Já se tinha tornado um hábito deste Verão, as aulas tinham terminado, e eu e a minha namorada aproveitávamos ao máximo as férias escolares, tínhamos escolhido para começo dos primeiros dias uma praia fluvial, muito perto das nossas casas, e a nós juntavam-se normalmente uns amigos da terra, sendo que um deles, um dos meus melhores amigos, estava sempre comigo e com ela.
Com o meio-dia, vinham o calor, o sol, e a fome, e então fugíamos da praia e refugiávamo-nos na minha casa, normalmente eu, a minha namorada e esse meu amigo, onde comíamos qualquer coisa simples, e passávamos a tarde, umas vezes a falar, outras vezes a dormir, até que chegava a hora de regressar e estar mais umas horas a apreciar a sensação do Verão, da água da ribeira, sem fazer nada que não fosse gozar os benefícios da juventude.
O Verão para nós tinha começado em maio e em julho já os nossos corpos tinham um belo bronzeado, conseguido com algumas boas horas de exposição ao sol, coisa que para o meu amigo não se nota muito, sendo negro, diz ele, já nasceu bronzeado e assim fica todo o ano, diferente para a minha namorada, que para além da beleza do seu corpo, da sua figura torneada, tem aquelas marcas do bikini que viram a cabeça dos homens.
Na praia, quando tínhamos oportunidade de estar mais isolados, longe dos olhares indiscretos das outras pessoas, mesmo de amigos ou conhecidos com quem temos menos confiança, a minha namorada adora exibir o belo corpo que tem, as mamas pequenas mas rijas, o ventre liso e as pernas longas e bem desenhadas, e eu, não me importava, até gostava, quando ela se despia completamente, estando só eu e esse meu amigo a admirá-la em cada movimento que faz.
E se acontecia com ela, também acontecia comigo e esse meu amigo, um dia ele perguntara se eu não me importaria ou se eu ficaria desconfortável se ele também se despisse e eu disse que não, que não me importava nada, embora soubesse que para a minha namorada podia ser uma surpresa ou até um choque porque ele tinha uma piça enorme, que eu bem conhecia, mas, no fundo, eu sentia uma curiosidade de saber como é que ela reagiria ao vê-lo nu.
E por isso perguntei, num momento em que estávamos só nós os três, eu aproximei-me do ouvido dela e sussurrei baixinho, “querida, ele perguntou-me se eu me importava que ele também se despisse? O que achas? Importas-te?”, ela olhou para mim, e respondeu com um sorriso, “claro que não, não me importo nada”, e a partir desse momento, foi como se algumas barreiras invisíveis tivessem desaparecido entre nós, quase desejando nas escolhas que fazíamos, encontrar sítios isolados onde pudéssemos estar os três assim nus a gozar o sol e a natureza.
Para a minha namorada, o meu amigo era um total desconhecido, ele era um colega de escola e tinha vindo passar férias comigo, estava lá em casa até decidir ir embora, de maneira que, quando ela o conheceu, ao principio, achou estranho ele estar sempre na nossa companhia, mas depois ultrapassou, fizeram amizade um com o outro, e agora, quando o viu nu, foi como se alguma coisa mais tivesse acontecido.
Lembro, quando ela disse que não se importava e ele se despiu, tirou os calções de banho, e no meio das pernas, estava um caralho preto, de palmo e meio, ela olhou para ele e logo assim para mim e disse, “já viste o tamanho dele?”, eu olhei para o mei amigo para lhe dar a entender o que ela estava a dizer, ele riu-se e eu respondi, “gostava muito de ter um daquele tamanho”.
Os dias foram passando, e sentia-se entre nós uma ligação mais intensa, era-nos permitida algumas liberdades, podíamos até fazer perguntas intimas, e um dia, estávamos os três na praia, deitados nas toalhas, todos nus e ela perguntou a esse meu amigo, se ele tinha namorada, e ele respondeu algo que a surpreendeu, “sim, mas não é bem namorada, é mais um namorado”, ela abriu a boca, olhando para mim e para a piça dele, e ele continuou, “é mais um ex, atualmente estou sozinho”.
Na altura fiquei um pouco triste quando ele disse aquilo do namorado, parecia que a chama erótica que estava acesa apagou-se de repente, uma espécie de intimidade privada desaparecia, mesmo que fossem só desejos hipotéticos, daquele caralho preto a poder foder um dia, para ela essa possibilidade desaparecia, o de ter dois machos disponíveis e de repente contar só com um, ou seja, comigo, deixou-a menos elétrica e até menos feminina, até ao dia em que quando ela disse qualquer coisa sobre ele ser gay, eu respondi que não era nada disso, ele era um assumido bissexual.
E isso via-se, secretamente eu sabia que ele desejava a minha namorada, eu via que ele a olhava com interesse, o pau dele acusava mesmo isso, ficava teso e rijo e ele não o conseguia esconder, e foi por isso que a chama erótica que se tinha perdido regressou, um dia, para o provocar, sussurrei ao ouvido da minha namorada e pedi, “querida, faz-me um broche”, ela estava estendida na toalha, olhou para mim desnorteada, e respondeu, “és maluco, com ele aqui?”, e eu insisti, “não te preocupes, tenho a certeza que ele vai gostar, vai, amor, chupa-me o caralho”, ela olhou para ele, alguma coisa lhe passou pela cabeça, agarrou no meu pau, e eu via a boca dela a aproximar-se e a engoli-lo até ao fundo.
O meu amigo não desviou os olhos, durante alguns minutos ele e eu observámos os movimentos dela, ela chupava-me a piça como se ele não estivesse presente, o que ainda me dava mais tesão, o caralho dele tinha agora crescido até ao máximo e ele acariciava-se a si próprio a masturbar-se com o que via, a minha respiração e a dele estavam ofegantes, até que decidi fodê-la ali mesmo, e disse, “amor, para, salta para cima de mim”, ela respondeu, “não, amor, aqui não”, ela apontou para uns arbustos, levantou-se e correu para o matagal, eu fui atrás dela, deitei-me no chão e ela pôs-se em cima de mim, enterrou o meu pau na cona e começou a cavalgar freneticamente.
No meio daquilo tudo, ele veio atrás, a cena era tão intensa e erótica, ela movia-se sobre mim em ondas sucessivas, o traseiro dela rolava sobre as minhas coxas freneticamente, enquanto isso, ela percebeu que ele assistia, cada vez mais excitado, com as mãos a agarrar o próprio caralho, os olhos deles encontraram-se, e ela fodia-me como se ao mesmo tempo fodesse com ele, a dar-lhe também prazer pela sua exibição, pelo seu corpo feminino em ação, ele masturbava-se, ela lambia-se toda, até que senti que ela e eu, atingimos o limite, ela começou a acelerar ainda mais, a gemer quase a chorar, “aihmm hummm, ai, estou-me a vir, aihh”, ela contorceu-se para trás e eu sabia, ela estava a ter o orgasmo, quando eu também já me estava a vir, lançando a minha porra para dentro dela, e ele também, lançando jatos de leite para a frente.
Depois do sexo, com a tarde veio a indolência, os nossos corpos estavam quebrados pelo sol, quando decidimos regressar a casa, neste caso à minha, beber limonada, tomar um duche fresco, era esse o plano mais próximo, e tudo isso aconteceu mesmo, fomos depois os três para a minha cama, uma cama king-size, para ver televisão e ali estarmos a falar e a rir do que se passara na praia e de outras coisas quaisquer.
Eu e ele estávamos em tronco nu, vestido apenas com uns boxers, ele com uns calções caqui, e ela no meio de nós, vestida com uma túnica branca de linho, mal lhe cobria os seios nus, deixando os mamilos salientes à mostra, e cobrindo apenas uma parte das ancas, não sendo difícil imaginar que por baixo de tão pouco tecido, ela estava totalmente nua, estávamos a ver televisão, quando ele disse para o ar, como se falasse sozinho, “sabem o que gostava de ver? um filme pornográfico!”, a minha namorada virou-se para ele e riu-se, “não te chegou a pornografia que viste à tarde?”.
Ele riu também, e ela continuou, “eu reparei que estavas a masturbar-te! Eu dei-te assim tanto tesão?”, ele virou a cara para mim, como que a pedir consentimento pelas palavras ditas, “muito tesão mesmo, não sei mais o que dizer”, eu agarrei no comando da televisão, “é smart tv, devo ter um canal porno”, ela insistiu com ele, “achas o meu corpo bonito?”, ele respondeu, “muito bonito”, os olhos dele rolaram de cima a baixo pelo corpo dela, ela voltou a insistir, “queres que eu me dispa, para veres melhor? Afinal, já me vês toda nua na praia!”.
Eu tinha andado com o comando da Smart Tv à procura de canais, “pronto, já está”, ouviu-se na televisão uns gajos a foder, eu disse, “coitado, ele já te viu nua, mas não papou nada! comeu com os olhos”, antes que eu ou ele fossemos dizer mais qualquer coisa, ela tirou a túnica do corpo, e num segundo, estava toda nua na cama entre mim e ele, ela deu então um gemido, “aihm foda-se, estou tão excitada, só me apetece é foder”, abriu as pernas e começou a acariciar-se sozinha, as mãos dela deslizavam nas pernas, vinham pela barriga acima, apertavam os seios, deixando os mamilos presos, e depois sussurrou ao ouvido do meu amigo, “tira os calções, deixa-me ver esse caralho preto”.
Ele obedeceu, os calções desceram pelas pernas abaixo, a piça preta saltou nervosa e tesa, desta vez era eu que estava de fora, e a minha excitação era tanta como a dela, ela prendeu o pau na mão, levantou-o e meteu-o na boca, como se fosse já um ato natural dela, chupar o que podia antes de ser penetrada, os meus olhos viam tudo como num filme, ele virou a cara para mim com os olhos turvos, ela estava a fazer um bom trabalho, se havia coisa que ela fazia bem era um broche, descia a língua pela piça, e subia a deixar um rastro de saliva, ele gemia, “aihm foda-se és mesmo boa, foda-se”.
Achei que ele podia estar assim horas, a ser chupado por ela, isso não faria qualquer diferença, mas ela estava ansiosa, a cona brilhava de tesão e desejo, saltou para cima dele e sentou-se na piça até ao fundo, o corpo dela era lindo, um traseiro magnifico, que dançava agora em bom ritmo, a piça preta entrava e saía, e eu sentia, ela estava a adorar a foda, como se fosse a primeira que dava, ela gemia a procurar a minha boca, “aihm querido, aihmm, foda-se, estou louca, adoro este caralho, aihmm”, e continuava a cavalgar sobre ele.
Ela saiu de cima dele, virou-se para mim, “estás a gostar, querido?”, eu ia dizer que sim, mas ela prosseguiu, “aihm caralho estou tão excitada, tanto tesão, amor”, ela virou-se de costas para cima e ele subiu para ela e começou a montá-la, como um macho a foder uma cadela, ela gritou, “aihm, humm, querido, aihmm, parte-me toda, aihmm”, ele começou furiosamente a bater por trás, pancadas das ancas batiam nas nádegas dela, e a piça preta, eu via, entrava presa nos lábios da cona, “aihm , amor tão bom, não estás chateado com a tua namorada, querido”, eu respondi com um beijo, e sussurrei ao ouvido, “não, eu estou a adorar”, o meu pau também estava teso, e num momento eu sabia, eu ia explodir, e a porra que eu tinha guardada ia sair.
Eu vi, ele tinha parado, ela fixou-se em mim, e eu percebi, a piça preta procurava o ânus, ela puxou-me pelo pescoço, e disse, “aihmm, querido, ele vai comer o meu cu, querido, aihmm”, a cabeça deve ter entrado, o corpo dela contorceu, não sei se de dor ou de prazer, ela gemeu, “humm, aihmm, o meu cu”, ele fez mais força e eu sentia nos espasmos que dava, a piça preta entrava nela, eu dizia, “querida, relaxa, está quase, relaxa”, ela gemeu, “aihm foda-se, aihmm, ele parte o meu cu todo, amor, aihm foda-se”, olhei por cima, olhei para o meu amigo e dava para ver, a piça preta agora está toda lá dentro, ela fechava os olhos, e caía algures de uma nuvem, quando ele começou a movimentar, em batidas cadenciadas, a penetrar-lhe o ânus até ao fundo.
Já só me lembro dele a tremer e a urrar quando se veio dentro do cu dela e a inundou de porra que saía e escorria pelas nádegas abaixo, e partir daí, lembro-me do dia seguinte, estávamos na praia nus, a foda do dia anterior já era uma lembrança, quando ela se vira para nós e diz, “acho que sou uma insatisfeita por sexo, se calhar vou precisar de dois homens para sempre”.
Ela não era mulher de um homem só, e por isso imaginei a minha namorada casada e com filhos de um homem qualquer, e certamente com outro ou outros para a entreterem também

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