Dezembro 2018 - Biografias Eróticas

Mecanofilia, Homens loucos por automóveis, vejam?

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Mecanofilia, Homens loucos por automóveis, vejam?
O que se faz por amor aos automóveis.

1. Homem preso quando tentava fazer sexo com ... carro (link abaixo)

Um homem foi preso pela polícia quando tentava abusar de um automóvel. Ao que parece, estava nu e agarrado ao tubo de escape. 

Para os transeuntes da cidade de Newton, no Kansas, ver um homem nu debaixo de um carro já era suficientemente suspeito. Depois, o facto de o indivíduo estar a acariciar o escape, sugerindo ter segundas intenções, alertou mesmo os espíritos mais tolerantes, que resolveram partilhar as suas suspeitas com a polícia, que acorreu ao local na esperança que tudo não passasse de uma paródia.

“O indivíduo foi apanhado a tentar enfiar o pénis no tubo de escape do carro”, lê-se no relatório das autoridades. Mas a polícia não resistiu a proporcionar mais detalhes, confessando que “mesmo depois de o termos mandado parar, ele continuou naquilo”. 

Quando os agentes chegaram ao local apanharam efectivamente o suspeito nu da cintura para baixo, a tentar ter relações sexuais com o veículo.

A cena de sexo ao vivo terminou quando os agentes, fartos da situação, resolveram dar um choque ao Don Juan dos escapes com um taser, que certamente lhe retirou a vontade de repetir a graça pelo menos nos tempos mais próximos.

A defesa do homem de 24 anos vai certamente contestar a acusação, eventualmente alegando que o sexo foi consentido, ou que o carro se insinuou de forma provocante, roncando em todos os cilindros. 

Ou, como o jovem estava bêbado, até poderá alegar que com o álcool confundiu o veículo com alguma amiga sua. Se bem que, como não há descrição do modelo, ficámos sem saber se o motivo da paixão era um deslumbrante Lamborghini recém-saído do stand, ou uma velha pick-up cheia de mazelas.

https://observador.pt/2018/05/05/homem-preso-quando-tentava-fazer-sexo-com-carro/

2. Homem admite ter praticado sexo com mais de mil carros (link abaixo)

Edward Smith é americano e vive com a namorada. Este caso não seria notícia se a namorada do citado Smith fosse um ser de carne e osso. Ora o caso é que a 'respectiva' deste senhor não é uma mulher, mas sim um carro, mais precisamente um Volkswagen Beetle (o famoso 'Carocha') chamado 'Vanilla' ('Baunilha').

Este homem de gosto peculiar explica: «eu sou um apreciador da beleza que nessa atitude vai um pouco mais longe do que a maior parte das pessoas».

Romântico por natureza, presenteia as máquinas pelas quais se apaixona com poesias, canções e horas de conversa, como qualquer homem apaixonado faz com o objecto da sua devoção.

Diz que, inicialmente, não percebia os sentimentos que o assolavam e explica que «havia momentos em se no meio do nada via um carro estacionado, imediatamente sentia que este precisava de amor». então, esperava que caísse a noite para o acarinhar, beijar e abraçar, avança o the telegraph.

Smith, de 57 anos, teve sexo com um carro pela primeira vez quando tinha 15 anos e explica que nunca se sentiu atraído nem por homens nem por mulheres.

A última vez que esteve com uma mulher foi há 12 anos atrás e não conseguiu consumar o acto sexual, pois, segundo o próprio afirma: «eu sei o que está no meu coração e não sinto qualquer desejo de mudar».

Antes de vanilla teve uma relação de cinco anos com victoria - um beetle de 1969 que comprou a um casal de testemunhas de jeová.

Porém, o seu gosto por máquinas é abrangente e não se fixa apenas nos carros. de acordo com o próprio, a experiência sexual mais intensa que já viveu foi com um helicóptero da série televisiva dos anos 80, 'airwolf'.

Edward smith aceitou falar pela primeira vez sobre as suas preferências sexuais para um documentário do canal televisivo norte-americano channel 5.

Este trabalho televisivo irá dar a conhecer à generalidade da população a 'mecanofilia', nome desta obsessão por máquinas (bicicletas, veículos a motor, helicópteros e aviões) que é comum a algumas centenas de pessoas.



https://sol.sapo.pt/artigo/19677/homem-admite-ter-praticado-sexo-com-mais-de-mil-carros

Se meu marido não conseguia, meu pai comia?

21:26 3
Se meu marido não conseguia, meu pai comia?
A Vanessa resolveu contar ao Biografias Eróticas que:

No ano passado os meus pais separaram-se e devido a essa separação o meu pai perguntou-me se podia residir comigo e com o meu marido, apenas por algum tempo até ele arranjar uma nova casa e refazer a vida dele, e como filha, ainda sendo a mais velha, e a que tem melhores condições de vida, não lhe podia negar isso.

Tenho 27 anos, estou casada há dois anos, e tenho uma vida que se pode considerar normal, de trabalho casa, casa trabalho, tanto eu como o meu marido, mas problema maior é o meu marido trabalhar por turnos, e chega a passar-se a semana toda, sem conseguirmos tempo para estar juntos.

Só que há tempos aconteceu uma coisa estranha, bastante até constrangedora, tinha acabado de sair do banho, estava no meu quarto a limpar-me, o meu pai entrou sem bater, apanhou-me totalmente nua, ainda húmida deitada na cama, passava a toalha adormecida, pelo meu corpo quente, nas minhas pernas abertas, nos meus pelos íntimos. 

Já me tinha visto nua outras vezes, era eu mais miúda, mas agora era uma mulher feita, não estava à espera que me visse, de pernas abertas deitada, a minha vagina à mostra, os meus mamilos tesos vermelhos, a minha mão que me excitava, tinha falta de uma foda, o meu marido nunca estava.

Acariciava-me quando entrou, os meus olhos ainda fechados, a porta abriu e ele disse "ai Vanessa desculpa", não desviou o olhar do meu corpo, soltei um "aiii", a encolher as pernas, ele sabia e estava à espera, olhou fixamente pra mim, minhas mamas, meus pelos, a minha cona, lambeu a boca percebi, passou a mão pelo caralho a ajeitá-lo, tanto que fiquei nervosa logo depois, tinha de falar com o meu pai, pra resolver este silêncio entre nós.

Não consegui falar logo, estava estranha pelo meu pai, se me viu a masturbar-me?, era o que pensava, encontrei-o na cozinha, e disse-lhe "pai por favor não digas nada ao Fábio", este era o meu marido, "dizer o quê?", respondeu ele, "que me viste assim...meio nua, sabes, ele pode não gostar", ele olhou-me de alto a baixo, como se se lembrasse do que vira, a minha mão no clitóris, a movimentá-lo quando entrou, "não te preocupes miúda não vi nada".

À noite o Fábio chegou, palavras que trocou com o meu pai, para saber se já tinha casa, não via o dia que fosse embora, perguntou "então como foi o dia?", o meu pai olhou pra mim, como se visse os meus mamilos, ainda espetados da tarde estranha, "mais ou menos", disse, "vi algumas coisas, muito boas", como se risse pra mim, de um saber segredo entre nós, de me ver desconfortável e vermelha.

Cheguei a casa na tarde seguinte, pra mim estava resolvido, entre mim e o meu pai, com o tempo seria esquecido, quando o vejo a sair do banho, enxugava a cabeça com um pano, totalmente nu e despido, passou por mim com o caralho teso, "aii desculpa Vanessa, não sabia que aí vinhas", não se escondeu nem acanhou, sabia bem das horas que vinha, era de propósito que o fazia, que se mostrava a mim daquela maneira.

Fiquei tensa de o ver nu, com o caralho teso a abanar, quando andava lento para o quarto, precisei de tomar um banho, fechei os olhos vendo, água que corria pelo meu corpo, aquele caralho teso, bem maior que o do Fábio, respirei fundo vindo de dentro, abanei a cabeça a dizer não, passei os dedos pela cona, estava excitada de tesão.

Estava difícil falar com o meu pai, ele mirava o meu corpo todo dia, em gestos silenciosos que trocámos, via-me nua e não o escondia, "falar com a minha mãe?" era o que pensava, achei que o tempo resolveria, comecei a perguntar se tinha procurado casa, ele me dizia estava tudo muito caro, que esperasse um pouco mais, que tudo se resolvia.

Nas tardes em casa que passávamos, em que estávamos eu e o meu pai, sempre pensava antes quando chegava, "entras sai ele do banho com pau feito, com aquele caralho grosso e comprido", bem me lembro da minha mãe, quando os ouvia no quarto, ele a fodê-la e ela calada, a aguentar sem gemer, era comida sem dizer nada, não queria que percebesse, que a estava a foder, agora ele tocava-me com a mão, sendo eu adulta não o esperava, sentia-o calor de perto, quando passava de raspão.

Desde aquele dia não mais o vira nu, quando cheguei tomei o banho de sempre, procurava uma cuecas minhas e, sem saber onde poderiam estar, procurei no quarto do meu pai, fui descobri-las numa gaveta, quando ele chegou já não aguentava mais, perguntei-lhe do porquê de ter as minhas cuecas, quando ele respondeu "tirei-as para as cheirar, és minha filha, mas dás-me tesão, foi para me masturbar", "tenho-te visto nua a tomar banho, vejo-te pela fechadura, logo a seguir bato uma punheta". 

A boca abriu-se-me surpresa, "bateres uma punheta?", pareceu-me estranho dizer-lhe isto, "tens-me visto nua a tomar banho?, e vais bater uma punheta?, a imaginares a tua filha nua?", ele dizia sim com a cabeça, ocorreu-me das vezes que vira, tinha-me eu masturbado, e ele tinha visto, a tocar-me a ver-me gozar, "ai queria muito foder, o Fábio não dava nada?", e ouço o meu pai "ai filha que o Fábio não serve, mais dia menos dia, se não for eu vais foder, com o primeiro que aparece".

Soou-me ao ouvido as palavras dele, mais aquelas em que dizia "se não for eu a foder-te", a boca abriu-se-me ainda mais, "se não fores tu a foder-me? estás a gozar comigo? queres foder-me é isso? tás maluco és meu pai? ", quando vai ele a dizer"tens mesmo a certeza que sou teu pai?, a tua mãe sempre foi uma puta, acredita, pôs-me os cornos muitas vezes, e como não tens nada meu, o mais certo é o ter pai ser outro".

Não tinha resposta para ele, até que tinha razão, a minha mãe era uma puta, quando ele esteve emigrado, nem foi preciso muito tempo, tinham passado alguns meses, vários homens a comiam, sem vergonha nenhuma, era miúda mas bem via, havia um tal Menezes que a fodia, que à noitinha aparecia, ela dizia "vai pro quarto filha", e depois era ele pedir, dava-lhe tudo o que queria, o cu a cona e o broche.
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Ouvia o que o meu pai dizia, na memória a puta que a minha mãe era, há meses que não dava uma foda, o Fábio não andava pra aí virado, não pensava que fosse o meu pai, ou pessoa que pensava ser o meu pai, de certeza não tinha nenhuma, estávamos a falar quando ele, sentado no sofá de lado, abriu a perna dos calções, deixou sair o caralho teso, bem grande rijo já o vira, como se fosse sem querer, tremi de desejar agarrá-lo.

Ele apertou o caralho, esticava-o com a mão de lado, como se o quisesse maior do que devia, para cima e para baixo, perto estava eu a vê-lo, olhava pra ele fixamente, estarrecida não me movia, a minha respiração aquecia, ele os meus olhos devolvia, ouço-o dizer "vai querida não queres foder, até compreendo, mas deixa-me ver-te nua, mostra-me as mamas, deixa-me ver a tua coninha, já a vi muitas vezes, deixa-me cheirá-la", os meus mamilos espetavam, ao som daquela voz, o cheiro dele de sexo no ar, batia uma punheta acelerado.

Veio-me depois a ideia, de ao vê-lo em sofrimento, de lhe fazer um favor caridoso, àquela alma perturbada, parecia-me uma justificação, de eu querer estar nua, de me dar prazer mostrar-me a ele, de esquecer que era meu pai, de vê-lo a masturbar-se, tirei então as cuecas devagar, subi o vestido lentamente, as coxas que lhe abria, ele olhos muito abertos, da forma como se lambia, batia o caralho e me pedia "tira tudo tira tudo, deixa-me ver-te o rabo", tremia de emoção verdadeira, quando lhe mostrei os papos da cona, e depois me despi toda.

Deu-me prazer acompanhá-lo, toquei com os dedos a minha vagina, mostrei-lha húmida bem aberta, já me tinha esquecido de tudo, "gostas pai dela?", perguntei-lhe, brincava com ele e não acreditava, o sangue falava de outra maneira, não podia ser meu pai, fechei os olhos tombei para trás, entranhava-me o cheiro e o ruído dele, quando senti-lhe as mãos nas minhas pernas, a boca dele perto de mim, uma língua que me entrava dentro, a chupar-me as bordas da cona.

Pôs-se de joelhos no chão, a levantar-me as pernas, a cabeça dentro de mim, as mãos, os dedos, a língua, completo me mexia, me excitava me fazia, gemer e contorcer, "aihm pai aihmm não, não pode ser aihmm", que me fodia eu queria, mas não podia "aihmm pai não não aihmm pai", levantou-se sobre mim, de encontro a mim, a procurar a minha boca, o caralho dele grosso a enchê-la, a preenchê-la, a forçar-me os lábios, a dar-ma a mamar sem pedido, "aihmm pai não não posso", "vai amor, tu queres?", "quero, mas não podemos", "sabes que não sou teu pai, mama miúda tu queres".

Enchi a boca com o caralho dele, dava-me prazer mas tremia, de medo de incerteza, passou-me a mão pela testa, pelo queixo descia, a atrair a minha atenção e o meu olhar, queria ver-me a mamar, excitava-o e excitava-me, estava toda molhada, rija e pronta, tesa e consumida, queria foder que me penetrasse, que me abrisse toda, que me percorria quando mamava, duro comprido chupado até ao fundo.

Puxou por mim, pelas minhas pernas, a deixar-me cair para trás, a querer-me de frente deitada, como se fosse mulher dele, bem aberta e submissa, para o receber sem perguntas, não sei se tinha pena dele, do que tinha sofrido, às mãos da minha mãe, era como se eu cumprisse, em favor dele uma vingança antiga, senti-lhe o hálito de encontro ao meu, gemia a mexer-se a encontrar-se, quando me enterrou fundo, aquele caralho escorregadio, a entrar na minha cona, soltei um suspiro e um grito alto "aihmmm pai, foda-se não, aihmm, aihmm pai que me venho toda, aihmm que não me aguento", estava tão excitada, era o que eu queria, o Fábio não me fodia, precisava muito de caralho, era o que aparecesse.

Agarrou-se às costas do sofá, fazia força a foder-me, entrava duro partia-me toda, o rabo dele não parava, movido por uma força intensa, empurrava o caralho prá cona, com um ronco surdo violento, também ele não fodia há muito, era o nosso mal dividido, quando de uma forma vigorosa, que me deixou sem resposta, virou-me o rabo de lado.

Agarrou-se às minhas nádegas, bem curvada sobre o sofá, ouço-o dizer "ouve o Fábio come-te o cu?", "não pai ele não come nada", sinto-o a penetrar-me o cu, o caralho rijo e grande a entrar, "aihmm pai aihhm não aihmm que me dói pai", fazia força para dentro, eu a querer parar, gemia doida dele me penetrar, ele louco como um demónio, sentia-o a arfar em cima de mim, gritava eu "ai caralho pai ó pai ó pai que doí tanto", até que deu um urro, e veio-se com um jato para cima de mim.

Só posso dizer que me vim toda como uma puta, como a minha mãe, e que enfim estou muito arrependida, quando o Fábio perguntou "então o teu pai quando sai?", "ai filho deixa-o ficar, nem sei se é meu pai", "não é teu pai?", perguntou ele.

Contos eróticos de natal - # marinheiro tonto em_terra

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Contos eróticos de natal - # marinheiro tonto em_terra
A Marisa conta ao Biografias Eróticas como foi o seu natal:

Esperei todo o dia pelo meu filho André, está ao serviço da marinha, e isto de ser mãe solteira, trás tanto sofrimento, não há minuto que não pense nele, se tudo lhe corre bem, se tem o que desejou, foram muitos anos a criá-lo, sozinha sem qualquer ajuda, que sempre que regressa do mar, é para mim uma alegria.

Neste Natal deixaram-no vir a casa, tem barco atracado no porto, informando-me "mãe, importas-te que leve um amigo, não tem família, está sozinho?", chama-se ele Rodrigo, tive uma tremura a pensar logo, "ai que o meu André, sempre foi meio maricas, fechado consigo mesmo, o que compreendo, fui mãe e pai dele, não havia homem em casa.

"Este Rodrigo é companheiro dele?, mas que faço Marisa, aceito não aceito?, digo-lhe, filho?, não sejas paneleiro, olha que és marinheiro, queres levar no cu?, vai mas é pro caralho, rejeito-o sim ou não? o que hei-de fazer? o que dirão as minhas amigas, que os tempos são outros menina, pais com filhos maricas, agora é coisa habitual, é a cultura corrente, ai de os hostilizar, ou de querer mudar.

Mas respondi-lhe, o que podia eu fazer?, "sim filho, trás, é pra dormir cá em casa?", "logo se vê, mãe, ou cá em casa ou no barco, ah, não te preocupes com o jantar, o Rodrigo é cozinheiro", "ai, cozinheiro?", pensei eu, "diabos que são os piores, de mansinho na comida, instalam-se na cozinha, e vai ver, estão na nossa vida".

Apareceram pela tarde, com um cabrito para assar, o meu filho puxou o Rodrigo "olha mãe, é este o meu amigo, muitas viagens que fizemos juntos", eu a pensar "que lindo miúdo", voz num transmontano carregado, "um quase axim senhora Marisa muito prazer", tinha a cara rosada imberbe, dura da serra da giesta e da fraga, que menino bebé enganador.

"Ouve mãe ficas aí com o Rodrigo, vou sair ter com uma amiga, façam o jantar pra quando voltar", e ali me deixou sozinha, na cozinha pendurada, com um estranho engraçado, "amiga?", perguntei ao Rodrigo, "sim o André tem uma amiga colorida".

"Estava salva", pensei eu, o André não era maricas, tinha uma amiga colorida, tanta preocupação pra nada, coisas da minha cabeça, estava agora mais calma, silenciosa com aquele jovem, no calor da minha cozinha, musculado são e rijo, feito de mármore ou silex, amaciava o cabrito com as mãos, uma massagem lenta e continua, que as sentia nos meus ombros e pescoço.
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Massajava o pobre do cabrito, com uma massa escorregadia, óleos condimentos gorduras, a correr-lhe pelas mãos e pela carne, a olhar para mim dissimulado, como se o fizesse no meu corpo, fosse essa a minha vontade, ria-se para mim, "posso-lhe fazer a minha especialidade".

Não sei o que aconteceu, ou como aconteceu, a culpa de vários meses no mar?, o rapaz estava necessitado, a olhar-me forte com curiosidade, sobre o meu corpo mamas coxas rabo entesado, a sentir-me confusa agradecida, via-lhe o volume apertado nas calças, era tesão que ali se escondia. 

Já passara tempo de mais, eu já sabia o que queria, ele o que desejava também, "mas como ultrapassar este obstáculo? como chegar a ele sem vergonha, ele está ali a um milímetro, o que fazer para preencher este vazio, deve ser ele ou devo ser eu, o que faço eu, ou o que faz ele, não há regras ou convenções definidas, vou perder este momento".

O meu corpo fervia, o sangue a correr-me nas veias, acelerado dos pés à cabeça, os meus mamilos tesos apareciam, ouvi a minha voz dizer "queres ajuda Rodrigo para te aliviar?", virou-se ele para mim instantâneo, "sim".

Cai-lhe de joelhos, a abrir-lhe o cinto e a braguilha, ele de mãos sujas no ar do cabrito, sem se poder defender, nem ele o queria, desci-lhe as cuecas devagar, e pô, "meu Jesus, foda-se!! que apanhei um susto", saltou de lá uma coisa grossa, um cacete comprido, desceu rente à minha cara, a aterrar junto à minha boca.

Não perdi tempo, nem tomei decisões, agarrei o caralho na minha mão, pequena demais para o rodear, fechei os olhos para o mamar, mergulhava num lago tépido e sereno, de um oásis saída de um deserto, há muito tempo não sabia o que era foder, chupava-o todo dentro da minha boca, a apertar-lhe os lábios com força ao redor, a gemer num grito alto, sôfrega e desnorteada sem parar.

Lambia-lhe a cabeça, os lados, mergulhada no seu cheiro, nos seus pelos e no seu perfume, pele macia que me assombrava, ouço-o "venha D. Marisa, antes que o André venha", tirei as cuecas encharcadas, de um orgasmo que já tivera, virei-lhe as costas ali de pé, nossa testemunha só o cabrito, senti o caralho dele a rolar-me nas pernas, a alçar-me o rabo e as nádegas, soltei "ai foda-se Rodrigo que dói tanto".

Era o Rodrigo que me fodia, sentia-o doido a cavalgar-me, com aquele caralho grande feito de pedra, a entrar-me destemido pra dentro da cona, "foda-se que coisa tão boa, mas que presente de Natal", gritava de prazer, mesmo com vizinhos a ouvir, dobrada no lava-louça, as minhas coxas a sofrer, do embate das ancas do miúdo, insatisfeito e sem parar.

Perguntei-lhe a gritar "Rodrigo nunca soube do André, mas sempre pensei que fosse gay?", roncou-me ao ouvido, naquele som fresco de montanha, "ele é mais bi, D. Marisa, quer ter uma família normal, mas se quer saber, já fui ao cu do André algumas vezes e ele adora, mas tem isso da família".

"Aiiiiiiii, porra, que me estou a vir toda, outra vez e outra vez, o miúdo a acelerar, a partir-me a cona e a vir-se, devem ser horas de vir o André.

Como fazer punheta erótica de bacalhau?

08:25 2
Como fazer punheta erótica de bacalhau?
Lucimar e a filha Juliana falavam de convidar seu Raposo para jantar lá em casa na noite de natal e Lucimar disse para a filha a dada altura que ia fazer bacalhau.

A dada altura disse "oh filha estou pensando fazer bacalhau, português gosta de bacalhau", e a filha Juliana disse "poxa mãe, bacalhau? vai dar bacalhau ao português? podia dar comida brasileira ao português, sei lá moqueca, coxinhas, pato no tucupi, pintado à urucum, e logo, vai dar bacalhau, seu Raposo não vai gostar?

"Eles gostam filha, esse pessoal aí, gostam de bacalhau de qualquer maneira, cozido, com natas, com brôa, filha, até têm um que chamam de punheta no bacalhau, filha, vê isso aí.

"Como é esse negócio da punheta de bacalhau, mãe? 

"Não sei filha, esses caras são malucos, se é de punheta, não sei, mas punheta é ir batendo, né, no bacalhau."

"Vê isso aí na net para mim, ficamos logo sabendo, filha? escreve aí punheta de bacalhau", diz aqui:

Ingredientes:

1 posta de bacalhau cru sem ser demolhado (salgado);
3 colheres de sopa de azeite;
1 colher de sopa de vinagre; 
1 cebola pequena;
1 dente de alho;
pimenta preta qb.

"Está vendo, bem simples, filha, vê aí para mim como se faz pra bater punheta no bacalhau?"

Preparação:

Remove-se a pele devagarinho ao bacalhau em seco, e a ficar sem espinhas, bem suavinho, e depois com a mão, assim de cima para baixo, faz-se assim umas tiras bem finas.

Depois desta operação, coloca-se o bacalhau numa tigela com água fria.

Com as mãos, lava-se, agita-se e espreme-se bem o bacalhau.

Repete-se esta operação mais duas vezes, renovando a água.

Coloca-se o bacalhau numa saladeira bem untadinho e regado com azeite e vinagre.

Depois polvilha-se com a cebola e o alho, punheta de bacalhau quer alho, picados muito finamente. 

Tempera-se com pimenta.

Acompanha muito bem com os tomates.

"tá vendo, filha prato bem simples e bem delicioso e está dizendo aí que pode ser como entrada, eu posso fazer isso, né filha, primeiro dou a ele isso aí da punheta, e depois com a moqueca, ficamos todos bem."

(Se gostou da receita aponte-me no seu blogroll/seguidores)

Masturbação feminina alternativa para meninas atrevidas

16:46 1
Masturbação feminina alternativa para meninas atrevidas
Já sabemos que a masturbação feminina tem como coisa natural a utilização dos dedos, é digamos, e parece estranho dizê-lo, o que está mais à mão, aqueles dois dedinhos juntos, o indicador e o médio, a rodar a rodar a rodar, até ao orgasmo.

Mas às vezes é necessário variar, tentar novas coisas, novas experiências, já se sabe que há muita coisa disponível, é vibradores, é lubrificantes, é esferas, é dildos, pequenos médios e grandes, muitas vezes muito cara, e pior, nem sempre bom de ter por casa, logo há mães a fiscalizar, pais a verificar, empregadas domésticas a cuscar, e convenhamos, imaginem um deles encontrar, no meio das roupas escondido, um daqueles caralhos grandes de preto. 

Não é necessário!! Para meninas atrevidas se satisfazerem, brincarem sem despesas, terem um orgasmo, basta serem criativas, há soluções mais baratas, basta olhar ao que têm por casa, com bom senso e cuidados.

Indo ao que interessa e após muitos anos de estudo e observação, aqui vão as sugestões reunidas:

1. Máquina de lavar roupa

A máquina de lavar roupa tem imensas vantagens, o ciclo de centrifugação e enxaguamento possibilita sensações excepcionais para as meninas com capacidade de elevação.

É um pouco como andar a cavalo, a máquina simula algo parecido com o trote do cavalo, muitas tremuras no clitóris e aí, orgasmo, sem dedos, sem esforço, dois em um, a máquina faz o seu trabalho, aproveita lava a roupa, e ao mesmo tempo, diverte-se com o equipamento.

Vantagens também nas brincadeiras a dois, duas meninas se divertindo sem cuequinha numa máquina de lavar roupa, é inesquecível para as duas e para quem as vê.

Em termos de execução, pode ser em cima, montando a máquina, mas pode também ser usado de lado, na esquina, posicionando-se de pé, uma boa opção para meninas atrevidas mais idosas que não queiram arriscar partir qualquer coisa.

2. Superfícies firmes arredondadas fixas ou móveis:

Aqui estamos mais no campo dos objetos que estão ali à mão de semear, como o corrimão, o poste, comando da televisão, cabeceira da cama, maçanetas, alguns electrodomésticos, torneiras, utensílios de cozinha, tudo que seja redondo e firme, que permita esfregar na vagina, até atingir o orgasmo.

As vantagens são óbvias, quem pense que as meninas andam satisfeitas, porque se calhar compraram um dildo, nem lhe vai passar pela cabeça, que ao abrir uma porta, no caso da maçaneta, ou subir uma escada, no caso do corrimão, na prática está a agarrar no próprio objecto, o famoso escondido à vista de todos.

E depois a ginástica, sempre positivo, masturbar-se e ter um orgasmo é já uma forma de exercício físico, mas fazê-lo acompanhado de movimentação corporal, no corrimão, no poste, em torneiras, maçanetas, ou até num espremedor de sumos, exige uma componente física importante a levar em consideração.

3. Superfícies têxteis com bordas suaves

Aqui temos mais a gama de objectos como sofás, atoalhados, camas, otomanas, chaises longue, algumas almofadas, bichos de pelúcia também contam, enfim tudo o que tenha uma certa resistência, de preferência material estofado.

A forma de execução é um pouco semelhante aos materiais anteriores, nos fixos o corpo movimenta-se sobre o objecto propriamente dito, nos móveis é mais opcional, podendo ser usadas também as mãos.

A vantagem em relação ao anterior está mais na qualidade dos materiais, enquanto nos objectos firmes há um esgregaço da vagina sobre o mesmo, neste caso dos têxteis, há digamos uma fixação sobre o mesmo, eles são colocados entre as pernas e apertados, beneficiando a vagina de excitação gerada pelo movimento do corpo.

A desvantagem são mais as nódoas, os reflexos do orgasmo, enquanto nos objetos fixos basta passar com um pano húmido, nos têxteis fica a manchinha o que nem sempre é agradável e fácil de tirar.

4. Colheres de sopa

É utensílio de cozinha, mas merece algumas palavras à parte, e a sua utilização é óbvia, e fora o fresquinho do metal que logo passa, é só correr com ela pelo clitóris de cima a baixo e, como é previsível, os efeitos, não se fazem esperar.

5. Coisas que vibram

A máquina de lavar roupa também vibra, mas aqui estamos mais ligados a objectos mais pequenos, máquinas de barbear, escovas de dentes eléctricas, um ou outro ventilador, máquinas esfoliantes, batedeiras, enfim, o que sirva para colocar nas zonas inferiores a fazer o trabalho por si.

6. Garrafas de plástico

Não se recomenda garrafas de vidro, por causa do efeito de sucção, não é anormal acontecer ficarem presas onde não se quer e depois para as tirar é o cabo dos trabalho.

Garrafas de plástico é mais do que suficiente para a execução do esfregaço, e há umas mais pequenas de refrigerante, fáceis de manobrar.

7. Objectos longos e finos

Entramos aqui mais no campo dos cabos de vassoura, velas, escovas de cabelo, rolos, tudo o que possa ser incorporado na concretização do orgasmo.

8. Ferramentas

Algumas ferramentas adequam-se ao propósito, lembra-se os cabos de chaves de fenda, lanternas, algumas chaves de apertar roscas.

9. Os vegetais 

Estes são os que mais agradam por serem orgânicos e tudo o que tem a forma de um pénis serve a função, estando nesta categoria o pepino, cenoura, banana, rabanete, aboborinha, curgetes, para quem quer ser mais atrevida, beringela roxa.

Tudo gratuito, ali ao pé, sem despesas ou preocupações, não esquecendo obviamente que os riscos devem ser acautelados, superfícies sempre limpas, não abrasivas e protegidas.

Seja atrevida!!! 

Ela é católica mas eu gosto!!!

09:47 0
Ela é católica mas eu gosto!!!
As circunstâncias exigiam-no. 

Jovem com um circulo de amigos e amigas muito fechado, a vigiarem os nossos modos de vida, as nossas escolhas, do que gostamos, o que vestimos e tudo o mais, que era inevitável não se ser livre e a liberdade, essa, tinha um preço elevado, então se soubessem que já tinha dado o cu e gostava de ser enrabado.

Não que gostasse de homens, é-me indiferente esse sentimento, gostava da experiência e do inusitado, do inesperado desconforme, com homens mulheres o que fosse, se os meus amigos davam beijinhos nas meninas, eu mirava as pernas e mamas das mães, nesse meu desejo diferente aborrecendo-me o habitual. 

Devia culpar os livros que lia, a biblioteca radical do meu pai, esse interesse pelo marginal, afastado dos gostos e quereres comuns, dentro do critico aceitável, das complicações dos mais velhos, dos idiotas adultos, dos seus desejos ocultos, de duas realidades vividas, sempre em simultâneo, a falada e a dada aos outros, ao lado da silenciosa solitária, sendo esta a que procurava.

A vida era clandestina, dava o cu sem ninguém saber, a homens que gostavam, a mãe de um amigo que comia, uma amiga da minha mãe quando podia, as balzaquianas assanhadas, as beatas religiosas, as tias finas, as vizinhas suburbanas, escuteiras tatuadas, era tudo o que eu queria, para ser realidade tinha de ser malhada, de tanto bater nela, para se tornar verdadeira.

Tinha de ter uma namorada, coisa para mostrar aos amigos, a quem não fizessem muitas perguntas, que fosse bonita e desenvolvida, com ar de muito foder, para a todos fazer crer, que gostava de conas experimentadas, e que sou sincero cá dentro, se me davam algum prazer, era quando para aí virava.
Foto de Apostolos Vamvouras no Pexels
Saiu-me na rifa a Anabela, era miúda que eu já conhecia, do meu bairro quando passava, acompanhava a mãe a ir pra igreja, nas suas rezas e catequeses, rígida nos seus preceitos, fora da nossa órbita, bem bonita e desenvolvida, belas mamas e belas coxas, que me faziam pensar "um desperdício se não foder".

Os pais eram muito exigentes, melhor, o pai só, porque a mãe, a Alice, era uma mulher submissa seguindo as ordens do marido, como para serem tão maus e perdidos, fossem necessários pelo menos dois.

Nada tenho contra a igreja, estes seguiam a regra ao milímetro, em mandamentos para mim contraditórios, espero bem que bem, reduziam a vida a capelas e roteiros religiosos, modos de estar de cartilha antiga, em negação de tudo o não aceite, pelos próprios e que os rodeasse. 

Andava com a Anabela contra a vontade do pai, queria para a filha um pateta, que, como ela, o mandassem pra igreja, para aprender um modo de vida, e ali estava eu a estragar-lhe os planos, com ar de quem não acredita em nada, e com a minha carinha, sabe-se lá, pra desviar-lhe a filha, os maus caminhos eram muitos, podendo até comê-la.

E os amigos a dizerem-me, "pá agora andas com a beata", "a gaja não fode já me disseram". 

Enquanto a filha usava camisas, muito apertadas feitas pela mãe, saia até abaixo do joelho, de vez em quando calcinha apertada, muito certinha, muito definida, que lhe exibia as formas e o rabo, eu tinha aquele ar desleixado, de jovem deprimido e preguiçoso, de cabelo comprido e barba por fazer.

O clima não era de guerra, mas sentia-se a vigilância, apertada do Antunes e da Alice, mais desta por estar em casa, não sei bem a fazer o quê, quando eu aparecia por lá, para estar com a Anabela.

Naquele dia, com a Anabela sozinha em casa, um acontecimento proporcionado pelo acaso, pelo abrandar da perseguição dos pais, andava eu a fazer o papel de bonzinho, virei-me para ela e pedi-lhe "gostava de te ver nua, despes-te?".

Os beijinhos já eram obra, era necessário requisitá-los, surpreendeu-me pois ela dizer que sim, mas que era mesmo só isso, sentiria ela?, a minha paciência era curta.

Sentado numa cadeira, cheio de tesão de frente, vejo-a a despir-se lentamente, a largar na cama peça a peça, a camisa, a saia comprida, o soutien, as cuequinhas, e eu só pensava que desperdício, que mulherão, mas que bela mulher.

Uma mamas lindas e perfeitas, um corpo liso e macio aos olhos, um rabo, umas coxas, tudo bom, nos seus olhos desejos e querer, da minha mão nos calções duros, daí que não lhe dei desculpa, despi-me todo a seguir, a exibir-lhe um caralho teso, pronto para a foder.

Com uma voz de menino, quase forçada a procurar convencimento, disse-lhe "anda vamos fazer amor", já deitado na cama, a bater com as mãos no colchão "anda deita-te aqui". Senti-lhe medo nos olhos, não estava preparada, não tinha sido ajudada, a responder a esta situação, e ouvi-a, saiu-lhe dos lábios "não posso sou virgem, só me posso dar a um homem quando casar com ele". 

Eu quase chorava, melhor ouvia a minha voz a parecer chorar, a pedir-lhe "não sejas burra", "todas as miúdas fodem", "não gostas de mim, não gostavas de saber como é?".

As oportunidades não abundavam, o Antunes e a Alice, uma mulher porque passei a interessar-me, mais até do que à filha, pelo modo de ser, pela sua boa vontade, desejo oculto de ser livre e diferente do que era, podiam aparecer a qualquer momento.

O nosso namoro, chamemos-lhe assim, já era longo e não estava a dar nada, a ideia de amor ou de paixão era despropositada, e o que eu queria mesmo era saltar-lhe para cima e, já agora, que ela gostasse e saltasse para cima de mim. Insisti e recebi, a velha máxima da minha mãe, quem não chora não mama, e quem persiste tem sempre mais proveito, pedi-lhe que me deixasse acariciar-lhe a vagina, e ela que me acariciasse o pénis.

Aos poucos, com a minha mão a massajar-lhe o clitóris, o desejo preso na sua carne mais funda, ali veio ao de cima, e senti pela primeira vez a Anabela uma mulher, um ser humano de carne e sangue, sem a veste das palavras proibidas, a arquear-se para trás quando corri, a minha língua pelos lábios carnudos, quando mergulhei naquela cona peluda.

Virei-a para mim, a colocar-lhe o pénis na boca, a passar-lhe a minha mão pelo ânus, uma flor que se abria para mim, os meus dedos a agarrarem-lhe as bordas, uma vagina farta e pronta, a rebentar de tesão, um ser vivo e independente todo na minha mão, até que lhe sussurrei para se deitar, e abrir as pernas para lhe ir à cona.

Não estava à espera, as barreiras e os obstáculos tinham sido ultrapassados, a guerra tinha sido vencida, quando me disse "não, na vagina não, eu tenho que ser virgem quando me casar", estava já o meu pénis a descer, a uma certa velocidade ele ia, quando continuou "na vagina não, vem-me antes ao cu, se quiseres".

Não a deixei falar mais, eu nem queria acreditar, só pensava "nossa senhora, a Anabela gosta de levar no cu", acho que nos rimos do que disse, virei-lhe aquele rabo lindo, deitei-me em cima dela, e de nádegas bem abertas, penetrei-a até ao fundo. 

Não desvendava local desconhecido, havia nela uma experiência imprópria, numa miúda tão certinha, dar o cu era a sua saída, mantendo os preceitos em harmonia, fui entrando e saindo dela, enquanto se masturbava sozinha, até que nos viemos juntos.

Que prazer era os meus amigos dizerem "ep pá se andas com a beata, não tens o que foder", mal eles sabiam que ela adorava tanto dar o cu até lhe fazer doer.

Sabia da importância de um bom broche?

23:24 4
Sabia da importância de um bom broche?
Todos, homens e mulheres, sabem da importância de um bom broche no decorrer de um ato sexual, mas geralmente no momento desvalorizam essa importância, ou não sabem mesmo como fazê-lo em condições.

O broche é coisa antiga, do latim fellatio, bem documentado em registos egípcios e maias, e tal é a sua importância que não há terra ou sitio que não lhe dê nome próprio, broche, blowjob, boquete, chupeta, mamada, e não fica por aqui.

Agora o broche não é só pôr um caralho na boca, chupá-lo e pronto. 

Envolve algum conhecimento, muito próximo da arte, uma espécie de bailado, para o colocar em prática e saber dele tirar o melhor partido dos seus efeitos e do que vem a seguir.

Em termos de classificação o broche decididamente é considerado como fazendo parte dos preliminares da foda, e se é assim, não há foda com sucesso sem um broche perfeito e em condições.

O problema é que é tão bom que há mesmo homens e mulheres para quem o broche é quase tudo na relação, eu que o diga, que sofri às mãos de uma namorada cujo objectivo na vida era mamar, que querem mesmo é ficar-se por ali e o resto que se foda.

Em termos práticos, o broche foi pensado para deixar o pénis bem teso, mas mais importante, levar ao cérebro do homem, a vontade e a promessa de que há alguma coisa ainda melhor lá para a frente, só que, com o passar do tempo, a prática evoluiu, adquiriu novas manifestações e agora não há quem queira outra coisa.

E depois temos as circunstâncias, já que em função delas, assim a qualidade do broche.

Isto porque os broches não são todos iguais, há digamos algumas linhas a seguir para definir a execução do broche como sendo broche, só que depois há múltiplas variações.

Em termos simples, é preciso levar em conta o tamanho do pénis (o micro é um caso perdido) e a condição de quem o recebe, se aquece facilmente ou se necessita, enfim, de mais intervenção.

As condições externas também são importantes, é sempre bom ter atenção ao local, ao ambiente (música, cheiro, visual, audição, tacto).

Enfim tudo importa, e o homem que é sempre muito desleixado nestas matérias deve preocupar-se que há circunstâncias que dependem dele, mais do que da mulher, ou se for o caso, do homem, para que um bom broche se concretize com sucesso. 

Indo ao que interessa, do seu saber, disse-me a Carlota, minha irmã, que nisto de broches é uma autoridade:
Imagem de StockSnap por Pixabay 
Quando agarra no caralho de um homem, e é sempre bem pela base, diz ela, mostra sempre para ele um sorriso de aprovação como que a dizer "gosto muito, que belo espécimen". 

Mesmo que isso não seja verdade dá-lhe uma sensação de confiança que faz melhorar ainda a forma como ele ajuda à execução do broche.

Para lhe transmitir uma sensação de calma e de segurança, mas também para um certo abrir de pano, de espetáculo vai começar, passa a mão ao de leve, pelos colhões, pelo ventre e umbigo, coxas, pintelhos, quase um circulo como que a dar relevo ao centro de atenções que é o caralho e os seus dois amigos.

Depois, dá-lhe uma primeira lambidela de baixo para cima, na parte de baixo, sempre a olhar para ele, numa abordagem geral, como que a dizer-lhe "sou a tua putinha, vais ficar maluco com o que te vou fazer".

Dá-lhe depois uns beijinhos insistentes na prega da cabecinha com a ponta da língua, a tirá-lo cá para fora, como tartaruga a sair da casca, fazendo com que o caralho se arrebite logo, e o homem fique a sentir o ânus e as nádegas a apertarem-se de tesão.

Aperta-lhe depois a cabeça do caralho nos lábios fazendo uma pressão intensa quase a fazer-lhe doer, transmitindo-lhe ao cérebro a sensação de grandeza de uma coisa grossa para uma boca pequena.

Desce depois os lábios pelo caralho abaixo subindo e descendo lentamente, intermediando com saídas para os lados com a língua sempre muito molhada, a incluir os colhões, e a dar-lhe indicação que a história não fica por ali.

Agarra-lhe sempre uma nádega como que a pedir-lhe que avance e participe, seja um ato a dois, fazendo com que ele se movimente para dentro da boca dela, movimentando as ancas ao mesmo tempo que o chupa todo para dentro da boca.

Se está de lado, gosta de dominá-lo, de o pôr em ponto de rebuçado, aperta-lhe o caralho na base para o deixar teso ao limite, para que sinta que prazer e dor são faces da mesma moeda, sempre com os olhos malandros nele, a boca aberta, a língua a tremer, para o excitar.

Diz ela que é quase uma arte, a execução tem que ser perfeita, tempos, respiração, tudo muito bem coordenado, os sons, os cheiros, até a luz ambiente, o local, tudo importa.

Se está de joelhos em frente dele gosta de fazer o papel de submissa, sem vergonha, que ele a admire como mulher experiente, que lhe chame nomes como "és a minha puta, és tão boa, malandra, adoro essa boquinha".

Diz que, pela sua experiência, há mulheres que não gostam, mas diz ela, que adora que os homens falem e troquem impressões sobre se a execução está a decorrer com perfeição, fornecendo instruções como "isso mama aí, chupa a cabecinha, os colhões".

Quando o homem está em ponto de rebuçado, ela diz que sente pela respiração dele, aumenta a aceleração acompanhada de uma leve punheta, fazendo o caralho deslizar com mais rapidez pela boca, mas sempre a fornecer-lhe algumas indicações com os olhos e a língua para ele se conter para durar um pouco mais.

No momento em que o homem se vem, diz que aí a coisa é mais delicada, há homens que gostam de se vir para cima dela, outros são mais púdicos e não gostam, por acharem que a estão a desrespeitar como mulher, uns gostam que engula e outros não, tudo depende da maneira de ser.

Contos eróticos de Natal - # Meu amigo, eu dou-te o meu bacalhau

15:14 2
Contos eróticos de Natal - # Meu amigo, eu dou-te o meu bacalhau
A Lucimar conta ao Biografias Eróticas o que espera:

Natal chegou e sei que vou passá-lo em paz. Eu e Juliana a minha filha, conseguimos que meu ex-companheiro nos deixasse de importunar, podemos seguir com nossa vida, eu trabalhando, Juliana também, vamos vivendo, um dia de cada vez, estou gostando desse som que ela está ouvindo, deve ser da chuva que está caindo, ou meu deus, minha filha se tornando melancólica, mais portuguesa.


Devo esse sossego a meu vizinho, lá de baixo no rés-do-chão, seu Raposo, meu herói, meu amigo, que deu um fora no Mário, homem cobarde, fica batendo em mulher, seu Raposo querendo dar-lhe com um pau, e ele fugiu, nunca mais apareceu.

Seu Raposo é um homem velho, não sei sua idade, talvez não sei setenta, jovem aprisionado na carne, tão distinto e silencioso, tão reservado, tão bem vestido, tão bem parecido, olhos muito negros, ainda é um homem lindo, aqui perto de mim, dizem que foi professor, vivendo sozinho. 

Brincamos na porta, ele mirando meu rabo quando entro, quando subo as escadas, fico lhe dizendo "seu Raposo é um velho safado", me rio muito dessa brincadeira, me divertindo com ele, de seu interesse, grande alegria minha, fica fingindo que não me ouviu.

Mas estou pensando, desde que correu com Mário, nossa brincadeira se acabou, fico procurando ele na escada, mexendo meu rabo pra ele ver, sorrindo e mirando ele, mas coisa ficou séria, não sei, para mim para ele, alguma coisa bonita se estragou?

Está chovendo forte, e essa música, o céu está chorando, meu deus, estou pensando dizer a Juliana, convidarmos seu Raposo na noite de natal, não sei, português gosta de bacalhau, e eu podia fazer, perguntar a ele, chamar ele, coitadinho, tão grande homem e tão sozinho.

Já sei ele vai recusar, dizer não não precisa, nem que vista saia mais curta, vou-lhe dizer, venha meu amigo, tenho presente para lhe dar, eu tenho bacalhau, decidi obrigá-lo e convencê-lo, meu amigo não faça essa desfeita, queremos sua companhia, e não pode recusar.

Juliana estava me perguntado, "mãe que presente vais dar a seu Raposo", "filha é só comigo e com ele", coisa intima só minha, estava pensando, esperar a noite longa, descer com ele a casa, poder dizer pra ele, "vem seu Raposo meu amigo, aqui tem meu presente", aconchegar-me na sua cama, entregar-lhe meu corpo quente ...

Contos eróticos de Natal - # O meu primo veio dos Alpes da Suiça

20:00 4
Contos eróticos de Natal - # O meu primo veio dos Alpes da Suiça
O Filipe conta ao Biografias Eróticas o que se passou:

Não é que gostasse do Natal, não gostava, ou melhor gostava do que me davam, aborreciam-me era as minhas tias, nunca paravam de falar, até os meus pais, sempre a comer, esperava era o Gustavo, meu primo e meu maior prazer.

Vinham da Suiça, ele e a tia Graciete, uns dias mais cedo, devido ao frio e à estrada, e quando ele chegava, sorriamos um pra o outro, dávamos um abraço de um "Olá primo", já não o via há dois anos, e só de saber que vinha, me parecia adorar o Natal.

Tínhamos uma história, que há dois anos aconteceu, passeávamos pelo campo, a contar coisas de adolescentes, quando ele me perguntou, "gostavas de ver o meu caralho", queria saber se o achava grande, eu disse-lhe que sim.

Escondidos atrás de uns arbustos, ali mesmo à beira da estrada, baixou as calças até baixo, pele de galinha a tremer de frio, mostrou-me o caralho, "o que é que achas?", perguntou-me, "é bem grande", respondi, "deixa-me ver o teu?", "está muito frio Gustavo, vamos para a palheiro".

Naquele sitio, havia alimento para o gado, feno a molhos e em montes vários, e ao sairmos do vento frio, aconchegámo-nos num recanto quente, mais atrás bem escondidos, deitados na palha que ali estava, diz-me ele a sussurrar "baixa as calças quero ver", baixei as calças e as cuecas, envergonhado para lhe mostrar, o meu caralho bem mais pequeno, enquanto dizia tonto "é maior se o entesar".

"Queres ver o meu entesado?", perguntou-me ele primeiro, enquanto isso acariciava o pau, depois a dizer "entesa o teu para eu ver", a rirmo-nos da nossa brincadeira, íamos batendo uma punheta juntos, mirava o caralho do meu primo, bem teso e maior que o meu, voltou-me a perguntar, "queres tocar no meu caralho? bates-me uma punheta? gostavas? depois se quiseres bato-te a ti", 

Olhei-o nos olhos, e nem esperei, abanei com a cabeça, a dizer que sim, estávamos ali nus, juntos jovens querubins, as nossas peles tocavam-se ao de leve, nas pernas juntas levantadas, enquanto batíamos a punheta, e para me dizer aquilo, que eu lhe tocasse, que o masturbasse, deve ter percebido o meu interesse.

Deitei-lhe então a minha mão, que passei ao de leve pelo caralho, lembrava festas a um gato, ele de olhos fechados a lamber-se, deitou-se para trás esticado, eu de joelhos batia, para cima e para baixo, sentia a mão dele nas minhas costas, a caminhar devagar para o meu rabo, e a sua voz dele sonolenta "Filipe fazes-me uma mamada?, mamas?, gostavas?".

A vontade dele era uma ordem, apertei-lhe o caralho com os meus lábios, comecei a mamá-lo, lambia-lhe a cabecinha, o meu primo gemia, contorcia as ancas ao movimento da minha boca, naquele lugar quente, nus como se ali nascidos, virou-me o rabo, que aceitei com o meu silêncio.

A sussurrar-me ao ouvido, disse-me "deita-te de barriga para baixo, deixa-me ir-te ao cu?", a dizer-lhe que sim com os olhos, pus-me em posição de gatas, com ele em cima de mim, senti-lhe o caralho a roçar-me no cu, a fazer força a querer, até que o senti entrar, apenas um pouco a cabeça, agarrava-me as nádegas com força, para entrar mais dentro, o ânus apertou-se-me como mola, até que ele não aguentou de tanto tesão, caiu sobre mim a agarrar-se, a estremecer a dizer "foda-se!! estou-me a vir todo.

Photo by fabio cappello on Unsplash
Ficámos por ali, tínhamos regressado a casa, riamos com o nosso segredo, jantava-se e falava-se, onde cada um iria dormir, ouvi a minha tia Graciete, mulher que falava sempre alto, "não há problema, o Gustavo dorme com o Filipe", e naquela noite ali estávamos outra vez, sozinhos e com o mesmo desejo.

Adiantada a noite, senti no escuro o meu primo a remexer, voz muito baixa "Filipe?", "Sim", "deixa-me deitar contigo", vi-o sair da cama dele, a baixar as calças do pijama, banhado numa luz orvalhada, o caralho dele muito teso, o corpo magro e curvo, e entrou na minha cama.

"Está muito frio, tenho os pés gelados", "também eu" dizia-lhe, sentia o caralho dele a roçar-me o rabo, a boca dele no meu ouvido, "quero comer-te o cu outra vez", a mão que me baixava as calças, o corpo dele unido ao meu, a mão fria que me percorria a pele, macia das minhas nádegas, levantou-me a perna de lado, escorregou-me o caralho pelo rabo, e foi entrando devagar. 

Falávamos baixo, ninguém podia ouvir, deitou-se nas minhas costas, colado em mim, sentia-lhe as ancas a levantar, vinham a baixo a entrar, toda a noite me penetrou, devagarinho, até de manhã, ao som do meu querer ... 

É por isso que estou ansioso que ele chegue ...

A ejaculação precoce pode ser controlada?

23:02 2
A ejaculação precoce pode ser controlada?
O problema era do meu amigo Norberto, dizia-me o desgraçado que quando agarrava no pénis e o apontava a uma mulher, o maldito empertigava-se todo, e sem controle algum, disparava quando menos se esperava. 

Dizia-me ele "eh pá foda-se já nem sei como disfarçar, acho que elas até gostam do meu caralho, do tamanho e tudo, só que mal lhe tocam ou me cheira a cona, não consigo segurar, eh pá, venho-me, depois dizem, não te preocupes amor, eu gosto assim, mas eu desconfio, não as satisfaço".

Disse-lhe logo "homem não sei se tem cura, mas já li para aí que pode ser controlada", e não foi que ele me apareceu com o manual do dr. Chakra, o gajo que sabes tudo sobre pilas, crescê-las, aumentá-las e tudo.

Estava lá em letras gordas que o tempo médio que leva antes de um homem ejacular durante a relação sexual é de quatro a cinco minutos e para o pessoal que dispara antes do tempo, pode acontecer em apenas 30 segundos a um minuto e pode ocorrer até mesmo antes da penetração.

Eu cá para mim "foda-se!!! que um gajo está agarrado ao caralho, a cona ou o cu ali tão perto, a mãozinha a mexer, filho vais para ali que mando eu, e quando está, quando está, a conseguir, esguicha descontrolado e a cair, porra que tanto trabalho conseguido, só para ir foder e depois "póc".

Dizia o manual que a causa exata não é conhecida, mas muitas vezes enraizada em questões físicas, psicológicas ou emocionais, como ansiedade, stress ou depressão.

"ó diabo Norberto, tanta coisa que é estudada, o dr. Chakra a querer fazer crer, então se não sabem a causa, como é que te vão pôr a foder", dizia-me ele "mas ele tem aqui soluções", então vamos lá ver.
Imagem de Free-Photos por Pixabay 
Tratamentos indicados, pelo dr. Chakra

a) Aconselhamento é recomendado para tratar a ejaculação precoce, o que pode incluir psicoterapia, bem como aprender maneiras de comunicar com o seu parceiro sobre disfunção sexual.

"Norberto, tás fodido, o que ele te está a dizer básicamente é que tens que aprender a fazer conversa fiada pá, a ganhares lábia, vais tentas foder, a coisa dispara antes do tempo, tu ali agarrado ao caralho, quase quase, a coisa esguicha e tu depois, pá, começas a dizer que isto até é bom ser assim, é mais excitante, no dia que for mesmo a sério até sabe melhor.

b) Medicamentos são usados para tratar depressão e stress 

"Medicamentos Norberto?, não sei se estás a ver, o que eles querem mesmo é que adormeças, estás ali agarrado ao animal, pá, meio a dormir com ele na mão, só que estás fodido na mesma, ele está meio ensonado, meio dobrado e se esguichar, que vai esguichar, só dá um esguicho pequeno"

c) Cremes de entorpecimento que são usados directamente nos genitais para ajudar a controlar a ejaculação precoce.

"Bem Norberto, cremes para o caralho e para os colhões, que maravilha, primeiro era comprimidos, agora é cremes, admite isto não se vai resolver, o gajo fica adormecido na mesma, ef pá, com cremes a escorregar, então ainda dispara mais depressa".

d) Auto ajuda em que existem várias técnicas se pode tentar antes de procurar ajuda médica.

"ha ha ha Norberto, esta sim merece atenção, vamos lá ver essas técnicas"

1. Masturbação uma hora ou duas antes de fazer sexo.

"foda-se Norberto, bater punhetas antes de foder, é essa a solução? ha ha ha ha, eh pá quando fores à função pá já estás cansado, todo mirrado, não dispara nem nada".

2. Usando um preservativo grosso para ajudar a diminuir a sensação.

"cum caralho, ha ha ha Norberto, preservativo grosso, é essa a técnica? não sentir nada?"

3. Respirando fundo para fechar brevemente o reflexo ejaculatório.

Diz ele que ajuda a durar mais tempo ao fazer amor com o parceiro. Essa técnica é composta de três fases: primeiro, precisa de se excitar sexualmente com a ajuda de um parceiro ou se masturbando.

Então, no ponto antes de chegar ao seu clímax, precisa parar e segurar. Em seguida, faz algumas respirações profundas e relaxe.

Quando estiver calmo e no comando de suas emoções, repita o processo novamente. O método envolve aprender a entender quando está se aproximando do orgasmo e treinar o corpo para controlar o tempo para evitar a ejaculação precoce.

"ufa Norberto, respira fundo, bates com ele assim em qualquer coisa e depois respiras fundo, fechas-te logo e pensas, e foda-se que doeu, não esguichas mas respiras"

4. Ter relações sexuais com o seu parceiro no topo.

"eh pá, Norberto isto é muita ciência, nem eu sei o que isto é"

5. Fazer pausas durante o sexo e distrair-se pensando em algo completamente diferente.

"Norberto, oi, lá lá lá, estou a olhar para o ar, lá lá lá, pai natal, pai natal, pai natal, jingobell, pchuuu, olha disparou"

6. Pratique exercício Kegel

"Nisto Norberto acredito, basicamente fazes exercícios com o músculo do cu, só que podes esperar sentado, tás fodido, apertas o cu apertas o cu, e talvez daqui a cinquenta anos ele deixa de esguichar antes do tempo, mas aí é porque tás velho, ah ah ah"

7. Execute a técnica de compressão

Diz o dr. que esta técnica requer muita prática e tempo ininterrupto, e durante as preliminares, pede-se ao parceiro que aperte o final de um pénis, no ponto em que a cabeça se une ao eixo.

Depois de deixar de apertar, espera-se 20 a 30 segundos e continua-se com as preliminares.

Repita o exercício três vezes por semana até perceber melhorias.

"Ui Norberto Norberto técnica da compressão, isto cheira-me em apertares o coiso, não esguichas não, ai que não esguichas, comprimes percebes? ele vai quase quase e tu oi toca a espremer"

8. Terapia da conversa

Diz o dr. que esta técnica é conversar com alguém que saiba de saúde mental, sei lá um psiquiatra, sobre experiências e relacionamentos e que isso pode ser frutífero.

Conhecida como terapia de conversa ou aconselhamento, essas sessões ajudam a pessoa a lidar com a ansiedade relacionada ao desempenho e a superar o stress enquanto faz amor com seu parceiro.

"Esta é boa Norberto, vais ao psicólogo dizer-lhe que esguichas demasiado rápido, e ele diz, boa aí falar de desempenho, porra Norberto, vais falar de uma coisa que não tens, que é desempenho, só conversa Norberto"

9. Método Stop and Start

Diz o dr. que esta técnica é basicamente ir acariciando o pénis para cima e para baixo e quando ele está lá quase, para-se, e vai-se dando atenção às sensações físicas para tentar aprender a controlar".

"ep pá, Norberto, este está na cara, é espeta e pára, bate punheta e pára, mas Norberto, tu não chegas a espetar grande coisa, isto mais parece o lá lá lá a olhar para o ar, tás fodido Norberto"