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A profecia 2º - Chef dança e muda e ia

19:01 0
A profecia 2º - Chef dança e muda e ia
Já tinha passado um mês que eu estava grávida do pingo de esperma do Professor Ricardo, ele e a Professora Cacilda tinham desenvolvido a máquina, o Lukvis Masturbating Vibrating Sex Machine, e, com muito esforço, ele espremeu-se todo, e lá conseguiu extrair do pau teso, uma gota do precioso liquido, para iniciarmos uma nova humanidade.

E para cumprir a profecia, que o antigo fragmento dizia, ou era a máquina, ou era o broche, ou como dizem no Brasil, o boquete, o Professor Ricardo ainda tentou, pedir a mim e à sua mulher, dizia ele, "batam uma punheta por favor, ou chupem o meu pau murcho, façam tudo o que puderem, nós temos de salvar o mundo", mas enfim, ficou tudo resolvido.


Os mantimentos começavam a escassear, nós éramos três a comer, na gruta distante em que estávamos, há dois dias que comíamos morcegos, a professora Cacilda e eu a apanhá-los, eles saiam à noite em debandada, nós batíamos-lhes e eles morriam, a professora Cacilda fazia-os depois fritos, numa fornalha da merda que os bichos deixavam.

As condições eram duras, lá fora a humanidade, ou o que restava dela, caía de apodrecida, no corpo e nas ideias, e não podíamos misturar-nos, até que surgisse um novo mundo, e porra!! para o professor Ricardo, que ele não contribuía com nada.

Dia após dia, desde que fomos para a gruta, ele escondia-se lá ao fundo, ele e o Lukvis, sempre a esfregá-lo, a fazer exercícios, no pau estendido, eram gemidos que de lá vinham, a professora Cacilda só dizia, "oh Teresa mas o que anda o caralho do Ricardo a fazer? e que barulho é este? parece um gato a gemer?".

Eu respondia, "oh professora, o professor Ricardo só pensa no Lukvis, passa o dia a esfregá-lo no pau, para ver se ele cresce mais, não o ouve a ele a gemer?", ela depois gritava irritada, "caralho Ricardo, que é que estás a fazer? vem ajudar caralho!! há morcegos para caçar".

Mas lá do fundo da gruta, de um buraco escuro onde ninguém vê, ouvíamos a voz sumida, "deixem-me, o Lukvis é uma maravilha, mais dois pingos de esperma, vou fecundar mais gajas", a professora Cacilda olhou para mim, "o meu marido está doido, e a culpa é tua Teresa, deste a ideia da máquina, e ele agora não quer outra coisa".

O velho estava maluco, a professora Cacilda a descompensar, só dizia, "porra!! estou farta de comer morcegos, e eles aumentam o tesão, o meu marido bate punheta com o Lukvis," e depois olhava para mim, "bem vistas as coisas, Tereza, só cá estamos as duas", eu olhei para ela e ri-me, perguntei a ela, "o que a professora Cacilda quer dizer com isso?".


Ela avançou para mim, a fazer uma dança sensual, o corpo movia sem  parar, e eu pensei, "meu deus, que continua uma bela mulher", eu não era fufa mas desejava, há muito tempo que não fodia, só um dedo me puseram na cona, para entrar o pingo de esperma, só que isso não contava, apetecia-me um caralho grosso e rijo, que isto de comer morcegos, também me excitava.

Ela foi-se aproximando, fazia um circulo ao meu redor, como dançarina do ventre oriental, vi-a nua num véu transparente, os mamilos rijos e espetados, as pernas que arqueava, quando estendia os pés finos, "Teresa, deixa-me amar-te, dá-me o teu corpo", mas e eu que pensava, "o que dirão de mim os outros?".

No fundo da gruta ouvia-se o gemido, "hum hum, vou recolher material ainda quente", só o esforço físico que fazia, a esfregar o Lukvis no caralho, a professora Cacilda ignorou-o, continuou a fixar-se nos meus olhos, junta sentada ao meu lado, senti-lhe a boca húmida a dizer-me, "Teresa porque te preocupas com os outros, se amanhã só cá estamos nós, ah esquecia-me, e o produtor de esperma".

Queria muito dar-lhe um beijo, ela tinha lábios grossos, experientes nas palavras proferidas, e no amor em tudo o que ela fazia, e eu deixei-me ficar, sólida e ancorada, a onda de desejo que se aproximava, abrangente, enorme, a cobrir-me, de volúpia, de desejo realizado, a atingir-me, quando os nossos mamilos se tocaram, numa caricia, num encontro esperado.

E os meus lábios nos dela, as línguas, os dedos que me entraram na cona, húmida, encharcada, de querer muito aquele dia, aquele momento, de nem ser mulher, nem ela homem, apenas dois seres encontrados, ela puxou-me as pernas, a descer por mim, nos mamilos, no ventre, entre as minhas coxas, o calor do meu clitóris, abriu-se, a dar-se, à língua molhada dela.

Esqueci-me de tudo, da gruta, dos morcegos, do ruído de uma nascente, e até do gemido do professor Ricardo, o meu corpo arqueou-se alto, "ai professora Cacilda, que me venho toda", estremeci a abanar-me, senti o liquido que saía, a encher-se a cona toda, como um lago, um campo, uma margem alagada.

Estávamos ainda deitadas, abraçadas uma à outra, quando apareceu o professor Ricardo,"tenho mais pingos de esperma, não sei porque se dão ao trabalho, vou precisar de uma de vocês!".

Perguntámos as duas ao mesmo tempo, "para quê?,", continuou ele, "o lukvis masturbating vibrating sex machine é muito eficiente, mas já me dói o braço, uma de vocês vai ter de o pôr funcionar, agarrar e esfregar", ainda ouvi a professora Cacilda dizer, "vai mas é bater punheta no caralho", e ele lá foi a ruminar, "estas gajas, querem ser muito modernas".

O meu noivo não pode saber

21:45 0
O meu noivo não pode saber
Tenho andado aterrorizada com esta última situação do meu ex-namorado e, confessionário, eu ainda não decidi como resolver, se peço conselhos à minha mãe, se eu faço o que tenho pensado, mas ele é tão estranho e, bom, nunca confiei nele, e então agora, que me estou casando.

De alguma maneira, ele soube que eu ia casar, e telefonou para mim, "então Frederica? não me vais convidar?", eu não fiquei surpreendida, e disse, "convidar para quê?", respondeu ele, "ora, não sejas estúpida, para o teu casamento, claro".

Eu já sabia o que esperar, o meu noivo não ia gostar, e de pensar o que podia fazer, eu disse para ele, "eu não te posso convidar, fica mal, entendes.".

Continuou ele, "mas fica mal porquê? é o que é que ele pode pensar?", não sabia o que lhe dizer, só não o queria no casamento, "pensar? o que é que achas que podia pensar?", houve assim certo silêncio, "então separámos há pouco tempo, e já te vais casar?", fiquei mais aliviada, "eu disse-lhe, não há problema".

Voltou ele, "e quando tu me chupas no pau?", porra!! agora eu já me estava a sentir fodida, "mas que chupas?", disparou ele, "então se chupas no pau dele, ele deve imaginar que tu chupas também no meu pau", já estava a ficar preocupada, "eu chupo o pau dele, mas acho que ele não pensa nisso, de eu dantes chupar no teu", e não sei porquê havia uma respiração ofegante, "e o cu? costumas dar-lhe o cu?".
Estava irritada com a conversa, "dou mas não tens nada a ver com isso", pareceu-me que se estava a rir, "disseste-lhe que gostavas de eu te comesse o cu? e o meu pau é melhor, não?", ele ia dar-me problemas, sempre foi muito alterado, "não lhe disse claro, se o teu pau é melhor ou não, não interessa, gosto dele."

Pedi-lhe depois que não estragasse tudo, o que tinha tido com ele já era passado, que tínhamos tido bons momentos, que agora era um novo caminho, e não é que o cabrão!! começou a fazer chantagem.

Dizia ele, "Frederica, tudo bem, mas me dá uma foda para a despedida, sabes o quanto adoro te comer, querida", e confessionário, foi neste momento que eu fiquei dividida.

O que eu haveria de fazer, já conhecia o meu ex-namorado, ele ia dar problema concerteza, e perguntei, "tu deves estar doido, eu vou-me casar com outro", mas ele insistia, "tudo bem amor, ele deve ser boa pessoa, mas tu estás me devendo uma foda, da última vez que foste embora".

Ele é um obcecado, sempre me fodeu bem reconheço, numa altura eu me vim embora, mas eu tinha prometido, eu estava pois em divida, mas tudo isso era passado.

Eu necessitava de ganhar tempo, lhe disse que depois telefonava, e fui falar com a minha mãe, eu lhe disse que tinha um problema, expliquei para ela o ele queria, lhe dar o cu e fazer mamada, mas minha mãe é um espectáculo, ela disse, "não tem problema filha, me dá o telefone dele e eu resolvo, se casa com teu noivo e fica descansada".

Só sei confessionário, que o meu ex-namorado me telefonou uns dias depois e me disse, "Frederica está tudo bem, tudo resolvido", fiquei pensando no que tinha dito, "resolvido? como?", respondeu ele, "sim, estive com a tua mãe, é um espectáculo e boa execução, maravilha, muito superior, muito superior, não há mais divida, está tudo pago".

Bolsonaro tem que ser estudado

18:00 0
Bolsonaro tem que ser estudado
Tudo bem aí pessoal, sabe é coisa de actualidade, eu venho reclamar aqui no biografias eróticas da discussão que tive com meu marido e desse pessoal da mídia falando mal do meu presidente, Jair Bolsonaro, ele está sabendo do que está acontecendo, eles andam inventando estória só para ficar dando mole, e isso não está certo, pessoal tem de trabalhar, #BrasilNaoPodeParar (#Brasilmustnotstop).

O meu marido me disse, "não saia de casa, amor, a gente tem que se distanciar", e isso até nem é problema, o pior veio depois quando eu perguntei, "e o Bruno meu amor?", ele ficou olhando "Bruno? Que tem Bruno?", eu não estava acreditando "amor, Bruno anda me fodendo, você sabe, é meu freguês, eu não passo sem ele me dar no cu, amor".
Se essa merda não é problema o que estou fazendo de máscara mais este cara aqui ao lado 
O meu marido contou que tinha falado com Bruno, que o melhor era ele se recolher, era dar um descanso na mulher, que voltava a me foder, bem depois da quarentena, eu ouvi isso e fiquei maluca, "depois da quarentena, você está maluco, não vou aguentar, você sabe, o meu cu precisa do Bruno, sem ele não posso passar".

Ele dizia, "mas amor não dá, você compreende, isto aí não é para brincar", eu só sei que fiquei furiosa, disse logo para ele, "mas você não ouviu o presidente? O Jair disse que nada acontece aos brasileiros", e começou nossa discussão, o meu marido disse agitado "mas menina amor, não liga para esse cara, ele não está vendo nada, o caralho trabalha na imaginação, ele mistura corona com gripe suína, isso aí não é brincadeira".

Caralho!! o meu marido me irritava, se Jair era presidente, de certeza se aconselhava, com muita gente que sabia, mas verdade seja dita, eu estava me cagando nisso, eu queria mesmo era Bruno, para voltar lá em casa, para foder meu cu todo, eu estava muito sofrendo, e disse assim para o convencer "amor, o Jair disse que os brasileiros não pegam nada, tem que ser estudado, e ora porra !! Bruno é brasileiro, amor".

O meu marido entrou ferindo, "não pega o caralho!! ele é que tem de ser estudado, ele anda dizendo besteira", mas eu estava lutando "amor, brasileiro não pega nada, olha o que ele está dizendo, que sujeito pula num esgoto e sai mergulhando, não acontece nada com ele", o meu marido estava perdendo a cabeça, "caralho menina, eu sou lá de mergulhar em esgoto, menina, esse cara está maluco".

Eu tinha de insistir, toda a gente sabe, mulher no fim sempre ganha, "amor, pensa bem, é o que diz Jair, brasileiro passa o tempo a foder, vê bem amor, é cona é cu, tudo serve para furar, vírus e bactérias viram amigos, se juntam em confraternização, e quando corona chega, olha aí e diz assim, vamos embora meu irmão, porra!! que isto é carnaval, aqui a gente não se safa não".

Gualcir, meu marido estava esgotado, ele bem sabia o que eu precisava, de Bruno em casa trabalhando, me fodendo o cu no habitual, dizia então o meu marido, "mas amor, e virtual, trabalho remoto, ele podia bater punheta para você, e assim você mata a saudade, meu amor", eu disse logo para ele, "caralho!!, que punheta bate você, fica aí vendo eu levar no cu, se não me trás Bruno, quem mata você sou eu".

Eu ameacei meu marido, dizendo bem alto para ele, eu me cago em Bolsonaro, meu slogan é para valer, #BrunoNaoPodeParar (#Brunomustnotstop), eu preciso de levar no cu, e fui percebendo logo, que ele resistia muito, alterei pois minha estratégia, "amor, você gosta de Bruno? gosta de ver ele foder meu rabo, amor?", ele reconheceu "gosto sim, amor, ele fode bem você".


Eu continuei, "e então? o pau dele, bem grosso no meu cu, você gosta, meu amor?", ele já não resistia, "é verdade meu amor, eu adoro ver você levando no cu", vi que ele estava pensando, soluções eram com meu marido, ele sempre resolve meus problemas, "é isso aí amor, eu posso pedir a Bruno para fazer quarentena com a gente, o que acha? assim fica comendo o seu cu a toda a hora, amor?".

Eu estava radiante, era luz ao fundo do túnel, meu cu andava ardendo, foram quinze dias de tesão, não via Bruno há muito tempo, bem que estava precisando, "amor, acho bem, convida ele aqui para casa, que maravilha, amor, você é um génio".

Mas meu marido queria ganhar, discussão é discussão, ter convicção no que dizia, ainda mais com a mulher, de Bruno foder meu cu, ele logo logo decidiu, mas na questão principal, não mudou o que sentia, "mas me diz, amor, reconhece, Bolsonaro é de outro mundo?", e eu respondi, "é verdade, meu amor, o melhor é mesmo ficar em casa"

A profecia 1º - Raios fazem riscos no cu

22:06 0
A profecia 1º - Raios fazem riscos no cu
Que posso eu dizer. 

Há dias atrás eu tinha tropeçado naquilo, nós podemos procurar procurar, mas é assim, é por acaso que se descobrem tesouros, ou se tem, sem ensejo ou empenho nenhum, conhecimento de muitas desgraças. E achava eu, eu estava segura que eu tinha descoberto uma coisa importante.

Eu tinha de falar com o professor Ricardo, só ele podia confirmar a minha teoria, mas já sabia que quando o velho me ouvisse, ele certamente pensaria, o que dá a uma mulher jovem para ser antropóloga, passar tempo de vida estudando textos antigos, e línguas mortas que já ninguém fala.

Antes já tínhamos tido alguns atritos, eu procurava-o para tirar dúvidas, e ele dizia-me mal educado "porra Teresa que você é mesmo chata, a menina anda só no segundo ano de curso, e até os seus colegas mais velhos não me incomodam tanto".

Eu costumava amuar, depois de mostrar as mamas, amuar é a melhor arma das mulheres, "mas professor Ricardo, eu preciso da sua orientação", mas ele não hesitava, ele olhava-me para as mamas e para o rabo, e dizia logo, "agora não porra!!, estou aqui entretido com uma coisa".

Mas desta vez ele tinha de me ouvir!

Procurei-o no gabinete da universidade, e quem fui encontrar à porta dele? a Luzia, eu pensei eu logo para mim "mas que puta! gasta aqui a vida, ela é capaz de tudo pela nota, não tem paixão nem interesse no que estuda, se ele fosse mais novo, estou certa, ela dava o cu para o professor.

Perguntei-lhe "então Luzia, o professor? Preciso falar com ele", ela respondeu-me com cara de sonsa, "sabes ele é muito ocupado e eu estou primeiro".

Sentei-me, olhei para ela, e pensava para me entreter, o meu espírito está sempre ocupado, "estás primeiro, para quê? com essa cara de puta? para tu fazeres uma mamada no velho homem? deves chupar-lhe o pau muito para o levantar", ela olhava-me nos olhos, com um sorriso de domínio, o professor é que mandava, quando o ouço a abrir a porta, estava a sair Cacilda, mulher do professor, também professora universitária. 

Quando a professora Cacilda saia, reparei que ela olhava para a Luzia, "olha cá está esta puta, outra vez à porta do meu marido, deve ser para ele lhe lamber a cona, ou para ela lhe mamar o caralho", olhou-me o professor Ricardo "oh que porra que cá está esta outra vez, ela quer-me foder os cornos com ciência", levantei-me eu mais rápido, a dizer-lhe "oh professor temos de falar, é um caso de vida ou de morte".

A professora Cacilda, mulher sensível e vivida disse logo "oh Ricardo, tens de ouvir a rapariga, e agora também eu estou curiosa, manda lá a tua puta embora", e ele, num gesto forte e decidido, fez um aceno à Luzia, como se dissesse para ela, "desculpa mas hoje não quero mamada".

Eu tirei uma cópia de uma pasta, um fragmento de um texto antigo, de uma língua longínqua e esquecida, e disse-lhes "olhem o que encontrei por acaso", eles debruçaram-se para o documento, emitindo sons curtos de surpresa, em correntes de inteligência que trocavam, com um simples olhar e a experiência de uma vida.

Pus-me a analisá-los de lado, como meus objetos de estudo, estavam juntos há cinquenta anos, interessavam-se pela mesma coisa, livros antigos de línguas mortas, mas fora isso foda-se!! não tinham nada em comum.

Ela estaria perto dos sessenta anos de idade, naquela idade de espírito, em que não se é nova nem se é velha, andava de mota, roupas justas e cabedal, um sorriso franco e bem vivido, uma alegria firmada e insuspeita, de quem desfrutou do tempo que lhe foi dado, e ocorreu-me pensar "foda-se! que mulher linda, deus queira eu seja como ela".

Mas ele, meu deus, que desastre, que destroço, velho velho querendo sê-lo, do que velho novo já vinha sendo, e tudo nele se via, na forma de estar com as pessoas, na roupa descuidada que vestia, até no cheiro que não disfarçava, sempre mal humorado e mal disposto, porra!! o que é que aquela mulher viu neste gajo.


Aproximaram-se de mim, "Teresa, percebeste a profecia?", eu disse-lhes "a conclusão não percebi, não sei o que quer dizer, que raios fazem riscos no cu", a professora Cacilda olhou para mim, "querida, nós também não percebemos, mas isso faz parte da revelação, se cumprirmos com o que nos é dito neste fragmento, no fim perceberemos o que quer dizer que raios fazem riscos no cu, até lá não".

A profecia dava pistas e ordens expressas, de que no ano 2020 alguma coisa aconteceria, que quem lê-se o fragmento tinha de fugir e esconder-se, para um gruta longínqua, procriar e fazer filhos, dar origem a um novo homem, e depois esperar que a sociedade ruísse. decrépita e apodrecida, que tombasse à nossa volta.

Rezava assim a profecia "A peste, atirada sobre os homens por justa cólera divina e de para vossa exemplificação, terá início nas regiões orientais, e depois incansável, fora de um lugar para outro, vai estender-se de forma miserável para as zonas ocidentais, em que nenhuma prevenção será válida, nem qualquer providência dos homens valerá a pena".

Eles olharam para mim, e ouço o professor Ricardo dizer assim, "temos de fugir os três, fomos nós que lemos o fragmento, temos de fugir e procriar", eu arregalei muito os olhos, "mas que tenho eu a ver com isso? e com quem vou eu procriar?", ele começou a olhar para os lados, "não estou a ver aqui mais ninguém, vai ter de ser comigo".

A professora Cacilda soltou uma gargalhada, "contigo? oh homem, há quantos anos não vês uma cona?", ele balbuciou qualquer coisa, "há alguns mas ...", ela continuava dura, e virou-se para mim, "há alguns? oh Teresa há mais de vinte anos que para ter caralho eu procuro noutro lado", gritava ela, "ele nada quanto muito tem umas mamadas das putas que aparecem aqui".

O professor Ricardo insistia na sua posição "temos de cumprir a profecia, eu estou velho, mas se tu e a Teresa me fizeram uma mamada como deve de ser eu dá para ter tesão e sair um pingo de esperma", quando ouvi aquilo fiquei horrorizada, "oh professor eu não lhe vou fazer mamada nem que o mundo acabe", ele continuava e dizia, "mas minha filha tem de ser, temos de salvar a humanidade".

A professora Cacilda olhava para mim, "Teresa acho que ele tem razão, temos de fugir e depois as duas temos de mamar e bater punheta nele para conseguir um pingo de esperma para depois tu ficares grávida, e salvarmos a humanidade".

Eu só pensava "porra que nojo, quem me mandou ser esperta, trazer-lhes o fragmento, eu não vou mamar no velho, preferia ser fufa, eu preferia mamar na professora Cacilda", até que tive uma ideia.

"Podíamos inventar uma máquina?", ocorreu-me dizer, mas eles olharam para mim, como se eu tivesse dito algo de estranho, ouço a professora Cacilda, "uma máquina como?", comecei a imaginar, "uma máquina para o professor Ricardo por o caralho e depois batia ele, e nós só ficávamos a ver.", eles estavam de boca aberta pela minha inteligência, "isso podia funcionar", e foi assim que descobrimos a  Lukvis Masturbating Vibrating Sex Machine

O pior foi depois, quando já estávamos a viver na nossa gruta escondida, a olhar para o mundo que caía, já eu grávida do pingo de esperma, o professor Ricardo não largava o Lukis e de estar tanto tempo sentado agarrado ao aparelho só dizia, "foda-se!! raios que me fazem riscos no cu", era de ele estar sentado numa pedra.

Ela estrangulou o meu pau

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Ela estrangulou o meu pau
Eu já tinha reparado que o clima na empresa andava diferente, alguma coisa tinha mudado e isso nota-se, nós sentimos, as pessoas andavam mais agitadas, os homens que se reuniam em grupos, falavam e riam juntos, as mulheres andavam mal humoradas, aos pares aos cochichos, e o normal seria o contrário, até que meu deus!! eu a vi!!, a rapariga nova que entrara ao serviço.

A miúda era estagiária, alguém me disse que se chamava Marilyne, e estava aqui para aprender, mas já se sabe que neste país, é-se temporário definitivo por um dia, e passa-se a definitivo temporário para toda a vida, a rapariga passava nos corredores, ela compenetrada no que fazia, percebia eu que a via, queria fazer o seu trabalho muito bem.

O tempo me ensinara. Os grupos têm uma calma aceite, em que cada um faz o seu papel, aquele que foi o que Deus lhe deu, ou o que mais ele procurou, até que um dia algo muda, move-se pelos pés o nosso mundo, até que outra calma se encontre e se aceite, e assim foi com a Marilyne, que veio abanar o que existia.

A rapariga era um tesão, um concentrado de foda, um extracto de sexo e de prazer, se foi Deus que a criou e desenhou pensou em tudo, no que era importante e no dispensável, a boca com uns lábios grossos carnudos vivos, como fruta fresca que se morde, os olhos de amêndoa, maliciosos e matreiros, como promessa de algo privado, o rabo em forma de pêra, preso numa altura baixa, as mamas, as costas, as coxas, os mamilos, dimensionados e expostos, os cabelos em torrente que caiam.

O seu criador não a fez para casar ou se diminuir numa união sem propósito, não, a Marilyne era uma máquina de foda e de prazer, o alivio de andróides, bonecas, brinquedos, era ela o seu modelo, um principio celeste indiscutível, eram aquelas as medidas, a face, o sinuoso do corpo, as que se tinham por perfeitas.

Olhei mais de perto a fauna que me rodeava, homens e mulheres que eu compreendia, à passagem da Marilyne os homens ajuntavam-se, abriam a boca e ficavam parados, num sofrimento intenso psicológico, do foda-se!! que gaja é tão boa, quem a andará a foder, caralho!! que não tenho sorte nenhuma, e foda-se!! pensava eu, era um prejuízo para a empresa.

Já as gajas, normalmente tão alegres, a falar mal dos homens e do que fodiam, sentiam-se ameaçadas com a Marilyne, eles nunca mais lhes ligaram, e eu que o compreendia, pedi-lhe para vir ao escritório, queria vê-la bem de perto.

Quando ela entrou no meu gabinete eu estava distraído, alguém tinha batido à porta de leve, eu gritei "pode entrar", e senti logo um cheiro a flores frescas, a um perfume de natureza, uma mistura de terra e relva, e quando me virei para ver o que era, eu vi a Marilyne à minha frente.


Caralho!!. Alguma coisa se mexeu no meu caralho e nos colhões, uma pulsão no estômago, uma onda de choque, que os fez tremer, e foda-se!! cheguei mesmo a sentir dor, caralho!! que mulher, de estatura baixa, toda redonda, cona, cu, boca, na medida certa, que pensei logo para mim, aconteça o que acontecer, tenho que a foder.

Ponho-me de joelhos, e tudo o que for preciso, ainda estava com a boca aberta, quando ela me perguntou "o senhor doutor queria falar comigo?", numa voz rouca de harém, de mulher para dar prazer, tinha o pau rijo de a ver, que lhe disse "sabe, a Marilyne tem um efeito nos homens!!", ela respondeu "eu sei, senhor doutor, mas a culpa não é minha", eu continuei "é verdade, mas eles andam tão distraídos, minha querida".

Ela lutava contra as minhas palavras, "mas são eles, homens, o senhor doutor já não é assim", fiquei arrepiado pelo que ouvi, que pensei para mim, "não sou assim o caralho, estou doido para te dar uma foda", mas saíram da minha boca as palavras, "não diga isso Marilyne, você é tão tão bonita, minha querida, até a mim me impressiona, e muito", disse-lhe a ela para se sentar, que estivesse descansada, ela assentou-se na cadeira, o vestido subiu um pouco, ai meu deus!!, não consegui deixar de olhar.

Fugiu-me o ar do peito, as coxas dela eram robustas, como as de uma lutadora, como um gosto de carne e desejo, que eu sentia no ar, ela reparou no meu pau rijo, numa posição desconfortável, levantou-se a fechar a porta, ela me deixou surpreendido, veio até mim bem de perto, olhou-me nos olhos bem de frente, "sabe, eu não me sinto assediada, também a mim me apetece e agora, fique em silêncio senhor doutor e não diga nada".

Ela aproxima-se mais, os joelhos nus tocaram nos meus, o ar que me saíra dos pulmões, entrou de rajada agora, pousou a mão, aquela mão pequena e perfeita, na dimensão exacta, de uma fórmula divina, no meu caralho, "tchuuuu, não diga nada senhor doutor, calado, quem manda sou eu!", ela ia fazendo caricias, pondo-o para fora, acariciando-me o caralho, "ai foda-se!! que estou no céu.

Depois a boca, pequena, redonda, vermelha de cereja, apertou-me o caralho, como uma mola de volta, pregas elásticas e rijas, a língua brincava lá dentro, em suaves beijos na cabeça, ai caralho meu deus, que mamada me fazia, ela tirava a boca que me estrangulava, o meu pau não respirava, para me dizer "tchuuu pouco barulho senhor doutor ainda o ouvem", eu gemia e tremia, as minhas pernas pareciam-me varas, quando ela chupava e sugava.

Eu dizia-lhe "ai miúda que mamada, a minha mulher não vale nada, sei mais contigo num dia, do que com ela a vida toda ai caralho miúda", ela ria-se matreira, escondida atrás dos olhos de amêndoa, "tchuu senhor doutor calado senão vou ter de lhe bater o menino é mal comportado", começou a bater-me uma punheta, acelerava o meu desejo, com o meu caralho na mão, batia batia não parava, até que tremi todo cá em baixo, numa convulsão explosiva, vi-me todo descontrolado.

Vi-a depois sair do meu escritório, bomba sexo em movimento, o rabo espetado e as mamas, os cabelos longos caídos, o meu caralho respirava aliviado, daquele aperto tão sublime, encontrei os homens mais tarde, sabiam que a Marilyne tinha estado comigo, e perguntavam receosos "Oh senhor doutor, por favor, não vai despedir a rapariga? por favor senhor doutor não faça isso".

Depois eu respondia "eu não sei, mas era o que devia, vocês não fazem nada, só olham para a rapariga"

Ternura em tempo de guerra

07:31 0
Ternura em tempo de guerra
Não tinha acontecido de repente. Era uma coisa que apareceu lentamente, foi acelerando, força daqui, força dali, a dar-lhe impulsão, até ao desastre final. Nem se sabe onde começou, começou e pronto, espalhou-se rapidamente, correntes que depois se conjugaram, todas no mesmo sentido, uma maré destruidora, que apanhou todos desprevenidos, e quando digo todos, eu contador desta história, digo os humanos.

Foi um vírus estranho por ser só psicológico, não atingira a saúde dos corpos, mas as mentes e com elas os sonhos de existência comum, os vínculos quebraram-se, viamo-los nos animais, nas formigas, que se sentem todas a si próprias e ás outras, nas abelhas, nos animais inferiores.

E nós que adivinhávamos que os tínhamos, não que os víssemos, mas como crença, como ideia, como sensação física, de que existiam mesmo, e de que um dia, talvez daqui a mil anos, a ciência os confirmasse, como algo palpável, material, o de que todos os seres humanos estão unidos num só laço.

Mas essa maré levou tudo, e com ela esse fluido, feito de argamassa que une, que solidifica a existência, que obriga quem vive, e de repente, eram todos cada um por si, uma selva, uma guerra, uma existência solitária, tudo ia caindo à nossa volta, a fome, a doença, a desesperança, o medo dos outros, num inverno frio, tudo ia ruindo, e a ciência, daqui a mil anos, já nada descobriria, porque o que havia, morreu.

E até Deus fugiu!!!

Foi nesta era apocalíptica que a conheci. A minha fêmea Núbia. Não esperava nada, nem queria ou desejava nada, como todos os outros, sem vínculo, aguarda-se o tempo, entre nascer e morrer, que ele passasse depressa, vive-se para sobreviver. Encontrei-a num canto escondida, um canto da minha horta, protegida dos homens, nem tanto dos animais, alimentos que produzia, só mesmo para mim, e tive medo dela, como ela de mim, tínhamos medo de todos.
De Giancarlo Mecarelli
Não a afugentei, na realidade nervosa dos dias, era uma coisa singular, atravessara paredes, silvas e redes farpadas, ferida em sangue ali estava, à procura de alimento, umas feições negras tão lindas, o corpo perfeito de gazela, os olhos grandes verdes, num segundo sonhei tê-la, estranho que os vínculos tinham morrido, deixei-a comer, alimentar-se sofregamente, tinha pouco mas lho dava, como um animal ferido assustada.

Lembrei-me dos tempos em que ainda havia vínculos. Sendo branco, daqueles brancos brancos nórdicos, talvez a outros parecesse estranho, mas sempre gostei de mulheres negras, naquele mundo pareciam-me reais, pelo menos as que idealizava, pigmentos de ébano cobria-lhes o corpo, um manto apatinado de nogueira, chama de verdade que vinha de dentro, que fazia luzir aqueles olhos, algo de síntese de um passado antigo.

A minha Núbia era a minha descoberta, a maré a tinha trazido e deixado ali, ali comigo, deixei-a ficar, ela num canto, eu no noutro, fui trabalhando sozinho na minha terra, dava-lhe o que tinha e o que conseguia, todos os dias saía em busca de mais coisas, e do medo que tinha dos outros, no regresso, passei a esquecê-lo, e a ter o de não a encontrar mais.

Havia silêncio entre nós, apenas os olhos à descoberta, os gestos e movimentos, nem sei bem se falávamos a mesma língua, sentia que me enternecia, uma violência dos sentidos essa, afinal também o vírus me apanhara, a minha Núbia se instalava, terra árida da minha alma, já aqui nada florescia, só os meus devaneios voavam, como bater de asas em fugida, pensava, amor verdadeiro só em tempo de guerra.

Era tarde, cansado lavei o meu corpo, via lavar o corpo dela, a um sol fusco que se recolhia, os seios redondos, o ventre, as coxas, os pelos da púbis, pensei, se há deusas, escolheriam aqui o seu modelo, deitei-me no meu canto, onde repousava desde que a tinha comigo, isolado, longe, medo de tudo, menos dela, do inesperado, do imprevisível, quando sinto um restolhar no escuro, um manto brilhante de calor e de carne a cobrir-me.

O corpo dela quente colou-se ao meu, aguardámos em silêncio, senti os pelos da cona dela a roçarem-me no caralho, movimentos lentos, lábios húmidos que me tocavam, senti-me teso em baixo, a crescer para dentro dela, a minha Núbia enterrou-se em mim, dois seres ligados pelos sexos, parou, deixou-se estar, rodeou-me os ombros num longo abraço, enroscou os pés dela nos meus, sussurrou-me ao ouvido, "deixa-nos estar assim", unidos num só, colou a boca dela na minha, duas linguas procuraram-se e enroscaram-se, ficámos a ouvir o som intemporal do tempo, e o ruído do terror e do medo lá fora.