O meu sexo com súbditos do reino da Dinamarca - Biografias Eróticas

O meu sexo com súbditos do reino da Dinamarca

Tínhamos conhecido os nossos amigos dinamarqueses, a Alicia e o Peter, no parque de campismo de Lagos, no Algarve. Eu e o Bruno aproximámo-nos das filhas deles, mas foram eles, os adultos, que tiveram o nosso interesse.

Passávamos tempo com eles na praia, no camping, e a pouco e pouco, nem eu, nem o Bruno, pouco mais que adolescentes, eles já nos seus quase quarentas, disfarçávamos os nossos olhares para os corpos da Alicia e do Peter.

As filhas desapareciam com uns algarvios que as andavam a comer, e eu não perdia tempo a admirar o belo corpo da Alicia, a mirar-lhe as mamas nuas, a calcinha do bikini na zona da vagina, cheio de tesão não escondido, que a fazia sorrir, com os meus olhos a desejá-la, mesmo à frente do Peter.
Ao Peter, mirava-lhe o corpo definido, os calções apertados, os pelos do peito, o enchumaço volumoso entre as pernas, num olhar presente, com o meu ânus tremente, a desejar num momento escondido, quisesse ele,  que me viesse ao cu.

Lia-lhes nos olhos o pensamento de que eu e o Bruno fodíamos um com o outro, para eles, uma verdade que não escondíamos, com a Alicia a ver-nos comprometidos, juntos no parque de campismo, na tenda, a sair nas horas de maior calor, e a mim que me vira  a entrar nela com um homem muito mais velho.

Nessa altura, já tinha ido ao cu do Bruno, e algumas vezes nos dias que se seguiram, quase que corríamos vindos da praia, com os corpos a ferver, diretos do sol para a tenda, onde depois fodiamos.

Nessa altura também já tinha sido enrabado violentamente pelo boi, um homem mais velho que conheci junto a piscina, que a Alicia viu, a quem eu provoquei, a pedir-lhe que me viesse ao cu e foi.

Mas agora, a Alicia, olhava para ela, na praia ou junto ao bungalow deles, e reconhecia-lhe um interesse novo em mim, não sei se me provocava, a tocar no meu corpo e no corpo dela, a abrir as pernas para mim, a pedir que estivesse mais perto dela, a passar a mão pela vagina, a encontrar os olhos dela nos meus, a oferecer-me  o que tinha.

O Peter interessava-se mais pelo Bruno, admirava-lhe o rabo redondo, que ele se esforçava por mostrar, aproximando-se dele junto ao mar, a tocar-lhe e a fazer-lhe perguntas,  com o pau teso, atravessado nos calções, que já não conseguia esconder.

Para minha inveja, via o Peter a brincar com o Bruno, quase a abraçá-lo e a tocar-lhe, queria eu que ele me viesse ao cu, obsessivos à nossa espera que chegássemos à praia ou passássemos pelo bungalow.

Os nossos silêncios de todos, as meias palavras, os nossos rabos expostos, o meu tesão pela Alicia, o mostrar-lhe o meu pénis teso nos calções, os lábios dela, os gestos, os sorrisos, as promessas feitas, o tesão do Peter, a olhar fixo para o rabo do Bruno, não lhes escondiam o desejo deles, nem nós o nosso, consentidos,  do que queriam, que eu fodesse com a Alicia, e o Bruno com o Peter.

Falávamos eu e o Bruno, sobre a Alicia ser uma mulher tesuda, do quanto desejava fodê-la, de parecer estar a dar-se a mim, de passar os dedos na vagina, a dizer-me "miúdo vem-me à cona, o Peter já disse que não se importa".

Do Peter, dizíamos que olhava muito para os nossos rabos, mais o do Bruno, sem fingimento ou vergonha, não falava, mas dizia, "putos, deixem-me ir-vos ao cu, é o que vocês querem".

Naquela tarde, na praia, tinha visto o Bruno junto ao mar a falar com o Peter, e quando se aproximou de mim, disse-me "O Peter perguntou se mais logo queríamos passar no bungalow", eu disse "podemos passar".

"Ele perguntou-me também se eu gostava de fazer sexo com ele", continuou. "Disse-me que a Alicia gostava de fazer sexo contigo, pediu-me para te perguntar, o que achas?".

Ouvi o Bruno, olhei para a Alicia e o Peter, deitados lindos na areia, o meu sorriso para eles foi largo, de aceitação, de inveja também, o Peter com o pénis teso, preparado já, a querer eu a Alicia, mas também o Peter, que ele me viesse ao cu.

Perguntei ao Bruno "Sabes que ele quer ir-te ao cu, queres dar-lhe o cu?", "Quero, e tu não quererias?", respondeu. "Claro que queria, estou cheio de inveja", disse.

Era quase noite quando fomos para o bungalow. Como sempre as filhas deles tinham desaparecido, éramos só nós, tímidos e  imperfeitos, experiências de verão, uma memória de casal, guardadas só para eles, e sem saber como começar, a Alicia a olhar para os meus calções, o Peter para o rabo empinado do Bruno. 

A Alicia puxou-me para ela, deixou cair um vestido a parecer seda, toda nua agora, e como se eu fosse um menino, tirou-me os calções e a t-shirt, pondo-me também nu. Não me deixou falar, nem quando soltei um suspiro ao meter o meu pénis já teso na boca.

O Bruno e o Peter despiram-se também de seguida, e fugiram juntos, quase de mão dada, para um dos quartos do bungalow. Olhei para o Peter, vendo agora um pénis grande e rijo, que eu também desejava, tivesse paciência, não se iriam já embora, fizesse eu para o conseguir.

Não foi no dia seguinte, nesse o Peter, directo da praia, levou o Bruno para o bungalow e enrabou-o mais uma vez. Foi quando o Bruno saiu para qualquer lado, e apanhei o Peter junto aos chuveiros, e quase o ameacei para me enrabar.

Metemo-nos no chuveiro, baixei os calções, e ele quase zangado, a sentir-se obrigado, enterrou-me o pénis no cu, sem carinhos ou cuidados, ali em pé, abri-lhe as nádegas, e ele à força bruta enrabou-me, comigo doido, a vir-me todo.

A Alicia mamava-me também à doida, um pénis novo, de um puto novo, punha-a maluca. Agarrava-lhe na cabeça, e movimentando as minhas ancas em harmonia com a boca dela, empurrava-lhe mais para dentro o meu caralho teso.

Dominava-me todo, já comigo na cama, a lamber-lhe a vagina que abria toda para mim, uns lábios fartos e rosados, uma fenda húmida que eu corria com a minha língua à vontade do corpo dela que arqueava para trás em gemidos de prazer e tesão.

Saltou para cima de mim, eu não mandava nada, bastava o meu corpo bronzeado e quente, o meu pénis rijo e erecto, a empurrá-lo com as mãos para aquele corpo perfeito e lindo, as ancas, as nádegas a descerem sobre mim, num movimento ritmado e divino, o meu caralho a fodê-la até ao fundo, sobre as ordens e o querer dela.

Virou-se e em posição, via-lhe os lábios grossos por trás que eu já comia, satisfazia-a porque o exigia, que a comesse com todas as minhas forças, que não fosse meigo,  gritava-me, matraqueava-lhe com rapidez e violência as comissuras da cona, entrando nela como instrumento do seu desejo.

Abriu-me uma nádega e ordenou-me que lhe fosse ao cu, enterrei-lhe o meu caralho no rabo, penetrando-a sem esperas ou perdão, como ela queria, era verão, só queria era ser muito fodida, até que a sentir depois de vários gemidos a estremecer de prazer e loucura a vir-se toda e com ela também eu.

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