Setembro 2019 - Biografias Eróticas

Glory hole para cornos

23:43 0
Glory hole para cornos
Já conhecia o Wilbur, um holandês que se fixara por cá, ele e o marido português, há dois ou três anos numas passagens que eu e a Ângela, minha mulher, tínhamos feito pela Holanda, eles tinham vindo em trabalho e acabaram por gostar disto, costuma dizer o Wilbur "na vossa terra há uma aragem de descontração, uma sensação de desperdício do tempo", contava que o António, marido dele, irritava-o precisamente por isso, por não ter pressa para nada.

Era gente rica, ganhavam o dinheiro que queriam, criativos de comunicação e de moda, viviam num girar alucinante, de amigos, de festas e convívios, como diziam eles, para ninguém se esquecer deles, que existiam e estavam cá, reconheço são gente divertida, mas eu, digo bem, cansava-me esse modo de estar, não fosse a Ângela querer muito, e na casa deles não ia lá facilmente.

O Wilbur então em cada festa uma ideia, criativo por natureza vivia para inventar, sempre com uma nova diversão, fazia de nós a sua experiência, lembro-me bem, chegou o crepúsculo e estávamos a ir, disse à Ângela "tens mesmo a certeza, queres ir?", "vá lá eles convidaram-nos, sabes que são divertidos", que era assim eu bem sabia, da última vez foi um bacanal, com o Wilbur havia sempre sexo envolvido, para o António, marido dele, ir ao cu a outro gay, e ele aproveitar também, como diz a rir-se "para diversificar".

Entrámos na vivenda, e já estava em ebulição, apareceu o Wibur de repente, com ar de bicha acetinada, "ainda bem que vieram, hoje temos um jogo que criei", nem queria pensar o que aí vinha, havia homens, mulheres, corpos nus naquele espaço, "ponham-se à vontade", dizia ele, as pessoas tocavam-se e falavam, havia álcool e riso por todo ao lado, estranhei foi ao centro da sala, uma caixa branca alta fechada, mais parecia daqueles cantos onde se vota.

Nunca tive sorte ao jogo, e se era jogo o que me esperava, o mais certo era ser fodido, a Ângela radiava de luz e alegria, desaparecera e aparecera nua, com umas meias finas de renda apertada, desfilou flutuando quando se chegou, homens e mulheres viraram o pescoço, veio ao pé de mim a dizer "ainda estás assim? vai tirar a roupa, já sabes como é", fui andando e voltei nu, para me sentar ao pé dela.

Apareceu o Wilbur novamente, a fazer de mestre de cerimónias, gritou a todos como era o jogo, cada um tirava uma carta, como um poker de uma só sorte, a quem saísse a maior, receberia o poder todo, de escolher o que quer, rodaram depois as cartas, saiu o às de espadas, a uma loura volumosa, perguntou-lhe o Wilbur "então amor o que vai querer?", respondeu ela a rir-se alegremente "quero escolher aqueles dois", apontou para um negro fornecido, e para um nosso velho conhecido, o Fábio branco musculado, "para irem ao cu do meu marido".

O marido dela é um gordo bem rosado, um leitão de rabo cheio e apetitoso, e quando a ouviu não estranhou, fez uma cara de satisfação, toda a gente se apercebeu, que já estava à espera dessa prenda, que no casal não era novidade, dele gostar de levar no cu, todos viram que ela o queria, e por mim que conhecíamos o Fábio, um rapaz bonito e avantajado, com corpo e instrumento de actor porno, já tínhamos saído com ele, eu e a Ângela numa noite, sabíamos que seria bom o espectáculo.

Foram o gordo, o negro e o Fábio, todos para o centro da sala, o marido dela pôs-se de joelhos, a agarrar em dois caralhos, um preto de um lado, e um branco do outro, começou a mamá-los passo a passo, dois paus tesos que engolia, entravam-lhe na boca gulosa, a mulher dele mandava "chupa querido, mostra o que vales, vá, chupa-me esses caralhos filho", ele ficava ainda mais excitado, todo ele tremia de desejo, mamava o caralho do preto, e depois o caralho do Fábio.

O negro olhou para o Fábio, numa combinação assente, trocado num acordo silencioso, agora vou-lhe eu ao cu, e depois mudamos e vais tu, o negro rodou o marido, pele rosada manobrada nas mãos, abriu-lhe as nádegas redondas, montou-se em cima dele, e enterrou-lhe o caralho no cu, um pau grosso e comprido, que lhe entrou dentro a escorregar, a mulher dele a acariciar-se, "ai querido tens o cu todo aberto", um buraco grande se abria, que nós víamos a apreciar.

"Ai amor, ele parte-me o cu todo, amor", gemia o gordo, do preto o enrabar, chupava o pau do Fábio, enquanto o negro o martelava, empoleirado nele bem por cima, o gordo de joelhos abaixado, no rabo empinado recebia, o pau grosso que lhe entrava, com batidas fortes nas ancas, que o preto tremeu a vir-se, a sacar o caralho a olhar para o Fábio, vai tu que é a tua vez.

Girou sobre o gordo a pôr-se em cima, o Fábio abriu-lhe o cu todo, com um caralho tão grande como o preto, começou a martelá-lo por trás, que a mulher dele o conhecia, "isso Fábio enraba o meu marido, parte-lhe esse cu todo", o marido dela masturbava-se, ao movimento do caralho do Fábio, ele entrava e ele batia, começaram-se os dois a vir, toda a gente batia palmas, bela execução que estavam a ver.

Mas isto não era nada, o pior estava para vir, jogou-se mais uma cartada, a sorte veio a um homem grande, um porte atlético que eu bem via, nu todo bem fornecido, apontou a minha mulher Ângela, para o mamar no glory hole, a tal caixa branca no centro da sala, olhei para ela surpreendido, que lhe ouço a voz "estás farto de me ver mamar outros", não esperou a minha resposta, levantou-se a ir para a caixa, o homem grande pôs-se por dentro, com o caralho no buraco para fora.

Na sala aguardávamos, todos em silêncio a olhar, respirações suspensas a ver, aquele corpo de mármore a andar, tão bela era a minha mulher, agachou-se ao pé do caralho, teso e grosso apontado, ela começou a mamá-lo, olhava para mim a rir-se, um ar maroto divertido, estendia a língua e chupava, via nervos e veias naquele pau, que ela doce e calma agarrava, entrava-lhe todo na boca, que prendia nos lábios molhados, tinha os mamilos tão espetados, dentro da caixa ouvia o outro, gemia que ela o mamava.

Olhava para ela, para aquele corpo molhado, húmido de alma e corpo, lábios da cona que se abriam, vontade e desejo insistente, de levantar-se e abrir as pernas, virou o rabo para aquele caralho, e apontou-o para a fenda aberta, levantei-me a apoiá-la, num abraço largo a agarrá-la, ouvia-a sussurrar nos meus ouvidos, "ai amor, quero comer este caralho todo, amor, dá-mo amor", dei-lhe um beijo na boca, ondeava o rabo no caralho, que lhe entrava como queria, dobrada sobre mim apoiada.

Todos olhavam para ela, de um tesão numa só pessoa, que se espalhava por toda a sala, o homem grande batia na caixa, da força com que fodia, a Ângela gemia a cada batida, agarrava-lhe na nádega a ajeitá-la, via-lhe o caralho grosso que entrava, na cona aberta e molhada, "ai amor, quero levar no cu, amor, ajuda-me", dizia ela para a agarrar, descaída nos meus ombros, agarrei no caralho do outro, grosso e rijo na minha mão, encostei-o ao cu da minha mulher, que fez força para lhe entrar.

"Ai amor, humm aihmmii, adoro no cu amor, ele parte-me toda, ai amor tão bom", gemia ela agarrada, a mim que a segurava, num frenesim por todo o corpo, masturba-se na cona, enquanto o homem grande a penetrava, abria-lhe as nádegas de lado, no cu da Ângela que eu via, começou ela a estremecer, um esguicho de leite escorreu-lhe, pelas pernas tesas de satisfação, o homem grande saiu da caixa, trazia o caralho na mão, vinha-se todo a mostrar, e toda a gente batia palmas.

Quando regressámos a casa, ela perguntou-me "gostaste de me ver?", perguntei-lhe e ri-me eu de volta, "gozaste de levar no cu?", ela respondeu-me, "sabes que sim, amor".

Vem aí o monstro tesudo

23:26 0
Vem aí o monstro tesudo
Nem eu sabia, E eu que sei tudo, só quando a minha amiga Maelee Wade me contou, que havia gente a escrever livros de crypto-zoologia erótica, a ganhar muito dinheiro, ainda mais que as tretas das bitcoins, muita gente a ler aquela merda, eu nem queria acreditar, lembro-me de lhe perguntar, mas que porra!! é essa? e ela dizer-me.

"Eh pá, aquilo é literatura erótica, compreendes, mas em que o protagonista é uma besta", e eu, "uma besta?", continuou ela, "o gajo ou gaja que fode ou é um super macaco, pode ser um mutante de crocodilo com pernas, este último que fiz era com o Bigfoot, está ver, o homem das neves", dizia ela que a história é sempre a mesma, há uma garota ou rapaz assim meio ingénuo, que depois aparece o monstro, e que o segredo é que a besta tem sempre de ter um caralho enorme, dizia ela "senão não dá".

Estava incrédulo, como é que era possível, gente a dar dinheiro por esta merda, quando há tanto e bom escritor de foda, será que era preciso isto, pôr macacos a foder, até centauros e dinossauros foda-se!!!, um aí que escreveu sobre um pteródactilo, que eu nem sei bem o que é, que vinha no ar apanhava maduras de meia idade, levava-os para o ninho, e depois comia-lhes a cona, e as maduras ficam doidas, foda-se como é que é  possível isto?.

E os títulos? são de cagar a rir, "Gemer pelo Homem das Neves, Seduzido pelos homens-macaco, O monstro na calcinha, Rendimento ao Merman, Punido pelo centauro, Selvagem pela criatura do pântano, Tomado pelo pterodáctilo, Sexo com o robô anatomicamente correto do sexo com meu marido, e o Homem das Neves deu-me por trás e gostei, tanta merda, e o pior, é que 99% dos leitores são gajas.

A minha amiga escritora destas merdas diz-me que isso só tem uma explicação, "Eh pá as gajas gostam de coisas fora da caixa, estão fixadas no caralho grande, só que agora o grande já não chega, tem que ser de um bicho, robot, de uma ave, mas big mesmo, é essa fantasia, não sei", e o melhor mesmo é que a Amazon está nessa, são milhares de cópias vendidas de pornografia cryptoerótica com toda a espécie de monstro, os gajos dizem que é humor, ha ha ha".

Disse-lhe que já tinha tentado escrever isso, mas ninguém acreditou, mostrei-lhe o meu Ano 5019. Planeta Pissa Maior, mas ela disse logo "Eh pá, isso é para meninos, isso é ficção cientifica, não a cryptoerótica é mesmo porno pesado, King Kong vai ao cu a uma loira, é isto, não sei se estás a ver?", não um King Kong a ir ao cu a uma loira, decididamente não devia dar coisa boa, não não não quero ver.

Depois estranhei, "mas estás aqui no hospital, a fazer o quê?, diz-me a Maelee Wade, "foda-se!!! nem queiras saber, fui atacada e fodida por um monstro desses, "atacada? o quê, o Ieti, um lobisomem, comeu-te?", "antes fosse", continuou ela, dizia-me que ainda não se tinha recomposto, que o que acontecera não era fantasia, fora para o Peru recolher ideias, de que havia ali um monstro pauzudo, quem queria levar no cu esperava, ele aparecia e estava à espreita, e depois aquilo ia ao cu, fosse homem ou mulher, comia tudo.

Contou-me, "Eh pá, a merda é que pensava que era fantasia, não sei se estás a ver, tipo um chupacabra com caralho, em vez que beber sangue, ia ao cu a quem aparecesse, mas a merda porra!!! é que este existe mesmo", dizia que andava tonta a saber coisas, os populares do sitio abanavam a mão, com o dedo em riste do não se meta nisso, mas ela aventureira foi-se lá ao sitio, onde normalmente aparecia o monstro pauzudo.

"Eh pá, apanhei um susto, mas quando vi que estava tudo fodido, já nada havia a fazer", ele tinha-a puxado para um sitio, não lhe fez mal mas mostrou o pau, estava tão abananada com a dimensão, foi gaguejando gaguejando e não pensava, que quando deu conta, o monstro pauzudo foi-lhe ao cu.


Ela conta "Eh pá, não foi bem ir logo ao cu, eu estava traumatizada, compreendes?, não sabia se era fantasia, ou se era realidade, ele dizia para eu mexer no caralho, aquela coisa imensa ia abanando, eu ia acordando aos poucos, ele encostou-me a umas mesas, e primeiro primeiro foi-me à cona", eu queria saber mais, "mas que tipo de mostro é? tens cornos chifres? cascos? pelos?".

"Não, é um homem", "Um homem?", perguntei eu, "mas que tem isso de anormal?" "anormal? saí de lá toda crypto-fodida, estou aqui e ainda não recuperei, foda-se!! Caralho!!!".

São vegans extremistas Dr. Manecas

17:05 0
São vegans extremistas Dr. Manecas
Andei eu, confessionário, a criar dois filhos para isto, o meu marido deixou-me, eram demasiados problemas, eram tantas as promessas, que eu me empenhei em tudo sozinha, dois trabalhos, dinheiro, o meu tempo que lhes dava, nem namorados novos tive, que bem os tinha arranjado, mas quando se apercebiam, que eles eram vegans extremistas, eram como o meu marido, eles fugiam.

Os meus filhos já não são novos, nem percebo como aconteceu, esta mania de só foder verdes, é as hortaliças, é os tubérculos, frutas de todo o tipo, e então confessionário, tudo o que tem a forma de uma caralho, isto para a minha filha, e de uma cona, isto para o meu filho, não escapam, fodem tudo o que apanham.

E eu até dou desconto, sou vegan concerteza, é que confessionário, tenho muita honra nisso, era casada e estava grávida, e já só comia coisas verdes, grelos e outras misturas, há anos não sei o que é peixe, então carne meu amigo, não a suporto e não a quero, ao contrário do meu marido, que me metia nojo com os bifes, trazia-os num saco e fritava-os, fazia um ruído estridente, mais pareciam animais a gritar.

Mas isto confessionário é demais, estes meus filhos comem, mas também fodem os vegetais, não havia como resolver, indicaram-me o Dr. Manecas, desse médico muito falado, que é psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia, e ensinador de verdades ocultas à noite, dizendo que o homem tem sempre solução para tudo, e eu fui a correr ter com ele, me queixar deste mal, queria recuperar os meus filhos.

Quando entrei naquele templo, como algumas amigas me diziam, tremi quando vi o Dr. Manecas, homem jovem e sereno, vestido com uma túnica branca, esvoaçava como se houvesse vento, via-lhe as formas do corpo, definidas as coxas e o pau grosso, "ai meu deus, há tanto tempo não fodia", elas inventavam problemas, elas só pro ir consultar, bem me tinham avisado, Dr. Manecas tem solução, mas amiga não falha, tem tratamento tem foda, você vai ver, vá se preparando.

Eu trazia a minha cueca de renda, bem preparada já eu estava, mas quando me falou "Então D. Graça, o que se passa?", ouvi aquela voz turbinada, que mexe no ar e faz vibrar, nossas cordas interiores, da alma e do mais profundo ser, fiquei com a cueca toda molhada, quando falava "são os meus filhos sr. Dr., viraram vegans extremistas".

Acho que ficou surpreso, já deve ter visto e ouvido de tudo, mas esta ele não sabia, "eh pá, D. Graça, essa nunca tinha ouvido, de haver vegans extremistas, conte lá isso melhor".


"Oh Sr. Dr., a minha filha e o meu filho fodem tudo, não há vegetal que lhes escape", eu ia dizendo e ele se rindo, que tudo começou dentro de casa, primeiro as cenouras e as curgetes, mal chegavam desapareciam, perguntava-lhes onde estavam, e eles não me diziam, até que um dia apanhei a minha filha, a meter no cu um pepino, que eu acabava de ter comprado.

"Fiquei de boca aberta, Dr. Manecas", dizia-lhe, pensava que era coisa de jovem, mas depois descobri o meu filho, vi-o foder uma couve roxa, ia para o quarto dele, para lhe perguntar umas coisas, ele tinha a porta aberta, e foi quando o vi, na cama agarrado àquela coisa, tinha o pau teso, com que espetava a couve, o rabo dele mexia-se pra baixo, pra entrar no buraco da couve, estive ali por momentos, até que o vi vir satisfeito.

Depois fui acompanhando a situação, "e foi quando percebi, Dr. Manecas, tinham-se tornado vegans extremistas, não comem nem fodem animais", contei-lhe que havia queixas dos vizinhos, eles atacavam as hortas em volta, como uma alcateia organizada, entravam e roubavam os vegetais, e disse-lhe "pensa que é para comer? não, não é, é pros foder? batatas doce, abóboras, tudo o que seja comprido ou redondo, levam tudo com eles".

"Ha ha ha ha ha", ele soltou um riso estridente, tão belo e tão bonito, olhava-lhe pros dentes brancos, mais lá para baixo pro volume grosso, "vamos lá ver, isso se calhar é fácil de explicar, D. Graça", expliquei-lhe que também era vegan, quando ele me perguntou "então D. Graça, mas a senhora não é extremista? Dava fodas com o seu marido, comia carne, digamos assim?", fiquei a gaguejar, não sabia o que responder, "dava dr. Manecas, dava, sem convicção, mas dava".

Mas continuou a atacar a minha alma, "e agora que o seu marido foi embora, como faz?", tinha suores frios na testa, parecia que a minha verdade vinha ao de cima, memórias passadas que ele puxava, "bem, sr. Dr. fez-me lembrar uma coisa, espero que não seja disso", "diga diga", estava toda vermelha, não tirava os olhos do pau dele, excitava-me os movimentos, a maneira como me punha a mão nas pernas, assim no meio das coxas escorregando, que se iam abrindo quando falava, como porta entreaberta para ele entrar.

"Lembrei-me agora que eles viram-me a acariciar-me com um pepino, lembrei-me sr. Dr., deve ter sido isso", ele dava-me leves toques nos ombros, na minha pele descoberta, "pois é, está a ver, eles estão confusos, pensam que a mãe também é vegan extremista, e então o que viram?", contei-lhe que estava na cama, não sabia que tinham chegado, punha o pepino na cona, a entrar e a sair, gemia alto e devem ter ouvido, foi quando me vinha tremendo, que os vi à porta a olhar.

"E carne? já pensou comer alguma carne?", gritei logo de pavor, "ai que horror sr. Dr. não me fale numa coisa dessas", mas ele insistia, ia-me acalmando no meu sentir, "não não D. Graça, refiro-me a esta salsicha grossa que aqui tenho, quer comê-la?", agarrava o pau grosso, teso que se via nas calças, assim com a mão cheia, "que tal esta salsicha? posso tratá-la já, o que acha? imagine que é de tofu".

Respondi-lhe assim meio-sonsa, bem sabia o que queria, nem era vegan extremista, uma salsicha grossa me faria bem, "essa talvez, sr. Dr.", ele tirou-a para fora, um caralho comprido na minha boca, bem grosso bem carnívoro, era coisa que não via, fui chupando e saboreando, apertado nos meus lábios, aquele pepino vermelho, cheio de nervuras enroladas, "está a gostar da salsicha? que tal?".

"E um salpicão agora no rabo, D. Graça, alimenta, vai ver", despi-me toda depressa, não havia tempo a perder, que o mal viesse de uma só vez, virei-lhe o rabo a dizer "ai dr. dê-me com o salpicão, mas não quero ver", enterrou-mo na cona húmida, abriu-me as nádegas para ele passar, escorregando nas bordas tesas, saltou sobre mim como um animal, prazer maldito de querer mudar, partia-me a fenda qual besta solta, "ai D. Graça, é só carne, vai comer esta carne toda no cu, vai gostar".

Eu já não dizia nada, já me tinha abandonado, esquecido os meus preceitos, se eram rígidos que se fodessem!!, hoje comia carne, amanhã vegetais, sentia-o a abrir-me o cu, uns colhões de touro a balançar, a cabeça doida a forçar, "ai sr. Dr. que salpicão tão bom, sr. Dr.", apertava-me o ânus a esfregar, batiam-me nas nádegas as ancas que mexiam, subiu para cima de mim, e matraqueava-me o cu a avançar, já me tinha esquecido dos meus filhos, era coisa que não me importava, se queriam ser vegans extremistas, era com eles aceitava, que para mim passava a comer carne.

Só me lembro de me vir toda encharcada, uma torrente que estava fechada, atrás de um dique que ruiu, e fui-me embora para casa, fui ao frigorífico e vi, hoje não comia vegetais, já os meus filhos os tinham fodido.

Este negro tem o que preciso?

00:21 0
Este negro tem o que preciso?
Cheguei à praia cedo, parei a carrinha no mesmo sitio, onde há dias tinha estado com o Zé e outros amigos, sem lhes dizer para onde ia, queria era encontrar o negro, não lhe tinha prometido que vinha, por palavras ditas é certo, mas os nossos olhos trocados, foram por demais explícitos, ele sabia que eu voltaria, e eu que o procuraria, e assim foi, não aguentei e fui.

O negro guardava o parque, de um restaurante ali existente, a ordenar os carros que ali paravam, eu tinha ido com o Zé para a carrinha, numa tarde quente abrasadora, para me comer o cu às escondidas, dos amigos que estavam na praia, e ele, não sei, cá de fora deve ter visto, qualquer coisa de estranho, e foi quando o Zé me enrabava, que eu notei o negro, estava a olhar nos vidros de trás, a ver o que acontecia dentro da carrinha.

Era cedo mas esperava encontrá-lo, acho que reconheceu a carrinha, e quando dei por ele estava ali ao pé de mim, falou-me "então sempre voltaste?", via-o agora melhor do que o vira antes, era assim meio careca, mais velho do que me lembrava, um porte altivo mas resignado, de homem habituado ao sofrimento, quando lhe disse "acho que sim, aqui estou", olhei-lhe o volume nas calças, via-o endurecido entre as pernas, como se já contasse com o prometido.

Perguntei-lhe "tens alguma ideia? vamos para a carrinha?", pareceu-me ficar a pensar, por momentos numa lógica qualquer, não havia dúvidas que íamos foder, olhava para o meu rabo empinado, a medir-me de alto a baixo, o que acharia que ia fazer comigo, tremia todo de desespero, uma espécie de medo antigo, que eu de todo aceitava, só para o ter a comer-me o cu.

A língua corria-lhe pelos lábios, não acreditava na sorte, de ter um branco jovem, a desejar ser enrabado, num misto estranho de desejo e sacrifício, minha dádiva por eu ter muito, equilibrava os pratos da balança, entre a minha sorte e a sua má fortuna, ouço-o dizer "ouve, vamos para um espaço que aí tenho, uma espécie de barraco onde durmo às vezes", e fui atrás dele por um carreiro de areia e ervas.
Photo by Frankie Guarini on Unsplash
Quando entrei no barraco, senti logo um cheiro a vida abandonada, a pessoa que vive com muito pouco, o meu nariz, o meu corpo, as minhas células, soltaram-se difusas de mim, uma natureza acre dorida, voraz atingia-me o cérebro, despi-me e dissolvi os meus sentidos, não houve tempo nem reacção, quando o caralho negro duro grosso, estava na minha boca entrando, a voz dele sumida ouvi "o outro com quem estavas comeu-te bem o cu, mas eu vou-to partir todo".

Os pelos encaracolados, alguns deles já brancos, faziam-me cócegas na cara, mamava-lhe o caralho o mais que podia, o pau que agarrava na mão, com ele batia-me na boca, a empurrar-mo para dentro de vez em quando, sentia-lhe um gosto a sal intenso, "adoro comer o cu a branquinhos como tu", ouvia-o a dizer, "gostas mesmo, vais gostar deste bem grosso, vais ver".

Estava assustado, não era propriamente violento, mas também não era meigo, havia nele uma rudeza que me agradava, mas que ao mesmo tempo me causava medo, uma espécie de tom feliz por lhe dar o cu, mas um outro mais ríspido, como se fosse culpado da sua desgraça, a de ser pobre e não ter nada, e eu ter meios para realizar os meus desejos.

Virou-me de costas para ele, e via-lhe o caralho grosso muito erecto, a apontar para mim como uma arma, uma espada para me penetrar, sentia medo e sabia que ia doer, por me abrir o ânus todo para o receber, esmagou-me o corpo contra uma espécie de cama que ali tinha, e deu-me uma palmada nas nádegas, quando os dedos dele me abriam, mãos imensas que me apertavam, que entravam por mim, a alargar o buraco para ele entrar.

Fechei os olhos e esperei em silêncio a minha punição, o meu rabo estava empinado e preparado para ser fodido, quando senti a cabeça grossa, a ponta daquela cobra, a entrar por mim a forçar, o meu anel apertado e entumescido, faltou-me a respiração, numa dor lancinante que me cortava, "huhhhuhh", único som que saía da minha boca.

Queria puxá-lo para fora, que se afastasse de mim, doía-me de tão grosso que era, ele tirava e cuspia, e quando voltava, voltava a enterrar, "huhhumm, ai ai, hahhumm", gemia de dor, era demais não ia conseguir, queria à força entrar em mim sem esperar, cada vez mais dentro a entrar, arqueava-me para cima a fugir, "ai que me dói tanto", ele não parava e cumpria a sua vingança.

Foi entrando em mim, mexia-se de lado, as ancas a moverem-se, como se assim fosse mais fácil, sinto-lhe o corpo em cima, numa manta que se acomoda, e a voz dele "já o tens todo, está todo enterrado no teu cu", queria que me acalmasse, não sabia o que aí vinha, fui-me relaxando todo e abrindo, o ânus húmido alargando, sentia-lhe o calor da pele junto, abraçou-me apertado num laço forte dos seus braços, e começou a comer-me o rabo.

A pouco e pouco foi acelerando, umas vezes devagar outras mais rápido, cobria-me as costas com o corpo, a martelar-me o rabo impiedoso, uma fúria desmedida agarrava-me as coxas, entrava e saí de mim sem parar, puxou-me o pescoço apertando-o, num gesto único levantou-me no ar, o meu corpo era um guitarra, que ele tocava como queria, com o caralho grosso a enrabar-me.

Virou-me depois, para ele levantando-me as pernas, por baixo puxou-me as nádegas, para a beira de um estrado, desceu sobre mim como um mantra negro, enterrou-me o caralho no cu, sentia-lhe o hálito forte, um perfume feito de sexo e hormonas, "vou-te partir esse cu todo", batia-me nas nádegas com violência, num misto de dor conjunta, e o prazer de ter  um momento assim.

Senti-o estremecer, masturbava-me a aguardar, para me vir com ele, num esquecimento único, não havia mais mundo, estávamos só nós dois ali, veio-se, um leite quente afagou-me o rabo, a descer por mim, suspirei lânguido e vi-me também.