BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Vénus e Marte e o corno do irmão

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Vénus e Marte e o corno do irmão
Não sei se toda a gente sabe que os mortais nasceram a partir de bocados do corpo dos deuses. Uns de um bocado da perna, outros de uma costela, outros de uma cuspidela, mas se os deuses são o que são, não há nenhuma razão para que os mortais sejam melhores. 

É nos dias em que se está aborrecido, que se aprofunda a origem de onde viemos, mas tudo isto começou com uma discussão entre mim e o meu marido, nós falávamos dos deuses e dizia eu que Vénus era uma deusa adorável, a mais erótica de todas, a deusa do amor e da beleza. 

O meu marido foi contra o que eu dizia, e ele respondeu, “a Vénus era uma puta, fazia sexo com todos, queres saber a história dela?”, eu sei que o meu marido inventa, ele nasceu mentiroso, e por isso peço desculpa, se o que conta não for mesmo verdade. 

Diz ele que Vénus era filha de Júpiter e de uma concubina chamada Dione, que era a categoria, diz ele, de mulheres que estavam ao serviço do deus só para foder, e quando ela começou a dar problemas, o pai obrigou-a a casar com um filho dele, o Vulcano. 

Tanto o Vulcano como Marte, eram filhos de Júpiter e Juno, que por sinal, era sua irmã e filha preferida de uma outra deusa Cibele, e na altura Júpiter terá dito á mulher ou irmã, ou o caralho que seja, “vou mas é casar a maluca da minha filha com um dos nossos filhos senão isto é uma vergonha”. 

Diz o meu marido que na altura os deuses faziam o que queriam, não tinham moral porque ainda não tinha nascido, e esta coisa de irmãos a foder com irmãos, de deusas a lamber lésbicas, ou de paneleiros todos juntos, não era coisa de outro mundo e todos os dias se viam. 

A Vénus casou com Vulcano, e há quem a desculpe, dizem que por ele ser feio, era coxo e esquisito, e era por isso que a Vénus fodia com todos, e também com o irmão Marte. 

Diz o meu marido que Vulcano nunca fodeu com a mulher Vénus e que ela depois do casamento voltou ao que fazia, arranjar homens para foder, grandes festas e orgias, até que deu a volta à cabeça de Marte. 

Marte tinha acabado de chegar de uma guerra, ele vinha cansado e ferido, e Vénus disse ao irmão que lhe prepararia um banho, numa piscina de mármore encheu-a de água morna, de pétalas vermelhas de rosas, de sais e perfumes orientais, Vénus tirou-lhe a armadura e a roupa, e nua foi-lhe dando banho, ela passava a mão pelo caralho, o pénis dele foi endurecendo. 

E Marte, diz o meu marido, tinha um nome a defender, quando Vénus se deitou em cima dele, a irmã percebeu a fraqueza e começou a fodê-lo, ela deslizou o pau grosso pelos lábios, que escorregou para dentro da vagina. 

E parece que Marte ficou doido, do que ele percebia de guerras, percebia a irmã Vénus de fodas, e a partir desse dia, sempre que o Vulcano saía de casa, Marte ia ao quarto dela e comia a irmã, que por sinal era mulher e irmã do irmão. 

Mas que confusão danada!!, pensei eu. 

Cinemas Porno Gourmet

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Cinemas Porno Gourmet
Ora aí está uma coisa que eu não fazia há muitos anos, talvez desde que eu era um pouco mais jovem, que foi entrar num desses cinemas que exibem filmes porno toda a tarde e toda a noite em sessões continuas. 

Eu nunca pensei que ainda existissem, com tanta internet e tanto porno, quem se lembraria de ir a um cinema, nos tempos novos que passam, quando tudo é explicito e gratuito, sem erótica ou transgressão, pode-se ver sem sentir nada, e sem sair do nosso quarto. 


Mas eu e a minha mulher tínhamos estado num bar a relaxar e a tomar uns drinks, e devia ser aí quase meia-noite quando caminhávamos para o carro, vimos os néons do cinema que anunciava o filme “Sexo do outro lado do espelho”, e a minha mulher riu e perguntou se eu queria ir assistir. 

Eu olhei para ela com curiosidade, eu comecei a imaginar que o que dantes era comum, porque naquela altura havia muitos cinemas que passavam só filmes porno, hoje é raro, e o que é raro hoje e ainda se mantêm vivo, é porque passou a ser gourmet, ou “delicatesse”, ou especial. 

Que pensamento mais estúpido!! o que agonizou no pobre, sobreviveu com o rico? e por isso imaginei que lá dentro o cinema estivesse cheio de gente fina, de casais jovens como nós bem de vida, que não iam para ver filmes porno, mas pela diversão da transgressão antiga. 

E por isso pensei, “porque não?”, na bilheteira estava um velho com ar cansado, de quem passou a vida a ver todo o tipo de pervertidos a entrar naquele local, que nos vendeu os bilhetes sem dizer qualquer palavra. 

Quando entravamos, ele mirou a minha mulher de alto a baixo, com alguma intensidade comprometedora, a notar-lhe os mamilos excitados, o corpo fino e esguio, os lábios húmidos e carnudos, como fruta fresca acabada de colher, a estranhar, eu pensei, por ali estar a ver uma mulher. 

Havia um sentimento de desconhecido, de alguma coisa que nos pudesse surpreender, o cinema, todo ele, gritava a decadente e antigo, as alcatifas, as madeiras, e os veludos vermelhos que cobriam as paredes e o chão eram os mesmos que ali estavam há décadas, e o cheiro?.

Quando nós afastámos a cortina que divide o corredor da sala de cinema e entrámos, as nossas narinas tremeram de emoção, de um cheiro a porra, a caralho e a tesão. 

A sala estava na penumbra, mas habituando os olhos ao escuro, nós reparámos que havia pequenos grupos de duas a quatro pessoas juntas, relevos e sombras numa sala vazia, enquanto na tela um ator mergulhava o pau grosso no cu de uma loira cheia de curvas, que soltava gritos ruidosos quando o caralho entrava, a minha mulher fez um sinal e fomos sentar-nos no meio. 

A loira na tela gemia de satisfação, ao mesmo tempo o meu pau crescia, e depois de alguns segundos, eu senti a mão da minha mulher a fazer festas no meu volume, a apreciar o meu pénis teso apertado nas calças, e pus também a minha mão por baixo, nas cuecas no meio das pernas dela, e senti-a húmida com os lábios da vagina inchados.

De repente a minha mulher aproximou-se do meu ouvido e disse, "está um homem aqui do meu lado", eu virei-me e perguntei, "sim, e depois?", ela insistiu, "ele tem o pau de fora e tem estado a acariciá-lo e a olhar para mim", eu olhei então e vi um homem que me parecia bem constituído, na mesma fila que a nossa, mas sentado numa cadeira mais ao lado, que brincava com o pénis teso.

Ele olhava para nós, a mirar o corpo da minha mulher, era o que eu imaginava, a esfregar o enorme pau que tinha, e a agarrá-lo por baixo com a mão, como se nos tivesse a perguntar se ela queria chupar nele.

Ele percebeu que eu e a minha mulher mirávamos o pau dele, uma coisa grossa e imensa onde ele batia uma suave punheta, o punho dele apertava na base o pénis que abanava para a minha mulher perceber a dimensão, e eu reparei que ela estava excitada, nos lábios a língua corria, sedenta como uma cobra esfomeada. 

Passaram alguns segundos que pareciam minutos, e também eu queria tirar o pau para fora tal era a minha excitação de ter a minha mulher ao meu lado a olhar para um desconhecido que mostrava o pénis a ela, nós os três ali no escuro, até que eu disse à minha mulher, "estás a olhar tanto para ele, que se calhar gostavas de o foder".

Ela olhou para mim e disse, "foder não sei isso, mas eu podia brincar com ele, gostavas?", eu estava um pouco na dúvida, e perguntei, "brincar como?", eu reparei que já tinha a resposta a essa pergunta, porque a minha mulher passava os dedos na vagina a esfregar o clitóris e ao mesmo tempo olhava para o homem a bater no pau.

Ela aproximou-se do meu ouvido, "ele tem um pau enorme, eu vou tirar as minhas cuecas", e quase parecendo uma colegial, uma adolescente na brincadeira, ela mexeu-se na cadeira, e eu e o homem vimos ela a puxar com os dedos a lingerie húmida pelas pernas abaixo ainda com cheiro a cona. 

A visão da minha mulher sem cuecas, nua debaixo do vestido curto, e a masturbar-se ao ver o pénis daquele homem, foi tão forte e tão intensa que quase ejaculei dentro das calças, a loira na tela tinha porra na boca.

O homem ao nosso lado batia no pau, a minha mulher e ele comunicavam, ela com a língua de fora, abriu as pernas para o lado, encostou-se toda para trás na cadeira, depois ela fechou os olhos, soltou um suspiro gemido e eu sabia que a minha mulher tinha um orgasmo e se estava a vir.

Ficámos em silêncio uns segundos, eu estava concentrado na tela, a loira chupava o pau a dois negros, quando ouço outra vez a minha mulher a dizer, “ele fez sinal se podia vir para perto", eu olhei para ela e perguntei, "ele deve pensar que queremos foder", ela olhou para ele e depois para mim, "se calhar eu até queria foder, amor".

Não é que não me excitasse a ideia de ver a minha mulher a foder ali no cinema com um perfeito desconhecido, mas porra!! era minha mulher, e a ideia daquele pénis enorme a entrar-lhe na cona era demais para mim, e eu perguntei, "e gostavas? está bem, mas bate só uma punheta nele", e ela então acenou com a cabeça, ele levantou-se agarrado ao pau e sentou-se ao lado dela.

Ele disse qualquer coisa ao ouvido da minha mulher que não consegui entender, e ela então virou-se para mim e disse, "ele disse que eu sou um tesão de mulher, e que está doido para me foder", e eu respondi, "diz lá a ele para ter calma que ainda és minha mulher", mas ela apaziguou e sem me dizer nada, ela agarrou no pénis do homem e começou a bater.

Por momentos ela ficou à espera, como se o esforço de bater uma punheta aguardasse compensação, e eu então vejo a mão do homem a deslizar na perna dela, a fugir por debaixo do vestido, ela a agarrar no pau dele, a puxar a pele para baixo e para cima, a minha mulher aproximou-se do meu ouvido, e eu sentia-a a gemer, “aihm amor, que ele está com os dedos na minha cona, amor, aihmm”. 

Eu via que ele estava a masturbar a minha mulher, as pernas delas iam abrindo, ela encostava-se na cadeira e de olhos fechados batia o pau, eu desapertei a blusa dela para soltar as mamas rijas, os mamilos brilhavam como uvas molhadas, a respiração cada vez mais pesada, eu sabia que ela ia ter mais um orgasmo, quando as pernas dela tremeram, o corpo arqueou-se para trás, ela soltou um gemido profundo, e veio-se a dizer, “foda-se aihmm outra vez”. 

Passaram uns segundos, o filme podia estar quase no fim, quando o homem fala com a minha mulher, ela olhou para mim e disse, “ele pediu para chupar o pau dele, amor”, e sem me perguntar mais nada, rodou para dentro da cadeira, e começou a chupar o pau do homem, eu por trás ia aquecendo a cona dela, lábios encharcados na minha mão, eu via a cabeça dela a descer, e o homem a olhar para mim a gemer. 

Eu via que ele ia empurrando a cabeça da minha mulher para baixo, a forçar com a mão, e ela correspondia logo, a acelerar cada vez mais, até que o homem pediu para ela parar, eu ouvi-o dizer, "anda querida, senta-te no meu pau", ela levantou-se a virar as costas, eu vi que ele levantou o vestido um pouco, meteu o pau por baixo, e a minha mulher desceu por ele, enterrando-o todo na cona. 

Ela olhou para mim, com a boca meio fechada, "ai foda-se amor, o caralho dele é tão grosso, amor", o homem deixou-se estar, todo o trabalho era feito pela minha mulher, ela ia subindo e descendo, movia o rabo ondeando, a escorregar naquele pau duro, as mamas dela tremiam, um suor na testa brilhava, o homem agarrava nas nádegas, a ajudá-la a ir para baixo, e eu via que o pau grosso se apertava na cona. 

Eu tinha tirado o meu pau para fora e há minutos que batia uma punheta, a visão do homem a ejacular na cona da minha mulher deixou-me a ferver e comecei-me a vir, quando senti o homem no seu limite, também ele a ejacular, ao mesmo tempo que a minha mulher. 

Durante algum tempo, eu, a minha mulher e o homem, ficámos a olhar para a tela, a loira apanhara no cu de dois negros e ela e o marido despediam-se deles com a promessa de se encontrarem novamente. 

Uns segundos depois as luzes da sala acenderam-se, acabara o filme, eu e a minha mulher olhámos e o homem tinha-se evaporado. Teria sido um sonho, não!!, eu passei a mão pela cona da minha mulher e estava cheia de porra.
 

Fica tudo em família

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Fica tudo em família
Acontece todos os Verões. Quando se aproxima o seu fim, no último fim de semana do mês de agosto, vários elementos da família reúnem-se em casa dos meus avós e como aves de migração vão chegando naquele dia, sem convite ou hora marcada. 

E há sempre espaço para todos, nem que seja a dormir no chão, mas a curiosidade é mesmo a de nunca se saber quem vai aparecer. Não existe constância, modelo, ordem, ou plano, alguns, simplesmente aparecem. 

Este ano apareceu a minha tia, irmã do meu pai. A minha mãe nunca gostou dela, chama-lhe mulher fútil, vulgar, fácil nas relações, que são as palavras que usa para não lhe chamar puta. Mas eu gosto dela, e sempre gostei. 

É uma mulher alegre, ruidosa, floral, sexy, sempre dentro de vestidos leves que não aguentam a força do vento, que dá para ver o rabo dela tantas vezes, sem pretensões que não seja a preocupação em manter-se bela e feminina, suportando os efeitos dos anos que passam. Ela nem sempre aparece, mas quando aparece, parece-me ainda melhor. 

Desta vez, a minha tia chegou acompanhada de um homem, que ela dizia ser o seu noivo, não muito mais velho que ela, mas com aquele ar de que ele nasceu para a servir, ele fala pouco ou não fala, e quando fala, é para executar alguma ordem que a minha tia lhe deu a ele. 

Isto é um segredo que aqui conto!! Eu sei que não devia, mas a minha tia sempre me deu um tesão tremendo, tantas foram as vezes, à noite na cama, eu batia punhetas a pensar nela, a imaginá-la nua quando ela sai da piscina e se vê os mamilos tesos e a sombra e papo dos pelos púbicos na fenda. 

Eu acho que ela nota, eu a mirá-la, ela passa por mim e bate-me na cabeça, a dizer, “para onde estás a olhar, miúdo?”, ela move-se como uma deusa, no seu bikini dourado reduzido, eu ponho-me a olhar para o rabo, para os seus cabelos pretos, e eu, que já lhe vi as mamas num outro dia na praia. 

Este ano levei à reunião familiar um amigo meu, e do mal que eu sofro passámos a ser dois, a minha tia anda pela casa, e eu e o meu amigo não fazemos outra coisa que é olhar para ela, a qualquer momento podemos ver-lhe as coxas, ou a vagina peluda quando está sem cuecas. 

O meu caso é grave, mas o do meu amigo muito pior, e então quando ela quis saber quem ele era, ele passou a estar num estado febril, a minha tia aproximou-se e perguntou, “L., aqui o teu amigo não tira os olhos de mim, será que ele podia disfarçar um pouco? O meu noivo anda preocupado!”, o meu amigo ficou vermelho, de um vermelho de envergonhado. 

Eu perguntei à minha tia, “preocupado? porquê?”, e ela respondeu a rir-se, “ele disse que vocês estão sempre a olhar para mim, e está preocupado que vocês me queiram comer”. 

Depois ela aproximou-se ainda mais, a baixar-se de propósito perto de nós, “aposto que vocês os dois gostam do que vêm”, abriu de lado a túnica que trazia, por baixo estava toda nua, nós ficámos a olhar para as mamas dela, e para as pernas longas e esguias até acima, para o triângulo negro que tanto gostamos, deu uma gargalhada e saiu a rir. 

Mas ainda de manhã, perto da hora do almoço, toda a gente estava entretida, e eu não via o meu amigo, eu procurei-o por todo o lado, até que depois apareceu, e perguntei-lhe, “então? onde é que andaste?”, respondeu ele, “tenho estado com a tua tia”, eu continuei, “com a minha tia? a fazer o quê?”, disse ele, “ela pediu para eu ir atrás dela, e lá em baixo naquelas árvores, ela pôs o meu caralho na boca e ela fez-me uma mamada”. 

Eu sabia que era verdade, mas não conseguia acreditar no que ele dizia, mas que sorte do caralho!!, era só o que eu pensava, olhei para as pessoas e não via a minha tia, só o corno companheiro dela, até que a vejo aparecer, ela olhou para mim nos olhos e percebeu logo que eu sabia, ela sorriu e eu pensei, talvez ela me faça uma mamada um dia. 

Eu perguntei ao meu amigo, “e como é que foi?”, respondeu ele, “lá em baixo nas árvores, eu encostei-me a uma árvore, e a tua tia fez sinal para eu não falar, ela baixou os meus calções, ela agachou-se de joelhos, e, amigo, ela começou a chupar o meu pau, e eu fiquei doido”, e só de ele me dizer isto, eu estava com tanto tesão, a visão de imaginar a minha tia a mamar no caralho do meu amigo era demais. 

Eu perguntava, “e foi muito tempo?”, e ele, “amigo, eu tentei aguentar, mas eu estava tão teso e duro, eu ouvia ela a gemer de se estar a masturbar, ela chupava o meu pau e ao mesmo tempo passava os dedos na cona, e amigo, eu acabei por me vir, e eu vi-me na boca dela”. 

Nessa altura, eu disse ao meu amigo que ia à casa de banho e que já voltava, entrei lá dentro quase a correr, tirei o meu pau para fora e batia uma punheta, eu imaginava a minha tia a chupar no pau do meu amigo, e quando já me estava quase a vir, “foda-se!! humm”, eu ouvi uma voz junto à porta, era o noivo dela a resmungar que queria mijar, eu tive de interromper a minha punheta, só para ele depois entrar. 

Quando eu saí da casa de banho, eu estava a ajeitar o meu caralho teso, o noivo da minha tia olhou para os meus calções, e eu percebi que ele fixava o meu inchaço, eu pensei, “se calhar ele é paneleiro, ele deve gostar de levar no cu?”, ele aproximou-se de mim e disse um pouco zangado, “porra!! para demorares tanto, isto é hora de bateres uma punheta?, caralho!!”. 

Quando regressei, eu vi que a minha tia falava com o meu amigo, eu pensei que ela aguardava pelo noivo, ela aproximou-se do ouvido dele e disse qualquer coisa que o fez sorrir, e depois eu aproximei-me dos dois, e a minha tia disse para mim, “L., adoro o teu amigo, é muito divertido, e o meu noivo, não o viste?”, eu respondi que ele estava na casa de banho. 

Entretanto, quando o noivo da minha tia chegou e eles já se iam embora, eu perguntei ao meu amigo, “então o que é que a minha tia te dizia?”, ele sussurrou ao meu ouvido, “ela pediu para eu me encontrar com ela mais tarde”, eu sabia para o que era, mas mesmo assim perguntei, “para quê?”, ele olhou para mim, “o que achas? a tua tia quer que eu foda com ela”. 

Depois o meu amigo perguntou, “porra e tu? estiveste mais de meia hora na casa de banho e o noivo dela estava lá contigo?”, eu olhei para ele e respondi, “foda-se!! tu estavas a falar da minha tia a chupar o teu pau e porra!! fui bater uma punheta, e o noivo dela estava lá à espera a querer mijar.”. 

Veio a tarde, ainda estava um calor danado, nós estávamos os dois na piscina, quando eu vi a minha tia a passar sozinha, eu ouço o meu amigo a dizer, “parece que está na hora!!!”, e depois a levantar-se e a ir atrás dela. 

Eu olhei em volta e não vi o noivo da minha tia, ele devia estar no quarto a descansar, e foi por isso que decidi ir atrás do meu amigo para ver o que acontecia e se era mesmo verdade o que ele me andava a contar. 

Eu escondi-me nuns arbustos, a minha tia tirou a túnica que vestia, e nua estendeu-a no chão, o meu amigo tirou os calções, e pareceu-me que ele estava com medo, eles deitaram-se no chão e a minha tia começou a chupar-lhe o pau. 

Eu já tinha visto o pénis deste meu amigo, mas assim tão teso como estava ainda não, ela dava-lhe beijos na cabeça, e chupava-a como se lambe um chupa-chupa, ela engoli-a o pau até abaixo e subia por ele com a língua por fora, o meu amigo tinha os olhos fechados, e gemia, “foda-se! caralho!!”, enquanto ela o mamava. 

Eu baixei os meus calções e coloquei o meu pau para fora, comecei a acariciá-lo a pensar na punheta interrompida, a minha tia abria-se toda, e eu via a sua vagina húmida, as mamas rijas bem para cima, e o rabo redondo e cheio. 

Ela empurrou o meu amigo contra o chão e saltou para cima dele, ela agarrou no pénis e vi que ela o metia dentro da cona, e começou a cavalgar em cima dele, como cavaleira em cima da sela, o pau do meu amigo brilhava, dos líquidos que saiam dela. 

E foda-se!!, a minha tia fodia o meu amigo, o rabo dela movia-se numa onda perfeita, ela enterrava-se todo nele, a cona tensa e apertada por aquele pau grosso, eu percebia que ela se vinha, eles estavam a ter um orgasmo, o meu amigo ejaculou com um esguicho quente na fenda húmida, caralho!! eu batia a minha punheta, quando, foda-se!! ouço barulho. 

Eu olho para o lado e o que vejo? o noivo da minha tia vinha de gatas nos arbustos, ele aproximou-se de mim, e disse muito baixinho, “então? a bater uma punheta novamente?”, eu abri os olhos surpreendido e parei de bater o caralho, “então? estás a gozar de ver a tua tia a foder?”, eu não sabia o que dizer, mas o sacana interrompia a minha punheta outra vez.

Iniciação de um crossdresser

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Iniciação de um crossdresser
Era quase um hábito, se podemos chamar-lhe assim, o de eu assistir à minha irmã a vestir-se. Ela colocava-se à frente do espelho e principalmente naquelas noites em que se preparava para sair com um namorado, eu deitava-me na cama dela e admirava-a a vestir cada peça de roupa, a escolher a bijuteria e a maquilhar-se.


Ela vinha nua do duche, ela despia o robe de feltro, e depois, ela escolhia e vestia uma lingerie fina, uma saia curta, o soutien preto, uma blusa justa, uns sapatos altos, um batom forte nos lábios, e não sei porquê, mas toda aquela atividade feminina me excitava. 

O soutien realçava-lhe os seios, no limite certo entre a provocação e o aceitável, a saia curta, as coxas grossas, a blusa, o tronco rígido e determinado, o batom, uns lábios de amora, desejados, e todo esse conjunto me deixava com o pénis ereto. 

Não era de ver a minha irmã nua, não senhor, mas de um desejo intenso de me igualar a ela, de desejar querer ser mulher por um momento, e de eu me vestir como ela, de maneira que um dia reuni coragem e perguntei à minha irmã, “deixas-me vestir a tua roupa”, ela olhou para mim surpreendida e a rir, “a minha roupa? Queres vestir-te de mulher?”. 

Ela tinha acabado de se vestir e eu continuei, “não sei irmã, quando eu imagino vestir-me de mulher, fico assim, eu baixei as boxers e mostrei-lhe o meu pénis ereto e rijo, dizia eu, “estou com tesão, compreendes?”, e ela olhou para o meu pau teso e perguntou, “mas tu és gay? Gostas de levar no cu?”, e eu respondi, “não sou gay, eu só gostava de me vestir de mulher e sentir-me mulher, não sei”. 

E foi assim, em outras ocasiões eu já tinha experimentado vestir roupa de mulher, um dia foi uma lingerie da minha irmã, outra vez foi a da minha mãe, e lembro bem o quanto prazer me deu eu ver-me ao espelho, com as minhas nádegas realçadas do pouco tecido que tem, as minhas coxas tão expostas como uma mulher, mas agora tinha a ajuda e companhia da minha irmã. 

Os nossos corpos são iguais em tamanho, por pouco não éramos gémeos, e ela, de uma forma divertida, como se fosse uma brincadeira, ela escolheu para mim uma lingerie em renda vermelha, e disse-me para eu vestir, e quando a coloquei foi um sentir tão intenso, daquela malha fina a percorrer a minha pele, e a ajustar-se no meu rabo, que ela reparou logo que eu estava excitado. 

Ela disse, “se ficas assim com o pénis em pé, estragas a lingerie”, eu agarrei no pau e tentei depois apertá-lo para que se ajeitasse de lado, e depois ela foi-me dando uma saia curta, um soutien, uma blusa, maquilhagem, brincos, até que se lembrou de umas perucas da minha mãe, ela foi buscar uma de cabelos pretos e quando a colocou na minha cabeça, a minha irmã disse espantada, “foda-se!!, tu pareces mesmo uma mulher!! ninguém diria o contrário.”. 

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A partir dessa altura era normal, eu e a minha irmã ficarmos os dois fechados no quarto a experimentar a roupa dela e outra que eu comecei a comprar para eu vestir, nós não queríamos que a minha mãe soubesse, e a minha irmã perguntava-me, “mas irmão, se calhar tu gostas de fazer sexo com homens? Nunca tiveste desejo de levar no cu?”, eu respondia que não, que lá por gostar de me vestir e sentir como mulher não tinha nada a ver com sexo. 

Um dia, quando a minha mãe divorciada saiu à noite com um namorado novo, a minha irmã disse, “e se fossemos também sair, nós podíamos ir os dois como mulheres à discoteca para ver se alguém percebe que és um rapaz?”, eu fiquei entusiasmado e foi assim que naquela noite muita coisa aconteceu. 

Nós entrámos na discoteca e àquela hora da noite já estava ao rubro, dezenas de rapazes e raparigas dançavam no espaço e outros estavam sentados nas mesas e no bar falando e bebendo, a minha irmã viu uma mesa vazia ao fundo da sala e disse, “vamos para ali”, e lá nos fomos sentar. 

Por momentos, eu ainda pensei que alguém pudesse ter reparado que eu era um rapaz, talvez pela maneira indecisa como andava em cima de saltos altos, ou pelas minhas coxas mais nervosas que eu tinha à vista, quando dois rapazes se aproximaram de nós a meter conversa. 

Eles perguntaram se se podiam sentar na nossa mesa, de onde é que nós éramos, se já tínhamos ido alguma vez àquela discoteca, depois foram buscar bebidas ao bar para nós “as duas”, e nessa altura a minha irmã disse, “eles não desconfiaram de nada, pareces mesmo uma mulher”, eu estava tão excitado por aquela ideia, que respondi à minha irmã, “o que achas daquele que tem estado a falar comigo?”. 

A minha irmã riu-se e continuou, “ele não é muito bonito, mas é bem encorpado, porquê?”, eu disse, “ele pôs a mão por dentro da minha coxa, e por momentos eu tive medo de que ele fosse mais longe e percebesse”, diz a minha irmã, “e gostaste? De sentir a mão dele aí tão perto? O outro fez o mesmo, e tocou com os dedos no meu clitóris”. 

Eu fiquei espantado quando ela me disse aquilo, e a minha irmã continuou, “ele perguntou-me se eu queria foder, e eu vou dizer que sim, eu também lhe apalpei o pau e ele tem um bom pau”, ela sussurrou-me ainda ao ouvido, “irmão, está-me mesmo a apetecer levar na cona”, e riu-se, “tu devias fazer o mesmo”. 

Eu pensava, “foda-se!! ela está maluca, eu não tenho cona”, a minha irmã pareceu perceber o que me ia na mente, “irmão, tu podias dar o cu ao que está contigo, tu dizes a ele que és virgem, e vais ver que ele acredita, e eu percebo pelo teu corpo e pela tua boca que queres muito apanhar no cu”. 

Eu disse à minha irmã, “e se ele descobre que eu tenho um pénis?”, ela respondeu, “eles já estão muito bêbedos, fazes de maneira a que ele te coma o cu e ele não percebe nada”, quando os dois rapazes regressaram do bar, eu estava aterrorizado e reparei na minha irmã a falar ao ouvido do que estava com ela, eu vi que fez um sorriso, e percebi que íamos todos para algum lado. 

Nós levantámos da mesa, a minha irmã apertou-me no braço, e ela disse-me ao ouvido, “eu já disse ao que está comigo que tu só gostas de levar no cu, e ele já disse ao outro, por isso está descansado", nós entrámos depois para uma carrinha de caixa fechada, e eu disse que queria que tudo acontecesse no escuro porque ainda era virgem e tinha muita vergonha. 

A carrinha estava estacionada perto de uma lâmpada de rua que difundia uma luz amarela muito baixa mas que dava para ver algumas das nossas feições e quase tudo o que se passava, e então o rapaz que estava comigo começou a agarrar-se a mim e a dar-me beijos na boca, eu sentia-lhe a língua molhada bem presa à minha, a respiração dele pesada pelo álcool e pelo tesão que eu lhe dava. 

Eu procurei o pénis dele, e quando o agarrei percebi a sua exata dimensão, grosso em diâmetro e longo em comprimento que eu rodeava com a minha mão, quando ele me diz, “anda amor chupa-me o caralho amor”, eu olhei para a minha irmã ao meu lado, que nesse momento ela abria a boca a chupar o outro, e eu comecei a chupar aquele pau duro. 

Eu ouvia os rapazes a dizer entre eles, “estas duas gajas são mesmo putas, adoram chupar caralhos, não gostam queridas?”, a minha irmã e eu acenávamos que sim, e continuávamos a chupar, lado a lado como duas mulheres, quando o rapaz que estava comigo diz, “não queres mesmo levar na cona? Eu gostava tanto de te comer a cona”. 

Mas aí eu insisti que não, que era virgem e de uma religião, que eu queria casar como deus me fez, mas que lhe dava o cu se ele quisesse, e foi quando ele me pediu para me virar, eu pus-me de barriga para baixo, e aí eu senti-o em cima de mim, subiu-me a saia e baixou-me a lingerie, e depois ele entrou. 

Eu senti a pau dele no meu ânus a forçar em cada centímetro, a alargar mas apertado, eu soltei um suspiro gemido, “huum aihm haimm humm”, o caralho dele empurrava para dentro, a minha irmã ao meu lado apanhava na cona, e quando olhei para ela imaginei a visão do outro a segurar-me as nádegas, a comer o meu cu a cada segundo, tudo isso me deixou excitado, com o meu pénis endurecido. 

O meu rapaz começou a foder o meu cu, eu ouvia-o dizer para o outro, “esta gaja é uma puta virgem, mas vê como gosta de levar no cu”, ele colou-se às minhas costas, a procurar a minha boca, “tens um cu tão bom, és muito santa, mas eu parto-te o cu todo”, eu, foda-se!! estava quase a vir-me, quando ele me pediu para eu me virar para cima. 

Eu virei-me muito a custo, preocupado que reparasse no meu tesão, mas salvava-me a escuridão, ele levantou-me as pernas, eu agarrei rápido no meu pau, a escondê-lo dentro da minha mão, e ele veio outra vez decidido, e como se eu fosse a mulher dele casada, ele penetrou o seu pénis no meu cu e começou a acelerar. 

A minha irmã gemia ao meu lado da foda que o outro lhe dava, enquanto o meu rapaz me enterrava forte o pénis, até que o senti tremer, ele começou a ejacular, agarrou-se ao pau como se estivesse a arder, e deixou o liquido quente de porra a escorrer no meu cu. 

Uns minutos depois, nós saímos da carrinha a rir, e como duas mulheres fodidas desaparecemos na noite em direção a casa.

Sou uma puta de night-clubs?

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Sou uma puta de night-clubs?
A culpa era toda minha. Houve alturas em que eu dizia à minha mulher para experimentarmos coisas novas na nossa vida sexual e sempre que eu pedia ela recusava dizendo, ou que não tinha sido educada assim, ou que eu com a idade estava a ficar um pouco tarado. 

Era nesses momentos que eu, às vezes com alguma raiva, respondia que antes de casar com ela, eu costumava conhecer muitas mulheres em night-clubs que faziam tudo o que eu lhes pedia. 

Habitualmente, ela ria-se das minhas observações, dizendo coisas como, “estás a dizer que tu ias muito com putas? achas que eu sou uma puta?”, o que me deixava ainda mais furioso, respondendo-lhe a ela, “mas essas ao menos são mulheres a sério”. 

Tanto foi e tanto deu, que um dia numa dessas nossas discussões, em que eu tinha pedido para ela se masturbar com um vibrador para eu assistir, ela fez a indigna proposta, “leva-me tu a um desses night-clubs para eu conhecer essas mulheres”. 


Não nego que na altura em que ela me pediu aquilo eu fiquei um pouco atrapalhado, eu pensei, “como é que vou levar a minha mulher a uma casa de putas? o que pode acontecer?”. 

Mas depois eu achei que seria uma boa maneira de lhe dar uma lição, eu conhecia as regras da casa, e eu sabia que mal me aproximasse do bar, várias mulheres apareceriam para eu lhes oferecer uma bebida e a partir dai, eu teria o que queria, e pensei, “quem sabe ia foder com uma delas”. 

Quando eu lhe disse, “está bem amor, vamos a um night-club que eu conheço e que sei que é tranquilo”, ela respondeu sem estar receosa que iria, mas eu ainda insisti, “tu vais ver muitas mulheres a rondar os homens, mas não te assustes”, e ela disse que eu estava lá e que eu a protegeria. 

Na hora marcada, quando saíamos de casa, eu reparei que a minha mulher estava diferente do habitual, de cabelo arranjado, preso na cabeça com rabo de cavalo, vestia um vestido vermelho de cetim colado ao corpo, anormalmente curto, vendo-se quase integralmente as suas coxas até acima, e todo aberto nas costas, mostrando as suas espáduas e a pele rosada. 

Ela deve ter reparado em mim quando me engasguei e disse, “amor, eu nunca te tinha visto assim, tu estás verdadeiramente bonita”, ela sorriu do meu elogio e eu pensei, não sei se preocupado, com as dezenas de homens que a perseguiriam no interior do night-club, para lhe oferecer uma bebida e pior, porra!!, pensei, fazerem propostas de a quererem foder. 

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Quando chegámos, eu comecei a achar que talvez não tivesse sido boa ideia trazer a minha mulher a este lugar, pior ainda, quando eu reparei que os homens e as mulheres que lá estavam não tiravam os olhos da minha mulher. 

Para remediar o erro, e a esconder de olhares curiosos, a ideia, pensei, era só ela ver as mulheres, eu conduzi a minha mulher para uma zona mais escura e afastada do palco das strippers, rezando que o tempo acabasse por passar, e encontrámos um sofá vazio. 

Quando me levantei para ir buscar bebidas ao bar, eu tive uma sensação estranha, eu estava com ela, e sendo eu homem e ela mulher, todos que ali estavam pensariam que ela era como as outras meninas de night-club, e essa sensação era ainda mais estranha, quando eu sabia que, por a minha mulher estar tão bonita e desejável, os homens lutariam comigo para a disputar. 

Era uma coisa que me agradava, mesmo sendo uma ilusão minha, a dos outros homens me invejarem por eu ter chegado ao night-club com uma puta tão bonita, estar ali com ela a beber e a curtir, e depois, na intensa imaginação deles, sair mais tarde para a ir foder. 

Só que porra!! a minha ilusão terminou depressa!! 

Quando a minha mulher ia a meio do vodka-laranja que tinha trazido, ela disse-me ao ouvido, “amor, para isto funcionar e eu ser abordada por homens, nós vamos ter de dispersar”, eu estava um pouco atordoado do whisky malte 12 anos, as palavras soavam no meu pensamento, “homens? dispersar? caralho?”, mas o que podia eu fazer?, tinha de concordar. 

Ela levantou-se, deu-me um beijo na boca, dizendo, “vou até ao bar amor, vemo-nos por aí”, e com o copo de vodka numa das mãos e uma pequena mala na outra, ela caminhou como se voasse no seu vestido justo, exibindo parte dos seios saídos, as costas nuas, as pernas esguias e longas. 

O night-club estava cheio, e cheio de testosterona por gastar, um inferno cheio de homens ávidos de cona, de várias espécies e natureza, desde os tubarões com dinheiro, prontos a pagar o que fosse por uma foda, até às ratazanas à procura do mesmo de graça. 

Quanto a mim, eu tinha perdido a vontade de tudo, a minha mulher tão bem-educada, ela caminhava ingénua e frágil entre dentes afiados, de vampiros à espera de presas para morder, quando se aproximou de mim uma puta brasileira, “então amor, você quer companhia? Você topa pedir uma bebida para mim, querido”. 

Eu olhei para a puta, parecia uma mulher engraçada, mas talvez um pouco vulgar, mas eu pensava na minha mulher, dividido entre não fazer nada ou pôr a puta a beber, o que pensariam os homens se eu ali estivesse sozinho quando entrei na casa com uma bela mulher. 

Eu disse então para a puta, “está bem pede qualquer coisa”, ela respondeu, “pode ser champanhe, amor?”, eu prossegui, “está bem pede champanhe”, e foi quando eu consegui ver a minha mulher sentada num banco junto ao bar. 

Eu reparei que a minha mulher estava com um homem que cada vez que se chegava perto do ouvido dela, ele pousava a sua mão na coxa dela e ela soltava uma pequena gargalhada. 

O homem em si despertava-me curiosidade, ele parecia que estava ali, sem preconceito ou reserva, como se estivesse noutro sitio qualquer, bonito, bem vestido, um corpo seco e tonificado, de alguém cuja espécie eu não sabia se era tubarão ou lobo marinho, mas que de certeza de uma que estava habituado a ter tudo sem pagar. 

Enquanto os observava intensamente, eu senti os dedos da puta a entrar nas minhas calças, com uma mão parecendo a de um ladrão à procura no escuro das coisas que pretende roubar, a apertar-me o pau e a dizer, “querido, você quer foder, amor? faço por cem euros, tudo bem, amor?”, mas eu estava mais concentrado no homem e na minha mulher. 

Ao longe, eu vi que o homem se aproximou da minha mulher e colocou a mão bem dentro do meio das coxas dela, dando para eu perceber pelos olhos húmidos dela, que fechavam e pestanejavam depressa, pela rigidez do tronco e dos mamilos tesos, que ele estava a acariciar o clitóris da minha mulher, e ela estava a encher-se de tesão. 

A puta continuava a acariciar o meu pau e eu ouvia dela, “cem euros, cem euros”, e eu a dizer, “sim, sim”, quando sinto a puta a baixar-se para me chupar o pau ali no escuro, e vejo a minha mulher e o homem a levantarem-se dos bancos e a caminharem na direção de umas salas privadas nas traseiras do night-club. 

Eu sabia, porque já lá tinha estado algumas vezes, que as salas privadas eram pequenos compartimentos com um sofá onde os homens iam com as mulheres para foder, de maneira que quando vi a minha mulher e o homem, disse à puta, “anda, vamos para o privado”, a puta sorriu de satisfeita, ela levantou-se e veio comigo, senti que tinha um rabo generoso quando lhe pousei a minha mão. 

Foi nessa altura que a visão da minha mulher a foder com outro homem num night-club, sabendo que eu também lá estava, me deixou muito confuso, eu não tinha a certeza se estava excitado com essa experiência, ou se estava zangado com ela por me trair. 

Eu ainda pensei que talvez ela imaginasse que eu não chegaria a descobrir a infidelidade, ou que a ida para os privados não significasse nada, talvez eles quisessem só estar mais à vontade para conversar, quando eu me aproximei daquela penumbra escura e vi a minha mulher. 

O homem tinha tirado as calças e estava sentado no sofá enquanto a minha mulher agarrava o pénis dele na mão e com a boca cheia descia e subia nele a chupar-lhe o pau, um pau grosso e muito teso, arqueado de tesão, que a minha mulher manobrava com destreza a lambê-lo, passando-lhe a língua, dando beijos na cabeça. 

Eu ouvi a puta dizer, “e então nós? estou a perder dinheiro contigo, cara, vamos”, eu insistia para ela aguardar, eu queria ver a minha mulher a foder, ali escondido pela cortina, sabia-o agora, mas a puta não desistia, “qual é? quero meu dinheiro, fode ou não fode?”, eu dizia, “fodo, fodo”. 

Eu disse então para a puta, “se quer o seu dinheiro, ajoelha aí e chupa o meu pau”, e foi assim, ela se ajeitou brincando com o meu pénis, enquanto minha mulher se virava e subia para cima do homem. 

De onde eu estava, eu conseguia ver o pénis do homem entrando na cona da minha mulher, ela a controlar os movimentos, a subir e a descer por ele, o rabo dela ondeava perfeito, a fenda estava toda alargada, da grossura de tanta carne, as mamas dela rijas e despertas que ele beijava sofregamente. 

Eu conseguia ouvir a minha mulher a gemer, “aihmm humm aihim aihmm”, enquanto a puta falava, “se liga, estou a chupar você, cara, toma atenção”, a minha mulher saiu de cima do homem e percebi que mudavam de posição. 

A minha mulher encostou a barriga às costas do sofá, e o homem veio por trás e apontou o pau duro à cona da minha mulher, e começou a bombear nela, apertando-lhe o pescoço, ele entrava e batia com força e eu percebia os quadris dele a esmagar as nádegas da minha mulher com as pancadas que ele lhe dava. 

De repente eu acordei e percebi que a puta estava a fazer um bom trabalho, o meu pau estava duro e quase explodindo, eu pus a mão na cabeça dela, a dizer, “chupa bem, chupa bem”. 

Eu vi que a minha mulher tremia, estava a ter um orgasmo, e o homem balançava, tirou o pénis para fora, lançou jatos de porra que depositou na cona dela, eu olhei para os olhos da puta, e disse, “vou-me vir”, e ela sorriu, “vem amor, vem”, ela começou a bater-me uma punheta e enchi de porra o sofá mais perto. 

Eu paguei à puta e corri para o meu sofá da sala, quando passados uns minutos chegou a minha mulher, a perguntar, “então vamos embora querido?”, eu respondi, “vamos, amor”. 

No regresso a casa, eu perguntei, “então, querida, tu divertiste-te alguma coisa?”, e ela respondeu, “nada, um pouco aborrecido, mas não me importava de um dia cá voltar”. 

Nessa altura eu pensei, “mas que grande puta é a minha mulher”.