BIOGRAFIAS ERÓTICAS
Chinese (Simplified)DutchEnglishFrenchGermanGreekItalianJapanesePortugueseRussianSpanishSwedish

Breaking

Memórias em noites de Verão

23:23 1
Memórias em noites de Verão

Tinha chegado há minutos do trabalho, entrei em casa, larguei as chaves no sitio do costume, lá fora faziam cerca de 40 graus, o calor intenso, deixei-me cair no sofá à espera que o meu corpo fosse gradualmente abandonando essa sensação incómoda do exterior, substituída por uma frescura guardada entre paredes o dia todo.

Olhei em volta, como o fazia aliás todos os dias, talvez uma esperança, alguma coisa que tivesse mudado, um bem novo que tivesse acumulado, algo que pudesse acrescentar e dizer que é meu, mas nada, tudo estava mesmo na mesma, menos o dia passado que eu tinha desperdiçado para isso, para ter mais um dia sem surpresas, continuo.

Eu por certo, pensava, também não tinha colaborado, se muita coisa eu trazia de trás, com o tempo todas essas coisas se foram soltando, como lastro inútil, incapaz de manter para continuar a caminhar, amigos, mulheres, paixões, amores, amizades, sentimentos, tudo se tinha esvaziado como um balão cansado de estar cheio, até ficar disforme e engelhado, estava assim a minha alma, sem nada.

A casa estava na penumbra, eu conseguia deambular por ela mesmo escura, e hoje, nem as luzes acendera, o meu despertar, a realidade, bastava-se com a luz da lua ou da cidade, são tantas vezes as que se confundem, e apeteceu-me despir-me, largar as peças de roupa sem uma lógica ou uma ordem qualquer, e entrei no duche, deixei cair a água sobre o meu corpo, a sentir-me um clichê assombrado.

Agarrei no meu pénis, e senti-o volumoso, nem sempre o sinto assim, talvez do calor por que passara, e avaliei-me, talvez o façam todos os homens, mais ou menos vezes, talvez outros não precisem, não me achei fora do normal, comecei a acariciar-me, até o sentir teso, duro na minha mão, puxei o prepúcio para trás, a cabeça apareceu e senti um estímulo forte no ânus, um aperto no esfíncter, o desejo em mim sempre esteve em todo o lado do meu corpo.

A água fresca do duche fustigava-me a pele, que eu bebia e deixava correr, pequenos rios e cascatas desciam pelo meu peito, até ao umbigo e ao pénis, fechei os olhos, movia a mão para a frente e para trás, uma energia acumulada que eu queria que saísse de mim, uma das minhas mãos pousou na minha nádega, um dedo no meu centro traseiro, uma corrente subiu por mim até ao cérebro e ejaculei, bati mais e mais, até escorrer de mim a seiva de que se faz a vida.

Tinha regressado ao sofá, a temperatura agora ainda mais abafada da noite, dispensava que secasse a água do meu corpo, e deixei-me estar ali apenas, a aguardar, a olhar pela janela com reflexos do exterior, pensava, hoje o sexo em mim pode ser de qualquer maneira, tudo tem a aptidão de me satisfazer, menos quando a idade ou outras circunstâncias estabelecem limites, não é preciso fazer escolhas quando se escolhe tudo.

Sentia-me aliviado, o pénis tombara esgotado, para mais esperaria pelo seu momento, aproximei-me nu da janela, sem restrições de comportamento, pensei se alguém me conseguiria ver, mas não, toda a casa se mantinha no escuro, pensei, se alguma vez conseguiria ser um coletor de sentimentos, se sequer isso servia para alguma coisa, ou se buscaria apenas emoções, quanto mais passageiras melhor, daquelas de que não se guarda memória.

Sempre achei que o sentimento é um desejo inútil, até pior, é um desejo egoísta, como se, através dos outros, alguma coisa existisse para nos satisfazer, mas não, preferia emoções simples, de toda a espécie e natureza, talvez houvesse pessoas que se lembrassem de mim, e isso sim era suficiente e emotivo, não restando mais nada para sentir ou guardar.

Decidi sair, procurar um sitio qualquer, para comer, ou quem sabe para foder, não seria guiado pela consciência, seria antes o acaso que ditaria a ordem dos acontecimentos, um pouco pela ação do vento ou das circunstâncias, pensava, quantas vezes tomava um destino, e lá chegado parecia-me despropositado, pouco ou nada próprio para o momento, às vezes diria momento psicológico, que se resumia a um, “não hoje não me apetece, não hoje não me vou sentir bem aqui, não reconheço as pessoas”, e partia para outra.

Percorri as ruas da cidade passando pelos mesmos locais mais de uma vez, era difícil tomar uma decisão que justificasse parar o carro, estacioná-lo, sair e entrar num qualquer estabelecimento, restaurante, bar ou outra coisa qualquer, de maneira que decidi tomar o destino de um local onde havia street food, poderia misturar-me na multidão que ali se juntava, falar só o essencial, eu dou dinheiro e recebo comida, satisfaz e é suficiente.

Chegara há minutos, ainda não tinha chegado ao balcão, e perguntava-me se queria estar ali, se sequer tinha vontade de comer, o local era uma roulote, algumas mesas e cadeiras na rua, um espaço livre com vista para a praia, muita gente a beber e a falar, até que deve ter chegado a minha vez, pedi um gin tónico, não era invulgar, e algo que estava exposto e não conseguia classificar, quando um homem se aproximou de mim e perguntou, “conhecemo-nos?”.

Ele também pediu um gin tónico, olhei para ele a tentar passar revista nas minha memórias, o saber fresco e amargo do gin envolveu-me a língua e correu na garganta, eu disse, “não sei, não estou a ver”, eu afastei-me para um lado e isso pareceu ter um efeito de arrasto nele, porque veio atrás, ele continuou, “eu também estou confuso, mas tenho a certeza de que nos conhecemos, estou a tentar lembrar-me”.

Eu sorri, e olhei discretamente, mirei o corpo dele de alto a baixo, era elegante e maravilhosamente proporcionado, mas achei-o desadequado e demasiado simplista, era um fim de semana à noite, e mesmo que fosse verão e o calor fosse intenso, estar de calções, chinelos e t-shirt naquele local, era o mesmo que dizer que para ele a noite acabaria ali mesmo.

Olhei ainda mais intensamente, e pensei, que talvez ele estivesse a fazer o mesmo, não sabia, reparei no volume dos calções e imaginei um pénis grosso, e isso, não posso ignorar, excitou-me e levou-me para outra esfera, talvez o gin estivesse a fazer o seu efeito, talvez ele tivesse reparado na minha curiosidade, até que ele disse, “vou buscar mais um gin, vou trazer um para ti”, eu ainda ia dizer que não, que já tinha atingido o meu limite, mas ele tinha virado as costas, o que me deu a oportunidade de mirar o rabo forte e musculado.

Também eu tentava lembrar-me e eu sabia que ele tinha razão, eu conhecia aquele homem, só que a memória persistia em não me ajudar, ele voltava agora ao meu encontro, entregou-me o copo, por momentos como que congelou e sorriu, aproximou-se mais de perto, quase do meu ouvido, fez-me sentir o seu cheiro, e ele disse, “já sei, já me lembro”.


Aquela voz, aquele cheiro, o bafo dele da boca, foi como um vulcão a largar lava no meu espirito, eu ouço-o a dizer, “já sei, estivemos juntos”, eu lembrava-me, tinham passado alguns meses, na noite de fim-de-ano, talvez ele como eu, andávamos à deriva, e nessa noite encontrámo-nos, ele disse, “lembras-te, eu comi o teu cuzinho”, eu sorri comprometido, ele continuou, “foi uma das melhores fodas da minha vida”.

Não sabia se aquilo era um elogio, “lembras-te, estava a chover, foi no meu carro, passámos a noite a foder, foi lindo, foi uma loucura, adorei montar-te”, e depois insistia, “choraste de prazer quando te penetrei, eu sei, adoraste e eu também, quando a minha piça entrou em ti, foste à loucura”, as palavras dele excitavam-me e eu sentia, o pau dele crescia de tesão, e não era difícil ver pelos calções, um volume apertado pronto a explodir.

Olhei em volta, não fosse alguém estar a ouvir, mas não, tínhamo-nos afastado, os nossos gins acabavam, e ele disse, “está tanto calor, sabes o que eu gostava de fazer?”, ele puxou-me para algo parecido como um banco de pedra, numa zona meio escura, sentámo-nos, eu perguntei, “o quê? realmente está calor, estou a ferver”, ele encostou os lábios dele perto dos meus, e disse “consegues imaginar o que eu estou a pensar?”.

Eu sorri, olhando-o nos olhos, eu disse, “não sei, estou um pouco embriagado do gin”, ele insistiu, “põe a mão aqui”, e puxou-me a mão para dentro dos calções dele, e eu fechei os olhos, como se não vendo, ou vendo com a mente, pudesse apreciar melhor, apertei o caralho dele dentro da mão, e recordei-me o quanto era grande e grosso e tinha estado dentro do meu cu.

Ele pôs a mão dele sobre a minha a apertar para que eu sentisse ainda mais forte, olhei para o lado e vi um gajo a surpreender-nos e a ver o que fazíamos, eu disse, “acho que consigo imaginar agora”, foi a vez dele sorrir, e eu insisti, “queres mesmo muito montar-me?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “e se não for tão bom como da última vez?”, ele roçou os lábios na minha orelha e fez-me tremer, “vai ser, amor, andei meses à tua procura, quero tanto comer-te o cu outra vez”.

Olhei outra vez para o lado, e o gajo que olhava para nós continuava lá, eu perguntei, “conheces? Ele tem estado fixado em nós!”, ele virou a cara, “acho que já o vi por aí, acho que ele é como nós, anda à procura de uma boa foda”, ele continuou, “agora que me lembro, encontrei-o numa sauna”, eu estava curioso, “e como foi? Também o montaste?”, ele fez um sinal ao gajo para se aproximar, e disse, “não, nós fodemos uns gajos que estavam lá”, o gajo aproximou-se e cumprimentou-nos, “estava ali a ver-vos”.

Ele aproximou-se do meu ouvido, “acho que ias gostar de levar com os dois”, ele fez sinal sinal ao gajo e, falando de mim, disse, “eu já lhe comi o cu umas vezes no fim-de-ano, uma loucura”, ele olhou para mim e depois continuou, “gostavas de o foder comigo”, o gajo respondeu, “adorava comer-lhe o cu, gosto das curvas dele, tem um rabo maravilhoso”, depois ele virou-se para mim, “gostavas de foder com nós os dois?”.

A resposta parecia-me inútil, o meu desejo explodia por todos os poros, a visão de estar a ser fodido por dois machos não me saía da cabeça, o calor abafado tinha tomado conta do meu corpo, a minha voz espalhou-se num sussurro, “acho que me aguento com os dois, quero foder os dois, mas com carinho”, antes que eles dissessem alguma coisa, eu insisti, “se querem o meu cu, eu quero dar-vos uma boa foda”.

Pareceram segundos que não contam para a história, fomos para o interior de uma carrinha que ele tinha ali perto, estacionada debaixo da noite, despimo-nos todos totalmente e eles pediram-me para estar quieto, não demoraria muito, as mãos deles acariciaram-me o corpo, ele passou-me a mão pelo pénis, depois foi subindo até ao peito e o outro gajo, passava os dedos nos meus lábios, a anunciar que ia pôr o pau dele na minha boca.

E foi isto que me fez lembrar, ele encostou o corpo dele ao meu, como se eu fosse uma mulher, e procurou a minha boca e beijou-me, a língua dele tocou a minha e era quase um beijo de paixão, não sei se gostei, apenas achei facilitar, procurou os meus mamilos e chupou-os com força, foi descendo pelo meu corpo até à barriga e depois engoliu o meu pénis até ao fundo e começou a lambê-lo, fechei os olhos e caí numa espécie de fundo, faltando-me o chão da consciência.

O outro gajo aproveitou, apontou o pau à minha boca e fez força na minha cabeça para eu chupar, e eu chupei ou tentava chupar, duas mãos apertavam-me as coxas e engoliam o meu pénis, para baixo e para cima, até que parou, deixei-me ficar com os olhos fechados, ele levantou-me as pernas, deitou-se sobre mim, e eu senti, a verga grossa forçar o meu ânus e abriu, soltei um gemido forte, “aii foda-se! aiii, o meu cu”, senti-a a entrar em mim até ao fundo, as nádegas dele moviam-se como que à procura de espaço para enterrar a piça ainda mais fundo.

Neste momento eu caia de costas num céu azul de nuvens definidas, o rolo dele entrava e saía de mim, em ondas sucessivas, a martelar o meu cu, com as molas tensas das ancas, a abrir, a desbravar, eu gemia de prazer, “hummm aiiim, ohhh, aiiii, hammm, fode-me mais fode-me”, apertei-lhe as nádegas, a obrigá-lo a ser ainda mais intenso, não queria que o macho ejaculasse, queria que ele me montasse por trás, que abrisse o meu traseiro penetrando-o com força.

Eu pedi-lhe, “deixa-me mudar de posição”, ele saiu de mim e eu virei-me, pus-me de quatro no chão, o meu rabo espetado no ar, a aguardar o veredito, a piça dele escorregou entre as minha nádegas e atingiu o meu ânus bem no centro, abriu-se todos e ele entrou por ele adentro, agarrei no pau do outro, e queria a minha boca cheia de caralho, enquanto ele se satisfazia no meu traseiro, até que o senti a tremer, era inevitável, ele estava-se a vir, deu mais umas estocadas e senti, um jorro de porra escorria do meu cu.

Ele tombou para o lado, e foi a oportunidade do outro, ele correu a montar-me, coisa que ele pedi, “anda, querido, dá-me uma foda também”, ele enterrou o caralho até ao fundo, e eu quase gritei baixinho, “aimm fuck, ohhh, tão bom, hummm, aiii fode-me todo, parte-me todo”, ele começou a bater, eu ouvia o som das ancas nas minhas nádegas, que ele prendia entre as mãos com força, cada vez que entrava malhava com força, até que também ele começou a tremer, soltou um urro cavernoso, e veio-se, golfadas de esperma entravam dentro de mim, até que ele saiu e tombou de cansaço.

Passei a minha mão no meu pau e também me tinha vindo, havia em mim uma sensação de satisfação, os machos tinham-se saciado, durante uns minutos ficamos a olhar uns para os outros, a apreciar o prazer do sexo terminado, ele virou-se para mim e disse, “era capaz de passar a noite a comer o teu cu”, eu sorri e disse, “eu sei, mas hoje chega, só penso num duche agora, o meu cu posso dar-te num outro dia”.

Vesti-me e saí da carrinha, nem me tinha apercebido, estava encharcado em suor e de cheiro a pau

Trocas de desejo swing

21:52 1
Trocas de desejo swing

Talvez alguém ache isto fora de comum, mas comigo e com a minha mulher foi o que aconteceu, ela nasceu numa aldeia pequena do interior de Portugal, um lugar ameno, na maior parte do ano com bastante calor, mas como muitas outras coisas, fomos deixando para trás, não parecia uma prioridade, e só depois de alguns anos de casados, ela decidiu voltar.

Para mim era uma experiência nova, mas para ela o motivo nem era especial, não era por apego á terra, ou para recordar velhas memórias, era mais por obrigação, ou por oportunidade, o de vender património sem cuidado, o de largar lastro inútil, como ela dizia.

Se a nossa vida em comum não tinha mais de três anos , para ela, talvez uma década, ou mais, tinha-se passado desde que saíra da aldeia em direção á cidade próxima e daí, com outros saltos, para a cidade maior, de maneira que, pensava eu, seria normal que ninguém a conhecesse, ou ela, sequer se lembrasse de alguém.

Bom, acho que estava enganado, íamos entrando na aldeia, e eu reparava no ar de surpresa, ela olhava pela janela do carro, as casas estavam bem ordenadas, no que é possível numa construção sem arbítrio, o caiado branco típico da terra, e ela lá ia caçando memórias, apontando um dedo para um lado, e pestanejando os olhos para o outro.

Pensei para mim, procurava um café, um restaurante, um sitio qualquer, onde pudéssemos assentar e a partir daí, reorganizar as ideias, fazer um plano, o que iriamos ver ou fazer, e foi isso que acabou por acontecer.

Eu pedi café, ela uma água fresca, e no quando ela dizia “há quanto tempo eu ....”, aproximou-se da nossa mesa um homem robusto, fez-se sentir pequeno, começou a rir-se para a minha mulher, “olha quem é ela!!”, a minha mulher reconheceu-o logo, e abraçou-o de uma maneira um tanto quanto familiar.

Enquanto falavam e riam os dois num dialeto que eu desconhecia, mais dois ou três homens foram aparecendo, e sucessivamente, e da mesma maneira que o anterior, ela abraçou-os calorosamente, dando-lhes beijos na cara, até me fizeram sentir mal, como se eu, na relação entre eles, que me pareceu tão intima e pessoal, estivesse eu ali a mais.

Eles olhavam para mim, mediram-me de alto a baixo, pensava eu, estavam a avaliar se seria uma boa escolha, cumprimentavam-me e iam-se embora, mantinham distanciamento, até que eu disse à minha mulher, “amor, os homens não se esqueceram de ti”

Juro, não disse isto para ser irónico, aquelas palavras saíram como outras quaisquer, não estava era preparado para o que vinha, ela puxou o meu ouvido, e com uma voz baixinha, “amor, eles foderam-me todos”, eu ainda estava a assimilar, ela continuou, “ou melhor, se calhar fui eu que os fodi, eles queriam muito sexo, e eu acho que só tive que dar-lhe o qe queriam”.

Neste momento, fui eu que olhei para os homens, eles estavam entretidos a falar entre eles, do que seria, eu nem queria pensar, mas não consegui deixar de imaginar qualquer um deles montado na minha mulher a enterrar o pau na cona dela, a sensação era estranha, eu sei que era história antiga, não sabia se me incomodava, ou se me dava um prazer inesperado.

Tudo podia ficar ali naquele momento, num relato síntese da afirmação dela, “eles comeram-me todos”, não havia mais nada para dizer, mais nada para aprofundar, mas a curiosidade mostrava-se no silêncio, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “querido, o que é que queres saber?”, eu pensei, “foda-se!! neste momento eu não queria saber nada, ou então, saber o menos possível”.

Mas ela insistiu, “a tua cara diz tudo!! éramos jovens e as opções na aldeia não eram muitas, não era só eu, nós fervíamos de desejo, e muitas vezes até trocávamos de homem, era consensual”, eu ouvia e as coisas pareciam complicar-se, já não eram só umas fodas, eram as mulheres a partilhar o que tinham, eu perguntei, “trocavam como?”, ela sorriu, “sei lá, eu andava com um e uma amiga andava com outro, e nós trocávamos, pronto!”.

A minha boca abriu-se de surpresa, isso seria há muito tempo, pensei, mas ela interrompeu esse pensamento, “não me admirava que ainda fosse assim”, ele perguntei, “assim, assim como?”, ela continuou, “ora, amor, que eles andassem a foder uns com os outros, a trocar de mulher”, eu fiz, “humm, não sei, isso seria possível?”, afirmativamente, ela só se riu.

Era o momento de partir, regressar a uma casa que tínhamos alugada por uns dias, ela levantou-se e foi ter com os homens com beijos, eles acenaram ao longe, vi-lhes um sorriso nos lábios, à noite havia uma festa local, e o desejo repentino da minha mulher lá estar, não deixava margem para dúvidas, não íamos descansar.

Tínhamos tomado um duche, nus na cama ainda húmidos, apeteceu-me foder a minha mulher, o corpo dela com uma forma perfeita, as coxas grossas, com os lábios rosados da fenda, apeteceu-me lambê-los, os lábios da boca, carnudos a apertar o meu pau, e o rabo, duas nádegas que cabiam na minha mão, guardavam o anel enrugado.

Eu imaginei os machos do restaurante, a visão deles a penetrá-la, um na cona, outro no cu, outro na boca, e um de fora à espera da sua vez, a minha piça era uma estaca, eu gemi de tesão, “queres contar como foi?”, ela deu uma gargalhada contida, “como foi o quê?”, eu continuei, “tu sabes o que eu quero saber!”.

Ela prosseguiu, “o que é que queres saber, como é que é o pau deles, se são bons a foder, se eu me vinha sempre?”, eu abanei a cabeça, acrescentei, “e como é que aconteceu”, ela deu outra gargalhada, “não sabia que o meu marido era um pervertido”, eu rolei na cama, mostrei-lhe o meu rolo teso, e disse “conta amor”.


Houve um segundo de silêncio, as memórias estavam a voltar, ela deitou-se novamente na cama e eu percebi, os mamilos estavam rijos como duas uvas gordas, havia um suor nela de tesão, um ruborescer na face, nas seios, na barriga, até à cona, até o cheiro dela vinha de uma humidade lúbrica entre as pernas.

Ela disse, “todos eles têm um caralho enorme, mas aquele primeiro que nos cumprimentou, é gigante”, eu ouvia e ela continuava, “mas nunca me fez doer, eu gostava de lhe dar o cu e isso dava-me prazer”, a minha piça tremia de pulsões internas, ela insistiu, “a primeira vez com ele, foi assim numa festa como a de hoje à noite”.

Eu só ouvia, “nem namorávamos nem nada, ele pediu-me ao ouvido para lhe chupar o caralho, e eu fui chupar, fomos para casa dele, e ele pôs-me o caralho na boca, eu mal conseguia engolir, mas eu lambi-o todo, depois ele montou-se em mim, eu pus-me de quatro, e nunca mais esqueço, a verga dele enorme a entrar na minha cona, e eu, querido, vi-me toda que nem uma maluca”.

Ela continuou, “eu dei gritos, e a irmã dele apareceu, e ela apanhou-nos a foder, ela viu bem o irmão com a piça na minha cona”, eu achei que era a minha deixa, “ela depois não disse nada?”, a minha mulher continuou, “daquela vez não, ficámos mais amigas embora ela fosse mais velha, e depois, passado algum tempo, eu e ela trocámos de namorado”.

A minha boca continuava aberta desde a última vez, ela continuou, “que não era o irmão claro!! o irmão dela nunca foi namorado, de vez em quando, ele pedia, e eu deixava ele montar-me, só isso”, a minha curiosidade aumentara, “mas trocaram como? Não percebo!”, ela disse, “fazíamos tipo swing, o namorado dela comia-me e o meu fodia com ela, trocámos muitas vezes, e ao mesmo tempo, ela ia para um quarto e eu ia para outro, e fodiamos ao mesmo tempo”.

Eu ia dizer qualquer coisa, mas a minha mulher continuou, “os namorados dela eram sempre mais velhos, um pouco rústicos como ela gostava, mas depois eu também gostava, eram um pouco brutos a foder, mas isso agravava-me, dava-me prazer satisfazer homens mais velhos”.

Achei que devia interromper, “homens mais velhos?”, ela riu-se, “sim, foram vários, a irmã dele mudava muito, mas do que sei continuava a satisfazer todos da mesma maneira”, eu mostrei os dentes, “mas como é que faziam?”, ela prosseguiu, “eu e ela combinávamos, falávamos com os namorados e pronto, íamos para casa dela ou outro lugar, e pronto, eu puxava o homem dela para um quarto e ele fodia-me”

Ficamos em silêncio uns segundos, era eu à procura de perguntas, “voltando ao principio, disseste que o irmão dela pedia ..como é que era isso ”, ela abriu as pernas e eu vi, os lábios da fenda estavam molhados, uma espécie de seiva turva, ela respondeu, “de muitas maneiras, ele ligava e eu ia ter com ele, houve dias que fodemos no carro, uma vez eu estava com o meu namorado naquele restaurante que fomos, ele olhou para mim, eu fui ter ao carro, e chupei-lhe o pau e depois comeu-me, era noite amor, ninguém viu”

Disse eu, “e esse teu namorado?”, ela riu, “não disse nada, e acho que ele sabia, mas depois também o compensei”, ela prosseguiu, “outras vezes era eu que ligava, apetecia-me foder e ela dava-me tesão”, ela esteve um segundo a pensar, “e acho querido que ainda me dá”, eu perguntei, “dá o quê, amor, desejo?”, ela insistiu, “sim querido, é como reviver esse passado, no restaurante senti essa vontade, de ter o caralho dele dentro de mim”.

Os meus lábios, a minha garganta, estavam secos, eu estava a ouvi-la, ela olhou para mim, “não é amor, querido, é carne, sexo, sentir os machos a possuírem-me, uma vez um desses homens mais velhos que fodiam a irmã dele, encontramo-nos por acaso no campo, e ele fodeu-me mesmo ali, encostou-me a uma árvore, levantou-me o vestido, eu mesma baixei as cuecas e ele penetrou-me, na cona e no cu, eu vibrei, querido”.

Ela continuou, “e agora é a mesma coisa, eu sei que não devia, mas sinto um desejo tremendo, acho que estou a ferver e a perguntar-me se devia ter vindo, como disse, não são sentimentos, gosto de ter vergas grossas a partir-me o cu, e ele é assim, amor, ele parte-me o cu todo.

Eu também fervia, “mas amor, ele deve ser casado?!”, ela não aguentou, deu uma gargalhada sonora, “viste bem o que acabaste de dizer?”, eu abri os olhos e ela prosseguiu, “disseste, ele deve ser casado, estás a dizer amor que não te importavas!? se ele não for casado, posso dar uma foda com ele, querido?”.

Ela tocou no meu pau, curvou-se, os lábios dela apertaram-me a glande, ela deu um beijo sonoro, e ela disse “posso, querido, enquanto estivermos aqui na aldeia, se eles quiserem e eu também, posso comê-los?”, quase que senti que estava a negociar com a minha mulher, se podia foder só com um, ou se podia foder com mais”, não respondi, mas pareceu-me que seria inevitável.

A noite tinha chegado, e a festa era local, típica das aldeias, em que aparecem muitas pessoas à volta das mesas a comer, com muitos velhos e velhas a assistir de bancada, um tribunal a julgar as parvoíces dos mais novos, quando ele apareceu, pensei para comigo, “foda-se!! o do pau grande, que gosta de partir o cu da minha mulher”, com ele vinha uma mulher mais nova, um pouco gordinha, e ao lado, outra mais velha, que assumi ser a tal irmã.

Foi estranho, mas a minha atenção esqueceu-o a ele, e virou-se para as mulheres, a irmã que estava sózinha tinha uma postura agradável, quase parecia uma mulher vitoriana que esconde os seus segredos mais profundos, e só quem tenha a chave, a passe, para ir para dentro dela é que perceberá quem é a pessoa, e esta era uma mulher bonita, esquálida, sem ser magra, um vestido simples que lhe caía direito, e eu questionei-me se trazia cuecas, eu não via marca nenhuma.

A mais nova que devia ser a mulher dele, talvez dez ou mais anos de diferença, era um pouco mais robusta, uma mulher rústica que nunca deixou que o campo saísse de si, umas boas mamas, uma anca generosa, e eu pensei, “esta leva com o pau grande todos os dias”.

Regressei à realidade e vi que a minha mulher falava com ele, sentaram-se na mesa e os meus olhos regressaram àquela irmã, a mulher interessava-me mesmo, lembrava-me o que a minha mulher tinha dito, e tive aquela visão de a ver nua a ser fodida por um gajo qualquer, enquanto no quarto ao lado, a minha mulher chupava um pau a um gajo mais velho que depois lhe comia o cu.

Eu olhei para ela, fomos dizendo banalidades, mas o meu pau endureceu, o desejo da minha mulher ser fodida pelo gajo da verga grande, era o mesmo ou mais, que eu sentia por aquela mulher, imaginei-me a montá-la, a meter o rolo duro na cona e depois de a fazer gemer, meter no cu até a fazer vir.

Depois olhei para a mulher do gajo, também eu era mais velho que ela, da forma que ela mordiscava uma água fresca com limão, apreciei os lábios dela, não era difícil de perceber, ela gostava de chupar, e as ancas robustas que eu vira antes, anteviam um desejo forte de levar no cu, e pelo que a minha mulher contara, esta estava bem martelada.

Por momentos cruzámos algumas palavras entre todos, o que nos fez rir e aliviar o ambiente, até que sinto a minha mulher a puxar-me e a dizer-me ao ouvido, “ele quer-me foder, amor, e eu também quero, se quiseres fode a mulher dele!”, eu virei a cabeça, “e ela?”, a minha mulher respondeu, “ela já sabe, amor, ela concordou ir contigo”.

Eu fiquei a olhar para ela, e sussurrei-lhe ao ouvido, “amor, e a irmã dele, eu preferia”, a minha mulher moveu a cabeça para os lados surpreendida, eu disse, “talvez seja como tu, também gosto de uma mulher mais velha, mas ela excita-me”, a minha mulher curvou-se para a irmã e logo a seguir vi um sorriso cúmplice, um quero também, a minha mulher voltou ao meu ouvido, “olha fode as duas!!, as duas querem, vai com elas”.

Segundos depois, ele sai da mesa e logo atrás vejo a minha mulher a ir no mesmo sentido, até que a escuridão da noite os ocultou e eu fiquei sem saber para onde iam, as duas mulheres olharam para mim, e a irmã disse, “vamos para minha casa, se não puderes com nós as duas, podes começar sempre por mim”.

Já noite, regressei à casa, esperei pela minha mulher chegar, ela entrou, tombou na cama, um cheiro intenso a homem e sexo pairava nela, e ela disse com os olhos molhados, “amor, estou toda fodida”.

Intimidades perfeitas

22:16 4
Intimidades perfeitas

Lembrava-me dele quando conheci a minha mulher, ou melhor, segunda mulher, naquela idade de quem sabe que já gastou metade da vida, e que a parte que nos restava tinha de ser vivida ao máximo, com todas as loucuras que fizéssemos juntos.

Mais até, era preciso recuperar o que faltara fazer na juventude, porque poupar agora seria a coisa mais estúpida, como não gastar ao contrário, a vida boa pedia, não sermos moralistas, nem tão pouco promíscuos demais.

Só digo isto porque uma noite estávamos em casa e a minha mulher atendeu o telefone e era o Mateus, perguntava ele se sabíamos de uma casa, a mulher dele tinha-o colocado na rua, no horizonte havia uma ameaça de divórcio, porque, contou ele depois, tinha andado a foder com outra gaja.

Quando a minha mulher disse quem era, eu torci logo o nariz, e percebi que o Mateus ao perguntar se sabíamos de uma casa, percebia-se logo, andava à procura de abrigo barato, de preferência na nossa casa, e quando ela insistiu para ele ficar, assustou-me que ele pudesse gostar demais, ao ponto de não conseguirmos depois, ser nós, e já não a mulher dele, a colocá-lo na rua.

Mas a minha mulher ganhou, digamos a nossa pequena luta familiar, a ideia de ter um homem em casa, ainda por cima sozinho com a minha mulher, quando eu fosse trabalhar para fora, assombrou-me logo com pensamentos perversos, imaginava a minha mulher a ser fodida na nossa cama por este invasor.

E o perigo, se lhe podemos chamar assim, era real, em cima eu dizia que me lembrava dele porque quando conheci a minha fui a uns eventos com ela em que o Mateus estava lá e das reações entre eles, olharem-se mutuamente com intensidade, os pequenos toques das mãos, a forma como ela ria de coisas sem sentido que ele contava, dava para perceber, ela já tinha feito muito sexo com ele.

E eu compreendia isso, quando a conheci estava sozinha há muito tempo, saída de um divórcio estranho, e sendo ela uma mulher de quase quarenta anos, que melhor podia ter ela do que um jovem como o Mateus, que tinha metade da idade dela, basicamente um amigo do filho dela, que fodia a mãe do amigo quando esta o chamava.

Claro que nunca tive uma confirmação segura, nunca me atrevi a perguntar nessa altura, mas agora com ele dentro da nossa casa, não sabia se esse assunto viria outra vez à minha cabeça com a mesma força que tivera anteriormente.

Ele chegou algumas horas depois e trazia com ele pouco mais que uma mochila, como se fosse acampar alguns dias, ele beijou a minha mulher na face, e por segundos muito curtos, o corpo dela colou-se ao dele quando ela lhe deu um abraço, quase como se fosse a um filho acabado de chegar de uma viagem longa.

Ele cumprimentou-me, mas ela não perdeu, curiosa empurrou-o para o sofá, onde eu os olhava da minha poltrona à distância, e deu para mirar como ele estava passados talvez uns cinco anos, continuava o rapaz que era, um corpo seco e elegante, as pernas fortes como troncos de árvores, uns olhos e um sorriso demolidor, que mostrava ao reagir aos afetos da minha mulher.

A minha mulher, eu só agora reparava melhor nela, decididamente, tinha-se vestido de propósito para ele, já não me lembrava do dia em que tivesse feito o mesmo para mim.

Ela vestia uma saia de ganga, escandalosamente curta, realçava as pernas esguias, e em cima uma t-shirt de cavas, que faziam saltar os seios generosos dela, e eu sabia, vem bem fundo, nem soutien, nem lingerie, a minha mulher dispensava isso tudo.

Acho que me admirei, pelo menos imaginei isso, que ela não o tivesse recebido toda nua, mas calculei que da forma como ela lhe tocava, nas pernas que ele abria solicitamente, ela algumas vezes punha as mãos perto do pénis, um alto grande que forçava as bermudas, que parecia querer saltar para fora, e cuja probabilidade de vir a penetrar a cona da minha mulher era muito grande.

Não foi logo no primeiro dia, mas cada dia que passava não era difícil perceber, a excitação da minha mulher aumentava, falar-me dele era o seu único assunto, e não sei porquê, o mesmo acontecia comigo, numa das noites seguintes, excitou-me tanto sentir que ele estava no quarto ao lado, que eu enterrei a minha piça na cona da minha mulher, e quando ela correspondeu e começou a gemer alto, eu sabia, o Mateus do outro lado da parede estava a ouvir, e isso amplificou o meu orgasmo e o dela.

Na manhã seguinte, reunimo-nos na cozinha, eu sentia, a intimidade crescia entre nós, a minha mulher vestia uma túnica curta que os raios de sol atravessavam e faziam perceber o seu corpo nu, os pelos da púbis, um emaranho gracioso, os bicos espetados dos mamilos, as mamas, as coxas, uma visão quase espiritual do corpo dela.

Ele e eu tínhamos apenas umas boxers simples, estávamos de tronco nu, bastava deixá-los cair e os nossos pénis ao alcance do olhar do outro, e foi isso que senti quando ele entrou, mirei os boxers dele e por muito pouco vi a piça dele a querer sair para fora.

E foi como ver um filme a passar pelos meus olhos, que me surpreendeu por segundos, imaginei-o a foder a minha mulher ali mesmo, a baixar as boxers, a sacar do caralho teso, e a penetrá-la por trás quando ela se ocupava na cozinha, ela gemer de prazer e de gostar ainda mais por eu estar a ver.

Eu virei-me para ele, “então Mateus? Dormiste bem?”, a minha mulher olhou para ele, ele respondeu a sorrir, “sim, dormi bem, ao principio é que foi mais difícil”, ela perguntou, “difícil? Porquê?”, ele respondeu sem meias palavras, “vocês fazem muito barulho”, ela insistiu, “estávamos a foder, tu sabes como eu sou a gemer, não me contenho”.

A intimidade entre nós tinha atingido o ponto máximo, nós podíamos agora falar de tudo, eu perguntei, “querida, disseste que o Mateus sabia como tu eras a gemer?”, ela riu-se, “disse sim, amor, o Mateus já me fodeu muitas vezes”, ele sorria a ouvir as confidências.

Ela continuou, “quando estava sem homem antes de te conhecer, eu telefonava ao Mateus e ele vinha a correr para dormir na minha cama, não era Mateus? foi a minha salvação, amor, nunca me faltou pau”, e deu uma gargalhada.

Eu olhei para ele, “como é que é a minha mulher?”, ele engasgou-se um pouco, “como?”, eu insisti, “sim, o que achas dela a foder?”, ele olhou para ela, a minha mulher fervia de excitação, ele respondeu, “uma loucura”, a minha mulher sorriu e eu não consegui deixar de fazer o mesmo, “uma loucura, o que é que isso quer dizer?”, ele prosseguiu, “é uma loucura a foder, a contorcer-se, ela foi a que me deu mais tesão, nunca me cansei de a comer”.

A minha mulher levantou-se e deu-lhe um abraço, e eu percebi, a piça dele tinha saído para fora dos boxers, eu conseguia ver, ele tinha o galo arqueado e teso, grande e grosso, um comprimento enorme, imaginei que se continuássemos a falar assim, a manhã ainda iria começar com sexo na cozinha, com ele a foder a minha mulher.

E perguntava-me se era o que eu queria, sabendo que a minha mulher, o seu maior prazer é o meu, gosta que eu a esteja a ver, e gosta de ser filmada como se fosse uma atriz porno, e a ideia de tudo isso acontecer já lhe tinha passado pela cabeça.

Mirei a minha mulher a abraçá-lo e a roupa dela era pouca ou nenhuma, era como estar nua, apenas uma fina túnica de dormir, praticamente transparente, os mamilos faziam pressão no tecido, o rabo dela, as ancas, a cona, formavam um conjunto apetecível, e vi que ela olhou para mim e sem pergunta nenhuma, apertou-lhe o pénis com a mão, e começou a acariciá-lo.

Percebi que o Mateus fechou os olhos, exalou um suspiro longo, que eu sentia que era prazer, ela abriu as pernas e montou-se em cima dele sentado na cadeira, a cena era perfeita e intima, ela mexeu o rabo, levantou-se um pouco para cima e agarrou na piça dele e meteu-a na fenda, escorregou pelo rolo abaixo, e contorceu-se para trás a demonstrar que o tinha todo enterrado até ao fundo.

Ela olhou para mim e sorriu, “ele tem um bom pau, não achas, amor?”, eu acenei com a cabeça que sim, libertei o meu pénis dos boxers e comecei a acariciá-lo, via a minha mulher a subir e a descer pelo pau do Mateus, ela gemia alto, “ai foda-se tão bom”, ela começou a acelerar, e mais e mais, movia as ancas freneticamente contra ele, para enterrar ainda mais e mais fundo, até que ela estremeceu e gemeu alto, “ai foda-se que me estou a vir toda”.

Da visão dos olhos e da boca húmida do Mateus, eu percebi, tinha-se vindo dentro da minha mulher, ela levantou-se e eu vi, o pau dele saía da cona da minha mulher molhado em porra, e num segundo, vi a minha mão, o meu esperma escorria para o chão, ela aproximou-me e deu-me um beijo, agora eu só conseguia pensar como seria com ele nos próximos dias, ou nas próximas semanas a viver na nossa casa.

Conto à minha mulher ou confesso-me ao padre?

00:25 5
Conto à minha mulher ou confesso-me ao padre?

Esta é uma história anterior ao casamento com a minha mulher, e melhor dizendo, devia faltar um mês ou pouco mais, em que iríamos casar no civil, mas por vontade, acho que não tanto da minha mulher, mas mais dos meus sogros, também pela igreja.

Mas o pior é que eu escondia um segredo que não sabia como resolver e que já vinha do tempo de namoro, que era a minha orientação bissexual, mas de uma maneira invertida, sinto prazer em foder com a minha mulher mas sinto também prazer em foder com homens.

E o que mais gosto é de ser submetido, gosto que não exclui a minha mulher porque também gosto que ela seja dominadora, mas com os homens o que gosto é sentir-me a puta deles, de os machos saberem que estou disponível para uma foda.

Os dias passavam, a aproximar-se a data do casamento, e o que me torturava por dentro, era pensar que a minha mulher podia descobrir, imaginando eu que seria muito bom ela saber e aceitar que o marido tem gostos variados e quem sabe se também ela gostaria de uma boa relação lésbica.

Estava em casa, eu apreciava os movimentos da minha futura mulher, eu mantinha-me em silêncio, sentado no sofá, enquanto ela numa histeria feminina mexia-se por todo o lado a tratar da roupa, dos convites e mais o necessário a um casamento.

Eu não resisti, imaginei-a com a cona suada, as coxas apertadas nuns calções de licra definiam-lhe as nádegas, e senti um desejo forte de montá-la, comer-lhe o cu e pô-la a chupar o meu caralho, de joelhos imaginei, desta vez seria eu a dominar, saquei a piça para fora e comecei a acariciá-la e chamei a minha mulher, “querida!”

Ela veio, aproximou-se de mim, e ao ver o meu pau teso na mão, deu uma gargalhada, “o que é isso? Agora que estou ocupada?”, eu suspirei e pedi desesperado, “chupa-me a piça, amor, estou a ver o teu rabo a andar por aí e estou com tesão”, ela pareceu querer fazer-me sofrer, “querido, o que tem o meu rabo?”

Eu abanava a galo erecto na mão, o corpo dela era perfeito, as mamas generosas com mamilos espetados, duas sombras negras que se escondiam atraás da túnica, “querida, adoro o teu cu, quero muito fodê-lo agora, amor, chupa-me o caralho, anda”, ela soltou outra gargalhada e disse, “agora não, agora estou ocupada”.

Vi o rabo dela a afastar-se de mim, ela continuou a fazer as coisas dela, foi uma situação anti-climax, o tesão do meu caralho desapareceu em segundos, e fiquei ali, em silêncio, a pensar o que fazer, quando o meu telefone tocou, era um amigo e ouço-o dizer, “queres vir ter connosco? O meu primo também está cá!”.

Eu ouvia a minha mulher a mexer-se no apartamento, e pensava no que esse meu amigo tinha dito, já era um hábito nosso, quando ele e eu tínhamos desejos, nós combinava-mos num motel, e eu aí dava-lhe o cu, ele montava-me por cima, e eu conseguia o que mais queria, que era satisfazer o macho.

Mas quando ele disse que o primo também estava, isso era outra coisa, a piça dele era enorme e não era a primeira vez que ele me fodia, ou então os dois ao mesmo tempo, e o meu prazer era muito maior, satisfazia aquele macho peludo que quando enterrava a verga no meu ânus, ele levava-me à loucura.


A minha mulher aproxima-se e pergunta, “quem é amor?”, eu olhei para o telefone, “nada amor, é só um colega do trabalho”, parei um momento a pensar o que responder, e prossegui, “vou ter de sair, querida, tenho um assunto de trabalho”, a minha mulher choramingou, “mas querido, vamos jantar com os meus pais!!”

Ela afastou-se novamente e eu regressei ao telefone, e eu disse ao meu amigo, “eu posso ir, mas tem de ser rápido“, ouço o meu amigo a responder, “está bem, o meu primo veio de propósito só para te comer o cu, sabes que ele é louco por ti, ele adora foder-te”.

E eu lembrava-me bem da última vez, o pau dele a penetrar-me por trás, as ancas dele a bater forte, abria-me as nádegas com as mãos fortes e deixava-me exausto e dorido, por várias semanas, mas o meu orgasmo maior era senti-lo tremer quando a piça me abria o ânus apertado e ele começava a vir-se todo dentro do meu cu.

Eu voltei ao telefone, “eu vou, mas tem de ser rápido, eu tenho de ir com a minha mulher a um jantar, podemos foder no carro”, eu ouço-o a sussurrar para o primo, “okay, passamos aí?”, eu disse que sim, corri para a porta e só tive tempo de gritar, “querida, vou ali e já volto”.

Desci para a rua, a noite tomava o lugar do dia, esperei uns segundos e eles apareceram de carro, voltei a cara para a janela de casa e vi a minha mulher a olhar, eu entrei para o banco de trás onde já estava o primo do meu amigo, ainda sorri para ele e disse, “ele é o teu motorista”.

Eles riram-se, mas foi por pouco tempo, o primo dele pôs a mão na minha perna, tocou-me no pénis, e perguntou, “tens levado no cu? Tens fodido muito?”, eu disse que não, que tinha a minha mulher, eles riram-se novamente, e ele disse, “tu sabes que sou muito melhor que a tua mulher”.

Senti a mão dele a prender a minha, o meu amigo conduzia, e o primo disse, “agarra no meu caralho, chupa-me o rolo”, a minha mão prendeu a verga grossa e dobrei-me para baixo e meti na boca aquele bocado de carne, senti-lhe um gosto adocicado, e os meus lábios apertaram-no ao máximo e senti-o a mover as ancas, a empurrar mais caralho para dentro da minha boca.

O meu amigo parou o carro, era uma zona escura, protegia-nos de olhos alheios, ele virou-se para o banco de trás, queria ver o primo a comer-me o cu, num segundo ele e eu estávamos nus, senti na pele a frieza da napa que me arrepiou, eu chupava o pau grosso, que me parecia ainda maior que da última vez.

As mãos dele percorriam-me o corpo e dois dedos acariciam-me o ânus, eu sabia que ele estava a preparar-me para me comer, enterrar a verga grossa no meu recto até ao fundo, e eu sabia, ia doer, como da última vez, o meu ânus ia sofrer de tão apertado que estava.

O tronco peludo dele encostou-se ao meu, senti a boca dele próxima da minha, e fui surpreendido, não me lembrava que tivesse acontecido, os lábios dele procuraram os meus, as nossas línguas enrolaram-se e foi como um choque, o meu anel enrugado tremeu de desejo e tesão, sentia-me húmido e sedento de caralho e o que mais desejava é que acontecesse tudo o que a minha imaginação pedia.

Ele chupava-me a boca, os lábios, a língua e eu correspondia, ele sussurrou, “vira-te, amor, dá-me o cu, querido”, eu girei o meu corpo por baixo do corpo dele e sabia que agora estava em posição submissa para ele fazer de mim o que quisesse, ele suspirou, “tens um cu tão bom, pareces uma gaja, só que melhor, muito mais apertadinha”.

Acho que fechei os olhos, ele abriu-me as nádegas, como se partisse uma fruta ao meio, e senti, o caralho estava a entrar em mim, primeiro a cabeça e depois o resto todo, eu gemei, “aihh devagar, aiii que dói”, ele tirava e metia, muito devagar, pouco a pouco, até que o tronco dele colou-se às minhas costas e eu sentia, a piça dele estava toda dentro de mim.

Ele puxou-me para cima, para que eu empinasse as minhas nádegas e o pau dele não parava, ele movia-se para dentro de mim, o meu ânus esticava-se tanto quanto podia, fechei os olhos novamente e foi como cair no esquecimento, agora eu sabia que estava todo aberto, era como um vácuo da consciência, a piça dele entrava e saia, sentia a respiração dele ofegante e o limite estava próximo, quando ele tremeu e disse, “foda-se caralho estou-me a vir todo”, um jato quente, em golfadas de esperma, pingavam-me do cu.

Ficámos ali parados uns minutos, em repouso, o meu amigo perguntou, “gostaste? O meu primo deu-te prazer?”, eu respondi que sim, virei a cara para o primo dele, e o meu amigo insistiu, “o meu primo é um pouco bruto, e acho que está apaixonado por ti”, eu sorri para ele, “tenho mulher e estou quase casado”.

Sabia que estava atrasado, já devia de estar em casa para jantar com os meus sogros, eles iam lá para ver os arranjos do casamento, mas eu sentia que a minha foda ainda não tinha acabado, o primo perguntou, “gostaste mesmo, sabes, eu adoro montar-te e não faço sexo com outros muitas vezes”, eu respondi, “eu gostei, mas queria muito satisfazer-te, como se fosses o meu homem, o meu macho e o meu touro”.

A boca dele aproximou-se outra vez da minha e os lábios dele tocaram nos meus, e ele sussurrou, “eu sou o teu macho, tu és a minha gaja, anda, dá-me mais”, a piça dele estava outra vez dura como pedra, ereta e curva para cima, puxou-me as pernas para cima e colou-se a mim, como se fodesse a mulher dele, o caralho entrou-me no ânus.

O peito dele colou-se ao meu, a atmosfera do carro ardia, os nossos corpos suados colavam-se como uma pele única, fechei os olhos e senti o maior prazer do mundo, eu e o meu macho gemíamos de prazer, como a cópula de dois amantes de coração, até que ele se veio novamente dentro de mim.

A hora era tardia, era provável que os meus sogros já tivessem chegado, e começassem a fazer perguntas, em segundos entrava em casa, e só ouço a minha mulher a dizer, “meu deus, querido, estás todo suado, o que andaste a fazer?”, os olhos dos meus sogros centraram-se em mim e a pergunta que eu via nos olhos deles era se eu era o homem ideal para ser um bom marido para a filha deles.

Eu achava que sim, mas se a minha futura mulher fosse mais evoluída, seria com certeza tudo muito melhor.

Menage-a-Trois falhada

20:46 1
Menage-a-Trois falhada


Quando cheguei a casa com o meu amigo Zé e a minha namorada já passava da meia noite, eu entrava em casa a dizer-lhes para irem para o meu anexo, onde faço habitualmente umas pequenas festas privadas, quando vi que ela ainda estava na piscina.

A noite era uma daquelas de verão em que o ar noturno é sufocante e se mistura a uma neblina luminescente feita de luar e humidade, e percebi logo do porquê da minha mãe estar àquela hora a mergulhar na água morna da piscina salpicada de estrelas, e à distância, sem ter a certeza, ela parecia estar toda nua.

Desde que se divorciara do meu pai, ela passava por uma espécie de desequilíbrio hormonal, o que até nem fazia grande sentido, porque há anos que eles não dormiam juntos e quanto a fodas, era coisa do passado, sendo muito mais provável que ela fodesse com outro gajo do que com ele.

O que eu reparara é que havia alturas, alguns dias e algumas noites, depois de uns gemidos que eu ouvia, vindos do quarto dela, ela depois corria para a casa de banho ou para a piscina onde passava longos momentos debaixo do chuveiro ou mergulhada, a misturar água à sua excitação momentânea.

Das primeiras vezes os gemidos pareciam choros, e eu preocupado fui tentar perceber e vi, na porta entreaberta, que ela se acariciava em baixo, e depois os gritos, eram orgasmos de prazer, dos dedos a dedilhar a fenda, até que se levantava e ia para o chuveiro a pôr a água a correr em cima do corpo.

Entrei no meu anexo e o Zé perguntou logo, “era a tua mãe, a esta hora? na piscina?”, eu respondi, “é Verão, está muito calor, é normal”, e a minha namorada Tina a rir-se, “e toda nua? Não percebeste?”, eu acenei com a cabeça, e o Zé disse, “eu gosto muito da tua mãe”.

Eu entendi logo, quando o Zé diz que gosta da minha mãe, na verdade está a dizer, que gostava de a foder, e já tinham acontecido outras vezes, nas minhas festas privadas, que ele insistia no assunto, “a tua mãe deve ser um fodão, tem um corpinho que faz inveja a muitas gajas”, eu nem saber o que responder porque os meus segredos com ele eram um outro assunto.

O Zé é um daqueles meus amigos dotados, com uma piça enorme e que vieram ao mundo com uma única missão, satisfazer mulheres e paneleiros, com aquela verga enorme, e eu que o desejava muito, levei algum tempo a conseguir que ele se deixasse de ideias fixas e me fodesse o rabo.

E para nós, depois de algum tempo, sendo um segredo é certo, nem era estranho termos as nossas namoradas, e a Tina era um pouco isso, o prazer de a foder nem era muito, mas agora que tínhamos combinado, eu sentia uma certa excitação.

Eu e o Zé tínhamos falado, e quando ele perguntou, “onde é que arranjaste esta gaja? gosto dela, gostava de a foder!”, eu respondi, “ela é que me arranjou a mim, apareceu no café onde costumamos ir, e eu e ela começamos a andar, mas …”, e depois continuei, “eu adorava ver-te a comê-la, eu posso perguntar-lhe?”.

E foi assim, no dia seguinte, eu estava com a Tina, e eu comecei a falar no Zé, “o que achas do Zé?”, ela respondeu, “não sei, parece-me um pouco bruto”, eu insisti, “bruto? como?”, ela abanou o corpo, “a constituição física dele, é grande!”, eu ri-me e aproximei-me do ouvido dela, “é bem grande, eu já vi, a piça dele é o dobro da minha”, ela abriu muito os olhos, e eu continuei, “gostavas de levar com ela?”, ela fez uma cara envergonhada, e perguntou, “porquê? gostavam de fazer uma ménage-a-trois comigo?”

Eu não tinha pensado numa ménage-a-trois, mas a simples ideia de eu e o Zé estarmos a fodê-la deixou-me o pau tão duro que ela notou, ela pousou a mão no meu pau, e ela disse, “não sei, talvez, a ideia de ter dois homens a comer-me era uma espécie de sonho que tinha“, eu sorri e disse, “acho que o Zé vai gostar, e eu também, vou adorar vê-lo a comer-te o cu”, e naquela altura o tesão dela e o meu eram tão grandes que eu pedi para ela me chupar o pau, e por isso fomos a correr para o meu carro.

Mas hoje estávamos ali no meu anexo, eu, o Zé a Tina, a tentar cumprir o sonho dela de ser fodida por dois homens, mas o Zé fixou-se na minha mãe e era como ter os olhos virados para os dois lados, o cu da Tina e o cu da minha mãe.

O Zé tirou os calções para baixo, e sentou-se numas almofadas e eu disse à Tina, “querida, amor, chupa aqui o pau do meu amigo”, e ela começou logo, tirou o vestido fino, o soutien e as cuecas, e abriu a boca como um peixe e engoliu a verga do Zé até ao fundo, enquanto eu de lado insistia, “isso amor, chupa esse pau grande”, a minha mão entrou pelas nádegas por trás, e escorregou até à cona, ela contorcia-se com a minha música, até que eu vi no o Zé um sorriso estranho.

Virei a cabeça depressa e eu tive como que um susto, a minha mãe estava na janela, vestida de robe e ainda molhada, a ver a Tina a chupar o pau gigante, e foi só um segundo porque, entretanto, ela desapareceu logo, foi como um fantasma, e eu ainda estúpido, perguntei ao Zé, “era a minha mãe?”, sem ele falar, “achas que estava ali há muito tempo?”, ele sorriu com ar maldoso, “ela estava ali há uns bons minutos, acho que a tua mãe estava a apreciar o meu galo teso”.

A Tina levantou a cabeça, e ela perguntava, “mas o que foi que aconteceu?”, o Zé disse, “foi a mãe dele, ela lambia-se toda a ver-te a chupar a minha verga”, e depois virou a cara para mim, “acho que tens de falar com ela, ela está necessitada, acho eu”, eu ainda perguntei, meio perturbado, necessitada de quê?”, o Zé abanou a trave, “necessitada de caralho, amigo”.

Eu vesti-me e saí do anexo em direção à casa, a terra brilhava debaixo do seu banho de luar, entrei em casa e ouvi os passos da minha mãe no quarto, bati á porta e ouvi “entra”, e avancei para dentro e ela ali estava na mesma, no robe húmido sentada ao espelho a secar o cabelo, eu ia dizer qualquer coisa, mas ela adiantou-se, “eu vi”, houve um silêncio, “a ofereceres a tua namorada ao teu amigo Zé!!”, eu procurava as palavras no meu cérebro, “e a Tina estava a gostar, o Zé tem um pau de fazer inveja a um homem”.

Ela girou no banco, e prendendo os olhos dela nos meus, ela disse, “quem sabe, um dia destes ofereces aqui a tua mãe ao teu amigo! achas que ele ia gostar?”, eu gaguejei um pouco, “o Zé?”, ela prosseguiu, “sim, querido, davas a tua mãe ao teu amigo para ele me foder?”, eu continuava a pensar, e ela disse, “o que disse a Tina quando a ofereceste ao teu amigo?”, eu respondi, “ela disse que tinha curiosidade de fazer um menagem-a-trois”.

Eu sentei-me na cama do quarto, ela passava a escova no cabelo, e por momentos vi as coxas abertas da minha mãe, coxas de mulher, lisas, sem poros, rosadas e cheias, ela prosseguiu, “acho, querido, que a Tina conhece a fama do Zé, o tamanho do pau, a brutalidade de deixar uma mulher satisfeita, a Tina se calhar já tinha levado com ele!”, eu respondi, “acho que não, a Tina é nova no grupo”, a minha mãe sorriu, “a Tina quando falei com ela, vi logo, é doida por caralho e adora levar no cu, já lhe comeste o cu, filho?”.

Eu ia perguntar como é que ela sabia essas coisas, e eu disse, “não, ainda não lhe comi o cu, mas …..?”, ela deu uma pequena gargalhada, “acho que ela quer ter o pau do Zé enterrado no traseiro” e depois ela insistiu, “e eu também, achas que o Zé gostava de montar a tua mãe?”, eu tentei lembrar-me do que ele costumava dizer, “ele está sempre a dizer que gosta de ti”.

Ela olhou para mim, largou a toalha para o chão, “achas que ele podia vir ao meu quarto dizer que gosta de mim?”, eu olhei profundamente para ela, “agora? aqui no teu quarto? sozinha e assim … nua?”, ela mostrou os dentes brancos, “ou então, podias dar-me a ele”, eu intervim, “e o que eu vou dizer? que eu quero que ele foda a minha mãe?”, ela abanou a cabeça a dizer que sim, “sim, amor, dizes que gostavas que ele fodesse a tua mãe, e que me ofereces a ele, achas que ele diz que sim?”, eu respondi que sim.

Eu voltei ao anexo e foi fácil perceber que a festa estava estragada, a ideia da minha mãe ter visto o pau dele teso na boca da Tina não saía da cabeça do Zé, ele perguntou logo, “o que disse a tua mãe?”, eu respondi, “ela não gostou de ver-me a oferecer a minha namorada para tu a foderes”, a Tina abanou a cabeça, “eu é que quis”, eu continuei, olhei para o Zé, “eu sei, ela depois perguntou o que eu achava se eu a oferecesse a ti para a foderes!”.

O Zé abriu os olhos, “o que foi que disseste?”, eu respondi, “eu disse que não sabia, que não ias gostar, sei lá”, a Tina riu-se, “grande puta, a tua mãe, viu a verga dele e ficou doida ..”, o Zé insistiu, “ofereceres como?”, eu respondi, “como? eu peço-te para ires ter com ela para lhe dares uma foda e eu ofereço-a para a comeres”, passou-se um segundo, “podemos ir para a casa, quem sabe, talvez goste de ver-te a foder a minha mãe!”.

Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido

22:53 0
Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

É duro ser extra-duro

20:24 2
É duro ser extra-duro


Dei-me ao trabalho de vir à cidade, deixei a minha agricultura e as minhas cabras e ovelhas e, e eu que pensava que vinha a esta merda de cidade para me curar deste meu problema e foda-se!! eu regressei à minha casa ainda pior.

O meu problema era complicado, isto nem era de agora, há muitos anos que andava sempre com o pau teso, e era, foda-se! desconfortável, um problema hormonal, as pessoas viam, principalmente as mulheres e depois diziam, “lá vai ele com aquilo em pé, e ainda por cima anda sozinho com as cabras”.

Não havia solução, já tinha feito de tudo, médicos não explicavam, depois foram curandeiros, bruxos, tudo me foi aconselhado, até quiropráticos, cansa isso nas putas, houve uma que dava palmadas, e espremia tudo o que podia, mas uns minutos depois tudo voltava ao que era.

Ainda arrisquei com umas namoradas, mas depois a coisa foi alastrando, sabia-se em todo o lado, era o gajo do pau teso, e nem as gajas esfomeadas, queriam alguma coisa comigo, fugiam desesperadas, dia e noite a bater punheta, era quase um trabalho, lá em baixo não queriam mais nada.

E foi a minha tia que ligou e disse, “filho, vem à cidade que resolvemos isso, vamos aqui a uma médica especialista que trata de tudo” e foi assim que vim por aí abaixo, disse logo “é só por alguns dias, não aguento a cidade, é chegar e fugir, voltar para o meu lugar”.

Mas a merda começou logo mal, a minha tia e o namorado não paravam de olhar, mas como é que é possível? pergunta que lhes estava na cara, iam-se rindo do fenómeno, “o rapaz precisa de ação com aquilo”, era o que o namorado dizia.


A minha tia arranjava o sofá para eu dormir, ela dizia, “não ligues, havemos de curar o teu excesso de tesão”, e ao mesmo tempo, ela esticava o lençol e foda-se!! foi quando eu vi, ela baixava-se um pouco, e no meio das coxas, o tufo de pelo, um molho encaracolado, parecia a lã das ovelhas, só que húmida e brilhante.

Tive um choque no caralho, que foda-se!! contorci-me todo, ela estava nua por baixo, só tinha uma bata vestida, mais curta um pouco e era camisola, eu estava sentado numa cadeira, ela andava à volta do sofá, eu via-lhe as dobras do rabo, “ai caralho que me dói tanto”, o meu pau queria rebentar, era tesão e mais tesão, estaria a minha tia a tentar-me?

Fiquei logo muito pior, as hormonas explodiram, como é que agora ia dormir, e depois amanhã, com a médica especialista, o que é que ela ia achar, arrastei-me para o sofá, e foda-se!! deixei-me estar, quase uma hora agarrado ao pau.

Quando estava quase a adormecer, depois de três ou quatro punhetas, o sofá estava todo colado, quando ouvi a minha tia no quarto, “anda amor, fode-me”, era ela a falar com o namorado, e eu caralho! que já estava a descansar, fiquei logo teso, “ele já está a dormir, fode-me toda”.

E depois foi a noite toda, a minha tia não parava, o namorado já não aguentava, ainda pensei que ela era como eu, tinha de ir à médica especialista, e depois levantei-me, fui andando no corredor, já não aguentava aquela merda, precisava de água fria, e foi quando eu vi o que não queria.

O quarto tinha a porta aberta, e quando passei, foda-se! lá estava ela em cima do namorado, o pau dele entrava na cona, estava um pouco molhado, ainda achei que desmaiava, o meu caralho estourava, eu quase não andava, fui agarrado à parede, a arrastar primeiro uma perna e depois a outra.

Durante a noite fui-me embora, que se fodesse a especialista, eu tinha de viver com isto, com tesão até ao fim da vida, ao pé das minhas cabras e ovelhas, mandei uma mensagem à minha tia, mas foda-se!! agora não me sai aquela imagem da cabeça ..