Biografias Eróticas

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Crossdresser: Será que sou uma?

21:36 0
Crossdresser: Será que sou uma?
Foi assim do nada, um zum zum no trabalho, colegas que se riam do Albano, que tinham descoberto algures, ter o fetiche de se vestir de mulher, que era gay já se sabia, mas agora adicionava, para além de gay, era também crossdresser. 

Tinha que garantir ordem no pedaço, como descobriram era coisa que não entendia, mas se era o desejo dele ser assim, para mim tudo bem, se dar o cu estava no gosto dele, pois bem dava o que era dele, e sendo ele bom trabalhador, ninguém tinha nada a ver com isso, era lá a vida dele.

E foi assim, confessionário, pus toda a gente na linha, explicando àquela gente, que trabalho era trabalho, que não admitia que se metessem com ele, deixassem o Albano em paz, e se metessem na sua própria vida.

Mas, o problema veio depois, já tudo tinha acalmado, os colegas tinham aceitado, se ele era assim que fosse, não tinham razões de queixa, sempre tinha sido um bom colega, amigo do seu amigo, e o que era gozação, com o tempo passado, passou até a ser protecção.

E eu vi com esses olhos, um cliente gracejando, dizendo coisa assim, "eh pá esse seu colega é bicha", e todos saíram em defesa, até o Lemos um gajo encorpado, que não nutria simpatia pelo Albano, foi ter com o cliente ameaçando, "oi seu caralho que você tem do rapaz ser bicha?", o cliente saiu com o rabo encolhido, estava vendo que o Lemos lhe batia.

Mas eu, mas eu, não aguentava, confessionário, o Albano vinha ao meu gabinete, coisas das funções dele, eu perguntava para ele "então Albano as coisas estão mais calmas?", ele respondia que sim, mas quando saia da espaço, eu ficava vidrado no rabo, imaginando ele nu com uma calcinha apertada, enterrada no cu.

E desgraça a minha, ele chegava e eu entesava, não mais via o Albano homem, ele se punha falando do trabalho, mas eu por baixo da mesa, imaginando ele de mulher, não aguentava mais, me punha afagando o meu caralho.

Até que a coisa se foi acentuando, me levantava de propósito, para ele ver o meu inchaço, de dia para dia só pensava, em querer comer o Albano, até que um dia assim brincando, lhe perguntei desesperado, "me diz, como é isso de se vestir de mulher?", respondeu que gostava de fio dental, bem metido no rabinho, coisa de ter sido criado, no meio de vestidos e bonecas, de mãe, irmãs e tias, ou seja, só por mulheres.


Fomos falando em silêncio, assim como quem não quer a coisa, já percebera o meu interesse, via-me teso quando se aproximava, e um dia me contou, que o namorado da irmã, já ele era mais velho, vi-o em casa com um vestido, e como não estava mais ninguém, ele agarrou-o e levou-o para a cama, puxou-lhe as cuecas de mulher, afiou-lhe o rabo apontando-lhe, o caralho com que o enrabou.

A partir daí, disse-me, nunca mais quis outra coisa, de gostar de levar no cu, sempre sempre vestido de mulher, foi-me ele contando estas histórias, até que, confessionário, cedi, pedi-lhe um dia para nos encontrarmos, fora dali do trabalho, que eu era bastante curioso, e estava danado por saber mais.

Encontrei-me com ele na rua, e fomos para casa dele, dizia-me que ali estávamos bem, à vontade que ninguém nos incomodava, perguntei "e então a tua mãe?", "não há problema ela não se importa, sabe bem deste meu fraco", e assim muito a custo lá fui com ele, entrámos e passámos na sala, vi-o a dar um beijo na velha, via televisão e nem me ligou, fomos para o quarto dele.

Disse-me para me sentar, gostava que o visse vestir, umas roupas de mullher, ligas e folhos cor de rosa, rodava de volta feminino, a mostrar-me o rabo empinado, pensei para mim logo, mas que belo cu ele tinha, pediu-me para me ir despindo, tinha o caralho teso como pedra, nunca o tinha assim tão arqueado, fui afiando o malho, quando ele se baixou sobre mim, lábios de baton encarnado, a chupar o meu caralho.

Mandou-se para cima de cima, sentado onde eu estava, numa espécie de sofá, ele roçava o rabo no meu caralho, movia-se sobre mim agarrado, numa onda de trás para a frente, sentia-lhe o ânus húmido, preparado para o foder, comecei a penetrá-lo, ele a subir sobre mim determinado, quando lho enterrava bem fundo.

Foi pondo o óleo a espalhá-lo, pelo ânus e pelas nádegas, procurou-me a boca a beijar-me, quando me cavalgava o caralho, gemia-me ao ouvido, "aiii, aiii, que bom, aihmm tão bom", as coxas grossas lhe agarrava, a subi-lo com a minha força, a comer-lhe o rabo apertado, a comer até ao fundo, o meu pau rijo.

Saltamos para a cama, ele empinou-me o cu preparado, a pedir-me "come-me o cu amor, parte-me o cu todo, eu gosto tanto", pus-me em cima dele a martelá-lo, fodia-lhe o cu todo, a abrir-lhe as nádegas como um fruto, entrava-lhe no buraco apertado, no anel tremente e húmido, com o meu caralho todo, até que me vim num grito, "ah ah ah humm", num esguicho quente por todo o lado.

Fui comida por um troll

16:35 0
Fui comida por um troll
Confessionário, não devia contar isto, nem sei se é comum o que aconteceu comigo, eu sei que traições são muitas, de homens e mulheres, sei que não há desculpa, mas desta vez não foi assim, me enganaram e eu não quis, e fui fodida por um troll.

Houve festa na empresa, sucede assim numa altura do ano, distribuem-se prémios e elogios, e eu disse ao Zé Carlos meu marido, "porque você não vem na festa", e ele assim, "você sabe, fico cansado, não conheço ninguém", ele é assim anti-social, gostava de ficar em casa, e, estava com as minhas amigas do trabalho, por isso aguentei.

Festa na empresa é assim, após uma certa hora, acaba em boîte e brincadeira, minhas amigas são solteiras, fomos bebendo e brincando, até que aí a uma certa hora, eu sai para um espaço de lado, para fumar meu cigarro.

E foi aí que encontrei o troll, o Bernardinho é da equipa, mas é um sujeito apagado, estava também naquele sitio, fumando um cigarro, não era costume falar com ele, e cumprimentei assim em cortesia, mas me sentia bêbeda e descontraída, que fomos falando mais do que devia, ele me mirava as coxas nuas, como uma besta de fantasia, eu brinquei de tirar satisfação, da razão de me estar olhando assim.

"Oh Aninhas, você é um pedaço de mulher, sabe?, de mau caminho, sabe", e eu ri-me da ousadia dele, ele continuava insistindo, "adoro você, é tão boa, me dá tanto tesão, Aninhas, sabe", era estranho o que sentia, ao mesmo tempo ofendida, do mesmo modo agradecida, me dava prazer ter um homem estranho, assim chorão insistente, a desejar-me como mulher.


Brinquei com ele, "e o que fazes com esse tesão?", "você sabe, bato punhetas, você é o meu altar, o meu maior desejo na empresa, sei que és demais para mim, mas gostava tanto de te foder, fazias de mim um homem feliz", já estava acendendo, com ele mais atrevido, "Tu sabes Bernardinho, sou uma mulher comprometida", "eu sei eu sei, me desculpa, é só desejo por você, está vendo aqui?".

Eu olhei assim para baixo, ele baixou as calças me mostrando, um pau enorme teso e grosso, que agarrava com a mão, brincando com ele a abaná-lo, "está vendo Aninhas, ele é que manda, não sou eu? você passa e meu caralho fica assim, doidão, por você", o álcool me toldava a visão, precisava de mais um cigarro, não conseguia respirar, do arfar dos meus pulmões, do apertar do meu coração, a garganta seca se instalava, a tombar de pena daquele troll chorão.

"Você sabe Bernardinho, o que quer você?", "me deixa dar uma foda, Aninhas, vai?", eu estava assim confusa, meio bêbada com certeza, "meu marido vai perceber, o que lhe vou dizer?", "diz para ele que foi um troll, coisa de fantasia, ele vai pensar que está brincando, funciona, diz que você está maluca, diz que ama meu caralho, diz".

"Eu amo né e se vem alguém?", "não vem, chega para aqui, assim", dizia-me ele baixinho, fomos para um lado escondido, se encostou atrás de mim, a mão áspera me puxou a cueca, empurrou-a decidido para baixo, comigo a ajudá-lo a tirá-la, subiu-me a saia curta a levantá-la, senti-lhe o malho rijo nas minhas pernas, que escorregava resoluto e esguio, entre os lábios púrpura do meu vale, abri-lhe as pernas para os lados, para lhe dar o meu botão de rosa tão querido.

Agarrou-me pelas mamas, sequestrada e sem reacção, como se me impedisse de fugir, levantou-me as nádegas de uma só vez, e encavou-me na fenda húmida, aquele pau grosso que eu já vira, "ai Bernardinho, você me aleija, está doendo, é tão grande, aguenta, aihmm, aiii", estava descontrolado, devia ser o álcool que falava, estava me martelando a cona, assim sem piedade e sem carinho, só o ouvia dizendo "ai Aninhas que mulherão, que fodão você é, tá me fazendo feliz, Aninhas, tá gostando?".

Estava me culpando por dentro, mas adorando ao mesmo tempo, de amar de ser fodida, havia tempo que Zé Carlos não me comia, e Bernardinho meu deus parecia um troll, mais animal que pessoa, como se fosse lobo me apanhando, com suas garras e seus dentes, estava me martelando a cona, assim sem desespero ou cansaço, eu me dando a ele empinada, lhe levantava o rabo ajudando, fechei os olhos do prazer daquele caralho, que me apertava os lábios do desejo, me moía o corpo todo, gemendo esquecida naquelas mãos, que o tempo não acabasse já, que estava a ser bem fodida.

Ouço-o dizer "amor querida, Aninhas, me deixa comer-te o cu", eu respondi logo "não Bernardinho, isso não, não estou habituada, meu marido não gosta, e vai doer", mas meu troll chorão insistia, "não dói querida, vou lhe dar tudo, faço devagarinho, lhe como o cu devagarinho, vai, amorzão, me dá esse cu", ele começou batendo à porta, matraqueando meu ânus com a cabecinha, daquele seu caralho grosso, em cada batida um bocadinho entrava, fechei os olhos esperando, o meu buraquinho reagia, "aimm aihmm Bernardo, devagar vai aihmm estou-me abrindo toda aimm Humm caralho mãezinha, aiii que você me parte o cu, Bernardinho", gemia.

Fui avisando na perna dele, dessa minha dor quando entrava, "aihmm Bernardo, você me come esse cu todo, me parte o cu vai aii aii me parte Bernardinho, acaba comigo vai", ele ficou ainda mais excitado, perdeu a razão da pouca que tinha, parecia um animal louco em fúria, violento me entrando no ânus apertado, duas garras duras me apertavam, as nádegas do meu rabo, havia mais de três anos antes de conhecer o Zé Carlos, que nenhum homem o cu mo comia.

Comecei a estremecer de prazer a vir-me, Bernardinho urrou como um animal, se vindo descontrolado agarrado ao caralho, ele e eu nos escondendo e resguardando, mesmo a tempo quando apareceram as minhas amigas, "então você tá aqui, oi Bernardinho, que é feito?".

Arlete uma das minhas amigas, se virou depois para mim dizendo, "oi Aninhas, pareceu-me ver Bernardinho exibindo o pénis, esse cara é maluco, é um troll, cuidado com ele menina".

Coisa de amigos gay?

23:10 0
Coisa de amigos gay?
Já não era cedo quando cheguei à praia, confessionário, tenho andado um pouco em baixo, e pensei que um sol no corpo me fazia bem, mas por favor queria tanto estar sozinho, perdido nos meus pensamentos, e então que não encontrasse gente, amigos, conhecidos ou familiares, coisa de que o sitio para onde ia não seria de estranhar ...

Lembro-me que estendi a toalha, estava um calor abrasador, fui dar um mergulho ao mar, um sabor salgado e refrescante que me beijou o corpo todo, os meus mamilos espetados denunciavam bem esse meu prazer.

Pus-me a olhar para os lados, a ver as pessoas e os seus jeitos, era outro dos meus prazeres esse de adivinhar o que eram, e foi quando o vi; por momentos olhei e reparei que olhou para mim, vi-o acompanhado de família, talvez  mulher e filhos, e só sabia e sentia que o conhecia sem saber bem de onde.

Foi quando me lembrei, ao percorrer a memória, tinha estado com ele há algum tempo num desses bares gay; não que lá fosse outras vezes, naquele pelo menos era a primeira, havia um desejo profundo que me assaltava, informei-me e fui à procura, e ele, aquele, homem lá estava junto ao balcão.


Abordou-me a falar, a perguntar-me o que queria, eu envergonhado a dizer-lhe "se queres saber, nem sei bem", ele riu-se e eu mirei-o, via nele aqueles homens grandes, que parecem mais adultos que os outros, uma barba cerrada num queixo largo, no pulso um relógio grande quadrado, em cima de pelos pretos e longos, de coxas grossas bem abertas, num banco de pé alto sentado, com um volume proeminente meio adormecido.

Falou-me ao ouvido, "vieste aqui é porque queres alguma coisa, de que é que gostas?", cometi a asneira de lhe perguntar "e tu o que procuras?", respondeu-me "um cu, quero papar um belo cuzinho, assim como o teu, redondinho e rijo", agarrou-me na mão levemente, a puxá-la e a pousá-la no volume dele, suavemente, estava escuro e ninguém via, senti-lhe um caralho que crescia, e uns colhões enormes que tinha.

"Adorava comer-te o cuzinho, gostavas?", e respondi-lhe, afinal já ali estava, "não sei, acho que sim que gostava", passou o braço pelo meu pescoço, num abraço forte a rodear-me, quase lhe senti a boca e o hálito, de um whisky velho que bebera, as nossas línguas ali tão perto, ordenou-me ele, "abre-me a berguilha e mete a mão", desci-lhe o zip devagarinho, explorei aquele gruta com os meus dedos, agarrei-lhe o caralho grosso na mão.

Massajava-lhe o caralho grosso, sentia-lhe as veias e o comprimento, a humidade na cabecinha, e por momentos imaginei-me, num desejo intenso inigualável, de ajoelhar-me a tirá-lo para fora, a chupá-lo ali à vista de todos, como se fosse um espectáculo público, quando o ouvi "anda vamos para o meu carro, aqui não", levou-me debaixo do braço, a caminho para fora do bar.

Sussurrava ao meu ouvido, em brincadeiras e sorrisos, "vou-te partir esse rabinho todo, vais adorar, queres muito eu sei", e continuava, "não me vais dizer que é a primeira vez?", eu abanava a cabeça a dizer que não, e insistia "vejo bem que tens um cuzinho pequeno, bem apertadinho, vou-to abrir todo, vais ver", "achaste o meu caralho grande?, "achei", dizia eu, "quando to enterrar todo, vais ficar doido", deu-me uma palmada no rabo, tremeram-me as nádegas de êxtase e antecipação, que senti o ânus a apertar-se.

Já íamos a caminho do carro quando o meu telefone tocou, era uma pessoa a dizer-me, qualquer coisa como "vem para casa tínhamos combinado", não era coisa séria, mas de quem me telefonou, que não interessa ao caso, eu não podia faltar.

Não sei quem ficou mais arrasado, ele dizia "anda é rápido, deixa-me partir-te esse cu", mas não deu e fui-me embora, mas agora li-lhe nos olhos, também ele se lembrava, daquela noite do bar, em que queria papar o meu cu, eu com vontade de lho dar,  mas outras coisas mais importantes haviam.

Mas agora estávamos ali, no mesmo sitio da praia, eu sozinho, ele com mulher e filhos, olhei-lhe para os calções e o volume, um caralho grosso e uns colhões, que eu já sentira na minha mão, levantei-me e fui ao mar, senti-o atrás de mim no seu andar, abeirou-se-me junto à agua, e sem vergonha a dizer-me "que tal acabarmos o que deixámos pendurado", ri-me assim de soslaio, "o que queres?, ires-me ao cu aqui na praia? ali com a tua família?".

"Anda, vamos ao meu carro lá em cima, está num sitio bom", e eu fui, agarrei na toalha e caminhei na direcção que me dissera, onde o fui encontrar à minha espera, entrámos para dentro do carro, estava escondido junto a uma árvore, tirou o caralho teso a dar-mo pra mamar, baixou-me a cabeça para baixo, que me forçou a descer, apertei-o nos meus lábios, um pau grosso levantado, que comecei a chupar, de lado de cima e abaixo, com os dedos dele no meu ânus a rolar.

O calor era abrasador, quase não conseguia respirar, o meu suor misturava-se no dele, sabor salgado que nos envolvia, "anda, senta-te em cima de mim", tirei os calções a pôr-me nu, a posição era desconfortável, pus-me sobre as pernas dele, em cima do caralho que me entrou, pelo cu adentro a escorregar, senti um arrepio forte de prazer,  "hummm, hummm, aihmmm, foda-se, hummmm, aihmm", o meu ânus que se apertou, num anel ardente a recebê-lo, quando mo encavou até ao fim, "ai ai ai tão grande, ai ai, devagar, ai", agarrou-me as nádegas a subir, com mãos grossas a apertar, quando mais me enterrava, mais puxava para me enrabar.

"Anda, vamos para o banco de trás", enroscá-mo-nos bem em baixo, o ar quente enlouquecia-o, dava-me palmadas nas nádegas, fortes de dor e prazer, o meu rabo encolhia-se do bater, tremente no meu ânus apertado, puxou-me os cabelos a arquear-me, a dizer-me duro e resoluto, "empina-me o cuzinho, vai, quero foder-te bem", levantei-lhe o rabo alto, deu-me uma estocada violenta, "ah ah ai aimm humm ham aii partes-me todo", gemia alto quando me abriu todo, a enterrar-me no cu fundo, em batidas sucessivas, não parava de me entrar, com aquele caralho grosso.

Indiferentes a quem passava, a suspirar num ronco forte "que cuzinho, parto-to todo, tás a adorar, eu disse-te", eu gemia de fininho "aihhm, hummm, hummm, aihmm, aii, ha ha", lágrimas salgadas nos meus olhos, faltava-me o ar nos pulmões, agarrado à nádega que lhe abria, o peso da mão dele nas minhas costas, a esmagar-me contra o banco bem pra baixo, duro e violento a enrabar-me, sentia-lhe o chocalhar das ancas, no seu ritmo acelerado, saía e entrava a foder-me, no meu querer de olhos vidrados, no meu ânus a martelar.

Naquele calor intenso em que estávamos, os nossos corpos suados gotejavam, água salgada que se encontrava, num beijo de prazer unido, começámos a estremecer, vinha-mo-nos juntos agora, jactos quentes de lava e leite, que se espalharam no meu corpo agradecido.

Ele afastou-se depois, para a areia, onde fui encontrá-lo mais ao lado, deitei-me indolente e estendido, depois de um banho de mar fresco revigorante, lembro-me que me doía o cu, troca de um prazer incomum.

Não me esqueci do meu amor

14:30 0
Não me esqueci do meu amor
A Estela conta ao "Biografias Eróticas" como tem sido:

Obrigado confessionário por esta oportunidade de falar livremente sem eufemismos. Tem sido muito difícil viver com quem não se sente. O meu marido é uma pessoa assim. Ao principio até tinha prazer nesse sentimento de mulher troféu, levada na vertigem do estar presente, de ser exibida como prova de sucesso, confundia isso com mulher apreciada, entre ruído e obrigações, de  estar sempre sorridente e cuidada, para a fotografia e a capa de revista, até que um dia se fez luz.

Já tinha dois filhos deste homem, também eles troféus do seu interesse, neste teatro maldito de actores sem vontade, presa e agrilhoada ao mau gosto dele, era agora uma observadora, não queria viver esta vida, asfixiada assombrava-me a pessoa, ele era uma coisa dentro de casa, sendo outra quando politico se vendia.
Metia-me nojo por ser ele, nojo ainda quando me queria, só foder para se aliviar, nojo por não dizer a verdade, por ser uma coisa e parecer o que não era, não por me humilhar com outras, dizendo-me quem eram, mas por não merecer respeito dos ingénuos que nele acreditam.

Foi por esta altura que conheci a Pilar, detestava que a chamassem de espanhola, para ela era andaluza, de pai português e mãe do outro lado da fronteira, mulher mais linda que se me atravessou no meu mundo, e me deu oferecida uma nova vida.

Confidenciava-lhe que o meu marido era um porco, dizia ela a rir que o dela tinha a mesma natureza, ser politico não era uma vocação, e que antes de o serem tinham de ser porcos, o que era desgraça no meu infortúnio, era agora motivo de risota e conversa.

Nem o meu marido nem o da Pilar nos procuravam há muito tempo, sentiam o nosso cheiro de desagrado, uma espécie de névoa húmida que pressentiam, mais valia encolherem o rabo, e irem à procura de pocilga para outro lado.

Levou-me a Pilar para um dos anexos à sua casa, uma casa imensa ajardinada, mas naquele recanto único e tranquilo, fazia ela o seu mundo protegido, não se ouvia nada de cá fora, éramos só nós os nossos corpos e sonhos, a juntarem-se como almas gémeas.

Parecia uma gruta exótica, Sherazade passara por ali, deixara o seu cheiro erótico, em mantos e lençóis carmim, onde vontades e egos não sobreviviam, como um destino antecipado, um dia entreguei-me a ela, e ela entregou-se a mim.

Naquela tela de veludo, a Pilar tocou a minha boca, nos meus lábios doces de licor, percorreu o meu corpo aos beijos, mamilos, ventre e os meus pelos, ri-me e saltei com a língua dela no meu umbigo, em tardes longas de amor, sem prazo ou hora para marcação.

Abraçava-a como o meu amor, reciproco nos mimos dela, lambia-me numa fúria de prazer, sussurrava-lhe ao ouvido "acho que te amo, Pilar, que merda", "eu sei, eu sei, também eu, amor", naqueles seus olhos negros, que me fazem chorar.

O marido dela e o meu eram quase amigos, porque amigos amigos, só dos seus interesses, cobardes à caça de presas desprevenidas, de ingénuos crentes naquelas vozes, e reunidos pela tarde, eles e mais outros iguais, com suas mulheres troféu e não tanto, eu e a Pilar comentávamos e riamos, de tanta merda ali escondida, com pena nossa de o saber, por isso acabávamos por ser porcas, apesar de contudo não sermos politicas. 

Sensualidade de mulheres livres

20:30 0
Sensualidade de mulheres livres
A culpa será do calor Algarvio
O ambiente, as vontades e o desejo unem-se e conjuram
Duas mulheres num acometimento divino
Humanas deusas no Olimpo 


Tínhamos vindo até ao Algarve com os miúdos para casa dos meus sogros, eu e a Ângela, a minha mulher. Pela tarde queimámos os corpos ao sol, momentos em que me permitia admirar a beleza da minha mulher e a sorte que me fora dada por a ter. 

Os cabelos castanhos quase alourados, a face, o corpo de sonho, as pernas, as mamas, tudo na forma e medidas corretas, aquela vagina linda que adorava lamber, o rabo redondo e firme que me perdia por comer, mas mais importante, uma cabeça de génio e percepções que a nós simples mortais, só em presença da luz interior dela, nos dava um conhecimento secreto e solitário de outros mundos.

A Ângela por aqueles dias andava com alguma fisgada, via-a impaciente, tinha passado algum tempo depois do nosso acordo informal, em que o Fontes segurança, a tinha comido, e, não sei porquê, ela aspirava por alguma ação.

Naquela tarde ao sol, virou-se para mim e disse-me "A Vanessa está cá, sabias?", "Não", disse-lhe. "Estive a falar com ela, e convidei-a para vir passar um tempo connosco", continuou.

"Vou gostar de vê-la, já passou algum tempo desde a última vez", respondi. "Sabes, falei com ela do nosso acordo, e, olha não sei o que me deu, e pedi-lhe para ela foder contigo, o que achas?".

A Vanessa era realmente outro sonho de mulher. Nossa amiga hà alguns anos, até mais da Ângela do que minha, e tinha o ar surpreendente de uma mulher, mais do que independente, uma mulher livre. Era o que lhe apetecia ser, e por isso, por esse exemplo, adorávamos a amizade dela.

E depois tinha tudo, foi-lhe dado por deus todo o arsenal que existia, para fazer uma mulher bonita. O cabelo preto liso, a parecer azeviche, o corpo moreno, quase índio, de uma mulher com poder interior, os olhos esverdeados cintilantes, e um sorriso irónico permanente de alguém que decidiu não escolher o sofrimento voluntário dos outros.


Apesar de a conhecer hà alguns anos nunca a tinha comido, não que eu não o desejasse, mas senti-lhe sempre fortes reticências de alguém que não troca um homem e uma foda por uma amizade. 

Era implacável com valores elevados, e talvez por isso, não a visse com desejo de comprometimento com alguma relação, uma mulher solitária a seu gosto, e pelo medo que infundia nos homens quando a abordavam. Qualquer homem sentia-se intimidado perto dela, com aquele sentido de "esta não, é areia de mais para a minha camioneta".

"A Vanessa, queres que dê foda na Vanessa? E ela o que disse?", perguntei. "Disse que sim, disse-me também algo curioso. Que há muito tempo andas a olhar para ela com olhos de comer", riu-se.

Pudera, comer a Vanessa, era o mesmo que ter uma experiência exótica, sentia por ela o mesmo que sentia pela minha mulher quando a fodia, aquele prazer de pertencer a um grupo restrito de homens, a quem é dada a oportunidade de entrar em solo sagrado, de poderem foder o corpo delas juntamente com a cabeça. 

Não duvidava que a Vanessa como mulher sabida já tinha estado com muitos homens mas sentia-lhe no olhar a presença daquele sentimento de que a maioria eram instrumentos de prazer dela, um cabide com um pénis na ponta, para satisfazer as suas necessidades.

Na tarde seguinte, encontrámo-nos na casa da Vanessa em Faro, sorriu-me com aquele ar maroto de que já estava tudo decidido entre ela e a minha mulher, esperava-se apenas a minha execução, que senti na pele, com um constrangimento profundo, de ser avaliado por elas.

Já tinha visto a Vanessa semi-nua na praia em topless, aquelas mamas que me vinham à memória, fartas e rijas a explodir, os mamilos espetados, que eu me imaginava muitas vezes a lamber, que traziam uma ereção constante, mas agora toda nua, revelada a mim, a vagina húmida e rosada, a pedir a minha língua independente e perversa.

A Ângela aproximou-se de mim e disse-me "olha senta ali, mudámos de opinião à última hora". Acho que já o devia esperar, ou pelo menos já o devia ter previsto, era uma partida.

Nuas na cama como deusas, sendo eu o mortal espectador, abraçaram-se as duas aos beijos, os seus corpos unidos nas nuvens, e a minha mão no pénis teso a adorá-las, o rabo da Vanessa movia-se em harmonia com a Ângela, esfregando as fendas húmidas, via-lhes os lábios grossos das conas a tocarem-se forte pela ação das duas, como se quisessem penetrar em vão, pernas entrelaçadas como de uma só.

Nem me lembro bem se batia uma punheta ao vê-las, a sua ligação tão intensa, a língua da Vanessa corria pelo clitóris da Ângela, os gemidos, os cheiros, o sorriso delas ao verem-me vê-las, a fazerem-me uma demonstração, um espectáculo divino só eu o preferido, sem direito de intervenção.

A Ângela descia agora sobre o corpo da Vanessa, as suas línguas a tocarem-se de fugida, como se o melhor estivesse para vir, arqueados os seus corpos, a minha mulher lambia a cona da amiga, os dedos dela friccionavam os papos da sua cona, gemiam forte como em coro, foda-se que me estava a vir, abanavam-se as duas em pleno orgasmo, num transe violento intenso, via-as a cair juntas, molhadas de satisfação, a vierem-se doidas até ao fim.

Horóscopo Masculino

16:00 0
Horóscopo Masculino
Carneiro

Ele adora a ideia de ter sexo em lugares públicos, até porque a sensação de perigo mexe com os impulsos e os instintos dele. Num restaurante, acaricie-o por debaixo da mesa. Um de seus maiores desejos é uma relação explícita, sem pudores. Acredita que mostrando sua virilidade será amado e desejado. Faça com que ele se satisfaça primeiro, um pouco antes de você.
    
Touro

Este é um homem para encontros sensuais e duradouros, sem pressa nenhuma, pois o corpo dele quer sempre mais. Prepare um jantar com comidas e bebidas da melhor qualidade, um bom vinho, flores e lençóis de seda. Tente o erotismo em tardes tranquilas, no campo, na praia ou em qualquer lugar onde a natureza seja o cenário. Deixe que ele conduza a relação do seu jeito, de mansinho, pois morre de medo de ser rejeitado na hora H.
     
Gémeos

Excita-se com palavras e adora ter a mente estimulada. Portanto, fale muito sobre sexo: frases picantes e fantasias são sempre bem-vindas. Durante o jantar, conte que você vai fazer um strip-tease. Deixe-o sempre curioso sobre algo de sua intimidade. Assim, ele vai segui-la instintivamente. Cuidado com o excesso de preliminares ou com sensações orais: ele não consegue se concentrar em nada que seja muito repetitivo.

Caranguejo

Sua sexualidade muda a cada momento. Portanto, tudo o que aguça a fantasia é estimulante. Ele adora ser dominado. Então, mãos à obra: amarre-o numa cadeira com lenços de seda e coloque uma venda nos olhos dele para que apenas sinta o que você faz. Corra os dedos por todo o corpo dele e depois faça o mesmo com seus lábios e seios. Como a água o excita, um bom banho de banheira, com muita espuma, pode ser irresistível. Outra coisa: ele detesta aventuras barulhentas. Prefira o silêncio e o desconhecido. Se ele fechar os olhos, provavelmente estará imaginando seus lábios correndo pela pele dele. Experimente.
     
Leão

A preferência dele sempre será por uma parceira que o faça se sentir um verdadeiro rei. Um ambiente de glamour irá deixá-lo completamente louco. Ele vai adorar ser o centro da cena para liberar suas fantasias. Beije-o no rosto e no peito deixando as marcas de seu batom. Fique sempre atenta ao que ele diz, ouça suas histórias com interesse. Mostre-se apaixonada, porém segura e confiante. Ele também vai gostar de vê-la numa performance sensual e artística acariciando o próprio corpo, exibindo-se.
    
Virgem



Como ele é um pouco tímido no começo, invista nas preliminares até que o pudor seja deixado de lado. Faça com que ele observe minuciosamente seu comportamento. Uma boa dica é um demorado banho de champanhe e um perfume sutil. Sexo oral feito enquanto você desliza os dedos molhados pelo corpo dele vai levá-lo ao êxtase. Prefira ambientes tranquilos, serenos, com muita graça e beleza.
     
Balança



Para ele, a sedução é uma arte. Num ambiente perfeitamente decorado, com bom gosto e elegância, sirva um jantar à luz de velas. Não economize beijos, toques e carícias por todo o corpo dele, pois criarão um clima especial. Depois faça um strip-tease, exibindo sua lingerie. Essa, aliás, é a peça fundamental do momento. Ele nunca esquecerá se você fizer uma performance, terminando com sexo oral. Abuse das fantasias, já que ele prioriza o prazer da mente ao do corpo. Ele nunca está contente com a própria libido, por isso não se assuste se a cada dia ele responder melhor a um tipo diferente de estímulo.
     
Escorpião

Sua fama é a de ser um amante potente, perigoso e insaciável. Gosta de ir direto ao ponto, sem rodeios. Dominador e misterioso consigo mesmo, pode ficar louco com um clima enigmático. Assim, quanto mais obscura você for, mais aumentará a libido dele. Jogos de sedução com poder e submissão alternados e posições diferentes são super excitantes. Façam compras numa sex shop para incrementar o encontro, já que acessórios são imprescindíveis. Não tenha vergonha de usar expressões picantes durante o ato.
     
Sagitário

A vitalidade e a energia dele pedem que você esteja preparada para uma longa e inesquecível noite de prazer. Deixe-o livre para ficar excitado onde quer que esteja e sinta o prazer de seduzi-lo aos poucos. Ele é conhecido por gostar de uma certa promiscuidade, mas, na verdade, só quer se sentir livre, ficando bem longe de mulheres possessivas e de muito envolvimento emocional.
     
Capricórnio



Seja o mais objetiva possível na hora da abordagem. A praticidade deve fazer parte da sedução, pois ele precisa se sentir no controle da situação. Quando estiverem num elevador, com mais pessoas, encoste-se discretamente no seu pénis e deixe-o imaginar que alguém pode perceber. O toque é muito importante. Faça uma massagem, começando pelos joelhos, subindo pelas costas. Repita a dose, mas com a língua.
     
Aquário



Seja criativa e leve-o a lugares inusitados. Quando ele chegar, ainda no hall de entrada, no elevador ou na escada, comece a acariciá-lo. Não fale demais sobre sexo – pratique-o. O olhar recíproco no momento do orgasmo será alucinante. Sua mente é poderosa, e ele exige esforço intelectual de suas parceiras. No primeiro encontro, prepare-se, pois ele será gentil, refinado e tentará parecer o mais cordial possível.



Peixes 


Sensível e romântico, ele adora ser seduzido e submetido. Sua intensidade emocional o torna exigente. Massaje e beije os pés dele. Depois do descanso, acorde-o passando os lábios suavemente pelo seu corpo, leve-o para o banho e façam sexo vagarosamente, libertando todas as fantasias. Ele sempre procura mulheres que cuidam da beleza e que tentam dominá-lo. Invista no sexo oral.

Foi o meu primeiro

21:00 0
Foi o meu primeiro
Foi num daqueles Verões africanos próximo das férias da escola em Moçambique, tudo me começou mais, seria eu quê, muito jovem.

Os meus pais, mais o Braz e a D. Sílvia, pais do Bernardo, estavam nas propriedades, a Carlota e a Bárbara em casa, nas coisas delas, e eu lá decidi ir ter a casa do Manel, irmão mais novo do Bernardo.

Era um daqueles dias, entre muitos, de muito calor, muita humidade, foi a Aurélia, empregada lá em casa do Manel que me disse que não sabia dele, achava que tinha saído com os pais.

Fui lá baixo ao barracão do fundo do quintal, e encontrei o Bernardo, deitado de lado em cima do colchão que ali está e onde em tempos dormia o Américo, um empregado do pai dele.

O Bernardo, via-o como o irmão mais velho do Manel, mas não muito mais, admirava-lhe a experiência, já o vira a rodear a Carlota, pouco mais nova que ele.

Encontrei-o todo nu, meio encostado à parede, de olhos fechados, com o caralho na mão a bater uma punheta, tinha as coxas retesadas e com a mão rodeava o caralho e batia-o para cima e para baixo.

Meio assustado, voltei-lhe as costas para sair, o Bernardo levantou-se e baixinho, disse "não vás, fica", ao pé de mim, olhei-lhe o corpo, alto, definido, rabo rijo, abdominais salientes, mamilos tesos, cabelos pretos.

"Anda, senta-te, aqui comigo, na cama". Assaltou-me logo a expectativa de um acontecimento, a mão dele a massajar o pénis para cima e para baixo enquanto me encaminhava para a cama. 

"Já tinhas visto um assim grande?", perguntou-me, "Já", respondi-lhe, "o do Carlão é ainda maior". 


Nem sei o que terá pensado quando lhe disse que já tinha visto o pénis do Carlão, o Carlão era um preto, encarregado na propriedade dos nossos pais, e não fora a primeira vez que vira o Carlão a escapulir-se para o meio dos bananais para comer uma empregada da fazenda, era casado mas muito requisitado pelas mulheres e a mulher dele sabia-o bem.

Vi-o uma vez a comer a Rosa, uma negrita, bonita e muito jovem, o Carlão de pau grosso teso a encavar-se nela, fazia-me impressão vê-la a gritar, eu ali escondido a ver, e o Carlão, quanto mais ela gritava, mais ele a fodia.

O Bernardo abanou o caralho para baixo e para cima a gabar a resistência "e então? Achas grande e grosso?", "Acho", disse-lhe. "Gostavas de mamar nele, de pô-lo na boca", continuou. "Não sei, talvez", respondi-lhe.

O caralho, grande volumoso, entesado à minha frente, com um tufo denso de pelos pretos húmidos encaracolados em cima, assustava-me um bocado, ao mesmo tempo que tinha medo, também lhe queria agradar, como se me desse prazer, dar-lhe prazer.

Vi-lhe aquele sorriso compreensivo do meu rabinho branco e do meu pénis pequeno, ao dizer-me "Despe-te", "Tira os calções", "Vais gostar", sussurrava. 

Nunca percebi se me pediu para me despir, e depois ir-me ao cu, como que por vingança, foi por ele que soube primeiro que o pai dele, o Braz, andava a comer a minha mãe

Não sei se o revoltava o facto do pai dele não ligar grande coisa à mãe dele, apesar de descobrir depois que ela se governava com o Américo, um preto mais velho, capataz da propriedade, que dormira no barracão, e um certo dia a começou a comer.

O Bernardo puxou-me para baixo, sem sobressaltos ou medos, para que o cheirasse em baixo, nos pelos, no caralho, nos testículos, "mete-o na boca, isso vais gostar". 

Apontou-me o caralho dele para a boca, e senti logo no meu nariz os pelos dele, almíscar, sabor doce e salgado ao mesmo tempo, começo a chupar-lhe o caralho, ao som da voz dele, enquanto me acaricia o rabo, como promessa de outras coisas, sentindo-lhe os dedos a massajarem-me o ânus devagarinho.


Lambo-lhe a ponta, os lados do caralho, como me ia dizendo, para baixo e para cima, a mão dele na minha cabeça, as nádegas dele a retesarem-se, a empurrarem-no para a minha boca.

"Mais foda-se com a boquinha isso isso cima e baixo", empurra-me o caralho para me entrar mais na boca e sinto ainda as mãos dele a puxar-me as nádegas que se abrem devagarinho como um pêssego.

Preparado, de caralho entesado, o Bernardo com as duas mãos, agarrou-me no corpo nu, deitou-me ao seu lado, e senti o calor dele junto de mim, quase abraçados um ao outro, a levantar-me as pernas, peito dele no meu, o caralho a roçar-me o ânus, a prepará-lo, a abri-lo um pouco. 

Toco o meu corpo no dele, suo e sinto-lhe o suor de calor e de humidade, e um cheiro a terra e erva que me entra pelas narinas e pela garganta, agarra-me por trás, faz força nas minhas nádegas e abre-as, "vais gostar foda-se que tesão que cuzinho".

Já sabia o que ia acontecer, o Bernardo quer meter o caralho dele no meu cu e eu não me importo, quero saber como é, e quero dar-lhe prazer, não reagi, não queria, com a cabeça num braço dele, mexia as ancas, abriu-me as nádegas, para que me chegasse melhor.

Agarra-me depois como um boneco, põe-me de costas e o peito dele, a barriga, o pénis, sinto-os atrás colados a mim, cospe e veio-me a sensação fresca dele a acariciar-me o ânus, "não tenhas medo, não dói vais ver vais adorar"

Roça-me o pénis dele grande e grosso no ânus para baixo e para cima, empina-me o rabo e esfrega-o nele ainda mais, põe-me a mão nas costas, fez força, o meu ânus abre-se e, gemo de dor, quando sinto o caralho dele a enterrar-se em mim devagarinho. "é só mais um bocadinho já passa", ouço-o a dizer. 

"Ai mãe, dói-me tanto", gritei em silêncio, quando ele a pouco e pouco tira e põe, em que, de cada vez mais, o caralho dele entra em mim a abrir-me, a alargar-me até ao fundo, os quadris e as coxas dele batem-me agora repetidamente nas minhas nádegas, puxa o caralho atrás e sinto-o a enterrar-se todo dentro de mim. 

Puxa-me o rabo para cima e enterra ainda mais o caralho a abrir-me o cu todo, e que estou a sentir e a gostar, quando bate-me bate-me, enraba-me o cu, encurvado sobre mim, o Bernardo martela-me o cu mais e mais depressa e eu gemo, já não me dói, tenho prazer e sinto prazer dele ter prazer comigo.

Sinto-o depois a estremecer todo "foda-se que me tou a vir todo", com o caralho na mão espreme-o até lhe doer, da ponta sai-lhe um líquido branco a escorrer.

Ao principio não sei se o queria, sei que aconteceu e só sei que gostei quando o Bernardo me foi ao cu e me desflorou.