Férias ao sul com a mãe da amiga!
Tocou-me à campainha!
Talvez devesse perguntar-me se alguma vez me lembro, ou se alguém se lembra, de como as coisas boas ou más normalmente começam ou se atravessam na nossa vida? Talvez seja uma pergunta que se faz a meio do caminho ou já no fim, ou perto do fim, quando depois da turbulência dos mares e das marés da vida, já não faz sentido perguntá-la.
Minha primeira vez com trans
Eu e a minha irmã ao termos uma diferença de idade de cerca de dez anos, sendo eu o irmão mais velho, era como termos nascido e vivido em planetas diferentes, a educação que eu tinha tido era um abismo daquela que tinha sido recebida pela minha irmã.
Noite sem lua em jardim noturno
O acaso levara-me a mim e à minha mulher para uma dessas festas que os portugueses fazem todos os anos, principalmente no verão, em que comem e bebem, falam alto, com filhos a gritar por todos os lados, simplesmente um daqueles infernos em que gostamos de estar.
Longe de mim, perto de mim
Passaram-se talvez dois meses desde que fui viver para a casa dos fundos, uma espécie de barraca de madeira, na ponta mais longínqua da propriedade, escondida atrás de umas sebes naturais e um bocado de floresta, mas com todas as comodidades de uma casa normal.
Era a casa para onde o meu pai ia quando queria isolar-se ou, com maior precisão, fugir da minha mãe sem ter de sair de casa, bastava-lhe caminhar duas ou três centenas de metros, afastar-se da casa principal, e pronto, refugiar-se nos seus próprios pensamentos ou atividades, e agora eu, como que herdava o refúgio dele.
Só que para mim não era um refúgio, era mais uma consequência do divórcio dos meus pais, e do que a pouco e pouco veio a suceder, o meu pai tinha arranjado outra mulher e a minha mãe, talvez pelas suas razões, também tinha arranjado uma mulher ao mesmo tempo que descobrira que era ou se dava bem em ser lésbica.
E as coisas como que aconteceram normalmente, talvez o que é normal com gente rica, toda a gente sabe o que se está a passar, todos vão aguentando em silêncio até ao ponto final, e no fim de tudo isso, em segundos, ao contrário do que se suportou uma vida, dá-se uma ruptura e cada um vai para seu lado, sem sofrimento.
A minha mãe já tinha essa tendência antiga, de gostar de mulheres com quem se dava, saía e dormia, de maneira que só por causa das aparências, tudo se foi arrastando até ao limite, e o meu pai, era também um pouco do mesmo, atraia-o mulheres mais novas que, por seu lado, atraiam-se pelo seu dinheiro e estilo de vida.
Eu não nego, achava-os ridículos, mas em coisas que podem acontecer a qualquer pessoa, reservava-me a minha opinião para momentos futuros, quando agora o que me preocupava é se as tendências de um e do outro, podiam de alguma maneira afetar também o meu estilo de vida e aqui, quando eles perguntaram com quem gostaria de viver, limitei-me a ser pragmático, com o meu pai, que era quem me dava uma boa mesada e quase tudo o que eu lhe pedia.
Mas com condições, claro, a principal que eu fosse viver para a casa dos fundos, dizia o meu pai, “tens de compreender, eu tenho aqui a minha namorada, e eu quero estar á vontade com ela”, ou seja, que me mantivesse longe da nova mulher que ele tinha, longe da casa principal para não haver tentações, e se cumprindo e não o aborrecesse, eu teria tudo o necessário até muito mais do que isso, passava a ter liberdade para um certo tipo de aventuras que normalmente chegam com o isolamento.
Para todos os efeitos eu também passaria a estar mais ou menos divorciado deles, poderia fazer o que eu bem entendesse desde que me mantivesse longe da minha mãe e das gajas que ela andasse a foder e do meu pai e da gaja que tinha agora ou de que outra que a viesse substituir.
A vida corria-me bem, na minha espécie de casa nova, que também tinha uma porta dos fundos, eu sentia-me uma espécie de inquilino, tolerado se andasse desaparecido, e era isso o que eu fazia, havia semanas em que eu saía e entrava, não via ninguém, nem a namorada do meu pai, nem o jardineiro, ou o homem da piscina, apenas uns convidados que eu trazia comigo para dar continuidade a uma festa mais divertida.
Mas lembro-me, devia ser meio da tarde, em casa estava com uma amiga que trouxera da noite passada, tinha-lhe comido a cona, mas ela não parecia satisfeita, e àquela hora da tarde, aproximou-se de mim, meteu-se entre as minhas pernas, puxou para baixo os boxers que eu tinha vestidos, e começou a chupar-me o caralho.
Deixei-me tombar para trás, e pensei, quando me viesse na boca dela, e ela engolisse tudo, aquilo seria o epilogo daquele encontro, seriam horas de ela voltar para casa, eu continuar com a minha vida, e com o que viesse a preparar para o tempo seguinte, quando tive um sentimento estranho, de alguém que estaria a observar, como aqueles momentos em que sem querermos os nossos olhos se movem e vão ao encontro dos de outra pessoa que está a olhar para nós, uma espécie de telepatia natural sentida mas ainda não totalmente descoberta.
E os meus olhos encontraram-se com os dela, a nova mulher do meu pai observava da janela, a minha amiga subia os lábios húmidos pelo meu caralho acima, ela parou na cabeça e eu fixei o meu olhar com um sorriso, e murmurei com a boca, “estás a gostar de ver o meu pau teso? a ser bem chupado? se calhar gostavas de chupar no meu pau também?”, ela não largava a janela a ver tudo o que estava a acontecer dentro da casa.
Não tinha sido minha intenção, mas agora que tinha uma espetadora, levantei a minha amiga, dobrei-a sobre uma mesa, levantei-lhe o vestido, o enfiei o meu rolo teso de 20 centímetros na cona dela, e olhei para a namorada do meu pai, ela mantinha os olhos muito abertos, hipnotizada pelo meu pau a penetrar na cona da minha amiga, acelerei, queria vir-me ali naquele momento, e foi isso que aconteceu, dei uma última estocada, e uma goma translúcida jorrou do meu caralho nas nádegas que eu estava a foder.
Olhei para a janela e verifiquei, a mulher do meu pai já lá não estava, deixei-me tombar no sofá, e disse à minha amiga, “querida, não quero mais cona hoje, vai embora, deixa-me sozinho”, ela foi e eu fiquei com a visão na memória da mulher proibida a admirar o meu pau teso, devia abandonar esses pensamentos, esquecer aquele momento como se nunca tivesse existido.
Não me consigo lembrar, talvez tenha sido ou não no dia seguinte, tocou o telefone, do outro lado ouço uma voz de mulher, era ela, a mulher do meu pai, “o seu pai não está cá, viagem de negócios, eu estou a sentir-me sozinha nesta casa grande”, eu olhei pela janela, na rua fazia um calor infernal, mantive-me em silêncio, ela continuou, “podíamos dar uns mergulhos na piscina!”.
A imagem da minha amiga a chupar o meu pau e a mulher do meu pai a assistir não me saía da cabeça, pensei “o que quereria ela?”, eu disse, “sabe, o meu pai não gosta que eu apareça por aí, ainda pior se ele não estiver cá”, ela perguntou com uma espécie de alegria adorável como se já soubesse a resposta, “mas porquê?”, eu prossegui, “se calhar não quer que eu tenha intimidades com a mulher dele?”.
Ela deu uma pequena gargalhada, “que tipo de intimidades podíamos nós os dois ter? o seu pai é tão inseguro!”, antes que eu dissesse qualquer coisa, ela continuou, “fazemos assim, o meu querido vem e não dizemos nada ao seu pai nem a ninguém, o que acontecer entre nós fica entre nós, venha, eu estou na piscina à sua espera”, e que posso dizer, acho que voei, o meu pau endurecera como pedra e a minha preocupação mais imediata era saber como ia esconder o meu galo teso dentro dos calções de banho apertados.
Cheguei e à medida que me ia aproximando conseguia concentrar melhor o meu olhar no que apenas tinha visto de passagem, e agora via praticamente nua, dentro de um bikini reduzido, um triângulo cor branca apertado com cordões de tecido e um top que não era mais que dois pontos estrelados e também triangulares em cima de dois bicos eretos encimando uns seios retesados de perfeição nas medidas certas.
Suspirei e quase tive medo de me aproximar, ao ponto dela sentir a minha presença e levantar-se da espreguiçadeira, ela dizia com alegria mostrando os dentes brancos, “que bom, veio!”, eu sorri e abanei a cabeça, ela olhou-me de alto abaixo, parou os olhos no meu volume, parecendo imaginar o que já vira, o caralho teso de 20 centímetros, grosso e ereto na boca da minha amiga, tentei não vacilar, e ela continuou, “está tanto calor meu querido, espero conseguir aguentar-me!”.
Ela sentou-se outra vez na espreguiçadeira e puxou-me para baixo para que eu me sentasse na outra mesmo ao lado, as pernas dela tocaram nas minhas, sem malicia ou intenção, um acaso, pareceu-me, mas que me obrigou a vê-la melhor, uma silhueta perfeita, umas pernas longas e esguias, uns seios do tamanho do interior de uma mão fechada, um cabelo loiro e longo, a pele levemente bronzeada, e uns lábios grossos que me fizeram tremer a maçã de adão.
O silêncio parecia comprometedor, não sabíamos como iniciar a conversa, as pernas dela abriram-se levemente, como um espasmo, um mero reflexo das circunstâncias, eu perguntei, “já foi ao banho, a água deve estar boa”, e olhei para a piscina apetecível, com o mesmo prazer de uma mulher muito desejada, ela disse, “ainda não, estava à tua espera”, notei um aumento de intimidade, como se uma porta estivesse a ser aberta pela primeira vez, e ela continuou, “oh meu deus, está tanto calor, estou tão suada”, e abriu ainda mais as pernas, quase exigindo que eu olhasse para o seu infortúnio.
E eu olhei, os meus olhos centraram-se na fenda do triângulo do bikini, e ela percebeu, deu-me uma pequena palmada na testa e disse, “mas, para onde o meu querido está a olhar?”, eu levantei os olhos, e ela deu uma gargalhada contida, “o meu querido está com fome?”, eu disse, “fome? não!”, ela insistiu, “está sim, está com fome de mulher?”, eu retribui o sorriso, não tinha dado conta que o meu caralho sufocava dentro dos calções, crescera e era ela agora que olhava para mim.
As mãos dela procuraram as minhas coxas, e ela disse, “puxe a cadeira mais para perto de mim”, eu fiz esse esforço levantando-me um pouco, o suficiente para que as mãos dela tocassem nos meus calções e no volume que os percorria de lado a lado, assinalando um rolo teso esmagado contra o meu corpo mas desejoso de ser liberto da prisão de tecido e elásticos que o prendiam.
Ocorreu-me de repente que eu ainda não tinha pensado no meu pai, ela também não tocara no assunto e talvez não fosse necessário, o que estava combinado era que o que acontecesse entre nós ficava entre nós, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “o teu pai viaja muito, ela nunca está cá, e eu sinto tanta necessidade de afeto”, antes que eu fosse dizer alguma coisa, as mãos dela saíram das minhas coxas, procuraram as minha mãos e puxaram-nas para as coxas dela.
Foi elétrico, o calor das coxas, a leveza da pele dela, inundaram-me os sentidos, ela abriu as pernas ainda mais, e ela disse, “faz-me falta afeto físico, carne contra carne”, as mãos dela apertaram-me as mãos, pressionando-as sobre o próprio corpo, ela disse, “fecha os olhos”, e eu fechei, ela continuou, “não digas nada por favor”, mantive-me calado e senti com surpresa a minha mão esquerda a viajar no ar e a poisar naquele centro de tecido branco, ela prosseguiu, “estou toda molhada”.
O meu dedo do meio percorreu a fenda de alto a baixo, eu sabia bem onde é que estava, acariciava lhe o clitóris por cima da tanga, e o desejo de querer mais, procurei o centro de prazer da mesma maneira que um cego hábil o faria, afastei o tecido e meti o meu dedo na cona dela até ao fundo a escorregar entre lábios apertados que vibravam com espasmos de prazer.
Ocorreu-me que as nossas decisões eram tomadas sem consciência, eram apenas ordens da carne, pensei, eu vou foder esta mulher daqui a minutos sem ressentimentos, remorsos ou questões, é apenas o desejo a falar e a ser cumprido, ela disse, “quero despir-me toda?”, com um gesto rápido ela retirou do corpo aqueles pequenos obstáculos à nudez total.
Ela olhou para mim como se faltasse qualquer coisa, olhou para os meus calções e puxou-os, eu deixei-os deslizar pelas pernas e o meu caralho saltou como uma mola, a libertar-se da dor que lhe era infligida pelas convenções da indumentária, as mãos dela percorreram as minhas coxas, apressadamente, um desejo de chegarem ao destino, prendeu o meu pau com as mãos e engoliu-o entre os lábios quentes.
Revisitei as memórias da noite anterior, e nunca pensei que a mulher do meu pai depois de assistir à minha amiga a chupar o meu pau, também ela estaria a fazer o mesmo umas horas mais tarde, puxei-a para o meu lado, e enquanto ela chupava o meu caralho, os meus dedos desceram pelo vale dela entre as pernas, e mergulharam no banho quente dos seus lábios mais íntimos, comecei a masturbá-la, acariciar-lhe o clitóris, uma febre atingia-me os olhos e a fronte.
Ela baixou-se mais, os seios tocaram nas minhas coxas, senti o roçar dos mamilos, como um castigo e um sacrifício, pedi-lhe que parasse, ela posicionou-se na espreguiçadeira, empinou o rabo delicadamente e suspirou, “fode-me amor, estou tão carente, come-me toda”, e montei-a como um cão monta a cadela, a minha verga grossa de 20 centímetros entrou nela e escorregou até ao fundo da cona, fechei os olhos e com o sol a bater-me na face cavalguei-a como um cowboy em direção ao horizonte.
Os gemidos dela dela era insistentes e contínuos, “ohhh foda tão bom, ai estou doida, humm”, continuei a martela-la por trás, num movimento continuo e ondeante, o meu pau entrava e saia nela, até que tremi, o meu limite aproximava-se, ela gritou, “ai amor que me venho toda”, foi um orgasmo simultâneo, a minha lava ejaculou dentro dela e ela veio-se também toda molhada, ela deixou-se cair na espreguiçadeira e eu em cima dela, e ali permanecemos em silêncio, à espera que a consciência acordasse.
Disse-lhe, “vou dar um mergulho”, a água fresca da piscina tocou em todas as minhas células e os meus sentidos vibraram duplamente de prazer, uma outra forma de realidade atingiu o meu cérebro, a água da piscina era mais azul, o sol mais quente, a relva mais verde e os contornos dos objetos inertes muito mais definidos.
Ela mergulhou de seguida, o corpo dela entrou na água e moveu-se como uma sereia, ela emergiu depois nas escadas, saiu a apertar o cabelo entre as mãos, e a água escorria pelos ombros, seios e pela barriga, e uma humidade brilhante entre as coxas, riu-se para mim e fez um sinal com o dedo, “vem”.
Eu fui, ela dobrou-se novamente sobre mim, e à espera, em silêncio, a desfrutar do acontecimento, não havia pressa, a casa estava vazia, éramos só nós, e os nossos corpos saciados, animais com desejo, o melhor agora não era fazer, o melhor era guardar, como se faz a um vinho ou a qualquer outra coisa que beneficia com o tempo, a mão dela acariciava o meu rolo grosso, devagarinho, e disse, “fica entre nós, querido, afinal amo o teu pai”.
Uns dias depois, o meu pai telefonou-me, “filho, espero que fiques contente com a novidade, vais ter um irmãozinho, a minha mulher está grávida, não me perguntes como!!”


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