Dezembro 2019 - Biografias Eróticas
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Contos eróticos de Ano Novo - # Fiquei sem namorada

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Contos eróticos de Ano Novo - # Fiquei sem namorada
Ela nem tinha bebido demais, nem ela nem todos nós, a ideia tinha sido mesmo essa, passar uma noite com amigos, festejar o novo ano a contar as nossas histórias, e fugindo do acaso perigoso, de se ser apanhado em algum lado, que mudasse o nosso destino querido.

Tínhamos alugado um desses apartamentos airbnb para onde cedo nos mudámos, da fúria e da vertigem do momento, de manhã caminhámos junto à praia, abraçados e em risos idiotas, à espera da noite que viesse tranquila, para no dia seguinte acordármos, ao nascer do sol, a festejar a nossa vida.

Não conhecia todos, uns eram mais amigos de amigos, e reparei que a Nádia à noite, a bebericar vinho aquecido, ia olhando muito para outra miúda, e não era estranho para mim, a Nádia era mais que uma namorada.
Imagem de dholl por Pixabay
Era mais mulher pra dar umas fodas, ela tem tanto tesão naquele corpo, que os bicos das mamas eram tão duros, de rijos que sempre estão, quando me chupa no pau, e lhe enterro o caralho na cona, faz de mim seu instrumento, sinto sempre isso dela, em mim manda e a mim fode, sorte a minha que de mim gosta, do meu cheiro do meu corpo, do meu pau grosso à sua espera. 

E o rabo dela, fico doido quando o dá, é ela que me manda, a dar-me ordens na foda, ai de mim que não  corresponda, ouço-a sempre a dizer "anda vai come-me o cu, dá-me cabo do cu", e eu que adoro o rabo dela, tão rijo e tão perfeito, abre-se todo como uma flor, quando lhe espeto o caralho com força.
Mas agora não sei, parecia-me diferente, como se o pressentisse, olhavam-se as duas com interesse, coisa que só eu percebia, sorrisos quentes  entre elas, de uma doçura inesperada, que soubesse não era fufa, ou lésbica lhe conhecia, mas havia um acariciar inoportuno, quando ali juntas se falavam, ainda pensei cá para mim, "meu deus não acredito, a minha foda desta noite, ai será que está comprometida?".

Não, não podia ser, era a minha opinião de homem, bem ingénua me parecia, a de achar que quando estão juntas, são hipócritas umas das outras, isto das mulheres se elogiarem, "onde compraste esse vestido?", "ai que estás tão bem e tão bonita", a mais parecerem lésbicas no seu normal, a rirem-se juntas e a tocarem-se.

Mas ali não, a Nádia falava-lhe com os olhos e com os gestos, os toques doces e certeiros, os cabelos de uma e outra que se cruzavam, que se misturavam quando se riam, de uma qualquer graça insignificante, quando bebiam pelo mesmo copo, os braços e os pelos se eriçavam, os lábios de uma e outra estavam tão perto, senti-o fundo, se pudessem iam dormir juntas.

Passei a noite a olhar para elas, era o acaso que me fodia, alguém tinha convidado aquela miúda, de uma beleza doce terna de menina, a Nádia era uma mulher forte e decidida, por azar que não nasceu homem, quando as vejo a subir juntas, para os quartos lá de cima.

A porra da música estava alta, a maioria ria e dançava, só eu fodido é que as via, fui atrás delas à procura, queria alterar o destino que previa, entrei atrás delas num dos quartos, diz-me a Nádia "o que queres, vá vai-te embora, isto não é para ti", a outra para mim olhava, num silêncio comprometido, feito estúpido ali fiquei, a dizer-lhe convencido "deixa-me ficar a ver, tenho direito".

Foda-se! olharam uma para a outra e começaram a rir-se, a autorizarem a minha presença num aceno, disse-me a Nádia "é só veres, e fica aqui entre nós, não dizes nada, sim?", respondi eu num sumido som, "sim, fico calado", atirou-se a Nádia à outra miúda, num abraço e num beijo terno, começaram elas a foder.

Não abria a boca, sentia a garganta seca, que sentimento estranho e inesperado, este de ver mulheres a foder, tanto que era o tesão me davam, começaram a tirar a roupa, caralho!! que coisa quase divina, a foda dos homens era mais grosseira, como se houvesse mais carne envolvida, uma certa violência desnecessária.

A Nádia desceu pela miúda a beijar-lhe o umbigo, as coxas, a perder-se da minha vista no meio das pernas dela, a lambê-la e a torcê-la como se lhe arrancasse um espírito, algo que do corpo dela saía, quando se retorcia de prazer ou dor não sabia, a língua movia-se frenética, nos lábios da cona húmidos, da miúda que gemia, sentia o meu caralho tão duro, foda-se!! que tanto me doía.

A miúda agarrou-se assim de repente, a subir para cima violenta, a abraçar a Nádia num grito, a beijar-lhe os olhos e a vir-se, a soltar um grito "ohh ohhh aihmmm", e a cair para trás vidrada e agradecida.

As virtudes da bela punheta anal

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As virtudes da bela punheta anal
Não há ninguém que não saiba o que são zonas erógenas do corpo. Se existe alguém que não saiba são partes do corpo que ao serem tocadas, produzem uma explosão de sensações. 

São regiões do corpo mais sensíveis a carícias e que podem desencadear o desejo sexual, por vezes mais até do que os órgãos sexuais propriamente ditos.

Zonas erógenas masculinas o ânus é a principal
Todos os homens têm desejos eróticos com o ânus

No homem, um deles é o ânus e toda a zona envolvente, que ao ser estimulado com a mão e os dedos, dá normalmente um enorme prazer no homem, e só o preconceito impede que o mesmo sozinho ou com companheiros, mesmo que seja a mulher, tire prazer dessa estimulação.

Com a mão, ou com penetração, não há homem que não tire prazer da estimulação táctil do orifício externo do ânus, que não só beneficia a saúde devido à massagem da próstata, como dá imenso prazer provocando a ejaculação.

Só o preconceito e as convenções mal formadas criaram essa ideia de proibido e que a estimulação anal é típica de homossexuais ou rabos como eu.

Por mim não ligo a nada disso, transgrido essa ordem social e pronto, e quando me apetece pratico sozinho, com a minha mulher ou outro companheiro sexual aquilo que eu chamo de "bela punheta anal".

Alguns chamam-lhe "dedilhado" o que é um pouco ridículo, o cu não é nenhuma viola, embora na prática o pretendido resultado seja o mesmo, ter prazer.
Massajar bem o ânus dá prazer (Foto de Nicolas Postiglioni no Pexels)
Como a faço é simples, preparo um óleo e passo-o pelo rego do rabo, espalhando-o suavemente pela zona do ânus e envolvente.

Deito-me de barriga para baixo, elevo o rabo e com os dedos começo a friccionar ao de leve a zona do ânus e a zona entre o orifício e a base dos testículos que é onde se situa a próstata.

Gosto particularmente de, ao mesmo tempo que fricciono o ânus, ir passando a mão pelas nádegas e pelas costas, como se simulasse que me estão a penetrar. 

À medida que fricciono vou metendo um ou até mais dedos no cu, até o mais fundo que consigo. 

A punheta anal como não é tão espontânea como a punheta punheta, pode ir-se parando uns bocadinhos para prolongar o prazer. 

Uma punheta anal bem feita, até pela nossa mulher, chega a dar-nos mais prazer que uma boa foda.

Quando a punheta anal vai já prolongada, normalmente o meu corpo começa a estremecer para baixo e para cima, e venho-me sem sequer tocar ou estimular o pénis.

A Ângela, minha mulher tem-me feitas tantas que se tornou uma especialista, e quando se esmera com o ambiente e os adereços, é coisa para nunca mais esquecer.

E ela também gosta que eu lhe faça, ou que veja ela a dedilhar o rabo, é uma maravilha e estou me aperfeiçoando com uns plugs que arranjei agora.


Prometido Test-Drive do Luvkis

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Prometido Test-Drive do Luvkis
Sensacional!! Ainda estou no céu!! A minha mulher tinha-me oferecido um presente especial e meus caros amigos ele chegou a horas, o inominável e inenarrável "Luvkis Masturbator Vibrating Sex Toy for Male Masturbation", foda-se!! com centenas de funcionalidades, recarregável, com dez velocidades, à prova de água, cabo usb, copos automáticos, mas que maravilha!! tem tudo para uma punheta astral.
Eu tinha prometido aí ao pessoal fazer um test-drive ao Lukvis para ver quando dava, e explicar como foi, como tudo correu, e rapaziada, só posso dizer que ainda estou com os cabelos no ar.

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Foi a loucura total!! E sabe que mais, minha mulher vê aplicação em tudo, vejam só o que essa mulher consegue com um só pepino, porra!! come ele, fode com ele, mete ele nos olhos, esfrega pescoço com ele, treina mamada nele, e quando viu o Lukvis funcionando ficou doida. 

Eu me preparando para o test-drive, reunindo as minhas notas, e ela me dizendo "rapaz, isso não é só pra punheta, está vendo, né, isso é electrodoméstico, isso é equipamento médico, rapaz, dá para massajar, manter seus músculos funcionando, não é só pra punheta".

Eu querendo pôr esse negócio funcionando, para explicar tudo direitinho pro pessoal, disse para ela "tudo bem menina, você depois brinca com ele, mas me ajuda aqui vai", e foi aí, eu querendo ler instruções, ela começou logo passando no pau, dizia ela, "não precisa, eu sei como essa porra funciona".

Primeiro pessoal, minha mulher me afiou o pau para ficar assim mais ou menos duro, não é preciso muito, depois passou lubrificante, como se tivesse untando bem uma peça de carne, e depois veio o Luvkis.
Luvkis Marturbatur para pau exigente
Primeiro rapaziada ela meteu por cima do pau, sabe como é né, para dar assim uma arrancada, em velocidade baixa, andava assim passando, devagar para a frente e para trás, Caralho!!, bem, meu pau começou crescendo, estava tremendo todo, depois ela foi acelerando, sabe, carregando fundo, mas que sucesso!!

E sabe, senti assim um beneficio, meu pau estava mais duro que o costume, comecei pensando em fodê-la, lhe ir logo ali à cona, mas minha mulher insistia, "agora não pode, agora não pode, tira notas vai", meu caralho estava tremendo tanto, tão rijo que não conseguia escrever no bloco, explicar isto pra vocês, ela sempre passando, se rindo do meu gozo, tudo mexia e não era só caralho, por baixo e por cima, era a barriga e os colhões, menino, não estava aguentando.

Minha mulher depois me deu um descanso, eu estava indo nas alturas, olhava a cabeça do pau, e caras, a desgraçada estava vermelha, cheia de força dos vasos, de energia correndo, ela me dizendo "vou dar o Luvkis também para seu pai", eu assim, "quê, meu pai? menina ele está velho né", e ela assim para mim,"está velho mas isso aqui é tratamento, vai ver ele regenera, ele vai passar no pau dele e logo logo levanta".
Luvkis melhor eletrodoméstico do mundo.
Eu assim "mas que conversa é essa, vai põe aí o Luvkis para funcionar", bom rapaziada, ela meteu o Luvkis por baixo, sempre assim movendo, dando uma passada lenta, tomates, colhões, pau, pelos, foda-se!!, estava tudo electrizado, ela ia mandando mais lubrificante, fazia assim uma espécie de molho, e rapaziada, minha mulher estava adorando, eu bem via, estava com um tesão tremendo.

E o que gosto nela mesmo, é que essa minha mulher, sabe ser puta quando quer, bom rapaziada eu nem devia dizer isto, era um segredo de um bom trabalho, ela começou a dar uma girada no pau com o Luvkis, ii!! mãezinha, assim como se tivesse afiando lápis, com o Luvkis dando volta no pau.

Sentia assim um buzz na ponta do caralho, um verdadeiro terramoto, de edifícios caindo, só sei que fechei os olhos, via minha mulher se lambendo, do gosto que me estava dando, não senhor!! isso não era punheta, nem masturbação, era assim uma coisa tantra, cai para trás deitado, minha mulher agarrada ao trabalho, magma e lava de um vulcão, ela só parou quando o jacto quente saiu.
Luvkis para casais e solteiros
Bom rapaziada, só posso dizer que dei uma boa review a esse negócio aí, e é como minha mulher diz, essa coisa não é só para punheta e pronto, é para pura diversão, e se liga pessoal, a gente nunca cresce, precisa de brinquedo sempre.

Minha mulher é claro é maluca, já está dando aplicação nesse negócio, diz ela "pra fazer batidos, massagens em todo o lado, abdominais, e pro papai fazer seus tratamentos", ela me disse outra coisa mas não sei, será que caralho tem coronárias? ela disse que sim, que o Luvkis é bom para coronárias e colesterol.

Espero que tenham apreciado minhas notas, fiz o possível!

Contos eróticos de Ano Novo - # A minha irmã e o fitness

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Contos eróticos de Ano Novo - # A minha irmã e o fitness
A Carlota é a minha irmã mais velha, e nas nossas conversas, assim daquelas mais intimas, sempre lhe disse "porra Carlota!! que és mesmo puta", nunca ela se importou, reconhece-o por ser verdade, quando lho digo é um elogio, ri-se muito quando me responde, "eu sei!! antes puta que enjoada, não é tão bom ser puta maninho".

Satisfaz-se como quer, come ela quem a fode, são desejos que incendeia, com um belo corpo de mulher, uma inteligência fina superior, um riso solta e basta-lhe querer, ligações sérias que nunca teve, assim mesmo é ela a escolher.

Não de idiotas a querer deixar a mulher, para a terem só para si assim pensam, dá-lhes a cona por prazer, mama-os por gostar, vão-lhe ao cu por o desejar, mas mesmo assim não lhes basta, querem-na a ela para casar.

Lembrei-me à dias de uma passagem de ano em família, não era habitual, fomos todos para um hotel, não foi assim há muito tempo, por vários dias de férias, para festejar a noite de passagem de ano.

Nessa altura a Carlota, acho, tinha um namorado, era mais cão que ser humano, mais escravo que a fodia, também ele tinha ido, para ela era indiferente, ser cão, ser homem, ou ser escravo, porque ser puta era isso mesmo, foder com quem lhe apetecia, senti logo o que aí vinha, andava à caça de outra coisa, lembro-me de ter-me dito "Leo isto está aborrecido, vamos lá baixo, só nós dois".

Lá em baixo era a piscina interior, nesta hora esquecida e abandonada, esgueirámo-nos até lá dentro, pelo escuro como ladrões, ela tirou a roupa toda, sedas e cetins que caíram, soutien e cuecas voaram, ouço-a mergulhar silenciosa, as pernas longas na água escura, os seios rubros no manto morno, sereia de curvas escorregadia, levantou um piscar de estrelas, dos raios de luar que lhe batiam.

Quando retornou ao cimo da água, com os cabelos molhados lisos, já me tinha despido também, entrado naquele caldo nocturno, nadou até mim de olhos abertos, abraçou-se-me ao pescoço, senti-lhe o corpo quente e robusto, a pele macia que na minha tocava, num todo, no peito, no ventre e em baixo, riu-se ela "os patetas lá em cima, isto é tudo nosso".

Os mamilos dela senti-os tesos, os pelos louros roçaram-me o caralho, senti-o teso quando me apertou com as pernas, à minha volta como criança tonta, o meu pau tocou-lhe a cona, num toque especifico entre as coxas.

A boca dela na minha testa, exalava um bafo espesso de desejo, calor da carne vindo de dentro, um cheiro de almíscar e alfazema, saía-lhe pelos poros por aí acima, até ao meu nariz e ao meu cérebro, igual a tantas vezes nus e abraçados, disse-me ao ouvido "queres-me? agora?", podia-lhe enterrar o pau na cona, que ela beijar-me-ia calada, num ato sagrado a mim se daria, não fugiria, nem diria nada.

Estávamos assim, nesse silêncio único de água que chocalha e acalma, no meio de um tempo que congela mas regista, as minhas mãos percorriam-lhe as costas até às nádegas, conhecia-a de olhos fechados, os ombros, o pescoço, o pequeno sinal ao fundo de lado, ela procurava a minha boca, a minha língua na língua dela, quando sentimos que alguém tinha chegado.

Como nós entrou na água, ao longe na penumbra quase escura, como um predador aquático, vindo debaixo de água o vemos chegar para perto de nós, "Olá, então? Incomodo? fazem a festa aqui?", disse ele, vi-lhe os dentes brancos e reconheci-o logo, era o monitor ou trainer do ginásio do hotel, dava aulas ou lá o que ele fazia às mulheres, cheio de músculos definido, a mim me dava um tesão danado, continuou ele "estão alojados no hotel? não vos vi?".
Foi a Carlota que respondeu "estamos sim, é o meu irmão", disse a apontar para mim, tinha reparado que também estava nu, ela tinha os olhos a cintilar, mostrava-lhe as mamas sem pudor, olhou para mim como se dissesse, "ai puto já tenho com quem foder", continuou ele "não estavam a gostar da festa lá em cima?", respondeu a Carlota a elevar-se para fora, sentando-se na beira da piscina, "estava a sentir muito calor no corpo, apetecia-me qualquer coisa, refrescar-me".

Pensei e mirei-a de novo, "mas que puta, já está a fazer tudo pro comer", sentada à beira da piscina, queria que ele admirasse o corpo dela, nu e disponível para ser fodida, e perguntou-lhe "e tu o que fazes aqui?", vai ele "sou monitor de fitness", ela riu-se a abrir-lhe as pernas, por momentos vi-lhe brilhante o clitóris rosado, dois lábios apetecidos junto a uns pelos louros, estava ele e eu dentro de água, "os monitores fodem essas mulheres mais velhas, não?".

Virou-se ele para ela, "sim, às vezes, são ossos do oficio, mas também as novas, agora comia-te a ti se não estivesse aqui o teu irmão!!", a Carlota ao ouvir o que ele dizia passou os dedos na cona, como homem que excitava o pau, preliminar de uma foda garantida, pensei logo "és mesmo sabida", soltou a língua que lhe corria nos lábios, "esquece, faz de conta que não está, já me viu fazer sexo muitas vezes".

Olhei para ela a sorrir para mim, com os meus pensamentos "és mesmo puta Carlota", ele aproximou-se dela ali à beira, soltou-lhe as pernas assim para o lado, ouço-o dizer "deixa-me chupar-te essa cona toda", começou a lambê-la abaixado, mergulhado no vale do seu segredo, via-lhe a língua a beijar-lhe os papos, grossos na fenda que se abria, ela caiu para trás sob aquele efeito, contorcia o corpo que se lhe explodia.

Depois foi ele a olhar para mim, "então, ela gosta de levar com o pau? diz-me, ela gosta de mamar?", respondi-lhe eu com a Carlota a rir-se, "gosta claro", vi-o sair da piscina a caminhar em direção a ela, o caralho teso entre duas pernas grossas, como troncos de árvores, sólidos e nervosos, "anda ver ela a mamar".

Ele aproximou-se dela e a Carlota agarrou-lhe logo no pau, saía eu da piscina quando ele para mim olhava, movia as ancas prá boca dela, "e então estás a gostar, a irmã mama bem?", eu abanava a cabeça a dizer que sim, no meio de ruídos dela a mamar, desesperada por caralho, só pensava em foder, ele fechou os olhos a gozar, quando ela o engolia todo a chupar, saía e entrava a apertar-lho como molas fortes em redor. 

"Caralho puto, vou partir a tua irmã toda, gostas do meu pau?", ele mexia nele para dentro da boca da minha irmã, eu dizia "gosto é bem grande e grosso", "sim", dizia ele, "vou-lhe partir o cu todo vais ver", ele puxou-a, deitou-se ao lado dela, não havia pressa nos seus gestos, mas a cona da Carlota estava molhada, num cheiro perfumado e num frenesim, só a desejava foder.

Deitou-a de lado, levantou-lhe uma das pernas para cima da perna dele, e com o caralho na mão como uma estaca ou um cano, enterrou-lhe a cabeça naquele vale, entre as bordas tesas apertadas, vi-lho todo a entrar na cona, ela soltou um suspiro longo e caloroso, "aihmm caralho aihmm ohm humm fode-me toda"

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"Ai puto, a tua irmã é mesmo boa", ele começou a matraqueá-la, enterrava-lhe o pau na cona, a bater-lhe nas nádegas com as ancas, entrava e saía forte, a Carlota gemia "aihm tão bom não pares, isso parte-me toda", eu ali só assistia, imaginava aquele pau duro, a partir-me o cu um dia, "ai foda-se puto, ai que cona tão boa tem a tua irmã".

Ela virou-se para ele a tomar as rédeas da foda, era ela quem conduzia agora, "anda querido, parte-me o cu vai, estou desejosa de levar no cu".

Ele virou-se para cima dela, como se montasse uma cabrita, agarrado ao pau grosso, a mostrar o serviço que valia, a fazer-lhe força no ânus duro, ajeitou-lhe a nádega de lado, "vai enterra-o todo querido vai".

Ele estava todo excitado, via a cabeça a entrar, a enterrar até ao meio, ai que caralho!!! ele começou a estremecer, ai que ela não ia gostar, ai que a puta ia ter!! uma foda bem mal dada, logo assim com o ano a entrar, ele estava descontrolado, ai o pobre coitado!!, ainda não era o momento, e estava a vir-se todo.

Quando subimos a festa ainda ia a meio, o cão escravo gracejava à minha mãe, o monitor de fitness andava escondido, a Bárbara, minha outra irmã, beijava a amiga, ouvi a Carlota dizer-me, "logo logo estou cansada, leva-me ao teu quarto para irmos dormir".

Contos eróticos de Natal - # quem tem lábios tem tudo

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Contos eróticos de Natal - # quem tem lábios tem tudo
Tinha resolvido sair para comprar umas coisas para mim, mais roupa que precisava, mas sem loucuras, diziam-me algumas amigas, que não entrasse no ano novo com roupa velha, era daquelas ideias que não me diziam nada, mas lá fui para o shopping para o meio da confusão.

Era gente por todo o lado, que me faltava a respiração, ia-me afastando à passagem das pessoas, pensei para mim, "foda-se!! vou-me mas é embora", até que me esgueirei por um canto, fugi para dentro de uma loja escondida, porra!! não queria ser atropelado, mas lá estava ela, foda-se!!, uma miúda com uns grandes lábios, que ali atendia os clientes que chegavam.

Quando ela se aproximou de mim, um som quente saiu-lhe da boca, sopro harmonioso como grogue, um liquido quente que se instala, por dentro das veias nos picando, a apontar para a roupa "o senhor precisa de ajuda?", eu só estava ali escondido, da marabunta de gente ruidosa, mas os lábios dela atingiram-me, num arrepio por mim abaixo, senti o pau e todo o corpo teso.

Que estranho fenómeno!! ela falava mas eu não conseguia concentrar-me nem no que dizia nem nos olhos dela, só aos lábios dava a minha atenção, fechavam um no outro como beijos doces, como abanos egípcios que subiam e desciam,  cortinas batidas por uma brisa suave, ela dizia "e este casaco gosta? Já se decidiu?".

Mas como me podia decidir? Se o meu cérebro nem sequer me respondia, os lábios pintara-os de vermelho, como se fosse a cor de Natal, um baton cremoso estendido, brilhante lhe tocava a língua, como um animal deitado parecia, mas diabo!! só imaginava aquela boca, aquelas almofadas de seda, de volta do meu caralho.

Ela continuava "e este gosta? cai-lhe tão bem", ai foda-se quando a ouço dizer isso, foi o mesmo que a sentisse a agarrar-me no pau, a engoli-lo pela boca adentro, "gosta? cai-lhe tão bem", ai foda-se quase que me vinha, o meu caralho estava tão teso, abanei a cabeça a dizer "sim eu levo", depois chegou-se mais à frente, "e camisas? precisa vê-se logo".
Imagem de Alexander Krivitskiy por Pixabay
A respiração tinha-a ofegante, não sei se ela percebia, porque eu andava atrás dela perdido, quando se virava de repente, "e estas?, qual é a sua cor preferida?", foi como se me chupasse o pau, com força e insistência, beber o néctar que lhe largava na boca, um beijo doce apertou-me a cabeça, a morder-me a engoli-lo todo, disse-lhe estupidamente, "cor? não sei, encarnadas?".

Ela riu-se, "encarnadas? camisas? está a brincar? isso não temos", abriu a boca e vi-lhe os dentes, uma mancha de baton vermelho neles, brincar não brincava, não ouvia o que dizia, "o azul acho que lhe fica bem", foi um  golpe que vibrou duro, o meu caralho entrou-lhe todo, como se mo batesse naqueles lábios, pequenos beijos e doces mordidas, ai foda-se que ainda me vinha, disse-lhe "sim dê-me umas quantas".

"E calças precisa?", pensei para mim, "foda-se!! preciso caralho preciso", "que calças gosta, ganga chinos?", eu cá para mim dizia, "ganga, chinos, tudo", os lábios dela mexiam, "vista estas para vermos como ficam", os olhos dela baixaram sobre mim.

Olhou-me as pernas a medir-me, o meu volume bem cheio estava, que não passava despercebido, ali duro como uma rocha, deu-me as calças para a mão, "acho que lhe vão ficar bem", ai caralho que não aguento mais, lábios vermelhos a mamar-me, ai porra que não vejo mais nada.

Saí do provador e ela baixou-se, "deixe-me ver essas bainhas", estava de joelhos agachada, lançou-me para cima os olhos e a boca, "ficam-lhe muito bem", o meu pau estava tão teso, demorou tempo lá em baixo, os dedos pequenos ali se mexiam, ai foda-se!! que me venho todo, dizia ela "sente-se apertado?", queria agarrar-lhe a cabeça, o meu pau de lado deitado, quase lhe pedia gemendo, "por favor me faz um broche".

"Sente-se confortável?", dizia ela, "confortável, sim, sim", acho que ela percebia, aquele efeito que me causava, com os lábios me enganava, a minha imaginação sofria, um aperto na alma crescia, "foda-se que mamada me fazia", estava quase a ir-me embora, quando lhe ouço "vai pagar com cartão?".

Foda-se que acordei, "vou vou sim", mas que conta do caralho, eu a sair do shopping, bem cheio de merdas, não as queria mas faziam falta, porra!! não me sentia enganado, bela mamada imaginada.

Contos Eróticos de Natal - # Toma lá um presente de natal

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Contos Eróticos de Natal - # Toma lá um presente de natal
What a Fuck!! Nem queria acreditar quando a minha mulher me disse o que me ia dar de presente no dia de Natal. Na altura disse-lhe que já era grande demais para andar a receber agrados da esposa, mas ela insistiu que eu ia adorar e que era uma maneira de relaxar naqueles dias mais complicados do ciclo da mulher em que ela não me podia ajudar.
Estava na dúvida, não lhe percebia as palavras até que me apresentou ao inominável e creepy LUVKIS MASTURBATUR
E eu assim, "foda-se!! mas que merda é essa!! queres-me torturar os colhões, a deixar-me o pau todo electrizado", e ela, "é para tu brincares, vais ver vais gostar, eu vou-me fartar de rir e fico a ver", eu continuava "esta porra é assustadora, mas o que é isto mesmo?".

Bom a minha mulher tinha estudado isto a sério, foram noites perdidas a analisar o instrumento, contou-me ela que a coisa tinha assim um nome insuspeito, "Masturbador Luvkis Recarregável".

E eu foda-se!! recarregável, mãezinha, não é brincadeira, dizia ela "esta merda tem 10 velocidades de vibração, e é o último grito da ciência da punheta, se fosse mota era para aí uma kawazaki 1000 com velocidades de aceleração incríveis."

Mas que caralho!!, não sabia se devia estar assustado, só a ouvia descrever tantas qualidades, dizia emocionada:
  • Tem um motor forte embutido, com dez velocidades, que te dá para ires em primeira, segunda, sempre a abrir, até à meta final entre a massagem suave até à punheta mais dura, sempre a conduzir em segurança;
  • Design à prova de água avançado, o que quer dizer que podes mergulhar com ele debaixo de água, podes ouvir um chap chap, aconselho lubrificante, mas não apanhas choque nenhum;

  • Material seguro em silicone de alta qualidade que te dá 100% de segurança na punheta mais exigente, o que significa que podes avançar sempre em alta rotação e velocidade com riscos muito reduzidos;
  • Bateria recarregável, totalmente carregada em cerca de 2 horas, por cabo usb carregado pelo power bank ou pelo computador, o que permite teres duas baterias, enquanto tens uma em acção, estás a carregar a outra, o que permite ter prazer intenso e sucessivo;
  • Portátil e flexível, e sem fio, adequado para levar nas férias para brincadeiras mais atrevidas.

Dizia-me ela depois de tanto insistir que eu lhe agradasse e brincasse com o dito instrumento "só te quero fazer feliz, e feliz Natal".

Vem aqui o video desta maravilha da técnica:


Depois que tiver feito o test-drive desta maravilha darei mais pormenores sobre a qualidade da execução, acelerações nas descidas e subidas, rendimento, potência, etc. num próximo post.

Me aguardem

Contos eróticos de natal - # fui pro campo, que merda!!

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Contos eróticos de natal - # fui pro campo, que merda!!
Por esta época é sempre a mesma merda, cânticos de Natal de manhã à noite, de uma chuva de som ando a fugir, jim gom bell jim gom bell jim gom bell, foda-se!! é do som mas também da luz, o dinheiro a sair, toda a gente a pedir, são vampiros insaciáveis, atrás da minha carteira, o mesmo otário a dar, que já agora sou eu.

Porra!! que devia andar alegre a sorrir, tanta felicidade junta num só dia, merda dos doces que engulo e não desejo, de tanta carne e porras que como, caralho!! ando com dor de barriga, o meu colesterol está fodido, o ano inteiro a poupá-lo.
Foto de Matthis Volquardsen no Pexels
Foda-se!! como detesto, esta época do ano não passa, o sorriso dos lojistas a sugerir, aos meus filhos a comer-me, compra compra que ele paga, se tem cartão de crédito, não lhes faça essa desfeita, olha as crianças precisam disto, tanta bugiganga e tanta merda!! Caralho!! dói-me tanto a cabeça.

Agora foi a minha mulher, "ó querido, precisas de descanso, que tal passarmos uns dias no campo", não é que me agrade muito, com o humor com que ando, é passar da merda pra porcaria.

Mas quão estranho é o ser humano, criam uma imagem na cabeça, de lírios bons ares cheiros e luz, que tão bom é estar na serra, passarinhos voando por toda a terra.

Não para mim que ando fodido, com esta época de despesa e ruído, em vez de me reconciliar cá por dentro, galvanizado rural no campo fico, tanto cagalhão pela estrada fica, é bolas de merda seca esperando.

Os incautos da cidade chegam, vou pisar bosta com certeza, mesmo que olhe pro chão e me desvie, é que lá no campo assim se pensa, merda é bom e valoriza, temos de conviver com a porcaria.

E as mulheres!! muito que olham pra um gajo, olhos de fome em caras rosadas, do frio da curiosidade e do cio, clitóris vermelhos ardentes que muito querem, há ali desejo de mamada bem escondido.

Miram-me pés, pernas, e por aí acima, fodas que imaginam de cidade, bem melhores e sofisticadas, quanto mais velhas mais endiabradas, sem a vigilância do senhor padre, mas metem-me um medo do caralho, gajas sanguinárias que cabeças cortam, não há galinha animal que não matem, foda-se!! não é no campo que me sinto seguro.

E os animais, caralho? eles no campo vêm, têm consciência e têm alma, olham para mim de lado, lá vai o gajo que nos come, se nos conhece é lá do talho, sentimento de culpa me atravessa, que vê-los ali em vida à espera, de um destino por eles conhecido, cabrão que vai-me fazer em merda.

A única vantagem é que emagreço, faço-me vaca ruminante como eles, durante semanas só como ervas, uma espécie de vegano de memória curta, deixo de pensar em animais vivos, de recordar a vigilância daqueles olhos, de um qualquer deus que os ilumina.

Volto depois à velha rotina, a comê-los todo o dia, Cristo!! e a esperar que cresças e morras, lá mais ou menos para a Páscoa, por nós todos é, e bem mo dizem, eu não acredito mas acredita, é que reservei pra ti um tempo, sendo eu um pagão como eles, a tua sorte meu amigo é não ter ídolos.

Merda!! a caminhar no campo a pensar no que acabei de escrever, pisei uma bosta, tanta luz de Natal, e que cheira mal.


#2 As surpresas dos mind-swingers

15:39 0
#2 As surpresas dos mind-swingers
Nós pusemos a rolar os dados novamente, a ver quem tinha mais ou menos sorte, e desta vez saiu à minha mulher o número mais alto, era ela quem tinha de escolher se queria saber de mim um facto ou um dito. Reconheço, eu estava apreensivo, da última vez tinham-me dito as regras do jogo, podia responder verdade ou mentira, mas eu era obrigado sempre a responder à pergunta dela.

O sorriso que me lançou causou-me um frio gelado na espinha, estava com medo de revelar algo secreto escondido que tinha, e a minha única sorte era eu poder esconder-lhe a ela se era verdade ou mentira, podendo assim falar livremente, mesmo que tudo tenha acontecido, só que desta vez estávamos sozinhos.

Ela (a minha mulher virou-se para mim): bom, bom, bom, o que será que te vou perguntar? deixa-me ver? hum? bem? a pergunta é esta: se algum homem já de fodeu o teu cu? Ele: o mind-swing tem regras, essa pergunta é demasiado genérica, tu tens de fazer outra Ela (ela riu-se): ok, és mesmo parvo. Se dizes que a pergunta é genérica, então é porque alguém já fodeu o teu rabo, sim? então é porque foram umas quantas vezes, certo? Ele (ri-me com ela): não vou poder responder a isso, tu sabes regras são regras

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Ela: certo, antes tu perguntaste sobre qual a melhor vez que eu gostei de chupar um caralho, então eu pergunto-te. Qual foi a vez que tu gostaste mais de levar no cu? Ele (pus-me a olhar para ela desconfortável, porra de jogo este, não podíamos revelar se era verdade ou se era mentira, mas ela conhecia-me, e na maneira como respondesse, ia acabar por descobrir: foi uma vez nas festas de verão. Ela: estás a dizer que alguém fodeu o teu cu? Ele: sim, eu dei o meu cu a um homem para ele me foder. Ela: onde? Ele: aqui, nas festas da cidade Ela: mas, diz-me, foste tu que quiseste? alguém te forçou? Ele: ninguém me forçou, aconteceu apenas Ela: mas para acontecer, é porque tu também querias? sim? Ele: sim, eu queria, mas foi mais uma sucessão de acontecimentos Ela: e no fim desses acontecimentos, alguém fodeu o teu cu? Ele: sim é mais ou menos isso Ela: disseste que foi nas festas, quando foi? Ele: já faz alguns anos, eu já era um homenzinho Ela: mas como foi? Ele: então fui com mais amigos e a dada altura dispersei, foi cada um para seu lado Ela: cada um para seu lado, como? Ele: aquilo tem várias festas espalhadas e eu fui para uma e os outros foram para outras.
Imagem de E Swamy por Pixabay
Avançava a querer saber mais, notava na cara dela um certa irritação, na dúvida de se era verdade ou gozação, mas o jogo era assim mesmo, bem melhor manter na dúvida até ao fim, e fosse o que fosse assim mandava, que aceitasse o que eu dizia.

Ela: disseste que tinha sido só um, como era? Ele: ele era negro, mas claro, quase branco Ela: já o conhecias de antes? Ele (ri-me): claro que não, foi como tu, quando fodeste com o outro gajo, conheci-o naquela noite Ela: estavas sozinho? como foi? Ele: estava junto ao bar na rua e ele também, ambos a beber Ela: então deste-lhe algum sinal? Ele: sinal? sinal de quê? Ela: então, para ele te ir foder o cu, é porque lhe disseste ou fizeste alguma coisa Ele: sei lá, se calhar fiz, começamos a beber juntos e a falar Ela: mas ele convidou-te? para ires a algum lado? Ele: quer dizer, foi ali na rua que nós fizemos sexo Ela: na rua?, mas aquilo não está cheio de gente? Ele: sim, mas está escuro, nós fomos para um beco escuro Ela: mas até ele foder o teu cu, o que é que fizeram? Ele: durante um bocado andámos de bar em bar Ela: os dois juntos? Ele: sim, bebíamos e falávamos Ela: vocês falavam de quê? Ele: sei lá, não me lembro, fez-me perguntas, perguntou-me se eu lhe dava o cu, foi isso? Ela: e tu? Ele: sei lá, eu devo-lhe ter dito a ele que sim, não sei

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Ela: já vi tens a memória curta, isto é verdade? Ele: sabes que não posso responder a essa pergunta Ela: ok, e gostavas de levar no cu? Ele: isso cai fora da pergunta é a regra, mas sim talvez na altura apeteceu-me Ela: alguém já te tinha fodido o cu antes? Ele: isso também cai fora, não posso responder Ela: então, para ele te perguntar se podia foder o teu cu, tu disseste ou fizeste alguma coisa? Ele: eu devo ter olhado para as calças dele em baixo Ela: porquê? Ele: deu-me curiosidade reparei que estava teso Ela: ele tinha o caralho tesocomo? Ele: numa altura falávamos colados um ao outro no meio do barulho das pessoas e senti-o na minha anca Ela: o pau dele foi? Ele: sim, ele roçou-se em mim, quase de frente e senti-lhe o pau Ela: e depois tocaste-lhe? Ele: toquei, ele falou-me ao ouvido e puxou a minha mão para dentro das cuecas dele Ela: e tu depois prendeste o pau dele? Ele: sim eu agarrei, comecei a masturbá-lo ali mesmo Ela: e as pessoas? não havia pessoas? Ele: havia, mas estão a festejar, não nos viam, não ligavam Ela: e o pau dele, como era? Ele: grande, acho eu, grosso Ela: estiveste muito tempo a masturbá-lo? Ele: um bom bocado sim depois fomos para o beco Ela: foste tu que quiseste ir Ele: quer dizer, ele disse-me para irmos aí à procura de um sitio e eu fui Ela: então se ias à procura já esperavas não? Ele: que quê? que eu ia dar o cu para ele me foder? sim, claro, era noite, eu queria apanhar no cu e ele queria comê-o, o que esperavas?


Ela (riu-se): não é bem a mesma coisa, eu sou mulher, já tu querias que ele te fodesse o cu, bem diferente Ele: ok, está, só sei é que subimos a rua e fomos para um recanto escuro Ela: e então? Ele: encostei-me a uma parede de costas para ele Ela: não havia pessoas? Ele: havia muitas, nós víamos, mas elas não nos viam no escuro, ha, lembrei-me .. Ela: o quê? Ele: houve um que se aproximou de nós para mijar e entrou no escuro e viu-nos Ela: viu o outro a foder o teu cu? Ele: ele viu sim, e ficou ali parado a ver.

Ela: e como começou? Ele: pus-me de costas e ele baixou-me os calções e as cuecas Ela: e depois? Ele: baixou as calças também e encostou-se a mim Ela: sentis-lhe o pau? Ele: senti, tive que agarrar o pau com a minha mão, para o apontar ao meu cu Ela: e depois? começou a comer-te? Ele: levantou-me as nádegas e penetrou-me por baixo, devagar primeiro e depois enterrou-o todo Ela: ele fazia-te gemer? doía-te? Ele: não me doeu, mas gemia, batia-me forte no rabo, ainda por cima com o outro ali a ver Ela: e depois? Ele: depois estivemos ali um bom bocado com ele a foder o meu cu, o outro batia  uma punheta, até que nos viemos. Ela: e ficaram por ali depois Ele: ha, isso se ficámos ou não já não posso dizer, cai fora da pergunta

Ela: mas gostaste? ainda gostas de levar no cu? Ele: não posso responder, mas para teres feito a pergunta é porque tu achas que eu gosto. Ela: humm, acho que sim, é isso ...

Contos eróticos de natal - # trabalhador noturno

16:54 0
Contos eróticos de natal - # trabalhador noturno
Tinha-lhe pedido para fazer o turno da noite por mim na gasolineira e José meu colega me disse "tudo bem, eu faço, você sabe que não tenho família por aqui". Quer dizer eu família por aqui também não tinha, só o meu namorado, e lá na empresa é esse o principio, no Natal, para essa noite, é sempre escolhido quem está sozinho.

Não sei quem manda, mas em dia tão solene quem sente essa noite como especial talvez o trabalho seja distracção e prazer maior, para fazer esquecer duplamente esse sentimento de se estar sozinho, ser noite, e noite e Natal ao mesmo tempo.

Que dizer, a mim tinha-me custado muito, pedir ao José esse sacrifício, mas foi o meu namorado, que insistiu muito comigo, que nesse dia vinham cá os pais, que me queriam ver e conhecer, e lá apareceram a instalar-se, como se tudo fosse deles, a mãe cheirava um pouco mal, e o caralho do velho que não parava, olhava para as minhas pernas e a minha cona.

Ele bem que disfarçava, sentado na cadeira refastelado, os dentes amarelos do tabaco, a língua viciosa a lamber-se de lado a lado, sempre que passava, o velho olhava-me para o rabo, eu bem que tentava um sorriso, atarantada com a comida, sempre com o José na cabeça, como estaria o meu colega, sozinho a aguentar-se a noite toda.

Já era noite alongada, quase prontos para ir para a cama, e viro-mo para o meu namorado, e disse-lhe "ouve vão-se deitando, vou só ver como está o meu colega", e assim foi, confessionário, agarrei num pouco de bolo, uma garrafa de vinho, e fui ter com ele à estação de serviço.

Quando cheguei estava tudo sossegado, não se via nem gente nem vivalma, o José nem queria acreditar, "o que é que fazes aqui?", e respondi-lhe "estava com a consciência pesada, vim só ver como estavas e fazer-te companhia", ele continuou, "então deixaste a tua família sozinha?", disse-lhe "eles ainda não são bem a minha família, a velha cacareja muito e o velho é atrevido.

Ele perguntou-me "atrevido como?", e eu, "põe-se a olhar para as minhas coxas, e ás escondidas do filho", ele riu-se, "sei que não devia, mas acho que também faço isso", olhei-lhe para os olhos sorridentes, sem maldade nenhuma, "fazes isso e muito mais, acho eu", pergunta-me ele "mais como?", "ora, a olhares-me para o rabo, para as mamas, deixa estar que também és atrevido".
Imagem de Free-Photos por Pixabay
Diz-me ele "acho que vou ter que deixar de ser", digo-lhe eu, "mas porquê? não continua que eu gosto", ele estava com cara de que aí vinha o pai natal com uma prenda para o menino, "gostas mesmo?", "se fores tu gosto, os outros não", perguntou-me insistente "e porquê?", disse-lhe "não sei excitas-me José, às vezes fico com a ideia de que gostava de dormir contigo".

A noite estava cerrada lá fora, caia uma espécie de nevoeiro gelado, a cara dele explodia de alegria pelo que dizia, não apareciam clientes a incomodar, no espaço quente do interior, rocei-lhe a mão nas calças de trabalho, senti uma coisa grossa a enrijar, ele estava parvo sem saber, encostei-lhe a minha boca no ouvido, "vou-te dar uma prenda de natal, queres?".

Ele abanou a cabeça apatetado, via-lhe a maçã de adão a subir a descer, freneticamente a respirar, pus-me de joelhos atrás do balcão, abri-lhe o zip de onde tirei o pau, dei-lhe um sopro quente da minha boca, a apertar-lhe os lábios na ameixa dura, a minha língua molhada a tocar-lhe com uma pena, soltou um suspiro "aihm foda-se!! que bom caralho!!".

Estava a mamá-lo por baixo, ele em pé deitado ao balcão, ouço um "tlimm" da campainha, porra!! era um cliente a entrar, chegou-se mais perto do José a falar, "boa noite, olhe a minha nora não está por aí?", mamava o José sem parar, vejo que ele quase geme a responder, "a sua nora, quem? nãaao nãoo a vi", era o cabrão do velho do meu sogro, o que vinha ele para aqui fazer.

Mamava o pau duro do José, que a presença do velho não abanou, chupava-o e vinha a cima e ia abaixo, a engoli-lo na minha garganta até ao fim, "ela disse que vinha aqui ter consigo", dizia o José "comigo? nãoo nãoo sei", continuava o velho atrevido "onde é que aquela gaja foi?", ouço-o a bater a porta de saída, sinto a mão do José na minha cabeça, "mama mama querida que o teu sogro já se foi embora".

Quero ter um rabo grande!!

17:41 0
Quero ter um rabo grande!!
Temos matéria de supositório!!! Agora foi a Universidade de Oxford que se deu ao trabalho de fazer um estudo muito interessantes sobre rabos. Parece que mulheres com rabos grandes são mais inteligentes.

Um tal Konstantinos Manolopoulos, vejam bem o nome, só podia ser, "Mano Lo Pou Los", ou seja, em bom português, ponho a manápula nos cus para saber o quanto são importantes para o estudo que estou a fazer.

Merda mesmo é que só estudou cus de mulheres, esqueceu-se dos homens, e não foi coisa pouca, foram 16.000 mil cus que andou a estudar para concluir que nada melhor para as mulheres que terem um bom rabo e quanto maior melhor.

Mas mais, não chega, mulheres com rabos grandes e quanto maiores melhor, são mais inteligentes e mais resistentes a muito tipo de doenças. E se tiver gordura no cu, então muito melhor, é coisa boa, gordura especial, melhor que a abdominal, que regula e protege, de doença cardíaca.

Foda-se!! que porra interessante!! Afinal aquela ideia de gordura é formosura é mesmo verdade, mulher gorda e cuzuda até tem seus benefícios, já estou vendo homem adulto, fazendo contas pro futuro, exibindo rabo da mulher, estão vendo não estou maluco.

E porquê isso? A importância desse estudo?. Aquele mito de dizer, "você só pensa com o cu, isso vai dar merda", ou do chauvinista pra mulher, "você só tem ideias de merda", isso acabou, não é verdade, pior ainda se contra mulher rabuda, não dá né, pensar com o cu agora é inteligente, e como descobriram isso? Omega 3, claro.

Parece que gordura de cu é tudo omega 3, o omega entra e se armazena no rabo atrás, isso só nas mulheres bem entendido, e que aí depois o omega do cu se liga no cérebro e faz ele crescer..

Mas que caralho!! quem pensaria nisso, pessoal atenção, toda a mulher vai querer rabo grande, se prepara e aplica, cus pequenos não são opção, vão dizer que é burra e pouco inteligente, vejam bem rapaziada, silicone, bons glúteos é que importa.

E depois tudo isto se desenvolve, uma professora de matemática que esteve participando nesse estudo, com um rabo bom e grande, foi muito inteligente e dizia "eu adoro meu rabo, me faz inteligente, mas depois quando me visto é sempre um problema".

E continuava "toda a roupa que compro fica-se vendo o meu rabo, logo fico parecendo uma puta" e foi aí que desenvolveu uma fórmula matemática para calcular o que se põe à frente para esconder o que está lá atrás.

Foi aí que descobriu o famoso - o Quociente de Cu - uma fórmula matemática rigorosa que usa a proporção entre o comprimento das costas de um vestido (geralmente mais curto) e o comprimento da frente mais longa de um vestido para obter uma medida precisa do tamanho do vestido, também hoje conhecido como Cálculo do Cu de Costureiro.

Como verdadeira lutadora da causa das mulheres de rabo grande vem dizendo "somos mais inteligentes, e isso significa que a indústria da moda não pode deixar de olhar para as mulheres que têm nalgas grandes".

E aqui só podemos estar de acordo.

Paneleiro vai de viagem para a neve

20:02 0
Paneleiro vai de viagem para a neve
Todos os anos por altura da neve na serra, juntavam-se os amigos todos, muitos rapazes e raparigas, e lá íamos a caminho da pousada, coisa barata que dinheiro não havia, um programa de foda habitual, ainda me pergunto hoje, o que pensavam os pais, do que filhos e filhas faziam, num monte ermo e gelado, onde nem quartos havia, só camas espalhadas para foder.

Na altura e hoje, no meio de amigos e amigas, havia uma imagem a preservar, só era admissível ser-se heterossexual, ai de se ter gostos desviados, do que era normal parecer, ser-se paneleiro era tão difícil, muito desejo preso na convenção, arranjava-se uma namorada para esconder, esse sentido mais profundo, de se gostar de outros rapazes, e de muito gostar de levar no cu.

Por esta altura nunca tinha fodido com amigos, mas já tinha tido as minhas experiências, tinha dado o cu como podia, rapazes e homens de fora que engatava, mas só muito mais tarde, tive um deslize querido com o Bruno, meu amigo mais pessoal, conseguindo dele o mais importante, o silêncio acompanhado de umas boas fodas. 

Para mim tinha de procurar fora o que não podia em casa, e não sei como, lá conseguia naquele universo confuso de testosterona e muita cona que dissessem de mim "Com o Leo, nada, ele desapareceu, foi comer para aí outra gaja alojada cá", o que não só me divertia por ser tão bom actor, nem imaginavam o que andava a foder.

Acontecia muitas vezes estar com os meus amigos e de repente, sair da mesa, dizer que ia ali ou a outro lado, sempre em sentimento de engano e proibição, divertindo-me com ele, para ir ter com homens, dos que me agradam, para foder ou ser fodido.

Quase natural, sem esforço, encontrava parceiros disponíveis, em momentos mais improváveis, homens com mulher e filhos numa mesa de um restaurante, num cinema em qualquer lado, ou até mulheres não resolvidas, a quererem mais do que está ali para elas, com aquele toque do proibido desejado para se sentirem vivos.
Imagem de Dan Fador por Pixabay
Na primeira noite, assentámos todos na discoteca do sitio, reunidos todos a beber e a dançar.

Não sei como, ao longo da noite fui trocando olhares com quem parecia ser o dono ou organizador do espaço. Bastante mais velho do que eu, era daqueles homens tranquilos com ar de vida organizada que têm tudo o que querem, a passar por nós a perguntar se estava tudo bem.

Olhava-o desenvolto a perscrutar-lhe o corpo a face as coxas tudo e ele a mim pelo meu interesse a cada momento que passa mais indiscreto e preocupante, como se me desse a ele em promessa de qualquer coisa que ele mais sabe do que eu a mirar-me agora sentado ao longe, os meus olhos nos dele e ele nos meus.

Levantei-me e dirigi-me na direcção do bar que era a mesma da dele para o provocar para esperar que alguma coisa acontecesse sozinha, sem fôlego ou respiração, os meus lábios e garganta secas, o meu ânus a pedir-me, reflectido no meu andar, ao passar por ele "estás bem precisas de alguma coisa", tocou-me na mão e perguntou-me.

Olhei-o, não sei se envergonhado, a dizer-lhe "não sei bem o que quero", cúmplices já definidos como se não houvesse mais ninguém, nem som aos gritos, nem luz, nem cheiro, "vem comigo, mostro-te o meu escritório", disse. 

Olhei de relance se os meus amigos se apercebiam, correndo quase atrás dele, para o interior dos bastidores daquele local encantado e secreto.

"Reparei que olhavas muito fixamente para mim", disse. "é o que estou a pensar?", perguntou.

Arrisquei doido, como faço quase sempre, "não sei talvez". Pus-lhe a minha mão entre as pernas, afagando-lhe o pau quente e teso, apertado nas calças, a querer soltar-se, puxou-me contra ele, "anda".

Aproximámos-nos de um sofá, despiu-se todo, soltando-se dele um caralho entesado de dor, tirou-me a roupa e sentado, mamou-me o caralho, deixou-me teso, puxou-me para baixo a meter na minha boca o pau duro, a ajeitá-lo mais fundo.

Ocorria-me e dava-me prazer estarem os meus amigos lá fora e eu ali a foder com aquele homem experiente a apertar-me o cu a prepará-lo para mo comer. 

Levantou-me as pernas e penetrou-me leve devagarinho como se eu fosse uma mulher, o peito peludo dele, o bafo quente da boca na minha, a entrar-me pelo ânus dentro, e gemer baixinho, com as ancas a baterem-me no rabo, a apertar-me contra ele, sempre e sempre em movimento.

Pediu-me para subir para cima dele encavei o caralho dele pelo meu cu dentro, movimento as minhas nádegas em harmonia com os movimentos dele, a penetrar-me como um amor perfeito, a beijar-me na boca, com o meu rabo nas mãos dele, a foder-me todo por baixo.

Virei-lhe o rabo, e senti-o a puxar-me pelas nádegas a dar-me umas palmadas duras, a penetrar-me fundo. 

Lá de fora vinha o som da música, via as luzes da discoteca nos meus olhos de memória, espetava-lhe o cu a dar-lho ainda mais, duro, suado, colado a mim, um só corpo, os quadris dele a desferirem nos meus, um caralho grosso a entrar em mim, estava a vir-me com uma punheta e zurrar dele de satisfação a vir-se com um esguicho em mim, a vir-me doido também.

Como se nada fosse apareci depois juntos dos meus amigos, pensando eles que eu tinha andado a arranjar qualquer coisa.

#1 - Como somos mind-swingers

16:35 0
#1 - Como somos mind-swingers
A descoberta nascera de um acaso e de uma necessidade. Um casal amigo confessava-nos a sua tristeza pelas saudades que tinham das tardes de amor e sexo, do que na altura se sentiam preenchidos, e assim de um dia para o outro, as coisas foram acabando, a rotina, o cansaço, a vida, tinha feito ruir tanta coisa.

Dizia-nos o amigo, a olhar para mim e a apontar para a sua mulher, "dantes chupava-me o pau tão bem, e agora ... nada .. perdeu o interesse", a mulher dele riu-se para mim e eu pensei, "perdeu o interesse nele, mas tem lá nela qualquer coisa", que me pôs logo o pau duro, vai a amiga pro marido "olha o que fala? pra foder nunca dá, tens sempre uma desculpa", reage ele contra ela, "estou doente, sabes bem como está".

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Disse-me depois que era coração, cansava-se depressa mais com excitação, até os médicos lhe tinham dito, "cuidado pá", e andavam ali naquela zona, onde já não sabem o que querem, nem o que podem fazer, e foi quando a Ângela se saiu com aquela ideia, que de tão genial e simples era, dei-lhe o nome logo que senti, tão grande e relevante a descoberta,  o mind-swing, que se foi desenvolvendo num jogo até ao fim da tarde.

Ângela (deu-lhe os dados a ele para jogar): vamos fazer um jogo, lanças os dados e depois ela, o que tiver um número maior, tem direito a fazer a pergunta erótica do passado, certo?

Estavam com ar embasbacado, mas lançaram os dados e saiu-lhe logo 12 pontos a ele.

Ângela: pergunta-lhe à tua mulher sobre um facto para já!!

Ele: pergunto-lhe o quê?

Ângela: ora, qualquer coisa que gostasses de saber, quando perdeu a virgindade, a primeira vez que alguém lhe fodeu o cu, o que te apetecer.

Ela virou-se depois para ela, e disse-lhe que podia responder verdade ou mentira, mas era sempre obrigada a responder e depois para eles, não têm de ficar ofendidos pelo que irão ouvir.

Ele (vira-se para a sua mulher a pensar na pergunta): Qual foi a vez que tu gostaste mais de chupar em um caralho? (virou-se para a Ângela, a dizer: é este tipo de perguntas? e ela a responder, é isso mesmo, certeiro).
Por momentos caiu um silêncio, era a mulher dele a lembrar-se, ou senão a imaginar, como reagir e o que dizer.

Ela: lembrei-me de uma que gostei. Ainda não te conhecia. Ele: muitos anos antes de mim? Ela: não muitos, talvez dois/três anos Ele: e onde foi? Ela: num carro Ele: e como foi, para ires para um carro Ela: foi numa disco bar, saí com amigas Ele:  mas tu já o conhecias? Ela: não, ele estava lá e olhava muito para mim Ele: mas tu nunca o tinhas visto? Ela: não, foi a primeira vez Ele: e como é que era? Ela: o pau dele? Ele: sim, como era? Ela: era grande, ou melhor bem grande Ele: e gostaste de chupar-lhe o pau? por ser grande? Ela: gostei, mas não foi só por isso Ele: porquê então? Ela: por ele ser grande, mas também rude, bruto Ele: bruto como? Ela: não sei ele era mais velho, e eu senti-o mais homem, as mãos eram rudes Ele: ele era muito mais velho? Ela: acho que sim, mais dez ou quinze Ele: mas como é que os dois fizeram? Ela: como é que lhe chupei o pau, é o que queres saber? Ele: não, já lá vamos, como é que ele te falou? foi dentro do bar? Ela: sim, eu e ele começamos a falar Ele: e depois? Ela: depois fomos para um sitio mais escuro Ele: e depois? Ela: depois, eu permiti que me tocasse Ele: e como? Ela: ele pediu-me para pôr a mão no caralho dele Ele: por dentro das calças? Ela: sim, por dentro Ele: e tu puseste? Ela: claro que eu pus Ele: e como é que ele tinha o pau? Ela: sim, estava bem duro Ele: e depois? Ela: eu depois fiz carinhos no pau dele, devagar Ele: e ele, o que ele fez? Ela: ele depois pôs os dedos dentro da minha cona Ele: e tu gostaste de ele te fazer carinhos na tua cona? Ela: sim, eu adorei, eu queria chupar o caralho dele ali mesmo. Ele: e depois? Ela: ele perguntou se eu queria ir lá fora Ele: e tu foste? e já sabias? Ela: se eu sabia que lhe ia chupar o caralho? acho que sim, que eu sabia Ele: e querias mesmo chupar-lhe o caralho? Ela: claro que eu queria, já o tinha antes sentido na mão, não era? Ele: e depois cá fora? Ela: ele perguntou-me se queria ir ao carro dele Ele: e tu? foste claro? Ela: eu fui, claro Ele: ele disse que era para tu chupares o pau dele? Ela (riu-se): bom, acho que fazia parte, isso e um pouco mais Ele: tu também lhe deste a cona?

Tchiumm Tchium, era a Ângela a dizer que ela só respondia se ela quisesse, e que se ela não quisesse responder dizia "não cabe na pergunta" e ele tinha então de esperar por outra jogada e que se ganhasse podia voltar a este tema. Eles ouviram e compreenderam.
Imagem de Jerzy Górecki por Pixabay
Ela: por agora posso responder. Eu dei a minha cona para ele sim Ele: e tu gostaste? Ela: Se eu gostei de levar na minha cona dele, sim eu gostei muito sim, mas olha a pergunta Ele: sim, então quando foste para o carro já sabias que ias foder? Ela: acho que sim, às duas ou três da manhã o que esperas? Ele: onde estava o carro? Ela: cá fora no estacionamento Ele: vocês foram logo para o banco de trás ou não? Ela: nós fomos sim, para o banco da traseira Ele: e como é que ele fez? Ela: era verão ele tinha umas bermudas, e tirou o pau teso Ele: e depois? Ela: comecei a mamar-lhe o pau Ele: e tu? que roupa tu tinhas? Ela: um vestido de verão acho eu Ele: e cuecas? tu tinhas cuecas? Ela: não, eu não tinha cuecas, por isso é que eu gostei muito dentro do bar quando me acariciou a cona Ele: mas como fez? Ela: eu estava a chupar o pau dele e senti os dedos dele na minha cona Ele: e depois? Ela: eu depois agarrei o caralho dele com as minhas mãos e chupei mais ainda Ele: e ele depois ficou nu? Ela: sim, ele depois tirou as bermudas Ele: e tu? tiraste o vestido? Ela: depois eu tirei sim Ele: e ninguém vos viu? Ela: no carro? acho que não Ele: e quando voltaste, as tuas amigas? Ela: se repararam? sim elas repararam claro, elas também iam muito ao parque Ele: tu costumavas ir lá mais vezes? Ela: se eu ia ao bar? sim algumas vezes Ele: e já tinhas chupado o caralho de mais algum? Ela: é como diz a Ângela "não cabe na pergunta" Ele: certo, ele lambeu-te a cona? Ela: não, daquela vez, não Ele: então depois houve mais vezes? Ela: parece-me que cai fora.

Tinha olhado para a Ângela, que disse que sim que "não cabe na pergunta" e que ele tinha que apontar aquele tema no bloco e que podia em qualquer altura voltar a ele numa nova jogada de dados.

Ele: sentiste-te satisfeita depois? Ela: estás a perguntar se me vim? vim sim, vi-me toda Ele: disseste-me que o pau era grande e mais? Ela: era grosso e rijo, mas ele era assim, homem, viril Ele: viril como? Ela: sentia-me fodida, queria sexo e ele deu-me Ele: tiveste muito tempo a chpar-lhe o caralho? Ela: sei lá, acho que bastante tempo, dez minutos ou mais, não me cansava de o chupar Ele: e a cabecinha do caralho? Ela: chupei-lhe a cabeça, os colhões, abriu-me as pernas, e fiz-lhe uma mamada que o pôs doido Ele: disseste que ele depois te foi à cona, sim "não cabe na pergunta".

Era a Ângela a abanar com a cabeça, os temas eram específicos para que pudessem ser acabados, jogar depois os dados e passar a outro.

Ele: e tu, quando tinhas o caralho dele na tua boca, ele gemia? Ela: sim, gemia e eu também Ele: ele empurrava o caralho para a tua boca? Ela: empurrava sim, fazia força na minha cabeça para eu chupar mais Ele: foi só desta vez ou depois houve outras? Ela: "cai fora da pergunta", mas sim, eu fiz outras depois, até que eu me cansei dele Ele: como é que tu o cansaste? Ela: não interessa "cai fora .." Ele: tu estás com os mamilos tesos? Ela: estou e estou com tesão por termos estado a falar, se eles não estivessem aqui, era eu que te chupava o pau agora

Ouço a Ângela: por mim e pelo Leo estão à vontade, o mind-swing é para isso mesmo