2019 - Biografias Eróticas

Fórmula da vagabunda (Slut Formula)

14:20 0
Fórmula da vagabunda (Slut Formula)
Aqui temos mais um caso para a rubrica de supositório!! Não é possível acreditar que ainda haja tanta ignorância neste mundo. Tanta gente irritada com tanta coisa óbvia. Uns génios concluíram após muito estudo feito, muitos casos analisados, que para uma virgem se tornar primeiro vagabunda e depois super-vagabunda tem de foder muito. Olha que ciência!!

E veja-se bem, consumiram tantos recursos, tanta energia, tantas vagabundas ouvidas, para chegarem a uma fórmula matemática. E está aí: V (de vagabunda)=Número x F (de fodas).

É bem simples de compreender, quanto mais fodas a virgem der mais possibilidades tem de virar vagabunda de topo, e se der muitas mesmo, pode receber o título máximo, a medalha, de super-vagabunda, o que toda a mulher com algum juízo, deseja mesmo.

Para desmascarar tão pouca ciência, o biografias eróticas foi obrigado a pôr os seus génios do supositório a trabalhar nisto, para esclarecer o cidadão comum, e salvar a imagem das verdadeiras vagabundas. Porque pode haver aqui alguns enganos e nossa função é fazer luz onde ela falta e muito.


Para isso fomos falar até com D. Gina, nossa especialista em vagabundas. D. Gina tem muitos anos de reflexão no assunto, recebeu o título de super-vagabunda quando se casou com o marido, diz ela, não há homem mais feliz no mundo, ao menos sabe quem sou, não falho, e que tem o que conta.

Disse-nos D. Gina. Olha que porra!!! Não é vagabunda quem quer!! Que caralho, o que há aí mais é virgem que fode como ó caralho, e continua, essas são vagabundas? Não, não pode ser, caralho, vagabunda a sério tem que ter provado muita coisa, muito metro de caralho, muitas posições, muito pessoal, muita raça e condição, ter estórias para contar.
Exalta-se D. Gina, vida de vagabunda, para ter mesmo o título, exige sacrifício, ter mamado muito caralho, conta-nos, um dia estava com um namorado, apanhando sol na esplanada, bebendo uns drinks e caipirinhas, apareceu um negão assim bem alto, começou olhando nele abrindo pernas, namorado não viu mas o negão ria, levantou-se e foi no banheiro, negão foi andando atrás dela, e o que fez? mamou nele, claro!!

E foi só, D. Gina?, perguntámos a ela, não, claro!! baixei a calcinha ele pedindo, me encostei na parede bem colada, senti um frio na espinha, ele alçou meu rabo puxando, me abriu bem a cona toda, o negão me enterrou o pau grosso, e me fodeu ali mesmo, depois voltei pra meu namorado, ele estava à espera perguntando, me disse, "tanto tempo, Gina", isso sim, vocês estão vendo, é que é ser vagabunda.

Vagabunda como deve ser não tem de foder muito, tem de fazer coisa certa no momento certo, D. Gina não era uma qualquer, sabia bem do que falava, muita experiência para contar, perguntámos-lhe "e seu marido? você continua assim vagabunda?", o que nos disse depois deixou-nos estarrecidos, era essa a verdade importante, o caminho tinha sido escolhido, e nessa viagem chegara ao destino.

Disse-nos ela, agora é que chegaram ao ponto, vagabunda a sério dá a volta, já viveu tudo e se conhece, dela própria e de suas fraquezas, de seus desejos mais profundos, um domínio forte e adquirido, que só vagabunda consegue, ser ou não vagabunda quando quer, vejam por aí essas meninas, suspirando por caralho, se é grande grosso e comprido, muitas coisas que nunca viram.

Diz-nos D. Gina com orgulho, apanhei no cu muitas vezes, fiz tripla penetração todo o dia, mamar e bater punheta em sete homens, sete!? foda-se!! pensámos nós, namorados ao mesmo tempo, anos inteiros a comer e dormir sem pagar, levei na cona em todo o sitio, vos digo rapazes, só vagabunda é mesmo mulher.

Ficámos esclarecidos, finalmente percebíamos, os tais génios não sabiam nada, a matemática deles não contava, a melhor mulher é vagabunda, sabe do que sente, e sabe do que fala, tanto importa que foda ou não foda, foi vivendo a vida e com escolha, e no momento certo, ama como quer.

Faz de corno que motiva!!

14:41 0
Faz de corno que motiva!!
Ha ha, lá vai Patrício, está saindo para ir ter com a minha mulher. Que cara mais idiota!! Estou aqui com os meus camaradas, tomando chope, vendo o Mengão e o Palmeiras, comendo amendoim torrado, uns quitutes bem preparados,  e esse cara perdendo isso, só pra ir foder minha mulher.

Dinara me andava zurzindo, "como é Mané, não fode mais não?, vou arranjar outro fica sabendo", e eu ficava dizendo "Dinara minha filha, se enxerga vai, você tá muito gorda, muitas peles caídas, olha  pras suas mamas, e aí a celulite, e sua bunda, menina, tão grande, me assusta", ela ficava na dela, procurando saída, eu não tinha razão, e se não a queria, provaria ela disse-me, que outro a comeria.

E foi assim que aconteceu, um dia se virou pra mim, "é assim menino, você não fode, está me esnobando, há aí rapaziada pedindo, como é Mané? se cuida, rapaz", posso dizer, fiquei surpreendido, não com Dinara que eu sabia, antes de casar comigo, o bairro inteiro a fodia, mas rapaz, essa mulher era uma rainha, boa comida e boa casa, fazia muqueca uma maravilha!!, e eu de cona estava farto.

Mas não estava convencido, que perguntei para ela, "me diz, anda mesmo rapaziada aí te procurando?", me respondeu tranquila, "anda pois, sabe Patrício anda me rondando rapaz, mostrei um pouco de mamas pra ele, alcei meu rabo empinado, um pouco de coxa aqui e ali, um riso mais maroto, e está feito, ele correspondeu, está vendo né, ainda dou pro prejuízo".

Minha boca estava aberta, eu conhecia bem o cara, bem magro e escanzelado, sempre à mingua de mulher, nenhuma ligava para ele, e Patrício, foda-se!!!, querendo comer minha mulher?, já estava vendo o filme, ele pele e osso, e ela muita carne, era arriscado o que pensava, podia perder casa, comida e roupa lavada, mas me diverti dizendo a ela, "estou nessa, aproveita, menina, dá cona ao Patrício, não nega, vai".

Não pensei que acreditasse, que estava falando sério, ser corno não condizia, mas dias passaram e um dia, ela me falou assim, "Mané, querido, sabe, você aprovou, e Patrício não brinca, tem-me andado fodendo", caralho!!!, menino, quando Dinara me disse aquilo, pensei logo, "Mané você fez merda, sua mulher anda fodendo, você é corno e consentido, caralho que estou fodido".

E essa puta me dando detalhes, "sabe, Mané, as mulheres não ligam nele, por ser só pele e osso, magrinho, né, mas rapaz, tem um caralho grosso, as piranhas não fazem ideia, e estou adorando, estou adorando, Mané", não sabia o que estava rolando, se havia pessoal sabendo, lá no boteco e em todo o lado, que minha mulher andava fodendo, e que era corno bem gozado, "eh Mané, ele adora minha bunda, me anda comendo o cu, que maravilha rapaz".


"Mas tem aí um pequeno problema, você tem que me ajudar, sabe", só sei que abri os olhos, "ajudar eu, ajudar você a quê, anda fodendo fora de casa, e eu tenho que ajudar ainda?", me foi dizendo que Patrício andava em baixo, desmotivado lhe parecia, ele funcionava melhor, se soubesse que eu sabia, que eu era corno e gostava, quando fodia minha mulher, diz-me ela, "tens de motivar ele", "motivar ele, foda-se!! como?".

"Ele fode mais se souber que sabes que és corno, fica motivado, e não vai embora e me continua fodendo, entendes? se és meu homem a sério, menino, tens de o motivar", era a coisa mais estúpida que me pedia, fazer mais de corno do que já era, dar a entender ao Patrício que sabia, fingir que me desagradava, de ele andar a comer a Dinara, de que tinha irritação em ser corno.

"Ele no outro dia disse que viu você na mercearia", contou-me ela que ele lhe disse, que se riu muito para mim, pensando eu sabia, caralho!! não sabia mesmo, pensei que ele era só parvo!!, que ele ficou entristecido, percebeu que eu era corno iludido, nesse dia não a fodeu, que andava desmotivado.

Ela me encostou à parede, "é assim Mané, você sabe, é meu homem pra vida toda, mas tem de facilitar, né, Patricio fode, e você motiva", que papel de merda me cabia, eu só pensava na muqueca, que tinha uma boa vida, então um dia encontrei Patrício, saia eu de casa, vinha ele subindo a rua, fui direito a ele, "é aí Patrício, não pense que não sei, anda fodendo a Dinara?? não me faz de corno, está sabendo??", ele abanou a cabeça se rindo, desapareceu e foi embora.

Nessa noite Dinara me falou, "não sei o que você fez, mas resultou sabe!! me deu uma foda bem maneira, me comeu o cu esfomeado, Mané, foi muito bom, tem de continuar a motivar, sabe", e foi isso aí, quando estava lá no boteco, tomando choupe, com os meus camaradas, fiz assim uma cara de zangado, quando ele me olhou e saiu, me dizendo com os olhos, estou correndo, vou comer sua mulher. Mas que cara mais idiota!!.

50 sonhos eróticos mais quentes? #9 Com uma celebridade

22:48 0
50 sonhos eróticos mais quentes?  #9 Com uma celebridade
Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um significado qualquer.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me, mas vi-me porquê?.

E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a passar ao nono, já que os outros se os quiser estão aqui em categoria.

#9. Sonho erótico com Celebridade

Começava a tornar-se um hábito, tinha a casa só para mim, à tarde, enquanto ninguém chegava, vagueava pela sala, quarto e corredores, todo nu como queria, comia qualquer coisa, sentia as palmas dos pés frias, via no frigorífico, uma excitação completa, pele eléctrica e eriçada, de um relevo saliente, sentia os tomates cheios, o ânus febril e enrubescido, um tesão enorme e declarado, pensava para mim, vou mas é bater uma punheta.

E não sei porquê, sabia-me melhor na sala, sentado no sofá, punha-me a ver televisão, as gajas que apareciam, e para fazer durar, quem sabe treinar e conter, podia estar horas a bater, um bocado agora, um bocado depois, ia parando pelo meio, pau teso ou caído, isso não me importava, ia batendo a punheta.

E às vezes adormeço, agarrado ao caralho, como pássaro na mão, preso não vai fugir, mas desta vez meu deus, apareceu a Cristina, mexia ela as pernas, a traçá-las em cima, era quando mais batia, que belo tesão me dava, dobrava-se para baixo, o rabo empinado, enchiam-lhe as mamas por cima, que lambia-me eu todo, a esgalhar o pau teso, punha-me a imaginá-la, estava nua ali comigo.

E foi quando caí no sono, uma transição inesperada, ela mexeu-se num top curto, como se tivesse fogo no rabo, uma energia percorreu-lhe a espinha, e foi quando vi sair, da pouca roupa que tinha, dois mamilos tão tesos, duas chupetas rosa, ajoelhei-me adolescente, a pedir e a chorar, para me dar de mamar.

Ela deu um riso alto, que me eriçou os cabelos, eu só abria a boca, para o pé das chupetas, dois botões tão lindos, de orlas doces e passas gordas, teve ela pena de mim, dar de chupar ao menino, puxou os melões pra cima, bem juntinhos e apertados, lá mos dava pra mamar, quando apareceu um idiota, que gritou horrorizado, "Ai Cristina Cristina, porque dás os teus mamilos?", devia de ser paneleiro, mas respondeu ela, "não vês o que ele chora? estou tão emocionada".
Imagem de Alexandr Ivanov por Pixabay
Eu já estava a chupar, era um olho nas mamas, e o outro nas pernas, era uma mão nas coxas, e a outra no rabo, dedos meus de alto a baixo, a esconderem-se dentro dela, ratinho escondia-se na toca, a deitar-se num manto louro, de caracóis e de lustro, com ambrósia e muito mel, duas cortinas que se abriam, tão retesas da fricção, molhadas porque lhes mexia, os meus dedos lá entravam.

Já a tinha medido toda, mesmo sendo passageiro, o sonho dormido em que estava, pernas longas e rabo perfeito, coxas grossas e tronco equilibrado, eram as mamas que já chupara, belas redondas empinadas, a boca perfeita e tão completa, estava teso que não podia, voltei à minha punheta, que batia a pensar nela.

Foi quando ela bem alta, soltou uma gargalhada, o paneleiro também se ria, o pau ficou-me murcho, ainda o abanei desesperado, a ver se a acabava, a punheta e me vinha, batia batia batia, mas não dava nada, tão grande era o pesadelo, que acordei com o pau na mão.

Faço anos, amor, dá-me a dupla!!

09:35 0
Faço anos, amor, dá-me a dupla!!
Foi ela que começou. "O que me vais dar nos meus anos? Olha que temos tudo?". Já sabia o que queria. Sempre a mesma coisa. Era um aviso e uma ordem. Há muito tempo que eu e a minha mulher tínhamos estes jogos. Nem eu, nem ela, queríamos coisas, queríamos uma experiência, um momento guardado na memória, de material bastava-nos o necessário.

"O que queres mesmo?" ri-me conhecendo aqueles pensamentos, a Ângela habituara-a mal, queria foder, dava-lhe mais gozo eu ver, ou participar acompanhado, uma espécie de ator secundário, uma foda que dava com outro homem, e que eu tinha de escolher, lembrei-me do Fábio, um miúdo musculado, que eu andava a seduzir, conheci-o no barbeiro, com verdes olhos largos, grandes dedos eram varas, amaciou-me o pescoço e os ombros, enquanto me aparava o cabelo.

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Foi instantâneo, tocou-me na cabeça, na pele da cara quente, olhou-me no espelho, meus olhos e dele em frente, senti-o logo, um desejo profundo, no meu ânus húmido, de o ter comigo, em silêncio dizia, estava ali a ganhar a vida, vivê-la era em outro lado, discreto mexeu no caralho, a ajeitar aquele volume, uma mão cheia de carne, correu-lhe a língua nos lábios, a perguntar-me em gestos, "queres ser comido pois?, é só pedires que eu dou-te, vou-te ao cu se quiseres", veio atrás de mim à varanda, ali fumei um cigarro, onde lhe pedi o contacto.

Ainda pensei ser comido ali dentro, na casa de banho do centro, mas desisti e esperei, passaram-se dias e não liguei, se calhar um medo irracional, mas dera o cu tantas vezes, que o não compreendia, ali estava um homem de pedra, dissera-o à Ângela nessa noite, que o conhecera e o que queria, se era gay só não sabia, ou homem livre que se desperta, fode tudo o que deseja, muita fome e vontade, que se unem num só propósito, conhecer pessoas e fazer dinheiro.

Liguei-lhe. "Fábio estava a pensar se gostavas de sair?", respondeu-me "Vamos estou nessa, onde?", estava feliz por se lembrar, mas disse-lhe, era comigo e com a minha mulher, íamos aí a um motel, "é mais para ela do que para mim, faz anos e quero dar-lhe uma prenda", ele riu-se "E vai, a prenda sou eu, é isso?", "é", continuei, "e quem sabe, fodo você também, gostarias?", "sim gostaria, mas a prioridade é ela, compreendes?", ele ainda falou um pouco "quando toquei sua cabeça, seu corpo, vi logo", "vis-te o quê?" perguntei, "ora, você estava doido para levar no cu, estou sabendo, né".

Perguntou-me como é que queria, se tinha algum gosto especial, a minha mulher como era, respondi "ela gosta de tudo, de mamar pau grosso, apanhar na cona e no cu", não se surpreendeu "está seguro, eu vou dar-lhe bem no cu, e só porque você me está pedindo, e sexo assim mais duro, ela gosta? e você?", não queria que a Ângela sofresse, só experiências de prazer, mas continuei dizendo, "ela gosta de umas palmadas, mas brincando, sabe? nada de violento", disse-me que tudo bem, era essa a onda dele, "e você? também quer? apanhar nesse cu, estou sonhando com ele, sabe? quero muito comer seu cu", ri-me sem graça nenhuma, a dizer-lhe que logo se via.

Entrámos no motel, assim um bem discreto de luxo, luz quente banhava o quarto, tons de vermelho carmim na penumbra, uma cama grande redonda, todo espelhado em cima e de lado, a Ângela olhou para o Fábio, era um doce desejado, perfeito e grande lhe doía, não a tinha desapontado, ia-mo-nos despindo em silêncio, poucas palavras trocadas, até que a Ângela lhe disse, "és tão bonito", ele sacou do pau espetado, olhou para mim e para a Ângela, surpreendido pela beleza, "a tua mulher é uma maravilha".

A minha mulher é perfeita, pernas longas bem cuidadas, um brilho na pele de alegria, eu e o Fábio em pé ao redor da cama, ela parecia uma gata matreira, estendia-se na cama nua, mexia-se, um caranguejo na areia, andando para trás com o rabo, os papos da cona rosados, aquela penugem encaracolada, entre as coxas abertas, queríamos mergulhar nela juntos, comê-la por cima e por baixo, o Fábio estava de boca aberta, daquela beleza tranquila, "adoro a tua mulher", e para ela, "vou papar você toda não vai restar nada", ela riu-se, uma graça infinita.

Sentei-me à beira da cama, que fosse ele a começar, eu era mais um espetador, ela virou-se para mim a brincar, "posso mamar nele? nesse pau grosso, deixas amor?", abanei a cabeça a dizer que sim, foi-se aproximando do Fábio, gata dengosa a mexer-se, agarrou-lhe no caralho teso, meteu-o na boca até ao fundo, como se oleasse uma vara, rija grossa e comprida, começou a chupá-lo, debaixo para cima, na ameixa deu um beijo, longo e húmido a molhá-lo, um néctar vindo dela, o Fábio enrijou-se todo, tendões de aço a segurá-lo, "foda-se!! menina, você é mesmo especialista", gemia ele me olhando, eu de o ver bem entesado.

Photo by Stas Svechnikov on Unsplash
A Ângela mamava e via-se ao espelho, como bailarina estudando, aquele broche bem executado, em que o Fábio estava se perdendo, "querido, achas que estou mamando bem? diz-me amor", respondi-lhe "na perfeição, querida, estou gostando de ver", o Fábio estava adorando, agarrava-lhe a cabeça puxando, entrando na boca dela com o malho grosso, "que bom, amor, estou adorando este pau, amor", gemia ela satisfeita, com a prenda que eu lhe dera.

"Quer mamar também, menino? Tenho aqui para os dois", roubei o caralho à Ângela, para lhe dar uma chupadela, provar aquele bocado, disse-lhe que o dia era dela, juntava-me se ela quisesse, riu-se do meu desgosto, "deixa amor, na próxima é teu", disse-lhe que sim, era uma promessa, ter aquele caralho, a comer-me o cu.

O Fábio bem se aguentava, não havia pressa ou demora, mas até garanhão tem limites, via que estava sofrendo, vendo-me lamber os lábios, todos abertos e encharcados, da minha mulher aberta, era demais queria fodê-la, afastou-me para o lado, puxou-lhe as pernas assim à bruta, como se agarrasse num saco, pôs-se em cima dela a prendê-la, envolta por baixo no corpo dele, enterrou-lhe o caralho na cona.

Fixei a Ângela nos olhos, e senti-a quase a chorar, um assomo de lágrimas de prazer, quando o pau grosso entrou, que no espelho ao lado eu via, entalado nas pregas da cona, abria-a e partia-a toda, quando o rabo dele se mexeu, a entrar e a sair depressa, que filme lindo admirava, dele a estar a foder, debrucei-me sobre ela, dei-lhe um beijo na boca, gemeu-me ela "aihhm amor, ele parte-me toda, amor, aihhm é tão grosso, amor, tão bom", beijava-me sôfrega, do prazer que estava a ter.

De repente o Fábio parou, tirou o caralho grosso, um pau molhado de seiva, que molhado ainda maior parecia, duro e erecto para o alto, deu-lhe uma palmada no rabo, que se virasse era o que queria, comê-la por trás como uma cadela, empoleirou-se nela na cama, em pé e ela por baixo, agarrou no pau grosso a apontá-lo, abriu-se ela toda a recebê-lo, a entrar-lhe todo na cona.

A minha mulher pediu-me, "deixa-me mamar-te", estava teso e excitado, ela chupava-me e eu via, no espelho do outro lado, o Fábio bem a fodia, estava todo concentrado, tinha uma tarefa a cumprir, martelava a minha mulher, que gemia alto e desorientada, "aihmm amor, martela-me toda, aihhm parte-me amor, aihm que foda amor, aihmm quero uma dupla amor".

Falávamos nisso há algum tempo, era uma ideia da minha mulher, de ser duplamente penetrada, era agora o momento, que eu lhe fosse à cona, com o Fábio a ir-lhe ao cu, que satisfeito pelo que ouvia, da expectativa do que aí vinha, um suor doce cobria-lhe o rosto, num movimento enérgico, parecia um macaco encorpado, penetrava-a toda, a minha mulher.

Parou e virou-se para mim, "vou comer-lhe o cu, vais ver-me como sou a comer cus", enterrou a cabeça do pau grosso, no ânus da minha mulher, que gemeu e estremeceu toda, soltou um "aihmm, amor, foda-se!!, aihmm, amor", a aguardar a abrir-se toda, buraco apertado que ela dava.

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Bem sabia do que gostava, levar no cu o que mais queria, o maior prazer da minha mulher, ela agarrava a nádega para ele entrar, de rabo empinado a esperar, o anel rubro a apertá-lo, "aihm, ai, amor", faltava-lhe a respiração, de boca aberta engasgada, "aihmm amor, ai não posso, humm, aihm", ele enterrava e tirava, a cada passo um pouco mais, olhava o espelho a vê-lo dentro, o cu a abrir-se todo, à passagem daquele pau, o Fábio fez mais força, e enterrou-lho todo dentro.

Começou a martelá-la, as ancas a moverem-se, num ritmo que acelerava, a minha mulher gemia e gritava, "aihm ai humm, ai amor, parte-me o rabo todo, aihm amor", o Fábio enterrava, penetrava-a e saía, em batidas fortes e duras, o ânus teso dilatado, aguentava aquele caralho, pernas quadris a bater-lhe, "aihmm amor, aihmm, foda-se!! meu cu, aihm que me parte o cu, aihmm", passava-lhe a mão no corpo, a acariciá-la de cima a baixo, no espelho via o Fábio, a foder-lhe o cu todo.

Foi ela a pedir, "vem amor, vem para baixo, dá-me a dupla", ajeitei-me debaixo dela, a enterra-lhe o pau na cona, o Fábio empoleirou-se nela, a enterrar-lhe no cu aberto, a Ângela dava-me beijos na boca, "aihmm amor, aihmm, foda-se, vocês dão cabo de mim, aihmm", o Fábio dava-lhe palmadas, a cada entrada que dava, apertava-lhe as nádegas a agarrá-la, no espelho dois caralhos a comê-la, ela a estremecer doida, a explodir toda molhada, o Fábio a vir-se nela toda, eu vi-me dentro dela.

Deitámo-nos, a Ângela num transe profundo, que pareceu adormecer, eu deixei-me ir nessa onda, só me lembro de ouvir o Fábio, "estou cheio de fome, quero comer".

Relacionamento com fantasmas

09:31 0
Relacionamento com fantasmas
Esta rubrica aqui no BE do supositório tem sido muito importante, damos realce a coisas que são uma merda e não têm importância nenhuma, mas também damos importância a merdas e coisas que não merecem realce nenhum, e esta que encontrámos agora, apesar de não ser mentira nenhuma, é mesmo matéria de supositório.

Começou aí com uma gaja que diz ter andado a foder com fantasmas e espectros, e a coisa tem-se espalhado, já cá tínhamos o feminismo fufa, cada vez há menos gajas, para agora aparecerem umas, não querem homens de carne e osso, e como se diz cá na nossa terra, andam a foder com almas penadas.
Fomos ouvir a gaja para tentar perceber, porra!! é que isto interessa-nos muito, foda-se!! meia internet fala sobre isto, e se fala é porque é importante, a gaja disse-nos que tinha sido comida por uma alma penada, que se veio toda, e a partir daí foi sempre a dar, diz que já fodeu com mais de vinte espectros, não pode é garantir, que tenha sido com homem ou mulher.

Isto é outra dimensão, nem é novidade nenhuma, é gajos com gajas, gajas com gajas, fantasmas no meio, fufas fantasmas, gajas cryto-zoológicas, cornos espectros, tudo é possível, diz a gaja que é inglesa, tinha de ser, uma tal Amethyst Realm, conselheira espiritual.

Diz que conheceu agora um novo amor junto de um espectro numa viagem que fez, diz que não o vê, mas sente um frio que a percorre por ela abaixo, os lábios do clitóris abrem-se todos, que é a alma penada a entrar, não sabe se o pau é grande ou pequeno, mas que se contorce e se estremece toda, e vem-se depois toda molhada.

Quisemos saber mais, um trabalho jornalístico de qualidade, e descobrimos que tinha tido marido, foda-se!! foi ele que pediu para se divorciar, contou-nos ele, um dia tinha-a perdido num retiro de verão, estavam juntos e de repente desapareceu, disseram-lhe, ela tinha saído com um amigo, estavam no campo sozinhos, onde passaram a tarde toda, que andou à procura dela, e quando ela apareceu, ainda lhe perguntou "o que é que andaste a fazer este tempo todo?", foi quando ela lhe disse, toda tesa e afogueada, que tinha sido fodida por uma alma penada.

Disse o marido que era difícil acreditar, ainda lhe perguntou "mas o que fez o teu amigo?",  queria ele perguntar, o que tinha feito para a ajudar, salvá-la da alma penada, que a tinha estado a foder, mas que depois foi aguentando, afinal fantasmas a fodê-la, nem era nada de mais, que até gostava de espectrofilia, não havia carne, osso e contacto, o pior era mesmo era ela desaparecer, sempre sempre com o tal amigo, e depois vir toda fodida, de um espectro a ter estado a foder, sem ele ter feito nada, e por isso se divorciou dela.

Fomos então falar com ela, com a tal Amethyst Realm, conselheira espiritual, quisemos perguntar como é que fazia?, explicou-nos ela, que normalmente ia para a cama, abria-se toda à espera, toda nua e oferecida, punha as pernas assim para o lado, a mostrar a cona aos espíritos, conta ela, apareciam sempre uns quantos, e que às vezes, o que chegava primeiro era o que ia.

"Ia pá", ficámos surpresos, continuou ela, que sentia um frio na espinha, os mamilos se arrebitavam, ficava com pele de galinha, que nem tinha de fazer nada, que outras vezes vinham todos, um espectro na cona e outro no cu, e os outros a olhar, perguntámos, "e mamar, também mama?", diz-nos ela "mamo, pois, mamo e muito", fez um gesto com a mão, junto à boca aberta a lamber, como se estivesse a mamar um caralho, só que o fazia no ar.

"Foda-se!!, isso é que é mamar", dissemos nós, "e filhos? pode engravidar?", não esperou muito e respondeu, "posso claro, e estou a pensar ter um filho com o meu amor fantasma", não podia ser, isso já era demais, foder, mamar, tudo bem, agora fantasmas filhos de fantasmas, nem sabíamos o que isso ia dar.

Andámos depois à procura de espectros, que nos dissessem se aceitavam isto, tanta promiscuidade junta, andámos andámos, e não encontrámos nenhum, escondiam-se de nós, não queriam saber, pensámos que lhe estragávamos o arranjo, para eles continuarem a foder.

Os amigos ativos

20:07 0
Os amigos ativos
Tarde quente, pouco trabalho, pouca atenção, fim de semana que se aproxima, e tinha que acontecer isto, conhecer mais alguém que gosta de levar no cu, de ali de perto de mim, quando vagueava indolente, por alguns grupos conhecidos, encontrei e comecei à conversa, disse-lhe que andava à procura de rabo, quando ele me respondeu, "eu também".

Combinámos encontrar-nos, num ponto conhecido, lá no centro da cidade, um sex hotel bem discreto, um pequeno luxo escondido, quando vi quem me esperava, não sei se fiquei surpreendido, já o tinha visto em lugares da moda, nuns restaurantes ali bem perto, rodeado de colegas do trabalho, da mesma maneira que eu, tinha olhado para ele naquela altura, um radar incerto que queria, um homem bonito e bem cuidado.

Também ele ficou surpreso, apertámos a mão em sobressalto, ele já tinha arranjado quarto, fomos andando assim a olhar-nos, no pensamento o que tínhamos feito, ou o que esperávamos acontecer, caminhava à minha frente, comigo atrás a mirar-lhe o rabo, forma redonda perfeita e firme, numas calças justas de algodão, que ondeavam em movimento, um belo eterno para sempre.

Entrámos no quarto e ele diz-me, "não estava à espera disto, trabalhamos perto e temos amigos e amigas em comum", "sim", respondi-lhe, olhei-lhe para a mão onde estava uma aliança, "e pelos vistos somos ambos casados", ele olhou para a sua própria mão, e esboçou um sorriso "sim, a tua mulher sabe?", íamos tirando a roupa, num acordo aceite, a pouco e pouco, em que íamos falando, "o quê?", perguntei, "que gostas de levar no cu", diz ele para mim.

"Mas há um confusão, eu sou mais ativo, a ideia era comer-te eu esse teu belo rabo", virei-me eu agora para ele, mirava-lhe as formas, o cu arrebitado, bem cheio e redondo, percebi do que gostava, mas não compreendia porquê, fazia-se estranho, como se tivesse medo, continuei dizendo, "e tu e a tua mulher?", respondeu ele, "não não sabe, isso era um problema, não gostava que ninguém soubesse, e tu bem conheces-me, se calhar ..", e de repente disse depois, a fugir de alguma coisa, "eu também sou ativo, acho que hoje não vai dar".

Deu sinal que se ia vestir, e ri-me do que dissera, que também era ativo, que coisa mais ridícula, pensava eu, bem me lembrava do que dissera, "eu também", mas parecia-me tão clara a vontade, que não tinha dúvidas do que queria, de eu lhe ir ao cu ali e agora, sentia-lhe na voz, nos pelos, nos mamilos tesos, no tesão que soltava, e disse-lhe "ouve, eu também gosto de levar no cu, mas hoje estava virado mais para ti, adorava enrabar-te, não tenhas medo, fica o nosso segredo."

Deitei-me na cama, puxei-o para mim, tinha o pau tão teso de desejo, "vem, anda, dá-me esse cu", ele riu-se ainda indeciso, a vontade que tinha era agora mais funda, deitou-se ao meu lado, colado ao meu corpo, os nossos pénis se tocaram, como velhos amigos, abracei-o e beijei-o na boca, um abraço forte o prenderia, já não fugia e estava selada, a nossa união passageira.

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Esqueci-me do ruído que vinha de fora, carros, buzinas, pessoas, do cheiro barato daquele espaço, de hormonas de sexo nas paredes, quando me beijou os mamilos, o umbigo, mergulhou nos meus pelos, de visco e de brilho húmidos, me mordeu a cabeça do caralho, e a boca molhada, me apertou guardado, nela o meu pau rijo, que foi chupando lento lento, num prazer refinado.

Fechei os olhos, aquele tempo seria subtraído ao tempo todo, um fragmento de memória, que logo logo se apagaria, se não existia lembrança dele, então não tinha pecado, a seda da pele corria-me nas mãos, húmida de um óleo especifico, do rabo, das costas, do pescoço, do cabelo e da cabeça que ajeitava, o seu perfume atingia-me o nariz, os olhos, a mente, que se apagava, só a língua sentia, os meus colhões chupava, numa fome desesperada, uma rotina interrompida, dentro da garganta seca.

Queria enrabá-lo, já era hora, enterrar-me nele e esquecer que existia, não havia nós, seria cada um por si, o meu pau entrava nele, e mergulharia num manto de nuvens, o corpo dele o leito onde me deitaria, e ele, o gozo dele, também solitário, do ânus penetrado, caminho aberto para o meu caralho, da existência dele só a voz, gemia "humm, aihmm, aihmm", ou o mover-se lento, a levantar-se mais, a empinar-se, uma nádega que agarrava com uma só mão, quando lhe batia fundo, a entrar todo, sobre aquela areia, aquele solo.

Vi-me todo em cima dele, banhando-lhe a pele com o meu leite, e o dele também, até que acordámos daquele sonho, vestimo-nos e viemos para a rua, para o ruído insuportável da realidade, apertámos as mãos, num cumprimento sincero, "até à próxima", disse-lhe, e respondeu-me ele "eu, também."

Que corno tão preguiçoso

22:04 0
Que corno tão preguiçoso
Fazia algum tempo que a minha mãe andava rondando, eu e Tiago fazíamos um ano de casados, e ela queria saber como as coisas andavam, e então perguntava "então filha, seu marido anda dando conta do recado? até que vejo você feliz", e eu não podia dizer o que estava acontecendo, Tiago tinha mudado muito, no namoro era mais ativo, mas agora depois de casado, estava completamente apagado.

Mês a mês foi-se alterando, não queria fazer nada, nem trabalho nem porra nenhuma, numa altura estava desesperando, ainda pensei que tinha outra, lhe perguntava "Tiago, será que deixou de gostar de mim?", ele dizia "não meu amor, adoro você", eu pedia então a ele, "mas Tiago, você nunca mais fodeu, vem meu amor, vem comer sua mulher", e ele saiu dizendo, "não meu amor dá muito trabalho, veja só, despir, lamber você, levantar pau, meter o pau na sua cona, depois estar ali fazendo esforço, não meu amor isso dá muito trabalho, meu amor".

E foi então que descobri, Tiago era um preguiçoso, mas num grau evoluído, calão mesmo como se diz, não mexia em nada e se cansava, fazia tudo para ele, o cara nem trabalhava, até um broche que lhe fazia, achava ele, gastava muita energia.

Um dia contaram pra minha mãe, viram Elautério sair lá de casa, o rei da sacanagem e da foda, bem conhecido da mulherada, comia tudo o que passava, minha mãe disse "ei Maria, D. Josefina viu o Elautério de noite saindo de sua casa, e Tiago estava lá? Olha que esse menino não é flor que se cheire, não pode estar perto de mulher casada, menina, põe ele fora, Tiago não vai gostar", não dava mais para guardar, e foi então que contei.

"Oh mãe, Tiago é muito preguiçoso, mãe", "Como assim, filha?", "Não fode mãe, diz que dá muito trabalho", "Mas esse homem está maluco? Trabalho?", "Diz ele que gasta muita energia, fica cansado", e foi então que lhe disse, um dia o Elautério passou lá perto, eu estava fervendo por dentro, bem assim no meio na cona, chamei ele lá para casa, Tiago andava metido na tasca, "e foi assim, mãe, mamei no Elautério e ele me fodeu, foi mesmo bom, mãe".

"E Tiago, ele sabe?", perguntou a minha mãe, "Sabe, mãe, agora sabe", contei-lhe que uns dias depois o Elautério voltou lá a casa, estava me comendo o cu e eu toda danada, nem dei conta que Tiago entrou, passou no quarto dos fundos, "e sabe o que ele disse, mãe?", "conta filha conta", "que nós estávamos fazendo muito barulho, que queria descansar", "Tiago disse isso? e viu o Elautério comendo você filha?", contei-lhe que Elautério me estava enrabando, enterrando bem fundo no meu cu, eu estava gemendo doida, daquele pau grosso me fodendo, e nem liguei pro Tiago, disse para ele "vai amor vai descansar".


"E isso faz quanto tempo?", perguntou a minha mãe, "faz alguns meses, e mãe, está funcionando sabe", disse-lhe que o Elautério chega, Tiago está a ver televisão, só não quer ser incomodado, às vezes entra no quarto, diz ele, quer ver se está tudo bem, me viu mamando o Elautério, o pau grosso na minha boca, ou ele entrando na minha cona, só não posso gemer alto, Tiago não gosta de ruído, cansa muito o ouvido, e depois que estou satisfeita, o Elautério vai embora, e eu regresso para o meu marido.

Contei-lhe que de outra vez, Tiago entrou no quarto, me perguntando "onde está minha cueca", Eleutério estava em pé, com o pau assim bem teso, dentro da minha boca mamando, tirei e disse assim para ele, "vê ali, está aí amor", ele foi agarrar a cueca, "e é assim, mãe, continuei chupando".

"No outro dia, sabe o que ele me perguntou, mãe?", "O quê, filha?", "Se Elautério se estava portando bem, se estava dando conta do recado?", ela me respondeu que meu marido era mesmo corno, tão preguiçoso que até ser corno dá trabalho, ele nem queria ver nem estar ouvindo, a sua mulher sendo comida.

E eu disse que até tinha perguntado, se ele queria gostava de ver, ficar assistindo Elautério a me foder, "e sabe o que respondeu, mãe?", "diz-me filha", "que para ele estava  tudo bem, só que não fizesse barulho, nossos gemidos incomodavam, estavam perturbando o seu descanso.

Depois minha mãe perguntou, "mas então Elautério? como é ele?", minha mãe sempre foi muito safada, ouvia coisas de Elautério, que outras mulheres falavam, que ele tinha um pau grosso e bem comprido, nunca se cansava ou esgotava, podia ficar horas fodendo, cona e cu me martelando, "ai mãe vou lhe dizer, adoro dar o cu pra ele, Tiago está lá na sala, e ele me partindo o cu lá no quarto, até doer, mãe, até doer".

"Quando ele me enterra o pau grosso no rabo, mãe, solto sempre um grito", contava-lhe, sabíamos que Tiago não gostava, um dia entrou no quarto, e ele disse assim, "Eleutério quer foder ela sem problema, mas por favor, se liga, não faz barulho que não gosto, se quer vá lá pró fundo na barraca", isso aí é um espaço no quintal, bem distante da casa, mas aqui foi Eleutério que não gostou, ele quer me estar comendo o cu, com Tiago ali bem perto vendo.

Mas agora está complicando, Tiago não está gostando, de muito movimento de Eleutério, fica entrando e saindo da casa, abrindo e batendo porta, isso faz barulho e incomoda, "mãe, Tiago já me disse, arranja aí um quarto para ele, para não ficar saindo e entrando a toda a hora".

Minha mãe respondeu logo, "vai que esse corno até que é esperto, né, pensando em tudo".

Connosco o BE vai animar

16:59 0
Connosco o BE vai animar
Foi um cara aí que começou mandando mensagem para o BE, de biografias eróticas bem dito, para ligar nele, cruzar ideias e pensamentos, dizia ele "liga aí na gente irmão, a gente coça suas costas e você coça nas costas da gente, né, numa boa, nos entendendo bem, fica valendo o interesse", e nós aqui no BE respondendo "não dá cara, você é muito quadrado, muito pipoca pra gente".

E o cara insistindo, feito lapa na gente, foda-se!! que não largava, sempre dizendo "você sabe nós temos muitas visitas, no nosso site sabe, e como vocês no BE também, é tudo de bom galera", o cara era mesmo melga, daqueles que mordem e não largam, queria estar no roll do BE, se  representando dizia, para ser visto muito, e faríamos uma parceria.

Que guerra surda mais boba, o BE se defendia, de ser atacado todo o dia, a gente explicando "você não tá vendo cara, parceria não funciona, nós somos carne e vocês são peixe, vá coçar costas a outro", a gente lhe contava, que o BE não queria, andar em ilusão e doideria.

Continuava para ele, lhe explicando claro, que aqui se falava de cona, de caralho e punheta, se ensinava corno a ser bem educado, paneleiro a ser bem enrabado, lésbica a lamber um bom bocado, mulher a ser mais safada, não havia espaço para estória, nem pra choradeira, ou pra gente iluminada, não estávamos cagando em visita, mas porra!! né, também não fazíamos tudo por isso.

"Pois é pessoal do BE", insistia ele, "vocês não estão vendo, nós falamos de coisas importantes, do que políticos fazem,  de gajas se meneando na TV, ou de assuntos de jornal, coisas que animam o pessoal, e dão boas visitas e comentários, vocês ficavam ganhando", e nós respondendo, "não insista cara, nós aqui no BE, de políticos não falamos, sabemos que nos estão fodendo, mas isso é muita pornografia, aí cara não nos metemos, temos assuntos mais simples, do que comem e onde levam, as pessoas que nos interessam".

Então eles mudaram de estratégia, nos vencendo de cansaço, pensando que éramos parvos, falavam assim "então é assim galera, a gente põe o BE no nosso roll, e vocês vão ver, vão começar vos visitando", porra!! caralho!! cona!!, "não façam isso caras, vossa clientela é muito careta, nós no BE somos diretos, não inventamos ou fazemos sujeira, mostramos conversa de pessoal fodendo, confissões seguras de gente de carne e osso, não é esse pessoal aí vosso, desse universo enganado, nos deixem na margem vendo, e caiam fora caralho!!".

E então foi isso aí, os caras nos meteram no blogroll deles, apareceram por aí outros caras, nos visitando e perguntando, porque tínhamos tanta cona e caralho, procuravam discussão de politico, gozação de viral idiota, eram moscas procurando merda, dizendo que eles é que sabiam, logo entravam logo fugiam, e nós explicando a essa gente, no BE não queremos nada, não vamos em barco de moda, caiam fora seus caretas, vão lá curtir essa onda, de viver alienado não interessa, nessa depressão generalizada.

O mais grosso do quarto escuro

05:30 0
O mais grosso do quarto escuro
Não sei se foi das melhores, mas é mesmo daquelas que não se esquecem. O Bernardo conhecia bem os meus apetites e um dia vira-se para mim e convida-me a ir a um sitio onde ele dizia que se organizava um quarto escuro, bem discreto, sem confusão, muito selecto, muito restrito, e para quem não saiba, um sitio com pouca ou nenhuma luz, onde se encontram homens para foder.

Eu tinha muita timidez para esses espaços e também alguma preocupação, não queria ser visto, sabia que havia dias que estavam cheios e sempre fui reservado, mas ele insistiu, não não, não é nada disso, isto onde vamos é mais do tipo clube, dizia ele, não é um bar público ou uma sauna onde vai tudo, e acabei por ir nessa, de curiosidade e de ver.

Era-mos amigos desde a escola superior e tínhamos partilhado quarto, durante três anos, ai!! que tinha muitas histórias para contar do tempo em que estivemos juntos, mas isto agora é diferente, outra história, muito mais inesperada e muito mais surpreendente, em que dei uma foda como nunca, entrámos no clube, dois jovens entre homens, receberam-nos à entrada.

O Bernardo tinha-me dito "vais ver vão gostar de nós, é tudo homens mais velhos, todos bem sucedidos", passámos num corredor, era tudo cada vez mais escuro, por uma piscina interior, onde se banhavam alguns homens, tirámos a roupa e fomos com uma toalha fazer-lhes companhia, mergulhados em água tépida, parecia uma vila romana, riamos eu e o Bernardo, até que uns homens se aproximaram de nós.

Um deles perguntou-me, "estão a gostar do clube?", era um homem mais velho, de meia idade assim se diz, entroncado de pelos no peito, tocaram-se as nossas pernas por baixo, "sim" respondi-lhe assim meio tímido, não sabia como tinha ali chegado, só sabia que era obra do Bernardo, devia ter dado o cu em algum lado, para conseguir entrada neste sitio, o homem insistia comigo, "és muito bonito", sentia-lhe o bafo da boca, "gostas de levar no rabo?", perguntou-me.

Eu sabia ao que tinha ido, o Bernardo ouviu e olhou pra mim, soltou um sorriso leve num só traço, abanei a cabeça a dizer que sim, senti-lhe o pau teso por baixo, na água escondido como uma cobra, encostado ao meu corpo, ele continuava dizendo, palavras que nos excitavam, "gostas? que bom, e já te paparam o cu, muitas vezes?", ri-me tenso, "algumas, já, sim", riu-se ao meu encontro, "e aqui o Bernardo? é um velho conhecido, já te papou?", olhei para o meu amigo e tinham sido tantas as vezes que tínhamos fodido, coisa que começara assim do nada, "já, algumas vezes", respondi.

"Gostavas que te fosse ao cu?", perguntou-me, sentia-me envergonhado, tanta era a insistência, "não sei, acho que sim", respondi, "queres apalpá-lo, agarra-o aqui com a mão", pus-lhe a mão debaixo de água, ali todos na piscina, o caralho na minha mão, deixou-me sem fôlego e assustado, não era coisa comprida, o normal médio de todos, talvez dezoito centímetros, mas a grossura!!! meu deus, não o rodeava com a mão, de tão grosso ele era, ele riu-se quando lhe toquei, "queres levar com ele? bem grosso, vais adorar, vou-te abrir o cu todo."


"Anda, vamos até ao quarto escuro", mandou-me o homem ir com ele, o Bernardo a dizer-me "não te assustes, não vai doer", não pensei ser possível, ser comido por aquela coisa grossa, o meu ânus rebentava num misto de tesão e medo, como é que iria conseguir ser enrabado daquela maneira, entrámos no quarto escuro onde um breu nos envolveu, quase não o via, deixava-me guiar pela voz dele, "anda vamos para aquele canto".

Mandou-me encostar à parede em pé de pernas abertas, deixei cair a toalha e senti que fizera o mesmo, colou-se depois às minhas costas e ao meu ouvido, "toca-lhe outra vez, para saberes o que te vai comer esse rabo lindo", pus a mão para trás e senti-o novamente, tão grosso era que não conseguia apertá-lo todo na minha mão, ia-me doer e ele não me ia conseguir foder com aquele pau tão grosso tão anormal, o meu ânus não aguentaria, pela primeira vez tinha medo que me magoasse.

"Vai-me aleijar, vai-me doer", disse-lhe, "não vai, vais ver, não tenhas medo, vou-to enterrar todo", agarrou-me nas nádegas a abri-las, nas minhas bochechas cheias, o meu ânus indefeso, tremente de pânico e medo, de expectativa e desejo, fugiria se me doesse, ou gritaria naquele quarto escuro, onde se ouviam sons de gente a foder, uns a chupar outros a ser enrabados, corpos nus envolvidos com os seus íntimos secretos.

O caralho dele começou a bater-me à porta, como um martelo vibratório relaxava o meu ventre, afagava-me as nádegas e as coxas, por baixo se metia em mim, sempre a bater sempre a bater, no meu ânus indeciso que a pouco e pouco se abria como uma flor no verão, de manhã ao sol sentia-o a entrar, a cabeça a ameixa grossa a penetrar, abri a boca o meu peito sem respirar, entrava e saía devagar a martelar, batia e batia relaxado se oferecia o meu ânus todo aberto.

"Estás a ver, já to enterrei todo", dizia-me ele, "não te doeu nada, pois não?", abanei a cabeça a dizer que não, o meu cu era uma lagoa onde mergulhou aquele pau, que me fodia entalado entre as bordas do meu rabo, levantado redondo empinado, ajeitei-o ainda mais pra ele bem saído, a oferecer-me uma enrabadela a adorar, ele batia entrava e saía, enterrava-me o pau grosso e eu chorava, "aihm caralho!!! não aguento! tão grande, uhmmaim, aihm foda-se!! enraba-me todo, enraba-me aihmm foda-se!!".

"Eu como-te o cu quanto eu quiser" dizia ele sem parar, agarrava-me as nádegas ainda mais, uma mão forte a levantar, outra a carregar-me nas costas, partia-me o cu e eu a vibrar, "ai que foda estava a levar", sempre a bater sempre a entrar, o meu ânus não aguentava mais, comecei-me a vir sem querer do prazer que me estava a dar, cansava-se a pouco e pouco senti-o a tirar, a vir-se todo ele a espremer aquele pau grosso que tinha na mão.

Quando eu e o Bernardo entrámos no clube ainda era de dia e dia era ainda quando saímos para a rua, perguntou-me ele, "então? doeu?", "não" respondi-lhe, "deve ter sido a melhor foda da minha vida, tenho o cu todo fodido", "eu sei, já provei, também fiquei com o meu assim, todo rôto", diz-me ele a rir-se, a mim doía-me agora o cu.

Há chuva no pinhal

17:48 0
Há chuva no pinhal
Há aqueles dias invernosos, húmidos de chuva miúda, vaporosos, em que nos sentimos molhados por dentro e por fora, de movimentos apertados, sem saber o que fazer, apesar de tudo esperar, a aguardar que mude, que haja tempo, um raio de sol que ilumine, que dê espaço, que dê oportunidade, e eu, bem, estava num desses dias, uma preguiça energética, um tesão latente, no caralho, no ânus, principalmente no ânus, em toda a parte, apetecia-me tanto foder, mas sem iniciativa, sem pensar, sem escolher, sem mandar, queria deixar-me ir, pela mão dos outros, apetecia-me tanto levar no cu.

O mundo era meu, mas não meu, o desejo de distância, que as coisas fossem fáceis, sem labor, sem esforço, sem preço, apenas a entrega do corpo, pela entrega de outro, trocas sem discussão, sem negociação, sem futuro, sem promessas, sem expectativas, dar o cu e só, ser enrabado e só, uma manifestação física e só, uma explosão de sangue, sem exercício mental, ir, chegar, olhar, acordar, despir-me, dar o cu, vir-me, e vir-me embora, até onde parti.

Primeiro o meu gozo de carne, o mental que viesse depois, e para isso fazia-me ator, de mim mesmo e do meu prazer, saí na minha carrinha, para uma mata que já conhecia, onde se encontravam homens, uns à procura de cu, outros tantos de caralho, ali se acertavam as coisas, e quando lá cheguei, estava um gajo encostado, a um carro, perto de um maciço de árvores, alto, de cabelo rapado, cara de homem do leste, só mais tarde vim a saber, era moldavo.

Quando saí da carrinha, e me fui aproximando dele, pôs a mão no pau, a encher a mão que era grande, um redondo grosso nas calças, a falar-me com os olhos, ou com os ombros, eles mexiam, sem palavras desnecessárias, "quero comer-te esse cu todo", fui rodando sobre mim próprio, a mostrar-lhe o que tinha, o meu rabo redondo empinado, desejoso de ser comido.

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Acenei-lhe com a cabeça, para entrarmos na carrinha, tinha câmaras a filmar-me, depois queria ver-me foder, ou mostrar a quem quisesse, uns dias depois mostrei-os à minha irmã, e nem queria acreditar, de me ver naquele pau a mamar, o moldavo a enrabar-me, o meu cu aberto, o caralho a entrar, dois prazeres e um só momento, despimo-nos os dois por completo, queria dar-lhe o meu corpo todo, sem entraves ou obstáculos, que me agarrasse, dominasse e fodesse, que me fosse ao cu como quisesse, deixar-me-ia ir no seu comando, fosse carinhoso, meigo ou violento.

Lá fora caía agora, uma chuva mais grossa, um momento que era neutro, tornara-se agora mais intimo, o moldavo deitou-se ao meu lado, dois corpos nus entrelaçados, procurou-me a boca beijou-me, senti-lhe a língua na minha, o caralho teso colado ao meu, mãos grandes me percorriam o corpo, a explorar-me todo num abraço largo, minha pele e pele dele em cima, um manto de beijos apertado, ondeava por mim entrando, um amor sexo e carinho, gemi a abrir-lhe as pernas pedindo, em mola presas em redor dele, "come-me o cu, quero muito".

Dei-lhe um óleo para a mão, queria que me untasse, que me ungisse se quisesse, era uma flor que se abria, a respiração era intensa, caía chuva na rua, vinha cheiro de terra, de pinheiros molhados, num frio inesperado, um calor me percorria, dos dedos dele no meu ânus, nas minhas nádegas à volta, no meu peito colado, nos mamilos tensos do moldavo, rodei por ele e fui baixando, até lhe encontrar o caralho.

Imagem de S. Hermann & F. Richter por Pixabay
Aqueci-o na minha boca e chupei-o, êxtase de sensações e desejos, alargou as pernas a dar-me espaço, para esquecer o corpo e dar-me o caralho, grande, grosso, e farto, ia por ele de alto a baixo, nos meus lábios apertado, na minha língua que brincava, mergulhada nuns pelos louros, nos colhões em baixo cheios, um pau duro e rijo vergado, que queria tanto a partir-me o cu, os dedos dele não paravam, andando de lado redondo, ora no meu cabelo, ora no meu ânus molhado.

Puxou-me para ele, por cima e em frente, deitado ele de costas, apanhou-me as nádegas com as mãos, largas grandes como palmas, a pousá-las naquele pau duro, no meu ânus sentido encostado, um fresco de cuspe molhado, agarrou-me no pescoço, beijou-me, deu-me uma mordedura leve, com uma voz quente, ouço-o dizer-me, "adoro esse teu cu, tão bom, quero comer-te bem, mete amor, mete-o no cu", virei-me para a câmara que ali estava, gravando tudo como queria, agarrei no pau duro, meu rabo, minhas nádegas, anel tenso rosado, meu ânus preparado.

Apontei-o e enterrei-me nele, soltei um suspiro profundo, arqueado no ar para o forçar, que caralho grosso na minha mão, gemi com os olhos molhados, num beijo declarado, "humm, aihmm, aihmm, quero tanto, humm", ondeava as nádegas e as ancas, movimento combinado num só, para cima e para baixo, pouco a pouco o pau entrava, até o sentir bem fundo dentro, a abrir-me o cu todo, um anel apertado largo, agarrei numa nádega ao lado, a ver-me na câmara a ser fodido, pedi-lhe "amor, parte-me o cu todo, aihmm, hahammuuu, humm".

Ele fazia força e entrava, levantava as ancas e espetava, o pau grosso no meu cu, acertado no meu tom, descia por ele e enterrava-o, numa sincronia perfeita, a ser enrabado como queria, no abandono da natureza, na carrinha num pinhal, dentro dela aquele vapor, de sexo, de cheiro, e de gemer, um leve suor na minha pele, gotas de pérola e de luz, puxou-me o moldavo para ele, a rodear-me de braços preso, voz rouca que lhe saía "que cu tão bom, que foda tão boa".

Pediu-me para me virar, queria saltar-me para cima, enrabar-me por trás, partir-me o rabo todo, senti-o a encostar-se, a abrir-me as nádegas, a escorregar o caralho no meu vale, a enterrar a cabeça, e depois o tronco duro, de nervos, veias e aço, por mim dentro, a martelar-me as coxas, em embates violentos, duros e nervosos, grampos prendiam-me as bochechas da peida, ofegante, rouco, suado, matraqueava-me o ânus, aberto e oferecido, eu gemia, lembro-me, "aihmm foda-se!! que me partes todo, foda-se!! uhumm, aiii meu cu".

Não sei quanto tempo tinha passado, esse tinha-se desvanecido, perdido algures naquele momento, um fragmento congelado, só eu e o moldavo, mais nada e mais ninguém, senti-o a dizer "hahmm que vou vir todo", logo logo a gemer "aimm que foda", excitava-me em sintonia com ele, soltámos urros juntos, os nossos corpos estremeceram, num uníssono violento, veio-o em mim na minha pele, explodi um jacto de prazer.

Glory hole para cornos

23:43 0
Glory hole para cornos
Já conhecia o Wilbur, um holandês que se fixara por cá, ele e o marido português, há dois ou três anos numas passagens que eu e a Ângela, minha mulher, tínhamos feito pela Holanda, eles tinham vindo em trabalho e acabaram por gostar disto, costuma dizer o Wilbur "na vossa terra há uma aragem de descontração, uma sensação de desperdício do tempo", contava que o António, marido dele, irritava-o precisamente por isso, por não ter pressa para nada.

Era gente rica, ganhavam o dinheiro que queriam, criativos de comunicação e de moda, viviam num girar alucinante, de amigos, de festas e convívios, como diziam eles, para ninguém se esquecer deles, que existiam e estavam cá, reconheço são gente divertida, mas eu, digo bem, cansava-me esse modo de estar, não fosse a Ângela querer muito, e na casa deles não ia lá facilmente.

O Wilbur então em cada festa uma ideia, criativo por natureza vivia para inventar, sempre com uma nova diversão, fazia de nós a sua experiência, lembro-me bem, chegou o crepúsculo e estávamos a ir, disse à Ângela "tens mesmo a certeza, queres ir?", "vá lá eles convidaram-nos, sabes que são divertidos", que era assim eu bem sabia, da última vez foi um bacanal, com o Wilbur havia sempre sexo envolvido, para o António, marido dele, ir ao cu a outro gay, e ele aproveitar também, como diz a rir-se "para diversificar".

Entrámos na vivenda, e já estava em ebulição, apareceu o Wibur de repente, com ar de bicha acetinada, "ainda bem que vieram, hoje temos um jogo que criei", nem queria pensar o que aí vinha, havia homens, mulheres, corpos nus naquele espaço, "ponham-se à vontade", dizia ele, as pessoas tocavam-se e falavam, havia álcool e riso por todo ao lado, estranhei foi ao centro da sala, uma caixa branca alta fechada, mais parecia daqueles cantos onde se vota.

Nunca tive sorte ao jogo, e se era jogo o que me esperava, o mais certo era ser fodido, a Ângela radiava de luz e alegria, desaparecera e aparecera nua, com umas meias finas de renda apertada, desfilou flutuando quando se chegou, homens e mulheres viraram o pescoço, veio ao pé de mim a dizer "ainda estás assim? vai tirar a roupa, já sabes como é", fui andando e voltei nu, para me sentar ao pé dela.

Apareceu o Wilbur novamente, a fazer de mestre de cerimónias, gritou a todos como era o jogo, cada um tirava uma carta, como um poker de uma só sorte, a quem saísse a maior, receberia o poder todo, de escolher o que quer, rodaram depois as cartas, saiu o às de espadas, a uma loura volumosa, perguntou-lhe o Wilbur "então amor o que vai querer?", respondeu ela a rir-se alegremente "quero escolher aqueles dois", apontou para um negro fornecido, e para um nosso velho conhecido, o Fábio branco musculado, "para irem ao cu do meu marido".

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O marido dela é um gordo bem rosado, um leitão de rabo cheio e apetitoso, e quando a ouviu não estranhou, fez uma cara de satisfação, toda a gente se apercebeu, que já estava à espera dessa prenda, que no casal não era novidade, dele gostar de levar no cu, todos viram que ela o queria, e por mim que conhecíamos o Fábio, um rapaz bonito e avantajado, com corpo e instrumento de actor porno, já tínhamos saído com ele, eu e a Ângela numa noite, sabíamos que seria bom o espectáculo.

Foram o gordo, o negro e o Fábio, todos para o centro da sala, o marido dela pôs-se de joelhos, a agarrar em dois caralhos, um preto de um lado, e um branco do outro, começou a mamá-los passo a passo, dois paus tesos que engolia, entravam-lhe na boca gulosa, a mulher dele mandava "chupa querido, mostra o que vales, vá, chupa-me esses caralhos filho", ele ficava ainda mais excitado, todo ele tremia de desejo, mamava o caralho do preto, e depois o caralho do Fábio.

O negro olhou para o Fábio, numa combinação assente, trocado num acordo silencioso, agora vou-lhe eu ao cu, e depois mudamos e vais tu, o negro rodou o marido, pele rosada manobrada nas mãos, abriu-lhe as nádegas redondas, montou-se em cima dele, e enterrou-lhe o caralho no cu, um pau grosso e comprido, que lhe entrou dentro a escorregar, a mulher dele a acariciar-se, "ai querido tens o cu todo aberto", um buraco grande se abria, que nós víamos a apreciar.

"Ai amor, ele parte-me o cu todo, amor", gemia o gordo, do preto o enrabar, chupava o pau do Fábio, enquanto o negro o martelava, empoleirado nele bem por cima, o gordo de joelhos abaixado, no rabo empinado recebia, o pau grosso que lhe entrava, com batidas fortes nas ancas, que o preto tremeu a vir-se, a sacar o caralho a olhar para o Fábio, vai tu que é a tua vez.

Girou sobre o gordo a pôr-se em cima, o Fábio abriu-lhe o cu todo, com um caralho tão grande como o preto, começou a martelá-lo por trás, que a mulher dele o conhecia, "isso Fábio enraba o meu marido, parte-lhe esse cu todo", o marido dela masturbava-se, ao movimento do caralho do Fábio, ele entrava e ele batia, começaram-se os dois a vir, toda a gente batia palmas, bela execução que estavam a ver.

Mas isto não era nada, o pior estava para vir, jogou-se mais uma cartada, a sorte veio a um homem grande, um porte atlético que eu bem via, nu todo bem fornecido, apontou a minha mulher Ângela, para o mamar no glory hole, a tal caixa branca no centro da sala, olhei para ela surpreendido, que lhe ouço a voz "estás farto de me ver mamar outros", não esperou a minha resposta, levantou-se a ir para a caixa, o homem grande pôs-se por dentro, com o caralho no buraco para fora.

Na sala aguardávamos, todos em silêncio a olhar, respirações suspensas a ver, aquele corpo de mármore a andar, tão bela era a minha mulher, agachou-se ao pé do caralho, teso e grosso apontado, ela começou a mamá-lo, olhava para mim a rir-se, um ar maroto divertido, estendia a língua e chupava, via nervos e veias naquele pau, que ela doce e calma agarrava, entrava-lhe todo na boca, que prendia nos lábios molhados, tinha os mamilos tão espetados, dentro da caixa ouvia o outro, gemia que ela o mamava.

Olhava para ela, para aquele corpo molhado, húmido de alma e corpo, lábios da cona que se abriam, vontade e desejo insistente, de levantar-se e abrir as pernas, virou o rabo para aquele caralho, e apontou-o para a fenda aberta, levantei-me a apoiá-la, num abraço largo a agarrá-la, ouvia-a sussurrar nos meus ouvidos, "ai amor, quero comer este caralho todo, amor, dá-mo amor", dei-lhe um beijo na boca, ondeava o rabo no caralho, que lhe entrava como queria, dobrada sobre mim apoiada.

Todos olhavam para ela, de um tesão numa só pessoa, que se espalhava por toda a sala, o homem grande batia na caixa, da força com que fodia, a Ângela gemia a cada batida, agarrava-lhe na nádega a ajeitá-la, via-lhe o caralho grosso que entrava, na cona aberta e molhada, "ai amor, quero levar no cu, amor, ajuda-me", dizia ela para a agarrar, descaída nos meus ombros, agarrei no caralho do outro, grosso e rijo na minha mão, encostei-o ao cu da minha mulher, que fez força para lhe entrar.

"Ai amor, humm aihmmii, adoro no cu amor, ele parte-me toda, ai amor tão bom", gemia ela agarrada, a mim que a segurava, num frenesim por todo o corpo, masturba-se na cona, enquanto o homem grande a penetrava, abria-lhe as nádegas de lado, no cu da Ângela que eu via, começou ela a estremecer, um esguicho de leite escorreu-lhe, pelas pernas tesas de satisfação, o homem grande saiu da caixa, trazia o caralho na mão, vinha-se todo a mostrar, e toda a gente batia palmas.

Quando regressámos a casa, ela perguntou-me "gostaste de me ver?", perguntei-lhe e ri-me eu de volta, "gozaste de levar no cu?", ela respondeu-me, "sabes que sim, amor".

Vem aí o monstro tesudo

23:26 0
Vem aí o monstro tesudo
Nem eu sabia, E eu que sei tudo, só quando a minha amiga Maelee Wade me contou, que havia gente a escrever livros de crypto-zoologia erótica, a ganhar muito dinheiro, ainda mais que as tretas das bitcoins, muita gente a ler aquela merda, eu nem queria acreditar, lembro-me de lhe perguntar, mas que porra!! é essa? e ela dizer-me.

"Eh pá, aquilo é literatura erótica, compreendes, mas em que o protagonista é uma besta", e eu, "uma besta?", continuou ela, "o gajo ou gaja que fode ou é um super macaco, pode ser um mutante de crocodilo com pernas, este último que fiz era com o Bigfoot, está ver, o homem das neves", dizia ela que a história é sempre a mesma, há uma garota ou rapaz assim meio ingénuo, que depois aparece o monstro, e que o segredo é que a besta tem sempre de ter um caralho enorme, dizia ela "senão não dá".

Estava incrédulo, como é que era possível, gente a dar dinheiro por esta merda, quando há tanto e bom escritor de foda, será que era preciso isto, pôr macacos a foder, até centauros e dinossauros foda-se!!!, um aí que escreveu sobre um pteródactilo, que eu nem sei bem o que é, que vinha no ar apanhava maduras de meia idade, levava-os para o ninho, e depois comia-lhes a cona, e as maduras ficam doidas, foda-se como é que é  possível isto?.

E os títulos? são de cagar a rir, "Gemer pelo Homem das Neves, Seduzido pelos homens-macaco, O monstro na calcinha, Rendimento ao Merman, Punido pelo centauro, Selvagem pela criatura do pântano, Tomado pelo pterodáctilo, Sexo com o robô anatomicamente correto do sexo com meu marido, e o Homem das Neves deu-me por trás e gostei, tanta merda, e o pior, é que 99% dos leitores são gajas.

A minha amiga escritora destas merdas diz-me que isso só tem uma explicação, "Eh pá as gajas gostam de coisas fora da caixa, estão fixadas no caralho grande, só que agora o grande já não chega, tem que ser de um bicho, robot, de uma ave, mas big mesmo, é essa fantasia, não sei", e o melhor mesmo é que a Amazon está nessa, são milhares de cópias vendidas de pornografia cryptoerótica com toda a espécie de monstro, os gajos dizem que é humor, ha ha ha".

Disse-lhe que já tinha tentado escrever isso, mas ninguém acreditou, mostrei-lhe o meu Ano 5019. Planeta Pissa Maior, mas ela disse logo "Eh pá, isso é para meninos, isso é ficção cientifica, não a cryptoerótica é mesmo porno pesado, King Kong vai ao cu a uma loira, é isto, não sei se estás a ver?", não um King Kong a ir ao cu a uma loira, decididamente não devia dar coisa boa, não não não quero ver.

Depois estranhei, "mas estás aqui no hospital, a fazer o quê?, diz-me a Maelee Wade, "foda-se!!! nem queiras saber, fui atacada e fodida por um monstro desses, "atacada? o quê, o Ieti, um lobisomem, comeu-te?", "antes fosse", continuou ela, dizia-me que ainda não se tinha recomposto, que o que acontecera não era fantasia, fora para o Peru recolher ideias, de que havia ali um monstro pauzudo, quem queria levar no cu esperava, ele aparecia e estava à espreita, e depois aquilo ia ao cu, fosse homem ou mulher, comia tudo.

Contou-me, "Eh pá, a merda é que pensava que era fantasia, não sei se estás a ver, tipo um chupacabra com caralho, em vez que beber sangue, ia ao cu a quem aparecesse, mas a merda porra!!! é que este existe mesmo", dizia que andava tonta a saber coisas, os populares do sitio abanavam a mão, com o dedo em riste do não se meta nisso, mas ela aventureira foi-se lá ao sitio, onde normalmente aparecia o monstro pauzudo.

"Eh pá, apanhei um susto, mas quando vi que estava tudo fodido, já nada havia a fazer", ele tinha-a puxado para um sitio, não lhe fez mal mas mostrou o pau, estava tão abananada com a dimensão, foi gaguejando gaguejando e não pensava, que quando deu conta, o monstro pauzudo foi-lhe ao cu.


Ela conta "Eh pá, não foi bem ir logo ao cu, eu estava traumatizada, compreendes?, não sabia se era fantasia, ou se era realidade, ele dizia para eu mexer no caralho, aquela coisa imensa ia abanando, eu ia acordando aos poucos, ele encostou-me a umas mesas, e primeiro primeiro foi-me à cona", eu queria saber mais, "mas que tipo de mostro é? tens cornos chifres? cascos? pelos?".

"Não, é um homem", "Um homem?", perguntei eu, "mas que tem isso de anormal?" "anormal? saí de lá toda crypto-fodida, estou aqui e ainda não recuperei, foda-se!! Caralho!!!".

São vegans extremistas Dr. Manecas

17:05 0
São vegans extremistas Dr. Manecas
Andei eu, confessionário, a criar dois filhos para isto, o meu marido deixou-me, eram demasiados problemas, eram tantas as promessas, que eu me empenhei em tudo sozinha, dois trabalhos, dinheiro, o meu tempo que lhes dava, nem namorados novos tive, que bem os tinha arranjado, mas quando se apercebiam, que eles eram vegans extremistas, eram como o meu marido, eles fugiam.

Os meus filhos já não são novos, nem percebo como aconteceu, esta mania de só foder verdes, é as hortaliças, é os tubérculos, frutas de todo o tipo, e então confessionário, tudo o que tem a forma de uma caralho, isto para a minha filha, e de uma cona, isto para o meu filho, não escapam, fodem tudo o que apanham.

E eu até dou desconto, sou vegan concerteza, é que confessionário, tenho muita honra nisso, era casada e estava grávida, e já só comia coisas verdes, grelos e outras misturas, há anos não sei o que é peixe, então carne meu amigo, não a suporto e não a quero, ao contrário do meu marido, que me metia nojo com os bifes, trazia-os num saco e fritava-os, fazia um ruído estridente, mais pareciam animais a gritar.

Mas isto confessionário é demais, estes meus filhos comem, mas também fodem os vegetais, não havia como resolver, indicaram-me o Dr. Manecas, desse médico muito falado, que é psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia, e ensinador de verdades ocultas à noite, dizendo que o homem tem sempre solução para tudo, e eu fui a correr ter com ele, me queixar deste mal, queria recuperar os meus filhos.

Quando entrei naquele templo, como algumas amigas me diziam, tremi quando vi o Dr. Manecas, homem jovem e sereno, vestido com uma túnica branca, esvoaçava como se houvesse vento, via-lhe as formas do corpo, definidas as coxas e o pau grosso, "ai meu deus, há tanto tempo não fodia", elas inventavam problemas, elas só pro ir consultar, bem me tinham avisado, Dr. Manecas tem solução, mas amiga não falha, tem tratamento tem foda, você vai ver, vá se preparando.

Eu trazia a minha cueca de renda, bem preparada já eu estava, mas quando me falou "Então D. Graça, o que se passa?", ouvi aquela voz turbinada, que mexe no ar e faz vibrar, nossas cordas interiores, da alma e do mais profundo ser, fiquei com a cueca toda molhada, quando falava "são os meus filhos sr. Dr., viraram vegans extremistas".

Acho que ficou surpreso, já deve ter visto e ouvido de tudo, mas esta ele não sabia, "eh pá, D. Graça, essa nunca tinha ouvido, de haver vegans extremistas, conte lá isso melhor".

"Oh Sr. Dr., a minha filha e o meu filho fodem tudo, não há vegetal que lhes escape", eu ia dizendo e ele se rindo, que tudo começou dentro de casa, primeiro as cenouras e as curgetes, mal chegavam desapareciam, perguntava-lhes onde estavam, e eles não me diziam, até que um dia apanhei a minha filha, a meter no cu um pepino, que eu acabava de ter comprado.

"Fiquei de boca aberta, Dr. Manecas", dizia-lhe, pensava que era coisa de jovem, mas depois descobri o meu filho, vi-o foder uma couve roxa, ia para o quarto dele, para lhe perguntar umas coisas, ele tinha a porta aberta, e foi quando o vi, na cama agarrado àquela coisa, tinha o pau teso, com que espetava a couve, o rabo dele mexia-se pra baixo, pra entrar no buraco da couve, estive ali por momentos, até que o vi vir satisfeito.

Depois fui acompanhando a situação, "e foi quando percebi, Dr. Manecas, tinham-se tornado vegans extremistas, não comem nem fodem animais", contei-lhe que havia queixas dos vizinhos, eles atacavam as hortas em volta, como uma alcateia organizada, entravam e roubavam os vegetais, e disse-lhe "pensa que é para comer? não, não é, é pros foder? batatas doce, abóboras, tudo o que seja comprido ou redondo, levam tudo com eles".
Imagem de Andrea Stöckel-Kowall por Pixabay
"Ha ha ha ha ha", ele soltou um riso estridente, tão belo e tão bonito, olhava-lhe pros dentes brancos, mais lá para baixo pro volume grosso, "vamos lá ver, isso se calhar é fácil de explicar, D. Graça", expliquei-lhe que também era vegan, quando ele me perguntou "então D. Graça, mas a senhora não é extremista? Dava fodas com o seu marido, comia carne, digamos assim?", fiquei a gaguejar, não sabia o que responder, "dava dr. Manecas, dava, sem convicção, mas dava".

Mas continuou a atacar a minha alma, "e agora que o seu marido foi embora, como faz?", tinha suores frios na testa, parecia que a minha verdade vinha ao de cima, memórias passadas que ele puxava, "bem, sr. Dr. fez-me lembrar uma coisa, espero que não seja disso", "diga diga", estava toda vermelha, não tirava os olhos do pau dele, excitava-me os movimentos, a maneira como me punha a mão nas pernas, assim no meio das coxas escorregando, que se iam abrindo quando falava, como porta entreaberta para ele entrar.

"Lembrei-me agora que eles viram-me a acariciar-me com um pepino, lembrei-me sr. Dr., deve ter sido isso", ele dava-me leves toques nos ombros, na minha pele descoberta, "pois é, está a ver, eles estão confusos, pensam que a mãe também é vegan extremista, e então o que viram?", contei-lhe que estava na cama, não sabia que tinham chegado, punha o pepino na cona, a entrar e a sair, gemia alto e devem ter ouvido, foi quando me vinha tremendo, que os vi à porta a olhar.

"E carne? já pensou comer alguma carne?", gritei logo de pavor, "ai que horror sr. Dr. não me fale numa coisa dessas", mas ele insistia, ia-me acalmando no meu sentir, "não não D. Graça, refiro-me a esta salsicha grossa que aqui tenho, quer comê-la?", agarrava o pau grosso, teso que se via nas calças, assim com a mão cheia, "que tal esta salsicha? posso tratá-la já, o que acha? imagine que é de tofu".

Respondi-lhe assim meio-sonsa, bem sabia o que queria, nem era vegan extremista, uma salsicha grossa me faria bem, "essa talvez, sr. Dr.", ele tirou-a para fora, um caralho comprido na minha boca, bem grosso bem carnívoro, era coisa que não via, fui chupando e saboreando, apertado nos meus lábios, aquele pepino vermelho, cheio de nervuras enroladas, "está a gostar da salsicha? que tal?".

"E um salpicão agora no rabo, D. Graça, alimenta, vai ver", despi-me toda depressa, não havia tempo a perder, que o mal viesse de uma só vez, virei-lhe o rabo a dizer "ai dr. dê-me com o salpicão, mas não quero ver", enterrou-mo na cona húmida, abriu-me as nádegas para ele passar, escorregando nas bordas tesas, saltou sobre mim como um animal, prazer maldito de querer mudar, partia-me a fenda qual besta solta, "ai D. Graça, é só carne, vai comer esta carne toda no cu, vai gostar".

Eu já não dizia nada, já me tinha abandonado, esquecido os meus preceitos, se eram rígidos que se fodessem!!, hoje comia carne, amanhã vegetais, sentia-o a abrir-me o cu, uns colhões de touro a balançar, a cabeça doida a forçar, "ai sr. Dr. que salpicão tão bom, sr. Dr.", apertava-me o ânus a esfregar, batiam-me nas nádegas as ancas que mexiam, subiu para cima de mim, e matraqueava-me o cu a avançar, já me tinha esquecido dos meus filhos, era coisa que não me importava, se queriam ser vegans extremistas, era com eles aceitava, que para mim passava a comer carne.

Só me lembro de me vir toda encharcada, uma torrente que estava fechada, atrás de um dique que ruiu, e fui-me embora para casa, fui ao frigorífico e vi, hoje não comia vegetais, já os meus filhos os tinham fodido.