Março 2019 - Biografias Eróticas

2# Vou para a cama com amigos do meu marido

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2# Vou para a cama com amigos do meu marido
Hoje estive com o Maurício a foder, o meu marido não me satisfaz, melhor, nunca me satisfez, já faz muito tempo, tivemos o filho e depois daí, desinteressou-se completamente, fez sexo comigo uma vez ou outra, e depois foi deixando, eu também deixei de ligar, e pronto, convivemos, falamos como marido e mulher, e é só isso.

Pouco depois de casarmos, dei uma foda com outro, tínhamos ido de férias, dessas em que gastamos pouco, para um parque de campismo, mandei o marido fazer compras, andava um homem rondando, da tenda vizinha mirando, assim bem tarde já o vira, a olhar pra nós de lado, apanhava o meu marido distraído, abria as pernas pra eu ver, os calções que tinha apertados, do caralho teso o incomodar.

Mexia assim com as mãos, com um sorriso matreiro, a dizer-me "tás a ver este aqui grande", a massajar o caralho por fora, uma mão cheia a aconchegá-lo, "é só dizeres, pra tu mamares", eu não me chateava, bem pensado até gostava, o meu marido que não fodia, de tão insatisfeita que estava, que me apetecia era ter um homem, dei-me a ele a prometer, ao pedir-lhe lume para um cigarro, disse-lhe para me ir foder.
E ele apareceu logo, entrou na minha tenda, tirou os calções pra eu mamar, soltou um caralho rijo que agarrei, deitados no chão enrolados, a dizer-lhe "vem-me à cona, vem-me ao cu?", chupava-o nos meus lábios apertado, tirei as cuecas sem perder tempo, ele tinha mulher mas não estava, abriu-me as pernas ansioso, enterrou-me tanto que gritei, da espeta dura que levei.


Há tanto tempo que não fodia, ele entrava-me por trás até ao fundo, ancas dele batiam-me as nádegas, agarrado ao meu rabo, entrava e saía, o caralho dele que me enfiava, soava-lhe baixinho ao ouvido, "aihhm ahiiim come-me toda toda até ao fim", ele forte como um touro, com um caralho grosso me partia, havia traição que nos envolvia, abri-me toda pra me foder.

Passei as férias a foder, dos quinze dias que lá passámos, saía da praia a correr, dizia ao meu marido, fica querido mais um bocado, via-me satisfeita não sabia, num dia quase me apanhou, quando o touro me fodia, tinha acabado de sair, vestia eu uns calções, ainda a cona me ardia, tantas vezes que me foi ao cu, de contas em que me perdi, logo viemos e decidi, vou foder com quem bem quero, "têm sido tantos com quem dormi."

Hoje tenho o Maurício, não é certo nem o quero, é colega do meu marido, sabe que me come se calhar, talvez seja corno por querer, conheci-o numa festa do trabalho, parámos na rua a falar, houve uma química qualquer, sem ser coisa séria pra ficar, disse-lhe ao ouvido "passa lá por casa, pra me foder", ele nem estranhou e veio logo, já sabia o que queria, que era endiabrada e fodia, algum lhe tinha dito.

O Maurício é uma boa foda, vai-me ao cu por meu desejo, tem um caralho grande como gosto, não gosto de rir, mas rimo-nos do meu marido, gostava muito que ele soubesse, que a mulher fode com o amigo, talvez tivesse prazer comigo, de me ver a ser bem fodida.

1# A mãe da minha namorada acariciou-se para eu ver

20:09 2
1# A mãe da minha namorada acariciou-se para eu ver
Encontrei-a hoje em casa, tinha saído do banho, a mãe da minha namorada, só com um robe húmido, ao abrir-me a porta, sentia-lhe um cheiro forte, de sabonete e perfume, era jasmim e endoendro, o cabelo molhado apanhado, uma mulher bonita que admirava, com um sorriso que é um abraço, e eu ali sozinho, de miúdo com borbulhas, a perguntar pela filha.

"Olá bom dia, a Joana está?", perguntei eu, "não saiu com o pai, mas não tarda em voltar, Diogo entre e espera por ela", abriu-me a porta à minha passagem, vendo-a eu descalça e solta a andar, mais parecia uma nuvem em movimento, perguntou-me ela a dizer "o que achas de mim?", "de si como?", respondi, "ora se me achas bonita? miúdo", continuou ela, "acho acho acho", disse engasgado, "que tesão de mulher", pensava eu, "o pai da Joana não me liga".

Que triste homem seria aquele, ao que tem não dá valor, de ter uma mulher tão bela, tão bonita interessante, que mulher tanto tesão me dava, sentia-a nua por baixo do robe, os meus pensamentos a acelerar, imaginava-a molhada lá em baixo, pelos da cona acabados de lavar, a minha língua mergulhada, naquele caldo divino, de caracóis e aventuras, um paraíso de prazeres, desesperava de a ver, de tanto vermelho que estava, de mamas meio à mostra a sair, mamilos rebuçados que queria chupar.

"anda vem até à sala", disse-me, via-a sentar-se no sofá, abriu as pernas à vontade, caiu o robe para os lados, tufo de pelos negros ao perto, um rosa de carne apetecido, tremeu-me o ventre e o caralho, do tesão em que fervia, ajoelhar-me o desejava, agarrar-lhe nas belas coxas, lamber nela como um homem, tanto era o desejo me dava.

Riu-se cúmplice para mim, "vou-te dar uma coisa, não sei se queres?", "o quê?", perguntei eu, "fica entre nós?" vai diz-me ela, nem queria imaginar o que seria, perdido por ela já eu estava, "senta-te ali ao canto e vê-me", começou a acariciar-se pelo corpo, falava doce a explicar-me, do prazer que lhe dava de a ver, uma mulher madura assim para mim, passava as mãos a descer, até à cona que ma mostrava, corriam-me os lábios pela boca, minha garganta seca meu coração, batia forte acelerado, eu agarrado ao meu caralho, do tesão me dominava, tirei-o para fora pra comer ..., batia uma punheta enquanto a via, até o pai da Joana chegar.

Comi as ostras, que possuíam forte gosto de mar e um leve travo metálico

13:42 0
Comi as ostras, que possuíam forte gosto de mar e um leve travo metálico


Paris é uma Festa, Ernest Hemingway, Dezembro de 1964.


"Quando a Primavera chegava, mesmo 
que se tratasse de uma falsa primavera, 
nossos problemas desapareciam, exceto 
o de saber onde se poderia ser mais feliz. 

A única coisa capaz 
de nos estragar um dia 
eram pessoas, mas se se pudesse 
evitar encontros, os dias não tinham limites. 

As pessoas eram sempre 
limitadoras da felicidade, 

exceto aquelas poucas 

que eram tão boas 
quanto a própria 
primavera."

-/*

"Comi as ostras, que possuíam 
forte gosto de mar e um leve travo metálico 
que o vinho branco gelado lavava, deixando 
somente o gosto do mar e a suculenta textura; 

à medida que ia sorvendo o líquido frio de cada concha 
e o fazia descer acompanhado do estimulante sabor do vinho, 
o sentimento do vazio foi-me abandonando 
e vi-me de novo feliz e cheio de planos."

-/*

"Sabe que sempre
haverá uma primavera, 
como um rio sempre volta ao
seu curso depois do inverno.

Quando 
a chuva fria perdura,
matando a primavera,
é como um jovem que
morre sem ter vivido."

-/*

"Mas 
sabíamos que 
haveria sempre 
outra primavera ..."

#1 - O eroretrato de Jucimara Falcão de Ipojuca

08:57 1
#1 - O eroretrato de Jucimara Falcão de Ipojuca
Me chamo Jucimara, tenho 27 primaveras, nasci em Ipojuca, lá bem no Nordeste no Brasil, na pontinha direita do país, bem em cima, sabe, tem muitas praias bonitas, muito sol, assim um paraíso, e foi aí que vivi minha infância e boa parte da minha juventude, minha mãe e meu padrasto, e o filho dele, Adilson, meu irmão emprestado.

Vou falar livre, dando pra vocês meu retrato erótico, contando minhas experiências de amor, sexo e desejo, meus sentimentos também, tudo isso aí se complica, nunca soube muito bem, se estava dando minha buceta e meu cu por um deles, sabe, por amor ou desejo, por dinheiro ou interesse, ou só pra divertir.

Meu corpo é brasa, e vocês estão vendo, meu rabo é meu amuleto, gozo vendo os meninos grudados, quando passo eles mirando, meu cu redondo e bem gostoso, ficam assim imaginando, me dando prazer olhando, e eu sou fera, meu corpo é muito erótico, muito sensível e louco, lhe dou um toque e ele dispara, meus mamilos ficam tesos logo logo, meu ânus está sempre fervendo, minha bucetinha está sempre molhada, basta um calorzinho, um jeitinho gostoso, passo os dedos pelo clitóris, vou descendo até ao ânus, friccionando bem, rolando devagarinho, e logo logo me venho toda.

Bem mas conto aí, minha primeira experiência me marcou muito, minha mãe e meu padrasto se tinham junto, e um dia apanhei eles fudendo, casa era bem pequena, não deram conta que estava vendo, primeiro ela de costas, ele em cima dela, bens nuzinhos os dois, estava muito calor, dava para ver o pénis dele, entrando na buceta dela, depois ela se virou de quatro, vi ele com o pénis teso, lhe enterrando na buceta, depois começou cuspindo, enrolando o pénis rijo, metendo no cu de mamãe, que gemia bem alto.

Meu cu é como de mamãe, bem redondo e teso, e Adilson, meu irmão emprestado, achou que tinha direitos, se papai comia a mãe, ele queria comer a filha, e começou assim novinhos, me olhando na praia meio esquisito, gamado no meu rabo vidrado, que eu tava sentindo ele, lambia-se quando eu passava, eu me ria e provocava, de fio dental no rabo.

Deitada na areia tostando, compreendi o que queria, trocava gestos e olhares, passando a mão pelo calção, me mostrando o pénis teso, eu também mirando ele, respondia lhe abrindo as pernas, lhe mostrando meu rabo aberto, em casa ficávamos brincando, um dia ele deixou, o pénis sair de lado, vi ele me gozando, quando eu fiquei olhando, assim duro de pau inchado.

Me perguntou se queria mexer, que eu queria ele já sabia, comecei a agarrar devagarinho, ele me disse "Jucy, me chupa nele", eu já vira mamãe mamando, no meu padrasto um dia, via ela lhe agarrando, metendo a boca bem fundo, eu aí imitei e saí mamando Adilson, me lembro muito bem, ele fechando os olhos suspirando, quando lambia ele chupando.

Depois foi ele me pedindo "Jucy, me deixa lamber você", eu lhe abri as pernas, ele me lambeu a buceta, me mexeu no clitóris, eu subi nas alturas, me contorcendo bem alto, me fazendo festas não esperava, tanto prazer tão bom, e logo logo estávamos fudendo, perdendo a virgindade, que eu não mais queria, e aí tive assim um orgasmo, sem ser eu sozinha.

Eu sempre me masturbei muito, antes de transar com o Adilson, coisa só nossa de amigos, me metia na cama dentro, passando dedo na rachinha, gozando meu corpo e meu prazer, estou-me sempre excitando, homem bonito que passa, faço sempre um flirt, que me ache gostosa, é esse o meu prazer, me levanto e mexo o rabo, pra ele ficar admirado.

Depois na escola superior, arranjei uma amiguinha, Renata era seu nome, me fez a receção quando cheguei, começamos nos conhecendo, senti uma atração por ela, sem saber bem o que era, vi que gostava de mim, um dia assim, se aproximou, me deu um beijo, que correspondi, e pronto, logo logo estávamos fudendo as duas, dormindo juntas nos amando, sabe, de amor e corpo unidos, Renata me acariciava, me lambendo, beijando meu corpo, me encantava o cheiro dela, seu perfume me dominava, de mulher como eu.

Antes de saber que a queria, brincávamos as duas, rindo como tontas e meninas, tocava o meu corpo ao de leve, nas minha coxas ou ventre que encontrasse, nossas peles pertencendo uma à outra, me abraçando vestidas, e foi assim que olhou para mim, em nossos olhos sérios se encontrando, como um contrato se firmando, de amor pra sempre e toda a vida, me beijou com boca húmida, entesando  meu corpo todo, de baixo para cima, meu clitóris, meu ânus e minhas mamas, acabámos nos entregando. 

Depois conheci o Thiago, menino muito rico, do tipo que mamãe dizia, filha é melhor seres casada com um homem rico e ter foda fora do casamento, do que fuder dentro e ser casada com homem pobre, e Thiaguinho era a escolha certa pra ser mulher resolvida, mas as coisas não davam, ele não me excitava.

Thiaguinho estava me fodendo, e sempre perguntando, "você está gostando?", eu dizendo que sim, gemendo falso e fingindo, rapaz bonito muito mal servido, com caralho pequeno menos que o exigido, eu gostando de apanhar no cu, ele nem nisso pensava, só seu Gustavo o pai dele, me observando a toda a hora, fixado no meu rabo quando passava, na piscina lá de casa eu me deitava, olhando assim pra ele de lado, tava percebendo o que queria, mas mulher dele sempre cobrando.

Meu desejo era muito intenso, me excitava sozinha imaginando, seu Gustavo me fudendo, esse era um homem completo, me via de quatro apanhando, quase pedindo por favor, "meu bem vem-me fuder", mas ele era indeciso, não sabia o que fazer, fuder namorado do filho, não é fácil não sim senhor, quando me vim embora, dei um jeito nele agradecida, me tratava bem com respeito, apanhei ele no escritório, dar-lhe um beijo de despedida, me debrucei sobre ele, pus minha mão na coxa dele, senti uma coisa dura, me pus de joelhos, abri-lhe as calças e mamei nele, depois vim embora.
Foi depois que conheci o Mauro, não sei se todas mulheres têm um, o mau carácter de que se apaixonam, o de que amor há só um,  mas Mauro não prestava, me enganava e me iludia, me explorava e me fudia, era esse seu argumento, minha nossa se me dava fodas, que ainda hoje lembro, dias inteiros me comendo, me abrindo toda que não aguentava.

Conheci ele por uma amiga, e no dia que fomos a casa dele, recebeu-nos com outro amigo, começamos bebendo e divertindo, e quando dei percebi, acabamos todos fudendo, Mauro me perguntava "como é Jucy? gosta do meu caralho, bem grandão, né?", eu colada no sofá, ele abrindo minha buceta, amigo dele a da minha amiga, nós gritando alto, de tanto nos estavam fudendo.

Mauro é um homem grande, bem cuidado arranjado, vida dele é no ginásio, nos seus esquemas manhosos, sempre arranjando problema, estive com ele quase um ano, me dava no rabo como ninguém, me dizendo, "aí Jucy amor, adoro seu rabo, me deixa comer, vai", nunca tinha apanhado tanto, estava sempre a fuder, depois vi não tinha futuro, fui embora e fugi.

Mas agora me lembrei, desse dia maravilhoso, já depois do Adilson, numa festa me divertindo, em casa de mamãe, eu tinha regressado, meu padrasto me dizendo, "Jucy você tá tão bonita", o sem vergonha me galando, mirando meu rabo grudado, me lembrando do pau dele, comendo mamãe eu vendo ele, ela curvada suspirando, assim pra baixo gemendo alto, "aiiii paizinho me dá me dá", ele seco e magro encurvado, lhe enterrando o caralho.

Encontrei ele fumando, cá fora no quintal, me deu um perguntando, "então Jucy como está correndo, já arrumou namorado, minha filha?", disse eu pra ele, "não tou aguardando", "mas menina você tá tão bonita", macaco velho olhando meu rabo, bem assim de alto a baixo, vendo ele com pau teso, passou mão pelo calção mostrando, "menina não diz pra sua mãe, me deixa fuder você, vai", disse assim de repente.

"Você tá brincando, né", disse eu a ele, "mamãe mata você se sabe, aquilo que me está dizendo", continuou ele chorando, "mas minha filha você não diz, né, logo logo vai embora, volta aí pra cidade, me deixa fuder menina, me deixa comer seu cu, tão lindo, vai nessa vai", ele me estava assanhando, meu cuzinho era virgem, com meu ânus fervendo, de desejo de ser fudido, via-lhe as mãos rudes, de força e trabalho, prendendo as nádegas de mamãe, só me lembro de virar, me encostar à parede, ali escondidos nos arbustos, dando aí sinal pra ele.

Se colou a mim por trás, levantou meu vestido, senti seu peso e seu bafo, me baixando a calcinha, largou chinelo largou calção, ficou ajeitando meu rabo, passando o dedinho no ânus, me abrindo as nádegas devagarinho, depois senti seu pau encostado, escorregando no meu cu, depois forçou meu ânus entrando, enterrando um bocadinho, lembro que soltei um grito, estava doendo que era grosso, fui travando ele e respirando, depois me abrindo toda assim pra ele, meteu todo até ao fundo, falando no meu ouvido "Jucy seu rabo é maravilha", me acabou fudendo o cu bem gostoso, mamãe nunca ficou sabendo, e quando volto lá já sei, é melhor pagar o prejuízo, fico dando o cu pra ele.

Agora tenho o Tavinho, menino rico trabalhador, bem ao gosto de mamãe, me dá algum prazer fudendo, mas mais no relacionamento, o carinha adora meu rabo, me pedindo pra comê-lo, meu rabo é meu rendimento, que eu dou pra ele que eu gosto, acho que vou casar com ele, é como mamãe diz, melhor casar com homem rico e fuder fora com homem pobre, do que casar com homem pobre, e é isso aí, estou aprendendo que nada me prende.

Minha mulher comeu e eu vi?

08:32 0
Minha mulher comeu e eu vi?
Fazia tempo que eu e a Ângela tínhamos o nosso acordo, quando me encontrou em casa, numa tarde estava ela a chegar, não é que não soubesse quem sou, viu-me a ir ao cu ao Kane, meio amigo meio cliente, e a partir dai, não mais parou, olhava para homens e mulheres, queria outras experiências no casamento, e não só comigo.

Dizia-me "amor, gosto de fuder contigo, mas também quero outros homens, quero que me vejas a chupar e a ser fudida, gostavas?, queres ver-me, amor?", "Quero", dizia-lhe, mas achava que tínhamos de ter cuidado, que tivesse outras experiências, queria vê-la a ser fudida, mas o mundo é cruel, podia não compreender.

"Cruel, o caralho", ria-se, "não fazes tu outra coisa", desde o nosso acordo, tudo ficara mais fácil, entre mim e a minha mulher, o acordo era isso mesmo, não esconder nada um do outro, já me vira comer o Sérgio, menino do escritório, em berço de ouro nascido, mulher perfeita à medida, que o tempo passava, e ela também queria.

Mas dizia-lhe "para as mulheres é complicado", falava-lhe nas mentalidades, se mulher fode fora do casamento é puta, se for homem é um traidor mas justifica, "porque lhes está na massa do sangue", até as mulheres enjeitam as outras, gostam de vê-las enganadas, do só acontece às outras, a mim não que sou boa.

"Deixa-te disso", é o que me dizia, "há anos que a tua mãe fode com outros, desde puto sabes disso, deixa que eu me entendo com o mundo, se a tua mãe não se importa, deixa que eu também não, se o teu problema é sentires-te cornudo, deixa estar meu querido, que cá os espero para lhes contar, que já lhes fudeste a mulher".

Bom e estávamos assim, neste lume brando em que andávamos, quando fomos para o Algarve, para junto dos pais dela, ali deixámos os miúdos, saímos para jantar, "vamos aí a uma discoteca", pediu-me ela muito alegre, noite de verão que nos afagava, numa felicidade intemporal, em que tudo está bem quando tudo ajuda, o calor, a sorte, e a saúde, mirava outros homens que passavam, com um traço irónico nos lábios, a dizer-me "é hoje, meu amor que vou fuder, vês-me tesa como estou, arranja-me um homem por favor, querido, quero muito fuder".

Entrámos na discoteca, naquela penumbra confortável, de som de luz e corpos bronzeados, ela olhou para um segurança, ar de mandão autoritário, muitos músculos, muitas curvas, de coxas em calça justa saliente, um volume grosso entre as pernas, e pediu-me "que achas dele amor? gosto dele, querido, vai amor, vai ter com ele, tem tudo como eu gosto, querido, pede-lhe para me fuder, amor, preciso muito, quero muito, amor, olha que estou a ferver".

E eu "aonde?", "no carro amor, pode ser no carro, vamos para o carro, quero muito fudê-lo, tou toda tesa, querido, vai amor, vai, pede-lhe, vê o que diz?", "não sei amor, não sei o que vai pensar?", dizia, "deixa, ele nem vai pensar, vai querer fuder-me, querido, vais ver, diz-lhe que és corno, e gostas de ver a tua mulherzinha a fuder", riu-se, "querido vai, pede-lhe, amor", fez-me beicinho a dizer, "não queres que foda a tua mulherzinha, amor?", "quero".

Era uma boa oportunidade, dar à Ângela o prazer que queria, no Algarve de passagem, história que aqui acontecia aqui ficava, um rapaz bonito e bronzeado, de homem que goza a vida, bem escolhido para a fuder, de bem dotado se via, fazia-a gozar com certeza, conseguisse eu convencê-lo, era o que eu também queria.

Abordei-o junto ao bar, ao perto ainda maior era, um rapaz jovem musculado, bonito e bronzeado, entre as pernas um alto enorme, não sabia como fazer, tinha de pedir sem rodeios, para ele fuder a minha mulher, perguntei-lhe pelo nome, "Fontes", soltou ele, apontei-lhe a Ângela lá ao fundo, baixinho ao ouvido dele, disse-lhe "é minha mulher, o que achas dela?", confuso olhou para mim "é uma bela mulher, porquê?".

"Tenho um problema, pediu-me ela para te pedir, se gostavas de a fuder, eu não me importo e também quero, gostava muito de a ver", "a sério?", dizia ele, "queres que foda a tua mulher? Agora? Aonde", perguntou, "vamos para o carro", adiantei.

Riu-se num esgar de prazer, de estar a dar-lhe a minha mulher, deve ter pensado "este corno quer mesmo isto", que ouço-o dizer "vamos, tens uma mulher linda, se queres mesmo que a foda, eu foda-a toda, mano", e continuou "diz-me, a tua mulher gosta de levar no cu?, eu gosto de cu, mano", disse-lhe "ela adora levar no cu, não te preocupes", "então vou dar-lhe o que merece, queres ficar a ver?", "Quero".
Entrámos no carro, ele e a minha mulher no banco de trás, eu à frente a vê-los despir, a Ângela tirou as cuequinhas de renda, nela só um vestido preto curto a cobri-la, vi-lhe logo os pelinhos molhados, de uma cona papuda que fervia, sorri de vê-la satisfeita, passou os dedos pela racha, a abri-la, a mostrá-la de perna aberta, e o Fontes sacou do caralho, duro e teso preparado.

Disse-lhe "amor, queres mamá-lo?, vai querida, mama nele", ela dobrou-se sobre ele, a encher a boca com aquele caralho, apertou-lhe os lábios de volta, bem apertado na mão, respiração minha ofegava, de tanto vê-la a chupar, descia por ele e subia, com o Fontes a gemer, "ai, foda-se mano, que bom, que boa é a tua mulher, mama tão bem, mano, foda-se que tesão".

Passava-lhe a mão pelos cabelos, "estás a gostar, amor?", "aii, amor, é tão bom tão rijo e duro, amor", lambia-o lambuzada até aos colhões, sôfrega de sede, de sexo e desejo, um cheiro no ar dela, do meu, e do Fontes, "isso amor, mama-o bem, mama-o", tremia ele como menino, puxei por ela beijei-a na boca, naquela atmosfera intensa de a ver fudida, enquanto esfregava o meu caralho teso.

A Ângela chupava-o desenfreada, agarrada ao caralho dele, como brinquedo que não quer deixar, que ele arqueava para a boca dela, a passar-lhe os dedos por trás, nas nádegas e bordas da cona, húmidas e tesas ali à espera, nas mamas e mamilos rosados, "amor, queres que ele te vá à cona, amor, queres?", "quero amor, quero muito, estou toda molhada,  amor".

Virei-me para o Fontes "vai come-lhe essa cona toda", era agora mero executante, silencioso no meio das nossas palavras, a Ângela virou-lhe o rabo, abriu-se toda empinada, via-lhe as bordas da cona, húmidas e latejantes de desejo, à espera daquele caralho, o Fontes empoleirado nela, assim por cima bem a jeito, ela com o cu espetado, aquelas nádegas lindas redondas, que ele abriu bem de lado, escorregou-lhe o caralho por baixo, que enterrou depois bem até ao fundo.

"Aihmm amor que é tão grande tão bom", gemeu a minha mulher num grito, "aihhm querido, aihhmm, o Fontes não parava, o caralho entrava e saia da cona, ao som dos gemidos da Ângela, tão bem estada a ser fudida, que tanto prazer me dava, "ai amor que loucura, aii que tou tão doida, ai amor, é tão grande, ai, amor", agarrada à nádega o dizia, beijei-a logo na boca, "estás a adorar, amor?", era o que eu dizia, "ai amor, que foda, amor, ai que foda amor, tão bom, ai ai, tá-me a partir toda querido, ai".

O Fontes descia sobre ela, mais excitado ainda, ao som das nossas vozes, batia-lhe forte nas nádegas, ancas empurravam o caralho dentro, "ai amor é tão grosso amor", minha língua presa na dela, os mamilos tesos como balas, o Fontes fudia-a sem pena, sem misericórdia ainda, nos papos rijos do tesão dela, a minha mulher gemia, de boca aberta a gritar, "ai amor ai amor que foda amor ai que é tão bom amor".

"Vai amor, passa para cima dele, come-lhe esse caralho todo", disse-lhe eu, que ela aceitou como uma ordem, o Fontes deitou-se para trás, saltou sobre ele como gazela, meteu o caralho na cona,  e égua cavalgou sobre ele, ondeava descia e subia, rabo abaixo intenso a enterrá-lo, na cona dela tesa a apertá-lo, "estás a gostar, amor?", frenética a fodê-lo, "aii amor, estou a adorar, quero fuder mais, para tu veres amor, amor, aiii, tão bom tão bom, aiii", minha mulher gemia.

"Queres que te vá ao cu, amor, queres?", o Fontes só executava, no silêncio das nossas palavras, "Quero amor, quero muito, amor", gemia ela sem reacção, encostou a barriga ao banco do carro, assim sentada como a rezar, o Fontes veio por trás, de joelhos no meio dos joelhos da Ângela, como se levantasse dois pesos, alçou-lhe as nádegas abertas, no ar em cima do caralho, a encurvar-se em baixo nela, e enterrou-lhe a cabecinha no cu.

Ouvi a minha mulher suspirar, um som seco da garganta, "ahimm amor é tão grande amor, dói tanto, amor, é tão grosso, tão grande, amor, aihhmm", o Fontes movia-se ao seu som, encostado nas costas dela, gentil como um menino, pele contra pele juntas, forçava o caralho a pouco e pouco, para dentro do cu da Ângela, "ai amor é tão grande, ahii que me abre toda, querido, aii", quase chorava, "ai amor ahiimm, tão grosso", virava o cu para ele, toda arqueada toda a abri-lo.

O Fontes enterrava e tirava, pouco a pouco todo dentro, nádegas de homem a mexerem-se, "tás a gostar, amor?", perguntava, "tou amor, aii é tão grosso amor, tou toda aberta, aihm, gosto tanto de levar no cu, amor, aihhm, amor tão bom gosto tanto", o Fontes enterrava-lho todo agora, descia abaixo e subia a entrar nela.

"Vai amor estás a gostar? amor, de levar no cu, diz-me amor", "aihmm amor tão bom tou toda aberta amor, ai amor gosto tanto de levar no cu, amor, tou toda doida, aihmm amor", a Ângela acariciava o clitóris e gemia, o Fontes em sua missão a fudê-la, corpo dele que a apertava, puxava as nádegas a parti-la, o caralho grosso a penetrá-la, no  rabo que lhe oferecia.

Virou-a de lado para baixo, tanto não estava à espera, com um pé em cima do banco, subiu nela em cima do cu, abria-lhe as nádegas a fudê-la, o caralho grosso a entrar nela, em bordas tesas que o apertavam, "ai amor amor, tou tão doida, ai que foda amor, parte o cu todo, amor, tão bom amor, tou toda molhada amor, toda partida, amor, aiii, vou-me vir toda, amor, aaaiii, amor, venho-me toda aiii", vi-me liquido de vê-la também, num arrepio, vejo-a a estremecer, "aihmmm, aihmm", sem respiração, a cair.

Meu sonho de mulher fudida

17:44 1
Meu sonho de mulher fudida
A Carmenzita resolveu desabafar com o "Biografias Eróticas" do tanto que tem passado:

Há mais de uma semana que não durmo, de dormir a sério profundamente. 


Confessionário, nem sei como te descobri, acho que foi sorte, para te dizer que estou cá há seis meses, portugueses a estranhar uma colombiana como eu, que tenha um cargo alto numa empresa, de se ser sul-americana e professora, neste mundo de que só europeu sabe, e viaje por aí ensinando, ai confessionário, divirto-me tanto com o preconceito.


Mas tem estado tudo bem, adoro este país, muito sol e qualidade, para ver e desfrutar, do tempo que por mim passa, que aprendi a não ter pressa, saboreio a tarde calma, vosso rio, vosso vento, vossa luz, esta que me fere os olhos, as marteladas dos eléctricos, sendo vosso a mim é dado, ao sabor de um cigarro, vendo homens e pessoas, que me sorriem quando passam, monotonia e tédio que agradeço.


O meu problema, confessionário, tem sido o assistente, não é fácil estar longe, do meu namorado que lá deixei, não é fixo mas é o que tenho, que isto de homem p´ra uma vida, só quando um dia for velha, mas treme-me o corpo quente, quando o Joãozinho se aproxima, com aquela barba mal aparada, este modelo de português, miúdo bonito que me arranjaram.


Foi uma coisa que cresceu, desde quando cheguei, o Manuel G. a dizer-me "Zita minha amiga, aqui tens o Joãozinho", "que miúdo bonito", logo pensei, dizia ele "ele é pau para toda a obra", nem sabia o queria dizer, de alguém ser-se pau para toda a obra, mas por ali comecei, a tê-lo sempre atrás de mim, como um cachorrinho obediente, a pedir-lhe para me ensinar, como ser-se português, para esse sentir melancólico, de querer ter-se mais dor que os outros, e mais do que a realmente se merece. 


Foi assim, foi só rir-me de uma piada que disse, e perdi-me para ele, e acho que ele para mim, entra no meu gabinete e sinto-lhe o cheiro de homem, de quando se aproxima, falamos um com o outro, de miúdo a olhar-me o corpo, tesudo e comprometido, e eu, eu, não sei, que não pensava, e se não pensava não existia, e agora ando nisto.



No outro dia, falávamos de destino, não é que seja o meu assunto, traçava umas ideias com a mão, acidente talvez ocorreu, tocou-se-lhe a minha pele na dele, ao de leve e de lado sem querer, como um beijo doce de carne com carne, veio-me uma onda pelo corpo todo, a subir-me pelas pernas, pela vagina, pela barriga, e pelas mamas, um sentir molhado nas membranas do meu ser, vermelha como uma menina, acabou nos meus lábios, na minha língua.


Vejo-o a entrar, calmo e sereno, no gabinete onde o espero, porque trabalho esse não consigo, olho-lhe p´ras pernas fortes e imagino, o pénis duro a encher a minha boca, encostado à mesa e eu a mamá-lo, na penumbra daquele espaço, quando todos se foram embora, só eu e ele no meu sonho, levanto a saia e mostro-lhe as cuecas, que ele tira mergulhando, em mim no meio das minhas coxas.


Sinto-o na pele onde estou, em qualquer lado, onde como ou durmo, no chuveiro quando me banho, água morna que cai no meu corpo, onde acaricio as minhas coxas, dedos unidos que me percorrem, entram na minha vagina e abro-me toda, sonho com ele colado a mim, olhos fechados virados ao alto, o meu clitóris teso preparado, espeto o meu rabo de querer tê-lo, o Joãozinho enterrado em mim.

Quando falamos, lhe pergunto coisas, estamos juntos, vejo-o nu simples comigo, em que submissa ele me domina, numa alcova num quarto de hotel, em que nua abro uma janela, num vento quente que entra, abafado de setembro, de ele deitado satisfeito, de subir nele e de lhe dar, o que tenho de mulher, cubro-lhe o corpo com o meu, o pénis dele a entrar, em onda minhas ancas a baixar, "ai Joãozinho, ai tão bom".

Chego ao escritório cedo, no telefone digo "Joãozinho vem cá", "Dra. Zita, vou já", vontade dele me servir, doutora é o que me chama, que protocolo diabólico, este meu de me obrigar,a ser dura e patroa, quando meu desejo é não ser nada, de tirar a minha roupa, pedir-lhe a ele que me lamba, que me deite na mesa, me abra as pernas, que trema a língua no meu clitóris, que me faça esquecer que existo, momento que tudo à volta se perde.

Que me deite, que me force, e que me enterre, sentada na mesa e ele a penetrar-me, vira-me autoritário morde-me o pescoço, sinto-o colado a mim, duas células que se adequam, unidas com esse propósito, sinto-lhe o pénis teso a roçar em mim, a abrir-me mestre as nádegas, a enterrar-mo no cu.

Ai confessionário,não sei o que fazer, não durmo nada como te dizia, vou-me embora, tenho de ir, do Joãozinho e dos meus sonhos, e fugir fugir para Bogotá.

Contos eróticos de Carnaval # dei-lhe a minha mulher

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Contos eróticos de Carnaval # dei-lhe a minha mulher
O Dino tinha-nos ligado de Itália, aproximava-se o Carnaval de Veneza, e este italiano maluco tinha alguma coisa na ideia, convidava-nos para sua casa, para grandes festas que ali aconteciam, muito excêntricas era o seu propósito, pela qualidade dos seus amigos, e disse logo à Ângela "eu nunca te contei, o Dino não é certo, tem mania de bacanais, nunca se sabe o que vai acontecer".

A Ângela tinha mudado muito, desde o dia do nosso acordo, estávamos mais livres, aceitávamos mais coisas, de entender que isto de viver, não se pode esperar, via-a a ser fudida, era ela que me pedia, do mesmo modo que a mim, via-me ela a fuder, com homens ou mulheres, ou como da última vez, com o nosso amigo Valdir a ir-me ao cu.

O Dino era um milionário exótico, dizia-se italiano mas sem certezas, há dois anos conhecera-o, em trabalho e em negócios, e não perdeu muito tempo, levou-me ele lá pra casa, uma mansão veneziana, a apresentar-me a mulher, de seu nome Giovana, cortesã perfeita e bem habituada, pediu-me ele prá fuder, para assistir e perceber, se eu tinha algum dom ou saber, que fizesse a mulher gostar e agradecer.

Agora estava ali de novo, só que com a Ângela, o Dino logo que a viu, não mais a largou, dizia-me ele "temos aí um jogo, mais logo à noite", "jogo?", perguntava eu, "foi coisa que imaginei, e estou a contar contigo", "posso saber?", "podes, roleta sexual, não é perfeito?", ria-se num esgar diabólico.

"Mas que caralho?", pensava eu, "era a roleta sexual", quando a Giovana apareceu, deu-me um beijo quente na boca, "que ideia é essa do Dino, da roleta sexual?", "ora amor", sorri-me ela, "é vocês homens sortearem-nos a nós mulheres e a quem sair, tem o prémio de a fuder".
Apanhei a Ângela esbaforida, fugia do Dino que a não deixava, disse-lhe logo "sabes o que ele quer fazer?", "uma espécie de jogo, em que rifamos a mulher, a quem sair pode-a fuder, o que achas?", perguntei-lhe.

Ouço da boca da minha mulher, "acho bem", a dar uma gargalhada, "gosto dos homens que aqui estão, sabe-se lá o que pode acontecer, até tu meu maridinho podes-me ganhar, é só esperar para ver".

Aproximava-se a hora do diabo, os convivas andavam mascarados, de lantejoulas e carmins, máscaras nobres de reis passados, tão perfeita estava a Ângela, que admirava junto a mim, quando ouço a voz do Dino, gritava alto "meus amigos, vamos ao jogo do desejado, cada homem oferece a sua mulher, põe o nome num papel, aqui dentro nesta tômbola, e o mesmo faça a mulher, oferecendo o seu homem, com o seu nome num papel, e põe-no naquela taça."

E assim fizeram todos, os corpos moviam-se em silêncio, trajes e máscaras rocejavam, a parecer votação secreta, homens pondo papéis na tômbola, mulheres a porem-nos na taça, e quando acabaram logo gritou o Dino, "vou escolher estes meus amigos", a apontar para mim e para a Ângela, "cabe-lhe a ele escolher um homem, e a ela uma mulher".

Aproximei-me da taça, na minha máscara e traje reluzente, a minha mão tremente a rodar aqueles papéis, pensava eu "quem será o agraciado?", trouxe na minha mão um papel, que abri e tinha "Dino", dei-lho prá mão que ele gritou eufórico, "sou eu ganhei, nunca tinha ganho", e da mão da Ângela sai outro papel, que abriu e escrito tinha "Ângela".

"Foda-se", pensei, "o Cabrão vai comê-la", "a minha mulher!", "bem que lhe comi a mulher", "mas não era na presença de todos", a Ângela arreganhou os dentes para mim, lançou-me um beijo pelo ar, via-a agora movimentar-se, ao chamado da mão do Dino, sorria ele de dentes brancos, atrás de uma máscara de cornos, em traje vermelho de diabo, curvava-se num trejeito, como súbdito à sua rainha.

Encaminhou-a para uma mesa ou cama, "mas o que era aquilo?", altar ou local de sacrifício, de deuses carnais que aguardavam, pelo sangue de quem goza, observavam e esperavam.

Eram mais de vinte pessoas, talvez dez, quinze casais, todos em volta deles, a assistir àquele ritual, a Ângela deixou cair o traje, só a máscara a escondia, aquele belo corpo de mármore, a todos se exibia, escultura divina achava-a eu, o Dino aproximou-se dela, nu e teso em carne viva, atrás da máscara d´ouro com cornos, admirava-a de lado.

Ela ali indefesa, naquelas mãos tão intensas, vi o Dino a aproximar-lhe os lábios, uma língua húmida que saia, rodeou-lhe os mamilos espetados, em volta deles devagarinho, eu a vê-los molhados, lambia-os a jeito e a mordiscá-los, a minha mulher fechava os olhos, deixando-lhe de pedra o corpo tenso.

O Dino agarrou-lhe na mão, a puxá-la para o caralho, que tinha teso e curvado, coisa grande e grossa que mostrava, que a Ângela manobrava, em suaves gestos de afago, de baixo e para cima, como se fosse um animal, a tomar-lhe o peso e a brincar, sabia bem o que era, rijo e duro como espeto, que mal esperava prá fuder.

O Dino era mais velho que nós, talvez com uns cinquenta anos, de muita experiência acumulada, de inveja nos outros pela vida vivida, de saber que o bom se vive lentamente, como um vinho que aguarda, absorvendo história que não pode ser contada, só sentida do registo que em si fica, quando por ele o tempo passa.

Encostou-a à mesa e levantou-a no ar, deitou-a no altar do sacrifício, espaço em pedra fria, coberta de veludos e sedas, correu a língua pelo corpo da Ângela, beijou-lhe o umbigo e o ventre, a trazer-lhe a pele colada, abriu-lhe as pernas num gesto de intenção, de mergulho em lago fresco e doce, e beijou-lhe o clitóris.

O Dino virou para mim a cona da Ângela, que eu a visse a ser beijada, a ser lambida por ele, os meus olhos atravessaram o espaço, até ali bem perto deles, quase senti o cheiro dela, aquele perfume inebriante que me toldava, o meu cérebro quando a lambia, a língua dele movia-se com escola, como cobra que sabe para onde vai, de baixo para cima, naquele fenda húmida e molhada, vale de esperanças e de esquecimento.

A Ângela soltou um suspiro, gemeu num "aihhhmmm" tremendo, ouvido por todos que ali estavam, espectadores silenciosos que apreciavam, o seu mestre de cerimónias, o corpo dela arqueou, a língua os lábios nela entraram, numa cona húmida e encharcada, de prazer e volúpia.

Deixou-a de olhos fechados, de boca aberta em que lhe corria a língua pelos lábios, como fêmea com cio e sedenta pelo macho, veio ele de lado a agarrar-lhe a cabeça, agarrava no caralho a aproximá-lo da boca dela, num acordo tácito e antigo, começou ela a mamá-lo.

Os meus olhos não estavam mais longe que centímetros, daquele caralho e da boca dela, grande e grosso a entrar-lhe, que lhe era difícil rodeá-lo, com a mão e os lábios todos, mas ela sabia o que fazia, bem conhecia eu a minha mulher, não era nada que a assustasse, sabia dar a volta e foi o que fez, lambia-lhe a cabecinha a mordiscá-lo, corria-lhe de lado a beijá-lo, o Dino curvado, dominado por ela, mexia as nádegas para dentro dela.

Conhecia o ritmo da minha mulher, li-lhe nos olhos atrás da máscara, a Ângela a dizer-me "quero fuder, quero sentir este caralho", sabia que o tempo se encurtava, o Dino pareceu perceber, incubus, rodou por ela como um diabo, agarrado ao caralho teso a abaná-lo, meteu-se entre as pernas dela, levantou-lhe uma delas, olhava para mim sem rodeios, quando lhe correu o caralho pelas bordas, e lho enterrou depois fundo sem reservas.

Soltou um grito que me arrepiou, a assistência tremeu do que sentiu, devia ser de dor o que ouvia, de um caralho grosso e rijo que a abriu toda, a Ângela arqueou o corpo pro ar, quando lhe vinham as lágrimas aos olhos, o Dino fustigava-a sem parar, num movimento de ancas que batiam nela.

Virou-a, subiu para cima daquele altar, mais parecia um macaco mascarado e diabólico, abriu-lhe as nádegas e enterrou-lhe o caralho na cona, comia-a por trás e eu bem via, grosso e comprido a sair todo, ele a entrar na cona dela, violento a massacrar-lhe as coxas, os papos da cona apertados e tensos, à passagem daquele monstro, no meio de um arfar de boi, só a ouvia gritar e gemer.

Ao meu lado uma ninfeta mascarada, era a Giovana a mulher do Dino, a soprar-me aos ouvidos, vinda mandada pelo seu senhor, "ele adora cu, vai-lhe partir o cu, sabes disso, não sabes?, era o que me dizia, "a tua mulher gosta?", ria-se meio possuída, a Ângela adorava levar no cu, mas aquele eu não sabia, um caralho tão grande e grosso, o que iria ela sentir?, não sabia o que fazer.

Ouvia-a novamente, a Giovana possuída do demónio, "não te preocupes, o Dino sabe o que faz, gosto de levar no cu, mas é apertadinho como sabes, e não sei como ele faz, mas nunca me doeu", o Diabo fustigava a Ângela, quando parou a ajeitá-la, abriu-lhe as nádegas como quem parte um fruto, ecomeçou a bater com o caralho no ânus dela.

Como estivesse ali à porta, a bater a bater deixa-me entrar, olhei para os olhos da Ângela, que me compreendeu, e com eles me disse, "deixa-te estar que não vai doer, quero dar-lhe o cu pra ele me fuder", sentia-a a relaxar, o Dino sem pressa ia-a abrindo, escorregando o caralho grosso por ela, forçando o ânus devagarinho, a tirá-lo e a enterrá-lo, a pouco e pouco a pedido dela, de rabo espetado no ar, a querê-lo todo lá dentro, quando ele lho meteu até ao fundo.

Via-lhe os olhos dela, vidrados de prazer, de égua satisfeita, o Dino comia-lhe o cu, fazia-o como um demónio, a Ângela a sua presa terrena, gemia e gritava, quando o Dino lançou um berro, de touro que não aguentava, e veio-se a estremecer, a cair tombado em cima dela.