BIOGRAFIAS ERÓTICAS
Chinese (Simplified)DutchEnglishFrenchGermanGreekItalianJapanesePortugueseRussianSpanishSwedish

Breaking

Conversas no elevador

20:41 0
Conversas no elevador

Tinha arrendado a casa há não mais de três meses, um quarto andar num sítio alto da cidade de Lisboa, dava para ver o estuário do rio Tejo, e à noite, no meio do nevoeiro, ouvir as sirenes dos navios a avisar a sua presença, e a minha mulher adorou a casa, o tamanho das divisões, a existência de uma garagem e espaço de arrecadação nos pisos inferiores e claro a vista que já referi.


Outra coisa que ela adorou, para mim era diferente, eu não tinha tempo para relações sociais, ela gostou da vida do prédio e dos seus ocupantes, gente que ela achava importante, muitos deles figuras públicas que era normal vê-los todos os dias na televisão, e acho que a minha mulher a partir dessa altura devia sentir-se uma estrela e uma espécie de pessoa pertencente a um círculo restrito de gente famosa.

Não sei se é essa a experiência de homens casados quando, por uma qualquer razão exterior, isso altera a personalidade da mulher com quem vivem, e ela passa a tratar-vos como uma espécie de assistente, em que a única função na vida conjugal passa a ser transportá-las para onde desejam ir, para carregar sacos de compras, para participar nos convívios de elite, e claro, acompanhar isso tudo com mais gastos de dinheiro.

E isso foi acontecendo com o tempo, que até não era muito, já referi dois ou três meses, o suficiente para ela substituir a nossa intimidade por uma exterioridade em que tudo o que importava era a sua relação com outras pessoas, neste caso com os vizinhos, quase os assediando nos elevadores, na garagem coletiva, ou um sitio qualquer onde as suas vitimas fossem apanhadas.

Foi com este ambiente, que cada vez mais me desmoralizava, um dia desci à zona das arrecadações privadas, espaços bastante generosos, onde as pessoas depositavam algumas das suas coisas, liguei a luz artificial, e enquanto caminhava pelo corredor a tentar perceber qual era a chave da porta, ouvi um ruído, quase parecia alguém a sofrer um castigo qualquer.

Estava há pouco tempo no prédio, e por isso ocorreu-me que o melhor era continuar e fazer de conta que não era nada, seguir o meu caminho, em direção à minha arrecadação, e depois no regresso, se o ruído continuasse, logo decidiria o que fazer, se ser eu a intervir ou talvez, muito mais avisado, chamar alguém para me ajudar com o assunto em questão.

E no regresso assim foi, abrandei o passo, tentei ouvir se o ruído tinha acabado, pus-me a ouvir o melhor que podia, e realmente o ruído mantinha-se na mesma, uma espécie de som persistente, e alguém que a cada batida, gemia como se estivessem a bater, decidi esperar que o temporizador da luz apagasse e, assim, no escuro, tentar ver pela fechadura, ou encostando a orelha na porta, para tentar perceber melhor o que era dito.

Tentei não fazer qualquer tipo de ruído, não queria que percebessem que eu estava ali, baixei-me um pouco, o meu olho encostou-se no buraco, e percebi que conseguia ver uma boa parte do interior daquela arrecadação, e a primeira coisa que vi foi uma piça a entrar no cu de alguém, que não demorei muito para concluir que aquele cu era de um homem, e que um gajo estava a foder o cu a outro, e esse outro, quando a piça entrava, soltava um gemido da penetração por estar a ser feita com força.

A sensação foi imediata, foi como um esticão, uma onda apanhou-me o peito, desceu pelo meu tronco abaixo e, num segundo, estava com o meu caralho teso de estar a assistir aquela cena, a piça do gajo era enorme, agarrava as nádegas do outro gajo, e entrava com força a bater com as ancas no traseiro do outro, e a minha angústia foi tão grande que senti-me na dúvida sobre qual o papel que me daria mais prazer se estivesse na mesma situação, ou a enrabar aquele cu, ou a ser enrabado por aquela piça.

Ouvi que eles estavam no final, aqueles sinais de que se estão a vir, e achei então que era altura de ir embora, em direção ao elevador, para regressar à minha casa, a pensar se deveria contar à minha mulher, quando um gajo que ia a querer entrar no elevador, pede para prender a porta e entra a correr, a porta fechou-se e senti logo o cheiro, a caralho e cu, de quem esteve a foder, e a face vermelha, via-se bem, tinha acabado de fazer sexo.

Encostei-me de lado na porta e ele estava mais à frente, basicamente o que eu observava eram as costas dele, no meio daquele cheiro de tesão que inundava o elevador quando subia, olhei para o traseiro dele, em especial para a roupa, só para tentar perceber se ele era o homem da piça, ou o que eu acabara de ver a levar no cu, e a conclusão foi quase evidente, o estampado dos calções, de um azul esverdeado, era o gajo que tinha estado a ser fodido, e a levar no cu.


O gajo da piça, claro, assumi que ele tinha ido embora, e concentrava-me agora nesta pessoa, até parecia pertencer ao tal círculo de que a minha mulher falava, e pelo botão que marcou ao entrar no elevador, vivia mesmo em cima do mim, e quando saí, ele deu-me passagem, eu virei-me, sem querer, penso, olhei-o nos olhos, eu sorri largamente, e disse, “estamos há pouco tempo no prédio”, ele correspondeu com um sorriso, e deixou que se fechasse o elevador, e para mim, naquele momento, ele era como um desconhecido.

Entrei em casa e a minha mulher reclamou, dizia ela, “tanto tempo, o que andaste a fazer, era só ir lá abaixo?”, isto fez-me decidir logo, o melhor era ficar calado, e depois, nem sei como ela iria reagir, se soubesse que um dos gajos do prédio tinha saído de casa, e ido lá abaixo às arrecadações só para levar no cu, isso podia ser demais para ela.

Posso dizer que nessa noite não dormi, não me saía da cabeça a visão da piça a entrar no ânus do gajo, ele dobrado sobre uma mesa e o outro por trás, a avançar e a recuar com as ancas, a bater nas nádegas dele com força e ele a gemer com pequenos suspiros, como a evitar gritar ou de gemer mais alto, ele dizia, “ai foda-se, que foda, caralho, fode-me o cu com força, mais mais”.

E depois no elevador, admirei o corpo dele e não tinha nada de feminino, não era que fosse um homem másculo daqueles que cultivam o corpo, mas todo ele era seco, de alguém que, apesar de tudo, faz tudo para estar saudável, o cabelo cacheado, a pele bronzeada, e o traseiro, principalmente, o traseiro, redondo e bem espetado, de quem quase se percebe que tem o gosto especial e erótico de outro tipo de sexo que é o de satisfazer machos.

Perguntei à minha mulher se sabia quem ele era, e ela teve logo resposta pronta, que já o vira no elevador, que era um rapaz muito elegante e bonito, que ele, contava ela, no elevador não tirou os olhos do corpo dela, e que, ao que parecia, era estudante de medicina, vivia com a mãe que era uma senhora da elite, também ela muito elegante e muito rica.

Há coisas que, chamem-lhe destino, quase sempre estão destinadas a acontecer, e uns dias depois, talvez pela mesma hora, fui à arrecadação nas caves, e quando passei pelo corredor como era costume, ele estava a abrir a porta juntamente com o gajo da piça, e quando passei por eles saíram-me palavras da boca sem eu as conseguir controlar, “posso entrar com vocês, posso ver, só quero ver”.

Claro que eles ficaram a olhar para mim com ar de surpresa, e pela cara deles perguntavam-se o que é que eu queria dizer, e então eu com uma voz muito baixa, quase nem eles conseguiam ouvir, eu disse, “já vos ouvi a foder”, eles riram um para o outro, e virando-se para o gajo da piça grande, disse, “está bem, mas já vi que não podemos fazer barulho”

Entrámos na arrecadação, aquilo era um espaço do tamanho de um quarto médio, cheio de coisas de decoração, e num canto, uma mesa e o que parecia ser uma cama pequena com colchão, olhei em redor e imaginei todas as histórias que aquele lugar poderia contar, eles despiram-se até ficarem nus e olharam para mim quase se questionando qual seria a minha função naquele encontro.

Ele virou-se para mim, “se queres ver, gostava que te pusesses à vontade”, e foi o mote para dizer que queria que eu me despisse também, eu tirei a t-shirt, os calções e as cuecas e num segundo estava tão nu como eles, olhei para o gajo da piça e vi o quanto era grande e grossa, já estava tesa e na mão do meu vizinho que a acariciava, puxando a pele de cima para baixo.

Comecei a acariciar o meu caralho, já estava teso como pedra, desta vez eles baixaram-se para a cama, o meu vizinho agarrou na piça do outro e chupou a cabeça, engolindo-a devagar, a luz interior era fraca, para mim era como ver um filme, ele apertava o caralho com os lábios, descia por ele abaixo deixando um rasto de saliva, o gajo da piça olhou para mim e sorriu.

Para mim foi o momento para o mirar melhor, a pele negra era a sua marca geral, não tinha mais do que vinte anos, o corpo torneado e músculos bem visíveis de alguém que faz trabalho de ginásio, o galo ereto e teso de um tamanho enorme e preto como carvão, tudo com uma energia contida pronta a explodir e a dar uma foda de doer.

Nos dias anteriores, eu tinha-o visto a foder o traseiro do meu vizinho, a força como ele penetrava o ânus dele sem piedade alguma, essa imagem não saia da minha cabeça, fechei os olhos a imaginar-me naquele lugar, aquele pau a comer o meu cu, a imaginar como seria, se eu ia gostar, e não era porque eu fosse virgem ou coisa parecida, já tinha uma história, mas era uma coisa antiga e passageira, mas agora havia um desejo preso, a querer soltar-se e a procurar uma liberdade.

O meu vizinho parou de chupar o caralho, lentamente ele subiu para cima dele e com uma elegância quase feminina, olhou para mim para trás, e agarrou com a mão o rolo preto e apontou-o ao ânus, fixou-se nos meus olhos, e deixou-se cair com a verga a penetrar o cu, a escorregá-lo até ao fundo.

Ele rodou a cabeça, virou a face para o ar, fechou os olhos, e soltou um suspiro, por microssegundos a verga grossa manteve-se parada dentro dele, depois, como as rodas de um comboio, o tronco dele moveu-se para cima, as nádegas abriram-se ao de leve, e o galo grosso apareceu, subia e descia por ele, num movimento ondulante, e eu mirava a explodir de tesão.

As mãos do gajo da piça apertaram-lhe o rabo, como garras que lhe prendiam as nádegas, e ele começou a acelerar, o rolo grosso entrava e saía a uma velocidade que faziam o meu vizinho gemer, “aihmm foda-se, ahim caralho”, e eu acariciava o caralho, a bater uma punheta, a lutar para não me vir e a guardar-me até ao fim.

O gajo bateu numa nádega do meu vizinho, a pedir para ele se virar, ele pôs-se de quatro no chão, e o outro montou-se em cima dele, como se um cão tivesse a foder uma cadela, o rolo preto entrou no cu, e bateu no fundo com força, o meu vizinho levantou a cabeça e soltou um grito de dor, “aiii, foda-se, o meu cu, aihmm caralho”, o outro batia, entrava e saía, no ânus retesado do meu vizinho.

Até que eu senti, eles e eu estávamos no limite, o gajo contorceu-se e gemeu, deu mais uma estocada no cu do meu vizinho e começou a vir-se, eu acelerei a punheta e o meu semên saiu e caiu no chão, o rolo do outro gajo saiu do ânus e golfadas de porra branca escorriam pelas pernas abaixo.

Lembro-me que saímos depois, o gajo da piça abandonou o prédio, e eu e o meu vizinho fomos para o elevador, quando entrávamos ele perguntou, “gostaste?”, eu pensei, só tinha estado a vê-lo a levar no cu, mas isso tinha-me excitado muito, e respondi, “adorei”, e eu sorri, ele olhou para mim, de alto a baixo, e sussurrou ao meu ouvido, senti o corpo dele perto do meu, e ele disse, “podíamos foder os dois, gostavas disso?”, eu senti o cheiro dele, e respondi, "sabes, sou casado, não  sei", ele continuou, "eu sei, mas adorava ter um amigo como tu, para fodermos quando nos apetecesse".

Neste momento o elevador já subia, em segundos chegaria ao meu andar, quando estava quase a parar, eu respondi, “talvez, acho que sim, que gostava”, ele fixou os meus olhos, “parece que estás com dúvidas?”, a porta do elevador abriu-se, “sim eu tenho dúvidas”, a porta fechou-se antes que eu saísse e o elevador arrancou para mais um andar, ele perguntou, “que dúvidas?”, eu sussurrei, “talvez eu seja mais passivo, goste mais de levar no cu”, ele riu-se, “não te preocupes, querido”.

Entrei em casa a ferver de ansiedade, eu e ele tínhamos hora marcada para o dia seguinte, lá em baixo na cave do prédio, a minha mulher perguntou, “ai querido, só agora, demoraste tanto”, eu respondi, “estive a arrumar coisas, amanhã tenho de voltar”, e no dia seguinte encontrei-me com ele e percebi, a sensação era diferente, éramos só nós os dois, e parecia que uma intimidade mais forte nascia, a promessa tinha sido feita, e que sabia que desta vez era ele que me ia comer o cu.

O corpo dele cobriu o meu, como se eu fosse uma mulher, os lábios dele procuraram os meus, e as nossas línguas uniram-se numa só, num desejo continuado de sexo, eu abri as pernas curvando-me um pouco para cima, o caralho dele tocou no meu ânus, e foi como bater à porta.

Primeiro foi mais leve, depois forçou mais um pouco, eu fechei os olhos a cair no espaço, a piça dele entrou, enterrou-se dentro de mim, o rabo dele movia-se para os lados, como uma onda do mar a bater nas rochas, a boca inundou-se de saliva, e eu sonhei, estava a satisfazer um gajo, ele tremeu, eu tremi, e viemo-nos juntos, tombando os dois na cama amolecidos.

Mais tarde, lembro-me que a minha mulher desta vez irritada perguntou, “deves ter estado a levar no cu para demorares tanto tempo lá em baixo, só podia”.

Tinha que pôr o meu marido na ordem

07:40 0
Tinha que pôr o meu marido na ordem

Eu e a minha amiga Mafalda tínhamos perdido a noção do tempo, estacionámos o carro algures numa zona arborizada a caminho de casa, para combinar o que havíamos de fazer com os nossos maridos, e claro, uma coisa fora fácil decidirmos, não pensaríamos em divórcios e iriamos tirar o melhor partido possível da situação.

No inicio, foi um choque, aconteceu comigo e com ela, tínhamos dúvidas se os nossos maridos nos andariam a enganar com outras mulheres, mas ao ir espiar se isso era verdade, acabámos por descobrir que o assunto deles era outro, o meu marido e o marido da minha amiga tinham uma relação intima, eles relacionavam-se sexualmente, o meu andava a levar no cu do marido dela, e foi isso que nós vimos, os dois na oficina, o meu marido vestido com umas roupas de mulher, e o marido dela, a enrabá-lo a ele por trás.


Quando assisti àquela cena, o meu marido a fazer um broche ao marido da Mafalda, depois a virar-se e a levar no traseiro, deixou-me confusa, entre a excitação e a surpresa, não é que não desconfiasse de uma hipótese dessas, dele procurar homens para foder, mas só mesmo vendo eu poderia acreditar, enquanto a minha amiga pareceu ficar satisfeita de sentir que não era outra mulher que fodia com o marido, e assim não se sentia tão traída.

Outra coisa também tinha acontecido comigo e com ela, não sei se foi do choque do que nós vimos, uma espécie de reação alérgica, ou um abalo psíquico, eu e ela beijámo-nos, tocámos nos corpos uma da outra, e naquela noite antes de irmos para casa, no carro, durante um momento, fizemos sexo uma com a outra, uma necessidade de nos satisfazermos, para selarmos um segredo, mas que é matéria de outra história.

Eu e a Mafalda tínhamos decidido não confrontá-los, nem o meu marido, nem o dela, era preciso deixar a poeira assentar, para decidir o que fazer, que decisão tomar, a coisa tinha sido tão inesperada, de maneira que quando cheguei a casa, o plano era esse, manter-me em silêncio como combinado, o meu marido já tinha chegado e feito o que era habitual nos outros dias, tomava um banho, e depois metia-se na cama comigo.

Desta vez, foi ele a perguntar, “estás a chegar tarde, onde é que andaste para chegar a esta hora?”, estranhei a inversão da situação, nas outras vezes era eu a perguntar, mas respondi, “estive com a minha amiga”, ele insistiu, “até agora? O que andam as duas a fazer a esta hora?”, eu estava quase a explodir, tinham passado pouco mais de duas horas, ainda via o ânus dele aberto a deixar entrar o caralho grosso do marido da Mafalda, dele a gemer de prazer e do esperma a correr pelas nádegas.

Tentava resistir, não dizer o que tinha na cabeça, manter o plano combinado, ainda estava tonta com o que vira, não só do meu marido a levar no cu, mas também de ver a piça do marido dela, que coisa tão grande e bonita, tão tesa, rija e grossa, entesou-me toda, que lhe disse "minha amiga, tens de partilhar, se vimos os dois a foder, podemos ser amigas queridas, o que achas do teu marido me comer", ela riu-se e disse "adoro, vou querer muito que ele te foda, para o castigar, vai ter de comer muita cona de mulher".

Tomei também um banho e meti-me na cama, o meu marido tinha acalmado um pouco, encostei-me a ele e passei a mão pelas nádegas dele, acho que tentava sentir com as mãos se havia alguma alteração, o marido da minha amiga tinha aberto o traseiro dele e tinha enterrado ali a piça grossa, de maneira que não resisti e perguntei, “ e tu? Onde é que andaste?”, ele respondeu, “já te disse, estava com o marido da tua amiga”.

Naquele momento, eu senti que o plano ia ruir, a minha curiosidade era demasiado forte, “sim, estavas com ele, mas a fazerem o quê?”, ele virou a cara para mim, “sei lá, a conversar um com o outro”, eu ouvi e decidi que não ia irritar-me, nem discutir com ele, veio à minha mente o que a minha amiga disse, eu perguntara, “e se o meu marido quiser levar mais no cu do teu marido ou de outros homens?”, ela tinha respondido, "olha fode-o tu, há umas gajas que comem o cu aos maridos", eu perguntei, "mas como?", ela respondeu, “com um caralho de plástico, um strap-on, já vi na internet".

Eu insisti, “mas que conversas têm vocês? Tantas noites seguidas?”, ele mostrou alguma irritação, “ora, querida, são coisas nossas”, eu não podia esperar mais, aproximei a minha boca do ouvido dele, “querido, eu sei, tu e o marido da minha amiga fodem juntos, eu sei, querido, ele anda a comer o teu cu, eu vi tudo”, ele ficou gelado, “viste o quê?”, eu respondi, “eu e a minha amiga fomos à oficina, nós bem vimos o que vimos, o marido dela a ir-te ao cu”.


Eu sentia-o a tremer, eu continuei, “ela até que gostou, mas eu, ai que vergonha, o meu marido parecia uma puta, a ser enrabado pelo marido dela", ele estava chocado, como que parado no ar, a boca abria-se e fechava, a de um peixe sufocado, sem voz ou reação, foi-se levantando devagar, sentado à beira da cama, devia estar à espera do que se ia passar.

"E agora?", perguntou ele, eu encostei-me nas costas da cama, “agora nada, querido, já se percebeu que a tua onda é levar no cu, diz-me, querido, à quanto tempo é que dás o traseiro a outros homens?", desde sempre disse-me ele, que quando casou a coisa abrandou, mas depois que voltou ao mesmo, de engates e ligações ocasionais, homens que ia conhecendo, em sítios de encontros habituais, que era paneleiro passivo, por gostar de apanhar no cu.

Continuava ele, "eh querida, desculpa, mas ...é mais forte do que eu", dizia ele, "adoro levar no cu, é mais do que sexo, sabes?", eu perguntei, “e o marido da minha amiga?”, ele questionou, “o que tem?”, eu perguntei, “não sei, tens alguma afeição por ele?”, ele riu-se, “tenho sim, pela piça dele, só isso, adoro chupar aquele caralho, e senti-lo dentro de mim, só isso, e dá-me prazer satisfazê-lo, como se fosse uma gaja, mas é isso que adoro, satisfazer machos”.

Puxei o meu marido para dentro da cama, “querido, eu também vou querer essa piça?”, ele olhou, “o quê? O que quer isso dizer?”, eu respondi, “quer dizer que eu e a minha amiga combinamos que o marido dela ia comer a minha cona”, antes que ele fosse dizer alguma coisa, “e também cu, querido, o teu amigo gosta de foder o teu cu, também pode foder o meu”, ele pareceu confuso, era a vez dele, eu insisti, “e quem te vai foder o cu umas vezes pode ser ele, outras vezes vou ser eu”.

Eu tinha de testar isto, e no dia seguinte, fui à oficina, levava comigo a intenção de falar com o marido da minha amiga, sentir se os desejos dele por mim se mantinham, se ainda havia nele uma vontade de comer a minha cona, encontrei-o e perguntei, “o meu marido diz-me que tem estado à noite contigo”, ele acenou, levou-me para a zona do quarto, “sim, porquê?”, eu continuei, “ele chega tão tarde a casa, vocês andam a fazer alguma coisa?”, ele respondeu, “não, não, nós só falamos”, eu insisti, “não foi isso que ele disse”.

Ele parecia surpreendido e também curioso, talvez de querer saber o que eu sabia, ele perguntou, “mas ele disse o quê?”, eu respondi, “o meu marido disse que estás sempre a falar de mim, que gostavas de me foder, é verdade?”, ele pareceu aliviado, olhou para o meu corpo, eu lembrei-me da piça dele, ele respondeu, “é verdade, queres chupar o meu pau?”, ele desceu os calções, a piça dele saltou para fora, a minha mão foi rápida a apanhá-lo e num segundo, pus-me de cócoras a fazer um broche naquele rolo grosso que eu mal conseguia apertar com a mão.

Ele agarrou em mim como se eu fosse uma boneca sem peso, fez-me encostar na cama e veio por trás, baixou-me as cuecas para baixo, e senti que ele subia pelas minhas costas e montava-me, o rolo grosso passou no meio das nádegas e entrou na cona, fechei os olhos e deixei-me voar, os lábios abriram-se e apertaram com força o caralho dele, que insistia em entrar e sair da minha fenda, longos minutos de prazer como há muito tempo não sentia.

À noite, quando regressei a casa, sexualmente satisfeita, aguardei a chegada do meu marido, eu estava com um tesão novo, agora só pensava em foder o meu marido, ir como ele queria ao cu dele, disse-lhe "meu querido, não mais vais precisar de homens, quem te vai ao cu é a tua querida", ele ficou atónito e surpreendido, disse-lhe então para se despir, fomos depois para a cama foder, a minha amiga já me tinha dito, agora que sabes tudo muda, tens de o submeter, ele agora é o teu escravo, come o cu dele até doer.

Eu tinha o strap-on bem posto, que gritei para ele , "amor, vira para cá o cu, vou-te foder", via-o contente e excitado, quando ele pediu para chupar, começou a chupar-me o caralho, que empurrava para a boca dele, era eu o homem dele, ele a minha mulher, passou-me depois um creme por ele, virou-me o traseiro, e comecei-o a foder.

Enterrei o meu strap no cu dele, escorreguei devagarinho a vê-lo a gemer, que gozo me dava entrar no cu, de ver o ânus dele a abrir-se todo para mim, matraqueava-lhe o cu devagarinho, perguntava-lhe "amor estás a gostar?", ele respondia, "estou amor estou vai come-me todo, come-me o cu todo, vai amor aihmm parte-me todo, faz-me doer bate-me amor".

Não queria fazê-lo sofrer, mas ele pedia-me, "mais, mais", que enterrasse até doer, que o deixasse sem respiração, era o que ele queria, fiz mais força e mais rápido o fodia, de vê-lo a masturbar-se, "aimmm, amor querida aihhm partes-me o cu todo, venho-me todo", estremeceu nas minhas mãos, não aguentava mais, veio-se todo, e ficámos ali prostrados, estava exausta de o enrabar, ele virou-se para mim "mas meu amor, assim não tens prazer nenhum, fodes-me e eu nada, não consigo".

Ele tinha razão, os centros do prazer conjugal tinham mudado, eu não sabia se a minha amiga falara com o marido, mas uma espécie de amizade intrínseca mudara tudo, talvez o meu marido e o marido dela não rejeitassem verem-me a fazer amor com a minha amiga, ou o contrário, eu aceitar ver o marido dela a foder o meu, ou o meu aceitar ver o marido dela a foder-me a mim, podíamos misturar as nossas emoções e os nossos desejos mais profundos.

Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

17:12 0
Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

Já se tinha tornado um hábito deste Verão, as aulas tinham terminado, e eu e a minha namorada aproveitávamos ao máximo as férias escolares, tínhamos escolhido para começo dos primeiros dias uma praia fluvial, muito perto das nossas casas, e a nós juntavam-se normalmente uns amigos da terra, sendo que um deles, um dos meus melhores amigos, estava sempre comigo e com ela.

Com o meio-dia, vinham o calor, o sol, e a fome, e então fugíamos da praia e refugiávamo-nos na minha casa, normalmente eu, a minha namorada e esse meu amigo, onde comíamos qualquer coisa simples, e passávamos a tarde, umas vezes a falar, outras vezes a dormir, até que chegava a hora de regressar e estar mais umas horas a apreciar a sensação do Verão, da água da ribeira, sem fazer nada que não fosse gozar os benefícios da juventude.

O Verão para nós tinha começado em maio e em julho já os nossos corpos tinham um belo bronzeado, conseguido com algumas boas horas de exposição ao sol, coisa que para o meu amigo não se nota muito, sendo negro, diz ele, já nasceu bronzeado e assim fica todo o ano, diferente para a minha namorada, que para além da beleza do seu corpo, da sua figura torneada, tem aquelas marcas do bikini que viram a cabeça dos homens.

Na praia, quando tínhamos oportunidade de estar mais isolados, longe dos olhares indiscretos das outras pessoas, mesmo de amigos ou conhecidos com quem temos menos confiança, a minha namorada adora exibir o belo corpo que tem, as mamas pequenas mas rijas, o ventre liso e as pernas longas e bem desenhadas, e eu, não me importava, até gostava, quando ela se despia completamente, estando só eu e esse meu amigo a admirá-la em cada movimento que faz.

E se acontecia com ela, também acontecia comigo e esse meu amigo, um dia ele perguntara se eu não me importaria ou se eu ficaria desconfortável se ele também se despisse e eu disse que não, que não me importava nada, embora soubesse que para a minha namorada podia ser uma surpresa ou até um choque porque ele tinha uma piça enorme, que eu bem conhecia, mas, no fundo, eu sentia uma curiosidade de saber como é que ela reagiria ao vê-lo nu.

E por isso perguntei, num momento em que estávamos só nós os três, eu aproximei-me do ouvido dela e sussurrei baixinho, “querida, ele perguntou-me se eu me importava que ele também se despisse? O que achas? Importas-te?”, ela olhou para mim, e respondeu com um sorriso, “claro que não, não me importo nada”, e a partir desse momento, foi como se algumas barreiras invisíveis tivessem desaparecido entre nós, quase desejando nas escolhas que fazíamos, encontrar sítios isolados onde pudéssemos estar os três assim nus a gozar o sol e a natureza.

Para a minha namorada, o meu amigo era um total desconhecido, ele era um colega de escola e tinha vindo passar férias comigo, estava lá em casa até decidir ir embora, de maneira que, quando ela o conheceu, ao principio, achou estranho ele estar sempre na nossa companhia, mas depois ultrapassou, fizeram amizade um com o outro, e agora, quando o viu nu, foi como se alguma coisa mais tivesse acontecido.

Lembro, quando ela disse que não se importava e ele se despiu, tirou os calções de banho, e no meio das pernas, estava um caralho preto, de palmo e meio, ela olhou para ele e logo assim para mim e disse, “já viste o tamanho dele?”, eu olhei para o mei amigo para lhe dar a entender o que ela estava a dizer, ele riu-se e eu respondi, “gostava muito de ter um daquele tamanho”.

Os dias foram passando, e sentia-se entre nós uma ligação mais intensa, era-nos permitida algumas liberdades, podíamos até fazer perguntas intimas, e um dia, estávamos os três na praia, deitados nas toalhas, todos nus e ela perguntou a esse meu amigo, se ele tinha namorada, e ele respondeu algo que a surpreendeu, “sim, mas não é bem namorada, é mais um namorado”, ela abriu a boca, olhando para mim e para a piça dele, e ele continuou, “é mais um ex, atualmente estou sozinho”.


Na altura fiquei um pouco triste quando ele disse aquilo do namorado, parecia que a chama erótica que estava acesa apagou-se de repente, uma espécie de intimidade privada desaparecia, mesmo que fossem só desejos hipotéticos, daquele caralho preto a poder foder um dia, para ela essa possibilidade desaparecia, o de ter dois machos disponíveis e de repente contar só com um, ou seja, comigo, deixou-a menos elétrica e até menos feminina, até ao dia em que quando ela disse qualquer coisa sobre ele ser gay, eu respondi que não era nada disso, ele era um assumido bissexual.

E isso via-se, secretamente eu sabia que ele desejava a minha namorada, eu via que ele a olhava com interesse, o pau dele acusava mesmo isso, ficava teso e rijo e ele não o conseguia esconder, e foi por isso que a chama erótica que se tinha perdido regressou, um dia, para o provocar, sussurrei ao ouvido da minha namorada e pedi, “querida, faz-me um broche”, ela estava estendida na toalha, olhou para mim desnorteada, e respondeu, “és maluco, com ele aqui?”, e eu insisti, “não te preocupes, tenho a certeza que ele vai gostar, vai, amor, chupa-me o caralho”, ela olhou para ele, alguma coisa lhe passou pela cabeça, agarrou no meu pau, e eu via a boca dela a aproximar-se e a engoli-lo até ao fundo.

O meu amigo não desviou os olhos, durante alguns minutos ele e eu observámos os movimentos dela, ela chupava-me a piça como se ele não estivesse presente, o que ainda me dava mais tesão, o caralho dele tinha agora crescido até ao máximo e ele acariciava-se a si próprio a masturbar-se com o que via, a minha respiração e a dele estavam ofegantes, até que decidi fodê-la ali mesmo, e disse, “amor, para, salta para cima de mim”, ela respondeu, “não, amor, aqui não”, ela apontou para uns arbustos, levantou-se e correu para o matagal, eu fui atrás dela, deitei-me no chão e ela pôs-se em cima de mim, enterrou o meu pau na cona e começou a cavalgar freneticamente.

No meio daquilo tudo, ele veio atrás, a cena era tão intensa e erótica, ela movia-se sobre mim em ondas sucessivas, o traseiro dela rolava sobre as minhas coxas freneticamente, enquanto isso, ela percebeu que ele assistia, cada vez mais excitado, com as mãos a agarrar o próprio caralho, os olhos deles encontraram-se, e ela fodia-me como se ao mesmo tempo fodesse com ele, a dar-lhe também prazer pela sua exibição, pelo seu corpo feminino em ação, ele masturbava-se, ela lambia-se toda, até que senti que ela e eu, atingimos o limite, ela começou a acelerar ainda mais, a gemer quase a chorar, “aihmm hummm, ai, estou-me a vir, aihh”, ela contorceu-se para trás e eu sabia, ela estava a ter o orgasmo, quando eu também já me estava a vir, lançando a minha porra para dentro dela, e ele também, lançando jatos de leite para a frente.

Depois do sexo, com a tarde veio a indolência, os nossos corpos estavam quebrados pelo sol, quando decidimos regressar a casa, neste caso à minha, beber limonada, tomar um duche fresco, era esse o plano mais próximo, e tudo isso aconteceu mesmo, fomos depois os três para a minha cama, uma cama king-size, para ver televisão e ali estarmos a falar e a rir do que se passara na praia e de outras coisas quaisquer.

Eu e ele estávamos em tronco nu, vestido apenas com uns boxers, ele com uns calções caqui, e ela no meio de nós, vestida com uma túnica branca de linho, mal lhe cobria os seios nus, deixando os mamilos salientes à mostra, e cobrindo apenas uma parte das ancas, não sendo difícil imaginar que por baixo de tão pouco tecido, ela estava totalmente nua, estávamos a ver televisão, quando ele disse para o ar, como se falasse sozinho, “sabem o que gostava de ver? um filme pornográfico!”, a minha namorada virou-se para ele e riu-se, “não te chegou a pornografia que viste à tarde?”.

Ele riu também, e ela continuou, “eu reparei que estavas a masturbar-te! Eu dei-te assim tanto tesão?”, ele virou a cara para mim, como que a pedir consentimento pelas palavras ditas, “muito tesão mesmo, não sei mais o que dizer”, eu agarrei no comando da televisão, “é smart tv, devo ter um canal porno”, ela insistiu com ele, “achas o meu corpo bonito?”, ele respondeu, “muito bonito”, os olhos dele rolaram de cima a baixo pelo corpo dela, ela voltou a insistir, “queres que eu me dispa, para veres melhor? Afinal, já me vês toda nua na praia!”.

Eu tinha andado com o comando da Smart Tv à procura de canais, “pronto, já está”, ouviu-se na televisão uns gajos a foder, eu disse, “coitado, ele já te viu nua, mas não papou nada! comeu com os olhos”, antes que eu ou ele fossemos dizer mais qualquer coisa, ela tirou a túnica do corpo, e num segundo, estava toda nua na cama entre mim e ele, ela deu então um gemido, “aihm foda-se, estou tão excitada, só me apetece é foder”, abriu as pernas e começou a acariciar-se sozinha, as mãos dela deslizavam nas pernas, vinham pela barriga acima, apertavam os seios, deixando os mamilos presos, e depois sussurrou ao ouvido do meu amigo, “tira os calções, deixa-me ver esse caralho preto”.

Ele obedeceu, os calções desceram pelas pernas abaixo, a piça preta saltou nervosa e tesa, desta vez era eu que estava de fora, e a minha excitação era tanta como a dela, ela prendeu o pau na mão, levantou-o e meteu-o na boca, como se fosse já um ato natural dela, chupar o que podia antes de ser penetrada, os meus olhos viam tudo como num filme, ele virou a cara para mim com os olhos turvos, ela estava a fazer um bom trabalho, se havia coisa que ela fazia bem era um broche, descia a língua pela piça, e subia a deixar um rastro de saliva, ele gemia, “aihm foda-se és mesmo boa, foda-se”.

Achei que ele podia estar assim horas, a ser chupado por ela, isso não faria qualquer diferença, mas ela estava ansiosa, a cona brilhava de tesão e desejo, saltou para cima dele e sentou-se na piça até ao fundo, o corpo dela era lindo, um traseiro magnifico, que dançava agora em bom ritmo, a piça preta entrava e saía, e eu sentia, ela estava a adorar a foda, como se fosse a primeira que dava, ela gemia a procurar a minha boca, “aihm querido, aihmm, foda-se, estou louca, adoro este caralho, aihmm”, e continuava a cavalgar sobre ele.

Ela saiu de cima dele, virou-se para mim, “estás a gostar, querido?”, eu ia dizer que sim, mas ela prosseguiu, “aihm caralho estou tão excitada, tanto tesão, amor”, ela virou-se de costas para cima e ele subiu para ela e começou a montá-la, como um macho a foder uma cadela, ela gritou, “aihm, humm, querido, aihmm, parte-me toda, aihmm”, ele começou furiosamente a bater por trás, pancadas das ancas batiam nas nádegas dela, e a piça preta, eu via, entrava presa nos lábios da cona, “aihm , amor tão bom, não estás chateado com a tua namorada, querido”, eu respondi com um beijo, e sussurrei ao ouvido, “não, eu estou a adorar”, o meu pau também estava teso, e num momento eu sabia, eu ia explodir, e a porra que eu tinha guardada ia sair.

Eu vi, ele tinha parado, ela fixou-se em mim, e eu percebi, a piça preta procurava o ânus, ela puxou-me pelo pescoço, e disse, “aihmm, querido, ele vai comer o meu cu, querido, aihmm”, a cabeça deve ter entrado, o corpo dela contorceu, não sei se de dor ou de prazer, ela gemeu, “humm, aihmm, o meu cu”, ele fez mais força e eu sentia nos espasmos que dava, a piça preta entrava nela, eu dizia, “querida, relaxa, está quase, relaxa”, ela gemeu, “aihm foda-se, aihmm, ele parte o meu cu todo, amor, aihm foda-se”, olhei por cima, olhei para o meu amigo e dava para ver, a piça preta agora está toda lá dentro, ela fechava os olhos, e caía algures de uma nuvem, quando ele começou a movimentar, em batidas cadenciadas, a penetrar-lhe o ânus até ao fundo.

Já só me lembro dele a tremer e a urrar quando se veio dentro do cu dela e a inundou de porra que saía e escorria pelas nádegas abaixo, e partir daí, lembro-me do dia seguinte, estávamos na praia nus, a foda do dia anterior já era uma lembrança, quando ela se vira para nós e diz, “acho que sou uma insatisfeita por sexo, se calhar vou precisar de dois homens para sempre”.

Ela não era mulher de um homem só, e por isso imaginei a minha namorada casada e com filhos de um homem qualquer, e certamente com outro ou outros para a entreterem também

Porque é que me sinto uma cornuda?

07:16 4
Porque é que me sinto uma cornuda?

Não queria acreditar na história, embora fosse bastante normal, soube dela através da minha mulher, que por sua vez soube através de outra que lha contou, talvez fossem apenas rumores ou fofocas, poderá alguém dizer se é mesmo verdade? Quanto a isso não sei, mas pela forma que foi contada, podemos talvez confiar que é uma situação real.

Não posso dizer que a Marilia e a Mafalda são amigas da minha mulher, diria antes que são apenas conhecidas dela, mas por alguma razão desconhecida, talvez por causa da beleza tranquila da minha mulher, fazem dela sua confidente, como se fossem ao confessionário, irritando-a muito quando a tratam por “Dona”, como se fosse uma mulher mais velha, ou, acredito eu, muito mais sábia.

Quanto a mim, eu mal as conheço, são pessoas que vejo no café, ou algumas vezes no mercado local, posso dizer com segurança, são duas mulheres muito bonitas, e muito agradáveis, algumas vezes vejo-as juntas, a Marilia acho que é casada com um taxista chamado Mateus, e a outra, a Mafalda, vive junta com um mecânico, esse eu conheço bem, que não podia ter um nome mais adequado, que é o de Ferro.

E a história começa com o que a Marilia disse à minha mulher, pedindo segredo e silêncio sobre tudo, e contava ela: “Dona Ângela, acho que é desta que me vou divorciar, acho que tive um bom casamento com o Mateus, sempre fui uma boa mulher para ele, nunca o traí, podia ter fodido com muitos outros homens que me desejavam, mas nunca fodi, mas agora descobri uma coisa sobre ele, e não sei se vou aguentar.

Eu sei que é uma coisa que pode acontecer a uma mulher, muitas mulheres descobrem tarde coisas que não nos passam sequer pela cabeça, embora eu tivesse algumas suspeitas, há muito tempo que o meu marido não me fodia, já nem sabia se há meses ou mais tempo, acreditava que ele estava a passar por uma fase, eu perguntava porque razão ele chegava tão tarde a casa, ele respondia, "querida, estou com o meu amigo Ferro na oficina, estou quase a ir", e eu cá na minha ideia, comecei a duvidar se era mesmo verdade, ou se ele não me andava a encornar com uma gaja qualquer.

Essa minha desconfiança aumentou quando uma vez fui arrumar a garagem e encontrei umas roupas femininas, um tanto ou quanto estranhas, pareciam-me daquelas que se compram nas sex-shops, roupa de empregada de hotel ou de enfermeira de hospital, daquelas que algumas putas usam para representar papéis sexuais, saias muito curtas, tops apertados, lingeries pretas e vermelhas, até chicotes para vergastar, o que me fez pensar, isto só podia ser obra do meu marido, e o que andaria ele a fazer?

Ele chegava a casa, muitas vezes a horas em que eu já estava deitada, ele ia para a casa de banho, tomava um duche rápido, e quando se deitava, dava-me um beijo e dizia, “hoje estou muito cansado”, eu perguntava, “mas estiveste mesmo com o marido da Mafalda?”, ele respondia, “sim, querida, ficamos os dois a conversar”, e eu insistia, “mas todos os dias até tão tarde, amor?”, e ele continuava, “ele e eu perdemos a noção do tempo, querida”.

Com essas respostas, assim tão evasivas, a minha intuição dizia, “ele anda a enganar-me com uma puta qualquer”, lembrei-me da roupa feminina que encontrara na garagem, era ainda um segredo meu, não tinha falado disso com o meu marido, aumentavam-me as dúvidas todos os dias, ele estaria mesmo com o marido da minha amiga?, um homem que eu achava rude e grosseiro, muitas vezes ele vinha ter comigo e ao mesmo tempo que apertava o volume do caralho com a mão, dizia-me coisas como, “és capaz de ser uma boa foda! Comia-te esse cu! O teu marido, costuma comer esse teu cu?”.


Claro que eu não respondia, o Ferro fazia isto às escondidas, a minha amiga Mafalda não sabia, e eu seguramente também não lhe contava, achava que ele só queria mostrar que era macho, fazia aquele papel de força, com muitos pelos no peito, que tinha uma piça grossa, o que não tem nada a ver com o meu marido, que é um homem muito mais delicado.

Uma tarde, já quase noite, o meu marido não chegava, comecei a imaginar que ele estava com uma mulher, ele não me fodia, eu andava totalmente nua na casa, mas sentia uma certa indiferença, liguei para a minha amiga para saber se ele estava com o marido dela, se isso era ou não mesmo verdade, quando ela responde, “olha amiga, não sei, eu também acho que ele me anda a trair, sempre que eu pergunto, ele diz que está com o teu marido, quem sabe andam os dois a foder umas putas, sabes como são os homens, é costume protegerem-se uns aos outros.

O problema adensava-se, afinal as dúvidas não eram só minhas, a minha amiga dizia, “ele na oficina tem lá uma espécie de segunda casa, às vezes quando tem coisas para acabar no serviço, dorme lá e só aparece no dia seguinte, mas agora acho que não é isso, eles devem andar a levar putas para lá, e andam por lá a fodê-las antes de regressarem a casa”, e isso fez-nos a nós decidir ir até lá à oficina para saber o que se estava a passar, e, quem sabe, apanhá-los em flagrante no ato.

A oficina é um espaço grande na entrada onde estão os carros em reparação e todas aquelas ferramentas, e só lá mais ao fundo, a seguir a uma porta mais pequena é que há um quarto, uma pequena cozinha, e uns lavabos, eu e a Mafalda entrámos com uma chave dela, percorremos a nave maior, fomo-nos aproximando cada vez mais, ouvíamos vozes a falar, e nuns segundos em que tivemos à escuta, tínhamos a certeza, não ouvíamos vozes femininas, por isso só estavam ali os nossos maridos.

Olhámos uma para a outra, a nossa figura era um pouco ridícula, agachadas atrás de uns carros, as duas a espiar os nossos maridos, tentávamos decidir se íamos embora, ou se lhes pregávamos um susto, quando ouço a Mafalda a sussurrar, “já que aqui estamos vamos ver o que eles estão a fazer”, ela fez-me sinal para a acompanhar, caminhámos agachadas até uma escada, e ela voltou a sussurrar, “subimos esta escada e há ali uma janela que se vê o quarto e vamos poder ver o que eles estão a fazer”.

Ela tocou-me com um dedo nos lábios e insistiu, “não podemos é fazer barulho”, e agora conto algo que queria ter esquecido, quando ela me tocou nos lábios acendeu-se em mim um desejo, olhei para ela, agachada de cócoras como eu, ela vestia um vestido curto e consegui ver que estava nua por baixo, como se tivesse vestido a roupa à pressa por causa de alguma urgência, percebi que estava excitada, via-lhe os lábios da cona húmidos e um tufo de pelos por cima, ela percebeu e disse, “não ligues, ando muitas vezes assim, gosto de sentir a minha cona fresquinha”, e deu um riso pequeno.

Ela fez sinal, começámos a subir a escada até à tal janela, olhámos para dentro do quarto, e não sei como o dizer, ficámos sem palavras, olhámos uma para a outra, tentávamos absorver a nossa incredulidade, não podia estar a acontecer, o meu marido estava vestido de mulher, com uma espécie de farda qualquer, e o marido da Mafalda estava todo nu, com o caralho teso e o meu marido a chupar.

Estávamos petrificadas com a cena a que assistíamos, não sabíamos o que pensar ou o que fazer, restava-nos observar, a minha amiga sussurrou no meu ouvido, “já viste, estes paneleiros, o que estão a fazer?”, olhei melhor para o meu marido, vestia aquela roupa de coquete, e por baixo não tinha nada vestido, via o caralho dele e o traseiro nu, a imaginar o que ainda ia suceder, e via a piça tesa do marido da minha amiga, imaginando o quanto ela devia ser feliz por ser fodida com aquele pau grande e grosso.

O meu marido engolia o pau dele com alguma sofreguidão e não sabia se devia sentir alguma vergonha por o meu marido estar no papel de submisso, enquanto o marido da minha amiga se preparava, talvez entre as muitas dezenas de vezes que já o tinha feiro, de o foder mais uma vez, talvez não sentisse esse sentimento de maneira tão forte se fosse o meu marido a estar na outra posição, eu respondi à minha amiga, “são mesmo paneleiros”, e antes que ela dissesse alguma coisa, “há meses que o meu marido deve andar a levar no cu do teu marido”, ela soltou um espécie de sorriso e acrescentou, “não sabes, temos de ver mais, se calhar comem o cu um do outro”.

Não respirávamos sequer, eles não podiam aperceber-se que estavam a ser observados, ouvi o que a minha amiga dissera, mas não acreditava, entre os dois homens não existiam dúvidas, o marido dela era o macho, e o meu a mulher submissa que o satisfaz, o meu marido mexia a língua a lamber o caralho do marido da Mafalda, as nádegas dele a gingarem, em músculos e tendões rijos, a forçar-lhe a boca até ao fundo, e a ver-se na cara dele, eram só preliminares, aguardavam o momento certo pelo prato mais desejado, que seria o traseiro do meu marido.

Aproximei-me da face da minha amiga, puxei-a para baixo da janela, como se quisesse confiar-lhe um segredo, e disse, “estou excitada de vê-los, não devia estar?”, ela aproximou-se da minha boca, senti o hálito doce, e uma espécie de desespero quente, e disse, “também eu”, ela abriu as pernas, agarrou na minha mão, “vê, sente, vê como estou”, a minha mão tocou-lhe nas coxas, desceu até à cona, senti que estava húmida e tesa, o clitóris intumescido, ela voltou ao meu ouvido, “estou com tanto tesão que não consigo explicar”.

Ela estava tão em cima de mim, e perguntou, “e tu? Não estás com tesão?”, e antes que eu respondesse alguma coisa, a mão dela também procurou as minhas coxas, desceu até à minha cona e encontrou a minha lingerie, o meu sentimento era ambíguo, sentia prazer da mão de uma mulher como ela a entrar em mim, mas também uma espécie de prazer prometido, entre os mamilos tesos como rebites da minha amiga e a piça do marido dela, eu queria os dois.

A mão dela estacionou na minha lingerie, acariciava o meu clitóris, ela sussurrou, “tira as cuecas”, e não ofereci resistência, com um movimento elas saíram pelas pernas e a mão dela entrou mais fundo, “estás como eu, toda molhada”, e foi quase involuntário, eu e ela demos um beijo na boca, antes de decidirmos voltar para a janela, a nossa missão era outra, via o caralho do marido dela, comprido e grosso como pedra, a sair da boca do meu marido, molhado em saliva realçava o tamanho da cabeça cor violeta.

O marido da minha amiga virou o meu marido, colocou-o na posição de quatro, eu antecipava o que ia acontecer, e tinha curiosidade, como é que ele ia reagir, o marido dela dobrou-o sobre a cama, eu e a minha amiga víamos bem as nádegas do meu marido, o Ferro abanou a piça, apontou-a ao ânus enrugado e oferecido do meu marido, e enterrou a cabeça no cu dele, ele contorceu-se para cima e, foi como se aquele caralho entrasse na minha cona, ele começou a montá-lo, em cima dele empurrou a piça mais para dentro, o meu marido contorceu-se ainda mais, ouvia-o a gemer, “aihmm, humm, foda-se!! mete todo, parte-me o cu todo”.

Da janela, eu e a Mafalda assistíamos a tudo, era como um filme, ao principio a surpresa dos nossos maridos a foder um com o outro, tinha desaparecido, em vez dela, aparecia um desejo novo, apertei a Mafalda contra o meu corpo, e disse, “adoro a piça do teu marido”, o caralho do marido dela penetrava o cu do meu marido em ondas sucessivas, entrava e saía, ele soltava gemidos, “aihmm, aihhh" bem alto, de onde estava via-lhe o traseiro, o caralho e os colhões do Ferro, o ânus a ser bem aberto, com o meu marido a gemer, "aii aii mais devagar".

A minha amiga correspondeu ao que eu dissera, “o meu marido é uma boa foda, depois de saber que é paneleiro posso pô-lo de castigo, depois disto, vou obrigá-lo a foder-te, gostavas?”, a minha reação foi quase absurda, a minha mão meteu-se no meio das pernas dela, dois dedos meus mergulharam na cona, e eu disse, “claro que gostava, estes paneleiros vão ter de aprender a respeitar-nos”, a mão dela também foi ao meu encontro, ela começou a masturbar-me, e sussurrava ao meu ouvido, “acho que estamos doidas”, eu perguntei, “porquê?”, respondeu ela, “o meu marido está a comer o cu do teu marido, e eu estou com vontade de te comer a ti”.

Acho que nos beijamos, olhei para baixo e vi, o marido dela Virou o meu para cima, peito contra peito, o caralho dele entrou no ânus do meu marido, e começou a fodê-lo como se fosse sua mulher, entrava teso e rijo, a arfar da força exercida, as nádegas fortes a recolher, molas a saltar a disparar, o meu marido a gemer "aii foda-se!! não estou a aguentar mais, vou-me vir, aihm foda-se”, as bocas deles a tocarem-se, aquela piça a não parar, "aiii foda-se, és um tesão", eles dois a estremecer, a virem-se agarrados um ao outro.

Tinha chegado a hora, não tardaria muito, eles regressariam a casa, iriam dar-nos a mesma desculpa de sempre, tinham estado um com o outro, o que até era verdade, nós saímos da oficina, corremos para o carro e tomámos o caminho de volta, no caminho a Mafalda pediu-me, “estaciona aí, temos de falar, sobre o que vamos fazer”, eu entrei por um caminho, e parei, olhei para ela no escuro, “o que achas que devemos fazer?”.

Ela riu-se, “ficaste fodida de ver o teu marido a levar no cu e com aquelas roupas?”, eu respondi, “um pouco, já devia ter adivinhado, acho que ele sempre se sentiu atraído por homens”, e depois continuei, “mas gostei de ver o teu marido, sabias que ele sempre foi um pouco rude comigo?”, ela abriu os olhos de dúvida, e eu prossegui, “o teu marido já me quis foder várias vezes, eu é que disse que não, por lealdade”, ela mostrou os dentes, “ e agora?”, eu sorri, “agora vou aceitar, com a tua autorização claro amiga, devíamos partilhar a piça do teu marido, é dessa maneira que eles vão aprender”.

E o que estava para acontecer, teríamos de combinar, uma coisa era certa, não nos íamos separar.

O que encontra quando espera por avião

21:13 0
O que encontra quando espera por avião
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

Férias ao sul com a mãe da amiga!

22:26 0
Férias ao sul com a mãe da amiga!
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

Tocou-me à campainha!

22:35 2
Tocou-me à campainha!

Talvez devesse perguntar-me se alguma vez me lembro, ou se alguém se lembra, de como as coisas boas ou más normalmente começam ou se atravessam na nossa vida? Talvez seja uma pergunta que se faz a meio do caminho ou já no fim, ou perto do fim, quando depois da turbulência dos mares e das marés da vida, já não faz sentido perguntá-la.

Apenas se diz, sim, podia ter sido diferente, podia ter tido mais cuidado, ser mais previdente, mais avisado, mais cauteloso, mas, pois, a memória de nada fazer, de não experimentar algo, talvez também tenha um inicio.

Coisa que não me incomodava, preferia não iniciar nada, não participar em nada, não observar nada, prosseguir uma vida silenciosa e anónima, sem emoções, sem sentimentos, sem escolhas, a frieza desse não sentir nada, desse vazio interior, traduzia-se em calma do meu espirito e no plano alinhado do que seria a minha existência.

Mas as coisas mudam, independentemente da nossa vontade, e foi quando um dis, ou melhor, já seria quase noite, tocaram à campainha da minha casa; o simples facto de tocarem à minha campainha incomodava-me, os tempos tinham mudado e se alguém queria falar comigo, contatar-me que mandasse uma mensagem texto no W ou por qualquer outra maneira. Já ninguém usa campainhas de porta e se usam tenho sempre algumas reticências em abrir a porta para ver quem é.

Costumo gritar junto à porta, “quem é? caralho? vão-se embora, vão vender a vossa merda para outro lado, foda-se”, e quase sempre tenho sucesso, há vizinhos que nunca conheci apesar de viver aqui há mais de 20 anos, e penso que eles já compreenderam que a minha empatia para relacionamentos é quase zero.

Mas desta vez fui ver, olhei pelo olho mágico da porta, e reconheci uma rapariga, ou pareceu-me reconhecer, era a jovem que a puta da minha irmã estéril adotara para ela não se sentir tão inútil e esvaziada de maternidade, queria ter uma filha e foi buscar esta ainda criança a um lar juvenil, ou o que era aquilo.

Não percebi o que ela fazia ali, á minha porta, a tocar no caralho da campainha, eu não a vira mais do que meia dúzia de vezes, mas abri a porta, e perguntei, “o que estás aqui a fazer?”, olhei primeiro para ela e depois para o chão, estava ali um saco com roupas, ela disse, “olá, tio! quero pedir um favor grande”, e depois continuou, como se eu já esperasse algo inevitável, “tio, se me deixavas viver aqui, uns dias só, talvez”.

Olhei para ela, depois para o interior de casa, procurava saídas, e perguntei, “e a casa da tua mãe?”, ela respondeu, “a mãe pôs-me na rua, não tenho onde viver, tio”, eu pensava, “foda-se!!”, abri mais a porta e disse que entrasse, a minha voz carregava a exigência de uma avaliação, talvez também tivesse que a mandar para a rua, ela foi para o sofá e eu sentei-me no cadeirão em frente, que eu chamo o meu cadeirão dos pensamentos.

Não sabia por onde começar, talvez pelo aspeto físico dela, ela teria 16 anos ou quase, pensei, bonita, com um rosto que transparece personalidade, individualidade, mas também loucura, o cabelo caía em cachos, descuidados, os lábios grossos, o busto dentro de um top apertado, que faziam sobressair dois seios que cabem na palma da mão e uns mamilos espetados naturalmente, e naturalmente excitados.

Fui descendo os olhos por ela, uma saia curta, talvez até curta demais, pensei, “parecia pouco normal, as jovens de hoje só gostam de calças”, as coxas bem torneadas saiam debaixo daquele tecido minúsculo, numa perfeição inusitada pelas pernas até aos pés descalços dentro de umas chinelas de Verão.

Ela podia chamar-me tio, mas eu e ela sabíamos bem, a nossa ligação de sangue era nula, e a emocional ou da ficção familiar tinha o mesmo valor, ou seja nada, e o que eu via era uma mulher jovem, um concentrado de hormonas pronto a explodir, eu perguntei, “o que fizeste para a tua mãe te pôr na rua?”, ela respondeu, “ela diz que eu só penso em sexo”.

A minha garganta secou por segundos e tive que a molhar com saliva fresca, “sexo? como assim?”, ela prosseguiu, “ela não gosta que leve rapazes para casa”, ela moveu as pernas, traçou uma em cima da outra, e depois, como essa posição era desconfortável, voltou a tirá-la e abriu as duas de par em par, por segundos, não sei, talvez uma ilusão de óptica, uma criação da mente, vi no meio um tecido branco que guardava algo inchado.


Eu disse, “pois eu compreendo isso, porque levas os rapazes? não me faz sentido”, ela riu-se talvez da minha ingenuidade, e continuou, “ora, tio, para foder, claro, que outra razão eu teria?”, eu sentia-me surpreendido, a minha irmã era daquelas mulheres secas, perguntava-me se ela ainda seria virgem, e ter a filha em casa a foder com gajos, não devia ser a coisa mais agradável.

A minha avaliação tinha de prosseguir e agora não havia volta a dar, ou ela ia já embora e não era aceite, ou para ficar eu teria de ir ao fundo desta questão, “mas ouve lá, a tua mãe estava em casa?,” ela perguntou, “quando eu estou a foder?”, eu abanei com a cabeça, ela prosseguiu, “sim, algumas vezes, outras não”, eu continuei, “mas é um namorado? ou são mais?”, ela respondeu, “tio, não gosto de namorados, gosto é de foder”.

E como se a resposta estivesse incompleta, “sim, tio, já fodi com muitos, alguns assim como tu, mais velhos, gosto de foder com homens mais velhos”, eu olhava para ela como se estivesse petrificado, tinha perdido a sensibilidade do meu próprio corpo, e estava a reavê-la aos poucos, também eu apertei as pernas porque senti que estava com a piça tesa, embora a consciência repetisse de que não devia, era uma sobrinha de faz de conta, mas era.

Não sei bem porque a deixei ficar, é como eu disse ao principio, não sabemos como as coisas começam, eu disse, “podes ficar, mas ... “, não tinha mais palavras, vi na face dela um sorriso de alivio, mas também de promessa, “obrigado, tio”, ela levantou-se em direção ao quarto de hóspedes, deu-me a oportunidade de olhar para a forma do rabo dela, e recostar-me no cadeirão dos pensamentos, “foda-se! Se ela trouxer gajos para foderem com ela? Como vai ser?”.

As coisas pareciam correr bem, falei com a minha irmã, coisa que fazia raramente, ela contou, “é todos os dias, ela é insaciável, vi de tudo, ela a chupar caralho, a levar na cona, no cu, a minha filha só pensa em caralho”, eu tentava imaginar essas situações, “eu já não aguentava, mas depois o limite foi quando ela disse que era inveja minha, que eu também queria caralho, mas não tinha coragem de admitir”.

Claro que eu sorria para dentro quando ela dizia isso, eu podia ser um celibatário que só fazia sexo muito raramente, e claro sempre a dinheiro, mas a minha irmã era um extremo do puritanismo, que a tinha apanhado numa curva da vida e lhe negara, não por opção, mas pela sua própria natureza, esses prazeres da carne.

Eu devia saber, não era que não me tivesse convencido de que aconteceria, um dia quando cheguei do trabalho, ouvi uns ruídos estranhos vindos do quarto de hóspedes, aproximei-me silenciosamente, ela nem se preocupara em fechar a porta, um gajo negro ou meio mulato, fodia a minha sobrinha por trás, e eu via um enorme pau grosso entrava e saía apertado nos lábios da cona, ela gemia, “ai, foda-se, fode-me mais, parte-me toda, humm, ahimm”.

Não vou negar o momento pareceu-me idílico, como se eu estivesse a ter uma experiência sensorial única, animal, terrena mas ao mesmo tempo mística, o pénis grosso entrava para dentro dela com uma fúria masculina que crescia ainda mais, ao som dos gemidos dela, e eu via que ela se contorcia de prazer, e que ele estava próximo do limite, começou a tremer e logo a seguir, a largar um jacto de porra quente a escorrer translúcido pelas nádegas dela.

Achei que seria o momento ideal para me sentar no meu cadeirão e aguardar, ouço-a falar no quarto, a rir-se de prazer, numa espécie de obrigado informal, ela passou pela sala e teve quase um susto ao ver-me, mas continuou inabalável até à porta a mandar o mulato embora, e a dar-lhe um beijo na face, regressou e sentou-se no sofá à minha frente.

Pensei se ela tinha reparado que estava toda nua à minha frente, eu procurava palavras na minha cabeça, ela perguntou, “gostaste de ver?”, eu olhava para ela, para os seios nus, os mamilos como amoras, as pernas abertas e um certo brilho no rosto e no meio das coxas, não conseguia deixar de imaginar a piça preta a fodê-la, ela continuou, “se tivesses chegado mais cedo, tinhas visto eu a chupar o caralho dele”.

Ela tomou o rumo dos acontecimentos, “eu vi-te a ver-me a ser fodida, o meu tiozinho, estava a adorar”, eu pensei no espelho, nem me tinha ocorrido, eu perguntei, “fizeste de propósito, estás a testar-me?”, ela prosseguiu com um tom de irritação, “tu não fazes nada, estou aqui há um mês e não vejo da tua parte, um comentário, nada”.

Estávamos certamente a ter a nossa primeira discussão, quase parecia um daqueles arrufos de namorados, tentei reviver a passagem do mês desde que ela entrara na minha casa, ela sempre fora descontraída e eu, digamos, tinha-me habituado a vê-la praticamente nua depois do banho, ou aparecia-me no quarto de cuecas e com os seios à mostra, de manhã, à tarde e à noite, a caminhar pela casa, até a ouvi-la a masturbar-se.

Eu disse, “o que queres que eu faça? Só não gosto que tragas homens para aqui, pelo menos, sem eu saber, ou sem estar preparado”, ela riu-se, num esgar de gozo, “e se souberes? E se eu disser que vou engatar um gajo num bar?”, ela continuou, “e queres vir comigo, podemos ir os dois, eu e tu, e trazemos dois gajos, um para mim e outro para ti”, eu ia dizer qualquer coisa como, “o que queres dizer com isso”, mas ela continuou, “eu acho que gostas de homens, de levar no cu, és como a tua irmã, querem muito uma coisa mas não têm coragem”.

Eu ouvia, e pensava, não é que não tivesse pensamentos homossexuais, de homens a penetrar-me, mas não era uma inclinação definitiva, as mulheres excitavam-me mas eram um pouco como ir a um ginásio, ou fazer uma caminhada, era uma coisa estética ou uma espécie de tratamento físico, esvaziar os testículos era o objetivo único, e se alguma coisa me tinha excitado de verdade era ver a minha suposta sobrinha a ser fodida.

Ela levantou-se do sofá, “vou tomar um banho e vou sair, acho que ainda não estou satisfeita”, aproximou-se de mim, perto para a poder cheirar, abraçou-me e disse, “vamos os dois passear pela cidade”, menos de uma hora depois os dois estávamos num bar, homens aproximam-se de mim e perguntam, “é tua?”, eu respondo, “é, por enquanto, podemos sempre divertir-nos”.