Abril 2022 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Gajo peludo – Desaparecidos #01

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Gajo peludo – Desaparecidos #01

𐌷
O casamento do meu irmão mais novo era um daqueles momentos em que mais do que eu, a minha mulher vibrava, e sinceramente, nunca percebi, como um acontecimento destes pode ter um efeito tão grande nela, anda histérica de um lado para o outro, a meter-se em todos os assuntos, como se o irmão fosse dela.

Mas enfim, não posso negar, às vezes isso até tem uma coisa boa, dá-me tempo para estar envolvido em outros coisas, o que normalmente significa não estar metido em coisa nenhuma, talvez perto de um bom copo de vinho, ou talvez de algum velho conhecimento, enquanto a minha mulher acelerada, organiza tudo sozinha.

Esta história não é de muitas palavras, mas quando chegou a hora da comemoração, as pessoas gritavam os seus votos, no jardim da casa da família, mas que estranho!!, a minha mulher desapareceu.

A última vez que me lembro de a ter visto, ainda a noite não tinha chegado, eu reparei, ela estava sentada num cadeirão cá fora, a mim que a vi mais ao longe, pareceu-me bastante exausta, mas depois, talvez meia hora, ouvi o riso estridente dela, que se notava no meio daquela gente toda, falava alto rindo e meio bêbada, com um gajo desconhecido bastante peludo.

Digo que o homem era peludo por ser daqueles que têm pelos a sair dos lados, por muito que façam à roupa, é no pescoço, nos braços, na cara, não há como escondê-los de todos, e fica-se com uma visão horrenda, imagine-se as mulheres a pensar nisso, de como é ele será por baixo, sem roupa e todo nu à vista.

Fui olhando em volta e não via a minha mulher, o jardim é imenso, mas não grande que possa esconder-se uma pessoa, mas onde é que ela estaria, já pensava numa desgraça, e ela que estava bêbeda, fui ter com a minha cunhada, “não viste a minha mulher?”, ela respondeu, “a última vez que a vi estava com um gajo peludo”.

Voltei a olhar em volta, “mas quem caralho! era o gajo peludo?”, eu comecei a perguntar às pessoas, “viram a minha mulher, ela estava com um gajo peludo”, elas respondiam, “gajo peludo? sim, sim, andava aí um gajo peludo com uma mulher, ela ria-se muito, estava muito alegre”, ei insisti, “se calhar era a minha mulher?”, as pessoas diziam, “muito bonita, mas o gajo peludo …”.

Foi um velho metediço que disse aquilo, “muito bonita, mas o gajo peludo …..”, mas depois pareceu ter-se arrependido logo, eu perguntei, “o gajo peludo o quê? o que é que ele fez?”, o velho respondeu, “de certeza que a mulher que você procura … é engano meu, desculpe”.

Eu insisti, “mas diga, o que tem o gajo peludo e a minha mulher?”, o velho parecia querer fugir, “não é nada, eu não vi nada ..”, ele percebeu o meu ar furioso, e depois continuou, “eu vi o gajo peludo a meter a mão por baixo do vestido … dela”, eu perguntei, “por baixo do vestido?”.

Ele prosseguiu, “eu estava a assistir e ela estava alegre, e ele …”, o velho aproximou-se do meu ouvido, e como se transmitisse um segredo, “o gajo peludo meteu-lhe os dedos na cona”, eu senti naquele momento a respiração pesada, “os dedos na cona, o gajo peludo, na minha mulher?”.

Eu insisti, “e ela?”, o velho mostrou um sorriso amarelo, “eu acho que ela gostou ..”, eu queria saber mais e ele prosseguiu, “o gajo peludo esteve ali uns bons minutos a excitar a cona da sua mulher, e ela abriu-se toda, ninguém viu, só eu que vi-lhe as coxas abertas, os dedos do gajo peludo lá dentro e ela estava a gozar de prazer”.

Olhei para o velho, devia de ser familiar de alguém que eu conhecia, não sabia o que pensar, o velho sorriu, “quando vi o gajo peludo a acariciar a cona da mulher e ela a cair nos ombros dele, quase a tremer e a ter um orgasmo, eu ganhei o dia, fiquei cheio de tesão”.

Eu perguntei, “e depois, para onde foi a minha mulher?”, o velho respondeu, “ela ia com o gajo peludo e de repente desapareceu, eu também nunca mais a vi”, eu comecei a estar preocupado, a minha mulher desapareceu, o gajo peludo aproveitou-se dela, estava bêbada e meteu-lhe os dedos na cona, e então bêbeda e excitada, ela não tinha defesa nenhuma, para onde é que ele a levara?.


Eu estava totalmente desorientado, o meu irmão passou por mim, “vi a tua mulher a entrar na casa … com um gajo peludo … é amigo dela?”, ele depois continuou a caminhar, disse aquilo sem esperar resposta, eu olhei e pensei nos quartos, nos dedos do gajo peludo na cona da minha mulher, e comecei a andar para a entrada.

Subi ao segundo andar, num corredor com várias divisões, uma delas é o nosso quarto quando os visitamos, eu aproximei-me devagar, e pus o ouvido na porta e foda-se!! eu ouvi a minha mulher a gemer, “ai, caralho, dá-me no cu, fode o meu cuzinho todo, aihmm, caralho, aihh, aihmm, fode-me toda”.

Eu estive ali alguns minutos, a ouvir o gajo peludo a comer o cu da minha mulher, e o que é eu podia fazer, o mais adequado era esperar, eu pensei, “porque é que haveria de interromper?”, a visão de um caralho peludo de um gajo peludo a entrar no ânus da minha mulher não me ajudava a decidir.

Eu ouvi lá foras mais comemorações do casamento recente, a felicidade na saúde e na doença, e depois mais perto da porta, a minha mulher gemia, tanto quanto a cama que gingava, ao movimento do gajo peludo que não parava de foder o cu da minha mulher, eu percebi que ela estava a ter um orgasmo, e decidi ir embora.

Cá fora, no ar fresco da noite húmida e gélida, fiquei um pouco mais tranquilo, ela não estava desaparecida, saquei de um cigarro, estava a dar a segunda baforada, quando eu ouvi a minha mulher, “então querido, estás feliz?”, ela deu-me um beijo na boca, eu senti o gosto e o cheiro do pénis do gajo peludo, “feliz?”, ela insistiu com a cabeça, “sim, o casamento do teu irmão”, eu disse que sim.

Ela agarrou-me pela cintura, “vamos querido, está-me a apetecer beber mais qualquer coisa”, eu fui andando com ela e pensei bem, “talvez fosse melhor não perguntar sobre o gajo peludo, talvez fosse uma ilusão minha e o gajo peludo não existisse e fosse coisa da minha cabeça”.

Chantagem por amor

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Chantagem por amor


A vida foi e tem sido muito boa para mim. Posso dizer que sou um daqueles privilegiados da natureza que nunca ficou intimidado com esse poder oculto das mulheres de fazem a maioria dos homens sentirem-se pequenos e incompetentes, por nunca saberem se têm caralho que chegue.

Eu sempre tive muito pau, nas dimensões corretas, grande e grosso, sem ser monstruoso, sem causar receio, o meu problema era alimentá-lo, se é que era um problema, já que tive sempre muita cona, porque o radar da mulher sente a fraqueza, mas também ainda mais, a oportunidade perdida.

E quando me casei? foi um drama!! Tinha uma lista repleta, muita cona habituada, um martírio crónico, pela falta do meu caralho, a abstinência custava, andar sóbrio era difícil, havia gajas desesperadas, que eu não tinha esse direito, que há coisas que não se juntam.

Depois divorciei-me logo a seguir, não que não gostasse da minha mulher, mas realmente acabei por perceber, o meu caralho estava ligado a um bem maior, era como uma vocação, um destino, as gajas que me procuravam, na sua maioria casadas, precisavam deste sossego, como uma aspirina, um tratamento, e uma mensagem, levar na cona era o seu remédio.

Mas foda-se! estou a falar de uma coisa que já não é presente, porque depois casei-me novamente, com uma gaja fantástica, mas caralho, apanhou-me no fim da carreira, quando pendurei as chuteiras, está cá tudo no sítio, mas falta-lhe aquela emoção antiga quando, não era bem foder, era mais prestar os meus serviços.

A Rosa, minha mulher, que sabe tudo da minha vida, que facilitou as minhas atividades antigas, quando ela me via a olhar para o telefone, ela perguntava logo “vais sair?”, e eu respondia, “vou só ali foder uma cona, estou de volta para o almoço”, agora anda um pouco estranha.

Ou melhor andou, porque já não anda, está tudo esclarecido, eu via-a sair e algum tempo depois, voltar afogueada e vermelha, e para mim que sou um profissional, eu disse logo, “foste foder, mulher?”, e ela finalmente respondeu, “fui, já ando há algum tempo a levar na cona do nosso vizinho”.

Eu pensei, “vizinho … vizinho .. foda-se só se for o caralho do gajo preto”, e perguntei, “mulher, no nosso prédio o único homem com categoria para te foder é o gajo preto do segundo”, ela respondeu, “é esse querido”, e eu insisti, “e estás a gostar? o pau dele é tão eficiente como o meu?”, ela continuou, “ele não tem a tua qualidade, amor, mas está a aprender, eu estou a ensinar a ele algumas coisas que tu me disseste, importas-te, querido”.


Eu estava sentado no sofá, o meu caralho sentiu um leve tremor de tesão, “querida, não, tu também és uma profissional, os meus segredos já não me fazem falta, se estás a levar na cona para transmitir esses conhecimentos acho bem”, e ela perguntou, “e querido? quando fodias as gajas todas, os maridos gostavam de ver?”.

Parecia que ela tinha tocado numa tecla, “muitos amor, houve uma vez que eu vivi na casa deles, eu estava lá para prestar um serviço, comer a cona da mulher, era tudo incluído”, a minha mulher suspirou, “eu gostava muito, querido”.

Eu perguntei, “gostavas que eu te visse foder?”, ela abanou as mamas de satisfação, “eu amo-te muito amor, que não fores ver a tua mulher a levar na cona fico muito triste”, eu sorri, “querida, isso é chantagem emocional, e se eu não gostar de ver o caralho do gajo preto a foder a tua cona?”.

Ela riu-se, parecia que era eu agora que me sentia intimidado, foi desse receio que nasceu o meu negócio, as gajas procuravam homens e eles fugiam com medo, ela disse, “tens que ver amor”, ela olhou para o relógio, “está na hora da minha foda, vou ter com o Marcelo”, ela puxou-me por um braço, “vem querido”.

Eu respondi, “vai querida, faz a tua terapia, eu vou pensar no assunto”, e ela saiu porta fora.

Óleo indígena no Oriente Médio

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Óleo indígena no Oriente Médio

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Levar a minha mulher comigo numa viagem normal de negócios nunca me pareceu uma grande ideia, e então a minha que tem uma capacidade tão grande de persuasão, motivação e energia, que me deixa totalmente desconcentrado, e no fim, descubro, há coisas que não se podem misturar, e pior ainda no Dubai.

Entrámos no hotel com ela à frente carregada de eletricidade, e eu uns metros atrás a parecer um seu criado, os homens observam-na nas suas curvas perfeitas, o rabo espetado, as mamas na medida certa, para eles não devo ser o marido, e as malas, foda-se!!

As malas são umas quantas apesar dos negócios serem só uns dias, nas mulheres há sempre esse desvio, consideram todas as hipóteses por muito improvável que seja a sua concretização e por isso andam preparadas, o pior são as costas dos empregados que as carregam e claro o meu dinheiro.

Mas claro por esta mulher eu faço tudo, ela tem o que parece a ingenuidade de uma menina, mas está sempre atenta, e quando importa, o espírito decisivo aparece, e como uma leoa ferida solta as garras, e é por isso, que no nosso real aceitamos tudo.

E por isso quando ela disse, “amor, vai trabalhar, querido, se precisares de mim .., eu vou vadiar ..”, eu ainda ia perguntar, “para onde?”, mas ela adivinhou os meus pensamentos, “para onde eu quiser, querido, para já vou para a piscina, há lá sempre rapazes bonitos”, ela fez um beicinho com os lábios, a passar a mão na minha careca, “importas-te, amor? tu sabes que eu gosto de relaxar”.

Eu ainda insisti, “querida, o trabalho pode esperar, eu posso ir contigo”, ela olhou para mim, “amor, tu sabes, eu gosto que vejas a tua querida brincando, mas hoje ..”, eu percebi ela queria estar sozinha, e aproximou-se do meu ouvido, “eu depois conto tudo”.

E vi sair a minha mulher num bikini minúsculo, o preto ficava-lhe bem, enrolada num quimono florido, sentado na beira da cama, eu tremia de excitação, lá em baixo devia já estar um árabe à minha espera, eu desci minutos depois.

Desci para o átrio, o árabe estava impaciente, “temos de ir”, eu perguntei, “não viu uma mulher passar por aqui?”, ele aproximou-se como se fosse contar um segredo, “eu vi mas não posso dizer abertamente, mas por Alá, caralho, que mulher!!”.

Para ele dizer aquilo daquela maneira, era o suficiente para perceber o efeito que ela tinha nestes homens, eu disse, “é a minha mulher”, ele fez uma curvatura com o corpo, “ai desculpe, desculpe”, eu disse, “não peça desculpa, eu sei o tesão que ela causa nos homens, eu tenho de ir à piscina”.

Ele fez um movimento com a cabeça, “as coisas mesmo importantes podiam esperar”, tomámos a direção da piscina, os nossos pés eram penas que quase não tocavam no chão, e eu vi, ela estava deitada numa espreguiçadeira, ela tinha aliviado a parte de cima do bikini, e quando se levantou, no corpo nu apenas se via um triângulo negro de tecido a cobrir-lhe a cona.

Um pouco afastado eu e o árabe, escondidos, víamos um jovem sentado numa cadeira vestido com uma farda branca, eu pensei, “um empregado?”, que olhava para a minha mulher e quando ela saiu da água e agarrou na toalha, ela virou-se para ele a limpar o corpo e eu vi o contorno do caralho teso dele nas calças justas.

Eu reparei que a minha mulher olhou em volta para os lados para ver se havia alguém à espreita, e não nos vendo, nem a mim, nem o árabe, ela avançou para o jovem, “trabalhas aqui?”, ele sorriu apreciando o corpo dela de alto a baixo, “faço massagens”, ela pareceu surpreendida, “mas és massagista?”, ele sorriu novamente agora mais intensamente, “as minhas massagens são alegres com final feliz”.

Eu reparei que a minha mulher sorriu com uma gargalhada quase impercetível, aproximou o corpo muito perto da face dele, e depois segurando-lhe o queixo com a mão, “eu gosto muito dessas massagens, estás disponível para mim? achas que me aguentas?”, ele retorquiu, “depende do que gosta”, eu e o árabe ouvíamos, “eu gosto de tudo, querido”.

Ela aproximou-se ainda mais, baixou o tronco e pondo-se quase de cócoras, eu vi a minha mulher a passar a mão na verga grossa que o jovem exibia saliente nas calças, ela dizia, “isto ajuda-te nas massagens?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, e ela continuou, “vais massajar-me com este pau amor?”, a voz da minha mulher deixou-me tão teso que tinha medo de fazer algum ruido que me denunciasse a mim e ao árabe.

Ela continuou, “não está aqui ninguém, posso ver?”, ele disse que sim, e eu vi a minha mulher a puxar as calças e a saltar delas para fora uma vara grossa que devia de ter mais de 20 centímetros, ela agarrou no caralho a massajá-lo levemente, “onde me vais dar a tua massagem?”.

Ela continuou a bater o pau, o prepúcio vinha para baixo, e mostrava a cabeça gorda e rosada, ela mal conseguia prender na mão o caralho tão grosso, e foi então que eu vi, ela conduziu os dedos do jovem para o clitóris dela, e ela gemeu de prazer, “hum ai mais mais”, os dedos dele rolavam pelos lábios da cona entre o bikini, a boca dela apertou o pau nos lábios, a língua correu na cabeça grossa, quando começou a estremecer, a cair de joelhos, e eu sabia, a minha mulher estava a ter um orgasmo.

Durante uns segundos ela agarrou no caralho dele, como uma vara para não cair, e ele disse, “vamos para o meu sítio, quero acabar a massagem”, e vi-os a andarem juntos para uma cabana de cortinas de pano, como um solário, mas mais privado, quando o vento batia eu e o árabe conseguíamos ver tudo.


Ela tirou as cuecas do bikini, e o jovem colou o corpo ao da minha mulher, “você gosta no cu”, a minha mulher sorriu de alegria, “gosto muito querido”, ela dobrou-se numas almofadas e ele montou-a por trás, o caralho grosso entrou no vale delicado e entre as nádegas mergulhou na cona, prosseguiu até ao fundo e depois, como se se tivesse enganado no caminho, saiu rápido e espetou-se no cu da minha mulher, “aihmm hum querido”.

O jovem começou a bombeá-la com força, entrava e saia, com as mãos abria-lhe as nádegas, “ai amor massaja-me o cuzinho todo”, ele acelerava empinando-lhe o rabo para cima, para o caralho entrar mais fundo, “aim foda-se que massagem no cu amor mais fundo mais força”, ele estimulado ao limite pela minha mulher começou a tremer e não demorou tempo, ele e ela gemeram e uma golfada de porra saia do ânus da minha mulher.

Eu sabia que era tempo de eu e o árabe irmos embora, mais tarde ela contar-me-ia tudo e eu ficaria a saber se ela era fiel a dizer mesmo o que se tinha passado, eu sentia uma dor tremenda no pau e acho que também tinha me vindo, no carro a caminho dos negócios, o árabe que normalmente falava muito, não abriu a boca, só olhava para o telefone.

Quando cheguei mais tarde, a minha mulher deu-me um beijo na boca e um abraço, “então amor, os negócios?”, eu respondi, “correram bem, melhor do que esperado, o meu amigo árabe ajudou-me muito”, e depois continuei, “e tu?”, ela rodou o corpo, “amor, fiz só uma massagem, depois conto-te tudo”, passaram uns segundos, “vamos estar cá mais tempo, gostei das massagens, acho que vou fazer mais, não te importas querido?”

Eu ia dizer que não, quando ela disse, “humm, e querido, ligou para aqui um teu amigo árabe a perguntar se podia ser o meu massagista”, ela moveu-se suite e eu fiquei ali parado a olhar …

Noiva submissa e os dez conselhos

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Noiva submissa e os dez conselhos

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A ligação mais forte com o meu sogro começou de uma forma inesperada e depois de uma primeira intimidade entre nós, passei a gostar muito de visitar os pais do meu marido, que se transformou numa necessidade, essa de sermos alimentados com espírito, mas também por desejo dos sentidos.

Mas o meu marido vê nesta minha união com o pai dele um interesse excessivo e inconveniente da minha parte, e não é que tenha ciúmes, ou sequer que não confie em mim, quando desapareço com o pai lá para o escritório, o meu marido costuma dizer, “pergunto-me o que vocês andam a fazer, já parece que têm segredos”.

Um dia quando chegávamos a casa, eu sentia-me indolente na viagem de carro, o meu marido insistiu, “tu e o meu pai hoje estiveram horas lá em cima, eu estive quase para lá ir, mas …”.

Eu acordei do meu adormecimento pesado, “mas o quê?”, ele continuou, “tu sabes, desde que ele traiu a minha mãe, eu e o meu nunca mais falámos, pelo menos de uma maneira normal, e se tu passas tempo com ele, talvez para mim até seja melhor”.

Eu fixei-o no olhar, “melhor?”, ele prosseguiu, “sim, passo mais tempo com a minha mãe, e assim não tenho de dar desculpas ao meu pai para não lhe ligar nenhuma”, eu olhei de novo para o meu marido, “está bem, querido, combinamos assim, eu cuido do teu pai e tu entreténs a tua mãe”, e não sei, o meu marido pareceu-me agradecido.

Entrámos em casa, tirei a roupa até ficar nua, ia para tomar um duche morno, e o meu marido comentou, “foda-se! querida, estás um tesão, tão luzidia, amor, é como se tivesses estado a foder, ai amor, quero muito lamber-te essa cona”.

Abri a água que corria em queda sobre o meu corpo, e passou-me um filme pela cabeça, foi talvez uns meses antes de casarmos, a mãe do meu marido aproximou-se, e puxando-me com um braço para o lado, sussurrou ao meu ouvido, “hum, minha futura nora, agora que está noiva do meu filho, gostava muito de dar-lhe uns conselhos”.

Eu sorri para a minha quase sogra condescendente, e ela dizia, “ai minha nora gostava de dar-te uma lista de conselhos, é importante que saibam educar os filhos, principalmente as meninas”, eu olhei para o papel escrito numa caligrafia confusa, com um titulo os “dez conselhos para as mães”,

1.°— Revela a tua filha os mistérios da vida na aurora da sua juventude;

2.°— Não fujas nunca á resposta de qualquer pergunta que ela te faça;

3.°— Escolhe os teus criados e criadas com todo o cuidado, pois um auxiliar estúpido pode divulgar-lhe os formosos segredos da natureza de forma inconveniente;

4.°— Procura atrair a confiança de tua filha, para que ela não tema revelar-te os seus segredos;

5.°— Vigia cuidadosamente as amizades que ela escolha, pois, a influência das amizades na nossa vida é um fator poderoso para o bem ou para o mal;

6.°— Estimula a camaradagem de tua filha com bons meninos da idade dela. Recebe-os, mesmo, e acarinha-os, em tua própria casa. Acredita: isso evita que a tua filha brinque com eles na rua às tuas escondidas;

7.°— Não lhe proíbas nada em absoluto. Lembra-te de que o proibido é o mais desejado;

8.°— Dissuade-a de assistir ou ir a bailes ou locais públicos onde se dança. As toilettes, de um sensualismo incrivelmente atrevido, é que convida os homens a comentários e observações indesejadas;

9.°— Permite-lhe que assista a bons eventos de qualidade, como boas obras teatrais;

10.°— Aconselha-lhe a leitura de bons livros. Eles próprios lhe ensinarão o melhor caminho que ela tem a seguir.

Eu ainda ia a meio da leitura dos dez conselhos, quando o pai dele se aproximou de mim, “então a minha mulher já deu recomendações de como deve educar os filhos?”, eu olhei para ele e senti-me intimidada, pensei que no futuro a nossa relação seria sempre informal e distante.

Ele sussurrou ao meu ouvido, “a minha mulher agora é uma beata!”, eu virei-me confusa e surpreendida, “ainda estou para saber como é que uma puta tão boa como ela era se transformou nisto”, a forma como ele tinha dito aquilo tinha sido tão repentina e audível, que olhei para os lados depressa, a julgar que alguém tinha ouvido.

Ele entregou-me para a mão um copo com um vinho do Porto, e sussurrou outra vez, “eu adoro putas, o meu filho é um beato como a mãe”, eu olhei para o vinho como se tivesse uma droga dentro, “eu adoro cona, levanto-me a pensar em cona, o dia todo só vejo cona, e deito-me a sonhar com mais cona”.

A conversa era o que era, mas fugir do meu futuro sogro parecia má educação, ele tocou-me no ombro e olhou para a mulher, “estás a ver aquele cu, ela adorava levar no cu, todos os dias eu partia o cu da minha mulher, e agora? nada!!”, a voz estava irritada e o bafo da respiração no meu pescoço, “e coninha? e chupar no meu caralho? nada!! e ela era tão boa a chupar o meu pau!!”.

Dei conta que a água do chuveiro corria pelas minhas mamas, pelo corpo abaixo, inundando a minha cona, e lembrei-me de uns dias depois quando ele pediu para ir ter com ele ao escritório, uma espécie de sótão fortificado, mais de um mês depois da nossa última conversa, “e então o meu filho?”, eu perguntei, “o seu filho ….?”, ele insistiu, “sim, querida, ele tem comido a tua coninha?”.

Ele não deu tempo para prosseguir, “senta-te querida, hoje estás especialmente bonita, gosto desse vestido”, eu olhei para o vestido e dei-me conta o quanto era curto, se calhar inapropriado para as regras da beata, as minhas pernas estavam todas à mostra até bem ao cimo das coxas.

Eu puxei o vestido para baixo o mais que pude, e ele mirou-me o corpo todo, “deixa-me mostrar-to”, eu sorri um pouco contida, “quer mostrar-me ..”, ele atalhou caminho, “o meu caralho, estou com um tesão tão grande”, e sem eu abrir a boca, ele baixou as calças e eu vi um caralho grosso e rijo de tão teso que estava.

Acho que deve ter engolido em seco, um nó que se me apertou na garganta, mas de um desejo intenso que me excitava por baixo, os meus mamilos explodiam apertados, e ele gemeu piedoso, “chupa-me o caralho querida, esquece o meu filho, ele não te vai foder como eu, deixa-me comer esse teu cuzinho”.


Quando ele disse aquilo, eu recordei-me que o meu noivo e futuro marido nunca se tinha interessado por foder o meu cu, que era uma coisa que eu gostava tanto, e eu perguntei, “pai do meu noivo, não sei?”, ele insistiu, “querida não há problema, casas com o meu filho, mas sabes que comigo não te falta caralho, amor”.

A minha cona ardia de tesão, encharcada da humidade que brotava da vontade do meu corpo, levantei-me da cadeira, e ajoelhei-me aos pés dele, o caralho puxei-o para a minha boca, “linda menina, chupa amor, deixa-me doido, hoje vou comer essa cona e esse teu cuzinho, amor, o que o meu filho não te der, eu dou-te querida, vais ter muito caralho”.

Neste momento, eu ouvi a voz do meu marido, “então querida, ainda no banho?”, os meus dedos brincavam com os lábios da minha cona quando recordava o caralho do meu sogro, que naquela primeira tarde e nesta última de hoje, a enterrar-se no meu cu todo inteiro até ao fundo, fez-me tremer de mais um orgasmo, de um calor que veio de baixo até à minha boca, “ai foda-se! estou-me a vir toda!!”.

O meu marido gritou, “o quê? amor”, eu saí do banho e cai na cama, “ai querido estou tão cansada, eu sei que não gostas do teu pai, mas o meu tempo com ele é tão saboroso”, e o meu marido curioso quis saber, “saboroso, o meu pai? aquele herege, que só pensa em sexo, não imaginas o quanto fico preocupado contido, amor”.

Maridos Alegres

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Maridos Alegres

😁
Foda-se! quando a minha mulher disse que eu tinha de falar com o meu genro sobre o assunto de se ser corno (ou o cuck como dizem lá fora), nunca pensei que pudesse ser tão falado e discutido quando dantes o que se queria era que isso fosse segredo, principalmente quando era apreciado, porque isto de ser corno também tem as suas vantagens.

A minha mulher veio ter comigo, “tens de falar com o Xavier, ele anda um pouco confuso, parece que quer saber o que é ser corno, e depois essas novas palavras, cuckold e outras, que fazem de tudo parecer positivo, é a tua filha que arranja problemas, e eu disse-lhe, “fala com o teu sogro que ele tem experiência no assunto”.

Por momentos ainda fiquei na dúvida daquilo de eu ter experiência, mas depois fui à procura do Xavier e com um ar superior de entendido, perguntei, “então meu rapaz, o que queres saber?”, e ele respondeu que tinha discutido com a minha filha e que ela batia o pé a dizer que havia o corno mau e o corno bom, que este partilhava a mulher com outros, e que ficavam todos a gostar muito.

Eu perguntei, “tens mesmo a certeza? a minha filha disse isso?”, ele acenou que sim, “mas porquê o interesse agora?”, ele dizia, “acho que ela falou com a mãe, que andava um pouco triste, talvez muito insatisfeita e depois, meu sogro, elas começaram a falar e era corno para aqui e para ali, e como eu não sei nada disso, por isso é que vim perguntar”.

E então eu perguntei, “mas afinal o que queres saber?”, ele parecia reticente, como se fosse dizer qualquer coisa estúpida, “não sei, fiquei com a ideia que a sua filha quer que eu seja corno, mas um corno satisfeito e alegre, não é como daqueles que havia dantes que era uma vergonha, ela até disse, vê o meu pai, não vês como anda muito bem”.

Estive ali a marcar passo, como agarraria no problema, “aí a minha filha disse isso?”, ele mexeu a cabeça, “pelo que a sua filha disse fiquei a pensar que o meu sogro e a minha sogra têm algum entendimento, têm?”, agora fui eu a abanar a cabeça, “nós temos um entendimento, mas eu não diria que sou corno, digamos que nós brincamos juntos.”

Ele fazia uma careta de não perceber nada e querer mais esclarecimentos, “não sei se a minha filha sabe, mas eu e a mãe dela gostamos de mais gente no meio”, ele sorria com a minha explicação desastrada, “o que quero dizer é que não me importo que a minha mulher foda com outros homens, ao contrário de ficar incomodado até gosto e aprovo.”

Perguntou ele, “mas … o meu sogro descobriu alguma coisa .. apanhou a sua mulher a foder com outro … e depois resignou-se …”, agora fui eu a fazer uma careta, “não, na altura andava a fantasiar, quando a via a falar com um homem ou um rapaz mais novo imaginava e fantasiava com ela a levar no cu, e isso dava-me um tesão enorme”, ele baixou os olhos e insisti, “e tu? já tiveste essa visão da minha filha a levar na cona de outro homem?”, ele respirou profundamente, “já, e não só, ela a chupar um caralho e a levar no cu”.

Eu perguntei, “e ficaste excitado com essa visão? “, ele dizia que sim, “e não imaginaste mesmo a minha filha a chupar um caralho e tu a ver? e a acompanhar?”, ele dizia sim, sim, ficava com o meu pau teso só de pensar, e depois rematei, “isso não é ser corno, eu sei e aprovo, eu sou antes um marido alegre, e foi assim que combinei com a minha mulher”, ele dizia, “sim, mas ainda não percebi, como foi que conseguiram?”.

Eu olhei para ele, “ouve, Xavier, cada um tem o seu estilo, eu e a minha mulher, ela gosta de ser submissa, e um dia tivemos a visita de um amigo, que galanteava a minha mulher, e eu fui ter com ela e disse, “eu quero muito que fodas com ele, ela ficou admirada, e quando ela ia a dizer que não fodia, eu insisti e disse que quem dava ordens e mandava era eu, e que ela tinha de me obedecer”.


O meu genro perguntou, “e a sua mulher obedeceu?”, eu respondi, “a minha mulher gosta de ser dominada, de estar por baixo e de ser submissa, e havias de ver, ela adorou, nunca tinha visto a minha mulher a foder daquela maneira, caralho, cona, cu, tudo, nunca me senti tão alegre e satisfeito, quando ele tremeu de orgasmo”, ele sussurrou, “mas ainda fazem essas … combinações?”, eu sorri, “claro, nós temos uma vida sexual ativíssima, a minha mulher agora é uma hotwife, e já nem a posso parar, só pensa em foder, e eu fico tão satisfeito”.

E depois continuei, “a minha filha se calhar também quer a mesma emoção da mãe”, ele mexeu as sobrancelhas, “emoção? levar na cona de outros homens com a minha aprovação, um marido contente como o meu sogro, isso não vai dar problemas?”, parecia desajustada aquela observação, “problemas? Eu nunca andei tão contente, ela anda sempre esfomeada, a alegria, a pele, a saúde, é tudo, nunca esteve tudo tão bem”.

“Mas caralhos maiores?”, eu fiquei a olhar para ele, a pensar no que tinha dito, “caralhos maiores?”, e ele prosseguiu, “posso ficar com alguma insegurança .. ver a sua filha a levar na cona com um caralho enorme”, eu sorri, “meu genro, registo o que digo, quantos maiores forem mais alegres ficamos, eu adoro ver a minha mulher a apanhar com um caralho gigante e a gemer de dor e prazer”.

Depois ele perguntou, “mas como é que faço?”, eu respondi, “eu vou dar-te um grande conselho, eu conheço a filha que tenho, nunca vi uma puta tão grande, se eu fosse a contar os gajos que a foderam perdia aqui muitas horas contigo, trata-a como uma puta que ela vai gostar, da próxima vez dizes à minha filha que ela não tem desculpa, e que vais arranjar um caralho teso para a castigar, para tu ficares alegre, ela só tem é de foder”.

Pode ser só um mau hábito - Quarta Aula

18:15 0
Pode ser só um mau hábito - Quarta Aula


Íamos a caminho do aeroporto para ir buscar o A., o companheiro da minha mãe que há mais de três meses estava preso numa plataforma de petróleo do mar do Norte, e eu que não dormira nada a pensar no que acontecera no dia de ontem, com a minha mãe a chupar o meu pau, o sol batia-me nos olhos à medida que o carro avançava aos solavancos, e eu pestanejava de dor.

Ela pareceu surpreendida com o meu silêncio, “o que se passa?”, eu olhei para ela, “a tua performance onde à noite no sofá!”, ela sorriu, “não fui eu, lembraste? era a tua namorada, mas ela fez-te uma boa performance, gostaste?”, eu respondi, “gostei, mas não sei se era por seres tu, ou essa namorada inventada”.

Acho que fui eu que mudei de assunto, “O A. deve vir cheio de fome?”, olhei para o vestido simples que trazia, daqueles de cheiro a verão, que recuou quase tudo até cima, a perna dela robusta, a pisar no acelerador, os seios soltos, levemente apertados num laçarote, “humm amor, a fome dele de cona dura pouco tempo, porque é que achas que tenho de me governar, e depois três, às vezes, seis meses fora, o A. sabe bem que ando a foder”.

Eu perguntei, “e ele? não se importa?”, ela deu uma pequena gargalhada, “não querido, o A. é uma espécie de corno apático, ele não quer é saber de detalhes, para ele é como se não soubesse de nada e eu continuo a ser o amor da vida dele”, e eu insisti, “e és mesmo? o amor da vida dele?”, ela sorriu condescendente, “sou mesmo, querido, o A. é o homem que me entende, como humanos ao cimo da terra ele é único, as fodas por fora, são uma brincadeira, uma coisa animal, e ele sabe”.

Mas agora foi ela a mudar de assunto, “e tu filho, essa coisa de seres bicha, achas que consigo converter-te”, rimo-nos os dois, “converter em quê?”, e ela continuou, “então de bicha para hétero, ou pelo menos bissexual, filho, como o teu pai disse, não podes andar só a levar no cu”, eu intervim, “eu gosto de levar no cu, mãe, dá-me prazer”.

Ela prosseguiu com a conversa, “mas querido, conta-me, sei lá, uma vez qualquer, como aconteceu”, eu disse, “posso contar-te uma das últimas, não sei se foi a partir daí que o meu pai começou a dizer que eu era bicha”, e ela insistiu, “ainda melhor, conta”, o aeroporto não estava assim tão longe, a memória daquele dia voltou à minha cabeça, e eu senti que o meu pau endurecia.

Eu continuei, “basicamente começou com um amigo do meu pai, ele estava lá em casa e deu-me boleia”, a minha mãe voltou um pouco a cara, “já estou a ver, tu seduziste o homem”, eu passei a mão no meu caralho teso, “acho que foi mútuo, o pai tinha estado a noite toda a dizer que eu era bicha, e não sei porquê, ele logo que teve uma oportunidade, veio-se logo embora”.

“Mas filho, tudo bem, já conheço o teu pai, acho que ele também é bicha, não quer é assumir, mas como foi isso de ires de boleia?”, eu respondi, “oh, mãe, isso foi inventado, porque a nossa sedução mútua começou lá em casa, ele olhava para mim e eu para ele, e quando eu perguntei se ele me podia deixar num sítio, nós já sabíamos que íamos foder, é como tu, mãe”.

Ela perguntou, “como eu como?”, eu insisti, “quando te encontras com um homem ou falas de certa maneira, já sabes o que vai acontecer, e eu com ele foi a mesma coisa, quando o pai foi ao escritório, ele virou-se para mim e comia-me com os olhos, eu reparei, ele passou a mão junto ao pau, e eu percebi que ele estava teso, não enganava, ele estava a pedir para me foder o cu”.

Ela sorriu, “que tesão, filho, e o caralho dele? era bom?”, eu respondi, “adorei, um tesão, adorei dar-lhe o meu cuzinho, e foi mesmo no carro, no caminho parámos num sítio que parecia um pinhal, e, mãe, eu despi os calções, e foi assim, eu abri-lhe as pernas e ele fodeu-me como se fodesse a mulher”.

Ela deu uma gargalhada, “estamos quase a chegar, e, caralho, filho, e ele tem mulher? ele é casado?”, eu respondi, “é mãe, é casado, mas passava mais tempo em nossa casa com o pai, do que com a mulher, é como dizes, o pai deve ser bicha e não quer reconhecer, e a ligação deles?”, ela estava curiosa, “ligação como?”, eu continuei, “não sei, é como se fossem íntimos, ou como se um deles estivesse apaixonado, sem querer reconhecer”.


Saímos do carro, batemos as portas, fomos caminhando até à porta de saída, “vamos, o A. deve estar à nossa espera”, e depois olhou para mim, “é como te digo querido, o teu pai também gosta de levar no cu, não quer é sair do armário”, olhámos para um aglomerado de gente e lá no meio sobressaia um homem alto, “é ele, querido”, ela correu para o A., ele sorriu a dar-lhe um grande abraço, e foda-se!! ocorreu-me que nunca o tinha visto.

Mas à medida que se ia aproximando, eu percebi, era um homem bonito, mas tão mal empregue nas garras da minha mãe.


Começar por baixo - Terceira Aula

21:54 0
Começar por baixo - Terceira Aula


Ela tinha-me dito que amanhã o A. estava de volta, mas que eram apenas uns dias, provavelmente não mais de uma semana, e depois ia-se embora mais uns três meses, para as plataformas petrolíferas, e eu pensei nele, se bem me lembrava, era um tipo calmo, e acho que sabia mais do que parecia, que a minha mãe era louca por levar na cona, mas ele lá aguentava.

O jantar tinha sido simples, víamos qualquer coisa na televisão, e ela dizia, “foda-se, filho, estou exausta, eu costumo foder muito, mas hoje foram dois dos fortes, e eu já não sou como era, dantes viessem quantos fossem, e eu não ficava saciada”, e depois ela continuou, “eu reparei que tu te vieste, estavas com o teu pau bem rijo”, ela riu-se, “deu-te prazer ver a tua mãe a foder?”.

Eu encolhi as pernas no sofá, “não sei, gostei de ver os paus deles, bem tesos”, ela deu um grito, “ai filho, que és mesmo bicha, amor”, e depois ela prosseguiu, “mas viste os paus deles e depois?”, eu devo ter feito uma careta qualquer, “o que é que sentiste? querias tê-los no teu cuzinho?”, eu encolhi ainda mais as pernas, sentia uma forte excitação das palavras, “não sei, acho que sim”.

Ela mandou-se para cima de mim e abraçou-me, “para a próxima digo-lhes para foderem a minha coninha e o cuzinho do meu filho, o que achas?”, eu fiz um aceno com a cabeça a dizer que sim, e depois ela disse, “deixa-me ver”, eu olhei para ela, “o quê?”, ela continuou, “o teu caralho, amor, deixa a mãe ver”, eu baixei o pijama e o pau saltou para fora, e ela agarrou com a mão.

Por um momento, senti a mão fria, depois a apertar a cabeça, ficou vermelha e o sangue não passava, ela disse, “querido, é verdade que nunca chuparam o teu pau?”, eu respondi, “uma mulher não”, ela abriu muito os olhos, “humm, então já chuparam o teu pau!”, e depois insistiu, “amor, fecha os olhos, imagina que quem tem o teu pau na mão é a tua namorada”.

Eu fechei os olhos e perguntei, “o que vais fazer?”, ela não respondeu, eu senti um calor, como um bafo de respiração, e depois, foda-se!! depois, um toque tão leve, num frio e quente misturado, como a sombra de um glaciar, beijou a cabeça do meu caralho, “ai, foda-se! o que está a acontecer?”, a minha mãe dizia, “amor, não abras os olhos”.

Ela depois disse, “eu gostava de arranjar uma amiga para fazer este trabalho, mas se há coisas que queremos que sejam bem feitas, temos de ser nós mesmos”, eu não ouvia, navegava agora no esquecimento, o que tinha sido um beijo, era agora um longo abraço, de um morno como o caminho de um caracol, e depois o aperto final.

O meu estômago era pedra, ela dizia, “não abras os olhos, amor, sou a tua namorada”, almofadas macias de veludo, apertavam a cabeça do meu caralho, e depois num arrepio molhado, a língua da minha mãe enrolava-se como uma cobra, subi as coxas a fazer força para cima, e disse, “ai foda-se!! vou-me vir, ai, caralho”, contorci-me para dentro a apertar, a não deixar sair.

Mas era mais forte e uma explosão de luxúria soltou-se, “deixa amor, deixa, vêm-te, a tua namorada aguenta”, ela batia agora uma punheta, “aihmm foda-se!! aihmm!! caralho, estou-me a vir todo”, a boca dela presa no meu pau, e depois saía, “vem-te amor”, e deixei-me cair para trás, ela pôs-se de lado, “podes abrir agora os olhos”, o meu caralho ainda estava teso, a minha mãe batia uma punheta, tudo muito devagar a fechar uma cena, “gostaste amor?”, eu disse, “gostei”.

Ficamos em silêncio, foi só alguns segundos, depois alguns remorsos, ela perguntou, “achas que não devíamos ter feito?”, eu respondi, “já não me lembro”, ela voltou a pousar a mão no meu pau, puxou a pele do prepúcio para trás, “humm, filho, tens um caralho tão bom, ias fazer tantas mulheres felizes, essa coisa de seres bicha, é mesmo a sério?”.

E antes mesmo de eu responder, ela voltou a dobrar-se e engoliu o meu pau outra vez, “não gostas de seres chupado?”, eu respondi, “gosto, mas …”, ela parecia enfurecida, chupava o meu pau com força, todo enterrado na boca, eu apertei as nádegas para dar um impulso.


Eu gemi, “ai caralho!! venho-me outra vez, ai foda-se!!”, ela riu-se, “vou lamber tudo, vem-te querido”, todo o meu corpo tremeu, “ai hummm”, as minhas ancas subiram como molas”, agarrei na cabeça e forcei para dentro, a boca enchia-se de porra, “isso amor, deita solta”, ela engoliu tudo e eu deixei-me cair indolente.

Ela levantou-se, “é um nosso segredo, querido”, levantou-se, “vou tomar um banho, estou mesmo exausta”.


Estou a aprender - Segunda Aula

21:44 0
Estou a aprender - Segunda Aula

Õ
Eu estava a tomar banho quando a minha mãe entrou na casa de banho, “e então amor, sonhaste muito com o que viste ontem à noite?”, ela sentou-se na sanita, e eu ouvi o som da urina, eu gritei, “mãe, estou nu, não sei se reparaste!!”, ela respondeu, “amor, depois de tu teres visto a tua mãe a foder, eu ver-te nu ou tu veres-me nua, é o nosso segredo, querido”.

Eu saí e ela entrou no chuveiro e enquanto limpava o corpo numa toalha, eu perguntei, “e mãe, quando o A. chegar vamos ter esta liberdade?”, ela gracejou, “não amor, ele é como o teu pai, quadrado, é o que tenho de sorte”, a água corria-lhe sobre o corpo nu que eu admirava, “ele depois vai-se logo embora, e depois querido, o problema é esse, a tua mãe só pensa em foder”.

Umas horas depois estávamos numa esplanada, o sol batia forte no chão, e debaixo de um guarda-sol gigante, ela perguntou, “mas querido nunca fizeste nada com uma mulher, chuparem-te o pau, lamberes uma coninha, nada?”, eu insisti, “nada, mãe, é que não é fácil, parece que as mulheres precisam de um cenário, que lhes façam a corte, e com um homem parece tudo mais fácil, há em engate e pronto, é uma troca simples”.

Ela sorveu um pouco de café, sacou de um cigarro e lançou uma fumarada no ar, “eu compreendo, querido, não são como a tua mãe, eu adoro dar a cona, amor, e se um homem me agrada, eu não espero, eu passo à ação”, eu esbocei um sorriso porque as palavras excitavam-na, uns bicos tesos apareceram na blusa, “ai, querido, estou sempre cheia de tesão, dou todos os dias uma foda”.

Eu olhei para ela, “todos os dias, como?”, ela continuou, “todos os dias amor, não sou como essas gajas, se for preciso chego ao ouvido de um homem, e pergunto se me quer comer a cona, e olha, muitos são como tu, têm medo, mas alguns destacam-se, é preciso é acalmá-los, os homens, amor, são tão inseguros, acham que o caralho que têm nunca chega”.

E depois ela deu uma gargalhada violenta, todo o corpo tremeu e pessoas viraram a cabeça, sussurrou-me ao ouvido, “e a verdade é que quase nunca chega, amor, a maioria não sabe foder”, deu outra gargalhada, “a tua mãe podia abrir uma escola”, ela lançou mais uma fumarada, “e tu, amor, vais ser o meu aluno, eu quero ver-te a comer uma cona”.

Estivemos assim uns segundos a saborear o sol da manhã, ela olhava para os lados e eu reparei, um homem sozinho olhava para a minha mãe, e eu disse, “ele chegou há pouco e não deixa de olhar para nós”, ela voltou a cabeça e depois riu-se, “não sei, eu vou perdendo a memória, se calhar ele já me comeu, e anda à procura de mais”, eu fixei os olhos do homem e ele levantou-se e veio na nossa direção.

Ele aproximou-se do ouvido da minha mãe e disse qualquer coisa impercetível, ela fez sinal para ele se assentar, e ela disse para mim, “estás a ver querido, eu não te dizia? Ele diz que já me fodeu a cona, hum, e o cuzinho também, já me lembro dele”, e depois continuou a falar comigo e a olhar para ele, “e os homens a meio da manhã andam sempre loucos de tesão, amor, tenho de aproveitar, vamos para casa”.

Entramos em casa e eu pensava, tinham passado só umas horas que o homem preto a tinha fodido, isto seria sempre assim, ela pouco ou nada fazia, e seriam os dias todos assim, a foder e a levar na cona, o homem viu que eu o observava nu, mas fez de conta que não me viu, ou pareceu-lhe normal ter mais alguém ali, refrescou-se na casa de banho, e caralho trazia-o duro e teso, quando a minha mãe o chamou, “anda, querido, estou à tua espera”.


Eu e ele entrámos no quarto, que ela deixara meio no escuro, ela sorriu para mim, “quero tanto chupar um caralho”, e deitou a mão ao pénis ereto do homem, que ele quase deu um grito, “hum, foda-se”, a minha mãe abriu a boca, e engoliu-o todo a lamber a cabeça, eu via as nádegas e as ancas dele, arqueadas como molas para cima, empurrava o pau para dentro da garganta de minha mãe.

Eu ouço-a depois dizer, “anda querido fode a minha cona e depois o meu cuzinho”, e depois fez um sinal para mim, “querido, vai mais para o lado, quero que vejas ele a meter o caralho grosso na cona da tua mãe, para veres bem como ele faz”, ele levantou-lhe as pernas, apontou a vara rija e mergulhou nos lábios molhados, abriu-os como dois cortinados e entrou, todo dentro até ao fundo.

De onde eu estava conseguia ver tudo, as coxas tesas faziam força, de cabos de aço que seguravam, o pau espetado e comprido, que entrava e saía encharcado, quando ela pediu, “ai amor, foda-se, abre o meu cuzinho agora, dá-me com força, fode-me duro”, ele tirou a estaca rija, fez força no ânus, ela soltou um grito, “ai querido devagar ai querido, entra mais, ai fode-me toda, ai dá-me no cu, dá-me no cu”.

Eu não aguentava o meu próprio desejo, e senti o líquido quente na minha mão, sem esforço ele saiu viscoso e branco, ao tempo de um brilho vítreo que escorria do cu da minha mãe, quando o homem estremeceu, ela também gemeu, “ai foda-se amor, não aguento mais, que me estou a vir”.

Mais tarde, esfomeados na cozinha, como duas feras perto da presa, a minha mãe disse, “querido, não posso ser sempre eu a foder, tens de começar a fazer qualquer coisa”.


Não fodo mais - Primeira aula

20:35 0
Não fodo mais - Primeira aula
💃

O meu pai é uma pessoa excecional, esteve sempre presente quando eu precisava, mas é muito stressado, uma coisa fora do lugar e dá logo discussão, e os conselhos? Há uma hora em que não consigo aguentar, tem a verdade na ponta da língua, como se soubesse tudo o que interessa saber, até que, um dia, foi ele a dizer, “filho, é tempo de ires viver com a tua mãe”.

E é isso, hoje estou em casa da minha mãe, anteontem estava no aeroporto e a semana passada quando o meu pai falava ao telefone, “oh Lou, é a tua vez, ele tem dezoito anos e eu não consigo fazer nada dele, e o teu filho é como tu, de certeza ele tem mais genes teus do que os meus, porque ele é tão bicha quanto tu és puta, talvez tu consigas fazer dele alguma coisa”.

A minha mãe foi-me buscar ao aeroporto e quando chegou abraçou-me, “há quanto tempo?”, eu quase não me lembrava dela, uma mulher nos cinquenta e interessante, a forma como se vestia, andava e falava, com uma certa energia, fazia os homens olhar para ela, com um desejo físico genuíno, “meus deus, que homem tu estás, tão bonito e tão bem feito, mas que corpo, meu filho, e o teu pai a dizer que tu és bicha”.

Eu lembro-me dos gritos ásperos do meu pai, para ele todos os homens são bichas desde que não sejam como ele, mas uma vez explodi e disse que não havia problema porque eu era mais bissexual e também gostava de mulheres, só que ele insistia, “foda-se, és bissexual e já fodeste com alguma mulher?”, eu respondia que não, não tinha tido oportunidade e ele continuava, “e no cu, filho? Já levaste no cu?”, eu abanava os ombros, virava as costas e ia embora, só o ouvia lá ao fundo, “levaste no cu, caralho, bicha”.

Em casa, a minha mãe, tocou no meu corpo todo, avaliou cada músculo, fazia ruídos de aprovação, tremiam-lhe na boca algumas palavras, acho que restou o caralho, “oh filho, tu és um tesão de homem, querido, nunca fodeste uma mulher?”, eu respondia o mesmo que ao meu pai, e ela prosseguia, ”oportunidade? Oh filho, o teu pai sempre foi muito quadrado, eu arranjo-te a oportunidade”.

Ela tocou-me na perna, subiu a mão até cima, apalpou o meu meio das calças, “é só para tu aprenderes a foder uma mulher”, senti-lhe a mão no meu caralho, aberta cheia no meu volume, “deixa-me ver, se tens aqui uma grande coisa”, a mão fina e seca entrou para dentro, “ai filho tens um pau tão grande, querido”.

Eu senti o meu pau endurecer, e ela continuou, “mas conta-me, filho, gostas mesmo de levar no cu, podes contar à tua mãe, eu também gosto, amor”, eu disse que sim, que tinha tido uma experiência, ela insistiu, “experiência?”, eu abanei a cabeça, e ela prosseguiu, “para vocês agora é tudo uma experiência, eu levo no cu e pronto, dá-me prazer, e tu, quantas vezes tiveste experiências?”, com o tom de voz dela brincava, e eu respondi, “algumas”, ela riu-se, “e sempre no cuzinho”, e eu sorri.

Tivemos assim algum tempo a falar, acho que a conhecer-nos melhor, depois a minha mãe disse, “ouve, amor, eu tenho um companheiro, o A., mas ele está ausente no estrangeiro, e quando ele está fora, eu tenho uns amigos, compreendes?”, eu não sabia se estava a perceber, “eu tenho necessidades, filho, esses amigos visitam-me, é uma coisa que fica entre nós”, devo ter feito um silêncio, “ouve, amor, e a tua mãe vai dar-te a primeira aula, querido, quero que vejas o que é um homem a foder uma mulher”.

Quando entardeceu tocou à campainha um homem preto enorme, devia ter metade da idade da minha mãe, ela deu-lhe um beijo na cara, “entra amor, entra”, ele reparou em mim e fez um sinal com a cabeça, “é o meu … é um amigo amor … ele é bicha .. não te importes .. ele gosta de ver, querido”, o homem negro olhou para mim e disse, “és mesmo puta, tu é que gostas que estejam a ver-te foder”.

A minha mãe puxou-o pela mão, “anda querido vamos foder, estou cheia de fome”, e depois ela acenou com a mão, o homem preto falou para mim, “anda, se gostas de pau, vais ver o meu a foder o cu desta puta, nem imaginas o quanto ela gosta de ter um caralho grosso enterrado no cu”, a visão daquele pau negro bem teso, excitou-me o corpo todo, o meu ânus tremeu de desejo.


O homem tirou a roupa e eu vi o corpo de um atleta, alguém que treinava o dia todo, o caralho pendeu grosso e meio murcho, a minha mãe correu para mim quase nua, aproximou-se do meu ouvido, e sussurrou, “aprende com ele querido, quero que vejas ele a foder a tua mãe, ele vai partir-me toda, se quiseres excitar-te, não tenhas vergonha”.

E depois ela virou-se, tirou o soutien e as cuecas, e o homem abraçou-a um pouco, “anda, chupa-me o caralho, gosto tanto de o ver na tua boca”, foi quase num segundo, a língua da minha mãe correu de alto a baixo, e o caralho meio murcho ficou uma vara gigante, e eu não aguentava, imaginava aquele caralho a desbravar o meu cu.

O que aconteceu a seguir, parece ter sido num segundo, a estaca negra e grossa, escorregou entre as nádegas da minha mãe, ela olhou para mim a ser fodida, gemia, “ai foda-se, ai, foda-se, fode-me, querido, fode-me”, o homem negro agarrava as bochechas, e o caralho entrava no cuzinho dela, até que ela tremeu, “ai foda-se filho, que foda tão boa, ai filho, ai, o meu cuzinho, ai que me venho toda”.

O pau preto era o que eu via, entrava no ânus dela, um anel enrugado, tenso e aberto, ele tirou o caralho para fora, preso na mão com força, “hurr foda-se hurr caralho”, e um jato branco de esperma inundou os lábios da cona da minha mãe.

Mais tarde quando ele saiu, sentados no sofá na sala, a minha mãe perguntava, “ai filho, vou tomar um banho, gostaste, querido, achas que ele me fodeu bem?”, eu disse que sim, “e o caralho dele, bem grande e grosso, gostaste?”, eu sorri, e ela continuou, “imaginaste a levar com aquele caralho no teu cuzinho, filho”, eu disse que sim, e ela prosseguiu, “vou tomar banho! Eu sei que gostavas, mas quero que tu aprendas a foder uma mulher”.

Ela depois levantou-se ainda nua, olhei para a cona da minha mãe, brilhava ainda de humidade e esperma, olhei-a pelas costas a andar para a casa de banho, parecia uma mulher jovem que tinha dado uma foda …