Outubro 2019 - Biografias Eróticas

O rabo da professora

21:03 0
O rabo da professora
Não estou percebendo meu filho, sempre foi tão aplicado, mas este ano as notas caíram a pique, não sei o que estão fazendo na escola, eu pergunto pra ele, "como é rapaz não te estou reconhecendo? você era tão bom a matemática", a escola era a mesma, nada mudara desde então, o menino só dizia que tinha uma nova professora, eu chingando ele, "mas garoto, isso não é razão", ele sabia da matéria, mas não lhe via evolução.

Fui lá na escola, para tirar satisfação, falei com a directora, "mas Sra. que está acontecendo?", meu rapaz era um génio, percebia desse negócio, sempre muito entusiasmado, fazendo contas e estudando, mas agora passava a vida, indo pra casa de banho, será que ele estava crescendo? batendo punheta de mais, virando burro não pode não, tinha de ser outra a razão.

Encontrei outros pais, sofrendo do mesmo mal, os meninos não ligavam mais, na matemática quero dizer, mas que era estranho era, os meninos não faltavam, sempre atentos me falavam, apertei meu filho "tens de me dizer, o que está acontecendo?", arranquei a verdade dele à força, quando me anunciou sumido, "é do rabo da professora".

"Rabo de professora? mas que negócio é esse menino?", me dizia que desconcentrava, não dava para estar atento não, que se fodesse a matemática, rapaziada se perdia fascinada, quando a professora se mexia, não podia ser pensava, tinha de ver isso mesmo, com meus olhos no local, fui pedindo à directora, "me dá autorização senhora, para ver se meu filho se comporta", e fui lá assistir à aula.

Caraca!!, quando vi o negócio percebi tudo, os meninos grudados no rabo da professora, mamãe mas que maravilha!!, perguntei logo pra meu filho, "menino também quero estudar", pensei falar com a diretora, se havia aula nocturna, agora sim me interessava, esse negócio de vir à escola, aprender aprender não quero nada, só quero mirar o rabo da professora.

Vi a professora na função, apagando o quadro da escola, olhei assim prós meninos, eles se riram marotos, mexendo assim em baixo, entre as pernas afagando, o bicho teso do que viam, não ligavam á matemática, compreendia meu filho, de tantas punhetas que batia, assim não dá não, para aprender a lição.

Meu vizinho velho aproveita a vida

17:48 0
Meu vizinho velho aproveita a vida
Bum, Bum, ai, Bum, humm, ai, aihm, bum, bum, estava esticado no sofá, no canal do desporto, a ver uma merda qualquer, era Sábado e ensornava, ouviam-se batidas em força, começou o meu marido, "eh pá, oh Francisca, que porra é esta!!, que barulho é este", "são os vizinhos, os novos", "temos vizinhos novos?", "chegaram ontem, aqui ao nosso lado", disse-lhe.

"Vizinhos novos e já a fazer este barulho? que merda é esta, que barulho é este?", era o meu marido irritado, mas do que se ouvia era claro, "estão a foder, Manel", "a foder, e partem a casa toda?", contei-lhe que ontem tinha sido assim, arrumaram os móveis e as roupas que traziam, a tarde toda a arrastar, e quando pensava, "já acabou, vou descansar", começaram nisto, a foder, era a cama a chiar, a quarentona loura a gemer, o homem que não é novo, a berrar, foda-se!! que só pararam, estava o Manel a chegar.

"Foda-se!! deve ser da casa nova?", era o meu marido a rezar, que fosse agora de passagem, logo logo se cansavam, a vida voltava ao dia a dia, pensava eu pra mim, "pra loura gemer assim, ai Francisca, o velho é terrível", e era o Manel a insistir, "achas que estão mesmo a foder?", eu ria-me dele e dizia, "se não estão fingem bem", até passado algum tempo, tudo por ali sossegou, ouvimos a porta a bater, o Manel correu pra porta, a espreitar no óculo curioso, como eles eram ao sair.

"Então, o gajo é um velho? e anda com a loura boa?", o Manel só falava, foder foder, não fodia nada, vinha estourado do trabalho, caía no sofá e dormia, assim era a vida dele, trabalhar trabalhar e descansar, e eu, com meses de fome de foder, um desespero nos meus pensamentos, não tinha tempo pra nada, só pra pensar em caralho, quando o Manel se ia embora, eu doida acariciava-me, e vinha-me toda na cama.

E era agora aquilo, se continuassem a foder, daquela maneira tão sonora, o velho a comê-la, a loura a  gritar, tanta fartura que ali havia, e eu à mingua de foder, a minha cona sofria húmida, de com caralho querer levar, era no café e na rua, olhava os homens despercebida, para os volumes grossos a imaginar, eles lá em casa a comer-me, cada vez maior o sofrimento, sendo eu católica de respeito, fazia-me isto tanta inveja, porque é que isto me havia de acontecer.

Quando chegou à noite, dei o jantar ao Manel, ia começar a dar uma garfada, a ver televisão desportiva, quando a loura platinada, começou logo a gemer, ouvia-se a cama a arrastar, "bum bum", nas paredes dela bater, o Manuel ficou passado, foda-se!! caralho!! que merda é esta!!!, gritava para mim, "não me vais dizer que o cabrão do velho está outra vez a foder", nem sei porque tinha dúvidas, ouvíamos bem a loura, "aihm aihm dá-me no cu amor dá-me no cu", quando mais ela pedia, mais nas paredes batiam, e mais a casa abanava.

"Eh pá, Francisca, tens de falar com esta gente!!, senão não temos sossego", já os tinha visto por estes dias, ela saía cedo e ele ficava em casa, a pele dela bem brilhante, via-lhe satisfação na cara, pensei cá para mim, "deixa a loura sair e vais falar com o velho", nem sabia o que pensar, como iria conversar, sei lá dizer-lhe, "ó senhor desculpe!! mas não pode foder?", até que era bem parecido, para homem mais velho como faria?, só podia ser do viagra, que tanto o fazia aguentar, como podia foder ele assim?.

Encontrei-o na escada, bem à porta do elevador, senti assim uma liberdade, cá bem dentro de mim, tinha os mamilos tesos, o clitóris todo molhado, ao falar e dizer-lhe, "ai são novos cá no prédio?", abanou a cabeça que sim, "ai fazem tanto barulho?", ele riu-se da minha cara, numa voz grossa o ouvi, "sabe já não sou novo, tenho de aproveitar".

Viu a minha surpresa, quando continuou assim, "ouça, a Manuela foi trabalhar, quer entrar cá em casa?, podemos falar, talvez pôr-se à vontade", senti um arrepio na espinha, cabrão do velho sem vergonha, olhava-me pras mamas e pro corpo, a medir-me de alto a baixo, estava-me a convidar para foder, eu só pensava no Manel, tanta fome eu tinha, decidi arriscar, entrei na casa do vizinho, pro convencer a não foder.

Levou-me até à sala, a mostrar-me a casa toda, depois até ao quarto, senti no ar um cheiro a sexo, café fresco acabado de fazer, ele vinha atrás de mim, sentia-lhe os olhos no meu rabo, quando o ouço dizer, "você é muito bonita, é mais nova que a minha mulher, tem ar de trintona?", virei a cara a sorrir, não sei como foi, mas também o mirei, olhei para baixo envergonhada, tinha o pau grosso entesado.

Levou-me de volta à sala, sentámo-nos um pouco, "quer beber alguma coisa? para aliviar a tensão?", respondi-lhe que não, àquela hora não dava, depois foi atrevido comigo, pôs-me a mão no joelho, devia esperar uma reacção, mas porra!! que não disse nada, correu-me uma onda no corpo, que tremi de cima até baixo, a respiração acelerou-me, mexeu-me com os dedos, pela perna saltitando, subiu-me o vestido até acima, apalpou-me a cona por dentro.
Imagem de Igor Link por Pixabay
Ia metendo a mão, dedos nervosos nos meus lábios, no clitóris me tocavam, tirou para fora o caralho, um pau teso enrijado, ouço-o ele a perguntar, "o que é que a vizinha gosta mais?", "eu gosto mais como?", diz-me ele "ora, quando fode com o seu marido", e depois continuou, "a minha mulher adora levar no cu, e você gosta? eu gosto de ir ao cu", não sabia o que responder, já me tinha esquecido do que era foder.

"Não sei, se calhar gosto, o Manel não, mas eu já sonhei com isso", respondeu-me ele, "a vizinha deixa-me ir-lhe ao cu?, adorava enrabá-la, é tão bonita, vejo que tem um rabo tão bom", estava doida com ele, que velho mais maluco este, via-o a afiar o caralho, a brincar comigo com os olhos, "vá lá, quer mamar nele um bocadinho?", eu estava hipnotizada, aquele pau grosso me atraía, "tira as cuecas, deixa-me lamber-te essa cona", ele não parava, já só de o ouvir me vinha, deixei escorregar a calcinha, e abri-me toda para ele.

Ele mergulhou na minha cona, "aihm foda-se!!", soltou-se-me um gemido, quando aquela língua atrevida, me começou a lamber, deixei-me ir esquecida, de olhos fechados a sentir, os meus papos ardiam a ferver, de tanto tesão que tinha, enrolava as pernas para dentro, a apertar-lhe a cabeça em mim, "aihmm foda-se!! que é tão bom!!", como me vou explicar, nem sei o que estou a fazer, ele chupava-me toda por dentro, meus lábios e meu clitóris, meu ânus que se apertava, "humm, aihm! devo estar maluca, dou-lhe o meu cu todo se quiser".

Não era eu que falava assim, mas possuída por um demónio, pôs-me o caralho na boca, que eu mamava com querer, caralho tão bom como aquele, não sei quando voltava a ter, "aihm Francisca, vais pró inferno, o que estás a fazer?", do meu sofrimento deus sabia, nesta terra não só se reza, mas se me deu uma cona, com certeza me perdoaria.

"Anda, vai, dá-me essa cona, estás toda molhada", enterrou-me o pau grosso, como se fodesse uma égua, entrou-me por trás danado, a abrir-me a cona toda, falava alto em movimento, "esta cona está pouco usada, o teu marido tem feito folga, mas deixa estar vou-ta partir toda", "aihm caralho!! me parte a cona vai, meu marido anda cansado! aihm aihm", sentia-o a martelar, agarrado ao meu rabo, penetrava-me como macaco, a cama abanava toda, "bum bum" contra a parede a bater, ria-me de estar a ser comida, a pensar, "o Manel deve estar a chegar".

"Dá-me esse cu, vou-te abrir todo", soltei um grito de dor, "Hai, aihm, que dói", dele me enterrar aquele caralho, "aih, aii, aihmm, foda-se!! que dói", já passa dizia ele, quando me entrava a pouco e pouco, cada vez metia mais dentro, quando o senti todo no cu, suava ele de estourado, de coxas encrespadas coladas às minhas, batia-me nas nádegas com força, a penetrar-me toda no cu.

Pareciam-me pessoas lá fora, portas a bater junto ao corredor, "aihm foda-se!! é o Manel a entrar, chaves que rodavam na fechadura, já é hora dele chegar, alguém bateu na parede por fora, do lado de lá da minha casa, era o Manel a gritar, "isto agora é todos os dias? porra!! caralho!! velho do caralho não pára de foder!! quero ver o jogo, e este cabrão é só foder", já não aguentava mais, um dique soltou-me em mim, "aihmm que me vou vir toda", comecei a gemer, um espasmo quente me incandesceu, estava molhada a escorrer, o meu velho vizinho a espremer-se.

Só regressei a casa depois de algum tempo, não consigo contar o que o Manel meu marido me disse, coro de vergonha, talvez um dia ...

Ternura em tempo de guerra

22:39 0
Ternura em tempo de guerra
Não tinha acontecido de repente. Era uma coisa que apareceu lentamente, foi acelerando, força daqui, força dali, a dar-lhe impulsão, até ao desastre final. Nem se sabe onde começou, começou e pronto, espalhou-se rapidamente, correntes que depois se conjugaram, todas no mesmo sentido, uma maré destruidora, que apanhou todos desprevenidos, e quando digo todos, eu contador desta história, digo os humanos.

Foi um vírus estranho por ser só psicológico, não atingira a saúde dos corpos, mas as mentes e com elas os sonhos de existência comum, os vínculos quebraram-se, viamo-los nos animais, nas formigas, que se sentem todas a si próprias e ás outras, nas abelhas, nos animais inferiores.

E nós que adivinhávamos que os tínhamos, não que os víssemos, mas como crença, como ideia, como sensação física, de que existiam mesmo, e de que um dia, talvez daqui a mil anos, a ciência os confirmasse, como algo palpável, material, o de que todos os seres humanos estão unidos num só laço.

Mas essa maré levou tudo, e com ela esse fluido, feito de argamassa que une, que solidifica a existência, que obriga quem vive, e de repente, eram todos cada um por si, uma selva, uma guerra, uma existência solitária, tudo ia caindo à nossa volta, a fome, a doença, a desesperança, o medo dos outros, num inverno frio, tudo ia ruindo, e a ciência, daqui a mil anos, já nada descobriria, porque o que havia, morreu.

E até Deus fugiu!!!

Foi nesta era apocalíptica que a conheci. A minha fêmea Núbia. Não esperava nada, nem queria ou desejava nada, como todos os outros, sem vínculo, aguarda-se o tempo, entre nascer e morrer, que ele passasse depressa, vive-se para sobreviver. Encontrei-a num canto escondida, um canto da minha horta, protegida dos homens, nem tanto dos animais, alimentos que produzia, só mesmo para mim, e tive medo dela, como ela de mim, tínhamos medo de todos.
De Giancarlo Mecarelli
Não a afugentei, na realidade nervosa dos dias, era uma coisa singular, atravessara paredes, silvas e redes farpadas, ferida em sangue ali estava, à procura de alimento, umas feições negras tão lindas, o corpo perfeito de gazela, os olhos grandes verdes, num segundo sonhei tê-la, estranho que os vínculos tinham morrido, deixei-a comer, alimentar-se sofregamente, tinha pouco mas lho dava, como um animal ferido assustada.

Lembrei-me dos tempos em que ainda havia vínculos. Sendo branco, daqueles brancos brancos nórdicos, talvez a outros parecesse estranho, mas sempre gostei de mulheres negras, naquele mundo pareciam-me reais, pelo menos as que idealizava, pigmentos de ébano cobria-lhes o corpo, um manto apatinado de nogueira, chama de verdade que vinha de dentro, que fazia luzir aqueles olhos, algo de síntese de um passado antigo.

A minha Núbia era a minha descoberta, a maré a tinha trazido e deixado ali, ali comigo, deixei-a ficar, ela num canto, eu no noutro, fui trabalhando sozinho na minha terra, dava-lhe o que tinha e o que conseguia, todos os dias saía em busca de mais coisas, e do medo que tinha dos outros, no regresso, passei a esquecê-lo, e a ter o de não a encontrar mais.

Havia silêncio entre nós, apenas os olhos à descoberta, os gestos e movimentos, nem sei bem se falávamos a mesma língua, sentia que me enternecia, uma violência dos sentidos essa, afinal também o vírus me apanhara, a minha Núbia se instalava, terra árida da minha alma, já aqui nada florescia, só os meus devaneios voavam, como bater de asas em fugida, pensava, amor verdadeiro só em tempo de guerra.

Era tarde, cansado lavei o meu corpo, via lavar o corpo dela, a um sol fusco que se recolhia, os seios redondos, o ventre, as coxas, os pelos da púbis, pensei, se há deusas, escolheriam aqui o seu modelo, deitei-me no meu canto, onde repousava desde que a tinha comigo, isolado, longe, medo de tudo, menos dela, do inesperado, do imprevisível, quando sinto um restolhar no escuro, um manto brilhante de calor e de carne a cobrir-me.

O corpo dela quente colou-se ao meu, aguardámos em silêncio, senti os pelos da cona dela a roçarem-me no caralho, movimentos lentos, lábios húmidos que me tocavam, senti-me teso em baixo, a crescer para dentro dela, a minha Núbia enterrou-se em mim, dois seres ligados pelos sexos, parou, deixou-se estar, rodeou-me os ombros num longo abraço, enroscou os pés dela nos meus, sussurrou-me ao ouvido, "deixa-nos estar assim", unidos num só, colou a boca dela na minha, duas linguas procuraram-se e enroscaram-se, ficámos a ouvir o som intemporal do tempo, e o ruído do terror e do medo lá fora.

Fórmula da vagabunda (Slut Formula)

14:20 0
Fórmula da vagabunda (Slut Formula)
Aqui temos mais um caso para a rubrica de supositório!! Não é possível acreditar que ainda haja tanta ignorância neste mundo. Tanta gente irritada com tanta coisa óbvia. Uns génios concluíram após muito estudo feito, muitos casos analisados, que para uma virgem se tornar primeiro vagabunda e depois super-vagabunda tem de foder muito. Olha que ciência!!

E veja-se bem, consumiram tantos recursos, tanta energia, tantas vagabundas ouvidas, para chegarem a uma fórmula matemática. E está aí: V (de vagabunda)=Número x F (de fodas).

É bem simples de compreender, quanto mais fodas a virgem der mais possibilidades tem de virar vagabunda de topo, e se der muitas mesmo, pode receber o título máximo, a medalha, de super-vagabunda, o que toda a mulher com algum juízo, deseja mesmo.

Para desmascarar tão pouca ciência, o biografias eróticas foi obrigado a pôr os seus génios do supositório a trabalhar nisto, para esclarecer o cidadão comum, e salvar a imagem das verdadeiras vagabundas. Porque pode haver aqui alguns enganos e nossa função é fazer luz onde ela falta e muito.


Para isso fomos falar até com D. Gina, nossa especialista em vagabundas. D. Gina tem muitos anos de reflexão no assunto, recebeu o título de super-vagabunda quando se casou com o marido, diz ela, não há homem mais feliz no mundo, ao menos sabe quem sou, não falho, e que tem o que conta.

Disse-nos D. Gina. Olha que porra!!! Não é vagabunda quem quer!! Que caralho, o que há aí mais é virgem que fode como ó caralho, e continua, essas são vagabundas? Não, não pode ser, caralho, vagabunda a sério tem que ter provado muita coisa, muito metro de caralho, muitas posições, muito pessoal, muita raça e condição, ter estórias para contar.
Exalta-se D. Gina, vida de vagabunda, para ter mesmo o título, exige sacrifício, ter mamado muito caralho, conta-nos, um dia estava com um namorado, apanhando sol na esplanada, bebendo uns drinks e caipirinhas, apareceu um negão assim bem alto, começou olhando nele abrindo pernas, namorado não viu mas o negão ria, levantou-se e foi no banheiro, negão foi andando atrás dela, e o que fez? mamou nele, claro!!

E foi só, D. Gina?, perguntámos a ela, não, claro!! baixei a calcinha ele pedindo, me encostei na parede bem colada, senti um frio na espinha, ele alçou meu rabo puxando, me abriu bem a cona toda, o negão me enterrou o pau grosso, e me fodeu ali mesmo, depois voltei pra meu namorado, ele estava à espera perguntando, me disse, "tanto tempo, Gina", isso sim, vocês estão vendo, é que é ser vagabunda.

Vagabunda como deve ser não tem de foder muito, tem de fazer coisa certa no momento certo, D. Gina não era uma qualquer, sabia bem do que falava, muita experiência para contar, perguntámos-lhe "e seu marido? você continua assim vagabunda?", o que nos disse depois deixou-nos estarrecidos, era essa a verdade importante, o caminho tinha sido escolhido, e nessa viagem chegara ao destino.

Disse-nos ela, agora é que chegaram ao ponto, vagabunda a sério dá a volta, já viveu tudo e se conhece, dela própria e de suas fraquezas, de seus desejos mais profundos, um domínio forte e adquirido, que só vagabunda consegue, ser ou não vagabunda quando quer, vejam por aí essas meninas, suspirando por caralho, se é grande grosso e comprido, muitas coisas que nunca viram.

Diz-nos D. Gina com orgulho, apanhei no cu muitas vezes, fiz tripla penetração todo o dia, mamar e bater punheta em sete homens, sete!? foda-se!! pensámos nós, namorados ao mesmo tempo, anos inteiros a comer e dormir sem pagar, levei na cona em todo o sitio, vos digo rapazes, só vagabunda é mesmo mulher.

Ficámos esclarecidos, finalmente percebíamos, os tais génios não sabiam nada, a matemática deles não contava, a melhor mulher é vagabunda, sabe do que sente, e sabe do que fala, tanto importa que foda ou não foda, foi vivendo a vida e com escolha, e no momento certo, ama como quer.

Faz de corno que motiva!!

14:41 4
Faz de corno que motiva!!
Ha ha, lá vai Patrício, está saindo para ir ter com a minha mulher. Que cara mais idiota!! Estou aqui com os meus camaradas, tomando chope, vendo o Mengão e o Palmeiras, comendo amendoim torrado, uns quitutes bem preparados,  e esse cara perdendo isso, só pra ir foder minha mulher.

Dinara me andava zurzindo, "como é Mané, não fode mais não?, vou arranjar outro fica sabendo", e eu ficava dizendo "Dinara minha filha, se enxerga vai, você tá muito gorda, muitas peles caídas, olha  pras suas mamas, e aí a celulite, e sua bunda, menina, tão grande, me assusta", ela ficava na dela, procurando saída, eu não tinha razão, e se não a queria, provaria ela disse-me, que outro a comeria.

E foi assim que aconteceu, um dia se virou pra mim, "é assim menino, você não fode, está me esnobando, há aí rapaziada pedindo, como é Mané? se cuida, rapaz", posso dizer, fiquei surpreendido, não com Dinara que eu sabia, antes de casar comigo, o bairro inteiro a fodia, mas rapaz, essa mulher era uma rainha, boa comida e boa casa, fazia muqueca uma maravilha!!, e eu de cona estava farto.

Mas não estava convencido, que perguntei para ela, "me diz, anda mesmo rapaziada aí te procurando?", me respondeu tranquila, "anda pois, sabe Patrício anda me rondando rapaz, mostrei um pouco de mamas pra ele, alcei meu rabo empinado, um pouco de coxa aqui e ali, um riso mais maroto, e está feito, ele correspondeu, está vendo né, ainda dou pro prejuízo".

Minha boca estava aberta, eu conhecia bem o cara, bem magro e escanzelado, sempre à mingua de mulher, nenhuma ligava para ele, e Patrício, foda-se!!!, querendo comer minha mulher?, já estava vendo o filme, ele pele e osso, e ela muita carne, era arriscado o que pensava, podia perder casa, comida e roupa lavada, mas me diverti dizendo a ela, "estou nessa, aproveita, menina, dá cona ao Patrício, não nega, vai".

Não pensei que acreditasse, que estava falando sério, ser corno não condizia, mas dias passaram e um dia, ela me falou assim, "Mané, querido, sabe, você aprovou, e Patrício não brinca, tem-me andado fodendo", caralho!!!, menino, quando Dinara me disse aquilo, pensei logo, "Mané você fez merda, sua mulher anda fodendo, você é corno e consentido, caralho que estou fodido".

E essa puta me dando detalhes, "sabe, Mané, as mulheres não ligam nele, por ser só pele e osso, magrinho, né, mas rapaz, tem um caralho grosso, as piranhas não fazem ideia, e estou adorando, estou adorando, Mané", não sabia o que estava rolando, se havia pessoal sabendo, lá no boteco e em todo o lado, que minha mulher andava fodendo, e que era corno bem gozado, "eh Mané, ele adora minha bunda, me anda comendo o cu, que maravilha rapaz".


"Mas tem aí um pequeno problema, você tem que me ajudar, sabe", só sei que abri os olhos, "ajudar eu, ajudar você a quê, anda fodendo fora de casa, e eu tenho que ajudar ainda?", me foi dizendo que Patrício andava em baixo, desmotivado lhe parecia, ele funcionava melhor, se soubesse que eu sabia, que eu era corno e gostava, quando fodia minha mulher, diz-me ela, "tens de motivar ele", "motivar ele, foda-se!! como?".

"Ele fode mais se souber que sabes que és corno, fica motivado, e não vai embora e me continua fodendo, entendes? se és meu homem a sério, menino, tens de o motivar", era a coisa mais estúpida que me pedia, fazer mais de corno do que já era, dar a entender ao Patrício que sabia, fingir que me desagradava, de ele andar a comer a Dinara, de que tinha irritação em ser corno.

"Ele no outro dia disse que viu você na mercearia", contou-me ela que ele lhe disse, que se riu muito para mim, pensando eu sabia, caralho!! não sabia mesmo, pensei que ele era só parvo!!, que ele ficou entristecido, percebeu que eu era corno iludido, nesse dia não a fodeu, que andava desmotivado.

Ela me encostou à parede, "é assim Mané, você sabe, é meu homem pra vida toda, mas tem de facilitar, né, Patricio fode, e você motiva", que papel de merda me cabia, eu só pensava na muqueca, que tinha uma boa vida, então um dia encontrei Patrício, saia eu de casa, vinha ele subindo a rua, fui direito a ele, "é aí Patrício, não pense que não sei, anda fodendo a Dinara?? não me faz de corno, está sabendo??", ele abanou a cabeça se rindo, desapareceu e foi embora.

Nessa noite Dinara me falou, "não sei o que você fez, mas resultou sabe!! me deu uma foda bem maneira, me comeu o cu esfomeado, Mané, foi muito bom, tem de continuar a motivar, sabe", e foi isso aí, quando estava lá no boteco, tomando choupe, com os meus camaradas, fiz assim uma cara de zangado, quando ele me olhou e saiu, me dizendo com os olhos, estou correndo, vou comer sua mulher. Mas que cara mais idiota!!.

50 sonhos eróticos mais quentes? #9 Com uma celebridade

22:48 0
50 sonhos eróticos mais quentes?  #9 Com uma celebridade
Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um significado qualquer.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me, mas vi-me porquê?.

E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a passar ao nono, já que os outros se os quiser estão aqui em categoria.

#9. Sonho erótico com Celebridade

Começava a tornar-se um hábito, tinha a casa só para mim, à tarde, enquanto ninguém chegava, vagueava pela sala, quarto e corredores, todo nu como queria, comia qualquer coisa, sentia as palmas dos pés frias, via no frigorífico, uma excitação completa, pele eléctrica e eriçada, de um relevo saliente, sentia os tomates cheios, o ânus febril e enrubescido, um tesão enorme e declarado, pensava para mim, vou mas é bater uma punheta.

E não sei porquê, sabia-me melhor na sala, sentado no sofá, punha-me a ver televisão, as gajas que apareciam, e para fazer durar, quem sabe treinar e conter, podia estar horas a bater, um bocado agora, um bocado depois, ia parando pelo meio, pau teso ou caído, isso não me importava, ia batendo a punheta.

E às vezes adormeço, agarrado ao caralho, como pássaro na mão, preso não vai fugir, mas desta vez meu deus, apareceu a Cristina, mexia ela as pernas, a traçá-las em cima, era quando mais batia, que belo tesão me dava, dobrava-se para baixo, o rabo empinado, enchiam-lhe as mamas por cima, que lambia-me eu todo, a esgalhar o pau teso, punha-me a imaginá-la, estava nua ali comigo.

E foi quando caí no sono, uma transição inesperada, ela mexeu-se num top curto, como se tivesse fogo no rabo, uma energia percorreu-lhe a espinha, e foi quando vi sair, da pouca roupa que tinha, dois mamilos tão tesos, duas chupetas rosa, ajoelhei-me adolescente, a pedir e a chorar, para me dar de mamar.

Ela deu um riso alto, que me eriçou os cabelos, eu só abria a boca, para o pé das chupetas, dois botões tão lindos, de orlas doces e passas gordas, teve ela pena de mim, dar de chupar ao menino, puxou os melões pra cima, bem juntinhos e apertados, lá mos dava pra mamar, quando apareceu um idiota, que gritou horrorizado, "Ai Cristina Cristina, porque dás os teus mamilos?", devia de ser paneleiro, mas respondeu ela, "não vês o que ele chora? estou tão emocionada".
Imagem de Alexandr Ivanov por Pixabay
Eu já estava a chupar, era um olho nas mamas, e o outro nas pernas, era uma mão nas coxas, e a outra no rabo, dedos meus de alto a baixo, a esconderem-se dentro dela, ratinho escondia-se na toca, a deitar-se num manto louro, de caracóis e de lustro, com ambrósia e muito mel, duas cortinas que se abriam, tão retesas da fricção, molhadas porque lhes mexia, os meus dedos lá entravam.

Já a tinha medido toda, mesmo sendo passageiro, o sonho dormido em que estava, pernas longas e rabo perfeito, coxas grossas e tronco equilibrado, eram as mamas que já chupara, belas redondas empinadas, a boca perfeita e tão completa, estava teso que não podia, voltei à minha punheta, que batia a pensar nela.

Foi quando ela bem alta, soltou uma gargalhada, o paneleiro também se ria, o pau ficou-me murcho, ainda o abanei desesperado, a ver se a acabava, a punheta e me vinha, batia batia batia, mas não dava nada, tão grande era o pesadelo, que acordei com o pau na mão.

Faço anos, amor, dá-me a dupla!!

09:35 0
Faço anos, amor, dá-me a dupla!!
Foi ela que começou. "O que me vais dar nos meus anos? Olha que temos tudo?". Já sabia o que queria. Sempre a mesma coisa. Era um aviso e uma ordem. Há muito tempo que eu e a minha mulher tínhamos estes jogos. Nem eu, nem ela, queríamos coisas, queríamos uma experiência, um momento guardado na memória, de material bastava-nos o necessário.

"O que queres mesmo?" ri-me conhecendo aqueles pensamentos, a Ângela habituara-a mal, queria foder, dava-lhe mais gozo eu ver, ou participar acompanhado, uma espécie de ator secundário, uma foda que dava com outro homem, e que eu tinha de escolher, lembrei-me do Fábio, um miúdo musculado, que eu andava a seduzir, conheci-o no barbeiro, com verdes olhos largos, grandes dedos eram varas, amaciou-me o pescoço e os ombros, enquanto me aparava o cabelo.

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Foi instantâneo, tocou-me na cabeça, na pele da cara quente, olhou-me no espelho, meus olhos e dele em frente, senti-o logo, um desejo profundo, no meu ânus húmido, de o ter comigo, em silêncio dizia, estava ali a ganhar a vida, vivê-la era em outro lado, discreto mexeu no caralho, a ajeitar aquele volume, uma mão cheia de carne, correu-lhe a língua nos lábios, a perguntar-me em gestos, "queres ser comido pois?, é só pedires que eu dou-te, vou-te ao cu se quiseres", veio atrás de mim à varanda, ali fumei um cigarro, onde lhe pedi o contacto.

Ainda pensei ser comido ali dentro, na casa de banho do centro, mas desisti e esperei, passaram-se dias e não liguei, se calhar um medo irracional, mas dera o cu tantas vezes, que o não compreendia, ali estava um homem de pedra, dissera-o à Ângela nessa noite, que o conhecera e o que queria, se era gay só não sabia, ou homem livre que se desperta, fode tudo o que deseja, muita fome e vontade, que se unem num só propósito, conhecer pessoas e fazer dinheiro.

Liguei-lhe. "Fábio estava a pensar se gostavas de sair?", respondeu-me "Vamos estou nessa, onde?", estava feliz por se lembrar, mas disse-lhe, era comigo e com a minha mulher, íamos aí a um motel, "é mais para ela do que para mim, faz anos e quero dar-lhe uma prenda", ele riu-se "E vai, a prenda sou eu, é isso?", "é", continuei, "e quem sabe, fodo você também, gostarias?", "sim gostaria, mas a prioridade é ela, compreendes?", ele ainda falou um pouco "quando toquei sua cabeça, seu corpo, vi logo", "vis-te o quê?" perguntei, "ora, você estava doido para levar no cu, estou sabendo, né".

Perguntou-me como é que queria, se tinha algum gosto especial, a minha mulher como era, respondi "ela gosta de tudo, de mamar pau grosso, apanhar na cona e no cu", não se surpreendeu "está seguro, eu vou dar-lhe bem no cu, e só porque você me está pedindo, e sexo assim mais duro, ela gosta? e você?", não queria que a Ângela sofresse, só experiências de prazer, mas continuei dizendo, "ela gosta de umas palmadas, mas brincando, sabe? nada de violento", disse-me que tudo bem, era essa a onda dele, "e você? também quer? apanhar nesse cu, estou sonhando com ele, sabe? quero muito comer seu cu", ri-me sem graça nenhuma, a dizer-lhe que logo se via.

Entrámos no motel, assim um bem discreto de luxo, luz quente banhava o quarto, tons de vermelho carmim na penumbra, uma cama grande redonda, todo espelhado em cima e de lado, a Ângela olhou para o Fábio, era um doce desejado, perfeito e grande lhe doía, não a tinha desapontado, ia-mo-nos despindo em silêncio, poucas palavras trocadas, até que a Ângela lhe disse, "és tão bonito", ele sacou do pau espetado, olhou para mim e para a Ângela, surpreendido pela beleza, "a tua mulher é uma maravilha".

A minha mulher é perfeita, pernas longas bem cuidadas, um brilho na pele de alegria, eu e o Fábio em pé ao redor da cama, ela parecia uma gata matreira, estendia-se na cama nua, mexia-se, um caranguejo na areia, andando para trás com o rabo, os papos da cona rosados, aquela penugem encaracolada, entre as coxas abertas, queríamos mergulhar nela juntos, comê-la por cima e por baixo, o Fábio estava de boca aberta, daquela beleza tranquila, "adoro a tua mulher", e para ela, "vou papar você toda não vai restar nada", ela riu-se, uma graça infinita.

Sentei-me à beira da cama, que fosse ele a começar, eu era mais um espetador, ela virou-se para mim a brincar, "posso mamar nele? nesse pau grosso, deixas amor?", abanei a cabeça a dizer que sim, foi-se aproximando do Fábio, gata dengosa a mexer-se, agarrou-lhe no caralho teso, meteu-o na boca até ao fundo, como se oleasse uma vara, rija grossa e comprida, começou a chupá-lo, debaixo para cima, na ameixa deu um beijo, longo e húmido a molhá-lo, um néctar vindo dela, o Fábio enrijou-se todo, tendões de aço a segurá-lo, "foda-se!! menina, você é mesmo especialista", gemia ele me olhando, eu de o ver bem entesado.

Photo by Stas Svechnikov on Unsplash
A Ângela mamava e via-se ao espelho, como bailarina estudando, aquele broche bem executado, em que o Fábio estava se perdendo, "querido, achas que estou mamando bem? diz-me amor", respondi-lhe "na perfeição, querida, estou gostando de ver", o Fábio estava adorando, agarrava-lhe a cabeça puxando, entrando na boca dela com o malho grosso, "que bom, amor, estou adorando este pau, amor", gemia ela satisfeita, com a prenda que eu lhe dera.

"Quer mamar também, menino? Tenho aqui para os dois", roubei o caralho à Ângela, para lhe dar uma chupadela, provar aquele bocado, disse-lhe que o dia era dela, juntava-me se ela quisesse, riu-se do meu desgosto, "deixa amor, na próxima é teu", disse-lhe que sim, era uma promessa, ter aquele caralho, a comer-me o cu.

O Fábio bem se aguentava, não havia pressa ou demora, mas até garanhão tem limites, via que estava sofrendo, vendo-me lamber os lábios, todos abertos e encharcados, da minha mulher aberta, era demais queria fodê-la, afastou-me para o lado, puxou-lhe as pernas assim à bruta, como se agarrasse num saco, pôs-se em cima dela a prendê-la, envolta por baixo no corpo dele, enterrou-lhe o caralho na cona.

Fixei a Ângela nos olhos, e senti-a quase a chorar, um assomo de lágrimas de prazer, quando o pau grosso entrou, que no espelho ao lado eu via, entalado nas pregas da cona, abria-a e partia-a toda, quando o rabo dele se mexeu, a entrar e a sair depressa, que filme lindo admirava, dele a estar a foder, debrucei-me sobre ela, dei-lhe um beijo na boca, gemeu-me ela "aihhm amor, ele parte-me toda, amor, aihhm é tão grosso, amor, tão bom", beijava-me sôfrega, do prazer que estava a ter.

De repente o Fábio parou, tirou o caralho grosso, um pau molhado de seiva, que molhado ainda maior parecia, duro e erecto para o alto, deu-lhe uma palmada no rabo, que se virasse era o que queria, comê-la por trás como uma cadela, empoleirou-se nela na cama, em pé e ela por baixo, agarrou no pau grosso a apontá-lo, abriu-se ela toda a recebê-lo, a entrar-lhe todo na cona.

A minha mulher pediu-me, "deixa-me mamar-te", estava teso e excitado, ela chupava-me e eu via, no espelho do outro lado, o Fábio bem a fodia, estava todo concentrado, tinha uma tarefa a cumprir, martelava a minha mulher, que gemia alto e desorientada, "aihmm amor, martela-me toda, aihhm parte-me amor, aihm que foda amor, aihmm quero uma dupla amor".

Falávamos nisso há algum tempo, era uma ideia da minha mulher, de ser duplamente penetrada, era agora o momento, que eu lhe fosse à cona, com o Fábio a ir-lhe ao cu, que satisfeito pelo que ouvia, da expectativa do que aí vinha, um suor doce cobria-lhe o rosto, num movimento enérgico, parecia um macaco encorpado, penetrava-a toda, a minha mulher.

Parou e virou-se para mim, "vou comer-lhe o cu, vais ver-me como sou a comer cus", enterrou a cabeça do pau grosso, no ânus da minha mulher, que gemeu e estremeceu toda, soltou um "aihmm, amor, foda-se!!, aihmm, amor", a aguardar a abrir-se toda, buraco apertado que ela dava.

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Bem sabia do que gostava, levar no cu o que mais queria, o maior prazer da minha mulher, ela agarrava a nádega para ele entrar, de rabo empinado a esperar, o anel rubro a apertá-lo, "aihm, ai, amor", faltava-lhe a respiração, de boca aberta engasgada, "aihmm amor, ai não posso, humm, aihm", ele enterrava e tirava, a cada passo um pouco mais, olhava o espelho a vê-lo dentro, o cu a abrir-se todo, à passagem daquele pau, o Fábio fez mais força, e enterrou-lho todo dentro.

Começou a martelá-la, as ancas a moverem-se, num ritmo que acelerava, a minha mulher gemia e gritava, "aihm ai humm, ai amor, parte-me o rabo todo, aihm amor", o Fábio enterrava, penetrava-a e saía, em batidas fortes e duras, o ânus teso dilatado, aguentava aquele caralho, pernas quadris a bater-lhe, "aihmm amor, aihmm, foda-se!! meu cu, aihm que me parte o cu, aihmm", passava-lhe a mão no corpo, a acariciá-la de cima a baixo, no espelho via o Fábio, a foder-lhe o cu todo.

Foi ela a pedir, "vem amor, vem para baixo, dá-me a dupla", ajeitei-me debaixo dela, a enterra-lhe o pau na cona, o Fábio empoleirou-se nela, a enterrar-lhe no cu aberto, a Ângela dava-me beijos na boca, "aihmm amor, aihmm, foda-se, vocês dão cabo de mim, aihmm", o Fábio dava-lhe palmadas, a cada entrada que dava, apertava-lhe as nádegas a agarrá-la, no espelho dois caralhos a comê-la, ela a estremecer doida, a explodir toda molhada, o Fábio a vir-se nela toda, eu vi-me dentro dela.

Deitámo-nos, a Ângela num transe profundo, que pareceu adormecer, eu deixei-me ir nessa onda, só me lembro de ouvir o Fábio, "estou cheio de fome, quero comer".

Relacionamento com fantasmas

09:31 0
Relacionamento com fantasmas
Esta rubrica aqui no BE do supositório tem sido muito importante, damos realce a coisas que são uma merda e não têm importância nenhuma, mas também damos importância a merdas e coisas que não merecem realce nenhum, e esta que encontrámos agora, apesar de não ser mentira nenhuma, é mesmo matéria de supositório.

Começou aí com uma gaja que diz ter andado a foder com fantasmas e espectros, e a coisa tem-se espalhado, já cá tínhamos o feminismo fufa, cada vez há menos gajas, para agora aparecerem umas, não querem homens de carne e osso, e como se diz cá na nossa terra, andam a foder com almas penadas.
Fomos ouvir a gaja para tentar perceber, porra!! é que isto interessa-nos muito, foda-se!! meia internet fala sobre isto, e se fala é porque é importante, a gaja disse-nos que tinha sido comida por uma alma penada, que se veio toda, e a partir daí foi sempre a dar, diz que já fodeu com mais de vinte espectros, não pode é garantir, que tenha sido com homem ou mulher.

Isto é outra dimensão, nem é novidade nenhuma, é gajos com gajas, gajas com gajas, fantasmas no meio, fufas fantasmas, gajas cryto-zoológicas, cornos espectros, tudo é possível, diz a gaja que é inglesa, tinha de ser, uma tal Amethyst Realm, conselheira espiritual.

Diz que conheceu agora um novo amor junto de um espectro numa viagem que fez, diz que não o vê, mas sente um frio que a percorre por ela abaixo, os lábios do clitóris abrem-se todos, que é a alma penada a entrar, não sabe se o pau é grande ou pequeno, mas que se contorce e se estremece toda, e vem-se depois toda molhada.

Quisemos saber mais, um trabalho jornalístico de qualidade, e descobrimos que tinha tido marido, foda-se!! foi ele que pediu para se divorciar, contou-nos ele, um dia tinha-a perdido num retiro de verão, estavam juntos e de repente desapareceu, disseram-lhe, ela tinha saído com um amigo, estavam no campo sozinhos, onde passaram a tarde toda, que andou à procura dela, e quando ela apareceu, ainda lhe perguntou "o que é que andaste a fazer este tempo todo?", foi quando ela lhe disse, toda tesa e afogueada, que tinha sido fodida por uma alma penada.

Disse o marido que era difícil acreditar, ainda lhe perguntou "mas o que fez o teu amigo?",  queria ele perguntar, o que tinha feito para a ajudar, salvá-la da alma penada, que a tinha estado a foder, mas que depois foi aguentando, afinal fantasmas a fodê-la, nem era nada de mais, que até gostava de espectrofilia, não havia carne, osso e contacto, o pior era mesmo era ela desaparecer, sempre sempre com o tal amigo, e depois vir toda fodida, de um espectro a ter estado a foder, sem ele ter feito nada, e por isso se divorciou dela.

Fomos então falar com ela, com a tal Amethyst Realm, conselheira espiritual, quisemos perguntar como é que fazia?, explicou-nos ela, que normalmente ia para a cama, abria-se toda à espera, toda nua e oferecida, punha as pernas assim para o lado, a mostrar a cona aos espíritos, conta ela, apareciam sempre uns quantos, e que às vezes, o que chegava primeiro era o que ia.

"Ia pá", ficámos surpresos, continuou ela, que sentia um frio na espinha, os mamilos se arrebitavam, ficava com pele de galinha, que nem tinha de fazer nada, que outras vezes vinham todos, um espectro na cona e outro no cu, e os outros a olhar, perguntámos, "e mamar, também mama?", diz-nos ela "mamo, pois, mamo e muito", fez um gesto com a mão, junto à boca aberta a lamber, como se estivesse a mamar um caralho, só que o fazia no ar.

"Foda-se!!, isso é que é mamar", dissemos nós, "e filhos? pode engravidar?", não esperou muito e respondeu, "posso claro, e estou a pensar ter um filho com o meu amor fantasma", não podia ser, isso já era demais, foder, mamar, tudo bem, agora fantasmas filhos de fantasmas, nem sabíamos o que isso ia dar.

Andámos depois à procura de espectros, que nos dissessem se aceitavam isto, tanta promiscuidade junta, andámos andámos, e não encontrámos nenhum, escondiam-se de nós, não queriam saber, pensámos que lhe estragávamos o arranjo, para eles continuarem a foder.