Biografias Eróticas
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Estabilidade emocional de mulher se paga

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Estabilidade emocional de mulher se paga
Posso contar aqui no confessionário que se não fosse a minha mulher eu não tinha estabilidade emocional nenhuma. Sempre tive dificuldade para tomar decisões, penso demasiado nos prós e nos contras, se devo avançar ou recuar, e nem  sei bem como é que consegui aqui chegar.

E à medida que a idade foi avançando, bem, o problema se agravou ainda mais, estou no escritório e o que esperam de mim, é que ouça os subordinados e faça escolhas por todos, dos caminhos a seguir, e bem dizia eu, andava num pânico tremendo, que pudesse tudo correr mal.

Eu fui a psicólogos e curandeiros, a bruxos e a xamãs, a terapeutas e a oráculos, a perguntar-lhes o que fazer, para resolver este stress, de ter medo de falhar, antes mesmo de eu começar, merda!! desta espécie de disfunção cerebral, até que um dia aconteceu, um acaso sem razão, quando a minha mulher apareceu, lá para os lados do meu escritório.

Ainda me lembro, ela entrou no meu escritório, ela pareceu ver o terror em que eu estava, e perguntou "mas amor o que se passa contigo? porque está assim?", eu disse a ela "estou fodido, a cabeça a aquecer, não me consigo concentrar", ouvi a voz doce da minha mulher "relaxa amor, eu trato de você, senta para trás".

Ela foi fechar o escritório, depois veio e se pôs de joelhos, ela tirou depois o meu pau para fora, e merda!! que estava mole!!, mas mesmo muito mole, carne sem osso, se vocês me compreendem, pensei "era do medo que eu sentia", aquilo não dava nada.

Mas bem, a minha mulher começou a chupar no meu pau, estava se dedicando como eu nunca vira, colocou os lábios na cabeça, me deu beijos molhados bem em cima, sentia um calor a pressionar, que lhe vinha da garganta fora, o meu pau começou a engrossar, foda-se!! comecei mesmo a gozar.

Depois ela perguntou "então amor se sente mais calmo agora?", bem, eu estava flutuando, meu cérebro não parava, eu olhava para os documentos, os meus funcionários os tinham posto na mesa, e comecei a funcionar, as minhas decisões a sair, de tão claras que eu as via, eu previa que ia ganhar.
Foto de energepic.com no Pexels
Uma verdadeira profissional, ela chupava no meu caralho, ela sabia o que fazia, mas que tão boa execução, aquela sucção tão desejada, descia e subia pelo meu pau, ela era tão safada, eu olhava os lábios a tremer, senti aquele fogo de me estar a vir, que disse à minha mulher "ai meu bem, não aguento mais!! ai!! não vou conseguir, ahhh".

Ela começou então me batendo uma punheta, obrigando meu caralho a corresponder, o meu pau largou um jacto quente, quando eu disse alto "já decidi já decidi, apostem tudo no ouro que é o que vai subir".

Foda-se!! que ainda não estava em mim, eu tinha gasto fortunas em médicos e charlatães, e a minha mulher só com a boca e a língua, tinha tantos conhecimentos e segredos, que resolvera logo o assunto.

À noite quando estávamos em casa, eu disse à minha mulher "olha tu vais ao meu escritório todos os dias", e ela assim para mim, "para quê?", eu respondi à minha mulher, "oh amor eu preciso de estabilidade emocional, preciso de tomar decisões", mas ainda assim não me entendia "e o que é que isso tem a ver comigo?".

Então eu tive que dizer "é para tu me chupares no caralho, isso ajuda a tomar decisões, sabe", vocês sabem o que minha mulher respondeu? Que dava muito trabalho, todos os dias a ter de ir ao escritório, só para me chupar o pau, a puta queria dinheiro!!.

Foda-se!! pensei eu, o que um gajo faz para trabalhar, ser chefe não é para quem quer, eu tive que ir falar com a administração, para autorizarem a dar dinheiro à minha mulher, mas merda!! foi no outro dia, um invejoso que também queria, ele começou perguntando no escritório, "que competências tem esta mulher para estar na folha de pagamentos".

Contos eróticos de Ano Novo - # Fiquei sem namorada

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Contos eróticos de Ano Novo - # Fiquei sem namorada
Ela nem tinha bebido demais, nem ela nem todos nós, a ideia tinha sido mesmo essa, passar uma noite com amigos, festejar o novo ano a contar as nossas histórias, e fugindo do acaso perigoso, de se ser apanhado em algum lado, que mudasse o nosso destino querido.

Tínhamos alugado um desses apartamentos airbnb para onde cedo nos mudámos, da fúria e da vertigem do momento, de manhã caminhámos junto à praia, abraçados e em risos idiotas, à espera da noite que viesse tranquila, para no dia seguinte acordármos, ao nascer do sol, a festejar a nossa vida.

Não conhecia todos, uns eram mais amigos de amigos, e reparei que a Nádia à noite, a bebericar vinho aquecido, ia olhando muito para outra miúda, e não era estranho para mim, a Nádia era mais que uma namorada.
Imagem de dholl por Pixabay
Era mais mulher pra dar umas fodas, ela tem tanto tesão naquele corpo, que os bicos das mamas eram tão duros, de rijos que sempre estão, quando me chupa no pau, e lhe enterro o caralho na cona, faz de mim seu instrumento, sinto sempre isso dela, em mim manda e a mim fode, sorte a minha que de mim gosta, do meu cheiro do meu corpo, do meu pau grosso à sua espera. 

E o rabo dela, fico doido quando o dá, é ela que me manda, a dar-me ordens na foda, ai de mim que não  corresponda, ouço-a sempre a dizer "anda vai come-me o cu, dá-me cabo do cu", e eu que adoro o rabo dela, tão rijo e tão perfeito, abre-se todo como uma flor, quando lhe espeto o caralho com força.
Mas agora não sei, parecia-me diferente, como se o pressentisse, olhavam-se as duas com interesse, coisa que só eu percebia, sorrisos quentes  entre elas, de uma doçura inesperada, que soubesse não era fufa, ou lésbica lhe conhecia, mas havia um acariciar inoportuno, quando ali juntas se falavam, ainda pensei cá para mim, "meu deus não acredito, a minha foda desta noite, ai será que está comprometida?".

Não, não podia ser, era a minha opinião de homem, bem ingénua me parecia, a de achar que quando estão juntas, são hipócritas umas das outras, isto das mulheres se elogiarem, "onde compraste esse vestido?", "ai que estás tão bem e tão bonita", a mais parecerem lésbicas no seu normal, a rirem-se juntas e a tocarem-se.

Mas ali não, a Nádia falava-lhe com os olhos e com os gestos, os toques doces e certeiros, os cabelos de uma e outra que se cruzavam, que se misturavam quando se riam, de uma qualquer graça insignificante, quando bebiam pelo mesmo copo, os braços e os pelos se eriçavam, os lábios de uma e outra estavam tão perto, senti-o fundo, se pudessem iam dormir juntas.

Passei a noite a olhar para elas, era o acaso que me fodia, alguém tinha convidado aquela miúda, de uma beleza doce terna de menina, a Nádia era uma mulher forte e decidida, por azar que não nasceu homem, quando as vejo a subir juntas, para os quartos lá de cima.

A porra da música estava alta, a maioria ria e dançava, só eu fodido é que as via, fui atrás delas à procura, queria alterar o destino que previa, entrei atrás delas num dos quartos, diz-me a Nádia "o que queres, vá vai-te embora, isto não é para ti", a outra para mim olhava, num silêncio comprometido, feito estúpido ali fiquei, a dizer-lhe convencido "deixa-me ficar a ver, tenho direito".

Foda-se! olharam uma para a outra e começaram a rir-se, a autorizarem a minha presença num aceno, disse-me a Nádia "é só veres, e fica aqui entre nós, não dizes nada, sim?", respondi eu num sumido som, "sim, fico calado", atirou-se a Nádia à outra miúda, num abraço e num beijo terno, começaram elas a foder.

Não abria a boca, sentia a garganta seca, que sentimento estranho e inesperado, este de ver mulheres a foder, tanto que era o tesão me davam, começaram a tirar a roupa, caralho!! que coisa quase divina, a foda dos homens era mais grosseira, como se houvesse mais carne envolvida, uma certa violência desnecessária.

A Nádia desceu pela miúda a beijar-lhe o umbigo, as coxas, a perder-se da minha vista no meio das pernas dela, a lambê-la e a torcê-la como se lhe arrancasse um espírito, algo que do corpo dela saía, quando se retorcia de prazer ou dor não sabia, a língua movia-se frenética, nos lábios da cona húmidos, da miúda que gemia, sentia o meu caralho tão duro, foda-se!! que tanto me doía.

A miúda agarrou-se assim de repente, a subir para cima violenta, a abraçar a Nádia num grito, a beijar-lhe os olhos e a vir-se, a soltar um grito "ohh ohhh aihmmm", e a cair para trás vidrada e agradecida.

As virtudes da bela punheta anal

19:41 0
As virtudes da bela punheta anal
Não há ninguém que não saiba o que são zonas erógenas do corpo. Se existe alguém que não saiba são partes do corpo que ao serem tocadas, produzem uma explosão de sensações. 

São regiões do corpo mais sensíveis a carícias e que podem desencadear o desejo sexual, por vezes mais até do que os órgãos sexuais propriamente ditos.

Zonas erógenas masculinas o ânus é a principal
Todos os homens têm desejos eróticos com o ânus

No homem, um deles é o ânus e toda a zona envolvente, que ao ser estimulado com a mão e os dedos, dá normalmente um enorme prazer no homem, e só o preconceito impede que o mesmo sozinho ou com companheiros, mesmo que seja a mulher, tire prazer dessa estimulação.

Com a mão, ou com penetração, não há homem que não tire prazer da estimulação táctil do orifício externo do ânus, que não só beneficia a saúde devido à massagem da próstata, como dá imenso prazer provocando a ejaculação.

Só o preconceito e as convenções mal formadas criaram essa ideia de proibido e que a estimulação anal é típica de homossexuais ou rabos como eu.

Por mim não ligo a nada disso, transgrido essa ordem social e pronto, e quando me apetece pratico sozinho, com a minha mulher ou outro companheiro sexual aquilo que eu chamo de "bela punheta anal".

Alguns chamam-lhe "dedilhado" o que é um pouco ridículo, o cu não é nenhuma viola, embora na prática o pretendido resultado seja o mesmo, ter prazer.
Massajar bem o ânus dá prazer (Foto de Nicolas Postiglioni no Pexels)
Como a faço é simples, preparo um óleo e passo-o pelo rego do rabo, espalhando-o suavemente pela zona do ânus e envolvente.

Deito-me de barriga para baixo, elevo o rabo e com os dedos começo a friccionar ao de leve a zona do ânus e a zona entre o orifício e a base dos testículos que é onde se situa a próstata.

Gosto particularmente de, ao mesmo tempo que fricciono o ânus, ir passando a mão pelas nádegas e pelas costas, como se simulasse que me estão a penetrar. 

À medida que fricciono vou metendo um ou até mais dedos no cu, até o mais fundo que consigo. 

A punheta anal como não é tão espontânea como a punheta punheta, pode ir-se parando uns bocadinhos para prolongar o prazer. 

Uma punheta anal bem feita, até pela nossa mulher, chega a dar-nos mais prazer que uma boa foda.

Quando a punheta anal vai já prolongada, normalmente o meu corpo começa a estremecer para baixo e para cima, e venho-me sem sequer tocar ou estimular o pénis.

A Ângela, minha mulher tem-me feitas tantas que se tornou uma especialista, e quando se esmera com o ambiente e os adereços, é coisa para nunca mais esquecer.

E ela também gosta que eu lhe faça, ou que veja ela a dedilhar o rabo, é uma maravilha e estou me aperfeiçoando com uns plugs que arranjei agora.


Prometido Test-Drive do Luvkis

17:01 0
Prometido Test-Drive do Luvkis
Sensacional!! Ainda estou no céu!! A minha mulher tinha-me oferecido um presente especial e meus caros amigos ele chegou a horas, o inominável e inenarrável "Luvkis Masturbator Vibrating Sex Toy for Male Masturbation", foda-se!! com centenas de funcionalidades, recarregável, com dez velocidades, à prova de água, cabo usb, copos automáticos, mas que maravilha!! tem tudo para uma punheta astral.
Eu tinha prometido aí ao pessoal fazer um test-drive ao Lukvis para ver quando dava, e explicar como foi, como tudo correu, e rapaziada, só posso dizer que ainda estou com os cabelos no ar.

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Foi a loucura total!! E sabe que mais, minha mulher vê aplicação em tudo, vejam só o que essa mulher consegue com um só pepino, porra!! come ele, fode com ele, mete ele nos olhos, esfrega pescoço com ele, treina mamada nele, e quando viu o Lukvis funcionando ficou doida. 

Eu me preparando para o test-drive, reunindo as minhas notas, e ela me dizendo "rapaz, isso não é só pra punheta, está vendo, né, isso é electrodoméstico, isso é equipamento médico, rapaz, dá para massajar, manter seus músculos funcionando, não é só pra punheta".

Eu querendo pôr esse negócio funcionando, para explicar tudo direitinho pro pessoal, disse para ela "tudo bem menina, você depois brinca com ele, mas me ajuda aqui vai", e foi aí, eu querendo ler instruções, ela começou logo passando no pau, dizia ela, "não precisa, eu sei como essa porra funciona".

Primeiro pessoal, minha mulher me afiou o pau para ficar assim mais ou menos duro, não é preciso muito, depois passou lubrificante, como se tivesse untando bem uma peça de carne, e depois veio o Luvkis.
Luvkis Marturbatur para pau exigente
Primeiro rapaziada ela meteu por cima do pau, sabe como é né, para dar assim uma arrancada, em velocidade baixa, andava assim passando, devagar para a frente e para trás, Caralho!!, bem, meu pau começou crescendo, estava tremendo todo, depois ela foi acelerando, sabe, carregando fundo, mas que sucesso!!

E sabe, senti assim um beneficio, meu pau estava mais duro que o costume, comecei pensando em fodê-la, lhe ir logo ali à cona, mas minha mulher insistia, "agora não pode, agora não pode, tira notas vai", meu caralho estava tremendo tanto, tão rijo que não conseguia escrever no bloco, explicar isto pra vocês, ela sempre passando, se rindo do meu gozo, tudo mexia e não era só caralho, por baixo e por cima, era a barriga e os colhões, menino, não estava aguentando.

Minha mulher depois me deu um descanso, eu estava indo nas alturas, olhava a cabeça do pau, e caras, a desgraçada estava vermelha, cheia de força dos vasos, de energia correndo, ela me dizendo "vou dar o Luvkis também para seu pai", eu assim, "quê, meu pai? menina ele está velho né", e ela assim para mim,"está velho mas isso aqui é tratamento, vai ver ele regenera, ele vai passar no pau dele e logo logo levanta".
Luvkis melhor eletrodoméstico do mundo.
Eu assim "mas que conversa é essa, vai põe aí o Luvkis para funcionar", bom rapaziada, ela meteu o Luvkis por baixo, sempre assim movendo, dando uma passada lenta, tomates, colhões, pau, pelos, foda-se!!, estava tudo electrizado, ela ia mandando mais lubrificante, fazia assim uma espécie de molho, e rapaziada, minha mulher estava adorando, eu bem via, estava com um tesão tremendo.

E o que gosto nela mesmo, é que essa minha mulher, sabe ser puta quando quer, bom rapaziada eu nem devia dizer isto, era um segredo de um bom trabalho, ela começou a dar uma girada no pau com o Luvkis, ii!! mãezinha, assim como se tivesse afiando lápis, com o Luvkis dando volta no pau.

Sentia assim um buzz na ponta do caralho, um verdadeiro terramoto, de edifícios caindo, só sei que fechei os olhos, via minha mulher se lambendo, do gosto que me estava dando, não senhor!! isso não era punheta, nem masturbação, era assim uma coisa tantra, cai para trás deitado, minha mulher agarrada ao trabalho, magma e lava de um vulcão, ela só parou quando o jacto quente saiu.
Luvkis para casais e solteiros
Bom rapaziada, só posso dizer que dei uma boa review a esse negócio aí, e é como minha mulher diz, essa coisa não é só para punheta e pronto, é para pura diversão, e se liga pessoal, a gente nunca cresce, precisa de brinquedo sempre.

Minha mulher é claro é maluca, já está dando aplicação nesse negócio, diz ela "pra fazer batidos, massagens em todo o lado, abdominais, e pro papai fazer seus tratamentos", ela me disse outra coisa mas não sei, será que caralho tem coronárias? ela disse que sim, que o Luvkis é bom para coronárias e colesterol.

Espero que tenham apreciado minhas notas, fiz o possível!

Contos eróticos de Ano Novo - # A minha irmã e o fitness

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Contos eróticos de Ano Novo - # A minha irmã e o fitness
A Carlota é a minha irmã mais velha, e nas nossas conversas, assim daquelas mais intimas, sempre lhe disse "porra Carlota!! que és mesmo puta", nunca ela se importou, reconhece-o por ser verdade, quando lho digo é um elogio, ri-se muito quando me responde, "eu sei!! antes puta que enjoada, não é tão bom ser puta maninho".

Satisfaz-se como quer, come ela quem a fode, são desejos que incendeia, com um belo corpo de mulher, uma inteligência fina superior, um riso solta e basta-lhe querer, ligações sérias que nunca teve, assim mesmo é ela a escolher.

Não de idiotas a querer deixar a mulher, para a terem só para si assim pensam, dá-lhes a cona por prazer, mama-os por gostar, vão-lhe ao cu por o desejar, mas mesmo assim não lhes basta, querem-na a ela para casar.

Lembrei-me à dias de uma passagem de ano em família, não era habitual, fomos todos para um hotel, não foi assim há muito tempo, por vários dias de férias, para festejar a noite de passagem de ano.

Nessa altura a Carlota, acho, tinha um namorado, era mais cão que ser humano, mais escravo que a fodia, também ele tinha ido, para ela era indiferente, ser cão, ser homem, ou ser escravo, porque ser puta era isso mesmo, foder com quem lhe apetecia, senti logo o que aí vinha, andava à caça de outra coisa, lembro-me de ter-me dito "Leo isto está aborrecido, vamos lá baixo, só nós dois".

Lá em baixo era a piscina interior, nesta hora esquecida e abandonada, esgueirámo-nos até lá dentro, pelo escuro como ladrões, ela tirou a roupa toda, sedas e cetins que caíram, soutien e cuecas voaram, ouço-a mergulhar silenciosa, as pernas longas na água escura, os seios rubros no manto morno, sereia de curvas escorregadia, levantou um piscar de estrelas, dos raios de luar que lhe batiam.

Quando retornou ao cimo da água, com os cabelos molhados lisos, já me tinha despido também, entrado naquele caldo nocturno, nadou até mim de olhos abertos, abraçou-se-me ao pescoço, senti-lhe o corpo quente e robusto, a pele macia que na minha tocava, num todo, no peito, no ventre e em baixo, riu-se ela "os patetas lá em cima, isto é tudo nosso".

Os mamilos dela senti-os tesos, os pelos louros roçaram-me o caralho, senti-o teso quando me apertou com as pernas, à minha volta como criança tonta, o meu pau tocou-lhe a cona, num toque especifico entre as coxas.

A boca dela na minha testa, exalava um bafo espesso de desejo, calor da carne vindo de dentro, um cheiro de almíscar e alfazema, saía-lhe pelos poros por aí acima, até ao meu nariz e ao meu cérebro, igual a tantas vezes nus e abraçados, disse-me ao ouvido "queres-me? agora?", podia-lhe enterrar o pau na cona, que ela beijar-me-ia calada, num ato sagrado a mim se daria, não fugiria, nem diria nada.

Estávamos assim, nesse silêncio único de água que chocalha e acalma, no meio de um tempo que congela mas regista, as minhas mãos percorriam-lhe as costas até às nádegas, conhecia-a de olhos fechados, os ombros, o pescoço, o pequeno sinal ao fundo de lado, ela procurava a minha boca, a minha língua na língua dela, quando sentimos que alguém tinha chegado.

Como nós entrou na água, ao longe na penumbra quase escura, como um predador aquático, vindo debaixo de água o vemos chegar para perto de nós, "Olá, então? Incomodo? fazem a festa aqui?", disse ele, vi-lhe os dentes brancos e reconheci-o logo, era o monitor ou trainer do ginásio do hotel, dava aulas ou lá o que ele fazia às mulheres, cheio de músculos definido, a mim me dava um tesão danado, continuou ele "estão alojados no hotel? não vos vi?".
Foi a Carlota que respondeu "estamos sim, é o meu irmão", disse a apontar para mim, tinha reparado que também estava nu, ela tinha os olhos a cintilar, mostrava-lhe as mamas sem pudor, olhou para mim como se dissesse, "ai puto já tenho com quem foder", continuou ele "não estavam a gostar da festa lá em cima?", respondeu a Carlota a elevar-se para fora, sentando-se na beira da piscina, "estava a sentir muito calor no corpo, apetecia-me qualquer coisa, refrescar-me".

Pensei e mirei-a de novo, "mas que puta, já está a fazer tudo pro comer", sentada à beira da piscina, queria que ele admirasse o corpo dela, nu e disponível para ser fodida, e perguntou-lhe "e tu o que fazes aqui?", vai ele "sou monitor de fitness", ela riu-se a abrir-lhe as pernas, por momentos vi-lhe brilhante o clitóris rosado, dois lábios apetecidos junto a uns pelos louros, estava ele e eu dentro de água, "os monitores fodem essas mulheres mais velhas, não?".

Virou-se ele para ela, "sim, às vezes, são ossos do oficio, mas também as novas, agora comia-te a ti se não estivesse aqui o teu irmão!!", a Carlota ao ouvir o que ele dizia passou os dedos na cona, como homem que excitava o pau, preliminar de uma foda garantida, pensei logo "és mesmo sabida", soltou a língua que lhe corria nos lábios, "esquece, faz de conta que não está, já me viu fazer sexo muitas vezes".

Olhei para ela a sorrir para mim, com os meus pensamentos "és mesmo puta Carlota", ele aproximou-se dela ali à beira, soltou-lhe as pernas assim para o lado, ouço-o dizer "deixa-me chupar-te essa cona toda", começou a lambê-la abaixado, mergulhado no vale do seu segredo, via-lhe a língua a beijar-lhe os papos, grossos na fenda que se abria, ela caiu para trás sob aquele efeito, contorcia o corpo que se lhe explodia.

Depois foi ele a olhar para mim, "então, ela gosta de levar com o pau? diz-me, ela gosta de mamar?", respondi-lhe eu com a Carlota a rir-se, "gosta claro", vi-o sair da piscina a caminhar em direção a ela, o caralho teso entre duas pernas grossas, como troncos de árvores, sólidos e nervosos, "anda ver ela a mamar".

Ele aproximou-se dela e a Carlota agarrou-lhe logo no pau, saía eu da piscina quando ele para mim olhava, movia as ancas prá boca dela, "e então estás a gostar, a irmã mama bem?", eu abanava a cabeça a dizer que sim, no meio de ruídos dela a mamar, desesperada por caralho, só pensava em foder, ele fechou os olhos a gozar, quando ela o engolia todo a chupar, saía e entrava a apertar-lho como molas fortes em redor. 

"Caralho puto, vou partir a tua irmã toda, gostas do meu pau?", ele mexia nele para dentro da boca da minha irmã, eu dizia "gosto é bem grande e grosso", "sim", dizia ele, "vou-lhe partir o cu todo vais ver", ele puxou-a, deitou-se ao lado dela, não havia pressa nos seus gestos, mas a cona da Carlota estava molhada, num cheiro perfumado e num frenesim, só a desejava foder.

Deitou-a de lado, levantou-lhe uma das pernas para cima da perna dele, e com o caralho na mão como uma estaca ou um cano, enterrou-lhe a cabeça naquele vale, entre as bordas tesas apertadas, vi-lho todo a entrar na cona, ela soltou um suspiro longo e caloroso, "aihmm caralho aihmm ohm humm fode-me toda"

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"Ai puto, a tua irmã é mesmo boa", ele começou a matraqueá-la, enterrava-lhe o pau na cona, a bater-lhe nas nádegas com as ancas, entrava e saía forte, a Carlota gemia "aihm tão bom não pares, isso parte-me toda", eu ali só assistia, imaginava aquele pau duro, a partir-me o cu um dia, "ai foda-se puto, ai que cona tão boa tem a tua irmã".

Ela virou-se para ele a tomar as rédeas da foda, era ela quem conduzia agora, "anda querido, parte-me o cu vai, estou desejosa de levar no cu".

Ele virou-se para cima dela, como se montasse uma cabrita, agarrado ao pau grosso, a mostrar o serviço que valia, a fazer-lhe força no ânus duro, ajeitou-lhe a nádega de lado, "vai enterra-o todo querido vai".

Ele estava todo excitado, via a cabeça a entrar, a enterrar até ao meio, ai que caralho!!! ele começou a estremecer, ai que ela não ia gostar, ai que a puta ia ter!! uma foda bem mal dada, logo assim com o ano a entrar, ele estava descontrolado, ai o pobre coitado!!, ainda não era o momento, e estava a vir-se todo.

Quando subimos a festa ainda ia a meio, o cão escravo gracejava à minha mãe, o monitor de fitness andava escondido, a Bárbara, minha outra irmã, beijava a amiga, ouvi a Carlota dizer-me, "logo logo estou cansada, leva-me ao teu quarto para irmos dormir".

Contos eróticos de Natal - # quem tem lábios tem tudo

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Contos eróticos de Natal - # quem tem lábios tem tudo
Tinha resolvido sair para comprar umas coisas para mim, mais roupa que precisava, mas sem loucuras, diziam-me algumas amigas, que não entrasse no ano novo com roupa velha, era daquelas ideias que não me diziam nada, mas lá fui para o shopping para o meio da confusão.

Era gente por todo o lado, que me faltava a respiração, ia-me afastando à passagem das pessoas, pensei para mim, "foda-se!! vou-me mas é embora", até que me esgueirei por um canto, fugi para dentro de uma loja escondida, porra!! não queria ser atropelado, mas lá estava ela, foda-se!!, uma miúda com uns grandes lábios, que ali atendia os clientes que chegavam.

Quando ela se aproximou de mim, um som quente saiu-lhe da boca, sopro harmonioso como grogue, um liquido quente que se instala, por dentro das veias nos picando, a apontar para a roupa "o senhor precisa de ajuda?", eu só estava ali escondido, da marabunta de gente ruidosa, mas os lábios dela atingiram-me, num arrepio por mim abaixo, senti o pau e todo o corpo teso.

Que estranho fenómeno!! ela falava mas eu não conseguia concentrar-me nem no que dizia nem nos olhos dela, só aos lábios dava a minha atenção, fechavam um no outro como beijos doces, como abanos egípcios que subiam e desciam,  cortinas batidas por uma brisa suave, ela dizia "e este casaco gosta? Já se decidiu?".

Mas como me podia decidir? Se o meu cérebro nem sequer me respondia, os lábios pintara-os de vermelho, como se fosse a cor de Natal, um baton cremoso estendido, brilhante lhe tocava a língua, como um animal deitado parecia, mas diabo!! só imaginava aquela boca, aquelas almofadas de seda, de volta do meu caralho.

Ela continuava "e este gosta? cai-lhe tão bem", ai foda-se quando a ouço dizer isso, foi o mesmo que a sentisse a agarrar-me no pau, a engoli-lo pela boca adentro, "gosta? cai-lhe tão bem", ai foda-se quase que me vinha, o meu caralho estava tão teso, abanei a cabeça a dizer "sim eu levo", depois chegou-se mais à frente, "e camisas? precisa vê-se logo".
Imagem de Alexander Krivitskiy por Pixabay
A respiração tinha-a ofegante, não sei se ela percebia, porque eu andava atrás dela perdido, quando se virava de repente, "e estas?, qual é a sua cor preferida?", foi como se me chupasse o pau, com força e insistência, beber o néctar que lhe largava na boca, um beijo doce apertou-me a cabeça, a morder-me a engoli-lo todo, disse-lhe estupidamente, "cor? não sei, encarnadas?".

Ela riu-se, "encarnadas? camisas? está a brincar? isso não temos", abriu a boca e vi-lhe os dentes, uma mancha de baton vermelho neles, brincar não brincava, não ouvia o que dizia, "o azul acho que lhe fica bem", foi um  golpe que vibrou duro, o meu caralho entrou-lhe todo, como se mo batesse naqueles lábios, pequenos beijos e doces mordidas, ai foda-se que ainda me vinha, disse-lhe "sim dê-me umas quantas".

"E calças precisa?", pensei para mim, "foda-se!! preciso caralho preciso", "que calças gosta, ganga chinos?", eu cá para mim dizia, "ganga, chinos, tudo", os lábios dela mexiam, "vista estas para vermos como ficam", os olhos dela baixaram sobre mim.

Olhou-me as pernas a medir-me, o meu volume bem cheio estava, que não passava despercebido, ali duro como uma rocha, deu-me as calças para a mão, "acho que lhe vão ficar bem", ai caralho que não aguento mais, lábios vermelhos a mamar-me, ai porra que não vejo mais nada.

Saí do provador e ela baixou-se, "deixe-me ver essas bainhas", estava de joelhos agachada, lançou-me para cima os olhos e a boca, "ficam-lhe muito bem", o meu pau estava tão teso, demorou tempo lá em baixo, os dedos pequenos ali se mexiam, ai foda-se!! que me venho todo, dizia ela "sente-se apertado?", queria agarrar-lhe a cabeça, o meu pau de lado deitado, quase lhe pedia gemendo, "por favor me faz um broche".

"Sente-se confortável?", dizia ela, "confortável, sim, sim", acho que ela percebia, aquele efeito que me causava, com os lábios me enganava, a minha imaginação sofria, um aperto na alma crescia, "foda-se que mamada me fazia", estava quase a ir-me embora, quando lhe ouço "vai pagar com cartão?".

Foda-se que acordei, "vou vou sim", mas que conta do caralho, eu a sair do shopping, bem cheio de merdas, não as queria mas faziam falta, porra!! não me sentia enganado, bela mamada imaginada.