BIOGRAFIAS ERÓTICAS
Chinese (Simplified)DutchEnglishFrenchGermanGreekItalianJapanesePortugueseRussianSpanishSwedish

Breaking

Minha primeira vez com trans

21:28 0
Minha primeira vez com trans

Eu e a minha irmã ao termos uma diferença de idade de cerca de dez anos, sendo eu o irmão mais velho, era como termos nascido e vivido em planetas diferentes, a educação que eu tinha tido era um abismo daquela que tinha sido recebida pela minha irmã.

A minha educação fora autoritária, presa a valores da época, ou pelo menos, daquilo que era entendido como tal, para mais tarde, cerca de uma década, ser radicalmente diferente com a minha irmã, ao dar para ver que até os pais, que tinham uma rigidez moral inabalável, a terem flexibilizado à medida da flexibilização da própria sociedade.

Naquela época ser gay, ou paneleiro, como se diz na minha terra, era com certeza uma coisa estranha que dava logo para afastamento da herança, senão mesmo coisa pior, como ser posto na rua e ter de ir viver para a rua, o mesmo se passando em outras circunstâncias, como seja darmo-nos com putas, em particular aquelas mesmo muito putas, desculpando-se toda a boa mulher, aquela mulher que tem graça, essa não pode deixar de ser puta, e isso assim tinha um certo perdão.

Com a minha irmã, tudo isso mudou, desde poder ser lésbica, sem qualquer tipo de censura, andar com putas ou paneleiros, os meus pais que evoluiram, passaram a aceitar qualquer tipo de comportamento, diziam eles, que era o ar dos novos tempos.

Tudo isto para dizer que a minha irmã um dia apareceu lá em casa com uma amiga, dava para perceber que ela tinha alguma coisa de invulgar, atraia o meu olhar de tal maneira que eu me questionava, tinha um certo ar masculino, quase viril, as coxas grossas, uma espécie de musculatura, mas ao mesmo tempo intensamente feminina, de uma menira que nunca tinha acontecido, de eu interessar-me pelas amigas da minha irmã.

Uma, duas, três vezes era apareceu lá em casa e eu ia deixando tudo o que me ocupava, só para ter a oportunidade de a ver e forçar que os nossos olhos se trocassem, e o tesão que ela me dava era tão forte, que eu acho, fiquei obcecado de a tentar foder.

Um desses dias, a minha irmã veio ter comigo e disse, “não podes estar fixado a mirar a Fábia, a minha amiga pode estar a sentir-se incomodada com a tua atenção”, eu confidenciei logo à minha irmã, “a tua amiga está-me a deixar louco”, e era verdade, eu olhava para a Fábia, as pernas esguias, o tronco forte, as nádegas poderosas, a pele muito branca, a boca tão redonda e carnuda, eu imaginava o meu pau a ser chupado por ela, e montado nela a comer-lhe a cona.

A minha irmã insistiu, “deixar-te louco como?”, eu respondi, “só penso em fodê-la, podias falar com ela, gostava de a ter no meu quarto”, a minha irmã sorriu, não era bem uma gargalhada, era mais um esgar da boca, ela aproximou-se da minha orelha, pensei, devia ser importante para ela fazer aquilo, e ela disse, “meu irmão, a Fábia é trans, meu irmão”.

Eu abri muito os olhos, não estava a perceber nada, ela prosseguiu, “ela já foi Fábio, já foi homem”, eu devia estar com cara de parvo, “trans, como? Queres dizer travesti?”, ela respondeu, “não, travesti não, é só um homem que se veste de mulher, a Fábia é mais do que isso, ela sente-se mulher e vive como mulher”, eu mantinha a curiosidade, “mas mulher, como?”, a minha irmã resolveu o dilema, “irmão, ela só pode dar-te o cu, não tem vagina, compreendes, mas posso-te garantir, no lugar da vagina ela tem um pénis enorme, eu já vi”.

Por momentos achei que a minha obsessão tinha desaparecido, a minha maneira de estar não aceitava estas coisas, a ideia de comer um cu de um homem fazia-me confusão, e durante uns dias, o fogo interior, o tesão que ela me dava, parecia ter-se apagado.

Durante semanas talvez, eu via a minha irmã e ela a entrarem em casa, depois desapareciam para o quarto e eu punha-me a imaginar se ela e a minha irmã tinham alguma relação e se não andariam as duas a foder, o que me deixava ainda mais excitado, ao imaginar o pau dele bem teso a penetrar a cona da minha irmã.

A obsessão começou a voltar. Ela podia ter um caralho, mas era extremamente feminina, ao ponto de parecer ainda mais feminina que as mulheres, umas vezes usava uma saia curta, outras vezes um vestido de Verão solto, um calções curtos que lhe favoreciam o rabo, uma noite ao deitar, adormeci a sonhar com o meu pénis a entrar-lhe no cu, e ela a gemer de prazer, a vir-me no cu dela.

Só que agora tudo seria mais dificil, a minha irmã sabia que eu era heterossexual e a ideia de ter uma relação intima com um homem, não lhe passaria sequer pela cabeça, e depois eu não queria nenhuma relação profunda, eu só queria que ela passassse um tempo comigo para eu comer-lhe o traseiro.

Podia falar com a minha irmã, dizer-lhe para ela passar a mensagem que eu estava louco por ela, ou ser eu mesmo a aproximar-me dela e tentar conseguir alguma coisa, e achei que o melhor mesmo era esta última, de maneira que esperei como o leão a aguardar pela presa e um dia consegui, ela bateu à porta de casa, a minha irmã não estava e eu quase a empurrei para o meu quarto.

Claro que ela achou estranho, ou melhor, pensei, ela devia de estar habituada a pedidos como aquele que estava na minha cabeça, e decidi avançar, “sabes, eu já disse à minha irmã que estou obcecado por ti”, ela riu-se, “obcecado como? acho que já sabes que é impossivel termos uma relação”, mas eu não desisti e fui direito ao assunto, “adorava foder contigo!”.

Ela rodou a cabeça adorável, apalpou o colchão da cama, e depois disse, “tu és heterossexual, eu sou como uma mulher, mas tu podes não entender assim”, eu olhei para as pernas dela, estavam escondidas dentro de um vestido justo, as nádegas salientes reforçavam o meu desejo, eu disse, “deixa-me ser eu a pensar nisso, eu quero muito penetrar-te”

Ela pareceu estar a pensar na proposta, “e se a tua irmã sabe?”, eu respondi rápido mesmo sem dar um sentido ao que ela dissera, que teria a minha irmã a ver se eu e ela fodemos, “Fábia, querida, ela não precisa de saber, só quero saber se gostavas que eu te comesse, aqui e agora nesta cama?”, ela olhou para mim de alto a baixo, “sabes eu não sou assim, não ando aí a foder com qualquer um”, mas depois continuou, “mas tu, não compreendo, tambés me excitas, como agora neste momento, estou tão tesa”.

Eu também ardia em desejo, o meu pau crescera e ficara duro, puxei por ela para a cama, para mim já dissera tudo o que eu queria ouvir, deitei-a de costas e pus-me ao lado dela, e com a minha mão puxei o vestido para cima até chegar a um slip de renda branca, onde ela tinha apertado um enorme pau teso, e aí não resisti, meti a minha mão por dentro, baixei a lingerie para baixo e prendi na minha mão o rolo dela, puxei a pele para baixo, para sentir na minha mão a cabeça do caralho dela.

A minha mão procurou todos os detalhes do corpo dela, o ventre, os seios por aí acima, até passar às costas descer por elas até ao rabo, e a mão dela também não parou, puxou-me as calças para baixo, prendeu-me o caralho com força e sem eu dizer nada, como se houvesse um guião escrito, desceu pelo meu corpo e meteu na boca o meu caralho.

Foi uma sensação incrivel, obrigou-me a fechar os olhos, a lingua e os lábios molhados, senti uma espécie de fresco quando ela começou a lamber o meu pau, engolia e saía sem parar, fazendo-me sonhar que já era mais que suficiente, mas ela insistiu, tirou o vestido todo e com uma voz, quase não se ouvia, pediu, “abaixa um pouco a luz, e come o meu cu, querido”.

Desliguei a luz deixando apenas a de um candeeiro sumido, o meu pau era uma vara espetada pronta a furar, e não consegui aguentar mais, abri as nádegas dela como abrisse um pêssego e ali estava o centro do meu desejo, um circulo a pedir o meu contato, a ponta do meu caralho tentou forçar a entrada, um pouco mais de força depois e o anel abriu-se para deixar passar o meu rolo, como quem entra num túnel pela primeira vez.

Ela gemeu, “aihm, devagar, querido, não me fodas à bruta”, prendeu a minha perna e eu esperei, veio a ordem de querer mais, o rolo foi escorregando devagar, pouco a pouco e depois um pouco mais, até eu sentir que estva todo dentro dela, bati com um toque nas nádegas, como se desse uma palmada, para ter a certeza o meu caralho tinha penetrado tudo o que havia para penetrar.

Era um sensação incrivel, deixaria considerações sobre a minha sexualidade para depois, agora sentia o corpo dela unido ao meu, procurei com a minha mão o pau dela, agarrei-o e estava teso, ela também estava excitada, o ânus tremia de desejo, pulsava contra as veias do meu pau, uma espécie de aperto, tão bom e tão intenso, muito melhor que uma cona de gaja, procurei a boca dela e ela deu-me um beijo, e ali estivemos por segundos presos naquela união.

Aos poucos fui acordando daquele transe e as minhas ancas entraram em ação, a máquina dos meus músculos ganhava vida a cada minuto, e com a energia de um pistão, o meu caralho entrou e saiu daquele orificio apertado, elevava-me ao céu, afastando-me da realidade, ela gemia e eu temia pelo som, a cada bombada cada vez mais, “ohhhh, hummm, aihm, fode-me, querido, aih, que loucura”, eu martelava o cu, prendendo-lhe as nádegas com as minha garras, estando ela indefesa às minhas investidas.

Eu continuava a querer mais, não estava preparado para parar, pedi-lhe que mudasse de posição, ficou por baixo de mim como uma mulher apaixonada, e comcei a fodê-la novamente, levantei-lhe as pernas para o alto, e o meu rolo entrou nervoso, imagina o meu pau a abrir o cu dela, quando ela se agarrava a mim, pelos ombros e pelo pescoço, com uns olhos lacrimejantes, a pedir que eu continuasse, as minhas ancas moviam-se em ondas, a entrar e a sair sem parar.

Senti que ela estava a vir-se, tinha-se masturbado bastante, e eu também sentia que o meu limite estava próximo, dei uma estocadas finais, e comecei a vir-me todo dentro do cu dela, até tombarmos os dois pelo cansaço desta foda bem dada, soprei-lhe ao ouvido, e disse, “estou esgotado, adorei o teu cu, não imaginava que pudesse gostar tanto”, e depois ouvi um som, alguém batia na porta, e foda-se era a minha irmã.

A minha irmã gritou, “estás aí, a Fábia está contigo?”, a Fábia olhou para mim com um ar comprometido, mas a dizer-me com os olhos para eu dizer que sim, eu gritei, “está, ela já vai”, ouço a minha irmã a resmungar qualquer coisa e a afastar-se da porta, “diz-lhe que estou lá em baixo à espera dela”, a Fábia vestiu-se depressa a vejo-a a sair do meu quarto apressada, e os passos dela ao fundo a edscer a escada.

Deixei-me estar deitado, estava nu e com a mão a afagar o pau, a pensar que queria repetir a foda, ou que para a próxima, poderia ser ainda melhor, adormeci, acordei à noite, tomei um banho e desci, para encontrar a minha irmã com uma cara que mais parecia zangada.

A minha irmã falou e riu-se, “não me importo que a fodas, eu e ela já fizemos sexo, mas é só isso, desejo e prazer, se ela gosta que tu a comas, eu gosto também, não podes é andar a dizer que és heretossexual, a partir de agora és bissexual, senão mesmo com gostos mais requintados, e gostares só de homens”.

Eu olhei para ela, pensei se devia ficar preocupado, mas naquele momento só imaginava, quero comer a Fábia muitas mais vezes.

Noite sem lua em jardim noturno

23:44 1
Noite sem lua em jardim noturno

O acaso levara-me a mim e à minha mulher para uma dessas festas que os portugueses fazem todos os anos, principalmente no verão, em que comem e bebem, falam alto, com filhos a gritar por todos os lados, simplesmente um daqueles infernos em que gostamos de estar.

Nem devia perder tempo a descrever a atmosfera por aqui, uma mesa corrida, daquelas comunitárias, e sendo nós estrangeiros nesta terra, é estranho, os portugueses insistem em matar-nos a fome, com camarão e outras comidas invulgares, vinho e cerveja para gostar, que nos deixam um cheiro a mar nas mãos, na roupa, em todo o recanto onde consiga entrar.

Depois de uma semana a deambular nas praias desta ponta da Europa, a minha mulher e eu estávamos deslumbrantes, o sol e o mar juntos têm essa capacidade de curar feridas, de apaziguar a alma, de esquecer as dificuldades de tudo, de desfrutar em plenitude, mesmo que seja uma ilusão passageira.

Olhei para a minha mulher, pelo canto do olho, sentada ao meu lado, não era difícil para mim perceber, havia nela uma alegria interior que tinha regressado, claro que a brisa suave que vinha do mar, o marisco fresco e o vinho verde, tudo isso ajudava, mas mais do que alegria, a minha mulher estava excitada.

Ainda não tinha reparado, havia uma qualquer explicação?, ao seu lado na mesa estava um miúdo bonito, e ao meu lado um individuo corpulento, com barba, devia ser um familiar dele, e mais à esquerda, uma mulher um pouco gorda, arrancava as pernas de uma lagosta, um pouco de força e zás, depois ria-se do feito, como uma hiena em redor da carcaça.

Os meus olhos regressaram à minha mulher, o vestido fino às flores, há uma hora atrás tínhamos estado a foder, não acontecia há muito tempo, os mamilos ainda estavam tesos, um suor brilhante no pescoço, muito perto das orelhas, denunciava isso nela, tinha estado a levar com o meu pau, e soube tão bem, comi-lhe a cona e depois o cu.

Socialmente a minha mulher é um pouco tímida, o rapaz olhava para ela, oferecia-lhe pernas de lagosta, que ele mesmo arrancava, para lhe sacar um sorriso, nem que fosse por gentileza, e não achei que ela retribuísse, apenas o iluminava com um discreto tremor dos lábios, para ele parecia suficiente, isso deixava-me desconfortável, esperava que ela fosse mais aberta, não se comportasse como uma mulher pudica.

Mas na intimidade ela não é assim, liberta-se completamente, é uma outra pessoa, exige de mim sexo que eu nem sempre consigo dar, é capaz de se pôr de joelhos e estar horas a chupar-me o pau, ou como hoje, na cozinha, levantou o vestido, lavava a loiça, e pediu-me para eu a penetrar, o meu pau estava teso desses pensamentos, quando aconteceu uma coisa horrível.

E depois ela gosta de tudo, de todas as posições que conhece, de ficar por baixo a ser submissa, ou por cima como cavaleira, gosta de levar tanto no cu como na cona, gosta de se masturbar e eu a ver, mas nunca fomos além da nossa ideia de sermos só os dois na nossa casa, quando a coisa depois esfriou.

A perna do gajo barbudo roçou na minha e foda-se!!!! eu senti os pelos suados dele a enrolarem-se nos meus, isso fez-me acordar dos devaneios, um choque de repulsa e nojo, ele encolheu logo a perna como eu, trocámos olhares perturbadores, não voltaria a acontecer, quando a minha mulher disse baixinho ao meu ouvido, “o rapaz encostou a perna dele à minha, e acho que fez de propósito”.

Eu virei a cara para a minha mulher ainda com o horror a pensar na perna peluda e suada do gajo barbudo a roçar na minha, e eu perguntei, “mas querida, de propósito como?”, ela respondeu, “ele encostou a perna à minha e deixou-a ficar, e depois roça-se na minha”, eu insisti, “mas querida, pode ser sem querer!”, ela continuou, “acho que não, amor”, ela riu-se e depois continuou outra vez, “ele meteu a perna dele à frente da minha e fez força para me abrir as pernas”.

Ela não parecia importar-se com o meu ar de surpresa, ela voltou a sussurrar, “eu fiz força para fechar as pernas, e ele fez ainda mais força que eu”, ela aproximou-se do meu ouvido, “tenho as pernas abertas e a dele roça-se no meio das minhas”, eu não sabia o que fazer, como reagir, e disse, “talvez seja melhor eu falar com ele!”, mas a minha mulher prendeu-me o braço, “não amor, é bom, não faz mal nenhum, e estou a gostar”.

Eu tentava interpretar a minha mulher, e já agora também o rapaz que com o adiantar da noite, parecia cada vez menos rapaz e mais homem, jovem sim, mas apesar de tudo um homem, bem dimensionado, musculado, com um bronzeado intenso que brilhava na pele, e não conseguia deixar de imaginar a perna dele entre as pernas da minha mulher, ainda mais abertas numa espécie de promessa futura.

Eu aproximei-me do ouvido dela, “então querida, estás a sentir a perna dele nua nas tuas?”, ela abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “o barbudo enrolou a perna dele na minha, foi horrível”, ela deu uma gargalhada adorável, e ela disse, “pois, eu estou a adorar, ele tem feito movimentos dentro das minhas coxas”, a voz dela tremia de emoção, e isso excitou-me, o meu pau endureceu.

O jovem virava a cara para o lado, como que a olhar para mim, e depois para a minha mulher, os olhos dele iam saltitando entre os dois, e parecia que havia uma espécie de aceitação do que ele estava a fazer, a esfregar a perna nua entre as coxas da minha mulher, forçando que ela abrisse as pernas ainda mais, até que, depois de segundos, a minha mulher murmurou, “querido, ele pôs a mão nas minhas coxas”.

Eu processava aquelas palavras, o meu pau estava rijo como pedra, quando a minha mulher voltou a falar, “querido, estou sem cuecas, ele tocou na minha cona”, eu insisti, “eu posso pedir para ele parar”, mas ela pousou energicamente a mão no meu braço, “não querido, não há mal nenhum, estou-me a divertir muito”, eu tentei ver o que ele fazia e reparei, a mão dele estava debaixo do vestido da minha mulher a acariciá-la no clitóris.

A visão do jovem a tocar a cona da minha mulher, a masturbá-la devagarinho, deixou-me a tremer de excitação, imaginei-a ainda húmida do meu pau, o tufo de pelos dela sem proteção, eu olhei para o rapaz fixamente, o meu braço moveu-se para baixo e pus a mão na outra coxa da minha mulher, depois abri também as coxas da minha mulher, e os meus dedos tocaram nos dele e ambos começamos a acariciar a minha mulher ao mesmo tempo, como se estivéssemos os dois a fodê-la naquele momento.

A minha mulher tremia de gozo e satisfação, num terreno que nós não tínhamos pisado ainda, não sei se foram segundos ou minutos, ele e eu acariciamos a cona da minha mulher, e eu sabia que o seu desejo aumentava, podia a qualquer momento começar a gemer, e eu não previa o que pudesse acontecer em público.

Aquilo que estávamos a fazer era uma verdadeira aventura, talvez por causa deste sítio especial, ou da nossa tórrida tarde no hotel, o jovem continuou a masturbar a minha mulher, ela escondia a cara entre as mãos, não queria dar sinal pelo que estava a passar, imaginei os dedos dele a girarem frenéticos, e o clitóris dela, teso e encharcado.


Eu aproximei-me do ouvido da minha mulher, “estás a gostar, amor?”, ela abanou a cabeça, “estou, mas não me quero vir aqui, está aqui tanta gente, querido, acho que vou gritar”, eu fiz sinal com os olhos para ele parar, e senti, ela aliviava-se da sensação de gozo e de prazer, olhei em volta, as pessoas estavam demasiado alegres, do vinho ou de outra coisa qualquer, para perceberem o que estava a acontecer.

Segundos passaram e a minha mulher soprou ao meu ouvido, “querido, estou com o pénis dele na mão”, acho que fiquei surpreendido pelo arrojo, ele tinha aberto o zip dos calções e tinha puxado a mão dela para dentro dos calções, eu olhei, parte do caralho dele para fora, tão grande que mais parecia um braço teso, e foda-se!! eu imaginei o rolo de carne na boca dela e pensei que ela não conseguiria engoli-lo de tão grosso que era..

Perguntei à minha mulher, “como é?”, ela largou um sorriso alargado, “está apertado na minha mão, é enorme, querido”, ela acariciou o pau, puxou a pele para cima e para baixo, quando ele sussurrou ao ouvido dela, ela veio ao meu encontro e disse, “ele está a perguntar se eu quero que ele me dê uma foda!”, eu mirei os olhos dele e os da minha mulher, e ela continuou, “ele diz que o jardim por trás de nós tem uma zona escura”.

Claro que fiz uma pergunta de resposta nula, “é isso que queres, amor, que ele te dê uma foda”, a noite estava quente, a lua escondera-se atrás de umas nuvens e a luz era a que vinha da iluminação pública, ela disse, “viste o pau dele, amor? enorme, hã?”, eu abanei a cabeça, “é grande e grosso, amor, sim”, ela prosseguiu, “eu quero amor, mas só se tu quiseres também”, e antes que eu dissesse alguma coisa, “amor, querido, ele tocou-me na cona, masturbou-me querido, e eu estive com o caralho dele teso, amor, na minha mão, sim quero, amor, quero muito que ele me dê uma boa fodal!!

Ficámos ali uns segundos em silêncio, e depois ela aproximou-se dele, alguma coisa disse, que o fez levantar-se a caminhar em direção para o escuro, e uns segundos depois, fomos atrás dele, a entrar no jardim, e em poucos metros estava negro como breu e mal nos conseguíamos ver todos, o meu corpo fervia da pele bronzeada e da excitação combinada, e eu sentia que com ela se passava o mesmo, ela disse, “não vejo nada”, senti que as mãos dele nos puxavam, ele sussurrou, “vamos para aqui”.

Um banco estava ali abandonado entre árvores, arbustos e sebes, sentamo-nos os três juntos, com a minha mulher ao meio, e senti que ele tomou a iniciativa, ele levantou o vestido da minha mulher, e disse, falando para mim, “és tua mulher é tão boa, é um tesão, quero tanto comer a tua mulher”, meteu a mão entre as pernas dela, “quero foder esta cona molhada e inchada de tesão”.

Foi aqui que reparei que ele já tinha retirado os calções, o galo dele estava ereto, apontado ao céu, grande como uma estaca, ele continuou, “diz à tua mulher para me chupar o pau”, ela não precisou da minha autorização, e dobrou-se sobre ele e mergulhou com os lábios, engolindo o caralho dele que se perdeu dentro da boca dela, senti que ela quase sufocava da grossura, mas ela continuou, agarrou-se ao pau, e moveu-se de lado de baixo para cima até à cabeça redonda, que beijava com uma saliva húmida que se acumulava nos beiços dela.

Ela gemia ao chupar, com ruídos repetidos como se não conseguisse respirar, “ai amor, tão bom, adoro muito chupar”, o caralho era enorme, a mão pequena dela tinha dificuldade em o prender, eu engolia a cabeça, lambia de lado, ele dizia para mim, “foda-se! que mulher, a tua mulher é um tesão, caralho, és um gajo de sorte”.

Já não seria só ela, mas também eu, a imaginar aquele rolo de carne rija a entrar na cona ou no cu da minha mulher, a excitação era tão forte que eu vi, ela não aguentava mais não foder, ele perguntou, “por favor, deixa-me comer a tua mulher, quero dar-lhe uma foda tão boa que ela nunca mais vai esquecer”, eu respondi com uma pergunta, “ela é adorável, não é? é um fodão de mulher, ela adora levar no cu, sabes?”.

O rapaz insistiu, “eu quero muito foder o cu da tua mulher, aqui e agora, ela vai chorar”, eu disse que sim, ela meteu-se em posição, colocou-se em cima do banco, com o rabo empinado para trás, ela olhou para mim e disse, “o meu marido é um corno malandro, quer tanto ver a mulher a ser comida, queres muito ver, amor?”, acho que fiquei ainda mais excitado do que já estava, ao ouvir aquelas palavras, eu disse, “quero amor, quero ver o pau dele a entrar no teu cu”

Ela sorriu, o rapaz veio por trás dela, dobrou-a ainda mais contra o banco de jardim, agarrou no pau dele com a mão e apontou-o à conta dela e escorregou entre as nádegas e como uma cobra esguia moveu-se entre as pernas e entrou no seu esconderijo, ele começou a bater enquanto ela se agarrava ao banco, “ai foda!! ai amor, que caralho tão grande, aii amor que não aguento, ai amor, ele parte a minha cona toda”.

A noite tinha já uma história e passados uns segundos, ele continuou a bater ainda mais forte a acelerar, tirou o pau para fora e forçou-lhe o cu, bateu bateu à porta do ânus até que ele se foi abrindo, como um anel enrugado, um diafragma fechado, a minha mulher contorceu-se e gemeu alto de dor, “ai caralho amor, aih o meu cu, ai não aih”, eu não conseguia dizer nada, apenas admirava o espetáculo da minha mulher a ser fodida, e antes mesmo deles acabarem, comecei a ejacular, um jorro de porra quente saiu do meu caralho e espalhou-se pela relva do local.

E não demorou muito, o rapaz puxou a minha mulher para cima, apertou-lhe o pescoço com força, e ouço a tremer de prazer e a gemer, “humm, estou a vir-me todo no teu cu, foda-se!! tão bom”, ele deu mais umas bombadas, ela estremeceu toda, e eu percebi, ela estava a vir-se naquele momento de uma foda boa que não tinha há tanto tempo.

A nossa aventura tinha acabado, pelo menos naquele dia, estávamos a regressar à mesa, ouço um ruído nos arbustos, um vulto a afastar-se, chegados à luz saídos do escuro, percebi que era o gajo barbudo que tinha roçado a perna dele na minha, foda-se!!!! veio-me aquele momento à memória, quase estragou o que tinha vivido há minutos atrás.

Longe de mim, perto de mim

20:49 0
Longe de mim, perto de mim

Passaram-se talvez dois meses desde que fui viver para a casa dos fundos, uma espécie de barraca de madeira, na ponta mais longínqua da propriedade, escondida atrás de umas sebes naturais e um bocado de floresta, mas com todas as comodidades de uma casa normal.

Era a casa para onde o meu pai ia quando queria isolar-se ou, com maior precisão, fugir da minha mãe sem ter de sair de casa, bastava-lhe caminhar duas ou três centenas de metros, afastar-se da casa principal, e pronto, refugiar-se nos seus próprios pensamentos ou atividades, e agora eu, como que herdava o refúgio dele.


Só que para mim não era um refúgio, era mais uma consequência do divórcio dos meus pais, e do que a pouco e pouco veio a suceder, o meu pai tinha arranjado outra mulher e a minha mãe, talvez pelas suas razões, também tinha arranjado uma mulher ao mesmo tempo que descobrira que era ou se dava bem em ser lésbica.


E as coisas como que aconteceram normalmente, talvez o que é normal com gente rica, toda a gente sabe o que se está a passar, todos vão aguentando em silêncio até ao ponto final, e no fim de tudo isso, em segundos, ao contrário do que se suportou uma vida, dá-se uma ruptura e cada um vai para seu lado, sem sofrimento.


A minha mãe já tinha essa tendência antiga, de gostar de mulheres com quem se dava, saía e dormia, de maneira que só por causa das aparências, tudo se foi arrastando até ao limite, e o meu pai, era também um pouco do mesmo, atraia-o mulheres mais novas que, por seu lado, atraiam-se pelo seu dinheiro e estilo de vida.


Eu não nego, achava-os ridículos, mas em coisas que podem acontecer a qualquer pessoa, reservava-me a minha opinião para momentos futuros, quando agora o que me preocupava é se as tendências de um e do outro, podiam de alguma maneira afetar também o meu estilo de vida e aqui, quando eles perguntaram com quem gostaria de viver, limitei-me a ser pragmático, com o meu pai, que era quem me dava uma boa mesada e quase tudo o que eu lhe pedia.


Mas com condições, claro, a principal que eu fosse viver para a casa dos fundos, dizia o meu pai, “tens de compreender, eu tenho aqui a minha namorada, e eu quero estar á vontade com ela”, ou seja, que me mantivesse longe da nova mulher que ele tinha, longe da casa principal para não haver tentações, e se cumprindo e não o aborrecesse, eu teria tudo o necessário até muito mais do que isso, passava a ter liberdade para um certo tipo de aventuras que normalmente chegam com o isolamento.


Para todos os efeitos eu também passaria a estar mais ou menos divorciado deles, poderia fazer o que eu bem entendesse desde que me mantivesse longe da minha mãe e das gajas que ela andasse a foder e do meu pai e da gaja que tinha agora ou de que outra que a viesse substituir.


A vida corria-me bem, na minha espécie de casa nova, que também tinha uma porta dos fundos, eu sentia-me uma espécie de inquilino, tolerado se andasse desaparecido, e era isso o que eu fazia, havia semanas em que eu saía e entrava, não via ninguém, nem a namorada do meu pai, nem o jardineiro, ou o homem da piscina, apenas uns convidados que eu trazia comigo para dar continuidade a uma festa mais divertida.


Mas lembro-me, devia ser meio da tarde, em casa estava com uma amiga que trouxera da noite passada, tinha-lhe comido a cona, mas ela não parecia satisfeita, e àquela hora da tarde, aproximou-se de mim, meteu-se entre as minhas pernas, puxou para baixo os boxers que eu tinha vestidos, e começou a chupar-me o caralho.


Deixei-me tombar para trás, e pensei, quando me viesse na boca dela, e ela engolisse tudo, aquilo seria o epilogo daquele encontro, seriam horas de ela voltar para casa, eu continuar com a minha vida, e com o que viesse a preparar para o tempo seguinte, quando tive um sentimento estranho, de alguém que estaria a observar, como aqueles momentos em que sem querermos os nossos olhos se movem e vão ao encontro dos de outra pessoa que está a olhar para nós, uma espécie de telepatia natural sentida mas ainda não totalmente descoberta.

 

E os meus olhos encontraram-se com os dela, a nova mulher do meu pai observava da janela, a minha amiga subia os lábios húmidos pelo meu caralho acima, ela parou na cabeça e eu fixei o meu olhar com um sorriso, e murmurei com a boca, “estás a gostar de ver o meu pau teso? a ser bem chupado? se calhar gostavas de chupar no meu pau também?”, ela não largava a janela a ver tudo o que estava a acontecer dentro da casa.


Não tinha sido minha intenção, mas agora que tinha uma espetadora, levantei a minha amiga, dobrei-a sobre uma mesa, levantei-lhe o vestido, o enfiei o meu rolo teso de 20 centímetros na cona dela, e olhei para a namorada do meu pai, ela mantinha os olhos muito abertos, hipnotizada pelo meu pau a penetrar na cona da minha amiga, acelerei, queria vir-me ali naquele momento, e foi isso que aconteceu, dei uma última estocada, e uma goma translúcida jorrou do meu caralho nas nádegas que eu estava a foder.


Olhei para a janela e verifiquei, a mulher do meu pai já lá não estava, deixei-me tombar no sofá, e disse à minha amiga, “querida, não quero mais cona hoje, vai embora, deixa-me sozinho”, ela foi e eu fiquei com a visão na memória da mulher proibida a admirar o meu pau teso, devia abandonar esses pensamentos, esquecer aquele momento como se nunca tivesse existido.


Não me consigo lembrar, talvez tenha sido ou não no dia seguinte, tocou o telefone, do outro lado ouço uma voz de mulher, era ela, a mulher do meu pai, “o seu pai não está cá, viagem de negócios, eu estou a sentir-me sozinha nesta casa grande”, eu olhei pela janela, na rua fazia um calor infernal, mantive-me em silêncio, ela continuou, “podíamos dar uns mergulhos na piscina!”.


A imagem da minha amiga a chupar o meu pau e a mulher do meu pai a assistir não me saía da cabeça, pensei “o que quereria ela?”, eu disse, “sabe, o meu pai não gosta que eu apareça por aí, ainda pior se ele não estiver cá”, ela perguntou com uma espécie de alegria adorável como se já soubesse a resposta, “mas porquê?”, eu prossegui, “se calhar não quer que eu tenha intimidades com a mulher dele?”.


Ela deu uma pequena gargalhada, “que tipo de intimidades podíamos nós os dois ter? o seu pai é tão inseguro!”, antes que eu dissesse qualquer coisa, ela continuou, “fazemos assim, o meu querido vem e não dizemos nada ao seu pai nem a ninguém, o que acontecer entre nós fica entre nós, venha, eu estou na piscina à sua espera”, e que posso dizer, acho que voei, o meu pau endurecera como pedra e a minha preocupação mais imediata era saber como ia esconder o meu galo teso dentro dos calções de banho apertados.


Cheguei e à medida que me ia aproximando conseguia concentrar melhor o meu olhar no que apenas tinha visto de passagem, e agora via praticamente nua, dentro de um bikini reduzido, um triângulo cor branca apertado com cordões de tecido e um top que não era mais que dois pontos estrelados e também triangulares em cima de dois bicos eretos encimando uns seios retesados de perfeição nas medidas certas.

Suspirei e quase tive medo de me aproximar, ao ponto dela sentir a minha presença e levantar-se da espreguiçadeira, ela dizia com alegria mostrando os dentes brancos, “que bom, veio!”, eu sorri e abanei a cabeça, ela olhou-me de alto abaixo, parou os olhos no meu volume, parecendo imaginar o que já vira, o caralho teso de 20 centímetros, grosso e ereto na boca da minha amiga, tentei não vacilar, e ela continuou, “está tanto calor meu querido, espero conseguir aguentar-me!”.


Ela sentou-se outra vez na espreguiçadeira e puxou-me para baixo para que eu me sentasse na outra mesmo ao lado, as pernas dela tocaram nas minhas, sem malicia ou intenção, um acaso, pareceu-me, mas que me obrigou a vê-la melhor, uma silhueta perfeita, umas pernas longas e esguias, uns seios do tamanho do interior de uma mão fechada, um cabelo loiro e longo, a pele levemente bronzeada, e uns lábios grossos que me fizeram tremer a maçã de adão.


O silêncio parecia comprometedor, não sabíamos como iniciar a conversa, as pernas dela abriram-se levemente, como um espasmo, um mero reflexo das circunstâncias, eu perguntei, “já foi ao banho, a água deve estar boa”, e olhei para a piscina apetecível, com o mesmo prazer de uma mulher muito desejada, ela disse, “ainda não, estava à tua espera”, notei um aumento de intimidade, como se uma porta estivesse a ser aberta pela primeira vez, e ela continuou, “oh meu deus, está tanto calor, estou tão suada”, e abriu ainda mais as pernas, quase exigindo que eu olhasse para o seu infortúnio.


E eu olhei, os meus olhos centraram-se na fenda do triângulo do bikini, e ela percebeu, deu-me uma pequena palmada na testa e disse, “mas, para onde o meu querido está a olhar?”, eu levantei os olhos, e ela deu uma gargalhada contida, “o meu querido está com fome?”, eu disse, “fome? não!”, ela insistiu, “está sim, está com fome de mulher?”, eu retribui o sorriso, não tinha dado conta que o meu caralho sufocava dentro dos calções, crescera e era ela agora que olhava para mim.


As mãos dela procuraram as minhas coxas, e ela disse, “puxe a cadeira mais para perto de mim”, eu fiz esse esforço levantando-me um pouco, o suficiente para que as mãos dela tocassem nos meus calções e no volume que os percorria de lado a lado, assinalando um rolo teso esmagado contra o meu corpo mas desejoso de ser liberto da prisão de tecido e elásticos que o prendiam.


Ocorreu-me de repente que eu ainda não tinha pensado no meu pai, ela também não tocara no assunto e talvez não fosse necessário, o que estava combinado era que o que acontecesse entre nós ficava entre nós, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “o teu pai viaja muito, ela nunca está cá, e eu sinto tanta necessidade de afeto”, antes que eu fosse dizer alguma coisa, as mãos dela saíram das minhas coxas, procuraram as minha mãos e puxaram-nas para as coxas dela.


Foi elétrico, o calor das coxas, a leveza da pele dela, inundaram-me os sentidos, ela abriu as pernas ainda mais, e ela disse, “faz-me falta afeto físico, carne contra carne”, as mãos dela apertaram-me as mãos, pressionando-as sobre o próprio corpo, ela disse, “fecha os olhos”, e eu fechei, ela continuou, “não digas nada por favor”, mantive-me calado e senti com surpresa a minha mão esquerda a viajar no ar e a poisar naquele centro de tecido branco, ela prosseguiu, “estou toda molhada”.


O meu dedo do meio percorreu a fenda de alto a baixo, eu sabia bem onde é que estava, acariciava lhe o clitóris por cima da tanga, e o desejo de querer mais, procurei o centro de prazer da mesma maneira que um cego hábil o faria, afastei o tecido e meti o meu dedo na cona dela até ao fundo a escorregar entre lábios apertados que vibravam com espasmos de prazer.


Ocorreu-me que as nossas decisões eram tomadas sem consciência, eram apenas ordens da carne, pensei, eu vou foder esta mulher daqui a minutos sem ressentimentos, remorsos ou questões, é apenas o desejo a falar e a ser cumprido, ela disse, “quero despir-me toda?”, com um gesto rápido ela retirou do corpo aqueles pequenos obstáculos à nudez total.


Ela olhou para mim como se faltasse qualquer coisa, olhou para os meus calções e puxou-os, eu deixei-os deslizar pelas pernas e o meu caralho saltou como uma mola, a libertar-se da dor que lhe era infligida pelas convenções da indumentária, as mãos dela percorreram as minhas coxas, apressadamente, um desejo de chegarem ao destino, prendeu o meu pau com as mãos e engoliu-o entre os lábios quentes.


Revisitei as memórias da noite anterior, e nunca pensei que a mulher do meu pai depois de assistir à minha amiga a chupar o meu pau, também ela estaria a fazer o mesmo umas horas mais tarde, puxei-a para o meu lado, e enquanto ela chupava o meu caralho, os meus dedos desceram pelo vale dela entre as pernas, e mergulharam no banho quente dos seus lábios mais íntimos, comecei a masturbá-la, acariciar-lhe o clitóris, uma febre atingia-me os olhos e a fronte.


Ela baixou-se mais, os seios tocaram nas minhas coxas, senti o roçar dos mamilos, como um castigo e um sacrifício, pedi-lhe que parasse, ela posicionou-se na espreguiçadeira, empinou o rabo delicadamente e suspirou, “fode-me amor, estou tão carente, come-me toda”, e montei-a como um cão monta a cadela, a minha verga grossa de 20 centímetros entrou nela e escorregou até ao fundo da cona, fechei os olhos e com o sol a bater-me na face cavalguei-a como um cowboy em direção ao horizonte.


Os gemidos dela dela era insistentes e contínuos, “ohhh foda tão bom, ai estou doida, humm”, continuei a martela-la por trás, num movimento continuo e ondeante, o meu pau entrava e saia nela, até que tremi, o meu limite aproximava-se, ela gritou, “ai amor que me venho toda”, foi um orgasmo simultâneo, a minha lava ejaculou dentro dela e ela veio-se também toda molhada, ela deixou-se cair na espreguiçadeira e eu em cima dela, e ali permanecemos em silêncio, à espera que a consciência acordasse.


Disse-lhe, “vou dar um mergulho”, a água fresca da piscina tocou em todas as minhas células e os meus sentidos vibraram duplamente de prazer, uma outra forma de realidade atingiu o meu cérebro, a água da piscina era mais azul, o sol mais quente, a relva mais verde e os contornos dos objetos inertes muito mais definidos.


Ela mergulhou de seguida, o corpo dela entrou na água e moveu-se como uma sereia, ela emergiu depois nas escadas, saiu a apertar o cabelo entre as mãos, e a água escorria pelos ombros, seios e pela barriga, e uma humidade brilhante entre as coxas, riu-se para mim e fez um sinal com o dedo, “vem”.


Eu fui, ela dobrou-se novamente sobre mim, e à espera, em silêncio, a desfrutar do acontecimento, não havia pressa, a casa estava vazia, éramos só nós, e os nossos corpos saciados, animais com desejo, o melhor agora não era fazer, o melhor era guardar, como se faz a um vinho ou a qualquer outra coisa que beneficia com o tempo, a mão dela acariciava o meu rolo grosso, devagarinho, e disse, “fica entre nós, querido, afinal amo o teu pai”.


Uns dias depois, o meu pai telefonou-me, “filho, espero que fiques contente com a novidade, vais ter um irmãozinho, a minha mulher está grávida, não me perguntes como!!” 


Memórias em noites de Verão

23:23 1
Memórias em noites de Verão

Tinha chegado há minutos do trabalho, entrei em casa, larguei as chaves no sitio do costume, lá fora faziam cerca de 40 graus, o calor intenso, deixei-me cair no sofá à espera que o meu corpo fosse gradualmente abandonando essa sensação incómoda do exterior, substituída por uma frescura guardada entre paredes o dia todo.

Olhei em volta, como o fazia aliás todos os dias, talvez uma esperança, alguma coisa que tivesse mudado, um bem novo que tivesse acumulado, algo que pudesse acrescentar e dizer que é meu, mas nada, tudo estava mesmo na mesma, menos o dia passado que eu tinha desperdiçado para isso, para ter mais um dia sem surpresas, continuo.

Eu por certo, pensava, também não tinha colaborado, se muita coisa eu trazia de trás, com o tempo todas essas coisas se foram soltando, como lastro inútil, incapaz de manter para continuar a caminhar, amigos, mulheres, paixões, amores, amizades, sentimentos, tudo se tinha esvaziado como um balão cansado de estar cheio, até ficar disforme e engelhado, estava assim a minha alma, sem nada.

A casa estava na penumbra, eu conseguia deambular por ela mesmo escura, e hoje, nem as luzes acendera, o meu despertar, a realidade, bastava-se com a luz da lua ou da cidade, são tantas vezes as que se confundem, e apeteceu-me despir-me, largar as peças de roupa sem uma lógica ou uma ordem qualquer, e entrei no duche, deixei cair a água sobre o meu corpo, a sentir-me um clichê assombrado.

Agarrei no meu pénis, e senti-o volumoso, nem sempre o sinto assim, talvez do calor por que passara, e avaliei-me, talvez o façam todos os homens, mais ou menos vezes, talvez outros não precisem, não me achei fora do normal, comecei a acariciar-me, até o sentir teso, duro na minha mão, puxei o prepúcio para trás, a cabeça apareceu e senti um estímulo forte no ânus, um aperto no esfíncter, o desejo em mim sempre esteve em todo o lado do meu corpo.

A água fresca do duche fustigava-me a pele, que eu bebia e deixava correr, pequenos rios e cascatas desciam pelo meu peito, até ao umbigo e ao pénis, fechei os olhos, movia a mão para a frente e para trás, uma energia acumulada que eu queria que saísse de mim, uma das minhas mãos pousou na minha nádega, um dedo no meu centro traseiro, uma corrente subiu por mim até ao cérebro e ejaculei, bati mais e mais, até escorrer de mim a seiva de que se faz a vida.

Tinha regressado ao sofá, a temperatura agora ainda mais abafada da noite, dispensava que secasse a água do meu corpo, e deixei-me estar ali apenas, a aguardar, a olhar pela janela com reflexos do exterior, pensava, hoje o sexo em mim pode ser de qualquer maneira, tudo tem a aptidão de me satisfazer, menos quando a idade ou outras circunstâncias estabelecem limites, não é preciso fazer escolhas quando se escolhe tudo.

Sentia-me aliviado, o pénis tombara esgotado, para mais esperaria pelo seu momento, aproximei-me nu da janela, sem restrições de comportamento, pensei se alguém me conseguiria ver, mas não, toda a casa se mantinha no escuro, pensei, se alguma vez conseguiria ser um coletor de sentimentos, se sequer isso servia para alguma coisa, ou se buscaria apenas emoções, quanto mais passageiras melhor, daquelas de que não se guarda memória.

Sempre achei que o sentimento é um desejo inútil, até pior, é um desejo egoísta, como se, através dos outros, alguma coisa existisse para nos satisfazer, mas não, preferia emoções simples, de toda a espécie e natureza, talvez houvesse pessoas que se lembrassem de mim, e isso sim era suficiente e emotivo, não restando mais nada para sentir ou guardar.

Decidi sair, procurar um sitio qualquer, para comer, ou quem sabe para foder, não seria guiado pela consciência, seria antes o acaso que ditaria a ordem dos acontecimentos, um pouco pela ação do vento ou das circunstâncias, pensava, quantas vezes tomava um destino, e lá chegado parecia-me despropositado, pouco ou nada próprio para o momento, às vezes diria momento psicológico, que se resumia a um, “não hoje não me apetece, não hoje não me vou sentir bem aqui, não reconheço as pessoas”, e partia para outra.

Percorri as ruas da cidade passando pelos mesmos locais mais de uma vez, era difícil tomar uma decisão que justificasse parar o carro, estacioná-lo, sair e entrar num qualquer estabelecimento, restaurante, bar ou outra coisa qualquer, de maneira que decidi tomar o destino de um local onde havia street food, poderia misturar-me na multidão que ali se juntava, falar só o essencial, eu dou dinheiro e recebo comida, satisfaz e é suficiente.

Chegara há minutos, ainda não tinha chegado ao balcão, e perguntava-me se queria estar ali, se sequer tinha vontade de comer, o local era uma roulote, algumas mesas e cadeiras na rua, um espaço livre com vista para a praia, muita gente a beber e a falar, até que deve ter chegado a minha vez, pedi um gin tónico, não era invulgar, e algo que estava exposto e não conseguia classificar, quando um homem se aproximou de mim e perguntou, “conhecemo-nos?”.

Ele também pediu um gin tónico, olhei para ele a tentar passar revista nas minha memórias, o saber fresco e amargo do gin envolveu-me a língua e correu na garganta, eu disse, “não sei, não estou a ver”, eu afastei-me para um lado e isso pareceu ter um efeito de arrasto nele, porque veio atrás, ele continuou, “eu também estou confuso, mas tenho a certeza de que nos conhecemos, estou a tentar lembrar-me”.

Eu sorri, e olhei discretamente, mirei o corpo dele de alto a baixo, era elegante e maravilhosamente proporcionado, mas achei-o desadequado e demasiado simplista, era um fim de semana à noite, e mesmo que fosse verão e o calor fosse intenso, estar de calções, chinelos e t-shirt naquele local, era o mesmo que dizer que para ele a noite acabaria ali mesmo.

Olhei ainda mais intensamente, e pensei, que talvez ele estivesse a fazer o mesmo, não sabia, reparei no volume dos calções e imaginei um pénis grosso, e isso, não posso ignorar, excitou-me e levou-me para outra esfera, talvez o gin estivesse a fazer o seu efeito, talvez ele tivesse reparado na minha curiosidade, até que ele disse, “vou buscar mais um gin, vou trazer um para ti”, eu ainda ia dizer que não, que já tinha atingido o meu limite, mas ele tinha virado as costas, o que me deu a oportunidade de mirar o rabo forte e musculado.

Também eu tentava lembrar-me e eu sabia que ele tinha razão, eu conhecia aquele homem, só que a memória persistia em não me ajudar, ele voltava agora ao meu encontro, entregou-me o copo, por momentos como que congelou e sorriu, aproximou-se mais de perto, quase do meu ouvido, fez-me sentir o seu cheiro, e ele disse, “já sei, já me lembro”.


Aquela voz, aquele cheiro, o bafo dele da boca, foi como um vulcão a largar lava no meu espirito, eu ouço-o a dizer, “já sei, estivemos juntos”, eu lembrava-me, tinham passado alguns meses, na noite de fim-de-ano, talvez ele como eu, andávamos à deriva, e nessa noite encontrámo-nos, ele disse, “lembras-te, eu comi o teu cuzinho”, eu sorri comprometido, ele continuou, “foi uma das melhores fodas da minha vida”.

Não sabia se aquilo era um elogio, “lembras-te, estava a chover, foi no meu carro, passámos a noite a foder, foi lindo, foi uma loucura, adorei montar-te”, e depois insistia, “choraste de prazer quando te penetrei, eu sei, adoraste e eu também, quando a minha piça entrou em ti, foste à loucura”, as palavras dele excitavam-me e eu sentia, o pau dele crescia de tesão, e não era difícil ver pelos calções, um volume apertado pronto a explodir.

Olhei em volta, não fosse alguém estar a ouvir, mas não, tínhamo-nos afastado, os nossos gins acabavam, e ele disse, “está tanto calor, sabes o que eu gostava de fazer?”, ele puxou-me para algo parecido como um banco de pedra, numa zona meio escura, sentámo-nos, eu perguntei, “o quê? realmente está calor, estou a ferver”, ele encostou os lábios dele perto dos meus, e disse “consegues imaginar o que eu estou a pensar?”.

Eu sorri, olhando-o nos olhos, eu disse, “não sei, estou um pouco embriagado do gin”, ele insistiu, “põe a mão aqui”, e puxou-me a mão para dentro dos calções dele, e eu fechei os olhos, como se não vendo, ou vendo com a mente, pudesse apreciar melhor, apertei o caralho dele dentro da mão, e recordei-me o quanto era grande e grosso e tinha estado dentro do meu cu.

Ele pôs a mão dele sobre a minha a apertar para que eu sentisse ainda mais forte, olhei para o lado e vi um gajo a surpreender-nos e a ver o que fazíamos, eu disse, “acho que consigo imaginar agora”, foi a vez dele sorrir, e eu insisti, “queres mesmo muito montar-me?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “e se não for tão bom como da última vez?”, ele roçou os lábios na minha orelha e fez-me tremer, “vai ser, amor, andei meses à tua procura, quero tanto comer-te o cu outra vez”.

Olhei outra vez para o lado, e o gajo que olhava para nós continuava lá, eu perguntei, “conheces? Ele tem estado fixado em nós!”, ele virou a cara, “acho que já o vi por aí, acho que ele é como nós, anda à procura de uma boa foda”, ele continuou, “agora que me lembro, encontrei-o numa sauna”, eu estava curioso, “e como foi? Também o montaste?”, ele fez um sinal ao gajo para se aproximar, e disse, “não, nós fodemos uns gajos que estavam lá”, o gajo aproximou-se e cumprimentou-nos, “estava ali a ver-vos”.

Ele aproximou-se do meu ouvido, “acho que ias gostar de levar com os dois”, ele fez sinal sinal ao gajo e, falando de mim, disse, “eu já lhe comi o cu umas vezes no fim-de-ano, uma loucura”, ele olhou para mim e depois continuou, “gostavas de o foder comigo”, o gajo respondeu, “adorava comer-lhe o cu, gosto das curvas dele, tem um rabo maravilhoso”, depois ele virou-se para mim, “gostavas de foder com nós os dois?”.

A resposta parecia-me inútil, o meu desejo explodia por todos os poros, a visão de estar a ser fodido por dois machos não me saía da cabeça, o calor abafado tinha tomado conta do meu corpo, a minha voz espalhou-se num sussurro, “acho que me aguento com os dois, quero foder os dois, mas com carinho”, antes que eles dissessem alguma coisa, eu insisti, “se querem o meu cu, eu quero dar-vos uma boa foda”.

Pareceram segundos que não contam para a história, fomos para o interior de uma carrinha que ele tinha ali perto, estacionada debaixo da noite, despimo-nos todos totalmente e eles pediram-me para estar quieto, não demoraria muito, as mãos deles acariciaram-me o corpo, ele passou-me a mão pelo pénis, depois foi subindo até ao peito e o outro gajo, passava os dedos nos meus lábios, a anunciar que ia pôr o pau dele na minha boca.

E foi isto que me fez lembrar, ele encostou o corpo dele ao meu, como se eu fosse uma mulher, e procurou a minha boca e beijou-me, a língua dele tocou a minha e era quase um beijo de paixão, não sei se gostei, apenas achei facilitar, procurou os meus mamilos e chupou-os com força, foi descendo pelo meu corpo até à barriga e depois engoliu o meu pénis até ao fundo e começou a lambê-lo, fechei os olhos e caí numa espécie de fundo, faltando-me o chão da consciência.

O outro gajo aproveitou, apontou o pau à minha boca e fez força na minha cabeça para eu chupar, e eu chupei ou tentava chupar, duas mãos apertavam-me as coxas e engoliam o meu pénis, para baixo e para cima, até que parou, deixei-me ficar com os olhos fechados, ele levantou-me as pernas, deitou-se sobre mim, e eu senti, a verga grossa forçar o meu ânus e abriu, soltei um gemido forte, “aii foda-se! aiii, o meu cu”, senti-a a entrar em mim até ao fundo, as nádegas dele moviam-se como que à procura de espaço para enterrar a piça ainda mais fundo.

Neste momento eu caia de costas num céu azul de nuvens definidas, o rolo dele entrava e saía de mim, em ondas sucessivas, a martelar o meu cu, com as molas tensas das ancas, a abrir, a desbravar, eu gemia de prazer, “hummm aiiim, ohhh, aiiii, hammm, fode-me mais fode-me”, apertei-lhe as nádegas, a obrigá-lo a ser ainda mais intenso, não queria que o macho ejaculasse, queria que ele me montasse por trás, que abrisse o meu traseiro penetrando-o com força.

Eu pedi-lhe, “deixa-me mudar de posição”, ele saiu de mim e eu virei-me, pus-me de quatro no chão, o meu rabo espetado no ar, a aguardar o veredito, a piça dele escorregou entre as minha nádegas e atingiu o meu ânus bem no centro, abriu-se todos e ele entrou por ele adentro, agarrei no pau do outro, e queria a minha boca cheia de caralho, enquanto ele se satisfazia no meu traseiro, até que o senti a tremer, era inevitável, ele estava-se a vir, deu mais umas estocadas e senti, um jorro de porra escorria do meu cu.

Ele tombou para o lado, e foi a oportunidade do outro, ele correu a montar-me, coisa que ele pedi, “anda, querido, dá-me uma foda também”, ele enterrou o caralho até ao fundo, e eu quase gritei baixinho, “aimm fuck, ohhh, tão bom, hummm, aiii fode-me todo, parte-me todo”, ele começou a bater, eu ouvia o som das ancas nas minhas nádegas, que ele prendia entre as mãos com força, cada vez que entrava malhava com força, até que também ele começou a tremer, soltou um urro cavernoso, e veio-se, golfadas de esperma entravam dentro de mim, até que ele saiu e tombou de cansaço.

Passei a minha mão no meu pau e também me tinha vindo, havia em mim uma sensação de satisfação, os machos tinham-se saciado, durante uns minutos ficamos a olhar uns para os outros, a apreciar o prazer do sexo terminado, ele virou-se para mim e disse, “era capaz de passar a noite a comer o teu cu”, eu sorri e disse, “eu sei, mas hoje chega, só penso num duche agora, o meu cu posso dar-te num outro dia”.

Vesti-me e saí da carrinha, nem me tinha apercebido, estava encharcado em suor e de cheiro a pau

Trocas de desejo swing

21:52 1
Trocas de desejo swing

Talvez alguém ache isto fora de comum, mas comigo e com a minha mulher foi o que aconteceu, ela nasceu numa aldeia pequena do interior de Portugal, um lugar ameno, na maior parte do ano com bastante calor, mas como muitas outras coisas, fomos deixando para trás, não parecia uma prioridade, e só depois de alguns anos de casados, ela decidiu voltar.

Para mim era uma experiência nova, mas para ela o motivo nem era especial, não era por apego á terra, ou para recordar velhas memórias, era mais por obrigação, ou por oportunidade, o de vender património sem cuidado, o de largar lastro inútil, como ela dizia.

Se a nossa vida em comum não tinha mais de três anos , para ela, talvez uma década, ou mais, tinha-se passado desde que saíra da aldeia em direção á cidade próxima e daí, com outros saltos, para a cidade maior, de maneira que, pensava eu, seria normal que ninguém a conhecesse, ou ela, sequer se lembrasse de alguém.

Bom, acho que estava enganado, íamos entrando na aldeia, e eu reparava no ar de surpresa, ela olhava pela janela do carro, as casas estavam bem ordenadas, no que é possível numa construção sem arbítrio, o caiado branco típico da terra, e ela lá ia caçando memórias, apontando um dedo para um lado, e pestanejando os olhos para o outro.

Pensei para mim, procurava um café, um restaurante, um sitio qualquer, onde pudéssemos assentar e a partir daí, reorganizar as ideias, fazer um plano, o que iriamos ver ou fazer, e foi isso que acabou por acontecer.

Eu pedi café, ela uma água fresca, e no quando ela dizia “há quanto tempo eu ....”, aproximou-se da nossa mesa um homem robusto, fez-se sentir pequeno, começou a rir-se para a minha mulher, “olha quem é ela!!”, a minha mulher reconheceu-o logo, e abraçou-o de uma maneira um tanto quanto familiar.

Enquanto falavam e riam os dois num dialeto que eu desconhecia, mais dois ou três homens foram aparecendo, e sucessivamente, e da mesma maneira que o anterior, ela abraçou-os calorosamente, dando-lhes beijos na cara, até me fizeram sentir mal, como se eu, na relação entre eles, que me pareceu tão intima e pessoal, estivesse eu ali a mais.

Eles olhavam para mim, mediram-me de alto a baixo, pensava eu, estavam a avaliar se seria uma boa escolha, cumprimentavam-me e iam-se embora, mantinham distanciamento, até que eu disse à minha mulher, “amor, os homens não se esqueceram de ti”

Juro, não disse isto para ser irónico, aquelas palavras saíram como outras quaisquer, não estava era preparado para o que vinha, ela puxou o meu ouvido, e com uma voz baixinha, “amor, eles foderam-me todos”, eu ainda estava a assimilar, ela continuou, “ou melhor, se calhar fui eu que os fodi, eles queriam muito sexo, e eu acho que só tive que dar-lhe o qe queriam”.

Neste momento, fui eu que olhei para os homens, eles estavam entretidos a falar entre eles, do que seria, eu nem queria pensar, mas não consegui deixar de imaginar qualquer um deles montado na minha mulher a enterrar o pau na cona dela, a sensação era estranha, eu sei que era história antiga, não sabia se me incomodava, ou se me dava um prazer inesperado.

Tudo podia ficar ali naquele momento, num relato síntese da afirmação dela, “eles comeram-me todos”, não havia mais nada para dizer, mais nada para aprofundar, mas a curiosidade mostrava-se no silêncio, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “querido, o que é que queres saber?”, eu pensei, “foda-se!! neste momento eu não queria saber nada, ou então, saber o menos possível”.

Mas ela insistiu, “a tua cara diz tudo!! éramos jovens e as opções na aldeia não eram muitas, não era só eu, nós fervíamos de desejo, e muitas vezes até trocávamos de homem, era consensual”, eu ouvia e as coisas pareciam complicar-se, já não eram só umas fodas, eram as mulheres a partilhar o que tinham, eu perguntei, “trocavam como?”, ela sorriu, “sei lá, eu andava com um e uma amiga andava com outro, e nós trocávamos, pronto!”.

A minha boca abriu-se de surpresa, isso seria há muito tempo, pensei, mas ela interrompeu esse pensamento, “não me admirava que ainda fosse assim”, ele perguntei, “assim, assim como?”, ela continuou, “ora, amor, que eles andassem a foder uns com os outros, a trocar de mulher”, eu fiz, “humm, não sei, isso seria possível?”, afirmativamente, ela só se riu.

Era o momento de partir, regressar a uma casa que tínhamos alugada por uns dias, ela levantou-se e foi ter com os homens com beijos, eles acenaram ao longe, vi-lhes um sorriso nos lábios, à noite havia uma festa local, e o desejo repentino da minha mulher lá estar, não deixava margem para dúvidas, não íamos descansar.

Tínhamos tomado um duche, nus na cama ainda húmidos, apeteceu-me foder a minha mulher, o corpo dela com uma forma perfeita, as coxas grossas, com os lábios rosados da fenda, apeteceu-me lambê-los, os lábios da boca, carnudos a apertar o meu pau, e o rabo, duas nádegas que cabiam na minha mão, guardavam o anel enrugado.

Eu imaginei os machos do restaurante, a visão deles a penetrá-la, um na cona, outro no cu, outro na boca, e um de fora à espera da sua vez, a minha piça era uma estaca, eu gemi de tesão, “queres contar como foi?”, ela deu uma gargalhada contida, “como foi o quê?”, eu continuei, “tu sabes o que eu quero saber!”.

Ela prosseguiu, “o que é que queres saber, como é que é o pau deles, se são bons a foder, se eu me vinha sempre?”, eu abanei a cabeça, acrescentei, “e como é que aconteceu”, ela deu outra gargalhada, “não sabia que o meu marido era um pervertido”, eu rolei na cama, mostrei-lhe o meu rolo teso, e disse “conta amor”.


Houve um segundo de silêncio, as memórias estavam a voltar, ela deitou-se novamente na cama e eu percebi, os mamilos estavam rijos como duas uvas gordas, havia um suor nela de tesão, um ruborescer na face, nas seios, na barriga, até à cona, até o cheiro dela vinha de uma humidade lúbrica entre as pernas.

Ela disse, “todos eles têm um caralho enorme, mas aquele primeiro que nos cumprimentou, é gigante”, eu ouvia e ela continuava, “mas nunca me fez doer, eu gostava de lhe dar o cu e isso dava-me prazer”, a minha piça tremia de pulsões internas, ela insistiu, “a primeira vez com ele, foi assim numa festa como a de hoje à noite”.

Eu só ouvia, “nem namorávamos nem nada, ele pediu-me ao ouvido para lhe chupar o caralho, e eu fui chupar, fomos para casa dele, e ele pôs-me o caralho na boca, eu mal conseguia engolir, mas eu lambi-o todo, depois ele montou-se em mim, eu pus-me de quatro, e nunca mais esqueço, a verga dele enorme a entrar na minha cona, e eu, querido, vi-me toda que nem uma maluca”.

Ela continuou, “eu dei gritos, e a irmã dele apareceu, e ela apanhou-nos a foder, ela viu bem o irmão com a piça na minha cona”, eu achei que era a minha deixa, “ela depois não disse nada?”, a minha mulher continuou, “daquela vez não, ficámos mais amigas embora ela fosse mais velha, e depois, passado algum tempo, eu e ela trocámos de namorado”.

A minha boca continuava aberta desde a última vez, ela continuou, “que não era o irmão claro!! o irmão dela nunca foi namorado, de vez em quando, ele pedia, e eu deixava ele montar-me, só isso”, a minha curiosidade aumentara, “mas trocaram como? Não percebo!”, ela disse, “fazíamos tipo swing, o namorado dela comia-me e o meu fodia com ela, trocámos muitas vezes, e ao mesmo tempo, ela ia para um quarto e eu ia para outro, e fodiamos ao mesmo tempo”.

Eu ia dizer qualquer coisa, mas a minha mulher continuou, “os namorados dela eram sempre mais velhos, um pouco rústicos como ela gostava, mas depois eu também gostava, eram um pouco brutos a foder, mas isso agravava-me, dava-me prazer satisfazer homens mais velhos”.

Achei que devia interromper, “homens mais velhos?”, ela riu-se, “sim, foram vários, a irmã dele mudava muito, mas do que sei continuava a satisfazer todos da mesma maneira”, eu mostrei os dentes, “mas como é que faziam?”, ela prosseguiu, “eu e ela combinávamos, falávamos com os namorados e pronto, íamos para casa dela ou outro lugar, e pronto, eu puxava o homem dela para um quarto e ele fodia-me”

Ficamos em silêncio uns segundos, era eu à procura de perguntas, “voltando ao principio, disseste que o irmão dela pedia ..como é que era isso ”, ela abriu as pernas e eu vi, os lábios da fenda estavam molhados, uma espécie de seiva turva, ela respondeu, “de muitas maneiras, ele ligava e eu ia ter com ele, houve dias que fodemos no carro, uma vez eu estava com o meu namorado naquele restaurante que fomos, ele olhou para mim, eu fui ter ao carro, e chupei-lhe o pau e depois comeu-me, era noite amor, ninguém viu”

Disse eu, “e esse teu namorado?”, ela riu, “não disse nada, e acho que ele sabia, mas depois também o compensei”, ela prosseguiu, “outras vezes era eu que ligava, apetecia-me foder e ela dava-me tesão”, ela esteve um segundo a pensar, “e acho querido que ainda me dá”, eu perguntei, “dá o quê, amor, desejo?”, ela insistiu, “sim querido, é como reviver esse passado, no restaurante senti essa vontade, de ter o caralho dele dentro de mim”.

Os meus lábios, a minha garganta, estavam secos, eu estava a ouvi-la, ela olhou para mim, “não é amor, querido, é carne, sexo, sentir os machos a possuírem-me, uma vez um desses homens mais velhos que fodiam a irmã dele, encontramo-nos por acaso no campo, e ele fodeu-me mesmo ali, encostou-me a uma árvore, levantou-me o vestido, eu mesma baixei as cuecas e ele penetrou-me, na cona e no cu, eu vibrei, querido”.

Ela continuou, “e agora é a mesma coisa, eu sei que não devia, mas sinto um desejo tremendo, acho que estou a ferver e a perguntar-me se devia ter vindo, como disse, não são sentimentos, gosto de ter vergas grossas a partir-me o cu, e ele é assim, amor, ele parte-me o cu todo.

Eu também fervia, “mas amor, ele deve ser casado?!”, ela não aguentou, deu uma gargalhada sonora, “viste bem o que acabaste de dizer?”, eu abri os olhos e ela prosseguiu, “disseste, ele deve ser casado, estás a dizer amor que não te importavas!? se ele não for casado, posso dar uma foda com ele, querido?”.

Ela tocou no meu pau, curvou-se, os lábios dela apertaram-me a glande, ela deu um beijo sonoro, e ela disse “posso, querido, enquanto estivermos aqui na aldeia, se eles quiserem e eu também, posso comê-los?”, quase que senti que estava a negociar com a minha mulher, se podia foder só com um, ou se podia foder com mais”, não respondi, mas pareceu-me que seria inevitável.

A noite tinha chegado, e a festa era local, típica das aldeias, em que aparecem muitas pessoas à volta das mesas a comer, com muitos velhos e velhas a assistir de bancada, um tribunal a julgar as parvoíces dos mais novos, quando ele apareceu, pensei para comigo, “foda-se!! o do pau grande, que gosta de partir o cu da minha mulher”, com ele vinha uma mulher mais nova, um pouco gordinha, e ao lado, outra mais velha, que assumi ser a tal irmã.

Foi estranho, mas a minha atenção esqueceu-o a ele, e virou-se para as mulheres, a irmã que estava sózinha tinha uma postura agradável, quase parecia uma mulher vitoriana que esconde os seus segredos mais profundos, e só quem tenha a chave, a passe, para ir para dentro dela é que perceberá quem é a pessoa, e esta era uma mulher bonita, esquálida, sem ser magra, um vestido simples que lhe caía direito, e eu questionei-me se trazia cuecas, eu não via marca nenhuma.

A mais nova que devia ser a mulher dele, talvez dez ou mais anos de diferença, era um pouco mais robusta, uma mulher rústica que nunca deixou que o campo saísse de si, umas boas mamas, uma anca generosa, e eu pensei, “esta leva com o pau grande todos os dias”.

Regressei à realidade e vi que a minha mulher falava com ele, sentaram-se na mesa e os meus olhos regressaram àquela irmã, a mulher interessava-me mesmo, lembrava-me o que a minha mulher tinha dito, e tive aquela visão de a ver nua a ser fodida por um gajo qualquer, enquanto no quarto ao lado, a minha mulher chupava um pau a um gajo mais velho que depois lhe comia o cu.

Eu olhei para ela, fomos dizendo banalidades, mas o meu pau endureceu, o desejo da minha mulher ser fodida pelo gajo da verga grande, era o mesmo ou mais, que eu sentia por aquela mulher, imaginei-me a montá-la, a meter o rolo duro na cona e depois de a fazer gemer, meter no cu até a fazer vir.

Depois olhei para a mulher do gajo, também eu era mais velho que ela, da forma que ela mordiscava uma água fresca com limão, apreciei os lábios dela, não era difícil de perceber, ela gostava de chupar, e as ancas robustas que eu vira antes, anteviam um desejo forte de levar no cu, e pelo que a minha mulher contara, esta estava bem martelada.

Por momentos cruzámos algumas palavras entre todos, o que nos fez rir e aliviar o ambiente, até que sinto a minha mulher a puxar-me e a dizer-me ao ouvido, “ele quer-me foder, amor, e eu também quero, se quiseres fode a mulher dele!”, eu virei a cabeça, “e ela?”, a minha mulher respondeu, “ela já sabe, amor, ela concordou ir contigo”.

Eu fiquei a olhar para ela, e sussurrei-lhe ao ouvido, “amor, e a irmã dele, eu preferia”, a minha mulher moveu a cabeça para os lados surpreendida, eu disse, “talvez seja como tu, também gosto de uma mulher mais velha, mas ela excita-me”, a minha mulher curvou-se para a irmã e logo a seguir vi um sorriso cúmplice, um quero também, a minha mulher voltou ao meu ouvido, “olha fode as duas!!, as duas querem, vai com elas”.

Segundos depois, ele sai da mesa e logo atrás vejo a minha mulher a ir no mesmo sentido, até que a escuridão da noite os ocultou e eu fiquei sem saber para onde iam, as duas mulheres olharam para mim, e a irmã disse, “vamos para minha casa, se não puderes com nós as duas, podes começar sempre por mim”.

Já noite, regressei à casa, esperei pela minha mulher chegar, ela entrou, tombou na cama, um cheiro intenso a homem e sexo pairava nela, e ela disse com os olhos molhados, “amor, estou toda fodida”.

Intimidades perfeitas

22:16 4
Intimidades perfeitas

Lembrava-me dele quando conheci a minha mulher, ou melhor, segunda mulher, naquela idade de quem sabe que já gastou metade da vida, e que a parte que nos restava tinha de ser vivida ao máximo, com todas as loucuras que fizéssemos juntos.

Mais até, era preciso recuperar o que faltara fazer na juventude, porque poupar agora seria a coisa mais estúpida, como não gastar ao contrário, a vida boa pedia, não sermos moralistas, nem tão pouco promíscuos demais.

Só digo isto porque uma noite estávamos em casa e a minha mulher atendeu o telefone e era o Mateus, perguntava ele se sabíamos de uma casa, a mulher dele tinha-o colocado na rua, no horizonte havia uma ameaça de divórcio, porque, contou ele depois, tinha andado a foder com outra gaja.

Quando a minha mulher disse quem era, eu torci logo o nariz, e percebi que o Mateus ao perguntar se sabíamos de uma casa, percebia-se logo, andava à procura de abrigo barato, de preferência na nossa casa, e quando ela insistiu para ele ficar, assustou-me que ele pudesse gostar demais, ao ponto de não conseguirmos depois, ser nós, e já não a mulher dele, a colocá-lo na rua.

Mas a minha mulher ganhou, digamos a nossa pequena luta familiar, a ideia de ter um homem em casa, ainda por cima sozinho com a minha mulher, quando eu fosse trabalhar para fora, assombrou-me logo com pensamentos perversos, imaginava a minha mulher a ser fodida na nossa cama por este invasor.

E o perigo, se lhe podemos chamar assim, era real, em cima eu dizia que me lembrava dele porque quando conheci a minha fui a uns eventos com ela em que o Mateus estava lá e das reações entre eles, olharem-se mutuamente com intensidade, os pequenos toques das mãos, a forma como ela ria de coisas sem sentido que ele contava, dava para perceber, ela já tinha feito muito sexo com ele.

E eu compreendia isso, quando a conheci estava sozinha há muito tempo, saída de um divórcio estranho, e sendo ela uma mulher de quase quarenta anos, que melhor podia ter ela do que um jovem como o Mateus, que tinha metade da idade dela, basicamente um amigo do filho dela, que fodia a mãe do amigo quando esta o chamava.

Claro que nunca tive uma confirmação segura, nunca me atrevi a perguntar nessa altura, mas agora com ele dentro da nossa casa, não sabia se esse assunto viria outra vez à minha cabeça com a mesma força que tivera anteriormente.

Ele chegou algumas horas depois e trazia com ele pouco mais que uma mochila, como se fosse acampar alguns dias, ele beijou a minha mulher na face, e por segundos muito curtos, o corpo dela colou-se ao dele quando ela lhe deu um abraço, quase como se fosse a um filho acabado de chegar de uma viagem longa.

Ele cumprimentou-me, mas ela não perdeu, curiosa empurrou-o para o sofá, onde eu os olhava da minha poltrona à distância, e deu para mirar como ele estava passados talvez uns cinco anos, continuava o rapaz que era, um corpo seco e elegante, as pernas fortes como troncos de árvores, uns olhos e um sorriso demolidor, que mostrava ao reagir aos afetos da minha mulher.

A minha mulher, eu só agora reparava melhor nela, decididamente, tinha-se vestido de propósito para ele, já não me lembrava do dia em que tivesse feito o mesmo para mim.

Ela vestia uma saia de ganga, escandalosamente curta, realçava as pernas esguias, e em cima uma t-shirt de cavas, que faziam saltar os seios generosos dela, e eu sabia, vem bem fundo, nem soutien, nem lingerie, a minha mulher dispensava isso tudo.

Acho que me admirei, pelo menos imaginei isso, que ela não o tivesse recebido toda nua, mas calculei que da forma como ela lhe tocava, nas pernas que ele abria solicitamente, ela algumas vezes punha as mãos perto do pénis, um alto grande que forçava as bermudas, que parecia querer saltar para fora, e cuja probabilidade de vir a penetrar a cona da minha mulher era muito grande.

Não foi logo no primeiro dia, mas cada dia que passava não era difícil perceber, a excitação da minha mulher aumentava, falar-me dele era o seu único assunto, e não sei porquê, o mesmo acontecia comigo, numa das noites seguintes, excitou-me tanto sentir que ele estava no quarto ao lado, que eu enterrei a minha piça na cona da minha mulher, e quando ela correspondeu e começou a gemer alto, eu sabia, o Mateus do outro lado da parede estava a ouvir, e isso amplificou o meu orgasmo e o dela.

Na manhã seguinte, reunimo-nos na cozinha, eu sentia, a intimidade crescia entre nós, a minha mulher vestia uma túnica curta que os raios de sol atravessavam e faziam perceber o seu corpo nu, os pelos da púbis, um emaranho gracioso, os bicos espetados dos mamilos, as mamas, as coxas, uma visão quase espiritual do corpo dela.

Ele e eu tínhamos apenas umas boxers simples, estávamos de tronco nu, bastava deixá-los cair e os nossos pénis ao alcance do olhar do outro, e foi isso que senti quando ele entrou, mirei os boxers dele e por muito pouco vi a piça dele a querer sair para fora.

E foi como ver um filme a passar pelos meus olhos, que me surpreendeu por segundos, imaginei-o a foder a minha mulher ali mesmo, a baixar as boxers, a sacar do caralho teso, e a penetrá-la por trás quando ela se ocupava na cozinha, ela gemer de prazer e de gostar ainda mais por eu estar a ver.

Eu virei-me para ele, “então Mateus? Dormiste bem?”, a minha mulher olhou para ele, ele respondeu a sorrir, “sim, dormi bem, ao principio é que foi mais difícil”, ela perguntou, “difícil? Porquê?”, ele respondeu sem meias palavras, “vocês fazem muito barulho”, ela insistiu, “estávamos a foder, tu sabes como eu sou a gemer, não me contenho”.

A intimidade entre nós tinha atingido o ponto máximo, nós podíamos agora falar de tudo, eu perguntei, “querida, disseste que o Mateus sabia como tu eras a gemer?”, ela riu-se, “disse sim, amor, o Mateus já me fodeu muitas vezes”, ele sorria a ouvir as confidências.

Ela continuou, “quando estava sem homem antes de te conhecer, eu telefonava ao Mateus e ele vinha a correr para dormir na minha cama, não era Mateus? foi a minha salvação, amor, nunca me faltou pau”, e deu uma gargalhada.

Eu olhei para ele, “como é que é a minha mulher?”, ele engasgou-se um pouco, “como?”, eu insisti, “sim, o que achas dela a foder?”, ele olhou para ela, a minha mulher fervia de excitação, ele respondeu, “uma loucura”, a minha mulher sorriu e eu não consegui deixar de fazer o mesmo, “uma loucura, o que é que isso quer dizer?”, ele prosseguiu, “é uma loucura a foder, a contorcer-se, ela foi a que me deu mais tesão, nunca me cansei de a comer”.

A minha mulher levantou-se e deu-lhe um abraço, e eu percebi, a piça dele tinha saído para fora dos boxers, eu conseguia ver, ele tinha o galo arqueado e teso, grande e grosso, um comprimento enorme, imaginei que se continuássemos a falar assim, a manhã ainda iria começar com sexo na cozinha, com ele a foder a minha mulher.

E perguntava-me se era o que eu queria, sabendo que a minha mulher, o seu maior prazer é o meu, gosta que eu a esteja a ver, e gosta de ser filmada como se fosse uma atriz porno, e a ideia de tudo isso acontecer já lhe tinha passado pela cabeça.

Mirei a minha mulher a abraçá-lo e a roupa dela era pouca ou nenhuma, era como estar nua, apenas uma fina túnica de dormir, praticamente transparente, os mamilos faziam pressão no tecido, o rabo dela, as ancas, a cona, formavam um conjunto apetecível, e vi que ela olhou para mim e sem pergunta nenhuma, apertou-lhe o pénis com a mão, e começou a acariciá-lo.

Percebi que o Mateus fechou os olhos, exalou um suspiro longo, que eu sentia que era prazer, ela abriu as pernas e montou-se em cima dele sentado na cadeira, a cena era perfeita e intima, ela mexeu o rabo, levantou-se um pouco para cima e agarrou na piça dele e meteu-a na fenda, escorregou pelo rolo abaixo, e contorceu-se para trás a demonstrar que o tinha todo enterrado até ao fundo.

Ela olhou para mim e sorriu, “ele tem um bom pau, não achas, amor?”, eu acenei com a cabeça que sim, libertei o meu pénis dos boxers e comecei a acariciá-lo, via a minha mulher a subir e a descer pelo pau do Mateus, ela gemia alto, “ai foda-se tão bom”, ela começou a acelerar, e mais e mais, movia as ancas freneticamente contra ele, para enterrar ainda mais e mais fundo, até que ela estremeceu e gemeu alto, “ai foda-se que me estou a vir toda”.

Da visão dos olhos e da boca húmida do Mateus, eu percebi, tinha-se vindo dentro da minha mulher, ela levantou-se e eu vi, o pau dele saía da cona da minha mulher molhado em porra, e num segundo, vi a minha mão, o meu esperma escorria para o chão, ela aproximou-me e deu-me um beijo, agora eu só conseguia pensar como seria com ele nos próximos dias, ou nas próximas semanas a viver na nossa casa.