu”, ela abriu as pernas, agarrou na minha mão, “vê, sente, vê como estou”, a minha mão tocou-lhe nas coxas, desceu até à cona, senti que estava húmida e tesa, o clitóris intumescido, ela voltou ao meu ouvido, “estou com tanto tesão que não consigo explicar”.

Ela estava tão em cima de mim, e perguntou, “e tu? Não estás com tesão?”, e antes que eu respondesse alguma coisa, a mão dela também procurou as minhas coxas, desceu até à minha cona e encontrou a minha lingerie, o meu sentimento era ambíguo, sentia prazer da mão de uma mulher como ela a entrar em mim, mas também uma espécie de prazer prometido, entre os mamilos tesos como rebites da minha amiga e a piça do marido dela, eu queria os dois.

A mão dela estacionou na minha lingerie, acariciava o meu clitóris, ela sussurrou, “tira as cuecas”, e não ofereci resistência, com um movimento elas saíram pelas pernas e a mão dela entrou mais fundo, “estás como eu, toda molhada”, e foi quase involuntário, eu e ela demos um beijo na boca, antes de decidirmos voltar para a janela, a nossa missão era outra, via o caralho do marido dela, comprido e grosso como pedra, a sair da boca do meu marido, molhado em saliva realçava o tamanho da cabeça cor violeta.

O marido da minha amiga virou o meu marido, colocou-o na posição de quatro, eu antecipava o que ia acontecer, e tinha curiosidade, como é que ele ia reagir, o marido dela dobrou-o sobre a cama, eu e a minha amiga víamos bem as nádegas do meu marido, o Ferro abanou a piça, apontou-a ao ânus enrugado e oferecido do meu marido, e enterrou a cabeça no cu dele, ele contorceu-se para cima e, foi como se aquele caralho entrasse na minha cona, ele começou a montá-lo, em cima dele empurrou a piça mais para dentro, o meu marido contorceu-se ainda mais, ouvia-o a gemer, “aihmm, humm, foda-se!! mete todo, parte-me o cu todo”.

Da janela, eu e a Mafalda assistíamos a tudo, era como um filme, ao principio a surpresa dos nossos maridos a foder um com o outro, tinha desaparecido, em vez dela, aparecia um desejo novo, apertei a Mafalda contra o meu corpo, e disse, “adoro a piça do teu marido”, o caralho do marido dela penetrava o cu do meu marido em ondas sucessivas, entrava e saía, ele soltava gemidos, “aihmm, aihhh" bem alto, de onde estava via-lhe o traseiro, o caralho e os colhões do Ferro, o ânus a ser bem aberto, com o meu marido a gemer, "aii aii mais devagar".

A minha amiga correspondeu ao que eu dissera, “o meu marido é uma boa foda, depois de saber que é paneleiro posso pô-lo de castigo, depois disto, vou obrigá-lo a foder-te, gostavas?”, a minha reação foi quase absurda, a minha mão meteu-se no meio das pernas dela, dois dedos meus mergulharam na cona, e eu disse, “claro que gostava, estes paneleiros vão ter de aprender a respeitar-nos”, a mão dela também foi ao meu encontro, ela começou a masturbar-me, e sussurrava ao meu ouvido, “acho que estamos doidas”, eu perguntei, “porquê?”, respondeu ela, “o meu marido está a comer o cu do teu marido, e eu estou com vontade de te comer a ti”.

Acho que nos beijamos, olhei para baixo e vi, o marido dela Virou o meu para cima, peito contra peito, o caralho dele entrou no ânus do meu marido, e começou a fodê-lo como se fosse sua mulher, entrava teso e rijo, a arfar da força exercida, as nádegas fortes a recolher, molas a saltar a disparar, o meu marido a gemer "aii foda-se!! não estou a aguentar mais, vou-me vir, aihm foda-se”, as bocas deles a tocarem-se, aquela piça a não parar, "aiii foda-se, és um tesão", eles dois a estremecer, a virem-se agarrados um ao outro.

Tinha chegado a hora, não tardaria muito, eles regressariam a casa, iriam dar-nos a mesma desculpa de sempre, tinham estado um com o outro, o que até era verdade, nós saímos da oficina, corremos para o carro e tomámos o caminho de volta, no caminho a Mafalda pediu-me, “estaciona aí, temos de falar, sobre o que vamos fazer”, eu entrei por um caminho, e parei, olhei para ela no escuro, “o que achas que devemos fazer?”.

Ela riu-se, “ficaste fodida de ver o teu marido a levar no cu e com aquelas roupas?”, eu respondi, “um pouco, já devia ter adivinhado, acho que ele sempre se sentiu atraído por homens”, e depois continuei, “mas gostei de ver o teu marido, sabias que ele sempre foi um pouco rude comigo?”, ela abriu os olhos de dúvida, e eu prossegui, “o teu marido já me quis foder várias vezes, eu é que disse que não, por lealdade”, ela mostrou os dentes, “ e agora?”, eu sorri, “agora vou aceitar, com a tua autorização claro amiga, devíamos partilhar a piça do teu marido, é dessa maneira que eles vão aprender”.

E o que estava para acontecer, teríamos de combinar, uma coisa era certa, não nos íamos separar.

Férias ao sul com a mãe da amiga!

22:26 0
Férias ao sul com a mãe da amiga!
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

Tocou-me à campainha!

22:35 2
Tocou-me à campainha!

Talvez devesse perguntar-me se alguma vez me lembro, ou se alguém se lembra, de como as coisas boas ou más normalmente começam ou se atravessam na nossa vida? Talvez seja uma pergunta que se faz a meio do caminho ou já no fim, ou perto do fim, quando depois da turbulência dos mares e das marés da vida, já não faz sentido perguntá-la.

Apenas se diz, sim, podia ter sido diferente, podia ter tido mais cuidado, ser mais previdente, mais avisado, mais cauteloso, mas, pois, a memória de nada fazer, de não experimentar algo, talvez também tenha um inicio.

Coisa que não me incomodava, preferia não iniciar nada, não participar em nada, não observar nada, prosseguir uma vida silenciosa e anónima, sem emoções, sem sentimentos, sem escolhas, a frieza desse não sentir nada, desse vazio interior, traduzia-se em calma do meu espirito e no plano alinhado do que seria a minha existência.

Mas as coisas mudam, independentemente da nossa vontade, e foi quando um dis, ou melhor, já seria quase noite, tocaram à campainha da minha casa; o simples facto de tocarem à minha campainha incomodava-me, os tempos tinham mudado e se alguém queria falar comigo, contatar-me que mandasse uma mensagem texto no W ou por qualquer outra maneira. Já ninguém usa campainhas de porta e se usam tenho sempre algumas reticências em abrir a porta para ver quem é.

Costumo gritar junto à porta, “quem é? caralho? vão-se embora, vão vender a vossa merda para outro lado, foda-se”, e quase sempre tenho sucesso, há vizinhos que nunca conheci apesar de viver aqui há mais de 20 anos, e penso que eles já compreenderam que a minha empatia para relacionamentos é quase zero.

Mas desta vez fui ver, olhei pelo olho mágico da porta, e reconheci uma rapariga, ou pareceu-me reconhecer, era a jovem que a puta da minha irmã estéril adotara para ela não se sentir tão inútil e esvaziada de maternidade, queria ter uma filha e foi buscar esta ainda criança a um lar juvenil, ou o que era aquilo.

Não percebi o que ela fazia ali, á minha porta, a tocar no caralho da campainha, eu não a vira mais do que meia dúzia de vezes, mas abri a porta, e perguntei, “o que estás aqui a fazer?”, olhei primeiro para ela e depois para o chão, estava ali um saco com roupas, ela disse, “olá, tio! quero pedir um favor grande”, e depois continuou, como se eu já esperasse algo inevitável, “tio, se me deixavas viver aqui, uns dias só, talvez”.

Olhei para ela, depois para o interior de casa, procurava saídas, e perguntei, “e a casa da tua mãe?”, ela respondeu, “a mãe pôs-me na rua, não tenho onde viver, tio”, eu pensava, “foda-se!!”, abri mais a porta e disse que entrasse, a minha voz carregava a exigência de uma avaliação, talvez também tivesse que a mandar para a rua, ela foi para o sofá e eu sentei-me no cadeirão em frente, que eu chamo o meu cadeirão dos pensamentos.

Não sabia por onde começar, talvez pelo aspeto físico dela, ela teria 16 anos ou quase, pensei, bonita, com um rosto que transparece personalidade, individualidade, mas também loucura, o cabelo caía em cachos, descuidados, os lábios grossos, o busto dentro de um top apertado, que faziam sobressair dois seios que cabem na palma da mão e uns mamilos espetados naturalmente, e naturalmente excitados.

Fui descendo os olhos por ela, uma saia curta, talvez até curta demais, pensei, “parecia pouco normal, as jovens de hoje só gostam de calças”, as coxas bem torneadas saiam debaixo daquele tecido minúsculo, numa perfeição inusitada pelas pernas até aos pés descalços dentro de umas chinelas de Verão.

Ela podia chamar-me tio, mas eu e ela sabíamos bem, a nossa ligação de sangue era nula, e a emocional ou da ficção familiar tinha o mesmo valor, ou seja nada, e o que eu via era uma mulher jovem, um concentrado de hormonas pronto a explodir, eu perguntei, “o que fizeste para a tua mãe te pôr na rua?”, ela respondeu, “ela diz que eu só penso em sexo”.

A minha garganta secou por segundos e tive que a molhar com saliva fresca, “sexo? como assim?”, ela prosseguiu, “ela não gosta que leve rapazes para casa”, ela moveu as pernas, traçou uma em cima da outra, e depois, como essa posição era desconfortável, voltou a tirá-la e abriu as duas de par em par, por segundos, não sei, talvez uma ilusão de óptica, uma criação da mente, vi no meio um tecido branco que guardava algo inchado.


Eu disse, “pois eu compreendo isso, porque levas os rapazes? não me faz sentido”, ela riu-se talvez da minha ingenuidade, e continuou, “ora, tio, para foder, claro, que outra razão eu teria?”, eu sentia-me surpreendido, a minha irmã era daquelas mulheres secas, perguntava-me se ela ainda seria virgem, e ter a filha em casa a foder com gajos, não devia ser a coisa mais agradável.

A minha avaliação tinha de prosseguir e agora não havia volta a dar, ou ela ia já embora e não era aceite, ou para ficar eu teria de ir ao fundo desta questão, “mas ouve lá, a tua mãe estava em casa?,” ela perguntou, “quando eu estou a foder?”, eu abanei com a cabeça, ela prosseguiu, “sim, algumas vezes, outras não”, eu continuei, “mas é um namorado? ou são mais?”, ela respondeu, “tio, não gosto de namorados, gosto é de foder”.

E como se a resposta estivesse incompleta, “sim, tio, já fodi com muitos, alguns assim como tu, mais velhos, gosto de foder com homens mais velhos”, eu olhava para ela como se estivesse petrificado, tinha perdido a sensibilidade do meu próprio corpo, e estava a reavê-la aos poucos, também eu apertei as pernas porque senti que estava com a piça tesa, embora a consciência repetisse de que não devia, era uma sobrinha de faz de conta, mas era.

Não sei bem porque a deixei ficar, é como eu disse ao principio, não sabemos como as coisas começam, eu disse, “podes ficar, mas ... “, não tinha mais palavras, vi na face dela um sorriso de alivio, mas também de promessa, “obrigado, tio”, ela levantou-se em direção ao quarto de hóspedes, deu-me a oportunidade de olhar para a forma do rabo dela, e recostar-me no cadeirão dos pensamentos, “foda-se! Se ela trouxer gajos para foderem com ela? Como vai ser?”.

As coisas pareciam correr bem, falei com a minha irmã, coisa que fazia raramente, ela contou, “é todos os dias, ela é insaciável, vi de tudo, ela a chupar caralho, a levar na cona, no cu, a minha filha só pensa em caralho”, eu tentava imaginar essas situações, “eu já não aguentava, mas depois o limite foi quando ela disse que era inveja minha, que eu também queria caralho, mas não tinha coragem de admitir”.

Claro que eu sorria para dentro quando ela dizia isso, eu podia ser um celibatário que só fazia sexo muito raramente, e claro sempre a dinheiro, mas a minha irmã era um extremo do puritanismo, que a tinha apanhado numa curva da vida e lhe negara, não por opção, mas pela sua própria natureza, esses prazeres da carne.

Eu devia saber, não era que não me tivesse convencido de que aconteceria, um dia quando cheguei do trabalho, ouvi uns ruídos estranhos vindos do quarto de hóspedes, aproximei-me silenciosamente, ela nem se preocupara em fechar a porta, um gajo negro ou meio mulato, fodia a minha sobrinha por trás, e eu via um enorme pau grosso entrava e saía apertado nos lábios da cona, ela gemia, “ai, foda-se, fode-me mais, parte-me toda, humm, ahimm”.

Não vou negar o momento pareceu-me idílico, como se eu estivesse a ter uma experiência sensorial única, animal, terrena mas ao mesmo tempo mística, o pénis grosso entrava para dentro dela com uma fúria masculina que crescia ainda mais, ao som dos gemidos dela, e eu via que ela se contorcia de prazer, e que ele estava próximo do limite, começou a tremer e logo a seguir, a largar um jacto de porra quente a escorrer translúcido pelas nádegas dela.

Achei que seria o momento ideal para me sentar no meu cadeirão e aguardar, ouço-a falar no quarto, a rir-se de prazer, numa espécie de obrigado informal, ela passou pela sala e teve quase um susto ao ver-me, mas continuou inabalável até à porta a mandar o mulato embora, e a dar-lhe um beijo na face, regressou e sentou-se no sofá à minha frente.

Pensei se ela tinha reparado que estava toda nua à minha frente, eu procurava palavras na minha cabeça, ela perguntou, “gostaste de ver?”, eu olhava para ela, para os seios nus, os mamilos como amoras, as pernas abertas e um certo brilho no rosto e no meio das coxas, não conseguia deixar de imaginar a piça preta a fodê-la, ela continuou, “se tivesses chegado mais cedo, tinhas visto eu a chupar o caralho dele”.

Ela tomou o rumo dos acontecimentos, “eu vi-te a ver-me a ser fodida, o meu tiozinho, estava a adorar”, eu pensei no espelho, nem me tinha ocorrido, eu perguntei, “fizeste de propósito, estás a testar-me?”, ela prosseguiu com um tom de irritação, “tu não fazes nada, estou aqui há um mês e não vejo da tua parte, um comentário, nada”.

Estávamos certamente a ter a nossa primeira discussão, quase parecia um daqueles arrufos de namorados, tentei reviver a passagem do mês desde que ela entrara na minha casa, ela sempre fora descontraída e eu, digamos, tinha-me habituado a vê-la praticamente nua depois do banho, ou aparecia-me no quarto de cuecas e com os seios à mostra, de manhã, à tarde e à noite, a caminhar pela casa, até a ouvi-la a masturbar-se.

Eu disse, “o que queres que eu faça? Só não gosto que tragas homens para aqui, pelo menos, sem eu saber, ou sem estar preparado”, ela riu-se, num esgar de gozo, “e se souberes? E se eu disser que vou engatar um gajo num bar?”, ela continuou, “e queres vir comigo, podemos ir os dois, eu e tu, e trazemos dois gajos, um para mim e outro para ti”, eu ia dizer qualquer coisa como, “o que queres dizer com isso”, mas ela continuou, “eu acho que gostas de homens, de levar no cu, és como a tua irmã, querem muito uma coisa mas não têm coragem”.

Eu ouvia, e pensava, não é que não tivesse pensamentos homossexuais, de homens a penetrar-me, mas não era uma inclinação definitiva, as mulheres excitavam-me mas eram um pouco como ir a um ginásio, ou fazer uma caminhada, era uma coisa estética ou uma espécie de tratamento físico, esvaziar os testículos era o objetivo único, e se alguma coisa me tinha excitado de verdade era ver a minha suposta sobrinha a ser fodida.

Ela levantou-se do sofá, “vou tomar um banho e vou sair, acho que ainda não estou satisfeita”, aproximou-se de mim, perto para a poder cheirar, abraçou-me e disse, “vamos os dois passear pela cidade”, menos de uma hora depois os dois estávamos num bar, homens aproximam-se de mim e perguntam, “é tua?”, eu respondo, “é, por enquanto, podemos sempre divertir-nos”.

Conto à minha mulher ou confesso-me ao padre?

00:25 5
Conto à minha mulher ou confesso-me ao padre?

Esta é uma história anterior ao casamento com a minha mulher, e melhor dizendo, devia faltar um mês ou pouco mais, em que iríamos casar no civil, mas por vontade, acho que não tanto da minha mulher, mas mais dos meus sogros, também pela igreja.

Mas o pior é que eu escondia um segredo que não sabia como resolver e que já vinha do tempo de namoro, que era a minha orientação bissexual, mas de uma maneira invertida, sinto prazer em foder com a minha mulher mas sinto também prazer em foder com homens.

E o que mais gosto é de ser submetido, gosto que não exclui a minha mulher porque também gosto que ela seja dominadora, mas com os homens o que gosto é sentir-me a puta deles, de os machos saberem que estou disponível para uma foda.

Os dias passavam, a aproximar-se a data do casamento, e o que me torturava por dentro, era pensar que a minha mulher podia descobrir, imaginando eu que seria muito bom ela saber e aceitar que o marido tem gostos variados e quem sabe se também ela gostaria de uma boa relação lésbica.

Estava em casa, eu apreciava os movimentos da minha futura mulher, eu mantinha-me em silêncio, sentado no sofá, enquanto ela numa histeria feminina mexia-se por todo o lado a tratar da roupa, dos convites e mais o necessário a um casamento.

Eu não resisti, imaginei-a com a cona suada, as coxas apertadas nuns calções de licra definiam-lhe as nádegas, e senti um desejo forte de montá-la, comer-lhe o cu e pô-la a chupar o meu caralho, de joelhos imaginei, desta vez seria eu a dominar, saquei a piça para fora e comecei a acariciá-la e chamei a minha mulher, “querida!”

Ela veio, aproximou-se de mim, e ao ver o meu pau teso na mão, deu uma gargalhada, “o que é isso? Agora que estou ocupada?”, eu suspirei e pedi desesperado, “chupa-me a piça, amor, estou a ver o teu rabo a andar por aí e estou com tesão”, ela pareceu querer fazer-me sofrer, “querido, o que tem o meu rabo?”

Eu abanava a galo erecto na mão, o corpo dela era perfeito, as mamas generosas com mamilos espetados, duas sombras negras que se escondiam atraás da túnica, “querida, adoro o teu cu, quero muito fodê-lo agora, amor, chupa-me o caralho, anda”, ela soltou outra gargalhada e disse, “agora não, agora estou ocupada”.

Vi o rabo dela a afastar-se de mim, ela continuou a fazer as coisas dela, foi uma situação anti-climax, o tesão do meu caralho desapareceu em segundos, e fiquei ali, em silêncio, a pensar o que fazer, quando o meu telefone tocou, era um amigo e ouço-o dizer, “queres vir ter connosco? O meu primo também está cá!”.

Eu ouvia a minha mulher a mexer-se no apartamento, e pensava no que esse meu amigo tinha dito, já era um hábito nosso, quando ele e eu tínhamos desejos, nós combinava-mos num motel, e eu aí dava-lhe o cu, ele montava-me por cima, e eu conseguia o que mais queria, que era satisfazer o macho.

Mas quando ele disse que o primo também estava, isso era outra coisa, a piça dele era enorme e não era a primeira vez que ele me fodia, ou então os dois ao mesmo tempo, e o meu prazer era muito maior, satisfazia aquele macho peludo que quando enterrava a verga no meu ânus, ele levava-me à loucura.


A minha mulher aproxima-se e pergunta, “quem é amor?”, eu olhei para o telefone, “nada amor, é só um colega do trabalho”, parei um momento a pensar o que responder, e prossegui, “vou ter de sair, querida, tenho um assunto de trabalho”, a minha mulher choramingou, “mas querido, vamos jantar com os meus pais!!”

Ela afastou-se novamente e eu regressei ao telefone, e eu disse ao meu amigo, “eu posso ir, mas tem de ser rápido“, ouço o meu amigo a responder, “está bem, o meu primo veio de propósito só para te comer o cu, sabes que ele é louco por ti, ele adora foder-te”.

E eu lembrava-me bem da última vez, o pau dele a penetrar-me por trás, as ancas dele a bater forte, abria-me as nádegas com as mãos fortes e deixava-me exausto e dorido, por várias semanas, mas o meu orgasmo maior era senti-lo tremer quando a piça me abria o ânus apertado e ele começava a vir-se todo dentro do meu cu.

Eu voltei ao telefone, “eu vou, mas tem de ser rápido, eu tenho de ir com a minha mulher a um jantar, podemos foder no carro”, eu ouço-o a sussurrar para o primo, “okay, passamos aí?”, eu disse que sim, corri para a porta e só tive tempo de gritar, “querida, vou ali e já volto”.

Desci para a rua, a noite tomava o lugar do dia, esperei uns segundos e eles apareceram de carro, voltei a cara para a janela de casa e vi a minha mulher a olhar, eu entrei para o banco de trás onde já estava o primo do meu amigo, ainda sorri para ele e disse, “ele é o teu motorista”.

Eles riram-se, mas foi por pouco tempo, o primo dele pôs a mão na minha perna, tocou-me no pénis, e perguntou, “tens levado no cu? Tens fodido muito?”, eu disse que não, que tinha a minha mulher, eles riram-se novamente, e ele disse, “tu sabes que sou muito melhor que a tua mulher”.

Senti a mão dele a prender a minha, o meu amigo conduzia, e o primo disse, “agarra no meu caralho, chupa-me o rolo”, a minha mão prendeu a verga grossa e dobrei-me para baixo e meti na boca aquele bocado de carne, senti-lhe um gosto adocicado, e os meus lábios apertaram-no ao máximo e senti-o a mover as ancas, a empurrar mais caralho para dentro da minha boca.

O meu amigo parou o carro, era uma zona escura, protegia-nos de olhos alheios, ele virou-se para o banco de trás, queria ver o primo a comer-me o cu, num segundo ele e eu estávamos nus, senti na pele a frieza da napa que me arrepiou, eu chupava o pau grosso, que me parecia ainda maior que da última vez.

As mãos dele percorriam-me o corpo e dois dedos acariciam-me o ânus, eu sabia que ele estava a preparar-me para me comer, enterrar a verga grossa no meu recto até ao fundo, e eu sabia, ia doer, como da última vez, o meu ânus ia sofrer de tão apertado que estava.

O tronco peludo dele encostou-se ao meu, senti a boca dele próxima da minha, e fui surpreendido, não me lembrava que tivesse acontecido, os lábios dele procuraram os meus, as nossas línguas enrolaram-se e foi como um choque, o meu anel enrugado tremeu de desejo e tesão, sentia-me húmido e sedento de caralho e o que mais desejava é que acontecesse tudo o que a minha imaginação pedia.

Ele chupava-me a boca, os lábios, a língua e eu correspondia, ele sussurrou, “vira-te, amor, dá-me o cu, querido”, eu girei o meu corpo por baixo do corpo dele e sabia que agora estava em posição submissa para ele fazer de mim o que quisesse, ele suspirou, “tens um cu tão bom, pareces uma gaja, só que melhor, muito mais apertadinha”.

Acho que fechei os olhos, ele abriu-me as nádegas, como se partisse uma fruta ao meio, e senti, o caralho estava a entrar em mim, primeiro a cabeça e depois o resto todo, eu gemei, “aihh devagar, aiii que dói”, ele tirava e metia, muito devagar, pouco a pouco, até que o tronco dele colou-se às minhas costas e eu sentia, a piça dele estava toda dentro de mim.

Ele puxou-me para cima, para que eu empinasse as minhas nádegas e o pau dele não parava, ele movia-se para dentro de mim, o meu ânus esticava-se tanto quanto podia, fechei os olhos novamente e foi como cair no esquecimento, agora eu sabia que estava todo aberto, era como um vácuo da consciência, a piça dele entrava e saia, sentia a respiração dele ofegante e o limite estava próximo, quando ele tremeu e disse, “foda-se caralho estou-me a vir todo”, um jato quente, em golfadas de esperma, pingavam-me do cu.

Ficámos ali parados uns minutos, em repouso, o meu amigo perguntou, “gostaste? O meu primo deu-te prazer?”, eu respondi que sim, virei a cara para o primo dele, e o meu amigo insistiu, “o meu primo é um pouco bruto, e acho que está apaixonado por ti”, eu sorri para ele, “tenho mulher e estou quase casado”.

Sabia que estava atrasado, já devia de estar em casa para jantar com os meus sogros, eles iam lá para ver os arranjos do casamento, mas eu sentia que a minha foda ainda não tinha acabado, o primo perguntou, “gostaste mesmo, sabes, eu adoro montar-te e não faço sexo com outros muitas vezes”, eu respondi, “eu gostei, mas queria muito satisfazer-te, como se fosses o meu homem, o meu macho e o meu touro”.

A boca dele aproximou-se outra vez da minha e os lábios dele tocaram nos meus, e ele sussurrou, “eu sou o teu macho, tu és a minha gaja, anda, dá-me mais”, a piça dele estava outra vez dura como pedra, ereta e curva para cima, puxou-me as pernas para cima e colou-se a mim, como se fodesse a mulher dele, o caralho entrou-me no ânus.

O peito dele colou-se ao meu, a atmosfera do carro ardia, os nossos corpos suados colavam-se como uma pele única, fechei os olhos e senti o maior prazer do mundo, eu e o meu macho gemíamos de prazer, como a cópula de dois amantes de coração, até que ele se veio novamente dentro de mim.

A hora era tardia, era provável que os meus sogros já tivessem chegado, e começassem a fazer perguntas, em segundos entrava em casa, e só ouço a minha mulher a dizer, “meu deus, querido, estás todo suado, o que andaste a fazer?”, os olhos dos meus sogros centraram-se em mim e a pergunta que eu via nos olhos deles era se eu era o homem ideal para ser um bom marido para a filha deles.

Eu achava que sim, mas se a minha futura mulher fosse mais evoluída, seria com certeza tudo muito melhor.

Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido

22:53 0
Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

É duro ser extra-duro

20:24 2
É duro ser extra-duro

↛
Dei-me ao trabalho de vir à cidade, deixei a minha agricultura e as minhas cabras e ovelhas e, e eu que pensava que vinha a esta merda de cidade para me curar deste meu problema e foda-se!! eu regressei à minha casa ainda pior.

O meu problema era complicado, isto nem era de agora, há muitos anos que andava sempre com o pau teso, e era, foda-se! desconfortável, um problema hormonal, as pessoas viam, principalmente as mulheres e depois diziam, “lá vai ele com aquilo em pé, e ainda por cima anda sozinho com as cabras”.

Não havia solução, já tinha feito de tudo, médicos não explicavam, depois foram curandeiros, bruxos, tudo me foi aconselhado, até quiropráticos, cansa isso nas putas, houve uma que dava palmadas, e espremia tudo o que podia, mas uns minutos depois tudo voltava ao que era.

Ainda arrisquei com umas namoradas, mas depois a coisa foi alastrando, sabia-se em todo o lado, era o gajo do pau teso, e nem as gajas esfomeadas, queriam alguma coisa comigo, fugiam desesperadas, dia e noite a bater punheta, era quase um trabalho, lá em baixo não queriam mais nada.

E foi a minha tia que ligou e disse, “filho, vem à cidade que resolvemos isso, vamos aqui a uma médica especialista que trata de tudo” e foi assim que vim por aí abaixo, disse logo “é só por alguns dias, não aguento a cidade, é chegar e fugir, voltar para o meu lugar”.

Mas a merda começou logo mal, a minha tia e o namorado não paravam de olhar, mas como é que é possível? pergunta que lhes estava na cara, iam-se rindo do fenómeno, “o rapaz precisa de ação com aquilo”, era o que o namorado dizia.


A minha tia arranjava o sofá para eu dormir, ela dizia, “não ligues, havemos de curar o teu excesso de tesão”, e ao mesmo tempo, ela esticava o lençol e foda-se!! foi quando eu vi, ela baixava-se um pouco, e no meio das coxas, o tufo de pelo, um molho encaracolado, parecia a lã das ovelhas, só que húmida e brilhante.

Tive um choque no caralho, que foda-se!! contorci-me todo, ela estava nua por baixo, só tinha uma bata vestida, mais curta um pouco e era camisola, eu estava sentado numa cadeira, ela andava à volta do sofá, eu via-lhe as dobras do rabo, “ai caralho que me dói tanto”, o meu pau queria rebentar, era tesão e mais tesão, estaria a minha tia a tentar-me?

Fiquei logo muito pior, as hormonas explodiram, como é que agora ia dormir, e depois amanhã, com a médica especialista, o que é que ela ia achar, arrastei-me para o sofá, e foda-se!! deixei-me estar, quase uma hora agarrado ao pau.

Quando estava quase a adormecer, depois de três ou quatro punhetas, o sofá estava todo colado, quando ouvi a minha tia no quarto, “anda amor, fode-me”, era ela a falar com o namorado, e eu caralho! que já estava a descansar, fiquei logo teso, “ele já está a dormir, fode-me toda”.

E depois foi a noite toda, a minha tia não parava, o namorado já não aguentava, ainda pensei que ela era como eu, tinha de ir à médica especialista, e depois levantei-me, fui andando no corredor, já não aguentava aquela merda, precisava de água fria, e foi quando eu vi o que não queria.

O quarto tinha a porta aberta, e quando passei, foda-se! lá estava ela em cima do namorado, o pau dele entrava na cona, estava um pouco molhado, ainda achei que desmaiava, o meu caralho estourava, eu quase não andava, fui agarrado à parede, a arrastar primeiro uma perna e depois a outra.

Durante a noite fui-me embora, que se fodesse a especialista, eu tinha de viver com isto, com tesão até ao fim da vida, ao pé das minhas cabras e ovelhas, mandei uma mensagem à minha tia, mas foda-se!! agora não me sai aquela imagem da cabeça ..

Chantagem por amor

21:13 2
Chantagem por amor

〾
A vida foi e tem sido muito boa para mim. Posso dizer que sou um daqueles privilegiados da natureza que nunca ficou intimidado com esse poder oculto das mulheres que fazem a maioria dos homens sentirem-se pequenos e incompetentes, por nunca saberem se têm caralho que chegue para elas.

Eu sempre tive muito pau, nas dimensões corretas, grande e grosso, sem ser monstruoso, sem causar receio, o meu problema era alimentá-lo, se é que era um problema, já que tive sempre muita cona, porque o radar da mulher sente a fraqueza, mas também ainda mais, a oportunidade perdida.

E quando me casei? foi um drama!! Tinha uma lista repleta, muita cona habituada, um martírio crónico, pela falta do meu caralho, a abstinência custava, andar sóbrio era difícil, havia gajas desesperadas, que eu não tinha esse direito, que há coisas que não se juntam.

Depois divorciei-me logo a seguir, não que não gostasse da minha mulher, mas realmente acabei por perceber, o meu caralho estava ligado a um bem maior, era como uma vocação, um destino, as gajas que me procuravam, na sua maioria casadas, precisavam deste sossego, como uma aspirina, um tratamento, e uma mensagem, levar na cona era o seu remédio.

Mas foda-se! estou a falar de uma coisa que já não é presente, porque depois casei-me novamente, com uma gaja fantástica, mas caralho, apanhou-me no fim da carreira, quando pendurei as chuteiras, está cá tudo no sítio, mas falta-lhe aquela emoção antiga quando, não era bem foder, era mais prestar os meus serviços.

A Rosa, minha mulher, que sabe tudo da minha vida, que facilitou as minhas atividades antigas, quando ela me via a olhar para o telefone, ela perguntava logo “vais sair?”, e eu respondia, “vou só ali foder uma cona, estou de volta para o almoço”, agora anda um pouco estranha.

Ou melhor andou, porque já não anda, está tudo esclarecido, eu via-a sair e algum tempo depois, voltar afogueada e vermelha, e para mim que sou um profissional, eu disse logo, “foste foder, mulher?”, e ela finalmente respondeu, “fui, já ando há algum tempo a levar na cona do nosso vizinho”.

Eu pensei, “vizinho … vizinho .. foda-se só se for o caralho do gajo preto”, e perguntei, “mulher, no nosso prédio o único homem com categoria para te foder é o gajo preto do segundo”, ela respondeu, “é esse querido”, e eu insisti, “e estás a gostar? o pau dele é tão eficiente como o meu?”, ela continuou, “ele não tem a tua qualidade, amor, mas está a aprender, eu estou a ensinar algumas coisas que tu me disseste, importas-te, querido”.


Eu estava sentado no sofá, o meu caralho sentiu um leve tremor de tesão, “querida, não, tu também és uma profissional, os meus segredos já não me fazem falta, se estás a levar na cona para transmitir esses conhecimentos acho bem”, e ela perguntou, “e querido? quando fodias as gajas todas, os maridos gostavam de ver?”.

Parecia que ela tinha tocado numa tecla, “muitos amor, houve uma vez que eu vivi na casa deles, eu estava lá para prestar um serviço, comer a cona da mulher, era tudo incluído”, a minha mulher suspirou, “eu gostava muito, querido”.

Eu perguntei, “gostavas que eu te visse foder?”, ela abanou as mamas de satisfação, “eu amo-te muito amor, se não fores ver a tua mulher a levar na cona fico muito triste”, eu sorri, “querida, isso é chantagem emocional, e se eu não gostar de ver o caralho do gajo preto a foder a tua cona?”.

Ela riu-se, parecia que era eu agora que me sentia intimidado, foi desse receio que nasceu o meu negócio, as gajas procuravam homens e eles fugiam com medo, ela disse, “tens que ver amor”, ela olhou para o relógio, “está na hora da minha foda, vou ter com o Marcelo”, ela puxou-me por um braço, “vem querido”.

Eu respondi, “vai querida, faz a tua terapia, eu vou pensar no assunto”, e ela saiu porta fora.

Viagens em trabalho e sexo

23:11 1
Viagens em trabalho e sexo

De vez em quando regresso às minhas biografias, porque e isso fez-me recordar o episódio de uma viagem em trabalho a uma feira a Amesterdão, não era mais do que dois dias, fui eu e mais uma colega, e tudo correria normalmente, se as coisas não fossem tão mal organizadas.


Cheguei ao hotel, eu e uma colega, e o previsto era existirem dois quartos, uma para cada um de nós, e era a maneira para, depois de despachar o trabalho, dar uma volta pela cidade e em especial, pelo bairro do sexo da luz vermelha, para me divertir um pouco, o que era um prazer grande sempre que voltava.

Quando a minha colega veio dizer que havia só um quarto, o hotel aparentemente estava cheio, fiquei como que em pânico, eu perguntei, “e então, como vamos fazer isto?”, ela respondeu alegremente, “então, ou dormimos juntos na mesma cama, ou então dormes tu no chão”, ela olhou para mim de alto a baixo, como que à procura de uma reação, concentrou os olhos no volume das minhas calças, eu respondi, “mas, sabes eu sou casado!”

Ela deu uma gargalhada, e isso deu-me a oportunidade de vê-la melhor como mulher, quero dizer, mulher com quem eu pudesse foder uma noite, as coxas eram roliças, via-se que cuidava bem do corpo, os olhos eram profundamente azuis, os cabelos loiros, os mamilos espetados, um rabo generoso, uma mulher que não tinha vergonha de mostrar todos os benefícios que Deus lhe dera.

Subimos para o quarto, as hipóteses ou soluções não existiam, ou era aquele quarto ou era nenhum, e quando chegamos, lá estava uma cama king size bem espaçosa, e eu cruzei os olhos com os dela e devemos ter pensado a mesma coisa, “podemos dormir aqui os dois bem afastados sem nos encontrarmos a meio”, ela foi a primeira a falar, “não sei se sabes, eu também sou casada”.

Ela depois sentou-se na cama, ou melhor, mandou-se para ela, e disse, “não podemos é dizer a ninguém que dormimos juntos!”, ela deu outra gargalhada e continuou, “ainda vão pensar que estivemos a foder”, eu olhei para as pernas nuas dela, nudez que subia por ali acima até metade da coxa onde acabava o vestido curto, e depois ela insistiu, “já pensaste no que pensariam?”.

Fui acompanhando a conversa dela e disse, “pensariam? pensariam o quê?”, ela prosseguiu, “então, se soubessem que dormimos juntos e estando tu assim tão perto do meu corpo, não tivesses tentado comer-me?”, eu questionei, “o que achas que pensariam?”, ela sorriu, “iam pensar que és bicha, que não gostas de mulheres!”, eu prossegui, “podia sempre dizer que respeito as mulheres”.

Ela rebolou-se na cama, por momentos o vestido subiu para cima, e não consegui evitar, deu para ver a lingerie de renda negra, as pernas abriram-se com voluptuosidade, ela disse, “e se eu não quisesse ser respeitada? Se eu quiser mesmo dar uma foda?”, eu começava a sentir um certo cerco apertado, “mas tu és casada e o teu marido?”, ela deu uma gargalhada que me fez gelar os ossos, “o meu marido não me fode, começo a achar que ele gosta de homens!”.

Eu não tinha previsto isto, o que eu queria mesmo era fazer o meu trabalho, e depois sair por aí pela cidade sem dar satisfações a ninguém, e lá por sermos colegas não significava nada, não tínhamos de estar sempre juntos, tos, a minha curiosidade apertou-me e eu perguntei, “mas ele gosta de homens como? Porque dizes isso?”, ela prosseguiu, “eu sinto, ele sai de casa e quando volta, sinto um cheiro a homem que não lhe pertence, compreendes?”, eu insisto, “mas isso não quer dizer nada, pode ter estado na companhia de alguns”.

Ela abanava a cabeça, como que a dizer que eu não tinha razão no que dizia, eu pensei em mim e nesses mesmos desejos, sempre que vinha a Amsterdão ou a outro sitio, não que fosse submisso, que quisesse ter sexo com homens, mas para mim os travestis com um pau grosso entre as pernas, eram a minha perdição e o meu vicio e agora só precisava de um milagre para poder fugir pela porta do quarto e voltar mais tarde só para dormir.

De repente ela deu um salto, “sabes que mais, hoje já não vamos à feira, vou tomar um banho refrescante e depois falamos”, ela mexeu-se, largou os sapatos, depois o vestido, as cuecas e soutien, num segundo estava nua, ela virou-se para mim, “gostas do meu corpo, agrado-te?”, eu mirei-a de alto a abaixo, “gosto sim, mas ..”, antes que fosse dizer alguma coisa ela rodopiou sobre o próprio corpo e desapareceu para a casa de banho.

Pensei rápido, vi ali o milagre, a minha oportunidade, olhei em volta pelo quarto e num bloco e caneta, arranquei uma folha e escrevi, “vou sair, posso voltar tarde, não conte comigo para jantar”, corri para a porta e antes que alguma coisa pudesse acontecer, entrei no elevador e desci, passei pela receção e passo acelerado, e saltei para a rua.

Acho que virei a cabeça para o céu, e inspirei o ar do entardecer, um calor espalhava-se pela cidade, parecia Verão, chamei um uber e em minutos estava no Red District à procura de alguma coisa ou de alguém que tivesse um rolo grosso para me foder, fui percorrendo a rua e as lojas, à procura impaciente, a imaginar-me a ser dominado e fodido no traseiro como se fosse uma cadela esfomeada.


Passei junto à porta de um bar e chamou-me á atenção um travesti negro que estava junto à porta, olhei para ele, o vestido colava-se ao corpo, como um tecido elástico, e na zona do caralho um volume enorme sobressaía e isso excitou-me com violência, como se a minha escolha fosse ele e fosse definitiva.

Ele soltou uma baforada de alguma coisa que fumava, e quando eu cheguei mais perto, mirei-lhe o rosto, debaixo da cabeleira acastanhada, tinha um queixo masculino, a virilidade estava à vista, apesar dos seios espetados, e das coxas arredondadas de uma mulher, ele viu-me a aproximar-me e ele perguntou, “queres o que eu tenho aqui?”, e levantou o vestido, e eu vi o rolo preto enorme com duas bolas grandes como as de um cavalo.

Sei que lambi os lábios, todo o meu corpo tremia, um frémito quente subiu-me dos pés à cabeça, ele chegou mais perto de mim, e ele disse, “eu posso fazer-te gozar, queres muito seres montado, meu querido, diz que sim!”, eu respondi, “eu acho que sim, podemos ir para algum lado?”, ele puxou-me pela mão, entrámos pelo bar adentro, estava cheio de homens e de travestis, que conversavam e dançavam, e entrámos numa sala, eu achei-a demasiado iluminada, e nos lados encostados às paredes, estavam vários homens nus, que pareciam estar à espera.

O meu travesti negro disse para eu tirar a roupa, eu olhava para os outros homens que ali estavam, e depois de eu estar nu ele disse para eu me deitar sobre o que parecia ser um móvel, havia um som de fundo vindo do bar e da respiração de todos, deixou-me bloqueado, não conseguia pensar em nada, apenas ouvia as instruções, ele disse, “encosta-te aí querido, eu vou comer-te o cu por trás”.

Eu não reagi, encostei-me ao móvel, com o meu cu exposto à sua vontade, quando senti, a piça dele batia no meu ânus, eu fechei os olhos à espera, e a cabeça da piça entrou, eu soltei um suspiro, “humm, aii, haaa, fuck, haaa, caralho, tão bom”, uma espécie de poço negro abriu-se no meu cérebro, e quando acordei novamente, eu senti, o caralho dele escorregou até ao fundo, os pelos de arame dele roçavam-me nas nádegas, eu sabia que estava a levar no cu com ele todo.

Ele começou a montar-me com toda a força, e nos meus olhos fechados imaginava aqueles homens todos, assistiam o meu travesti negro a penetrar-me o cu, eu sentia o ruído deles e as vozes, a acariciarem os seus paus, enquanto ele entrava e saia com o galo ereto, duro como pedra, a bater em ondas contra as minhas ancas, eu torcia-me para cima, eu gemia como um louco, “haaa, humm, haaa, aihm, ahmm”, e ele puxou-me pelo pescoço e entrou em mim ainda com mais força.

Não sei quanto tempo foi, a piça preta esmagava as minhas nádegas num movimento incessante, um ariete rijo entrava e fodia-me todo, as bolas enormes batiam no meu caralho, eu não queria que ele parasse, eu queria ser subjugado como uma cadela com cio, queria ser satisfeita com muito pau, a ir de empurrão para a frente sempre que levava com mais uma batida, de piça a entrar por mim adentro.

Acho que comecei a acariciar o meu pau, eu queria vir-me ao mesmo tempo que ele, ou pelo menos queria vir-me antes dele estar cansado, ou achar que tinha chegado ao limite e ao tempo do seu próprio negócio, quando senti que ele saia e perguntava aos presentes, “querem um bocado de cu dele?”, a resposta veio rápida, eu ouço uma voz por detrás de mim, “eu quero, querido, vou-te dar mais pau”.

E num segundo, outro caralho ainda mais grosso, escorregou entre as minhas nádegas e entrou-me no cu, eu gemi novamente, “ahimm, haaa, hhumm, fuck, tão grosso”, um homem branco montava-se em mim, ele também gemia, “ai, foda-se, que cu tão bom, que boa puta que tu és”, eu sabia estava a ser dominado pela força de uma piça dura, rija como pedra, ele disse, “deem-lhe um caralho para chupar”, outro homem aproximou-se, agora da minha cara e pôs o caralho na minha boca.

Não sei se foram minutos ou segundos, apenas que me deixei ir por um túnel de esquecimento, estava a ser montado por trás e a chupar um rolo duro na boca, a cada batida vinha de empurrão para a frente, até que senti que comecei a vir-me, a porra saía sozinha pela excitação da minha próstata, e ele também chegava ao limite, começou a tremer as pernas, bateu com força nas minhas nádegas, a piça saia e entrava, cada vez mais devagar, até que a porra dele inundou o meu cu, “ahummm, aii, fuck, estou-me a vir todo”.

Passados minutos eu estava de volta à rua, a noite estava fresca numa noite de Verão, com uma certa humidade no ar, eu toquei no meu traseiro, as minhas mãos acariciaram as minhas nádegas, e senti satisfação e senti também que o meu cu doía, tinha estado mais de meia hora a ser penetrado por machos, e agora regressava ao hotel.

Entrei no quarto no escuro, apenas com a luz que vinha da rua, tomar banho iria acordá-la, eu despi-me e fiquei com os boxers, e quando caso adormecia, senti a minha colega a tocar-me e a dizer quase a sonhar ou a dormir, “cheiras a homem como o meu marido”, eu não respondi.