Dezembro 2020 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Comboio da meia noite

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Comboio da meia noite

É daquelas coisas que eu nem devia contar porque ninguém acredita. Eu e a Susie, uma escocesa que conhecera em França, tínhamos apanhado o comboio em Madrid e viajávamos para o sul de Espanha. 



O comboio era o da noite, sabíamos que parava em todas as estações, era muito mais lenta a viagem, mas também mais barata e com menos viajantes. 

Naquele dia, ou melhor noite, escolhemos um camarote quase vazio onde apenas ia mais uma pessoa, um homem aí com os seus quarenta anos de idade. 

Entrámos no camarote, o homem sorriu-nos, e a Susie e eu que vínhamos cansados, não tardou muito que eu fechasse os olhos e dormisse um pouco, e também ela que se deitou pelas cadeiras com a cabeça no meu colo. 

Naquela altura eu perdi-me no tempo, mas quando acordei a meio da noite, eu reparei que o vestido da Susie tinha subido pelas coxas, vendo-se a cueca branca e as pernas nuas banhadas pela luz mortiça que vinha do corredor da carruagem. 

A Susie é uma daquelas belezas célticas, com um corpo que parece forjado no fogo, de cabelos vermelhos, cheia de sardas na cara, um tesão de mulher e uma foda danada, e eu via que da cueca dela saiam uns pelos alourados que o homem na cadeira da frente mirava com admiração. 

Não estava escuro o suficiente que não desse para perceber, pelo jeito dele de pernas abertas, pelo enorme volume que levantavam as calças, pelas mãos por onde ele passava, que estava cheio de tesão por tão belo espetáculo. 

Até as minhas pretensões artísticas da altura se elevaram, a noite com uma brisa quente, o ruido entorpecente do comboio nos carris, a luz amarelada e inconsistente, mais aquele corpo belo e seminu, tudo se conjugava numa fantástica pintura. 

Eu olhei-o nos olhos com compreensão, e realmente senti-me solidário com ele, o momento era tão concreto, perfeito e único, que só em sonhos é possível visionar, e como ele, também senti um calor inesperado nas pernas, e um tesão enorme no meu pénis. 

A Susie, no seu sono tranquilo, devia ter tido um pensamento telepático, porque naquele momento ela rodou um pouco o corpo, à procura de uma nova posição, e abriu as pernas para os lados e o que eu e o homem víamos agora, era um dos lábios que saíram das cuecas e a racha da cona via-se no tecido. 

Eu não queria acordá-la, mas era demasiado excitante para aguardar muito mais tempo, a contemplação pedia ação, se calhar mal do homem que estraga tudo, então eu estendi a mão, passei-a de leve no meio das coxas, e pousei-a bem ao centro da cona. 

Eu olhava para o homem e ele para mim, e sempre que a minha mão tremia, os olhos dele moviam-se como os de uma ave e a sua presa, enquanto a mão dele apertava o pénis pelas calças como se fosse soltar e fugir para qualquer lado. 

Eu puxei as cuecas da Susie um pouco mais para o lado, para que ele e eu víssemos bem os lábios da cona, ela contorceu-se um pouco desconfortável, eu parei e continuei depois a acariciar o clitóris com os meus dedos que rolavam. 

Quanto eu mais a acariciava, mais as pernas da Susie se abriam, embora ela dormisse, eu sentia estava excitada, eu mostrei os meus dedos ao homem, que estavam molhados de um líquido vítreo, e os mamilos dela tesos como azeitonas húmidas. 

Naquela posição, com a cabeça dela na minha perna, o meu pau duro por baixo, eu dei um jeito e tirei o caralho para fora, que com uma mão aconchegava, eu e o homem íamos olhando para ela, até que ele se sentiu solto, descaiu os jeans para baixo, e soltou o pénis duro. 

O vestido dela era de verão, de um algodão fino estampado de flores, eu sabia que ela não trazia soutien, abri então o decote onde estavam dois seios perfeitos que cabiam na minha mão, o homem puxava a pele do caralho, com a língua a correr nos lábios tal era o seu tesão. 

Eu voltei depois ao clitóris, eu comecei a massajá-la de um modo mais intenso, e foi quando senti a Susie a mexer, ela devia estar a acordar, os olhos grandes dela viraram-se para mim, e eu disse, “deixa-te estar querida, eu e este amigo temos estado a admirar-te”. 

Ela rodou a cabeça e viu o homem com o pénis de fora, e eu continuei, “deixa-me só tirar as tuas cuecas, querida, e dorme”, e quando ela deu um jeito ao rabo a ajudar a tirar roupa de baixo, eu e o homem ainda ficámos mais excitados, ela depois fechou os olhos, mas eu sabia que ficava acordada. 

As pernas dela abriram-se ainda mais, e os meus dedos começaram a rolar intensamente na cona, os lábios estavam cada vez mais molhados, eu e o homem ouvíamos a Susie a suspirar, “humm, hummm”, o corpo dela a contorcer-se nas cadeiras, o homem e eu batíamos os caralhos, quando ouvi ele dizer baixinho, “por favor deixa-me lamber essa cona, deixa-me por favor”. 

Eu acho que na penumbra percebi que a Susie sorriu, os músculos da face moveram-se, devia ter sido por ter ouvido o homem, até era uma coisa que aceitava, só que era tarde demais, o corpo da Susie elevou-se no ar, soltou um gemido alto, “aihm aihmm”, a mão dela foi direta à cona, e eu vi, os músculos da vagina contraiam-se, ela estava a ter vários orgasmos. 

Eu e o homem não paramos, e logo a seguir ele gemeu, “uhrr, caralho, foda-se”, com ondas de esperma a sair do pau, e eu depois, a largar jatos de porra para o ar. 

O ruido do bater de carris do comboio regressou, e pensei, que estranho, por momentos, minutos, não sei, tinha deixado de o ouvir, eu olhei para a Susie e percebi que tinha voltado a dormir, fiquei eu e o homem no escuro a sorrir.

Puta de graça, desta vez não paga?

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Puta de graça, desta vez não paga?

Eu sei que eram brincadeiras idiotas as que eu tinha com a minha mulher de inventarmos maneiras de fazer com que os outros pensassem que eu a estava a engatar. 



Umas vezes num bar, outras na entrada de um hotel, numa esplanada quando saíamos, ela sentava-se numa mesa sozinha e eu depois aparecia, a fingir que não a conhecia, começava a conversar, e depois ia-me embora com ela. 

É uma ilusão nossa, eu sei, mas uma ilusão agradável, a minha mulher é muito exuberante, muito bonita e desejável, e ao pensar nos homens que pensavam no sucesso que eu tinha, era motivo para muitas gargalhadas. 

Mas numa destas noites mais atrevidas, a minha mulher perguntou-me se eu achava bem irmos até uma casa noturna, que uma amiga dela tinha aconselhado, para nos divertirmos um pouco mais. 

Ela disse o nome do night-club e eu disse, “olha que ali param muitas putas, e pelo que sei fazem sessões de sexo ao vivo, eu não sei se vais gostar?”, mas ela riu-se decidida, “não gostavas que confundissem a tua mulher com uma puta? tu depois aparecias para me salvar”. 

Não me parecia uma boa ideia, mas a noite estava agradável, tudo se conjugava para um bom momento, e excitou-me a visão da minha mulher despertar desejos de sexo nos outros homens, e de tudo o que pudesse acontecer. 

Fomos e quando entrámos no night-club, eu senti uma satisfação enorme ao ver a minha mulher num vestido leve e muito curto, não mais de cinco centímetros abaixo da lingerie, com um grande decote, vendo-se as suas longas pernas, as mamas e os mamilos rijos a querer ser descobertos. 

Para mim não foi difícil perceber que quando ela entrou todos os homens a apreciaram e que a partir do momento que ela atravessou aquela porta todos eles acharam que era mais uma puta e uma mulher disponível. 

Escolhemos uma mesa mais afastada e quase sem nenhuma iluminação, em frente a um sofá alto e em meia lua, e à medida que íamos bebericando gin tónico, íamos apreciando a atmosfera do local, as pessoas e a dança das strippers no palco do salão. 

Havia uma sensação de espera no local, como aquela que se tem antes de um grande espetáculo, para logo depois vermos as strippers a sair de cena, um casal a subir ao palco e toda a gente a bater palmas. 

Não foi preciso esperar muito para perceber que se tratava de uma das prometidas sessões de sexo ao vivo, porque o homem tirou uma parte das calças de cabedal e depois de exibir um caralho enorme para a assistência, penetrou a parceira na cona, e começou a fodê-la. 

A minha mulher estava completamente excitada com o espetáculo, eu corri a minha mão pelas coxas dela e quando cheguei à fenda húmida fiquei surpreendido, ela riu-se para mim e falou ao meu ouvido, “amor hoje não trouxe nada por baixo”, ela não trazia lingerie vestida, e eu senti nos dedos os pelos molhados do tesão com que ela estava. 

Enquanto isso acontecia, um homem, por volta dos seus 40 anos, elegantemente vestido e bonito, perguntou se podia sentar-se ao lado da minha mulher, e ela consentiu e eu disse que sim. 

Ele pediu mais gin para mim e para a minha mulher, e depois aproximando-se de mim e perguntou, “ela está disponível?”, e depois olhando para a minha mulher, “eu dava uma boa foda contigo, por qualquer preço, é só dizer”, e a minha mulher sorriu para mim. 

Eu acho que quis excitar ainda mais a minha mulher e disse para ele, “ela está disponível se ela quiser”, a minha mulher não pareceu surpreendida, ele disse qualquer coisa ao ouvido dela, ela acenou com a cabeça a dizer que sim, e eu vi depois ela a pôr o pau dele para fora das calças, enquanto ele entrou com a mão dele por baixo do vestido dela. 

A minha mulher encostou a boca ao meu ouvido, “ai querido tenho o caralho dele na mão, é tão grande, amor”, eu sabia que os dedos dele massajavam a cona dela, de tal maneira ela suspirava no meu ouvido, “ai foda-se querido ele tem os dedos na minha cona, acho que vou vir-me toda”, ele continuava a massajar por baixo, "aihm aihm amor aihmm", ela agarrava-se ao meu pescoço, toda ela estava a tremer, "aihmm querido aihmm a tua puta está a gostar tanto".

Ele voltou a dizer qualquer coisa ao ouvido dela, ela girou um pouco o rabo de lado, sempre agarrada ao meu pescoço, ele ajeitou-se por detrás dela, eu vejo que ele faz um movimento, como que a encaixar-se no corpo dela, ela soltou um gemido ao meu ouvido, “aihm querido aihm caralho aihmmmmm foda-se ele está a meter o caralho na minha cona aihmm amor". 

Eu é que tinha dito que ela estava disponível, mas eu não me importava, na minha mão pulsava o meu pau de excitação, de a ver a ser fodida daquela maneira, estava escuro naquele lugar, mas eu imaginava o caralho grosso do homem a foder a cona da minha mulher, "aihm amor estou a senti-lo todo dentro, aihm ele fode-me toda querido aihmm".

Enquanto ele se movimentava por trás, com os quadris a bater nas nádegas dela, eu via o rabo branco da minha mulher, o vestido todo na cintura, o caralho dele a fodê-la, ela continuava no meu ouvido, “aihm amor que fodão amor que ele me está a dar, aihmm venho-me toda querido aihmm”, o corpo da minha mulher estremeceu, ela atingira o orgasmo e ele ejaculou para fora. 

Ele apertou as calças, levantou-se, e aproximando-se de mim perguntou,” adorei a foda, quanto devo?”, a minha mulher olhou para mim e riu-se, “deixe estar desta vez não paga, é de graça”. 

Quando ele se foi embora, ela deu-me um beijo na boca e disse, “ai amor que foda, estou tão satisfeita”, mas passado um minuto ela continuou, “eu tenho de ir à toilette, a tua puta tem de limpar a cona”. 

Quando ela regressou e saímos da boîte para o ar fresco, a caminho de casa, ela perguntou, “ficaste incomodado querido?”, eu respondi, “incomodado, eu, porquê?”, ela continuou, “talvez não contássemos com o que aconteceu”, e eu respondi, “contámos sim, merda foi não termos feito dinheiro”. 

E continuámos a rir.

Meu vizinho gigolo

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Meu vizinho gigolo

Sempre penso que não podia ter melhores vizinhos que o casal que mora no andar de cima. Já cá estão há mais de cinco anos e sempre nos demos muito bem, eles são um casal jovem, ele tem muito boa aparência, muito desportivo e energético, e ela é muito bonita apesar de a achar demasiado abusada na roupa que veste. 



Como diz o meu marido, ela é um pouco roliça, com um grande rabo, e isso nas mulheres, quando elas vestem saias curtas e justas, cabedal ou napas, umas blusas com um grande decote, a mostrar as coxas e as mamas, acho que que não fica bem. 

O meu marido, que tem a mania que é um entendido, diz que gosta e que tem a ver com a loja de roupa onde ela trabalha, e eu vejo bem, quando ela passa, o sacana fica a olhar de lado. 

Quanto a ele, não sei em que é que trabalha, ou trabalhava que agora está desempregado, é um homem muito bonito, sempre muito bem arranjado, e realmente acho que é demasiado homem para ela. 

Mas há sempre um senão, tudo estaria no melhor dos mundos se não fosse a noite, porque à noite é um barulho infernal. Não por ser muito noite, mas por ser aquela hora sagrada, quase matemática, em que eles começam a foder, o caralho de todos os santos dias. 

Estou eu e o meu marido na cama, ele já olha para o relógio, e diz, “está quase na hora, desliga a televisão”, e segundos ou minutos depois, lá começam eles, a cama a chiar, a gorda a gemer, ele a berrar, e só meia hora depois é que a coisa acaba. 

E vamos reclamar!! Não, nem pensar, e se o fizéssemos dizíamos o quê? “olhem, por favor, façam menos barulho a foder?”, ou, “vem um ruido lá de cima, aparafusem os parafusos da cama?”, não, o que aconteceu foi que nos habituámos, ouvir foder os outros tornou-se um desporto. 

Mas foda-se!! quantas vezes eu invejo esta mulher, que muito fode enquanto eu não tenho nada, eu não vejo o caralho do meu marido há anos, e por cima de mim esta fartura. 

Ultimamente, porque ele está desempregado, eu costumo encontrá-lo no café perto de casa, quando o meu marido e a mulher dele já foram para o trabalho. 

E porra!! que é bastante desconfortável, eu vejo o homem sentado a uma mesa, começo a lembrar-me da noite passada, ele a foder a gorda desesperada, e essa ideia vem-me à cabeça, eu não consigo conter-me como queria e fico meia maluca. 

E ele já percebeu que nós cá em baixo ouvimos tudo, e pior é quando me apanha a olhar para o caralho, quando entra, quando sai e se levanta, eu fico totalmente excitada, corro para casa a colocar-me no banho, até numa mulher um duche frio faz falta, toco com os dedos a minha cona a imaginar com ele uma foda bem dada. 

Só que de há alguns dias para cá alguma coisa mudou na casa deles. Nem pensei contar ao meu marido enquanto eu não tivesse a certeza. 

Logo pela manhã quando ele regressa do café, de hora a hora em diante, eu reparei num corrupio de mulheres, umas mais novas, outras mais velhas, e eu ponho-me à escuta a tentar perceber, e foda-se!! não é que o homem está a foder, primeiro uma, depois outra, e outra, e outra, nem sei como é que ele consegue aguentar. 

Eu ainda pensei, só poderão ser amantes dele, mas tantas? sem a gorda saber? Eu via-as pelo binóculo da porta a chegar, corria depois para o meu quarto a pôr-me nua, abria bem os ouvidos para entender, e logo começavam os gemidos delas, “ai caralho fode-me mais”, eu acariciava-me em baixo, a imaginar um pau grosso a comê-las, e vinha-me toda. 

O meu marido quando chegava a casa via-me sempre bem-disposta, coisa que ele achava fora do normal, eu costumava andar com uma cara fodida, mas agora o que era estranho, ele assim achava, é que o horário de foder a gorda não se estava a verificar. 

Cá em baixo, nós ouvíamos eles a discutir, a gorda gritava que ele estava a falhar, dizia ela que há dois dias não apanhava caralho, soubesse ela o que é viver à mingua, ele respondia que andava cansado, ela continuava ainda mais alto, que ele estava desempregado, e porque razão estava cansado, se ele não fazia um caralho?. 

Há uns dias encontrei o meu vizinho na escada e não resisti perguntar, “sabe que eu ouço tudo, a sua mulher tem razão em reclamar, se você fode tantas amantes, porra, que é todos os dias”, e ele respondeu, “oh não são amantes, uma são solteiras, não querem compromissos, outras são casadas e os maridos não as fodem, eu só presto os meus serviços”. 

Eu pensei, “serviços, caralho, mas que serviços”, e depois falei, “essas putas dão dinheiro para as foder?”, ele encolheu os ombros, “é dona Júlia, e eu tenho muito procura!!”, eu olhei para ele de alto a baixo, ele trazia vestida umas calças de desporto, eu via bem o pénis tombado, e disse, “venha aqui a minha casa para me explicar melhor isso”. 

Entrámos em minha casa, ele olhou para o relógio, “tem de ser rápido, tenho hora marcada com uma das putas”, e eu disse na sala, “pelo que percebo eu estou numa das suas categorias, puta que tem marido e não fode nada, quanto é que você cobra?”, ele respondeu, “oh dona Júlia é muito caro, mas por favor não diga nada”. 

Eu acho que arrisquei, eu pus a mão no pau dele, e vi logo que ele não dizia nada, e eu continuei, “por favor, eu não digo nada, mas dê-me qualquer coisa nos intervalos”, ele percebeu, mas ele fez-se surpreendido, “o quê, dona Júlia?”, eu prossegui, “dê-me também um pouco de caralho, eu sei que está atrasado, mas deixe pelo menos chupar um bocadinho”. 

Ele sorriu e disse, “está bem, dona Júlia, só um bocadinho”, ele sacou o caralho para fora, uma coisa grande e tão bem guarnecida, para mim era história quase esquecida, eu dobrei-me sobre aquele pau, que chupei completamente doida, perfumes de caralho me atingiam a razão, até que ouço ele falar, “só um bocadinho, só um bocadinho, dona Júlia, amanhã à mais”. 

Quando ele se foi embora, uma cliente que estava a chegar, pensei para mim, mas que felicidade!! tenho uma nova vida. 

Trabalhador de sexo retirado

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Trabalhador de sexo retirado

Era tarde na esplanada, anotava algumas tarefas num bloco, entre um café e um cigarro, um dos momentos mais sagrados do dia, o da manhã e o de agora, eram horas de deuses e de silêncios, que tinham encontro marcado comigo. 



“Ouvi risos”, rodei e levantei a cabeça, e o que vejo? três rapazes ali bem perto, trocavam gracejos do meu espanto, até que percebi que “era comigo”, eu levantei também a voz, “há algum problema?”, e ouço “não, não há, sua bicha do caralho”. 

Olhei melhor para eles, e não era difícil de perceber que se metiam comigo por, sendo homem, gostar de ter sexo com outros homens, e talvez até eles sabendo que vivi muitos anos por aqui a fazer dinheiro dando o cu e o caralho. 

Agora, digamos, que estou reformado, nos últimos vinte dos meus quarenta anos consegui fazer dinheiro suficiente para viver os próximos vinte a ter só sexo por amor, não implicando deixar de ser quem sou, ser homem sentindo-me mulher. 

Na rua gosto de ver em mim um toque marcado de elegância, uma espécie de Coco Chanel, sendo ela mulher gostava de marcar o poder dos homens, o fato, as calças típicas, os chapéus, permitem-me passar discreta entre as trevas da ignorância sem deixar de me sentir mulher. 

Em casa, eu parto a loiça, é o meu mundo reservado, gosto de lingerie exuberante, vestidos finos e bem curtos, e maquilhagem muito suave, cabelos compridos e pestanas, não tenho, porém, o que procuro, um homem que me ame. 

Mas não é uma falta que não entenda, em todos estes anos os homens que recebi em minha casa, e que vivem e se apresentam como homens, queriam sempre a mesma coisa, a maioria das vezes o meu caralho, alguns raros o meu cu, e nenhum a minha companhia, por isso o dinheiro que recebia sempre foi muito bem ganho. 

Eu voltei a olhar para os três rapazes e entre o ruido de frases como “comias o cu dele? se calhar queres comer o cu dele? vai lá perguntar”, eu reparei que um deles já eu conhecia, e nem sequer era aquele com ar mais frágil na aparência, digamos que era o do meio. 

Um dia, penso eu que ele devia ter visto o meu anúncio no jornal, ele ligou-me para o meu número de contacto a perguntar se podia subir a minha casa, eu disse que sim e o preço, e quando ele chegou, ele entrou e tremia como folhas ao vento, e eu percebi que para ele era uma experiência. 

Fomos para o quarto, eu disse-lhe para se despir, e quando cheguei nu de saltos altos e ligas pretas, ele olhou para o meu caralho, ainda tombado e indolente, e balbuciou algumas palavras, “eu não sei se devia ter vindo?”, e eu perguntei, “mas então porque viestes?”, ele encolheu os ombros, e disse, “não sei, acho que queria saber como era”. 

Eu pus a mão no caralho dele, ainda murcho e encolhido, senti calor naquele corpo, e enquanto o acariciava, eu continuei, “sim, mas o que é que achas que é, o que queres saber?”, eu encostei-me para trás para que ele apreciasse o meu corpo por completo, o meu pau já meio teso, e ele respondeu, “não sei, diz-me tu”. 

Eu olhei para ele com um sorriso, ele é um rapaz bonito, o normal para a idade em peso e altura, tem uns olhos profundos, um sorriso maroto inteligente, e eu perguntei, “já alguma vez chupaste um pau?”, ele numa voz débil disse que não, “já alguma vez apanhaste no cu?”, e eu ouço “não”, e continuei, “e cu? já alguma vez comeste algum?”, “não”. 

Eu fiquei uns segundos em silêncio, eu tinha o meu caralho teso, e com ele a atenção dele, e perguntei, “gostas do meu caralho?”, ele respondeu, “é grande, eu achava que os travestis tinham um caralho pequeno”, eu ri da ingenuidade dele e disse, “acho que somos como todos, uns maiores, outros mais pequenos.” 

Mas eu continuei a insistir, “mas gostas do meu caralho? se calhar é isso que querias saber”, ele interrompeu-me, “saber o quê?”, eu continuei, “saber se gostavas de chupar o meu caralho e se gostavas de levar no cu!”, enquanto ele ficou à procura de uma resposta, eu prossegui, “queres que eu foda o teu cuzinho?”. 

Eu puxei a mão dele para o meu pau, o contacto da pele dele com a minha era também uma experiência duradora, ele começou a apalpar-me às apalpadelas, como se o meu caralho fosse um brinquedo novo à espera de ser descoberto, a minha mão percorreu-lhe as costas, voou como brisa pelas nádegas e parou no ânus de tão apertado. 

Os meus dedos giravam naquele círculo mágico, e eu insisti, “ainda não respondeste, eu gostava muito de foder o teu cuzinho”, ele sorriu amarelo, “eu pago e ainda fodes o meu cu”, eu ri-me mais uma vez, “só te dou o que tu queres”, eu apontei o caralho para a boca dele e disse, “chupa vais gostar do meu sabor salgado”, e ele gentilmente debruçou-se e engoliu-o para dentro. 

Eu fechei um pouco os olhos e disse, “deixa-te ir querido chupa isso lambe”, naquele momento ele não me ouvia, eu não sei se a tarefa era nova, mas havia uma experiência, um desejo intenso de querer, a língua dele os lábios percorriam o meu caralho todo, enquanto a minha mão brincava com o ânus. 

Passou um momento, eu puxei-o para mim, e disse, “deixa querido deixa gozar no teu cuzinho”, eu virei-o de costas, e montei-me em cima dele, eu percebi que ele esperava, o ânus tremente pedia um caralho, eu aconcheguei a cabeça do pénis nas nádegas, e entrei um pouco, as mãos dele bateram com força, “ai ai não ai devagar aihmm”, eu sussurrei compreendendo, “eu sei querido dói ao principio mais um bocado”, e fui carregando centímetro a centímetro. 

Eu senti que o tinha metido todo dentro do cu, mas esperei a aguardar que a dor o abandonasse pelo prazer, “já está querido espera um pouco já o tens todo no cuzinho”, eu debrucei-me sobre ele e vi que os olhos estavam vítreos de humidade e intenção, ele queria agora que eu fodesse o cu. 

Todo o meu corpo se colou ao dele como se fossemos um só, as minhas nádegas entraram em movimento, e por longo tempo de que nos esquecemos, penetrei aquele rabo, ele colocou os braços de bruços, a boca e os lábios estavam molhados, o rabo empinado, e eu ouvia, “foda-se aihm humm fode o meu cuzinho”. 

Eu fui perto dos ouvidos dele e disse, “acaricia-te querido”, ele começou a bater uma punheta, e eu percebi que, não servindo o meu negócio o meu prazer, naquele momento não aguentei e ejaculei ao mesmo tempo que ele. 

Depois de me lembrar desse momento, eu olhei de novo para os rapazes e eu olhei para o meu amigo e ele olhou para mim, desviando os olhos comprometido.

Sexo de minha mulher em Ibiza

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Sexo de minha mulher em Ibiza

O que pode fazer um homem rico, de meia idade, com uma mulher jovem e bonita como a minha Ju, e com poucas ou nenhumas obrigações? Não há dúvidas, é viver o máximo sem preconceitos da forma mais simples possível com algum dinheiro e o amor de uma jovem bonita. 



Desta vez, eu e a Ju estávamos em Ibiza, um local onde nunca tinha ido, o que não é estranho, normalmente os ricos não têm tempo para nada, mas tinham-nos dito que ali nos podíamos sentir livres, um sentimento que a minha jovem mulher muito gosta. 

Logo no dia que chegámos, eu e a Ju fomos para a praia de nudismo de Es CavalIet, e não devia de ter passado mais de uma hora, estávamos nós deitados nas espreguiçadeiras, ela toda nua sem bikini, quando eu reparei que a Ju estava distraída com alguma coisa. 

Ela ainda não tinha falado comigo sobre o assunto, mas eu reparei que nas cadeiras mais em baixo estavam dois rapazes que fixavam os olhos no corpo dela. 

A minha mulher levantou-se e eu vi que ela mudou a cadeira, deitando-se novamente para que eles pudessem ver bem a cona dela rapada e depois ela sussurrou para mim, “acho querido que eles estão a gostar do que vêm”, e enquanto me dizia isto, ela rolou os dedos nos lábios inchados do clitóris, trazendo-lhes um brilho húmido. 

Para não perturbar o gozo dela eu fingia dormir, eles rolaram o corpo de bruços para esconder as ereções e a minha mulher olhava diretamente para os dois enquanto ela se masturbava suavemente para ter um orgasmo rápido e agradável. 

Depois a minha mulher virou-se para mim e perguntou, “querido, achas que eu podia comer os dois? Gostavas?”, ela sabia que esse era um dos meus prazeres favoritos, dar prazer à minha menina com outros homens, e eu disse, “sim amor, vai foder, eu vou depois”. 

Ela sorriu, levantou-se e deu-me um beijo na boca, e com aquele corpo curvilíneo de deusa, ela começou a andar em direção a umas dunas e quando passou pelos rapazes, ela acenou com a cabeça levemente, e não se enganou, eles levantaram-se e foram atrás dela. 

Eu não dispensava de ver a minha mulher a foder, e quando eles saíram do meu horizonte, eu vesti um calção para esconder a ereção que tinha por imaginar a minha mulher a foder com aqueles rapazes, e fui atrás deles. 

Eu caminhei pelas dunas até uns arbustos altos, de onde vinham uns sons inconfundíveis, e escondi-me atrás deles para poder ver a minha mulher a foder, eles tinham estendido toalhas e em cima deitados, a Ju chupava os dois caralhos. 

Eu baixei o calção e enquanto acariciava o meu pau teso, a minha mulher lambia os paus, engolindo um e depois o outro, vendo o quanto eram grossos e duros como pedra. 

Nesse momento eu senti ao meu lado, mais dois gajos que se tinham aproximado, tiraram os caralhos para fora, e percebi que eles vieram porque viram que a minha mulher estava a dar a cona aos rapazes e que também eles queriam assistir. 

O rapaz mais magro veio depois por detrás e começou a enterrar o pénis na cona rapada da minha mulher, enquanto ela chupava o outro, um dos gajos que estava ao meu lado, disse, “foda-se!! essa mulher é um tesão, que foda, também quero fodê-la”. 

O magro montava a minha mulher e eu conseguia ver o pénis grosso entrando bem tenso pelo meio dos lábios dela húmidos de tesão, e o mais forte a fazer força na cabeça e a foder a boca dela, o outro gajo ao meu lado dizia, “que cona e que boca essa puta tem”. 

Eu olhava para os pénis dos gajos que estavam ao meu lado, e também eram grandes e grossos, com grandes cabeças e bolas peludas em baixo, a minha mulher havia de ficar contente, eles não paravam de dizer, “eu também quero fodê-la”. 

O rapaz mais forte, com um pau ainda maior, trocou de posição com o outro, e eu vi novamente ele a escorregar o pénis para dentro da cona da minha mulher e montar-se nela, a bater com os quadris potentes nas ancas dela, a minha mulher gemia de satisfação, “caralho, não pares, dá-me mais, menino, parte-me a cona”. 

O magro deslizou o pénis na boca da minha mulher e eu percebi que ele se estava a vir com jatos de porra que ela chupava e lambia, enquanto o forte enterrava bem fundo o caralho todo. 

A Ju gemia de emoção, “aihm foda-se ai ai”, eu percebi que ela estava a ter um orgasmo, o corpo dela todo ele tremia, e logo logo, o forte largou golfadas de porra a inundar a fenda da minha mulher, e eu e os outros gajos já estávamos a bater punheta há algum tempo, começámos também a vir, “foda-se que foda essa mulher”. 

Quando a minha mulher se levantou e foi ao mar dar um mergulho, eu preparei-me para regressar, mas ainda disse aos dois gajos, “ela é minha mulher, ela gosta de foder gajos como vocês”, eles abriram a boca a olhar. 

Quando a minha mulher regressou para perto de mim, ela sorriu para mim, deitou-se na cadeira ao sol ao meu lado, e sussurrou, “que bela foda eu tive, querido, estou tão satisfeita, foste ver?”, eu respondi, “sim, eu fui ver, eles foderam bem a tua cona amor, eu gostava de ter visto eles a comerem o teu cu, mas tenho uma surpresa”, ela sorriu e perguntou, “que surpresa?”, eu continuei, “eu tenho mais caralho para ti”. 

Ela depois adormeceu, eu vi os dois rapazes, mas eles ignoraram-me como se nada tivesse acontecido, e depois vi os outros dois a passar e ainda fiz um sinal de ok. 

Mulher diz que mudar complica?

17:40 0
Mulher diz que mudar complica?

Desde que o meu marido e eu mudámos de casa, e fomos viver mais para o interior eu nunca sonhei que tantas coisas novas pudessem acontecer. Refazer toda uma vida, fazer novas amizades, habituarmo-nos a outras coisas, parecia ser um problema, mas não foi porque foi uma descoberta. 



No início a ideia de irmos viver para uma vila, um local ermo e longínquo, que só existia porque ali existia um modo de vida assustava-me muito. 

Eu imaginei que o meu marido passaria o dia no trabalho, aliás como todos os outros homens, enquanto as mulheres sem ter nada para fazer, porque ali nada ou pouco havia, passariam os dias em casa. 

Na altura o meu marido dizia, “querida, faz amizades, deixa estar que há outras mulheres aqui e vocês arranjarão qualquer coisa para se entreterem. 

Podia não ter tido, mas tive sorte. Eu fiz amizade com uma vizinha e quando os nossos maridos saiam para trabalhar, normalmente eu passei a ir durante o dia até casa dela. 

Eles tinham arrendado uma casa com piscina e eu e ela adorávamos esse prazer. Quando o sol vinha ficávamos ali a tagarelar, ela a contar as fofocas do dia, de como eram as outras esposas e do que lhes acontecia. 

No início estranhei um pouco, havia um rapaz que vivia na casa, ela tinha-me dito, “não ligues é o meu enteado”, mas mesmo assim ela não se importava e quando chegava à cadeira da piscina para se deitar, ela despia o bikini todo e punha-se nua a bronzear o corpo. 

Eu não me sentia tão à vontade assim e perguntei, “e o rapaz?”, ela respondeu, “não ligues, ele está habituado a ver-me nua e só conta ao meu marido o que eu quero”, e nessa altura como eu tinha alguma reserva do rapaz estar a olhar, a ver-me nua, eu deixava ficar o bikini. 

Mas isso não implicava que não admirasse o rapaz, devia ter pouco mais de dezoito anos, o corpo firme e atlético, ele vestia uma tanga apertada, a minha amiga via-me a olhar para ele, e comentava, “ele é bonito, não é?”, eu dizia que sim a sussurrar, “realmente ele é muito bonito, e, como poderei dizer, muito bem fornecido”. 

Eu reparava que a tanga justa nos quadris fazia sobressair um pénis volumoso e generoso, uma sombra negra que se deitava de lado e se enroscava nas coxas, e nós, eu e a minha amiga, era esse o modo de ocuparmos o nosso tempo, mirar o corpo daquele deus grego. 

Num desses dias, ele chegou perto da minha amiga e perguntou, “Marta, posso tirar a tanga, a tua amiga não se importa?”, ela olhou para mim como se ainda achasse estranho o meu bikini vestido, e eu disse quase a gaguejar, “não, porque me importar?”. 

Ao pé de mim, quase ao meu lado, ele despiu a tanga e eu vi então o que esperava, o pénis dele saltou como uma mola, estava totalmente teso e ereto, um rolo grosso e escuro e umas bolas enormes, quando ele agarrou o pénis bem preso na sua mão, eu olhei para a minha amiga e ela disse, “é lindo, não é?”. 

Eu não tinha palavras, e quando ele mergulhava na água, a minha amiga continuou, “ele disse-me que gostava de te ver nua, que gostava de te foder, que tu és um tesão de mulher”, eu virei a cara e perguntei, “não me vais dizer que tu já o fodeste?”, ela sorriu, “todos os dias e não me canso”. 

Tinha dúvidas que ela dissesse a verdade, e perguntei, “e o teu marido? Ele sabe que fodes com o filho dele?”, ela respondeu, “não sei, acho que sabe, mas prefere não dizer nada”, eu sentia-me excitada e toda tesa, os meus mamilos explodiam como uvas rijas, o meu clitóris suava de tesão, o meu ânus, a minha boca, todo o meu corpo ardia de antecipação. 

A minha amiga continuou, “gostavas de foder com ele?”, eu não sabia o que dizer e saiu da minha boca uma coisa idiota, “e o meu marido?”, ela riu-se, “tu não tens de contar, e mesmo que contes? Se calhar ele ia gostar”, agora fui eu que me ri, “gostar de saber que o teu enteado me anda a foder? Não sei, o teu marido gosta?”, ela respondeu, “ele nunca disse, mas gosta de certeza”. 

Não percebia o que ela queria dizer, e continuei, “o teu marido gosta porquê?”, ela esclareceu depois, “antes do meu enteado vir viver aqui, ele um dia apanhou-me a foder aqui com um negro que trabalha com ele”, e eu ansiosa perguntei, “e depois?”, ela respondeu, “depois não ficou zangado, durante uns meses o negro fodia-me e o meu marido assistia, ele anda mais zangado agora que é o filho a foder.” 

Eu vi que o rapaz saia da piscina e com um movimento rápido, eu tirei então a parte de cima e de baixo do bikini e fiquei nua á espera do desconhecido, do que pudesse acontecer de inesperado, quando o rapaz saiu da água com o pénis ainda mais duro do que antes, a balançar preso nos músculos perfeitos. 

Quando ele se aproximou, a minha amiga abriu e levantou as pernas para cima, eu via que ela, como eu, tinha a vagina húmida, havia um fogo que me atingia em baixo e percorria todo o meu corpo como uma onda, ele olhou para mim e viu que estava nua e sorriu. 

Ele aproximou-se ainda mais da minha amiga e como se eu não estivesse ali, ele agarrou nas pernas dela, agarrou no pénis enorme, e apontou-o à vagina dela e eu naquele momento vi aquele mastro a enterrar-se todo para dentro dela. 

Ela fechou os olhos e só disse, “aihm foda-se aihm mete todo enterra bem”, eu estava ali a olhar para eles e ele para mim, um olhar que dizia, “a seguir fodo-te a ti”, e começou a bombear o pénis para dentro da vagina dela, “ai querido fode querido fode-me toda”, ele aproximou-se do ouvido dela a dizer, “eu posso comer a tua amiga?”. 

Ela abriu os olhos turvos de prazer, virou a cara para mim, a perguntar, “queres?”, eu lambi os lábios e com um movimento irrefletido toquei o meu clitóris com os dedos, as minhas coxas abriram-se como porta sem dono. 

Ele levantou-se e veio até mim, e eu não podia acreditar, ele debruçou-se, abriu-me toda quanto podia, e naquele momento a cabeça roxa do pénis dele roçou os meus lábios da cona e escorregou silencioso para dentro de mim. 

Como a minha amiga, também eu soltei um suspiro, a minha cabeça caiu para trás, fechei os olhos e da minha boca saiu um gemido, “aihm aihmm aihmm mãe aihmm”, ele num movimento lento ia-me penetrando, eu sentia que aquele pénis pressionava os lábios da cona, e entrava grosso penetrante e decidido. 

Enquanto ele me fodia, eu senti os lábios da minha amiga a beijar-me a boca, ela sussurrou ao meu ouvido, “aihmm amiga amor estás a gostar? estás a ser bem fodida?”, eu só dizia que sim, num gemido surdo, “estouuuu..aihm estou ele fode-me toda”, ela continuava ao meu ouvido, “isso querido fode bem a cona da minha amiga”. 

A mim custava perceber, mas eu sentia que ele tinha acelerado, o pénis dele entrava na minha cona e saía, e eu também não aguenta, comecei a estremecer, um vulcão soltava-se de mim e explodia, “aii foda-se aihm estou toda molhada”, e eu ouço a voz dele, “uhrr ahrr”, e eu passo os meus dedos em baixo e entendi, ele tinha ejaculado dentro de mim. 

Depois disto a minha vida naquela vila mudou. 

Punheta de pai não conta

22:15 0
Punheta de pai não conta

Passou-se há alguns meses. Ao fim de alguns anos de vida em comum, a minha mãe e o meu pai quiseram separar-se e eu, não sendo uma criança, podia escolher ir viver com um ou com o outro, e decidi ir viver com o meu pai. 


Tudo decorria normalmente, a casa era a mesma, na minha vida não havia grandes mudanças, eu continuava a ter o meu namorado, a prosseguir os meus estudos normais, e tudo o que faria a mais, seria ajudar o meu pai em casa. 

Só que há tempos aconteceu uma coisa estranha, até bastante confrangedora, eu não bati á porta do quarto de dormir do meu pai, e quando eu entrei de repente, ele estava sentado na cama em frente ao espelho a bater uma punheta. 

Naquele momento eu fiquei estática a olhar para o caralho teso que ele prendia na mão, e a punheta já devia estar tão avançada que quando cheguei, foram segundos, ele abriu a boca, eu via que estava a gozar, ele olhou para mim e começou-se a vir, e depois ele limpou o caralho e virou-se de costas. 

Eu só disse já a sair do quarto, “desculpa, não sabia”, e pareceu-me idiota, pensei eu depois, o que poderia ter dito? “desculpa, interrompi a tua punheta?”, eu fui para o meu quarto e ao admirar-me ao espelho, eu percebi que estava quase nua, os meus cabelos molhados, a minha pele fresca e lavada, e apenas uma pequena toalha a rodear-me o corpo. 

Pensei que apesar de ser uma mulher, ainda havia liberdades que eu tomava com o meu pai como se fosse ainda uma rapariga, eu caminhava em cuecas na casa, eu mostrei-lhe as mamas à procura de um soutien, às vezes eu corria da casa de banho para o quarto toda nua, e nunca me ocorreu que isso pudesse ter importância. 

E depois o meu pai sempre foi muito mais livre que a minha mãe, ele sabe que quando o meu namorado me visita em casa é para me foder, e eu sei que estes últimos meses em que vivemos só nós os dois, o meu namorado já me fodeu muitas vezes e eu acredito que o meu pai está a ouvir. 

E provavelmente ele já me viu levar na cona, a minha cona é tão apertada que até um caralho mais fino me faz gozar, quando estou a ser fodida eu começo a gritar e por isso tenho a certeza de que ele abriu a porta e viu o meu namorado a comer a minha cona. 

E sei também que o meu pai já me ouviu a masturbar-me, umas vezes no banho, outras vezes no quarto, mas ele nunca disse nada e eu também por achar que não fazia mal, nós nunca tocámos nesse assunto. 

Há noite sentados à mesa a jantar, o meu pai olhou para mim e disse “eu não queria que tu visses, peço que isto fique entre nós”, eu olhei para ele e na minha cabeça ainda tinha a imagem do caralho dele grosso e teso, a cabeça roxa a sair da pele, quando ele batia para baixo e para cima, tão comprido que saia da mão mais de um palmo, e as bolas grandes e pretas que me impressionaram, e eu disse, “eu não digo nada, por mim o pai pode bater as punhetas que quiser, o pai sabe que eu também me masturbo, não sabe?”. 

Ele abanou a cabeça, “como é que não poderia ouvir, desde que a tua mãe se foi embora, tu gritas e ouve-se em toda a casa”, eu levantei-me a pôr pratos no lava-louça, eu sorri e ele continuou, “às vezes eu acho que tu queres que eu ouça.” 

Ele olhou para o meu corpo e naquele momento eu reparei que tinha vestido um calção justo e muito curto de lycra, no meu centro via-se a racha da minha cona, e em cima eu tinha apenas um top também muito curto e apertado que realçava as minhas mamas e os meus mamilos. 

Eu levantei os braços a ajustar o elástico que apertava o meu cabelo, e disse “pai, eu sou assim, quando fico excitada e a ter um orgasmo eu grito”, eu percebi que ele ao ouvir-me pôs a mão por baixo da mesa, e eu sabia que ele estava a ajustar o caralho, e mais uma vez eu imaginei aquele pau grosso que eu acreditava que estava teso quanto eu estava molhada da nossa conversa. 

E depois perguntei, “e quando o meu namorado vem cá a casa?”, ele levantou a cabeça com os olhos pregados nos meus seios e nas minhas coxas, e respondeu, “quando ele vem eu ouço-te a foder, só isso, tu gemes e gritas”, e eu insisti, “e já alguma vez assististe?”. 

Ele levantou-se e fomos para a sala, eu reparei que o pau dele parecia querer explodir dentro do calção, ele ligou a televisão e sentados no sofá, ele disse, “se queres saber já, vocês parecem esquecer que eu estou em casa”, eu continuei, “o que viste?”, ele mirou o meu corpo e a minha racha, “abri a porta e eu vi o teu namorado a dar-te uma foda”. 

Mas eu queria saber mais, “sim, ele estava a dar-me uma foda, mas como?”, ele continuou, “eu vi ele a penetrar a tua vagina, eu vi o pénis dele a entrar e a enterrar-se entre os lábios do teu clitóris, várias vezes”, e fui eu que perguntei, “e a chupar o pau dele, alguma vez viste?”, ele abanou a cabeça a dizer que não. 

E foi quando as palavras saíram da minha boca sem qualquer controle, “eu excito-te? és meu pai, não devia acontecer, mas …”, ele olhou para mim e apontou para o calção, “tens dúvidas?”, ele tinha o volume teso apertado no tecido elástico, e eu conseguia perceber a forma de um rolo deitado firme e duro, e eu perguntei, “as tuas punhetas são a imaginar que sou eu?”. 

O meu pai sorriu para mim como se eu tocasse num segredo, e perguntou, “queres vê-lo?”, eu não tenho a certeza de eu ter lambido os meus lábios, mas ele levantou o lado da perna do calção e deixou saltar o caralho teso, bem grande e rijo como eu vira, e respondeu, “se queres saber se eu bato punhetas a pensar em ti, o que queres que eu diga, é verdade” 

E continuou, “eu ouço e vejo-te a foder e fico excitado, mas é só isso”, eu via que ele mexia no pénis, a puxar a pele a mostrar a cabeça gorda, a mantê-lo bem rijo e esticado, eu senti que a minha respiração acelerava, e eu perguntei, “tu nunca te imaginaste no lugar do meu namorado? a foder-me?”, ele abanou a cabeça a querer fugir à pergunta, “isso acho que não, imagino-te nua e a ver tu a seres fodida pelo teu namorado”. 

Não era difícil perceber a mentira, e nesse momento eu tive uma ideia, eu levantei-me do sofá e eu tirei o meu calção de lycra, eu voltei a sentar-me e ele olhou para a minha vagina, o risco húmido cheio de pelos, frenética a maçã de adão dele subia e descia, eu deixei-me tombar para um dos lados do sofá e comecei a acariciar o clitóris. 

Eu tirei o top a correr, os meus dedos rolavam na vagina, a minha língua e os meus lábios húmidos tremiam, eu fechei os olhos, o meu corpo arqueava, e eu dizia, “pai podes ver, não podes foder, podes ver, não podes foder”, eu sentia que ele batia uma punheta, eu comecei a gritar alto, ouvia-se em toda a casa, “ai foda-se!! pai, aihm, que me estou a vir”. 

Todo o meu corpo estremeceu de emoção, eu continuei, “aihmm, aihmm, caralho!! imagina que estás a comer a cona da tua filha, aihmm, foda-se, aihmm, que me venho toda, aihm, foda-se, estás a comer a minha cona, come a minha cona, aihmm”. 

O meu corpo subiu e quando eu me deixei tombar na minha vagina escorria o meu líquido mais íntimo, e do caralho do meu pai, ondas de porra que caiam na mão dele. 

Alguma coisa estranha nos tinha acontecido, mas naquele momento ficámos os dois em silêncio, de olhos fechados a aceitar a languidez dos corpos, num adormecimento satisfeito.

Fodeu o meu cu 10 anos depois

21:31 0
Fodeu o meu cu 10 anos depois

Nunca gostei muito de casamentos, para a maioria das pessoas parece ser o princípio, quando para mim fazia mais sentido que fosse o fim. Depois há uma altura da vida em que parece que toda a gente se casa como se fosse uma febre, fica toda a gente infetada. 


A este último casamento eu fui porque a minha irmã mais velha me pediu, um momento raro em que ela estava sem namorado ou outro homem para ela infernizar, sendo o meu papel o de fazer companhia. 

Conhecendo eu como conheço a minha irmã Carlota, eu sabia que a minha função acabava à porta do casamento, puta como ela é depressa arranjava um homem para foder, e para mim, quem sabe, talvez pudesse o mesmo acontecer. 

Mas isso não importava, eu também andava desesperado, e um casamento é sempre bom, juntam-se ali muitas pessoas, e talvez aparecesse um caralho a querer comer o meu cu. 

Como eu previa, no início da festa de casamento a puta da minha irmã desapareceu, de vez quando eu reparava nela à distância, colada a uns homens a conversar e a assustar as outras mulheres casadas que a conheciam. 

Quanto a mim, eu reparei num homem que estava sozinho, era ele o meu foco de atenção, apesar de ter menos 10 anos de idade, eu aproximei-me para meter conversa com ele. 

Não era difícil perceber porque é que ele estava sozinho, ele tinha cara de ser um divorciado recente, ainda não estava habituado a não ter a mulher por perto, coisa que aos homens casados acontece muito, a mulher podia ser uma grande puta, até fazer da vida deles um inferno, ma são como os prisioneiros que se habituam á cela, quando libertos não se sentem bem no meio. 

Mas este parecia querer resistir, ele andava tonto de liberdade sem saber o que fazer com ela, o esforço era muito, mas ele tentava, quando eu cheguei perto e disse “olá, tudo bem”, ele olhou para mim “olá, tudo bem sim”. 

Eu continuei “vejo que está sozinho”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, eu olhei para o corpo dele de alto a baixo, pousei os meus olhos naquele centro, onde um volume de carne se escondia, eu queria que ele percebesse o que eu desejava, e eu insisti rindo, “tu gostavas da minha companhia?”. 

As palavras não foram ditas, mas a comunicação foi perfeita, quando o ouço perguntar, “o que andas tu à procura?”, e eu respondo perto do ouvido dele, “de um homem para me comer, eu adorava dar-te o cu, gostavas de me foder?”, mas a voz dele foi fria, ele fez uma careta estranha e disse “sabes? Eu não sou bicha”, e foi-se embora. 

A nossa conversa acabou ali, e durante a festa de casamento ainda olhamos um para o outro, a mim tinha parecido que ele queria comer o meu cu, mas ele ainda não estava preparado. 

O que foi estranho foi eu encontrá-lo 10 anos depois há dias também numa festa de casamento, e mais estranho ainda, ele estar tão sozinho como estava na outra altura. 

Ainda falei com a minha irmã que estava outra vez comigo “estás a ver aquele homem, há uns anos no outro casamento, eu pedi-lhe para me comer o cu, mas ele não quis, disse que não era bicha”, a minha irmã riu-se, “deixa estar, eu ofereci-lhe a cona e ele também não quis, ou é bicha como tu, ou ainda andava atrás da mulher”. 

Eu acho que quando me viu, ele lembrou-se logo de mim e da minha proposta e eu dele, e houve ali uma coisa magnética que ao longo da festa nos foi aproximando, e quando eu estava perto dele num sítio mais discreto perguntei, “lembras-te do que eu te dava? a proposta ainda está de pé”. 

Desta vez ele não fez a cara estranha, e disse “eu nunca mais esqueci, tu querias que eu comesse o teu cu”, e eu continuei “adorava que me fodesses o cu”, eu passei a mão nas calças dele, a acariciar o volume que ele tinha e insisti, “tu tens cara de querer foder o meu cu, consegues imaginar o teu caralho grande a partir o meu rabo?”. 

Desta vez eu sabia que ele estava preparado, o caralho dele teso sobressaia nas calças, todo o corpo dele tremia de medo e antecipação, como se esta fosse dele a primeira vez, se calhar ele nunca provou cu de homem, e eu tinha de convencê-lo, “o meu desejo que fodas o meu cu é o mesmo de há 10 anos”. 

Eu sentia que ele estava quase a dizer que sim, eu via que ele não tirava os olhos do meu corpo, eu rodei e dei uma volta sobre mim próprio, para que ele admirasse o meu rabo, eu queria excitá-lo ao máximo e só assim ele venceria aquele medo. 

O medo de ser diferente do esperado, do que tinha sido, não sei, planeado, por ele ou pelos outros, eu ouço-o gaguejar “não sei, eu vou pensar nisso”, mas o desejo dele era evidente, eu passei outra vez a mão pelo pau dele, e vi que estava bem teso e duro. 

Ele afastou-se e eu fui ter com a minha irmã, eu apontei para ele e disse, “tu lembras-te dele? Pedi novamente para ele me foder o cu”, e daí perguntou a minha irmã, “e ele? ele olhou para cá e vejo que ele quer, hoje meu irmão vais ter sorte”. 

Devia ter passado algum tempo, quando eu senti alguém a tocar nas minhas costas, eu virei-me e era ele, “posso falar contigo?”, eu sorri abertamente a dizer que sim, a boca dele aproximou-se do meu ouvido, “se tu queres mesmo, nós podemos ir para o meu hotel”. 

Eu não precisava de ouvir mais nada, disse só que ia avisar a minha irmã, e quando fui disse a ela, “eu vou com ele para o hotel, ele está louco para foder o meu cu”, ela sorriu para mim e na direção dele, e depois pediu “então dão-me boleia”. 

O pedido da minha irmã não ajudava nada, ele até se podia assustar, mas para surpresa minha, ele não disse nada, e então íamos a caminho do hotel, e mesmo com a minha irmã ali, eu não resisti, eu pus a pão dentro das calças dele e comecei a acariciar o pau até o pôr todo para fora. 

Aquela cara antiga de susto que eu conhecia voltou a aparecer, como se dissesse, “porra!! olha a tua irmã”, mas eu continuei, a minha irmã apreciava, eu dobrei-me a chupar no pau, até que disse, “não aguento, estaciona o carro aqui perto, há ali umas árvores”. 

Eu pedi à minha irmã que ficasse de vigia, enquanto nós íamos para o banco traseiro, e eu pedi a gemer, “anda querido come o meu cu”, eu baixei as minhas calças e as calças dele, sempre a bater uma punheta suave e eu virei depois o rabo para ele me foder. 

A minha irmã estava no banco da frente do carro e via tudo, quando ele encostou o caralho no meu ânus teso, ele forçou devagarinho, eu senti a cabeça do caralho dele a entrar, eu abri a boca a gemer, “ai mana foda-se!! aihm ele parte o meu cu mana”, ele continuou a empurrar, até que o meu ânus se abriu todo, aquele pénis a furar e a minha irmã a dizer, “já tens o pau todo no cuzinho mano”. 

Eu empinei o rabo para cima, para que ele se agarrasse ainda mais a mim, a enterrar fundo o pau no meu cu, e eu gemia, “aihm mana humm mana que foda mana aihmm o meu cuzinho, fode-me o cuzinho todo fode”. 

Ele estava a acelerar, a minha irmã olhava para o meu ânus tenso com aquele caralho a entrar, “foda-se mano tu estás todo aberto ele fode-te o buraco todo, que loucura, mano”, ele ficava ainda mais excitado de nos ouvir. 

E o que era doce agora era duro, ele batia nas minhas nádegas com força, e eu em silêncio gritava, “aihm caralho mana, ai tão bom, parte o meu cuzinho todo”, ele gemia agora do esforço feito, há muito tempo a foder o meu rabo, até que eu senti um calor inesperado, “foda-se mano ele está a vir-se no teu cu, tanta porra mano”. 

De cada vez que ele se vinha, eu sentia-o a enterrar mais, até que se espremeu todo e tombou de cansaço, “ai foda-se que maravilha de cu tu tens, que boa foda”, a tirar o caralho para fora. 

A puta da minha irmã sorriu e disse “olha que eu também quero, senão conto tudo à tua ex-mulher”, e desta vez a cara que ele fez foi a dizer, “estou fodido, vou ter de comer esta gaja boa”. 

Rainha do Blowjob - o título

21:43 0
Rainha do Blowjob - o título

Acho que não há homem que não nasça com o instinto de se defender de outros homens quando se trata de afastar outros predadores da mulher amada, depois uns vão desenvolvendo esse tema ao longo da vida com todo o tipo de estratégias que vêm à sua cabeça. 



E depois acho que não há mulher que, mesmo tendo um homem apaixonado por ela, que não goste de manter outras opções em aberto principalmente quando se é jovem. 

Isto para contar a história de um namorado que tive, nem por sombras era o meu primeiro, que tinha arranjado uma maneira hábil de afastar de mim tudo o que era do sexo masculino. 

Eu sempre gostei que outros homens olhem para mim, mas mesmo assim sempre fui fiel aos homens com quem namorei ou vivi, até ao dia em que descobri como ele fazia para que os homens me rejeitassem. 

Eu não nego que sempre fui e sou um bocado provocadora, gosto de exibir o meu corpo, o que é bonito é para se mostrar, e das vezes em que saíamos juntos sempre fui vestida com umas roupas muito curtas e de invejar. 

Quando isso acontecia, ele dizia logo roído pelo ciúme, “Carla, foda-se!! mais valia andares nua”, e eu respondia, “mas querido não queres que os teus amigos gostem de apreciar a tua miúda, não te preocupes que eu sou só tua”. 

Na praia, num bar ou onde fosse, eu reparava que os amigos dele olhavam com interesse para mim toda, com um grande desejo de cona, para as pernas, o meu rabo, as mamas, as coxas, eu percebia que faziam comentários, mas depois quando falavam com o meu namorado, eles desapareciam. 

Num desses dias, com um amigo dele aconteceu o mesmo, ele tinha estado a mirar as minhas pernas por dentro, a querer ver se eu tinha lingerie vestida, um jogo que durou alguns minutos longos, quando o meu namorado disse qualquer coisa, e ele fez uma cara estranha. 

Quando o meu namorado saiu eu fui perguntar “o que é que ele disse?”, e o amigo dele respondeu, “acho que não vais gostar, ele disse que tu és a melhor namorada a chupar caralho que ele teve, que tu é a rainha do broche, que és uma maravilha”. 

Eu sei que sempre chupei caralho muito bem, e que gosto de chupar caralho, mas isso era uma coisa reservada, o caralho dele não era o primeiro e de certeza não seria o último, quando o meu namorado regressou à mesa fiquei a olhar para ele e a pensar. 

Eu até compreendia a maneira que ele tinha descoberto para que os amigos dele deixassem de olhar tanto para o meu corpo e se afastassem, mas não compreendia era os amigos dele. 

Se ele dizia que eu era muito boa a chupar caralho, então também eles deviam querer ter a mesma experiência, nem que fosse para descobrir se era mesmo verdade, de me verem a chupar no caralho deles, e, no entanto, eles fugiam. 

Os homens só podiam ser mais púdicos que eu! de certeza que eles imaginavam a minha boca a chupar o caralho do meu namorado e achavam que ter uma relação comigo era má publicidade, pudesse alguém dizer, “andas com essa gaja? olha que ela já chupou muitos caralhos”. 

Mas a ocasião faz o ladrão, como se costuma dizer, e naquele dia eu aproximei-me do ouvido do meu namorado e disse “amor, vamos até ao carro, estou com desejos de chupar o teu caralho”. 

Ele pareceu surpreendido, nós estávamos rodeados de amigos e o momento não parecia certo, mas eu insisti tanto que ele teve de ir mesmo, e quando entrámos no carro baixei as bermudas dele para baixo e comecei a chupar aquele pau. 

Eu gosto tanto de chupar caralho que com a minha habilidade não foi preciso muito para o pôr teso, eu dei um beijo molhado na cabeça, depois eu fui descendo com a língua, e eu estava assim compenetrada, quando apareceu a bater na janela o outro amigo dele. 

Acho que o meu namorado ficou surpreendido, eu tinha o caralho dele na mão, e estava ali outro homem a ver-me a chupar um pau, até que parei e abri a porta a dizer, “querido fui eu que convidei”, o amigo dele entrou no carro, e eu continuei “disseste que eu era a rainha a chupar caralhos, e achei melhor ele ver e confirmar”. 

O caralho do meu namorado ficou murcho, foi quase instantâneo, mas eu disse, “querido, disseste a verdade, eu adoro chupar caralhos, mas deixa o teu amigo ver, eu quero que ele veja se sou mesmo boa”, e continuei a mamar. 

Nós estávamos os três no banco de trás, o que era um bocado apertado, a noite estava a chegar, e enquanto eu mamava o meu namorado, dobrada para baixo, o amigo dele estava encostado nas minhas nádegas e dava para perceber o quanto estava teso, porque eu sentia o volume grosso a roçar no meu rabo. 

O amigo ia-se debruçando sobre o meu corpo para me ver a chupar o caralho do meu namorado e quanto mais se debruçava mais eu o sentia, até que ele perguntou ao meu namorado se ele se importava que ele baixasse o calção e tirasse o pau para fora. 

O meu namorado ia dizer qualquer coisa mas naquela altura eu nem deixei o meu namorado responder, eu coloquei a mão no calção do amigo dele e fiz sinal para ele tirar o caralho para fora, e quando passei a mão outra vez agarrei-o com força e senti que era grosso e comprido. 

Mas a minha tarefa era outra, eu queria chupar o pau do meu namorado, eu lambi a cabeça do caralho e depois dos lados, eu engolia todo na minha garganta, e percebia que o meu namorado tinha os olhos fechados do prazer que eu lhe dava. 

Foi nessa altura que eu senti os dedos do amigo dele na minha cona, ele tinha metido a mão por baixo da minha saia curta e acariciava o meu clitóris, os dedos dele rolavam nos lábios, e senti logo que eu estava a ficar molhada.

Neste momento o meu namorado estava nas nuvens, ele viajava noutra dimensão, e de certeza que ele se tinha esquecido que o amigo dele ali estava, o amigo dele puxou a minha lingerie para baixo, e depois começou a roçar o caralho grosso nos lábios da minha cona. 

Eu reparei que enquanto eu chupava o meu namorado, o amigo dele ia mexendo o pau para baixo e para cima a enterrar cada vez mais a cabeça do caralho, até que se enterrou todo em mim, também eu fechei os olhos de prazer, lembro que dei um gemido intenso “uhmm ai foda-se! ai caralho tão bom”, quando ele começou a mover, para dentro e para fora, a foder a minha cona”. 

Não é fácil, a minha atenção estava dividida entre o caralho que eu chupava e o caralho que me comia a cona, mas eu sabia que tinha de continuar, a chupar, a chupar, a chupar, eu queria ser a rainha do broche, e que todos os amigos do meu namorado soubessem que era mesmo muito boa a chupar um caralho. 

E tudo estava perfeito, o caralho do amigo dele batia com força, nos meus lábios da cona, até que eu me senti a tremer, percebi que eu me estava a vir, num raio quente que me atravessou, e também o meu namorado “ai caralho amor, fazes uma mamada perfeita”, lançava jatos de porra, e o amigo dele “ai foda-se, que cona boa tem a tua namorada”. 

Não me lembro de muito mais, parece que nada ficou na minha memória, acho que voltámos para junto dos outros amigos como se nada tivesse acontecido. 

O que aconteceu foi depois. Eu comecei a ter mais namorados para chupar. E não sei porquê, mas todos eles gostam que eu chupe caralhos até doer. 

Eu mereço ter o titulo da rainha do blowjob. 

Glory hole com álcool e gel

19:37 0
Glory hole com álcool e gel

Estes últimos dias tem sido uma vida danada, não há folga e não há nada, então neste momento, em que anda uma névoa no ar, que faz mal e faz sofrer, esse pessoal rico se protegendo, mas para pobre é assim mesmo, tem sempre de trabalhar. 


Os meus patrões estão fechados em casa, quando eu vou lá limpar o jardim, eles me pagam através de um buraco, eles puseram tábuas se trancando lá dentro, e na semana passada, ele mandou o dinheiro e foi logo dizendo “aí Arnaldo, menino, cai fora, toma lá o seu pagamento, se distancia e volta na próxima semana”. 

Mas pessoal, eu imagino que ele está sofrendo, a mulher dele é muito maluca, ficar fechado com ela não é coisa boa, quando tudo estava bem neste mundo, ela saia para o jardim quase nua, ela se deitava na piscina toda esticada, estando eu ali aparando a relva. 

Quem diz que jardineiro tem vida fácil? não tem caralho!! meu patrão estava trabalhando e ela ali se oferecendo, estava eu apanhando folhas, e ela gritando “Arnaldo rapaz chega aqui, ajeita aí para mim o guarda sol”. 

Eu depois ia e ficava vendo as mamas dela, o bikini curto todo metido na cona, ela abria as pernas de propósito, o meu pau duro naquela hora, eu mirando a fenda rapada, pior caralho é o meu trabalho, nunca tive um jardim tão mal-arranjado. 

Mas agora com essa doença, a minha vida é tratar de plantas, eu não tenho tido gratificação, é só mesmo trabalho duro, eu podia ver uma cona, mas porra!! que agora não vejo nada. 

E quando ela recebia um gajo lá em casa? meu patrão estava fora trabalhando, e ela dizia para mim “Arnaldo, rapaz, eu estou recebendo um amigo, mas você não conta nada para o meu marido”, eles depois iam lá para dentro, ele ficava comendo o cu da patroa, a desgraçada gritava alto como uma maluca, e eu ali ouvindo aquilo. 

Só que pessoal, no outro dia o meu patrão fez um pedido estranho, eu ouvi ele me chamando, lá de dentro de casa onde estão fechados “Arnaldo, rapaz, chega aí perto do buraco”, eu ainda perguntei “o que passa patrão?”, então eu ouvi ele chorando, dizia que a patroa estava doida, “Arnaldo, ela está desesperada, ela quer muito caralho”. 

Depois ele continuou, “Arnaldo, meu amigo, mete seu caralho no buraco”, e eu disse logo, “no buraco patrão? O meu caralho não meto não”, mas ele ficou insistindo “mete Arnaldo não há problema, eu dou um bónus bom”. 

Eu fiquei olhando para as tábuas na porta, só tinha mesmo o buraco no meio, eu tinha de encostar o meu corpo, e o meu caralho ia para o outro lado, e porra!! pensei, “mas eu não vou ficar vendo, o que será vão fazer com ele?”, diabo que estava assustado. 

Mas eu pus. Rico é assim, patrão manda, não queria perder meu emprego, e então baixei as calças, eu me encostei bem nas tábuas, e o meu pau ficou lá dentro, foda-se!! senti uma mão pequena, eu sabia que era da patroa, ela agarrava no meu caralho, e esfregava álcool e gel fresco, pensei “mãezinha, o que está acontecendo?”. 

Quer dizer, eu sou religioso, ou melhor, minha mulher é que é, eu só finjo, mas recorro a Ele, “pai nosso que estás no céu, o que vão fazer com o meu pau?”, a mão estava se mexendo, ela puxa minha pele para cima e abaixo, “caralho! que estou ficando duro”. 

Depois pessoal eu senti uma pressão, qualquer coisa estava fazendo sucção no meu caralho, eu estava de braços abertos colado à porta, mas eu percebi, só podia ser a boca da minha patroa, e depois uma coisa molhada fazendo cócegas, ela estava trabalhando o meu pau, e o meu patrão não se calava “danada, era isso que você queria, chupa aí no pau do Arnaldo.” 

Ela esteve assim um bom bocado, ela parava de chupar, depois batia uma punheta rápida, e eu ali sozinho cá do lado de fora, eu sempre gostei de trabalho manual, mas agora as minhas mãos não serviam para nada, o patrão falava “aguenta aí Arnaldo!!”. 

Eu fiquei na expetativa, o que porra iria acontecer, mas que caralho!! as mãos de álcool e gel voltaram, houve ali uns segundos que passaram, e depois senti o meu pau escorregando para qualquer lado, “aguenta aí Arnaldo, ela está fodendo o teu pau”. 

Eu percebia que a patroa se mexia toda, a desgraçada tem uma cona apertada, dava para ouvir essa puta gemendo, com o meu caralho dentro dela, “aguenta Arnaldo aguenta”, gritava ela, “ai caralho querido ai caralho”. 

Depois pessoal, nem sei como foi que aconteceu, sem eu querer o meu caralho saiu para fora, nesse momento eu consegui ver o que era meu, mas logo logo o patrão saiu reclamando, “Arnaldo bota aí o seu pau no buraco novamente, rapaz”, e eu pus. 

A minha patroa voltou a colocar álcool e gel, caralho! já não estava aguentando tanta limpeza, e depois o meu patrão falou “Arnaldo rapaz, agora é cu, aguenta aí firme, bem firme rapaz”, eu ouvi ela falar para o meu patrão “me ajuda querido no cu querido”, e porra!! não é que eu senti uma mão de homem, uma pressão danada prendendo o meu caralho, sem caricia sem nada. 

Ela gemeu e eu estava sentindo a cabeça do meu pau fazendo força no cu da minha patroa, “aguenta Arnaldo aguenta está quase todo lá dentro”, e foda-se!! não dava para eu ver mas estava comendo o cu da minha patroa, as nádegas dela batiam e batiam na porta, e percebia que enterrava todo até ao fundo, o meu patrão dizia “estás a gostar amor, de apanhar no cu”, e essa puta gemia “ai amor meu cu amor que loucura”. 

Eu cá fora estava sendo fodido, pior ainda, estava levando com a névoa toda, uma merda leitosa que vagava no ar, mas porra!! porque é que eu não era rico, eu tinha de estar a levar com essa foda. 

Pessoal, ela depois parou, eu sabia que os patrões estavam se vindo, a porta do buraco abanou toda e a minha patroa tinha tido um orgasmo, porra! pensei, mas eu não tinha me vindo, quando o meu patrão disse “aí Arnaldo, menino, cai fora, toma lá o seu pagamento, se distancia e volta amanhã à mesma hora”. 

O que é que eu podia fazer? acabei batendo uma punheta, a imaginar a cona e o cu da patroa, é que pobre tem sempre esse destino, e eu ainda tive de ir tratar das plantas.

Blow job - conselhos cor de rosa

14:05 0
Blow job - conselhos cor de rosa

Há quem diga que as mulheres ganham sempre. Bom, penso eu que o melhor mesmo é não existirem dúvidas sobre esse assunto. 


Se o marido é normalmente autoritário, o melhor mesmo é ser também inteligente, sendo submisso dentro de casa e compensar o domínio lá fora.

Se o marido é económico, boa ideia é poupar no necessário, tendo um bom pé de meia de lado, para gastar com a gaja no que não faz falta, naquelas horas de mais aperto. 

Se o marido é cornudo o mais indicado é nem sequer fazer perguntas, se o cornudo costuma ser o último a saber, então mesmo que saiba, ser esperto é ficar calado. 

E se a mulher tem vontades, que pense o homem em obedecer, porque ter de negociar mais tarde, custa sempre muito mais caro, e os desejos que ela tinha, vêm porra! depois a dobrar. 

E porque é que falo nisto? Nada de mais, a culpa é toda de um desses sites de gajas cor de rosa, estas putas modernas andam sempre atrás de novidades e a minha mulher caralho!! ela põe-se a vê-los e também não escapa. 

O site contava que devíamos experimentar umas coisas novas, arriscar mais para pôr pimenta no casal, um monte de coisas ordinárias, e vai logo a minha mulher escolher que queria ir a um bar noturno, para depois irmos à casa de banho, para ela fazer-me um blow job. 

Eu ainda perguntei à minha mulher “um blow job? mas se queres chupar no meu caralho porque não chupas aqui em casa?”, mas ela respondia “não dá querido, eu gosto de chupar o teu caralho, mas na casa de banho de um bar, com todo aquele ruido, com muitos homens a entrar e a sair, e vê bem o risco de sermos apanhados, dá muito mais gozo querido”. 

Nem me lembro se demorei segundos ou minutos a pensar naquilo, mas conhecendo eu a minha mulher comecei logo a pensar “porra!! e se formos a um bar e ela for sozinha à casa de banho? o melhor mesmo é ceder, não vá ela depois chupar outros caralhos”. 

Acabei por aceitar, instinto de sobrevivência? não sei, acho que que não fazia tanto mal, o caralho era o meu e a boca dela do outro lado, porra!! porque não pensei? devia ser uma maravilha ela a chupar o meu pau. 

Quando nós chegámos o espaço estava animado, a única coisa mais desagradável era haver muitos mais gajos do que gajas, tantas putas desocupadas e tantos olhos masculinos que não largavam a minha mulher, com as coxas luzidias num prenúncio de prazer. 

A minha mulher tem essa característica terrível das mulheres que não são necessariamente bonitas, mas que quando um homem olha para elas não consegue deixar de dizer “foda-se!! que boa foda deve ser esta mulher! Tem cara de adorar caralho”. 

É uma coisa magnética, as mamas generosas, os lábios carnudos, as pernas roliças, o riso e o olhar húmido, o desejo latente para foder em todas as células daquele corpo, qualquer coisa que nem eu sei, que me dá prazer por ela ser minha, prazer por os outros a invejarem, mas também um medo terrível, de um céu de nuvens negras, quase, quase, sempre, à espera de desabar. 

Escolhemos uma mesa mais discreta, e depois de uns drinks, não devia ter passado meia hora, a voz dela no meu ouvido começou a sussurrar “vamos?”, eu reparei que ela fazia sinal com a cabeça, a apontar para os lavabos masculinos. 

A música estava boa, todo o ambiente era agradável, e a mim me ocorreu dizer “já? não consegues aguentar mais um pouco?”, e ela respondeu “não querido, compreendes que estou com o teu caralho no pensamento, quero muito chupar”. 

Foda-se!! o que podia eu fazer, ser submisso claro que era o mais inteligente, e lá fomos os dois para a casa de banho dos homens para ela chupar o meu pau, e então eu disse “é melhor eu ir ver primeiro se está lá algum homem, se eles te vêm a entrar, ainda vão pensar que também podem querer”. 

Eu entrei e apenas um homem ia a sair, ainda a apertar o zip e a ajeitar o pau e as bolas nas calças, fiz sinal à minha mulher e entrámos para um privado a rir, ainda ficámos uns segundos a acalmar, não fosse entrar logo um gajo para mijar. 

Como não aconteceu nada, a minha mulher sentou-se na sanita, depois puxou as minhas calças para baixo, e quando olhei para baixo, a mão fresca da minha mulher agarrou no meu caralho, ainda murcho de algum medo, mas ela puxou-o para a boca e começou a chupar. 

Ao principio, eu senti que ela estava a ter dificuldades, eu não me concentrava e o meu pau não crescia, mas a pouco e pouco fui fechando os olhos, lábios de seda se movimentarem, uma humidade que me aquecia, os músculos dos meus quadris tensos como pedra, e caralho!! o ruido que ela fazia com a boca. 

A dado momento nós ouvimos gente a entrar, eu tinha esquecido do lugar onde estava, eu adormecera há minutos atrás, apenas qualquer coisa se mexia lá em baixo, mas fiz sinal à minha mulher “é melhor parar que te vão ouvir a chupar”. 

Nós ouvimos uns gajos a mijar, a falar mal das putas que por ali andavam, mas depois quando se foram embora, a minha mulher concentrou-se no meu pau, numa fúria assassina, eu só dizia “ai caralho que é tão bom!!”, quando ouvimos um gajo a bater na porta “eh homem estás aí há uma hora, a foder essa gaja, vê lá se dás lugar a outro”. 

Eu só dizia à minha mulher, “não pares, querida, continua, continua, não ligues ao gajo”, e pela primeira vez na vida, ela fez o que eu queria, chupava, chupava, o meu caralho, o outro gajo a bater na porta, “porra!! espera estamos a acabar”. 

Eu comecei a tremer nas pernas, eu sabia que não ia aguentar, e do meu pau saiu um jato de porra, a minha mulher batia, batia, para sair, “uhrr caralho! foda-se!! uhrr, estou-me a vir”. 

O gajo lá de fora insistia, e depois de puxar as calças para cima, eu e a minha mulher pensámos que o melhor era sair, havia um risco muito grande de ainda mais gajos se juntarem, nós saímos do privado, eu reparei que a minha mulher ainda se lambia, e corremos depois para a nossa mesa discreta. 

Depois de bebermos mais uns drinks, ouço outra vez a voz da minha mulher a sussurrar “querido, acho que vou outra vez à casa de banho”. 

Eu ainda perguntei “outra vez?”, e ela disse “sim, mas fica aí, desta vez eu vou sozinha”, e foi quando eu me lembrei, cornudo esperto não faz perguntas, o melhor mesmo é ficar calado.