BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Anal
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Tinha que pôr o meu marido na ordem

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Tinha que pôr o meu marido na ordem

Eu e a minha amiga Mafalda tínhamos perdido a noção do tempo, estacionámos o carro algures numa zona arborizada a caminho de casa, para combinar o que havíamos de fazer com os nossos maridos, e claro, uma coisa fora fácil decidirmos, não pensaríamos em divórcios e iriamos tirar o melhor partido possível da situação.

No inicio, foi um choque, aconteceu comigo e com ela, tínhamos dúvidas se os nossos maridos nos andariam a enganar com outras mulheres, mas ao ir espiar se isso era verdade, acabámos por descobrir que o assunto deles era outro, o meu marido e o marido da minha amiga tinham uma relação intima, eles relacionavam-se sexualmente, o meu andava a levar no cu do marido dela, e foi isso que nós vimos, os dois na oficina, o meu marido vestido com umas roupas de mulher, e o marido dela, a enrabá-lo a ele por trás.


Quando assisti àquela cena, o meu marido a fazer um broche ao marido da Mafalda, depois a virar-se e a levar no traseiro, deixou-me confusa, entre a excitação e a surpresa, não é que não desconfiasse de uma hipótese dessas, dele procurar homens para foder, mas só mesmo vendo eu poderia acreditar, enquanto a minha amiga pareceu ficar satisfeita de sentir que não era outra mulher que fodia com o marido, e assim não se sentia tão traída.

Outra coisa também tinha acontecido comigo e com ela, não sei se foi do choque do que nós vimos, uma espécie de reação alérgica, ou um abalo psíquico, eu e ela beijámo-nos, tocámos nos corpos uma da outra, e naquela noite antes de irmos para casa, no carro, durante um momento, fizemos sexo uma com a outra, uma necessidade de nos satisfazermos, para selarmos um segredo, mas que é matéria de outra história.

Eu e a Mafalda tínhamos decidido não confrontá-los, nem o meu marido, nem o dela, era preciso deixar a poeira assentar, para decidir o que fazer, que decisão tomar, a coisa tinha sido tão inesperada, de maneira que quando cheguei a casa, o plano era esse, manter-me em silêncio como combinado, o meu marido já tinha chegado e feito o que era habitual nos outros dias, tomava um banho, e depois metia-se na cama comigo.

Desta vez, foi ele a perguntar, “estás a chegar tarde, onde é que andaste para chegar a esta hora?”, estranhei a inversão da situação, nas outras vezes era eu a perguntar, mas respondi, “estive com a minha amiga”, ele insistiu, “até agora? O que andam as duas a fazer a esta hora?”, eu estava quase a explodir, tinham passado pouco mais de duas horas, ainda via o ânus dele aberto a deixar entrar o caralho grosso do marido da Mafalda, dele a gemer de prazer e do esperma a correr pelas nádegas.

Tentava resistir, não dizer o que tinha na cabeça, manter o plano combinado, ainda estava tonta com o que vira, não só do meu marido a levar no cu, mas também de ver a piça do marido dela, que coisa tão grande e bonita, tão tesa, rija e grossa, entesou-me toda, que lhe disse "minha amiga, tens de partilhar, se vimos os dois a foder, podemos ser amigas queridas, o que achas do teu marido me comer", ela riu-se e disse "adoro, vou querer muito que ele te foda, para o castigar, vai ter de comer muita cona de mulher".

Tomei também um banho e meti-me na cama, o meu marido tinha acalmado um pouco, encostei-me a ele e passei a mão pelas nádegas dele, acho que tentava sentir com as mãos se havia alguma alteração, o marido da minha amiga tinha aberto o traseiro dele e tinha enterrado ali a piça grossa, de maneira que não resisti e perguntei, “ e tu? Onde é que andaste?”, ele respondeu, “já te disse, estava com o marido da tua amiga”.

Naquele momento, eu senti que o plano ia ruir, a minha curiosidade era demasiado forte, “sim, estavas com ele, mas a fazerem o quê?”, ele virou a cara para mim, “sei lá, a conversar um com o outro”, eu ouvi e decidi que não ia irritar-me, nem discutir com ele, veio à minha mente o que a minha amiga disse, eu perguntara, “e se o meu marido quiser levar mais no cu do teu marido ou de outros homens?”, ela tinha respondido, "olha fode-o tu, há umas gajas que comem o cu aos maridos", eu perguntei, "mas como?", ela respondeu, “com um caralho de plástico, um strap-on, já vi na internet".

Eu insisti, “mas que conversas têm vocês? Tantas noites seguidas?”, ele mostrou alguma irritação, “ora, querida, são coisas nossas”, eu não podia esperar mais, aproximei a minha boca do ouvido dele, “querido, eu sei, tu e o marido da minha amiga fodem juntos, eu sei, querido, ele anda a comer o teu cu, eu vi tudo”, ele ficou gelado, “viste o quê?”, eu respondi, “eu e a minha amiga fomos à oficina, nós bem vimos o que vimos, o marido dela a ir-te ao cu”.


Eu sentia-o a tremer, eu continuei, “ela até que gostou, mas eu, ai que vergonha, o meu marido parecia uma puta, a ser enrabado pelo marido dela", ele estava chocado, como que parado no ar, a boca abria-se e fechava, a de um peixe sufocado, sem voz ou reação, foi-se levantando devagar, sentado à beira da cama, devia estar à espera do que se ia passar.

"E agora?", perguntou ele, eu encostei-me nas costas da cama, “agora nada, querido, já se percebeu que a tua onda é levar no cu, diz-me, querido, à quanto tempo é que dás o traseiro a outros homens?", desde sempre disse-me ele, que quando casou a coisa abrandou, mas depois que voltou ao mesmo, de engates e ligações ocasionais, homens que ia conhecendo, em sítios de encontros habituais, que era paneleiro passivo, por gostar de apanhar no cu.

Continuava ele, "eh querida, desculpa, mas ...é mais forte do que eu", dizia ele, "adoro levar no cu, é mais do que sexo, sabes?", eu perguntei, “e o marido da minha amiga?”, ele questionou, “o que tem?”, eu perguntei, “não sei, tens alguma afeição por ele?”, ele riu-se, “tenho sim, pela piça dele, só isso, adoro chupar aquele caralho, e senti-lo dentro de mim, só isso, e dá-me prazer satisfazê-lo, como se fosse uma gaja, mas é isso que adoro, satisfazer machos”.

Puxei o meu marido para dentro da cama, “querido, eu também vou querer essa piça?”, ele olhou, “o quê? O que quer isso dizer?”, eu respondi, “quer dizer que eu e a minha amiga combinamos que o marido dela ia comer a minha cona”, antes que ele fosse dizer alguma coisa, “e também cu, querido, o teu amigo gosta de foder o teu cu, também pode foder o meu”, ele pareceu confuso, era a vez dele, eu insisti, “e quem te vai foder o cu umas vezes pode ser ele, outras vezes vou ser eu”.

Eu tinha de testar isto, e no dia seguinte, fui à oficina, levava comigo a intenção de falar com o marido da minha amiga, sentir se os desejos dele por mim se mantinham, se ainda havia nele uma vontade de comer a minha cona, encontrei-o e perguntei, “o meu marido diz-me que tem estado à noite contigo”, ele acenou, levou-me para a zona do quarto, “sim, porquê?”, eu continuei, “ele chega tão tarde a casa, vocês andam a fazer alguma coisa?”, ele respondeu, “não, não, nós só falamos”, eu insisti, “não foi isso que ele disse”.

Ele parecia surpreendido e também curioso, talvez de querer saber o que eu sabia, ele perguntou, “mas ele disse o quê?”, eu respondi, “o meu marido disse que estás sempre a falar de mim, que gostavas de me foder, é verdade?”, ele pareceu aliviado, olhou para o meu corpo, eu lembrei-me da piça dele, ele respondeu, “é verdade, queres chupar o meu pau?”, ele desceu os calções, a piça dele saltou para fora, a minha mão foi rápida a apanhá-lo e num segundo, pus-me de cócoras a fazer um broche naquele rolo grosso que eu mal conseguia apertar com a mão.

Ele agarrou em mim como se eu fosse uma boneca sem peso, fez-me encostar na cama e veio por trás, baixou-me as cuecas para baixo, e senti que ele subia pelas minhas costas e montava-me, o rolo grosso passou no meio das nádegas e entrou na cona, fechei os olhos e deixei-me voar, os lábios abriram-se e apertaram com força o caralho dele, que insistia em entrar e sair da minha fenda, longos minutos de prazer como há muito tempo não sentia.

À noite, quando regressei a casa, sexualmente satisfeita, aguardei a chegada do meu marido, eu estava com um tesão novo, agora só pensava em foder o meu marido, ir como ele queria ao cu dele, disse-lhe "meu querido, não mais vais precisar de homens, quem te vai ao cu é a tua querida", ele ficou atónito e surpreendido, disse-lhe então para se despir, fomos depois para a cama foder, a minha amiga já me tinha dito, agora que sabes tudo muda, tens de o submeter, ele agora é o teu escravo, come o cu dele até doer.

Eu tinha o strap-on bem posto, que gritei para ele , "amor, vira para cá o cu, vou-te foder", via-o contente e excitado, quando ele pediu para chupar, começou a chupar-me o caralho, que empurrava para a boca dele, era eu o homem dele, ele a minha mulher, passou-me depois um creme por ele, virou-me o traseiro, e comecei-o a foder.

Enterrei o meu strap no cu dele, escorreguei devagarinho a vê-lo a gemer, que gozo me dava entrar no cu, de ver o ânus dele a abrir-se todo para mim, matraqueava-lhe o cu devagarinho, perguntava-lhe "amor estás a gostar?", ele respondia, "estou amor estou vai come-me todo, come-me o cu todo, vai amor aihmm parte-me todo, faz-me doer bate-me amor".

Não queria fazê-lo sofrer, mas ele pedia-me, "mais, mais", que enterrasse até doer, que o deixasse sem respiração, era o que ele queria, fiz mais força e mais rápido o fodia, de vê-lo a masturbar-se, "aimmm, amor querida aihhm partes-me o cu todo, venho-me todo", estremeceu nas minhas mãos, não aguentava mais, veio-se todo, e ficámos ali prostrados, estava exausta de o enrabar, ele virou-se para mim "mas meu amor, assim não tens prazer nenhum, fodes-me e eu nada, não consigo".

Ele tinha razão, os centros do prazer conjugal tinham mudado, eu não sabia se a minha amiga falara com o marido, mas uma espécie de amizade intrínseca mudara tudo, talvez o meu marido e o marido dela não rejeitassem verem-me a fazer amor com a minha amiga, ou o contrário, eu aceitar ver o marido dela a foder o meu, ou o meu aceitar ver o marido dela a foder-me a mim, podíamos misturar as nossas emoções e os nossos desejos mais profundos.

O que encontra quando espera por avião

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O que encontra quando espera por avião
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Minha primeira vez com trans

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Minha primeira vez com trans

Eu e a minha irmã ao termos uma diferença de idade de cerca de dez anos, sendo eu o irmão mais velho, era como termos nascido e vivido em planetas diferentes, a educação que eu tinha tido era um abismo daquela que tinha sido recebida pela minha irmã.

A minha educação fora autoritária, presa a valores da época, ou pelo menos, daquilo que era entendido como tal, para mais tarde, cerca de uma década, ser radicalmente diferente com a minha irmã, ao dar para ver que até os pais, que tinham uma rigidez moral inabalável, a terem flexibilizado à medida da flexibilização da própria sociedade.

Naquela época ser gay, ou paneleiro, como se diz na minha terra, era com certeza uma coisa estranha que dava logo para afastamento da herança, senão mesmo coisa pior, como ser posto na rua e ter de ir viver para a rua, o mesmo se passando em outras circunstâncias, como seja darmo-nos com putas, em particular aquelas mesmo muito putas, desculpando-se toda a boa mulher, aquela mulher que tem graça, essa não pode deixar de ser puta, e isso assim tinha um certo perdão.

Com a minha irmã, tudo isso mudou, desde poder ser lésbica, sem qualquer tipo de censura, andar com putas ou paneleiros, os meus pais que evoluiram, passaram a aceitar qualquer tipo de comportamento, diziam eles, que era o ar dos novos tempos.

Tudo isto para dizer que a minha irmã um dia apareceu lá em casa com uma amiga, dava para perceber que ela tinha alguma coisa de invulgar, atraia o meu olhar de tal maneira que eu me questionava, tinha um certo ar masculino, quase viril, as coxas grossas, uma espécie de musculatura, mas ao mesmo tempo intensamente feminina, de uma menira que nunca tinha acontecido, de eu interessar-me pelas amigas da minha irmã.

Uma, duas, três vezes era apareceu lá em casa e eu ia deixando tudo o que me ocupava, só para ter a oportunidade de a ver e forçar que os nossos olhos se trocassem, e o tesão que ela me dava era tão forte, que eu acho, fiquei obcecado de a tentar foder.

Um desses dias, a minha irmã veio ter comigo e disse, “não podes estar fixado a mirar a Fábia, a minha amiga pode estar a sentir-se incomodada com a tua atenção”, eu confidenciei logo à minha irmã, “a tua amiga está-me a deixar louco”, e era verdade, eu olhava para a Fábia, as pernas esguias, o tronco forte, as nádegas poderosas, a pele muito branca, a boca tão redonda e carnuda, eu imaginava o meu pau a ser chupado por ela, e montado nela a comer-lhe a cona.

A minha irmã insistiu, “deixar-te louco como?”, eu respondi, “só penso em fodê-la, podias falar com ela, gostava de a ter no meu quarto”, a minha irmã sorriu, não era bem uma gargalhada, era mais um esgar da boca, ela aproximou-se da minha orelha, pensei, devia ser importante para ela fazer aquilo, e ela disse, “meu irmão, a Fábia é trans, meu irmão”.

Eu abri muito os olhos, não estava a perceber nada, ela prosseguiu, “ela já foi Fábio, já foi homem”, eu devia estar com cara de parvo, “trans, como? Queres dizer travesti?”, ela respondeu, “não, travesti não, é só um homem que se veste de mulher, a Fábia é mais do que isso, ela sente-se mulher e vive como mulher”, eu mantinha a curiosidade, “mas mulher, como?”, a minha irmã resolveu o dilema, “irmão, ela só pode dar-te o cu, não tem vagina, compreendes, mas posso-te garantir, no lugar da vagina ela tem um pénis enorme, eu já vi”.

Por momentos achei que a minha obsessão tinha desaparecido, a minha maneira de estar não aceitava estas coisas, a ideia de comer um cu de um homem fazia-me confusão, e durante uns dias, o fogo interior, o tesão que ela me dava, parecia ter-se apagado.

Durante semanas talvez, eu via a minha irmã e ela a entrarem em casa, depois desapareciam para o quarto e eu punha-me a imaginar se ela e a minha irmã tinham alguma relação e se não andariam as duas a foder, o que me deixava ainda mais excitado, ao imaginar o pau dele bem teso a penetrar a cona da minha irmã.

A obsessão começou a voltar. Ela podia ter um caralho, mas era extremamente feminina, ao ponto de parecer ainda mais feminina que as mulheres, umas vezes usava uma saia curta, outras vezes um vestido de Verão solto, um calções curtos que lhe favoreciam o rabo, uma noite ao deitar, adormeci a sonhar com o meu pénis a entrar-lhe no cu, e ela a gemer de prazer, a vir-me no cu dela.

Só que agora tudo seria mais dificil, a minha irmã sabia que eu era heterossexual e a ideia de ter uma relação intima com um homem, não lhe passaria sequer pela cabeça, e depois eu não queria nenhuma relação profunda, eu só queria que ela passassse um tempo comigo para eu comer-lhe o traseiro.

Podia falar com a minha irmã, dizer-lhe para ela passar a mensagem que eu estava louco por ela, ou ser eu mesmo a aproximar-me dela e tentar conseguir alguma coisa, e achei que o melhor mesmo era esta última, de maneira que esperei como o leão a aguardar pela presa e um dia consegui, ela bateu à porta de casa, a minha irmã não estava e eu quase a empurrei para o meu quarto.

Claro que ela achou estranho, ou melhor, pensei, ela devia de estar habituada a pedidos como aquele que estava na minha cabeça, e decidi avançar, “sabes, eu já disse à minha irmã que estou obcecado por ti”, ela riu-se, “obcecado como? acho que já sabes que é impossivel termos uma relação”, mas eu não desisti e fui direito ao assunto, “adorava foder contigo!”.

Ela rodou a cabeça adorável, apalpou o colchão da cama, e depois disse, “tu és heterossexual, eu sou como uma mulher, mas tu podes não entender assim”, eu olhei para as pernas dela, estavam escondidas dentro de um vestido justo, as nádegas salientes reforçavam o meu desejo, eu disse, “deixa-me ser eu a pensar nisso, eu quero muito penetrar-te”

Ela pareceu estar a pensar na proposta, “e se a tua irmã sabe?”, eu respondi rápido mesmo sem dar um sentido ao que ela dissera, que teria a minha irmã a ver se eu e ela fodemos, “Fábia, querida, ela não precisa de saber, só quero saber se gostavas que eu te comesse, aqui e agora nesta cama?”, ela olhou para mim de alto a baixo, “sabes eu não sou assim, não ando aí a foder com qualquer um”, mas depois continuou, “mas tu, não compreendo, tambés me excitas, como agora neste momento, estou tão tesa”.

Eu também ardia em desejo, o meu pau crescera e ficara duro, puxei por ela para a cama, para mim já dissera tudo o que eu queria ouvir, deitei-a de costas e pus-me ao lado dela, e com a minha mão puxei o vestido para cima até chegar a um slip de renda branca, onde ela tinha apertado um enorme pau teso, e aí não resisti, meti a minha mão por dentro, baixei a lingerie para baixo e prendi na minha mão o rolo dela, puxei a pele para baixo, para sentir na minha mão a cabeça do caralho dela.

A minha mão procurou todos os detalhes do corpo dela, o ventre, os seios por aí acima, até passar às costas descer por elas até ao rabo, e a mão dela também não parou, puxou-me as calças para baixo, prendeu-me o caralho com força e sem eu dizer nada, como se houvesse um guião escrito, desceu pelo meu corpo e meteu na boca o meu caralho.

Foi uma sensação incrivel, obrigou-me a fechar os olhos, a lingua e os lábios molhados, senti uma espécie de fresco quando ela começou a lamber o meu pau, engolia e saía sem parar, fazendo-me sonhar que já era mais que suficiente, mas ela insistiu, tirou o vestido todo e com uma voz, quase não se ouvia, pediu, “abaixa um pouco a luz, e come o meu cu, querido”.

Desliguei a luz deixando apenas a de um candeeiro sumido, o meu pau era uma vara espetada pronta a furar, e não consegui aguentar mais, abri as nádegas dela como abrisse um pêssego e ali estava o centro do meu desejo, um circulo a pedir o meu contato, a ponta do meu caralho tentou forçar a entrada, um pouco mais de força depois e o anel abriu-se para deixar passar o meu rolo, como quem entra num túnel pela primeira vez.

Ela gemeu, “aihm, devagar, querido, não me fodas à bruta”, prendeu a minha perna e eu esperei, veio a ordem de querer mais, o rolo foi escorregando devagar, pouco a pouco e depois um pouco mais, até eu sentir que estva todo dentro dela, bati com um toque nas nádegas, como se desse uma palmada, para ter a certeza o meu caralho tinha penetrado tudo o que havia para penetrar.

Era um sensação incrivel, deixaria considerações sobre a minha sexualidade para depois, agora sentia o corpo dela unido ao meu, procurei com a minha mão o pau dela, agarrei-o e estava teso, ela também estava excitada, o ânus tremia de desejo, pulsava contra as veias do meu pau, uma espécie de aperto, tão bom e tão intenso, muito melhor que uma cona de gaja, procurei a boca dela e ela deu-me um beijo, e ali estivemos por segundos presos naquela união.

Aos poucos fui acordando daquele transe e as minhas ancas entraram em ação, a máquina dos meus músculos ganhava vida a cada minuto, e com a energia de um pistão, o meu caralho entrou e saiu daquele orificio apertado, elevava-me ao céu, afastando-me da realidade, ela gemia e eu temia pelo som, a cada bombada cada vez mais, “ohhhh, hummm, aihm, fode-me, querido, aih, que loucura”, eu martelava o cu, prendendo-lhe as nádegas com as minha garras, estando ela indefesa às minhas investidas.

Eu continuava a querer mais, não estava preparado para parar, pedi-lhe que mudasse de posição, ficou por baixo de mim como uma mulher apaixonada, e comcei a fodê-la novamente, levantei-lhe as pernas para o alto, e o meu rolo entrou nervoso, imagina o meu pau a abrir o cu dela, quando ela se agarrava a mim, pelos ombros e pelo pescoço, com uns olhos lacrimejantes, a pedir que eu continuasse, as minhas ancas moviam-se em ondas, a entrar e a sair sem parar.

Senti que ela estava a vir-se, tinha-se masturbado bastante, e eu também sentia que o meu limite estava próximo, dei uma estocadas finais, e comecei a vir-me todo dentro do cu dela, até tombarmos os dois pelo cansaço desta foda bem dada, soprei-lhe ao ouvido, e disse, “estou esgotado, adorei o teu cu, não imaginava que pudesse gostar tanto”, e depois ouvi um som, alguém batia na porta, e foda-se era a minha irmã.

A minha irmã gritou, “estás aí, a Fábia está contigo?”, a Fábia olhou para mim com um ar comprometido, mas a dizer-me com os olhos para eu dizer que sim, eu gritei, “está, ela já vai”, ouço a minha irmã a resmungar qualquer coisa e a afastar-se da porta, “diz-lhe que estou lá em baixo à espera dela”, a Fábia vestiu-se depressa a vejo-a a sair do meu quarto apressada, e os passos dela ao fundo a edscer a escada.

Deixei-me estar deitado, estava nu e com a mão a afagar o pau, a pensar que queria repetir a foda, ou que para a próxima, poderia ser ainda melhor, adormeci, acordei à noite, tomei um banho e desci, para encontrar a minha irmã com uma cara que mais parecia zangada.

A minha irmã falou e riu-se, “não me importo que a fodas, eu e ela já fizemos sexo, mas é só isso, desejo e prazer, se ela gosta que tu a comas, eu gosto também, não podes é andar a dizer que és heretossexual, a partir de agora és bissexual, senão mesmo com gostos mais requintados, e gostares só de homens”.

Eu olhei para ela, pensei se devia ficar preocupado, mas naquele momento só imaginava, quero comer a Fábia muitas mais vezes.

Memórias em noites de Verão

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Memórias em noites de Verão

Tinha chegado há minutos do trabalho, entrei em casa, larguei as chaves no sitio do costume, lá fora faziam cerca de 40 graus, o calor intenso, deixei-me cair no sofá à espera que o meu corpo fosse gradualmente abandonando essa sensação incómoda do exterior, substituída por uma frescura guardada entre paredes o dia todo.

Olhei em volta, como o fazia aliás todos os dias, talvez uma esperança, alguma coisa que tivesse mudado, um bem novo que tivesse acumulado, algo que pudesse acrescentar e dizer que é meu, mas nada, tudo estava mesmo na mesma, menos o dia passado que eu tinha desperdiçado para isso, para ter mais um dia sem surpresas, continuo.

Eu por certo, pensava, também não tinha colaborado, se muita coisa eu trazia de trás, com o tempo todas essas coisas se foram soltando, como lastro inútil, incapaz de manter para continuar a caminhar, amigos, mulheres, paixões, amores, amizades, sentimentos, tudo se tinha esvaziado como um balão cansado de estar cheio, até ficar disforme e engelhado, estava assim a minha alma, sem nada.

A casa estava na penumbra, eu conseguia deambular por ela mesmo escura, e hoje, nem as luzes acendera, o meu despertar, a realidade, bastava-se com a luz da lua ou da cidade, são tantas vezes as que se confundem, e apeteceu-me despir-me, largar as peças de roupa sem uma lógica ou uma ordem qualquer, e entrei no duche, deixei cair a água sobre o meu corpo, a sentir-me um clichê assombrado.

Agarrei no meu pénis, e senti-o volumoso, nem sempre o sinto assim, talvez do calor por que passara, e avaliei-me, talvez o façam todos os homens, mais ou menos vezes, talvez outros não precisem, não me achei fora do normal, comecei a acariciar-me, até o sentir teso, duro na minha mão, puxei o prepúcio para trás, a cabeça apareceu e senti um estímulo forte no ânus, um aperto no esfíncter, o desejo em mim sempre esteve em todo o lado do meu corpo.

A água fresca do duche fustigava-me a pele, que eu bebia e deixava correr, pequenos rios e cascatas desciam pelo meu peito, até ao umbigo e ao pénis, fechei os olhos, movia a mão para a frente e para trás, uma energia acumulada que eu queria que saísse de mim, uma das minhas mãos pousou na minha nádega, um dedo no meu centro traseiro, uma corrente subiu por mim até ao cérebro e ejaculei, bati mais e mais, até escorrer de mim a seiva de que se faz a vida.

Tinha regressado ao sofá, a temperatura agora ainda mais abafada da noite, dispensava que secasse a água do meu corpo, e deixei-me estar ali apenas, a aguardar, a olhar pela janela com reflexos do exterior, pensava, hoje o sexo em mim pode ser de qualquer maneira, tudo tem a aptidão de me satisfazer, menos quando a idade ou outras circunstâncias estabelecem limites, não é preciso fazer escolhas quando se escolhe tudo.

Sentia-me aliviado, o pénis tombara esgotado, para mais esperaria pelo seu momento, aproximei-me nu da janela, sem restrições de comportamento, pensei se alguém me conseguiria ver, mas não, toda a casa se mantinha no escuro, pensei, se alguma vez conseguiria ser um coletor de sentimentos, se sequer isso servia para alguma coisa, ou se buscaria apenas emoções, quanto mais passageiras melhor, daquelas de que não se guarda memória.

Sempre achei que o sentimento é um desejo inútil, até pior, é um desejo egoísta, como se, através dos outros, alguma coisa existisse para nos satisfazer, mas não, preferia emoções simples, de toda a espécie e natureza, talvez houvesse pessoas que se lembrassem de mim, e isso sim era suficiente e emotivo, não restando mais nada para sentir ou guardar.

Decidi sair, procurar um sitio qualquer, para comer, ou quem sabe para foder, não seria guiado pela consciência, seria antes o acaso que ditaria a ordem dos acontecimentos, um pouco pela ação do vento ou das circunstâncias, pensava, quantas vezes tomava um destino, e lá chegado parecia-me despropositado, pouco ou nada próprio para o momento, às vezes diria momento psicológico, que se resumia a um, “não hoje não me apetece, não hoje não me vou sentir bem aqui, não reconheço as pessoas”, e partia para outra.

Percorri as ruas da cidade passando pelos mesmos locais mais de uma vez, era difícil tomar uma decisão que justificasse parar o carro, estacioná-lo, sair e entrar num qualquer estabelecimento, restaurante, bar ou outra coisa qualquer, de maneira que decidi tomar o destino de um local onde havia street food, poderia misturar-me na multidão que ali se juntava, falar só o essencial, eu dou dinheiro e recebo comida, satisfaz e é suficiente.

Chegara há minutos, ainda não tinha chegado ao balcão, e perguntava-me se queria estar ali, se sequer tinha vontade de comer, o local era uma roulote, algumas mesas e cadeiras na rua, um espaço livre com vista para a praia, muita gente a beber e a falar, até que deve ter chegado a minha vez, pedi um gin tónico, não era invulgar, e algo que estava exposto e não conseguia classificar, quando um homem se aproximou de mim e perguntou, “conhecemo-nos?”.

Ele também pediu um gin tónico, olhei para ele a tentar passar revista nas minha memórias, o saber fresco e amargo do gin envolveu-me a língua e correu na garganta, eu disse, “não sei, não estou a ver”, eu afastei-me para um lado e isso pareceu ter um efeito de arrasto nele, porque veio atrás, ele continuou, “eu também estou confuso, mas tenho a certeza de que nos conhecemos, estou a tentar lembrar-me”.

Eu sorri, e olhei discretamente, mirei o corpo dele de alto a baixo, era elegante e maravilhosamente proporcionado, mas achei-o desadequado e demasiado simplista, era um fim de semana à noite, e mesmo que fosse verão e o calor fosse intenso, estar de calções, chinelos e t-shirt naquele local, era o mesmo que dizer que para ele a noite acabaria ali mesmo.

Olhei ainda mais intensamente, e pensei, que talvez ele estivesse a fazer o mesmo, não sabia, reparei no volume dos calções e imaginei um pénis grosso, e isso, não posso ignorar, excitou-me e levou-me para outra esfera, talvez o gin estivesse a fazer o seu efeito, talvez ele tivesse reparado na minha curiosidade, até que ele disse, “vou buscar mais um gin, vou trazer um para ti”, eu ainda ia dizer que não, que já tinha atingido o meu limite, mas ele tinha virado as costas, o que me deu a oportunidade de mirar o rabo forte e musculado.

Também eu tentava lembrar-me e eu sabia que ele tinha razão, eu conhecia aquele homem, só que a memória persistia em não me ajudar, ele voltava agora ao meu encontro, entregou-me o copo, por momentos como que congelou e sorriu, aproximou-se mais de perto, quase do meu ouvido, fez-me sentir o seu cheiro, e ele disse, “já sei, já me lembro”.


Aquela voz, aquele cheiro, o bafo dele da boca, foi como um vulcão a largar lava no meu espirito, eu ouço-o a dizer, “já sei, estivemos juntos”, eu lembrava-me, tinham passado alguns meses, na noite de fim-de-ano, talvez ele como eu, andávamos à deriva, e nessa noite encontrámo-nos, ele disse, “lembras-te, eu comi o teu cuzinho”, eu sorri comprometido, ele continuou, “foi uma das melhores fodas da minha vida”.

Não sabia se aquilo era um elogio, “lembras-te, estava a chover, foi no meu carro, passámos a noite a foder, foi lindo, foi uma loucura, adorei montar-te”, e depois insistia, “choraste de prazer quando te penetrei, eu sei, adoraste e eu também, quando a minha piça entrou em ti, foste à loucura”, as palavras dele excitavam-me e eu sentia, o pau dele crescia de tesão, e não era difícil ver pelos calções, um volume apertado pronto a explodir.

Olhei em volta, não fosse alguém estar a ouvir, mas não, tínhamo-nos afastado, os nossos gins acabavam, e ele disse, “está tanto calor, sabes o que eu gostava de fazer?”, ele puxou-me para algo parecido como um banco de pedra, numa zona meio escura, sentámo-nos, eu perguntei, “o quê? realmente está calor, estou a ferver”, ele encostou os lábios dele perto dos meus, e disse “consegues imaginar o que eu estou a pensar?”.

Eu sorri, olhando-o nos olhos, eu disse, “não sei, estou um pouco embriagado do gin”, ele insistiu, “põe a mão aqui”, e puxou-me a mão para dentro dos calções dele, e eu fechei os olhos, como se não vendo, ou vendo com a mente, pudesse apreciar melhor, apertei o caralho dele dentro da mão, e recordei-me o quanto era grande e grosso e tinha estado dentro do meu cu.

Ele pôs a mão dele sobre a minha a apertar para que eu sentisse ainda mais forte, olhei para o lado e vi um gajo a surpreender-nos e a ver o que fazíamos, eu disse, “acho que consigo imaginar agora”, foi a vez dele sorrir, e eu insisti, “queres mesmo muito montar-me?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “e se não for tão bom como da última vez?”, ele roçou os lábios na minha orelha e fez-me tremer, “vai ser, amor, andei meses à tua procura, quero tanto comer-te o cu outra vez”.

Olhei outra vez para o lado, e o gajo que olhava para nós continuava lá, eu perguntei, “conheces? Ele tem estado fixado em nós!”, ele virou a cara, “acho que já o vi por aí, acho que ele é como nós, anda à procura de uma boa foda”, ele continuou, “agora que me lembro, encontrei-o numa sauna”, eu estava curioso, “e como foi? Também o montaste?”, ele fez um sinal ao gajo para se aproximar, e disse, “não, nós fodemos uns gajos que estavam lá”, o gajo aproximou-se e cumprimentou-nos, “estava ali a ver-vos”.

Ele aproximou-se do meu ouvido, “acho que ias gostar de levar com os dois”, ele fez sinal sinal ao gajo e, falando de mim, disse, “eu já lhe comi o cu umas vezes no fim-de-ano, uma loucura”, ele olhou para mim e depois continuou, “gostavas de o foder comigo”, o gajo respondeu, “adorava comer-lhe o cu, gosto das curvas dele, tem um rabo maravilhoso”, depois ele virou-se para mim, “gostavas de foder com nós os dois?”.

A resposta parecia-me inútil, o meu desejo explodia por todos os poros, a visão de estar a ser fodido por dois machos não me saía da cabeça, o calor abafado tinha tomado conta do meu corpo, a minha voz espalhou-se num sussurro, “acho que me aguento com os dois, quero foder os dois, mas com carinho”, antes que eles dissessem alguma coisa, eu insisti, “se querem o meu cu, eu quero dar-vos uma boa foda”.

Pareceram segundos que não contam para a história, fomos para o interior de uma carrinha que ele tinha ali perto, estacionada debaixo da noite, despimo-nos todos totalmente e eles pediram-me para estar quieto, não demoraria muito, as mãos deles acariciaram-me o corpo, ele passou-me a mão pelo pénis, depois foi subindo até ao peito e o outro gajo, passava os dedos nos meus lábios, a anunciar que ia pôr o pau dele na minha boca.

E foi isto que me fez lembrar, ele encostou o corpo dele ao meu, como se eu fosse uma mulher, e procurou a minha boca e beijou-me, a língua dele tocou a minha e era quase um beijo de paixão, não sei se gostei, apenas achei facilitar, procurou os meus mamilos e chupou-os com força, foi descendo pelo meu corpo até à barriga e depois engoliu o meu pénis até ao fundo e começou a lambê-lo, fechei os olhos e caí numa espécie de fundo, faltando-me o chão da consciência.

O outro gajo aproveitou, apontou o pau à minha boca e fez força na minha cabeça para eu chupar, e eu chupei ou tentava chupar, duas mãos apertavam-me as coxas e engoliam o meu pénis, para baixo e para cima, até que parou, deixei-me ficar com os olhos fechados, ele levantou-me as pernas, deitou-se sobre mim, e eu senti, a verga grossa forçar o meu ânus e abriu, soltei um gemido forte, “aii foda-se! aiii, o meu cu”, senti-a a entrar em mim até ao fundo, as nádegas dele moviam-se como que à procura de espaço para enterrar a piça ainda mais fundo.

Neste momento eu caia de costas num céu azul de nuvens definidas, o rolo dele entrava e saía de mim, em ondas sucessivas, a martelar o meu cu, com as molas tensas das ancas, a abrir, a desbravar, eu gemia de prazer, “hummm aiiim, ohhh, aiiii, hammm, fode-me mais fode-me”, apertei-lhe as nádegas, a obrigá-lo a ser ainda mais intenso, não queria que o macho ejaculasse, queria que ele me montasse por trás, que abrisse o meu traseiro penetrando-o com força.

Eu pedi-lhe, “deixa-me mudar de posição”, ele saiu de mim e eu virei-me, pus-me de quatro no chão, o meu rabo espetado no ar, a aguardar o veredito, a piça dele escorregou entre as minha nádegas e atingiu o meu ânus bem no centro, abriu-se todos e ele entrou por ele adentro, agarrei no pau do outro, e queria a minha boca cheia de caralho, enquanto ele se satisfazia no meu traseiro, até que o senti a tremer, era inevitável, ele estava-se a vir, deu mais umas estocadas e senti, um jorro de porra escorria do meu cu.

Ele tombou para o lado, e foi a oportunidade do outro, ele correu a montar-me, coisa que ele pedi, “anda, querido, dá-me uma foda também”, ele enterrou o caralho até ao fundo, e eu quase gritei baixinho, “aimm fuck, ohhh, tão bom, hummm, aiii fode-me todo, parte-me todo”, ele começou a bater, eu ouvia o som das ancas nas minhas nádegas, que ele prendia entre as mãos com força, cada vez que entrava malhava com força, até que também ele começou a tremer, soltou um urro cavernoso, e veio-se, golfadas de esperma entravam dentro de mim, até que ele saiu e tombou de cansaço.

Passei a minha mão no meu pau e também me tinha vindo, havia em mim uma sensação de satisfação, os machos tinham-se saciado, durante uns minutos ficamos a olhar uns para os outros, a apreciar o prazer do sexo terminado, ele virou-se para mim e disse, “era capaz de passar a noite a comer o teu cu”, eu sorri e disse, “eu sei, mas hoje chega, só penso num duche agora, o meu cu posso dar-te num outro dia”.

Vesti-me e saí da carrinha, nem me tinha apercebido, estava encharcado em suor e de cheiro a pau

Conto à minha mulher ou confesso-me ao padre?

00:25 5
Conto à minha mulher ou confesso-me ao padre?

Esta é uma história anterior ao casamento com a minha mulher, e melhor dizendo, devia faltar um mês ou pouco mais, em que iríamos casar no civil, mas por vontade, acho que não tanto da minha mulher, mas mais dos meus sogros, também pela igreja.

Mas o pior é que eu escondia um segredo que não sabia como resolver e que já vinha do tempo de namoro, que era a minha orientação bissexual, mas de uma maneira invertida, sinto prazer em foder com a minha mulher mas sinto também prazer em foder com homens.

E o que mais gosto é de ser submetido, gosto que não exclui a minha mulher porque também gosto que ela seja dominadora, mas com os homens o que gosto é sentir-me a puta deles, de os machos saberem que estou disponível para uma foda.

Os dias passavam, a aproximar-se a data do casamento, e o que me torturava por dentro, era pensar que a minha mulher podia descobrir, imaginando eu que seria muito bom ela saber e aceitar que o marido tem gostos variados e quem sabe se também ela gostaria de uma boa relação lésbica.

Estava em casa, eu apreciava os movimentos da minha futura mulher, eu mantinha-me em silêncio, sentado no sofá, enquanto ela numa histeria feminina mexia-se por todo o lado a tratar da roupa, dos convites e mais o necessário a um casamento.

Eu não resisti, imaginei-a com a cona suada, as coxas apertadas nuns calções de licra definiam-lhe as nádegas, e senti um desejo forte de montá-la, comer-lhe o cu e pô-la a chupar o meu caralho, de joelhos imaginei, desta vez seria eu a dominar, saquei a piça para fora e comecei a acariciá-la e chamei a minha mulher, “querida!”

Ela veio, aproximou-se de mim, e ao ver o meu pau teso na mão, deu uma gargalhada, “o que é isso? Agora que estou ocupada?”, eu suspirei e pedi desesperado, “chupa-me a piça, amor, estou a ver o teu rabo a andar por aí e estou com tesão”, ela pareceu querer fazer-me sofrer, “querido, o que tem o meu rabo?”

Eu abanava a galo erecto na mão, o corpo dela era perfeito, as mamas generosas com mamilos espetados, duas sombras negras que se escondiam atraás da túnica, “querida, adoro o teu cu, quero muito fodê-lo agora, amor, chupa-me o caralho, anda”, ela soltou outra gargalhada e disse, “agora não, agora estou ocupada”.

Vi o rabo dela a afastar-se de mim, ela continuou a fazer as coisas dela, foi uma situação anti-climax, o tesão do meu caralho desapareceu em segundos, e fiquei ali, em silêncio, a pensar o que fazer, quando o meu telefone tocou, era um amigo e ouço-o dizer, “queres vir ter connosco? O meu primo também está cá!”.

Eu ouvia a minha mulher a mexer-se no apartamento, e pensava no que esse meu amigo tinha dito, já era um hábito nosso, quando ele e eu tínhamos desejos, nós combinava-mos num motel, e eu aí dava-lhe o cu, ele montava-me por cima, e eu conseguia o que mais queria, que era satisfazer o macho.

Mas quando ele disse que o primo também estava, isso era outra coisa, a piça dele era enorme e não era a primeira vez que ele me fodia, ou então os dois ao mesmo tempo, e o meu prazer era muito maior, satisfazia aquele macho peludo que quando enterrava a verga no meu ânus, ele levava-me à loucura.


A minha mulher aproxima-se e pergunta, “quem é amor?”, eu olhei para o telefone, “nada amor, é só um colega do trabalho”, parei um momento a pensar o que responder, e prossegui, “vou ter de sair, querida, tenho um assunto de trabalho”, a minha mulher choramingou, “mas querido, vamos jantar com os meus pais!!”

Ela afastou-se novamente e eu regressei ao telefone, e eu disse ao meu amigo, “eu posso ir, mas tem de ser rápido“, ouço o meu amigo a responder, “está bem, o meu primo veio de propósito só para te comer o cu, sabes que ele é louco por ti, ele adora foder-te”.

E eu lembrava-me bem da última vez, o pau dele a penetrar-me por trás, as ancas dele a bater forte, abria-me as nádegas com as mãos fortes e deixava-me exausto e dorido, por várias semanas, mas o meu orgasmo maior era senti-lo tremer quando a piça me abria o ânus apertado e ele começava a vir-se todo dentro do meu cu.

Eu voltei ao telefone, “eu vou, mas tem de ser rápido, eu tenho de ir com a minha mulher a um jantar, podemos foder no carro”, eu ouço-o a sussurrar para o primo, “okay, passamos aí?”, eu disse que sim, corri para a porta e só tive tempo de gritar, “querida, vou ali e já volto”.

Desci para a rua, a noite tomava o lugar do dia, esperei uns segundos e eles apareceram de carro, voltei a cara para a janela de casa e vi a minha mulher a olhar, eu entrei para o banco de trás onde já estava o primo do meu amigo, ainda sorri para ele e disse, “ele é o teu motorista”.

Eles riram-se, mas foi por pouco tempo, o primo dele pôs a mão na minha perna, tocou-me no pénis, e perguntou, “tens levado no cu? Tens fodido muito?”, eu disse que não, que tinha a minha mulher, eles riram-se novamente, e ele disse, “tu sabes que sou muito melhor que a tua mulher”.

Senti a mão dele a prender a minha, o meu amigo conduzia, e o primo disse, “agarra no meu caralho, chupa-me o rolo”, a minha mão prendeu a verga grossa e dobrei-me para baixo e meti na boca aquele bocado de carne, senti-lhe um gosto adocicado, e os meus lábios apertaram-no ao máximo e senti-o a mover as ancas, a empurrar mais caralho para dentro da minha boca.

O meu amigo parou o carro, era uma zona escura, protegia-nos de olhos alheios, ele virou-se para o banco de trás, queria ver o primo a comer-me o cu, num segundo ele e eu estávamos nus, senti na pele a frieza da napa que me arrepiou, eu chupava o pau grosso, que me parecia ainda maior que da última vez.

As mãos dele percorriam-me o corpo e dois dedos acariciam-me o ânus, eu sabia que ele estava a preparar-me para me comer, enterrar a verga grossa no meu recto até ao fundo, e eu sabia, ia doer, como da última vez, o meu ânus ia sofrer de tão apertado que estava.

O tronco peludo dele encostou-se ao meu, senti a boca dele próxima da minha, e fui surpreendido, não me lembrava que tivesse acontecido, os lábios dele procuraram os meus, as nossas línguas enrolaram-se e foi como um choque, o meu anel enrugado tremeu de desejo e tesão, sentia-me húmido e sedento de caralho e o que mais desejava é que acontecesse tudo o que a minha imaginação pedia.

Ele chupava-me a boca, os lábios, a língua e eu correspondia, ele sussurrou, “vira-te, amor, dá-me o cu, querido”, eu girei o meu corpo por baixo do corpo dele e sabia que agora estava em posição submissa para ele fazer de mim o que quisesse, ele suspirou, “tens um cu tão bom, pareces uma gaja, só que melhor, muito mais apertadinha”.

Acho que fechei os olhos, ele abriu-me as nádegas, como se partisse uma fruta ao meio, e senti, o caralho estava a entrar em mim, primeiro a cabeça e depois o resto todo, eu gemei, “aihh devagar, aiii que dói”, ele tirava e metia, muito devagar, pouco a pouco, até que o tronco dele colou-se às minhas costas e eu sentia, a piça dele estava toda dentro de mim.

Ele puxou-me para cima, para que eu empinasse as minhas nádegas e o pau dele não parava, ele movia-se para dentro de mim, o meu ânus esticava-se tanto quanto podia, fechei os olhos novamente e foi como cair no esquecimento, agora eu sabia que estava todo aberto, era como um vácuo da consciência, a piça dele entrava e saia, sentia a respiração dele ofegante e o limite estava próximo, quando ele tremeu e disse, “foda-se caralho estou-me a vir todo”, um jato quente, em golfadas de esperma, pingavam-me do cu.

Ficámos ali parados uns minutos, em repouso, o meu amigo perguntou, “gostaste? O meu primo deu-te prazer?”, eu respondi que sim, virei a cara para o primo dele, e o meu amigo insistiu, “o meu primo é um pouco bruto, e acho que está apaixonado por ti”, eu sorri para ele, “tenho mulher e estou quase casado”.

Sabia que estava atrasado, já devia de estar em casa para jantar com os meus sogros, eles iam lá para ver os arranjos do casamento, mas eu sentia que a minha foda ainda não tinha acabado, o primo perguntou, “gostaste mesmo, sabes, eu adoro montar-te e não faço sexo com outros muitas vezes”, eu respondi, “eu gostei, mas queria muito satisfazer-te, como se fosses o meu homem, o meu macho e o meu touro”.

A boca dele aproximou-se outra vez da minha e os lábios dele tocaram nos meus, e ele sussurrou, “eu sou o teu macho, tu és a minha gaja, anda, dá-me mais”, a piça dele estava outra vez dura como pedra, ereta e curva para cima, puxou-me as pernas para cima e colou-se a mim, como se fodesse a mulher dele, o caralho entrou-me no ânus.

O peito dele colou-se ao meu, a atmosfera do carro ardia, os nossos corpos suados colavam-se como uma pele única, fechei os olhos e senti o maior prazer do mundo, eu e o meu macho gemíamos de prazer, como a cópula de dois amantes de coração, até que ele se veio novamente dentro de mim.

A hora era tardia, era provável que os meus sogros já tivessem chegado, e começassem a fazer perguntas, em segundos entrava em casa, e só ouço a minha mulher a dizer, “meu deus, querido, estás todo suado, o que andaste a fazer?”, os olhos dos meus sogros centraram-se em mim e a pergunta que eu via nos olhos deles era se eu era o homem ideal para ser um bom marido para a filha deles.

Eu achava que sim, mas se a minha futura mulher fosse mais evoluída, seria com certeza tudo muito melhor.

Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido

22:53 0
Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido
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O meu marido é tão ciumento, senhor doutor

19:43 5
O meu marido é tão ciumento, senhor doutor

Demorou mas consegui, foram anos de luta, a tentar coordenar, era uma obsessão que tinha, do meu marido pensar, que o andava a encornar, aquele ciúme doentio, vinha lá do mais fundo, e então quando bebia?, o melhor era fugir, ficava doido irracional, não se podia falar, nem clima era possível, de maneira que nem fodia.



Não havia como resolver, até que uma amiga minha, a Verónica velha safada, que era puta e gostava, disse eu, "vou ao psicólogo", mas ela explicou, "menina, vai ao doutor Manecas, ele resolve como ninguém, sabe, ele é psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia, e ensinador de verdades ocultas à noite, o homem tem sempre solução", e eu fui a correr ter com ele, me queixar deste mal, e aí, a que deus dou graças, salvei o meu marido, e voltei a foder.

Entrei no espaço dele, dr. Manecas me recebeu, me assustei quando o vi, um cheiro suave me atingiu, perfume único e exótico, que do corpo dele vinha, trazia uma camisola em V, e umas cuecas finas apertadas, num tecido nobre que nunca vi, pelos lhe saiam do tronco, e notei logo, me mostrando exibido, um pau grosso bem formado, me veio à cabeça a Verónica, "onde você se meteu Maria?, aquela puta te enganou".

Mas se doutor era assim, me deixando doida e tesa, eu havia de perdoar, porque neste momento eu senti, o meu corpo, a minha pele, e a minha boca, eu ainda era mulher, com desejos e muitos sonhos, de ser feliz e ser completa, rodeando-me os ombros e os braços, o dr. me trouxe para dentro de casa, debaixo da sua asa, e me disse tranquilo, "venha, vamos resolver tudo", o danado olhava pro meu corpo, me vendo lutando dentro, meus calores e aflição, por isso avisei ele, "eu sou mulher séria, eu amo o meu marido".

Ele se riu me dizendo "você é mulher séria, e é por isso que está aqui", lhe fiquei contando dos problemas, do Audércio e do seu ciúme, e ele perguntou, "mas conta, o que ele faz?", quase fiquei chorando, "você tem de compreender, doutor, Audércio não fode, e como ele não fode, acha que eu ando fodendo", doutor Manecas me ficou olhando, "mas menina isso é um problema, eu resolvo mas me diz, e você não fode mesmo?".

Eu fiquei irritada com tal pergunta, e disse para ele, "mas doutor, eu lhe disse, me enxerga vai, sou mulher séria, eu amo meu marido, não ando fodendo não", doutor Manecas fazia o seu trabalho, "mas menina, não está vendo, você tem que foder, me diz, se eu lhe der meu caralho, você vai chupar? e seu cu, eu gostava de foder seu cu, você vai gostar?".

Meu Deus, eu estava ficando maluca, ele sentado no sofá em cuecas, eu vendo o pau dele duro espetado, querendo saltar para fora, ele agarrou com a mão me mostrando, "está vendo o meu pau está bem grosso, o meu pau adora mulher séria, se você me der seu cu, eu trato você, e seu marido fica curado", quase estava convencida, mas caralho!! que não sou estúpida, eu tinha de perguntar, "mas doutor, não estou entendendo, como é que meu marido fica curado?, com o doutor me comendo o cu?".

Quer dizer, naquela hora não queria saber, já não tinha memória do que era foder, Audércio tinha sempre desculpa, me cansavam as suas dúvidas, mas uma ideia eu precisava, de explicar se acontecesse, ouço dr. Manecas dizer, "é assim Maria, ciúme é o degrau antes de corno, percebe?", estava surpreendida com tanta sabedoria,"como assim?", ele me esclareceu, "então seu marido está sofrendo porque tem dúvida, não tem certeza se é corno ou não, se você começar fodendo ele fica mais aliviado".

Disse assim para ele, "entendi, mas assim ele vai ficar sabendo que ando dando minha cona e meu cu aí para o pessoal, isso não é bom, doutor", mas doutor Manecas insistia, "me diz, você quer chupar o meu caralho?", eu respondi correndo, "quero muito doutor mas ...", ele ficou alterado, "não há mas, chupa aqui garota, se não chupar você não vai ver a luz, está me entendendo?".

Eu estava resignada, doutor Manecas sabia, eu me dobrei para baixo, pensando, "Verónica amiga estás perdoada", pus o pau dele na boca, e comecei lambendo ele, dava-lhe beijos na cabeça, ele pôs a mão nas costas, me dizia sossegado, "está vendo, garota, você sabe, está se recordando, é como andar de bicicleta, chupa aí no meu pau, que bom".

Ele tinha um gosto amargo, de doce de limpo e de sal, mergulhei nos pelos molhados, a minha mão a suster aquela haste, lambia-o todo de alto a baixo, "ai doutor, ai doutor, que loucura, o que estou fazendo?", os dedos dele me percorriam, subiram pelo vestido acima, puxou arrancou a minha cueca, "vai, se volta, quero comer seu cu e sua cona, vou deixar você maluca".

Eu lhe virei as nádegas, e aí meu deus, me esqueci onde estava, fechei os olhos esperando, eu que sou mulher séria, mas marido tem de entender, se me deu prazer, é porque é para foder, quero levar no cu, nem sei como vou explicar, seja o que nosso senhor quiser, duas garras me prendem atrás, para uma estaca grossa me forçar, soltei um grito alto, "ai minha mãe, que está a entrar", ai foda-se!! que me doeu tanto.

O doutor Manecas levantou-se, vejo-o pôr um óleo no pau, "desculpa não queria fazer doer, vais gostar agora, vou enterrar este caralho grosso no cu", e foda-se!! foi tão bom, empinei ao alto para o deixar entrar, o caralho escorregou por mim a passar, senti-o todo dentro grosso e rijo, ele começou a bater duro, a movimentar as ancas metendo, a abrir-me o ânus num anel apertado, "ai foda-se!! que me venho toda", e senti-me a estremecer toda molhada.

Sinto-o a tirar o caralho do meu cu, a desaparecer para outro lado, ali me deixou caída no sofá, toda nua toda aberta, descansava a recompor-me, da foda que me fora dada, quando ele reapareceu, "então parece-me que o seu marido está curado", eu estava de boca aberta, "curado, como? doutor Manecas? só por eu ter levado na cona e no cu?", ele respondeu iluminado, "sim, ele agora é oficialmente corno, não faz sentido ser ciumento, o que agora a Maria tem de fazer, é foder foder foder".

Ele continuou. "tem alguém para foder?", eu respondi, "quer dizer, para foder foder tenho, o empregado do meu marido", como doutor Manecas é que sabe, depois disse e não esqueci, "então foda foda lá com esse sujeito, quando disser ao seu marido, veja lá, não fale aqui do tratamento".


Noite em Tânger

22:58 0
Noite em Tânger


Sempre foi uma obsessão da minha irmã, ir para Tânger, não em férias, mas para passar lá um tempo, como um nómada, que acampa num lugar e por ali fica até que a estação mude, mas ela não queria ir sozinha.

E pediu-me “são só dois ou três meses, vai ver que vais gostar” e eu respondia, “mas que caralho vou eu fazer para Tânger”, e ela insistia, “podemos arranjar um pequeno hotel junto ao mar, um que seja bem barato”.

Essa história do bem barato não me agradava, isso era a segunda obsessão da minha irmã, tinha uma tendência para locais sórdidos, dizia ela, “aí é que está o centro da existência”, onde as pessoas nas margens se encontram, como se estivessem no escuro, protegidas da luz lá fora, a observar quem passa.

Bom, foda-se!!, eu fiz-lhe a vontade, aterrámos em Tânger e fomos para o Hotel El Muniria, de onde se vê o mar da esplanada, aquelas cores azuis-cobalto do prédio, pintadas no branco da cal, e ainda uma palmeira antiga, que davam uma paz ao espírito, de uma experiência conseguida.

Já era tarde, o sol ia descendo no horizonte e a noite era uma promessa, a minha irmã disse, “quero ir a um desses bares que há em Tânger, confusos”, eu perguntei, “confusos?”, ela respondeu, “sim, onde apenas se vê pessoas que estão, que aguardam sem pressas, sem propósito algum, sem definição”.

Eu nunca tinha estado em Tânger, e que eu soubesse, ela também não, e perguntei, “ok, e como vamos encontrar isso?”, ela continuou, “vamos por aí, descendo, e quando virmos, eu sei que encontrámos”, e foi o que fizemos, a noite prometia.

Entrámos num espaço estranho, uma placa dizia “Pequeno Hotel”, lá dentro, uma música persa, uma receção e um bar, num canto, uma mulher velha e uma mesa, ao fundo, uns sofás grandes numa roda, em que dois homens falavam e bebiam.

A mulher velha trouxe-nos cerveja, e enquanto bebíamos, a minha irmã ria-se alto, eu sentia, ela chamava a atenção dos homens, um era magro e seco e o outro um pouco gordo, eles chamaram-nos para perto deles, e começámos a falar.

A minha irmã colou-se ao homem gordo e eu sentei-me ao pé do homem magro, falávamos coisas sem sentido, do estarmos ali naquele sítio, eu reparava, o gordo olhava para a minha irmã, o vestido subia-lhe pelas pernas, que ele tinha puxado, até a um ponto em que se via tudo, a renda fina das cuecas.

O magro olhava para mim, a medir o meu corpo de homem, com um interesse pouco habitual, a perna dele subiu no sofá, eu senti-a encostar ao meu rabo, colocou o braço por trás, e o gordo aproximou-se do ouvido da minha irmã e sussurrou qualquer coisa.

Ela sorriu, e depois aproximou-se ela do ouvido dele, eu não conseguia perceber, mas depois o gordo beijou o pescoço da minha irmã, a mão dele pousou nas coxas dela, e entrou por baixo do vestido, pela frente das cuecas dela, que eu via puxadas para fora, os dedos acariciam-lhe a cona.

A minha irmã abriu a boca de prazer, a mão dele vibrava depressa, ela estava toda entesada, os bicos das mamas saiam espetados, abriu as pernas de lado a lado, a mão dele enchia-se de cona, os olhos dela brilhavam de humidade, até que o gordo disse, “vamos para cima? tenho um quarto”.

Ela abanou a cabeça a dizer que sim e olhou para mim, “já venho, maninho”, e eu fiquei com o homem seco, ele aproximou-se do meu ouvido, “ele vai comer o cuzinho todo da tua irmã”, virei a minha cara para ele, e eu disse, “é do que ela gosta, ela adora levar no cu”, e ele perguntou, “e tu?”.

A mão dele roçava no meu cabelo, o olhar dele fixo nos meus olhos, eu perguntei, “eu, o quê?”, senti a boca dele próxima da minha, “pergunto se também gostas de levar no cuzinho?”, eu respondi, “não sei se gosto”, ele insistiu, “e já chupaste algum caralho?”, eu continuei, “não, mas ….”, e ele sorriu.

Ele e eu olhámos para a velha, ela continuava no mesmo lugar, por ali não havia mais clientes, ele sussurrou, “a tua irmã deve estar a adorar, deve estar a levar no cuzinho agora”, eu imaginava a gordo a comer-lhe a cona e o cu, e isso pôs-me excitado, o meu pau estava duro.


O corpo dele encostou-se mais ao meu, e a voz dele chegou de novo ao meu ouvido, “queres pôr a mão no meu pau?”, a mão dele subiu na minha perna, tocou no meu pau por fora, depois abriu o zip das calças, e entrou para dentro, acariciou o meu caralho, e disse, “foda-se, está teso”, ele depois abriu o zip das calças deles, e prosseguiu, “acaricia o meu pau querido, vou enterrar o meu caralho no teu cuzinho”.

A minha mão voou para as calças deles e ele tirou o caralho para fora, e eu perguntei, “e a velha?”, ele riu-se, “ela também gosta”, e eu disse, “gosta?”, e ele respondeu, “se estivermos sozinhos ela gosta de ver”, e depois continuou, “eu posso comer o teu cuzinho neste sofá, que ela vai adorar ver”.

Eu tinha o pau dele na mão, de cheio e grosso difícil de apertar, acariciava a cabeça entre os meus dedos, e ele disse, “disseste que nunca chupaste um pau, mas eu sei que queres chupar”, ele puxou a minha cabeça para baixo, e eu senti o gosto amargo de caralho na boca, comecei a lambê-lo de cima abaixo e com a velha a observar-nos.

Os quadris dele mexiam-se em contorções, do tesão que lhe davam os meus lábios, a minha língua molhada enrolava-se, na ameixa grossa por cima, ele puxou-me para cima, e disse, “querido, vira-te um bocadinho, baixa os calções”, ele desapertou as calças que caíram sozinhas, e depois continuou, “mais perto, assim, querido, foda-se!! que cuzinho tão bom”.

Eu virei-me no sofá, os meus olhos encontraram os olhos da velha, ela também parecia excitada, senti o tronco dele nas minhas costas, “vou comer o teu cuzinho, a tua irmã também está a levar no cuzinho”, ele levantou-me as nádegas e eu senti o caralho teso a forçar, o meu ânus foi-se abrindo, e eu gemi, “ai foda-se!! não, mais devagar!! , aiii”.

Ele continuou a entrar, o caralho estava cada vez mais fundo, eu prendi-o na perna, “aii, foda-se, estou-me a abrir todo”, os quadris dele batiam no meu rabo, e senti um prazer enorme, eu estava a dar o cu a um homem, e ele fodia-me a acelerar.

Eu batia uma punheta no meu pau, e eu senti que ele e eu, estávamos a um segundo de atingir, o orgasmo veio a seguir, saíram-me jatos de porra do caralho, e ele tremeu em cima de mim, a porra dele inundou-me o rabo, e ele tirou o caralho e voltou logo a metê-lo, veio-se outra vez no meu ânus, e depois caiu para trás cansado.

Nós tínhamos acabado de vestir quando apareceu a minha irmã, ela disse, “o seu amigo ficou no quarto”, eu olhei para ela, o vestido fino esvoaçava no corpo, eu senti-lhe o cheiro a caralho, ela estava satisfeita e eu perguntei, “então como foi?”,

Ela olhou para mim a sorrir, “ele fodeu-me o cuzinho todo maninho, nunca tinha levado com um caralho tão grosso”, e depois ela disse, “e tu aqui à minha espera, coitadinho”.