Biografias Eróticas

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Vibradores HUM HUM HUM

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Vibradores HUM HUM HUM
HUM estão mostrando, HUM são tão grandes, HUM estão me enganando, HUM não sei se faço, HUM é uma delicia, HUM é tão utilizado que nem a nossa única colaboradora, normalmente sabedora destas coisas, percebeu do que andava a ser falado, um vibrador novo que vinha revolucionar isto tudo.
Vibrador HUM HUM super inteligente responsável por orgasmos descontrolados
Andávamos ainda a pilhas, outras mais inventivas com o vibrar do telefone, quando descobrimos o vibrador HUM, um pénis inteligente que aprende sozinho e, pelo que ouvimos se adapta aos  movimentos do corpo, vibra mais ou menos ou muito, e nem é preciso carregar no acelerador, dispensa toda a gente para se auto-satisfazer.

É uma espécie de faz tudo e parece que as gajas mais atentas e uns gajos também que não dispensam o instrumento foram logo a correr procurar o update dos dildos manuais ou a pilhas, numa correria desenfreada só para serem os primeiros a experimentar.

Disseram para aí que o vibrador HUM tem inteligência artificial, mas o pior é que nos testes, ouviu-se para aí que a sócia, técnica ou o caralho, uma gaja boa na verdade, começou a experimentar o produto, e foda-se!! o HUM ficou maluco, não contavam os gajos que o vibrador aprendesse muito, e a gaja ficou histérica.

De maneiras que o HUM, vibrador endiabrado, nunca chegou ao mercado.

Mas esta gente não pára, nós pobres necessitadas, pensamos que a ciência só serve para coisas grandes, porra!! inteligência artificial em vibradores, é mesmo coisa do caralho!!, e ainda por cima de borracha, uma merda cheia de sensores, para quê!! quando há fins tão mais importantes, sei lá, salvar o mundo.

Mas não, nós gajas necessitadas, e também alguns precisados, precisamos de vibradores espertos que aprendam sozinhos tudo o que interessa e se para isso forem de inteligência artificial, chiça diabo!!, tanto melhor.

Mas esperem!! para dar cabo dos nossos sonhos aparecem sempre alguns intrujas, não é que andaram a apregoar vibradores espertos, quando eram autómatos a responder a comandos de voz, já estamos a ver, anda vibrador anda, e os desgraçados lá vibravam, mas aprender aprender do que gajas e gajos gostam, isso não era verdade, os dildos electrónicos continuavam estúpidos.

É que os especialistas diziam, esta merda não é fácil, não é só criar um vibrador e pronto, não, isto é programação avançada, significa ensinar a máquina, como se fosse um bebé, que depois ela lá se desenvolve sozinha, mas que para isso, antes, é necessário obter dados de uma experiência sexual inesquecível.

E há cuidados diziam, os vibradores com inteligência artificial podem ficar malucos, nem se sabe se podem ficar tarados, ou andarem para aí aos saltos, a fugirem de casa dos donos, à procura de piriquitas e buracos, se ganharem pernas então, até pode estar tudo fodido, é uma grande responsabilidade.

Até que apareceu o LIONESS, um vibrador inteligente como deve ser, é esse aí da fotografia, dizem que nasceu já ensinado, se a gaja for maluca, o gajo endoida mas não descola, parece que até agora anda direitinho, o pior é que anda como uma procura que faz inveja aos mais velhinhos, como o HUM.
Vibrador de nova geração .2 ultra inteligente, não para fazer chamadas
O Lioness tem formato ergonómico e é integrado ao seu próprio aplicativo de smartphone, vejam bem isto, é possível levá-lo no sitio e depois é só ligar o telefone.

O gajo é feito de silicone médico (macio e a prova de água) e por dentro tem uma estrutura toda confeccionada em 3D. Este dildo é tão esperto que, além dos sensores e circuitos de pressão, ele possui uma bateria sem fio que dispensa qualquer plug (a carga é dada por indução através de Qi, com uma tecnologia semelhante a ressonância magnética, o que quer que isso seja!!).

Ainda não o experimentámos, o gajo está esgotado, pelo que dizem que funciona com a ajuda de sensores que mapeiam a temperatura e os movimentos corporais, além de captar contrações da musculatura pélvica para que a gaja e alguns gajos entendam como funciona o seu próprio corpo.

Depois disso, ele envia os dados para a aplicação, que fornece um feedback sobre o que a gaja mais gostou e até mesmo recomenda coisas novas para experimentar, tudo com base nas preferências.

O gajo recomenda posições e movimentos que te ajudam a atingir o orgasmo, além de falar - o dildo até fala - o que pode impedir o clímax, como por exemplo o humor ou o período do ciclo menstrual. 

Vejam essa maravilha a funcionar e do que ele é capaz!!


Agora para as gajas não há problema!! Algumas consideram que o dildo inteligente é tão eficiente ao ponto de dizerem que “nem precisam tanto de um parceiro sexual”.

A porra porra!! é que alguns Lioness já estão acusando algum cansaço, que é quando entram em cu de homem, os gajos ficam desnorteados, não foram preparados para isso, já há casos desesperados de Lioness a virar de lado, aprenderam tanto o que não deviam.

Ele broxou, o que fazer? Veja aqui ..Tem solução?

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Ele broxou, o que fazer?  Veja aqui ..Tem solução?
Tanta coisa que se resolve com uma só palavra para definir uma ideia, um sentimento, um estado de espírito, ou uma matéria, e se não existe, parece que a "coisa" também não existe, e é por isso que os criativos da escrita, da comunicação, andam sempre em busca delas, muitas vezes noutras paragens, e noutras línguas.

A rubrica "Saberes e Sabores" andava tão deprimida para encontrar uma delas para aquela desgraça que assusta todos os homens, os que padecem mesmo, os que padecem por antecipação, os que se estão cagando, e os quase todos que têm pesadelos com isso.

Lançámo-nos numa investigação profunda, onde estaria essa pérola, para definir a situação do homem, que vai cheio de pica, dizemos, para dar uma foda, e na hora H, a coisa, como dizer, entorta, o desgraçado bem insiste, inventa desculpas e sua, de afrontamentos na cabeça, que vergonha pensa, porra!!! que a pissa não entra, design da natureza, que obriga a coisa rija, já nem se quer comprida, mas merda!! que siga as instruções, não nos deixe na mão, porque gaja tem mais sorte, e só buraco bem aberto, não tem preocupação.

Andámos, andámos e descobrimos, bem ao lado aqui de nós, dentro ainda da língua portuguesa, no nosso país irmão, cada vez tem mais palavras, que não parecem ter solução, buceta pra dizer cona, boquete para dizer broche, só caralho parece igual, e agora, grande descoberta!!, nosso muito obrigado, o de "BROXAR", vamos aderir com certeza, para definir essa malvadeza, que a alguns deus deu.


É que neste lado não existia palavra, emproado tem disfunção, povão diz falta de tesão, classe média esconde assunto, não fala disso não, de BROXAR nem palavra, simples e bem se entende, broxa é pincel que encosta e dobra, está bem visto essa criação.

E qual a importância desta merda!! Muita claro!! É preciso ser realista, pessoal que broxa está fodido, é escravo do mercado, vejam só o que estão vendendo, químicos, molas, ampolas, cremes e ferramentas, só para pôr coiso funcionando, mas sempre aleijado, o caralho anda coxo, de muletas caminhando, vão vendendo essas merdas, só para ganhar dinheiro.

Depois há uns aí bem charlatães, ficam dizendo para o pessoal que brocha, não liga rapaz, tem que ter mulher à altura, bem boazinha e compreensiva, que diga pra gente "não importa meu amor, não tenha vergonha disso, eu bem que não preciso", para quebrar ciclo vicioso, se anda falhando, fica mais ligado, ainda falha mais mesmo, até bruxo aparece, dizendo foi encosto, gaja fez olhado e encomenda, pra ficar sem pau, pra foder a amante.

Tem sempre gente inventando, nutricionista é alimentação, bagas goji e abacate, cirurgião é bombas de encher, dá na mola e ele cresce, terapeuta é conversa fiada, empurra bem mesmo mole, médico é circulação, espreme e estica exercitando, trainer é esforço físico, corra muito que consegue, foda-se!! porra!!, que o broxado é náufrago sem bóia perto, esfomeado com pão no cofre, tem caralho mas falta o resto, o gajo está meio morto, pedem é que ressuscite.

Fomos ouvir gente que diz ser entendido, mas que merda!! só supositório, uns dizendo, sabe há factores, né, menino estava fodendo lembrou trabalho, ou pensou na mãe ou na avó, caralho!! mas quem pensa nisso, com o pau metendo, tudo mentira pro broxado!!, ou não mete a culpa no pobre coitado, essa coisa acontece, caralho!! mas acontece mesmo, porra!!, pode ser de gaja feia, caralho!! se fosse de gaja feia, a rapaziada sabia porra!!, ou de mulher ganhar mais, caralho!! se mulher ganha mais, homem faz de prostituto, não broxa, né, essa estória é tudo conversa porra!!.

Mas pior mesmo, são as meninas que condescendem, põem coração no assunto, coitado do broxado é tão bonito, mas que pena que não levanta, use aí uma lingerie pra ele, imaginação pra rapaziada, dizer pra ele isso vai mudar, com carinho que resulta, porra!! melhor mesmo é dar conselhos, de coisas com outro assunto.

Depois de percorrermos o mundo, nesta cruzada sem quartel, por toda a sabedoria que existia, a da muita especulação, tínhamos chegado a uma conclusão, falar com putas mesmo putas, que conhecem a prática e o desespero, de um brochado sem solução, que metem as mãos na merda, para lhe dar uma nova vida, hosana nas alturas, salva-nos te imploramos, salva-nos agora.


Pensámos logo na D. Gina, nossa consultora destes assuntos, tinha sido uma puta séria, muitos homens com fartura, descobrira o filão bem mais tarde, de ser terapeuta e conselheira, dizia-nos ela, "umas vezes sou vaca, outras vezes ama seca, aos meus meninos, sempre lhes dei resposta, aos broxados e aos outros, fazia-os felizes em momentos, nunca mais me esqueciam, à procura da consciência certa, comiam-na ou estavam com ela, no seu submundo encoberto, onde as verdades são sentidas, sem vergonha sem lamentos, mesmo quando muito choca, frente a frente aos seus olhos.".

Mas D. Gina e os broxados?, esses desgraçados, desalentados da vida! querem cona e não dá mais!! uma quimera, um martírio, D. Gina!, e foi, meus senhores que nos lêem, broxados ou não, que fomos banhados por uma espécie de luz infinita, de alegria e compreensão, de estímulo e esperança, de amor terno e compaixão, quando a ouvimos "mais língua meus amigos mais língua".

"Mais língua", aquelas duas palavras, tão simples, tão perfeitas, ressoaram na mais profunda fibra do nosso ser, "Mais língua!!!", estávamos atónitos e sem palavras, era isso afinal, tão perto e tão à mão, a solução à nossa frente, óbvia e tão singular.

D. Gina sabia, contou-nos ela, que o maior prazer sexual da mulher é o domínio, em todas, as que são mesmo mulheres, há uma Jezebel, cujo seu maior deleite é que a sirvam, principalmente os homens.

Dizia-nos ela que a ouvíamos em deleite, de boca aberta, que privilégio!! oportunidade só a nós dada!!, "os broxados a sério têm de esquecer a penetração, e quando digo penetração, é meterem na cona das mulheres o caralho bem teso e erecto, não é como uns idiotas que já li que propõem que os broxados empurrem o caralho mole, pau colhões e tudo, para dentro da cona da mulher, como se tivessem a pôr recheio num perú, e ficassem à espera que alguma coisa acontecesse, não isso não dá".

Continuava ela, "não, o broxado deve esquecer essa ilusão, como uma fase da vida que muda, não se é jovem eternamente, e começar a sentir-se mais como o quase eunuco que é, servir as mulheres como estando no seu harém, e elas, acreditem, têm mais estímulos de prazer, com uma língua bem treinada, uns dedos rápidos de carteirista, umas mãos bem tratadas, e brinquedos, meninos, as mulheres gostam de brinquedos, e não de agora, é coisa antiga."

D. Gina resumia, "é assim rapaziada, broxado até é mais feliz, não tem responsabilidade, nem peso nas costas, mulher que interessa está avisada, o que espera, as outras não têm.

Agora, tem é que ser aplicado, fazer de sua mulher sua sherazade, dando a ela o que ela quer, prazer fino sofisticado, chupar bem ela, dar uma boa massagem, brinquedos funcionando, e o mais importante, fazer sentir ela como única, seu bem mais precioso.

Há mulheres que amuam!!

17:45 0
Há mulheres que amuam!!
Era como uma maré que voltava de tempos a tempos, a Ângela a dizer-me que precisávamos de nos divertir, o que traduzido na linguagem dela, era o mesmo que dizer, que desejava um homem para foder, uma brincadeira de fim-de-semana, porque andava entediada, e os miúdos que estavam fora, por isso que fizesse o que fosse preciso.
Telefonei-lhe pela tarde e disse-lhe "olha, falei com o Roberto, e ele está disponível", o Roberto era um conhecido meu, já nos tínhamos cruzado com ele, um homem da manutenção, via-o lá pelo ginásio, um preto grande fornecido, passeava-se nu nos banheiros, não que fosse coisa que gostasse, a de fazer exercício desportivo, mas era agora obrigado, tinha de falar com ele.

Cheguei-me perto dele, estava a puxar uns cabos a encher, de uma máquina de pesos a suar, olhei-lhe para o peito, a camisola molhada, o calção de algodão, o volume grosso de lado, o rabo, as coxas, grossas e viris, e perguntei-lhe "então tudo bem, conheces a Ângela, a minha mulher?", ele olhou para mim com um sorriso.

Quando lá íamos, mais ela do que eu, já o tinha apanhado, olhava para o rabo da Ângela,  com uma vontade gulosa, ela passava perto, mandava-lhe um sorriso, ele punha a mão no pau, bem cheio na mão, em gestos que falavam, "dava-te com este todo, comia-te o rabo todo", e ela correspondia, vendo bem o que tinha, mas não sabíamos se com vontade, de me provocar talvez, por isso as coisas ficavam por ali.

Respondeu-me ele, "conheço claro, tens uma bela mulher, não leves a mal, tem um belo rabo", disse-lhe que não levava a mal, o problema dele era o de muitos, o de um ter, enquanto os outros não têm nada, fantasiam nesses desejos, mas só um come tudo, perguntou-me, "porquê?", "sabes, não sei, pensei que talvez gostasses de ir lá a casa", nos olhos percebeu logo, éramos um casal descontraído.

"A minha mulher ia gostar muito que fosses", a cara dele era um mapa, como esses que se interpreta, encolheu-se a apertar as pernas, subiu-lhe o pau volumoso, olhei bem para ele, pra baixo e pro formato, "vais-me dizer que ela quer disto? que eu aqui tenho", agarrou no pau cheio, um cilindro deitado e  grosso, excitado e ansioso, "acho que sim, mais logo à noite?".


Disse-me ele, "Tudo bem, fica combinado, e tu?", "eu o quê?", "também gostas de caralho? gostavas de levar com ele?", respondi-lhe que sim, excitado e sem vergonha, tinha o pau teso levantado, apertado nos calções de treino, lá estava ele endiabrado, e não estivesse ali ninguém, baixava-os e mamava-o, continha-me de tesão, ânus húmido pedia um pau, "tens um rabo bem feito, deve ser bem branquinho, gostava de te ir ao cu, gostavas?", "gostava, claro".

"E a tua  mulher, achas que se importa?", sorria-me ele a gozar, "não a Ângela até gosta", respondi, "ela gosta, quê?, que te comam o cu?", continuei, "gosta, é um acordo nosso, como gosto de a ver também", "não se importa que sejas a minha puta? queres ser a minha puta?", acho que sorri a dizer, "quero sim", ficámos a falar, a combinar horas e lugar, e quando mais noite apareceu, fomos para a sala conversar.

Recebi-o à porta, a levá-lo para a sala, onde estava a Ângela, com uma túnica de seda, descobria-lhe as pernas, a nudez por baixo, quase lhe via os pelos da cona, as mamas soltas e à espreita, ela levantou-se a dar-lhe um beijo, bem na face de lado, quando lhe dizia "então Roberto, isto era esperado?", ele riu-se, "acho que não, nunca pensei, mas é uma boa surpresa", olhou pra mim de lado, e continuou, "estar aqui para te comer".

Ela riu-se "ai que pareces o lobo mau", deixou cair a túnica, vi eu e ele o corpo dela, vi-o lamber os beiços, para um prato apetitoso, disse-lhe eu, "vai põe-te à vontade", fomos largando a roupa, cada um para seu lado, ela agarrou-lhe no pau a mamar, sentei-me ao fundo a vê-la, num silêncio mágico enternecido, de a ver a engoli-lo na boca, o Roberto fechava os olhos, encostado no sofá.

Ela ia acima e abaixo, a mamar-lhe o caralho, quando achou que queria mais, a Ângela virou-lhe o rabo, que ele a fodesse queria, mas ouço a voz do Roberto, numa angústia a dizer,"importas-te que coma o cu ao teu marido? apetecia-me mais agora", vi-a a abrir muito os olhos, que era coisa inesperada, não tínhamos combinado isso, ela gaguejou a dizer, "tudo bem", virou os olhos para mim, "ele quer papar-te o rabo", disse-lhe que tinha ouvido bem, que lhe desse o cu para me foder, mas senti-a chateada, vi que estava a amuar.

"Se queres não me importo", não sabia o que dizer, se fosse não, acabava a festa?, se sim, chateava a ela, o Roberto ia-se aproximando, da minha cara e da minha boca, em pé, alto e musculado, de pau teso ao alto em riste, uma ameixa gorda em curva rija, tocou-me na cabeça a mandar-me, que me deitasse e lhe desse o cu, senti-lhe o cheiro acre dos pelos, como autómato pus-me de quatro, a Ângela a ver e a apreciar.

Ele encavalitou-se em mim, abriu-me as nádegas, à procura do ponto de entrada, da porta da minha gruta, sinto a ameixa gorda a tocar-me, no ânus renitente fechado, uma cobra à procura da sua presa, num buraco então escondida, foi-me roçando devagarinho, de lado a bater rondando, sinto-o entrar abre-se a porta, o anel a alargar, a ameixa gorda a avançar, "aihm, aihumm, aihmm, aihumm, humm", a entrar-me no cu, o pau preto a sair e a entrar, duro, grosso, a pouco e pouco, a abrir-me o cu, "aihm aihmm foda-se!! Ângela querida!!! aihmm".

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APANHOU-ME E O ACORDO PEGOU
As coxas dele batiam-me nas nádegas, como se estivesse a equilibrar-se, a prender-me o rabo nas suas garras, "humm aum aihmmm ahumm hai humm", tinha o pau preto todo dentro, um nó preso na garganta, pelos encarapinhados cocegavam, o meu rabo branco e liso, como o de uma jovem nua, baixou-me e puxou-me o cabelo, levantou-me mais acima, a arquear-me e a prender-me, todo dentro a bater, "aihm aihmm humm", a Ângela a dizer, "estás todo aberto, bem grosso esse pau, Roberto, enraba bem o meu marido, parte-lhe o cu todo".

Mais falava ela, mais o Roberto crescia, a partir-me o rabo, com a estaca preta, batia com força, a enterrá-lo todo, a matraquear-me o cu bem dentro, ouço dizer, "és a minha puta, parto-te esse rabo branco todo, o teu marido é uma puta boa, sabias", "aihm hai aihm", gemia dele me entrar, o caralho grosso no meu ânus preso, "é tua essa puta, come-lhe esse cu, esse meu paneleiro é doido por caralho", "ahum ahóimm" que me vinha todo, o Roberto estremeceu "foda-se!! que cu!", um liquido quente escorreu-me pelas nádegas e pelo rego do cu.

Minha mãe adora grutas

09:46 0
Minha mãe adora grutas
Não foi há muito tempo, e lembrei-me hoje. Estávamos na praia, e à beira-mar vejo-a a falar com um mulato grande que não conheço. Conheço bem a minha mãe pelos movimentos do corpo, como se à distância sem necessidade de a ouvir, soubesse as palavras que lhe saiam da boca. Andava à caça de sexo, como sempre ou quando lhe apetecia.

Não com o meu pai, que tinha desenvolvido outros gostos, sem censura, sem discórdia, já a vi foder muitas vezes, como ela me viu a mim algumas, com barreiras compreendidas, contra quem se mete em tudo, que faz da vida um directório dos outros, uma vigilância velada, que à verdade se acobarda, diz-me ela sempre, o tempo passa voando, sem marca ou presença, é uma circunstância gasosa, porque não deixa nada, tudo sem importância, menos as palavras, o sol e a memória.

Nos nossas confidências secretas, de adultos crescidos e entendidos, sempre falámos abertamente, pareceria chocante dizer-me "fodi com o teu pai só para vos ter, sempre entendi as inclinações dele, de gostar de homens pra foder, fiz disso um meu beneficio, não sou mulher de amar, prefiro viver livremente, não sou religiosa nem pecadora", ria-se às vezes, "com exceção de não cobiçarás a mulher do teu próximo, cumpro mais os dez mandamentos, do que muitas putas beatas, portanto, filho, o que quero mesmo é foder".

Vi-a a arrancar ao lado do mulato, a caminharem lado a lado, em direcção a umas rochas e grutas, pensei para mim, não o conheço, é melhor ir atrás dela, não vá meter-se em alguma, aquele corpo de mulher tesuda, com tudo no sitio, coxas e rabo perfeitos, um passo um andar elegante, já se tinha decidido, e eu bem sabia, que ia papar o mulato, no meio daquelas pedras negras, protegida de olhares indiscretos.

Meteram-se pelo meio das rochas, assim numa penumbra fresca, o mulato levou-a para o lado, eu escondido ali estava, puxou os calções para baixo, encostado a uma pedra grande, agarrou no caralho teso, um pau grosso e comprido, que me correu água pelos lábios, sem querer e sem domínio, de um corpo correspondido, tinha-o ela e também queria, quando se agachou a mamá-lo, chupava-o fundo a engoli-lo, pela boca garganta abaixo, que o mulato fechou os olhos, empurrava-lhe o caralho pra dentro.


Foi o mulato que me viu, conheceu-me e percebeu, mais prazer a ele lhe deu, de saber quem eu era, de gozo sentido de estar a ver, ele a comer a minha mãe, fazia-me trejeitos com a boca, e gestos de anca a mover-se, como um toureiro e a sua vaca, a enterrar-lhe o caralho na boca, olhava-me nos olhos quando lhe entrava, a dizer-me "a tua mãe é uma boa puta".

A minha mãe enfastiava-se depressa, adorava fazer broche, mas foda de praia quer-se rápida, era assim que me instruía, hás-de sentir isso, dizia-me, e eu que o sabia, não tinha sido a primeira vez, nem seria a última agora, adorava foder na praia, de levar no cu e de mamar, sentia uma frescura, e a urgência que ela falava, tirou as cuecas do bikini, encostou-se à rocha de costas, deu assim ordens ao mulato, que a comesse por trás, que lhe fosse à cona e ao cu.

O mulato meteu-se por baixo, enganchado no rabo dela, a abri-lo com uma mão, a afastar aquelas nádegas perfeitas, duas bolas calvas torneadas, com a outra mão no pau grosso, enterrou-lho depois na cona, arqueado numa escultura tesa, feita de hastes e de molas, uma máquina de foda se via, a entrar por ela adentro, escorregar-lhe nos papos da cona, ela a sentir e a soltar-se, a alargar-se e a abrir, pernas altas e esguias, a subirem pelas rochas acima.

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NO DIA DO CASAMENTO
Olhei e via a cona rosada, tesa num anel forte alargado, do pau grosso e do malho, com que o mulato a martelava, enquanto para mim olhava, mandava-me beijos no ar, de estar a adorar de a foder, ela a dobrar-se e a empinar-se, ancas dele a bater-lhe, o rabo espetado levantado, os cabelos caídos na cara, ouvia-a a gemer "aihm aihm foda-se! aihm", as mamas a abanar, mamilos tesos de tesão, ele entrava sem parar.

O mulato era um rapaz, como eu talvez mais velho, preso nos meus olhos a foder, ouço a voz dela a dizer "anda come-me o cu, parte-me o cu todo, anda", ele sacou o pau espetado, na mão preso como um cabo, de uma vara grossa e rugosa, de nervos carne molhada, abriu-lhe de lado a nádega, a enterrar-lho no cu forçado, levantava as pernas a ajeitar-se, "humm humm ahmm", saiu-lhe ar da respiração, daquele pau lhe estar a entrar.

Ele lambia os lábios de prazer, como eu e a minha mãe, o malho nervoso a entrar, agarrou-se ao rabo dela, olhou pra mim a acelerar, ela fechou os olhos deixou de ver, tirava e enterrava, o cu aberto de a foder, da passagem daquele caralho, "aihm aihm foda-se parte-me toda não pares", o mulato esqueceu-se de mim, enterrava-lhe o caralho a crescer, vi-o estremecer e a explodir "humm foda-se que puta boa tu és", sacou o malho fora a gemer, em jactos de leite a espremer, "aihm aihm" a minha mãe a gritar, de se estar a vir a tremer.

Quanto a vi depois, foi a mergulhar, a pele brilhante, rosada e eriçada, da frescura da água do mar.

As gajas são mais inteligentes?

21:29 0
As gajas são mais inteligentes?
Telefonou-me hoje a minha amiga Marta, sempre intensa e desesperada, "estás a ver, devias pôr isto lá no teu supositório, há estudos, pá, conclusões, as gajas são mais espertas que os gajos, é um professor, o Flynn, que o diz",  a Marta é "a" minha amiga, "a" de ser única no que pensa, se uns correm para um lado, ela caminha para o outro, diz-me muitas vezes, não sou lésbica, nem fufa, nem bi, hereto ou homo, sou mais assim assim, qualquer coisa quando quero.

Respondi-lhe logo, "calma caralho!! estás a confundir tudo, esses gajos já não fazem ciência, não descobrem merda nenhuma, limitam-se a certificar o óbvio, do que pensamos e achamos, isso é tudo supositório, e porra! caralho!! no fim, enganam-se sempre nas conclusões.

"O caralho!!" gritava ela, que eu não queria admitir, era uma coisa natural, as gajas mandavam nisto, eu ria-me do que ouvia, e malvado nos sentidos, replicava com ela "cum caralho!! que és mesmo burra!! as gajas estão na mesma, pá", lá lhe contei a minha teoria, que o Flynn estava errado, os gajos é que estão mais parvos, porque é coisa da evolução.

"Vês gajos a caçar? não, não vês, caralho!! os gajos agora nem no supermercado caçam, se querem uma galinha ou uma peça de carne, vão ao congelador buscar e pronto!! perdem qualidades e ficam burros como o caralho!!, ela tinha-se calado do lado de lá, talvez a minha teoria fizesse sentido, as gajas tinham invadido o espaço, e continuava eu "e porra caralho!! já nem no supermercado!! são as gajas que andam a caçar promoções e o caralho, pá, um gajo já não caça nada, come o que lhe dão e pronto".

Ela balbuciava "se calhar é isso", eu não percebia de merda nenhuma, mas que sentido fazia, ai isso fazia, "e foder? eh pá, um gajo já nem pode foder como deve ser, caralho!!, dantes as gajas ficavam lá nas grutas à espera de um gajo, a vir da caça, pá, e vinha cheio de pica, cheio de tesão, levantava as peles de javali ou o caralho, e não havia cueca, não havia nada, é dá cá a cona, vira lá o cu, e zumba pá zumba, caralho!! agora, pá, não sei se estás a ver".


"Estou a ver, estou, essa tua teoria faz-me algum sentido", dizia-me ela, "estás a dizer que as gajas estão mais inteligentes, mas caralho!! ficam estúpidas ao mesmo tempo, e os gajos que caminham para burros, estão a ficar mais espertos, se é isso caralho!! que se foda esta evolução, caralho!!, o Flynn não tem razão, estes caralhos só vêm metade da coisa, sempre a mesma merda".

Entrei eu a atacar, "é que há limites Marta porra!! se tenho uma cona, não posso ter um caralho na cona, ou uma cona no caralho, ou uma cona no cu, ou um caralho no cu, não dá, percebes", bom, dizia-me ela, que perdera o raciocínio, estava um pouco confusa, "a gaja leva a cona, o gajo se for leva o caralho, e no fim o que acontece, trazem duas galinhas, caralho!! assim é demais, não dá".

Já indefesa ouvia a Marta "essas das galinhas, não entendi bem", continuei eu, "galinhas galinhas porra!! para quê vou atrás de galinhas, se tenho cona e galinhas sem ter trabalho, não me esforço, logo fico mais parvo, mas mais esperto! Ouve, no outro dia no clube, os gajos estavam a comer lagosta, e um que tinha a gaja a trabalhar disse "eh pá temos que fazer um clube de gajos feministas, temos de defender mais as gajas".

Diz-me ela "foda-se!! um clube de gajos feministas? que merda é essa?", continuei eu, "é a estratégia, pá, os gajos andavam inteligentes e ao mesmo tempo fodidos, agora que são burros estão a gostar, temos de apoiar as gajas, a serem mais inteligentes ainda, pá isso é muito importante, gajo burro tem mais tempo e mais esperança de vida".

"Eh pá caralho, isso é verdade, esta merda das gajas quererem ser inteligentes, é uma porra, caralho, dá trabalho como o caralho, dividir responsabilidades, já não podem xingar o pessoal, exigir seja o que for", e eu sempre à atacar, "vê lá que há gajos a escrever livros e a ganhar dinheiro só para convencer as gajas, que são muito inteligentes, que ter só mamas não interessa, é importante terem cérebro, é tudo um esquema, caralho!! os gajos estão a ganhar, ha ha ha, viram aqui uma oportunidade de pôr as gajas a trabalhar".

E insistia eu sempre a ferir "E as contas? caralho, as contas, os gajos já não têm de se preocupar, as gajas queriam uma merda e porra que até doía!! é mala, é bijuteria!!

"Marta isto é uma conspiração de gajos ..., é um caralho de um pacto, já não têm de provar, ficam em casa, a gaja vai trabalhar!! caralho!! isto é que é esperteza minha amiga!! é chique e fica bem, não têm que se recriminar, a ir buscar a comida, a pôr roupa a lavar, gajas pra galar, porque gajo ser burro, caralho, é o que está a dar".

Tinha saudades do meu amigo

21:07 0
Tinha saudades do meu amigo
Deviam ser aí umas oito da noite quando me ligou. Tinham passado mais de dez anos que não via o meu amigo Zé. Tinha-se metido numas negociatas, sempre a querer mais do que podia, não queria ficar mal na fotografia, e do que ouvira depois, havia uma mulher que exigia, um nível de vida superior, o Zé sem preparação, não tinha estudado nada, e a experiência do dia a dia, mesmo sendo muito esperto, não lhe chegava.

Juntou-se depois com uma brasileira, uma mulher muito bonita, lá se foi embora pro Brasil, depois não sei como, para o Canadá, sempre em fuga de si próprio, e agora estava ali comigo, num bar em Lisboa, perguntou-me, "Então como estás? e as tuas irmãs, a Bárbara e a Carlota?", "Está tudo bem, já sabes como elas são, têm as manias delas", ele riu-se, "como tu, também tinhas manias, e ainda são as mesmas?".

Rimo-nos depois juntos "algumas sim são ainda", ele continuou "não esperava que casasses", tinham-lhe contado o que sabiam, que estava casado com dois filhos, a vida que tinha arranjado, com uma bela mulher como a Ângela, que os anos tinham passado, que estava bem e me safava, perguntei, "porquê? não me casava?", respondeu-me ele, "não sei, lembras-te? eras tão paneleiro? comi-te o cu tantas vezes, e mamar? mamavas-me o pau, e  dizias que adoravas, lembras-te".

Eu dizia-lhe, "lembro-me claro, demos grandes fodas e ninguém sabia", continuou ele "só a tua irmã Bárbara, viu-me a papar-te o rabo no anexo, e mais de uma vez", grandes memórias que tinha, daquele anexo agarrado à casa, uma conveniência importante, ou era eu ou as minhas irmãs, que o procurávamos pra foder, um segredo que guardei, de entre amigos e amigas, quando com o Zé combinava, para ele me ir comer.

Perguntou-me, "então e agora? casado e tudo, vais-me dizer que ainda gostas de apanhar?", respondi-lhe, "gosto, claro", não ficou surpreendido, pareceu-lhe normal esconder, com uma mulher bem vista, que dava o cu como queria, pensou que a Ângela não sabia, ouço-o dizer-me "e a tua mulher, não desconfia?", expliquei-lhe que tínhamos a nossa cena, umas vezes era eu, outras vezes era ela, realizados por fazer, o que nos dava prazer.

Diz-me ele, "sabes tenho saudades", mostrei-lhe os meus dentes brancos, "saudades, de quê, de me ires ao cu?", respondeu-me que sim, que tinha uma imagem a defender, para todos era o Zé Martelo, de pau grosso e comprido, uma máquina a foder, mas continuou, dizia ele, os nossos tempos era tão tão íntimos, coisa estranha que sentia, como se lhe desse amor que não tinha, ficávamos ali a foder, no silêncio e calor da noite, ele penetrava-me o rabo, com o caralho teso e ardente.

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Pressenti o que vinha, "e se fosse agora? adorava comer-te o cu, gostavas?", nem sei bem se pensei, o tempo passou muito depressa, quando ouvi a minha boca dizer, "sabes bem que sim", disse-lhe que fossemos embora, a Ângela esperava-me, tinha-lhe dito com quem estava, e que o mais certo sendo o Zé, era ir-me ao cu que eu lho dava, parámos depois num sitio escuro, fomos para o banco de trás.

Estava frio, uma espécie de inverno antecipado, os vidros embaciaram, ele estava tão nervoso, mas um nervoso de impaciente, pus-lhe a mão nas calças, senti-lhe o pau grosso entesado, arrancou-me as calças quase à força, tal era a pressa com que estava, puxou-me depois as cuecas a ver-me nu, "adoro o teu cu, parece de uma menina, assim redondinho, vou-to partir todo", eu dizia-lhe que sim, conhecia aquele caralho, uma martelo poderoso, vezes que tinha sido enrabado.

 Robert Allmann auf Pixabay
Não víamos nada pra rua, pessoas passavam mas não notavam, tal era o embaciado do carro, ele tirou também as calças, saltou-lhe o malho entesado, "anda mama nele, estou desesperado pela tua boca", comecei a chupar-lhe o caralho, escorregado na minha boca, a cabeça rija na minha língua, beijos que lhe dava apertados, lábios tensos o comiam, ele abria-me as pernas relaxado, "aihmm foda-se!! estou passado, aihm caralho!! és mesmo bom a mamar, forçava-me a cabeça, "vai chupa-me mais!!", a empurrar o rabo pra dentro.

"Anda, aihh estou tão teso, quero partir-te o cu todo", encostei a barriga no carro, senti o frio da napa preta, que me excitava e abria, senti-o nas minhas costas, de joelhos comigo colado, prendeu-me as nádegas a puxá-las, para cima a abri-las com força, como se descascasse uma peça de fruta, "aihmm foda-se!! tens o cu tão apertado!!", a ameixa entrou a abrir-me o ânus, a dilatar-se e a expandir-se, senti a dor conhecida, "aihm caralho Zé!! aihmm Zé, come-me como dantes, parte-me o cu todo, Zé".

Sentia os pelos do peito dele nas minhas costas, o caralho a escorregar dentro de mim, o meu ânus abria-se todo, ouço a voz dele no meu ouvido, "já o mamaste todo, aihm adoro o teu cu, vou arrebentar com ele todo", perguntava-me se estava gostar, dizia-lhe que foda me estava a dar, não esperava naquele dia, que o Zé aparecesse para me foder, sentia-lhe aquela estaca rija, um pau grosso bem vergado, começou a bater-me no cu, as coxas dele no meu rabo, penetrava-me a apertar, contra as costas do banco.

Fechei os olhos, o pau grosso no meu rabo, que empinava pra me comer, a respiração do Zé acelerada, "aihmm foda-se, passava a vida a papar-te o cu", comecei a estremecer não aguentava, a vir-me no banco do carro, ele deu um urro violento, "aihmm foda-se, estou-me a vir todo".

Quando fui embora combinei com ele, a Ângela gostava muito de o conhecer.

O rabo da professora

21:03 0
O rabo da professora
Não estou percebendo meu filho, sempre foi tão aplicado, mas este ano as notas caíram a pique, não sei o que estão fazendo na escola, eu pergunto pra ele, "como é rapaz não te estou reconhecendo? você era tão bom a matemática", a escola era a mesma, nada mudara desde então, o menino só dizia que tinha uma nova professora, eu chingando ele, "mas garoto, isso não é razão", ele sabia da matéria, mas não lhe via evolução.

Fui lá na escola, para tirar satisfação, falei com a directora, "mas Sra. que está acontecendo?", meu rapaz era um génio, percebia desse negócio, sempre muito entusiasmado, fazendo contas e estudando, mas agora passava a vida, indo pra casa de banho, será que ele estava crescendo? batendo punheta de mais, virando burro não pode não, tinha de ser outra a razão.

Encontrei outros pais, sofrendo do mesmo mal, os meninos não ligavam mais, na matemática quero dizer, mas que era estranho era, os meninos não faltavam, sempre atentos me falavam, apertei meu filho "tens de me dizer, o que está acontecendo?", arranquei a verdade dele à força, quando me anunciou sumido, "é do rabo da professora".

"Rabo de professora? mas que negócio é esse menino?", me dizia que desconcentrava, não dava para estar atento não, que se fodesse a matemática, rapaziada se perdia fascinada, quando a professora se mexia, não podia ser pensava, tinha de ver isso mesmo, com meus olhos no local, fui pedindo à directora, "me dá autorização senhora, para ver se meu filho se comporta", e fui lá assistir à aula.

Caraca!!, quando vi o negócio percebi tudo, os meninos grudados no rabo da professora, mamãe mas que maravilha!!, perguntei logo pra meu filho, "menino também quero estudar", pensei falar com a diretora, se havia aula nocturna, agora sim me interessava, esse negócio de vir à escola, aprender aprender não quero nada, só quero mirar o rabo da professora.

Vi a professora na função, apagando o quadro da escola, olhei assim prós meninos, eles se riram marotos, mexendo assim em baixo, entre as pernas afagando, o bicho teso do que viam, não ligavam á matemática, compreendia meu filho, de tantas punhetas que batia, assim não dá não, para aprender a lição.