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Conto Erótico de Passagem do Ano - Conhece a mulher que tem?

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Conto Erótico de Passagem do Ano - Conhece a mulher que tem?

Não falta muito tempo para a passagem do ano e é quase obrigatório que, por estes dias, se recorde algumas histórias passadas. Esta que me veio à memória foi a de há alguns anos quando eu e uns amigos alugámos uma casa no campo. 



Nós éramos quatro rapazes e duas raparigas, em que uma delas estava comprometida com um desses meus amigos, e eu e os outros, não tínhamos qualquer relação recente, nem a Raquel, a outra rapariga, que tinha acabado o namoro há pouco tempo. 

A ideia nunca foi haver sexo envolvido, e era apenas a de passar uma passagem de ano agradável a comer, a beber, e a conversar e festejar juntos até longas horas da noite. 

Mas talvez eu fosse ingénuo, que nunca aconteceria nada, afinal sobravam três homens para uma mulher, mas a Raquel é daquelas mulheres que são como as estradas de montanha, é curva e contracurva, subidas e descidas, nunca se sabe onde está o perigo, e se eu tivesse um olfato de cão, a muitos metros, ela cheirava a cona e tesão. 

E depois, foda-se!! sempre foi muito desinibida, ela senta-se no colo de um homem como se não fosse nada, que me deixava muito constrangido quando o fazia, mas talvez fosse por isso que eu gostava tanto dela. 

Durante a tarde, apareceu um sol forte que por momentos fez esquecer o inverno, e todos nós nos encostámos às paredes da varanda, a saborear o sol no corpo e na cara, e não foi difícil reparar que o J. e o M. estavam como eu, com o caralho duro e cheios de tesão. 

A Raquel tinha vestido um calção de licra, muito justo, que lhe realçava ainda mais as formas, as coxas generosas, e uma racha da cona à vista, que, pelos paus que tínhamos em pé, fazia pressentir uma luta entre os três, sobre qual de nós é que iria conseguir foder a Raquel. 

Á noite, quando o frio aparecia agora sorrateiro, acendemos a lareira, e à volta dela jantámos e bebemos, até que pelo cansaço do corpo, achava eu porra!!, todos se quiseram ir deitar e dormir. 

O meu outro amigo e a namorada já tinham ido para o quarto, deixando nós os três e a Raquel na sala a conversar, e aí eu reparei, que ela e o J. pareciam ter alguma coisa combinada, e só estavam à espera de que eu e o M. nos fossemos embora. 

Para mim era desagradável, o meu interesse na Raquel era mais do que sexo, alguma coisa em mim gostava muito dela, e durante a tarde ainda tentei fazê-la entender isso mesmo, e quando eu me levantei para ir para o meu quarto, eu acreditava que ela viria ter comigo. 

Só que não veio, caralho!! Pensei logo que eu era estúpido e parvo!! 

Quando eu me aproximei do meu quarto, ao lado do quarto do meu outro amigo e da namorada, eu percebi logo que eles estavam a foder, ele estava em cima dela por trás, o caralho dele entrava na cona, e ela punha o cu para cima, para ele enterrar o pau ainda mais fundo, e pela porta entreaberta, eu devo ter estado ali mais de dez minutos parado. 

Até que decidi regressar à sala, e pelo som que de lá vinha, com a Raquel a gemer, eu percebi que alguma coisa acontecia, eu fui andando devagar, e de onde estava eu podia ver, o J. e o M. juntos a foder a Raquel. 

Por momentos, ao ver a Raquel a ser fodida, eu tive o sentimento ambíguo, de que se dois eram muitos, então se eu me juntasse a eles, três já eram demais, e também que se eu gostava dela, eu não estava preparado para a foder daquela maneira. 

Mas o J. e o M. estavam-se a cagar para sentimentos, o que eles queriam era cona, e a Raquel, pelo que eu assistia, o que queria era muito caralho. 

A Raquel tinha o caralho do M. na boca, com ele em pé a empurrar para dentro, ele agarrava na cabeça dela e com um movimento de ancas, metia e tirava o pau grosso, e ela lambuzava-se de satisfeita. 

Enquanto isso o J. estava empoleirado por cima dela, e percebia porque eu via, o caralho dele a entrar na cona, no meio apertado pelos lábios húmidos, ele batia com força a querer parti-la toda, e eu que merda!! sentia-me excitado, mas também culpado por um sentimento de vergonha. 

Dava-me prazer ver a Raquel a aguentar dois homens, um a foder-lhe a boca e o outro a foder-lhe a cona, mas ao mesmo tempo, eu queria que ela fosse minha, mesmo quando ela dizia “ai humm fodam-me mais ai ai… caralho tão bom, aii”. 

Eles mudaram de posição, o M. começou a comer a cona da Raquel, e eu vi ele a apontar aquele pau grosso, a escorregar pelo meio das nádegas generosas, a desaparecer naquele buraco, rosado húmido e leitoso, dos seus líquidos mais íntimos. 

Nesse momento eu já tinha tirado o meu caralho para fora e acariciava-o lentamente quando o J. apontou o caralho á boca da Raquel e ela o puxou para o lamber sofregamente, e ouço o M. dizer “eu e o J. combinámos comer o teu cu”, e juro!! não esperava aquela resposta, quando a voz dela a gemer diz “ai queridos, comam o meu cu, quero que comam o meu cu, e quero que me fodam os dois”. 

Acho que quando a Raquel disse aquilo, o porco do M. riu-se de satisfação, já não precisava de mais, então ele tirou o caralho para fora e apontou-o ao ânus da Raquel, e começou a fazer força, quando ela soltou um grito “aiii caralho! que é tão grande”. 

O porco do J. também se riu quando ela gritou, a cabeça roxa do caralho do M. entrou, e ela contorcia-se toda a agarrar na perna dele, “devagar querido foda-se!! aiii, o meu cu, aiii”, e ele dizia “calma querida está quase todo”, e eu tinha a clara visão daquele caralho a entrar, centímetro a centímetro dentro do cu dela, ela gritou ainda mais “aiii foda-se! aiii mete todo lá dentro, mete mete, fode-me o cu todo”. 

O M. agarrado às nádegas dela, começou a entrar para dentro e para fora, num movimento ondulante batia os quadris com força, o ânus dela abrira-se todo, um anel apertado no caralho dele, até que ouço o J. dizer “anda Raquel vem para cima de mim, para fazermos um duplo anal.” 

O M. deitou-se e ela subiu para ele a cavalgar, ela meteu o caralho dele na cona, e depois de se dobrar, o J. veio por trás e meteu o caralho no cu dela, e aquele visão louca de dois homens a foder a minha paixão, deixou-me tão quente a ferver, que quando senti, estava cheio de porra na mão. 

Doíam-me os meus olhos, de tão abertos que estavam, ainda pensei "foda-se que vou desfalecer", mas porra!! não podia perder nada, aquele conjunto gemia, a Raquel gritava “ai caralho, ai caralho, que me venho toda, ai fodam-me porra!!”, da cona dela saia um liquido brilhante. 

Eles tiraram os caralhos de dentro dela e correram para a boca dela e começaram a bater os paus, a ejacular ondas de porra que caiam na cara, nos peitos e na boca dela, que ela engolia a lamber-se como uma cadela, e foi o tempo de eu escapar-me para o meu quarto. 

Nessa noite eu não dormi. No dia seguinte tudo correu entre nós como se nada se tivesse passado. 

O que posso contar aqui é que uns meses depois comecei a namorar com a Raquel, nós casámo-nos pouco depois, e o que posso dizer, já passaram mais de dez anos e nunca disse nada à Raquel, mas porra!! ainda é uma visão que me assombra, daqueles dois a comerem o cu dela, quando me deito na cama.

Porque gostamos de ser voyeurs?

21:23 0
Porque gostamos de ser voyeurs?
Passou algum tempo e por isso acho que já me sinto mais tranquila em contar isto. Para tudo há um começo e para nós, eu e o meu marido, acho que foi naquele dia. 

Um colega e a mulher convidaram-nos para sair à noite, ir a um bar e descontrair um pouco, eles não são propriamente um casal amigo, eu nem a conhecia e quanto a ele, a relação que temos é do trabalho. 


No trabalho eu sentia da parte do B., chamemos-lhe assim, uma atenção pouco habitual, ia junto de mim e o flirt dele era constante, e a culpa é toda minha porque podia ter dito para ele parar. 

Ele ria-se como se fosse uma brincadeira, mas dizia sem mais ninguém perceber “hoje estás uma loucura, mulher, o teu marido deve sofrer”, e eu, não sei o que dizer, mirava também o corpo dele, de um homem bem constituído e atlético, que me deixava toda molhada. 

Eu não tinha dúvidas que o B. tinha um forte desejo de me foder, ou era nos almoços de empresa, ou nas reuniões de trabalho, eu sentia sempre a perna dele a encostar-se à minha, e dos olhos dele que se riam, eu sabia que ele estava a fazer de propósito. 

Como contei antes, ele é um dos colegas que me perguntam se o meu marido é gay, eu sempre pensei que me estava a provocar, mas ele vinha ao meu gabinete de propósito e, eu reparava, que ele vinha excitado, com o pénis duro em baixo das calças dele, como se ele o estivesse estado a preparar, só para eu ver aquele grande volume. 

E ele já disse que quer muito: basta haver uma ocasião

O B. nunca fez um avanço mais direto. Não nego que ele gosta de me tocar, eu percebo que me põe a mão nos ombros, tocar-me na cara e no pescoço, uma, duas, ou três vezes, senti a mão dele nas minhas coxas, mas isso sempre me deu prazer, e foi coisa que me passou pela cabeça, também eu imaginava que gostava de o foder. 

Mas tenho um marido, e isso tinha de respeitar, só foderia com o B. se o meu marido deixar, até ao dia, como disse, que ele nos convidou para irmos até um bar, e com ele ia também a mulher. 

A mulher dele era realmente uma mulher muito vistosa e bonita, reparei nos lábios carnudos dela, nas mamas firmes e generosas, do modo que sorria parecia-me sempre excitada, alegremente desinibida, como se o desejo de fazer sexo fosse uma constante. 

Posso garantir que não esperava o que depois aconteceu!! Para mim e para o meu marido foi o início de um novo prazer. 

No bar não foi nada combinado, ela sentou-se ao lado do meu marido e ele ao meu lado, e depois de algumas bebidas, em que estávamos mais à vontade, reparei que ela pôs a mão em cima do caralho do meu marido. 

A sala estava na penumbra, mas eu não podia deixar de ver, que enquanto falávamos de tudo e de nada, a mão dela acariciava o meu marido no caralho, quando eu também senti a mão do B., a subir pelas minhas pernas e a parar na minha cona. 

Eu não sei se eles estavam á espera de uma reação, se ficávamos incomodados com a situação, mas depois de ver que o meu marido não dizia nada, também eu me deixei ficar, com o B. a brincar na minha cona, com uns dedos que rolavam, e que me deixaram completamente molhada. 

O bar enchera-se de gente, de ruido alto das vozes e da música, e agora sem o meu marido ouvir, eu conseguia falar com o B. e ele comigo, quando ele sussurrou ao meu ouvido “estás a gostar? estás toda molhada", eu sorri para ele e bati com o meu ombro no dele "não devias fazer isso, o meu marido ainda vê", mas ele continuou "meu deus, tu tens a cona tão tesa, tu queres levar com o meu pau?".

Eu sorri nervosa, não é que o meu marido não gostasse de me ver foder com outros homens, a primeira e última vez que tinha acontecido ainda fora há pouco tempo, de ele me ver a levar na cona do Flávio, mas agora era como se fosse uma coisa nova. 


Eu sorri para o B., e ao mesmo tempo eu olhei para o lado, e percebi que a mulher dele tinha entrado nas calças do meu marido e lá dentro ela acariciava o pau dele, quando me virei novamente para o B. e disse "não sei se o meu marido deixa que eu foda contigo", nós ficámos um pouco em silêncio, até que ele disse "porque é que ele não deixa? ele é gay, não é? ele gosta de levar no cu!".

A mão do B. continuava a acariciar a minha cona, eu sentia que os dedos dele entravam, a minha respiração ofegava, e realmente todo o meu corpo se acendia, com um fogo que vinha do clitóris, do ventre, dos mamilos, e pousava na minha boca, e eu continuei "não sei, não vi nada, mas isso para mim não interessa, eu amo o meu marido, mesmo que ele goste de levar no cu”.

Ele sorriu "eu compreendo, é como a minha mulher, é uma porca e uma puta, mas eu não vivo sem ela", nós sorrimos um para o outro, e ele continuou "ela adora swing, ela fode com outros homens e gosta de me ver foder outras mulheres", eu sabia, não era só o álcool que falava, e ele insistiu "eu quero muito comer a tua cona, acho que o teu marido ia gostar!!”, e senti os dedos dele a entrarem ainda mais dentro na minha cona. 

Eu não sabia o que dizer, ele voltou a soprar no meu ouvido "anda querida, põe a tua mão no meu caralho", nesse momento imaginei a mão da mulher dele a bater uma suave punheta ao meu marido, e foi um só reflexo, eu pus a minha mão no pau do B., eu queria tanto sentir na minha mão o caralho grosso que imaginara, e abri o zip e entrei nas calças dele a acariciá-lo.

Eu sentia na mão o pau grosso dele, comprido e nervoso, como de um macaco ou de um cavalo, e eu olhei para o B. de novo “e a tua mulher? achas que ela fodia com o meu marido?”, ele riu-se “então estás a dizer que sim!! queres que eu te coma a cona!”, eu acenei com a cabeça, e respondi “eu quero, mas não te iludas, eu gosto mesmo é que o meu marido goste de me ver a levar na cona, e então?”. 

Ele continuou depois “sobre a minha mulher? claro, eu também gosto de ver ela a apanhar na cona, se o teu marido quiser ele pode foder com a minha mulher”, por momentos eu não disse nada, até que eu levantei e ainda vi a mão dela no pau do meu marido, quando pedi que ele fosse comigo até à casa de banho. 

No caminho parei, o meu marido perguntou “o que se passa?”, e eu respondi “o que se passa é que eles querem fazer swing”, o meu marido ficou calado um minuto, “foda-se!! ela é muito agressiva, ela pôs a mão no meu caralho, e eu respondi “eu vi ela a pôr-te a mão no pau, e ele meteu os dedos na minha cona”.

Perguntou depois o meu marido “e tu amor, gostaste?”, eu abracei o meu marido e disse “eu gostei, amor, mas ele também é muito atlético, compreendes? Eu tenho um pouco de medo”, e prosseguiu o meu marido “mete a tua mão no pau dele para eu ver”, eu aí respondi "eu já meti, amor, ele tem um caralho enorme, querido, tão grande, e ele diz que me quer foder".

Eu reparei que o meu marido estava com receio "e a mulher dele? ela vai pedir para eu foder com ela e eu não quero, amor, tenho medo, eu gostava mais de ver eles os dois a foderem juntos, não gostavas?”, e então esta ideia, a visão do B. a foder a mulher dele ainda me deu mais tesão, e por isso disse que sim e que era melhor voltar à mesa, e ele continuou “diz a ele para irmos embora, e depois logo veremos o que fazer”. 

Regressámos à mesa e reparei que o B. falava com a mulher, eu sentei-me no mesmo lugar, e uns segundos depois escorreguei a minha mão pelas calças do B., abri o zip devagar e comecei outra vez a acariciar o caralho dele. 


O B. olhou para o meu marido e percebeu que aquele gesto era uma ordem, eu fui fazendo festas no pau e ele ia crescendo, uma coisa tão grande que mal se aguentava dentro das calças, eu falei ao ouvido do meu marido “como te disse, é enorme, amor, e está tão duro!!, e eu depois voltei-me para o B. “o meu marido e eu queremos ver-te a foder a tua mulher, e depois logo se vê”. 

Saímos em direção á rua e para casa deles, e o meu marido e eu percebemos que para eles era tão agradável trocar de casal, como terem-nos a nós a vê-los foder, nós ficamos sentados de lado, enquanto eles se despiram, e o prazer foi tão intenso, ao ver aqueles dois corpos nus perfeitos a prepararem-se para foder. 

Eu, e acho que também o meu marido, estávamos mais interessados no corpo dele, quando ele desceu as cuecas, saltou delas o pau imenso, que a mulher dele agarrou a custo, mal cabia na mão dela de grosso, e começou a chupá-lo. 

Acho que nunca me tinha sentido tão excitada, que tirei as cuecas e comecei a masturbar-me, eu abri as minhas pernas, ia acariciando com os dedos a cona, enquanto o B. empurrava o pau para dentro da boca da mulher, e dizia "chupa! caralho! ai, que bom, tu és mesmo puta, rapariga!!!", ela engolia a cabeça gorda, a apertar os lábios molhados, cheios de saliva nos lados, ela dizia alto "isso, querido, sou a tua puta!".

O B. mandou virar a mulher e começou logo a fodê-la por detrás, e de onde estávamos, eu e o meu marido, tínhamos a visão completa do pau apertado na cona dela, a entrar e a sair com força, a bater com os quadris nas nádegas rijas de mulher, ela gritava a pedir mais, e ele furioso e animal, escorregava aquele caralho imenso, todo até ao fundo dela. 

O meu marido também não aguentava, tirou o pénis para fora e ia batendo uma punheta, o B. gritava “ai caralho!! que fodo esta puta toda”, enquanto ela gemia “aihm, humm, ai foda-se!! fode-me mais, parte-me toda, caralho!”. 

Por momentos fechei os olhos, eu sabia que ia ter um orgasmo, todo o meu corpo tremia por aquela visão dele a fodê-la, o meu marido excitado “ai amor, pede para ele comer o cu dela, ai amor pede”. 

Mas eu percebi que era tarde de mais, a minha cona estava encharcada, o meu marido ejaculava, e o B. e a mulher, os dois estremeciam, uma onda de porra saia do caralho, e inundava a fenda dela. 

Lembro que neste dia, nós concordámos em ficar a dormir em casa deles. 

Contos eróticos de Natal – Pobres mais do que o normal

17:05 0
Contos eróticos de Natal – Pobres mais do que o normal
São horas de sair e ir para casa. Por hoje chega de trabalho. Devo ser uma dessas pessoas que tem o privilégio de ter o trabalho perto de casa, são só quatrocentos metros a caminhar por uma rua plana e tranquila e chego ao lugar onde me escondo. 

Hoje que penso nisso, o caminho que faço é o mesmo desde há cinco anos, dia após dia, sempre em silêncio, porque é de silêncio que tem sido a minha vida, já mal me relaciono com humanos. 

De seres vivos, só o meu gato, e, lembro-me agora, a voz de um sem-abrigo, por quem passo todos os dias, um individuo mal-educado, feito de trapos, cabelo, e dois olhos negros, costumo dar-lhe uma moeda de um euro e, quando percorro alguns metros, o troco que dele recebo é um grito: “sua puta”. 

Já não me surpreende, eu insisto em dar a moeda, e segundos depois ele chama-me puta, mas penso eu, os pobres são mal-agradecidos, mas este, porra, ainda me dá humanidade, coisa que se não fosse ele e o meu gato, eu já me tinha esquecido. 

Nunca mais recebi um contato da minha família ou de ninguém, histórias do passado, mas reconheço, também não tenho ligado, e não sei, estou naquele pico, ou, quem sabe? naquele fundo, em que se perdem todos os vínculos, ora com quem conhecíamos, ora com quem conhecemos, e estamos sozinhos. 

Mas eu estou mais sozinha que os outros, mais do que aquele sem abrigo, eu bem o vejo da minha varanda, lá em baixo abrigado na cobertura, não tem o respeito de quem passa, pelo exemplo que mete medo, mas que por isso é sentido, há um desespero que ninguém quer, que fere os olhos e o pensamento. 

A mim ninguém sente, o mundo é um fantasma, uma névoa que tolda, por isso a minha relação com o sem-abrigo, é mais forte do que nunca, que prazer eu tenho por dar-lhe dinheiro, só para ele me chamar puta. 

Este já não é pobre porque não tem nada, nem há ninguém que precise dele, porque a ninguém ele faz falta, um inútil que se arrasta pelo mundo, pior que um pobre de que precisamos, se não fossem os pobres como fazíamos? então hoje que penso nisso, os pobres fazem falta!!, senão como vivíamos? Quem nos lavava a roupa? Ou nos apanhava o lixo? O que é mau mesmo, é os pobres deste mundo, serem mais pobres do que o normal. 

Mas este inútil sem-abrigo, que já não é pobre nem normal, para mim ainda tem préstimo, eu dou-lhe dinheiro para saber que existo, que tenho corpo, pernas e sangue, pensei hoje nisto, eu ainda tenho que lhe dar mais dinheiro, sei lá? talvez ele me chame qualquer coisa mais do que puta. 

Há uns dias, eu resolvi dar cinco euros, eu lembro bem que dei alguns passos, estava ele sentado no seu canto, quando ouço aquela voz profunda: “foda-se!! que belas pernas”. 

Ainda não sei o que preferia, se ter umas belas pernas ou ser puta, estava indecisa de dar mais dinheiro, a curiosidade que me roía, aumentei então o preço, coloquei no chão uma nota de dez euros, e depois de alguns metros, soou a trombeta do homem: “caralho!! que belo cu”. 

Toda a mulher sofre do mesmo mal, saber se para os homens é tudo igual, mesmo sendo um sem-abrigo que não interessa, eu precisava saber, eu precisava saber, se só a mim ele tratava mal. 

Da minha varanda onde o observava, eu fiz a estranha descoberta, muito amarga porque sou discreta, será essa a razão porque me escondo, das pessoas e de tudo o que comprometa, o diabo do sem-abrigo, só a mim chamava puta, e só a mim dizia, que tinha um belo cu e umas belas pernas. 

Muitas mulheres belas passavam por ele, elas davam-lhe dinheiro, mas ele nem as via, que vergonha a minha deviam elas pensar, só de um sem abrigo sem préstimo eu recebo elogios, uma pulsão nervosa atingia-me as fibras do meu corpo, seria um jogo daquele homem? Jogar e brincar com os meus sentidos? 

Se eu tinha tido alguma curiosidade, agora ela era em mim febril, pensava eu, o que diria ele se eu desse mais dinheiro, primeiro eu era puta, depois eu tinha umas boas pernas e um bom cu, o que teria eu agora? Se eu desse ainda mais dinheiro? 

O tempo passou, eu fui metendo ainda mais fichas no jogo, eu dei então tudo o que podia, aproximei-me do canto dele, onde deixei cinquenta euros, agachei-me com respeito, só pensei depois, ele deve ter visto as minhas cuecas, que não esperou e sussurrou bem perto: “adoro a senhora, deve ser louca a foder, eu comia-lhe essa cona toda”. 

Quando ele disse aquilo, porra!! que para mim foi um choque terrível, eu levantei-me a correr, arranjei a saia que tinha descaído, e sempre em passo acelerado, fui para casa a voar. 

Voltei para a minha varanda, eu tive que beber um chá calmante, dei festas no meu gato a precisar, mais eu do que o bicho precisamente, a minha respiração estava ofegante, aquela nota de cinquenta euros era o culminar, o que diabo ele diria por mais dinheiro? se ele já me fodia a cona toda por aquele preço. 

Deveria eu fugir daquele sitio? Escolher outro caminho? mas se ele era a minha humanidade? Sem aquele miserável tudo perdia sentido, a única utilidade dele era ser inútil para os outros, dizer ele “bom dia” ou chamar-me “puta”, começava a ser o que eu mais queria. 

Eu resolvi então passar mais vezes, da primeira vez deixei um euro, e logo depois ouvi a grosseria “puta, já não te fodo a cona toda”, no dia seguinte, foram cinco euros, e ouvi “és tão boa, que belo cu”, as outras mulheres ouviam e abriam a boca, mas que escândalo era o sem-abrigo, havia ali alguma inveja? 

Amanhã é Natal, e eu estou aqui no meu gabinete, de manhã atendi alguns clientes, desses formais a quem ligo o necessário, sorte a minha que só a mim dei presentes, mas não me esqueci corri ao banco, levantei cinquenta euros para o sem-abrigo, quando passar quero ouvir aquilo, porque espero desde que me levantei. 

Hoje eu vesti uma saia curta, logo à noite quando me aconchegar no gato, no calor da minha casa e lareira, eu quero sorrir com aquela frase, de um homem rude com barba de urso, enrolei a nota na minha mão e sai para a rua fria e gelada, a andar os quatrocentos metros até casa. 

Eu parei junto dele e vi que o sitio estava repleto, muita gente fazia compras de comida, pensei eu naquele momento, para quê? se a festa é sobre alguém que nasceu pobre, numa manjedoura de palha ao lado de uma vaca e uma ovelha.

Ninguém o via sem ser eu, baixei-me perto do sem-abrigo, e disse num som baixo, num sussurro intimo de quem entende, “tome a nota, eu também me sinto uma sem-abrigo, e ah, não precisa de me vir à cona”. 

Quando me ia a levantar, a mão dele puxou-me o braço, e ouço a voz rouca do frio, “você é tão bonita, mas só eu vejo”. 

Eu sorri e voltei ao meu caminho de rotina, não sei se estava frustrada, teria eu preferido “fodo-te a cona toda?”, não era mais violento ainda dizer ele que eu era bonita? choraria logo à noite e sentir-me-ia ferida, é que dizer que me ia à cona, isso afastava, mas aquilo? unia? 

Eu afagava o pelo do meu gato quando as gotas de chuva fustigavam as minhas janelas, de dentro de casa o calor embaciava os vidros, de cá de cima do alto da minha casa, eu olhei para a cobertura lá em baixo e ele lá estava, aninhado em si próprio e na sua miséria, assim tão perto de pessoas que festejavam. 

Uma espécie de decisão passou-me nos olhos, daquelas que escolhi não ter há muitos anos, eu vesti a gabardine e corri pelo meio da chuva, “vem comigo”, disse, que estranho ele responder “não estou bem aqui onde não incomodo”, quase o arrastei para minha casa. 

Eu olhei para a bola de pelo enrugada em causa, um homem escondido na barba e na roupa velha, um espectro de ser humano na minha sala à minha frente em pé, pensei eu, a minha vontade de pessoa útil queria limpá-lo, fazer dele uma pessoa pobre normal, mas que frenesim e direito tenho eu. 

Eu perguntei, “não sei o seu nome? o meu é Alice”, ele respondeu “o meu é Lucas”, e continuei, “se o Lucas quiser tomar banho, aquecer um pouco, tenho aí roupa do meu antigo marido, faz como tu quiseres, ah, e não precisamos de foder, hoje fazemos só companhia um ao outro”. 

Ele sorriu, e ali ao junto de mim na minha sala, largou a roupa velha que tinha, toda até ficar nu, num corpo marcado como o meu, de indiferença voluntária ou não, e perguntou “onde é o duche? talvez a Alice mude, entretanto, de vontade, lá por ser Natal, eu fodia a tua cona toda”. 

E eu que queria dar-lhe banho, untá-lo com um óleo que comprei de propósito, beijar-lhe as feridas da vida, mas que diabo que é isto de ser mulher?

O que faço quando me fodem?

22:29 0
O que faço quando me fodem?

Há dias apareceu-me a Gabriela no meu gabinete. Ela não bateu à porta, sentou-se à frente de mim, quase que me abriu as pernas, com a saia recolhida, olhei-lhe para as coxas grossas sem que sentisse desconforto. Ela queria falar comigo. Desabafar. Preciso de desabafar, ela dizia.


Disse-me sem mais, com um riso solto não desejado, meio envergonhada, "o meu marido traiu-me. Aquele cabrão traiu-me. Foi ao estrangeiro e fodeu lá com uma puta qualquer da empresa dele".

É assim há muito tempo. Não me perguntem porquê. É um dom, algo natural, de toda a minha vida desde miúdo, para as pessoas que se cruzam comigo, sou seu confessor, confidente e conselheiro. 

Empatia confiança segurança liberdade devo, não sei, transferir isso para os outros que tudo me contam, os seus segredos mais íntimos, sem censura, sem receio. 

Até um colega do escritório me contou que andava a ir ao cu a uma boneca de plástico e que precisava de ajuda minha.

Não lhe conhecia aquela linguagem, a Gabriela é daquelas mulheres contidas, acredita na paixão, mas sinto-lhe um desejo interior de se libertar de fazer coisas, limitada por uma educação qualquer que a impede. 

Assenta-lhe aquele ar húmido de mulher útero que nasceu só para procriar, apesar do belo corpo redondo e rijo a querer foda.

A Gabriela sempre me deu muito tesão. Não sei, se calhar por essas limitações. Excita-me aquele ar de menina certinha e de bem, mas lá no fundo com pensamentos contraditórios de fidelidade e desejo.

Há muito que sou dos poucos ou único autorizado a olhar para o rabo dela, para as mamas, para as coxas e de tudo o que me queira mostrar. 

Noto-a no escritório a olhar-me para o enchumaço das calças, sem esconder, a cruzar de propósito os olhos com os meus, para me dizer com eles "tens um belo caralho, gosto dele".

O corpo da Gabriela grita e não engana. Ela casou cedo, teve filhos, mas sinto-lhe o desejo de quer abrir-se, foder, levar no cu, mamar caralhos, e depois, foder mais e levar mais no cu, e mamar mais caralhos.

Quando estamos perto, sem outros, é isso que os gestos, as mamas tremelentes, a língua húmida a correr-lhe os lábios, a forma de perna aberta como se senta, as vezes que se baixa, os olhares dela me dizem "come-me a cona fode-me vem ao cu", com aquele desejo latente e surdo prestes a explodir de querer ser fodilhona e gostar de sê-lo.

"O que é que eu faço?", ela perguntou. "O cabrão veio-me pedir perdão. Que não volta a acontecer. Que a outra puta não lhe diz nada, foi só sexo, diz ele. É a mim que me ama. Está arrependido e por isso achou que me devia contar. Por respeito, disse. E as minhas filhas? Grandessíssimo filho da puta".

Dizia isto a mover-se irritada na cadeira, via-lhe as cuecas, um papo saliente, e não sei bem, se o fazia de propósito. 

Para punir o marido, pensei. Deixei-me estar quieto, era melhor não me levantar, o meu caralho já estava teso e notava-se. 

Queria pô-la em cima da secretária e fazer-lhe um minete. Ela falava e eu imaginava-me a comer-lhe o cu ali mesmo, à bruta, a agarrar-lhe nas mamas fartas de mamã, e por trás, a parti-la.

"Já ouvi isto outras vezes", disse eu. 

"e só há três opções, uma perdoas, outra sais do casamento e de casa, a outra ainda, ficas no casamento e na casa, mas independente", continuei.

"Na que perdoas, na verdade só perdoas a carne fraca dele, que aliás perdoas em todas as opções, porque nunca perdoarás em qualquer delas a traição dele"

"Se perdoares a carne fraca, sem mais, a primeira opção, ficas por baixo, ele por cima, e na próxima pedir-te-à outro perdão". 

"Na segunda opção perdoas-lhe a carne fraca, não perdoas a traição, e ficas por cima, só que sacrificas as tuas filhas". 

"Na terceira opção perdoas-lhe a carne fraca, não perdoas a traição, não sacrificas as tuas filhas, ficas por cima, e com um bom acordo, és independente e fodes quando onde e com quem tu quiseres. Com uma diferença, sem traição da tua parte porque ele sabe".

"Estás-me a dizer que devo continuar casada com aquele filho da mãe, mas dizer-lhe que a partir de agora ele que foda a puta dele e eu passo a foder com quem eu quiser?", perguntou ela. 

"Sim", disse eu, "com um bom acordo, em que fique a amizade dos dois pelo bem das tuas filhas", respondi..

Ainda não te compreendo bem, disse ela. O escritório ficara vazio entretanto. Levantei-me e ela olhou-me logo para o tesão das calças. Senti as coxas dela a abrirem-se de surpresa e expectativa. 

Aproximei-me junto dela, abri as calças e soltei um caralho teso perto da boca dela. Eu não sei se me cheirou a púbis e o pénis, ela não falou, não disse nada, ela agarrou nele na boca com os lábios apertados e começou a mamar.

Eu agarrava-lhe na cabeça e nos ombros e sentia-lhe a sofreguidão de ou ela nunca ter feito uma mamada ou ela não a fazer há muito tempo. 

Eu apalpava-lhe as mamas fartas e via-lhe aquele cuspo erótico em redor da boca de tanto lamber. Ela mamava e friccionava o papo de cona com a força de quem não quer perder mais tempo.

Trago-a para o sofá do gabinete, viro-lhe o rabo e comecei a penetrá-la na vagina, como imaginei, à bruta. 

A agarrar a nádega para que eu entrasse ainda mais, saltava-lhe no rosto aquele ar de atriz pornográfica, a lamber os lábios e a boca de prazer, quando lhe enterrava o caralho mais e mais.

A Gabriela tem um cu lindo. Rechonchudo sem ser gordo, eu faço força nos ombros, e vejo o meu caralho a entrar uma após outra na cona.

Quase que lhe grito, "hoje tens de dar-me tudo", ela gemeu e disse "é tudo teu", eu tiro o caralho da cona dela e começo a enterrar-lho no cu. 

Não se nega, empina-se como uma égua com o cio, quando enterro o meu caralho todo no cu dela. Eu martelo o cu dela sem desconto ou perdão, até que nos sentimos estremecer e viemo-nos.

Pensei, gostava de a ter fodido mais. Disse-lhe, "dizias que não me compreendias, compreendes agora?", "acho que sim", disse ela.

"Estás satisfeita, gostaste?", perguntei. "Estou.  Adorei". 

Disse-lhe, "Então, não me vou casar contigo, nem nos vamos apaixonar, mas fodeste comigo, sentiste-te livre. Só tens de decidir uma das três opções. Ou melhor das quatro, se calhar a anterior do casamento morno também não te servia."

Eu aguento!! Chama-me de puta!!

22:43 0
Eu aguento!! Chama-me de puta!!
Tenho 40 anos, mas tenho-me cuidado, acho que estou bem conservado, sempre fiz e faço muito desporto, de maneira que pareço, ou pelo menos acredito que sim, mais novo do que a idade que realmente tenho. Sou casado, tenho mulher, duas filhas, e uma enteada, filha da minha mulher, que vive connosco.

Não sei porquê, mas sempre senti uma forte atração por homens, que fui escondendo da minha mulher, filhas e enteada.

E não é por todos, sinto, não sei, uma forte excitação por aqueles homens mais efeminados, quando passam por mim a bambolear o rabo, e eu fico com tesão. Tive algumas experiências em mais novo, mas foram apenas brincadeiras, nada de sério.

Também não sei porquê, tenho sonhos eróticos acordado de me imaginar como mulher a ter relações com homens machos e com pénis grandes a irem-me ao traseiro.


Muitas vezes, quando a minha mulher e as raparigas estão fora de casa, eu visto-me com roupas delas, e adoro sentir aquelas cuecas de renda minúsculas no rego do meu cu. Adoro ver-me ao espelho com a mini-saia da minha enteada tendo por baixo a tanga curta. 

Quantas vezes vejo anúncios, nos jornais e na net, a querer avançar, arranjar um homem, ou ter um encontro, mas sempre tive, não sei, medo, que as coisas corram mal, sem saber bem o que ia encontrar e como fazer as coisas. 

E depois sinto também alguma vergonha, inibição, afinal apesar de ter mil fantasias em relação ao sexo, não me sentia promiscuo ou devasso, como se tivesse restrições e barreiras pessoais que me impedissem de me entregar aos meus desejos.

Mas um dia perdi a cabeça, ou melhor, fui de cabeça!!

Liguei para um travesti que encontrei no jornal. Tinha aquela ideia de que os travestis por serem travestis só levam no cu. Mas acho que me enganei, querendo ser enganado.

Mais ou menos pela tarde fui ter com ele a um prédio, e encontrei um travesti, mais mulata brasileira, com umas pernas e um corpo deslumbrante, vestido com uma lingerie em renda preta que lhe realçava as mamas, as curvas do rabo e o volume entre as pernas.

Sentia-me estranho, mas também muito excitado.

Fomos para o quarto e ele disse-me para me despir e ele, quando se despiu, vi logo um pénis enorme meio tombado. Quando se aproximou de mim, perdi logo as ideias feitas que tinha, e agarrei no pénis dele, levei-o logo à boca e comecei a chupá-lo.

Afinal era isso mesmo que eu queria!! Fazer sexo com um homem, experimentando o desejo intenso de me sentir mulher e ser penetrado.


A cada chupada que dava o pénis dele ficava ainda maior, bastante duro na minha mão, lambia-o com experiência, com a língua e os meus lábios a apertar-lhe a cabeça, como se já tivesse chupado muitos.

Sentia-lhe o cheiro doce do corpo a entrar-me pelas narinas, um gosto a salgado dos testículos, olhava para ele já sem vergonha a cada chupada como se lhe pedisse aprovação, e quando já estava bem teso perguntou-me o que eu queria ou como queria. 

Acho que não tive escolha, eu sabia bem o que tinha ido à procura, e só sei que lhe virei o rabo a dizer-lhe que gostava que me viesse ao cu.

Do meio dos seus cabelos pretos compridos, ele sorriu acenando que sim, depois ele deitou-me de barriga para baixo, eu senti o seu peso nas minhas costas, e depois o pau dele tocou no meu ânus, e eu senti-o a entrar no anel da minha fenda, a fazer força a entrar.

Ele pediu-me para alçar o cu, colocou uma almofada por baixo, e depois enterrou o pénis fundo dentro de mim, estando ele um bom bocado até a suar a partir-me o cu. 

Sentia pelo tom de voz dele, quase carinhoso, afinal não parecia ser só uma troca de dinheiro e favores, que ele estava a gostar de mim e de me foder.


Mesmo para a minha idade, acho que tenho um rabo de fazer inveja. E acho que ele se desforrou no meu cu, ou então não sei, achou que comendo-me forte eu voltaria lá para mais.

A partir daí, eu voltei muitas mais vezes, só que a minha maior fantasia era difícil de conseguir. Eu gostava de foder com um homem mas como se eu fosse uma mulher, com lingerie, e que ele me chamasse puta.

Um dia falei num desses sites com um homem, que depois descobri mais tarde, fiquei vermelho e até com medo quando o vi, que vivia no mesmo bairro que eu. 

Pensei coisas más, ele deve ter pensado o mesmo, mas depois vi-o com a mulher e o filho e ele viu-me com a minha mulher e as raparigas, e percebemos a coincidência. 

Naquela altura, decidimos encontrar-nos num desses hotéis baratos, falámos pouco, ele era simpático, bonito, bem constituído, eu disse-lhe que gostava que me fossem ao cu e gostava de me vestir de mulher, ele disse que sim que gostava e fomos para o quarto.

No quarto, eu vesti-me escondido dele com uma saia pequena da minha filha, uma lingerie de renda preta, uma meias de renda fina até acima também pretas, e apareci-lhe quando ele já estava na cama nu a acariciar o pénis teso.


Eu deitei-me com ele, e ao principio tratou-me de uma forma doce, como se estivesse enamorado de mim, deu-me beijos na boca, passava-me a mão pelo corpo todo e eu pelo dele. Tinha um cheiro agradável, perfumado, a pele jovem e macia, de um homem de pouco mais de 30 anos. 

Ele tinha um pénis generoso que comecei a chupar e sentia a mão dele a passar pelo meu rabo e pelo meu ânus, entre as cuecas apertadas, pelas minhas costas, a dar-me um tesão muito grande.

Eu chupei o pénis dele, bem de cima para baixo a saborear aquele gosto salgado de caralho, a prepará-lo para mim excitado com a antecipação crescente.

Depois, eu senti-o mais duro e violento comigo quando me começou a comer o cu. Dava-me palmadas no rabo e dizia "sua puta, és a minha putinha, dá-me esse cu todo, puta".

Não era nada que eu não gostasse, era o que eu queria, que ele me fodesse com força e me martelasse o cu a chamar-me o que lhe viesse à cabeça, puta e porca, que me dava muito prazer e gozo. Ele comia o meu cu, a bater forte com as coxas nas minhas nádegas, a enterrar o caralho dele.

Depois eu cavalguei em cima dele, a querer sentir-me uma puta desalmada, com as minhas ancas a dar a dar a descer pelo pau dele, a deixá-lo louco de tesão, a beijá-lo na boca como se fosse a amante e puta dele. Eu vi-me todo húmido e ele também.

Adorei. E como disse encontrei-o uns dias depois no café do meu bairro. Foi uma surpresa. Depois conto mais.