Agosto 2018 - Biografias Eróticas

Ser cabrão é a solução do doutor Manecas e ele resolve

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Ser cabrão é a solução do doutor Manecas e ele resolve
O Cristiano conta ao BE como foi:


Tem sido muito complicado viver com aquela cabra lá em casa. A minha mulher mete-me medo e ando há anos a tentar divorciar-me dela. Sempre que avanço o tema de separar-me dela, ameaça matar-me, entra em histeria, agarra em objectos, parte o que apanha pela mão, um terror e uma desgraça.


Nem sequer tenho filhos desta puta, e já pensei escapulir-me durante a noite, levando o que posso na mão, mas mesmo assim tremo de medo de ela me aparecer em qualquer lado, no trabalho, no supermercado, na rua, anos nisto sem saber o que fazer.

E depois adquiri novos interesses, arranjei um namorado, que escondo bem guardado, um segredo sofrido, não vá esta puta descobri-lo, quer dinheiro e destruição, tenho de livrar-me dela, para viver livre esta minha nova relação.

Foi um amigo que me disse, a mulher também era maluca, não tão doida como a minha, "fala com o doutor Manecas que ele resolve", e eu liguei, ele me convidou, um miúdo a rondar o jovem, não mais que 30 anos, bem vestido e com ar professoral, psicólogo de dia, dominador de gajas doidas à noite.

Encontrei-o no consultório, escondido da minha mulher, já estou a ver ela dizer, "onde é que te meteste até esta hora", contei-lhe a minha história, "ai doutor livre-me desta maluca", gosto de um homem com quero viver.

Mirava-lhe as coxas musculadas, apertadas em calças de ganga, ao meio o volume generoso, e ele a mim ao som da minha voz, "não há problema, há sempre solução para tudo", disse-me, tremia-me o corpo de emoção, ao vê-lo grande perto de mim, pronto estava para trair o meu namorado, só para o doutor Manecas me comer a mim.

Levantou-se, acercou-se de onde eu estava, a desapertar as calças e dele saltou um pénis enorme, sentado em cima de uns colhões pretos como os de um cavalo, a passar a mão pela minha cara, "não tenha medo da doida, o doutor Manecas resolve", pelos meus ombros e cabeça a apreciar-me.

Apontou o caralho gigante à minha boca, que eu agarrei logo com as mãos, a mamá-lo louco de alto a baixo, a lamber-lhe os colhões de cavalo, a dizer-me "olhe, ser cabrão é a solução", eu a olhar para ele, cá de baixo para cima, "ser cabrão?", com o caralho na mão, de boca aberta surpreso, "sim, temos de arranjar maneira de ela foder com outro e você a ver".

Custava-me a compreender, a maluca da minha mulher sempre foi muito conservadora, como é que eu ia fazer com que fodesse com outro, só para ela me largar, "ela tem amigos? tem quem se interesse por ela?", "ela é professora e tem um gajo também professor atrás dela".

Pediu-me para despir as calças, e deitar-me no sofá de rabo virado para ele, aproximou-se de mim, baixou a luz suavemente, até uma penumbra envolvente, um som suave de música e cheiro, e senti o caralho gigante a tocar-me no cu, "é sempre assim vai doer um bocadinho e depois passa", disse-me ele, a forçar-me o ânus apertado, a cabeça a entrar, "aiiii, que dói tanto, aiiii, meu cu", gritei, com ele a forçar ainda mais, a entrar e a sair devagarinho, "aiiii, doutor não aguento, aiiii, dói tanto, é tão grande".

Perguntava-me se estava a pagar alguma coisa, ao doutor Manecas pelos seus conselhos, em troca comia-me ele o cu, mas não queria saber, fazia-o com prazer, ao mesmo tempo ser comido e livrar-me da doida, "já está todo até ao fundo", ouvia a sua voz hipnotizante, agarrado às minha nádegas, a penetrar-me fundo com o caralho enorme, só pensava "meu querido cu, como vais ficar depois disto", as ancas dele batiam em mim a matraquear-me o rabo e o corpo, no meu cu empinado a entrar-me dentro.

Mandou-me falar com a minha mulher, dizer-lhe sem querer que gostava de a ver foder com outro, que arranjasse um amigo dela, já não a fodia há anos, queixava-se que não lhe ligava, só que não conseguia ter prazer com ela, só um sentimento de repulsa e nojo, "que bela ideia se ser cabrão".

Quando lhe pedi chamou-me nomes, que eu era doido e dissoluto, que era minha escolha eu ser cabrão, dizia-lhe eu que era moderno, muitos casais como nós o faziam, para apimentar a relação insistia, até que ela um dia se convenceu e me falou de um colega, um tal Chico que eu até conhecia, gajo mais velho que eu solteiro magro curvado e careca, que ao que parecia, parvo sem saber das duas faces que tinha, era doido por ela. 

Um dia apareceu o tal Chico lá por casa, já sabia ao que ia, a minha mulher tinha-lhe dito, sem eu saber como o fez, se calhar a vontade já era antiga, que eu queria vê-la a foder com outro homem, e então que fosse ele que muitas vezes a abordara para sair, pelos vistos apaixonado por ela, e perfeito para o que eu queria.

Telefonei ao doutor Manecas, "e agora o que faço?", "deixe-a foder homem, deixe-a foder, e depois passe-a a esse desgraçado do Chico", continuou, "se a convenceu a foder com outro, aperta com ele para a assumir, e a ela para o querer, reze é para que ele seja uma boa foda, senão a coisa agrava-se".

A experiência era única, estávamos todos constrangidos, até que eu disse "Chico, faz de conta que não estou aqui, eu e ela desejamos isto", despi-me logo para os acalmar, logo a correr a minha mulher e o Chico mais lento e reticente, afinal gostava dela e não esperava fodê-la com o marido a ver.

Afinal a minha mulher tinha um corpo cuidado, uma bela mulher fisicamente, mas um demónio no comportamento, só pensava "esta puta que dê o litro, porque o Chico não sei não, parece mais cabrão que eu, como se a mulher fosse dele", vi-lhe o caralho murcho a vê-lo desistir, disse-lhe a ela "chupa-o para eu ver".

Ela abeirou-se dele a responder ao meu comando, agachou-se de cócoras e começou a mamar o caralho dele, com o Chico a tentar fugir, mas eu como realizador de um filme, "vá Chico, vá", o corpo seco e espadaúdo mostrava sinais de não se querer envolver, era preciso que perdesse a cabeça, se esquecesse de que eu estava ali.

A puta da minha mulher mamava-o sôfrega, fazia ruídos como de uma porca na gamela, a querer demonstrar alguma coisa, se calhar que sabia foder, o Chico perdia a cabeça e agarrava-lhe os cabelos, já não me via no escuro, com o caralho a crescer na boca dela, fino mas rijo como um estilete, desesperado para a foder.

Do escuro ordenei "Chico lambe-lhe a cona", obedeceram-me como autómatos, serviam-se de mim como justificação, de vergonha não tinham nenhuma, afinal era eu quem mandava, o cabrão predestinado que queria a mulher bem fodida, o Chico desceu sobre ela, com ela a jeito no sofá, abriu-lhe as pernas todas, parecia-me uma vaca doida, meus deus como odiava esta mulher, a lamber-lhe a vagina toda e ela deitada esquecida e toda molhada.

"Mulher vira o rabo, Chico dá-lhe por trás", movimentaram-se como num filme, meio pornográfico meio familiar, ela virou-lhe o cu e ele começou a penetrá-la por trás, enterrou-lhe o caralho na cona a entrar e a sair, via os papos e as comissuras dela a tremer, ele acanzanado nela e ela a gemer, a resfolegarem suínos os dois, já sem pensarem em mim, queria eu que ele lhe fosse ao cu, mas a virem-se excitados, enquanto batia uma punheta a pensar no doutor Manecas quando me foi ao cu.


Doutor Manecas contei-lhe, foi remédio santo, a doida agarrou-se ao Chico, o parvo estava apaixonado.

(conto erótico cedido a https://biografiaseroticas.blogspot.com)

A culpa é do verão e da vizinha

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A culpa é do verão e da vizinha
O Patrício contou ao BE como foi:

Vai para dez anos ou mais que a conheço de vista quando eu e a minha mulher nos mudámos para esta casa. O conhecer é mais bom dia boa tarde, via-a por vezes nas reuniões de condomínio, sempre muito reservada, conhecendo um pouco melhor o marido. 

Vê-se que era e é uma mulher indefinidamente bonita, que o tempo não sacrificou, mas mesmo assim, a caminho dos 50 anos, com marcas que nem esse consegue perdoar. Um pouco quebrada, algo escondido pela magreza, é mulher que nunca me despertou qualquer interesse. 

Em casa, graças a Deus, sempre estive bem servido, com uma mulher linda, temos um filho, e ainda não consigo compreender o que me aconteceu. Foi há coisa de uma semana, tínhamos chegado da praia quando resolvi bater à porta dos vizinhos para entregar um aviso qualquer.

Apareceu-me ela, solta dentro de um vestido às cores, um certo ar marroquino, do seu corpo, apenas a cara sorridente, os pés descalços, e os braços nus, a dizer que o marido não estava em casa, que logo logo voltaria, e não sei porquê, nem como o explicar, na pele um jacto de sangue quente, a minha face vermelha, um suor indesejado, ela a ver e a aperceber-se, das minhas duas cabeças excitadas, a de baixo e a de cima, a mirar-lhe o corpo todo, estranha entre o elogio e a surpresa, um tesão crescente, uma explosão nas minhas pernas, o meu pénis todo teso.


Gaguejei e fugi, o sentimento era ridículo, mas muito obcecante, não deixava de pensar na minha vizinha, em casa sozinha, o marido dela, ou no café ou no futebol, a minha mulher linda, ela bem mais velha, os problemas que tinha, e se fosse mais longe? o que aconteceria, uma estupidez sem sentido, coisa de pele quente, a ferver por causa do sol, e de ilusão de desejo, por outra mulher.

Encontrei-a na escada uns dias depois, e como aconteceu, acho que a vigiava, ou seria ela a mim?, e cumprimentei-a solícito, um como está sorridente, bem mais de que uma boa tarde, que ela devolveu de lábios abertos, com palavras "sinto-me um pouco sozinha, o meu marido não está cá", sentia-me um miúdo, "precisa de alguma coisa", digo eu, "não sei, preciso?", responde-me.

Passa por mim, excita-me todo, o rabo magro de mulher mais velha, o sorriso matreiro que deixa à passagem, alguma solidão presa nela, muita negligência do marido, medo meu de alguma coisa mais, nunca se sabe como acaba, nem se lembra como começa, só pensava em fodê-la, ir atrás dela traidor, entrar em casa dela, sem a minha mulher saber.

"Se quiser posso ajudar?", disse, "venha, o meu marido não está, foi com amigos ao futebol", "a minha mulher também não, foi à mãe dela", porra porque fui dizer isto, fui logo atrás dela.

Entrámos, uma casa como um harém, decoração de muitas viagens, senta-se no sofá lenta, a olhar para mim de pé, acena-me a mão "vem", sabia o pensamento dela, baixa-me os calções a saltar deles, o meu caralho rijo e teso cheio de tesão.

Agarrou-mo com a mão, olhos nos meus olhos, apertou-o com os lábios, a mamar-me com destreza, para cima e para baixo, muita sabedoria e muito desejo, que prazer, a minha mulher não era assim, a curvar-me para trás, a enterrar o meu caralho na boca dela.

Despiu-se num piscar, as mamas bem rijinhas, os mamilos tesos como uvas, o corpo seco bem cuidado, de pernas abertas no sofá, sorria de dedos na vagina, a fricioná-la para mim, devo estar a fazer asneira, mas foda-se, que se fodesse, só pensava nela, uma obsessão encantada a puxar por mim, como um menino inexperiente.

Mergulhei-lhe na cona húmida, aquele momento primordial, de entrega e de esquecimento, corri-lhe sem pressas a minha língua, pelo clitóris tremente e molhado, a gemer doida a pedir mais, tinha que dar tudo e tudo demonstrar, agarrava-me a cabeça desesperada, a gingar o corpo e as ancas, a tarde ainda ia a meio, o futebol na segunda parte, a minha mulher não chegava.

Custava-me não pensar na minha mulher, ou no marido dela, entregue a um esforço perfeito, mamava mamava nela, um armazém de emoções, há quanto tempo não era assim, nem para ela nem para mim, a minha língua corria de alto a baixo, apertava-lhe a fenda húmida, os papos grossos e vermelhos, um gemido vindo de dentro e profundo.

Forçou-me a cabeça com a mão, que mamasse e não parasse, dobrei-me sobre mim próprio, a lamber-lhe os papos e o clitóris, girava aberta no sofá, meu deus, gritou de prazer, como uma faisca a atravessá-la, o corpo a encurvar-se, "aiiiii, aiiii, tão bom", gritava ela, ai se vinha alguém pensava, o marido dela é meio maluco, mas pior para ele, que não a fodia.

O tempo corria, numa tarde ensolarada, sozinhos em deleite, um segredo para guardar, uma vontade a não repetir, que fosse só uma foda, sem previsão futura, mas há gajas malucas, que pensam que é para continuar, ou que há amor ou outro interesse qualquer, era por ser a vizinha que eu queria foder.

Apertei-a contra o sofá, os mamilos dela enredados nos meus, de contra a ela enterrei-lhe o meu caralho, como se tivéssemos de joelhos em pé, a abrir-lhe a vagina toda, rodeava-me os braços em silêncio, um gemido fininho de lágrimas doces, que mulher que tesão, a fazer força contra mim, em harmonia cooperante, a procurar a minha boca confusa, amor e traição juntos, o que seria de mim.

Virei-a contra o sofá, não encontrava outra posição, como se aquela fosse a desculpável, a que explicada merecia perdão, encavei-a por trás na vagina, sempre a bater duro, as minhas ancas nas nádegas dela, "gostava de te ir ao cu", soprei-lhe ao ouvido, rodou-me a cabeça e a boca, os lábios e os olhos húmidos, de aceitação e querer, sem palavras ou sinais, apontei-lhe o caralho ao cu e penetrei-a.

Soltou um "aiiii", de dor e satisfação, arqueou o corpo para trás, a forçar a minha anca com a mão, "devagar dói-me muito dói-me muito", apertei-a contra mim devagarinho, a escorregar-lhe o meu caralho até ao fundo, "nunca tinha feito, sabes, nunca me tinham ido ao cu", não a ouvia em tudo, a minha boca encontrava a dela, batia-lhe com as ancas no rabo dela, os meus dedos a apertar-lhe os papos, para me vir eu e ela, senti-a estremecer num grito de orgasmo, como uma galdéria livre e espiritual.

Saí e ouvi pouco depois a porta dela a bater, acho que era o marido, vinha satisfeito com a sua equipa, ao que parece tinha ganhado.

Não larga o telefone a fazer video e a foder

16:14 0
Não larga o telefone a fazer video e a foder
O Juca contou ao BE como foi:

Mas que porra que isto ainda não me tinha acontecido. Noite, ir para Lisboa, Cais do Sodré, passar um bom bocado, alguns amigos que se encontram sempre, dar com uma turistazinha mais atrevida, beber uns copos, faz parte da rotina.

Nem é uma questão de sorte, é mais de saída, com a quantidade de mulheres lindas do norte da Europa a rumar a Lisboa só para levar na cona e no cu, sorte é procurarem-me e eu ser encontrado.

E desta vez, estava ali para os lados do Jamaica, quando elas me encontraram, duas holandesas lindas, uma de olhos cinzentos, que senti logo, um pouco de areia a mais para a minha camioneta, e outra, mais rechonchuda, que não tirava os olhos de mim. 

Puxando da costela portuguesa, e de alguma experiência adquirida, que nem envolve saber muito, é só seguir a cartilha, ir buscar umas bebidas às gajas, um gin tónico, à de olhos cinzentos e corpo de modelo, e à com mais carninha, um porcaria qualquer que a punha maluca, e ali se vendia.

Lá fui dizendo umas graças sem sentido, sempre a pensar na logística da coisa, levar uma delas para o hotel, qual ainda não sabia, a Mia de olhos cinzentos enchia-me as medidas, mas que fosse a Anelise gorda e também ia.
A Mia aproximou-se de mim, soprou-me ao ouvido, estamos no Méridien, acho que a Anelise gosta de ti e gostava de passar algum tempo contigo. Estando a mais boa a oferecer-me a amiga, que mais podia eu fazer, se queria a noite estragada, ou era a gordinha ou nada.

Atrás da Anelise, esvoacei pelo Méridien como um pássaro, e no quarto delas, mostrou-me um corpo sensato e elegante, era a roupa que a estragava, más escolhas para bons momentos, uma cara linda e alegre, umas mamas, uns mamilos picantes, a pedirem para ser chupados.

No Jamaica, no táxi, no Méridien, fora e dentro, a Anelise não largava o telefone, enquadrava-me em video selfie a fazer uma reportagem, eu sorria estúpido e cheio de tesão, no táxi a puxar-lhe a mão para o meu caralho, os meus dedos soltos por baixo do vestido, sobre os olhos do motorista vigilante, a correr-lhe pelo clitóris húmido, ao som dos risinhos dela.

"Toma o telefone, filma-me", disse. Registava-lhe o corpo roliço, encostado à cabeceira da cama, pele rosada de sol de inverno, macia por um óleo fino que brilhava, sorriso maroto para a câmara, como puta pornográfica, friccionava os dedos na vagina molhada, sob uma penugem tão bem tratada, "deixa-me lamber-te", dizia, "não, agora filma para mostrar à Mia".

"Bela mulher, meu tesão", pensava, a perfeição é isto, quem não tem um, compensa com outro, "filma o teu caralho", disse-me, baixei o telefone, para o meu pénis arqueado, rijo e duro, um animal com vida própria, a doer-me de tesão, a cabeça dele a mexer-se sozinha, "anda, lambe-me".

Uma mão invisível puxou a minha língua, para a mergulhar na fenda húmida dela, dei-lhe o telefone pedido, os meus lábios a chupar-lhe a cona, a câmara na minha cara e no clitóris dela, salgado e amargo em pele de pêssego, pensei "ai que me venho todo", sorria alegre a filmar, "a Mia vai adorar".

Movia os quadris em harmonia, contra a minha boca e nariz, sempre tudo a registar, como menino a acariciar-me a cabeça, os papos grossos e a vagina rosada dela, um cheiro doce a perfume, a ferir os meus sentidos de prazer, o meu animal a pedir foda, já não aguento mais, digo-lhe "vamos foder".

A cabrona da holandesa não larga a câmara, "ainda não, deixa-me mamar", dá-me o telefone para eu filmar, um bom trabalho, a língua grossa a chupar, a puta a rir-se do meu caralho preso nos lábios dela, filmo-a e bato-lhe com ele na boca, "toma lá, lambe lambe nela".

Viro-lhe o cu para mim desesperado, como uma lua cheia que me envolve, ela filma e filma o danado do meu caralho, abro-lhe as nádegas fortes, à força das minhas mãos, escorrego-o pelas bordas dela, sozinho e sem dono lá vai, a correr caminho entre os papos dela, e enterro-lho todo na vagina.

"Aiiii, aiii", grita ela, "filma-me, fode-me fode-me toda", com o telefone numa mão, o meu caralho à solta, a outra no rabo dela, acanzano-me em cima daquele cu lindo, a partir a cona dela, grita desalmada, a arquear o traseiro, a virar para mim a cara redonda, nuns cabelos castanhos lisos, presos atrás num atilho, como uma adolescente endiabrada, "quero que me vejam a comer-te", diz-me ela.

"Vira, vira", salta-me para cima a cavalgar em mim, como se eu fosse uma besta furiosa, o meu caralho a sua sela, a filmá-lo por trás a entrar nela, agarrava-lhe as nádegas para a segurar, as ancas ondeavam para baixo e para cima, girava o telefone para a frente e para trás, a registar todos os pormenores da foda, as mamas dela a abanar, os mamilos tesos apontados ao céu, "dá-mos para eu chupar", lambuzava-me todo nela, como refeição bem conseguida, "mas que foda esta mulher".

Virei-a com força só pensava no cu dela, naquele ânus húmido e tremelicante, enterrei-lhe o caralho a forçar, a abrir-lhe as nádegas tremendas, nem dedos nem cuspo nem lubrificante, "aiiiii, aiiii, o meu rabo, dói-me muito", um grito que se ouviu, a Anelise e a câmara dela, com a mão atrás apontada ao meu caralho, "a Mia vai ficar doida", a entrar forte no rabo dela.

A Mia veria o meu caralho grosso, o bom trabalho por ele feito, a foder a amiga dela, se comia uma comia a outra, um clitóris em brasa, matraqueava-lhe o cu, sem dó nem piedade, "ai que me estou a vir", gritou ela, a câmara por baixo toda molhada.

(conto erótico cedido a https://biografiaseroticas.blogspot.com)


Chamei doutor de gajas psicopatas com mania de domínio

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Chamei doutor de gajas psicopatas com mania de domínio
A Bertha contou ao BE como foi:

Foi o Doutor Manecas que me salvou a mim e ao meu marido. Melhor, recuperou-nos o mais importante na união entre duas pessoas, a cumplicidade, os segredos só nossos, a intimidade perdida. 

Não sei como aconteceu, ou como começou, mas a dada altura acho que comecei a infernizar o meu marido, ou homem, digamos assim. Controlava-lhe todos os passos, todas as decisões que tomava, onde ia ou deixava de ir, a contradizê-lo em tudo, preso por não ter e por ter cão, gritava com ele, chamava-lhe nomes, primeiro em casa e depois em qualquer lado, ameaçando-o de tudo e mais alguma coisa, explodindo à menor razão ou por razão nenhuma.

Eu e ele já não vamos para novos, os filhos já abandonaram o ninho, financeiramente temos tudo, e de repente, no que seria o melhor período das nossas vidas, com tempo para tudo e mais alguma coisa, comecei a infernizar-lhe a dele.

Não sei se por um qualquer desequilibro químico, ou por uma depressão inexplicável, estava doida, partia tudo, gritava e injuriava, "és um filho da puta, meu grande cabrão, e se eu for foder com outro?".

Não o sentia humilhado, reconheci isso depois, ele sempre em silêncio a sofrer, dizia-lhe que ele já não me fodia, os anos a passar, explicava-me ele "humilhas-me e queres que tenha tesão para te foder?, não sei o que fazer, estás doente".

E foi quando ele, um belo dia, me apareceu em casa com o Doutor Manecas. O Doutor era um miúdo a rondar o jovem, não mais que 30 anos, bem vestido e com ar professoral, psicólogo de dia, dominador de gajas doidas à noite, descobrira-o o meu marido por um colega do serviço, "se a tua mulher anda maluca, fala com o Doutor Manecas".

Mirei-o com curiosidade, "o que é que este miúdo musculado e bonito está aqui a fazer", "que brincadeira é esta?", pensava. O meu marido virou-se para mim e disse-me "pedi-lhe para vir para nos ajudar, dizem que faz milagres", "milagres, de quê?", perguntei.
"Milagres ao teu estado de humor e ao nosso relacionamento", respondeu ele. O Doutor Manecas estava em silêncio a avaliar-nos, até que disse "Bertha, ele disse-me que tem andado descompensada, e eu vou ajudar-vos nisso".

"Não sei o que o meu marido lhe disse, mas é melhor sair desta casa, ele não quer fazer nada", respondi-lhe, elevando a voz.

O Doutor Manecas de repente saltou do sofá, correu para mim, a pôr-me a tremer, com cara de que me fosse bater, "sua cabra, sua puta, cale-se, quem manda sou eu", apertou-me o pescoço por trás, "aí, no chão de gatas e calada, só fala quando eu mandar".

Olhei para o meu marido e vi que ficou surpreendido e assustado, se calhar do tratamento violento, "não abre a boca, quietinha, sua vaca passada", continuava a gritar.

Fiquei aterrorizada, pensei logo noutra coisa, que me fizesse mal a mim e ao meu marido, um esquema qualquer em que se tinha metido, a agora estávamos fodidos, tínhamos que reagir, mas como?.

"A partir de agora, enquanto aqui estiver, minha puta do caralho, és minha escrava, dou-te um ordem e fazes o que eu te mandar, estamos entendidos?". De gatas eu, como se fosse um animal, um cão, ou outro bicho qualquer, de cabeça apontada ao chão, dizia-lhe que sim, que sim.

O meu marido estava parvo, "grande cobarde, filho da puta", pensava eu, "como vamos sair desta, este cabrão borra-se de medo". Olhei para o Doutor Manecas a despir-se, um pénis imenso, grosso e já meio entesado, "que corpo lindo", olhei eu confusa, "vai violar-me", pensei.

Veio por trás de mim, "não olha, quem mandou olhar?", senti uma palmada no rabo, um castigo por ter virado a cabeça, "para a frente", quando senti uma espécie de saco preto de tecido a ser-me enfiado na cabeça, "vai-me matar", pensei, "socorro", gritei, "não grita sua doida maluca, ou leva mais, ninguém te faz mal", senti a voz grossa dele junto aos meus ouvidos a apertar-me o pescoço.

"Já te disse, eu mando e tu obedeces, certo?", a voz ressonante do Doutor Manecas, "sim obedeço", saiu a minha voz dentro do saco negro. 

Senti um cinto, uma coleira a ser-me apertada ao pescoço, "agora és minha, pertences-me, percebes", dizia o Doutor Manecas, "responde" continuava, "sim sou sua, eu obedeço".

Por trás, as mãos dele alçaram o meu vestido leve, e num gesto violento, senti as minhas cuecas a serem arrancadas, e semi-nua agora, imaginava à vista dele, o meu rabo e vagina disponíveis, não sei porquê, acho que por qualquer reacção psicológica interior, não tinha medo, só pensava no caralho dele que vira à pouco.

De repente, com os meus olhos no escuro, a minha respiração insuficiente, os sons envolventes distorcidos, uma sensação de queda, desde quando isto começara?, perdida no espaço e no tempo, senti o caralho dele a penetrar-me a cona, "ai, que me dói, ai, ai", gritei, num misto de dor e prazer, o meu marido sem me foder.

"Não grita, calada, tem de aguentar", puxava-me a coleira para trás, como cadela desembestada, a cavalgar-me a entrar e a sair, a esfregar-me as comissuras da cona, a martelar-me as nádegas, os quadris fortes dele, não sabia se chorava ou gozava, a minha vagina molhada, "ai, o que está a acontecer?", gritava, "calada, sua cadela".

"Tu aí, despe-me esta cadela, quero apertar-lhe as mamas", gritou o doutor Manecas para o meu marido. Partia-me a cona toda, "a tua mulher tem uma cona apertadinha, quero comer-lhe o cu também, diz que sim, diz que sim", ouvi o meu marido a dizer que sim. 

Senti-me nua, apertava-me as mamas, "ai", gritei de prazer, os meus mamilos puxados, o caralho dele a enterrar-se em mim, com força a bater, para dentro e para fora. 

"Vou comer o cu a esta cadela maluca", gritou o Doutor Manecas, quando senti o pénis dele a forçar-me o ânus, a lembrar-me do meu marido que nunca me fora ao cu, "toma, tens de aprender a obedecer, doida maluca", dizia ele já a abrir-me o rabo com o caralho dele.

"Ai, não que me dói tanto, não não", vieram-me as lágrimas aos olhos, "vá, tu excita esta doida, esfrega-lhe essa rata desordenada", o meu marido junto de mim, conhecia-lhe o cheiro e a respiração, "grande cabrão que me saíste", a dar-me um tesão enorme, toda encharcada em baixo, ao movimento da mão dele.

Acho que perdi por momentos a razão, como se saísse de um buraco profundo, ou do fundo do mar para a superfície, ar fresco nos meus pulmões, gemia desalmada e doida, com o Doutor Manecas a foder-me, o meu marido a excitar-me, o meu clitóris tremente, "merda, estou a vir-me, ai foda-se", a cair dormente.

Por momentos, via de novo, sem o saco preto na cabeça, olhava fulminando o meu marido, cúmplice na preparação e na execução, mas o que tinha acontecido?, "nós agora vamo-nos sentar aqui no sofá, a falar e a descansar, e tu ficas aí no chão caladinha como uma cadela", disse o Doutor Manecas.

Obedeci, sem abrir a boca. Obrigado Doutor Manecas.


(conto erótico cedido a https://biografiaseroticas.blogspot.com)

No colégio amantes em noite de lua de maio

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No colégio amantes em noite de lua de maio
Não tardaria muito. O ano de internato estava a chegar ao fim. Em breve, com os meus pais a fixarem-se em Lisboa, eu e a Bárbara abandonaríamos o internato, e se calhar aquele colégio. Adquiriram uma vinha e pomares perto da cidade, e dividiam-se com o Braz e a D. Sílvia nas explorações de Moçambique.

As férias de verão chegariam de repente, de dia o calor já era intenso, noites cálidas de fim de primavera, o Fragoso, meu amigo daquele ano, regressaria a casa, ou como lhe chamava, ao "seu pequeno inferno", para voltar no ano seguinte. 

Quase como despedida, talvez apenas um até breve, fugimos do colégio, já noite dentro, para como sempre, andarmos à deriva, umas vezes com norte, outras vezes não tanto, a explorarmos coisas, tudo o que encontrássemos, o mais exótico possível.

O Fragoso perguntava-me muito pela Bárbara, se a podíamos ir buscar, apesar de lhe dizer que ela agora tinha uma amiga, pelo que sabia, especial, isto para não lhe dizer outra coisa, que ela não estava ao alcance dele, ainda que muito nova, muito sabida e atenta, e ele, infeliz e coitado, limitado de compreensão.

Os filhos dos ricos recebem muito dos pais, dinheiro não só, mas entendimento e cultura, oportunidades que resolvem o futuro, mas o Fragoso era só ele, ele, a escola e os amigos, por isso gostava tanto da Bárbara, do simples contacto dela, pelas suas palavras e ideias, inteligência e muito mais, fazendo-o ver.

Percorremos a noite, já desusada em alguns casos, parecia sempre a mesma, copos e ruído, gajas e gajos, muitos com pouco ou nenhum propósito, e regressámos cansados ao colégio já noite avançada. Saltámos o muro, correndo pelos claustros silenciosos, só ruído dos nossos passos e riso, também de árvores e vento, a lua a vigiar-nos de cima, até que entrámos no bloco dos nossos quartos.


Estávamos sozinhos, só eu e o Fragoso, até o Buchinha se fora embora, com padres lá ao fundo, no seu sono despreocupado, o colégio era nosso, e zonzos, corremos para os chuveiros, para tomar um duche. 

Nus, tomávamos banho, a contar as peripécias da noite, o gajo que nos mandou umas bocas, por estarmos a galar a gaja dele, a puta que nos chamou, fazendo desconto por dois, quando, sem sentido ou talvez todo, me aproximei do Fragoso, encostei-me ao corpo dele, e beijei-o na face. 

Senti-o reagir, não com repulsa ou rejeição, mas qualquer coisa parecida com surpresa. 

O Fragoso ia regularmente ao cu do padre Alberico, comia o do Buchinha também, já o vira a comer o cu do Tino, sentia um desejo frequente por me dar a ele, mas eu era o limite, o amigo inviolável, o que sai à noite, o que aparece, o que é só amigo, o que conta para as histórias da vida, o companheiro de ida às gajas, o irmão da Bárbara, não o rabo, como os outros, que quer que lhe vão ao cu.

Correu-me nos sentidos a ideia do homem pronto para fazer com a amante o que rejeita fazer com a mulher. Põe o caralho na boca da amante, vai-lhe ao cu, faz-lhe um minete, fode-a por cima e por baixo, mas a mulher, a casada, a cônjuge, essa, carrega as grilhetas do casamento, ai dela se quer ser puta, ai dela querer que lhe vá ao cu, num pedestal de virgindade e pureza, numa burka social. 

Com os gestos dele senti-me a mulher, quando queria ser puta.

A água corria-nos nos corpos, o silêncio de segundos, a luz mortiça do balneário a tentar combater a luz leitosa da lua, banhando o espaço todo, esverdeando-o com cor de absinto,  aquele verde translúcido, puxei-o para mim, passei-lhe a mão pelo pénis, "eu quero, sempre quis", disse, mais pequeno que ele, mais frágil e franzino, mais miúdo, menos homem, as gotas na minha boca.

"Anda, vamos para o meu quarto", levei-o quase pela mão, uma resistência frágil mas perceptível, o querer dizer não, em cima de uma vontade de sim, entrámos, deitámo-nos na cama como amantes, sem pressas, falas mansas, a luz da lua a inundar o quarto e os nossos corpos ainda molhados.

"A Bárbara sabe?", perguntou, "O quê?", "Que gostas de levar no cu", respondeu. Surpreendia-me a pergunta. Ele sabia que o Padre Estefânio já me fora ao cu, também o Padre Rafael quando o Tino se chibou, só se havia diferença para ele no gostar ou fazer por conveniência.

"Ela sabe que eu gosto, ela sabe tudo de mim, até que gostava de pedir-te para fazeres amor comigo", respondi-lhe. As palavras já iam longas, mais perto dele, colados os nossos corpos, procurei a boca dele e beijei-o. Era uma coisa nova para o Fragoso, beijar na boca um homem, mesmo quando já enrabara muitos.

Para ele, era abrir e espetar. Comigo parecia diferente. Retribuiu os meus beijos, pequeninos e doces, como se fosse eu a Bárbara, a puxar-me contra ele, a correr o meu corpo com as mãos e eu o dele, os nossos pénis tesos e juntos, a encontrarem-se como dois bons amigos, a unirem-se também eles.

Dobrei-me, desci sobre o corpo dele, com um fim único, dar prazer ao meu amigo, a mamá-lo forte, perdido por um perdido por todos, o caralho, os colhões, a minha língua entumescida, a lambê-los todos, queria-o rijo e duro, esquecido e desnorteado, a comer-me o cu.

Puxou-me para si, deitado sobre o meu peito, a olhar-me apaixonado, a sentir-me como mulher, levantou-me uma das pernas, a flectir presa no tronco dele, e penetrou-me o ânus. Sentia-o a entrar em mim, com os nossos lábios unidos, uma experiência de amor, confusão e deleite, imaginara-o assim?, não sei, se calhar sim, a comer-me o rabo lento, sem mágoa, sem dor, o meu ânus todo aberto, o caralho dele a escorregar por mim.

O tempo parara, a dimensão espacial abandonara-nos, apenas a lua e os nossos corpos, o silêncio instalado, entrecortado por gemidos de prazer, rodeava-lhe as nádegas com as minhas mãos, a ajudá-lo a penetrar-me mais fundo, queria-o todo meu amigo, sinto-o a estremecer e a vir-se, prazer dado sem remorso.

O meu advogado quer trans

22:35 1
O meu advogado quer trans
Tinha acontecido, numa das minhas idas ao ginásio, meio telecomandado pela minha mulher Ângela, "vai, faz-te bem, estás a precisar de descarregar". Conheci o Tomás, um miúdo advogado, do escritório no andar de cima do meu, e fui-lhe ao cu. 

Foi um prémio de esforço de tanto treino, encontrava-o muitas vezes nos elevadores, fazíamos olhinhos um ao outro, parecia predestinado encontrarmo-nos na sauna, um corpo simples, belo e irresistível, o suor a escorrer por nós, na mesma medida do nosso desejo.

Encontrámo-nos depois num hotel barato, uma escapadinha entre exigências de outra vida, deitados lânguidamente nus, a apreciar o calor ameno da tarde, a foder e a falar, sem compromissos ou obrigações, só o tempo preso a correr num espaço infinito, como se não houvesse mundo consciente, apenas aquele momento.

Ouço-o a dizer-me "Leo, tenho uma fantasia que não me larga a cabeça", "o quê?", perguntei. "Gostava que um travesti me viesse ao cu", respondeu-me. Olhei para a cara do miúdo, achei estranho, apesar de mais jovem do que homem, sempre achei que as maneiras dele, o modo simples e livre como me ofereceu o cu, já era para ter tido essa experiência.

Não sei, se calhar é por aí que muitos começam, uma investida desordenada, um desejo antigo que acalentam, e um belo dia, que se foda, vou ligar a um desses travestis para me comer o cu. E lá vão, e nunca mais desistem, como um vicio que se instala.



Não que fosse o meu caso, já tinha sido enrabado por um travesti, uma coisa até muito louca, mas começar começar, foi o Bernardo, um irmão mais velho do meu amigo, que me desflorou. Depois nunca mais parei de foder, e mais miúdo então, era estalar os dedos, para ter um caralho a comer-me o cu.

Disse-lhe, "então, Tomás, se quiseres é só marcarmos, gostava de ver isso". "eu tenho o contacto, um cliente, ou uma cliente, que me apareceu no escritório", respondeu. Então contou-me, um travesti apareceu no escritório para consultar um advogado. Dinheiro não lhe faltava, queria o melhor, e os colegas do escritório, num gozo de machões pequenos e idiotas, entregaram-lhe a cliente.

Parece que o meu advogadozinho quando ela entrou ficou siderado. Disse-me que antes mesmo de falar com ela, com a voz a tremer-lhe, sentiu um tesão enorme, de estar e foder com ela, com o ânus a tremer e a abrir, de desejo intenso por ela. 

Era brasileira, procurava conselho para qualquer coisa, aceitou-o como sendo o melhor, contra o preconceito e ironia dos outros, sentando-o voluptuosa numa cadeira, as pernas grossas traçadas à vista, uns seios reais vistosos e rijos, um rabo firme de homem experiente, uma voz rouca inflamante.

Era um risco muito grande, o meu amante de momento contactou a travesti Carla, conhecia-a e gostei logo dela, um interior profundo, assente numa alma dorida, um corpo magnifico, como uma escultura trabalhada, meio pronta meio acabada, forte no seu todo,  cabelos negros de azeviche compridos, coxas firmes ondeadas como mulher, mamas fartas, mamilos espetados como uma fonte, um pénis negro e grosso, uns olhos de saber feito.

Tombado sobre um colchão, eu via e o Tomás gozava. Nu, lado a lado com a Carla, mamava-lhe o caralho, a instruções dela "meu querido, gostei de si", "a Carlinha quer fazê-lo feliz", a gingar as ancas, a forçar o pénis na boca dele, "menino como você gosta?". 

Via o Tomás a olhar nos meus olhos, deliciado com o caralho na boca, a sentir por ele o seu prazer, queria mamá-lo também, mas era o momento dele, a ver-me vê-lo a foder. O pénis da Carla, negro como um tição, indefinido à cor da sua dona, estava teso e rijo, assustador pelo tamanho, desejado pela promessa de dor e prazer.

A Carla passou lubrificante no pénis e pelo ânus pequenino do Tomás, como se não existisse tempo, lentamente e doce com os dedos pelo cu, apontou-lhe aquela coisa imensa, a abrir-lhe as nádegas franzinas e brancas, como se partisse um pêssego, macio e pronto, partido ao meio pra ser comido, com o caralho a entrar, a escorregar pelo cu do Tomás, "ai, ai, dói-me tanto", "já passa meu amor", dizia a Carla.

O meu advogado tinha lágrimas nos olhos, não sei se de dor se de prazer, a Carla de joelhos, articulações e tendões à vista, molas retesadas em pernas esticadas, enterrou o caralho todo no cu do Tomás, e começou a martelá-lo com dureza. Não queria magoá-lo, queria satisfazê-lo, deixá-lo sem dúvidas, um serviço bem feito, o mesmo que esperava dele, cada um com o seu saber.

De lado, cabeça tombada sobre si, ao som dos quadris da Carla a baterem nas nádegas do Tomás, ele olhava-me a ver-me a vê-lo ser comido, com um caralho preto, grande e grosso, numa memória inesquecível, o rabo espetado ao alto, as plantas dos pés como testemunhas, âncoras a segurar-se, no arremedo de um caralho, a comer-lhe o rabo, sem parar, a entrar e a sair.

Sentia um forte tesão ao vê-los, com o meu caralho na mão a bater uma punheta, o Tomás excitava-se no seu, manipulava-o a atrasar, que o prazer se prolongasse sem prazo, até que não aguentámos mais e nos viemos juntos e dormentes.

O Tino é um rapaz querido

22:16 0
O Tino é um rapaz querido
Soubemos que o Tino tinha contado ao Padre Rafael que eu e o Fragoso tínhamos fugido do colégio interno para sair à noite. A vida do colégio para quem como nós lá ficava fechado ao fim-de-semana já era difícil, e por isso ficámos chateados por ter um colega de internato a fazer aquele papel. 

Fomos castigados, e eu acabei ainda enrabado pelo Padre Rafael, um velho porco, com manias de grandeza e poder. Nós por sua vez vingámo-nos no Tino, com o Fragoso a enrabá-lo quando o apanhámos no chuveiro comum.

Naquela altura, o Fragoso andava furioso e queria era despachar a coisa, de modo que senti que a enrabadela que deu no Tino deu-me mais prazer a mim vendo-os do que a ele ou até ao Tino.
Tinha-me dado um tesão enorme, quase me vim só de vê-los, o Fragoso com o pénis teso e rijo, a penetrar o cu pequenino do Tino. Não sei queria comê-los aos dois, o Tino por aquele rabinho e corpo franzino como de um menino ainda mais do que era, e o Fragoso por aquilo que tinha no meio das pernas.

Desde que o vira a ser comido não deixava de pensar nele, sabia que o Tino tinha aquele ar medroso, mesmo de ser, e que o que fizera era mais obra do Padre Rafael do que dele próprio. Sabia também do pouco que sabia dele, que a família não lhe dava suficiente apoio, nem tinha meios para fazer frente ao Padre Rafael. 

Não sendo de famílias ricas, era mais um daqueles pobres alunos que tinham sido recolhidos para lhe dar a oportunidade de uma educação mais decente. E por isso pensava e compreendia a sua atitude e fraqueza. Mas desejava-a e queria tê-lo no meu quarto e na minha cama.

Rodeei-o durante dias, tentando que deixasse de ter medo de mim, até que o apanhei à saída do banho matinal. Faltava ainda talvez uma hora para descermos para o pequeno almoço. Disse-lhe ao ouvido, rápido e certeiro, anda comigo ao meu quarto, acedendo  a entrar tranquilo.

Disse-lhe palavras de adulto "sabes que te quero?", "acho que sim, não páras de olhar para mim nos últimos dias", disse. Sentia-lhe o cheiro doce do corpo lavado de encontro ao meu, os nossos corpos molhados do banho, os cabelos húmidos em conluio com a boca e os olhos, deixámos cair as toalhas que nos cobriam, e caímos na cama.

"Agora?", disse-me ele. "Porque não, podemos depois rir-nos no recreio", respondi. Ele tinha os amigos dele e eu os meus, mas sabíamos que nos divertíamos com os olhos e os sorrisos, ele desceu sobre mim procurando o meu caralho, agarrou-o e mamou-o como um presente desejado e querido. 

O corpo dele, a pele macia, encontrou-se com a minha, e beijava-lhe o corpo, friccionava-lhe o ânus, abria-lhe as nádegas de menino, corria-lhe as mãos de baixo a cima, costas, cabelo, cabeça, rabo, a empurrar as ancas para dentro dele em harmonia com o cu dele a abrir-se para mim.

De que me lembre não fiz nada, ele correu para baixo de mim, unimos os nossos corpos, e o meu pénis penetrou-o no cu. Retesava as minhas ancas a subir e a descer dentro dele ao som dos gemidos de prazer dele e do rabo empinado a receber-me todo. Procurou-me a boca e beijei-o, as nossas línguas húmidas misturadas com os nossos cabelos, uma peça única num movimento e sentido perfeito.

Queria mais, o tempo era curto, corriam alunos e padres nos corredores, e nós ali, como no céu, a comer-mo-nos um ao outro, corpos singelos unidos pelo desejo, a vir-me doido para cima dele, ao som de orgasmos definidos o meu e o dele.

O Tango viu filme pornográfico no cinema

12:00 0
O Tango viu filme pornográfico no cinema
O Tango contou ao BE como foi.


Não era o meu hábito. Podia ver em casa, no computador, onde quisesse, mas um dia, aborrecido na cidade, tive a curiosidade de ir a um daqueles cinemas que só passam filmes pornográficos sem parar. Nem era pelo filme, que nem me lembro o nome, só me lembro que era um filme gay, de homens e rapazes a comerem-se uns aos outros.

Queria era ver a fauna, quem lá ia, sem ser eu, à procura de qualquer coisa que já tinha ouvido, de gajos a masturbarem-se, a mostrar os caralhos ao mesmo tempo que viam o filme.

Acho que se lá entrei foi porque inconscientemente me excitava vê-los a bater punhetas na sala de cinema, às escondidas dos outros, ou se calhar mesmo, porque também queria fazer o mesmo.

Quando entrei na sala, no escuro, só a luz da tela com um maduro a ir ao cu de um mais jovem, vi logo que os que lá estavam eram só homens, de todas as idades, miúdos, mais e menos jovens, e maduros.

Sentei-me perto de um maduro aí dos seus 55 anos, cabelos a quererem ser brancos, a três ou quatro cadeiras de distância da minha. A meio do filme reparei que olhava para mim com o caralho teso na mão, a afagá-lo de baixo para cima, como que a perguntar "gostas?, está riginho?".
Ao vê-lo a olhar para mim com o caralho na mão, a abaná-lo para demonstrar o tamanho e rigidez, aquilo deu-me um tesão enorme no meu pénis e no ânus. O caralho dele era grande e grosso, e deu-me logo o desejo de querer e pensar que me viesse ao cu. Acho que era isso que procurava, um engate em qualquer lado, por causa de um desejo antigo de ter uma experiência de um homem a vir-me ao cu.

Queria provar como era, se sabia se gostava, e ali estava um homem a oferecer-se para me dar essa experiência. Estavam poucas pessoas na sala, e ele compreendendo os meus pensamentos e olhares pediu-me para ir para perto dele. Não sei se hesitei, tinha medo de uma coisa nova para mim e tão grave e importante, que sentia que poderia nunca mais ser o mesmo, mas fui ter com ele.

Pousou a mão nas minhas calças à procura do meu pénis, ao mesmo tempo que puxou a minha para lhe agarrar no caralho. Fui friccionando o pénis dele de baixo para cima, recostado na cadeira a apreciar de olhos fechados, ao som dos gemidos do filme, a punheta que lhe fazia.

Perguntou-me baixinho ao ouvido "queres vir comigo até à casa de banho?". Eu fui, era como se não tivesse nada a perder, encontrámos os lavados cheios de gajos a enrabaram-se uns aos outros, a gemerem e a virem-se quase em comunhão, sem desacerto ou vergonha.

Entrámos para uma cabine, ele pediu-me para baixar as calças, como sabendo que queria que me viesse ao cu, e nas minhas costas, encostou-se a mim, e começou a penetrar-me.

Doeu-me forte como se estivesse a desvirgindar-me, batia no meu ânus, leve e muitas vezes, com a ponta do caralho, até que escorregou todo pelo meu cu.

Agarrou-me no pescoço, como que a pôr-me em sentido, de pernas abertas, cabeça baixa, a comer-me com rapidez e força o cu.

Batia uma punheta para me vir, na mesma aceleração dele, sentindo-o a vir-se fora de mim.

A amiga lésbica do colégio da minha irmã Bárbara

17:59 1
A amiga lésbica do colégio da minha irmã Bárbara
Eu fui para o colégio interno de rapazes e a Bárbara, minha irmã mais nova, foi para o colégio interno só para raparigas. Não estávamos assim tão longe um do outro, e nas nossas escapadelas, minha e do Fragoso, algumas vezes fomos ter com ela. 

Acho que o Fragoso ficou apaixonado por ela, não sei se pelo corpo, pela maneira de ser, mas alguma coisa na Bárbara tocou-lhe. O Fragoso agia por impulsos como um animal acossado e não estava habituado a governar a liberdade, e a Bárbara era especialista nisso. 

Para além de inteligência e perspicácia, a Bárbara tinha uma consciência da realidade que lhe permitia ser o que quisesse sem ter que agradar a ninguém. Se por alguma razão o Fragoso a comesse não seria por ele a conquistar, ou qualquer outro sentimento desconhecido, mas porque ela o quis, e sendo o Fragoso quem é, talvez para lhe dar um presente por ser meu amigo. 

Contou-me a Bárbara que o colégio das meninas não era muito diferente do dos rapazes. Umas quantas alunas, quase sempre as mais problemáticas e malucas, sem visitas dos pais, nem ida a casa na maioria dos fins-de-semana, e durante o dia e a noite, umas quantas freiras mais novas a vigiá-las.

Pensei que a Bárbara mal chegou ao internato, alunas ou freiras, todas se interessaram por ela. O cabelo louro acastanhado fulminante, o corpo preciso e perfeito como a escultura de uma deusa, o brilho dos olhos, o estar tranquilo, a segurança interior, faziam dê-la tema de conversa, objecto adorado e temido ao mesmo tempo.

Apesar de mais nova do que eu, eu e ela tínhamos a nossa história, a Bárbara tinha muitas experiências e capacidade para as absorver, potenciar e transformar em conhecimento aplicado.

Apaixonou-se, não no sentido próprio da palavra, mas pela curiosidade por uma miúda meio gótica, meio diferente, meio indesejada, totalmente problemática, chamada Miranda. Se ninguém a queria, então era certo, queria-a a Bárbara. 
Não aquela ideia de protecção dos mais frágeis, dos patinhos feios, mas da sua guerra pessoal contra o preconceito, a estupidez de só querer conhecer a superfície, sem saber, ou desejar conhecer o mais profundo.

Tanto quanto me contou, a Miranda era uma miúda revoltada, contra os pais, contra as freiras, enfim contra tudo o que mexesse e suscitasse alguma discussão ou controvérsia mesmo que aos olhos de todos fosse inexistente.

A Bárbara foi começando a conhecê-la e não faltou muito para passarem tempo juntas no dormitório, no quarto de uma ou da outra, ou no interior do colégio. Admiravam-se uma à outra, os seus corpos nus, os gracejos imaginados sobre colegas ou freiras, se uma bebia, se fodiam com o padre, se alguma vez o tinham feito, contando uma à outra os seus segredos mais íntimos.

Naquele dia a Bárbara contou que já tinha feito amor com raparigas, contando-lhe a Marisa que também ela o tinha feito. Foi como se abrisse o cadeado que fechava a porta proibida do desejo. A Marina aproximou-se procurou a boca da Bárbara e beijaram-se lânguidamente. 

As línguas procuraram-se e cruzaram-se, presas nos lábios grossos unidos das duas. Conta-me que a Marisa tem um corpo também ele fenomenal. Os cabelos ruivos, a cara sarapintada de sardas, as mamas tesas e leitosas, as ancas fortes e musculadas, o rabo generoso e rijo, uma beleza céltica sem controle, com o diabo à solta dentro dela.

A Bárbara beijou-lhe o corpo, correndo a língua pelos mamilos, ventre e umbigo, beijando-lhe os lábios húmidos da cona, com a Marisa a contorcer-se de prazer sublime, ancas abertas, joelhos situados, a mão na cabeça da Bárbara a exigir pressão para lhe entrar pela vagina a dentro.

Trocavam de posições, a Marisa desceu pelo corpo costas da Bárbara beijando-lhe o rabo, afagando-o com uma mão, os dedos no ânus dela, a chupar-lhe o clitóris rosado e perfeito dela. Gemiam doidas, unindo os corpos como amantes, esfregando as vaginas numa da outra, os dedos delas a masturbarem-se próximas, amigas unidas para sempre pelo amor, a virem-se em silêncio e deleito, gemidos breves e comuns, sorrisos trocados de desejo contínuo.

O seminarista da noite

21:57 0
O seminarista da noite
No tempo que passei no internato o Padre Alberico não aparecia muito. Procurava mais o  Fragoso, pensava eu, o próprio Padre Estefânio, e talvez outros que desconhecia. Já tinha sido visitado pelo Padre Estefânio, que me passou as mãos pelas pernas e pelo pénis, e depois, lá me pediu, com jeitinho, para me ir ao cu.

O Buchinha e o Fragoso já me tinham dito que o Padre Alberico era mais de querer que lhe fossem ao cu, e por isso, já o esperava preparado, como esperava pelo Padre Estefânio quando ia ao meu quarto, ou pelo Buchinha, altas horas da noite, procurava a minha cama.

Naquela noite, na penumbra, senti o Alberico a entrar no meu quarto, e como fazem questão, sentou-se na minha cama e perguntou-me como estava. 

Levantei os cobertores, e nu, com o pénis teso e preparado para ele, disse-lhe "estou assim". Acho que se riu, e sem perder tempo, tirou o hábito e todo nu, apropriou-se do meu caralho e começou a mamá-lo.



A noite estava quente, e um luar caia sobre os nossos corpos, mais do padre Alberico. Surpreendeu-me a nudez dele, o rabo em forma de pera, a pele luzidia e branca, um corpo franzino de fêmea, a voz, a boca, as maneiras, o pescoço, a face, o sorriso, o cabelo, ainda muito jovem, toda uma luz interior que lhe corria no corpo, fazendo dele uma mulher.

Contou-me que fora muito miúdo para o seminário e que passado algum tempo, o Padre que dirigia o local, bastante mais velho do que ele, o tomou debaixo da sua asa, sendo seu protegido, ao ponto de dormir com ele todas as noites como se fosse sua mulher. Que outras vezes, por inveja ou despeito, tinha sido enrabado por outros colegas seminaristas.

Contou-me ainda que quando foi para o Colégio, o padre Rafael o chamou ao seu quarto, e que, por algum tempo, se prestou a ser mulher dele, mas de tão repugnante que ele era, deixou de o fazer, arranjando outros para o satisfazer. Que muitas vezes também se deitava com o Padre Estefânio, não por querer seu, mas dele, evitando dar-se ao mesmo.

Não mencionou o Fragoso, mas eu sabia, e ele sabia que eu sabia, que sempre que o Fragoso precisava de alguma coisa, era ao Alberico que pedia, dando-lhe em troca uma foda. Aí contara-me o Fragoso que muitas vezes foi ao quarto do Alberico na outra ala, limitando-se a levantar o hábito, e o Fragoso ali rápido a ir-lhe ao cu.

O Padre Alberico há mais de meia hora que me mamava no caralho. Fazia-o sem pressa a aproveitar o momento, lambendo e conversando, eu olhando para o corpo dele sinuoso e redondo como o de uma mulher, a aumentar-se-me o desejo cada vez mais intenso de o comer.

Subiu sobre o meu corpo, procurou a minha boca que lhe dei, beijou-me a barriga, o peito e os mamilos, como se fosse meu apaixonado, até que se sentou em mim, e apontou o meu caralho ao ânus, e deixou-se leve penetrar. Corria-lhe com as minhas mãos o corpo todo, as nádegas macias, o rabo em pera, as costas lisas, o pescoço, sentia aquela electricidade feminina que lhe incendiava o corpo.

As nádegas dele moviam-se harmoniosos, a descer sobre o meu caralho, as nossas bocas e línguas unidas, o Padre Alberico a gemer aos meus ouvidos, à penetração do meu pénis no ânus apertado dele, os mamilos fortes dele espetados no meu peito, sendo ele uma mulher, insistente e caprichosa, a querer ser fodida daquela maneira, a ser dona do momento.

A mão dele movia-se entre nós, a manipular o próprio pénis, em busca de mais prazer ainda, levantava-se e arqueava-se para cima, com as ancas em perfeita sintonia, a movimentar-se ao som de uma música desconhecida, compreendida por ambos, a descer cada vez mais, a penetrar-se fundo.

Puxava o corpo dele para mim, agarrava-lhe nas nádegas para o acelerar, queria fodê-lo totalmente, sentir aquele corpo feminino agarrado ao meu, até que gemi de prazer e orgasmo, a vir-me todo dentro dele, e ele a vir-se todo sobre mim.

No colégio interno rapazes nus no chuveiro

23:16 0
No colégio interno rapazes nus no chuveiro
O Fragoso andava como eu furioso com o Tino Queixinhas. O Tino era como nós aluno internado do colégio interno com direito a todas as mordomias por ter papás ricos, mas por qualquer razão pequena era o chibo do Padre Rafael. Sempre que um de nós fazia qualquer coisa, nem se queixava aos supervisores da noite, os Padres Estefânio e Alberico, ia logo fazer queixinhas ao director, o Padre Rafael.

Tínhamos, eu e o Fragoso, fugido do colégio no fim-de-semana para ir para a discoteca e para os copos. Como sempre, com o acordo dos Padres Estefânio e Alberico, regressávamos noite alta, sem ninguém dar nada por isso. Nos fins-de-semana então quase todos os internados iam para casa, enquanto nós, eu por impossibilidade dos meus pais, o Fragoso, por indiferença dos pais dele, ficávamos no colégio.

O Tino chibou-se ao Padre Rafael, deixou mal os Padres paneleiros Estefânio e Alberico, fez com que fossemos castigados, e a mim, com que fosse ainda enrabado pelo porco do Padre Rafael.

Eu e o Fragoso queríamos vingança. Sabíamos que tinha de haver qualquer coisa entre o Tino e o Padre Rafael. O Tino estava no segundo ano de internato, miúdo franzino, magro, branquinho, menino da mamã, mesmo com aquele corpinho e idade de que o Padre Rafael gostava. Já o tínhamos visto a regressar da ala da residência dos padres, sempre meio escondido e comprometido, com aquela cara de que acabava de ter levado no cu.

Só podia ser, o Padre Rafael aproveitara-se das fragilidades do Tino, carente, miúdo, desquerido pelos outros, tinha-o sobre a sua asa, fazia dele um chibo, para saber de tudo, satisfazia ainda os seus desejos lúgubres, e comia-lhe o cu.

Apanhámos o Tino no chuveiro comum, quando passava por nós, em passo acelerado, não sei se envergonhado com a sua fraqueza, teria ele alguma culpa?, nu a tomar banho. O Fragoso aproximou-se por trás, deu-lhe uma forte palmada no rabo, fez fugir todos os que ali estavam, nus a correr em risota parecendo meninas.

Mais à distância, ouço o Fragoso dizer ao Tino "não olhes para mim, não quero ver a tua cara, vira-te para a parede", com um aceno, o Tino cauteloso e com medo, quase a chorar, a pedir desculpa, "eu disse sem querer", encostou-se dócil à parede, por trás dele a sentir-lhe o bafo, o Fragoso, despiu-se, a fazer-se de mais mau do que era "apetece-me tomar banho também".

Ouço o Fragoso num sussurro só nosso "então Tino conta-nos lá, o Padre Rafael anda a papar-te?", ao ouvido do Tino, encostado nu nas costas dele, o caralho teso a acariciar-lhe as nádegas e o rabo, num movimento continuo a roçar nele, "sim anda", a voz sumida do Tino, "e como é que acontece?", "quando lhe apetece, mas quase sempre à noite", "e alguém sabe", perguntava-lhe o Fragoso, "o Estefânio ou o Alberico às vezes levam-me lá ou vêm-me chamar".

"E porque é que nos denunciaste?", "Tenho medo dele que me castigue, não sei", dizia lamentando-se o Tino, vejo o Fragoso passar-lhe a mão e os dedos pelo ânus, abre-lhe as nádegas com a cabeça do pénis, a enrolar-se no Tino como uma cobra, lentamente e em silêncio, "sabes que é feio? não devias fazer isso, podias mentir", sempre ao ouvido dele.

O Fragoso penetra-o agora em pé ao chuveiro comigo a assistir, "é feio Tino", entrava-lhe o caralho no cu, até ao fundo, o Tino a arquear-se para trás, nos lábios um brilho de gozo, o Fragoso a comê-lo duro, a partir-lhe o rabo todo, quase a levantá-lo no ar, eu a pensar "se não hoje também quero comer este cu", o caralho a sair e a entrar, no rabo pequeno do Tino, agarrado à parede como um prisioneiro.

Entra-me na boca o cheiro do vapor quente, o Fragoso imparável a comer o cu do Tino, os braços dele esticados à parede, pernas abertas e cu alçado, nunca visto o Fragoso em acção, "belo caralho dele", pensava também eu, "não sei como fazer para me comer", batia uma punheta ao movimento deles, a vir-me todo junto com o Fragoso e o Tino.

O rapaz era chibo do padre que me castigou

17:07 0
O rapaz era chibo do padre que me castigou
O Tino Queixinhas tinha-se ido queixar ao Padre Rafael. Estava internado como nós e, não sei se por carácter, se por educação transviada, andava sempre à cata de faltas deste ou daquele para ir informar o Padre Rafael do que se tinha passado. Era tão mau que nem os Padres Estefânio e Alberico gostavam dele. 

Naquela noite o Fragoso e eu tínhamo-nos esgueirado do colégio, era uma sexta-feira à noite, e por azar nosso, naquele fim-de-semana, já com tudo arranjado com o Estefânio e o Alberico, os pais do Tino Queixinhas não o foram buscar ao colégio.

Para ter benefícios que desconheço foi logo a correr ao Padre Rafael contar da nossa saída, obrigando os supervisores da noite, o Estefânio e o Alberico, a darem explicações, e a nós a ser-nos aplicados castigos.

O Padre Rafael era o director do colégio interno, homem com os seus 60 anos, que vivia segundo muitos lemas, sendo o último, "a pessoa é o que come". Nos últimos meses sempre que tinha uma oportunidade apanhando um aluno ou outro padre desprevenido incapaz de lhe fugir lá se saía com o seu último lema de vida.
Nos últimos meses também alimentava-se à base de rins grelhados que cozinhava no próprio quarto empestando de mau cheiro a carne queimada e morta a ala norte, residências dos padres. Ai de alguém que se aproximasse e comentasse o mau cheiro, não havia veleidades dessas com o Padre Rafael, era suportar e calar.

Quando regressámos da nossa saída nocturna, entre mim e o Fragoso, o Padre Rafael escolheu-me a mim, talvez por ser mais dócil, e menos endinheirado que os pais do Fragoso, para ir ao quarto dele para me explicar e se era mesmo verdade o que o Tino Queixinhas lhe tinha ido contar.

Ele sabia bem que era verdade, que nós fugíramos para nos irmos divertir, discotecas e álcool, compreensível, não tanto por mim, mas pelo Fragoso e o Buchinhas que não sabiam bem o que era ter pais, como sabia dos negócios do Estefânio e do Alberico, já que também ele em tempos tinha sido supervisor nocturno.

"Leo, sabes que isto não pode ser", disse exalando um forte odor a rins. Estava sentado numa poltrona, o hábito subido até à cintura, via-lhe as pernas até acima, sem cuecas quase até ao pénis. "Isso de sair é muita responsabilidade, os teus pais podiam saber e depois", continuou. "Eu não conto nada aos meus pais", já entrevendo o que ele queria.

"Chega-te a pé de mim, aí de joelhos, e pede-me desculpa", disse o Padre Rafael. Sentei-me de joelhos entre as pernas dele, vi o hábito ao sabor da mão dele a escorregar para cima, apercebendo-me agora do pénis dele teso e duro, tombado de lado.

"Vá pede desculpa, como costumas pedir ao Padre Estefânio". 

Dobrei-me um pouco, o necessário para pôr o pénis dele na minha boca, apertei-o com os lábios, e comecei a mamá-lo. Gostava de mamar caralhos, mas neste apercebia-me de um certo mau cheiro da roupa, do corpo, da respiração, nojo do corpo dele, aquela ideia presente de rins grelhados, sem prazer algum, que não fosse resolver um problema e pronto.

Tirou o hábito, reconhecia-lhe o corpo disforme, maltratado pelo tempo, e pelos maus pensamentos, com pelos velhos, brancos retorcidos, por toda a parte, sebo acumulado, nele e nas paredes do quarto.

"Anda despe-te e senta-te aqui", apontava para o pénis dele. Sentado na poltrona, rodei o meu cu e costas para ele, e sentei-me lento no pénis dele, a subir e a descer, a correr por ele até ao fundo do meu cu, ouvindo nas minhas costas o som rouco de um animal, a agarrar-me as nádegas, forte com as suas garras sujas, "isso Leo, dá-me esse cu, estás a gostar?", apetecia-me vomitar, que se viesse e eu saísse dali.

Sinto-o a estremecer e a vir-se, "isto fica entre nós, já sabes quando quiseres sair tu e  Fragoso é vires cá ao meu quarto pedir-me", "Vá, vai embora", dizia enquanto se limpava e vestia o hábito.