Outubro 2021 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Negócios arábicos facilitados

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Negócios arábicos facilitados


Eu tinha acabado de chegar a casa e acho que eles nem notaram que eu estava a entrar e a ir para o meu quarto quando ouvi a minha mãe a dizer, “por favor leva a tua filha contigo, já não sei o que fazer com ela, são só alguns dias”.


Isto era a minha mãe a dizer ao meu pai, eu sabia que ele ia viajar para o Dubai em negócios, mas também sabia que a minha mãe gostava de ter a casa vazia para receber as visitas de um gajo que ali aparecia de tarde para a foder.

Eu por mim não dizia nada, nas minhas contas era assunto deles, já chegavam os meus problemas, e eu não me metia nisso, e talvez o meu pai já soubesse, pelo menos assim me parecia.

Dou agora um salto para o Dubai, aterrámos em Abu Dhabi, era a primeira vez que ali estava, o meu pai ia ali muitas vezes, mas eram negócios e não festa, entrámos no hotel e ele disse, “filha, ocupa-te com qualquer coisa, eu não tenho tempo para ti, e por favor, não te mostres muito, as mulheres aqui são muito diferentes”.

Quando o meu pai disse aquilo, eu ri-me com as palavras dele, era a maneira dele dizer que eu não mostrasse as pernas, ou tops exibindo as mamas, ou saias curtas a ver-se as coxas, mas isso é o que eu tenho de bom, os homens ficam loucos, eles sentem o meu cheiro de cona, e fazem tudo o que eu quero.

Não liguei ao que ele disse, é claro, passei a tarde na piscina, com um bikini quase inexistente de cor de carne e liso, eu sabia, via-se em mim quase tudo, os seios salientes e os mamilos negros, uma risca da minha cona, e as bochechas das minhas nádegas, e o meu pai numa reunião com um árabe rico.

Quando o meu pai chegou parecia incomodado, ele perguntou, “o que fizeste? até o árabe soube que andavas na piscina quase nua!!”, e depois continuou, “ele vem jantar ao hotel, só espero que te comportes, não posso perder este negócio”.

Sinceramente, eu não sabia o que vestir num jantar com um árabe rico, de repente tudo o que tinha trazido parecia tão infantil, o meu pai dizia, “por favor, umas calças, não mostres a pele!”, pensei, o melhor seria ser simples, parecer despreocupada e mais mulher, de maneira que, quando ele me olhasse, eu não ficasse desconfortável.

O árabe era daqueles árabes que simplesmente se parecem com árabes, com aspeto de quem tem tudo e que isso se reflete na barriga, no modo de falar com os outros, ele olhou para mim, moveu a cabeça para o lado, a tentar ver as minhas formas do corpo, e a imaginar a minha tarde na piscina e o que lhe tinham contado.

Ele perguntou ao meu pai, “a sua filha é demais!” e como se fizesse a pergunta para mim, “tem namorado?”, o meu pai abanou a cabeça, “talvez não sei”, e o árabe, olhando para as minhas mamas e a minha boca, “ela dá-lhe problemas? deve dar”, o meu pai respondeu, “eu estou como a mãe, não sei o que fazer com ela”.

O árabe pediu para falar comigo a sós, o meu pai achou estranho, mas levantou-se e saiu, e ele perguntou, “disseram-me que tens um corpo maravilhoso”, eu olhei para ele, “porquê tanto interesse?”, ele agarrou-me nas mãos, olhou por baixo da mesa para as minhas coxas, “deves ser um vulcão”, eu sorri com um riso sem vergonha, “porquê? sou muito quente?”.

Nesta altura eu olhei também para baixo, e vi vincado na roupa dele, na Kandura branca que lhe cobria o corpo, um pau grosso e volumoso, puxou-me a falar ao ouvido, “posso pedir ao teu pai para te foder, eu posso facilitar o negócio dele, sabes?”.

Eu sorri com um ar malicioso, o árabe a pedir autorização para me foder, pensei no meu pai e no que ele diria, e eu disse, “é melhor ser eu a falar com ele”, mas ele continuou quase a sussurrar, “fodia o teu cuzinho, gostas de apanhar no cu?”, os meus mamilos explodiam, “eu adoro levar no cu, sim”, a maçã de adão movimentou-se rápido, “ai, caralho, deixa-me foder-te, tenho aqui um quarto”.


Eu subi ao quarto, ele disse que me esperava, e o meu pai perguntou, “o que é que ele queria?”, eu respondi, “não sei se vais gostar de ouvir”, ele continuou, “o cabrão passou a noite a olhar para o teu corpo”, e eu disse, “que é o que ele quer”.

O meu pai perguntou, “ele quer o quê?”, eu olhei para o meu pai, acho que o momento pedia, “ele quer comer a cona e o cu da tua filha”, o meu pai abriu os olhos, “mas o que é que ele disse?”, e eu exagerei, a sonhar com o pau grosso, “que facilitava o negócio”, perguntou ele, “e tu?”, eu respondi, “eu disse que sim”.

Ele começou a andar à roda no quarto, “foda-se, não vou deixar foder a minha filha por um negócio!”, e eu disse, “mas eu quero pai”, ele disse com energia, “queres o quê?”, e eu respondi, “quero mesmo fodê-lo”, ele dizia, “mas filha, ele é um homem”, eu sorri, “ele mostrou o caralho teso e eu estou excitada, quero muito foder”.

Ele insistiu, “mas filha, podes dizer que não!”, eu sentia a minha cona húmida das palavras do árabe, o meu corpo fervia de antecipação, queria correr para o quarto do árabe, e que ele me fodesse o cu e me partisse toda, “pai, eu não quero dizer não, eu quero muito chupar o pau dele e que ele me foda toda”.

Comecei a levantar-me e saí.

Quando chegámos a casa, a minha mãe perguntou ao meu pai, “e então? a tua filha serviu para alguma coisa? Conseguiste fazer alguma coisa dela?”, o meu pai passou e encolheu os ombros, “fechei o negócio, a tua filha ajudou muito, o árabe gostou muito dela”.

Segredos com óleo de côco

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Segredos com óleo de côco

Tínhamos combinado ir no dia seguinte até à praia de nudismo perto do aparthotel onde estávamos alojados com os meus pais, e nesse ano eu tinha-lhes dito que gostava de convidar um meu amigo para ir connosco de férias.

Ir para a praia de nudismo era quase um segredo nosso, e no caminho, eu e o meu amigo íamos rindo e eu dizia-lhe que tínhamos de ter cuidado com a pele branca dos nossos rabos e não apanhar sol a mais.

Encontrámos um sítio onde podíamos estar sozinhos, perto de uma zona de rochas e escarpas, e de pessoas só víamos as que iam passando de tempos a tempos à beira-mar, eu e ele cobrimos o corpo de bronzeador e depois já estendido na minha toalha eu pedi-lhe para pôr bronzeador nas minhas costas.

Enquanto ele ia espalhando o líquido oleoso com cheiro a coco, eu senti que a mão dele desceu pelas minhas costas, percorrendo a minha espinha até baixo, sentia-a perto do meu rabo, e depois ele perguntou, “queres que ponha no teu rabo?”, eu respondi, “no rabo eu já pus, mas tens permissão para dar uma palmada”, e ele a sorrir deu-me uma palmada na nádega, a dizer, “tens um bom rabo”.

Depois foi a minha vez, ele deitou-se na toalha, com o queixo pousado nos braços, e eu percorri as costas dele com a minha mão, o óleo escorregadio brilhava na pele bronzeada, descendo até às marcas da pele branca, escorrendo pelo rego até ao ânus, eu passei as mãos nas nádegas dele, e depois perguntei, “não gostavas de dar o teu cuzinho de vez em quando?”.

Ele virou a cara, sorriu e perguntou, “porquê? gostavas que eu te desse o meu cuzinho?”, eu reparei que alguns minutos antes tinha chegado um homem, ele deitou-se na toalha a alguns metros, e de lado, virado para nós, mostrava o caralho teso, e eu disse, “não, eu estava mais a pensar naquele homem que está ali”.

O meu amigo virou a cara e olhámos para o homem, devia ter quase quarenta anos, o corpo dele estava todo queimado do sol, tinha muitos pelos no corpo e no peito, olhámos entre nós e rimos, ele tinha um caralho enorme e teso, e ele brincava com ele com a mão, e eu sussurrei ao ouvido do meu amigo, “não gostavas que ele comesse o teu cu?”.

Ele dizia que não sabia se gostava ou não, ele encolhia o corpo de vergonha da minha pergunta, eu coloquei-me de lado, percorri com a mão o meu corpo nu, olhei para o homem e num trejeito de prazer e gozo, eu disse, “acho que vou falar com ele?”, o meu amigo respondeu, “falar? como?”.

Ainda o meu amigo não tinha dito tudo, eu levantei-me e disse, “já venho”, percorri uns metros até ao homem, agachei-me perto dele e depois de uns segundos fomos os dois até a abertura de uma rocha, eu caminhava ao lado do homem e sorria para o meu amigo na toalha.

Não sei quanto tempo passou, talvez minutos, talvez uma hora, eu regressei a correr, sentei-me na toalha, já o homem se ia embora, e o meu amigo perguntou, “estás todo suado, tanto tempo, o que estiveste a fazer?”, eu olhei para o meu amigo, “o que é que achas? tu sabes!!”, ele perguntava, “não sei!! diz!!”, eu baixei-me até ao ouvido dele, “estive a chupar no caralho dele e a dar-lhe o meu cuzinho”.

O meu amigo dizia qualquer coisa como, “és mesmo crazy, não acredito!”, e depois ficámos um pouco em silêncio, e eu depois perguntei, “já alguma vez comeram o teu cu?”, ele respondeu a correr, “e a ti?”, eu disse, “hoje”, e dei uma gargalhada, e depois continuei, “mas também antes”, ele insistiu, “mas como foi?”.

Eu contei, “foi numas férias de verão, fazia muito calor e os rapazes iam para um tanque tomar banho nus e bater punhetas”, ele ouvia e mexia o corpo na areia, “e um dia, um deles perguntou se eu lhe dava o cu, e eu, não sei porquê, disse que sim”.

Ele perguntou, “mas quando foi?”, eu respondi, “não me lembro, ele tinha talvez um ano a mais do que eu”, ele insistiu, “tu disseste que sim, e depois?”, eu olhei para ele e estava excitado, “ora depois!! ele fodeu o meu cuzinho, e eu perdi a virgindade no cu antes de a perder no caralho”.


Nós rimo-nos, e ele perguntou novamente, “mas gostaste de levar no cu?”, eu tremi do prazer que me dava contar este segredo ao meu amigo, “não me lembro de ter gostado ou não”, e ele insistiu, “e como foi?”, eu não percebia e ele voltou, “como é que ele te fodeu?”, e eu contei, “então, eu pus-me de quatro e ele veio por trás e fodeu o meu cu”.

E ele continuava, “e o caralho dele, lembras-te?”, realmente eu não me lembrava, tudo parecia ter acontecido num minuto e depois muitas coisas novas aconteceram.

Depois eu perguntei, “e tu, como foi?”, ele contou, “perto da minha casa havia um spot onde gajos se encontram para foder, e um dia, cheio de curiosidade e desejo, passei por lá, e um gajo fodeu o meu cu e também chupei um pau”, eu perguntei, “e gostaste?”, ele respondeu, “acho que gostei de os satisfazer”.

Quando entrámos em casa, no regresso da praia, a minha mãe perguntou, “então rapazes, o dia todo a apanharem sol no rabo?”, eu não respondi , mas pensei, "dói-me é o cu de ter sido fodido".

Sushi com final feliz

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Sushi com final feliz
🍣

Há quem diga que não há ninguém que não goste de sushi, mas eu devo ter essa infelicidade de não gostar, e não é que não coma, como tudo quando tenho fome, mas reconheço, é mais coisa da minha mulher.

Estava eu e a minha mulher ao balcão de um desses restaurantes a comer pequenos rolos de algas, arroz, salmão e outras coisas que desconheço, que um cozinheiro com cara de japonês, mas que falava português num brasileiro discutível, nos ia pondo à frente.

Metade das palavras que o gajo dizia em português, eu não entendia, e lembro-me que eu também disse umas palavras em japonês como “arigatō” de obrigado, ou “Anata o fakku”, de vai-te foder, que aprendi quando passei pelo Japão em negócios, e vi logo que ele também não percebia merda nenhuma.

Bom, pelo menos tinha cara de japonês, que ajudava ao ambiente, e parecia perceber do que fazia, o sakê também ajudava, ia-me desinfetando os intestinos, e ajudava-me a esquecer onde estávamos, no caralho de um centro comercial ruidoso.

A única coisa boa é que o japonês brasileiro lá conseguiu por artes de mágica isolar a atmosfera interior daquele espaço que fazia com que a fauna que estava lá fora pensasse melhor antes de entrar.

Por ali circula normalmente um tipo de bicharada que gosta de gritos, música alta, de cheiro a roupa suja, de se encostarem uns aos outros, e para quem olhe bem, com várias espécies animais em movimento, a parecer a guerra das estrelas, só falta o exterminador implacável a dizer “no problemo”, “no problemo”.

A dado momento a minha mulher aproximou-se e sussurrou ao meu ouvido, “querido, vou à casa de banho fazer xixi”, eu acenei com a cabeça a dizer que sim, e depois ela continuou, “o homem que está ao meu lado, pousou a mão na minha coxa”.

Antes de eu dizer alguma coisa, ela levantou-se e caminhou flutuando até à porta de vidro que separava este lugar silencioso da paisagem marciana lá fora, e não pude deixar de reparar que eu ainda sentia aquele toque de emoção que me levara a casar com ela.

As pernas longas e enérgicas, o rabo de pêra e as mamas nas medidas certas, o tronco e a sensualidade perfeita da mulher que a partir de um sorriso se percebe que não só é bonita, mas também inteligente.

Aproveitei para olhar para o homem que estava sentado ao lado dela, ele sorriu para mim, parecendo querer aproximar-se e falar, quando ele se inclinou mais perto, e disse, “acho que não vai ficar surpreendido por eu dizer que a sua filha é uma mulher muito interessante?”.

Eu fiquei a olhar fixamente para ele e pensei, “não era a primeira vez que diziam que a minha mulher era interessante, mas, foda-se!! minha filha? caralho, isso era novo”, ele acenava a cabeça e murmurava, “espetacular, que bela mulher, como pai deve estar muito orgulhoso”.

A minha mulher regressava quando a espécie de japonês pôs à minha frente uma merda verde qualquer, ela caminhou até mim e sentou-se no mesmo lugar, foi tão intenso que quase senti o molhado do seu xixi nos pelos da cona, foda-se!! não era fácil ser marido da minha mulher.

O vestido curto, vermelho acobreado, subiu-lhe pelas pernas, e não resisti, puxei-lhe a coxa até mim, e explorei com os dedos aqueles pelos molhados, ela aproximou-se do meu ouvido, “estou sem lingerie, querido”, enquanto o gajo olhava e eu pensava, “ela não é minha filha, cabrão”.

No meio de um tinir de facas do japonês, a minha mulher parecia surpreendida, mas sorriu para mim e deu-me um beijo na face, e eu senti que ela abriu ainda mais as pernas, para eu brincar e chegar ao clitóris dela, molhado e encharcado, quando ela disse, “eu não fiquei incomodada por ele ter posto a mão na minha coxa, tu ficaste?”.


Eu reparei que a coxa nua dela roçava a perna do gajo, quando eu disse, “não amor, eu fiquei foi por ele ter achado que tu eras minha filha”, a minha mulher quase deu uma gargalhada, tanto que sobressaltou o japonês e o seu silêncio religioso a desossar o caralho de um peixe-balão.

Ela aproximou-se do homem, colocou-lhe a mão nas calças, perto de mais do pau e disse, “não é meu pai, é meu marido”, e sorriu.

O peixe-balão estava agora destroçado em bocados, quando ela agarrou na mão dele e puxou-a para dentro das coxas, apertando-a entre as pernas, ela sorria para o japonês brasileiro, “dizem que esse peixe é afrodisíaco, se é quero mais”.

Ela pôs um braço em volta do meu pescoço, e eu sabia que os dedos dele acariciavam a cona da minha mulher, ela sussurrou ao meu ouvido, “amor, não aguento mais, vamos para casa”, e depois ela inclinou-se sobre ele e disse qualquer coisa que só percebi quando ele se levantou.

Há dez anos que eu fodia a minha mulher, e nunca me cansei dela, mas agora seria diferente, ela entregou-se a ele.

Relógio em noite suada

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Relógio em noite suada

Mas que noite do caralho!! Imaginem cada célula da minha pele a largar água toda a santíssima noite. Lembro-me de passar a noite a passar as costas da mão na testa e de retirar para o lado uma espécie de líquido espesso gorduroso que eu salpicava para o chão.

E foda-se!! houve momentos em que o meu sono era substituído por tempo acordado a segurar na ponta do meu caralho murcho, a apontá-lo para o alto, só para dar oportunidade aos colhões de respirarem e não morrerem afogados.

Os colhões esses, eu tinha de os ir virando, como se viram os frutos, do aquecimento que vem por baixo, para desgraçados, apanharem um pouco de ar fresco, duas bolas gordas coladas, do suor que escorria nas minhas pernas.

O sol parecia que queria aparecer, e lembro-me de ter decidido levantar-me, deambular nu pela casa, ainda olhei para a minha mulher deitada, também um corpo nu molhado, o rabo redondo para cima, um brilho de suor no rego, ontem à noite comi-lhe o cu, e foi o que me ocorreu.

Agora estou aqui sentado no sofá. A minha única atividade, para além de respirar, claro, e de estar a afagar os colhões, é olhar para um relógio de parede enorme, que a minha mulher decidiu comprar recentemente, e que diz que são quase oito horas da manhã.

Na altura que ela comprou esta merda a única coisa que me ocorreu dizer foi que apesar daquela merda ser enorme, o tempo que passava era sempre o mesmo.

Mas acho que me perdi no tempo, acho que desde as sete horas da manhã que estou a olhar fixamente para esta merda enorme, como se o tempo, ou melhor, a passagem dele, não fosse já uma coisa deprimente, tinha ainda isto para me lembrar.

Cada segundo olhado, parece e é, caralho!! cada segundo perdido, e a merda não é só do relógio, é do que vamos fazendo com o tempo, e este sobressalto que me dá, é que nada vai acontecendo, e vejam bem, nem que fosse qualquer coisa pequena, que dissesse que alguma coisa tinha mudado.

Agora estou aqui a olhar para o caralho do relógio enorme, estou a brincar, ou melhor a descolar, os meus colhões molhados, que vou girando na mão, à medida que penso, o meu caralho a ficar teso, e eu a pensar em quê? na amiga da minha mulher que conheci ontem à noite.

Para além do caralho do relógio enorme, a minha mulher também tem destas coisas!! Ao longo do tempo ela apresenta umas amigas que eu já sei que existem há muito tempo, mas de forma racionada, mais ou menos uma por ano, principalmente depois de ela saber que se casaram, para eu as poder conhecer.

Pelas minhas contas, algumas dessas amigas que eu imagino que são as melhores, as “peligrosas” como a minha mulher lhes chama, só as conhecerei já depois de velhas, ou se tiverem um problema qualquer, diz ela que eu não sou de confiar, com as minhas crises existenciais.

Agora que estou aqui a pensar e a olhar para o caralho do relógio, a sentir no corpo cada segundo que passa, eu gostava que a minha mulher se levantasse, e sem palavras, vendo o meu sofrimento, se ajoelhasse entre as minhas pernas, e chupasse o meu caralho, eu fechava os olhos e viajaria um tempo no espaço.


Isso não seria uma mudança, mas seria um começo!! E o caralho da amiga dela de ontem à noite e o seu marido de fresco? Mas que suplicio!! Um calor do caralho, expetativas e planos, um futuro exige tempo, e eu a sonhar com cona.

Imaginava-me a penetrar aquela amiga, a olhar insistentemente aquelas pernas roliças, a ver se via mais qualquer coisa, mas também penetrava aquela mente, politizada como a da minha mulher, já estava tudo decidido, os planos eram os de todos, quando eu me perguntava, “não era mais fácil serem só putas”.

As pessoas quando estão dominadas por estes planos riem-se muito, e ocorreu-me pensar se algum dia poderia foder o cu daquela amiga, como fodi esta noite o cu da minha mulher, quando ela decidisse chorar, compreender a passagem do tempo, e que as melhores coisas não se planeiam.

Se calhar nem me importaria que o marido de fresco alegre, fodesse o cu da minha mulher, enquanto eu fodia o cu da mulher dele, isso é que era uma mudança!! E caralho, era imediata, não teríamos todos de esperar que os sonhos, como acontece sempre, se desvanecessem no tempo.

Só os sonhos reais se aguentam um pouco mais!!

Ouvi agora um som vindo do quarto. A minha mulher acabou de dar um peido, e isso é bem real.

Ontem à noite quando chegámos a casa, não aguentei mais, eu fiz o que podia, eu comi o cu da minha mulher logo ali na sala, gozei no cu da minha mulher a imaginar a foder o cu da amiga.

Olho para o caralho do relógio a pensar que se calhar é a única mudança que podemos ter agora.

Bicha não se endireita nunca

23:08 0
Bicha não se endireita nunca

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A história começou a semana passada com o meu pai a chamar-me ao escritório lá da merda da empresa dele. Quando cheguei também lá estava o Sergei, o caralho de um russo com cara de vodka, seco como uma vara de marmeleiro, o novo encarregado que o meu pai arranjou para tomar conta das obras.

O velho deixou-me cá fora à espera enquanto falava com o caralho do russo lá dentro e não fez esforço nenhum para que eu não ouvisse a conversa toda, dizia ele, “eh pá ó Sergei estes miúdos de hoje não dão valor nenhum ao trabalho que nós tivemos de ter para ter qualquer coisa”.

O Sergei não abria a boca, mas eu pensava, “trabalho o caralho, meu cabrão!! o que tens, foi de teres andado a enganar alguém”, mas ele continuava, “estes gajos hoje têm tudo, quase não precisam de fazer merda nenhuma, é dinheiro, é carros, viagens, jogos de computador, tudo”.

Depois o meu pai continuou, “Sergei, e o pior agora? não bastava este gajo não querer fazer nada, agora anda nessas modernices, ele foi contar à mãe dele que é bicha, bicha Sergei!!”, o Sergei abanava a cabeça, e o meu pai insistiu, “a culpa é toda da puta da mãe dele, que o mimou de mais”.

Esta conversa era uma espécie de consequência da conversa que eu tivera uns dias antes com a minha mãe, eu dissera-lhe a ela que queria sair do armário, e que a minha inclinação sexual era por homens, na altura a minha mãe sorriu, eu não lhe dera novidade nenhuma, será que podemos esconder alguma coisa das nossas mães?

O meu pai gritava ou quase, o Sergei estava em absoluto silêncio, como se isso fosse fácil para um russo, “bicha Sergei, o meu filho disse à puta da mãe dele que gosta de levar no cu”, e depois terminou à espera da reação do russo, “é por isso Sergei que eu vou entregar-te o meu filho para te encarregares de fazer dele um homem”.

Desta vez, pareceu-me ouvir o caralho do russo a balbuciar uma merda qualquer que não se percebia nada, “mas patrão, como eu fazer isso no seu filho?”, o meu pai respondeu, “levas o bicha do meu filho para as obras e o cabrão vai dobrar-se no duro”.

O Sergei perguntou, “mas patron … o que vai fazer ele nas obras?”, ele respondeu, “tudo o que houver para fazer, tu é que sabes, o cu dele é teu, faz do cu deste bicha o que quiseres”, o Sergei insistia, “mas patron .. esta obra onde andamos é muito longe, muitos quilómetros, onde é que o seu filho vai dormir? e depois patron, os homens são muito maus, muito diferentes do seu filho, sem educação, estão sempre a dizer caralho aqui e caralho ali”.

O meu pai pareceu irritado, não havia ali grande espaço para negociação, de maneira que ele terminou, “Sergei, não quero saber, amanhã levas o bicha do meu filho para as obras, e é como eu te digo, faz dele um homem, o cu dele é teu, faz do cu deste bicha o que quiseres”.

E foi assim, no dia seguinte fui enviado para a merda de uma terra qualquer, no caminho eu e o Sergei praticamente não falámos, eu pensava e ria por dentro, “a preocupação dele devia ser o que fazer com o meu cu no meio de outros homens mais duros”.

Quando chegámos, a primeira coisa que senti foi o tempo, não me tinha afastado de casa mais de duzentos ou trezentos quilómetros, mas era o suficiente para eu sentir o peso de céu sobre mim, e uma espécie de aperto húmido que me impedia de respirar convenientemente.

E depois o espaço, o terreno era caótico e desconfortável, a lama, água da chuva, pedras, valas, caralho!! merda! para caminhar de um sítio para o outro era um esforço do caralho, quase perdia o equilíbrio, alguns homens que ali estavam riam-se da minha forma quase feminina de caminhar.

Quando o Sergei apontou para um contentor, eu ainda perguntei, “o que é aquilo?”, embora eu já soubesse a resposta, era o meu alojamento e o deles, o Sergei disse, “é melhor ficares a dormir no meu contentor”, eu olhei para o caixote branco queimado pelo sol, sujo de porcaria e salpicos de terra vermelha.

A noite chegou depois, mais excêntrica que o dia como é seu costume, dentro do contentor havia um certo fedor a despreocupação e transitoriedade, eu deitei-me na minha cama, ainda com uma espécie de pijama ridículo, quando o Sergei entrou trazendo com um ele um cheiro a álcool puro, e tirou a roupa toda, ficando nu só com os boxers.

Eu apreciei-lhe o corpo nu, banhado apenas por aquela luz crepuscular do sol que insiste em manter-se agarrado à terra, e senti nele um certo desconforto pelo meu olhar, eu pensava que durante todo o dia praticamente não tínhamos falado, e afinal, pensava eu, o que teria eu para dizer a um russo tão diferente de mim, em que só por acidente os nossos caminhos se cruzariam.

Ele sorriu para mim e disse, “a noite aqui é sempre muito quente”, eu levantei-me no meu pijama ridículo e fui para a porta do contentor e senti no corpo o que ele dizia, a noite trouxera um calor africano, quase tropical, uma humidade esmagadora feita de vapor molhado.

Eu virei a cabeça e percebi que o corpo dele estava banhado em suor, gotas salgadas alojavam-se nos caminhos sinuosos dos seus músculos e assaltou-me logo um desejo forte, “adorava que aquele homem me fodesse o cu, ali e agora”.

O contentor também não ajudava, a torrar ao sol durante o dia, agora era uma estufa, uma sauna de ferro, eu virei-me de novo para o Sergei, “vou tirar a roupa, não aguento!!”, ele acenou com a cabeça a dizer que sim, e respondeu, “eu também não consigo dormir com roupa”, e tirou os boxers.


Enquanto eu tirava a roupa e me punha também todo nu, não sei porquê, eu pensei, “um homem nunca fica verdadeiramente nu enquanto não se vê o caralho”, e agora eu podia ver o dele, grande e grosso e bastante teso que ele não fazia nada por esconder.

Ele perguntou, “és mesmo bicha como o teu pai disse?”, eu sorri para ele, “porquê? estás interessado?”, ele continuou e riu-se também, “o teu pai disse que o teu cu é meu, e que eu que podia fazer dele o que eu quisesse”.

Eu soltei uma pequena gargalhada, “e o que é que queres fazer com o meu cu?”, ele respondeu e agarrou no caralho teso, “o meu pau está cheio de fome, e adoro as tuas nádegas de rapaz”, eu olhei para ele com uns olhos húmidos, estendi-me na cama, e enquanto eu passava a mão pelas nádegas, a acariciá-las, “gostavas de foder o meu cuzinho? ele também está com fome”

A minha respiração pesava, o cheiro a homem dele entrava intenso no meu nariz, e até lá fora, a noite ouvia-se num vento que pedia o corpo dele sobre o meu, o meu ânus tremia de desejo e antecipação, ele olhou para mim mais sério, e disse, “ai, caralho, tens um cuzinho tão bom”.

Ele levantou-se e saltou para a minha cama, a pele dele colou-se à minha, o corpo seco que eu admirara cobria-me e unia-se ao meu, eu senti o pau dele a roçar o meu ânus, duas garras abriram-me as nádegas, e só tive tempo de fechar os olhos e gemer, “haaaaaa, humm, fff, hum”, quando o caralho dele penetrou.

O meu ânus abriu-se todo, num anel apertado que prendia aquele pau grosso dentro de mim, “haa, aihm, ohh, aihmm, foda-se! haa, fode o meu cu, aaai caralho”, ele começou a martelar as minhas nádegas, as ancas dele iam e vinham, o caralho dele entrava e saia, cada vez com mais força, e eu sentia nos nervos do meu ser uma das melhores fodas que eu estava a ter.

Ele puxou o meu rabo para cima, montou-se em cima de mim, e enterrou o caralho no meu cu até ao fundo, a bater com força, cada mais acelerado, “haa, aihm, parte o meu cuzinho todo”, quase não aguentava, ele começou a estremecer e eu comecei-me a vir, até que eu o senti tombado pelo cansaço de me foder.

Quando eu adormeci foi com o pensamento de que iria ficar ali a trabalhar durante meses, que eu seria a puta dele, e que o meu pai tinha dito que o meu cu lhe pertencia .....