BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Humor
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É duro ser extra-duro

20:24 2
É duro ser extra-duro


Dei-me ao trabalho de vir à cidade, deixei a minha agricultura e as minhas cabras e ovelhas e, e eu que pensava que vinha a esta merda de cidade para me curar deste meu problema e foda-se!! eu regressei à minha casa ainda pior.

O meu problema era complicado, isto nem era de agora, há muitos anos que andava sempre com o pau teso, e era, foda-se! desconfortável, um problema hormonal, as pessoas viam, principalmente as mulheres e depois diziam, “lá vai ele com aquilo em pé, e ainda por cima anda sozinho com as cabras”.

Não havia solução, já tinha feito de tudo, médicos não explicavam, depois foram curandeiros, bruxos, tudo me foi aconselhado, até quiropráticos, cansa isso nas putas, houve uma que dava palmadas, e espremia tudo o que podia, mas uns minutos depois tudo voltava ao que era.

Ainda arrisquei com umas namoradas, mas depois a coisa foi alastrando, sabia-se em todo o lado, era o gajo do pau teso, e nem as gajas esfomeadas, queriam alguma coisa comigo, fugiam desesperadas, dia e noite a bater punheta, era quase um trabalho, lá em baixo não queriam mais nada.

E foi a minha tia que ligou e disse, “filho, vem à cidade que resolvemos isso, vamos aqui a uma médica especialista que trata de tudo” e foi assim que vim por aí abaixo, disse logo “é só por alguns dias, não aguento a cidade, é chegar e fugir, voltar para o meu lugar”.

Mas a merda começou logo mal, a minha tia e o namorado não paravam de olhar, mas como é que é possível? pergunta que lhes estava na cara, iam-se rindo do fenómeno, “o rapaz precisa de ação com aquilo”, era o que o namorado dizia.


A minha tia arranjava o sofá para eu dormir, ela dizia, “não ligues, havemos de curar o teu excesso de tesão”, e ao mesmo tempo, ela esticava o lençol e foda-se!! foi quando eu vi, ela baixava-se um pouco, e no meio das coxas, o tufo de pelo, um molho encaracolado, parecia a lã das ovelhas, só que húmida e brilhante.

Tive um choque no caralho, que foda-se!! contorci-me todo, ela estava nua por baixo, só tinha uma bata vestida, mais curta um pouco e era camisola, eu estava sentado numa cadeira, ela andava à volta do sofá, eu via-lhe as dobras do rabo, “ai caralho que me dói tanto”, o meu pau queria rebentar, era tesão e mais tesão, estaria a minha tia a tentar-me?

Fiquei logo muito pior, as hormonas explodiram, como é que agora ia dormir, e depois amanhã, com a médica especialista, o que é que ela ia achar, arrastei-me para o sofá, e foda-se!! deixei-me estar, quase uma hora agarrado ao pau.

Quando estava quase a adormecer, depois de três ou quatro punhetas, o sofá estava todo colado, quando ouvi a minha tia no quarto, “anda amor, fode-me”, era ela a falar com o namorado, e eu caralho! que já estava a descansar, fiquei logo teso, “ele já está a dormir, fode-me toda”.

E depois foi a noite toda, a minha tia não parava, o namorado já não aguentava, ainda pensei que ela era como eu, tinha de ir à médica especialista, e depois levantei-me, fui andando no corredor, já não aguentava aquela merda, precisava de água fria, e foi quando eu vi o que não queria.

O quarto tinha a porta aberta, e quando passei, foda-se! lá estava ela em cima do namorado, o pau dele entrava na cona, estava um pouco molhado, ainda achei que desmaiava, o meu caralho estourava, eu quase não andava, fui agarrado à parede, a arrastar primeiro uma perna e depois a outra.

Durante a noite fui-me embora, que se fodesse a especialista, eu tinha de viver com isto, com tesão até ao fim da vida, ao pé das minhas cabras e ovelhas, mandei uma mensagem à minha tia, mas foda-se!! agora não me sai aquela imagem da cabeça ..

Como sei que os meus pubococcígeos estão a funcionar?

21:52 0
Como sei que os meus pubococcígeos estão a funcionar?

Se não sabe o que são os pubococcígeos, são os músculos que estão entre a base do caralho e do cu, enfim cá por baixo, e digamos, quando um gajo está sentado, está mais ou menos em cima deles.


Mas será que isso interessa a alguém?


Eh pá, isso não sei, por mim o que posso dizer é que fiquei de sobreaviso quando li as palavras:


Fique consistente. Faça o seu Kegel todos os dias ao mesmo tempo que está a mijar, a escovar os dentes ou a ver televisão.


Eh pá isso não há como não me chamar a atenção e enfim perceber o que é isto do kegel e dos pubococcígeos, coisas free-style que fui descobrindo quando fiquei curioso sobre um estudo de uma dessas universidades que querem descobrir tudo, e que dizia que o tempo de duração entre a penetração e a ejaculação demora entre 33 segundos e 44 minutos.

Eh pá, 33 segundos é pouco mas porra há animais que dão uma foda nesse tempo, e isso é quase normal, agora 44 minutos foda-se!!! é demais, a gaja e o bicha tem de ser avisado previamente, dizer-lhe "ouve dou-te uma foda, mas comigo vais aos 44 minutos".

E o que é que isto tem a ver com isso do Kegel e dos pubococcígeos?

Isto é coisa séria e tem tudo a ver, houve pra aí um gajo que descobriu que fazendo exercícios com os músculos do cu isso melhora o controle das mijas, o chamado relaxamento muscular, ou vagina lassa, eh pá, muito mais importante, aumenta o tesão e controle da ejaculação.



O gajo dos 44 minutos parece que passa a vida a fazer esses exercícios, o gajo quer chegar aos 60 minutos e ao que parece isto não é coisa de ginásio, pode-se fazer isso em qualquer lado, pá, no supermercado, no cinema, numa festa de amigos.

E é fácil, ou melhor parece fácil, basicamente é apertar o cu, só que um gajo nunca sabe bem se está a contrair os pubococcígeos, ou as nádegas do rabo que são os glúteos ou o cu em si que é o ânus, é complicado.

Sei que é difícil mas isto ainda me interessou mais quando li qualquer coisa do Dr. A. Chakravarthy, um indiano especialista em piças, aumentos, tesão acrescido, o homem sabe tudo, e diz que o Kegel é uma ferramenta fundamental.

1. E isso é o quê?

Dizem eles, são exercícios para notificar os músculos no "processo ejaculatório" e é preciso tonificá-los, no caralho não basta a punheta e no cu a introdução de coisas, é preciso fazer exercícios e o gajo que descobriu o Arnold Kegel até disse que não descobriu a pólvora e que foram os chineses e taoístas que faziam uso com os pubococcígeos e o cu.

2. Como localizar os músculos pubococcígeos para fazer os exercícios?

Dizem eles que a melhor maneira é sentar-se na sanita de perna aberta, começar a mijar e depois tentar reter a urina e que ao fazê-lo há uns músculos que reagem e esses são os pubococcígeos.

3. O que fazer com eles?

Dizem eles que os exercícios são tão simples e discretos que mesmo com pessoas ao pé ninguém topa.

Bom já lá vou, não topam mas é o caralho!!

Para localizar os pubococcígeos já foi complicado, apertava a pila a reter a mijadela e era o músculo do cu, dos tomates e não sei mais o quê a mexer, isto ao principio, depois melhorou que estava a torcer o pénis para baixo e não havia necessidade.

Depois pus-me a fazer exercícios em todo o lado, no café, no trabalho, nos transportes, punha-me a olhar para as pessoas a contrair o olho do cu e não conseguia fazer as duas coisas ao mesmo tempo, foda-se!! contrair e pensar, e com gente a olhar para mim com ar de suspeito, o que é que este gajo está a fazer.

Não, não, isto tem de ser em casa e pronto, e combinado com coisas, sei lá trabalho manual, arrumar umas coisas, fazer um bife ou outra coisa, porque contrair os músculos do cu e pensar está fora de questão.

4. Quantas vezes fazer Kegel?

Mas vamos lá, continuando, dizem eles que o ideal é pelo menos, ao principio, dois dias por semana, com contracções de 3 a 4 segundos, depois descansando, e depois repetindo isso umas dez vezes, seis vezes por dia e mais tarde, quando ganhar andamento, em vez de dez vezes passa a vinte.

Bom quando li isto até me ri, e aqui alinho no que diz o Dr. A. Chakravarthy, é fazer o mais possível, então se um gajo quer ter uma espécie de tesão continuado por 44 minutos, o melhor é passar a vida a contrair o cu, e foi o que eu fiz durante umas boas semanas.

Dizem eles então que a coisa é para ir aumentando pouco a pouco, não pode ser logo à bruta, porque o músculo do cu pode ficar exausto e até doer, por falta de treino.

5. E isto é bom para gajas ou só gajos?

Eh pá, quando isto foi descoberto era mesmo para as gajas, as de "coisa alargada", e algumas até, conta-se de tanto exercício, têm orgasmos a fazê-los e portanto se virem aí na rua uma gaja a arfar é bem provável que esteja a praticar este tipo de "desporto".

6. Posso adicionar outros elementos?

Há uns gajos que dizem, mas numa versão Kegel tântrica, que para além da contração dos músculos do cu, dá para juntar uns componentes eróticos, sei lá, umas revistas, uns filmes, e mais, usar a imaginação, pensar em gajas boas gajos nus todos em pelo.

Não me parece que isso tem algum efeito, cá para mim ou é trabalho, ou é brincadeira, as duas coisas combinadas nem sempre ajudam, ainda tentei imaginar a Melaina do Trump toda nua, a dar-me um tesão enorme mas com o cu a contrair isso foi sol de pouca dura.

7. Quando tempo para ver resultados?

Como dizia o outro, se se insiste muito alguma coisa deverá acontecer, mas isto mesmo sendo coisa séria, demora o seu tempo, e é preciso praticar muito, ser uma forma de vida.

Fazer, fazer, e fazer ..., e já agora, medir, dar uma foda bem dada, para contagem, cronometre a coisa mês a mês, com sorte e trabalho árduo poderá um dia chegar aos 44 minutos de recorde absoluto.

Corno com certeza

20:31 1
Corno com certeza


Ainda não sei como chegou aos ouvidos do meu marido o boato de que eu tinha tido um caso com outro homem, mas, ou muito me engano, a responsável foi a minha sogra. A mulher é um diabo, não gosta de mim, e pelas contas dela, ela acha que não sou boa para o filho.

O
meu marido é muito ciumento, mas agora que apareceu o boato, ele anda mais à procura de coisas, só para dizer que quer ter a certeza, de que eu sou uma puta.

Ou seja, ele não sabe se eu tive um caso ou não, o meu marido quer é que os ciúmes que o moem tenham uma justificação.

No outro dia, estávamos num café e apareceu um antigo namorado meu, e foda-se!! todo o meu corpo tremeu, porque quando ele se foi embora, o meu marido dizia, “foda-se! és mesmo puta, estavas a olhar para o volume dele nas calças, ele anda a comer-te? ele dava-te boas fodas?”.

Eu tive que dizer uma verdade e uma mentira ao mesmo tempo, que o meu namorado não me comia, e que dantes, eu não gostava das fodas.

Depois, foi na oficina de automóveis. Um jovem mecânico riu-se muito para mim e fez-me muitos elogios, inclusive, queria fazer-nos um desconto, mas o meu marido mais tarde dizia, “olhavas para ele, eu vi, só pensavas em chupar-lhe o pau, querias chupar-lhe o pau? e ele a comer o teu cu?”.

Neste caso não sabia se era verdade ou mentira, não era ser puta, era ser mulher, eu não me lembrava se tinha pensado no que ele dizia, que eu queria chupar o pau do mecânico, talvez fosse verdade, não sabia, e disse, “que era mentira e que só estava a ser agradável”.

Mas ele disparava, “agradável? Tu andas na rua quase nua, e eu vi, caralho, só faltou pores-te de joelhos e chupares-lhe o caralho, e se eu não me importasse tanto, saltavas para cima do mecânico para te foder a cona”.

Eu insistia com ele que não havia razões para ter ciúme, que o boato não era verdadeiro, que eu era casada e mulher só dele, que não tinha casos com outros homens, mas ele abanava muito a cabeça, a dizer, “não, eu sou corno, eu tenho a certeza de que sou corno, tu só me podes estar a mentir, tu andas com certeza a levar na cona”.

Passaram-se meses!!

No início da semana, regressávamos de uma festa, que posso eu dizer, que tinha corrido mal, saímos mais cedo só porque um homem na festa veio falar comigo.

O carro rolava na estrada e o meu marido dizia, “foda-se!! tu rias-te tanto para o gajo e o gajo só olhava para as tuas mamas e para as tuas coxas, e os sinais que davas, caralho, era para ele te comer, querias levar com o pau grosso dele no cu?”.

Eu dizia que não, mas o meu marido irritava-se ainda mais, “eu sou corno caralho, eu sei que sou corno, mas eu quero ter a certeza, caralho, que sou corno, eu quero ter a certeza de que um gajo qualquer andou a foder a tua cona, compreendes? eu não quero pensar que sou corno, eu quero ser corno e saber que sou corno, ter a certeza”.

Parámos algures numa estação de serviço.

Eu estava confusa, mas amo o meu marido, tinha de tentar outra saída, negar e negar já não dava, aproximei-me do ouvido dele e disse, “querido, para eu ser puta e tu corno, eu tenho mesmo de foder com outro homem, só assim vais ter a certeza, querido”.

As minhas palavras causaram efeito, a lógica do que eu dizia pareceu-lhe acertada, viver com a ideia de que é corno, com a sensação de que pode não ser, é muito pior do que ser corno, e ter a certeza de que se é corno a valer.

O que fazia sofrer o meu marido era o vazio, a ideia de viver com um sentimento como o do ciúme, admitindo que o mesmo poderia ser inútil, melhor mesmo seria preencher esse vazio, ter ciúme com razão, e ser corno com certeza.

Eu olhei para as mesas em redor e reparei que àquela hora da noite a maioria da clientela eram camionistas que paravam para jantar e que depois partiam em grandes camiões transportando mercadorias por todo o continente.

Não pareceu estranho ao meu marido que toda aquela clientela concentrava os olhares na minha pessoa, uns com olhos de bovino, outros com olhos de carneiro mal morto, todos eles com a ideia estampada na cara, de que se me apanhassem no camião,  fodiam-me toda.

Eu aproximei-me novamente dos ouvidos do meu marido e sussurrei, “querido, e se um deles me desse uma foda? assim já sabias que eras corno, mas corno com certeza”, ele olhou para os bovinos, “não sei, amor, parecem-me tão brutos! E tão mal-vestidos!”.

Mas eu prossegui, “deixa-me escolher um, querido, ele dá-me uma foda e pronto!! fica tudo resolvido”, ele perguntou, “e como é que vais fazer isso?”, e eu continuei, “vou à casa de banho, ou vou lá fora, no estacionamento, querido, vais ver que arranjo um que me coma”.

Ele olhou novamente em volta, depois disse que sim com os olhos, mas perguntou, “mas onde?”, eu respondi, “querido, ali mesmo no estacionamento, ou vamos para um camião”, ele queria saber mais, “e eu?”, eu perguntei, “mas tu, o quê?”, ele continuou, “como é que eu sei que não me vais mentir? tu podes fingir que vais dar uma foda, e eu fico na incerteza, não, eu tenho que ver com os meus próprios olhos”.

Eu levantei-me e preparei-me para sair, ainda disse, “está bem, tu ficas a ver, eu também quero que tenhas a certeza”, e no estacionamento cá fora, encontrei um camionista, fumava um cigarro, encostado ao camião, meio escondido na sombra das luzes, parecia que estava à minha espera.

Aproximei-me dele, pedi um cigarro, e depois disse, “o meu marido é um pouco tarado, perguntou-me se eu queria foder um camionista, eu disse que sim, e será que me podia ajudar, ando há procura de um por aqui?”.

Ele ajeitou os colhões com a mão, deitou o cigarro fora com uma última baforada, eu percebi logo, ele tinha um grande instrumento, olhou-me de alto a baixo, a admirar as minhas pernas longas, "o teu marido? a sério? e queres mesmo levar com uma verga grande? eu tenho aqui uma!", eu olhei novamente, ele apertava o caralho e os colhões, ele continuou, "anda, querida, põe aqui a mão na minha piça".

Eu aproximei-me mais dele, senti um cheiro intenso a homem de trabalho, a minha mão posou-lhe nas calças e apertei um pouco aquele volume, e num reflexo claro senti na minha mão um caralho grosso, a querer inchar a cada minuto que a minha mão ficava, naquele sitio, naquela posição, eu perguntei, "eu gostava de trazer o meu marido, importas-te?", e antes que ele desse uma resposta eu insisti, "ele quer assistir, quer ter a certeza que levo na cona".

Ele sorriu, "não querida, chama-o, isso ainda me dá mais tesão, ver o corno a ver-me foder-te", o meu marido esperava na estação de serviço, a aguardar um sinal meu, eu chamei-o, "querido!, e ele apareceu num salto na meia escuridão das luzes artificiais da noite, o camionista olhou, "queres mesmo que foda a tua mulher?", o meu marido respondeu logo, "quero, ao menos fico com a certeza, é a única maneira de ficar calmo, de saber que ela é mesmo puta". 

Eu sorri para o camionista, "não ligues ao meu marido, ele só quer ser corno com certeza", o meu marido parecia aliviado, os ciúmes acabavam, podíamos finalmente prosseguir com o nosso casamento, eu disse para o homem, "deixa-me ver o teu pau, tira para fora", ele baixou as calças e saltou de lá um caralho teso, "está aqui, amor, é todo teu, vou enterrar-te esta piça toda", eu sentia, o meu marido estava entusiasmado.


O camionista impaciente, esticou as ancas, fazendo a verga parecer ainda maior, e eu disse ao meu marido, “querido, eu vou chupar a piça dele, tens problemas com isso?”, e ele respondeu, “não querida, a puta és tu, eu sou só o corno”, e então eu pus-me de cócoras e engoli na minha boca o pau teso do camionista, o meu marido olhava de perto, a ver a minha língua a lamber a cabeça.

Estávamos ali na rua, à beira da estrada, no meio de camiões, o homem puxou-me para cima, encostou-me contra o carro, levantei o vestido e baixei as cuecas, e ele entrou em mim, por trás, no meio das pernas do meu rabo branco, o caralho imenso escorregou até à minha cona, e entrou, teso e duro, eu gemi, “ai querido, aihmm, ai, que pau tão grande, ai, foda-se, ai, amor, ele fode-me toda”, o meu marido olhava, e eu continuava, “estás contente de seres o meu corno e eu a tua puta, amor?”.

O meu marido dizia que sim, e o homem movimentava-se a bater as ancas nas minhas nádegas, eu sentia o pau que entrava e saía, meia dobrada, meia em cima, até que o homem parou e pediu, “está frio, vamos para a cabine do meu camião”, o meu marido ficou a olhar, e disse, “sim, querida, é melhor, vai, vai com ele, eu já vi o que tinha a ver, depois confessas tudo”.

Eu sorri para o meu marido, e disse, “sim amor, eu depois confesso que sou a tua puta e tu és o meu corno com certeza”, e subi para o camião, o camionista puxou-me para dentro, abriu-me as pernas ao meio, e deitou-se em cima de mim, enterrou-me o caralho na cona, e enquanto fodia, ele perguntou, “dá-me o cu, o teu marido não fica com ciúmes, se eu comer o teu cu?”.

Eu respondi, “não homem, o meu marido quer ter a certeza que é corno, come tudo, querido, come o meu cuzinho também, eu depois confesso”, eu virei-me para ele e senti o pau grosso a fazer força, o meu anel mais tenso abriu-se, a cabeça gorda entrou, e eu soltei um suspiro, “ai, vou gostar tanto de confessar, ai o meu cuzinho, fode o meu cuzinho”.

Não demorou muito para eu e o camionista nos começarmos a vir, quando tocou o meu telefone, era o meu marido, “então, querida, és mesmo puta, ainda estás a foder?”, e só tive tempo de dizer que estava a acabar.

No regresso a casa, o meu marido cismava com qualquer coisa, e eu então perguntei, “o que é que se passa? agora já és corno com certeza”, mas ele torceu o nariz, e respondeu, “humm, por definição ser corno é não ter a certeza que a mulher é puta, agora tenho a certeza e continuo com ciúmes, vais ter de foder mais amor e depois vais confessar”.



Estabilidade emocional de mulher se paga

17:02 0
Estabilidade emocional de mulher se paga

Posso contar aqui no confessionário que se não fosse a minha mulher, eu não tinha estabilidade emocional nenhuma. Sempre tive dificuldade para tomar decisões, penso demasiado nos prós e nos contras, se devo avançar ou recuar, e nem sei bem como é que consegui aqui chegar.

Foto de energepic.com no Pexels
E à medida que a idade foi avançando, bem, o problema agravou-se ainda mais, estou no escritório e o que esperam de mim, é que ouça os subordinados e faça escolhas por todos, dos caminhos a seguir, e bem dizia eu, andava num pânico tremendo, que pudesse tudo correr mal.

Eu fui a psicólogos e curandeiros, a bruxos e a xamãs, a terapeutas e a oráculos, a perguntar-lhes o que fazer, para resolver este stress, de ter medo de falhar, antes mesmo de eu começar, merda!! desta espécie de disfunção cerebral, até que um dia aconteceu, um acaso sem razão, quando a minha mulher apareceu, lá para os lados do meu escritório.

Ainda me lembro, ela entrou no meu escritório, ela pareceu ver o terror em que eu estava, e perguntou "mas amor o que se passa contigo? porque estás assim?", eu disse-lhe logo "estou fodido, a cabeça a aquecer, não me consigo concentrar", ouvi a voz doce da minha mulher "relaxa amor, eu trato de ti, senta aí um bocadinho para trás".

Ela foi fechar o escritório, depois veio e pôs-se de joelhos, ela tirou o meu pénis para fora, e merda!! que estava mole!!, mas mesmo muito mole, carne sem osso, se vocês me compreendem, pensei "era do medo que eu sentia", aquilo não dava nada.

Mas bem, a minha mulher começou a chupar no meu pau, ela estava a dedicar-se como eu nunca vira, colocou os lábios na cabeça, ela deu beijos molhados bem em cima, eu sentia um calor a pressionar, que lhe vinha da garganta cá para fora, o meu galo começou a engrossar, foda-se!! comecei mesmo a gozar.

Depois ela perguntou "então amor sentes-te mais calmo agora?", bem, eu estava flutuando, o meu cérebro não parava, eu olhava para os documentos, os meus funcionários tinham-nos posto na mesa, e comecei a funcionar, as minhas decisões a sair, de tão claras que eu as via, eu previa que ia ganhar.

Uma verdadeira profissional, ela chupava no meu caralho, ela sabia o que fazia, mas que tão boa execução, aquela sucção tão desejada, descia e subia pela minha verga, ela era tão safada, eu olhava os lábios a tremer, eu senti aquele fogo de me estar a vir, que disse à minha mulher "ai meu amor, não aguento mais!! ai!! não vou conseguir, ahhh, caralho, foda-se!!!".

Ela começou então a bater-me uma punheta, o ritmo não parava, ela obrigava o meu caralho a corresponder, o meu pau largou um jato, quando eu disse alto "já decidi já decidi, apostem tudo no ouro, é o que vai subir".

Foda-se!! que ainda não estava em mim, eu tinha gasto fortunas em médicos e charlatães, e a minha mulher só com a boca e a língua, tinha tantos conhecimentos e segredos, que resolvera logo o assunto.

À noite quando estávamos em casa, eu disse à minha mulher "olha amor, eu quero-te no meu escritório todos os dias", e ela assim para mim, "para quê?", eu respondi à minha mulher, "oh amor eu preciso de estabilidade emocional, preciso de tomar decisões", mas ainda assim ela não entendia "e o que é que isso tem a ver comigo?".

Então eu tive que dizer "é para tu chupares o meu caralho, isso ajuda a tomar decisões, querida", vocês sabem o que minha mulher respondeu? Que dava muito trabalho, todos os dias a ter de ir ao escritório, só para me chupar o pau, a puta queria dinheiro!!.

Foda-se!! pensei eu, o que um gajo faz para trabalhar, ser chefe não é para quem quer, eu tive que ir falar com a administração, para autorizarem a dar dinheiro à minha mulher, mas merda!! foi no outro dia, um invejoso que também queria, ele começou a perguntar no escritório, "mas que competências tem esta mulher para estar na folha de pagamentos".

Eu fui falar com ele e disse, "era melhor estar calado", talvez a minha mulher possa ajudar, e a coisa, tive sorte, ficou por aí, o que é bom mesmo, é que a empresa está a crescer. 


Setembro tempo para um blow job

09:40 0
Setembro tempo para um blow job

Em tempo de fim de verão ou de verão fora de tempo, nesta manhã de setembro não esperava que aparecesse gente na praia. Há anos que tenho esta rotina, de escolher os melhores lugares para estar isolado, e aí tiro a roupa e depois todo nu, caminho na areia como se tivesse acabado de chegar ao mundo. 


as hoje foi diferente, a areia debaixo dos pés ainda estava fria, o sol começava a fazer o seu trabalho, mas mesmo assim resguardei-me do vento frio num recanto escondido na rocha, onde estendi a toalha no chão quando os vejo chegar, um casal de nórdicos assim me pareceu, e ela mais me parecia a filha, do que ele marido dela. 

Eles não ligaram ao facto de eu estar totalmente nu, e preocuparam-se antes com o lugar abrigado, onde estenderam as toalhas logo ali ao meu lado, no principio daquela praia imensa, onde eu podia andar nu de lado a lado, mais do que um quilómetro ou o que eu quisesse, sem ninguém me ver ou perceber. 

Mas eles sorriram para mim, e pareceu-me agradar-lhes a minha presença, ela olhou-me de alto a baixo, apreciou intensamente o meu corpo, a mirar o meu pénis e o meu tronco, por momentos fiquei embaraçado, o homem mais velho de vez em quando olhava, mas fui-me esticando na toalha, fechei os olhos ao sol, e deixei-me ficar ali parado. 

Eu não os queria fixar, isso parecia-me má educação, mas reparei que ela á medida que tirava a roupa procurava os meus olhos, não pensava no marido, e admitia eu que era para me provocar, estávamos separados por alguns metros, mas a intensidade dos seus olhos azuis e da sua boca era tão grande, que também eu não conseguia desviar o olhar. 

Ela primeiro tirou o vestido quase transparente de um algodão fino, e deixou ficar um bikini tão reduzido que, pensei para mim, nenhuma utilidade tinha, via-lhe as mamas todas, o ventre liso e trabalhado, as coxas atléticas de estrangeira aplicada, e o risco da cona naquele triângulo pequeno, que quando dei por mim estava cheio de tesão. 

Foda-se!! era impossível de esconder, o meu caralho estava duro, tinha engrossado sem eu saber, ela riu-se para mim e eu ri-me para ela, quando de repente se levantou e correu para o mar, enquanto o velho dormitava, esticou-se na areia como um palito, esquecido nos pensamentos próprios, indiferente ao riso infantil da mulher. 

Quando ela regressou vinha encharcada, no caminho de regresso, eu reparei, ela tinha tirado tudo, as mamas eram agora duas peras livres, balouçavam ao vento agarradas a duas uvas rijas, na cona, uma fiada de pelos húmidos, água salgada que lhe escorria pelas coxas abaixo. 

Ela chegou, deitou-se na toalha e pousou a cabeça no colo do velho, ele acordou de um sono lúcido, virou os olhos para mim, ela abriu as pernas, e tenho a certeza, ela queria que eu visse a cona toda, encharcada de um tesão rosado, a minha piça era agora um verga dura, a levantar-se sozinha sem eu ter consciência.

Fui atacado por uma sede incrível, apetecia-me mergulhar naquela cona e bebê-la toda, chupar-lhe o clitóris e pô-la a gemer, com velho ou sem velho, que se fodesse!!, as mãos dela de veludo, percorreram as coxas por dentro e abriram-nas ainda mais, os dedos continuaram o caminho, e tocaram aquele recanto de prazer, girando em nó com cuidado, que eu pensei, eu vou-me vir agora mesmo.

Foda-se!! até os meus colhões gritavam para o meu caralho, estamos aqui a sofrer cheios de porra para sair, faz qualquer coisa com essa merda, e comecei a fixar-me nos olhos dela, a pouco e pouco batia uma punheta, até que ela olhou para o marido, ela sussurrou ao ouvido dele, e o homem virou os olhos, com um sinal de mãos pediu-me para estar mais perto, e caralho!!, nunca pensei que o fizesse, mas mexi-me para o lado e fui-me chegando mais para perto deles. 

Bem rapazes, ela aproximou a boca do meu caralho e começou a chupar, primeiro a cabeça, como a ponta de um gelado, depois a língua a beliscar os lados, depois engoliu a mergulhar até ao fundo, veio cá acima novamente, e foda-se!! o homem olhava para mim e eu percebi que ele estava a ter prazer, o pau dele tinha crescido, uma verga gigante a pôr-se de pé. 

Os lábios de seda a descer, um aperto firme na cabeça, a seiva na boca do meu suor, ela chupava os meus colhões e todo o rolo com atenção, de repente comecei-me a vir, quase pedi desculpa por não aguentar, ela deve ter pedido autorização, ele acenou com a cabeça, e ela bebeu o meu leitinho todo.

Magnetismo da minha mulher

17:36 0
Magnetismo da minha mulher


Acho que o que aconteceu com a minha mulher quando fez quarenta anos foi mais ou menos o mesmo que aconteceu comigo quando fiz cinquenta. Só que o caso dela é muito mais grave, quero dizer, acho eu, enquanto eu gastava dinheiro onde não devia, ela dizia que com a idade ela tinha agora um superpoder.


Não se se já tinha acontecido antes, mas depois eu vi em primeira mão os superpoderes dela a atuarem, era uma coisa milagrosa, quase mágica, mas a verdade é que a coisa funcionava, a minha mulher tinha-se tornado magnética.

Bom!! Não era bem a minha mulher, era mais a cona dela, não sei se foi uma descoberta, mas um dia fui com ela ao shopping, coisa caralho que eu nunca fazia, isso era uma loucura, mas agora eu preocupava-me com a roupa, e com o meu aspeto de homem mais velho.

O caralho foi na sapataria!! A minha mulher só falava em sapataria, ir à sapataria, ir à sapataria, eu sabia que ela era obcecada por sapatos, porra!!, mas havia ali um frenesim inesperado, ela dizia, “vais ver querido como sou eu a atuar”.

Entrámos na loja, eu senti logo aquele cheiro desagradável a couro e pele curtida, e depois o ruído, gajas por todo o lado a mexer e a falar, mais parecia um galinheiro, o que era estranho, nas sapatarias não se vê muitos homens e era só eu que também queria sapatos.

Eu ainda perguntei à minha mulher, “mas querida porra! tens tantos sapatos, ainda queres mais?”, ela respondeu que só queria ver e que isso valia como comprar, ela chamou um rapaz, era só mais um homem naquele lugar, com uma certa empatia que eu senti, e ela pediu-lhe sapatos para experimentar.

Ela sentou-se num banco à minha frente e foi quando eu tive oportunidade de olhar melhor para a minha mulher, trazia uma saia muito curta, daquelas que mostram as coxas nuas, um top curto e apertado, ainda pensei, “é muito desadequado”, quando o rapaz chegou com os sapatos.

O rapaz pôs-se de joelhos, de frente colado às pernas da minha mulher, agarrou o pé dela como se fosse uma Cinderela, e quando ia a pôr o pé no sapato, eu vi caralho!!, ela abriu as pernas, e lá estava, a cona à mostra e ela sem cuecas.

De onde estava, mesmo à frente, eu vi que o rapaz também viu, o pequeno risco de pelos, e uns lábios de cona molhados, ela sorriu para mim e para o rapaz, e naquele momento a realidade parou, aquele ruído frenético de gajas a ver sapatos, a música de fundo, as luzes muito brancas, e o couro, tudo desapareceu.

A cona da minha mulher era mesmo magnética, ela sorria para nós como uma oferta, no meio de toda aquela gente tinha-a bem aberta, e eu e o rapaz admirávamos, como se fosse uma coisa nova, o rapaz de joelhos lambia-se, os sapatos caídos no chão.

O meu novo sentido artístico que eu agora tinha descoberto, aquela imagem parecia uma obra de arte, uma tela inspirada, a minha mulher de perna aberta, de tesão a cona rubra, as coxas grossas e bem feitas, o rapaz, um semideus de louro na cabeça, e eu, o mais velho, de pedra feito de memórias.

Não me lembro como conseguimos sair da sapataria, só me lembro no trajeto de regresso para casa, ela perguntar, “gostaste, querido?”, eu respondi, “adorei querida, mas e o rapaz?”, ela riu-se, “porquê?”, eu continuei, “ele deve estar em sofrimento, ter estado tão perto de uma cona, e ..?”.

A minha mulher deu uma pequena gargalhada, “porquê? devia ter dado um bocadinho ao pobre coitado?”, eu olhei para ela, “bocadinho?”, ela prosseguiu, “sim, gostavas?”, eu não disse nada e ela continuou, “ai, querido, a minha cona é tão magnética, eu mostro e aparece logo um homem a querer comê-la”.


Eu pensei que ela devia andar há algum tempo a treinar o superpoder, e perguntei, “já mostraste a cona a outros homens?”, ela passou o braço pelo meu pescoço, “porquê? o meu amor está chateado? por a sua mulher andar a mostrar a coninha?”, e depois ela insistiu, “é só um divertimento amor, deixa-me excitada e erótica”.

Percebi que ela já tinha mostrado a cona a mais pobres coitados e então disse, “amor, preocupam-me é as tuas vítimas? já pensaste no sofrimento que causas, eles só vêm a tua cona e depois não fodem nada”.

Quando chegámos a casa, parei e travei o carro, a voz dela sussurrou no meu ouvido, longa, terna, e indolente, “queres muito que eu foda, amor … não quero que ninguém sofra”

Una dias depois fomos viajar, para um país quente das américas, a cona magnética funcionou sempre, e não houve vítimas, nem sofrimento, um verdadeiro momento divino, tudo aconteceu milagrosamente.

Parasita não faz cardio

23:30 0
Parasita não faz cardio


Acho que que cheguei a um ponto que estou viciada nele. Quando ele chegou não devia ter sido uma surpresa para o meu marido ter o parasita do irmão mais velho a viver lá em casa sem nada para fazer.

E as coisas aconteceram como acontecem sempre. Primeiro devagar, depois um pouco mais depressa, e quando se perde a vergonha, começa-se a acelerar, e numa casa, é quase sempre na cozinha.

O parasita, chamemos-lhe assim, ainda por cima é um oportunista, enquanto todos nós temos uma ocupação, é o meu marido no jardim, eu a arrumar e nas refeições, ele deambula por aqui, numa rotina conveniente, a aguardar as horas que as coisas aconteçam.

A primeira vez estava eu a aspirar o chão, ele a jogar jogos na televisão, e começou a olhar para o meu rabo, e a dizer baixo, “foda-se, tens um cuzinho tão bom”, eu respondia, “deves estar maluco?”, e ele prosseguia, “estou é com tesão”.

E depois põe-se a fazer barulhos com a língua, a apertar a mão no pau, e eu para não ter problemas vou aguentando, eu pergunto ao meu marido, “querido, temos de sair e ir às compras”, e ele diz, “leva o meu irmão”.

No carro, ele mira as minhas pernas, a minha saia recolhia um bocado, e ele dizia, “foda-se minha cunhada, dás-me um grande tesão”, e eu respondia, “se continuas assim conto ao teu irmão”, ele calava-se, mas apertava o pau, e eu via um volume teso que ele agarrava com a mão.

Depois foi na cozinha, enquanto eu lavava a louça, e o meu marido fazia cardio no aparelho, o parasita estava sentado, eu sentia os olhos no meu rabo, quando ele diz, “olha, vê se gostas?”, eu viro-me para o lado, ele tinha aberto a breguilha, e posto o caralho teso de fora.

Ele estava a acariciar o caralho, eu aproximei-me de perto, “estás doido e o teu irmão?”, e ele diz, “foda-se, deixa-me comer o teu cu”, eu abanava a mão, pensava, “este gajo é doente”, e ele continuava, “eu enterrava-o todo no teu cu, cunhada”.

Á noite fui deitar-me na cama, estava com o meu marido, mas foda-se!! só pensava naquele caralho, via o pau teso a passar à frente dos olhos, e a memória dele a dizer, “enterro-o todo no teu cu”, fechei os olhos a imaginar, estar deitada naquela cama com ele por cima, a foder-me o cu, com toda a força e energia.

No dia seguinte, perguntei ao meu marido, “amor, tínhamos combinado sair e ir a um restaurante”, e responde o meu marido, “oh querida estou ocupado, vai com o meu irmão, ele está cheio de fome”, foda-se, eu olhei para o parasita, estava com um sorriso malicioso, e foda-se!! fiz um gesto resignado, para ele a dizer, vamos comer.

O carro sozinha com o parasita esfomeado era um problema, como se soubesse o que podia acontecer, ele olhou para baixo, para as minhas coxas, a lamber-se como um animal saciado, e depois disse, “queres ver o meu caralho outra vez”, nem me deixou responder, ele tirou o pau para fora e perguntou, “podemos parar o carro, e tu chupas o meu caralho”.


Eu olhava para a estrada e para a vara tesa, “sabes, não posso”, e ele insistiu, “então deixa pôr a mão na tua cona”, eu ia dizer que não, mas sinto os dedos dele a percorrer as minhas pernas, dois dedos pousaram nas minhas cuecas, a rolar rápido no clitóris, e foda-se, eu não disse nada.

Estacionei o carro numa berma, e foi quase um impulso, agarrei no pau dele e comecei a bater uma punheta, ele dizia, “foda-se, deixa comer o teu cu”, as palavras saíram da minha boca, ”mas onde?”, e ele disse, “no restaurante”.

Eu abri os olhos de espanto, “no restaurante?”, e ele continuou, “pedimos a comida e depois vamos à casa de banho, fodo o teu cu e depois comemos”, e eu ainda disse numa voz sumida, “e o teu irmão?”, ele respondeu, “ele está em casa a fazer cardio”.

O empregado não estranhou, parecíamos amantes e fomos à casa de banho, o caralho grosso entrou no meu cu, agora estava viciada, ia querer aquele pau para toda a vida, porra!! mas ele é um parasita, tenho de continuar com o meu marido.

Quando chegámos, o meu marido tinha uma toalha para enxugar o rosto, de tanto cardio que tinha feito, ele perguntou, “e o jantar, estava bom?”, o parasita do irmão riu-se e disse, “tivemos de ir para a toilette”, o meu marido olhou surpreendido, “toilette, para quê? .. e eu aqui a fazer exercício”.

Minha avó domina no virtual

18:33 0
Minha avó domina no virtual


Quando eu vi que tinha feito merda é que eu percebi que já não havia maneira de afastar a minha avó do computador, e ainda me lembro daquela vez que achei uma boa ideia que ela tivesse essa distração e por isso decidi ensinar-lhe para ela descobrir as maravilhas da internet.

Ela primeiro começou por baixo, eu dizia, “avó, faz o teu Facebook, conversa com as tuas amigas”, mas depois não passou muito, já ela estava a mexer em tudo o que conseguia.

Já nem vou falar daquela vez que eu apanhei a minha avó a acariciar os pelos da vagina e a ver numa dessas hotcams um caralho gigante na tela, ela depois falou comigo e disse, “isto é uma maravilha”.

Veja como começou esta merda: minha avó aprendeu computador

Quando eu falava com ela e dizia, “mas avó, você é velha não devia andar a fazer essas coisas, mexendo na cona, vendo caralho a toda a hora”, e ela respondia, “menino, a maior descoberta desta coisa foi a pornografia”, e ela continuava, “foda-se!! caralho, há tanto caralho para ver de graça”.

Todos os dias ela procurava uma novidade, eu já tinha medo de entrar em casa, de ver a minha avó brincando com a fenda, toda nua e falando com gajos, com homens pretos com um pau enorme, até a merda do Zoom ela usava, uma merda que nem eu sabia.

Eu insistia com ela, “mas avó, as suas amigas são assim como você? consumindo porno todo o dia?”, ela respondia, “elas são todas umas putas, e ficam mais velhas com a idade”.

Eu não compreendia, e ela continuava, “foda-se!! enquanto eu for viva, quero é sexo todos os dias, não há nada melhor na vida, é o que verdadeiramente importa, e o em que todos pensam”.

Foda-se!! não havia nada a fazer pela minha avó, ela estava viciada, eu não podia fazer nada, aceitar aquela vontade perturbada, mas o pior foi depois, quando ela mexeu nas minhas coisas da realidade virtual.

Eu, foda-se!! nem queria acreditar, eu que tinha aguentado tanto, mas agora, caralho!! ela tinha evoluído, a minha avó fazia blowjobs no metaverso.

Há mais de um ano que eu entrava em casa com muito cuidado, ia da porta de entrada direto para o meu quarto e se ouvia pessoas a falar, eu já sabia, era a minha avó no computador a acariciar a cona ou a combinar uma espécie de foda, e eu já nem queria saber.


Mas desta vez eu não ouvi nada, havia um silêncio inesperado, e quando passei pelo corredor, foi quando eu vi, a minha avó chupava um pau imaginário, apertava os colhões e eu não via nada, e ela, caralho!! com os meus óculos de realidade virtual.

Eu dei um grito, “foda-se avó, até os meus óculos!! para quando jogo, para me divertir com os meus amigos, e a avó a ter sexo dessa maneira, foda-se que isso não é brincadeira”.

Ela parou de chupar e até ficou embaraçada, mas depois mais à noite veio ter comigo a dizer, “não gosto desta maneira, a minha mão mexe, mas eu não sinto nada, gosto de ter alguma coisa para apertar, um grande pau grosso para eu bater”.

Eu pensei, “talvez agora a minha avó vá aprender, e tenha só uma página no Facebook”.

Há homem cansado de buraco de mulher?

23:22 0
Há homem cansado de buraco de mulher?

V
enho contar os meus lamentos aqui para o confessionário, meus amigos, pode ser que alguém esteja sofrendo como eu, passei a minha vida fodendo, contando por buraco, foram mais que muitos, milhares e milhares de buracos, bocas, vaginas, e cus, de todo o tipo e feitio, e, pode-se dizer assim que estou um bocado esgotado.


Pode parecer filosofia, pessoal, se calhar até é, que andava fodido, buraco mesmo é bom para quem tem pouco, seja masculino ou feminino, mas quando se fala em números como eu, dos mais que muitos, meus amigos, acreditem, já começa chateando.

Muitas vezes eu sinto-me como aqueles ricos, esse pessoal que já tem tudo, que compra coisa que não gosta, que deseja por desejar, que já esqueceu viver de um modo natural, se amigo tem também quer ter, e eu ando assim, meus amigos, deprimido por não saber mais o que foder.

Houve um tempo que era orelhas, pensei que isso só chegava, mas duas logo era muito, a do lado direito e do esquerdo, houve tanto ouvido que assim comi, meu deus, que fiquei logo entediado, e depois, vejam bem, orelha tem pouco para comer, entra ponta e nada mais.

Depois disseram-me que tinha de fazer terapia, esquecer os buracos de uma vez e concentrar a minha atenção em coisa que parece buraco mas não é buraco.

Primeiro foi a "espanholada", disseram que era bom para o meu desenvolvimento como ser humano interessado em todas as esferas do conhecimento, e comecei a fazer isso, como se fosse uma punheta de mamas, eu pedia para a mulher prensar o pau no meio, e depois ficava ali mexendo para a frente e para trás, e quando eu me vinha a minha porra saia disparada para o pescoço como um colar de pérolas.

Depois aproveitei esta técnica nas nádegas, e como a minha mulher é um pouco gorda, a coisa até funcionava, claro que aqui neste caso, o trabalho é todo meu, e, meus amigos, estar a prender o pau no meio de duas bochechas e a agarrar tudo ao mesmo tempo, podem acreditar, é muito cansativo.

Durante algum tempo depois, fiquei-me pela mão, a nossa velha conhecida masturbação, a minha mulher aperta o pau, de maneira que até parece um buraco, mas não é a mesma coisa, não me deixava deprimido, mas como é sempre a mesma coisa, também não trás nada de novo.

Passei depois ao sexo intercoxa, uma espécie de espanholada, disseram-me que era uma prática antiga e que eu até ia gostar, em vez de buraco, em prendia o pau entre as pernas gordas da minha mulher e depois era só trabalhar a coisa, mexer para a frente e para trás.

Depois desesperado por novas soluções e novidades, eu queria experimentar tudo que me tirasse deste sofrimento, aconselharam-me masturbação com pés, footjob, também apertar o pau debaixo do braço, armhole job, até técnicas orientais eu experimentei, tudo, não havia mais nada para explorar, nem buracos, nem trabalhos apertados.

Desta última, de foder sovaco eu até estava a apreciar muito, meus amigos, é bem bom como o caralho, e nem me importo que tenha pelos, ou um cheirinho bom molhado, bem pensado até gosto, sovaco para eu comer batendo.

Claro que a minha mulher reclamava muito, dizendo "Fred mas com isso aí tão grande, você é maluco não estar querendo, eu tenho buraco aqui tão bom, me come o cu e a cona, chupo o teu pau com a boca, e você quer sovaco?".

Eu batia com caralho no sovaco, e sentia assim uma pressão, me dava tanto prazer fazendo, mesmo sabendo que não é bem buraco, escorrega da mesma maneira muito bem, mas até isso tinha um fim.

É difícil pessoal, como vêm eu estava a sofreu muito, ao principio era excesso de cona, vocês têm de acreditar, também faz mal, depois excesso que coisa que não é buraco, nem coisa nenhuma, e agora estou assim deprimido porque não sei o que consigo foder.

Estive a falar com bicha meu conhecido, e ele garantiu, "o problema não é de buraco, o problema é da sua mulher, excesso de buraco de mulher, pode acreditar, faz mal, mas um cu de homem, sabe, faz toda a diferença, você vai gostar, acaba logo a depressão".

Eu fiquei a olhar para ele e ele a olhar para mim, de cima para baixo, e ele acrescentou, "e você é tão macho!! tão bem proporcionado!! no meu cu!! tão apertado!!".

Eu pensei um pouco mais, se calhar ele tinha razão, comer bichas era um bom remédio, tinha de falar com a minha mulher, ela vai gostar

Na Porta ao Lado - Contos do diabo

20:43 0
Na Porta ao Lado - Contos do diabo

🈁
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Na minha atividade estas coisas acontecem por acaso, não tenho uma lista ou ordem de serviço e vou trabalhando ao sabor do inferno e do meu divertimento, umas vezes vou a um sitio e depois vou a outro, mas com nada programado.

Desta vez estava de volta de um daqueles seguranças de um prédio de ricos porque me tinham dito que o homem era um problema, guardar guardar não guardava nada e a sua principal fonte de rendimentos era foder quem passava.

Estava a tentar perceber a sua mente atribulada, porque isto de pobres é uma coisa feia, quando passa uma gaja, ainda nova e esbaforida, mas meu Deus Altíssimo, tinha um cu! Mas que maravilha.

Eu estava ali como empregada doméstica, com os ouvidos bem abertos a tentar saber tudo, e como vi ali oportunidade para um bom serviço, perguntei ao segurança, “foda-se!! quem é esta gaja?”.

Ele respondeu, “era a mulher de um empresário, imobiliário, caralho!”, eu insisti, “era?”, ele continuou, “sim, o gajo desapareceu, a história é complicada, ou foi ele que a apanhou a comer um gajo, ou foi ela que o apanhou a levar no cu, coisa de ricos, ninguém entende nada”.

Foda-se, houve ali um momento que o caracter intrometido da empregada doméstica quase interferiu nas minhas decisões, mas eu percebi, quando a gaja do cu bom passou, ela ia fodida com qualquer coisa que tinha acontecido no elevador, e não era o marido dela, porque esse eu vi logo, ele tinha-se ido embora porque quando ela chegou a casa um dia ele estava a chupar um pau bem grosso.

Achei melhor mandar embora a empregada doméstica e ocupar o segurança da portaria e esperar, porque a coisa não demorou muito, e ela regressou da mesma maneira e eu aproveitei para dizer, “a senhora está bem, quer qualquer coisa?”, ela nem parou, na cabeça um pensamento seguido de outro, “vai mas é para o caralho, queres ver que o Daniel também é bicha como o outro”.

“Daniel, Daniel”, estava a tentar perceber, passei os olhos na mente do segurança, Daniel era o novo vizinho, um gajo que tinha chegado de novo e ocupava o andar em frente, quase porta com porta, de maneira que quando saiam à mesma hora, encontravam-se no elevador.

Quando ela passou segui-a em espirito, no elevador, ela abanava na mão uma mala de rica, o vestido de flores colava-se ao corpo, numa forma voluptuosa como um embrulho gostoso, as pernas roliças de puta, encimadas por aquele cu que eu já tinha dito, duas mamas poderosas a explodir no vestido, e foda-se!! aquele feitio nervoso de gaja em penúria de caralho.

Aproximei-me mais, o marido com muito custo ia mais ou menos contribuindo a contragosto com algum pau de vez em quando e ela lá mantinha aquela pose sofrida e aguentava de gaja que fodia pouco, mas quando ela viu o marido com um caralho na boca, ela ficou doida e os humores todos, foda-se!! explodiram.

O meu nariz roçou na fenda e ela estava húmida de tesão, era quase uma coisa a toda a hora, que acontecia sem razão, bastava ver um homem, um volume nas calças grande, ou até um sonho, para andar assim com a cona encharcada desesperada por caralho.

E parece que o tal Daniel, ou pelo menos era o que parecia, no elevador punha-se a olhar para o cu dela, e ela então imaginava o Daniel a comê-la, a abrir-lhe o cu a toda a hora, bastava passar o corredor de uma porta para a outra, porque ela estava ali apetecível para ser bem fodida.

Só que caralho!! Desde que ele tinha chegado já se tinha passado pouco mais de uma semana e uns poucos dias desde que o marido se fora embora, e ela não era mulher que estivesse habituada a esperar, a sua antiga mente de puta, antes de se casar com o empresário bicha, estava a regressar e, conforme se lembra agora, bastava ela rir-se, lamber os lábios, para cinco minutos depois ter um caralho grosso enterrado no rabo.

Só que, claro, o Daniel não avançava, olhava para o cu dela, mexia no pau volumoso, roçava-se no elevador apertado, as respirações encontravam-se a meio, ele com uns ombros largos, mas foda-se!! era só aquilo, do bom dia e boa tarde e mais nada.

Eu tinha também de perceber isto, alguém não estava a fazer o seu trabalho, fui tentar ver o Daniel e sabia eu que a desgraçada estava em casa, a rata fervia em lume brando, eu passei por perto e coisas batiam, e foi quando entrei lá em casa, do Daniel quero dizer, e estava ele a comer um rabo, só que era de homem e não era de mulher.

Eu pensei, “foda-se!! que até Diabo fica surpreendido”, o Daniel montava um cu de um gajo, as mãos grandes prendiam as nádegas, e o pau grosso entrava no ânus, o gajo gemia alto, “aihm foda-se hummm aihmm”, naquele movimento único, a estaca rolava para fora e para dentro, e eu tentava ver melhor, naquela penumbra da casa, porra!! era o marido da gaja, tinha umas meias de renda nas pernas, e uma saia axadrezada curtinha, parecia mesmo uma puta.

O marido estava a levar no cu, e dizia, “aihm amor Dany aihmm amor, come o meu rabo, amor, come”, foda-se!! eles eram um casal, estava a acontecer há muito tempo, o marido saltava de um lado para o outro, um dia a levar no cu, no outro a comer a gaja, era esta a sua vida, até ao dia em que a coisa estourou.

Eu tinha de resolver isto, porra que Diabo também tem coração, na casa ao lado uma desgraçada sofria com tesão, não era junto com tanto caralho à disposição, mas para dar um rumo a esta questão, tinha de entrar num ou no outro, e como levar no cu não era bom para a reputação de um Diabo, de maneira que entrei no Daniel e logo a seguir quando ia para a frente parei e disse, “amor e a tua mulher?”.

O empresário do imobiliário que estava com o cu espetado disse, “foda-se! O que é que tem a minha mulher agora?”, eu continuei na voz do Daniel, “é injusto, estou aqui a comer-te o rabo e ela coitada com tanta fome na cona, podíamos fazer um acordo?”.

A coisa decididamente tinha arrefecido, ele perguntou, “mas que caralho de acordo?”, eu respondi, “temos de abrir o jogo com ela, ela pensa que eu quero comer-lhe a cona, anda sempre a fazer beicinho”, e ele perguntou novamente, “e queres?”, eu respondi, “a tua mulher é muito apetecível, mas sabes eu gosto de cu de homem, amor, estava a pensar no segurança lá de baixo”.

Ele ficou a pensar para o alto, “podes ter razão, ela é uma puta insaciável, nem eu sei como aguentei, mas eu posso dizer à minha mulher que gosto de chupar no teu pau e arranjo com ela uma maneira do segurança andar a fodê-la, acho que ela vai aceitar e ficamos todos felizes”.

Eu disse para concluir, “e temos de ser rápidos, ela pensa que quero comê-la, mas como o homem da segurança é bissexual, ele pode bem dar conta do recado”.

E o empresário bicha perguntou logo a seguir, “foda-se o segurança é bissexual? ele também gosta de foder cus? E eu que não sabia.”


Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

18:12 0
Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

A
publicação do Capitulo 17 do Manual Erótico "O Jardim Perfumado" do Sheik Nefzawi, aqui para leitura integral, considerou-se ser absolutamente necessária devido à urgência de certos casos mais complicados.

O Sheik apresentou vários remédios para essa questão tão importante, mas não esquecer claro, que são remédios com mais de 500 anos, e que se funcionavam, se alguma coisa cresceu ou caiu, isso não sabemos, nem podemos garantir que aconteceu.

O que sabemos é que o Sheik não acreditava que o tamanho não importava e por isso testou todos os seus remédios.



CAPÍTULO 17


Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros 


Saiba, ó Vizir (Deus seja bom para você!), que este capítulo, que trata do tamanho do membro viril, e é de primeira importância tanto para homem e mulher. Para os homens porque de bom tamanho e membro vigoroso brota a afeição e o amor das mulheres; para as mulheres, porque é por meio de tais membros que suas relações amorosas e paixões são aplacadas, e o maior prazer é obtido para eles. 

Isto é evidente pelo facto de que muitos homens, unicamente pela razão dos seus membros insignificantes, são, no que diz respeito ao coito, objetos de aversão às mulheres, que também entretêm as mesmas um sentimento em relação àqueles cujos membros são moles, inertes, e relaxados. 

Toda a sua felicidade consiste no uso de instrumentos robustos e membros fortes.

Um homem, portanto, com um membro pequeno, que quer torná-lo grande ou fortificá-lo para o coito, deve esfregá-lo antes da cópula com água morna até ficar vermelho e estendido pelo sangue que nele flui, em consequência do calor; ele deve então ungi-lo com uma mistura de mel e gengibre, esfregando-o diligentemente. Então deixe-o juntar-se à mulher; e ele irá obter para ela tal prazer que ela se opõe a ele saindo dela novamente.

Outro remédio consiste num composto feito de uma moderada quantidade de pimenta, lavanda, galanga e almíscar, reduzida a pó, peneirado e misturado com mel e gengibre em conserva. O membro depois de ter sido lavado pela primeira vez em água morna, é então esfregado vigorosamente com a mistura; então crescerá grande e forte, e dará à mulher uma sensação maravilhosa de volúpia.

Um terceiro remédio é o seguinte: lave o membro em água até tornar-se vermelho, e entrar em ereção. Em seguida, pegue num pedaço macio de couro, sobre o qual espalhe breu quente e envolva o membro com isto. Não demorará muito para que o membro levante a cabeça, tremendo com paixão. O couro deve ser deixado até que o breu esfrie, e o membro ficar novamente em estado de repouso. Esta operação, várias vezes repetidas, terá o efeito de tornar o membro forte e grosso.

Um quarto remédio baseia-se no uso de sanguessugas, mas apenas das que vivem na água, você coloca umas quantas numa garrafa tanto quanto podem ser colocados, e encha-o com óleo De seguida, exponha a garrafa ao sol, até que o calor do mesmo tenha efetuado uma mistura completa. Com o fluido assim obtido, o membro deve ser esfregado várias vezes consecutivas durante dias, e, sendo assim tratado, ficará de bom tamanho e de dimensões completas.

Para outro procedimento, observarei aqui o uso de um membro de burro. Adquira um e ferva-o, juntamente com cebolas e uma grande quantidade de milho. Com este prato, alimente as aves, que você come depois. Pode macerar também a borda do jumento em óleo e usar o fluido assim obtido para ungir o membro e beber dele.

Outra maneira é magoar as sanguessugas com óleo e esfregar a borda com este pomada; ou, se preferir, as sanguessugas podem ser colocadas numa garrafa, e, assim encerrados, enterrados num morno monte de esterco até que sejam dissolvidas numa massa coerente e formar uma espécie de linimento, que é usado para ungir repetidamente o membro. De certeza, o membro tem muito a beneficiar com isso.

Pode-se também tomar breu e cera, misturados com tubíporaasfódelo e cola de sapateiro, com os quais esfregar o membro, e o resultado será que as suas dimensões serão ampliadas. 

A eficácia de todos esses remédios é bem conhecida, e eu os testei.


Como ser a Dominatrix perfeita?

17:57 0
Como ser a Dominatrix perfeita?

🔱
Se o seu desejo é subjugar o seu marido, cão, gato, empregada doméstica, jardineiro, até o patrão, o seu amante, a mulher dele, os seus colegas de trabalho, e enfim toda a gente, tem de perceber onde está o sucesso, o que é preciso fazer, e quais as características que deve trabalhar, para se tornar uma dominatrix perfeita.


Vamos ter muito que falar porque são 21 as características que farão de si uma mandona, uma puta insuportável, uma megera inqualificável, que todos apreciarão, apesar de estarem fugindo, mas é como dissemos, se você alcançar todo o seu potencial, não há pénis, vagina, mamas ou coxas, rabo ou costas, que não fiquem de joelhos e façam o que você manda.

1. Caráter

Não se engane, não é a integridade que determina o carácter, mas verdadeiramente, o que somos, o que vemos e o que fazemos. O carácter, ao contrário do que se diz por aqui, que nasce com a pessoa e que é isso aí, não é bem assim.

A pretendente a Dominatrix pode escolher o carácter, ser mais dura, mais mole e boazinha, puta velhaca, etc, e a boa Dominatrix quando começa não pode desiludir.

Se o marido espera porrada é isso que a Dominatrix pode e deve oferecer, e quem diz marido, diz patrão, aí a Dominatrix usa tudo o que tem, mamas, pernas nuas, vagina molhada, chantagem fodida, o que for preciso para colocar esse pessoal no lugar.

O lema da Dominatrix é “nunca verga”, e se vir que a coisa está amolecendo, aí é distribuir pancada por todo o lado, só assim os subjugados vão poder confiar que a Dominatrix está a fazer o que é certo.

2. Carisma

Pense nas pessoas com quem quer passar o seu tempo. Pense também que carisma é a capacidade de atrair as pessoas para si e para os seus desejos e propósitos.

Veja e observe, se elas não estão satisfeitas com a vida, se esperam o melhor das pessoas, e aí então você entra, não exige muito delas, vai facilitando as coisas, e quando estiverem atraídos para você, então começa a vergar.

E vergar como, com pancada claro, pessoal triste e insatisfeito gosta de porrada, sofrer é o seu sentido da vida, se der pancada todos os dias, à mesma hora, ele um dia chama pela Dominatrix para estar perto e levar mais.

3. Compromisso

Se quer ser uma Dominatrix tem de agir com convicção. Quando dá pancada nos outros, eles têm de perceber que faz isso de corpo e alma, e que o objetivo principal é eles gostarem, é acreditarem que depois de levarem porrada vão ficar muito melhores.

Portanto é isso, resistir, persistir, não parar nunca, e se houver dúvidas, intensificar.

4. Comunicação

Aqui o que mais importa é ser clara. Não gere dúvidas, quando estiver a transmitir os seus desejos e intenções é bom que a audiência perceba que está ali para distribuir pancada. 

Só assim as pessoas vão perceber o que quer e para onde vai, ou seja, quando começar a dar porrada, as pessoas têm de ter consciência que depois ainda vem mais pancada, de maneira que fiquem com uma boa lembrança para o futuro.

5. Competência

Não se esqueça que as pessoas não se bastam com palavras ocas. 

Elas têm de acreditar que tem capacidade e criatividade para fazer sofrer as pessoas e sempre com novas experiências capazes de atingir o principal objetivo, dar o máximo de porrada possível, as pessoas contam consigo.

6. Coragem

A admiração pela Dominatrix é saberem que ela leva tudo ao limite, se está a torcer um braço, ou a esmagar uns testículos, as pessoas têm de saber que pode ainda ir mais longe, correndo riscos, sem medo, arrancando coisas se necessário.

7. Discernimento

Muito importante. Experiência e intuição. Aqui importa saber julgar as diferenças entre as coisas. Só assim as Dominatrix conseguem perceber que uns precisam de mais pancada do que outros, e até as várias maneiras.

Há uns para quem levar pouca porrada é um problema e aí a Dominatrix tem de estar atenta, avaliar as possibilidades e então é disparar e chibatada para cima. Gente descontente é que não pode ser.

8. Foco

Muito importante também. A Dominatrix tem de saber onde deve investir o seu tempo e concentrar os seus recursos. E também concentrar-se no que faz melhor. 

Se a Dominatrix é melhor a chibatar ou a torcer ou apertar extremidades é aí que deve apostar mais, e com certeza não vai desagradar.

E depois claro pode sempre ir apostando noutras áreas, desde pisadelas, pancadas nas rótulas, há pessoal que aprecia muito.

9. Generosidade

Aqui está uma qualidade que não deve deixar ao acaso, que é ser generosa. Deverá sempre desenvolver o ato de dar, mais e mais, porrada de maneira que os subjugados que levam pancada fiquem verdadeiramente agradecidos.

10. Iniciativa

Não deixe que sejam outros a fazer por si. Grande parte do prazer da Dominatrix é distribuir porrada por toda a gente e isso claro é assunto que deve colocar em prática e passar à ação. 

Ninguém tem de estar à espera do que vai ou não ser feito, os subjugados sabem por natureza que não é preciso pedir nada para levar pancada.

11. Escutar

A Dominatrix tem necessariamente de ser uma boa ouvinte. 

Manter o ouvido aberto quando estão a manietar o seguidor e se ele não grita é um problema. Tem portanto de escutar se a pancada é suficiente para causar dor suficiente.

12. Paixão

Esta qualidade na Dominatrix é o primeiro passo para se sentir realizada e satisfeita. 

Tem de se sentir entusiasmada quando distribui pancada pelos seus seguidores e que está a prestar um serviço de qualidade.

13. Atitude positiva

Isto trata-se de escolhas. Não pode acordar a pensar se vai agir assim ou assado. 

Tem de ser positiva no sentido de que os seus seguidores precisam de si e da pancada que distribui todos os dias. 

Há aqui objetivos a atingir e não é com má atitude de virar boazinha.

14. Resolução de problemas

Resolver problemas tem de estar sempre na mira da Dominatrix, e não que fugir deles, é enfrentá-los de frente, sem se deixar levar pelas emoções, sem perder a visão do que é importante que é distribuir porrada para cima, sempre em grandes doses para que não haja dúvidas.

15. Relacionamentos

Muito importante, porque aqui o que importa é compreender como as pessoas se sentem e pensam. 

É ter empatia pelo seguidor de maneira que pancada e dor nunca falte, de maneira que eles se sintam especiais, querendo levar mais e melhor porrada.

16. Responsabilidade

Uma Dominatrix leva sempre as coisas até ao fim e termina o trabalho. 

Se começa à paulada, acaba à paulada. 

Isso é ser responsável, se quer ser Dominatrix tem de produzir, e aí, é cacetada para cima porque não há tempo para brincar.

17. Segurança

Aqui a Dominatrix tem de acreditar nos outros porque acredita em si própria. 

Se apertou os testículos a alguém e ele grita, a Dominatrix conhece as suas próprias forças e sabe que aqueles gritos representam uma grande alegria para o seguidor.

18. Auto disciplina

Tem a ver com o estilo de vida. Sem disciplina nenhuma Dominatrix alcança o sucesso. 

Restringir-se ao prioritário e deixar o resto. Quando dá pancada, chuta uma canela, ou aperta qualquer coisa, é a disciplina que a faz progredir e cada vez fazer mais e melhor.

19. Servir

Servir aqui significa distribuir sem parcimónia. Quanto mais der melhor, porque o seguidor é isso que espera.

A Dominatrix gosta de entregar-se totalmente à sua tarefa e aqui o que importa verdadeiramente é saber servir os outros. 

Levar porrada é o que mais agrada ao seguidor e não se pode esquecer isso.

20. Disposição para aprender

Uma Dominatrix nunca está satisfeita consigo própria. 

Há sempre mais qualquer coisa a explorar. Qualquer coisa para aumentar o potencial de distribuir sofrimento, usar ferragens e outros instrumentos, enfim há um mundo de possibilidades.

21. Visão

A visão da Dominatrix é no fundo aquilo que os seguidores procuram nela, inspiração, dor e sofrimento, sempre muita porrada para que eles não percam o norte e fiquem sem ideias.