Como posso ser prostituta, Doutor Manecas? - Biografias Eróticas

Como posso ser prostituta, Doutor Manecas?

O Orlando e a Minéte contam ao "Biografias Eróticas" como foi:

Eu posso ser prostituta, Dr. Manecas. Aliás eu quero. Foi com estas frases que eu Minéte respondi ao dr. Manecas. Não me perguntem como viemos cá parar eu e o meu marido. Foi o Orlando que me disse que se havia pessoa para nos ajudar a decidir era o doutor Manecas. 

Não estava à espera do que encontrei quando aparecemos nos aposentos dele, esperava um homem velho, sábios que emitem opiniões só sobre a alma, mas encontrámos um jovem, muito bem vestido, muito bonito, com ar de professor, e pelo que se dizia, psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia e ensinador de verdades ocultas à noite


Um homem fantástico, coxas grossas, formas torneadas, fresco e invulgar, um adónis de corpo e mente única, pele, brilho, sentidos, ciência e conhecimento numa só pessoa, um homem mantra que se mesmo velho seria novo, e de novo é-o antigo.



O meu clitóris tremeu e pôs-se húmido quando o vi, os mamilos espetaram-se como uvas, senti um desejo enorme de traição sem consequência, e sei que o Orlando também ficou muito impressionado com ele. 

"Oh doutor Manecas, temos problemas de dinheiro, e disse ao meu marido, que não me importava de ser acompanhante", disse-lhe, e o dr. Manecas que não gosta de rodeios, respondeu logo, "sair com outros homens, levar na cona e no cu deles? é isso", o Orlando ouvia, e respondi "bem, era mais ser acompanhante, arranjar uns sugar dadys com dinheiro".

Eu e o Orlando estávamos em dificuldades, eu era secretária executiva, modéstia à parte, acho-me bonita, e o meu marido corretor da bolsa, ganhávamos muito dinheiro, de um momento para o outro ficámos sem nada.


Temos casa grande luxo, filhos, despesas para pagar, amigos importantes e visíveis, muita imagem a pedir dinheiro, e nós dele nem para as contas, colégios, carros, roupas, festas, meus deus, estamos fodidos.


O Orlando ainda não tem 40 anos e já parece um velho, de cabelos brancos e tudo, só vivia para trabalhar, ganhar dinheiro para termos tudo, e eu se não tiver os meus luxinhos, nem sei como vou ficar. 


É um segredo que conto aqui, fiz uma escapadinha sem o Orlando saber, como acompanhante por mim, e arranjei logo um cliente que me pagou bem, e a minha sorte foi tanta que não era um sugardaddy, era mais um sugarkid, já com sitio e tudo,  encontrei-me com o miúdo rico, e aí, deixei-me ir, a  ser mesmo puta, fodeu-me como queria.


Uns dias depois é que me virei para o Orlando, e disse-lhe que queria ser acompanhante, que se ganha um bom dinheiro, abriu a boca incrédulo, mas está sem defesas, num buraco fundo, que se alimenta a dinheiro, ou seria isso, disse-lhe, ou uma terrinha no campo dos meus avós, talvez enganássemos os amigos, em que a eles diríamos, queremos uma vida campestre, o voltar às origens mais simples, plantar couves e batatas, talvez umas galinhas.


Até o Orlando se arrepiava, a perspectiva de andar na lama e nas ervas, plantar para comer um dia, os amigos a rirem-se ao longe, mais valia que a Minéte fodesse, pelo menos até se levantarem, os sugardaddys poucos estragos lhe fariam, e um belo dinheirinho entrava, para irem vivendo no luxo como queriam.


"O que pensa disto Orlando, dela ser puta?", "ai doutor Manecas, precisamos de dinheiro, e ela parece gostar", "gostar de quê, de foder com outros homens por dinheiro?", perguntou e ele respondeu, "acho que ela gosta, sim, como se fosse um jogo".


Interrompi o doutor Manecas "gosto sim, há uma certa sedução, e eu vou mais com homens de idade", "não se engane, esses são os piores, cansados das mulheres gastas, cheios de viagra e tesão, e uma miúda nova e linda como você, não duvide vão querer ir-lhe à cona", disse ele.


"e você?, fica a assistir?", perguntou ao Orlando, "assistir?", "sim, não vai ganhar dinheiro também?", "eu?", respondeu-lhe o Orlando, "sim, pode dar-lhe apoio em cenas masoquistas ou de domínio, ir ou levar no cu, há muito mercado para isso".


Eu Minéte ria-me por dentro, o Orlando meio confuso, já estava excitada com o enchumaço entre as pernas, um volume enorme preso nas calças do doutor Manecas, enrolavam-se os pelos na vagina, estava quente e a ferver, quando ele disse "para resolver isto ou vão plantar hortaliças, ou têm de conviver ambos com isto".


Ele apontou uma porta, "vamos para a minha sala de sexo", entrámos numa espécie de lugar sagrado, acessórios por todo o lado, uma cama redonda e muitos espelhos, cheiros e cores de especiarias e luz, a envolverem aquele espaço, "dispam-se" disse-nos, saltou dele um caralho gigante, sentado nuns colhões pretos, tamanho dos de um cavalo ou de gorila.


"Aí mamem-me os dois, de joelhos", gritou, "agora sou o vosso dono", colocou-nos o caralho dele grande, como um barrote teso, passeava pela minha boca e do Orlando, alienados e hipnotizados, nada havia à nossa volta, só a luz difusa a banhar-nos, e aquele monstro rijo a ser mamado.


"Orlando, senta-se ali a ver-me comer a Minéte", pôs-me uma coleira no pescoço, amarrada a um poste alto, de quatro como uma cadela, com uma máscara na cara, tremia de medo, excitação e frio, puxa-me por uma trela, as minhas costelas a dobrar, e ao Orlando ainda surpreso e teso, atou-o a uma cadeira, para parecer louco. 


O doutor Manecas como sombra e fantasma, desceu então sobre mim como um diabo, "aiiii, foda-se, aiii, dr Manecas", enterrou-me aquele caralho na cona. 


Sentia-o partir-me as nádegas, tal era a violência do embate, puxava a coleira para si, a fazer de mim sua égua, cavalgava-me desalmado, a penetrar-me a entrar e a sair, olhava o Orlando como se fosse outro, via que gozava com o meu prazer e dor, amarrado na cadeira, comigo a gemer e a gritar, "ai doutor Manecas, tão bom".


O calor, suor, canela e alecrim, fumos doces no ar, ele não parava e toda aberta, molhada encharcada, quase a vir-me doida, foi quando ele desembestado me atacou e senti tanta dor, apontou o monstro ao meu cu e penetrou-me duro e sem amor.


Vieram-me as lágrimas aos olhos, fodia-me e eu chorava, "aiiii, aiiiii, doí-me tanto, não doutor Manecas, não, dói-me, aaiii", o Orlando remexia-se com medo no olhar, a tentar soltar-se e a pensar "ele é um bruto". 


Mas o doutor Manecas dizia, naquela voz hipnótica e doce "é para o pior que te preparo, mas deixa Minéte vais gostar, dá-me esse rabo todo e vais adorar", empinei-lhe o cu todo, queria mais para ele entrar, puxava-me a trela e uma nádega em cada mão, como uma égua relinchava, a pensar naqueles homens todos a foder-me, e o Orlando a ver-me e a gostar, do dinheiro e do prazer.


Acanzanou-se mais em mim a furar-me o ânus, masturbava-me eu a olhar para o Orlando, quando o doutor Manecas num urro soltou um esguicho, e eu a gemer e a estremecer, no sorriso do meu marido preso, me vim lânguida e indolente.


Ainda estávamos a descansar quando o doutor Manecas disse "Orlando, a seguir és tu", o Orlando deve ter pensado "o que será que me vai acontecer?".


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