No verão fiz sexo com um amigo - Biografias Eróticas
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No verão fiz sexo com um amigo

Aqui estava eu e o meu amigo Bruno acampados num parque de campismo, já com a tenda montada.

Conto a história destas férias em que fui ao cu do Bruno, um amigo da minha adolescência. Era uma daquelas coisas que só estava à espera de acontecer. E há muito tempo. 

Desde rapazes que íamos para o meu quarto conversar sobre tudo e nada, e reconhecia-lhe nos gestos, como se sentava, como se deitava na minha cama, esse desejo disfarçado inconsciente de querer foder comigo. Os calções justos, os toques subtis, o rabo empinado, o despirmos-nos-nos muitas vezes, mostrando o pénis e o ânus um ao outro, tudo estava lá.

Um desejo contido em anos no grupo de amigos fechado por convenções e medo, todos machos latinos, o pensar de se ser rabo ou chamado disso, fazia com que não se passasse disso mesmo, de um desejo. Víamos-nos nus, com os caralhos tesos, as costas dele, o rabo rijo, aberto para mim, redondo como o de uma menina, o ânus húmido, e queria muito ir-lhe ao cu e que ele fosse ao meu.

Por diversas vezes, discretamente, às vezes com outros amigos e amigas na praia, olhava-lhe o rabo rijo, empinado e redondo, quando saia da água do mar, o frio, a pele de galinha, e só nós, ele e eu, trocávamos aquele olhar, porque esperamos?.

Queria muito, ali no meu quarto, deitar-me em cima dele, que ele me abrisse as pernas ao de leve, enterrar-lhe o meu caralho no cu de apetite pedido, os nossos corpos quentes unidos, sem tempo, ou censura, até vir-me e vir-se ele de prazer. 

Mas ali estávamos agora, sozinhos, a dormir e a passar noites juntos, dois rapazes em férias, sem críticos ou vigias,  

Para o mês do ano que era, agosto, não se estranhava que estivesse tanto calor. No interior da tenda então o calor era insuportável, à noite deviam estar 30 graus ou mais, sem uma pequena brisa para nos refrescar.

Photo by Scott Goodwill on Unsplash
De manhã íamos ao refeitório do parque para comer qualquer coisa, e depois era praia e piscina o dia todo, a tomar banho e a bronzear os nossos corpos. 

À noite deambulávamos por Lagos a apreciar o andamento e o pouco mais que dois putos com 17 anos conseguiam fazer, até cairmos prostrados de cansaço na tenda até de manhã.

Nesta aventura, eu e o Bruno conhecemos duas irmãs dinamarquesas, mais ou menos da nossa idade, nossas vizinhas no parque, que ali estavam com os pais num bungalow.

Juntávamos-nos a elas todos os dias na praia, apreciando a sua presença, o prazer de conhecê-las, mas sentia, estava longe a nossa ideia, não existia desejo em comê-las, com a nossa cabeça noutro sitio.

Conversávamos, riamos, belos corpos jovens ao sol, mas parecia e era só isso.

Por mim, quando estava na tenda ou na praia, divertia-me mais a olhar a mãe e o pai delas. 

Excitavam-me aqueles dois corpos adultos. Sentia o meu pénis duro e teso, o ânus ardente de convite, só de estar a olhar para eles.

A mãe Alicia, uma mulher loura perfeita linda, uns seios espetados em topless à vista, umas pernas longas e rijas, seguia-a com os meus olhos de jovem recente sempre que se mexia. 

Sentada na areia a ler, de perna caída ao lado, a outra encostada ao peito, ia ao banho, regressava só para ver-lhe a rachinha da vagina impressa na calcinha fato de banho.

Via-me e apercebia-se num sorriso contido do meu tesão não escondido, quando olhava obsessivo para as mamas dela e para a vagina. 

Admirava-lhe o tonzinho da pele levemente mais escura da vagina, os lábios grossos quando a calcinha escorregava para o clitóris, ajeitando-a, com olhos de encontro nos meus, quase em provocação, vendo eu com ela, os lábios grossos duma vagina pelada e rosada.

O pai Peter, com aqueles calções cueca justos, olhava-lhe os pelos do peito e o volume generoso entre as pernas, percebia-lhe um pénis teso do sol, que, desconfortado e mexido, escondia quando olhava para ele. 

Sorria para ele, oferecia-lhe as minhas costas e o meu rabo com querer, sem dúvidas para ele, imaginando-o a escapulir-se das filhas e da Alicia para me vir ao cu.

Por ele, com um desejo adulto, via-me com ele, nas rochas perto, escondidos, o meu rabo aberto, o cheiro, os pelos do peito dele nas minhas costas, e o pénis teso dele a penetrar-me o cu.

À noite esquecia o dia, sentia na tenda a respiração do corpo do Bruno junto ao meu, cada dia que passava, o mesmo desejo sentido, só à espera das palavras, para nos abrirmos os dois, da voz de permissão.

Numa noite, eu e o Bruno fomos com as duas irmãs para a discoteca ao pé do parque, já nem me lembro do nome.

Bebendo e dançando, o Bruno não as largava, zangando outros mais velhos que as queriam engatar. Não tardou muito, ainda a noite ia curta e já elas se abriam e roçavam em dois marmanjos com cara de malandro.

O Bruno dizia "são umas putas, não nos ligam nenhuma". Quanto a elas não sei, saíram e desapareceram na noite só as vendo no dia seguinte, com aquela cara satisfeita de mulheres fodidas.

Regressamos à tenda. Entrámos, tocados pela bebida, despimos a pouca roupa, todos nus, caímos nos sacos de cama. O calor era muito, sentia o meu corpo e o dele quentes e suados.

Já o tinha visto nu, mas não como naquela noite. Os nossos corpos bronzeados, suados e ainda ferventes do sol do dia e da praia, banhava-os uma espécie de luz, não sei se da Lua, se de iluminação do parque, que mexia com as minhas coxas, com a minha respiração, e com o meu pénis teso.

Senti muitas vezes este desejo de foder com ele, mas não com esta intensidade. Queria muito ir-lhe ao cu ou ele a mim. Havia ali uma urgência que senti também nos olhos e na boca dele. 

Trocámos olhares, tocaram-se os nossos corpos lado a lado, falando por si, dizendo "vem vês o meu rabo está aqui à espera para ti".

Antes, vindos da praia, nos chuveiros, tomámos banho nus juntos. 

Não sei se do calor, se por estarmos nus, entesávamos, e não sei, os nossos corpos e pénis tocavam-se. Roçava-lhe o cu e ele o meu. Brincámos com isso. Com essa electricidade que atraía. Com o ânus tremente, batemos punhetas juntos, nos chuveiros, na tenda quente.

Na tenda, os nossos corpos tocavam-se ao de leve, sentia-lhe os pelos do corpo e ele os meus, um e o outro completamente nus. 

Sentados, via-lhe o ânus e ele via o meu, como promessa de algo que estava para acontecer.

Agora, o Bruno mexia as pernas, abria-as lânguidas, as nádegas ferventes, o ânus sentido, a boca, as gargantas secas, que aconteça, os olhos húmidos de expectativa, a falar-me por gestos "vem come-me enraba-me eu quero que se foda".

Não sei porquê, ou sei, soltaram-se-me as palavras, disse-lhe "tens um belo rabo". 

Acho que já lho tinha dito muitas vezes, mas agora era a sério, íamos em frente, as palavras eram desnecessárias, as permissões e consentimentos estavam dados.

Saltasse-lhe eu para cima, abrindo-lhe o rabo e penetrando-o e ele nada diria. Os silêncios os gestos encandear-se-iam e resolviam tudo naturalmente.

Mas o Bruno riu-se forçadamente e retorquiu "porquê, queres que eu te deixe vires-me ao cu?"

Fervíamos dentro da tenda, não sei como, respondi "quero, deixas-me ir-te ao cu?"

Esta pergunta fez-me lembrar a mesma pergunta que o meu amigo Adérito me fez, uns anos antes, teria eu quê doze anos, e ele uns 15, quando me perguntou se eu o deixava ir-me ao cu. 

Já tinha sido desflorado pelo Bernardo, disse-lhe logo que sim, virei-lhe o cu e ele penetrou-me e comeu-me.

O Bruno virou-se para mim, tinha o pénis teso, ardia como eu em tesão, e disse-me sem surpresa "vem-me ao cu se quiseres".

Atravessámos a linha temida, a da resolução e da consequência, qual fosse ela. Ele encostou a cabeça nas mãos, e vi que abria o rabo e as pernas ao de leve ainda mais a dar-me autorização. 

O rabo dele redondo e empinado abria-se para mim como uma fruta, um pêssego. Não era uma experiência nova para ele. Disse-me, um primo mais velho já lhe tinha ido ao cu.

Passei-lhe a mão ao de leve pelo rabo, pelo ânus, entre as pernas, abrindo-as e ajeitando-as para mim ainda mais. Com a outra sentia o meu caralho retesado e rijo a explodir de desejo.

Abracei o meu corpo ao dele, os pénis tesos a tocarem-se e a quererem-se, as pernas dele a rodearem-me, o meu caralho sozinho a tocar o ânus do meu amigo, os pelinhos a cocegarem, a minha boca na boca dele, fiz força e, como promessa, a tirar e pôr, enterrei-lhe a cabeça do meu pénis no cu.

Deitei-me depois sobre as costas dele, ao de leve, em silêncio, só a nossa respiração ou as vozes que passavam junto da tenda, abri-lhe as pernas e as nádegas e enterrei-lhe no ânus a ponta do meu caralho.

Empinou o rabo para que fosse mais fundo, fui enterrando e tirando para não o magoar. 

Sussurrei-lhe ao ouvido "estás a gostar?". 

Moveu o rabo em harmonia com o meu pénis, virou-me a boca, as nossas bocas e línguas húmidas juntaram-se em união, as minhas ancas a recolherem a penetrá-lo, "é bom", disse-me.

Entrei nele ainda mais, deu-me um gemido de prazer junto com os meus. Senti-o a massajar o pénis dele, e a gemer.

Os nossos corpos quentes e suados iluminados por uma luz desconhecida moviam-se como um só. Beijei-o na boca, nas costas, enquanto as minhas ancas vinham atrás, batiam-lhe nas nádegas.

O meu caralho entrava todo nele, indo atrás e à frente, até que o senti como eu a estremecermos de prazer e a virmo-nos. 

Sexo jovem, minutos que pareceram uma eternidade. 

Sem trocarmos palavras, deixámos depois os nossos corpos em repouso, até de manhã.

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