2020 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Deixa lá, isso aqui está sempre a acontecer!!

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Deixa lá, isso aqui está sempre a acontecer!!
Eram só umas curtas férias. Não era uma questão de dinheiro, mas do trabalho do meu marido que não nos permitia estar mais tempo. Ou muito pior, a ideia de gastar tempo sem fazer nada que não fosse, isso mesmo, fazer nada, era uma coisa que o meu marido já não aguentava.
A ideia de outros estarem a substituí-lo na empresa enquanto ali estávamos sem ele controlar o rumo dos acontecimentos deixava-o angustiado, e a mim furiosa por afinal não ter férias nenhumas, curtas ou longas. 

Quantas vezes pensei no meu passado de juventude, privilegiado eu sei, em que aguardava serenamente o verão para me estender nos areais, gozar de um calor fraterno que me era dado de graça, de fazer sexo com os meus namorados, com uma plenitude de imortalidade, e de tempo preguiçoso como eu. 

Éramos deuses, mas agora, melhor seria ter vindo sozinha do que o ter comigo agarrado ao telefone!! Porque se há coisa que eu sei fazer é não fazer nada, e tenho a certeza, arranjo sempre qualquer coisa para me entreter, porque isso eu sei, só há vida se for um doce mel. 

Estávamos no segundo dia de férias e a verdade é que ele ainda não me tinha fodido. Ultimamente as férias serviam também para isso, para pretexto de uma foda, ou de umas quantas fodas, como se foder fosse uma experiência sazonal, coisa que só se faz numa certa época do ano, mas mesmo isso começava eu a sentir que para o meu marido era uma perda de tempo. 

Esta tarde descíamos pelo elevador que sai da porta do hotel direto para a praia. Alguém se lembrou de o construir na falésia junto ao mar, e abrir um fosso na rocha para o elevador passar. 

Foi quando o meu marido e eu entrámos no elevador que um homem também entrou. Éramos só os três no elevador que se movia lento pela encosta abaixo e eu reparei que o homem indiferente ao meu marido, como se ele ali não estivesse, analisou o meu corpo todo. 

Os olhos negros e profundos, dois lagos misteriosos que desceram e subiram dos meus pés até à cabeça, mirando cada centímetro de mim, os meus calcanhares, as minhas pernas e coxas, o meu ventre e mamas, o meu triângulo escondido no tecido fino, o meu pescoço, os meus lábios e boca, até que encontrou os meus olhos, e sorriu. 

Um sorriso sexual, de desejo declarado, um sorriso com uma proposta, que me obrigou a olhar para ele de alto a baixo também, as pernas grossas e peludas, o volume do pénis no calção justo, o tronco envolto numa camisa aberta, e aqueles olhos e aquele sorriso, meu deus!!, sou uma mulher casada!! 

Eu e o meu marido saímos no areal e fomos para um lado da praia um pouco mais discreta onde estendemos as toalhas. Enquanto o meu marido continuava ocupado, eu não podia deixar de reparar que o homem se sentou não muito longe de nós como se aguardasse por alguma coisa ou alguém. 

A minha pele tremia com o interesse dele por mim, como se o simples facto de me mirar daquela maneira tão intensa fosse já uma experiência sexual, e o prelúdio de alguma coisa ainda mais forte e inesperada, e isso metia-me tanto medo. 

Porque era uma experiência que nunca tivera, não a de outros homens olharem para mim, que isso acontecia muitas vezes, mas o de eu corresponder e querer consumar o que ainda era só desejo. 

Eu disse ao meu marido, “olha querido vou até à água”, e comecei a andar em direção ao mar, quando reparei de relance que o homem fez o mesmo vindo um pouco mais atrás de mim, até que me alcançou quando os meus pés se cobriam da espuma da maré. 

Ele aproximou-se de mim, e ouço-o dizer, “olá, está a gostar da praia?”, eu sabia que era conversa de engate, e estranho é que estava indiferente à presença do meu marido, eu disse com um sorriso, “estou, é muito agradável”, sem poder deixar de olhar para o volume do pénis dele preso no calção de banho, que agora de perto me parecia ainda maior. 

Ele continuou, “você é muito bonita, uma bela mulher”, eu sentia um certo embaraço com os elogios, mas ao mesmo tempo agradecida, e disse, “obrigado”, a saber que a conversa de engate ia fazendo o seu caminho, eu sabia que ele procurava sexo, quando o ouvi a ser direto, a apertar o pénis com a mão, “sabe? eu adorava fazer amor contigo, gostavas?”. 

Eu não esperava ouvir aquilo tão rápido, assim de um modo tão urgente, eu não estava preparada para negar ou aceitar aquela proposta, e disse, “eu mesmo que gostasse, como vês não posso, e apontei para o meu marido”, mas ele continuou agora num outro tom, “ele não precisa saber, eu adorava dar-te uma foda agora mesmo, se queres vamos”. 

Por momentos eu quase respondi, “vamos onde?”, mas consegui conter-me e disse, “agora não, eu vou regressar para junto do meu marido”, e dei meia volta e parti, a sentir que ele me olhava para o rabo e para as costas nuas quando caminhava. 

Quando eu cheguei à toalha reparei uma mulher olhava muito para mim, desde que chegáramos à praia ela observava todos os meus movimentos, e disse ao meu marido, “não te devia dizer!”, ele virou a cara e eu continuei, “eu recebi uma proposta de sexo agora e eu quase aceitei”, o meu marido perguntou, “que proposta?”, e eu respondi, “ali junto ao mar, um homem disse que me dava uma foda agora mesmo”. 

E vai o meu marido, respondeu, “deixa para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 

Lá ao fundo o homem continuava à beira-mar, ele sentara-se na areia e eu reparava que deixava vir as ondas pequenas de espuma tocar-lhe na pele e nas pernas, e disse ao meu marido, “acho que vou outra vez à água”, e levantei-me a correr sem lhe dizer mais nada. 

Aproximei-me eu agora do homem e sentei-me também na areia, ele olhou para mim e perguntou, “voltou?”, eu sorri e disse, “voltei, mas não para aquilo que me disse”, e ele continuou em jeito de gozo, “mas o que é que eu disse?”, e eu respondi, “que me dava uma foda agora mesmo”. 

Ele voltou a olhar para mim, “chegue-se mais perto, quero mostrar uma coisa”, eu aproximei-me ainda mais, quase a tocar-lhe no corpo, e foi quando ele puxou os calções para baixo, e dele saltou o caralho, uma coisa grossa e preta, “estás a ver como ele está teso? Gostavas de chupar nele?”, 

Agora fui eu a olhar para ele, “sabes que não posso”, perguntou ele, “não podes, mas queres muito eu sei?”, depois insistiu, “toca-lhe só, faz uma festa no meu caralho”, eu virei a cara lá para cima onde estava o meu marido, a falar no telefone e discutia, a tal mulher sempre atenta, e não me consegui conter, eu pus a minha mão fria no pau dele, e ele sorriu para mim. 

Não havia ninguém perto de nós, só a tal mulher se apercebia, e eu comecei a massajar-lhe o pénis, apertado na minha mão bem cheia, e ele perguntou, “o teu marido está distraído, tens um cu tão bom, gostavas que eu te comesse o cu?”, eu batia-lhe uma punheta, “gostava, mas sabes que não posso”, e ele continuou, “chupa-me então só um bocado”. 

Eu voltei a olhar para o meu marido e nada tinha mudado, eu baixei-me então de lado, e pus o pau dele na boca, eu senti que ele largou um suspiro, dos meus lábios quentes na cabeça, em segundos uma eternidade, enterrei o pénis dele na boca, que ele retesou as pernas peludas abertas, eu queria que ele se viesse para que tudo acabasse, quando sinto a mão dele a pousar na minha cabeça, “anda vamos para as rochas, não aguento mais, quero comer-te a cona”. 

Eu levantei a cabeça, ainda com a boca húmida do sabor dele, “não, não posso, o meu marido está a olhar, deve estar à espera”, eu levantei-me e regressei a correr para a toalha, a tal mulher olhava para mim e sorria, e eu disse ao meu marido, “a água está boa, e não te devia dizer!”. 

O meu marido não me ouvia, ele dizia que o estavam a substituir, que lá na empresa haviam uns gajos a trabalhar, que ali em férias não os podia controlar, até que eu insisti, “sabes aquela proposta? Ele pediu para lhe tocar no caralho!”. 

E vai o meu marido, respondeu, “tocar no caralho? deixa para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 

Não sei porquê, daquelas palavras senti alguma liberdade, estaria eu a ser mal interpretada, e disse ao meu marido, “olha amor vou outra vez à água”, e o meu marido respondeu, “outra vez? Ainda agora chegaste!”, mas eu continuei, “vou ver o que o homem me diz de novo”, e o meu marido, “pergunta lá a ele se te quer foder, isso aqui está sempre a acontecer.” 

Eu levantei-me, quase a correr e regressei à beira-mar, eu sentei-me ao lado do homem, e ele perguntou, “já sei que não podes, e que tal irmos para as rochas foder”, eu olhei lá para cima o meu marido telefonava, a tal mulher para mim olhava, e disse, “vamos, mas tem de ser rápido”. 

Eu e ele caminhámos em direção a umas rochas, ali escondidos no areal, eu encostei-me a dar-lhe o rabo, as minhas costas no peito dele, abaixou-me as cuecas do bikini, e o calor quente que lhe saía da boca envolveu-me o corpo todo, aquele pau grosso procurou a minha cona, e eu só tive tempo de lançar um suspiro, “aihm, foda-se, aihm, humm”, era ele a entrar na minha fenda apertada. 

Eu ouço-o dizer ao meu ouvido, “ai, que mulher, caralho, que cu tão bom”, ele começa a mexer, saía e entrava dentro de mim, as mãos largas a apertar, as minhas nádegas empinadas, eu gemia, “aihm foda-se que não posso”, ele movia as ancas a acelerar, “humm, queres no cu amor, queres?”, eu dizia, “quero dá-me no cu”. 

Eu senti o dedo dele a furar o meu ânus, “ai caralho aihm”, a abri-lo e a humedecê-lo, as pregas tesas se ofereciam, quando o pénis dele me atingiu, “aihm é tão grosso, aihm”, a enterrar-se até ao fundo, ele acelerava sem parar, quando eu olhei para o lado, era a tal mulher a olhar para mim, ela tinha-se levantado e vindo à beira-mar, quando dei um grito e sabia que me estava a vir, ele estremeceu todo, “urr caralho urr que foda amor”. 

Quando regressei à toalha para perto do meu marido, ao meu lado vinha a tal mulher comigo, ela sentou-se na toalha dela, enquanto eu dizia ao meu marido, “não te devia dizer, mas estive ali com o homem nas rochas”. 

E vai o meu marido, respondeu, “nas rochas? deixa para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 

Vénus e Marte e o corno do irmão

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Vénus e Marte e o corno do irmão
Não sei se toda a gente sabe que os mortais nasceram a partir de bocados do corpo dos deuses. Uns de um bocado da perna, outros de uma costela, outros de uma cuspidela, mas se os deuses são o que são, não há nenhuma razão para que os mortais sejam melhores. 

É nos dias em que se está aborrecido, que se aprofunda a origem de onde viemos, mas tudo isto começou com uma discussão entre mim e o meu marido, nós falávamos dos deuses e dizia eu que Vénus era uma deusa adorável, a mais erótica de todas, a deusa do amor e da beleza. 

O meu marido foi contra o que eu dizia, e ele respondeu, “a Vénus era uma puta, fazia sexo com todos, queres saber a história dela?”, eu sei que o meu marido inventa, ele nasceu mentiroso, e por isso peço desculpa, se o que conta não for mesmo verdade. 

Diz ele que Vénus era filha de Júpiter e de uma concubina chamada Dione, que era a categoria, diz ele, de mulheres que estavam ao serviço do deus só para foder, e quando ela começou a dar problemas, o pai obrigou-a a casar com um filho dele, o Vulcano. 

Tanto o Vulcano como Marte, eram filhos de Júpiter e Juno, que por sinal, era sua irmã e filha preferida de uma outra deusa Cibele, e na altura Júpiter terá dito á mulher ou irmã, ou o caralho que seja, “vou mas é casar a maluca da minha filha com um dos nossos filhos senão isto é uma vergonha”. 

Diz o meu marido que na altura os deuses faziam o que queriam, não tinham moral porque ainda não tinha nascido, e esta coisa de irmãos a foder com irmãos, de deusas a lamber lésbicas, ou de paneleiros todos juntos, não era coisa de outro mundo e todos os dias se viam. 

A Vénus casou com Vulcano, e há quem a desculpe, dizem que por ele ser feio, era coxo e esquisito, e por isso a Vénus fodia com todos, e também com o irmão Marte. 

Diz o meu marido que Vulcano nunca fodeu com a mulher Vénus e que ela depois do casamento voltou ao que fazia, arranjar homens para foder, grandes festas e orgias, até que deu a volta à cabeça de Marte. 

Marte tinha acabado de chegar de uma guerra, ele vinha cansado e ferido, e Vénus disse ao irmão que lhe prepararia um banho, numa piscina de mármore encheu-a de água morna, de pétalas vermelhas de rosas, de sais e perfumes orientais, Vénus tirou-lhe a armadura e a roupa, e nua foi-lhe dando banho, ela passava a mão pelo caralho, o pénis dele foi endurecendo. 

E Marte, diz o meu marido, tinha um nome a defender, quando Vénus se deitou em cima dele, a irmã percebeu a fraqueza e começou a fodê-lo, ela deslizou o pau grosso pelos lábios, que escorregou para dentro da vagina. 

E parece que Marte ficou doido, do que ele percebia de guerras, percebia a irmã Vénus de fodas, e a partir desse dia, sempre que o Vulcano saía de casa, Marte ia ao quarto dela e comia a irmã, que por sinal era mulher e irmã do irmão. 

Mas que confusão danada!!, pensei eu. 

Cinemas Porno Gourmet

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Cinemas Porno Gourmet
Ora aí está uma coisa que eu não fazia há muitos anos, talvez desde que eu era um pouco mais jovem, que foi entrar num desses cinemas que exibem filmes porno toda a tarde e toda a noite em sessões continuas. 

Eu nunca pensei que ainda existissem, com tanta internet e tanto porno, quem se lembraria de ir a um cinema, nos tempos novos que passam, quando tudo é explicito e gratuito, sem erótica ou transgressão, pode-se ver sem sentir nada, e sem sair do nosso quarto. 


Mas eu e a minha mulher tínhamos estado num bar a relaxar e a tomar uns drinks, e devia ser aí quase meia-noite quando caminhávamos para o carro, vimos os néons do cinema que anunciava o filme “Sexo do outro lado do espelho”, e a minha mulher riu e perguntou se eu queria ir assistir. 

Eu olhei para ela com curiosidade, eu comecei a imaginar que o que dantes era comum, porque naquela altura havia muitos cinemas que passavam só filmes porno, hoje é raro, e o que é raro hoje e ainda se mantêm vivo, é porque passou a ser gourmet, ou “delicatesse”, ou especial. 

Que pensamento mais estúpido!! o que agonizou no pobre, sobreviveu com o rico? e por isso imaginei que lá dentro o cinema estivesse cheio de gente fina, de casais jovens como nós bem de vida, que não iam para ver filmes porno, mas pela diversão da transgressão antiga. 

E por isso pensei, “porque não?”, na bilheteira estava um velho com ar cansado, de quem passou a vida a ver todo o tipo de pervertidos a entrar naquele local, que nos vendeu os bilhetes sem dizer qualquer palavra. 

Quando entravamos, ele mirou a minha mulher de alto a baixo, com alguma intensidade comprometedora, a notar-lhe os mamilos excitados, o corpo fino e esguio, os lábios húmidos e carnudos, como fruta fresca acabada de colher, a estranhar, eu pensei, por ali estar a ver uma mulher. 

Havia um sentimento de desconhecido, de alguma coisa que nos pudesse surpreender, o cinema, todo ele, gritava a decadente e antigo, as alcatifas, as madeiras, e os veludos vermelhos que cobriam as paredes e o chão eram os mesmos que ali estavam há décadas, e o cheiro?.

Quando nós afastámos a cortina que divide o corredor da sala de cinema e entrámos, as nossas narinas tremeram de emoção, de um cheiro a porra, a caralho e a tesão. 

A sala estava na penumbra, mas habituando os olhos ao escuro, nós reparámos que havia pequenos grupos de duas a quatro pessoas juntas, relevos e sombras numa sala vazia, enquanto na tela um ator mergulhava o pau grosso no cu de uma loira cheia de curvas, que soltava gritos ruidosos quando o caralho entrava, a minha mulher fez um sinal e fomos sentar-nos no meio. 

A loira na tela gemia de satisfação, ao mesmo tempo o meu pau crescia, e depois de alguns segundos, eu senti a mão da minha mulher a fazer festas no meu volume, a apreciar o meu pénis teso apertado nas calças, e pus também a minha mão por baixo, nas cuecas no meio das pernas dela, e senti-a húmida com os lábios da vagina inchados.

De repente a minha mulher aproximou-se do meu ouvido e disse, "está um homem aqui do meu lado", eu virei-me e perguntei, "sim, e depois?", ela insistiu, "ele tem o pau de fora e tem estado a acariciá-lo e a olhar para mim", eu olhei então e vi um homem que me parecia bem constituído, na mesma fila que a nossa, mas sentado numa cadeira mais ao lado, que brincava com o pénis teso.

Ele olhava para nós, a mirar o corpo da minha mulher, era o que eu imaginava, a esfregar o enorme pau que tinha, e a agarrá-lo por baixo com a mão, como se nos tivesse a perguntar se ela queria chupar nele.

Ele percebeu que eu e a minha mulher mirávamos o pau dele, uma coisa grossa e imensa onde ele batia uma suave punheta, o punho dele apertava na base o pénis que abanava para a minha mulher perceber a dimensão, e eu reparei que ela estava excitada, nos lábios a língua corria, sedenta como uma cobra esfomeada. 

Passaram alguns segundos que pareciam minutos, e também eu queria tirar o pau para fora tal era a minha excitação de ter a minha mulher ao meu lado a olhar para um desconhecido que mostrava o pénis a ela, nós os três ali no escuro, até que eu disse à minha mulher, "estás a olhar tanto para ele, que se calhar gostavas de o foder".

Ela olhou para mim e disse, "foder não sei isso, mas eu podia brincar com ele, gostavas?", eu estava um pouco na dúvida, e perguntei, "brincar como?", eu reparei que já tinha a resposta a essa pergunta, porque a minha mulher passava os dedos na vagina a esfregar o clitóris e ao mesmo tempo olhava para o homem a bater no pau.

Ela aproximou-se do meu ouvido, "ele tem um pau enorme, eu vou tirar as minhas cuecas", e quase parecendo uma colegial, uma adolescente na brincadeira, ela mexeu-se na cadeira, e eu e o homem vimos ela a puxar com os dedos a lingerie húmida pelas pernas abaixo ainda com cheiro a cona. 

A visão da minha mulher sem cuecas, nua debaixo do vestido curto, e a masturbar-se ao ver o pénis daquele homem, foi tão forte e tão intensa que quase ejaculei dentro das calças, a loira na tela tinha porra na boca.

O homem ao nosso lado batia no pau, a minha mulher e ele comunicavam, ela com a língua de fora, abriu as pernas para o lado, encostou-se toda para trás na cadeira, depois ela fechou os olhos, soltou um suspiro gemido e eu sabia que a minha mulher tinha um orgasmo e se estava a vir.

Ficámos em silêncio uns segundos, eu estava concentrado na tela, a loira chupava o pau a dois negros, quando ouço outra vez a minha mulher a dizer, “ele fez sinal se podia vir para perto", eu olhei para ela e perguntei, "ele deve pensar que queremos foder", ela olhou para ele e depois para mim, "se calhar eu até queria foder, amor".

Não é que não me excitasse a ideia de ver a minha mulher a foder ali no cinema com um perfeito desconhecido, mas porra!! era minha mulher, e a ideia daquele pénis enorme a entrar-lhe na cona era demais para mim, e eu perguntei, "e gostavas? está bem, mas bate só uma punheta nele", e ela então acenou com a cabeça, ele levantou-se agarrado ao pau e sentou-se ao lado dela.

Ele disse qualquer coisa ao ouvido da minha mulher que não consegui entender, e ela então virou-se para mim e disse, "ele disse que eu sou um tesão de mulher, e que está doido para me foder", e eu respondi, "diz lá a ele para ter calma que ainda és minha mulher", mas ela apaziguou e sem me dizer nada, ela agarrou no pénis do homem e começou a bater.

Por momentos ela ficou à espera, como se o esforço de bater uma punheta aguardasse compensação, e eu então vejo a mão do homem a deslizar na perna dela, a fugir por debaixo do vestido, ela a agarrar no pau dele, a puxar a pele para baixo e para cima, a minha mulher aproximou-se do meu ouvido, e eu sentia-a a gemer, “aihm amor, que ele está com os dedos na minha cona, amor, aihmm”. 

Eu via que ele estava a masturbar a minha mulher, as pernas delas iam abrindo, ela encostava-se na cadeira e de olhos fechados batia o pau, eu desapertei a blusa dela para soltar as mamas rijas, os mamilos brilhavam como uvas molhadas, a respiração cada vez mais pesada, eu sabia que ela ia ter mais um orgasmo, quando as pernas dela tremeram, o corpo arqueou-se para trás, ela soltou um gemido profundo, e veio-se a dizer, “foda-se aihmm outra vez”. 

Passaram uns segundos, o filme podia estar quase no fim, quando o homem fala com a minha mulher, ela olhou para mim e disse, “ele pediu para chupar o pau dele, amor”, e sem me perguntar mais nada, rodou para dentro da cadeira, e começou a chupar o pau do homem, eu por trás ia aquecendo a cona dela, lábios encharcados na minha mão, eu via a cabeça dela a descer, e o homem a olhar para mim a gemer. 

Eu via que ele ia empurrando a cabeça da minha mulher para baixo, a forçar com a mão, e ela correspondia logo, a acelerar cada vez mais, até que o homem pediu para ela parar, eu ouvi-o dizer, "anda querida, senta-te no meu pau", ela levantou-se a virar as costas, eu vi que ele levantou o vestido um pouco, meteu o pau por baixo, e a minha mulher desceu por ele, enterrando-o todo na cona. 

Ela olhou para mim, com a boca meio fechada, "ai foda-se amor, o caralho dele é tão grosso, amor", o homem deixou-se estar, todo o trabalho era feito pela minha mulher, ela ia subindo e descendo, movia o rabo ondeando, a escorregar naquele pau duro, as mamas dela tremiam, um suor na testa brilhava, o homem agarrava nas nádegas, a ajudá-la a ir para baixo, e eu via que o pau grosso se apertava na cona. 

Eu tinha tirado o meu pau para fora e há minutos que batia uma punheta, a visão do homem a ejacular na cona da minha mulher deixou-me a ferver e comecei-me a vir, quando senti o homem no seu limite, também ele a ejacular, ao mesmo tempo que a minha mulher. 

Durante algum tempo, eu, a minha mulher e o homem, ficámos a olhar para a tela, a loira apanhara no cu de dois negros e ela e o marido despediam-se deles com a promessa de se encontrarem novamente. 

Uns segundos depois as luzes da sala acenderam-se, acabara o filme, eu e a minha mulher olhámos e o homem tinha-se evaporado. Teria sido um sonho, não!!, eu passei a mão pela cona da minha mulher e estava cheia de porra.
 

Fica tudo em família

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Fica tudo em família
Acontece todos os Verões. Quando se aproxima o seu fim, no último fim de semana do mês de agosto, vários elementos da família reúnem-se em casa dos meus avós e como aves de migração vão chegando naquele dia, sem convite ou hora marcada. 

E há sempre espaço para todos, nem que seja a dormir no chão, mas a curiosidade é mesmo a de nunca se saber quem vai aparecer. Não existe constância, modelo, ordem, ou plano, alguns, simplesmente aparecem. 

Este ano apareceu a minha tia, irmã do meu pai. A minha mãe nunca gostou dela, chama-lhe mulher fútil, vulgar, fácil nas relações, que são as palavras que usa para não lhe chamar puta. Mas eu gosto dela, e sempre gostei. 

É uma mulher alegre, ruidosa, floral, sexy, sempre dentro de vestidos leves que não aguentam a força do vento, que dá para ver o rabo dela tantas vezes, sem pretensões que não seja a preocupação em manter-se bela e feminina, suportando os efeitos dos anos que passam. Ela nem sempre aparece, mas quando aparece, parece-me ainda melhor. 

Desta vez, a minha tia chegou acompanhada de um homem, que ela dizia ser o seu noivo, não muito mais velho que ela, mas com aquele ar de que ele nasceu para a servir, ele fala pouco ou não fala, e quando fala, é para executar alguma ordem que a minha tia lhe deu a ele. 

Isto é um segredo que aqui conto!! Eu sei que não devia, mas a minha tia sempre me deu um tesão tremendo, tantas foram as vezes, à noite na cama, eu batia punhetas a pensar nela, a imaginá-la nua quando ela sai da piscina e se vê os mamilos tesos e a sombra e papo dos pelos púbicos na fenda. 

Eu acho que ela nota, eu a mirá-la, ela passa por mim e bate-me na cabeça, a dizer, “para onde estás a olhar, miúdo?”, ela move-se como uma deusa, no seu bikini dourado reduzido, eu ponho-me a olhar para o rabo, para os seus cabelos pretos, e eu, que já lhe vi as mamas num outro dia na praia. 

Este ano levei à reunião familiar um amigo meu, e do mal que eu sofro passámos a ser dois, a minha tia anda pela casa, e eu e o meu amigo não fazemos outra coisa que é olhar para ela, a qualquer momento podemos ver-lhe as coxas, ou a vagina peluda quando está sem cuecas. 

O meu caso é grave, mas o do meu amigo muito pior, e então quando ela quis saber quem ele era, ele passou a estar num estado febril, a minha tia aproximou-se e perguntou, “L., aqui o teu amigo não tira os olhos de mim, será que ele podia disfarçar um pouco? O meu noivo anda preocupado!”, o meu amigo ficou vermelho, de um vermelho de envergonhado. 

Eu perguntei à minha tia, “preocupado? porquê?”, e ela respondeu a rir-se, “ele disse que vocês estão sempre a olhar para mim, e está preocupado que vocês me queiram comer”. 

Depois ela aproximou-se ainda mais, a baixar-se de propósito perto de nós, “aposto que vocês os dois gostam do que vêm”, abriu de lado a túnica que trazia, por baixo estava toda nua, nós ficámos a olhar para as mamas dela, e para as pernas longas e esguias até acima, para o triângulo negro que tanto gostamos, deu uma gargalhada e saiu a rir. 

Mas ainda de manhã, perto da hora do almoço, toda a gente estava entretida, e eu não via o meu amigo, eu procurei-o por todo o lado, até que depois apareceu, e perguntei-lhe, “então? onde é que andaste?”, respondeu ele, “tenho estado com a tua tia”, eu continuei, “com a minha tia? a fazer o quê?”, disse ele, “ela pediu para eu ir atrás dela, e lá em baixo naquelas árvores, ela pôs o meu caralho na boca e ela fez-me uma mamada”. 

Eu sabia que era verdade, mas não conseguia acreditar no que ele dizia, mas que sorte do caralho!!, era só o que eu pensava, olhei para as pessoas e não via a minha tia, só o corno companheiro dela, até que a vejo aparecer, ela olhou para mim nos olhos e percebeu logo que eu sabia, ela sorriu e eu pensei, talvez ela me faça uma mamada um dia. 

Eu perguntei ao meu amigo, “e como é que foi?”, respondeu ele, “lá em baixo nas árvores, eu encostei-me a uma árvore, e a tua tia fez sinal para eu não falar, ela baixou os meus calções, ela agachou-se de joelhos, e, amigo, ela começou a chupar o meu pau, e eu fiquei doido”, e só de ele me dizer isto, eu estava com tanto tesão, a visão de imaginar a minha tia a mamar no caralho do meu amigo era demais. 

Eu perguntava, “e foi muito tempo?”, e ele, “amigo, eu tentei aguentar, mas eu estava tão teso e duro, eu ouvia ela a gemer de se estar a masturbar, ela chupava o meu pau e ao mesmo tempo passava os dedos na cona, e amigo, eu acabei por me vir, e eu vi-me na boca dela”. 

Nessa altura, eu disse ao meu amigo que ia à casa de banho e que já voltava, entrei lá dentro quase a correr, tirei o meu pau para fora e batia uma punheta, eu imaginava a minha tia a chupar no pau do meu amigo, e quando já me estava quase a vir, “foda-se!! humm”, eu ouvi uma voz junto à porta, era o noivo dela a resmungar que queria mijar, eu tive de interromper a minha punheta, só para ele depois entrar. 

Quando eu saí da casa de banho, eu estava a ajeitar o meu caralho teso, o noivo da minha tia olhou para os meus calções, e eu percebi que ele fixava o meu inchaço, eu pensei, “se calhar ele é paneleiro, ele deve gostar de levar no cu?”, ele aproximou-se de mim e disse um pouco zangado, “porra!! para demorares tanto, isto é hora de bateres uma punheta?, caralho!!”. 

Quando regressei, eu vi que a minha tia falava com o meu amigo, eu pensei que ela aguardava pelo noivo, ela aproximou-se do ouvido dele e disse qualquer coisa que o fez sorrir, e depois eu aproximei-me dos dois, e a minha tia disse para mim, “L., adoro o teu amigo, é muito divertido, e o meu noivo, não o viste?”, eu respondi que ele estava na casa de banho. 

Entretanto, quando o noivo da minha tia chegou e eles já se iam embora, eu perguntei ao meu amigo, “então o que é que a minha tia te dizia?”, ele sussurrou ao meu ouvido, “ela pediu para eu me encontrar com ela mais tarde”, eu sabia para o que era, mas mesmo assim perguntei, “para quê?”, ele olhou para mim, “o que achas? a tua tia quer que eu foda com ela”. 

Depois o meu amigo perguntou, “porra e tu? estiveste mais de meia hora na casa de banho e o noivo dela estava lá contigo?”, eu olhei para ele e respondi, “foda-se!! tu estavas a falar da minha tia a chupar o teu pau e porra!! fui bater uma punheta, e o noivo dela estava lá à espera a querer mijar.”. 

Veio a tarde, ainda estava um calor danado, nós estávamos os dois na piscina, quando eu vi a minha tia a passar sozinha, eu ouço o meu amigo a dizer, “parece que está na hora!!!”, e depois a levantar-se e a ir atrás dela. 

Eu olhei em volta e não vi o noivo da minha tia, ele devia estar no quarto a descansar, e foi por isso que decidi ir atrás do meu amigo para ver o que acontecia e se era mesmo verdade o que ele me andava a contar. 

Eu escondi-me nuns arbustos, a minha tia tirou a túnica que vestia, e nua estendeu-a no chão, o meu amigo tirou os calções, e pareceu-me que ele estava com medo, eles deitaram-se no chão e a minha tia começou a chupar-lhe o pau. 

Eu já tinha visto o pénis deste meu amigo, mas assim tão teso como estava ainda não, ela dava-lhe beijos na cabeça, e chupava-a como se lambe um chupa-chupa, ela engoli-a o pau até abaixo e subia por ele com a língua por fora, o meu amigo tinha os olhos fechados, e gemia, “foda-se! caralho!!”, enquanto ela o mamava. 

Eu baixei os meus calções e coloquei o meu pau para fora, comecei a acariciá-lo a pensar na punheta interrompida, a minha tia abria-se toda, e eu via a sua vagina húmida, as mamas rijas bem para cima, e o rabo redondo e cheio. 

Ela empurrou o meu amigo contra o chão e saltou para cima dele, ela agarrou no pénis e vi que ela o metia dentro da cona, e começou a cavalgar em cima dele, como cavaleira em cima da sela, o pau do meu amigo brilhava, dos líquidos que saiam dela. 

E foda-se!!, a minha tia fodia o meu amigo, o rabo dela movia-se numa onda perfeita, ela enterrava-se todo nele, a cona tensa e apertada por aquele pau grosso, eu percebia que ela se vinha, eles estavam a ter um orgasmo, o meu amigo ejaculou com um esguicho quente na fenda húmida, caralho!! eu batia a minha punheta, quando, foda-se!! ouço barulho. 

Eu olho para o lado e o que vejo? o noivo da minha tia vinha de gatas nos arbustos, ele aproximou-se de mim, e disse muito baixinho, “então? a bater uma punheta novamente?”, eu abri os olhos surpreendido e parei de bater o caralho, “então? estás a gozar de ver a tua tia a foder?”, eu não sabia o que dizer, mas o sacana interrompia a minha punheta outra vez.

Iniciação de um crossdresser

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Iniciação de um crossdresser
Era quase um hábito, se podemos chamar-lhe assim, o de eu assistir à minha irmã a vestir-se. Ela colocava-se à frente do espelho e principalmente naquelas noites em que se preparava para sair com um namorado, eu deitava-me na cama dela e admirava-a a vestir cada peça de roupa, a escolher a bijuteria e a maquilhar-se.


Ela vinha nua do duche, ela despia o robe de feltro, e depois, ela escolhia e vestia uma lingerie fina, uma saia curta, o soutien preto, uma blusa justa, uns sapatos altos, um batom forte nos lábios, e não sei porquê, mas toda aquela atividade feminina me excitava. 

O soutien realçava-lhe os seios, no limite certo entre a provocação e o aceitável, a saia curta, as coxas grossas, a blusa, o tronco rígido e determinado, o batom, uns lábios de amora, desejados, e todo esse conjunto me deixava com o pénis ereto. 

Não era de ver a minha irmã nua, não senhor, mas de um desejo intenso de me igualar a ela, de desejar querer ser mulher por um momento, e de eu me vestir como ela, de maneira que um dia reuni coragem e perguntei à minha irmã, “deixas-me vestir a tua roupa”, ela olhou para mim surpreendida e a rir, “a minha roupa? Queres vestir-te de mulher?”. 

Ela tinha acabado de se vestir e eu continuei, “não sei irmã, quando eu imagino vestir-me de mulher, fico assim, eu baixei as boxers e mostrei-lhe o meu pénis ereto e rijo, dizia eu, “estou com tesão, compreendes?”, e ela olhou para o meu pau teso e perguntou, “mas tu és gay? Gostas de levar no cu?”, e eu respondi, “não sou gay, eu só gostava de me vestir de mulher e sentir-me mulher, não sei”. 

E foi assim, em outras ocasiões eu já tinha experimentado vestir roupa de mulher, um dia foi uma lingerie da minha irmã, outra vez foi a da minha mãe, e lembro bem o quanto prazer me deu eu ver-me ao espelho, com as minhas nádegas realçadas do pouco tecido que tem, as minhas coxas tão expostas como uma mulher, mas agora tinha a ajuda e companhia da minha irmã. 

Os nossos corpos são iguais em tamanho, por pouco não éramos gémeos, e ela, de uma forma divertida, como se fosse uma brincadeira, ela escolheu para mim uma lingerie em renda vermelha, e disse-me para eu vestir, e quando a coloquei foi um sentir tão intenso, daquela malha fina a percorrer a minha pele, e a ajustar-se no meu rabo, que ela reparou logo que eu estava excitado. 

Ela disse, “se ficas assim com o pénis em pé, estragas a lingerie”, eu agarrei no pau e tentei depois apertá-lo para que se ajeitasse de lado, e depois ela foi-me dando uma saia curta, um soutien, uma blusa, maquilhagem, brincos, até que se lembrou de umas perucas da minha mãe, ela foi buscar uma de cabelos pretos e quando a colocou na minha cabeça, a minha irmã disse espantada, “foda-se!!, tu pareces mesmo uma mulher!! ninguém diria o contrário.”. 

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A partir dessa altura era normal, eu e a minha irmã ficarmos os dois fechados no quarto a experimentar a roupa dela e outra que eu comecei a comprar para eu vestir, nós não queríamos que a minha mãe soubesse, e a minha irmã perguntava-me, “mas irmão, se calhar tu gostas de fazer sexo com homens? Nunca tiveste desejo de levar no cu?”, eu respondia que não, que lá por gostar de me vestir e sentir como mulher não tinha nada a ver com sexo. 

Um dia, quando a minha mãe divorciada saiu à noite com um namorado novo, a minha irmã disse, “e se fossemos também sair, nós podíamos ir os dois como mulheres à discoteca para ver se alguém percebe que és um rapaz?”, eu fiquei entusiasmado e foi assim que naquela noite muita coisa aconteceu. 

Nós entrámos na discoteca e àquela hora da noite já estava ao rubro, dezenas de rapazes e raparigas dançavam no espaço e outros estavam sentados nas mesas e no bar falando e bebendo, a minha irmã viu uma mesa vazia ao fundo da sala e disse, “vamos para ali”, e lá nos fomos sentar. 

Por momentos, eu ainda pensei que alguém pudesse ter reparado que eu era um rapaz, talvez pela maneira indecisa como andava em cima de saltos altos, ou pelas minhas coxas mais nervosas que eu tinha à vista, quando dois rapazes se aproximaram de nós a meter conversa. 

Eles perguntaram se se podiam sentar na nossa mesa, de onde é que nós éramos, se já tínhamos ido alguma vez àquela discoteca, depois foram buscar bebidas ao bar para nós “as duas”, e nessa altura a minha irmã disse, “eles não desconfiaram de nada, pareces mesmo uma mulher”, eu estava tão excitado por aquela ideia, que respondi à minha irmã, “o que achas daquele que tem estado a falar comigo?”. 

A minha irmã riu-se e continuou, “ele não é muito bonito, mas é bem encorpado, porquê?”, eu disse, “ele pôs a mão por dentro da minha coxa, e por momentos eu tive medo de que ele fosse mais longe e percebesse”, diz a minha irmã, “e gostaste? De sentir a mão dele aí tão perto? O outro fez o mesmo, e tocou com os dedos no meu clitóris”. 

Eu fiquei espantado quando ela me disse aquilo, e a minha irmã continuou, “ele perguntou-me se eu queria foder, e eu vou dizer que sim, eu também lhe apalpei o pau e ele tem um bom pau”, ela sussurrou-me ainda ao ouvido, “irmão, está-me mesmo a apetecer levar na cona”, e riu-se, “tu devias fazer o mesmo”. 

Eu pensava, “foda-se!! ela está maluca, eu não tenho cona”, a minha irmã pareceu perceber o que me ia na mente, “irmão, tu podias dar o cu ao que está contigo, tu dizes a ele que és virgem, e vais ver que ele acredita, e eu percebo pelo teu corpo e pela tua boca que queres muito apanhar no cu”. 

Eu disse à minha irmã, “e se ele descobre que eu tenho um pénis?”, ela respondeu, “eles já estão muito bêbedos, fazes de maneira a que ele te coma o cu e ele não percebe nada”, quando os dois rapazes regressaram do bar, eu estava aterrorizado e reparei na minha irmã a falar ao ouvido do que estava com ela, eu vi que fez um sorriso, e percebi que íamos todos para algum lado. 

Nós levantámos da mesa, a minha irmã apertou-me no braço, e ela disse-me ao ouvido, “eu já disse ao que está comigo que tu só gostas de levar no cu, e ele já disse ao outro, por isso está descansado", nós entrámos depois para uma carrinha de caixa fechada, e eu disse que queria que tudo acontecesse no escuro porque ainda era virgem e tinha muita vergonha. 

A carrinha estava estacionada perto de uma lâmpada de rua que difundia uma luz amarela muito baixa mas que dava para ver algumas das nossas feições e quase tudo o que se passava, e então o rapaz que estava comigo começou a agarrar-se a mim e a dar-me beijos na boca, eu sentia-lhe a língua molhada bem presa à minha, a respiração dele pesada pelo álcool e pelo tesão que eu lhe dava. 

Eu procurei o pénis dele, e quando o agarrei percebi a sua exata dimensão, grosso em diâmetro e longo em comprimento que eu rodeava com a minha mão, quando ele me diz, “anda amor chupa-me o caralho amor”, eu olhei para a minha irmã ao meu lado, que nesse momento ela abria a boca a chupar o outro, e eu comecei a chupar aquele pau duro. 

Eu ouvia os rapazes a dizer entre eles, “estas duas gajas são mesmo putas, adoram chupar caralhos, não gostam queridas?”, a minha irmã e eu acenávamos que sim, e continuávamos a chupar, lado a lado como duas mulheres, quando o rapaz que estava comigo diz, “não queres mesmo levar na cona? Eu gostava tanto de te comer a cona”. 

Mas aí eu insisti que não, que era virgem e de uma religião, que eu queria casar como deus me fez, mas que lhe dava o cu se ele quisesse, e foi quando ele me pediu para me virar, eu pus-me de barriga para baixo, e aí eu senti-o em cima de mim, subiu-me a saia e baixou-me a lingerie, e depois ele entrou. 

Eu senti a pau dele no meu ânus a forçar em cada centímetro, a alargar mas apertado, eu soltei um suspiro gemido, “huum aihm haimm humm”, o caralho dele empurrava para dentro, a minha irmã ao meu lado apanhava na cona, e quando olhei para ela imaginei a visão do outro a segurar-me as nádegas, a comer o meu cu a cada segundo, tudo isso me deixou excitado, com o meu pénis endurecido. 

O meu rapaz começou a foder o meu cu, eu ouvia-o dizer para o outro, “esta gaja é uma puta virgem, mas vê como gosta de levar no cu”, ele colou-se às minhas costas, a procurar a minha boca, “tens um cu tão bom, és muito santa, mas eu parto-te o cu todo”, eu, foda-se!! estava quase a vir-me, quando ele me pediu para eu me virar para cima. 

Eu virei-me muito a custo, preocupado que reparasse no meu tesão, mas salvava-me a escuridão, ele levantou-me as pernas, eu agarrei rápido no meu pau, a escondê-lo dentro da minha mão, e ele veio outra vez decidido, e como se eu fosse a mulher dele casada, ele penetrou o seu pénis no meu cu e começou a acelerar. 

A minha irmã gemia ao meu lado da foda que o outro lhe dava, enquanto o meu rapaz me enterrava forte o pénis, até que o senti tremer, ele começou a ejacular, agarrou-se ao pau como se estivesse a arder, e deixou o liquido quente de porra a escorrer no meu cu. 

Uns minutos depois, nós saímos da carrinha a rir, e como duas mulheres fodidas desaparecemos na noite em direção a casa.

Sou uma puta de night-clubs?

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Sou uma puta de night-clubs?
A culpa era toda minha. Houve alturas em que eu dizia à minha mulher para experimentarmos coisas novas na nossa vida sexual e sempre que eu pedia ela recusava dizendo, ou que não tinha sido educada assim, ou que eu com a idade estava a ficar um pouco tarado. 

Era nesses momentos que eu, às vezes com alguma raiva, respondia que antes de casar com ela, eu costumava conhecer muitas mulheres em night-clubs que faziam tudo o que eu lhes pedia. 

Habitualmente, ela ria-se das minhas observações, dizendo coisas como, “estás a dizer que tu ias muito com putas? achas que eu sou uma puta?”, o que me deixava ainda mais furioso, respondendo-lhe a ela, “mas essas ao menos são mulheres a sério”. 

Tanto foi e tanto deu, que um dia numa dessas nossas discussões, em que eu tinha pedido para ela se masturbar com um vibrador para eu assistir, ela fez a indigna proposta, “leva-me tu a um desses night-clubs para eu conhecer essas mulheres”. 


Não nego que na altura em que ela me pediu aquilo eu fiquei um pouco atrapalhado, eu pensei, “como é que vou levar a minha mulher a uma casa de putas? o que pode acontecer?”. 

Mas depois eu achei que seria uma boa maneira de lhe dar uma lição, eu conhecia as regras da casa, e eu sabia que mal me aproximasse do bar, várias mulheres apareceriam para eu lhes oferecer uma bebida e a partir dai, eu teria o que queria, e pensei, “quem sabe ia foder com uma delas”. 

Quando eu lhe disse, “está bem amor, vamos a um night-club que eu conheço e que sei que é tranquilo”, ela respondeu sem estar receosa que iria, mas eu ainda insisti, “tu vais ver muitas mulheres a rondar os homens, mas não te assustes”, e ela disse que eu estava lá e que eu a protegeria. 

Na hora marcada, quando saíamos de casa, eu reparei que a minha mulher estava diferente do habitual, de cabelo arranjado, preso na cabeça com rabo de cavalo, vestia um vestido vermelho de cetim colado ao corpo, anormalmente curto, vendo-se quase integralmente as suas coxas até acima, e todo aberto nas costas, mostrando as suas espáduas e a pele rosada. 

Ela deve ter reparado em mim quando me engasguei e disse, “amor, eu nunca te tinha visto assim, tu estás verdadeiramente bonita”, ela sorriu do meu elogio e eu pensei, não sei se preocupado, com as dezenas de homens que a perseguiriam no interior do night-club, para lhe oferecer uma bebida e pior, porra!!, pensei, fazerem propostas de a quererem foder. 

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Quando chegámos, eu comecei a achar que talvez não tivesse sido boa ideia trazer a minha mulher a este lugar, pior ainda, quando eu reparei que os homens e as mulheres que lá estavam não tiravam os olhos da minha mulher. 

Para remediar o erro, e a esconder de olhares curiosos, a ideia, pensei, era só ela ver as mulheres, eu conduzi a minha mulher para uma zona mais escura e afastada do palco das strippers, rezando que o tempo acabasse por passar, e encontrámos um sofá vazio. 

Quando me levantei para ir buscar bebidas ao bar, eu tive uma sensação estranha, eu estava com ela, e sendo eu homem e ela mulher, todos que ali estavam pensariam que ela era como as outras meninas de night-club, e essa sensação era ainda mais estranha, quando eu sabia que, por a minha mulher estar tão bonita e desejável, os homens lutariam comigo para a disputar. 

Era uma coisa que me agradava, mesmo sendo uma ilusão minha, a dos outros homens me invejarem por eu ter chegado ao night-club com uma puta tão bonita, estar ali com ela a beber e a curtir, e depois, na intensa imaginação deles, sair mais tarde para a ir foder. 

Só que porra!! a minha ilusão terminou depressa!! 

Quando a minha mulher ia a meio do vodka-laranja que tinha trazido, ela disse-me ao ouvido, “amor, para isto funcionar e eu ser abordada por homens, nós vamos ter de dispersar”, eu estava um pouco atordoado do whisky malte 12 anos, as palavras soavam no meu pensamento, “homens? dispersar? caralho?”, mas o que podia eu fazer?, tinha de concordar. 

Ela levantou-se, deu-me um beijo na boca, dizendo, “vou até ao bar amor, vemo-nos por aí”, e com o copo de vodka numa das mãos e uma pequena mala na outra, ela caminhou como se voasse no seu vestido justo, exibindo parte dos seios saídos, as costas nuas, as pernas esguias e longas. 

O night-club estava cheio, e cheio de testosterona por gastar, um inferno cheio de homens ávidos de cona, de várias espécies e natureza, desde os tubarões com dinheiro, prontos a pagar o que fosse por uma foda, até às ratazanas à procura do mesmo de graça. 

Quanto a mim, eu tinha perdido a vontade de tudo, a minha mulher tão bem-educada, ela caminhava ingénua e frágil entre dentes afiados, de vampiros à espera de presas para morder, quando se aproximou de mim uma puta brasileira, “então amor, você quer companhia? Você topa pedir uma bebida para mim, querido”. 

Eu olhei para a puta, parecia uma mulher engraçada, mas talvez um pouco vulgar, mas eu pensava na minha mulher, dividido entre não fazer nada ou pôr a puta a beber, o que pensariam os homens se eu ali estivesse sozinho quando entrei na casa com uma bela mulher. 

Eu disse então para a puta, “está bem pede qualquer coisa”, ela respondeu, “pode ser champanhe, amor?”, eu prossegui, “está bem pede champanhe”, e foi quando eu consegui ver a minha mulher sentada num banco junto ao bar. 

Eu reparei que a minha mulher estava com um homem que cada vez que se chegava perto do ouvido dela, ele pousava a sua mão na coxa dela e ela soltava uma pequena gargalhada. 

O homem em si despertava-me curiosidade, ele parecia que estava ali, sem preconceito ou reserva, como se estivesse noutro sitio qualquer, bonito, bem vestido, um corpo seco e tonificado, de alguém cuja espécie eu não sabia se era tubarão ou lobo marinho, mas que de certeza de uma que estava habituado a ter tudo sem pagar. 

Enquanto os observava intensamente, eu senti os dedos da puta a entrar nas minhas calças, com uma mão parecendo a de um ladrão à procura no escuro das coisas que pretende roubar, a apertar-me o pau e a dizer, “querido, você quer foder, amor? faço por cem euros, tudo bem, amor?”, mas eu estava mais concentrado no homem e na minha mulher. 

Ao longe, eu vi que o homem se aproximou da minha mulher e colocou a mão bem dentro do meio das coxas dela, dando para eu perceber pelos olhos húmidos dela, que fechavam e pestanejavam depressa, pela rigidez do tronco e dos mamilos tesos, que ele estava a acariciar o clitóris da minha mulher, e ela estava a encher-se de tesão. 

A puta continuava a acariciar o meu pau e eu ouvia dela, “cem euros, cem euros”, e eu a dizer, “sim, sim”, quando sinto a puta a baixar-se para me chupar o pau ali no escuro, e vejo a minha mulher e o homem a levantarem-se dos bancos e a caminharem na direção de umas salas privadas nas traseiras do night-club. 

Eu sabia, porque já lá tinha estado algumas vezes, que as salas privadas eram pequenos compartimentos com um sofá onde os homens iam com as mulheres para foder, de maneira que quando vi a minha mulher e o homem, disse à puta, “anda, vamos para o privado”, a puta sorriu de satisfeita, ela levantou-se e veio comigo, senti que tinha um rabo generoso quando lhe pousei a minha mão. 

Foi nessa altura que a visão da minha mulher a foder com outro homem num night-club, sabendo que eu também lá estava, me deixou muito confuso, eu não tinha a certeza se estava excitado com essa experiência, ou se estava zangado com ela por me trair. 

Eu ainda pensei que talvez ela imaginasse que eu não chegaria a descobrir a infidelidade, ou que a ida para os privados não significasse nada, talvez eles quisessem só estar mais à vontade para conversar, quando eu me aproximei daquela penumbra escura e vi a minha mulher. 

O homem tinha tirado as calças e estava sentado no sofá enquanto a minha mulher agarrava o pénis dele na mão e com a boca cheia descia e subia nele a chupar-lhe o pau, um pau grosso e muito teso, arqueado de tesão, que a minha mulher manobrava com destreza a lambê-lo, passando-lhe a língua, dando beijos na cabeça. 

Eu ouvi a puta dizer, “e então nós? estou a perder dinheiro contigo, cara, vamos”, eu insistia para ela aguardar, eu queria ver a minha mulher a foder, ali escondido pela cortina, sabia-o agora, mas a puta não desistia, “qual é? quero meu dinheiro, fode ou não fode?”, eu dizia, “fodo, fodo”. 

Eu disse então para a puta, “se quer o seu dinheiro, ajoelha aí e chupa o meu pau”, e foi assim, ela se ajeitou brincando com o meu pénis, enquanto minha mulher se virava e subia para cima do homem. 

De onde eu estava, eu conseguia ver o pénis do homem entrando na cona da minha mulher, ela a controlar os movimentos, a subir e a descer por ele, o rabo dela ondeava perfeito, a fenda estava toda alargada, da grossura de tanta carne, as mamas dela rijas e despertas que ele beijava sofregamente. 

Eu conseguia ouvir a minha mulher a gemer, “aihmm humm aihim aihmm”, enquanto a puta falava, “se liga, estou a chupar você, cara, toma atenção”, a minha mulher saiu de cima do homem e percebi que mudavam de posição. 

A minha mulher encostou a barriga às costas do sofá, e o homem veio por trás e apontou o pau duro à cona da minha mulher, e começou a bombear nela, apertando-lhe o pescoço, ele entrava e batia com força e eu percebia os quadris dele a esmagar as nádegas da minha mulher com as pancadas que ele lhe dava. 

De repente eu acordei e percebi que a puta estava a fazer um bom trabalho, o meu pau estava duro e quase explodindo, eu pus a mão na cabeça dela, a dizer, “chupa bem, chupa bem”. 

Eu vi que a minha mulher tremia, estava a ter um orgasmo, e o homem balançava, tirou o pénis para fora, lançou jatos de porra que depositou na cona dela, eu olhei para os olhos da puta, e disse, “vou-me vir”, e ela sorriu, “vem amor, vem”, ela começou a bater-me uma punheta e enchi de porra o sofá mais perto. 

Eu paguei à puta e corri para o meu sofá da sala, quando passados uns minutos chegou a minha mulher, a perguntar, “então vamos embora querido?”, eu respondi, “vamos, amor”. 

No regresso a casa, eu perguntei, “então, querida, tu divertiste-te alguma coisa?”, e ela respondeu, “nada, um pouco aborrecido, mas não me importava de um dia cá voltar”. 

Nessa altura eu pensei, “mas que grande puta é a minha mulher”.

Coisas que nunca se esquecem

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Coisas que nunca se esquecem

Ele e a mulher tinham chegado do Canadá para passar uns dias de sol e praia e revisitar uns amigos da juventude. Quando digo ele, refiro-me ao meu amigo Bruno. Já ela é uma canadiana com quem ele se casou e sinceramente, quando a vi, ruiva, torneada, e com um corpo de sonho, perguntei-me onde é que ele tinha descoberto aquela mulher.
  

Conhecendo a nova fase do Bruno, provavelmente descobriu a mulher num bar de strip-tease ou outra coisa qualquer. Para mim não era difícil perceber que ela tinha tudo para ser e parecer uma puta de jet set, o cabelo, os seios, os saltos altos, as unhas bem tratadas, a pele brilhante, a boca carnuda, tudo nela estava estudado para transformar a utilização daquele corpo em dinheiro.

É daquelas mulheres que se encontram na fronteira do aceitável, do lado de cá é uma puta respeitada e invejável, cujo fruto do seu labor não sofre qualquer reprovação, do outro lado, uma puta desprezível que vende o corpo por dinheiro. Tudo uma questão de perceção social.

Por isso da Rebecca não se pode dizer que é uma mulher bonita, porque bonito é até um pão sem sal, não!!, ela é uma bomba sexual, tudo nela transpira desejo, libido, sexo, carne, só de vê-la e cheirá-la de perto fica um homem com tesão, daí que ser-se bonita nessa situação e com aquelas qualidades era o menos importante.

Nesta altura, eu ainda namorava a minha atual mulher, a Ângela, vindo a viver com ela uns meses mais tarde, e alguns anos depois a casar-me, só que quando eles chegaram ela encontrava-se algures no estrangeiro em trabalho.

De maneira que quando o Bruno e a Rebecca me convidaram para ir com eles até à praia aceitei normalmente com o desejo quase insano de ver aquela mulher vestida apenas com um pequeno bikini, adivinhando uma manhã de prazer sorrateiro por estar, se me fosse permitido pelo Bruno, a olhar para aquele corpo tão adorável.

Quando chegámos à praia, eu estranhei que eles tomassem o caminho para uma zona de rochas que sinceramente nada tinha a ver com praia – essa ficava muito mais para o lado – onde pararam no que parecia uma mesa ou uma base de pedra onde era possível estender várias toalhas e ao mesmo estarmos escondidos dos olhares alheios.

Tudo à nossa volta numa extensão de muitos metros eram só rochas e quanto a água do mar, para nos refrescarmos, tínhamos apenas uma pequena abertura na rocha que nos permitia com alguma dificuldade descer até ela e mergulhar de pé.

A Rebecca ia vestida com um vestido de praia curto quase transparente que fazia sobressair as belas mamas livres e uma tanga reduzida de maneira que quando cheguei à praia, estendi a toalha, e corri para a fenda de água para me refrescar e fazer baixar o tesão que já trazia por ela.

A viagem de carro até à praia de rochas, se podíamos chamar àquele local de praia, tinha sido um verdadeiro suplicio. Enquanto eu conduzia, e o Bruno ia ao meu lado a falar muito sobre o Canadá, a Rebecca viajava no banco traseiro e eu, preso nos gestos descontraídos dela, olhava pelo espelho retrovisor, mirando-lhe as pernas até ao centro escuro da tanga, a imaginar a boa foda que ela era.

Eu tinha-me descuidado, houve um momento em que ajustei o espelho, e eu vi que ela percebeu, ela soltou um sorriso que se encontrou no meu, e, não me engano, ela abriu as pernas e levantou o vestido, como que a dizer-me, “queres ver melhor?”, os meus olhos exaltados desciam à estrada e subiam ao espelho, não queria era ter um acidente.

Quando regressei do buraco de água, eu reparei que eles já tinham estendido as toalhas e, para minha incredulidade, naquele local, eles estavam ambos nus, numa espécie de nudismo selvagem e incógnito.

Os meus olhos cravaram-se na Rebecca, nas suas mamas tesas, nervosas e revigorantes, no sorriso alargado que me dava, e principalmente, nos pelos ruivos da vagina e nos lábios carnudos que eles cobriam.

O Bruno também estava nu, mas era um corpo que eu conhecia, nunca falávamos muito no assunto passado de alguns anos, nós tínhamos o nosso bareback jovem, de tempos em que acampávamos juntos e eu lhe comia o cu.

E depois nós continuamos bastante tempo, não como um namoro ou uma coisa gay, mas como uma rotina ou um ritual de sexo, no meu quarto e como amigos, ele despia-se para mim, depois dava-me o cu, e eu fodia com ele.

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Entretanto ele tinha ido para o Canadá para conhecer o país, mas certo é que gostara e por lá ficara a viver, até agora em que estava casado e com que mulher! Meu deus!!, engoli em seco de os ver, eu sentia-me estranho por estar vestido e decidi então despir-me também.

O problema é que quando baixei o calção, o meu pénis saltou para fora duro, a Rebecca olhou para o meu pau e começou-se a rir, ela devia entender que aquele efeito era por causa dela, de eu a olhar tão intensamente, mas eu estava confuso, tanto era o meu desejo de a foder, como comer o cu do Bruno.

Deixámo-nos estar por momentos a gozar o calor do sol, quando eu ouço o Bruno a sussurrar ao ouvido da Rebecca, “amor, chupa-me o caralho”, e logo a seguir ela virou-se para ele e começou a chupar-lhe o pau, de maneira que eu via o rabo dela, os lábios carnudos no meio das pernas, e alguns pelos fugidios, e eu comecei a acariciar o meu pau, a única coisa que me ocorria.

Eu pensava, “meu deus, o quanto ela era perfeita”, a maneira como chupava o pau do Bruno via-se que tinha escola, imaginei dezenas, centenas de paus, que ela já teria chupado, para atingir aquele nível de execução, a boca e os lábios como elásticos prendiam o pau do Bruno, a saliva escorregadia que deixava, no momento e quantidade certa, os pequenos ruídos, a língua, os beijos na cabecinha.

Eu sentia-me só, isolado e longe deles, um mero voyeur do que acontecia, eu acariciava o meu pau duro como pedra, quando o Bruno, numa voz natural e sem rodeios, diz, “Rebecca amor, salta para cima de mim”, e ela saltou, eu via-lhe as mamas soltas e a mão que agarrava o pau do Bruno a metê-lo na cona.

Enquanto ela ondeava e descia sobre o pénis do Bruno como se fosse uma máquina, ela estendeu uma mão para mim a acariciar-me o pau e eu senti aquela mão pequena de mulher, um fresco macio de almofadas de veludo, como se me pedisse, “espera que eu já te atendo”, o Bruno por baixo dela não tinha saída, quando o vi a estremecer e percebi que se estava a vir dentro dela.

O Bruno dizia, “ai Becca que foda tão boa, meu amor”, mas ela saiu de cima dele e pareceu virar-se para mim, ela voltou a agarrar no meu pau a estimular-me com uma leve punheta, quando se vira para o Bruno em inglês a dizer, “amor, importas-te que eu foda com o teu amigo?”, o Bruno olhou para mim, sem censura ou preocupação, “não amor, se queres tanto, fode com ele”, e ela agradeceu dando a ele um beijo na boca.

Ela logo a seguir olhou para mim como se eu fosse a sua missão, de me foder e de me deixar satisfeito, um olhar de pantera a atacar, ela disse para mim, “eu vou foder-te, vais sofrer comigo”, e riu-se quando ela se abaixou e começou a chupar-me o pénis.

Ela levantou com a mão os cabelos ruivos, para que eu e o Bruno pudéssemos ver bem o que estava a fazer, a boca dela engoliu o meu pau, o Bruno riu-se para mim a valorizar as qualidades da mulher, eu imaginava-o a dizer, “mulher como esta não arranjas tu, a chupar desta maneira”, eu estava doido com a Rebecca, eu não queria ejacular na boca dela, de maneira que eu a empurrava para se afastar do meu pau sobre aquecido.

Ela aproximou-se do meu ouvido e perguntou, “como é que gostas? Por trás, por cima?”, e eu respondi, “por trás”, ela então virou para mim o seu rabo iluminado, e meu deus!!, eu olhei para o Bruno, com umas ideias incompreendidas, ele e eu lembrámos que ele se punha naquela posição quando eu o fodia no cu com o meu pau, tantas vezes foram que as esquecemos, e eu então avancei para a frente e escorreguei o meu pénis para dentro da cona da Rebecca.

Quando eu a estava a bombear, pendurado nas costas dela e agarrado às suas nádegas, eu sentia o olhar do Bruno a ver como eu estava a atuar, a Rebecca gemia e dizia, “foda-se amor, o teu amigo tem um caralho tão duro”, eu entrava e saía a penetrá-la, apesar de puta sentia-lhe a vagina apertada, comecei a acelerar e a pensar que nos estivessem a ver, mas era mesmo só o Bruno que dizia, “foda-se!! que tu estás a partir a minha mulher”.

Por cima dos lábios da fenda, eu via o cu da Rebecca que desejava, e eu então falei para o Bruno, “sabes que gosto de cu, deixa-me comer o cu da tua mulher!”, mas o Bruno continuou, “eu deixava, mas ela não gosta de apanhar no cu”, eu partia a cona daquela puta a pensar no cu que tanto desejava, que não liguei ao que ele dizia, eu tirei o pau para fora e apontei ao cu da Rebecca.

Só que ela gritou, “não, no cu, não, não gosto de levar no cu, diz a ele amor”, o Bruno acenou para mim como se dissesse, “estás a ver, eu tinha dito”, então eu voltei à cona dela, acelerei o passo ainda mais, a Rebecca gritava, “foda-se amor, que bela foda, amor”, a partir daí eu já não aguentava mais, a Rebecca começou a mexer o rabo, “ai humm foda-se ai, caralho, estou a vir”, e eu soltei os meus esguichos quentes a encher-lhe a fenda da minha porra.

Mas as coisas pareciam não querer ficar por ali, e fomos então para a antiga casa dele, no caminho de volta, eu via que a Rebecca não trazia tanga, e eu conseguia ver a fenda molhada, ela dizia para o Bruno, “amor, o teu amigo quer foder mais, importas-te amor?”, eu ia a conduzir com o Bruno ao meu lado a rir, “não me importo amor, tu sabes, eu gosto de te ver foder”.

Arrisquei perguntar ao Bruno, “onde é que a descobriste?”, falávamos numa língua que ela não entendia, e ele respondeu, “ela era acompanhante e um dia eu conhecia-a em trabalho”, eu continuei, “em trabalho?”, ele respondeu, “quero dizer, eu contratei-a para foder, e ela ficou-me muito cara na altura”, eu voltei a perguntar, “e depois?”, ele respondeu, “e depois, ela quis parar de ser puta, e eu casei-me com ela”.

Da maneira que a Rebecca olhava para mim e para os outros homens eu tinha dúvidas que ela tivesse parado, foder muito, via-se, que para ela era fundamental, uma necessidade intensa que o corpo lhe pedia, por isso imaginei que ser puta era juntar o útil ao agradável, ela procurava homens para foder com ela e ainda recebia dinheiro por cima.

Em casa do Bruno todos tomámos banho e eu vi que ela se movimentava nua pela casa, de maneira que ela me puxou para o sofá a dizer, “vamos foder mais”, e quando o Bruno estava a chegar já a Rebecca me estava a chupar, ela dizia, “foda-se amor, o pau do teu amigo é tão bom”.

E a partir daí eu insistia com ela, “Becca, eu gostava de te comer o cu”, mas ela negava, “não querido, no cu não, não gosto”, e eu tentava convencê-la, “mas as mulheres gostam tanto de apanhar no cu?”, eu tanto insistiu que ela se riu e disse, “se queres cu, come o cu do Bruno”.

Quando ela disse aquilo, eu não sabia se ela estava a brincar, eu virei-me para o Bruno e quando o olhei lembrei-me do passado, “ela está a brincar?”, e o Bruno respondeu, “está, ela não sabe de nós, que me costumavas foder o cu, nem sabe que eu continuo a gostar, ela nunca viu”.

Eu perguntei ao Bruno, cheio de tesão de antecipação, “queres que pergunte a ela?”, ele respondeu, “o quê? Se ela se importa que tu me comas o cu?”, a Rebecca continuava a chupar-me o pau alheia à nossa conversa, “ou então não lhe perguntamos nada, ela é que disse para eu te comer o cu, e eu gostava de te comer o cu, gostavas?”, admiravelmente como dantes ele respondeu que sim.

Eu reparei que o Bruno estava indeciso, eu olhei para o corpo dele nu e via que o cu redondo e muito branco do passado ainda era o mesmo que tinha, ele chegou-se para a outra ponta do sofá, e eu disse ao ouvido da Rebecca, “vou comer o cu do teu marido”, ela olhou de olhos muito abertos, para puta parecia demasiado incrédula.

Enquanto eu tirava o pau da boca dela, ela olhou ainda mais para mim e disse, “a sério, queres comer o cu do Bruno?”, ela olhava para mim e para ele, em movimentos muito rápidos, o Bruno foi-se aproximando de mim, ele deitou-se no braço do sofá, eu tinha na minha mão o seu rabo oferecido, a Rebecca estava engasgada e não dizia nada, quando o meu pénis forçou o ânus do meu amigo, e a pouco e pouco foi entrando.

O Bruno soltou um suspiro rouco quando o meu pau estava todo dentro, e disse, ”foda-se!! come-me o cu, ai, hummm, ai, come-me o cu”, a Rebecca estava ali ao meu lado, a ver o meu pau a entrar e a sair, ao principio parecia estranha, mas a pouco e pouco ficou excitada, os dedos dela batiam loucos no clitóris, ela a ver-me penetrar o marido.

Eu fui batendo cada vez com mais força, os meus quadris enérgicos nas nádegas rijas dele, o meu pau saia e entrava naquele anel apertado, até que eu senti que estava no limite e comecei a ejacular dentro do cu do Bruno. 

Uns dias depois o Bruno ligou-me a dizer que já iam no avião a caminho do Canadá e que nunca se tinham sentido tão felizes.

Pornografia: paleolítico ao pornhub

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Pornografia: paleolítico ao pornhub
Ter um pouco mais de conhecimento nunca fez mal a ninguém, mesmo quando se trata de pornografia ou de grafia erótica exacerbada que é coisa com que quase toda a gente se entretém apesar de não o querer admitir.

Sejamos francos, que melhor entretenimento existe senão ver ou ler material erótico para manter excitadas as nossas glândulas, ou para aqueles que já não as têm ou utilizam, aprender a ter esse olhar particular do corpo num enquadramento erótico.

Eu por exemplo, adoro ver futebol, sempre foi uma grande paixão, não pelo futebol em si, mas pelo movimento viril dos corpos masculinos, e quando a ele assisto, coloco as lentes eróticas para ver os machos suados a correr atrás uns dos outros num bacanal desportivo.

E quando tudo começou? Perde-se na história o primeiro momento em que se descobre que o homem (quase de certeza também a mulher) necessita de representações gráficas de cenas de sexo para se excitar ou para aprender como se faz.

Pornografia é definida como a representação de imagens excitantes e sexualmente carregadas para evocar emoções e desejos sexuais.

O próprio conceito de pornografia é uma noção extremamente subjectiva. O que uma pessoa ou cultura considera sexual ou erótica, outras pessoas ou culturas podem ver algo muito mais inocente. 

Ao longo de diferentes períodos históricos, a pornografia manifestou-se de muitas formas diferentes para muitas pessoas diferentes e foi expressa por meios radicalmente diferentes. 

Desde os seios ampliados de pequenas estátuas de fertilidade até aos rápidos flashes de imagens que se pode ver num anúncio de um site pornográfico, o objetivo do material pornográfico sempre foi o mesmo: invocar sentimentos e sensações que vivem profundamente na nossa psique, fazendo ressoar instintos de procura de parceiros e procriação.

Caso contrário, a pornografia não tinha interesse nenhum.

1. Vénus de Willendorf

A Vénus de Willnedorf; Fonte Wikimedia Commons
Mas quem diria que uma mulher gorda com umas grandes mamas, umas coxas generosas e uma fenda, causassem tanta sensação há 28.000 anos!!

O mundo tecnológico maciço da pornografia digital que nos rodeia teve de começar em algum lugar, e acredita-se que a Vénus de Willendorf seja esse começo. 

A escultura de uma mulher voluptuosa de aproximadamente 28.000 anos de idade é a mais antiga representação erótica sobrevivente que temos. 

A Vénus é uma peça incrível de pornografia pré-histórica, com apenas cerca de 10 centímetros de altura, e essa figura provavelmente foi usada para ritos de fertilidade ou possivelmente como uma forma erótica de entretenimento para as pessoas da altura.

Será que todo o homem pré-histórico já tinha uma estatueta destas escondida na gaveta do armário para seu entretenimento pessoal mais solitário? Quem sabe?

Pensa-se que ritos de fertilidade e talvez até grandes orgias pré-históricas tenham ocorrido durante festivais de sexo, na época em que foram feitas as Vénus de Willendorf e obras de arte semelhantes. 

Acredita-se que essas estátuas tenham sido esmagadas por pessoas pré-históricas em festivais sexuais gigantescos como um meio de celebrar a sua sexualidade. Esses festivais também foram realizados, é claro, na esperança de ajudar a aumentar a fertilidade. 

Pelo que sabemos, é a partir dessas estátuas pré-históricas que a pornografia nasceu (e pelos vistos também os bacanais), e as pessoas cuidam para que o conceito de pornografia aconteça numa infinidade de variedades diferentes, tão intermináveis ​​quanto a própria e vasta imaginação humana. 

2. Os petroglifos de Kangjiashimenji


À primeira vista, a imagem acima parece ter sido retirada de uma obra de arte abstrata ou surrealista, semelhante a uma pintura ou desenho moderno, em vez do pedaço de pornografia sexualmente carregada que é. 

Existem dez figuras em pé com os braços posicionados de maneiras bastante incomuns, como se acenassem uma para a outra. Mas essas ondas são tudo menos comuns e, quando olhamos mais de perto, vemos que todas apontam para uma figura à esquerda. 

Quando olhamos ainda um pouco mais de perto, vemos que esta figura é um homem com um pénis ereto. A forma de ampulheta das outras figuras sugere o fato de serem mulheres, e o homem acena para as mulheres com as duas mãos, esperando que elas o entretenham sexualmente. 

Sim, pouco mudou na imaginação masculina em 4.000 anos.


Quando os petróglifos de Kangjiashimenji foram descobertos e relatados, eles foram aclamados como a “primeira pornografia do mundo”, por sites de todo o mundo, mas isso simplesmente não é verdade - esse título pertence à Vénus de Willendorf. 

Essas representações, das quais apenas algumas são mostradas aqui, datam de pelo menos 4.000 anos atrás no norte da China e foram descobertas na década de 1980.

São obras estranhas, misteriosas, incomuns, mas a mensagem sexual oculta pode ter sido facilmente reconhecida pela cultura que viveu durante o tempo da sua criação. 

A partir de agora, a grande idade desse proto-porno ganha o seu lugar na progressão linear da história da pornografia.

3. Sexo anal na Babilónia


Os babilónios sabiam bem o que queriam, acreditavam no amor livre e eram considerados os defensores do sexo livre do mundo antigo, tanto que o historiador grego Heródoto fala das suas práticas sexualmente promiscuas, desavergonhadas e desinibidas, de coisas como fazer sexo em público, no topo de um prédio. 

Heródoto descreveu de como os homens gostavam de ser urinados e, é claro, os mercados sexuais que eram conhecidos mundialmente na época, vistos com desdém e curiosidade. É seguro dizer que os babilónios até chocaram os gregos antigos sexuais e luxuriosos.

Felizmente para nós, na era moderna, eles também deixaram para trás um pouco de pornografia. Um desses fragmentos de uma escultura tem pelo menos 4.000 anos de idade, com uma mulher curvada, mas deslizando para trás na área genital de um homem que a agarra pelos cabelos e pelos quadris com as mãos. 

É uma placa feita de terracota que conseguiu sobreviver e pode ser encontrada hoje no Museu de Israel.

Quem se lembraria dessa desculpa, só mesmo os babilónios: sexo anal para controle da população e planeamento familiar.

Os babilónios reverenciavam o sexo e consideravam-no uma prática altamente religiosa, algo através do qual alcançavam uma comunicação com os seus deuses.

Tinham prostitutas do templo que faziam sexo para os vários deuses e deusas da sua religião, e eles desfrutavam especialmente de sexo anal em festivais onde quase nada estava fora dos limites e todos comemoravam com fogo e sexo sensual, sendo um exemplo, o Festival de Fogo da Babilónia .

Embora o pedaço de pornografia não mostre realmente penetração, os estudiosos acreditam que esta é a primeira representação conhecida de sexo anal, que se acredita ter sido uma das muitas formas de controle de natalidade da época. 

Na verdade, isso mostra o quão avançado o povo da Babilónia estava no seu tempo, enquanto muitas outras culturas na Terra ainda não haviam aprendido que a penetração vaginal é o que causa a gravidez.

Algumas culturas ainda precisam estabelecer a conexão de que o próprio sexo é o que causa a gravidez. Por isso os babilónios praticavam sexo anal regularmente, e que provavelmente é o que está a ser retratado na placa, tornando-a na primeira cena anal conhecida na história da pornografia. 

4. O domínio grego


Não limitados às suas impressionantes ideias e abstracções poderosas da natureza, com os seus talentos excepcionais em filosofia, poesia, arte e outras ciências humanas, os gregos antigos eram mundialmente famosos pela sua cerâmica. 

Os seus mestres criaram belas ilustrações de brincadeiras e de sexo. O número e a qualidade dos atos sexuais detalhados que eles nos deixaram são notáveis. 

Os gregos antigos não tinham medo de mostrar um pouco de pele e deixar aqueles que trocavam as suas panelas mundialmente famosas com o quanto amavam fazer sexo. Essa prática serviria como base para material erótico em todo o mundo ocidental desde então até agora de várias maneiras.

Aos menos os gregos não inventam desculpas: sexo anal homossexual como expressão estética

Os gregos antigos mantinham um comércio massivo com as culturas vizinhas e grande parte desse comércio era construída em torno da abundância de azeite. Para transportar o azeite, é claro, eles precisavam de vasos, e foi aí que os mestres artesãos entraram, criando algumas das cenas gregas mais sensuais de todos os tempos .

E assim como as ideias traçadas através da linhagem do material erótico sobrevivem até hoje, assim como as suas ideias de matemática e filosofia, o mesmo acontece com os seus trabalhos sobreviventes.

Daqueles que sobreviveram até hoje, a maioria retrata cenas atrevidas e impertinentes que não são nada tímidas por completamente pornográficas, desde sexo em grupo, sexo homossexual e posições que apenas os antigos gregos poderiam ter sonhado, como içar um parceiro sexual no ar como um semideus greco-romano.

As cenas são claramente gregas e têm aquele estilo inspirador de virtudes gregas que parecia permear tudo o que faziam, independentemente da época ou dos eventos históricos.

5. As muralhas de Pompeia


Os gregos acabariam por ser submetidos a um império maior e mais novo, que lembra muito bem a cultura grega - esse país era Latium, que estava sob o controle da sua capital Roma, que acabaria por conquistar a maior parte do mundo conhecido, tornando-se o que conhecemos hoje como Império Romano.

Mas seria uma cidade costeira ao sul de Roma, onde descobriríamos algo milagroso, a cidade de Pompeia extremamente bem preservada após a erupção do vulcão de 79 AC que encapsulou a cidade em cinzas vulcânicas e a envolveu em pedra. 

Pompeia era como Sodoma e Gomorra do Império Romano, onde havia casas de banho e sexo livre por toda parte, as paredes da maioria dos estabelecimentos comerciais pintadas com pornografia, com cenas que descreviam pessoas inclinadas e desfrutando de uma deliciosa sessão de sexo carnal. 

Quando se trata das primeiras representações detalhadas do sexo, imagens tridimensionais com percepção de profundidade representavam, em vez de obras de arte bidimensionais simbólicas e bidimensionais, Pompeia provavelmente foi o berço dessa arte. 

Eles são tão precisos que se pode ver mulheres montando homens e até distinguir os mamilos e pêlos pubianos, os fios individuais de cabelo foram pintados nas cabeças das figuras, os músculos foram sombreados e gravados nos corpos carnudos daqueles retratados. 

Essas obras milagrosas de maravilha sobreviveram não apenas a um vulcão que destruiu a cidade, mas permaneceram praticamente intactas milhares de anos para serem vistas hoje. Pénis são esculpidos nas paredes e nas ruas dos restos da cidade.

Na época, Pompeia era o paraíso dos amantes de pornografia, desfrutando de prostituição legal, mas também, infelizmente, de escravos sexuais. Pompeia era como a Las Vegas sexual do Império Romano e será para sempre lembrada como tal, encapsulada no tempo. 

6. Os Panelas Quentes da Cultura Moche


Centenas de anos depois e na metade do mundo, nas Américas, enquanto o Império Romano estava em declínio após sofrer uma série catastrófica de pragas, outra cultura entra em cena com um desejo aparentemente interminável de criar pornografia na forma de panelas de barro - o Moche do Peru.

Na verdade, sabemos muito pouco sobre o povo Moche, seu modo de vida e a sua língua e história foram perdidas no tempo. 

Isso torna especialmente curioso que a única coisa que sobrevive e sobrevive em massa é a pornografia . Muito parecido com os oleiros gregos de antigamente, os Moche também faziam potes esculturais retratando cenas picantes de todos os tipos de sexo em que hoje alguns deles consideramos bizarros. 

Há representações de sexo oral com um homem, cenas de sexo onde homens simplesmente se masturbam e, acima de tudo, muito sexo anal.

Na verdade, existe tanto sexo anal sobrevivente nos potes Moche que, durante muito tempo, os estudiosos nem pensaram que eles faziam potes representando o sexo vaginal. Alguns acreditam que isso ocorre porque os Moche ainda não haviam feito a conexão entre sexo vaginal e parto e, portanto, presumiram que todos os tipos de sexo poderiam induzir a gravidez.

A cultura Moche era predominante na América do Sul, de cerca de 1 AC a 800 AC , e o período de 800 anos de uma cultura que nos deixou muitos vasos cobertos de sexo.

7. Literatura erótica no início da França moderna


Ao contrário da crença popular, na Idade Média e no início da era moderna da Europa, a pornografia não existia apenas, mas estava muito além de uma linha sensual na obra de Shakespeare. 

Isso estava completo com imagens e literatura que proporcionavam satisfação puramente sexual aos seus consumidores. 

Na Idade Média, especialmente na Alemanha e em Portugal, a Igreja teve um domínio sobre o sexo por muito tempo, mas monges, freiras e outras pessoas religiosas consumiam regularmente materiais considerados pornográficos. 

Correspondendo ao domínio quase incontestado da Igreja na Idade Média da Europa, a pornografia tornou-se cada vez mais sombria e até sádica. 

Esta é a base da muito popular obra francesa do século XVIII, escrita pelo Marquês de Sade, 120 dias após Sodoma, que eram os 50 tons de cinza da Idade Média, se ao menos emendássemos algumas partes dele com a história de vida de R. Kelly, segundo os seus acusadores. 

Uma forte objetivação e até abuso de mulheres estavam presentes nos trabalhos de Marquês e, como se viu, o BDSM seria um grande sucesso no Medieval Times.

O Marquês era muito mais do que apenas um escritor sonhando com fantasias, ele era um praticante ativo dos crimes sexuais muitas vezes horríveis que defendia, e isso tornou-se estranhamente popular, com o seu prazer de abuso, depravação e sadismo, práticas sexuais que ele realmente viveu, e não apenas escreveu.

Ele também discutiu hábitos sexuais extremamente controversos para o dia, como a homossexualidade entre homens, mulheres sodomizantes, bem como sufocar e açoitar os seus servos sexuais, as coisas que ele realmente fazia.

A França no século 18 não foi muito gentil com o marquês. e os seus caminhos desviantes. Ele teria acusações de assédio sexual contra ele e acabaria colocado num sanatório onde ficou até morrer .

120 Dias de Sodoma pode muito bem ter sido um protesto ao seu cativeiro, tendo sido escrito durante o seu encarceramento, e a história conta que quatro membros da classe nobre francesa praticavam sexo selvagem, brutal e desinibido, além de orgias diretas, às vezes incluindo escravidão sexual, algo que desafiava até as sensibilidades mais liberais do dia, e que obviamente ainda se faz no mundo de hoje.

No entanto, ainda resta: 120 Dias de Sodoma é um elemento primordial da literatura pornográfica, algo que até as mentes sexualmente livres de hoje teriam uma dificuldade extrema em aplicar e muito mais dificuldade em popularizar, algo que se torna mais distorcido quando consideramos que o Marquês não escreveu inteiramente obras de ficção. 

8. O início da pornografia cinematográfica


A Revolução Industrial nos Estados Unidos iria inaugurar uma nova era de material pornográfico, com a era do filme. 

Certamente, todos os itens mencionados até agora eram sexualmente carregados e pornográficos, projectados especificamente para os consumidores que os viam despertarem e se divertirem, mas quando dizemos a palavra 'pornografia' hoje, a maioria de nós não a liga a uma placa de 4.000 anos da antiga Babilónia.

Alguns dos primeiros filmes que datam da década de 1880 eram de natureza pornográfica e uma das primeiras coisas que alguém gravou num filme que sobreviveu foram pessoas nuas fazendo coisas comuns, sem dúvida atrevidas para a época. 

Um filme sobrevive em parte a partir de 1880 e mostra uma mulher subindo e descendo os degraus completamente nua, depois voltando a andar como se estivesse numa passerele. 

Mas isso ainda levaria mais 40 anos antes da década de 1920, quando as pessoas finalmente começaram a usar filmes para gravar coisas que levariam muitas pessoas a corar hoje, sexo a três, orgias e pornografia lésbica. 

A receita parece bastante simples: as pessoas tinham corpos, as pessoas tinham câmaras e as pessoas faziam sexo, então não é surpresa que todos esses elementos tenham-se unido para fazer o filme pornográfico.

Muito disso foi feito de forma clandestina, no entanto, vídeos curtos para o gozo das pessoas e, talvez, para adicionar uma pitada de novidade à sua vida sexual, enquanto eles faziam sexo enquanto assistiam a si mesmos fazendo sexo, algo que seria extremamente atraente durante o dia. 

9. Os anos 70 e o Big Bang


A partir da década de 1920, o mundo entra numa outra grande guerra, e o material pornográfico cairia pelo caminho e permaneceria adormecido por muitas décadas até a década de 1960 começar a ressurgir na popularidade da pornografia. 

Até então, as provocações suaves de actrizes de cinema famosas que apareciam na tela com pouca roupa eram as melhores que se poderia esperar.

Mas a década de 1960 trouxe consigo a revolução sexual e, com isso, as pessoas começaram a fazer pornografia novamente. Isso promoveu uma erupção maciça no mundo da pornografia nas décadas de 1970 e 1980, que apenas viu a prática de produzir pornografia ganhar força e, graças aos avanços tecnológicos, um público mais amplo. 

Em 1971, foi realizado o primeiro filme porno gay, intitulado Boys in the Sand, com Casey Donovan, gerando impacto nos direitos LGBTQ que não podia ser subestimado. 

Pode ver aqui o trailer de Boys in the Sand

Até então, as atividades homossexuais ainda eram extremamente desaprovadas, e então vem esse filme que apresentava cenas homossexuais e foi projetado para um público homossexual ou bissexual ... e, assim, a pornografia homossexual nasceu na tela grande.

Os anos 70 foram o Big Bang da pornografia e trouxeram à tona uma prática que antes era muito escondida para os consumidores comuns. 

Tanto a homossexualidade quanto a pornografia haviam sido amplamente marginalizadas no mundo ocidental desde o declínio do Império Romano e da Idade Média cristã, e agora estava de volta com uma vingança, completa com estrelas crescidas como Ron Jeremy, filme colorido capaz de retratar o rubor avermelhado do rosto dos atores e atrizes que acabaram de ter um novo orgasmo, e Debbie Does Dallas era um filme novinho em folha. 

A novidade tornou-se o nome do jogo e os filmes pornográficos tentaram superar-se uns aos outros para ver quem poderia encontrar a estrela com o maior membro.

Mais importante ainda, a década de 1970 transmitiu a mensagem de que ser gay estava aqui para ficar, e mesmo que não fosse amplamente vista no início, ela mexeu com a pornografia exclusivamente heterossexual para abrir caminho para a comunidade LGBTQ com o seu próprio filme completo.

10. Pornografia na Internet: Prazer digital - ou decadência absoluta?


Desde o surgimento do material pornográfico, o mundo mudou, as culturas viveram e morreram, os impérios aumentaram e diminuíram, mas, no final, o desejo humano de comunicar arte sexualmente carregada permaneceu. 

Após o big bang, mais estrelas chegariam à cena, de John Holmes a Nina Hartley, e o pornôo começaria a transformar os hábitos sexuais das pessoas. 

Isso fez com que a pornografia tivesse uma influência impactante no mundo real, especialmente nas décadas de 1980 e 1990, e o que antes era considerado uma prática sexual nova ou incomum começou a se tornar o item básico nas dietas diárias dos praticantes de sexo. 

As coisas ficaram um pouco mais estranhas, inicialmente se fundindo ocasionalmente com a cena sexual normal, mas depois as tendências consumistas impulsionadas pela receita de vendas assumiram o controle, e a produção porno se tornou uma corrida para encontrar a “maior” estrela e fazer com que os atores e atrizes retratassem as cenas de sexo mais extremas. 

O sexo anal não era mais um desvio, tornou-se o prato principal para muitos, e a dupla penetração acabou se tornando um item básico quando o sexo anal não foi suficiente para saciar a demanda do mercado por novidades.

… E foi aí que o grande avanço veio com o advento da tecnologia digital, que provocou a ascensão expansiva da Internet, e o mundo da pornografia seria mudado para sempre. 

À medida que ficava cada vez mais fácil para alguém fazer porno, com as câmaras se tornando itens domésticos e conexões discadas facilitando o compartilhamento de arquivos, a pornografia ficou digital com fúria e as salas de bate-papo na Internet tornaram-se férteis criadouros para trocas de fotos. 

Isso seria limitado pela velocidade das conexões, por um tempo e por muitos anos, um breve videoclipe ou GIF animado era tudo o que as pessoas podiam enviar umas às outras sem tornar o tempo de download uma coisa de pesadelo. 

Então veio o boom dos vídeos dos anos 2000, quando o acesso discado foi dispensado para conexões de banda larga, DSL e outras tecnologias que promoveram uma nova era da pornografia. 

Mas, como sempre, o tremendo crescimento da indústria porno que foi revolucionada, comercializada, industrializada e mecanizada logo começou a ter um custo social sem precedentes, pois os consumidores logo começaram a ter problemas biológicos muito reais decorrentes do consumo de pornografia. 

Gerações inteiras se acostumaram à gratificação instantânea e uma injeção de dopamina no cérebro, tudo com apenas alguns cliques de um botão, e como ratos que foram engaiolados com uma alavanca auto-operacional que dispensa cocaína para um experimento científico, também eram humanos viciando e se afastando, sem saber do dano potencial que viria. 

A pornografia combinada com a tecnologia removeu os elementos imaginativos encontrados nos meios antigos e, em breve, a decadência digital era muito fácil, muito passiva, e muito real - e alguns usuários começaram a experimentar complicações sexuais, físicas e emocionais extremas. 

Os viciados em pornografia desenvolvem-se frequentemente problemas com disfunção eréctil, já que a realidade do sexo real não combina com a pornografia disponível gratuitamente on-line. Foi então que as pessoas começaram a ver um aumento na ansiedade, depressão e outras doenças relacionadas à pornografia.

Observou-se, usando os exames de ressonância magnética da ciência moderna , que os nossos cérebros humanos reagem de maneira diferente quando assistimos pornografia com frequência , indicando que nossos cérebros foram literalmente treinados como o cão de Pavlov para funcionar de maneira diferente ... e, assim, nasceu o vício em pornografia .

Mas, se a pornografia é tão prejudicial, por que ela existe há pelo menos 30.000 anos e não causou problemas a ninguém até hoje? 

Que bom que perguntou. Acredito que a resposta esteja no meio, e assim como a comida também existe desde os primórdios da humanidade, mas os açúcares altamente compostos não têm, o meio de entrega e composição do porno faz toda a diferença no mundo. 

A diferença entre a pornografia exibida nos sites e as panelas de barro do Moche está na disponibilidade, na velocidade e na rapidez com que pode ser consumida, bem como na falta de imaginação necessária para consumi-la. 

A pornografia agora tornou-se um produto potencialmente perigoso, porque, diferentemente da pornografia antiga, a pornografia agora é na verdade uma atividade sexual totalmente desprovida de imaginação.

Assim como a televisão é para as obras de Chaucer, o mesmo acontece com o porno digital para os seus predecessores, porque o porno em formato de vídeo requer o uso mínimo das partes do raciocínio do cérebro e da imaginação. 

A pornografia digital mostra uma quantidade desumana de corpos nus diante de nossos olhos por minuto, sobrecarregando o cérebro com coisas que lembram seres humanos e oportunidades de acasalamento humano, que podem apresentar alguns desafios particulares a um cérebro que não estava totalmente pronto para o mundo digital.