2019 - Biografias Eróticas

As plataformas da senhora doutora

16:57 0
As plataformas da senhora doutora
Tenho alguma vergonha de contar isto, é que confessionário, há aqui muita intimidade, sobre isto que me aconteceu, é que fui para o hospital, sentia-me dorido do que sofria, mas mais ridículo pelo que sentia.

É que doíam-me os tomates, mais o esquerdo que o direito, a bem ver só aquele, por que raio não o sabia, se uma causa havia, só podia ser desta mulher, uma de há pouco tempo, onde a descobri não percebi, actividade cerebral não tem nenhuma, na cabeça só um chip e uma ideia, a de foder foder foder e foder, a malvada não me larga.

Até lhe disse ontem queixoso, "eh pá, Quitéria, não aguento mais, é que me doem os tomates", queria ela mais uma, não se sentia satisfeita, porra!! que era de mais, tão tamanha humilhação, se calhar não fazia o devido, respondeu-me dizendo "é melhor ir ao Hospital, assim vai ficar sabendo, que não sou eu pelo que estou pedindo, do seu colhão esquerdo estar doendo".

Foi assim que me arrastei pró hospital, que tão triste figura fazia, agarrava o tomate com a mão, a esquerda aberta em concha, como se segurasse coisa tão preciosa, ovo frágil de casca fina, que estava quente assim o sentia, em saco guardado feito de couve, e à direita, andando de lado, como que agarrado a um cajado, virtual porque não se via, a Quitéria a ajudar-me, eu ridículo a dizer "ui, ui, ui".

Deixou-me no hospital sentado de lado, aquele cérebro vazio gritou alto, ouviram doentes, médicos e enfermeiras, "doem-lhes os tomates coitadinho", antes de me largar e ir embora, vi gente rindo do meu martírio, levaram-me depois para um sitio, com os pulinhos que eu dava,"ui ui ui", com o tomate esquerdo na mão, "vá sente-se aqui que a Dra. Patrícia já vem vê-lo".


Ali estava eu sentado na cadeira dura, como cornos era e mais me doía, se era só o colhão esquerdo ou também o direito, quanto a isso já não sabia, passou a Dra. Patrícia por mim, com um sorriso nos lábios, "já vamos ver esse seu problema", fiz-lhe um esgar de dor sentida, ela voando e rindo foi andando, notei-lhe o corpo forte debaixo da bata branca, que na minha cabeça pensei "que boas mamas ela tinha".

Passou depois na mesma postura, sádica que tortura era a espera, vi-lhes os pés perfeitos nas plataformas calçada, de cortiça sisal e bijuteria, quando andava movia as ancas, num corpo de foda bem dada, a minha imaginação corria, ainda com o tomate na mão, a agarrá-lo de leve não caísse, mas que tesão ela me dava, ao pensar nessa ideia de filme, que fodia com colegas ou amigos, uma "anatomia de grey" cá de casa, de mais caralho e cona que medicina.

Passou uma hora e eu ali, vi-a ao fundo vindo na galeria, as mamas espetadas abanavam leves arrebitadas, de ventre firme liso a apertá-la, em coxas grossas se montavam, esfregava o pau quando chegava, veio a mim dizendo e rindo, "tem de esperar, depois já vemos ... o seu, como hei-de dizer, coiso ....está melhor? ..", numa voz profunda gutural, lá fui falando "ui ui dói muito, sra. Doutora, dói muito", ela riu-se mais para trás "não é que foi esforço?".

Saiu voando nas plataformas, se me doía já não sabia, se era do tomate doente, se do pau entesado, mas que via que gozava, isso era percebido e bem se via, cabrona da doutora estava brincando, fazendo-me sofrer todo o dia, ali sentado naquela cadeira, de lado e de pernas abertas, me mexia e a coisa doía, soltava aiis de dor ao pé das pessoas, que tinham ouvido a Quitéria a gritar, que me doíam os tomates, é uma sádica do caralho!!!

Horas a fio passaram e eu à espera, o meu desejo de vingança crescia, até que a Dra. Patrícia finalmente me chamou, "bom traga lá isso para ver-mos isso", levantei-me assim a custo, saltava tipo ao pé coxinho, a mão nas calças a agarrar o colhão, e o meu pau teso dos meus pensamentos, com os colegas a foder, por ela sra. dra. a imaginá-la.

"vá vá lá isso não é nada, deite-se ali", pensava eu "não era nada mas é o caralho!!, o que esta porra me doía!!", continuou ela, "mas bateu em alguma coisa?", e eu "nada nada nadinha", "nada? mas então relações sexuais?", "bom isso já é pior", respondi eu, "esta mulher ou lá o que é que arranjei agora é terrível, sra. Dra", "terrível, como?", "não me larga sra. Doutora", "oh homem deixe-se de coisas, conte lá, não o larga como?", "a coisar, sra. doutora, relações sexuais, muitas, a mulher não pára, é de fugir, ontem, oral, anal e vaginal, muitas vezes, várias vezes".

Via-se que estava impressionada, não sei bem se do meu relato, do martírio a que fui sujeito, ou das capacidades que eu tinha, quando lhe disse que tinha feito oral, anal e vaginal várias vezes, senti-lhe um tremor nos lábios e na pele, uma humidade lhe veio de dentro, "bom baixe as calças para ver isso de perto, é só o esquerdo?", era agora o momento, pra minha vingança o esperava, do que dizem é bem verdade, que ela se serve sempre bem fria, e foi quando disse "oh sra. Dra. agora dói-me também aí junto aos pelos, na base do coiso....".

Baixei as calças e soltei o meu pau teso, que ela se assustou eu bem via, grande e grosso colado à barriga, disse-lhe fingindo e gemendo "ai sra. dra. aí na base aí aí em baixo", ela virou-se para a enfermeira, "traga-me umas luvas de plástico vou ter que mexer", vieram as luvas e calçou-as, levantou-me assim com as mãos, o caralho bem pró lado, a ver se eu tinha alguma coisa, "é aqui? sente alguma coisa?", que eu sentia sentia, do frio das luvas dela, e das mãos que me agarravam o pau, com uma força suficiente, "ai dra. dói dói".

Quando mais me agarrava, mais o meu tomate se queixava, e o meu caralho crescia, ela brincava com ele, como médica era o que seria, senti-lhe o bafo da boca, que mo aquecia assim bem perto, acho que queria ver bem o que tinha, que tanto se dobrava e me cheirava, na mão dela o meu pau grosso levantado, antena virada pró céu esperava, meteu depois os meus colhões, um a um na mão dela, como para os melhor ver os pesasse, quase que me vinha dos toques dela, tão doces e sensíveis que eram, nos modos como ela agia.

"Bom, não sei, você está com ele, digamos, erecto, assim é difícil de ver, oh senhor mas você está sempre assim, até aqui no hospital?", "sra. dra. sabe demorou, e depois o calor aqui do hospital, e bem, a sra. dra.?", "sra. dra. o queeeê?".

"bem, a sra. Dra. é uma mulher sexy e quando passava por mim fiquei assim que modos entesado com o seu andar, nas plataformas, e a imaginá-la coiso ...sem nada", senti depois um forte abanão, ela a largar-me o caralho com força, que tão profissional agarrara na mão, que só me lembro de dar um grito "ui ui ai sra douuuuutoooora...".

Minha vovó faz voluntariado

09:27 0
Minha vovó faz voluntariado
Minha avó tem andado estranha, sei dela de ter tido vários maridos, uns morreram e outros fugiram, ela sempre foi assim meio saída, sempre curtindo assim pessoal mais novo, rolando bem gostosa e apresentada, mas agora se reformou e sai de casa a toda a hora.

Fico perguntado, "então vovó? que anda fazendo?", vejo ela de shorts bem apertados, tops mostrando as mamas generosas,  e ela me responde "ando fazendo voluntariado menino", eu fico assim meio esquisito, voluntariado de shorts aí não sei não,  "vou pegar um solzinho, meu filho e depois vou aí dar umas horas ajudando a comunidade".

A coisa passou, no café encontrei o meu amigo, Marcos me perguntando "eh pá cara, o que tá acontecendo? meu filho Luís não pára de perguntar onde está a sua avó?, cara", eu fiquei estranhando, e ele continuando, "e é os meninos todos, cara, sua avó é um sucesso, parece qua anda dando aulas".

"Aulas? de quê, meu irmão?", perguntei, "Bro, não sei, os meninos não contam, mas dizem que é importante, revolução, cara, na vida deles", saí furioso já tava tremendo com o que andava acontecendo, minha avó eu bem conhecia, tinha em casa as fotografias dos falecidos, encontrei Luizinho na rua, vinha saindo de uma casa, "ei aí menino, chega aí", Luizinho começou fugindo, se esquivando assim pro lado.

Apertei bem orelha dele, "me diz menino o que está acontecendo?, vai diz pra mim", "o que tá acontecendo com a minha avó", eu apertava orelha dele bem forte, vendo bem que lhe estava doendo, menino desesperava para guardar segredo, tinha de ser coisa muito importante, "vai diz menino", ele já não tava aguentando.

Finalmente começou falando, "sua avó ensina pra gente mamada sabe, pra gente saber como é", "mamada?", estava de boca aberta, "mamada? mamada o quê?", "não conta pra meu pai, vai, broche boquete isso aí, é maravilhoso, ela diz que está dando aulas na gente, de voluntariado, sabe? estou aprendendo muito, vou nas aulas todas, não falto", "caralho", pensei, "essa velha danada vai morrer fodendo".


De três faço um, Dr. Manecas?

18:35 0
De três faço um, Dr. Manecas?
Tenho andado desesperada, cansada que é difícil, de aturar homem e de ser mulher, porque não dão tudo o que se quer, vou resolvendo mas não consigo, de que fique bem certinho, falei assim com D. Manuela, minha amiga de infortúnio, ouvi ela me dizendo, "Florinda miga, fala com Dr. Manecas, que ele resolve pra você", ela me contava continuando, ele é um jovem muito bonito, muito bem sabido na sua arte, psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia, e ensinador de verdades ocultas à noite. 

Não sabia o que pensar, o que iria encontrar, será que um jovem me podia ajudar, meu problema era assim bem sério, D, Manuela me tinha dito, "com Dr. Manecas você paga o preço", o que me iria acontecer?  Será que ele ia mesmo resolver? Eram essas as minhas dúvidas.

Quando entrei fiquei tremendo, minha vagina estava encharcada, era o que sentia quando me beijou na cara, senti vergonha que se apercebesse, de meu cheiro e minhas hormonas, dando sinal e me traindo, fiquei tão entesada só de o ver, coxas grossas, formas torneadas, estava ele saindo do banho, se enxugando como se não fosse nada, ainda húmido no corpo todo, se limpando bem no meio das pernas, onde estava um coisa grossa levantada, minha boca seca e minha respiração, meu coração batia acelerado, D. Manuela não me avisou, disso aí que me estava acontecendo, e por pouco não me matou.

Ele entretanto falou, ali todo nu à minha frente, "então D. Florinda o que a trás por cá?", saiam-lhe palavras que mal entendia, os meu olhos pousados naquele caralho, ele se divertindo me provocando, comecei balbuciando, tinha de sair dali com meu problema resolvido, "bem Dr. Manecas tenho um problema aí grande, mas tenho vergonha de dizer", ele estava acariciando os tomates, mexendo pondo eles numa mão, minha língua desesperada, me correndo cobra na minha boca.

"Florinda, tem de contar vá lá", "Bem Dr. Manecas tenho três homens sabe", ele soltou um grito "três? você anda comendo três homens? menina que você é fogo", via ele bem entesado, um pau grosso em que ele mexia, como se fosse brinquedo quando falava, se concentrando nas palavras que dizia, batia assim punheta soft me mostrando, que belo instrumento ele tinha, me via queria ver com ele fodendo, toda espetada rija esperando.


"É isso Dr., logo três e não estou bem resolvendo, estão dando muito trabalho e não sei como escolher um deles", continuou ele "Então menina, se calhar aquele que deixa você mais satisfeita, não é assim meu bem", eu estava desesperando, aquele caralho me hiptotizando, não me deixava pensar direito, como som forte no meu ouvido, "mas Dr. Manecas, os três me deixam satisfeita, mas de maneira diferente, sabe".

"Conte lá isso que não tou percebendo", senti o cheiro dele do tesão, a fragância húmida dos seus pelos, misturados no meu desejo, "Bem Dr., Juraci, sabe, me dá muito dinheiro, Vinicius me está sempre enchendo de beijos e me dá amor, e Toninho esse safado passa a vida me fodendo, e eu gosto dos três assim".

"Eia menina que você tem aí um problema bem sério", eu via ele admirado, se levantou andando na sala, nu como tinha nascido, com o pau espetado gingando, minha boca querendo beber nele, meus mamilos estavam espetados, e meu clitóris fervendo, D. Manuela me dizendo, que eu ia pagar o preço, estava tanto desejando, abrir as pernas para ele, ele pensando e me fodendo.

"Então, eles sabem menina, que você tem os três?", eu respondi correndo, "bem não né", "mas como caralho é que a Florinda arranjou uma coisa dessas?", "Então Dr. Manecas, Juraci gosta de me ter por perto e me dá muito dinheiro, mas está um pouco velho e não fode, né",  e então o outro o dos beijos?, "ah Vinicius me enche de beijos, me sinto amada, mas é pobre, não tem dinheiro, não me sustenta, e às vezes me cansa, amor platónico, compreende?".

"Sim sim, esse pode correr com ele que não servem pra nada", disse ele me resolvendo, "mas eu gosto dele me dá amor, Dr. Manecas", e o outro, o das fodas, esse não lhe dá amor, "esse não Dr. Toninho só está pensando em buceta, esse menino quando olha não vê uma mulher, ele só vê buracos, me querendo comer o cu e buceta, né".

"Bem menina, só vejo uma solução, você fica com os três, de três bocados de homem faz um, mas eles vão ter de saber", eu estava ficando fria, como é que Juraci ia ficar sabendo, eles eram homens tinham suas maneiras, estava difícil ficar acertando, corria de um para o outro escondendo, "mas Dr. isso é complicado né, eles vão ficar pensando que são cornos, né".

Dr. Manecas explodiu quase de raiva, "olha foda-se Florinda cornos já eles são, você só vai estar oficializando, dando a eles uma oportunidade, de viver consigo como é, de eles serem só um bocado do que quer, chama eles aqui que eu resolvo", eu estava mordendo os lábios me encolhendo, queria dizer mais uma coisa que me roía, por dentro em minha alma desesperada, ele estava apercebendo minhas dúvidas "então o que está passando?".

"Bem Dr. Manecas, não contei tudo, agora tenho mais um homem, são quatro", "quatro? porra! caralho! Florinda o que me está contando? e esse aí o que faz? qual é a especialidade dele?", "oh Dr. Manecas, estou desesperada, com esse aí, o Cindinho eu comunico, ele diz uma coisa mesmo sem graça, e eu saio quase me cagando de riso, ele fala e eu entendo".

"Oi caralho Florinda agora é mais complicado, você e esse cara falam a mesma linguagem, tem certeza que esse cara não é gay?", "Gay Dr. porquê gay dr. não Cindinho anda me farejando, é assim um bocado acanhado, mas está ligado nas minhas mamas, já pensei e estou querendo, abrir-lhe as minhas pernas, só que dr. Manecas, nossas mentes estão se apaixonando, isso é uma porra, né, Dr. Manecas".

"Estou vendo, menina , estou vendo, eu vou resolver para você, mas me deu muito material, o que de uma só vez é muito, me deixa agora foder você vai, para eu ficar relaxando e a ajudar", esperei tanto a contar meus problemas, queria pagar o preço quando entrei, ele me fez sinal pra aquele caralho teso, estava impaciente que eu bem via, me baixei agarrando ele, que na minha boca húmida o apertei, mamando coisa linda que me esquecera, que já não tinha problemas.

Quanto mais se geme melhor!!!

16:40 1
Quanto mais se geme melhor!!!
Parece que as pessoas que gemem são as que têm melhor desempenho na cama, isto é a conclusão de um estudo no Reino Unido, foram gastos milhões em dinheiro dos contribuintes, para se ter a certeza de uma coisa destas.

Isto é matéria para supositório, muita tinta correu, programas de televisão, grande entusiasmo na atmosfera blogueira, associações, jornais, revistas, gajos, gajas, todos queriam saber mais, do segredo, cum caralho, do segredo, o grande segredo, aquele que parece que ninguém sabia, 

Houve então uns pesquisadores da Universidade Central de Lancashire e da Universidade de Leeds, na Inglaterra, que estudaram 71 mulheres sexualmente ativas com idade entre 18 e 48 anos e perguntaram sobre como elas agem vocalmente no sexo.

A conclusão foi que apesar de muitas das mulheres terem mais orgasmos durante as preliminares com o parceiro ou enquanto se masturbam, a maioria dos gemidos foram feitos antes e durante o orgasmo do homem.

ha ha ha, antes e durante... ha ha 

Dentre as entrevistadas, 66% disseram que geme para acelerar o clímax de um parceiro e 87% disseram que gemeram durante o sexo para aumentar a autoestima do homem.

Para os tais pesquisadores, chame-se-lhes isto, muitas mulheres mascararam a forma de sentir prazer para simplesmente agradar os parceiros, e veja-se bem isto, que é comum essa postura, pois muitas mulheres não sentem nada de prazer no sexo e têm vergonha ou receio de falar abertamente sobre isto com o homem. 

E gaja fingir o que sente é mau?

Porra que não sei!!! Deve ser bom para o homem que pensa que está a fazer um trabalho sério e bem feito, que as coisas estão a correr maravilha, a merda mesmo, vem depois, quando o homem sente que a gaja mentiu, pensava que estava arrasando, andava a repetir a mesma receita, se ela gritava de prazer, então a coisa estava a dar, e depois foda-se!!! cai na real, aquilo era tudo conversa, que vergonha e que humilhação.

O que importa mesmo é gemer?

Dizem os camaradas pesquisadores, método cientifico é o que tem de ser, e que isto de suposições só não chega, então, que o principal é mesmo não esconder o que sente e gemer à vontade.

Nem vou dizer de gaja que não sente nada ... mas continuando ...

Homens e mulheres que gemem alto durante o ato sexual terão momentos melhores e sentirão mais satisfação sexual em comparação com aqueles que fazem isso em silêncio.

Porra que não estou compreendendo ... ainda há pessoal fodendo em silêncio .. tipo bora aí fazer isso, pouco barulho estamos fodendo, ruído não interessa, toalhinha branca no momento ...



Mesmo abusando dos gemidos?

Fazer ruídos é uma forma de comunicação, dizem eles, vou repetir ..."fazer ruídos é uma forma de comunicação", ha, ha, ha, ha, fazer ruidos caralho é uma forma de comunicação, não sei se estamos pagando isso, para sair essa verdade incrivel, também um peido pode ser ... comunicar ...

Mas pronto, vá lá, fazendo ruído gemendo ajuda tanto o parceiro quanto a parceira a saber do que o outro gosta ou não durante o sexo e que, isso, bem feito claro, pode impulsionar a confiança dos amantes, pois sentem que têm competência sexual e que a relação está sendo bem sucedida.

Outro ponto importante é que as pessoas que gemem durante o sexo tendem a ter mais certeza das próprias habilidades sexuais , já que não têm vergonha de expressar o que gostam e não ficam com medo de possíveis julgamentos.

Mas será que as mulheres realmente gemem por prazer? Prazer ou fingimento?

Os gemidos podem ser voluntários ou de forma involuntária, sendo estes aqueles que em que se acaba gritando de prazer porém nem percebe,

Só que bem, eles dizem que a principal razão das mulheres gemerem durante o sexo é para aumentar o ego do parceiro fazendo ele achar que tem um bom desempenho na cama. É isso aí, não há solução, pessoal estava dando o litro, e com esse estudo aí, fica sabendo que não vale a pena, é tudo fingimento, ou a coisa aconteceu mesmo, e já foi nos preliminares, ou não aconteceu nunca.

Além dos gemidos, e então as frases de efeito?

Além do gemido, frases de efeito também podem ajudar a aumentar o prazer na hora do sexo. Uma outra pesquisa revela que dizer pequenas palavras durante a relação também pode aumentar o prazer e se você acha que o ideal é falar frases mais quentes estão enganados.

Dizer “eu te amo” no meio de uma relação sexual foi o melhor comportamento para garantir a satisfação para ambos os sexos, semelhante ao efeito de gemer, isto está escrito ..

Conclusão do supositório:

1. Fazer preliminares q.b., nada de abusar, querendo aquecer aquecer pensando que é melhor para funcionar, é melhor não ter certeza disso;

2. Esquecer se dá prazer ou não, já viu desse estudo que não dá, então é dizer logo, menina grita por favor, mesmo que não esteja gostando, gemer bem alto, esse negócio aí, gritar para levantar bem meu ego lá no alto, pau esquece;

3. Dizer "meu amor", muitas vezes, mesmo quando doido, tesão grande esquece, meu  amor meu amor, não dizer pra ela "puta, ordinária, danada", nem ela dizer pra ele "safado, ordinário, malandro" na relação, isso não dá, isso não funciona.

Bom deixo aí um video de uma menina gemendo para saber como fazer, instrução, sabem ...

Poupa na boleia do colega

00:24 0
Poupa na boleia do colega
Ainda mal me tinha levantado, já a minha mulher fora esperar o colega, na esquina à saída de casa, gritou-me "querido vou andando", não é que goste muito, mas sempre dá para poupar algum dinheiro, e o rapaz colega dela, parece ser boa pessoa.

Um amigo meu que bate aqui os cafés, ainda me disse "eh pá, isso de boleia, pá, não dá boa coisa", mas o gajo é um fala barato, só diz mal de toda a gente, não tenho de desconfiar ...quando é para poupar.

"Mãezinha, não é que a danada anda mesmo mamando colega de trabalho, e na perfeição".



Tou ficando sem eletricidade

12:32 0
Tou ficando sem eletricidade
Nico é um cara aqui do bairro que tem negócio de eletricista e o homem faz tempo passa o dia em minha casa, ele me dizendo "você Manuel tá com problemas de eletricidade, a sua casa gente, tá com problema", eu fui assim desconfiando, e agora percebo porque é que Nico passa tempo arranjando coisas lá em casa.

A safada anda se dando .....que gostosona... tou adorando ela...


Bola que não sai com amigas ...

19:03 1
Bola que não sai com amigas ...
Raquel é minha mulher, e me diz que gosta de dançar, sair, se divertir com as amigas. Como marido, eu sei que sou um homem pacato, caseiro, trabalhador, e na verdade, não gosto muito de diversão, mas também não me importo que Raquel saia de noite, com as amigas para curtir a noite.

Só que isso está causando alguns problemas, minha família está chingando, não aceita que ela saia e se divirta desacompanhada, sem mim, e faz críticas a essa atitude dela.

Então confessionário, disse aí para eles, vou arranjar aí um amigo, para dar uma olhada nela, pra vocês verem que ela se está só divertindo com as amigas e merda porra, me saíu isso aí ...

O amigo me dizendo que foi fazer seu negócio e lá estava, "sua mulher rapaz boa rapaz, que fodão ela dá, manobra bem".


Minha Nora brinca com o fogo

11:19 1
Minha Nora brinca com o fogo
Estou vendo ela confessionário, essa safada anda enganando o meu menino, já ontem à noite fui-lhe dizendo, "Verónica menina, você anda brincando com o fogo", e ela com cara de pau, "mas D. Juliana não estou fazendo nada", lhe respondi logo que eu sou assim, "não está fazendo nada o caralho", e fui logo continuando, "esse cara malandro o Maurinho anda rodeando você, e vi bem, você lhe dando troco".

Verónica é minha nora, meu filho Juninho foi pro Mato Grosso, à procura de um dinheirinho, que isto agora é crise e tá difícil, mas o coitado se casou com essa puta, que além de puta, a bandida é também gostosa, sempre mostrando mama e anca aí pra rapaziada, eu bem ouço do galpão, os assobios maneiros quando ela passa, antes pensava que era só brincadeira, mas esse Maurinho é caso sério.

"Verónica, você anda fodendo com o Maurinho que eu sei", a ordinária me respondeu, "D. Juliana não é verdade, eu amo o Juninho, você sabe!!", ela pensa que me engana, pensa ela que sou otária, também tive meus momentos quando era nova, o falecido pai do Juninho percebia, que este corpinho aqui tinha muita rodagem, e só ele não me chegava, mas eu não era puta, eu fodia e ele sabia.

No outro dia vi Maurinho passando, carinha malandro problemático, seu negócio é mulher casada, com maridos trabalhando duro, ele espetando elas em casa, mandou ele um olhar na Verónica, e, eu bem vi, ela foi correndo assim mais atrás, até que entraram no anexo que meu filho construiu, com tanto sacrifício digo eu, pra ter um tecto em cima pra dormir.

A ordinária ia rodando a bunda, toda ela apertada, nessa roupa que as putas usam, mostrando as coxas grossas bronzeadas, que essa doida quer bem bom, sua vida é na praia desfrutando, e meu filhinho se matando, Maurinho ia se babando, vendo ela se gingando, já pensando eu de caralho teso, pra foder ela no anexo, fui assim sorrateira, que eu sei meus modos de mulher sabida, queria apanhar ela no ato, para ver e fazer prova, dizer depois ao Juninho "meu filho esquece ela".

A sem vergonha foi pro anexo do meu filho, levando atrás dela o Maurinho, a imprestável se fez de difícil, fazendo seus jogos de puta sabida, pondo o macho em rebuçado, o menino estava ficando doido, já despido todo mostrando o pau, teso grosso em pé espetado, "ai minha Nossa Senhora", pensei eu, mas que ma...ra...vilha, coisa tão grande ele tinha, fazia tempo não via nada assim, estou velha mas não estou morta.

Ela ia fugindo dele, brincando com o seu tesão, bem via que estava excitada, mamilos tesos na roupa apertada, aquele top de tesuda, acha que vai ser nova toda a vida, calçaozinho quase sem nada, ele afiando o caralho, "vai Verónica tira logo essa roupa, tou ardendo de tesão, me deixa comer você vai", era o que ele falava, estava perdendo a paciência, aquele pau grosso não esperava, ela bailarina se contorcendo.


Vi ele agarrando ela, lhe dando beijos pra não fugir, dando-lhe uma cantada maneira, de safado esperto de boa vida, "vai, nóquinha tira essa roupa, não vê meu pauzinho duro, mama nele que está sofrendo, vai", ela ria do choro dele, se esquivando sádica pensando, que Maurinho aturava o que queria, mas ele não aguentou mais, puxou o top dela, saltaram-lhe duas mamas tesas, que ele começou logo chupando, menino estava sôfrego, parecia que não fodia há anos, mas culpa de Verónica que era assim, de gostosa que enlouquecia os homens.

Eu vi que ela viu que não dava, homem com tesão grande é problema, não vê sentimentos mas só buceta, de minha experiência em bem sabia, se mulher quer foder, é melhor tirar proveito, ir logo abrindo a perna, deixar o resto para outro momento, Verónica estava misturando, Maurinho queria foder se gozando, baixou-se e começou chupando, aquela coisa grossa na boca dela, "Minha nossa,  a safada sabe o que está fazendo", era o que eu pensava, Maurinho gemia se contorcendo e falando, "aihhm danada chupa tão bem onde aprendeu isso".

Quanto mais ela mamava, lhe apertando os lábios de cima abaixo, olha pra ele mostrando oficio, essa menina era mesmo puta, ou se não era fora noutra vida, fodia e já nasceu adaptada, bem percebia agora, porque Juninho gostava dela, o menino devia ficar doido, com o trabalho dessa ordinária, Maurinho crescia ainda mais, quando mais ela chupava.

Ouço Maurinho, "vai menina abre essas pernas, quero comer essa buceta e esse cu", pela primeira vez ela fala, como um ser humano se expressando, até ali se sorria e brincava, como uma concubina manipulando, "quer me comer o cu, não sei se dou o cu pra você, não sei se merece, você é tão mau pra mim", ele respondendo, "vai Verónica você sabe que eu gosto de comer seu cu, vai", ela se riu, "tá bem eu dou, hoje acho que merece".

"Ordinária, bandida, lambisgóia", pensei, há quanto tempo enganava Juninho, fodendo com este malandro na cama dele, se calhar com outros que eu não via, que grande puta me saiu ela, não sei o que deu em meu filho, para casar com esta galdéria, enganando ele a toda a hora, dando o cu dessa maneira, até eu dizia pro falecido, "meu querido você sabe, fodo muito porque preciso, mas no cu eu me reservo, pra si meu bem é todo seu", ele compreendia e percebia, que sendo mulher casada, ele tinha seus privilégios.

Maurinho se pôs em cima dela, deitados na cama do meu filho, o menino estava sofrendo, de tanto tesão quase explodia, vi ele enterrando o pau duro, abrindo apertada a buceta dela, de onde estava eu bem via, ela gozando espetando o rabo, Maurinho fazia força entrando, com as ancas em movimento, batendo forte nas coxas dela, "que menino", pensava eu, "olha só pra ele como fode",  bem gostava de ser fodida, daquela maneira o queria, não estava esquecida era certo, que isto de levar na buceta e no cu, é como andar de bicicleta.

A Verónica gemia "ai Maurinho você é tão grande, está me fodendo com tanta força, aihmm", Maurinho lhe perguntando no ouvido, "me diz seu marido a come assim, como tou comendo, vai diz?", ela gritava "aiii não fala assim, eu amo meu marido", ordinária eu ouvia ela, Maurinho estava meio enraivecido, com aquelas palavras saindo, "sua puta ama seu marido né, e tá me dando seu cu, vou partir ele todo desgraçada", "aiii Mauro aihmm aimm".

Ele estava ficando doido, agarrou ela forte como um touro, puxou pelas nádegas de Verónica, abrindo-as ao meio como fruta, cuspiu no ânus dela como bruto, logo logo enterrou a cabecinha, daquele pau enorme no cu dela, a desgraçada saltou um grito, "aihmm Maurinho você me aleija tá me doendo aihmm", que boa foda Maurinho, tava dando na minha nora, bem que ele é artista, malandro passa o dia treinando, fodendo tudo o que é mulher casada, com aquele instrumento danado.

Ele estava partindo ela, vendo o cu apertado sofrendo, tenso à passagem daquele caralho, ela gemendo desnorteada, "aihmm Mauro me está fodendo toda", ele zurzindo uma voz rouca, "sua puta você gosta de levar no cu, e Juninho, esse corno, come seu cu? assim como eu?", "aihhm não chama isso, aihmm, tou me vindo, aihmm, tou toda molhada, aihmm", vi ele estremecendo e se vindo todo, esguichando em cima dela, agarrado àquela coisa medonha.

Me fui depois embora e foi aí que estava falando com Verónica, "ouça, não me faz de otária, eu vi com esses olhos, você fodendo com o Maurinho, no anexo na cama do meu filho, aquele pau duro lhe espetando no rabo, e você estava gostando", ela ficou calada, agora percebia que eu sabia, brincadeira estava ficando séria, eu continuava assustando, "você sabe menina Juninho pode ser corno, acho que ele até sabe que é corno, aceita por querer você, mas olha, ele não é corno manso, quando vira, aiii menina".

Via que ela estava temendo, havia reações que não esperava, "você vai contar para ele D. Juliana? que me viu fodendo com Maurinho?", "não sei menina não sei, é meu filho né, não gosto de ver isso assim", "D. Juliana não conta pra ele vai, foi só uma vez, não faço mais, você sabe, Juninho está fora há seis meses e, compreende, tenho fome, né, esse tesão todo em meu corpo, não aguento", ri-me bem alto "você é mesmo vadia, uma vez só, estou sabendo? esse cu tem boa história, menina, Maurinho vem-se governando nele, né, a toda a hora".

"Ele aparece, dá-lhe aí uma chamada, e você sai correndo dar o cu pra ele, é você é mesmo lambisgóia, sabia", "D. Juliana não dou nada, sabe eu gosto de seu filho, mas à noite fico sofrendo, me rebolando na cama, sozinha e toda molhada, querendo pau vou-me ficando, até não aguentar mais até não aguentar mais, D. Juliana".

"Mas há quanto tempo dura isso", perguntei, "Isso como, D. Juliana", "Ora, isso de ficar mamando na rapaziada, se enrolando na cama do meu filho", via ela pensando o que dizia, fazia barulho aquela cabecinha, eu que queria saber tudo, "Faz algum tempo, D. Juliana, mas é coisa passageira, logo logo Juninho regressa", ela me fazendo de otária.

"Não conta vai, o que posso fazer pra senhora D. Juliana?", bom quando ela disse isso, minha mente e meu corpo despertou, com uma promessa que não esperava, afinal até a compreendia, o Juninho saía ao falecido, não ligavam ao sexo como o queríamos, vinham aliviavam-se e pronto, era só o que queriam, o bom procurava-o em outro lado, e bem melhor que uma sonsa, era melhor ter uma puta como nora.

"Você pode fazer uma coisa para mim e eu perdoo você por andar a enganar meu filho", "o quê D. Juliana, me diz e eu faço", "e então você pode pedir pro Maurinho, né", ela estava assim meio esquisita, vendo meus trejeitos e minha língua, que tremia de desejo e de esperança, "pedir o quê D. Juliana, como assim?", "Ora, menina, não se faça de estúpida, pede pro Maurinho me vir foder, menina, me dar uma ou umas quantas, minha filha, sabe, tou precisando também", ..... minha nora ficou de boca aberta .... e agora confessionário, tenho ela e a de Maurinho na mão ....

Quem tem pai não tem casamento

19:04 1
Quem tem pai não tem casamento
Nunca estive chateada com o meu pai como agora, conheci o Roberto vai para um ano, temos namorado e ele é fantástico, amo-o tanto que quero casar com ele, só que o meu pau deu pra embirrar com ele, que ele não é homem para mim, diz-me ele "Marília minha filha arranja-me outro homem que eu deste não gosto".

E temos andado nisto, eu venho insistindo, "mas pai é o que quero, eu amo o Roberto que é meu amor", até que um dia, ele já cansado, virou assim pra mim me dizendo, "filha o Roberto é paneleiro, ele gosta de levar no cu, filha, não é homem para você", ele só podia estar brincando, Roberto paneleiro, não não podia ser, meu pai era assim pai galinha, e só podia estar enciumado por ser trocado por outro homem.

"Mas pai, você só pode estar brincando, Roberto não é paneleiro", não queria discutir esse assunto com o meu pai, lhe dizendo que Roberto me fode e fode bem, ele é assim desligado, como todo homem quando passa o tempo, mas paneleiro? não não podia ser, era invenção de meu pai, "filha estou dizendo Roberto é paneleiro, fica levando no cu a toda a hora".

Meu pai era camionista, muito tempo passava fora, nas viagens por todo o lado, eu sabia que se contavam histórias, de motoristas fodendo tudo, fora de casa se aviando, com o que aparece, puta ou paneleiro, e meu pai não era um santo, mas que sabia ele dessa coisa, de Roberto ser paneleiro ou não, eram ideias dele e só podia ser invenção, para não me casar com outro homem e ficar ficando a sua menina.

"Pai não sabes de nada, é invenção tua, como podias saber uma coisa dessas?", não esperava a resposta dele, palavras saiam da boca do meu pai, estávamos na oficina dele, ouvia a minha mãe na cozinha, barulhos de pratos e panelas, no intervalo em que voltava a casa, tinha-me chamado para dizer aquilo, quando o ouço a dizer "filha sinto-me na obrigação de te dizer, filha, mas tens de me prometer".

"Prometer? Mas prometer o quê?", perguntava-me eu, o meu pai cheirava a óleo das limpezas que fazia, estava meio tonta com a conversa que tinha, "prometer o quê, pai?", "ora prometer que não dizes nada à tua mãe, é um segredo só nosso, uma fraqueza minha filha, tens de prometer, filha", eu só queria saber o que era, de curiosidade que me matava, "tá bem prometo, seja o que for!!".

O meu pai enrugava os olhos, de tão sério que nunca o vira, quando diz "já lhe fui ao cu filha", "ao cu, qual cu?", "ora o cu do Roberto filha já lhe comi o cu", eu estava de boca aberta, até onde o meu pai ia, só para não me ver casada e feliz, com outro homem a viver a minha vida, "tás maluco pai, foste mesmo ao cu do Roberto?", eu quase me ria do que ele fazia, acenava a cabeça a dizer sim sim, "acho que enlouqueceste pai".


"Já agora como é que isso foi?, gozava com ele desta forma, "ainda há dois ou três dias lhe fui ao cu filha", "dias? mas há dois dias estive aqui com o Roberto", continuou ele insistindo, "é verdade filha, se bem te lembras ele veio comigo aqui para oficina, foi nesse sofá onde estás sentada, que o enrabei filha, eu sei que não devia, é quase teu marido, mas nem eu nem ele aguenta, gosto de lhe ir ao cu filha".

A minha boca continuava aberta, se saltava do sofá e dali saía, à cautela fui-me levantando, não imaginava o meu pai enrabando, o Roberto de cu no ar ali deitado, mas de uma coisa eu sabia, meu pai não era mentiroso, se ele o dizia desta maneira, me confessando os seus pecados, queria saber mais dele, "mas se isso é verdade, que não é, e a mãe?".

"a mãe o quê?", "então pai andas a enrabar homens", dizia-lhe ainda incrédula por não ser verdade, "olha foda-se filha, quando chego dou uma foda à tua mãe, cumpro as minhas obrigações, o resto é laser sabes tempo pras minhas coisas, compreendes", não acredita que falava desta maneira com o meu pai, das fodas que dava na minha mãe, pelas que dava no cu do Roberto, a curiosiadde tinha crescido, agora queria saber tudo, se confessasse que o dissesse agora, "e fora de casa nas tuas viagens?".

"O quê queres saber se fodo? é isso", "sim", disse-lhe eu com uma voz sumida, "claro que fodo, filha, tenho as minhas necessidades, são muitas horas a conduzir um camião, preciso de descansar às vezes e então percebes, né, tem de ser", "e como é que as arranjas?", "eu filha, se calhar é desta vida dura, e depois é mais fácil, mas tenho fodido é mais homens, filha", "a sério ..?, estava espantada, por nos abrirmos assim um ao outro, já acreditava no meu pai, devia ter ido ao cu do Roberto.

"são muitos?, adorava aquela conversa, de me excitar quando falava com ele, destas coisas mais secretas, sentia-me tesa e dura de desejo, concreto do corpo sem propósito, só das palavras que trocávamos, também ele estava de pau duro, do volume nos calções, "muitos filha, sabes, aparecem muitos homens nos sítios onde paramos, tenho comido muitos cus filha, na traseira do camião, mas por favor não digas á tua mãe, ela é feliz assim com uma foda que lhe dou".

Passou-me um dia ideia louca, a correr na minha cabeça, se queria provas tinha de ser, "sabes amanhã venho cá com o Roberto, podias chamá-lo à oficina?", ele riu-se meio maroto, a perceber o que eu queria, e foi hoje confessionário, nem queria acreditar, mal o meu pai o chamou, lá foi o Roberto meu amor a correr, aproximei-me assim de perto sem a minha mãe ver.

De umas frinchas que a oficina tem, não é que o Roberto mamava o meu pai, ali estive uns momentos, até ao fim que queria ver tudo, o meu pai com um caralho grande e teso, empurrava-o para a boca do meu namorado, o meu homem grande que é o meu pai, virou-lhe depois o cu para cima, bem em cima daquele sofá, abriu-lhe o cu todo a espetá-lo, gemia ele de gozo dizendo "aimm seu Zé estou adorando delicia me parte o cu vai".

O meu pai sabia que eu via, os nossos olhos se encontravam, percebia-lhe o prazer quando fodia, a enterrar no cu do Roberto, queria que ouvisse a confissão, para não me casar e desistir, como se essa certeza ainda existisse, "e a minha filha como fica? Roberto, estou comendo o teu cu, como fica?", "aihm seu Zé, gosto de você me enrabando, fico assim como você né, anda me enrabando e está casado com sua mulher, a diferença é só essa eu ainda não estou".

Vejo o meu pai a vir-se, agarrado ao caralho gemia, a minha mãe ali perto no jardim, gritava ouvia-a por mim, "filha onde é que andas e o teu pai, meteu-se pra aí com o Roberto, vé na oficina, vamos almoçar", ainda vi o Roberto a vir-se de cu aberto a masturbar-se "ai seu Zé que fodão me deu tão bom, vai me deixa casar com sua filha para termos mais."

Será que é bom ter um pénis grande?

17:49 2
Será que é bom ter um pénis grande?
Ha ha ha ha, por esta não esperava, esta é pro supositório, porra!!!, mais um estudo do caralho, mas agora é prós maiores, avantajados é o termo, andam sempre a gabar-se, da coisa generosa que Deus lhes deu, para agora se verem cornudos, e é mesmo como se diz, o que se deu com uma mão, é-lhes tirado com a outra.

Então não é que uns gajos do Quénia, foda-se pró Quénia, é verdade, é mesmo isso, Quénia, professores de qualquer coisa, que dizem que quanto maior for o pénis, maiores serão as chances de a mulher o trair.

Ha ha ha ha! foda-se, esta é demais, é mesmo supositório, o estudo publicado numa revista cientifica diz que perguntaram a 545 esposas quenianas, vejam isto!!! esposas de pescadores, de pescadores do Quénia, logo 545 gajas, perguntaram-lhes se já tinham encornado os maridos, e foda-se, elas disseram que sim. 

Não é que estes professores deram réguas às esposas para medir os mangalhos dos maridos pescadores, isto erecto, vejam bem, os gajos queriam saber se o tamanho influía em alguma coisa, e não sei, mas só podia, isto deve ter sido um acidente, um acidente cientifico, pensavam que era por serem pequenos.


Então não é que concluíram que as traidoras eram as que tinham os maridos com paus maiores, será que isto faz algum sentido, isto está tudo maluco só pode ser, o gajo anda todo contente satisfeito da vida beneficiado por Deus, e depois é corno!! Como pode ser isso, não dá para confiar? 

Vejam bem esta informação, os gajos, todos blacks, vejam bem, com pénis erectos de 15,2 centímetros, eram os que se safavam melhor, as gajas eram fiéis.

Agora, pessoal com 20, 30 e muitos, dá que pensar!!, está literalmente fodido, a probabilidade de ser encornado é quase total, não se compreende.

Os especialistas do estudo, vejam bem examinaram 545 mangalhos de preto, para concluírem que as mulheres acham que os membros grandes causam desconforto nas relações íntimas, quer dizer nas fodas, atrapalhando a satisfação delas.

E então se a coisa é grande, e a vagina pequena, então é que está tudo fodido, há dor e a mulher não desfruta do ato.

Que desgraça!! O Mito foi-se!! A culpa é delas, gabam às amigas os maridos bem fornecidos, mas afinal parece que é uma manobra de diversão, querem é atirar-se aos maridos pequenitos.

Memórias de um broche

22:33 1
Memórias de um broche
Foi das melhores coisas que me aconteceu, por ser inesperado, ou melhor assim assim, a minha mãe tinha saído, o meu pai estava fora, e juntei-me com o Bruno em minha casa, num belo programa de fim de tarde, sozinhos os dois no meu quarto a ver videos e fotos pornográficas.

Não é que não soubéssemos a missa toda, mais até do que o padre talvez, e íamos abrindo videos com gajas a fazer broches a gajos, riamo-nos da cena deles, do trabalho todo a mamarem, depois o exercício todo a foderem, e aquelas caras que faziam.

Depois assim como quem não quer a coisa, puxei de um video pornogay, o gajo a mamar no caralho do gajo, eu e o Bruno ficámos em silêncio, a ver o outro agarrado, a executar com gosto o que fazia, e a dada altura o Bruno perguntou-me, se eu queria e que se quisesse,  me fazia um broche.

Eu abanei a cabeça a dizer que sim, ele pediu para lho mostrar, e quando pus o coiso de fora, ele agachou-se assim por baixo, e começou-me a mamar no caralho, e sabem aquela sensação quente de uns lábios, a beijar carinhosamente ao de leve, aquele toque suave e super erótico, que nos percorre o corpo até ao cérebro deixando-nos loucos? 


Pois era isso o que sentia. Aquela sensação de sentir uma mão quente e suave a segurar o pau, a apertá-lo e a deixá-lo crescer enquanto sentem o interior de uma linda boca húmida e quente? 

Sabem aquele movimento para cima e para baixo, a mão a prendê-lo, a língua brincando, a chupar profundo, e a sucção que a boca tem? Que bom .., gemia tanto. Aquela sensação escorregadia da saliva a percorrer o corpo erecto do meu pau teso? E a respiração ofegante, me contorcendo todo, empurrando-o para dentro, a minha mão a forçar a cabeça dele, comendo-lhe a boca, com os meus olhos fechados?

E aquele acelerar de movimentos que potencia uma explosão de prazer? E o esquecimento, o esquecimento, em que não há mais nada à volta? Solta-se-nos um ai, uma dor, naquele momento em que a gente quase se vem dentro daquela boca linda e doce, a alagarmo-mos com o nosso leite salgado? 

Não sabem?!

Cinquenta tons de cheiro a queijo

18:05 0
Cinquenta tons de cheiro a queijo
Há mais de uma hora que andava nas compras no supermercado quando assim de repente vejo o Artur, tinham passado, sei lá, mais de vinte anos, desde que fora meu namorado, e ali estava ele, não havia dúvidas, alto e grande naquela postura, gigante gentil, o mesmo volume entre as pernas, nem a maneira de vestir, quase de miúdo, ele mudara.

Ele fazia o que eu fazia, naquele momento nas arcas dos queijos, começava numa ponta, ia-os apalpando um a um, a ver se eram moles, duros, ou assim assim, depois cheirava um queijo e depois o outro, revirava os olhos para cima, a ver com o nariz as diferenças de uns e outros, uns com tons fortes, outros menos, outros agressivos, ou outros que não cheiram a nada, e dos que cheiram mal porque são maus.

Não sabia se o devia cumprimentar, o meu marido estava afastado, por outras prateleiras mais distantes, mas é homem de tantos ciúmes, tem-nos do Artur e de outros com quem fale, não que me importe com isso, ele bem sabe que falo quando quero, mas com o Artur era diferente, tinha alguma vergonha de o fazer, o Artur que me tinha fodido tanto, em dois anos que namorámos.


Voltava-me a memória daqueles tempos, do caralho grande e grosso que tem, daquela vontade esfomeada insaciável, tardes e noites inteiras que me fodia, dava 3, 4, 5, 10 fodas de seguida, assim era acordava toda partida, era a cona, o cu, a boca, para ele nada escapava, olhava-o agora a cheirar queijos, o pau grosso ali continuava, tinha saudades das fodas que me dava.

De repente levantou a cabeça, viu-me assim ao fundo que era eu, sorriu quase a chamar-me, também ele tinha os seus medos, via-o no facebook com a mulher, uma gordinha com boa cara, para parideira nada lhe faltava, produzia miúdos como uma vaca, cheguei-me perto e disse "então Artur como vais?", ele acenou a olhar para os lados, de meio assustado que estava, respondeu-me ele, "ha, tudo bem e tu?".

Não queria mas foi sem querer, perguntei e olhei, foi reflexo que não esperava, olhei-lhe o pau grosso entre as pernas, que percebeu e riu comigo, como se dissesse "tás lembrada dele?, tantas fodas que te dei, tantas vezes que te fui ao cu, tanto gostavas se te lembras", de tanto que fiquei vermelha, "soube que tens uns quantos filhos", disse eu a disfarçar, "sim sim claro, liga-me o telefone, é o mesmo vou andando tchau", era a gordinha que se aproximava, e meu deus, que susto, meu marido me aparecia.

Esperei dias para ligar, é que não me saía da cabeça, as lembranças que me voltavam, do Artur a comer-me no meu quarto, em todos os lados que podíamos, outras vezes no carro dele, sacava o caralho imenso, que eu mamava a muito custo, de tão grande que ele era, mas agora que algum tempo passou, não há sitio onde esteja, que não sonhe das fodas que me dava, e do que me doía e eu gritava, quando ele me penetrava.

Mas quando me disse, "o telefone é o mesmo", eu sabia o que ele queria, que eu ligasse para estarmos juntos, porque conversa não era coisa dele, desejava também eu o que pensámos, quando lhe olhei pro pau grosso, de ser fodida como antigamente, o meu corpo ardia de desejo, liguei-lhe "sou eu Artur, a Telma", ele disse-me baixinho, perto dele alguém à espreita, "podemos encontrar-nos? sei ai de um motel barato, queres ir?".


Um motel dava muito nas vistas, disse-lhe "não, vem a minha casa, se não demorares muito estou sozinha", dava-lha já a entender ao que vinha, queria foder abrir as pernas, por dentro o meu corpo pedia, pela antecipação do que me lembrava, de tantas mamadas que lhe fizera, de me vir doida quando me fodia, pensei no meu marido, ele andava chato e esquisito, assim me justificava, de querer ser bem fodida..

Ele chegou depois acanhado, constrangido por estar na minha casa, deve ter pensado "foda-se e se aparece o marido", pensamento que lhe ouvi "O Manel podia ser corno, mas que era era fodido", de mau muito tinha ele, mais garganta do que prática, a mim não me metia medo, e resolvida já eu estava, levei-o para perto do sofá, despi-me toda nua como dantes, pus-lhe a mão no caralho, a pedir-lhe ao ouvido, "tenho saudades dele".

"Queres que te foda como dantes? que te coma esse cuzinho?", "quero", dizia eu, bem que me sentia uma cortesã, a dar-lhe o meu corpo sacrificado, para ele martirizar com o seu caralho, empurrou-me para baixo, soltou a coisa grossa, na minha boca entrava, doida doida que o mamava.

"Aihmm foda-se, continuas na mesma", "mesma como?", "A mamar, és a maior mamadora do bairro", ria-me da conversa dele, enquanto o chupava ele gemia, "foda-se que loucura mulher aihmm foda-se tinha-me quase esquecido", apertava-o com os lábios, para baixo e para cima, dava-lhe coisa para se recordar, para o fazer voltar quando quisesse, para depois ao meu querer, ainda mais me vir foder.

Mandou-me depois para cima do sofá, brincava comigo como o fora antes, como miúdos que antes éramos, "sabes que vou-te foder toda? sabes disso", "fode fode é para isso que estás aqui", "vou-te partir esse cu todo, não vou deixar nada pro teu maridinho", soltei uma gargalhada a sentir-me puta, há muito tempo que não gozava tanto, "parte-me toda, parte-me o cuzinho todo".

Mandou-se para cima de mim, com aquele caralho espetado, como se fossemos dois amantes a sério, "aihmm aihmmm foda-se ai Artur tão grande aihmm", penetrava-me até ao fundo, na minha fenda húmida e encharcada, "aihmm foda-se tão bom aihmm", as ancas dele apertavam-me as coxas, mais abertas não podia, "adoro foder-te, cheiras tão bem, que cona tão boa"

Virou-me depois para cima dele, cavalguei-o como uma desalmada, a enterrar caralho tão grande, ondeava o meu rabo a comê-lo, queria prová-lo todo inteiro, subia e descia por ele todo, "vai miúda deixa-me comer-te esse cu, vai", virei-me logo a dar-me para ele, senti-o logo a abrir-me as nádegas, a forçar-me o ânus sem pressa nenhuma, "aihhmm aihmmm aihm Artur rebentas-me toda aihmm".

Ele resfolegava e fazia força, pra cabeça entrar e abrir-me o ânus, a enterrar-me coisa tão grande, "aihmm Artur partes-me o cu todo", dizia ele não parando "vou-te partir este cuzinho todo, tão bom, vais adorar", "aihmm Artur dói tanto", gritava, "está quase querida, está quase, mais um bocadinho, está quase todo", "aihmm foda-se Artur mete mete não pares".

Começou-me a comer o cu, batia-me com força nas nádegas, músculos viris que se mexiam, a empurrar o caralho até ao fundo, não aguentava mais o sentia, comecei-me a vir toda "aiiiii aimm Artur aimm Artur tou-me a vir toda como uma puta", "também amor" um calor quente me atingiu, quando de um grito violento que deu, "ai foda-se foda-se que cu".

"Quero-te foder mais" disse-me quando saiu, disse-lhe que sim com a cabeça, o Manel estava quase a chegar, entrou depois mal humorado, meio bêbado alcoolizado, algumas palavras que lhe saíam "estás vermelhinha luzidia, o que tens andado a comer?"

Amor, me chama nomes, eu gosto

22:56 0
Amor, me chama nomes, eu gosto
Não é que soube de você confessionário, e vim logo correndo contar meu segredinho, tenho feito força para aguentar, fica sabendo que pra você meu nome é Maria Fernanda, não interessa tanto onde vivo ou o que faço, mas mais o que venho pensando, deste inferno que me aflige sempre que vejo homem bonito.

José meu marido nem sonha, que tou traindo ele todos os dias, só em pensamento me entenda bem, vejo homem bonito me fico lambuzando, na minha cabeça palavras correndo, "meu deus que bonito, olha lá ele tão fornecido, deve ter um caralho bem grande, bem bom e me fodia toda", sou eu sonhando, está vendo, confessionário.

Não é só esses pensamentos, que diabo entrando em mim, estou sempre imaginando palavras, das mais porcas que eu gosto, gostava tanto que José me fodesse, me chamando de puta e galdéria, de vaca me entesando toda, ele me entrando na cona dizendo, "sua lambisgóia você anda fodendo, sua vagabunda e sua vadia, lhe martelo essa buceta toda".


Estava no boteco na noite, nas mesas da rua sentados, eu e José gozando um tempo juntos, passa por ali um menino, se gingando bem composto e lindo, comecei logo vendo coisas, ele me enrabando toda, falando assim bem alto junto "que bela bunda você tem, lhe vou partir ela toda, sua puta desgraçada", ele me enterrando o caralho fundo, eu de boca aberta pra ele "cara safado você é, me fode toda querido, que estou gostando tanto".

Continuo imaginando coisas, ele miúdo me falando "está gostando de enganar seu marido, né, sua desgraçada, desalmada, lhe vou partir esse cu todo, sua galdéria", ele me comendo e eu vendo, meus papos em baixo molhados, estava toda encharcada, rijos e duros se entesando, meu ânus aberto relaxado, meus mamilos se espetando, "vagabunda se abre toda vai vadia, gosta do meu caralho grosso gosta gosta, lambisgóia", José me acorda dizendo "oiii! garota você tá toda vermelha, porra!! o que tá acontecendo".

José é muito puritano, muito conservador evangélico, me diz muitas vezes "olha sua filha com mini-saia, mostrando perna pra garotada, calça apertada cu em cima, mais parecendo uma puta", eu não ligo e lhe fui pedindo "me chama nomes José, eu gosto quando estou fodendo, me chama de vaca vai, que sou sua putinha amor, que sou galdéria e vagabunda", mas ele fica insistindo, "Fernanda se dê ao respeito, não seja assim não gosto, Nosso Senhor está ouvindo", assim só sonho confessionário.

Quando há futebol com o Palmeiras, vai lá a casa o Fernandinho, eles ficam bebendo e fumando, vendo televisão e gritando, chamando nomes ao árbitro, aos jogadores que ficam falhando, quem me dera fosse a mim, os dois me fodendo junto, fecho os olhos e sonho, "Zé sua mulher é mesmo vaca", Fernandinho se rindo, metendo o caralho na minha cona, "fode essa puta menino, dá-lhe aí na bunda também, essa safada gosta", Fernandinho me abrindo toda, e ali meu Zé vendo, "Vai Fernandinho fode essa vadia, só pensa em caralho".

Fernandinho tem um grande volume, já me apanhou olhando ele, safado me sorrindo e percebendo, que estou mirando e imaginando, o caralho dele bem grande e teso, sempre ele me olhando a bunda, fui no banheiro me mexendo, o rabo movimentando, me fui no clitóris tocando, sentia o cheiro do Fernandinho, encostado no meu cu me falando, "vadia, você é mesmo puta, quer levar com ele, danada, vou enrabar você", eu lhe sussurrando "me enraba safado malandro vai".

Me encostava de olhos fechados, meus dedos molhados rodando, no meu clitóris húmido brincando, gemia de prazer deitada aflita, via Fernandinho me fodendo, me abria o cu todo me enterrando, o caralho grosso bem dentro, me agarrava as nádegas me esmagando, na parede fazendo força, eu pra ele  gemendo "oh Fernandinho porra, me fode, cachorro, aihmm, malandro, me come toda Fernandinho".

Ele se mexendo me zunindo, "foda-se Fernanda você é mesmo vaca, sua relaxada, sua piranha", as ancas dele se movendo, minhas nádegas abertas lhe oferecendo, o meu cu aberto pro caralho dele, "sua puta, vagabunda, enganando maridinho, desgraçada, vou dar cabo dessa buceta toda, vadia, ordinária", "me chama mais Fernandinho me chama de puta", "ordinária, sua puta, vaca miserável".

"Eh Fernandinho onde você anda?", parece que ouço José gritando, sai Fernandinho dizendo "já vou Zé tou acabando aqui, meu irmão", ele me fala no ouvido "vem sua puta, me chupa o caralho, vai, vou meter meu caralho na sua boca, galdéria, ordinária, lhe vou dar com a porra toda, chupa aí sua desgraçada", olho para ele mamando, rindo com minha língua brincando, com o caralho dele na boca,  batendo bem nele punheta, "malandro, Fernandinho está gostando, da sua putinha garotão?".

"Me dá o leitinho vai", dizia eu para ele, "vou foder essa boca toda, me mama vai sua puta, me mama vai força sua vaca, está gostando né sua safada, enganando marido imaginando, até que acordo com "gooooolo, do Palmeiras", são esses dois gritando, José dizendo alto "vai Fernanda amor, traz cerveja pro Fernandinho, ele está gostando, me dizendo que você é uma mulher e tanto.

Como saber o tamanho do pénis?

17:10 3
Como saber o tamanho do pénis?
Há dias tinha perdido a alegria, não dormia nem comia, tinha lido umas coisas num desses blogues da treta, dos que dizem coisas mal informadas, perdi horas e anos de vida, ao ver neles escrito que um gajo coreano, um tal Dr. Kim qualquer coisa, tinha descoberto que há uma relação entre os dedos e o tamanho do pénis.

Diziam eles que o Dr. Kim tinha publicado que quem tem dedos grandes tem caralho grande, e dedos pequenos, já se sabe, um caralho pequeno, para mim isso não era novidade nenhuma, comparar partes do corpo que se vê, para avaliar as que estão escondidas, até uma namorada que tinha me dizia "gosto de homens com nariz grande", "mas porquê", perguntava eu, "nariz grande, caralho grande, certinho, não falha" respondia.

Mas pronto, eu nem queria saber como sabia ela isso, só podia ser por muita prática, por isso o meu nariz viu ela pouco tempo, agora um Dr. coreano a estudar comprimento de dedos e pilas, "pra quê?", perguntava-me eu, estes gajos não têm nada para fazer?, tanto sofrimento que causam, destroem a imaginação, surpresas já não nos esperam, nem desilusões ou expectativas, vê-se os dedos e pronto.

Noites de insónia em que rebolei na cama, foda-se caralho, e os pequeninos e os pequeninos, os que têm dedos pequeninos, como vão fazer, como se irão safar, elas a pedir "oh menino vá lá mostra os dedinhos", e nós a esticarmos os dedos para parecerem maiores, que humilhação!!, e esconder dedos, vamos ter de esconder dedos.

Até que acordei e disse, foda-se vou ler essa merda, vou à procura para ver se isso é verdade, se o Dr. Kim tinha escrito aquilo, se era verdade e sabem amigos, descobri que é mentira, quando vi que era mentira, caí em mim, um peso voou-me das costas, afinal podia ser feliz, mostrar os dedos pequenos, mas gordos muito gordos, graças a deus, e eu não sou gordo não sou gordo, os dedos é que são gordos.


Então não é que estes gajos destes blogues dizem uma coisa destas, daqueles que parecem credíveis, nem são para adultos, porra! ! caralho!! há jovens que lêem isto, e podem ficar traumatizados, tinha um amigo de escola o Figueiredo, que tinha uma manápula do caralho, e o gajo até é gay, passivo é dizer  pouco,  olha se lesse este post, ele a dizer-me seria "o que faço o que faço", o que sofreria pobre diabo.

Fui ler e vi, o que o Dr. Kim diz é precisamente o contrário, não há relação nenhuma do comprimento do pénis e o tamanho dos dedos, podem descansar "ufa!!", não há, agora o homem tem um fetiche de comprimentos de dedos e coisas, ou é com o caralho, ou com o tamanho dos colhões, ou com a performance para o desporto.

Aqui parece que há alguma verdade, relação entre dedos grandes e volume testicular, ou com desporto, agora o resto não, só que nem tudo podem ser boas noticias, parece que o gajo descobriu que gajos mais altos estão fodidos, estão condenados a ter o pénis flácido mais cedo, os pequeninos aqui safam-se melhor.

Agora este Dr. Kim, gajo que tem estudado muito estas coisas, para quê não sei, não sei quem lhe paga para isto, só para chegar a esta conclusão pôs uns estagiários a medir e a pesar caralhos, dedos, e colhões de 176 gajos, mas diz ele também, não sei como chega a esta conclusão, que um gajo com dedos grandes e com um caralho comprido flácido, não quer dizer que um gajo com dedos pequenos e um caralho curto, menos flácido por ser menos comprido, quando tesos podem ficar do mesmo tamanho.

Não percebo porque diz isso, mas parece importante ... mas uma coisa está clara, a noticia era falsa, não vou dizer o blogue falseador, não é parceiro meu, podemos estar todos descansados.

Só tem um tenga egg quem quer

16:34 1
Só tem um tenga egg quem quer
Não queria acreditar, confessionário, demorou tempo a perceber, o que a minha namorada me tinha feito, um dia fomos visitar o meu pai, não me dava bem com ele, já tinha enganado a minha mãe, um traidor era o que achava, mas enfim era meu pai, e queria-o mostrar à minha namorada.

Falaram um com o outro, pareciam velhos amigos, ele sendo um sedutor por natureza, dizia umas graças sem graça nenhuma, e ela ria-se, dava gargalhadas, das parvoíces dele, sempre a mesma figura, com cinquenta anos e não mudava, irritava-me, achava-o insuportável, aquele estilo de carnívoro, de caçador a olhar a sua presa, a dizer-lhe que o seu destino é comê-la.

Viemos embora da casa dele, e ela dizia-me "adorei o teu pai, temos que vir a casa dele mais vezes", "não sei", dizia-lhe, "o meu pai irrita-me, enganou a minha mãe, é um sacana", ela continuava, "mas isso já foi há tanto tempo, e tu não sabes a história toda, ele é teu pai", eu dizia-lhe "está bem voltamos", mas o meu pensamento era não lá voltar.

Só que ela obrigou-me, voltámos lá, vez atrás de vez, tão intenso que era o pedido dela, que quase pensava que me deixaria por ele, ainda o odiava mais por isso, por conseguir mais com ela, do que eu sendo seu namorado, e perguntava-lhe "mas porquê? que queres vir cá? sabes que não gosto dele", respondia-me "porque sabe falar, porque me vicia de realidade, dá-me realidade, compreendes, saio do sonho".

Não a percebia, nem entendia o que queria dizer, que o meu pai a viciava em realidade, o que quer que isso quisesse dizer, mas gostava tanto dela, queria que um dia fosse minha mulher, lá tinha de suportar as graças dele, só para a manter e agradar, vai um dia ela disse-me "olha dá-lhe isto que ele vai gostar", deu-me uma coisa que parecia um ovo, que era para lhe dar pelo dia do pai.

"Mas o que é isto?", perguntei-lhe, "nada" respondeu, "é uma coisa que os mais velhos gostam e está na moda, vai-lhe agradar, diz-lhe só que fui eu que escolhi", eu nem queria saber, desagradável me parecia dar-lhe qualquer coisa, que fosse um ovo ou outra merda qualquer, mas lá fomos mais uma vez a casa dele, e dei-lhe o presente a dizer"pai toma lá isto foi a Nanda que mandou".
Tinha passado pra aí uma semana, quando me telefona a minha mãe, "ó filho olha que vi a Nanda a entrar na casa do cabrão do teu pai", bem que fiquei logo desesperado, conhecendo-o eu como o conhecia, tivesse ele uma oportunidade e fodia-me a mulher, mas segurança que tinha era que conhecia também a Nanda, que era uma santa e boa rapariga.

Corri pois para casa dele, não fosse alguma coisa acontecer, entrei pelo quintal sorrateiro, para ver se a via lá em casa, aproximei-me de lado a uma janela, de joelhos encontrei a Nanda, a mamar o caralho do meu pai, fiquei de boca aberta, sem saber o que pensar, o meu ódio era tanto que me fazia chorar, de raiva profunda contra ele, estáva-me a foder a mulher.

Bati na janela com violência, que tanto olhou para mim, que estava meio estúpida, com o caralho do meu pai na mão, birra por brinquedo a não querer largar, ele sentado no sofá de perna aberta, nu imóvel à espera, sem palavras ou gestos contra mim.

"Vai Nanda veste-te, vamos embora", disse-lhe autoritário, e para ele, "és sempre a mesma merda, não aguentas, tens de foder tudo", ele levantou-se de caralho teso, a mostrar-me a prova do seu delito, "ela não é para ti, filho!!", que ela queria outras coisas, que eu era um miúdo e ela uma mulher, que eu não percebia ou via nada.



Na rua perguntei-lhe "mas porque me fizeste isto?", "andares a foder com o meu pai?", queria saber se tinha sido a primeira vez, de lhe estar a fazer um broche e pronto, que fosse só isso e não me feria tanto, era o que me corria na cabeça, "já estiveste mais vezes com ele?", "se queres mesmo saber, já, várias vezes, todos os dias, desde que lhe dei o ovo".

"O ovo? mas que merda tinha o ovo a ver, a puta andava a foder com o meu pai, e ovo?", várias vezes dizia ele, "o que é que ele te fez?", "o que é que achas?", dizia ela, "olha o teu pai foi-me à cona como nem tu nem outro homem me tinha ido", "queres saber mais?" continuava "e foi-me ao cu tantas vezes que fiquei louca, nunca me tinham ido ao cu, e adorei levar no cu do teu pai, adorei".

"Viste o tamanho do caralho dele?", perguntava e eu tinha visto, era grande e comprido, "não importa", continuava ela, "ele fode-me com realidade faz-me sentir mulher terrena com sangue carne faz-me sentir, como se me tivesse desvirgindado e tirado todos os dias o véu da inocência e da cegueira adoro foder com ele, o que é que queres que te diga".

Confessionário, já estávamos no carro há muito tempo, e eu ainda perguntava "o meu pai foi-te ao cu mesmo mesmo?", "foi amor foi, muitas vezes e adorei, partiu-me o cu todo muitas vezes e se queres saber, se não te importas, quero que ele me coma o cu mais vezes", "e broches, fizeste-lhe muitos broches?", "muitos muitos mas mesmo muitos, gosto de chupar no caralho do teu pai, dá-me mesmo prazer, não é uma ilusão, faz-me sentir viva".

"E agora?", perguntei-lhe, caiu um silêncio pesado entre nós, olhava-lhe para as pernas macias, que saiam por baixo do vestido, daqueles soltos que esvoaçam, e nos fazem desejar por promessas que queremos, concretizadas no comer do fruto proibido, amava-a tanto, gostava tanto delas, ia perdê-la, queria perdê-la não sabia, desnorteado sabia que o meu pai era velho e não viveria sempre.

"Agora, amor, adeus, separamo-nos aqui, cada um segue o seu caminho, o que posso fazer, é dar-te o ovo, para te entreteres, adeus um beijo, amor" ..."para que caralho é o ovo?" era o que me ia no pensamento, quando a deixei à porta de casa do meu pai ...

Encontrei-me com ele no shopping center

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Encontrei-me com ele no shopping center
É isso aí confessionário, ando zangado com a namorada, não sei porquê discutimos muito, por qualquer coisa fica brava, já não estou aguentando, me custou hoje sair com ela, ao supermercado a fazer compras, para ela coisas de mulher, estava me sentindo cansado, nem sei bem explicar, lhe disse "ei Rosalie, vou dar um giro, ver como andam as coisas por aí".


Deixei-o preso aos meus olhos, estava eu imaginando coisas?, ele se riu e abanou a cabeça, estávamos falando à distância, nossos pensamentos se cruzando, feitos de calor e desejos, me sentei num banco perto, fixado eu naquele corpo, tinha um gosto amargo na boca, da febre que por dentro me queimava.

Ele ajeitou o caralho nas calças, a perguntar-me "que é que estás à espera?", um cuspe secava-me nos lábios, de tão obcecado estava, queria tanto mamar um caralho, e tanto ser enrabado o desejava, que se me apertavam os movimentos, do querer e ter ao mesmo tempo, que me deixava parado a olhar.


Não podia mais esperar, ou a oportunidade passava, a Rosalie entretanto ligava, fui então para o banheiro, que de tão perto por ele passei, que quase nas mãos lhe tocava, veio atrás de mim colado à retaguarda, já decidido estava, quando entrámos e encontrámos, dois homens que mijavam, perto dele no urinol me encostei, a aguardar se fossem embora, a olharmos um para o outro a sorrir.

Estávamos sós e entrámos, para dentro do privado, ali fechados baixei-lhe as calças, em silêncio lhe dizia, "sou passivo vem-me ao cu", coisa que nem expliquei, que tanto o sabia e desejava, baixou ele as calças também, a mostrar-me o caralho teso, puxou-me a cabeça para baixo, a fazer gestos de "mama aqui", para que me baixasse e o chupasse.


Pus-me de cócaras a mamá-lo, não podíamos fazer barulho, gente que entrava e ouvia, apertava-lhe o caralho com os lábios, a lambê-lo todo quanto mais podia, descia e subia por ele corrido, como num pau um doce rijo, ele a apertar-me a cabeça, de fundo reteso contra ele, ardia-me o ânus de desejo, de quente que estava querendo, de ter um caralho a penetrá-lo.

Ele puxou-me para cima e virou-me, senti-lhe a mão no ânus a esfregar, um creme fresco qualquer coisa que tinha, aproximou-se de mim nas costas e juntou-se, colado ao meu corpo abriu-me as nádegas e furou-me, fundo no meu cu entrou, que me empinei para trás de dor, de um "uhmm uhmm"  rouco me saiu da garganta.

Começou a enrabar-me por baixo, esmagado na parede, puxou-me pelo pescoço e pelo ventre, a agarrar-me da contraforça que fazia, de me estar a comer o rabo, desalmado que estava, ouvimos gente a entrar e parámos, numa penetração lenta que aguardava, ele entrava e saia mantendo o desejo sabia, gente que mijava e falava, nós ali parados em silêncio.

Foram-se embora e continuámos, ele a esmagar-me as nádegas com as ancas, o caralho grosso que me fodia, toca-me o telefone naquele tempo, tinha que aguentar que era a Rosalie que perguntava, "já viste tudo?, vamos embora?", muito a custo lhe disse que sim "que já ia", continuava chata "mas o que estás a fazer?", "nada nada, que já estava", ele comia-me e não parava, batia uma punheta que ia-me embora, ele partia-me o cu que tanto o queria, sinto-o a gemer baixinho a vir-se, comigo junto a esguichar-me todo.

Vesti-me a correr e a sair do banheiro, encontrei a Rosalie mais à frentee, dizia ela "mas que porra andaste a fazer, estás todo suado onde andaste? e que cheiro é esse que trazes?", a gaja não se calava era o que via, dizia-lhe eu e não mentia, "estive na casa de banho", "este tempo todo a fazer o quê? só se foi a levar no cu", respondia ela.

3# Eroretrato de Aleksa do leste

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3# Eroretrato de Aleksa do leste
Já devem ter percebido, o meu retrato erótico é tão difícil, venho vinda de Leste, quando? muito novinha ainda, sempre me sinto tão dividida, pertencendo a nenhum ou aos dois lugares, aquele mais frio distante, é terra dos meus pais, este mais quente perto, é terra em que quase nasci.

Tenho a imagem de um país de gelo, fumo vapor frio na boca, dos gorros peludos, das passeantes na rua,  minha pele branca deliciosa, onde quero, o sol não chega, de fogo, os meus cabelos vermelhos, sinto aqui um calor forte, de um jeito no corpo todo, sem cueca livre e solta, sinto tão quente a minha paxaxinha.

Tenho-a molhada todos os dias, meus mamilos entesados, são pérolas rubis de romã, rebenta-me licor de doces na boca, lábios se lambuzam sedentos, do prazer dos meus dedos, nos meus pelos se escorregam, vermelhos húmidos encaracolados, debaixo de um óleo afrodisíaco, que no meu clitóris brincam, são uvas frescas que derreto, um liquido fresco na garganta, quando me contorço e venho, no silêncio do meu quarto.


A Romana é minha amiga, fez-se paixão e meu amor, em terra de montanha esquecida, de costumes arreigados, mantos negros que não mudam, de corvos agoiros de má sorte, veio um dia ao meu quarto, falámos de rapazes se já os tínhamos, do desejo deles do meu corpo, do da Romana por ser belo, das minhas sardas dos meus seios, do tesão que eu lhes dava, de mais medo da liberdade que tenho, de eu ser mais estranha que estrangeira.

Já não sou nenhuma miúda, não tarda vou para a cidade, saio desta aldeia vila atrasada, que estrangeira assim mesmo amo, como uma portuguesa qualquer, com montanhas cheiro de ervas frescas, liberdade para ser é o que quero, rio-me tanto com a Romana, perguntei-lhe há dias "já fodeste?", respondeu-me ela surpreendida, "já, porquê, várias vezes, aqui na aldeia, duas ou três vezes na vila".

"E tu?", perguntou-me ela, tive vergonha do que dizia, "não, ainda sou virgem", ela riu-se deu uma gargalhada sentida, "com essa idade, vais-me dizer que ainda és virgem? como conseguiste?", "como consegui o quê?", "ora aguentar, não saber como é, de beijar, deles pedirem para mamares, de te fazeres esquisita, mesmo querendo, de levar com ele, de senti-lo".

"Os rapazes aqui têm medo de mim, não se aproximam mesmo eu querendo", ela percebia, não tinham confiança, era meio maluca, isto é o que entendiam, pequenos eram em cima, mesmo se grandes em baixo, o medo era tanto, que não me procuravam, andavam à volta como pássaros, uns que cheiram muito, mas pouco comem, e foda-se, tantas vezes quis foder.

No quarto a Romana disse-me, "mas olha não é nada de mais", tínhamos passeado no campo, debaixo de olhares esquisitos, de onde havia censura o percebia, tocou-me no meu corpo, nas minhas mãos, nas minhas pernas, fui eu não foi ela, dei-lhe um beijo na boca, já eu sabia que o queria.

Nossos corpos entendiam-se um com o outro, sentou-se entre as minhas pernas, sangue quente que latejava, a abraça-la toda em mim, estivemos assim abandonadas, à nossa volta nada havia, só flores num universo de sol, fechámos os olhos a sentirmo-nos, sentimentos amor desejo, numa corrente eles iam e vinham, todos juntos perplexos.

Tocam-me os dedos na vagina, na boca dela me entretia, veio descendo por mim, pelo meu peito minha barriga, coisa húmida no meu umbigo, a língua dela que mexia, no meu clitóris brincava, tão rápida que eu gemia, "aihhm fogo Romana, o que vão pensar de nós? aihmm aihmm", pus-lhe a mão na cabeça mais ela me lambia.

Veio até mim e lambi-lhe a boca, as nossas línguas prenderam-se, uniram-se como um laço, de fogo e de futuro, algo fixo permanente confiável, fica de sangue com sangue, um contrato para a vida, já nos amávamos há muito, o medo de ser livre não deixava, subiu por mim a unir-se, as nossas vaginas se tocaram, quero que entre em mim, puxo-a dentro o seu calor o seu cheiro me enebria.

"Meu amor, meu amor" é o que desejo, dizer-lhe com palavras, assim algo tão sério, dela vem um som rouco, vinha-se a vir-se comigo, num véu lânguido de luz, que entra pela janela, a dizer-me "aleksa amo-te sabes", tremi eu de ouvi-la, de medo de ser tão livre.

Tamanho nem sempre é documento

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Tamanho nem sempre é documento
A pedido de vários amigos do Biografias Eróticas, procurámos alguma informação disponível para aqueles que pretendem um aumento do pénis consistente, ou seja, que depois da intervenção, o instrumento se mantenha operacional, fazendo o seu trabalho, só que em maior, mas já sabemos que pénis sofre, ninguém larga o caralho, toda a gente o quer maior, homem e mulher.

Melhor mesmo os exercícios, Prof. Will Rock promete três centímetros e meio, de crescimento do caralho, isso é o que ele diz, eu não acredito não, isso pra mim é supositório, vejam que ele corrige, gajo sério ainda bem, "cresce cresce a muito longo, longo prazo".

E é isso aí, quando for mais velho ele está bem crescido, a gravidade faz o seu serviço, ninguém lhe escapa é a certeza, mas por favor não se deixe abalar, siga o seu sábio ditado "Quem tem dedo e língua pode fazer qualquer mulher feliz".



Se tiver paciência veja os exercícios, eu cá hoje não estou com nenhuma!!!



Veja também as sábias indicações de Mestre Aurilindo, o rei do minete e agora da detenha (punheta unisexo).


O corno saiu para a amante

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O corno saiu para a amante
Isto, confessionário, começou há alguns meses, comecei por reparar em coisas pequenas, mas depois percebi, o meu vizinho chega do trabalho, com um ar meio cansado, entra em casa a correr, saí depois disparado, com um de quem tomou banho, lavado e perfumado, com um ar saltitante, de quem vai satisfeito, prós braços da sua amante.

Via-o da minha janela, pensava eu "lá vai o Zé", exultante e despreocupado, deixava para trás a mulher, com um ar triste que eu bem via, quando ela vinha à janela, a vê-lo entrar no carro, a sair pra ir embora, algum sitio, que ela bem sabia, pra estar com outra mulher.

O que era, mais dia menos dia, passou a ser habitual, fui falando com ela, cumprimentava-a na escada, ela já reparara que eu vira, que andava a ser encornada, mal me falava envergonhada, de um marido que a desprezava, sendo ela para mim desejada, não que fosse uma mulher bonita, sempre a achei acanhada, não dava conversa aos vizinhos, mas eu gostava daquele seu ser seco, de mulher sem excessos e reservada.

Depois é mais velha, com filhos que nem conheço, sou eu um jovem pra ela, com borbulhas e imaginação, à porta do prédio encontrava-a, fomos tendo aproximação, sabia que ele não estava, falava com ela interessado, queria saber o que se passava, "como podia ele deixá-la?", era o que pensava, até que há dias, confessionário, vigiava o corno pela janela, saiu ele disparado, vai ela do sitio ao lado, onde estava a acenar-me, a dizer baixinho "vem, vem, mas cuidado, olha a tua mãe".


Mal o corno entrou no carro, saí sorrateiro de casa, a dizer alto, "olha já venho, vou ali ao café", dei um toque leve na porta, e entrei na casa da vizinha, da Teresa que é o seu nome, e confessionário, estou com medo de estar apaixonado por ela.

Ela já me disse que não, é só uma ideia de puto, o que quer é foder comigo, saber que existe como mulher, que está-se a cagar para o marido, que ele se foda e coma a outra, e foi assim, confessionário, entrei na casa dela, cores de harém carmesim, e para mim pôs-se nua descoberta, a dizer-me senta-te aí miúdo, que eu trato de ti.

A Teresa é das que se escondem, que vestem mal de propósito, defesa interior o parece, mas quando lhe vi o corpo, rolou-lhe o robe a revelá-lo, que belas mamas ela tem, olhava-lhe prós pelos da vagina, pras coxas que a rodeavam, uma gigante me parecia, ela riu-se a dizer "então nunca tinhas visto?", eu respondi "já mas é mais velha, estou assim meio ..", "eu sei, mas já fodeste outras miúdas?", "já sim claro", dizia.

Ajudou-me a tirar a roupa, levou-me pela mão para a cama deles, empurrou-me na brincadeira, como se fosse também uma miúda, a caminhar nua sobre mim, sentia-lhe um cheiro doce de mulher, de perfume e experiência, deu-me um beijo nos mamilos, no meu peito, no meu ventre, apertou os lábios no meu caralho teso, a mamá-lo e a dizer-me, "ai miúdo que não mamo faz tempo, mas vou-te pôr doido".

Ela não parava, fala e excitava-me, uma voz quente e rouca, de mulher terrena ferida, desperdiçada por um cego, era mais pra mim, do que é normalmente, "aihm miúdo, não te venhas, vais comer-me toda", eu rebolava na cama, contorcendo-me com a sua boca, a puxar o meu caralho quando subia, de beijos que deu ao meu encontro, com os seus lábios húmidos salgados.

Virou-me o rabo, "anda miúdo, não aguento mais, papa-me toda, miúdo, faz-me vir toda", encostei-me a ela meio tremido, àquele seu rabo branco e belo, agarrei-lhe as nádegas a abri-la, queria ser melhor que o marido, dar-lhe prazer que ele não dava, enterrei-lhe o caralho na cona, ela soltou um suspiro, "aihhm miúdo, que me partes toda, aihmm, fode-me fode-me miúdo", subi ainda mais sobre ela, as minhas ancas a parti-la.

Virou-se depois a agarrar-me, como um menino me beijava, os meus lábios nos dela, peito com peito fodíamos, o calor quente daquele corpo e das mamas, não me queria vir nem queria parar, que o momento fosse eterno, e não parasse de a foder, vimo-nos os dois a estremecer, abraçados como amantes enamorados.

Quando regressei, ouvi a minha mãe "estava a ver que não voltavas, onde é que andaste?", disse qualquer coisa que não lembro, mas agora todas as noites, vigio a janela e o corno a sair, e vou logo a correr para a casa da vizinha.

A arte da punheta unisexo - A Denheta

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A arte da punheta unisexo  - A Denheta
Tinha recebido a chamada pela manhã, era Mestre Aurilindo, o Rei do Minete, o Cristiano Ronaldo na matéria, dizia ele que tinha informação importante para o Biografias Eróticas, que era uma coisa de outro mundo, eu até perguntei logo, "mas Mestre Aurilindo diga diga, do que se trata?", "INVENTEI A DENHETA", gritou ele, criação dele dizia, que desenvolvera depois de muitos estudos e muita reflexão, "mas tem que vir cá a casa para perceber isto é uma revolução amigo", insistia ele.

Pensei cá para mim, "mas que porra é esta da Denheta?", eu sabia que Mestre Aurilindo era uma autoridade, um catedrático do minete, já o tinha escrito aqui, o homem tinha material publicado, fazia conferências no estrangeiro, a espalhar a mensagem por todo o lado, de um bom minete é meio caminho andado, tudo o que eu sabia a ele o devia.

Corri para casa dele, queria saber da novidade, estava febril da antecipação, mas mal cheguei senti logo, é que no ar pairava um cheiro, de muita cona e muito caralho, uns quantos casais minetavam, eles agarrados às conas delas, e de ter parecido surpreendido, adivinhou logo Mestre Aurilindo, "são os meus alunos, pá, dou aqui um pós graduado de minete, aqui trabalha-se meu amigo, estes que aqui tenho são os melhores", ele era muito procurado, uns quantos a querer ir mais longe, esforçados pelos ruídos que faziam. "e as gajas?", perguntava eu, "são dadoras, meu caro, material para trabalhar não nos falta, estas vêm cá mesmo para lhes fazermos um minete".

Entrava no escritório dele, aquele templo da sua sabedoria, lá estavam os seus livros, fotografias com alunos queridos, "então, Mestre, ainda não percebi isso da Denheta?", "jovem, jovem, vá lá vá lá, tive uma espécie de visão, não percebia do porquê dos homens terem a "Punheta", e não haver uma punheta feminina, percebes?".


"Bem Mestre Aurilindo, desculpe, mas ainda não estou a ver, punheta, denheta, não alcanço", "eh pá, vocês não alcançam caralho nenhum, pá", mestre Aurilindo já estava exaltado, já lhe conhecia os humores, se falava do seu trabalho, não se sabia o que esperar, "foda-se, pá, os homens têm a punheta pá, o punho de agarrar no caralho e a nheta, as gajas pá não têm nada, pá", "não mestre Aurilindo?" questionava surpreendido.

"Eh pá, percorri mundo inteiro, falei com alunos meus pá, professores de línguas, e ...", "línguas, Mestre?", "línguas caralho", lembrava-me da língua dele, parecia de uma vaca, uma verdadeira assombração, motivo do seu orgulho, treinara-a e crescera, daí a sua vocação, "línguas, pá, nas línguas, em lado algum, não há um nome para a punheta feminina, pá, chamam sempre masturbação feminina só".

Realmente nunca me tinha ocorrido, não percebia o interesse, sempre pensara que desde que batesse uma punheta, pouco me interessava a da mulher, se era masturbação feminina, ou se outra coisa qualquer, "mas Mestre Aurilindo, realmente tem razão, não há, é verdade", "pois tás a ver, daí a Denheta, é minha criação total, não é brilhante?".

"Denheta, Mestre, ainda não alcanço", "eh pá porra, realmente, tu com o minete já era o que se via, e agora não percebes nada, eh pá, pensa comigo, punheta de punho mais nheta, as gajas, dedo mais nheta, não é revolucionário, meu caro, as gajas batem uma Denheta, os gajos uma Punheta, pá".

Engasgado balbuciava, a olhar pra ele de boca aberta, se prás gajas era masturbação feminina, é porque ninguém  via outro interesse,  "eh pá vocês os quadrados, nunca fizeram minetes de jeito, consumi a minha vida a ensinar-vos uma coisa útil, e agora não percebem o óbvio", dizia-lhe eu que me parecia desnecessário, que interesse tinha chamar isto ou aquilo, "eh pá, ouve, eu precisava diversificar, e daí os meus estudos sobre a Denheta, mas a razão principal pá é a discriminação, pá".

"Discriminação, Mestre?", "sim caralho, discriminação, as gajas viveram estes anos oprimidas, pá, senti-me um libertador pá ao desenvolver e difundir os meus saberes sobre o minete, e agora pá, pensei, as gajas nunca tiveram direito à punheta feminina porque eram oprimidas, sociedade machista, puritanos do caralho, pá, que não admitia que elas também batessem punhetas, ou melhor, Denhetas, pá".

Nunca tinha visto uma coisa assim, Mestre Aurilindo evoluíra muito, desde a última vez que faláramos, era minete para aqui, e minete para ali, rogava pragas a quem não seguisse o seu método, do do Mestre Aurilindo para um minete top, mas agora parecia-me um filósofo, um feminista defensor dos direitos da mulher, "sinto-me um libertador, porque vocês depois de séculos ainda não admitem, envergonham-se caralho que as gajas batem punhetas femininas, as minhas Denhetas, porque ainda estão no benzinho correcto.

"As gajas batem Denhetas, dedos e nhetas, percebes? e vocês têm que aceitar, pá", ele parecia furioso, parecia-me um missionário, espalhar a sua mensagem, de hoje em diante a mulher seria mais livre, não dizia ou definia, o seu prazer como masturbação feminina, diria ao seu parceiro, de uma forma aberta e generosa, bate tu uma punheta, enquanto me entretenho com a Denheta, "bem Mestre Aurilindo, se for assim, bem nessa perspectiva, até alcanço, realmente a mulher tem direito à sua palavra, também seria estranho o homem dizer, olha aguenta aí que vou bater uma masturbação masculina, pensando bem estou de acordo consigo".

Mestre Aurilindo estava exultante, encontrara em mim o seu primeiro seguidor, um apóstolo das mulheres, em casa diria "amor vai lá bater a Denheta, que hoje não dou uma prá caixa", "estás a ver, finalmente viste, e estou a diversificar pá, uma nova disciplina, já estou a ver livros conferências sobre o método do Mestre Aurilindo para uma Denheta Top, já tenho inscritos".

"Inscritos? Mestre", estava estarrecido, quem quereria perder o seu tempo, a saber e aprender a Denheta, "novos alunos novas matérias", dizia ele satisfeito, "inscritos e inscritas pá, gajos e gajas", "gajos e gajas, Mestre, como é isso".

"Tive a ideia e chegou tipo visão, olhava pro ar, assim, a imaginar a Denheta e depois pensei, a Denheta é unisexo pá", eu estava totalmente confuso, já não percebia nada, nem de punhetas nem de denhetas, só dizia foda-se tenho que fugir daqui, um cheiro a cona e caralho que não se podia, "Eh pá, vocês são mesmo pequeninos, eh pá inventei a Denheta de Cu e a Denheta de Cona, pá, daí unisexo, percebes?".

"Denheta de Cona e Denheta de Cu, agora estou outra vez perdido Mestre Aurilindo", ele abanava a cabeça, exultava e resfolegava, "Denheta de Cona é prás gajas, pá, que bem merecem ter direito à sua palavra própria, e Denheta de Cu prós rabetas, pá", "rabetas, Mestre?", "oi é pá desculpa gays gays gays, pá são muitos anos sabes, isto sai-me ainda pá, gays".

Saí de casa de Mestre Aurilindo abananado, não sabia se era do cheiro a cu e cona, se do que tinha ouvido e aprendido, mas conhecia Mestre Aurilindo, e ele sabia bem o que fazia, se fosse tão bom como no minete, um dia a Denheta seria a punheta da mulher