2019 - Biografias Eróticas
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Levaram-me num swingers club

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Levaram-me num swingers club
"Vamos dar um tempo", foi com essas palavras que o meu marido uma tarde chegou a casa e me disse que precisava estar fora uns dias e que ia para casa da mãe. Não sei se é um lugar comum, mas quando um parceiro ouve isso do outro, já se sabe, ou vem aí chuva, ou vem separação.

Pelo tom e pelo que vinha de trás, parecia-me mais a segunda, diziam-me que andava com uma miúda, uma espécie de troca para um modelo mais novo, e eu, confessionário, porque tinha esperança, lá disse que sim.

Passaram-se uns dias e liguei para a minha amiga Ariete a querer saber coisas do meu marido, e ela disse-me "caga nele, querida, vive a tua vida", e não é que me convidou "anda vamos dar uma saída, levo você a um lugar, que fica bem e não vai mais esquecer".

Apanhou-me mais tarde em casa, com ela estava o Joe, seu novo namorado, ainda lhe perguntei "mas onde vamos?", o Joe com ar de menino grande mas imberbe riu-se "é surpresa", e nem queria acreditar, entrou numa propriedade discreta, numa vivenda antiga senhorial, e lá dentro é que percebi, estava dentro de um clube de swingers.

Olhei para ela "estás maluca, onde me vieste meter?", olhei em redor, uma sala grande avermelhada, onde espevitei a imaginação, espalhados pelos sofás e o chão, vários homens e mulheres nuas, estavam brincando e fodendo, vi assim um homem mais novo, enterrando o pau numa madura, acordei de repente era Ariete, vem Lou, vamos pros quartos de cima.

Ela e Joe me pediram, "vai descontrai, larga a roupa e se diverte, amiga, logo logo você acha caralho", sentia-me deslocada por ali, e nua mais desprotegida, ia em direcção ao bar, precisava de uma bebida, qualquer coisa forte para me abanar, quando um maduro me chamou, um rapagão lhe mamava o pau, meio no escuro de joelhos, me fui chegando perto dele "oi amor, você é linda, quantos anos tens?", respondi, "estou fazendo trinta".

Pus-me a olhar pro rapaz que mamava, o cinquentão velho disse "não liga querida, ele está de castigo, andou arranjando problema, tive que pôr ele mamando, vai chega aqui, só está me fazendo aquecimento", não sabia o que fazer, olhava pro caralho dele, um malho bem grande e grosso, estava me deixando sem respiração, "vem menina, me deixa ver seu rabo, bem bom".

Ele assim pra mim, "me diz é a sua primeira vez aqui?", eu respondi "sim", já presa nos braços dele, como duas cobras a enredar, ao rapaz deu-lhe um empurrão, puxou-me ainda mais para ele, "você está desesperada por caralho, né, quer que coma seu cuzinho, quer?".

Estava desconcertada, queria que coisas acontecessem, mas não sabia o que fazer, "descansa, querida, você hoje vai aprender, vai tirar barriga da miséria, vou dar ordem para lhe comerem seu rabo até doer".

Estava ficando com medo, mandou ele "vai mama aí mostra o que vale", pus-me de joelhos no lugar do outro, chupava o caralho grosso a pensar no do meu marido, bem mais pequeno que aquele era.

"Acorda menina, se aplica, mama com gosto, me diga, você é casada?", abanei a cabeça meio engasgada, "ele está em casa, né, você é puta, né, ele não dá conta do recado e você andasse virando, levando na cona, bem puta, não importa mama que gosto de puta, está melhorando continua.".

Ele me forçava a cabeça, sacana era violento, a tratar as pessoas sendo bruto, ouço ele gritar "oi Jamaica chega aí menino", o Jamaica era um preto grande, com um pau ainda maior que o dele, "vai menino, me fode aí esta puta, quero ver ela gemendo", só o ouço responder "sim senhor".

Ele põe-se atrás de mim, me começa roçando o pau, pelas bordas da cona molhadas, a fazer o seu caminho abrindo, sinto o malho enterrando, soltei um suspiro doido "aihmmmmm", coisa que me batia no estômago.

"Isso Jamaica, dá nela vai, com força vai, sem piedade, vê só a cara dessa puta aí, está gozando, né?", ele agarrava-me o queixo, a levantar-mo para cima, abria-lhe a boca gemendo, uns olhos vidrados de dor e volúpia.

"Jamaica, mais, sem piedade garoto, lhe parte essa cona toda, ela hoje tem de apanhar, essa puta anda enganando marido, vai castiga, ela tá precisando".

O preto fica ainda mais excitado, batia-me nas nádegas com muita força, eu só gemia alto "ohoo ohoo hummm", o pau grosso entrava e saída, sentia-lhe a musculatura perigosa e dura.

Uma garota com bebida ia passando, o maduro mau a chamou "ei menina chama o Jesus pra mim, vai, Jamaica o Jesus lhe come o cu, está dispensado", o Jesus era um latino grande, mais parecia um presidiário, cheio de tatuagens e cicatrizes, me assustou de medo o que fazia.

Ele se abaixou ao meu ouvido "não se assusta querida o Jesus vai cuidar de você", o cabrão do maduro ria-se, da voz doce do latino, vejo-lhe o pau de lado, coisa do tipo do Jamaica, "descansa, vou lhe partir esse cu com este malho aqui, mas vai gostar vai ver".

Senti-o a passar os dedos longos pela borda do ânus, a enterrá-los no meu cu cheios de lubrificante, "que é que achas Jesus? bom cu, não?", fala o Jesus, "sim patrão, ela está mesmo precisando, olha só se abrindo toda, coitadinha, bom do melhor, patrão".

Diz o maduro mau, "vai enterra logo nela, mas dá estocada, quero ver essa puta a arquear", tremiam-me as pernas de medo, só me lembrava da voz, "Jesus vai cuidar de você", prendi a respiração, "ai ai" gritei, o pau grosso escorregava em mim.

"Vai aguenta menina já passa", era o latino a falar, prendeu-me as nádegas como um pêssego a abri-lo, puxou-o para fora e enterrou o pau de novo, "aihm meu rabo aihmm aihm me dói", o cabrão do maduro ria-se, "dói-lhe o rabo ha ha ha ", mas o Jesus compenetrado sabia o que fazia.

Sussurrou ao meu ouvido "esquece não liga a ele aproveita", senti logo uma força interior, um calor largo a abraçar-me, os pelos dos braços na minha carne, o Jesus papava-me o rabo indiferente, como se fosse o seu grande amor.

Continuava "estás gostando? é bom né, bem grosso, já tinha provado assim?", dizia-lhe que não chorando, de um prazer grande me dava, nunca tinha tido aquilo, um homem a sério me enrabava, "ai Jesus tão bom estou adorando, me parte o cu mais devagarinho".

O Jesus se movia como uma cobra, numa onda uma manta ao vento, sobre o meu corpo roçava, "acaricia-te vai, quero que te venhas", comecei a tremer gemendo, numa ejaculação que vinha de dentro, o Jesus falava-me ao ouvido "ainda te quero foder mais hoje".

Vi-me toda no chão deitada, num cansaço em cada célula, regressava a casa com a Ariete e o Joe, ouço-os dizer "foi bom Ariete, hoje estava wild cat e você? Lou, como foi?".

Respondi-lhe "foi Jesus", vai Ariete, "que sorte, Jesus é muito requisitado, rapaz com pau grosso mas muito carinhoso, mau mau é o patrão dele".

Perguntei para eles "e meu marido como fica", eles se soltaram a rir, "me diz você gostou de apanhar? se gostou ficou na merda, deixe ele ter seu tempo, passe bem em casa da mãe com a nova namorada, ha ha ha".



A amiga pediu, dá-me de comer ao animal!!

15:58 0
A amiga pediu, dá-me de comer ao animal!!
A Madalena ligou-me de manhã e pedia-me se não queria passar o dia com ela e o Miguel lá em casa. A mim apetecia-me um banho de mar, deitar-me na areia e gozar o sol, bronzear a pele a olhar em redor, a brincar com os homens e a sua visão periférica, a apreciarem o meu corpo junto às suas mulheres, mas, pensei, uma tarde de piscina até que me fazia bem.

Tenho uma história com a Madalena, muito antes de estar casada, durante a nossa vida universitária, tínhamos vindo de longe para a cidade, e o acaso juntou-nos as duas, algum tempo num apartamento partilhado, só eu e ela.

Ao principio tínhamos regras, não devíamos trazer homens para casa, aquele seria o nosso santuário, o espaço reservado para o propósito que queríamos, acabar o curso com sucesso, para não sermos dependentes deles no futuro.

Sempre a senti mais masculina que eu, era a voz, as maneiras, a forma como se fazia respeitar junto dos rapazes, e uma noite, não sei se por estarmos embriagadas, começou-me a passar as mãos pelas coxas, estávamos sentadas à mesa, os nossos joelhos tocavam-se, via-lhe um sorriso intencional inesperado, quando me forçava e abria as pernas, que percebi logo o que queria.

Já o tinha sentido um dia, pensei dizer-lhe "Madalena não sou fufa", mas fui-me soltando e deixando-a entrar em mim, e quando me dei conta, tinha-me tirado as cuecas, tinha-a de joelhos mergulhada, abriu-me toda quando pôde, lambia-me a cona húmida, sentia-lhe a língua habituada, de uma experiência de outros dias, fez-me gozar como nunca, só sei que me vim toda, agarrada à cabeça dela.

Durante aquele tempo, dormíamos juntas, brincávamos juntas, até fodiamos juntas, com homens bem pensando, nisso respeitava o meu interesse, para depois um dia, mais que eu constrangida, fugiu não sei pra onde, e apareceu casada com o Miguel.

O Miguel é um belo homem, da última vez que o vi, quando ele mergulhava na piscina, nuns calções de banho muito curtos, de cor da pele transparentes, ele atlético e definido, sem pudor no que me mostrava, um pau cheio guarnecido, notava-o grande e tombado, deixava-me doida e entesada.

Lembro-me de ter dito à minha amiga "se não fosse teu marido comia-o", e nem sei se a brincar me disse ela, "vontade não lhe falta, fui-lhe permitindo coisas, disse-me ele, queria muito comer-te o cu".

Ri-me do que me disse, mas confessionário, bem o desejei, e perguntei-lhe "porquê? o meu cu?", respondeu ela "disse-me que está na tua cara", e eu, "na minha cara?", "sim há gajas que adoram fazer mamadas como eu, o Miguel diz que tu é no cu, que adoras levar no cu", e eu assim pra ela, "que eu saiba tu também", e ela, "sim, mas ele diz que tu és mesmo louca por apanhar na peida".

Lembro-me que olhei pro Miguel do outro lado, parecia que ouvia a nossa conversa, que gostava de levar no cu era verdade, o tê-lo estampado na cara complicado, quando a Madalena saiu tive que castigá-lo, virei-lhe o rabo pra cima, olhei para ele de lado, descaíram-se as pernas a abri-lo, falei-lhe com os gestos "um dia que queiras e ela deixe, podes bem vir comê-lo".

Mas hoje não sabia o que se passava, achei suspeito aquele convite, mas conhecendo a Madalena não era diferente, quando cheguei dentro de casa, comecei a despir-me normal, via o Miguel interessado a olhar-me, fui junto dele e dei-lhe na face um beijo, senti-lhe o pau grosso nas minhas pernas, as minhas mamas nuas a tocarem no peito dele, e deitei-me na cadeira só com a calcinha, a exibir-lhe o cu que ele tanto gostava.

Ela chegou perto de mim, trazia umas bebidas frescas, parecia-me chá gelado, entra o Miguel na água em silêncio, os pelos dele e os músculos oleados, a aguardar tempo pro seu papel, ouço-a dizer, "queria te pedir um favor, já nos conhecemos bem, o Miguel não se cala, só fala em te foder, que eu o deixe ir-te ao cu, isto se tu quiseres?".

Não me surpreendeu, era coisa que um dia esperava, acho que ainda lhe perguntei "e tu queres? não te importas mesmo?", o Miguel saia da piscina, fazia um ar omnipotente, um senhor das águas se levantava, e ela "claro que quero, ele adora comer o cu das minhas amigas, até das casadas, e eu gosto de deixar e ver, é como um animal que tenho de alimentar, e então? dás-lhe o cuzinho?".

Ele aproximou-se de nós, tinha tirado as cuecas, nu como se tivesse nascido, mostrando o pau grande e grosso, eu ainda não o tinha visto, tão teso e duro me disse "não te incomoda Dani? veres-me assim de caralho teso?", tão perto que estava, que me apeteceu logo deitar-lhe a boca, chupá-lo como se fosse cana, ele mexia com a mão a entesá-lo ainda mais, "a Madalena disse-me que no vosso tempo de escola, gostavas deles assim bem grandes, ainda gostas?".

Ele estava em pé, eu sentada na cadeira, não mais de um palmo de distância, disse-lhe olhando a minha amiga "gosto deles grandes mas a tua mulher também", vi a Madalena a rir-se voltada para ele, "a Dani já disse que sim amor", vai ele, "humm queres mesmo dar-me o cuzinho", o caralho dele entrava-me na boca, era uma ordem para o chupar, comecei a mamá-lo como sabia, um pau grosso que mal conseguia agarrar.

Virou-se para a Madalena, "ai amor a tua amiga mama bem? o que achas?", e ela "mama mama, amor, aih Dani que tesão que és, lembras-te quando te chupava toda? Miguel sabe que sou fufa, ficavas doida", e o Miguel continuava "foda-se!! que mamada amor, adoro esses lábios de seda chupa chupa".

O Miguel arqueava-se na minha boca, como se fosse um arbusto seco, mexia as nádegas pra dentro de mim, "ai Dani chupa-me os colhões!! isso, chupa-me bem", a respiração dele ofegava, quanto mais acelerava mais o lambia, a minha amiga puxou-me e deu-me um beijo na boca, queria provar o sabor do marido, falava-me mais perto ao ouvido "ele vai partir-te a cona e o cuzinho todo, vais gostar".

Virou-se para ele, "não vais, amor?", e ele "vou se for apertada abro-lhe o rabo todo", deitou-se na cadeira, tinha o pau arqueado e curvo, preso na mão estrangulado, "anda, salta-me para cima, Dani quero comer-te essa cona", agarrei-me ao pescoço dele, para balançar e descer por ele, empinei o rabo e as costas, para me enterrar naquele caralho, soltei-me pra trás num suspiro.

"Aihmm humm" a senti-lo entrar direito e rijo, enterrei-o bem fundo na cona, ele só dizia "ao foda-se Dani és tão apertadinha", tremia todo por baixo de mim, fazia força a penetrar-me, agarrada em roda e para baixo, espetava-me doido sem parar, que eu já gemia "aihm hoo oh ohm, ai mãezinha, caralho, aihm  partes-me toda aih", sentia as mãos da Madalena no meu corpo, que o percorria de alto a baixo, estimulando-me que mais fodesse, o marido que me oferecia.

Virou-se para cima de mim, "ai Dani adoro a tua peida, quero meter-to todo", fui-me abrindo toda como uma flor, o meu ânus esperava pra foder, aquele pau nas pregas rijas, afazer força para entrar, até que cedem e se abrem, a cabeça entrou a escorregar, "aihm oh ohm devagar enterra devagar", agarrei as mãos da Madalena, pagava uma provação qualquer.

Ele faz mais força a empurrar, dá-me uma estocada violenta, "aihm caralho foda-se!! estás-se a magoar", gritei veio outra estocada, em que diz ele "Lena amor já lho enterrei todo, estás a ver, a Dani é doida por levar no cu, aguentou-se bem, não foi Dani?".

Forçou-me a cabeça para baixo, a puxar-me as nádegas para o ar, o pau grosso não parava, de me estar a enrabar, ele batia duro, sentia-lhe as ancas no meu cu, "ai foda-se Dani que cu tão bom foda-se!", já não sabia se gritava "aihm não páres, aihm parte-me o tu", agarrava a mão da Madalena, "obriga-o a foder-me mais, come-me o cu caralho, aihm diz-lhe Lena, para me comer o cu", sinto-lhe a mão dela na minha cona, quando comecei a estremecer e a esguichar, abri-me encharcada de leite, mostrou-mo e tinha-o na mão.

Meu amigo me disse, levar no rabo não é traição!!

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Meu amigo me disse, levar no rabo não é traição!!
A Suellen conta ao "Biografias eróticas" como foi:

Ai não sei muito bem como fui entrar nessa. Acabei acreditando naquele tuga manhoso. Ainda estou para saber se fui estúpida ou se quis ser estúpida de propósito. No meu trabalho resolveram lá dar uma formação à gente, de vendas, compreende, para nos ensinar a falar com as pessoas, e não é enganar, aprender a sugerir, sabe, passar para as pessoas a ideia de que precisam mesmo daquilo que estamos vendendo.

Rolando é um dos caras do meu curso e, hoje não sei, mas quando aconteceu aquilo eu até achava graça nele, nas suas piadas. Estávamos sempre conversando os dois, mesmo lá na empresa, e até fomos almoçar juntos com outros colegas. Ele está sempre mirando muito o meu corpo, olhando para o meu rabo e mamas, mas os outros colegas também.

Não tenho culpa de ser assim, como eles dizem, sou boa, né, eles ficam imaginando coisas, me ver nua, me tirarem raio x, mas eles sabem que tenho o Adércio, meu namorado, e sempre me respeitaram. 

Só que esse tuga, Rolando, né, não me largava, e um dia começou me dizendo que traição mesmo é só com introdução. Com as brincadeiras fomos tendo mais confiança e ele insistia "Suellen, minha amiga, traição só com introdução", "você me deixar ver suas mamas não há introdução, compreende".

Eu dizia para ele, "cara, você tá ficando maluco", e ele ria "são as suas mamas e o seu rabo", "me deixa ver, Suellen, não fique se culpando, amiga, não há introdução", e ele sempre insistindo.

Ele é um homem bonito, anda no ginásio, sempre correndo, e é perfeito, reconheço, me atrai. Só que eu não sou dessas de ir por aí, tenho meus princípios, se há introdução ou não não sei, mas a mim me estava parecendo que havia traição. Adécio se soubesse não ia gostar, e meu pastor lá na igreja, também não.

Mas estava ficando com dúvidas, sabe, Rolando sabe ser insistente, parece me estar vendendo alguma coisa, e eu não queria, e também não dava para falar com meu namorado, acho que se ia zangar, e então à tarde, quando saíamos do curso, perguntei ao Rolando "porque você diz que não há traição sem introdução".

"Olha porque isso é que conta, sabe, você me mostrar suas mamas, eu fazer um minete em você, ou você me fazer um broche, como não há introdução, não há traição, percebe". 

Fiquei pensando naquilo "o Tuga primeiro queria ver minhas mamas e agora falava em fazer-me minete, ele só tem razão que não há introdução, mas traição não estou sabendo, não, acho que o cara me está enganando".
Ele continuou "vá lá, Suellen, eu estou te garantindo, você está negando porque só vai saber depois, compreende", "você me deixa fazer um minete em você e vai ver que não se sente culpada, é como estou dizendo, se não há introdução, não há traição".

Porra que estava ficando maluca que acabei acedendo, se o Adécio soubesse eu diria para ele "Adécio, amor, não tive nada com ele, não houve introdução, não há traição, compreende, amor".
Imagem de Claudio_Scott por Pixabay
Deixei-me ir para casa dele, do Rolando, sabe, menino bem estabelecido, e só percebi depois, cara sabido, quando entrei ele me pediu logo, parecia se babando "Suellen querida me mostra as suas mamas", e eu mostrei, ele me pediu se podia agarrar e eu deixei pensando "tudo bem não há introdução", "me mostra seu corpo e seu rabo", e eu deixei, né, me despi toda.

Rolando hipnotizou pelo meu corpo, ali segundos sentado, e tenho de reconhecer, estava gostando daquela admiração, me exibia como na passerelle, no sofá esfregava o pénis, se babando por mim na sua voz doce, "Suellen, você é linda, merecia uma introdução", eu respondi logo "ai Rolando meu amigo, não pode ser não".

"Chega até mim", estendeu-me a mão, "para quê?", só pensei, deitou-me no sofá, beijou-me as coxas dentro, uma língua cobra a tremer, a descer por mim até dentro, tocava-me o clitóris húmido, os seus dedos e a sua boca, mergulhado nas minhas pernas, os cabelos e as suas cócegas, fechei os olhos para trás, "aiiii, meu amigo, meu amigo, aiiii", abandonada.

Rodou o corpo ao meu lado, a tocar-me nos lábios o seu caralho teso, já não pensava e só gemia, resfolegava ele na minha cona, e eu no caralho dele, a desejar introdução sem a dever ter, "Rolando, não pode, eu não sou traidora", "está bem amor está bem", sussurrava ele, "no cu, no cu, há introdução mas não há traição, amor, deixa", e diabo de mim, deixei, não conseguia pensar, deixei, porra.

Virei o rabo para ele e Rolando me comeu o cu, desceu sobre mim como um diabo e uma força, apertou minhas nádegas, forçou meu ânus húmido, e me penetrou devagarinho, me abraçou carne com carne, apertados me beijou na cara, e sentia as coxas dele batendo em mim, e me vim com ele junto.

Se Adécio me perguntar vou explicar a ele que "se não há introdução, não há traição", e só espero que ele não me pergunte "e o cu?", não vou saber responder, né.

Contos eróticos de natal - # papai não esquece

23:14 2
Contos eróticos de natal - # papai não esquece
Confessionário, setenta anos fiz eu hoje, vinte dos quais na companhia da Marcela, a minha linda mulher. Nós não queremos, mas há momentos em que temos de cair no real. Hoje mais vezes do que as outras estou olhando para o espelho e vejo o quê? um velho com um brilho nos olhos, em que o jovem ainda está lá, bem dentro ao fundo, e que tem de tomar uma grande decisão.

Não foi de hoje, a Marcela tem necessidades e vi-a muitas vezes entrar na habitação de apoio, onde vive o Carlão, o meu guarda da quinta, e eu sabia, ainda me quis enganar a mim próprio, ela ia lá para ser fodida.

A Marcela, minha mulher, a única que tive na minha vida e que posso chamar assim de "minha", como coisa estranha que acontece uma só vez, atravessou-se no meu caminho, tinha ela os seus vinte anos, meu deus, era tão bonita, uma mulher tão desejada, e eu bem, recebi esse prémio da sorte, já com os meus cinquenta anos.

Trinta anos de distância, uma coisa mesmo impossível, mas nossa união sempre foi tão forte, nunca tinha pensado gostar de alguém, mas esta menina me foi ficando, se instalando na minha vida, quis muito que se fosse embora, eu sabia que esse dia chegaria, para acabar com o meu coração.

Esse dia era agora, eu andava a ser traído, a Marcela demorava-se por lá uma hora, e se a conhecia assim tão bem, o Carlão dela conseguia tudo, comigo sempre quis os três pratos, era oral, anal e vaginal, ficava imaginando aquele menino, comendo o cu da Marcela, e eu não sabendo como resolver isso, sentia que podia dar problema.

Se falasse com Marcela? dizendo assim "amor eu gosto de ti, mas não para andar fodendo com Carlão", e se ela discutisse, se ela não quisesse, e se fosse embora? não sabia o que decidir, se abrir o jogo, se ficar tudo como estava?.

Depois pensei sabe confessionário, quando me pus olhando no espelho, vejo o reflexo de um velho, e por isso compreendo, no meu corpo há marcas do tempo, contra isso não posso fazer nada, Marcela ainda é jovem e disso ela não tem culpa.

Resolvi falar com a minha mulher, não podia ser egoísta, Marcela me tinha dado vinte anos, os melhores da sua vida, não tinha jeito, ficar presa toda a vida, de maneiras que a apanhei na sala, e disse, "Marcela amor, preciso falar contigo".

Ela pareceu meio surpresa, com o tom grave como falava, ela me disse "há algum problema paizinho?", e eu disse, "tu sabes, estou um velho, esse dia ia chegar", vejo ela rir-se soltando uma gargalhada, continuei "e tu, meu amor, ainda és tão jovem", ouço-a "simmm? e depois?", não podia vacilar, sabia que ia doer, como se arranca um dente no momento, sara mais tarde e é só esperar.

Falei assim, "não me esqueço, me deste vinte anos de ti, Marcela, amor, quero que sejas livre, para viveres outras vidas", vejo-a pôr-se direita na cadeira, como quando quer resolver algo importante, "mas paizinho porquê essa conversa? não quero ir para lado nenhum", agora tinha de dizer, "é que sei que andas fodendo com o Carlão".

Ela tinha a boca aberta a olhar para mim, "diabo, paizinho, e depois? qual é o problema?", não sabia se me gozava, se estava a ser sarcástica, ou a ser má simplesmente, "problema? amor estou sendo traído, me diz o que deu pra ele?", ela me respondeu "o que dei? como assim?", devia estar se fazendo de parva "ora, se deu cu, se mamou lá no pau do Carlão, isso aí".

"Paizinho, isso não importa, Carlão é só foda, amor, sei lá,  é como mudar o óleo", "mudar o óleo?", continuou ela, "mas paizinho está excitado, quer saber é isso? está virando velho safado é isso?", está me gozando pensava, "primeiro óleo, agora eu é que era safado, já me tinha esquecido de tudo".

Ela se virou "paizinho, Carlão é só foda, gosto do pau dele, é grande e grosso, você sabe, gosto de mamar, mamo bem nele, sabe, você gostava de ver, era?", e eu assim pensando que essa menina ainda acaba comigo, vou ter aqui um ataque cardíaco, e eu assim ainda "ver? não sei?", ela se riu, "paizinho você pode ver, não tem problema, vai ver sua menina gritando, Carlão me abre bem o cu".

Eu ainda mexia "mas amor pensei você viver sua vida, sei lá com Carlão", foi quando ela se soltou mais "está maluco paizinho? Carlão não é nada, é só um caralho e um homem, porque amor, amor e sexo, já me basta o que tenho contigo".

Perguntei "comigo?", diabo não estava fodendo nada, eu olhava para ela, apetecia-me beber qualquer coisa, que fosse amarga o mais possível, "são as tuas palavras, a tua visão, o teu cérebro, a tua realidade que me excitam, que me fazem vir e ter orgasmos, paizinho, não esquece isso nunca".

A história e histeria do vibrador

10:07 0
A história e histeria do vibrador
Nem queria acreditar, como uma má ideia pode dar tão certo!! Veja bem a história do vibrador!! não é uma invenção do séc. 20, surgiu em meados do século 19 para fins supostamente médicos um massageador a vapor, para tratar da histeria, um distúrbio feminino causado pela ansiedade e irritabilidade.

A beleza nem está na ideia desse médico, ou coisa parecida, de inventar uma coisa para alegrar as raparigas ansiosas, beleza beleza foi do génio visionário que viu ali uma oportunidade em transformar aquele produto em coisa muito maior, para tratar as mais necessitadas.
Na altura a coisa era mal entendida, como hoje, muitas mulheres tinham um desejo sexual insatisfeito, e o tal génio médico pensou naquilo, o que pareceu óbvio depois de descoberto, de arranjar a máquina vibratória para as satisfazer e fazer felizes.

A histeria

Foi considerada doença no século 19, o hoje é mais conhecido e atribuído a "falta de foda", os sintomas são os mesmos, irritabilidade, insónia, ansiedade, dores de cabeça, choro e falta de apetite, entre outros sintomas, exclusivamente femininos.

O que era normalmente aceite em outras culturas, na Europa, o desejo feminino exacerbado por sexo, como excitação, fantasias eróticas, lubrificação vaginal e comportamento em geral melancólico ou irracional era visto como a doença da histeria.

O problema continua, nada se alterou, mulheres com "falta de foda" continuam a ficar histéricas e malucas, e se lhes falha o vibrador, então!! está tudo fodido.

Mas adiante, para amainar a “histeria”, o tal génio teve essa ideia fenomenal que arranjar um tratamento, primeiro manual, com a massagem no clitóris, feita diretamente pelo médico, no consultório.

Com as mãos, o médico estimulava a paciente com um dedo dentro da vagina, usando óleo de lírios como lubrificante, até que ela atingisse o “paroxismo histérico”, conhecido hoje como orgasmo. Depois de uma sessão de gemidos e gritos, a mulher ficava mais calma, e os sintomas desapareciam - pelo menos por um tempo.

Por causa disto escreveu-se muita merda e gastaram-se rios de dinheiro para chegar à conclusão que a tal suposta doença se resolvia afinal com o funcionamento normal da sexualidade feminina, e para a qual o alívio, não surpreendentemente, era obtido através do orgasmo, ou seja através de umas boas fodas ou com o vibrador.

Nos consultórios

Como os maridos não resolviam, ou pior, para as que não tinham ainda marido, as mulheres descobriram aqui o seu filão. Os maridos viam-nas malucas e histéricas e mandavam-nas para o médico, para lhes massajar o clitóris, coisa que até era bem aceite na altura, e elas corriam a encher os consultórios médicos em busca da suposta “cura” onde podiam então ter o orgasmo tão desejado.

Os médicos passavam horas a masturbar as clientes, preocupados com a sua saúde, a dar ao dedo, coisa que depois de umas centenas, entre novas, velhas e maduras, era uma tarefa extenuante.

Muitos médicos eram avaliados pelas "doentes", uns que eram melhores a massajar que outros, muita concorrência, mas enfim o que era bom ao principio começou a causar problemas de saúde também aos médicos como tendinites e problemas nas mãos devido ao esforço repetitivo.

O vibrador

Os médicos precisavam de uma máquina, a procura era tanta que os médicos já não tinham dedos a medir, e por isso, entre outras soluções, aparece o vibrador, patenteado em 1869, a vapor, e batizado de "The manipulator" (em português O Manipulador).

Embora fosse um aparelho grande e de aparência assustadora, as mulheres adoravam-no e o tamanho da engenhoca punha-as malucas que atingiam o orgasmo logo logo, permitindo aos médicos massajar um número maior de clitóris e descansar as mãos.

Primeiro foi o de vapor, depois aparece o vibrador movido à manivela que mais parece um berbequim daqueles antigos, e só depois aparece o eléctrico.

Democratização do vibrador 

Primeiro era só material de consultório - não foi sempre assim? - mas depois saltou para a rua. Muitas coisas entram pela medicina - a coisa faz bem, é para melhorar - só para serem aceites e não serem questionadas, para depois ser dispensada essa intermediação médica que nunca foi necessária.

Aparecem então todo o tipo de vibradores, muitas marcas, modelos, cores e feitios, adaptados a todos os tipos de mulher, em todas as faixas de preço, com vários tipos de energia, anunciados livremente em catálogos e revistas femininas.

Nessa altura usavam-se slogans - hoje dispensam-se também - "Para as mulheres para ajudar na saúde e a relaxar" ou ‘Todos os prazeres da juventude...vão pulsar dentro de si", e para não causar incómodos sociais, os fabricantes vendiam-nos com formas mais discretas de divulgar o produto, anunciando o uso noutras partes do corpo, vendendo-o disfarçado em caixas de aspiradores do pó, e até como um acessório que, uma vez conectado, poderia ser utilizado para outras finalidades, como prova o anúncio “A ajuda que toda mulher necessita”.

Com a libertação sexual feminina essa tramóia de ser usado com fins terapêuticos como se fosse um massajador de pescoço ou outra merda qualquer acabou, o vibrador passou a ser vendido como acessório sexual, em vez de instrumento médico, e ponto final.

Trailer da comédia “Histeria”, de 2012

Depois da repressão da mulher passou-se à bandalheira. Aparecem os filmes pornográficos e neles as actrizes e depois alguns actores começaram a usar o acessório como parte necessária do enredo, cabendo ao vibrador uma função muito importante de as estimular nas filmagens e também como objecto cénico.

Talvez por isso veio a ganhar uma conotação negativa na sociedade, associando o uso do instrumento a mulheres malucas e depravadas, desejosas de brincadeiras inconvenientes.

Com a revolução sexual isso acabou e hoje quase todas têm um na sua vida sexual, a histeria mantêm-se, ai se lhes tiram o vibrador!!, mas o que era visto como doença, é agora entendido como sinal de afirmação.

E só para registo, conheci uma dessas supostas histéricas que até tinha dado nome ao vibrador, chamava-lhe "salsicha", e quando ela falava, estou procurando ou me está fazendo falta o salsicha, já o pessoal sabia.

Noite de setembro em Nápoles

11:15 0
Noite de setembro em Nápoles
Desta vez sou eu a escrever, muito tem escrito o meu marido sobre mim neste sitio, a Ângela isto, a Ângela aquilo, dando de mim uma imagem de libertina e de puta, que vendo bem, por tanto o que temos vivido, talvez seja mesmo verdade, cada vez me sinto mais puta e gosto.

Ele pediu-me, se quiseres conta tu sobre aquela nossa história de Nápoles, fomos lá em Setembro, a cidade mais parecia um forno com aquele clima abafado em que o céu de chumbo nos pesa em cima e a qualquer momento um vulcão ou  qualquer outra coisa explosiva rebenta.

A história desta viagem, se é que se pode chamar viagem a um fim de semana longe de casa, começou logo no primeiro dia, uma coincidência estranha que nos aconteceu no elevador do hotel.

Quando descíamos para o hall da recepção, desceu connosco um homem que percebeu que éramos um casal, mas que me olhou de alto a baixo, mas com o olhar de querer ver bem o que eu tinha para oferecer, como se o meu marido ali não estivesse para ver.

E a coincidência foi tanta que ao longo do dia das três quatro vezes que subimos e descemos naquele elevador ele fazia o mesmo, o meu marido não existia, punha-se a olhar para as minhas coxas, para as minha mamas, para os meus olhos, intensamente, e depois saia em direcção ao quarto dele em frente do nosso um pouco mais para o lado.

Se ele olhava para mim, bom, eu fazia o mesmo, olhava para o Leo e depois para ele, mexia as coxas dentro do meu vestido solto, a abri-las ao de leve com uma perna mais ao lado, alguns segundos no elevador, mas queria tanto que ele imaginasse o meu clitóris molhado, do tesão que me estava a dar.

Disse ao Leo, chama-o, ele que venha beber vinho connosco ao nosso quarto, quando ele punha a chave na porta o meu marido acenou-lhe perguntando-lhe se queria juntar-se a nós, e ele veio.

Não me lembro do que falámos, lembro-me que bebemos vinho, dançámos ao som de uma música calma, enquanto fumávamos cigarros, ele era italiano mas um do norte, suíço e tosco, abracei-o ao som da música e num momento quando me apertou contra ele, senti-lhe preso na minha barriga o pau espetado que guardava.

Não me lembro também, mas devo ter dito ao Leo que o ia comer, o que não era novidade nenhuma quando o chamou antes ele já sabia que a qualquer momento isso aconteceria, desabotoei-lhe os botões da camisa, ia-me ele mordiscando o pescoço, e tirou as calças a pôr-se nu.

Puxou-me para o chão, por baixo do meu vestido puxou-me as cuecas, a pôr-me nua nas mãos dele, mostrou-me o pau que me ia comer, olhei para o Leo que bebia vinho sentado a ver, agarrei com a mão aquele pau, senti-o grosso e duro como pedra, deitei-me para trás ansiosa "humm humm", desejosa de o foder.

Ele não teve rodeios, desde que me vira no elevador devia ter desejado foder-me, mesmo que isso pudesse ser impossível, mas agora estava ali nua pronta encharcada e oferecida, pôs-se em cima de mim e penetrou-me, enterrou-me na cona aquele pau duro, como uma estaca que me feria, "ai Leo aihm amor, ai que me fode toda".

"Aihm foda-se! amor aihm oh ohhh", o meu marido assistia a ver-me ser fodida, um acordo descomplicado que tínhamos e um prazer que se adquiria, cada vez mais ele gostava de me ver a ter prazer e eu de foder com ele a ver, o italiano partia-me a cona toda, abria-lhe as pernas para ele entrar, enterrava-me o caralho desesperado, como se quisesse fazer-me doer.

"Ohh aihm Leo ahm ohm", comecei a estremecer agarrada ao meu italiano, "aihm", lembro-me de vir-me toda estava ele a tirar, a lançar sobre o meu ventre o sémen do seu desejo liberto.

Que falta de competências pra broches tesudos!!

20:22 0
Que falta de competências pra broches tesudos!!
Nasci educado a procurar sempre o melhor, se queres alguma coisa não te contentes com o meio termo, e isso porra!! sempre deu muita pressão, mas sempre ia conseguindo, ter o melhor carro, a melhor casa, a melhor namorada, era pais, avós, a família toda, a xingar no ouvido "não se contente caralho!!, não dê mole coisa nenhuma, nós estamos analisando ...".

Mas leva tempo para perceber, é isso aí, que não há nada melhor mesmo melhor, e que nem tudo é perfeito como se quer, umas coisas são boas de um lado e outras assim do outro, e estou só falando isso para vocês aqui do confessionário, pra contar o que estou passando, e pra ver se eu tenho razão ou não.

Bom rapaziada, Mina era minha namorada, era um pouco burrinha, isso concedo, né, também pouco instruída, mas nossa senhora, nunca vi garota fazendo um broche tão tesudo, estou sabendo, ela já tinha nascido ensinada. Pode ser coisa hereditária, não sei, a boca dela, os lábios grossos, a língua, tudo, não lhe faltava nada.

E competência? rapaziada competência dela era fantástica, sabia como se abeirar do objeto, uma chupadinha aqui, um beijinho ali, os toques com as mãos, o cheirinho, o riso, forma como ficava sorrindo quando estava mamando, meninos, essa garota era demais, sabe, mamadas maravilhosas.

Ela depois perguntava, como é Roberto, vamos na foda agora, eu dizia logo pra ela "foda pra quê Mina?, depois dessa mamada que você fez, estou bem, né, você foi total garota, deu tudo, que maravilha".

E Mina estava sempre criando, não aprendeu só com a mãe dela, tinha sempre novas ideias, meninos, um dia fez unhas de gel, e me fez uma mamada agarrando meu pau assim com as pontinhas das unhas, foda-se!! que maravilha, parecia estar agarrando cálice, dando chupadinha gostosa, rapaziada essa menina me levava ao céu.

Depois disse pra meu pai, "sabe papai estou pensando casar com Mina", ele me respondeu furioso "você está maluco rapaz?", eles queriam o melhor, e Mina não se qualificava, "mas papai ela me faz broches que são uma maravilha, estou muito feliz", ele me dizia assim "estou lá pagando pra você casar com garota que faz bom broche garoto".

E foi isso pessoal, meu pai me arranjou uma doutora, Mariete, não tenham dúvidas, minha nova namorada é linda, muito inteligente e instruída, mas meu deus, suas competências de broche são uma desilusão e uma desgraça!!
Primeira vez que agarrou o meu pau, ela nem sabia como segurar, se devia dar uma firmeza, ou ficar boiando na mão dela, depois ficava olhando, se começava por cima ou por baixo, se chupava colhão ou não, se tocava e engolia pelo, fazia cena tirando com as pontas dos dedos, pois não pessoal, tive de ir falar com papai.

"Papai assim não dá, Mariete não tem competências, você sabe, é como você e mamãe, um bom broche, bem tesudo, é indispensável", bem rapaziada, meu pai ficava remoendo, não compreendia essa garotada, tantos anos na universidade, tantas festas e farra todos os dias, sendo estudante viajada, tinha ficado licenciada, lhe chamavam de doutora, e porra!! não sabia fazer broche?

"Você rapaz tá me dizendo que Mariete não faz bom broche?", "É isso papai, não tem competências pra nada, é uma desgraça", depois ele teve uma ideia, "pois é meu filho, você tem um dever, é sua obrigação meu filho, você vai ter que ensinar essa menina, ela vai ter de aprender a fazer broches tesudos senão está fodida.".

E é assim confessionário que minha história com Mariete começou sendo séria. Eu disse pra ela, "Mariete até gosto de você, mas tem de aprender broche menina, senão não dá", ainda pensei falar com Mina, ela podia ajudar ensinando ela, nos intervalos me dar uma casquinha, mas depois pensei melhor, que podia dar merda e ser pior.

"Mariete, eu mesmo ensino você", e foi assim, levei ela pra um sitio, um canto marroquino lá em casa, me lembrava de Mina fazendo me dando mamada, e disse assim "vai Mariete começa chupando, vou dando instruções e você vai executando, certinho, vai se põe aí de joelhos".

Ela estava olhando meu caralho, que parecia um cachorrinho, meio tonta sem saber o que fazer, "é assim agarra ele vai, com a mão, assim firme, mas sem estrangular, isso bem justo, vai, agora vai com a boca vai, dá uma chupadinha, imagina que está chupando gelado, aí na cabecinha, está vendo garota não é difícil".

"Você está chupando, mas sem graça Mariete porra!!, parece que está chupando bacalhau seco, não, abre essas pernas, vai, se acaricia na cona, pra você mamar bem, tem que se imaginar puta, vai Mariete, isso, está vendo, você está melhorando, me mama bem e eu chamo de você de minha putinha, quer?"

Bom rapaziada Mariete está se aplicando, não é Mina que isso é impossível, mas me anda mamando melhor, quando lhe chamo de puta, assim "minha doutora é uma puta boa", Mariete se altera, logo logo parece outra, chupa bem, respira quando engole, expira quando tira, está adquirindo algumas competências de broche tesudo.

Mas já disse pra ela, "menina, devagar, né, Roma não se fez num dia", mas já vejo ela desenvolvida, me agarra no caralho sem surpresas, me dá uma mamada mais ou menos, a porra!! é que agora está mesmo ficando puta, Mariete só pensa em chupar, e não quer outra coisa.

Mulher de meu amigo amiga é

18:14 2
Mulher de meu amigo amiga é
Durante algum tempo frequentei a casa do meu amigo Juca. Ele tinha estado uns anos nos Estados Unidos e tinha vindo de lá casado com uma americana fantástica e mais que fantástica, meia louca, com o nome de deusa, Ariadne, e ele fazia questão de me convidar para estar com eles.

Quando veio, uns dias fomos de férias, tinham alugado casa na zona oeste, onde havia menos gente e podíamos estar mais à vontade, e nessa altura estranhei o modo de estar, habituei-me a vê-los sempre nus, à beira da piscina, em zonas remotas da praia, ou mesmo dentro de casa, e ele insistiu que andasse como eles.

Até lhe disse "eh Juca, ando aí mostrando o pau, e a tua mulher?", ele disse-me "descontrai, ela não te come, já me disse que adora", e eu, "adora como?", "ela diz que você é bonito e bem fornecido", eu fiquei insistindo "Juca, a tua mulher é bonita, gostosa, não admira eu andar aí inchado né".

Ele falava "porquê Leo, minha mulher dá-lhe tesão?", eu ficava olhando para ele, "claro, tua mulher é um malho meu, e assim nua me mostrando tudo, é boa pra caralho, meu, não estou aguentando".

Ariadne passava nua, se sentava na cadeira, junto à piscina me gozando, abria as pernas brincando com o clitóris, como se excitasse para eu ver, me dava palmadas no rabo, encostava o corpo a mim, me dava beijos na boca, como se tivesse dois maridos.

A Ariadne, meu deus, tinha as formas bem redondas, umas mamas perfeitas, a pele rosada como uma porca, devia ser uma loucura na cama, sortudo do caralho do Juca, por andar a comer esta beleza.

Juca era assim pra mim, "está me dizendo, quer foder minha mulher?", e eu pra ele "não meu, só tou dizendo que tou sofrendo", e ele assim "não meu, tou perguntando, quer dar uma foda nela?", "o que você tá falando?",  e ele para mim, "ela me pediu, tá muito querendo foder com você,  e eu tou nessa, meu".
Fiquei assim olhando para ele, não sabia se brincava comigo, e eu continuei "amigo, adorava foder tua mulher, meu, não se importa mesmo?", e ele assim, "não meu, vou ficar assistindo, adoro ver ela ser fodida, e ela adora, sabe, me dar esse prazer", eu estava irradiando "tou nessa amigo, vou deixá-la maluca", ele assim pra mim, "eh Leo você tem um pau bem grosso, por isso é que ela anda doida me dizendo que quer foder você".

Perguntei pra ele, "Juca como é que faço?", fomos ter com ela, ainda era de manhã cedo, bela hora para uma boa foda, estava deitada no quarto, ele falou assim, "meu amor, Leo está querendo foder, topa essa?", ela olhou pra mim com os olhos grandes, eu tinha o caralho teso arqueado, estendeu-me a mão a puxar-me "claro amor que topo, estou fervendo por ele, você sabe, quero comer ele todinho".

Juca deu-lhe um beijo, e quando ia a sair do quarto ela disse "fica vendo meu amor, grava tudo para ver se me portei bem", deitou-se depois na cama, começou esfregando os dedos na cona, a fazer-me sinal com o dedo "vem querido vem me foder", continuava ela "estou doida pra provar seu malho", me estava ajeitando nela, ela se ajeitando em mim, "vai amor Juca está esperando, ele gosta de ver a mulherzinha dele fodendo".

Olhava para ela e deixava-me louco, há vários dias que só pensava em comê-la, começou-me a mamar o pau a fazer poses para a câmara, o Juca estava vendo nos monitores, sentia-lhe a boca molhada, chupava-me a cabeça a mordiscar, vinha por aí abaixo com a língua, deixando um rasto de cuspe, "aihm és mesmo doida, foda-se que tesão".
Depois saltou para cima de mim, queria ser ela a dominar e a colocar-se de maneira pro Juca ver, o meu pau enterrou-se na cona dela, tinha um cu uma maravilha, queria parti-la e comê-la toda, ouço-a gemer da foda que lhe dava, "oh ohhh aihm aihm fuck me well", o Juca devia estar passado a admirar.

Agarrei-a bem, e comecei a matraquear-lhe a cona, a pô-la doida com ela a gemer "aihm ai ohh ohnn Ohmm", sentia-a toda encharcada, o meu pau bem justo a parti-la, vi-lhe nos olhos que estava a gostar, mal falávamos era só foda, "ai Leo oh oh não pares, adoro o teu pau querido oh oh, ai que me venho toda, ai querido mais mais, parte-me a cona amor".

Pus-me de lado para a câmara, o meu pau entrava-lhe na cona, pro Juca ver bem eu a comer-lhe a mulher, e ela a gozar de prazer, a gemer e a esquecer-se dele, de que a estava a ver, que foda lhe estava a dar.

Agarrei nela, ela pôs-se de gatas, sentia-lhe o rabo apertado, sentia que o Juca via, quando o meu pau lhe entrou no cu, ela ficou maluca a gemer, "oh oh ohhmm", gritou "aih oh oh querido ai ahmm come-me o cu amor oh ohmm", comecei-me a vir sem aguentar, uma cuspidela de leite quente, pra cima dela a derramar.

Quando acabámos o Juca apareceu, ela estava prostrada na cama, ele perguntou "então amor? gostaste, aqui o Leo portou-se bem", ela respondeu "mais que bem amor, deu cabo da tua mulherzinha, estou toda partida", virou-se para mim, "e então, ela é mesmo um malho pra foder?", eu assim, "podes crer, a tua mulher é demais, meu amigo", ele continuou "adorei ver-te a ires-lhe ao cu, ele ficou doida meu, não esperava"

Ficámos horas a falar sobre ela e eu só já pensava na próxima foda que lhe ia dar ..

Encontros em praia deserta

09:47 0
Encontros em praia deserta
Chegámos cedo e montámos logo a tenda. O André e eu tínhamos ouvido falar de uma praia deserta onde se fazia nudismo, e nós estávamos nessa, de apanhar um bronzeado descarado a ver mulheres nuas.

O parque de campismo não era longe, descia-se por uma vereda, e logo logo aparecia a praia, escondida e resguardada nas rochas, bem batida de mar e sol, e nós, curiosos e atrevidos, começámos a ir lá todos os dias.

No primeiro dia, estendi a toalha na areia e o André perguntou-me "vais-te mesmo despir? não é obrigatório", disse-lhe logo "claro que vou", e ele continuou então "se te despes, dispo-me também", tirei os calções e tudo, ele também, e pensei que era engraçado, o André era meu amigo há muito tempo, mas era a primeira vez que lhe via o pau, assim do tamanho do meu.

Olhei-lhe para o corpo, já tinha o rabo bronzeado, diferente de mim que estava branco, mas branco branco cor de leite, e ali ficámos os dois nus, estendidos nas toalhas, a ver os nudistas passar.

Passou uma mulher e um homem lado a lado, a caminharem à beira-mar, ouço-o dizer "que belas mamas e que belo rabo", e vou eu logo a seguir, a rir-me, "e que belo pau ele tem", ele olha para mim e ri-se, "belo e bem grande", e eu continuei "viste bem o tamanho? bem grosso".

Virei-me para baixo, ele olhou pro meu rabo cor de leite, "olha o sol cuidado, senão queimas-te", ri-me, "estás a admirar o meu rabo?", vai ele respondeu-me "e se estivesse? belo rabo que tens", admirava-lhe o corpo, mais atlético que o meu, ao andar para a beira mar, as nádegas faziam um gingar perfeito.
"Olha vem mais um", diz-me ele, talvez ao terceiro dia de ali estarmos, já o tínhamos visto passar, daqueles que mirávamos e dizíamos "que belo pau", mas desta vez veio na nossa direcção, parou ali perto e disse bom dia, ficámos a vê-lo estender a toalha, quase ali ao nosso lado, a tirar a roupa toda.

O peito tinha-o cheio de pelos, desciam pela barriga até baixo, onde se uniam todos, em volta de uns colhões negros, como os de um cavalo ou de um touro, um caralho imenso no meio, grosso comprido preparado, forte alto bem constituído, arrumou os calções a prender-me os olhos, ajeitou o pau bem esticado, puxou a pele pra trás, a mostrar-me a cabeça de ameixa vermelha.

Ficámos mais calados, como que na expectativa, via-se que queria meter conversa, senti-o aproximar-se, falou se gostávamos da praia, nós dois jovens franzinos, perto de um homem nu, e se estávamos no parque, fomos dizendo que sim, até que perguntou "vocês são amantes?".

Para o André não ficar estranho, respondi eu "não, somos só amigos", mas continuou o homem "vocês dormem juntos, não sentem desejo?", desta vez foi o André que falou "desejo de quê?", diz o homem "um pelo outro, gostavas de lhe papar o cu? eu bem que adorava", a olhar para mim.

O homem falava e mexia no pau ao mesmo tempo, se ele já era grande murcho, agora tinha-o teso e arqueado, virou-se para mim "gostavas que te comesse o rabo?", o André mexeu-se na toalha, a parecer querer ir-se embora, mas eu nem sequer respirava, não me apetecia mexer-me, "vejo que gostas do meu pau, é grande não é?", respondi-lhe "sim é grande".

O André levantou-se a dizer "anda vamos embora", mas eu disse-lhe "não vai antes ao banho, não há problema", vejo-o depois a andar, a caminho da beira-mar, fiquei eu deitado na toalha, o homem olhou para mim a sorrir, e eu pra ele de seguida, como se estivéssemos a namorar, virei-lhe o meu rabo pro provocar, e ele diz-me "vê-se bem que adoras caralho, gostas de apanhar nesse cu? diz-me".

Respondi-lhe "talvez, mas não fale nisso, o meu amigo não sabe", perto de mim sinto o homem, quase lhe sentia o cheiro, da testosterona e do calor, olhei-lhe as cordas de aço, de veias que lhe entravam na carne, rodando os abdominais de lado, o caralho teso espetado, "quero muito comer-te o cu, vai ter ao meu bungalow", disse-lhe que não sabia se podia, estava com o meu amigo, mas que logo lhe diria.

Regressámos ao parque, e tarde disse ao André, estávamos dentro da tenda, "tenho o corpo a ferver", despi-me todo do calor, passava um óleo de leite no corpo, diz-me o André "aquilo do homem dizer de te ir ao cu", virei-me para ele a sorrir, "porquê, queres-me ir ao cu?", diz-me ele "porquê digo eu, gostavas?", dei-lhe uma palmada de lado, "humm não sei talvez".

Vejo-o a despir-se "deixa-me pôr creme também", desta vez perguntei-lhe "já te foram ao cu? ainda és virgem?", ele abriu muito os olhos "a mim não, e a ti?", não sabia se me podia revelar, pedi-lhe para me pôr creme nas costas, sinto-lhe as mãos quentes a passar, junto às minhas nádegas e ao meu rego, a respiração dele a acelerar, lia-lhe as mãos e os movimentos, tinha um desejo firmado de me foder.

Respondi-lhe "uma vez, há muito tempo", ele sorriu "e como foi? foste tu que quiseste?", tínhamos os paus tesos da conversa, "estávamos a tomar banho numa piscina nus, foi simples, pediu-me e eu disse que sim", perguntou-me "e gostaste? como foi?", "pus-me de quatro, ele pôs-se em cima de mim, depois enrabou-me e gostei, sim".

Perguntou-me "e depois? nunca mais?", "não não aconteceu mais", deitou-se ele a pedir para lhe pôr creme nas costas, passei-lhe as mãos pelo rabo, via-o a fechar os olhos, "porquê? gostavas de experimentar?", diz-me ele "experimentar o quê?", saltei para cima dele, a roçar-lhe o caralho teso no ânus, "a levar no cu, tens cara de quem ia gostar", ele riu-se "talvez deixa-me pensar".

Depois falou-me "e o homem? vi-te a falar com ele, o que queria?", "o que é que achas? queria comer-me o cu", não estava surpreendido, perguntou-me a rir-se "pediu-te mesmo para lhe dares o cu?", "pediu-me que fosse ao bungalow dele", continuou o André, "e tu?", "eu quê?", "o que lhe respondeste?", "disse-lhe o que me disseste, que depois lhe dizia".

Vai ele a falar "lhe dizias? quanto te pediu o cu, não disseste nada, quiseste ficar, vi logo", "viste o quê?" diz-me ele "querias que ele te papasse, ou não era?", estava indeciso em dizer "acho que sim, fiquei doido com o pau dele, foste à beira mar e imaginei-me ali mesmo na praia a dar-lhe o cu", o André riu-se "gostava de ver isso, partia-te o rabo todo".


No dia seguinte, o homem apareceu na praia, e depois da nossa conversa, eu e o André estávamos mais descontraídos com a presença dele, olhávamos os dois para o pau dele, puxou a pele a mostrar a ameixa tesa, a cabeça do caralho que entra, falou ele, "então? não queres levar com ele? enterro-to todo no cu, vais adorar".

O André não dizia nada, como se desejasse que dissesse que sim, talvez quisesse ficar a ver, tinha o ânus a ferver, fechava os olhos a imaginar, a mamar naquele caralho, ele em cima de mim a foder, o meu rabo aberto a recebê-lo, olhei para o André e depois pro homem "queres mesmo comer-me o cu? se quiseres muito eu dou-to", vi o André a mexer as pernas, via bem que estava excitado, vai o homem "dá-mo agora vamos, foda-se!! tou doido pra te comer esse cu, o teu amigo pode ficar a ver".

Entrámos os três no bungalow, o André pôs-se a um canto, eu e o homem ficámos nus, ele deitou-se numa cama de espuma, e ouço-o dizer "anda mama-me", deito-me ao lado dele, agarrei-lhe no pau grosso, dei-lhe um beijo longo, a mordiscar-lhe a ameixa gorda, meti-a pela boca adentro, como se chupasse um rebuçado, o André coçava as pernas, do tesão que lhe subia, de cima abaixo lambia, o homem fechou os olhos, de pernas abertas não resistia, "ai foda-se!! que mamada!! caralho".

Virei-lhe depois o rabo, bem empinado e bem aberto, o homem pôs-se por cima de mim, senti a ameixa grossa no ânus, entrou um bocado, "humm humm", depois tirou devagar, logo enterrou novamente, cada vez mais fundo o que podia, agarrado às nádegas forçava, "haimm haim" gemia, olhava o André de lado que me via, o cu abria-se todo apertado, com o pau grosso bem metido, senti-o fundo e todo dentro.

O homem puxou-me o rabo ainda mais para cima, mais a jeito para entrar, "ai foda-se que cu tão bom, foda-se!", começou a martelar, os quadris dele a bater-me, vinha atrás e enterrava, o pau grosso no meu cu, puxou-me pelos ombros, cada vez mais acelerado, o André batia o caralho teso, o homem martelava fundo, punha-me doido e eu gemia, "hum hum ai", sentia os olhos vidrados, do caralho que me fodia.

"Ai, parto-te este cu todo", dizia o homem, "anda, salta para cima de mim", ele deitou-se e eu pus-me em cima dele, agarrei-lhe no pau grosso por trás, olhei para o André que batia uma punheta, e enterrei-o todo no cu até ao fundo, até sentir os pelos e os colhões a roçarem-me o ânus.

Comecei a subir e a ondear em cima dele, a sair e a enterrar, o André bem via o meu anel apertado, a comer aquele caralho, massajava o meu também, até que sinto o homem a estremecer, já não aguentava tanto tesão, "ai caralho que me venho todo", saio dele a esguichar, soltou o liquido branco a gemer.


Contos eróticos de natal - # Gaja Energética

17:12 0
Contos eróticos de natal - # Gaja Energética
Faz um frio do caralho. Acabei de fumar um cigarro à janela, os meus senhorios não gostam que fume no quarto e tive que pôr o tronco e a cabeça de fora, e fiquei com os cornos todos molhados.
Ouço-os a discutir, até que me apetecia um chá, qualquer merda quente, mas não me quero meter no meio deles, acabo eu sempre fodido, ainda me mandam para o meio da rua, ela é uma bêbeda tarada, entra-me de repente no quarto, não bate à porta nem pede licença, quer-me ver nu e o caralho.

E ele, pior ainda que ela, não trabalha que está doente, mas todos os dias veste calcinha, de mulher com fio dental, e corre corre pro pinhal, pra fazer broche e dar o cu, e de tudo isso a mulher sabe, e um dia até me disse "oi Marcos, você já viu, né, meu marido é paneleiro, se ele rondar a tua porta, me diz, que eu corro com ele.".

Estou farto dos dois, mas preciso do quarto, não me dão nada, nem papel para limpar o cu, e decido sair, meter-me na noite, vou até à velha Deolinda, tem a tasca aberta de certeza, para quê o estabelecimento aberto até altas horas da noite? É que nunca fecha !

Demorei tempo a perceber esta velha, não é pelo dinheiro, é pela sua própria solidão, em vez de estar em casa a olhar para a televisão, está a servir copos aos clientes e a falar, e raio da velha que bom, tem sempre qualquer coisa pra dizer.

E a voz dela acalma como um analgésico, entra mansa e devagar se instala, e hoje preciso disso, disso e de descolar a roupa húmida do corpo, e de vinho, vinho quente, com mel e com whisky, com tudo caralho, um grogue que me faça adormecer.

Merda para estas vielas mal cheirosas, cheira a lixo e a sopa de couve, uma espécie de peido molhado no ar, e a merda é que estou dentro dele, e estas poças cheias de água, tenho as peúgas ensopadas e um buraco no sapato, que mais caralho me há-de acontecer, e esta merda de chuva que não pára de cair.

Entrei na Deolinda, graças a Deus, calor, conforto, "oi Deolinda", "oi Marcos", o cheiro doce a coisas boas, o vapor de água que de mim saía, e a voz desta velha, simples direta e precisa, hoje não quer muita conversa, está a fazer o balanço de si própria, o que ainda lhe reserva a vida, a ouvir música antiga dela, que me fere mas liberta, parece que estamos sozinhos, mas não, a Deolinda apontou-me uma criatura ao fundo, parece mover-se no escuro.


A Deolinda fez-me sinal, assim com a mão na cabeça, a dizer-me que ela devia ser maluca, "cientista choné" disse-me, até que a vejo a aproximar-se, diabo!! que mulher linda!! vinha meio tonta, devia ser da bebida, diz-me a Deolinda "está aqui há quatro horas, veio aqui passar o Natal, com certeza".

Aproximou-se ainda mais, do balcão onde estou sentado, colou-se a mim ao meu lado, deve ter sentido o meu cheiro, de pobre e que vergonha tenho, "oi, parece que estamos sozinhos os dois?", não sabia o que lhe dizer, não tínhamos nada a ver.

Os dentes brancos e certos, a pele macia e bem tratada, a roupa cara e de marca, corpo magro fino esculpido, uns olhos azuis feitos de água, apreciei-lhe uma peça de joalharia, que no pescoço envergava, nem era a beleza da peça, mas mais a forma como a usava, que me levou a crer, ser para não esquecer, a sua perdida inocência.

Ocorreu-me que ao falar-me me agrediu, estranho este sentimento, os pobres devem gostar de estar sozinhos com a sua própria miséria, do lado de cá da vida onde não há luz, onde se é transparente e não se existe, diz-me ela "sabes quem é o Einstein?", agarrado ao meu copo de grogue, abanei a cabeça a dizer que sim, sou pobre mas não sou ignorante, a Deolinda dizia "olha lá vamos nós outra vez com essa porra do Einstein".

Continuou ela bêbada "sabes ele provou que nós somos feitos de energia, e=mc2, a matéria, o teu corpo aqui ao meu lado, é uma ilusão temporária", nunca gostei de mulheres bêbadas, ou de me aproveitar delas, mas agora, sentia-lhe o cheiro adocicado do licor de amêndoa, e a mim apetecia-me bebê-lo da boca dela, e também estávamos sozinhos, a Deolinda era mobília e não contava, e o tempo de Natal é de tréguas.

Respondi-lhe "ai sim?, mas se eu fosse só energia não tinha fome como agora", perguntei à Deolinda se havia qualquer coisa pra petiscar, disse-me que tinha feito peixe frito, se eu fosse só de energia como esta maluca dizia, não me doía tanto o estômago, "sim, mas isso é ilusão nós somos energia, consegues ver? temos reflexos disso".

Ouço a Deolinda "bem meninos, gosto muito de vocês, mas faz-se tarde, vou fechar a casa", passou-se e saí eu e a maluca pra rua, voltei ao frio do caralho, ao desânimo de mais um dia, à chuva ao vento e à merda toda, diz-me a cientista passada, "anda, vem até minha casa, fazes-me companhia, é perto", fiquei assim meio na dúvida, entre uma gaja energética doida e dois senhorios tarados, "anda, comemos qualquer coisa, muito muito café que preciso, tomamos um banho quente, acendemos a lareira, e fluímos até de manhã".

Tomei banho, o cheiro da casa, o cheiro dela, as cores, a luz, fez soltar de mim uma camada de pó e lama, havia ainda eu por baixo, deu-me um robe uma toalha, e na sala vi mais de perto a cientista, e merda!! que era feita mesmo de energia, os meus olhos piscavam feridos pelo brilho intenso, das coxas luzidias, do busto, do pescoço esguio, do pequeno prado negro, de vítreo liquido correndo ao meio no rio.

Deu-me a estocada nos colhões, de um caralho que se levantou teso, que vi estrelas de tão instantâneo foi, esta noite seria uma ilusão, que amanhã seria outro dia, "anda vem, junta a tua energia à minha", eu nem queria saber, energia não me faltava, há anos que a armazenava, pior mesmo era a matéria, que tinha peso e cada vez mais.

Homem chega-te, aquece-me que tenho frio

22:53 0
Homem chega-te, aquece-me que tenho frio
Houve um tempo depois do casamento que ela era ainda insaciável, e eu muito inseguro, tinha dúvidas se daria conta do recado, porque se assim fosse sempre não aguentaria muito tempo, ela queria aquela rotina de todos os dias tinha de ser, e eu tudo fazia para a esse desejo corresponder, andava a batidos de frutas, suplementos que conseguia arranjar, vitaminas o que pudesse, tudo o que fazia só para a agradar.

Com a minha mulher, mesmo antes do casamento, as coisas sempre foram muito certas, era cona e só cona, desse alimento me dava todo o que pudesse comer, uma vez já nem me lembro, houve um broche pequeno, coisa que foi pouca e passageira, e cu, bem cu, nem pensar, só que de repente acabou, fenómeno que não consigo explicar, míngua desgraçada que até sem cona passei a estar.

Passei a estar à espera, melhores ventos haviam de vir, pelo menos era assim que pensava, do que a conhecia não me traía, aproximar-me dela a encostar, isso meu amigo nem pensar, punha-me então de lado a vê-la em casa, a imaginá-la nua a trabalhar.

Quando estava a lavar a louça, eu fingia ir ao frigorífico, sentava-me a galar-lhe o rabo, a mexer assim para os lados, as nádegas rijas a rodar, assim punha-me eu a pensar, "aihmm menina, levantava esse vestido, e comia-te o rabo todo", sentia o pau entesado sem ela reparar.


E depois falava, a dizer-me coisas da vida dela, com os meus ouvidos fechados só via a sua boca, os lábios grossos molhados, a cova nas bochechas de lado, e lá estava eu a sonhar "aihmm, agora um broche mesmo aqui na cozinha, tirava-o fora e mamava-mo aqui mesmo".

De repente acabava a louça, corria para o sofá a perguntar, "porque é que estás a olhar para mim com esses olhos de carneiro mal morto?", eu dizia nada nada, mas da voz dela de rebuçado, ainda mais tesão me dava, porra!! que era só minha mulher, podia procurar noutro lado, mas lembro-me dava-me satisfação, mesmo sendo tão estreita na relação.

Deitou-se para trás no sofá, com as pernas fáceis abertas, o avental solto deixava-as descobertas, e foda-se!! imaginei-me de joelhos, a lamber-lhe a cona sequioso, a mergulhar naqueles pelos, naquele vale alagado, de fertilidade e prazer, fechei os olhos a ouvi-la, "sabes ouvi isto ou aquilo no trabalho", só sentia a minha língua a chupar-lhe o licor, que generoso se desprendia com a força que fazia.

Virou-se para o lado, vejo-lhe o rabo atrevido, de tão pouco usado que tem sido, pus a mão dentro das calças, a afagar o meu pau teso, "aihm que cu tão bom", raio da mulher que não mo dá.

Levantou-se de repente, diz-me "anda vem pra cama, vou-me deitar, aqueces-me que tenho frio", fui atrás como animal bem treinado, ao lado dela a deitar-me, apagou a luz a chegar-se, senti-lhe o rabo a encostar-se, uma mão fria no meu caralho, a puxá-lo assim pro perto, nas nádegas dela roçavam, "anda entra, pensas que não tenho reparado".

Fui-me ajeitando e escorregando, o pau rijo para dentro da cona dela, filho bom à casa torna, que me esperava como abrigo, comecei a fodê-la devagarinho, fazia tempo que não fodia, o rabo dela empinava-se, de lado a oferecer-me, ouço-a a gemer "já tinha saudades", eu desgraçado dizia que sim, a penetrá-la como podia, a dar o meu melhor com esperança, coisas boas que estavam a chegar, sonhava eu só, "deus queira, e me deixe ir ao cu, ou senão pelo menos um broche".

Sou uma rapariga webcam? E depois?

17:05 0
Sou uma rapariga webcam? E depois?
Dei-me conta um dia que sentia uma grande atracção pela Telma. Foi uma coisa inesperada, e percebi isso quando sem querer reparei que estava a olhar para o corpo dela, para as mamas, a boca, os lábios vermelhos e vivos. A Telma trabalha num café perto da casa para onde me mudei quando me separei do meu marido.

Foi uma adaptação muito grande e ela foi a única pessoa com quem contava para desabafar e falar sobre tudo o que me vinha à cabeça, e lembro-me bem ficávamos horas já noite na conversa à mesa do café, à espera que o marido a fosse buscar. E o que começou com algumas palavras tornou-se uma amizade, uma coisa densa como se dependesse dela e ela de mim para existirmos como mulheres.

E cada dia que passava mais tesão a Telma me dava, tinha um ar húmido de mulher grávida e de vida interior que mesmo no sacrifício e nas dificuldades não se resignava a não ser feliz, e era essa alegria que despertava em todos e em mim, uma espécie de ar fresco que lhe saia e se soltava, e eu tinha medo de me apaixonar por ela.

Um dia perguntou-me como é que vivia e como é que eu arranjava dinheiro, e foi estranho, achei a pergunta demasiado intima, quando já tínhamos falado de quase tudo, até de amor e sexo, e tive medo de lhe dizer, nem sei se de vergonha, e nem sei porquê, se calhar um instinto qualquer, até que lhe disse "ouve, vem a minha casa, mostro-te o que faço, só espero que gostes e não deixes de ser minha amiga".

Bateu-me à porta e um pouco insegura, curiosa e à descoberta, tinhamo-nos aproximado bastante mas era a primeira vez que entrava em minha casa. Só me tinha dito antes que não dissesse nada ao marido, não queria que ele pensasse mal dela, por poder achar que se metia onde não era chamada.

Levei-a para a sala onde estava um sofá grande , mais ao lado um cabide de ferro onde pendurada tinha lingerie sensual, em frente um monitor grande, ligado a um computador.


Pedi-lhe para se sentar e enquanto falávamos, toca um bip de sinal, disse à Telma "querida senta-se ali à frente, não fales, vais ver-me ganhar dinheiro", despi-me logo de seguida, e  ali bem nua pro monitor, liguei e apareceu-me uma cara, que perguntei logo "então amor me ligando a essa hora? que queres menino?".

"Bate uma punheta, acaricia-te para eu ver", logo logo comecei me masturbando, a Telma estava em frente me vendo, estava admirada, sem qualquer respiração, acariciava os lábios da cona, quando do outro lado, um homem dizia "ai foda-se que bom, tens uma cona tão boa, isso mais", a Telma e eu víamos que ele estava a bater uma punheta.

Só sei que fechei os olhos, a gemer de prazer dela me estar a ver, estava mesmo todo húmida, que sentia nos meus dedos quando rolavam, em círculos brincavam no clitóris, olhei nos olhos a Telma abri a boca a dar-lhe um beijo, que soltei no ar a querê-la.

Desta vez ia-me vir, comecei a tremer, "ai aihm  estou-me a vir toda", o homem falava "foda-se que loucura de mulher tu és, aihm foda-se! que me venho todo", a Telma estava parada quando depois desliguei o monitor, perguntei-lhe "e então?".

"Então? Nem sei que dizer, só que és mesmo doida", riu-se para mim, "e ganhas dinheiro? para viver?", mais ou menos foi o que lhe respondi, que ia dando para já depois logo se via, perguntei-lhe, "o que achaste?", vai ela de seguida "vens-te sempre assim?", tinha-me levantado e aproximado, ela quase sentia o meu cheiro, "não, finjo gemer, mas hoje foi por ti por estares a ver".

Arrisquei, aproximei a minha boca da dela, quase lhe fazendo sinal que a ia beijar, via-lhe as pestanas como asas a bater, de borboletas aprisionadas, subia e baixava os olhos mas sem fugir, pareceu-me ainda ouvir baixinho "o que estás a fazer?", até que se rendeu, abriu os lábios a aconchegar os meus, e durante segundos que pareceram minutos e uma eternidade junta, senti-lhe a língua a tocar na minha.

"Anda, vamos para a cama, enquanto o teu marido não chega", apanhou a minha mão, numa espécie de união pra sempre, entrámos no meu quarto, o meu novo amor toda nua, mergulhei nela ...

Encontro fortuito nos lavabos

04:00 0
Encontro fortuito nos lavabos
Não foi propositado que fui aos lavados daquele centro comercial. Tinham-me falado que paravam por lá muitos paneleiros, mas à hora que era, ainda bem de manhã cedo, nem sequer pensei nisso.

Queria mijar e andar e estava à espera que não estivesse lá ninguém porque o sitio era apertado. O idiota que tinha construído aquilo queria espaço para lojas e então cortou nos lavados, só com dois lugares para mijar, que um gajo tinha que estar encostado ao gajo do lado.

Mas encostado mesmo, de tal modo tocavam-se os ombros e os cotovelos, fui lá e quando entrei, foda-se!! estava um gajo num dos urinóis, e pensei, caralho!! que estou à rasca, fui-me colar ao gajo que já lá estava.

Quando saquei do caralho e comecei a mijar, não consegui evitar, o gajo ao meu lado estava com o pau bem teso, a afagá-lo e a fazer-lhe festas, ele olhou para mim quando me viu olhar, a abaná-lo para baixo e para cima e a puxá-lo atrás e à frente, para que visse bem o comprimento e a grossura do caralho.

Pensava que como eu alguém podia aparecer de repente, e ver-me a mim mais esguio ao lado daquele homem, com um ar normal mas quase bruto, de trabalho pesado, de maus grossas, saberia ele o que se passava,  o que ia na  minha cabeça.


Fiquei logo com a boca seca e um nó na garganta quando vi aquele malho, não chegaria ninguém àquela hora, e por isso esgueirei-me para o privado a acenar-lhe que viesse. Ali o espaço parecia ainda mais apertado e mal nos conseguíamos mexer.

Quem desenhou aquilo com um espaço tão exíguo, deve ter achado que ali só se cagava, e porque nunca lá iria, nunca lhe passou pela cabeça que pudesse servir para outros fins bem mais importantes como levar no cu.

 E bem vista a coisa, aquela merda!! de tão apertada nem para cagar dava, um gajo sentava-se e os joelhos emperravam na porta, e por isso era tão limpa que ninguém lá ia, claro menos, para levar no cu, que era a única coisa para que servia.

Foi por isso que depois deste estudo, confirmar o óbvio face às circunstâncias, encostei-me à parede com o braço ao alto, baixei as calças e as cuecas e disse-lhe, "anda, vem-me ao cu".

Ele colou-se a mim para conseguirmos fechar a porta, e vi-o tão acelerado que pensei que não via um cu ou um buraco qualquer há anos, tal era a pressa com que queria penetrar-me, devia, acho que achei, que lhe estava a dar um prémio, ao me foder.

Espetei mais o rabo a facilitar, a ajudá-lo a penetrar, agarrei-lhe o caralho com a mão, e apontei-o ao meu cu, a pedir-lhe que fizesse força e que entrasse, me enterrasse o pau que tanto desejava, senti-o a entrar a escorregar para dentro, até que entrou todo.

Nem me apercebi se entrou gente ou não ou se se apercebiam que fodiamos, se calhar iam ali para o mesmo, e naquele momento aguentava a força bruta de um gajo que não fodia e que devia estar desesperado para ter de ir à casa de banho.

Vibradores HUM HUM HUM

14:33 0
Vibradores HUM HUM HUM
HUM estão mostrando, HUM são tão grandes, HUM estão me enganando, HUM não sei se faço, HUM é uma delicia, HUM é tão utilizado que nem a nossa única colaboradora, normalmente sabedora destas coisas, percebeu do que andava a ser falado, um vibrador novo que vinha revolucionar isto tudo.
Vibrador HUM HUM super inteligente responsável por orgasmos descontrolados
Andávamos ainda a pilhas, outras mais inventivas com o vibrar do telefone, quando descobrimos o vibrador HUM, um pénis inteligente que aprende sozinho e, pelo que ouvimos se adapta aos  movimentos do corpo, vibra mais ou menos ou muito, e nem é preciso carregar no acelerador, dispensa toda a gente para se auto-satisfazer.

É uma espécie de faz tudo e parece que as gajas mais atentas e uns gajos também que não dispensam o instrumento foram logo a correr procurar o update dos dildos manuais ou a pilhas, numa correria desenfreada só para serem os primeiros a experimentar.

Disseram para aí que o vibrador HUM tem inteligência artificial, mas o pior é que nos testes, ouviu-se para aí que a sócia, técnica ou o caralho, uma gaja boa na verdade, começou a experimentar o produto, e foda-se!! o HUM ficou maluco, não contavam os gajos que o vibrador aprendesse muito, e a gaja ficou histérica.

De maneiras que o HUM, vibrador endiabrado, nunca chegou ao mercado.

Mas esta gente não pára, nós pobres necessitadas, pensamos que a ciência só serve para coisas grandes, porra!! inteligência artificial em vibradores, é mesmo coisa do caralho!!, e ainda por cima de borracha, uma merda cheia de sensores, para quê!! quando há fins tão mais importantes, sei lá, salvar o mundo.

Mas não, nós gajas necessitadas, e também alguns precisados, precisamos de vibradores espertos que aprendam sozinhos tudo o que interessa e se para isso forem de inteligência artificial, chiça diabo!!, tanto melhor.

Mas esperem!! para dar cabo dos nossos sonhos aparecem sempre alguns intrujas, não é que andaram a apregoar vibradores espertos, quando eram autómatos a responder a comandos de voz, já estamos a ver, anda vibrador anda, e os desgraçados lá vibravam, mas aprender aprender do que gajas e gajos gostam, isso não era verdade, os dildos electrónicos continuavam estúpidos.

É que os especialistas diziam, esta merda não é fácil, não é só criar um vibrador e pronto, não, isto é programação avançada, significa ensinar a máquina, como se fosse um bebé, que depois ela lá se desenvolve sozinha, mas que para isso, antes, é necessário obter dados de uma experiência sexual inesquecível.

E há cuidados diziam, os vibradores com inteligência artificial podem ficar malucos, nem se sabe se podem ficar tarados, ou andarem para aí aos saltos, a fugirem de casa dos donos, à procura de piriquitas e buracos, se ganharem pernas então, até pode estar tudo fodido, é uma grande responsabilidade.

Até que apareceu o LIONESS, um vibrador inteligente como deve ser, é esse aí da fotografia, dizem que nasceu já ensinado, se a gaja for maluca, o gajo endoida mas não descola, parece que até agora anda direitinho, o pior é que anda como uma procura que faz inveja aos mais velhinhos, como o HUM.
Vibrador de nova geração .2 ultra inteligente, não para fazer chamadas
O Lioness tem formato ergonómico e é integrado ao seu próprio aplicativo de smartphone, vejam bem isto, é possível levá-lo no sitio e depois é só ligar o telefone.

O gajo é feito de silicone médico (macio e a prova de água) e por dentro tem uma estrutura toda confeccionada em 3D. Este dildo é tão esperto que, além dos sensores e circuitos de pressão, ele possui uma bateria sem fio que dispensa qualquer plug (a carga é dada por indução através de Qi, com uma tecnologia semelhante a ressonância magnética, o que quer que isso seja!!).

Ainda não o experimentámos, o gajo está esgotado, pelo que dizem que funciona com a ajuda de sensores que mapeiam a temperatura e os movimentos corporais, além de captar contrações da musculatura pélvica para que a gaja e alguns gajos entendam como funciona o seu próprio corpo.

Depois disso, ele envia os dados para a aplicação, que fornece um feedback sobre o que a gaja mais gostou e até mesmo recomenda coisas novas para experimentar, tudo com base nas preferências.

O gajo recomenda posições e movimentos que te ajudam a atingir o orgasmo, além de falar - o dildo até fala - o que pode impedir o clímax, como por exemplo o humor ou o período do ciclo menstrual. 

Vejam essa maravilha a funcionar e do que ele é capaz!!


Agora para as gajas não há problema!! Algumas consideram que o dildo inteligente é tão eficiente ao ponto de dizerem que “nem precisam tanto de um parceiro sexual”.

A porra porra!! é que alguns Lioness já estão acusando algum cansaço, que é quando entram em cu de homem, os gajos ficam desnorteados, não foram preparados para isso, já há casos desesperados de Lioness a virar de lado, aprenderam tanto o que não deviam.

Ele broxou, o que fazer? Veja aqui ..Tem solução?

03:00 0
Ele broxou, o que fazer?  Veja aqui ..Tem solução?
Tanta coisa que se resolve com uma só palavra para definir uma ideia, um sentimento, um estado de espírito, ou uma matéria, e se não existe, parece que a "coisa" também não existe, e é por isso que os criativos da escrita, da comunicação, andam sempre em busca delas, muitas vezes noutras paragens, e noutras línguas.

A rubrica "Saberes e Sabores" andava tão deprimida para encontrar uma delas para aquela desgraça que assusta todos os homens, os que padecem mesmo, os que padecem por antecipação, os que se estão cagando, e os quase todos que têm pesadelos com isso.

Lançámo-nos numa investigação profunda, onde estaria essa pérola, para definir a situação do homem, que vai cheio de pica, dizemos, para dar uma foda, e na hora H, a coisa, como dizer, entorta, o desgraçado bem insiste, inventa desculpas e sua, de afrontamentos na cabeça, que vergonha pensa, porra!!! que a pissa não entra, design da natureza, que obriga a coisa rija, já nem se quer comprida, mas merda!! que siga as instruções, não nos deixe na mão, porque gaja tem mais sorte, e só buraco bem aberto, não tem preocupação.

Andámos, andámos e descobrimos, bem ao lado aqui de nós, dentro ainda da língua portuguesa, no nosso país irmão, cada vez tem mais palavras, que não parecem ter solução, buceta pra dizer cona, boquete para dizer broche, só caralho parece igual, e agora, grande descoberta!!, nosso muito obrigado, o de "BROXAR", vamos aderir com certeza, para definir essa malvadeza, que a alguns deus deu.


É que neste lado não existia palavra, emproado tem disfunção, povão diz falta de tesão, classe média esconde assunto, não fala disso não, de BROXAR nem palavra, simples e bem se entende, broxa é pincel que encosta e dobra, está bem visto essa criação.

E qual a importância desta merda!! Muita claro!! É preciso ser realista, pessoal que broxa está fodido, é escravo do mercado, vejam só o que estão vendendo, químicos, molas, ampolas, cremes e ferramentas, só para pôr coiso funcionando, mas sempre aleijado, o caralho anda coxo, de muletas caminhando, vão vendendo essas merdas, só para ganhar dinheiro.

Depois há uns aí bem charlatães, ficam dizendo para o pessoal que brocha, não liga rapaz, tem que ter mulher à altura, bem boazinha e compreensiva, que diga pra gente "não importa meu amor, não tenha vergonha disso, eu bem que não preciso", para quebrar ciclo vicioso, se anda falhando, fica mais ligado, ainda falha mais mesmo, até bruxo aparece, dizendo foi encosto, gaja fez olhado e encomenda, pra ficar sem pau, pra foder a amante.

Tem sempre gente inventando, nutricionista é alimentação, bagas goji e abacate, cirurgião é bombas de encher, dá na mola e ele cresce, terapeuta é conversa fiada, empurra bem mesmo mole, médico é circulação, espreme e estica exercitando, trainer é esforço físico, corra muito que consegue, foda-se!! porra!!, que o broxado é náufrago sem bóia perto, esfomeado com pão no cofre, tem caralho mas falta o resto, o gajo está meio morto, pedem é que ressuscite.

Fomos ouvir gente que diz ser entendido, mas que merda!! só supositório, uns dizendo, sabe há factores, né, menino estava fodendo lembrou trabalho, ou pensou na mãe ou na avó, caralho!! mas quem pensa nisso, com o pau metendo, tudo mentira pro broxado!!, ou não mete a culpa no pobre coitado, essa coisa acontece, caralho!! mas acontece mesmo, porra!!, pode ser de gaja feia, caralho!! se fosse de gaja feia, a rapaziada sabia porra!!, ou de mulher ganhar mais, caralho!! se mulher ganha mais, homem faz de prostituto, não broxa, né, essa estória é tudo conversa porra!!.

Mas pior mesmo, são as meninas que condescendem, põem coração no assunto, coitado do broxado é tão bonito, mas que pena que não levanta, use aí uma lingerie pra ele, imaginação pra rapaziada, dizer pra ele isso vai mudar, com carinho que resulta, porra!! melhor mesmo é dar conselhos, de coisas com outro assunto.

Depois de percorrermos o mundo, nesta cruzada sem quartel, por toda a sabedoria que existia, a da muita especulação, tínhamos chegado a uma conclusão, falar com putas mesmo putas, que conhecem a prática e o desespero, de um brochado sem solução, que metem as mãos na merda, para lhe dar uma nova vida, hosana nas alturas, salva-nos te imploramos, salva-nos agora.


Pensámos logo na D. Gina, nossa consultora destes assuntos, tinha sido uma puta séria, muitos homens com fartura, descobrira o filão bem mais tarde, de ser terapeuta e conselheira, dizia-nos ela, "umas vezes sou vaca, outras vezes ama seca, aos meus meninos, sempre lhes dei resposta, aos broxados e aos outros, fazia-os felizes em momentos, nunca mais me esqueciam, à procura da consciência certa, comiam-na ou estavam com ela, no seu submundo encoberto, onde as verdades são sentidas, sem vergonha sem lamentos, mesmo quando muito choca, frente a frente aos seus olhos.".

Mas D. Gina e os broxados?, esses desgraçados, desalentados da vida! querem cona e não dá mais!! uma quimera, um martírio, D. Gina!, e foi, meus senhores que nos lêem, broxados ou não, que fomos banhados por uma espécie de luz infinita, de alegria e compreensão, de estímulo e esperança, de amor terno e compaixão, quando a ouvimos "mais língua meus amigos mais língua".

"Mais língua", aquelas duas palavras, tão simples, tão perfeitas, ressoaram na mais profunda fibra do nosso ser, "Mais língua!!!", estávamos atónitos e sem palavras, era isso afinal, tão perto e tão à mão, a solução à nossa frente, óbvia e tão singular.

D. Gina sabia, contou-nos ela, que o maior prazer sexual da mulher é o domínio, em todas, as que são mesmo mulheres, há uma Jezebel, cujo seu maior deleite é que a sirvam, principalmente os homens.

Dizia-nos ela que a ouvíamos em deleite, de boca aberta, que privilégio!! oportunidade só a nós dada!!, "os broxados a sério têm de esquecer a penetração, e quando digo penetração, é meterem na cona das mulheres o caralho bem teso e erecto, não é como uns idiotas que já li que propõem que os broxados empurrem o caralho mole, pau colhões e tudo, para dentro da cona da mulher, como se tivessem a pôr recheio num perú, e ficassem à espera que alguma coisa acontecesse, não isso não dá".

Continuava ela, "não, o broxado deve esquecer essa ilusão, como uma fase da vida que muda, não se é jovem eternamente, e começar a sentir-se mais como o quase eunuco que é, servir as mulheres como estando no seu harém, e elas, acreditem, têm mais estímulos de prazer, com uma língua bem treinada, uns dedos rápidos de carteirista, umas mãos bem tratadas, e brinquedos, meninos, as mulheres gostam de brinquedos, e não de agora, é coisa antiga."

D. Gina resumia, "é assim rapaziada, broxado até é mais feliz, não tem responsabilidade, nem peso nas costas, mulher que interessa está avisada, o que espera, as outras não têm.

Agora, tem é que ser aplicado, fazer de sua mulher sua sherazade, dando a ela o que ela quer, prazer fino sofisticado, chupar bem ela, dar uma boa massagem, brinquedos funcionando, e o mais importante, fazer sentir ela como única, seu bem mais precioso.