BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

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Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

Já se tinha tornado um hábito deste Verão, as aulas tinham terminado, e eu e a minha namorada aproveitávamos ao máximo as férias escolares, tínhamos escolhido para começo dos primeiros dias uma praia fluvial, muito perto das nossas casas, e a nós juntavam-se normalmente uns amigos da terra, sendo que um deles, um dos meus melhores amigos, estava sempre comigo e com ela.

Com o meio-dia, vinham o calor, o sol, e a fome, e então fugíamos da praia e refugiávamo-nos na minha casa, normalmente eu, a minha namorada e esse meu amigo, onde comíamos qualquer coisa simples, e passávamos a tarde, umas vezes a falar, outras vezes a dormir, até que chegava a hora de regressar e estar mais umas horas a apreciar a sensação do Verão, da água da ribeira, sem fazer nada que não fosse gozar os benefícios da juventude.

O Verão para nós tinha começado em maio e em julho já os nossos corpos tinham um belo bronzeado, conseguido com algumas boas horas de exposição ao sol, coisa que para o meu amigo não se nota muito, sendo negro, diz ele, já nasceu bronzeado e assim fica todo o ano, diferente para a minha namorada, que para além da beleza do seu corpo, da sua figura torneada, tem aquelas marcas do bikini que viram a cabeça dos homens.

Na praia, quando tínhamos oportunidade de estar mais isolados, longe dos olhares indiscretos das outras pessoas, mesmo de amigos ou conhecidos com quem temos menos confiança, a minha namorada adora exibir o belo corpo que tem, as mamas pequenas mas rijas, o ventre liso e as pernas longas e bem desenhadas, e eu, não me importava, até gostava, quando ela se despia completamente, estando só eu e esse meu amigo a admirá-la em cada movimento que faz.

E se acontecia com ela, também acontecia comigo e esse meu amigo, um dia ele perguntara se eu não me importaria ou se eu ficaria desconfortável se ele também se despisse e eu disse que não, que não me importava nada, embora soubesse que para a minha namorada podia ser uma surpresa ou até um choque porque ele tinha uma piça enorme, que eu bem conhecia, mas, no fundo, eu sentia uma curiosidade de saber como é que ela reagiria ao vê-lo nu.

E por isso perguntei, num momento em que estávamos só nós os três, eu aproximei-me do ouvido dela e sussurrei baixinho, “querida, ele perguntou-me se eu me importava que ele também se despisse? O que achas? Importas-te?”, ela olhou para mim, e respondeu com um sorriso, “claro que não, não me importo nada”, e a partir desse momento, foi como se algumas barreiras invisíveis tivessem desaparecido entre nós, quase desejando nas escolhas que fazíamos, encontrar sítios isolados onde pudéssemos estar os três assim nus a gozar o sol e a natureza.

Para a minha namorada, o meu amigo era um total desconhecido, ele era um colega de escola e tinha vindo passar férias comigo, estava lá em casa até decidir ir embora, de maneira que, quando ela o conheceu, ao principio, achou estranho ele estar sempre na nossa companhia, mas depois ultrapassou, fizeram amizade um com o outro, e agora, quando o viu nu, foi como se alguma coisa mais tivesse acontecido.

Lembro, quando ela disse que não se importava e ele se despiu, tirou os calções de banho, e no meio das pernas, estava um caralho preto, de palmo e meio, ela olhou para ele e logo assim para mim e disse, “já viste o tamanho dele?”, eu olhei para o mei amigo para lhe dar a entender o que ela estava a dizer, ele riu-se e eu respondi, “gostava muito de ter um daquele tamanho”.

Os dias foram passando, e sentia-se entre nós uma ligação mais intensa, era-nos permitida algumas liberdades, podíamos até fazer perguntas intimas, e um dia, estávamos os três na praia, deitados nas toalhas, todos nus e ela perguntou a esse meu amigo, se ele tinha namorada, e ele respondeu algo que a surpreendeu, “sim, mas não é bem namorada, é mais um namorado”, ela abriu a boca, olhando para mim e para a piça dele, e ele continuou, “é mais um ex, atualmente estou sozinho”.

Na altura fiquei um pouco triste quando ele disse aquilo do namorado, parecia que a chama erótica que estava acesa apagou-se de repente, uma espécie de intimidade privada desaparecia, mesmo que fossem só desejos hipotéticos, daquele caralho preto a poder foder um dia, para ela essa possibilidade desaparecia, o de ter dois machos disponíveis e de repente contar só com um, ou seja, comigo, deixou-a menos elétrica e até menos feminina, até ao dia em que quando ela disse qualquer coisa sobre ele ser gay, eu respondi que não era nada disso, ele era um assumido bissexual.

E isso via-se, secretamente eu sabia que ele desejava a minha namorada, eu via que ele a olhava com interesse, o pau dele acusava mesmo isso, ficava teso e rijo e ele não o conseguia esconder, e foi por isso que a chama erótica que se tinha perdido regressou, um dia, para o provocar, sussurrei ao ouvido da minha namorada e pedi, “querida, faz-me um broche”, ela estava estendida na toalha, olhou para mim desnorteada, e respondeu, “és maluco, com ele aqui?”, e eu insisti, “não te preocupes, tenho a certeza que ele vai gostar, vai, amor, chupa-me o caralho”, ela olhou para ele, alguma coisa lhe passou pela cabeça, agarrou no meu pau, e eu via a boca dela a aproximar-se e a engoli-lo até ao fundo.

O meu amigo não desviou os olhos, durante alguns minutos ele e eu observámos os movimentos dela, ela chupava-me a piça como se ele não estivesse presente, o que ainda me dava mais tesão, o caralho dele tinha agora crescido até ao máximo e ele acariciava-se a si próprio a masturbar-se com o que via, a minha respiração e a dele estavam ofegantes, até que decidi fodê-la ali mesmo, e disse, “amor, para, salta para cima de mim”, ela respondeu, “não, amor, aqui não”, ela apontou para uns arbustos, levantou-se e correu para o matagal, eu fui atrás dela, deitei-me no chão e ela pôs-se em cima de mim, enterrou o meu pau na cona e começou a cavalgar freneticamente.

No meio daquilo tudo, ele veio atrás, a cena era tão intensa e erótica, ela movia-se sobre mim em ondas sucessivas, o traseiro dela rolava sobre as minhas coxas freneticamente, enquanto isso, ela percebeu que ele assistia, cada vez mais excitado, com as mãos a agarrar o próprio caralho, os olhos deles encontraram-se, e ela fodia-me como se ao mesmo tempo fodesse com ele, a dar-lhe também prazer pela sua exibição, pelo seu corpo feminino em ação, ele masturbava-se, ela lambia-se toda, até que senti que ela e eu, atingimos o limite, ela começou a acelerar ainda mais, a gemer quase a chorar, “aihmm hummm, ai, estou-me a vir, aihh”, ela contorceu-se para trás e eu sabia, ela estava a ter o orgasmo, quando eu também já me estava a vir, lançando a minha porra para dentro dela, e ele também, lançando jatos de leite para a frente.

Depois do sexo, com a tarde veio a indolência, os nossos corpos estavam quebrados pelo sol, quando decidimos regressar a casa, neste caso à minha, beber limonada, tomar um duche fresco, era esse o plano mais próximo, e tudo isso aconteceu mesmo, fomos depois os três para a minha cama, uma cama king-size, para ver televisão e ali estarmos a falar e a rir do que se passara na praia e de outras coisas quaisquer.

Eu e ele estávamos em tronco nu, vestido apenas com uns boxers, ele com uns calções caqui, e ela no meio de nós, vestida com uma túnica branca de linho, mal lhe cobria os seios nus, deixando os mamilos salientes à mostra, e cobrindo apenas uma parte das ancas, não sendo difícil imaginar que por baixo de tão pouco tecido, ela estava totalmente nua, estávamos a ver televisão, quando ele disse para o ar, como se falasse sozinho, “sabem o que gostava de ver? um filme pornográfico!”, a minha namorada virou-se para ele e riu-se, “não te chegou a pornografia que viste à tarde?”.

Ele riu também, e ela continuou, “eu reparei que estavas a masturbar-te! Eu dei-te assim tanto tesão?”, ele virou a cara para mim, como que a pedir consentimento pelas palavras ditas, “muito tesão mesmo, não sei mais o que dizer”, eu agarrei no comando da televisão, “é smart tv, devo ter um canal porno”, ela insistiu com ele, “achas o meu corpo bonito?”, ele respondeu, “muito bonito”, os olhos dele rolaram de cima a baixo pelo corpo dela, ela voltou a insistir, “queres que eu me dispa, para veres melhor? Afinal, já me vês toda nua na praia!”.

Eu tinha andado com o comando da Smart Tv à procura de canais, “pronto, já está”, ouviu-se na televisão uns gajos a foder, eu disse, “coitado, ele já te viu nua, mas não papou nada! comeu com os olhos”, antes que eu ou ele fossemos dizer mais qualquer coisa, ela tirou a túnica do corpo, e num segundo, estava toda nua na cama entre mim e ele, ela deu então um gemido, “aihm foda-se, estou tão excitada, só me apetece é foder”, abriu as pernas e começou a acariciar-se sozinha, as mãos dela deslizavam nas pernas, vinham pela barriga acima, apertavam os seios, deixando os mamilos presos, e depois sussurrou ao ouvido do meu amigo, “tira os calções, deixa-me ver esse caralho preto”.

Ele obedeceu, os calções desceram pelas pernas abaixo, a piça preta saltou nervosa e tesa, desta vez era eu que estava de fora, e a minha excitação era tanta como a dela, ela prendeu o pau na mão, levantou-o e meteu-o na boca, como se fosse já um ato natural dela, chupar o que podia antes de ser penetrada, os meus olhos viam tudo como num filme, ele virou a cara para mim com os olhos turvos, ela estava a fazer um bom trabalho, se havia coisa que ela fazia bem era um broche, descia a língua pela piça, e subia a deixar um rastro de saliva, ele gemia, “aihm foda-se és mesmo boa, foda-se”.

Achei que ele podia estar assim horas, a ser chupado por ela, isso não faria qualquer diferença, mas ela estava ansiosa, a cona brilhava de tesão e desejo, saltou para cima dele e sentou-se na piça até ao fundo, o corpo dela era lindo, um traseiro magnifico, que dançava agora em bom ritmo, a piça preta entrava e saía, e eu sentia, ela estava a adorar a foda, como se fosse a primeira que dava, ela gemia a procurar a minha boca, “aihm querido, aihmm, foda-se, estou louca, adoro este caralho, aihmm”, e continuava a cavalgar sobre ele.

Ela saiu de cima dele, virou-se para mim, “estás a gostar, querido?”, eu ia dizer que sim, mas ela prosseguiu, “aihm caralho estou tão excitada, tanto tesão, amor”, ela virou-se de costas para cima e ele subiu para ela e começou a montá-la, como um macho a foder uma cadela, ela gritou, “aihm, humm, querido, aihmm, parte-me toda, aihmm”, ele começou furiosamente a bater por trás, pancadas das ancas batiam nas nádegas dela, e a piça preta, eu via, entrava presa nos lábios da cona, “aihm , amor tão bom, não estás chateado com a tua namorada, querido”, eu respondi com um beijo, e sussurrei ao ouvido, “não, eu estou a adorar”, o meu pau também estava teso, e num momento eu sabia, eu ia explodir, e a porra que eu tinha guardada ia sair.

Eu vi, ele tinha parado, ela fixou-se em mim, e eu percebi, a piça preta procurava o ânus, ela puxou-me pelo pescoço, e disse, “aihmm, querido, ele vai comer o meu cu, querido, aihmm”, a cabeça deve ter entrado, o corpo dela contorceu, não sei se de dor ou de prazer, ela gemeu, “humm, aihmm, o meu cu”, ele fez mais força e eu sentia nos espasmos que dava, a piça preta entrava nela, eu dizia, “querida, relaxa, está quase, relaxa”, ela gemeu, “aihm foda-se, aihmm, ele parte o meu cu todo, amor, aihm foda-se”, olhei por cima, olhei para o meu amigo e dava para ver, a piça preta agora está toda lá dentro, ela fechava os olhos, e caía algures de uma nuvem, quando ele começou a movimentar, em batidas cadenciadas, a penetrar-lhe o ânus até ao fundo.

Já só me lembro dele a tremer e a urrar quando se veio dentro do cu dela e a inundou de porra que saía e escorria pelas nádegas abaixo, e partir daí, lembro-me do dia seguinte, estávamos na praia nus, a foda do dia anterior já era uma lembrança, quando ela se vira para nós e diz, “acho que sou uma insatisfeita por sexo, se calhar vou precisar de dois homens para sempre”.

Ela não era mulher de um homem só, e por isso imaginei a minha namorada casada e com filhos de um homem qualquer, e certamente com outro ou outros para a entreterem também

Porque é que me sinto uma cornuda?

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Porque é que me sinto uma cornuda?

Não queria acreditar na história, embora fosse bastante normal, soube dela através da minha mulher, que por sua vez soube através de outra que lha contou, talvez fossem apenas rumores ou fofocas, poderá alguém dizer se é mesmo verdade? Quanto a isso não sei, mas pela forma que foi contada, podemos talvez confiar que é uma situação real.

Não posso dizer que a Marilia e a Mafalda são amigas da minha mulher, diria antes que são apenas conhecidas dela, mas por alguma razão desconhecida, talvez por causa da beleza tranquila da minha mulher, fazem dela sua confidente, como se fossem ao confessionário, irritando-a muito quando a tratam por “Dona”, como se fosse uma mulher mais velha, ou, acredito eu, muito mais sábia.

Quanto a mim, eu mal as conheço, são pessoas que vejo no café, ou algumas vezes no mercado local, posso dizer com segurança, são duas mulheres muito bonitas, e muito agradáveis, algumas vezes vejo-as juntas, a Marilia acho que é casada com um taxista chamado Mateus, e a outra, a Mafalda, vive junta com um mecânico, esse eu conheço bem, que não podia ter um nome mais adequado, que é o de Ferro.

E a história começa com o que a Marilia disse à minha mulher, pedindo segredo e silêncio sobre tudo, e contava ela: “Dona Ângela, acho que é desta que me vou divorciar, acho que tive um bom casamento com o Mateus, sempre fui uma boa mulher para ele, nunca o traí, podia ter fodido com muitos outros homens que me desejavam, mas nunca fodi, mas agora descobri uma coisa sobre ele, e não sei se vou aguentar.

Eu sei que é uma coisa que pode acontecer a uma mulher, muitas mulheres descobrem tarde coisas que não nos passam sequer pela cabeça, embora eu tivesse algumas suspeitas, há muito tempo que o meu marido não me fodia, já nem sabia se há meses ou mais tempo, acreditava que ele estava a passar por uma fase, eu perguntava porque razão ele chegava tão tarde a casa, ele respondia, "querida, estou com o meu amigo Ferro na oficina, estou quase a ir", e eu cá na minha ideia, comecei a duvidar se era mesmo verdade, ou se ele não me andava a encornar com uma gaja qualquer.

Essa minha desconfiança aumentou quando uma vez fui arrumar a garagem e encontrei umas roupas femininas, um tanto ou quanto estranhas, pareciam-me daquelas que se compram nas sex-shops, roupa de empregada de hotel ou de enfermeira de hospital, daquelas que algumas putas usam para representar papéis sexuais, saias muito curtas, tops apertados, lingeries pretas e vermelhas, até chicotes para vergastar, o que me fez pensar, isto só podia ser obra do meu marido, e o que andaria ele a fazer?

Ele chegava a casa, muitas vezes a horas em que eu já estava deitada, ele ia para a casa de banho, tomava um duche rápido, e quando se deitava, dava-me um beijo e dizia, “hoje estou muito cansado”, eu perguntava, “mas estiveste mesmo com o marido da Mafalda?”, ele respondia, “sim, querida, ficamos os dois a conversar”, e eu insistia, “mas todos os dias até tão tarde, amor?”, e ele continuava, “ele e eu perdemos a noção do tempo, querida”.

Com essas respostas, assim tão evasivas, a minha intuição dizia, “ele anda a enganar-me com uma puta qualquer”, lembrei-me da roupa feminina que encontrara na garagem, era ainda um segredo meu, não tinha falado disso com o meu marido, aumentavam-me as dúvidas todos os dias, ele estaria mesmo com o marido da minha amiga?, um homem que eu achava rude e grosseiro, muitas vezes ele vinha ter comigo e ao mesmo tempo que apertava o volume do caralho com a mão, dizia-me coisas como, “és capaz de ser uma boa foda! Comia-te esse cu! O teu marido, costuma comer esse teu cu?”.


Claro que eu não respondia, o Ferro fazia isto às escondidas, a minha amiga Mafalda não sabia, e eu seguramente também não lhe contava, achava que ele só queria mostrar que era macho, fazia aquele papel de força, com muitos pelos no peito, que tinha uma piça grossa, o que não tem nada a ver com o meu marido, que é um homem muito mais delicado.

Uma tarde, já quase noite, o meu marido não chegava, comecei a imaginar que ele estava com uma mulher, ele não me fodia, eu andava totalmente nua na casa, mas sentia uma certa indiferença, liguei para a minha amiga para saber se ele estava com o marido dela, se isso era ou não mesmo verdade, quando ela responde, “olha amiga, não sei, eu também acho que ele me anda a trair, sempre que eu pergunto, ele diz que está com o teu marido, quem sabe andam os dois a foder umas putas, sabes como são os homens, é costume protegerem-se uns aos outros.

O problema adensava-se, afinal as dúvidas não eram só minhas, a minha amiga dizia, “ele na oficina tem lá uma espécie de segunda casa, às vezes quando tem coisas para acabar no serviço, dorme lá e só aparece no dia seguinte, mas agora acho que não é isso, eles devem andar a levar putas para lá, e andam por lá a fodê-las antes de regressarem a casa”, e isso fez-nos a nós decidir ir até lá à oficina para saber o que se estava a passar, e, quem sabe, apanhá-los em flagrante no ato.

A oficina é um espaço grande na entrada onde estão os carros em reparação e todas aquelas ferramentas, e só lá mais ao fundo, a seguir a uma porta mais pequena é que há um quarto, uma pequena cozinha, e uns lavabos, eu e a Mafalda entrámos com uma chave dela, percorremos a nave maior, fomo-nos aproximando cada vez mais, ouvíamos vozes a falar, e nuns segundos em que tivemos à escuta, tínhamos a certeza, não ouvíamos vozes femininas, por isso só estavam ali os nossos maridos.

Olhámos uma para a outra, a nossa figura era um pouco ridícula, agachadas atrás de uns carros, as duas a espiar os nossos maridos, tentávamos decidir se íamos embora, ou se lhes pregávamos um susto, quando ouço a Mafalda a sussurrar, “já que aqui estamos vamos ver o que eles estão a fazer”, ela fez-me sinal para a acompanhar, caminhámos agachadas até uma escada, e ela voltou a sussurrar, “subimos esta escada e há ali uma janela que se vê o quarto e vamos poder ver o que eles estão a fazer”.

Ela tocou-me com um dedo nos lábios e insistiu, “não podemos é fazer barulho”, e agora conto algo que queria ter esquecido, quando ela me tocou nos lábios acendeu-se em mim um desejo, olhei para ela, agachada de cócoras como eu, ela vestia um vestido curto e consegui ver que estava nua por baixo, como se tivesse vestido a roupa à pressa por causa de alguma urgência, percebi que estava excitada, via-lhe os lábios da cona húmidos e um tufo de pelos por cima, ela percebeu e disse, “não ligues, ando muitas vezes assim, gosto de sentir a minha cona fresquinha”, e deu um riso pequeno.

Ela fez sinal, começámos a subir a escada até à tal janela, olhámos para dentro do quarto, e não sei como o dizer, ficámos sem palavras, olhámos uma para a outra, tentávamos absorver a nossa incredulidade, não podia estar a acontecer, o meu marido estava vestido de mulher, com uma espécie de farda qualquer, e o marido da Mafalda estava todo nu, com o caralho teso e o meu marido a chupar.

Estávamos petrificadas com a cena a que assistíamos, não sabíamos o que pensar ou o que fazer, restava-nos observar, a minha amiga sussurrou no meu ouvido, “já viste, estes paneleiros, o que estão a fazer?”, olhei melhor para o meu marido, vestia aquela roupa de coquete, e por baixo não tinha nada vestido, via o caralho dele e o traseiro nu, a imaginar o que ainda ia suceder, e via a piça tesa do marido da minha amiga, imaginando o quanto ela devia ser feliz por ser fodida com aquele pau grande e grosso.

O meu marido engolia o pau dele com alguma sofreguidão e não sabia se devia sentir alguma vergonha por o meu marido estar no papel de submisso, enquanto o marido da minha amiga se preparava, talvez entre as muitas dezenas de vezes que já o tinha feiro, de o foder mais uma vez, talvez não sentisse esse sentimento de maneira tão forte se fosse o meu marido a estar na outra posição, eu respondi à minha amiga, “são mesmo paneleiros”, e antes que ela dissesse alguma coisa, “há meses que o meu marido deve andar a levar no cu do teu marido”, ela soltou um espécie de sorriso e acrescentou, “não sabes, temos de ver mais, se calhar comem o cu um do outro”.

Não respirávamos sequer, eles não podiam aperceber-se que estavam a ser observados, ouvi o que a minha amiga dissera, mas não acreditava, entre os dois homens não existiam dúvidas, o marido dela era o macho, e o meu a mulher submissa que o satisfaz, o meu marido mexia a língua a lamber o caralho do marido da Mafalda, as nádegas dele a gingarem, em músculos e tendões rijos, a forçar-lhe a boca até ao fundo, e a ver-se na cara dele, eram só preliminares, aguardavam o momento certo pelo prato mais desejado, que seria o traseiro do meu marido.

Aproximei-me da face da minha amiga, puxei-a para baixo da janela, como se quisesse confiar-lhe um segredo, e disse, “estou excitada de vê-los, não devia estar?”, ela aproximou-se da minha boca, senti o hálito doce, e uma espécie de desespero quente, e disse, “também eu”, ela abriu as pernas, agarrou na minha mão, “vê, sente, vê como estou”, a minha mão tocou-lhe nas coxas, desceu até à cona, senti que estava húmida e tesa, o clitóris intumescido, ela voltou ao meu ouvido, “estou com tanto tesão que não consigo explicar”.

Ela estava tão em cima de mim, e perguntou, “e tu? Não estás com tesão?”, e antes que eu respondesse alguma coisa, a mão dela também procurou as minhas coxas, desceu até à minha cona e encontrou a minha lingerie, o meu sentimento era ambíguo, sentia prazer da mão de uma mulher como ela a entrar em mim, mas também uma espécie de prazer prometido, entre os mamilos tesos como rebites da minha amiga e a piça do marido dela, eu queria os dois.

A mão dela estacionou na minha lingerie, acariciava o meu clitóris, ela sussurrou, “tira as cuecas”, e não ofereci resistência, com um movimento elas saíram pelas pernas e a mão dela entrou mais fundo, “estás como eu, toda molhada”, e foi quase involuntário, eu e ela demos um beijo na boca, antes de decidirmos voltar para a janela, a nossa missão era outra, via o caralho do marido dela, comprido e grosso como pedra, a sair da boca do meu marido, molhado em saliva realçava o tamanho da cabeça cor violeta.

O marido da minha amiga virou o meu marido, colocou-o na posição de quatro, eu antecipava o que ia acontecer, e tinha curiosidade, como é que ele ia reagir, o marido dela dobrou-o sobre a cama, eu e a minha amiga víamos bem as nádegas do meu marido, o Ferro abanou a piça, apontou-a ao ânus enrugado e oferecido do meu marido, e enterrou a cabeça no cu dele, ele contorceu-se para cima e, foi como se aquele caralho entrasse na minha cona, ele começou a montá-lo, em cima dele empurrou a piça mais para dentro, o meu marido contorceu-se ainda mais, ouvia-o a gemer, “aihmm, humm, foda-se!! mete todo, parte-me o cu todo”.

Da janela, eu e a Mafalda assistíamos a tudo, era como um filme, ao principio a surpresa dos nossos maridos a foder um com o outro, tinha desaparecido, em vez dela, aparecia um desejo novo, apertei a Mafalda contra o meu corpo, e disse, “adoro a piça do teu marido”, o caralho do marido dela penetrava o cu do meu marido em ondas sucessivas, entrava e saía, ele soltava gemidos, “aihmm, aihhh" bem alto, de onde estava via-lhe o traseiro, o caralho e os colhões do Ferro, o ânus a ser bem aberto, com o meu marido a gemer, "aii aii mais devagar".

A minha amiga correspondeu ao que eu dissera, “o meu marido é uma boa foda, depois de saber que é paneleiro posso pô-lo de castigo, depois disto, vou obrigá-lo a foder-te, gostavas?”, a minha reação foi quase absurda, a minha mão meteu-se no meio das pernas dela, dois dedos meus mergulharam na cona, e eu disse, “claro que gostava, estes paneleiros vão ter de aprender a respeitar-nos”, a mão dela também foi ao meu encontro, ela começou a masturbar-me, e sussurrava ao meu ouvido, “acho que estamos doidas”, eu perguntei, “porquê?”, respondeu ela, “o meu marido está a comer o cu do teu marido, e eu estou com vontade de te comer a ti”.

Acho que nos beijamos, olhei para baixo e vi, o marido dela Virou o meu para cima, peito contra peito, o caralho dele entrou no ânus do meu marido, e começou a fodê-lo como se fosse sua mulher, entrava teso e rijo, a arfar da força exercida, as nádegas fortes a recolher, molas a saltar a disparar, o meu marido a gemer "aii foda-se!! não estou a aguentar mais, vou-me vir, aihm foda-se”, as bocas deles a tocarem-se, aquela piça a não parar, "aiii foda-se, és um tesão", eles dois a estremecer, a virem-se agarrados um ao outro.

Tinha chegado a hora, não tardaria muito, eles regressariam a casa, iriam dar-nos a mesma desculpa de sempre, tinham estado um com o outro, o que até era verdade, nós saímos da oficina, corremos para o carro e tomámos o caminho de volta, no caminho a Mafalda pediu-me, “estaciona aí, temos de falar, sobre o que vamos fazer”, eu entrei por um caminho, e parei, olhei para ela no escuro, “o que achas que devemos fazer?”.

Ela riu-se, “ficaste fodida de ver o teu marido a levar no cu e com aquelas roupas?”, eu respondi, “um pouco, já devia ter adivinhado, acho que ele sempre se sentiu atraído por homens”, e depois continuei, “mas gostei de ver o teu marido, sabias que ele sempre foi um pouco rude comigo?”, ela abriu os olhos de dúvida, e eu prossegui, “o teu marido já me quis foder várias vezes, eu é que disse que não, por lealdade”, ela mostrou os dentes, “ e agora?”, eu sorri, “agora vou aceitar, com a tua autorização claro amiga, devíamos partilhar a piça do teu marido, é dessa maneira que eles vão aprender”.

E o que estava para acontecer, teríamos de combinar, uma coisa era certa, não nos íamos separar.

O que encontra quando espera por avião

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O que encontra quando espera por avião
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Férias ao sul com a mãe da amiga!

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Férias ao sul com a mãe da amiga!
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Tocou-me à campainha!

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Tocou-me à campainha!

Talvez devesse perguntar-me se alguma vez me lembro, ou se alguém se lembra, de como as coisas boas ou más normalmente começam ou se atravessam na nossa vida? Talvez seja uma pergunta que se faz a meio do caminho ou já no fim, ou perto do fim, quando depois da turbulência dos mares e das marés da vida, já não faz sentido perguntá-la.

Apenas se diz, sim, podia ter sido diferente, podia ter tido mais cuidado, ser mais previdente, mais avisado, mais cauteloso, mas, pois, a memória de nada fazer, de não experimentar algo, talvez também tenha um inicio.

Coisa que não me incomodava, preferia não iniciar nada, não participar em nada, não observar nada, prosseguir uma vida silenciosa e anónima, sem emoções, sem sentimentos, sem escolhas, a frieza desse não sentir nada, desse vazio interior, traduzia-se em calma do meu espirito e no plano alinhado do que seria a minha existência.

Mas as coisas mudam, independentemente da nossa vontade, e foi quando um dis, ou melhor, já seria quase noite, tocaram à campainha da minha casa; o simples facto de tocarem à minha campainha incomodava-me, os tempos tinham mudado e se alguém queria falar comigo, contatar-me que mandasse uma mensagem texto no W ou por qualquer outra maneira. Já ninguém usa campainhas de porta e se usam tenho sempre algumas reticências em abrir a porta para ver quem é.

Costumo gritar junto à porta, “quem é? caralho? vão-se embora, vão vender a vossa merda para outro lado, foda-se”, e quase sempre tenho sucesso, há vizinhos que nunca conheci apesar de viver aqui há mais de 20 anos, e penso que eles já compreenderam que a minha empatia para relacionamentos é quase zero.

Mas desta vez fui ver, olhei pelo olho mágico da porta, e reconheci uma rapariga, ou pareceu-me reconhecer, era a jovem que a puta da minha irmã estéril adotara para ela não se sentir tão inútil e esvaziada de maternidade, queria ter uma filha e foi buscar esta ainda criança a um lar juvenil, ou o que era aquilo.

Não percebi o que ela fazia ali, á minha porta, a tocar no caralho da campainha, eu não a vira mais do que meia dúzia de vezes, mas abri a porta, e perguntei, “o que estás aqui a fazer?”, olhei primeiro para ela e depois para o chão, estava ali um saco com roupas, ela disse, “olá, tio! quero pedir um favor grande”, e depois continuou, como se eu já esperasse algo inevitável, “tio, se me deixavas viver aqui, uns dias só, talvez”.

Olhei para ela, depois para o interior de casa, procurava saídas, e perguntei, “e a casa da tua mãe?”, ela respondeu, “a mãe pôs-me na rua, não tenho onde viver, tio”, eu pensava, “foda-se!!”, abri mais a porta e disse que entrasse, a minha voz carregava a exigência de uma avaliação, talvez também tivesse que a mandar para a rua, ela foi para o sofá e eu sentei-me no cadeirão em frente, que eu chamo o meu cadeirão dos pensamentos.

Não sabia por onde começar, talvez pelo aspeto físico dela, ela teria 16 anos ou quase, pensei, bonita, com um rosto que transparece personalidade, individualidade, mas também loucura, o cabelo caía em cachos, descuidados, os lábios grossos, o busto dentro de um top apertado, que faziam sobressair dois seios que cabem na palma da mão e uns mamilos espetados naturalmente, e naturalmente excitados.

Fui descendo os olhos por ela, uma saia curta, talvez até curta demais, pensei, “parecia pouco normal, as jovens de hoje só gostam de calças”, as coxas bem torneadas saiam debaixo daquele tecido minúsculo, numa perfeição inusitada pelas pernas até aos pés descalços dentro de umas chinelas de Verão.

Ela podia chamar-me tio, mas eu e ela sabíamos bem, a nossa ligação de sangue era nula, e a emocional ou da ficção familiar tinha o mesmo valor, ou seja nada, e o que eu via era uma mulher jovem, um concentrado de hormonas pronto a explodir, eu perguntei, “o que fizeste para a tua mãe te pôr na rua?”, ela respondeu, “ela diz que eu só penso em sexo”.

A minha garganta secou por segundos e tive que a molhar com saliva fresca, “sexo? como assim?”, ela prosseguiu, “ela não gosta que leve rapazes para casa”, ela moveu as pernas, traçou uma em cima da outra, e depois, como essa posição era desconfortável, voltou a tirá-la e abriu as duas de par em par, por segundos, não sei, talvez uma ilusão de óptica, uma criação da mente, vi no meio um tecido branco que guardava algo inchado.


Eu disse, “pois eu compreendo isso, porque levas os rapazes? não me faz sentido”, ela riu-se talvez da minha ingenuidade, e continuou, “ora, tio, para foder, claro, que outra razão eu teria?”, eu sentia-me surpreendido, a minha irmã era daquelas mulheres secas, perguntava-me se ela ainda seria virgem, e ter a filha em casa a foder com gajos, não devia ser a coisa mais agradável.

A minha avaliação tinha de prosseguir e agora não havia volta a dar, ou ela ia já embora e não era aceite, ou para ficar eu teria de ir ao fundo desta questão, “mas ouve lá, a tua mãe estava em casa?,” ela perguntou, “quando eu estou a foder?”, eu abanei com a cabeça, ela prosseguiu, “sim, algumas vezes, outras não”, eu continuei, “mas é um namorado? ou são mais?”, ela respondeu, “tio, não gosto de namorados, gosto é de foder”.

E como se a resposta estivesse incompleta, “sim, tio, já fodi com muitos, alguns assim como tu, mais velhos, gosto de foder com homens mais velhos”, eu olhava para ela como se estivesse petrificado, tinha perdido a sensibilidade do meu próprio corpo, e estava a reavê-la aos poucos, também eu apertei as pernas porque senti que estava com a piça tesa, embora a consciência repetisse de que não devia, era uma sobrinha de faz de conta, mas era.

Não sei bem porque a deixei ficar, é como eu disse ao principio, não sabemos como as coisas começam, eu disse, “podes ficar, mas ... “, não tinha mais palavras, vi na face dela um sorriso de alivio, mas também de promessa, “obrigado, tio”, ela levantou-se em direção ao quarto de hóspedes, deu-me a oportunidade de olhar para a forma do rabo dela, e recostar-me no cadeirão dos pensamentos, “foda-se! Se ela trouxer gajos para foderem com ela? Como vai ser?”.

As coisas pareciam correr bem, falei com a minha irmã, coisa que fazia raramente, ela contou, “é todos os dias, ela é insaciável, vi de tudo, ela a chupar caralho, a levar na cona, no cu, a minha filha só pensa em caralho”, eu tentava imaginar essas situações, “eu já não aguentava, mas depois o limite foi quando ela disse que era inveja minha, que eu também queria caralho, mas não tinha coragem de admitir”.

Claro que eu sorria para dentro quando ela dizia isso, eu podia ser um celibatário que só fazia sexo muito raramente, e claro sempre a dinheiro, mas a minha irmã era um extremo do puritanismo, que a tinha apanhado numa curva da vida e lhe negara, não por opção, mas pela sua própria natureza, esses prazeres da carne.

Eu devia saber, não era que não me tivesse convencido de que aconteceria, um dia quando cheguei do trabalho, ouvi uns ruídos estranhos vindos do quarto de hóspedes, aproximei-me silenciosamente, ela nem se preocupara em fechar a porta, um gajo negro ou meio mulato, fodia a minha sobrinha por trás, e eu via um enorme pau grosso entrava e saía apertado nos lábios da cona, ela gemia, “ai, foda-se, fode-me mais, parte-me toda, humm, ahimm”.

Não vou negar o momento pareceu-me idílico, como se eu estivesse a ter uma experiência sensorial única, animal, terrena mas ao mesmo tempo mística, o pénis grosso entrava para dentro dela com uma fúria masculina que crescia ainda mais, ao som dos gemidos dela, e eu via que ela se contorcia de prazer, e que ele estava próximo do limite, começou a tremer e logo a seguir, a largar um jacto de porra quente a escorrer translúcido pelas nádegas dela.

Achei que seria o momento ideal para me sentar no meu cadeirão e aguardar, ouço-a falar no quarto, a rir-se de prazer, numa espécie de obrigado informal, ela passou pela sala e teve quase um susto ao ver-me, mas continuou inabalável até à porta a mandar o mulato embora, e a dar-lhe um beijo na face, regressou e sentou-se no sofá à minha frente.

Pensei se ela tinha reparado que estava toda nua à minha frente, eu procurava palavras na minha cabeça, ela perguntou, “gostaste de ver?”, eu olhava para ela, para os seios nus, os mamilos como amoras, as pernas abertas e um certo brilho no rosto e no meio das coxas, não conseguia deixar de imaginar a piça preta a fodê-la, ela continuou, “se tivesses chegado mais cedo, tinhas visto eu a chupar o caralho dele”.

Ela tomou o rumo dos acontecimentos, “eu vi-te a ver-me a ser fodida, o meu tiozinho, estava a adorar”, eu pensei no espelho, nem me tinha ocorrido, eu perguntei, “fizeste de propósito, estás a testar-me?”, ela prosseguiu com um tom de irritação, “tu não fazes nada, estou aqui há um mês e não vejo da tua parte, um comentário, nada”.

Estávamos certamente a ter a nossa primeira discussão, quase parecia um daqueles arrufos de namorados, tentei reviver a passagem do mês desde que ela entrara na minha casa, ela sempre fora descontraída e eu, digamos, tinha-me habituado a vê-la praticamente nua depois do banho, ou aparecia-me no quarto de cuecas e com os seios à mostra, de manhã, à tarde e à noite, a caminhar pela casa, até a ouvi-la a masturbar-se.

Eu disse, “o que queres que eu faça? Só não gosto que tragas homens para aqui, pelo menos, sem eu saber, ou sem estar preparado”, ela riu-se, num esgar de gozo, “e se souberes? E se eu disser que vou engatar um gajo num bar?”, ela continuou, “e queres vir comigo, podemos ir os dois, eu e tu, e trazemos dois gajos, um para mim e outro para ti”, eu ia dizer qualquer coisa como, “o que queres dizer com isso”, mas ela continuou, “eu acho que gostas de homens, de levar no cu, és como a tua irmã, querem muito uma coisa mas não têm coragem”.

Eu ouvia, e pensava, não é que não tivesse pensamentos homossexuais, de homens a penetrar-me, mas não era uma inclinação definitiva, as mulheres excitavam-me mas eram um pouco como ir a um ginásio, ou fazer uma caminhada, era uma coisa estética ou uma espécie de tratamento físico, esvaziar os testículos era o objetivo único, e se alguma coisa me tinha excitado de verdade era ver a minha suposta sobrinha a ser fodida.

Ela levantou-se do sofá, “vou tomar um banho e vou sair, acho que ainda não estou satisfeita”, aproximou-se de mim, perto para a poder cheirar, abraçou-me e disse, “vamos os dois passear pela cidade”, menos de uma hora depois os dois estávamos num bar, homens aproximam-se de mim e perguntam, “é tua?”, eu respondo, “é, por enquanto, podemos sempre divertir-nos”.

Minha primeira vez com trans

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Minha primeira vez com trans

Eu e a minha irmã ao termos uma diferença de idade de cerca de dez anos, sendo eu o irmão mais velho, era como termos nascido e vivido em planetas diferentes, a educação que eu tinha tido era um abismo daquela que tinha sido recebida pela minha irmã.

A minha educação fora autoritária, presa a valores da época, ou pelo menos, daquilo que era entendido como tal, para mais tarde, cerca de uma década, ser radicalmente diferente com a minha irmã, ao dar para ver que até os pais, que tinham uma rigidez moral inabalável, a terem flexibilizado à medida da flexibilização da própria sociedade.

Naquela época ser gay, ou paneleiro, como se diz na minha terra, era com certeza uma coisa estranha que dava logo para afastamento da herança, senão mesmo coisa pior, como ser posto na rua e ter de ir viver para a rua, o mesmo se passando em outras circunstâncias, como seja darmo-nos com putas, em particular aquelas mesmo muito putas, desculpando-se toda a boa mulher, aquela mulher que tem graça, essa não pode deixar de ser puta, e isso assim tinha um certo perdão.

Com a minha irmã, tudo isso mudou, desde poder ser lésbica, sem qualquer tipo de censura, andar com putas ou paneleiros, os meus pais que evoluiram, passaram a aceitar qualquer tipo de comportamento, diziam eles, que era o ar dos novos tempos.

Tudo isto para dizer que a minha irmã um dia apareceu lá em casa com uma amiga, dava para perceber que ela tinha alguma coisa de invulgar, atraia o meu olhar de tal maneira que eu me questionava, tinha um certo ar masculino, quase viril, as coxas grossas, uma espécie de musculatura, mas ao mesmo tempo intensamente feminina, de uma menira que nunca tinha acontecido, de eu interessar-me pelas amigas da minha irmã.

Uma, duas, três vezes era apareceu lá em casa e eu ia deixando tudo o que me ocupava, só para ter a oportunidade de a ver e forçar que os nossos olhos se trocassem, e o tesão que ela me dava era tão forte, que eu acho, fiquei obcecado de a tentar foder.

Um desses dias, a minha irmã veio ter comigo e disse, “não podes estar fixado a mirar a Fábia, a minha amiga pode estar a sentir-se incomodada com a tua atenção”, eu confidenciei logo à minha irmã, “a tua amiga está-me a deixar louco”, e era verdade, eu olhava para a Fábia, as pernas esguias, o tronco forte, as nádegas poderosas, a pele muito branca, a boca tão redonda e carnuda, eu imaginava o meu pau a ser chupado por ela, e montado nela a comer-lhe a cona.

A minha irmã insistiu, “deixar-te louco como?”, eu respondi, “só penso em fodê-la, podias falar com ela, gostava de a ter no meu quarto”, a minha irmã sorriu, não era bem uma gargalhada, era mais um esgar da boca, ela aproximou-se da minha orelha, pensei, devia ser importante para ela fazer aquilo, e ela disse, “meu irmão, a Fábia é trans, meu irmão”.

Eu abri muito os olhos, não estava a perceber nada, ela prosseguiu, “ela já foi Fábio, já foi homem”, eu devia estar com cara de parvo, “trans, como? Queres dizer travesti?”, ela respondeu, “não, travesti não, é só um homem que se veste de mulher, a Fábia é mais do que isso, ela sente-se mulher e vive como mulher”, eu mantinha a curiosidade, “mas mulher, como?”, a minha irmã resolveu o dilema, “irmão, ela só pode dar-te o cu, não tem vagina, compreendes, mas posso-te garantir, no lugar da vagina ela tem um pénis enorme, eu já vi”.

Por momentos achei que a minha obsessão tinha desaparecido, a minha maneira de estar não aceitava estas coisas, a ideia de comer um cu de um homem fazia-me confusão, e durante uns dias, o fogo interior, o tesão que ela me dava, parecia ter-se apagado.

Durante semanas talvez, eu via a minha irmã e ela a entrarem em casa, depois desapareciam para o quarto e eu punha-me a imaginar se ela e a minha irmã tinham alguma relação e se não andariam as duas a foder, o que me deixava ainda mais excitado, ao imaginar o pau dele bem teso a penetrar a cona da minha irmã.

A obsessão começou a voltar. Ela podia ter um caralho, mas era extremamente feminina, ao ponto de parecer ainda mais feminina que as mulheres, umas vezes usava uma saia curta, outras vezes um vestido de Verão solto, um calções curtos que lhe favoreciam o rabo, uma noite ao deitar, adormeci a sonhar com o meu pénis a entrar-lhe no cu, e ela a gemer de prazer, a vir-me no cu dela.

Só que agora tudo seria mais dificil, a minha irmã sabia que eu era heterossexual e a ideia de ter uma relação intima com um homem, não lhe passaria sequer pela cabeça, e depois eu não queria nenhuma relação profunda, eu só queria que ela passassse um tempo comigo para eu comer-lhe o traseiro.

Podia falar com a minha irmã, dizer-lhe para ela passar a mensagem que eu estava louco por ela, ou ser eu mesmo a aproximar-me dela e tentar conseguir alguma coisa, e achei que o melhor mesmo era esta última, de maneira que esperei como o leão a aguardar pela presa e um dia consegui, ela bateu à porta de casa, a minha irmã não estava e eu quase a empurrei para o meu quarto.

Claro que ela achou estranho, ou melhor, pensei, ela devia de estar habituada a pedidos como aquele que estava na minha cabeça, e decidi avançar, “sabes, eu já disse à minha irmã que estou obcecado por ti”, ela riu-se, “obcecado como? acho que já sabes que é impossivel termos uma relação”, mas eu não desisti e fui direito ao assunto, “adorava foder contigo!”.

Ela rodou a cabeça adorável, apalpou o colchão da cama, e depois disse, “tu és heterossexual, eu sou como uma mulher, mas tu podes não entender assim”, eu olhei para as pernas dela, estavam escondidas dentro de um vestido justo, as nádegas salientes reforçavam o meu desejo, eu disse, “deixa-me ser eu a pensar nisso, eu quero muito penetrar-te”

Ela pareceu estar a pensar na proposta, “e se a tua irmã sabe?”, eu respondi rápido mesmo sem dar um sentido ao que ela dissera, que teria a minha irmã a ver se eu e ela fodemos, “Fábia, querida, ela não precisa de saber, só quero saber se gostavas que eu te comesse, aqui e agora nesta cama?”, ela olhou para mim de alto a baixo, “sabes eu não sou assim, não ando aí a foder com qualquer um”, mas depois continuou, “mas tu, não compreendo, tambés me excitas, como agora neste momento, estou tão tesa”.

Eu também ardia em desejo, o meu pau crescera e ficara duro, puxei por ela para a cama, para mim já dissera tudo o que eu queria ouvir, deitei-a de costas e pus-me ao lado dela, e com a minha mão puxei o vestido para cima até chegar a um slip de renda branca, onde ela tinha apertado um enorme pau teso, e aí não resisti, meti a minha mão por dentro, baixei a lingerie para baixo e prendi na minha mão o rolo dela, puxei a pele para baixo, para sentir na minha mão a cabeça do caralho dela.

A minha mão procurou todos os detalhes do corpo dela, o ventre, os seios por aí acima, até passar às costas descer por elas até ao rabo, e a mão dela também não parou, puxou-me as calças para baixo, prendeu-me o caralho com força e sem eu dizer nada, como se houvesse um guião escrito, desceu pelo meu corpo e meteu na boca o meu caralho.

Foi uma sensação incrivel, obrigou-me a fechar os olhos, a lingua e os lábios molhados, senti uma espécie de fresco quando ela começou a lamber o meu pau, engolia e saía sem parar, fazendo-me sonhar que já era mais que suficiente, mas ela insistiu, tirou o vestido todo e com uma voz, quase não se ouvia, pediu, “abaixa um pouco a luz, e come o meu cu, querido”.

Desliguei a luz deixando apenas a de um candeeiro sumido, o meu pau era uma vara espetada pronta a furar, e não consegui aguentar mais, abri as nádegas dela como abrisse um pêssego e ali estava o centro do meu desejo, um circulo a pedir o meu contato, a ponta do meu caralho tentou forçar a entrada, um pouco mais de força depois e o anel abriu-se para deixar passar o meu rolo, como quem entra num túnel pela primeira vez.

Ela gemeu, “aihm, devagar, querido, não me fodas à bruta”, prendeu a minha perna e eu esperei, veio a ordem de querer mais, o rolo foi escorregando devagar, pouco a pouco e depois um pouco mais, até eu sentir que estva todo dentro dela, bati com um toque nas nádegas, como se desse uma palmada, para ter a certeza o meu caralho tinha penetrado tudo o que havia para penetrar.

Era um sensação incrivel, deixaria considerações sobre a minha sexualidade para depois, agora sentia o corpo dela unido ao meu, procurei com a minha mão o pau dela, agarrei-o e estava teso, ela também estava excitada, o ânus tremia de desejo, pulsava contra as veias do meu pau, uma espécie de aperto, tão bom e tão intenso, muito melhor que uma cona de gaja, procurei a boca dela e ela deu-me um beijo, e ali estivemos por segundos presos naquela união.

Aos poucos fui acordando daquele transe e as minhas ancas entraram em ação, a máquina dos meus músculos ganhava vida a cada minuto, e com a energia de um pistão, o meu caralho entrou e saiu daquele orificio apertado, elevava-me ao céu, afastando-me da realidade, ela gemia e eu temia pelo som, a cada bombada cada vez mais, “ohhhh, hummm, aihm, fode-me, querido, aih, que loucura”, eu martelava o cu, prendendo-lhe as nádegas com as minha garras, estando ela indefesa às minhas investidas.

Eu continuava a querer mais, não estava preparado para parar, pedi-lhe que mudasse de posição, ficou por baixo de mim como uma mulher apaixonada, e comcei a fodê-la novamente, levantei-lhe as pernas para o alto, e o meu rolo entrou nervoso, imagina o meu pau a abrir o cu dela, quando ela se agarrava a mim, pelos ombros e pelo pescoço, com uns olhos lacrimejantes, a pedir que eu continuasse, as minhas ancas moviam-se em ondas, a entrar e a sair sem parar.

Senti que ela estava a vir-se, tinha-se masturbado bastante, e eu também sentia que o meu limite estava próximo, dei uma estocadas finais, e comecei a vir-me todo dentro do cu dela, até tombarmos os dois pelo cansaço desta foda bem dada, soprei-lhe ao ouvido, e disse, “estou esgotado, adorei o teu cu, não imaginava que pudesse gostar tanto”, e depois ouvi um som, alguém batia na porta, e foda-se era a minha irmã.

A minha irmã gritou, “estás aí, a Fábia está contigo?”, a Fábia olhou para mim com um ar comprometido, mas a dizer-me com os olhos para eu dizer que sim, eu gritei, “está, ela já vai”, ouço a minha irmã a resmungar qualquer coisa e a afastar-se da porta, “diz-lhe que estou lá em baixo à espera dela”, a Fábia vestiu-se depressa a vejo-a a sair do meu quarto apressada, e os passos dela ao fundo a edscer a escada.

Deixei-me estar deitado, estava nu e com a mão a afagar o pau, a pensar que queria repetir a foda, ou que para a próxima, poderia ser ainda melhor, adormeci, acordei à noite, tomei um banho e desci, para encontrar a minha irmã com uma cara que mais parecia zangada.

A minha irmã falou e riu-se, “não me importo que a fodas, eu e ela já fizemos sexo, mas é só isso, desejo e prazer, se ela gosta que tu a comas, eu gosto também, não podes é andar a dizer que és heretossexual, a partir de agora és bissexual, senão mesmo com gostos mais requintados, e gostares só de homens”.

Eu olhei para ela, pensei se devia ficar preocupado, mas naquele momento só imaginava, quero comer a Fábia muitas mais vezes.

Noite sem lua em jardim noturno

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Noite sem lua em jardim noturno

O acaso levara-me a mim e à minha mulher para uma dessas festas que os portugueses fazem todos os anos, principalmente no verão, em que comem e bebem, falam alto, com filhos a gritar por todos os lados, simplesmente um daqueles infernos em que gostamos de estar.

Nem devia perder tempo a descrever a atmosfera por aqui, uma mesa corrida, daquelas comunitárias, e sendo nós estrangeiros nesta terra, é estranho, os portugueses insistem em matar-nos a fome, com camarão e outras comidas invulgares, vinho e cerveja para gostar, que nos deixam um cheiro a mar nas mãos, na roupa, em todo o recanto onde consiga entrar.

Depois de uma semana a deambular nas praias desta ponta da Europa, a minha mulher e eu estávamos deslumbrantes, o sol e o mar juntos têm essa capacidade de curar feridas, de apaziguar a alma, de esquecer as dificuldades de tudo, de desfrutar em plenitude, mesmo que seja uma ilusão passageira.

Olhei para a minha mulher, pelo canto do olho, sentada ao meu lado, não era difícil para mim perceber, havia nela uma alegria interior que tinha regressado, claro que a brisa suave que vinha do mar, o marisco fresco e o vinho verde, tudo isso ajudava, mas mais do que alegria, a minha mulher estava excitada.

Ainda não tinha reparado, havia uma qualquer explicação?, ao seu lado na mesa estava um miúdo bonito, e ao meu lado um individuo corpulento, com barba, devia ser um familiar dele, e mais à esquerda, uma mulher um pouco gorda, arrancava as pernas de uma lagosta, um pouco de força e zás, depois ria-se do feito, como uma hiena em redor da carcaça.

Os meus olhos regressaram à minha mulher, o vestido fino às flores, há uma hora atrás tínhamos estado a foder, não acontecia há muito tempo, os mamilos ainda estavam tesos, um suor brilhante no pescoço, muito perto das orelhas, denunciava isso nela, tinha estado a levar com o meu pau, e soube tão bem, comi-lhe a cona e depois o cu.

Socialmente a minha mulher é um pouco tímida, o rapaz olhava para ela, oferecia-lhe pernas de lagosta, que ele mesmo arrancava, para lhe sacar um sorriso, nem que fosse por gentileza, e não achei que ela retribuísse, apenas o iluminava com um discreto tremor dos lábios, para ele parecia suficiente, isso deixava-me desconfortável, esperava que ela fosse mais aberta, não se comportasse como uma mulher pudica.

Mas na intimidade ela não é assim, liberta-se completamente, é uma outra pessoa, exige de mim sexo que eu nem sempre consigo dar, é capaz de se pôr de joelhos e estar horas a chupar-me o pau, ou como hoje, na cozinha, levantou o vestido, lavava a loiça, e pediu-me para eu a penetrar, o meu pau estava teso desses pensamentos, quando aconteceu uma coisa horrível.

E depois ela gosta de tudo, de todas as posições que conhece, de ficar por baixo a ser submissa, ou por cima como cavaleira, gosta de levar tanto no cu como na cona, gosta de se masturbar e eu a ver, mas nunca fomos além da nossa ideia de sermos só os dois na nossa casa, quando a coisa depois esfriou.

A perna do gajo barbudo roçou na minha e foda-se!!!! eu senti os pelos suados dele a enrolarem-se nos meus, isso fez-me acordar dos devaneios, um choque de repulsa e nojo, ele encolheu logo a perna como eu, trocámos olhares perturbadores, não voltaria a acontecer, quando a minha mulher disse baixinho ao meu ouvido, “o rapaz encostou a perna dele à minha, e acho que fez de propósito”.

Eu virei a cara para a minha mulher ainda com o horror a pensar na perna peluda e suada do gajo barbudo a roçar na minha, e eu perguntei, “mas querida, de propósito como?”, ela respondeu, “ele encostou a perna à minha e deixou-a ficar, e depois roça-se na minha”, eu insisti, “mas querida, pode ser sem querer!”, ela continuou, “acho que não, amor”, ela riu-se e depois continuou outra vez, “ele meteu a perna dele à frente da minha e fez força para me abrir as pernas”.

Ela não parecia importar-se com o meu ar de surpresa, ela voltou a sussurrar, “eu fiz força para fechar as pernas, e ele fez ainda mais força que eu”, ela aproximou-se do meu ouvido, “tenho as pernas abertas e a dele roça-se no meio das minhas”, eu não sabia o que fazer, como reagir, e disse, “talvez seja melhor eu falar com ele!”, mas a minha mulher prendeu-me o braço, “não amor, é bom, não faz mal nenhum, e estou a gostar”.

Eu tentava interpretar a minha mulher, e já agora também o rapaz que com o adiantar da noite, parecia cada vez menos rapaz e mais homem, jovem sim, mas apesar de tudo um homem, bem dimensionado, musculado, com um bronzeado intenso que brilhava na pele, e não conseguia deixar de imaginar a perna dele entre as pernas da minha mulher, ainda mais abertas numa espécie de promessa futura.

Eu aproximei-me do ouvido dela, “então querida, estás a sentir a perna dele nua nas tuas?”, ela abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “o barbudo enrolou a perna dele na minha, foi horrível”, ela deu uma gargalhada adorável, e ela disse, “pois, eu estou a adorar, ele tem feito movimentos dentro das minhas coxas”, a voz dela tremia de emoção, e isso excitou-me, o meu pau endureceu.

O jovem virava a cara para o lado, como que a olhar para mim, e depois para a minha mulher, os olhos dele iam saltitando entre os dois, e parecia que havia uma espécie de aceitação do que ele estava a fazer, a esfregar a perna nua entre as coxas da minha mulher, forçando que ela abrisse as pernas ainda mais, até que, depois de segundos, a minha mulher murmurou, “querido, ele pôs a mão nas minhas coxas”.

Eu processava aquelas palavras, o meu pau estava rijo como pedra, quando a minha mulher voltou a falar, “querido, estou sem cuecas, ele tocou na minha cona”, eu insisti, “eu posso pedir para ele parar”, mas ela pousou energicamente a mão no meu braço, “não querido, não há mal nenhum, estou-me a divertir muito”, eu tentei ver o que ele fazia e reparei, a mão dele estava debaixo do vestido da minha mulher a acariciá-la no clitóris.

A visão do jovem a tocar a cona da minha mulher, a masturbá-la devagarinho, deixou-me a tremer de excitação, imaginei-a ainda húmida do meu pau, o tufo de pelos dela sem proteção, eu olhei para o rapaz fixamente, o meu braço moveu-se para baixo e pus a mão na outra coxa da minha mulher, depois abri também as coxas da minha mulher, e os meus dedos tocaram nos dele e ambos começamos a acariciar a minha mulher ao mesmo tempo, como se estivéssemos os dois a fodê-la naquele momento.

A minha mulher tremia de gozo e satisfação, num terreno que nós não tínhamos pisado ainda, não sei se foram segundos ou minutos, ele e eu acariciamos a cona da minha mulher, e eu sabia que o seu desejo aumentava, podia a qualquer momento começar a gemer, e eu não previa o que pudesse acontecer em público.

Aquilo que estávamos a fazer era uma verdadeira aventura, talvez por causa deste sítio especial, ou da nossa tórrida tarde no hotel, o jovem continuou a masturbar a minha mulher, ela escondia a cara entre as mãos, não queria dar sinal pelo que estava a passar, imaginei os dedos dele a girarem frenéticos, e o clitóris dela, teso e encharcado.


Eu aproximei-me do ouvido da minha mulher, “estás a gostar, amor?”, ela abanou a cabeça, “estou, mas não me quero vir aqui, está aqui tanta gente, querido, acho que vou gritar”, eu fiz sinal com os olhos para ele parar, e senti, ela aliviava-se da sensação de gozo e de prazer, olhei em volta, as pessoas estavam demasiado alegres, do vinho ou de outra coisa qualquer, para perceberem o que estava a acontecer.

Segundos passaram e a minha mulher soprou ao meu ouvido, “querido, estou com o pénis dele na mão”, acho que fiquei surpreendido pelo arrojo, ele tinha aberto o zip dos calções e tinha puxado a mão dela para dentro dos calções, eu olhei, parte do caralho dele para fora, tão grande que mais parecia um braço teso, e foda-se!! eu imaginei o rolo de carne na boca dela e pensei que ela não conseguiria engoli-lo de tão grosso que era..

Perguntei à minha mulher, “como é?”, ela largou um sorriso alargado, “está apertado na minha mão, é enorme, querido”, ela acariciou o pau, puxou a pele para cima e para baixo, quando ele sussurrou ao ouvido dela, ela veio ao meu encontro e disse, “ele está a perguntar se eu quero que ele me dê uma foda!”, eu mirei os olhos dele e os da minha mulher, e ela continuou, “ele diz que o jardim por trás de nós tem uma zona escura”.

Claro que fiz uma pergunta de resposta nula, “é isso que queres, amor, que ele te dê uma foda”, a noite estava quente, a lua escondera-se atrás de umas nuvens e a luz era a que vinha da iluminação pública, ela disse, “viste o pau dele, amor? enorme, hã?”, eu abanei a cabeça, “é grande e grosso, amor, sim”, ela prosseguiu, “eu quero amor, mas só se tu quiseres também”, e antes que eu dissesse alguma coisa, “amor, querido, ele tocou-me na cona, masturbou-me querido, e eu estive com o caralho dele teso, amor, na minha mão, sim quero, amor, quero muito que ele me dê uma boa fodal!!

Ficámos ali uns segundos em silêncio, e depois ela aproximou-se dele, alguma coisa disse, que o fez levantar-se a caminhar em direção para o escuro, e uns segundos depois, fomos atrás dele, a entrar no jardim, e em poucos metros estava negro como breu e mal nos conseguíamos ver todos, o meu corpo fervia da pele bronzeada e da excitação combinada, e eu sentia que com ela se passava o mesmo, ela disse, “não vejo nada”, senti que as mãos dele nos puxavam, ele sussurrou, “vamos para aqui”.

Um banco estava ali abandonado entre árvores, arbustos e sebes, sentamo-nos os três juntos, com a minha mulher ao meio, e senti que ele tomou a iniciativa, ele levantou o vestido da minha mulher, e disse, falando para mim, “és tua mulher é tão boa, é um tesão, quero tanto comer a tua mulher”, meteu a mão entre as pernas dela, “quero foder esta cona molhada e inchada de tesão”.

Foi aqui que reparei que ele já tinha retirado os calções, o galo dele estava ereto, apontado ao céu, grande como uma estaca, ele continuou, “diz à tua mulher para me chupar o pau”, ela não precisou da minha autorização, e dobrou-se sobre ele e mergulhou com os lábios, engolindo o caralho dele que se perdeu dentro da boca dela, senti que ela quase sufocava da grossura, mas ela continuou, agarrou-se ao pau, e moveu-se de lado de baixo para cima até à cabeça redonda, que beijava com uma saliva húmida que se acumulava nos beiços dela.

Ela gemia ao chupar, com ruídos repetidos como se não conseguisse respirar, “ai amor, tão bom, adoro muito chupar”, o caralho era enorme, a mão pequena dela tinha dificuldade em o prender, eu engolia a cabeça, lambia de lado, ele dizia para mim, “foda-se! que mulher, a tua mulher é um tesão, caralho, és um gajo de sorte”.

Já não seria só ela, mas também eu, a imaginar aquele rolo de carne rija a entrar na cona ou no cu da minha mulher, a excitação era tão forte que eu vi, ela não aguentava mais não foder, ele perguntou, “por favor, deixa-me comer a tua mulher, quero dar-lhe uma foda tão boa que ela nunca mais vai esquecer”, eu respondi com uma pergunta, “ela é adorável, não é? é um fodão de mulher, ela adora levar no cu, sabes?”.

O rapaz insistiu, “eu quero muito foder o cu da tua mulher, aqui e agora, ela vai chorar”, eu disse que sim, ela meteu-se em posição, colocou-se em cima do banco, com o rabo empinado para trás, ela olhou para mim e disse, “o meu marido é um corno malandro, quer tanto ver a mulher a ser comida, queres muito ver, amor?”, acho que fiquei ainda mais excitado do que já estava, ao ouvir aquelas palavras, eu disse, “quero amor, quero ver o pau dele a entrar no teu cu”

Ela sorriu, o rapaz veio por trás dela, dobrou-a ainda mais contra o banco de jardim, agarrou no pau dele com a mão e apontou-o à conta dela e escorregou entre as nádegas e como uma cobra esguia moveu-se entre as pernas e entrou no seu esconderijo, ele começou a bater enquanto ela se agarrava ao banco, “ai foda!! ai amor, que caralho tão grande, aii amor que não aguento, ai amor, ele parte a minha cona toda”.

A noite tinha já uma história e passados uns segundos, ele continuou a bater ainda mais forte a acelerar, tirou o pau para fora e forçou-lhe o cu, bateu bateu à porta do ânus até que ele se foi abrindo, como um anel enrugado, um diafragma fechado, a minha mulher contorceu-se e gemeu alto de dor, “ai caralho amor, aih o meu cu, ai não aih”, eu não conseguia dizer nada, apenas admirava o espetáculo da minha mulher a ser fodida, e antes mesmo deles acabarem, comecei a ejacular, um jorro de porra quente saiu do meu caralho e espalhou-se pela relva do local.

E não demorou muito, o rapaz puxou a minha mulher para cima, apertou-lhe o pescoço com força, e ouço a tremer de prazer e a gemer, “humm, estou a vir-me todo no teu cu, foda-se!! tão bom”, ele deu mais umas bombadas, ela estremeceu toda, e eu percebi, ela estava a vir-se naquele momento de uma foda boa que não tinha há tanto tempo.

A nossa aventura tinha acabado, pelo menos naquele dia, estávamos a regressar à mesa, ouço um ruído nos arbustos, um vulto a afastar-se, chegados à luz saídos do escuro, percebi que era o gajo barbudo que tinha roçado a perna dele na minha, foda-se!!!! veio-me aquele momento à memória, quase estragou o que tinha vivido há minutos atrás.