2019 - Biografias Eróticas

#2 Pérolas de Fim de Verão

23:23 0
#2 Pérolas de Fim de Verão
José Bezerra da Silva (Recife, 23 de fevereiro de 1927 — Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi um cantor, compositor, violonista, percussionista e intérprete brasileiro dos géneros musicais coco e samba, em especial de partido-alto.

No princípio, dedicava-se principalmente ao coco até se transformar em um dos principais expoentes do samba nos anos seguintes. Através do samba, cantou os problemas sociais das favelas e da população marginalizada, atuando ente marginalidadee indústria musical. Estudou violão clássico por oito anos e passou outros oito anos tocando na orquestra da Rede Globo, sendo um dos poucos partideiros que lia partituras.

Gravou seu primeiro compacto em 1969 e o primeiro disco em 1975, de um total de 28 álbuns lançados em toda a carreira que, somados, venderam mais de 3 milhões de cópias.

Ganhou 11 discos de ouro, 3 de platina e 1 de platina duplo.[3] Apesar de ter sido um dos artistas mais populares do Brasil, foi um artista bastante ignorado pelo "mainstream".

Belos videos dos seus compositores, um deles Nilo Dias




* Caguete: Sujeito que entrega outra pessoa.
"Era caguete sim, era caguete sim, eu so sei que a policia entrou no velório e o dedão do safado apontava pra mim." (Bezerra da Silva).

#1 Pérolas de Fim de Verão

23:07 0
#1 Pérolas de Fim de Verão

As Rosas Não Falam

Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas
Que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim
Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão
Enfim
Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim
Queixo-me às rosas
Que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim
Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim

Satyricon de Fellini (Filmes para férias)

18:23 0
Satyricon de Fellini (Filmes para férias)
Filme baseado em livro escrito por Gaius Petronius, ainda Cristo não era nascido, cerca de um século antes.

No Satyricon, Petrónio demonstra as manifestações sociais e o panorama cotidiano dos romanos. A história é baseada nas peripécias de Encólpio, narrador e personagem principal – que havia profanado o culto a Priapo –, Gitão, um rapaz por quem Encólpio se apaixona e Ascilto, com quem formam um triângulo amoroso, que depois será substituído por Eumolpo, poeta de péssima categoria. 

É claro que não podemos esquecer que o julgamento crítico do livro deve ser sempre relativizado, pois há muitas dúvidas temporais e de registos. Porém, é claramente demonstrado, que Petrónio constrói no Satyricon um universo miserável e corrupto que representa diversas classes sociais e um vasto panorama cotidiano dos romanos. Dessa forma, o autor extrapola o universo literário, e chega a reflexões ligadas à filosofia, à história e à crítica sociológica.

Estranho que chegue, mas não diferente do presente.

Soneto do Olho do Cu (em férias)

22:03 0
Soneto do Olho do Cu (em férias)
Nada pior que a crise da folha branca e para a atacar de frente nada como fazer umas férias.

O “Soneto do olho do cu” não foi divulgado na forma impressa, mas preservado durante décadas, em ambíguo ocultamento que também significou sobrevivência.

Rimbaud e Verlaine não escreviam para se tornarem autores canónicos (o que lhes renderia, além de prestígio, muito dinheiro). Pelo contrário, enfrentavam os cânones do gosto e das relações de poder. 

Poetas malditos à época e porventura ainda hoje, porque, bem vendo, pouco ou nada mudou, apenas a máscara, sobreviveram ao tempo, os outros não.


SONETO DO OLHO DO CU

Obscuro e franzido como um cravo roxo,
Humilde ele respira escondido na espuma,
Úmido ainda do amor que pelas curvas suaves
Dos glúteos brancos desce à orla de sua auréola.

Uns filamentos, como lágrimas de leite,
Choraram, ao vento inclemente que os expulsa,
Passando por calhaus de uma argila vermelha,
Para escorrer, por fim, ao longo das encostas.

Muita vez minha boca uniu-se a essa ventosa;
Sem poder ter o coito material, minha alma
Fez dele um lacrimário, um ninho de soluços.

Ele é tonta azeitona, a flauta carinhosa,
Tudo por onde desce a divina pralina*,
Canãa feminino que eclode na umidade.

(Paul Verlaine e Arthur Rimbaud)


A tradução é de Heloísa Jahn e está no livro Para ser caluniado – Poemas Eróticos, mas a beleza dos detalhes é invenção e culpa exclusivas dos poetas.

(*) pra.li.na sf (fr praline) Noz confeitada.


No que se refere ao objeto tematizado pelo poema de Verlaine e Rimbaud (o olho do cu), há um riso de acolhimento, visão carinhosa e desejante daquela parte menosprezada do corpo - um olho de fêmea, conforme a referência parodiada e o anúncio no verso final: Canaã feminino. 

Na condição de paródia, essa identificação de género se torna objecto de flutuações: será isso mesmo? E o ato de parodiar também permite perceber que nada é apenas sagrado nem apenas maldito, no jogo sem fim da metaliteratura, rindo do objeto de paródia, mas também rindo de si. O corpo e a literatura são objetos do riso, e também sujeitos desse ato. O riso de Rimbaud e Verlaine sabe que faz parte do mundo rido e ridente.

O poema apresenta o olho do cu, antes de mais nada, através de imagens que remetem a sua difícil visibilidade (obscuro), misturada a desprestígio social (identificação a sujeira, feiúra – virada pelo avesso no poema, todavia), a seu caráter tátil (pregueado), a cor e potencial aroma (cravo violeta). É como uma flor de difícil acesso, para ser vista, apalpada, cheirada. Trata-se de um trânsito repentino, do ignóbil ao absolutamente nobre, beleza visual, perfume e textura de flor, dotado de uma nobreza outra, diferente dos valores instituídos. E a poesia de Rimbaud e Verlaine opera esse trânsito.

(Rir do Corpo - Paródia e riso num poema de Rimbaud e Verlaine (Marcos Silva))

Dr. Manecas, meu blogue cresceu

22:26 0
Dr. Manecas, meu blogue cresceu
Por momentos, confessionário, pensei que estava acabada, lá se ia a minha biografia erótica à vida, era o meu Blogue da Piriquita, Instagram, Twiter, Face, e tudo mais, cada vez tinham menos visitas, só os comentários maus apareciam, eu bem tentava controlá-los, com umas intrujices de uns amigos, o meu modo de vida diminuía, já nem os sponsors me contactavam, mais um bocado e estava fodida.

E eu que tinha dado tanto de mim, eram tantas as seguidoras, dava-lhes muitos conselhos de moda, shopping e artigos de beleza, tanta coisa de que bem sei, que não percebo nada, e, meu amigo, para não perder "mercado", passei a falar muito de sexo, de swing, de gigolos, e de putas, que para foder é só querer, pode ser no trabalho ou no hospital, e depois, sempre me esforcei muito a roubar temas e palavras dos outros, porque eu, bem visto, não tenho criatividade nenhuma.

Roubo tudo o que aparece e que choca, sex shops, sexo tântrico, vibradores, pilas grandes e pequenas, conas sintéticas tudo serve, e é só para nós, já nem sou eu quem escreve, tenho uns amigos que pesquisam, fanam e publicam, coisas do trabalho dos outros menos conhecidos, que eu bem vês confessionário, me custou tanto fazer nome, para agora tudo se perder, apesar de não o merecer.

E porquê, perguntarás tu? Porque te confesso o meu desespero de perder o que, bem visto, nunca foi meu? Sabes porquê, vou-te contar, por causa de uma puta fina ressabiada, que viu as minhas fotos no instagram e disse sabes o quê? que eu estava velha, acizentada, vê bem, a puta maldita chamou-me acizentada, e esta merda das redes são mesmo assim, se a merda cola, vem tudo atrás tipo enxurrada.

As putas das minhas seguidoras que são tão putas como a puta, começaram a achar que sim, que eu estava acizentada, que o melhor mesmo era migrarem para o blogue da outra, que pensando bem, nada tem a dizer a elas, assim tanto quanto eu, só balelas para as meninas, que dizem que sim porque sim, que vêem o Blogue da Piriquita, as coisas que os sponsors mandam.

Isso até era o menos, o que me fodia a cabeça, era aquela puta de quem eu fora amiga, estar a dizer no Insta, que eu estava acizentada, puta!!! que a fodeu!! a gaja é uma gorda celulitica, há anos que abusa de roupa larga, para enganar as seguidoras, e, confessionário, essa puta veio-me chamar cinzenta.

E foi aí confessionário que se me fez luz, você me ajudou tanto, tinha aqui lido umas coisas sobre o poder do Dr. Manecas, desse médico muito falado, que é psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia, e ensinador de verdades ocultas à noite, dizendo que o homem tem sempre solução para tudo, e eu fui a correr ter com ele, me queixar que estava perdendo seguidoras, que no Insta falavam mal de mim, e tudo o mais que estava cinzenta.

Quando vi o Dr. Manecas não queria acreditar, as minhas costas encheram-se de humidade, estava vestido casual, com uma camisa de organza aberta, que lhe davam um ar antigo e tão nobre, o meu namorado que ia comigo estava impressionado, aquela savana de pelos no peito, umas calças de linho soltas cintadas, faziam ver um volume avantajado, que se aconchegava entre as pernas.

"Então Piriquita, está a perder seguidores no seu Blogue, conte lá isso?", comecei a contar tudo, "então Dr. Manecas, desculpem falar assim, é uma puta que compete comigo, ficou dizendo que eu estou cinzenta, que apareço mal nas fotografias, faz a cabeça das minhas seguidoras, que se deixam ir naquela putice, e começam a ir-se embora.

Só sei confessionário, que o semblante do Dr. Manecas de repente mudou, se eu estava cinzenta, ele estava rubro, por momentos, eu e o meu namorado ficámos assustados, rodopiou na sala aos pulos, via-se bem que estava irritado, de modos que logo logo explodiu "Cum caralho!! com coisas tão importantes, com tanta gente a precisar de mim, vêm vocês para aqui só porque fica cinzenta nas fotografias?".

Balbuciei assim umas coisas, nem sabia o que dizia, "isso vê-se logo!! é falta de foda caralho!! ou esse caralho com quem anda não faz o seu trabalho, ou você anda atarefada de mais para perceber, que levar na cona e no cu com regularidade, não existe nada melhor para a pele", ele continuava explodindo, dizendo que o tinham feito perder tempo, mas foi abrandando aos poucos, até que se virou e disse assim "bom, mas já que está aqui e, afinal também tenho de ser pago, vou-lhe dar umas fodas e o seu namorado ajuda-nos a fazer um estudo".


"Estudo, dr. Manecas?", logo seguida do meu namorado "fodas?", "sim fodas, enquanto eu a como, você vai filmado para ver se há melhorias, vai ver que com aquilo que lhe vou dar ela deixa logo de ficar cinzenta", só sei que quando o Dr. Manecas disse aquilo, o meu namorado calou-se logo, não sei se fiquei a duvidar dele, certo que não reclamou muito ao saber que outro homem me ia foder, este inútil é um peso morto, sustento-o e deve ter ficado satisfeito de pensar que ficava curada.

Eu estava assim sem jeito, de não saber como me comportar, o dr. Manecas baixou as calças de linho, e foda-se!!! foi quando vi, os tomates de touro escuro, em baixo de um caralho comprido, só sei que fiquei logo corada, a minha cor cinzenta desapareceu, o meu namorado começou então a filmar, o dr. Manecas a ir-me por trás, levantou-me as saias a baixar-me as cuecas, e senti aquele pau a roçar nas minhas pernas.

"Melhor despir, melhor despir e tu aí filma a cara, cinzenta ou não", ele abriu-me as nádegas todas, com o malho grosso de boi, alargava-me os papos para o lado, senti-o a entrar em mim, "aih dr. tão grande não estou habituada", "não há-de estar habituada, você só está habituada a conversa fiada, mas lembre-se bem, isto que acontece aqui, não se conta a ninguém, se fodo as minhas doentes é porque precisam de mim", ele estava a martelar-me, o meu namorado a filmar-me, fazia acenos com a mão, a dizer que estava a correr bem.

"Foda-se!!", pensei para mim, baixei-me toda a aguentar, as palmadas que levava, no rabo e nas coxas, enquanto o dr. Manecas entrava, "está-se a ver, está com a cona perra, tudo por falta de foder", eu já nem o ouvia, palavras e cheiros no vento, o que me apetecia mesmo era chorar, de tanto prazer me dava aquele caralho, que me estava a foder.

"Ai ai ai, dr. Manecas, estou tão louca, ai", ele batia-me nas coxas, em ondas de ancas renovadas, "não há-se estar louca e cinzenta, com tanta falta de caralho, minha amiga, vá, aguente-se, que vou-lhe agora ao cu", o meu namorado lá falou "ao cu? também, é preciso?, ela já está vermelha e corada!!", ouvi o dr. Manecas a dizer, enquanto me continuava a foder, "tem de levar no cu, as minhas doentes não saem daqui sem o tratamento completo", o meu namorado abanou a cabeça e consentiu, era tudo para meu bem, que ficasse melhor era o que queria, e para isso era necessário sair dali bem fodida.

"Ai Ai dr. Manecas, o meu cu, doí tanto", ele punha-me um óleo no ânus, entraram três dedos pelo menos, e logo de seguida entrou o caralho, aquele pau grosso e comprido, ai minha mãe, pensei logo, que valha a pena tanto sacrifício, ele enterrou-se todo em mim, começou-me a bater forte por trás, a abrir-me toda que o sentia, o meu preciso bem traseiro, de cor alva e de carne feito, que eu gemia e gritava da enrabadela que me dava, comecei enfim a estremecer que não aguentava, senti-me vir toda em muitas vezes, um orgasmo múltiplo a primeira vez experimentara, que iria logo que pudesse contar às seguidoras.

Estivemos a ver a gravação, "está ver ali coradinha, já está boa, vermelhinha", dei um obrigado ao Dr. Manecas por me ter salvo o blog, já depois assim mais privado, "mas menina corra com esse gajo", e foi assim, no dia seguinte despedi o meu namorado.

Este swinger cheira a peixe

19:32 0
Este swinger cheira a peixe
Bom dia aí gente, do confessionário, tudo jóia, me disseram que podia aqui contar meus pecados, que me davam absolvição na mesma, e eu estou nessa, bem melhor, né, e eu vim, minha mãe que é muito religiosa, me disse aí, "vai no pastor, filho, conta para ele seus pecados", mas, meu amigo, conto mas é o caralho!!!.

Olha aí confessionário, não tenha dúvidas, também sou religioso, tudo bacana na boa, mas lá pro cara pastor, que nem sei bem como é, só confesso o que convém, há coisas que não digo, e nem conto a ninguém, vai ver que o cara sabe o que fiz, e vai dizer a toda a gente, não isso é que não, é por isso que estou aqui.

No outro dia, sabe, um cara amigo lá do meu trabalho no peixe que eu faço, me contou de um sitio swinger aqui perto, me foi dizendo "cara, Calita, meu irmão, você nem sabe, está aí um negócio bem bacana para a gente", "Conta logo, meu irmão", me contou que é gente rica, que se junta para dar uma foda, está tudo muito bem arranjado, os caras vão com as mulheres, e vão trocando e dando-as a outros,  e é assim o negócio.

Falei assim para ele, "mas meu irmão, não sou rico e nem tenho mulher, cara, não dá, né", "Calita, meu irmão, tenho contacto, né, você vai bem vestido, armado em ricaço, meu amigo deixa entrar, e não é preciso mulher, tem é que foder Calita, você sabe né", fiquei mirando ele de lado, me perguntando se sabia, que eu tinha assim coisa grande, o pessoal via meu instrumento, e ficava assim surpreendido, como é que um homem pequeno, tinha sido tão beneficiado.

E eu fui, né, saí do trabalho do peixe, fui logo correndo, que era tarde e não chegava a tempo, meu contacto me arranjou roupa, e entrei no pedaço e, confessionário, fiquei de boca aberta, caras e gatas fodendo, todos espalhados no recinto, muito luxo, confessionário, muito luxo, homens fazendo minete, mulheres dando mamada, e pessoal, estava no meu ambiente.

E não perdi tempo, confessionário, estava me atrasando, tinha que começar rolando, fui muito bem educado, se tenho de fazer, que faça bem feito, soltei roupa e meu cacete, que as donas, meu deus, meu senhor, ficaram suspirando, uma delas me chamou, estava o marido ao lado, bem encostado no sofá, "oi menino, como você se chama?", " Calita, Dona", lhe respondi, "Calita, estou vendo que você não pertence aqui".

"Não Dona?", fiquei com medo de ser corrido, sabe, penetra tem esse destino, "Não, não sei como o deixaram entrar, ainda vou averiguar, mas Calita, me mostra aí seu pau, bem grande menino, é record, nunca vi, vou deixar passar", "sim Dona me desculpe", "me dá aí esse negócio vai, me deixa chupar", bem, confessionário, marido dela estava rindo, de me ver assim assustado, pensei para mim "Corno do caralho!!".


Mas confessionário, sei bem que é pecado, mas a Dona me pegou no pau, começou mamando experiente, e não podia fazer nada, ela agarrava nele com a mão, dando dentadinha na cabeça, e a língua dela, ai meu deus, parecia beijinho de passarinho, minhas pernas tremiam tanto, o corno estava ali olhando, ela a meter na boca o meu caralho, fundo que o engolia e desaparecia pela garganta dela, mas de repente sabe o que ela diz, confessionário, "Calita, seu caralho está cheirando e sabendo a peixe, menino".

Eu estava cheio de tesão, sabe, a mulher sabia o que fazia, "peixe, Dona?", "peixe Calita, você cheira muito a peixe", não sabia o que dizer, sabe, ou deixava e me ia embora, ou achava um negócio para continuar, mas, confessionário, não me ocorreu nada, fiquei chorando para ela "vai Dona não critica vai, chupa meu bacalhau Dona, vai chupa, já viu né tá duro viu algum assim?", o marido dela disse que eu tinha razão, a Dona dele nunca tinha visto coisa tão grande, que estivesse calada e mamasse, que ele estava a gostar de ver.

Bem, quando o corno disse aquilo, a Dona ficou maluca, ainda mais excitada, começou mamando e se masturbando, me mamava entrando com a boca, enquanto passava dedos na cona, o corno não fazia nada e só olhava, a Dona tinha um corpo maravilha, mulher nova ainda, confessionário, mas que bem fodia, pousei-lhe a mão na cabeça e depois no queixo, como se tocasse uma namorada, corno disse para ela, "está gostando do bacalhau dele, querida, estou vendo".

Ela nem dizia nada, agarrada no meu cacete, nossa senhora, mamava e mamava, depois corno pediu a outro cara, para fazer minete na mulher, mãezinha, mas que coisa boa, estava vendo que não aguentava, a enchia logo de porra, mas, confessionário, também tenho meu orgulho, e, meus pecados que são tantos, só pensava numa coisa "quero comer o cu dessa Dona, quero o cu dela", tinha um rabo maravilha, onde meus olhos estavam vidrados, o outro cara que nem pensasse, que aquele cu era para mim.

O corno falou e ficou dando ordens, para mim estava tudo bem, disse ele "Calita menino, vai, dá com o seu bacalhau nela, ela está pedindo", ela se abriu todo para mim, levantou as pernas no sofá, assim bem de frente ao pé do corno, o outro cara saltou para cima, eu comecei espetando ela, mãezinha, quando lhe enterrei meu pau todo na cona, ela saltou, sabe, desesperada, isto que eu tenho não é pilinha, sabe, é coisa grande, bem grossa, ela gemeu e sei que doeu, agarrou na mão do corno, como se estivesse tendo um filho, "ahim Aiiii querido, aihm ai Ai tão grande".

O corno estava gozando, via que se estava lambendo, da foda que estava dando nela, o outro cara pôs o malho na Dona, que ela chupava e eu entrava, com minhas ancas se movendo, partindo ela por dentro, puxei as pernas dela para cima, para lhe entrar bem e comê-la, ela se agarrou depois aos meus ombros, falei para o corno assim "me deixa comer o cu dela, posso? me deixa comer o cu dela".

Só sei que ela não esperou resposta, começou se virando no sofá, me deu o cu branco de seda, as minhas mãos lhe tocaram, rolei meus olhos para o céu, que tão grande é o meu pecado, quando disse, confessionário, me absolvam por favor, "obrigado, meu senhor", abri-lhe as nádegas do tesouro, vai que corno me ajudou, "espeta ela Calita, lhe dá com esse cacete", ele agarrava-a nas mamas, mas que tão rija esta mulher, as costas, as coxas, e o perfume, lambi-me todo quando lhe entrava, comecei a entrar-lhe no cu.

Ela disse, "ai Ai Calita, devagar menino, não estraga, menino, minha sardinha", estava louco de prazer, a voz dela era música, as palavras tão perfeitas, de mulher rica educada, abri-lhe o ânus com a cabeça, centímetro a centímetro entrava, naquele rabo belo escorregava, o meu pau comprido teso, até que estava todo dentro, o corno estava satisfeito, encavalitei-me nela bem a jeito, e só pensava "ai Calita que belo cu, vou parti-lo todo", matraqueava-o toda por trás, ela gritava ou gemia, para o corno de certeza, "ai Ai humm aihm, amor, ele come-me o rabo todo".

O outro cara, finalmente teve uma oportunidade, sabia que a noite era minha, com cheiro a peixe ou a sardinha, o cara meteu-lhe o caralho na boca, ela chupava e eu fodia, as bordas da cona eram apertadas, um anel forte eu forçava, há medida da grossura do caralho, movia as ancas e as coxas danado, "ai Dona que maravilha de rabo Dona, ai", ela mamava no cacete do cara, se masturbava com os dedos na cona, confessionário, não tenho culpa, a Dona estava dando tudo, começou gritando alto, toda a gente na sala a ouvia, quando começou se vindo que percebia, tirei meu pau fora bem molhado, e enchi ela de porra por cima.

Posso dizer, para ajudar minha confissão aqui, que o corno veio falando depois me dizendo que nunca tinha visto a Dona dele levar no cu dessa maneira, tão bom e perfeito, que ela estava muito contente, me convidando para casa deles um dia, me absolve, confessionário, por favor, vai.


Ó marido, deixa que chega para todos

17:05 0
Ó marido, deixa que chega para todos
O negócio não tem estado bom, e vai de mal a pior, o Manel herdou a oficina do pai e ao principio a coisa ainda dava, mas agora é cada vez mais difícil, os clientes são cada vez menos, querem rapidez e em troca são mal servidos, as grandes distribuições ficam-nos com tudo, os mecânicos cada vez mais, querem fazer pouco por muito dinheiro, e é que nem há pessoal a sério, os poucos que temos bem que tentamos agarrá-los.

No outro dia o Manel disse-me, "olha Hortense, o Zé António vai embora", "o Zé António? mas porquê?", o Zé António é o nosso melhor empregado, excelente em tudo o que faz, está connosco há tanto tempo, que pensei que não podia ser, "Ele diz que ganha mais noutro lado, parece que lhe dão mais privilégios", se ele se fosse embora, iam os outros logo a seguir, ficávamos sem gente para trabalhar.

Bom, confessionário, decidir ir falar com ele, "então Zé António, o que se passa? O Manel disse-me que se queria ir embora?", diz-me ele "ó D. Hortense, é a minha mulher, não pára de me chatear, fala que eu tenho que ganhar mais, e melhor é ir para outro lugar", tinha de o convencer a ficar, pensei, que não o podia perder.

Entre ele e eu existia uma ligação, um sentido platónico bem sei, de sonhar com sexo e desejo, mas a coisa nunca passara daí, via-o do escritório a trabalhar, naquele jeito de homenzarrão mal cuidado, num fato de macaco sujo e com óleo, sabia que era muito bem casado, uma mulher cheinha um pouco chata, e ele também sabia que em mulher de patrão não se tocava.

Mas de repente tudo mudara, se havia ideias na cabeça, não havia intimidade, mas agora era diferente, falava com ele mais de perto, como pessoas iguais no mesmo barco, senti-lhe o cheiro do corpo, uma testosterona suada que lhe saia do peito, de um manto plantado de pelos, dos pulsos grossos que tinha, do volume generoso que já tinha visto, é que falar de homem para mulher nunca tinha acontecido.

"Ó Zé António, nós precisamos de si, o que posso fazer para ficar?", "Ó D. Hortense não temos privilégios nenhuns", já se punha de tarde, os outros tinham saído, o Zé lavava-se do trabalho, ia tirando o fato macaco, via-lhe o tronco húmido do serviço, punha água na cabeça que escorria, por ele e pelo corpo todo, o Manel não sabia dos meus esforços, pus-lhe a mão de leve no ombro, "Ó Zé não pode ir embora assim e deixar-nos, ia sentir muito a sua falta".

Foi como um choque eléctrico, tocar-lhe no ombro deu-me um tesão imenso, um água que transbordou por mim toda, senti-me húmida da cabeça aos pés, os lábios, a boca, o ventre, o pescoço, a cona, e, não sei como, li-lhe nos olhos a mesma coisa, tinha um vestido leve do calor que apertava, nem cuecas nem nada usava, olhei-lhe assim envergonhada para baixo, ele tinha ali o pau que crescia.


Nem ele nem eu sabíamos do que falar, o assunto já não interessava, voltar a ele era tempo perdido, arfava do ar seco que estava, olhava-se o corpo e as mamas, que tão tesas e empinadas se achavam, "D. Hortense, sabe, dá pouco, não temos privilégios, a minha Maria, também me rejeita, ando muito nervoso, compreende-me?".

Fiquei perplexa de certeza, soube logo o que ele queria, pensei para mim sozinha, "não é que este cabrão quer dar-me uma foda", pensei mais, queres ver, que é condição para ele ficar, o privilégio de comer a mulher do patrão, passava ele a mão no inchaço, a cada minuto cada vez maior, nem sabia como o abordar, nem sequer o que pensar, faltava-me a respiração, ou que palavras escolher, a minha língua tremia nos meus lábios, tanto que até deixei de o ver.

Ocorreu-me, "não sei não Zé António", acho que me estava a rir, pensei mais para mim, "porque não foder?, fica a coisa entre nós, e se vai embora na mesma? Tenho de lhe perguntar", fui-me aproximando mais, daquele tronco forte e largo, com a minha voz melosa, de mulher de muitos mundos, "sabe Zé depois vai-se embora, e ficamos aqui sozinhos? Não sei?", tinha os olhos esbugalhados, finalmente diz qualquer coisa "mas, eu fico, se tiver privilégio fico, D. Hortense".

Disse-lhe "vai, assim entre nós é só Hortense, eu dou-lhe privilégio, mas você sabe, não temos dinheiro", mas já tinha decidido, ficasse ele ou fosse embora, agora só queria foder, ali mesmo na oficina, no meio do óleo e das ferramentas, aqueles cheiros a máquinas a entrar nas narinas, tanto que tinha desejado que o Manel o quisesse, ou imaginado o Zé António a fazê-lo, que agora podia ser concretizado.

Há coisas que eu já sabia, ou se faz ou não se faz, pousei-lhe a mão no inchaço, a apalpá-lo a apercebê-lo, senti-o grande como já o imaginara, um músculo nervoso de pedra comprido e grosso, o Zé António fervia de desejo, que baixou o fato macaco que faltava, e eu vi finalmente aquela coisa monstruosa, já tesa e oleada preparada, virou-me para cima de uma cadeira, a levantar-me o vestido para cima, "ai D. Hortense, adoro o seu rabo, há tanto tempo que a quero comer".

Senti-o a roçar o monstro nas bordas da minha cona, mexia-se no vale do meu desejo, na minha floresta negra, como caçador à procura de refúgio, até que chegou à porta da gruta, e entrou todo até ao fundo, soltei um suspiro e um ai, pensei "Manel está resolvido", o Zé António martelava-me a cona, "ai D. Hortense estou todo maluco", que eu gemia com o que ouvia "aihmm humm, aihmm, ai Zé foda-se aimm, fica entre nós, Zé".

"Fica, não sou homem de contar isso, e a D. Hortense é meu privilégio, eu fico, compreende-me", gemia doida de tesão e de tão bem fodida, "sim Zé, compreendo, lhe dou privilégio, mas fica, aihmm humm", ele não parava, partia-me a fenda húmida, agarrado ao meu rabo, entrava por mim a toda a força, não estava preparada para aquilo, gritei a estremecer "ai Zé tou-me a vir", "aihmm Huhum humm, também D. Hortense humm".

Ficámos por ali, mas o pior veio depois, o Zé António tinha ficado, o Manel meu marido andava descansado, queria saber o que lhe tinha dito, e como o tinha convencido, gabava-me a competência, que eu era um grande mulher, coisa enfim nunca lhe tinha ouvido, da minha habilidade e capacidade, mas ou o Zé António o disse, ou por alguém ficaram a saber, que uns dias passados, os outros três empregados, apareceram no escritório a pedir privilégio.

O Manel veio ter comigo, a dizer "Ó Hortense o que é que se passa? o Zé António ficou, mas agora os outros três, dizem-me que, ou fazem greve, ou vão embora, se não lhes dermos o privilégio, foda-se!!! o que é essa merda?", não sabia o que fazer, mas que porra lhe ia dizer?, que tinha dado a cona ao Zé António, privilégio que queria para ficar, que eu lhe dava de borla, mesmo que tivesse dito que ia embora, pensei, "está tudo perdido, vai-se o negócio, vai-se o casamento", mas o melhor mesmo é contar.

Contei-lhe no silêncio julgado do escritório, a noite caía quente e pesada, o Manel foi ouvindo de boca aberta, "estás a dizer-me que és uma puta? deste a cona para ele ficar? vou já despedir esse cabrão, e agora os outros também querem foder, é isso?", disse-lhe que assim parecia, mas que ele pensasse bem, com tempo tudo se resolvia, estava furioso mas de razão sentida.

Dizia-lhe "os rapazes andam insatisfeitos, Manel, têm de ter alegrias na vida, senão perdem a motivação, a mim faz-me bem foder, vou-lhes dando privilégios, fazes-me de conta nada saber, dá-lhes a ilusão que fodem a mulher do patrão", acho que ele não queria acreditar, do que eu lhe estava a dizer, até que o ouço "eu posso-te dar descanso, mas eles são logo quatro mulher, não vais aguentar".

Percebi que já o tinha dominado, finalmente o Manel compreendia, que nem tudo é como se quer, para mim os privilégios eram um prémio, que coisa melhor se pode ter, do que uns quantos homens para foder, com o consentimento do marido, "deixa homem, é um por dia, cona e cu vou distribuindo, que eles se vão aguentando, talvez até lhes deixes de pagar, trabalhem por aquilo que lhes dou agradecida.

Minha amiga é uma ordinária

23:10 0
Minha amiga é uma ordinária
Saí à noite com um casal amigo, Valério, o meu companheiro e eu, os conhecemos há algum tempo, ele é brasileiro e ela portuguesa, e é daqueles conhecimentos que se vão tendo, sabe, nos botecos perto, nos mercados, e talvez por Valério ser português e eu brasileira, fazia uma mistura perfeita, que nos acabamos dando, juntarmo-nos no fim de semana, beber uns drinks, dar uma mexida, um samba, num bar ou numa esplanada da costa.

Nesse dia aí, o Valério estava trabalhando até tarde, são turnos seguidos durante a noite, e eles me convidaram, dar uma volta na rua, o tempo estava aprazível, uma brisa fresca se levantava, e eu disse pra eles "não posso, sabe, Valério está trabalhando, tenho que esperar por ele", "dá aí uma ligada pra ele, vai, que você está connosco, está bem", e eu liguei, Valério me dizendo "vai vai, se diverte".

Estivemos num bar, depois em outro, já muito bem bebidos, e a Isadora, a dada altura, saiu dizendo para mim "como é Margarete, você gostava de me ver com Rolando", não estava percebendo, ele estava ali mesmo ao lado, olhando prás outras mulheres, armado em moleque, que a gente já o conhece, Isadora lhe dá um tapa na cabeça, "ver como?", perguntei, "ora ver-nos fodendo, ora".

O que disse mexeu comigo, não esperava dela esse pedido, "você, está maluca, não está?" falei eu para ela, "É Rolando querida, ele é tarado, vibra quando alguém está vendo", perguntei-lhe se ela ia nisso, e se ia porque ia?, que ela me ficou falando que também gostava, lhe dava prazer estar a foder com alguém olhando, já tinham feito muitas vezes, e que eu ia gostar.

"Mas Valério?", perguntei, disse-me "não conta pra ele", me pediu desculpa, que Valério era muito quadrado, que muito certinho também cansa, que quando ele viesse, eu já estava em casa, e bem, ela tinha razão, Valério me amava, mas é um cara muito sério, são sempre os seus princípios, não se diverte quando pode, me parece que já nasceu velho.

Fomos para casa deles, Rolando estava conduzindo o carro, acho que não falava, nem dizia coisa estúpida, para que não mudasse minhas ideias, que me fosse embora porque já não queria, era Isadora que tomava as rédeas, ficou me falando no carro, na viagem que íamos fazendo, "não se assusta Margarete, Rolando é bruto comigo, dominador, sabe?", vi que o safado estava sorrindo.

Entrámos no quarto deles, me sentei de lado, esperando, vi-os tirar as roupas, Isadora tinha um corpo lindo, para portuguesa foi o que pensei, e Rolando, meu deus, um corpo bruto, mal cuidado e barrigudo, mas o caralho?, ai meu senhor, que coisa grande, apertei meu punho medindo aquilo, que em pensamento percebi, que era grosso mas mesmo grosso, Isadora andava fodendo nele, que pele maravilha tinha, só podia ser mesmo disso.


Rolando era bruto como ela avisara, se esquecia que era mulher dele, a começou chamando de puta, Isadora se ria e gostava, lhe chamava nomes também de volta, "vai-se foder, seu cabrão", Rolando perdia o tino, a empurrou para baixo, "vai sua ordinária, rola aí sua boca, me chupa, sua puta", a agarrava pelos cabelos, me assustava a violência, mas mesmo tempo eu gozava, estava-me excitando e não queria, via Isadora mamando aquele caralho.

"Mama nele, sua vaca desgraçada", era o que Rolando mandava, em gritos a instruía, como um general a um soldado, agarrava-lhe os cabelos e forçava, "enterra bem dentro da boca, malvada", custava-me a respirar, tinha a garganta seca, procurava saliva e não a tinha, a minha língua aspra mexia, de um lado para o outro nervosa, o cheiro de sexo era intenso, as mãos dele peludas as de um macaco, "sua puta, não chupa nada, não sabe chupar, incompetente, vai pagar, vou-lhe dar porrada nessa buceta e nesse cu".

Rolando gritava isso e eu toda me apertava, as pernas me fervendo por dentro, o clítoris molhado do que via, meu rabo meu ânus se mexendo, não parava na cadeira escorregando, ele empurrou ela na cama, "vou amarrar você, desgraçada, vou castigar você com porra", a prendeu brusco à cama, nos pulsos com corda não se mexia, Isadora estava fervendo de tesão, mas estava sentindo medo por ela.

Rolando se virou para mim, com aquele pau grosso espetado, me assustou de medo, "sabe o que essa sua amiga ordinária fica dizendo, gostava de me ver fodendo você, e de comer Valério o seu marido, essa aí é ninfa, gosta mesmo de levar porrada", Isadora abanava presa na cama indefesa, não sabia se devia de a ajudar, ou se ficar calada, "canalha, seu cabrão, me bate vai, seu porco, safado, sempre olhando gaja, tarado, me come me parte toda, malandro", era ela que gritava.

Vi Rolando puxar o rabo de Isadora, "tá vendo, essa aí, com essa buceta toda molhada", com a mão grande agarrava-lhe a nádega, ela tinha a cona toda aberta, mandou-se para cima dela, queria que visse bem o que fazia, enterrou-lhe o caralho na fenda, de violento e uma só entrada, que ela deu um grito alto "aihhm cabrão, filho de uma puta, aihmm aii Aiii, cabrão, não vales nada", puxou as cordas que a prendiam pelos pulsos amarrados, como se se quisesse soltar mas não podia.

Rolando agarrou-lhe os cabelos, como se fosse a crina de uma égua, puxava-os para trás agarrado a eles, para melhor se ajeitar como fodia, e começou a martelar-lhe a cona, "desgraçada dói não dói é para aprenderes, puta ordinária", ela baixava a cabeça, olhou para mim, via-lhe os olhos em lágrimas, mas não era dor era prazer, disso tinha a certeza quando gemeu, soltou um "aihmm maldito que me partes toda, cabrão malvado".

Via-lhe a cona aberta, a receber aquele martelo, ele puxava atrás e enterrava-o até ao fundo, eu só me mexia na cadeira, olhava o Rolando a fazer o movimento, as ancas vinham e iam, ecoavam-me as palavras da Isadora, a de querer que ele me fodesse, e eu agora já não sabia, se queria sim não ou agora, o meu ventre os meus pulmões ardiam por dentro, queria passar os dedos na cona mas não devia, esperava que o Rolando me chamasse para a cama, e como estava se o pedisse eu ia.

"Vou partir o cu todo à sua amiga, sabe, vai ver, essa puta não quer outra coisa, ordinária", abriu-lhe as nádegas como se abrisse um pão, queria chegar ao ânus da Isadora, onde cuspiu violento e sem espera, ela tinha o rabo todo aberto, "aihmmm amor devagar não precisas de ser violento, dói-me muito, sabes bem", ele ruminava doido e tarado, "puta maldita, vou partir esse cu a você, danada".

Tinha medo por ela, sabia bem o que doía, uma enrabadela mal executada, mas Rolando sabia o que fazia, meteu-lhe três dedos no cu, foi cuspindo e abrindo, um buraco se encancarava, quando lhe apontou o pau grosso, forçou-lhe o ânus a entrar, a ameixa grossa rubra encarnada, "que cu tem esta puta não acha?", me perguntava quando a fodia, "ai ai ai, foda-se cabraaaão, que me partes toda, sacana do caralho, grande filho da puta", estava amarrada mas gritava, quando mais o fazia, mais ele a partia.

"Quer porra não é? vou-te encher de porra, ordinária", ela agora só gemia, não lhe ouvia outro som da boca, "ai ai desgraçado, humm aih umm malandro malvado aihhm", começaram a estremecer, já sabia o que os esperava, ela estava toda molhada, vinha-se toda que eu bem via, ele sacou do pau grosso do rabo dela, pós-se em pé em cima dela, agarrado ao pau o espremia, "toma porra em cima sua puta", "taradão", dizia ela

Ano 5019. Planeta Pissa Maior

06:00 0
Ano 5019. Planeta Pissa Maior
Ano de 5019. Acabei de fazer quase 13 milhões de anos luz, e finalmente estou em casa. Tão cedo não quero pensar em sexo, conas cus pilas, e qualquer tipo de relacionamento. Amanhã regresso aos meus trabalhos no Grande Colégio de Anúria, faz 30 anos que ali sou professor, académico, em estudos terrenos dos segundo e terceiro milénios da nossa era.

Neste momento com a minha idade avançada já pouco ali faço, reflicto muito e dedico-me mais à procura de artefactos daqueles períodos, interessa-me muito o período da segunda quinzena 2015-2030 do segundo milénio, na sua maioria dados digitais que se perderam na grande exposição solar do terceiro milénio. Perdendo-se a informação antiga, produziu-se uma nova, e as pessoas hoje em 5019, vivem de acordo com ela e com certos padrões mentais e de pensamento. O passado perdeu-se para sempre.

Devo ser o único, eu Antinus, que tendo na mão alguns desses dados digitais com cerca de dois milénios de idade, subversivos para a compreensão dos humanos e máquinas atuais que ainda pensam, percebem e vêm coisas para além desses padrões. Vejam lá que os homens e até alguns animais naquela altura agiam sem premeditação, sem fim, horizonte ou objetivo, não todos, já havia espécies desviantes, que não tinham coisas como sentidos e sentimentos.


Pelo que estudei desses espécimes desviantes, eles venceram, mas convenhamos, sentir-se algo ou ter -se sentimentos, eu Antinus acho isso um desperdício, da minha janela, do último andar desta torre de 300 andares, olho as formigas lá em baixo e penso, se hoje, se houvessem sentimentos, não sobrevivíamos. Que conceito tão estranho, mas ao mesmo tempo libertador, poder sentir sem propósito. Agora isso não acontece.

Naquela altura, os tais espécimes desviantes, que foram, digamos uma espécie de embriões, de génese, dos humanos que temos hoje, havia várias categorias, falavam nos "sem escrúpulos", mas esses do que percebo da informação digital que encontrei nas minhas escavações em Cavarnaum, eram compreensíveis, percebia-se o que queriam, ainda tinham intestinos e pelo que leio, faziam merda.

Bom agora não nos podemos dar a esse luxo, os humanos hoje já nascem sem intestinos, não nos podemos dar a esse luxo de cagar, nem que seja só nos outros, cagar não é opção, polui demasiado o ambiente ainda que agora tenhemos uma ideia do universo inteiro, cagar cagar, ou melhor fazer só força, hoje também é possível no Planeta Pissa Maior, que vos conto mais abaixo, e só ali, há humanos e máquinas que só lá vão para isso, fingir que cagam, mas aqueles os "sem escrúpulos", faziam só isso, cagavam-se para os outros.

Pior pior eram os da outra categoria, uns que apareceram depois, uns espécimes que já começavam a estar desprovidos de sentidos e sentimentos, não tinham escrúpulos é certo, e agiam sempre e só para seu próprio interesse, ainda que dissessem que era no interesse comum, nem se percebia se cagavam ou não, e pelo que verifico nos meus registos, tinham já um olhar vazio, desapossado de humano, não gostavam de nada, e usavam muito frases feitas e ritmadas como agora.

Mas bem isso é só parte dos meus estudos, como ia contar passei o último mês no Planeta Pissa Maior, que está situado no quadrante oeste da galáxia Centaurus, e ali só se vai para foder, e não há problema, até um morto tem sorte. O Conselho Universal decretou que quem quer ter a sensação de utilização dos orgãos genitais, homem ou mulher, só o pode fazer no Planeta Pissa Maior, de maneiras que aquilo é uma espécie de orgia a céu aberto. Como contei acima, a ideia mesmo do grande Conselho Universal é que os seres viventes não se esqueçam do seu lado biológico, uma espécie de retiro que já não se percebe se é para se divertirem ou libertarem ou para ficarem desagradados e fugirem do Planeta.

A regra é não haver regras, pode-se fazer quase tudo, foder, cagar, mijar, ou fingir que se faz isso, fazer minetes, broches, comer comida que parece verdadeira, gajos, gajas, cus, mamas, e única restrição mesmo, e para aqueles que ainda querem ter uma experiência histórica de saber como os antigos fodiam, ou seja com alguma troca de fluidos, é o sexo inter-espécie. O Conselho acha que pode haver aqui um perigo de sair dessa troca qualquer ser estranho. Não sei porquê, porque já há poucas espécies que o conseguem fazer.

No segundo milénio qualquer homem, pequenos ou grandes, ainda tinha colhões, mas agora no quinto milénio, já não é preciso ter essa coisa desconfortável de ter duas bolas penduradas entre as pernas, isto para os terráqueos. Por exemplo o meu amigo e colega Hasbalex, do planeta Boratan nasceu com colhões nas axilas e uma pila enorme na testa. Para passar despercebido anda sempre com os tecidos na cabeça, ou lá o que é aquilo que tem em cima dos ombros, para não chocar espécies mais sensíveis.


De maneiras que quando se chega ao Planeta Pissa Maior, quase ninguém se entende, é cu é caralho avestruzes, tudo serve, e tá bem, deve-se dar aqui um desconto, no segundo milénio ainda não existiam as viagens espaciais, de modos que não havia esta confusão de mistura, de promiscuidade, mas enfim sou eu que ainda sinto isso por ser um antiquário de dados digitais e me preocupar e tentar perceber a história passada.

Sempre me perguntei como é que o Hasbalex fazia, nunca lhe perguntei para não ferir susceptibilidades, mas acabei por descobrir que no Planeta Pissa Maior as fêmeas do planeta Borotan têm vaginas também na cabeça, de maneira que só agora percebi que para foder o Hasbalex deve abanar a cabeça, assim para trás e para a frente, como se estivesse a bater a cabeça numa parede, e as mulheres deixam-se ficar muito quietas. Não disse nada ao meu amigo Hasbalex, mas como tinha curiosidade, decidi ir comer uma Borotiana, e só posso dizer, que foi a pior experiência da minha vida. Ali agarrado à cabeça da mulher, as escamas, algum cheiro estranho, mas pronto há quem goste.

Por mim, não quero saber, sei que já não há escolhas, essas convenhamos dependem de sentir, e quem não sente não sabe o que faz, pelo menos por si, faz só o que os outros fazem, daí que ter ido comer uma Borotan, por me dizerem que era coisa boa, havia ali uma sucção estranha, como se fossem lábios lá dentro do buraco, uma espécie de duas conas numa só, mas no geral, foi uma desilusão. Uma chatice, e um trabalhão. Já  não sou novo e ali estava eu em pé, bem entesado, com o sistema de pilas sintéticas que me deram há algum tempo, experimento uma e depois experimento a outra, a foder-lhe uma vagina que tinha na cabeça. É que nem sabia onde devia agarrar.

Para experiência inter-espécie fiquei-me por aqui. Já não queria mais surpresas, e fico-me agora pelas conas e cus robots, é que são mesmo máquinas de foda, e agora dou-me mesmo melhor com o silicone, vou dando umas instruções, agora mais devagar, agora mais depressa, mas enfim até me chatear, estar ali bumba bumba, no Planeta Pissa Maior só para espetar.

Tatuados no campo que brincam

17:26 0
Tatuados no campo que brincam
Foi quando ia a caminho do sul, em direcção ao sitio onde o sol faz mais sol do que em outros lugares, para mal dos meus pecados, não em lazer mas em trabalho, que conduzia o meu carro, para ir ter com uns clientes, quando o problema se deu, e eu que nunca gostei de problemas, furou-se-me o pneu do carro.

Saí, confessionário, comecei a dar pontapés no pneu vazio, de entre irritação e de ter mesmo a certeza, e a pensar o que uma mulher sozinha, naquela estrada secundária, ia fazer com aquilo, bom, chamar o reboque, quando de repente uma rapariga passou, de cabelos de fogo a voar, em cima de uma mota mágica.

O sol e a areia do sitio, o cheiro dos eucaliptos, feriam-me os olhos e os sentidos, quando a vejo regressar, parou a mota ao meu pé, maliciosa a perguntar, "então, um pneu furado, aqui neste deserto? sou a Cristina", "Renata", respondi-lhe, vi-lhe as tatuagens dos braços, enquanto me olhava de alto a baixo, tinha um ar selvagem descuidado, de uma amazona a cavalo, uns olhos que me arrepiaram, um azul marinho compreensivo.

Não o devia sentir, mas foi instantâneo, senti-me ridícula no que vestia, não sei bem se condizia com o que era, ou com o que queria transparecer, com sapato de salto alto, meias de nylon em saia curta, mulher de negócios ou funcionária, camisa de seda branca enfolhada, se ela era liberdade, eu senti-me mais uma escrava, da vida que me conduziu, até aqui onde estou agora, quando ouço a sua voz doce, que me deixou tonta do clima, "vai eu ajudo-te, mudamos o pneu".

"Eu não sei como?", era confirmação e pergunta, no modo afectado com que falei, da minha ignorância e inércia, tive vergonha do que era, mais quando ela se baixou, "não te preocupes, eu trato disso", a mudar o pneu sozinha, via-lhe os braços rijos, as imagens de cor nas coxas, uma mulher em força bruta, os cabelos rastas que caiam, como bênção no meu regaço, como cascata fresca pelas costas, que em meu preconceito pensei, "tem ar de ser lésbica".

Tinha acabado o trabalho, via-lhe as mãos sujas, que limpava num sorriso, tinha de lhe dar alguma coisa, menina de cidade como era, não estava habituada a receber, sem ter de dar nada em troca, senti esse desconforto interior, como se agisse condicionada, por comandos que eu mesmo desconhecia, mandavam em mim? não sei.

Balbuciava alguma coisa, quando a voz hipnótica dela "vem atrás de mim, a aldeia é aqui perto, hoje é dia do Mané fazer o almoço, vais gostar, vem", não tinha resposta, sentia-me obrigada?, tinha-me mudado o pneu, uma mulher como eu, ali no fim do mundo, e se queriam fazer-me mal?, o Mané era o companheiro, já tinha ouvido tanta coisa, mas inspirava-me confiança, com aquele ar solto, de quem não quer nada e tem tudo, só de querer viver o momento.

Sentou-se na mota, e poucos quilómetros que ia atrás dela, ia-lhe mirando o rabo sentado, os calções de ganga justa, as coxas as mamas, no meu interesse de mulher, "como viveria ela aqui? Como seria? O que fazia?", era isso que me perguntava, embrenhada nos meus pensamentos, chegámos à casa onde o Mané estava, o cabelo longo liso e curtido, do sol violento daquele lugar, alto forte e tatuado, senão do mesmo género, da mesma espécie, ideais que entre eles comungavam, numa fé única e solitária, vi-o com roupa tão tão reduzida, que eram só umas cuecas o que vestia.
Photo by Jack Finnigan on Unsplash
"Quem é ela?", ouvi-o dizer-lhe, mirava-lhe o volume que tinha, uma coisa grande entre as pernas, enrolada como um gato à espera, da hora que lhe dessem de comer, e eu bem tentava esconder, esse meu olhar indiscreto, não achava próprio do meu ser, entrava naquele espaço, o jardim inundava-se de verde, a casa de pedra escondia-se, parte dela enterrada, sem sequer vontade de o ser, livros roupas coisas caos no interior, "encontrei-a na estrada, com um pneu furado", riu-se ela da minha miséria.

"Anda amor, está-me a apetecer", continuou ele, "agora? e ela?", "deixa, ela fica a ver, de certeza que não se importa", insistiu o Mané, mandou-a para a cama, ou algo que se parecia com isso, tirou as cuecas ali à minha frente, a mostrar-me o pau comprido, esperou a Cristina que tirava a roupa, virou-lhe o rabo assim para o ar, e começou a roçar-lhe o caralho nos papos da cona.

Não sabia se havia de fugir, dizer qualquer coisa como "obrigado por tudo, vou indo", mas não, fiquei ali a vê-los, num canto em pé a admirá-los, pareciam-me deuses gregos e terrenos, num plano real inexistente, de heras que subiam pelas paredes, seria vingança do meu aspecto, de algo que detestavam, mas porque me ocorria isto, quando ela saltou para cima dele, a enterrar-se-lhe toda assim para baixo, o caralho grosso entrava-lhe todo, na cona apertada e bem molhada, que de onde estava eu bem via.

Gemiam como se não fosse nada, como se ali eu não estivesse, o rabo dela preso nas mãos dele, subia e descia pelo caralho que apertava, nervos carne desejo num só conjunto, tatuagens misturadas como um filme, de cores e traços exóticos, arqueou-se para trás agarrada às mamas, conchas presas nos mamilos tesos, "aihmm aihmm amor tou-me a vir aihmm amor", gritou ela tão alto, movimentava as ancas e o rabo, indiferente ao êxtase em que eu estava, via explodir por dentro que todo o seu ser tremia, "aihmm, amor, aihmm, aihmm", ele agarrou-se a ele num abraço, num jeito de armadura que a apertava, estremeceu também a vir-se todo, caiu ela com a fenda encharcada.

Foram minutos intensos para mim, só me apercebi depois que tinha deixado de respirar, quando se viraram para mim e se riram em conjunto, de eu estar ali a vê-los foder, parada, suspensa no ar, silenciosa, os mamilos me envergonhavam, de tão espetados e rubros que estavam, a garganta estava-me seca, tanto rouca de os ver, som não me saía da boca, apetecia-me tirar tudo, roupa e ser em conjunto, fazer de mim outra Renata e foder, sentir fresco por dentro a entrar.

As minhas pernas eram rochas, o meu clitóris sentia-o húmido, da memória dos pelos louros, dos meus dedos mergulhados, nessa fonte do meu ser, o meu rabo e ânus contraídos, de prazer desejo e querer, e eu que gostava tanto de levar no cu, sem ninguém saber claro, com discrição.

Ele levantou-se, o pau ainda o trazia teso, a caminhar na minha direção, a dizer "bom é hora de almoçarmos", e para mim, enquanto vestia as cuecas, "vai ter de nos contar a sua vida, não temos muita companhia por aqui, é sempre bom aparecer alguém para nos divertirmos", não sabia o que queria dizer, pensei eu estúpida, era o pagamento da minha dívida?, da Cristina me mudar o pneu, se calhar era isto que queriam, de me apanhar desprevenida, será que me iam comer?.

Mas o almoço era surpreendente, uma dádiva do céu não deles, que parecia estar à minha espera, de figos, de natureza, e de uvas, senti-me indolente e fodida, ingrata por ser mal-pensante, fiquei ali no calor da tarde a falar com eles, de beleza, de livros, de palavras, de amor e de nada também.

Quando me fui embora, era outra pessoa, diferente da que chegara, de palavras retive as do Mané "não temos muito, mas precisamos de pouco, é esse o segredo, o que temos mesmo é tempo, e isso para nós é quase tudo", da Cristina a rir-se, "Renata, estás à vontade, vem-nos ver, da próxima vez em vez de comida, provas o Mané, ele gostou de ti, que eu vi", não sei se brincava, se o queria dizer era o que eu pensava, mas parecia-me falar a sério, estivesse eu mais à vontade, e o Mané e ela tinham-me comido, mas ficaram os gestos, o prazer dos sentidos, por momentos breves, em que consegui sentir cheiros, cores, sons, gosto, e texturas.

Meu primo deu-me sem pedir

23:27 0
Meu primo deu-me sem pedir
Sempre pensei ao principio que o meu primo Jorge era um pouco ingénuo, mas com o tempo fui-me apercebendo que era mais querer que tomasse a iniciativa sem ser ele a pedir, e havia modos nele que me pareciam assim um pouco de menina, na forma como se comportava, a voz, as maneiras, o vestir, como se contorcia, quase que parecia uma boneca, quando falava com a minha tia, com a minha mãe, e comigo.

Mas não ligava, não era exagerado, era mais o que pedia e como o fazia, que me ia deixando desconfiado, até que pronto um dia, a coisa era por demais evidente, havia da parte dele um interesse que correspondi, e fui-lhe ao cu.

Ainda me lembro, estávamos no quarto dele, era costume passarmos por lá, mais a minha mãe para estar com a irmã, às vezes pedia-me que eu fosse e eu ia, com vontade de ver a minha prima, a Raquel que gostava dela, mas então ele, baixou-me as calças, deitou-se na cama, a perguntar-me se tinha qualquer coisa no rabo, se era um borbulha ou uma irritação na pele.

E só sei que, quando lhe vi o rabo, assim tão redondo e empinado, ele olhava para mim a insistir, que eu visse bem de perto, mais parecia aquelas conversas, a fazer de médico e doente,  já nem éramos nenhuns miúdos, mas fiquei com um tesão tão grande, que comecei a dizer-lhe que sim, que havia ali um toque vermelho, mas que fechasse os olhos que eu ajudava, e naquele tarde ensolarada, no silêncio daquele espaço, saquei do caralho teso, pus-me em cima dele, nus ali entre nós, e enterrei-lho no cu.

Ao principio nem sabia como fazer, era a minha primeira experiência, ele deitado na cama assim com o cuzinho para o ar, deu-me um óleo que tinha guardado, que eu esfreguei pelo caralho, enterrei-lhe a cabeçinha como pude, a fazer força para entrar, ele sorriu a dizer "vê-se logo que não sabes, trapalhão vem que eu ajudo", mexeu o rabo a ajeitar-se, fui entrando nele aos poucos, até que o senti todo até ao fundo.

Tão empinadinho e tão bom, que era aquele cu bonito, já tranquilo o fodia, o meu peito nas costas dele, só meu rabo levantava, encavava-o todo a dizer-lhe "deixa estar primo que eu te curo", ele gemia quando lhe entrava, "humm ai primo humm cura cura hummm", baixinho para ninguém nos ouvir, só o som nas nádegas do bater, os nossos gemidos no ar, que elas estavam na sala em baixo, ouvia-lhes as vozes e os risos, enquanto os dois colados, o penetrava a foder.
Foto da Brodie Vissers do Burst 
Passei depois a ir mais vezes, para ver o meu primo como estava, a Raquel a irmã até estranhava, mas era sempre a mesma coisa, o Jorge já sabia o que queria, mas ele sempre arranjava, coisas estranhas para dizer, de que estava constipado, que precisa de um remédio, fazer-me ser eu a decidir.

Até que eu falava "se quiseres eu dou-te um supositório", ele respondia logo "que sim que precisava", virava-me depois o rabo, bem gostoso e arredondado, via-lhe o ânus enrugado, húmido e febril de desejo, abria-lhe as nádegas como um pêssego, despia-me e nu em cima dele, dizia-lhe assim lentamente "estás melhor, vou-te dar um supositório", enterrava-lhe depois o caralho no cu, a escorregar bem fundo a entrar, com as minhas ancas a martelar, puxava-as atrás e ia à frente, silêncio era o lema, até que me vinha todo dentro dele.

Numas férias que fomos, todos juntos em família, os meus primos e a minha tia, ia também eu e a minha mãe, decidiram-se as mulheres que os homens dormiam juntos, numa tenda montada ao lado, da maior que já lá estava, e nessa noite encostei-me ao Jorge, pressionou o rabo contra mim, sentiu o meu pau que estava teso, dizia-me "ai primo está tanto calor, vou-me despir todo", respondi-lhe que fazia o mesmo, no escuro insectos cantavam, um cheiro a ervas húmidas lá fora, o meu caralho teso fervia, quando todos já dormiam.

Não o via naquele bréu nocturno, encostei-me a ele e ele pôs-se de lado, pedia-me com gestos que o comesse, agarrou-me no pau com uma mão, e guiou-me por entre o rabo dele, apontou-o ao ânus que desesperava, de desejo de ser comido, senti a pressão dele nas minhas coxas, que eu entrasse e o fodesse, um anel rijo de nervos, apertou-me forte e justo o caralho, misturava-se o meu suor no dele, ia-mos gemendo de fininho, "ai primo tens um cu tão bom, aihm, estás a gostar?", "estou, humm, huhm".

Rebolou depois a abrir-me as pernas, que o comesse de frente o queria, como o companheiro da mãe a fodia, meti-lhe o caralho dentro a abri-lo, a minha boca encostada à dele, vinha atrás e enterrava-o, naquele vaivém compreendido, martelava-lhe o cu sem parar, não falávamos e só fodíamos, até que nos vínhamos juntos, depois a cair indolentes, e a dormir até de manhã.

Ao acordar perguntava a minha tia, "então dormiram bem, ontem à noite estava muito calor", olhávamos depois entre nós, a responder que sim ou mais ou menos, nem pensava o que tínhamos feito, de que todas as noites seguidas, deitados na tenda nos despíamos, para enrabar o meu primo, já lhe tinha perguntado, se tinha sido a primeira vez.

"Não" disse-me com confiança, que já tinha sido enrabado, por um amigo dele da escola, que tinham ido para uma mata lá perto, que o amigo lhe tinha pedido, se ele lhe dava o cu e queria ser comido, e que ele respondera que sim, e num monte de capim e ervas, ele baixara as calças e as cuecas, e que esse outro o enrabara, e muitas vezes depois nas aulas vagas.

Sempre tivemos cuidado de não ser apanhados, e da única vez que me pediu sem rodeios que o comesse, fomos apanhados pela minha prima Raquel, pedia ele que o fotografasse, quando o meu caralho o enterrava, estávamos na garagem da casa, uma espécie de arrecadação, com uma carpete e um colchão, a meia luz assim era, fodia ele em cima de mim, com o meu caralho no cu, tirava uma fotografia por trás, a ver como lhe entrava e o abria, quando apareceu a Raquel.

Ele gingava as ancas ondeando, as nádegas flectiam a apertar-me, descendo por mim até baixo, que a Raquel bem viu o meu caralho, bem teso a entrar-lhe no rabo, foram segundos de tempo parado, congelados num só momento, mas ela viu e foi-se embora, que depois comigo falou, que não contava nada a ninguém, ficava tudo entre nós, que não queria mal ao irmão.

Ela sabia do que ele gostava, que já tinha dado o cu muitas vezes, era coisa de que se falava, mas disse-me "nunca esperei é que tu gostasses", respondi-lhe "não tenho culpa, ele pediu tentou-me e não aguentei, se fosses tu era a mesma coisa", ela riu-se descontraída, "o meu irmão é mesmo assim, mas quem sabe nós um dia, talvez te tente também".

Corno gosta de passeio de barco

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Corno gosta de passeio de barco
O sol tem estado uma maravilha, e estas férias tão curtidas, que pedi ao meu marido para irmos dar uma volta de barco, tinha ele sugerido uns barcos que se alugavam, para dar um passeio pela costa, víamos as arribas e praias, e nuns recantos mais escondidos, dávamos uns mergulhos no mar.

É isso que gosto no meu marido, nunca me nega nada, mesmo as coisas mais estranhas, até as difíceis de suportar, às vezes sei que me estou excedendo, pedidos que vão contra o bom-senso, mas ele insiste porque quer, me agradar e me dar prazer, amo-o tanto que nem sei, como consegui encontrá-lo, quando se vagueia nesse mundo de deus.

Alugámos um barco, daqueles grandes de rico, uma lancha bem maneira, com comandante capitão e tudo, era só eu e meu marido, mais aquele homem tão bonito, sozinhos naquele mar imenso, quando entrei fiquei chocada, olhei ele nas calças apertadas, naquele uniforme branco impoluto, uma forma assim encostada, de um pénis longo dormente, que lhe descia e tombava para o lado, que pensei "ai meu deus, que caralho tão grande, imagina Luana, ele teso na sua mão".

Fiquei logo meio doida, Arnaldo meu marido ficou percebendo, que eu estava assim alterada, mar mergulhos, não pensava em nada, comparado com o prazer de ter aquilo, me comendo e fodendo, mamando nele com gosto salgado, ele já tinha falado dizendo "sou o vosso piloto, o Marcelo", eu comecei brincando com ele "posso lhe chamar de meu capitão, Marcelo?", e ele assim para mim, se rindo e gozando, "com certeza, pode claro não é problema, me chame de capitão".

"Então, vamos andando? se ponham à vontade", a voz dele parecia-me música, fui tirando a minha roupa, rodava o meu corpo para que me visse toda, mostrei-lhe as mamas à solta, sempre me cuidei muito bem, não sou nova mas me sinto boa, sentei-me para ver meu capitão, tripulando a nave para o mar, com Arnaldo de olho no meu interesse.

Olhava as calças do capitão, para aquele tecido fino, de um algodão branco engomado, justas às coxas de homem novo, musculado e bronzeado, admirava a forma daquele caralho, a ameixa gorda definida, ponta de cobra bem comprida, sonhava passar-lhe a mão, pôr-me de joelhos encostada a ela, a minha boca aberta como pássara, para o tirar e o chupar, ali com o Arnaldo a ver, como eu sou a mamar.


A lancha já navegava em mar aberto, sentia a minha cona molhada, do calor do sol e do tesão, abria-lhe as pernas quando olhava, para os meus papos tesos encorpados, no meio o risco do tecido, nas cuecas do meu bikini, que entrava por mim e o formava, um vale de desejo e promessa, não aguentava assim tanto, a espera era uma tortura e o Arnaldo, bem via os meus mamilos rubros, que me conhecia e bem sabia, que na minha cabeça só andava, o desejo de foder com o capitão.

Os meus olhos foram de súplica, para o meu marido em pensamento, "Arnaldo meu amor me deixa foder, me dá isso amor, vai, quero muito comer o capitão", meu marido tinha um ar inexpressivo, se interessava pelo fresco do mar, os salpicos que batiam na face e no corpo, quando a lancha se movia ao andar, meu capitão falou comigo "senhora, temos aí uma praia secreta para darem um mergulho, vamos nessa?", disse logo a correr "ai meu capitão, por favor, me chama de Luana, vai, não sou tão velha assim para me chamar de senhora", ele se riu e falou, como obtendo permissão do Arnaldo, "você não é velha, você é muito bonita, sabe disso, né?".

Bem, agora o safado me apanhou, me chamando de bonita, me deixou ainda mais fervendo, lhe via o caralho preso, de tão teso que estava, a fazer força para saltar das calças, não lhe era indiferente, só podia estar querendo, me comer ali no barco, quem sabe com Arnaldo vendo, voltei mirando meu marido, quase vi ele permitindo, me dizendo "amor, foda meu bem, vai, dê uma foda, que eu gosto, não me importo".

Me aproximei dele mais perto, sussurrei no ouvido confirmando, "Arnaldo amor, você sabe o que quero, me dá isso, amor, dá, vai", ele me deu um beijo na boca, puxou-me assim para ele me apertando, me deu um abraço forte dizendo "ele tem pau grande, viu né, vai partir seu cu todo amor, vai doer, né, quer mesmo isso amor?", "quero amor, estou fervendo, estou tremendo de prazer, estou querendo tudo, querido, você vai adorar ver aquele pau me partindo o cu, vai ver, vai gostar".

Continuava, "quero muito, o capitão é forte e bonito, olha só a pele dele, e aquele caralho ali teso, quero muito mamar ele, sua mulherzinha vai adorar levar no cu dele, vai gostar de ver, amor, vai gostar vai ver", foi o que lhe disse, quando olhava o capitão, parando a lancha na praia secreta, não se via mais ninguém, ele fundeou a lancha ali mesmo, numa baía tranquila e tão bonita, que eu me levantei e junto dele, fui falando, "meu capitão não se importa de eu me despir toda?".

Ele não se surpreendeu, "tira à vontade Luana, você é muito bonita", tirei a calcinha que tinha, "acha mesmo", perguntava, ele olhou os meus pelinhos dourados, bem aparadinhos encaracolados, num triângulo bem perfeito, a minha cona rosada, de dois lábios inchados, de tanta lúxuria e desejo, húmidos e brilhantes que estavam, quando lhe passei os meus dedos, olhei-o com os meus olhos de gata, me colei a ele insistindo, o meu corpo nu entesado, "acha mesmo que sou bonita?".

"Acho, claro, muito mesmo", dizia-me ele, olhando o Arnaldo de lado, meu marido fez um aceno com o braço, nem era preciso falar "foda-a amigo é o que ela quer, não vê que está sofrendo", ouço o capitão dizer "não se importam que me dispa também", fiquei louca por esse som, tirou camisa, calças e o que tinha, saltou-lhe empinado e arqueado, um caralho teso, escuro, e rijo, a ameixa grossa era como um punho, tinha o braço no ombro dele, soltei um gemido quente, tão baixo para o capitão, "quer-me comer capitão? sou toda sua".

Nem era preciso dizer, fazem-se palavras com silêncios, aproximou-se de mim com aquele pau, num corpo moreno definido, músculos lindos de um atleta, desci por ele até abaixo, de joelhos como uma devota, puxou-me a cabeça pelos cabelos, pôs-me aquele caralho na boca, que comecei a mamar sôfrega e lenta, a lambuzar-me nele todo, a minha língua tremia lesta em todo o lado, a chupar na ameixa grossa, que apertava com os meus lábios, enquanto o Arnaldo se despia, e aquecia o caralho que entesava.

Olhei o Arnaldo enquanto mamava, satisfazê-lo com o que via, as minhas mãos naquele caralho, tão grande tão grosso e tão preto, como os colhões de touro que tinha, chupava-os para dentro da minha boca, dos meus lábios e da minha língua, trémula frenética e desesperada, um cheiro de almíscar e mar que me entrava, pelas narinas e pelos olhos, de carne e algas marinhas, de sal e de muito sol, o meu corpo fervia, os meus mamilos rubros ardiam, o meu clitóris incendiado se abria, todo aquele pau me entrava na garganta, para não cair movia as ancas, o meu capitão fodia-me a boca, olhava o meu marido excitado.

"Ai amor, estás mesmo a adorar esse pau, chupa amor, foda-se, mama amor mama, foda-se, mamas mesmo bem, diz-me, estás a gostar?", era o Arnaldo ao pé de mim, queria ver o caralho a entrar, a minha língua e lábios a chupar, aquele caralho tão teso e tão grosso, que me salivava toda a mamar, um cuspo brilhante saía-me da boca, "ai amor, é tão grande, tão rijo, hummm, tão bom, amor", engolia-o todo a chupá-lo até ao fundo, o Arnaldo abria a boca impressionado, daquele pau grosso que me fodia a boca, "gosta maridão da tua mulherzinha, estou mamando bem amor?".

O Arnaldo nem falava, também ele fervia me vendo, a engolir a ameixa roxa, para dentro da minha boca, aquela rolo duro e comprido, cheio de nervos e de veias, que explodiam de tesão para fora, como as cordas daquela lancha, retesadas pela água, ou as lianas de uma árvore, presas ao tronco enroladas, escorregou-mo todo para dentro, não respirava não sentia, tanto era a força como chupava, esticava a língua à frente, como pingo de mel o bebia, a vontade continuava e era muita, que podiam passar horas a mamar.

O capitão me foi depois virando o rabo, me abria as nádegas com as suas garras de aço, os dedos movia-os nos meus papos, de molhados que tanto estavam, agarrava-os com uma mão, na minha cona dominada, de tesão toda aberta e exposta, mandou-me ele "vai Luana vira para cá esse cu, se põe de quatro, menina, vou abrir você toda com este pauzão", Arnaldo me via de gatas, o capitão me apontando, o caralho grosso me cavalgando, parecia uma égua ou uma vaca, de cu empinado para o ar, forçou a minha cabeça para o chão, quando senti a estaca a entrar, correu pelos meus papos guiada, como comboio no seu carrilho, e penetrou-me a cona bem fundo.

Soltei um "ai ai capitão, ai devagar, ai capitão tá doendo capitão, é grosso de mais capitão", encurvei-me toda para o ar, "ai meu senhor que doeu tanto", como se rezasse uma prece, lágrimas me vieram aos olhos, meu marido tinha avisado, capitão me foi entrando e saindo, me encharcando a cona escorregando, as suas ancas se movendo, como molas articuladas disparavam, me batendo nas nádegas quando entrava, o capitão dizia ao Arnaldo "então maridão está gostanto? tou bem, me diga", Arnaldo abria a boca se masturbando, mexia com a cabeça aprovando, eu gemia louca de tão fodida, "aihmm aihmm amor obrigada amor, tão bom aihmm que foda amor, ai que me parte toda amor".

Eu gritava, "aihhmm capitão me parte toda, me come a cona toda, meu bem, aihmm Ai ai", as mãos dele me apertavam, os dedos na carne se cravavam, no meu rabo fácil que abria, deixavam marcas vermelhas, tanta era força como me fodia, "Aihmm capitão, Aihmm capitão, ai estou toda aberta, ai amor, Ai, capitão me come toda amor", mirava Arnaldo vendo-me fodendo, me dava prazer ver meu marido olhando, a minha fenda toda aberta, e aquele pau grosso entrando, me esquecia de tudo à volta, do mar do barco e das nuvens, só da plenitude do ar envolto, e do sol que me queimava, quando aquele caralho em brasa, que bem me fodia a cona toda.

Saiu de mim o capitão, aquele caralho grosso que me partia, "Luana vou lhe dar no cu agora, gosta meu bem? maridão lhe dá no rabo? vai meu bem, vou lhe partir esse cu todo, vai adorar", dizia ele se preparando, senti uma palmada forte nas nádegas, todos os meus nervos se contraíram, deu-mas ele ao puxar-me, mais o rabo para cima elevado, que o ânus se abrisse como o queria, disse-lhe "gosto capitão, gosto muito de levar no cu, Arnaldo não consegue, mas vai doer capitão", enterrou-me no cu a ameixa grossa e dura, os meus músculos apertaram, o ânus fechou-se numa argola, que ele fez força para entrar, soltei um "ai ai capitão, não não dá, ai não consigo, ai é tão grosso capitão, de mais, nem consigo respirar, ai não".

"Se acalma vai, você vai levar com ele todo, com calma, vai", ele me enterrava a ameixa ainda mais, centímetro a centímetro entrava, o rolo duro e comprido, "ai capitão não ai não ai que é tão grosso, ai capitão, Aihh capitão", o meu ânus latejava, tal era o aperto que levava, "ai humm ai capitão, ai que me parte toda, ai capitão, ai, não não, Ai é tão grosso ai que dói capitão", ele continuava insistindo, saia e furava como podia, dava-me palmadas no meu rabo, faziam-me tremer por todo o lado, até que o senti todo dentro, o meu cu era um buraco, por onde o caralho entrava e saía, encavalitado em mim me martelava, por cima das minhas coxas, "vou lhe partir esse cu todo, Lu, todo Lu, todo", dizia o capitão me cavalgando, suas ancas retesadas me dominavam.

Baixei a cabeça na lancha, aguentando a força a violência, do embate do homem que me fodia, capitão não parava e parecia máquina, me partindo o cu impiedoso, "ai capitão não estou aguentando você é tão grosso capitão, ai ai humm ai" chorava eu de dor, não sabia, de felicidade ou o que isso fosse, Arnaldo via e se vinha, da punheta que batia, comecei gemendo e gritando "ai capitão que me estou a vir toda", senti-me toda encharcada, fechei os olhos e gritei, bem alto e para o ar, "aihmm aihmm amor aihmm que me venho toda" era uma lagoa que se abria, uma barragem e um vulcão, que das suas prisões latentes, água e lava se soltavam, senti um calor quente na minha anca, de um leite branco do capitão que esguichou quando se vinha.

Tínhamos todos acabado de foder, sentia-me toda quebrada, estendida no convés,  o capitão sentado nu ao sol, o caralho molhado meio teso, o meu marido satisfeito, apetecia-nos um banho de mar, revigorante e fresco, naquela praia secreta, mergulhei naquelas águas, límpidas transparentes que se via o fundo, a minha cona e o meu cu arderam, subi ao convés sentia-me nova, Arnaldo me beijou e abraçou "amor, gostei muito deste passeio de barco, temos de repetir mais vezes, está nessa, não é, amor".

Aprendi com a empregada doméstica

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Aprendi com a empregada doméstica
Não sei se me posso confessar aqui, é que cometi um pecado tão grande, e se há pecado há segredo, é que me custa tanto contar, eu sei, meu marido devia saber, que não foi traição, foi um serviço, o que foi de bem à instrução de um miúdo, que me tentou tantas vezes, que eu, confessionário, tive de acabar por ceder.

Todas as semanas vou a casa deles, pelo menos duas vezes, sou uma empregada doméstica honesta, e nada tenho a dizer, nunca tive tão bons patrões, mas o filho Toninho é uma peste, o raio do miúdo não me largava, não sei como, descuidei-me um dia, quando engomava a roupa, do ferro o vapor quente subia, e eu pensando estar sozinha, fui-me da roupa aliviando.

Baixei a camisa que trazia, e apertei na cintura a saia que vestia, o Toninho estava em casa, e ao chegar perto de mim, sorrateiro como uma raposa, olhou-me os seios e as coxas, a partir daí nunca mais me largou, quando chego aparece logo, segue-me a ver se me baixo, como me movo pela casa, a imaginar-me como me viu, com as minhas partes à mostra, só para ter a oportunidade, de ver mais alguma coisa.

E o diabo que não percebia, que a diferença de idades é muita, o Toninho tem dezoito anos, quando eu tenho quase quarenta, mas isso não o impedia de me olhar, com aqueles olhos de me há-de comer, não sabia se devia falar, com os pais dele para o afastar, não sei, contar-lhes, como as hormonas o faziam entusiasmar, e não sei ainda, que luxúria lhe via, quando me andava a rondar.

Mas não disse aos pais, pensei que as coisas iam passar, era uma fase de juventude, o Toninho ia entender, que não é bom comer a empregada, nessa altura já sabia, que a intenção dele era foder, grande era o pau feito que exibia, dentro dos calções a fingir, cruzado e agarrado à mão, passava por mim a dizer, bom dia Joaquina, como quem não quer a coisa, a perguntar-me o que fazia.


A limpeza do quarto era um horror, deixava o computador aberto à vista, com filmes de foda a correr, enquanto dissimulado ia ao banho, aparecia depois de corpo molhado, enrolado numa toalha curta na cintura, deixou-a cair um dia à minha frente, de uma maneira tão vistosa que eu via, que foi de propósito que o fez, só para me mostrar o caralho teso.

No inicio eram só gestos e olhares, ainda pensava para mim, "Joaquina és uma mulher adulta, para mais muito bem casada, não dês corda ao miúdo, senão não tarda dás-lhe tudo, o que ele sem palavras te pede, que lhe dês uma foda bem dada, mas no outro dia, não ouvi barulho e pensei que não estava, fui ao quarto fazer a limpeza, o diabo estava nu na cama, tombado de lado que o rabo lhe via, a fingir-se que dormia, não aguentei pensar que o miúdo era muito bonito.

Resolvi falar com ele, esclarecer os silêncios estranhos, perguntar-lhe porque que me queria, e foi por isso, que minutos depois de o ver nu, me virei para ele a dizer, "Toninho já percebi que anda de volta de mim com quereres impróprios, o menino tem de se deixar disso, tem de arranjar meninas da sua idade".

Ainda tentou escapar, não queria falar do assunto, ainda me perguntou "mas que quereres, Joaquina?", respondi-lhe "ora menino, já se viu, pela maneira como me olha, o de me querer foder", pediu-me depois desculpa, que nunca mais o fazia, dizia-me ele que me desejava, que adorava as minhas pernas roliças.

Continuou a falar, nu sentado à minha frente, o diabo agarrava o caralho, que bem teso e comprido estava, "gostava muito de te foder, para aprender e saber como é, Joaquina", contou-me que era virgem ainda, e que tinha vergonha de o ser, quando todos os seus amigos, já sabiam na prática o que era foder.

"Mas menino, eu sou empregada dos seus pais, Toninho porque acha que ia foder, eu sou uma mulher mais velha", mas ele insistia, dizia que não sabia, que eu era mulher e amiga, que gostava tanto de mim, e que era tão bonita, que lhe podia dar umas aulas, como se fosse professora dele, que entre nós era possível, não tinha vergonha e conseguia, e que olhava as minhas coxas, e ficava cheio de tesão.

Na altura disse que não, mas levei o sentimento para casa, ao mesmo tempo as imagens do Toninho, que tinha semeadas na minha cabeça, um corpo jovem e bem bonito, o caralho teso e comprido, ai que tinha tanta pena dele, precisava de ser ajudado, há coisas que não se nasce ensinado, para foder com desenvoltura, é preciso ter alguma prática.

Quando cheguei no outro dia, vendo que ele pouco mudara, continuava a olhar as minhas coxas, para o meu rabo quando andava, rodeios dele não paravam, que pensei "o que vou dar-lhe é uma ajuda, dou-lhe umas fodas para aprender, afinal vou ser professora dele" e ri-me para dentro, "de educação sexual".

Não foi preciso chamá-lo, ele andava perto cheirando, fomos para o quarto, onde lhe disse "Toninho, vou-te ensinar o que sei, que é pouco, a minha experiência também não é muita", era uma mentira que lhe dizia, muitos homens me tinham comido, mesmo casada com o meu marido, não era coisa que gostasse, de o ver assim cornudo e traído, mas agora não era grave, ele não precisava de saber, que era só um miúdo.

Despi-me toda e deitei-me na cama, abri-lhe as pernas para os lados, para que ele visse a minha fenda húmida, bem peluda e molhada, de um rosado teso brilhante, passei os dedos por ela, a acariciá-la aos olhos dele, pedi-lhe que me tocasse, que a visse bem de perto, que a lambesse se quisesse, dedos trémulos por mim passaram, os de um gato a apalpar terreno, ia explorando e prosseguindo, por mim toda, ventre e mamas, eu contente com o que via, o meu menino estava a portar-se bem.

Tentou logo saltar-me para cima, disse-lhe "miúdo tem calma, que o principio mais importa, antes de  foder quero lamber-te", agarrei-lhe no caralho, a mamá-lo sôfrega e sedenta, a minha língua corria por ele, apertei-lhe a ameixa tesa, surpreendido não o esperava, um broche primeiro nesta vida, enquanto ele deitado gemia, a ver-me a fazer o meu trabalho, ouvia-lhe um "ai ai foda-se tão bom, ai Joaquina foda-se ai ai hummm", apertava-lho nos meus lábios, fazendo força em roda da boca, chupava para baixo e para cima, estava a ver que o miúdo se vinha, mas como era forte, aguentou-se para a aula seguinte. 

Deitei-me de costas na cama, com as pernas bem abertas, tinha a fenda encharcada, do tesão que o Toninho me dava, disse-lhe "anda salta-me para cima", via-se-lhe a pouca experiência, não sabia o que fazia, usava a lógica e o que ouvia, para se pôr em cima de mim, desajeitado entre as pernas, como não soubesse onde entrar, a tentar encavar-me na cona, até que se encostou, e ao meu corpo se colou, levando o caralho na mão, que o senti a entrar, pedaço a pedaço, até o enterrar.

Sentia-lhe a respiração junto à cara, um bafo quente que lhe vinha, de boca ofegante me fodia, apertei-lhe as nádegas com força, a obrigá-lo a martelar-me mais dentro, com as ancas a moverem-se intensas, apertei-lhe o corpo com as pernas, e com os braços as costas dele, quando em cima de mim entrava, sentia-lhe o caralho que me fodia, "ai Toninho que foda ai ai que foda miúdo, come-me toda miúdo", dizia-lhe ao ouvido sussurrando, "ai ai Toninho estás-me a partir toda".

Ele quis mudar-me de posição e comer-me como uma cadela, procurei-lhe antes a boca, para um beijo que não correspondeu, estava centrado no meu cu, como se não soubesse como agarrá-lo, como me encavar aquele caralho, puxei-o então mais para mim, como se pusesse um filho nas costas, que se encostasse, que me agarrasse por trás, que me fodesse era o que queria, via-o desajeitado a esforçar-se, o caralho escorregou-me pelo cu, até que o senti a entrar, entre as bordas da cona, até ao fim.

Dei um grito bom, nesta altura já me perdera, o meu raciocínio se o tivera, agora já se fora embora, o Toninho partia-me pelo traseiro, a minha fenda aberta, à passagem daquele caralho, o miúdo aprendia depressa, com estas aulas que lhe dera, estava tão feliz, já quase tudo sabia, senti-o tremer e a vir-se, ao mesmo tempo que soltei, um grito a molhar-me toda.

E tem sido assim confessionário, é como ter dois empregos, empregada doméstica e professora de sexo, e o meu marido já sabe, já lhe contei, aqui não há segredos ou traições, é trabalho, só que ele não está gostando do meu empenho.