Março 2020 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
Chinese (Simplified)EnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish

O meu noivo não pode saber

21:45 0
O meu noivo não pode saber
Tenho andado aterrorizada com esta última situação do meu ex-namorado e, confessionário, eu ainda não decidi como resolver, se peço conselhos à minha mãe, se eu faço o que tenho pensado, mas ele é tão estranho e, bom, nunca confiei nele, e então agora, que me estou casando.

De alguma maneira, ele soube que eu ia casar, e telefonou para mim, "então Frederica? não me vais convidar?", eu não fiquei surpreendida, e disse, "convidar para quê?", respondeu ele, "ora, não sejas estúpida, para o teu casamento, claro".

Eu já sabia o que esperar, o meu noivo não ia gostar, e de pensar o que podia fazer, eu disse para ele, "eu não te posso convidar, fica mal, entendes.".

Continuou ele, "mas fica mal porquê? é o que é que ele pode pensar?", não sabia o que lhe dizer, só não o queria no casamento, "pensar? o que é que achas que podia pensar?", houve assim certo silêncio, "então separámos há pouco tempo, e já te vais casar?", fiquei mais aliviada, "eu disse-lhe, não há problema".

Voltou ele, "e quando tu me chupas no pau?", porra!! agora eu já me estava a sentir fodida, "mas que chupas?", disparou ele, "então se chupas no pau dele, ele deve imaginar que tu chupas também no meu pau", já estava a ficar preocupada, "eu chupo o pau dele, mas acho que ele não pensa nisso, de eu dantes chupar no teu", e não sei porquê havia uma respiração ofegante, "e o cu? costumas dar-lhe o cu?".
Estava irritada com a conversa, "dou mas não tens nada a ver com isso", pareceu-me que se estava a rir, "disseste-lhe que gostavas de eu te comesse o cu? e o meu pau é melhor, não?", ele ia dar-me problemas, sempre foi muito alterado, "não lhe disse claro, se o teu pau é melhor ou não, não interessa, gosto dele."

Pedi-lhe depois que não estragasse tudo, o que tinha tido com ele já era passado, que tínhamos tido bons momentos, que agora era um novo caminho, e não é que o cabrão!! começou a fazer chantagem.

Dizia ele, "Frederica, tudo bem, mas me dá uma foda para a despedida, sabes o quanto adoro te comer, querida", e confessionário, foi neste momento que eu fiquei dividida.

O que eu haveria de fazer, já conhecia o meu ex-namorado, ele ia dar problema concerteza, e perguntei, "tu deves estar doido, eu vou-me casar com outro", mas ele insistia, "tudo bem amor, ele deve ser boa pessoa, mas tu estás me devendo uma foda, da última vez que foste embora".

Ele é um obcecado, sempre me fodeu bem reconheço, numa altura eu me vim embora, mas eu tinha prometido, eu estava pois em divida, mas tudo isso era passado.

Eu necessitava de ganhar tempo, lhe disse que depois telefonava, e fui falar com a minha mãe, eu lhe disse que tinha um problema, expliquei para ela o ele queria, lhe dar o cu e fazer mamada, mas minha mãe é um espectáculo, ela disse, "não tem problema filha, me dá o telefone dele e eu resolvo, se casa com teu noivo e fica descansada".

Só sei confessionário, que o meu ex-namorado me telefonou uns dias depois e me disse, "Frederica está tudo bem, tudo resolvido", fiquei pensando no que tinha dito, "resolvido? como?", respondeu ele, "sim, estive com a tua mãe, é um espectáculo e boa execução, maravilha, muito superior, muito superior, não há mais divida, está tudo pago".

Bolsonaro tem de ser estudado

18:00 2
Bolsonaro tem de ser estudado
Tudo bem aí pessoal, sabe é coisa de actualidade, eu venho reclamar aqui no biografias eróticas da discussão que tive com meu marido e desse pessoal da mídia falando mal do meu presidente, Jair Bolsonaro, ele está sabendo do que está acontecendo, eles andam inventando estória só para ficar dando mole, e isso não está certo, pessoal tem de trabalhar, #BrasilNaoPodeParar (#Brasilmustnotstop).

O meu marido me disse, "não saia de casa, amor, a gente tem que se distanciar", e isso até nem é problema, o pior veio depois quando eu perguntei, "e o Bruno meu amor?", ele ficou olhando "Bruno? Que tem Bruno?", eu não estava acreditando "amor, Bruno anda me fodendo, você sabe, é meu freguês, eu não passo sem ele me dar no cu, amor".
Se essa merda não é problema o que estou fazendo de máscara mais este cara aqui ao lado 
O meu marido contou que tinha falado com Bruno, que o melhor era ele se recolher, era dar um descanso na mulher, que voltava a me foder, bem depois da quarentena, eu ouvi isso e fiquei maluca, "depois da quarentena, você está maluco, não vou aguentar, você sabe, o meu cu precisa do Bruno, sem ele não posso passar".

Ele dizia, "mas amor não dá, você compreende, isto aí não é para brincar", eu só sei que fiquei furiosa, disse logo para ele, "mas você não ouviu o presidente? O Jair disse que nada acontece aos brasileiros", e começou nossa discussão, o meu marido disse agitado "mas menina amor, não liga para esse cara, ele não está vendo nada, o caralho trabalha na imaginação, ele mistura corona com gripe suína, isso aí não é brincadeira".

Caralho!! o meu marido me irritava, se Jair era presidente, de certeza se aconselhava, com muita gente que sabia, mas verdade seja dita, eu estava me cagando nisso, eu queria mesmo era Bruno, para voltar lá em casa, para foder meu cu todo, eu estava muito sofrendo, e disse assim para o convencer "amor, o Jair disse que os brasileiros não pegam nada, tem que ser estudado, e ora porra !! Bruno é brasileiro, amor".

O meu marido entrou ferindo, "não pega o caralho!! ele é que tem de ser estudado, ele anda dizendo besteira", mas eu estava lutando "amor, brasileiro não pega nada, olha o que ele está dizendo, que sujeito pula num esgoto e sai mergulhando, não acontece nada com ele", o meu marido estava perdendo a cabeça, "caralho menina, eu sou lá de mergulhar em esgoto, menina, esse cara está maluco".

Eu tinha de insistir, toda a gente sabe, mulher no fim sempre ganha, "amor, pensa bem, é o que diz Jair, brasileiro passa o tempo a foder, vê bem amor, é cona é cu, tudo serve para furar, vírus e bactérias viram amigos, se juntam em confraternização, e quando corona chega, olha aí e diz assim, vamos embora meu irmão, porra!! que isto é carnaval, aqui a gente não se safa não".

Gualcir, meu marido estava esgotado, ele bem sabia o que eu precisava, de Bruno em casa trabalhando, me fodendo o cu no habitual, dizia então o meu marido, "mas amor, e virtual, trabalho remoto, ele podia bater punheta para você, e assim você mata a saudade, meu amor", eu disse logo para ele, "caralho!!, que punheta bate você, fica aí vendo eu levar no cu, se não me trás Bruno, quem mata você sou eu".

Eu ameacei meu marido, dizendo bem alto para ele, eu me cago em Bolsonaro, meu slogan é para valer, #BrunoNaoPodeParar (#Brunomustnotstop), eu preciso de levar no cu, e fui percebendo logo, que ele resistia muito, alterei pois minha estratégia, "amor, você gosta de Bruno? gosta de ver ele foder meu rabo, amor?", ele reconheceu "gosto sim, amor, ele fode bem você".


Eu continuei, "e então? o pau dele, bem grosso no meu cu, você gosta, meu amor?", ele já não resistia, "é verdade meu amor, eu adoro ver você levando no cu", vi que ele estava pensando, soluções eram com meu marido, ele sempre resolve meus problemas, "é isso aí amor, eu posso pedir a Bruno para fazer quarentena com a gente, o que acha? assim fica comendo o seu cu a toda a hora, amor?".

Eu estava radiante, era luz ao fundo do túnel, meu cu andava ardendo, foram quinze dias de tesão, não via Bruno há muito tempo, bem que estava precisando, "amor, acho bem, convida ele aqui para casa, que maravilha, amor, você é um génio".

Mas meu marido queria ganhar, discussão é discussão, ter convicção no que dizia, ainda mais com a mulher, de Bruno foder meu cu, ele logo logo decidiu, mas na questão principal, não mudou o que sentia, "mas me diz, amor, reconhece, Bolsonaro é de outro mundo?", e eu respondi, "é verdade, meu amor, o melhor é mesmo ficar em casa"

A profecia 1º - Raios fazem riscos no cu

22:06 0
A profecia 1º - Raios fazem riscos no cu
Que posso eu dizer. 

Há dias atrás eu tinha tropeçado naquilo, nós podemos procurar procurar, mas é assim, é por acaso que se descobrem tesouros, ou se tem, sem ensejo ou empenho nenhum, conhecimento de muitas desgraças. E achava eu, eu estava segura que eu tinha descoberto uma coisa importante.

Eu tinha de falar com o professor Ricardo, só ele podia confirmar a minha teoria, mas já sabia que quando o velho me ouvisse, ele certamente pensaria, o que dá a uma mulher jovem para ser antropóloga, passar tempo de vida estudando textos antigos, e línguas mortas que já ninguém fala.

Antes já tínhamos tido alguns atritos, eu procurava-o para tirar dúvidas, e ele dizia-me mal educado "porra Teresa que você é mesmo chata, a menina anda só no segundo ano de curso, e até os seus colegas mais velhos não me incomodam tanto".

Eu costumava amuar, depois de mostrar as mamas, amuar é a melhor arma das mulheres, "mas professor Ricardo, eu preciso da sua orientação", mas ele não hesitava, ele olhava-me para as mamas e para o rabo, e dizia logo, "agora não porra!!, estou aqui entretido com uma coisa".

Mas desta vez ele tinha de me ouvir!

Procurei-o no gabinete da universidade, e quem fui encontrar à porta dele? a Luzia, eu pensei eu logo para mim "mas que puta! gasta aqui a vida, ela é capaz de tudo pela nota, não tem paixão nem interesse no que estuda, se ele fosse mais novo, estou certa, ela dava o cu para o professor.

Perguntei-lhe "então Luzia, o professor? Preciso falar com ele", ela respondeu-me com cara de sonsa, "sabes ele é muito ocupado e eu estou primeiro".

Sentei-me, olhei para ela, e pensava para me entreter, o meu espírito está sempre ocupado, "estás primeiro, para quê? com essa cara de puta? para tu fazeres uma mamada no velho homem? deves chupar-lhe o pau muito para o levantar", ela olhava-me nos olhos, com um sorriso de domínio, o professor é que mandava, quando o ouço a abrir a porta, estava a sair Cacilda, mulher do professor, também professora universitária. 

Quando a professora Cacilda saia, reparei que ela olhava para a Luzia, "olha cá está esta puta, outra vez à porta do meu marido, deve ser para ele lhe lamber a cona, ou para ela lhe mamar o caralho", olhou-me o professor Ricardo "oh que porra que cá está esta outra vez, ela quer-me foder os cornos com ciência", levantei-me eu mais rápido, a dizer-lhe "oh professor temos de falar, é um caso de vida ou de morte".

A professora Cacilda, mulher sensível e vivida disse logo "oh Ricardo, tens de ouvir a rapariga, e agora também eu estou curiosa, manda lá a tua puta embora", e ele, num gesto forte e decidido, fez um aceno à Luzia, como se dissesse para ela, "desculpa mas hoje não quero mamada".

Eu tirei uma cópia de uma pasta, um fragmento de um texto antigo, de uma língua longínqua e esquecida, e disse-lhes "olhem o que encontrei por acaso", eles debruçaram-se para o documento, emitindo sons curtos de surpresa, em correntes de inteligência que trocavam, com um simples olhar e a experiência de uma vida.

Pus-me a analisá-los de lado, como meus objetos de estudo, estavam juntos há cinquenta anos, interessavam-se pela mesma coisa, livros antigos de línguas mortas, mas fora isso foda-se!! não tinham nada em comum.

Ela estaria perto dos sessenta anos de idade, naquela idade de espírito, em que não se é nova nem se é velha, andava de mota, roupas justas e cabedal, um sorriso franco e bem vivido, uma alegria firmada e insuspeita, de quem desfrutou do tempo que lhe foi dado, e ocorreu-me pensar "foda-se! que mulher linda, deus queira eu seja como ela".

Mas ele, meu deus, que desastre, que destroço, velho velho querendo sê-lo, do que velho novo já vinha sendo, e tudo nele se via, na forma de estar com as pessoas, na roupa descuidada que vestia, até no cheiro que não disfarçava, sempre mal humorado e mal disposto, porra!! o que é que aquela mulher viu neste gajo.


Aproximaram-se de mim, "Teresa, percebeste a profecia?", eu disse-lhes "a conclusão não percebi, não sei o que quer dizer, que raios fazem riscos no cu", a professora Cacilda olhou para mim, "querida, nós também não percebemos, mas isso faz parte da revelação, se cumprirmos com o que nos é dito neste fragmento, no fim perceberemos o que quer dizer que raios fazem riscos no cu, até lá não".

A profecia dava pistas e ordens expressas, de que no ano 2020 alguma coisa aconteceria, que quem lê-se o fragmento tinha de fugir e esconder-se, para um gruta longínqua, procriar e fazer filhos, dar origem a um novo homem, e depois esperar que a sociedade ruísse. decrépita e apodrecida, que tombasse à nossa volta.

Rezava assim a profecia "A peste, atirada sobre os homens por justa cólera divina e de para vossa exemplificação, terá início nas regiões orientais, e depois incansável, fora de um lugar para outro, vai estender-se de forma miserável para as zonas ocidentais, em que nenhuma prevenção será válida, nem qualquer providência dos homens valerá a pena".

Eles olharam para mim, e ouço o professor Ricardo dizer assim, "temos de fugir os três, fomos nós que lemos o fragmento, temos de fugir e procriar", eu arregalei muito os olhos, "mas que tenho eu a ver com isso? e com quem vou eu procriar?", ele começou a olhar para os lados, "não estou a ver aqui mais ninguém, vai ter de ser comigo".

A professora Cacilda soltou uma gargalhada, "contigo? oh homem, há quantos anos não vês uma cona?", ele balbuciou qualquer coisa, "há alguns mas ...", ela continuava dura, e virou-se para mim, "há alguns? oh Teresa há mais de vinte anos que para ter caralho eu procuro noutro lado", gritava ela, "ele nada quanto muito tem umas mamadas das putas que aparecem aqui".

O professor Ricardo insistia na sua posição "temos de cumprir a profecia, eu estou velho, mas se tu e a Teresa me fizeram uma mamada como deve de ser eu dá para ter tesão e sair um pingo de esperma", quando ouvi aquilo fiquei horrorizada, "oh professor eu não lhe vou fazer mamada nem que o mundo acabe", ele continuava e dizia, "mas minha filha tem de ser, temos de salvar a humanidade".

A professora Cacilda olhava para mim, "Teresa acho que ele tem razão, temos de fugir e depois as duas temos de mamar e bater punheta nele para conseguir um pingo de esperma para depois tu ficares grávida, e salvarmos a humanidade".

Eu só pensava "porra que nojo, quem me mandou ser esperta, trazer-lhes o fragmento, eu não vou mamar no velho, preferia ser fufa, eu preferia mamar na professora Cacilda", até que tive uma ideia.

"Podíamos inventar uma máquina?", ocorreu-me dizer, mas eles olharam para mim, como se eu tivesse dito algo de estranho, ouço a professora Cacilda, "uma máquina como?", comecei a imaginar, "uma máquina para o professor Ricardo por o caralho e depois batia ele, e nós só ficávamos a ver.", eles estavam de boca aberta pela minha inteligência, "isso podia funcionar", e foi assim que descobrimos a  Lukvis Masturbating Vibrating Sex Machine

O pior foi depois, quando já estávamos a viver na nossa gruta escondida, a olhar para o mundo que caía, já eu grávida do pingo de esperma, o professor Ricardo não largava o Lukis e de estar tanto tempo sentado agarrado ao aparelho só dizia, "foda-se!! raios que me fazem riscos no cu", era de ele estar sentado numa pedra.

Ela estrangulou o meu pau

21:00 0
Ela estrangulou o meu pau
Eu já tinha reparado que o clima na empresa andava diferente, alguma coisa tinha mudado e isso nota-se, nós sentimos, as pessoas andavam mais agitadas, os homens que se reuniam em grupos, falavam e riam juntos, as mulheres andavam mal humoradas, aos pares aos cochichos, e o normal seria o contrário, até que meu deus!! eu a vi!!, a rapariga nova que entrara ao serviço.

A miúda era estagiária, alguém me disse que se chamava Marilyne, e estava aqui para aprender, mas já se sabe que neste país, é-se temporário definitivo por um dia, e passa-se a definitivo temporário para toda a vida, a rapariga passava nos corredores, ela compenetrada no que fazia, percebia eu que a via, queria fazer o seu trabalho muito bem.

O tempo me ensinara. Os grupos têm uma calma aceite, em que cada um faz o seu papel, aquele que foi o que Deus lhe deu, ou o que mais ele procurou, até que um dia algo muda, move-se pelos pés o nosso mundo, até que outra calma se encontre e se aceite, e assim foi com a Marilyne, que veio abanar o que existia.

A rapariga era um tesão, um concentrado de foda, um extracto de sexo e de prazer, se foi Deus que a criou e desenhou pensou em tudo, no que era importante e no dispensável, a boca com uns lábios grossos carnudos vivos, como fruta fresca que se morde, os olhos de amêndoa, maliciosos e matreiros, como promessa de algo privado, o rabo em forma de pêra, preso numa altura baixa, as mamas, as costas, as coxas, os mamilos, dimensionados e expostos, os cabelos em torrente que caiam.

O seu criador não a fez para casar ou se diminuir numa união sem propósito, não, a Marilyne era uma máquina de foda e de prazer, o alivio de andróides, bonecas, brinquedos, era ela o seu modelo, um principio celeste indiscutível, eram aquelas as medidas, a face, o sinuoso do corpo, as que se tinham por perfeitas.

Olhei mais de perto a fauna que me rodeava, homens e mulheres que eu compreendia, à passagem da Marilyne os homens ajuntavam-se, abriam a boca e ficavam parados, num sofrimento intenso psicológico, do foda-se!! que gaja é tão boa, quem a andará a foder, caralho!! que não tenho sorte nenhuma, e foda-se!! pensava eu, era um prejuízo para a empresa.

Já as gajas, normalmente tão alegres, a falar mal dos homens e do que fodiam, sentiam-se ameaçadas com a Marilyne, eles nunca mais lhes ligaram, e eu que o compreendia, pedi-lhe para vir ao escritório, queria vê-la bem de perto.

Quando ela entrou no meu gabinete eu estava distraído, alguém tinha batido à porta de leve, eu gritei "pode entrar", e senti logo um cheiro a flores frescas, a um perfume de natureza, uma mistura de terra e relva, e quando me virei para ver o que era, eu vi a Marilyne à minha frente.


Caralho!!. Alguma coisa se mexeu no meu caralho e nos colhões, uma pulsão no estômago, uma onda de choque, que os fez tremer, e foda-se!! cheguei mesmo a sentir dor, caralho!! que mulher, de estatura baixa, toda redonda, cona, cu, boca, na medida certa, que pensei logo para mim, aconteça o que acontecer, tenho que a foder.

Ponho-me de joelhos, e tudo o que for preciso, ainda estava com a boca aberta, quando ela me perguntou "o senhor doutor queria falar comigo?", numa voz rouca de harém, de mulher para dar prazer, tinha o pau rijo de a ver, que lhe disse "sabe, a Marilyne tem um efeito nos homens!!", ela respondeu "eu sei, senhor doutor, mas a culpa não é minha", eu continuei "é verdade, mas eles andam tão distraídos, minha querida".

Ela lutava contra as minhas palavras, "mas são eles, homens, o senhor doutor já não é assim", fiquei arrepiado pelo que ouvi, que pensei para mim, "não sou assim o caralho, estou doido para te dar uma foda", mas saíram da minha boca as palavras, "não diga isso Marilyne, você é tão tão bonita, minha querida, até a mim me impressiona, e muito", disse-lhe a ela para se sentar, que estivesse descansada, ela assentou-se na cadeira, o vestido subiu um pouco, ai meu deus!!, não consegui deixar de olhar.

Fugiu-me o ar do peito, as coxas dela eram robustas, como as de uma lutadora, como um gosto de carne e desejo, que eu sentia no ar, ela reparou no meu pau rijo, numa posição desconfortável, levantou-se a fechar a porta, ela me deixou surpreendido, veio até mim bem de perto, olhou-me nos olhos bem de frente, "sabe, eu não me sinto assediada, também a mim me apetece e agora, fique em silêncio senhor doutor e não diga nada".

Ela aproxima-se mais, os joelhos nus tocaram nos meus, o ar que me saíra dos pulmões, entrou de rajada agora, pousou a mão, aquela mão pequena e perfeita, na dimensão exacta, de uma fórmula divina, no meu caralho, "tchuuuu, não diga nada senhor doutor, calado, quem manda sou eu!", ela ia fazendo caricias, pondo-o para fora, acariciando-me o caralho, "ai foda-se!! que estou no céu.

Depois a boca, pequena, redonda, vermelha de cereja, apertou-me o caralho, como uma mola de volta, pregas elásticas e rijas, a língua brincava lá dentro, em suaves beijos na cabeça, ai caralho meu deus, que mamada me fazia, ela tirava a boca que me estrangulava, o meu pau não respirava, para me dizer "tchuuu pouco barulho senhor doutor ainda o ouvem", eu gemia e tremia, as minhas pernas pareciam-me varas, quando ela chupava e sugava.

Eu dizia-lhe "ai miúda que mamada, a minha mulher não vale nada, sei mais contigo num dia, do que com ela a vida toda ai caralho miúda", ela ria-se matreira, escondida atrás dos olhos de amêndoa, "tchuu senhor doutor calado senão vou ter de lhe bater o menino é mal comportado", começou a bater-me uma punheta, acelerava o meu desejo, com o meu caralho na mão, batia batia não parava, até que tremi todo cá em baixo, numa convulsão explosiva, vi-me todo descontrolado.

Vi-a depois sair do meu escritório, bomba sexo em movimento, o rabo espetado e as mamas, os cabelos longos caídos, o meu caralho respirava aliviado, daquele aperto tão sublime, encontrei os homens mais tarde, sabiam que a Marilyne tinha estado comigo, e perguntavam receosos "Oh senhor doutor, por favor, não vai despedir a rapariga? por favor senhor doutor não faça isso".

Depois eu respondia "eu não sei, mas era o que devia, vocês não fazem nada, só olham para a rapariga"

Ternura em tempo de guerra

07:31 0
Ternura em tempo de guerra
Não tinha acontecido de repente. Era uma coisa que apareceu lentamente, foi acelerando, força daqui, força dali, a dar-lhe impulsão, até ao desastre final. Nem se sabe onde começou, começou e pronto, espalhou-se rapidamente, correntes que depois se conjugaram, todas no mesmo sentido, uma maré destruidora, que apanhou todos desprevenidos, e quando digo todos, eu contador desta história, digo os humanos.

Foi um vírus estranho por ser só psicológico, não atingira a saúde dos corpos, mas as mentes e com elas os sonhos de existência comum, os vínculos quebraram-se, viamo-los nos animais, nas formigas, que se sentem todas a si próprias e ás outras, nas abelhas, nos animais inferiores.

E nós que adivinhávamos que os tínhamos, não que os víssemos, mas como crença, como ideia, como sensação física, de que existiam mesmo, e de que um dia, talvez daqui a mil anos, a ciência os confirmasse, como algo palpável, material, o de que todos os seres humanos estão unidos num só laço.

Mas essa maré levou tudo, e com ela esse fluido, feito de argamassa que une, que solidifica a existência, que obriga quem vive, e de repente, eram todos cada um por si, uma selva, uma guerra, uma existência solitária, tudo ia caindo à nossa volta, a fome, a doença, a desesperança, o medo dos outros, num inverno frio, tudo ia ruindo, e a ciência, daqui a mil anos, já nada descobriria, porque o que havia, morreu.

E até Deus fugiu!!!

Foi nesta era apocalíptica que a conheci. A minha fêmea Núbia. Não esperava nada, nem queria ou desejava nada, como todos os outros, sem vínculo, aguarda-se o tempo, entre nascer e morrer, que ele passasse depressa, vive-se para sobreviver. Encontrei-a num canto escondida, um canto da minha horta, protegida dos homens, nem tanto dos animais, alimentos que produzia, só mesmo para mim, e tive medo dela, como ela de mim, tínhamos medo de todos.
De Giancarlo Mecarelli
Não a afugentei, na realidade nervosa dos dias, era uma coisa singular, atravessara paredes, silvas e redes farpadas, ferida em sangue ali estava, à procura de alimento, umas feições negras tão lindas, o corpo perfeito de gazela, os olhos grandes verdes, num segundo sonhei tê-la, estranho que os vínculos tinham morrido, deixei-a comer, alimentar-se sofregamente, tinha pouco mas lho dava, como um animal ferido assustada.

Lembrei-me dos tempos em que ainda havia vínculos. Sendo branco, daqueles brancos brancos nórdicos, talvez a outros parecesse estranho, mas sempre gostei de mulheres negras, naquele mundo pareciam-me reais, pelo menos as que idealizava, pigmentos de ébano cobria-lhes o corpo, um manto apatinado de nogueira, chama de verdade que vinha de dentro, que fazia luzir aqueles olhos, algo de síntese de um passado antigo.

A minha Núbia era a minha descoberta, a maré a tinha trazido e deixado ali, ali comigo, deixei-a ficar, ela num canto, eu no noutro, fui trabalhando sozinho na minha terra, dava-lhe o que tinha e o que conseguia, todos os dias saía em busca de mais coisas, e do medo que tinha dos outros, no regresso, passei a esquecê-lo, e a ter o de não a encontrar mais.

Havia silêncio entre nós, apenas os olhos à descoberta, os gestos e movimentos, nem sei bem se falávamos a mesma língua, sentia que me enternecia, uma violência dos sentidos essa, afinal também o vírus me apanhara, a minha Núbia se instalava, terra árida da minha alma, já aqui nada florescia, só os meus devaneios voavam, como bater de asas em fugida, pensava, amor verdadeiro só em tempo de guerra.

Era tarde, cansado lavei o meu corpo, via lavar o corpo dela, a um sol fusco que se recolhia, os seios redondos, o ventre, as coxas, os pelos da púbis, pensei, se há deusas, escolheriam aqui o seu modelo, deitei-me no meu canto, onde repousava desde que a tinha comigo, isolado, longe, medo de tudo, menos dela, do inesperado, do imprevisível, quando sinto um restolhar no escuro, um manto brilhante de calor e de carne a cobrir-me.

O corpo dela quente colou-se ao meu, aguardámos em silêncio, senti os pelos da cona dela a roçarem-me no caralho, movimentos lentos, lábios húmidos que me tocavam, senti-me teso em baixo, a crescer para dentro dela, a minha Núbia enterrou-se em mim, dois seres ligados pelos sexos, parou, deixou-se estar, rodeou-me os ombros num longo abraço, enroscou os pés dela nos meus, sussurrou-me ao ouvido, "deixa-nos estar assim", unidos num só, colou a boca dela na minha, duas linguas procuraram-se e enroscaram-se, ficámos a ouvir o som intemporal do tempo, e o ruído do terror e do medo lá fora.

A barba pode ser o problema ?

21:27 0
A barba pode ser o problema ?
Mais um estudo cientifico de capital importância e isso meus amigos é material para a rubrica de supositório. O estudo vem do Canadá e da Nova Zelândia e a primeira coisa muito importante que se percebe é que não serve para coisa nenhuma.

Quem caralho tem interesse em saber se as mulheres acham mais atraentes gajos com barba ou gajos com a barba feita. A não ser o Disqus, ninguém.

Mas caros amigos leitores do supositório, enganei-me. Tem mesmo muita importância!! É que há ainda outros estudos a tentar explicar as razões que levam um homem a deixar crescer a barba. Porra!! até uma merda de barba é sujeita a isto, um gajo já não pode tomar decisões porque sim, tudo tem razão de acontecer.

Por mim sempre achei que ter barba crescida é um pouco como ter um animal de estimação. A única diferença é que a barba está, como podemos dizer, colada à cara, caralho! temos que escová-la, temos que tosquiá-la, alisá-la, só mesmo não lhe damos de comer, mas porra!! temos de limpá-la das merdas que se põem na boca.

Caralho!! que a primeira decisão era, digamos, essa, faço a barba e todos os dias tenho esse trabalho, ou não faço, e tenho um trabalho do caralho na mesma. Depois há os inconvenientes, e meus amigos, também isso pesa, ou melhor pesava, na decisão.

Um amigo meu, daqueles que fez uma promessa qualquer, só corto a barba quando alguma merda acontecer, dizia-me há dias que não compreende a mulher, quando ele lhe lambe a cona e a gaja começa-se a rir.

Quando me contou aquilo eu ainda lhe disse "ainda tens dúvidas, caralho?", então caralho a barba começa a roçar nas pernas da gaja e quando ele estende a língua para a cona, começa a fazer-lhe cócegas, ela não aguenta e caga-se a rir. Diz ele que sente uma grande frustração.


Mas agora há mais, desfez-se o mito, o mito de que as gajas gostam de gajos com barba e que, como diz o estudo, é só coisa da cabeça deles, aquela coisa de que fico mais macho e elas gostam.

É que as gajas também têm de decidir e de  escolher. Já se percebeu que os barbudos prescindem de lamber conas para sobreviver, ou melhor, para terem barba, e que, se sujeitam, quando comem, a comer também pelos, com merdas agarradas a eles, faz parte do sacrifício, não se pode ter tudo, mas, meus amigos, gaja é prática e sensível, para ela que se foda a barba!!!

Mostraram milhares de fotografias de gajos com barba e gajos barbeados, a milhares de gajas, e a resposta foi só uma, para gaja prática e inteligente gajo barbeado é meio caminho andado. As gajas disseram que os gajos barbudos pareciam mais velhos, demasiado respeitáveis, e que por isso gostavam mais de pessoal barbeado.

Mas, meus amigos, não quero exagerar, mas está na cara!! Tudo tem a ver com lamber conas. Mais velhos e respeitáveis o caralho!! é sempre a desculpa convencional, é o inconsciente que sempre decide, porra!! e ter pelos a roçar, não dá prazer à mulher.

Se fosse só isto não estávamos mal, mas há mais estudos sobre o caralho da barba. Então não é que dizem que a decisão de ter barba crescida é para "intimidar" outros homens, fazendo com que as mandíbulas pareçam maiores e mais longas. 

É só para intimidar, diz o estudo, fazer o papel de mau, porque está provado, gajos com barba crescida têm maior probabilidade de ter pénis pequenos.

Pénis pequeno, minha nossa senhora, caralho!! Contei isso para o meu amigo, e ele disse logo, está na hora, vou já cortar esta merda, a minha promessa já se foi, já era!!

Não estou mentindo, se tem dúvida veja aqui, já não bastava terem desfeito o mito, para dizerem agora que há uma relação entre a barba crescida e o tamanho do caralho, está demonstrado que pelos maiores na cara, quer dizer colhões mais pequenos.

E sabem como descobriram essa merda!! é coisa de génio, como ninguém pensou nisso, andaram analisando os testículos de 100 primatas, macacos e humanos, e o tamanho dos pelos, e foi aí que eles perceberam, que se fez luz e viram, homens mais peludos têm o tamanho dos testículos mais pequenos.

Os cientistas acreditam que uma das razões desta descoberta é que o corpo necessita muita energia para fazer crescer os folículos capilares, e é assim, meus amigos do supositório, quem gasta num sitio, não tem para o outro.

A escolha dos gajos agora mudou, se quer ter barba crescida não pode lamber conas e nem ter testículos, bem simples caralho.

Namorado ciumento não gosta de likes!!

21:19 0
Namorado ciumento não gosta de likes!!
Eu tinha-o adicionado no face por ligação a uma outra amiga e eu não o conhecia nem nada, mas ele começou se metendo comigo, fazendo comentários abertos, dizendo assim "Taís, você é muito bonita e muito gostosa" e meu namorado não gostou, dos meus likes com o meu admirador, ele estava ficando ciumento, e um dia me perguntou "sabe onde esse gajo mora?, vou lá e parto a cara dele".

Sabe confessionário, mulher é fraca, melhor do que ter homem disputando, só mesmo roubar homem de outra mulher, é coisa genética, não tem como defender, e eu disse para ele "oh amor eu só sei que trabalha num bar noturno", eu estava fervendo de o conhecer, se as palavras e imagens coincidiam com a pessoa.

Entrámos na noite e o bar estava cheio, disse para o meu namorado "aguenta aí sentado vou ver se descubro o cara", vi Bernardo ruminando uns sons saindo da boca "me trás esse gajo e lhe parto a cara", fui andando no meio da gente, pessoal gingando e bebendo, e encontrei meu admirador no bar, passei e disse "oi Gustavo! sou a Taís!".

Ele ficou olhando para mim, "Taís, Taís, Taís?", percebi logo, o cara era bonito, bem constituído, e mulher é fraca, confessionário, mulher é fraca, ele vive a vida fodendo mulher, disse para ele "sou Taís, falámos no face, lembra?", ele continuou olhando, "claro Taís menina você é tão bonita garota você é um avião".

Eu estava ficando maluca, Bernardo é um pouco parvo, homem que sabe dar a volta, fala assim para a mulher, disse para ele "eh estou aqui com meu namorado", ele me respondeu, coisa que português sempre diz, "tudo bem garota não sou ciumento", meu deus estava fraquejando, ele se encostava a mim no bar, sentia o pau dele junto tocando, nas minhas coxas bem à frente, meu deus mulher é fraca, minha cona estava molhada.

Falei para ele "sabe Gustavo você diz coisas no face sobre mim, meu namorado não gosta entende", me pareceu ele se rir, "eu só acho você gostosa", perguntei "acha mesmo?", ele respondeu "acho e estou sabendo uma coisa", agora eu que estava surpresa, lá ao fundo via o Bernardo, "sua amiga me disse que você é uma foda sensacional".

Perguntei "ela disse isso mesmo", ele riu-se para o meu ouvido, chegou-me o cheiro a gin da boca dele, "ela me disse que você é rainha a chupar caralho", agora fui eu a rir "fui! agora sou mulher direita, agora só chupo caralho do meu namorado", e ele assim para mim, "não pode, é sabedoria que se está perdendo", ri-me da graça dele, "ela me disse que você é rainha no anal também".

Eu dizia assim para ele "era rainha sim, adoro levar no cu, mas agora meu cu é só de meu namorado Bernardo, ele quer casar comigo", ele mirou meu corpo de alto a baixo "que desperdício, adorava comer seu cu e ver você mamar meu caralho, saber se é mesmo rainha, e agora não vai dar mais, que tristeza meu amor, que tristeza estou sentindo".

Achei que ele estava brincando, mas estava sentindo pena dele, mulher é fraca mulher é fraca, Bernardo olhava lá do fundo, passei a mão no pau do Gustavo, assim nas calças sem ninguém ver, ele abriu as pernas para os lados, deu um suspiro de prazer, disse ele "foda-se Taís você assim dá cabo de mim garota", fui passando a mão no caralho dele, abri o zip e meti dentro, dando massagem, Bernardo olhava, eu acenava "está tudo bem".

Me sentia uma puta, mas mulher é fraca mulher é fraca, a mão dele entrou por baixo do meu vestido e subiu subiu subiu como uma aranha de dedos, entrou nas minhas cuecas, e enterrou dois na minha cona, ria-se ao meu ouvido "caralho menina que foda você é".

Ele massajava meu clitóris, dois dedos escorregavam, custava-me ver o Bernardo, cheguei ao ouvido dele "foda-se Gustavo me fode me enterra no cu", de água enchia-me a boca, de uma saliva espessa que se juntava, os dedos dele abriam-me toda, estava toda curvada, "ai caralho!! Gustavo pára ou me venho toda ai caralho!!".

Era tanto ruído à nossa volta, som no máximo, luzes e cores rolando, pessoal agarrando copos, de orelha a orelha falando alto, "ai caralho Gustavo ai hum ai", os dedos dele friccionado, mexendo na minha cona dentro, se abre o pessoal junto, aparece o Bernardo, "então Taís é este o cara que anda fazendo flirt com você, meu amor?", apanhei um susto do caralho, minhas pernas me tremeram, eu só disse quase gemendo "ele pediu desculpa está tu bem meu amor".

Gustavo tirou os dedos da minha cona, foi tudo assim bem rápido, estendeu a mão para o meu namorado, "aperta aí a mão meu irmão, está tudo jóia, estamos bem", vi Bernardo apertando "vamos embora meu amor?", depois ficou limpando a mão nas calças.


Tudo se completa no fim ..

21:58 0
Tudo se completa no fim ..
Nunca contei esta história. Costumava andar atrás dele como um cachorro, em busca de saber e de experiências, era um pouco mais velho, o filho da professora, e como eu, passava férias na aldeia, um lugar de costumes rígidos, tão diferente da cidade, ali não se era anónimo, mil olhos em nós pousavam, era o padre, as beatas, e o povo todo, e ai das meninas!! se se metiam em maus caminhos, a perder a virgindade antes do tempo, estava tudo desgraçado!!.

Em dois Verões nos encontrámos na aldeia, para ele eram quinze dias, passados com a mãe que ali era professora, e para mim cerca de um mês, passados com os avós e irmãs, e durante esse tempo, ideias de coisas para fazer que ele tivesse, eu seguia-o fielmente, e a de agora era a de foder a Olinda, uma rapariga da aldeia.

Quando o calor da tarde caía pesado, íamos para o quarto dele, era em um sótão ensolarado, com uma grande janela de vidro, no centro a cama e de frente um armário, ele dizia-me "acho que se pedir muito a Olinda me dá a cona. O que achas?", ele andava atrás dela, a mostrar interesse em vê-la, a maioria pensava em casamento, mas o Tito só pensava em fodê-la.

Um dia no quarto dele, despiu-se e deitou-se na cama, abriu as pernas com o caralho teso, perguntou-me "o que achas?", estava a acariciar o pau, "do meu caralho, quero deixá-la doida", respondi eu "o que tem? é bem grande, achas que ela vai deixar?", o óleo e almíscar dele entrava-me no corpo, não tirava os olhos do caralho, que ele manobrava com precisão, os meus mamilos estavam rijos, queria também pôr-me nu, um calor no ventre até à boca, sentia-me cheio de tesão.

Perguntou-me "ela disse que vinha, gostavas de me ver fodê-la?", assaltou-me aquela ideia, de ver o Tito a foder a Olinda, era uma rapariga da aldeia, e era tudo um problema, havia ali muita burocracia, se fode casa, se casa fode, era esse o mandamento, disse eu "vejo como?", mandou-me para o armário.

Ela veio mesmo, entrou na casa até ao sótão, um medo terrível de ser vista, a entrar em casa da professora, ele começou a pedir "vá lá Olinda amor me deixa ver o teu corpo?", mas ela dizia que não, que só lhe dava uns beijos, continuava ele "oh amor vá lá, você sabe, eu te amo, meu amor, deixa ver", mas ela abanava a cabeça.

Eu estava escondido, no armário me rindo, do insucesso do Tito, quando ele tirou o caralho, falou assim para a Olinda "gosta meu amor?", ela estava de boca aberta, ele agarrando o pau abanando, "vá lá amor me mostra seu rabo", ela tinha um vestido curto, dos de verão bem finos, o Tito ia passando a mão, tocando as pernas e a cona dentro, enfiava o dedo espetando "você quer mamar meu amor, põe a mão assim mama amor", meu deus caralho!! ela agarrou no pau, se baixou, e começou chupando.
Tito fez um sinal com a mão para mim, como está tudo bem, está vendo como se faz, Olinda mamava o caralho grosso, a mão do Tito percorrendo, perna rabo e costas, ele dizia para ela "está vendo meu amor você mama meu caralho tão bem meu amor", ela estava se perdendo, a língua dela lambendo, a cabeça grossa dele, eu via ela por trás, estava toda se abrindo, seus papos grossos se vendo, a cona húmida esperando.

Ele disse para ela "vai amor você sabe eu amo você, me dá seu rabo", mas ela reagia "não pode amor sabe a minha mãe me mata", ele ficava quase chorando "me dá amor, me dá sua cona, eu amo você", ela começou esfriando, já era tarde e se ia embora, ele agarrando o caralho, estava nu e frustrado, sentado no lado na cama, com o pau esfomeado.

Ela foi-se embora, fiquei eu e ele sozinhos, rapazes em quarto de adolescentes, fazia muito calor lá dentro, ele esticou-se na cama, e disse para mim "não consegui fodê-la, gostaste de a ver chupar-me o caralho? a Olinda mama bem", eu tinha água na boca, mas havia ali uma barreira, ouço-o pedir-me "queres despir-te, batemos uma punheta juntos, queres?".

Deitei-me nu ao lado dele, eu estava assim retraído, movimentei-me em joelhos na cama, ele acariciava o caralho, vi que olhava o meu corpo, para o meu rabo torneado, como uma ninfa estendida, um querubim e o seu dono, quando ele me pede "fecha os olhos", e eu fechei, a mão dele percorreu-me as coxas, subiu por entre elas, pousou a mão no meu rabo, um local de espera e recarga, abriu-me as nádegas a experimentar, eu respirava fundo a sentir, pele dele dedos calor e prazer.

Virou-me com o rabo para cima, e continuou "não abras os olhos", sinto o corpo dele sobre o meu, um peso firme e decidido, o caralho teso roçou-me o rego, escorregou-me no ânus para a frente, a calor da boca dele, encosta-se à minha cara, ao meu ouvido, e muito baixo "deixas-me comer o teu cu?, não abras os olhos, diz só, deixa-me partir-te o cu, deixa", eu tinha a cara de lado, os lábios dele tocavam nos meus, sentia-lhe os pelos do peito, a barba rija que me roçava, "queres muito?", "quero", "eu deixo".

Foi uma voz de comando, gemi baixo "hum hu hum", a cabeça dura entrava, era ele que falava "vou-te enterrar o meu pau", mais um pouco lá dentro, puxou-me as nádegas para cima, para lhe dar o cu empinado, colou-se a mim por cima, o meu ânus abria e alargava, apertado naquele caralho, "ai já o tens todo dentro, doeu?", abanei a cabeça a dizer não, ele parou por momentos, que me preparasse para me comer, "gostas do meu cu?", "gosto, queres levar no cu, não queres?", "quero".

As coxas dele e as minhas éramos um só, colado a mim nas minhas costas, ele começou a enterrar, puxava atrás e entrava, o caralho grosso no meu cu, batia-me forte nas nádegas, que toda a cama estremecia, um sol forte na janela, fustigava os nossos corpos suados, as ancas do Tito subiam e batiam, eu gemia com mais força "aihm ah ah ah partes-me o rabo ah ah ahmm".

Ele urrava e enterrava, ainda mais acelerava, "aihm aihm meu cu aihm", mordiscava-me o pescoço, quanto batia fundo dentro, ele dizia ainda "ai que cu bom ahmm parto-te o cu humm o meu pau", sinto-me a estremecer, eu a vir-me e ele a sair, com um jacto quente sobre mim, a cairmos os dois cansados, na nossa cama de prazer.

Estávamos a fumar um cigarro, nus a falar um com o outro, à espera de outro momento, no chão sentados ao lado da cama, dizia ele "não estava à espera, de te comer o cu hoje", sorri para ele, "nem eu de levar no cu, gostaste?", respondeu "adorei, tens um cu de menina, parece uma pêra, e tu, gostaste do meu caralho?", deitei uma baforada de fumo, senti-me mulher quando disse aquilo, uma cortesã de prazer livre "gostei, queres-me comer o cu outra vez?".

Ele avançou para mim, a levantar-me as pernas contra a cama, apontou o caralho para penetrar-me, quando ouvimos sons lá em baixo, pensei "foda-se!! é a mãe dele", começamos a vestir-nos a correr, ela subia as escadas até ao sótão, foda-se!! que não ia dar tempo, doía-me o rabo de ser fodido, ela bate na porta a perguntar "filho?", só teve tempo de dizer, "já vai mãe, estou aqui com o meu amigo", apertava os botões dos calções, quando ela entrou a ver-nos vermelhos, diz-nos a senhora professora "ai filho, está tanto calor aqui, e este cheiro filho? ai que não se pode".

Abre a racha por favor!!

16:24 0
Abre a racha por favor!!
Tudo começou com a festa anual da empresa, quando o verão se aproximava eles lá tinham aquela ideia, de reunir os patetas para lhes dar uns trocados, e fazer uns elogios para os enganar e motivar, diziam a todos, que trouxessem as mulheres, e uns quantos idiotas até apareciam com elas, umas delas gordas ruidosas, ou outras mais sabidas, com um belo aspeto de putas.

Levar a minha mulher, era coisa que eu nem sonhava, a uma festa de servos que odiava, um sacrifício para poder viver, era nisto que eu pensava, idiotas riam-se da piada do chefe, quando olhei para ela sentada, foi sem querer com certeza, que ela estava aborrecida, que a racha do vestido abriu, foi culpa da seda!!, deslizou perna abaixo, alargou as pernas a agarrar, e foi quando lhe vi a cona nua.

Não tinha cuecas, o vestido abrira de lado, os nossos olhos se encontraram, lambi os meus lábios de prazer, água na boca que me ficou, de ostra acabada de sorver, ela puxou o vestido a correr, a fechar as pernas para eu não ver, ficámos sós naquele ruído, era o mal que estava feito, ela com vergonha por não esconder, eu com um tesão enorme, por lhe ter visto a cona.

A cona vi-a toda, os lábios húmidos tremidos, terra virgem desconhecida, o triângulo de pelos louros, a púrpura do rego molhado, eu lambia-me e era sede dela, duas montanhas de sonho, era uma de cada lado, lago de luar onde se nasce, é que estava atordoado, não tirava os olhos dela, daquela cona tão bela.
Incrível!! Já tinha passado perto desta mulher e não a tinha visto!! Visto como atenção a uma pessoa ou a uma coisa, é-se indiferente a quase tudo, somos deficientes nesse ponto, mas eu vi-lhe a cona, mas que caralho!! mas que trauma tão grande, mas que mulher tão bonita

O marido, ou o lá que fosse homem dela, era um idiota, é daquelas coisas que se percebe, esta mulher é demais para este gajo, mas vai-se lá saber, elas gostam disso, de idiotas, se calhar vão-se entretendo, vivendo as suas vidas secretas, e ali estava aquela cona, tão perfeita e tão boa, na sua qualidade e momento, que pensei logo para mim, adorava lambê-la nesta festa, enquanto os idiotas se divertiam.

Ela fugia com os olhos, sempre que os meus a encontravam, estava vermelha na cara, de eu saber que estava nua, também o meu caralho, olhos, cérebro, boca e peito, todos eles juntos conspiravam, punha-me parvo a olhar para as pernas, a pedir que as cortinas abrissem, para ter de novo uma visão, da fenda viva daquela mulher.

Olhei para ela de novo, vi-lhe na face um sorriso, pus a mão no bolso, a apertar o meu caralho teso, molhava a língua nos lábios, limão, sal e tequilla, ai meu deus!! gosto na minha boca, amargo doce em conjunto, o meu corpo falava-lhe por gestos "deixa-me lamber-te a cona!!", ela reagia abrindo as pernas, podia eu ver-lhe aqueles papos.

Caralho!! tinha de fazer alguma coisa!! os idiotas estão-se a rir, a comer e a beber, a fazer ruído alto, ai meu deus!! ai quero comer esta cona!! ai foda-se o que faço?? ai caralho!! ai os meus colhões!! foda-se!! até que a vejo levantar-se, num vestido até ao chão, a racha de lado abria, vela batida ao vento, quando a longa perna saia, ai que caralho!! pensei "vou atrás dela?".

Mas foi ela que me deitou um olhar, virou os ombros e deu-me a ordem, de um modo definido e seguro, "se queres cona vem comigo", dei um salto rápido obedecido, no meio dos idiotas que cantavam, "vou ali e já venho", encontrei-a cá fora a fumar um cigarro.

Aproximei-me e perguntei-lhe "está a gostar da festa?", respondeu "tanto como tu, um aborrecimento", ri-me e por segundos não falámos, quando a ouço dizer "quero dar-te uma coisa, se quiseres claro?", ainda perguntei estúpido "o quê?", riu-se ela agora, a encostar o ombro no meu, como se fosse um camarada, a falar-me ao ouvido "a minha cona, gostavas de comer a minha cona?".

Disse-lhe sim claro vamos!! mas caralho! agora estava com medo dela, ela disse, vai andando para o parque, vou buscar a chave ao meu marido, ela apareceu depois no manto escuro, era a noite que caía, entrámos no carro dela, deitou-se para trás a abrir a racha, ali estava a cona que queria, virou-se para mim "parecias um gato a lamber os beiços, a olhar-me para a cona, anda, chupa-me a cona, faz-me gozar, amor".

Ai caralho!! era o que mais queria, ela fechou os olhos a aguardar, mergulhei a aterrar, nas coxas de seda onde me agarrei, ali preso não caía, abri aquele vale a entrar, pousei os lábios juntos, dei um beijo na ostra vítrea, a chupar o gosto salgado, de rebentos gomos e flores.

Percorria com a minha língua, seiva doce procurava, minha língua em ponta dura, aqueles caminhos desbravava, ela gemia e se contorcia, quanto mais se abria toda, mais ela me dava, "ai hum ai aihm mãe foda-se aihm aihm caralho tão bom ai chupa".

Ela fazia força na minha cabeça, um mergulho ainda mais fundo, a minha língua a entrar nela, "ai foda-se! chupa-me toda aihm", tinha perdido tudo à volta, sentidos e consciência, o cheiro a cor a luz da cona dela, um afrodisíaco no ar, eu percorria outro mundo, movimentos rápidos nos olhos, como passagens de um filme, sons antigos de outro tempo.

Agarrado ao meu pau eu batia, de mamilos espetados tremia toda, as ancas esticavam como molas, em solavancos e vazios, "aihmm mãe foda-se! ai mãe aihm caralho tão bom me venho toda aihmm" saiu-lhe alto num só grito, "ai caralho", droga ambrósia na minha boca, vi-me todo a tombar, num deleite de deuses, nuvens, e absinto.

Ouço-a a acordar-me, "anda vamos, a festa!! o meu marido!!", chegamos até junto dos idiotas, o marido já se ia embora, perguntou-lhe "onde é que tens andado?", ela virou-se para mim, "eu e o teu colega fomos para o carro", ele abriu os olhos surpreso, olhava para mim para o vestido e para a racha "carro? qual carro? o nosso? tu e o meu colega?", continuou ela "foi só descansar e fumar um cigarro", ele olhava para mim, quando eu pensava, "foda-se!! o carro cheira a caralho e a cona".

Leva-me de volta a casa

18:02 0
Leva-me de volta a casa
Foi um acidente, um encontro fortuito numa rede social, em que trocámos mensagens, primeiro públicas e depois mais privadas, numa altura em que me sentia insaciável, esfomeado, também triste e vazio, e a voz dele em palavras, eram simples, básicas, sem rodeios, brutas e com arestas.

Não me causavam dúvidas, sobre quem era e como era, alguém rude, pouco instruído, ou então nada disso, mas também tímido, num sentido envergonhado, e era o que eu precisava.

Falámos de sexo, do que ele e eu gostávamos, disse-me que era casado, mas que tinha trabalhado num barco, era no beliche que se satisfazia, a ir ao cu de um colega, e que agora só pensava nisso, a mulher não lhe dava desejo, quando um dia me perguntou "gostava de te ir ao cu, davas-me o teu cu?".

Eu disse que sim, respondi "gostava, tu sabes que gostava", tínhamos trocado fotografias, dele do corpo todo, vi que era como esperava, bruto, peludo, e mal cuidado, mostrava o pau teso levantado, mandei do meu rabo empinado, lembro-me quando o viu, "adoro o teu rabo querido, adorava dar-te com o meu pau?".

Lembro-me das primeiras conversas, perguntou-me "se já tinha estado com homens", eu disse-lhe que sim que já tinha estado, e ele insistia "e então como foi?", eu dizia-lhe para o excitar "queres saber todas as vezes?", ele mandava logo mensagem "conta-me da tua última vez então".

Contei-lhe que a minha irmã é lésbica, que tinha fodido o pai da companheira dela, perguntou-me ele "e como é que aconteceu?", disse-lhe que foi uma coincidência, tinha ido jantar a casa delas, e que o pai também apareceu, era um homem mais velho, mas muito interessante, estava sozinho naquela noite, e deu-me boleia de volta para casa.
E a primeira vez com ele foi nessa viagem, começou-me a perguntar o que achava da relação da filha com a minha irmã, de serem lésbicas e assim, ele falava e eu mal o ouvia, o cheiro dele a dar-me tesão, um viril tão forte e másculo, as coxas grossas e o volume das calças, disse-lhe "se calhar elas se amavam", ele riu-se e achou-me ingénuo, que não me contive e lhe disse "eu também gosto de homens".

Ele olhou para mim e foi como uma explosão, um cheiro quente de suor e desejo, em onda que se soltou dele, "mas diz-me, gostas de levar no cu rapaz?", agarrava o volante com força, os punhos grandes que o apertavam, respondi-lhe "gosto sim, porquê? gostava de me comer o cu?", ele estava engasgado, num querer e o seu contrário, continuei a assediá-lo, pus-lhe a mão na perna a escorregá-la, até ao centro dele onde estava, um caralho bem teso pela nossa conversa.

Continuei "gostava de te dar o meu cu, gosto de homens mais velhos", via-se que fazia contas de cabeça "e a minha filha? e a tua irmã?, eu fodo-te o cu e se sabem? não digas nada a elas, nem a minha mulher", quando disse ele isto, apertei-lhe o caralho, desci-lhe o zip das calças, ele foi-se ajeitando de lado, tirei-lhe o pau para fora, curvei-me quando conduzia, e comecei a mamá-lo.

Ouvi-lhe um suspiro, um ai foda-se! que bom, na boca chupei a ameixa, num beijo húmido lento, a minha língua rodava dos lados, ia até baixo seda fresca, naquele caralho deslizado, que ele dizia "vamos ai a um sitio escuro, quero comer-te esse  cu", ele parecia que acelerava, tal era pressa de chegar, foi perto do mar junto à praia, que ele me puxou as calças para baixo.

Virei-lhe o rabo a abrir-me todo, ele desajeitado empoleirado em mim, senti o pau a forçar-me o ânus, duas garras nas minhas nádegas, ele gemia "ai caralho que tesão, ai que ainda me venho todo", senti um dor forte daquele caralho, grosso rijo e bem teso, a entrar a abrir o meu anel enrugado, foi cabeça foi tronco até ao fundo, "ai hum ai ai foda-se! meu cu ai fode-me vai", ele começou a bater atrás, a enterrar-me o caralho no cu, na noite enevoada e fria que estava, os vidros do carro embaciados, "ai caralho meu cu hummm ahi aii ai".

"Foi lindo", contava ao meu amigo das redes sociais, "ele fodeu-me o cu todo, quando nos viemos ficámos a olhar para o mar, ele a dizer-me "que foda rapaz, não dava uma foda tão boa há tanto tempo", que ainda arrisquei perguntar "foi a sua primeira vez?", não parecia envergonhado, "foi, mas era uma fantasia minha, adorei comer o teu cu, e tu gostaste?", disse-lhe "gostei muito".

O meu novo amigo então disse "vem ter comigo anda, adorava comer-te o cu também", a viagem seria longa, mas havia festa na cidade, aproveitei e fiz-me ao caminho e fui ter com ele.

Encontrei-o onde combinámos, não fiquei surpreendido, numa taberna esquiva e manhosa, mas isso é outra história.

Uma primeira vez não custa

22:14 0
Uma primeira vez não custa
Tínhamos lá estado há uns anos e a verdade é que gostámos do sitio, uma ilha no meio do atlântico onde não se tinha passado nada de especial, mas que era boa para fugir uns dias do frio para um clima mais temperado.

Agradou-nos o mar, as brisas de um tempo agradável, nem muito calor, nem muito frio, mais um tropical molhado, em que podíamos tomar banhos, fugir da chuva quando ela vinha, e, lá bem dentro no interior, como exploradores numa selva organizada, encontrámos umas termas, umas lagoas vulcânicas, onde mergulhávamos todos os dias.

E confessionário, estávamos de regresso, eu e a minha mulher, no meio daquele verde, em que saíamos do hotel, caminhávamos no trilho apertado, para lá chegar, às piscinas aquecidas pela força da natureza, no meio de um vapor de água e enxofre.

Entrámos naquele espaço infernal, e a empregada e vigilante, uma Amélie de seu nome, que era nova por ali, veio ter connosco, a dizer-nos "estejam à vontade, vieram em boa altura, isto está vazio", não era ainda a época, os turistas chegavam mais tarde, "não sei se já conhecem, tem a piscina exterior, a interior, água de nascente vulcânica, uma sauna, e uma sala de relaxamento."

Dissemos-lhe que já conhecíamos, que já lá tínhamos estado, e na verdade não tinha mudado nada, apenas as pessoas que na altura era muitas, quando agora estávamos sozinhos, ou melhor, quase estávamos, vestimos a roupa de banho, e quando chegámos à piscina exterior, só lá estava um homem, de costas encostado à borda, mergulhado até ao pescoço, na água vulcânica e barrenta.

Fizemos um aceno de cabeça, um cumprimento quase silencioso, e também nós mergulhámos na água quente, que nos apanhou os corpos, soltando tudo o que era frio dos ossos, um ardor agradável na pele, como um curativo instantâneo, estaríamos ali horas se fosse preciso, no meio de árvores aves e ruídos, da natureza a envolver-nos, enquanto bolhas de vapor se soltavam em baixo.

Ele virou-se e foi quando reparámos nele, era um homem corpulento e definido, tinha um ar de eslavo e russo, talvez ali como nós, relaxava o corpo e a mente, durante algum tempo, os braços, os pulsos, o tronco, tinha-os grossos e rústicos, a cara bruta e mal encarada, dos seus talvez 30 e poucos anos, lançou-nos um sorriso distanciado, do outro lado da piscina, a mirar-nos interessado.

Estávamos eu e a minha mulher a falar há algum tempo, a rir de alguma coisa parva que tínhamos feito, quando o homem se ergueu para cima, há força dos dois braços puxando, a sentar-se no bordo de fora, nesse movimento inesperado, os calções desceram para baixo, e foi quando vimos o caralho dele teso, todo espetado para fora.

A minha mulher abriu a boca, muito aberta de surpreendida, a perguntar-me em voz baixa, "viste?", num reflexo lá ao fundo, ele olhou para nós a pedir desculpa, a meter o caralho para dentro, cheguei-me ao ouvido dela, "vi, viste bem o pau, grande pau que ele tem, e ele fez de propósito para mostrar", diz-me a minha mulher a sussurrar, a mostrar um sorriso nos lábios, "pois fez, grande pau que ele tem, deve ser da água".

Ele levantou-se depois, quase ao mesmo tempo que nós, era tempo de piscina interior, com águas mais limpas e claras, mergulhámos os três nelas, e eu pensava, como a idade nos tinha tratado, eu já não lhe dava o que ela pedia, eu queria muito que ela tivesse prazer, mas foder foder como dantes, era coisa que eu já não conseguia.
Tinha uma fantasia, nova que vinha e se instalava, queria dar à minha mulher uma prenda, se ela quisesse um homem novo para a foder, a mim fazia-me feliz dar-lhe prazer, aproximei-me do ouvido dela, era uma pergunta de que tinha medo, perguntar-lhe se queria outro homem, mas que reacção ela teria?, "estamos sozinhos, ele está a olhar para nós, gostavas de foder com ele?".

A minha mulher abriu muito os olhos, "estás doido? estás mesmo a perguntar se quero foder com ele?", continuei eu, "estou sim, eu sinto que andas com fome de caralho, e eu não estou a conseguir", ela tinha uma irritação na voz, "estás maluco, eu não vou foder com esse gajo", eu insistia com ela, "não penses assim, eu quero, tu viste o caralho dele, deu-te tesão? gostaste de ver?".

Ela fez uma cara de dúvida, "gostei de ver o pau dele, mas isso não quer dizer nada", eu dizia, "ele está cheio de tesão para te foder, olha a cara dele", olhámos para o russo que tinha um sorriso estranho, parecia que já sabia o que o esperava, "gostava de o ver a ir-te à cona", a minha mulher riu-se, "agora és um tarado? queres ver a tua mulher a foder com outro homem?".

Continuava ela, "e se eu quiser mamar no pau dele? tu também vais gostar?", a reacção dela não era violenta, eu sabia que a convencia, "adorava ver-te a chupares o caralho dele, e ele a comer-te a cona e o cu, só quero que tenhas prazer", ela riu-se a mandar-me água para a cara, "e tu a ver, estás doido!!".

Sussurrei-lhe ao ouvido, "tira o bikini, para ele ver as tuas mamas", ela olhou para mim ainda surpreendida, "não sei se estás a brincar? se continuas a pedir, eu ainda o fodo mesmo", respondi à minha mulher, "eu quero muito, pensa que é um presente meu", e virei-me para o homem russo, "não o incomoda que a minha mulher tire o bikini?", ouvimos uma voz grossa arrastada, "por mim podem tirar tudo, quando estou sozinho também tiro", eu virei-me para ele de novo, "por nós está à vontade".

Ele insistiu se não havia problema, dissemos que não, ficámos os dois na expectativa, eu e minha mulher, para ver o que ele fazia, ele pôs-se em pé fora da piscina, e baixou os calções para baixo, vimos de novo aquele pau, grosso comprido e vergado, denunciando os seus pensamentos, mandou a roupa para o lado, enquanto prendia o caralho na mão, a abaná-lo e a esticá-lo, ele puxou a pele para trás, a mostrar a cabeça roxa, e o quanto estava preparado.

Olhámos um para o outro, eu e a minha mulher, senti-lhe um calor forte, da boca e do bafo que saía, tirou o bikini em cima, os mamilos estavam tesos, as mamas rijas empinadas, os lábios molhados que brilhavam, a língua dela não parava, a garganta estava seca, tirei os calções e ela as cuecas, o homem sentou-se na beira da piscina, com o caralho ao alto como uma antena, e não sabíamos o que fazer.

Foi ele que começou a falar connosco, se nós íamos às piscinas muitas vezes, eu disse que não, que estávamos de férias, até que ele disse, "a tua mulher é muito bonita, muito sexy", ele dizia estas palavras a acariciar o pau, "não importas que eu diga, a tua mulher tem mamas boas, gosto muito", parecia que quanto mais falava, mais o caralho dele crescia, "vou para a sauna, querem ir?".

Saímos da piscina e fomos para a sauna atrás dele, a minha mulher nua e com um sorriso, ela já se tinha decidido, agora não havia como dar a volta, eu via nos olhos dela, queria muito ser fodida, ela estendeu-se numa esteira, abriu as pernas que eram montanhas, lá ao fundo um rio vítreo corria, no meio de vegetação e de lábios carnudos, como se me dissesse, "amor, diz aí ao russo que quero ser fodida".

Ela fechou os olhos, passava os dedos na cona, a excitar-se de molhada, o russo sentou-se numa tábua, a olhar o corpo da minha mulher, batia o caralho para cima e para baixo, aproximei-me dele e disse-lhe ao ouvido, "ela adora ser chupada", ele não esperou pela demora, pôs-se de joelhos e mergulhou na cona dela, uma língua afiada que a lambia, a minha mulher contorcia-se, quando mais ele lhe mexia mais ela gemia. 

O espectáculo era divino, o corpo da minha mulher perfeito, retesava-se como uma mola esticada, "humm aihm amor aihm lambe lambe amor", o homem não parava, o caminho estava feito, ele queria comer aquela deusa, ouço a voz dela, "vai amor, diz a ele para me dar o pau, quero mamar, amor", o russo pôs-se de lado, a enterrar-lhe o caralho na boca, ai meu deus, como a minha mulher chupava, a língua a rodar na ameixa, por ali abaixo e por ali acima.

Ouvi a minha mulher, "aihmm amor diz a ele para me enterrar o caralho, amor diz", olho para ele quase a tocar-lhe no ombro, "vai enterra esse pau grosso nela, quero ver a minha mulher a gemer de prazer", o russo virou-a como uma cadela, saltou para cima e foi por trás, escorregou o caralho nas bordas, dois lábios grossos apertados, e enterrou pau, a pouco e pouco a entrar, os olhos dela molhados, "ahimm amor aihmm tão grande aihm".

O russo enterrava-o todo, agarrado às nádegas dela, o pau grosso ia e vinha, a matraquear o rabo dela, a minha mulher gemia doida, "aihm amor que foda amor que foda", viro-me para o homem, "deixa-a saltar para cima", a minha mulher parecia uma gata, saltou para cima a enterrar-se naquele pau, uma estaca rija a penetrava, agarrada às mamas, às duas uvas rochas que tinha, "ai amor que pau amor que foda amor aihmm deixa ele foder-me toda amor diz para me comer o cu amor".

O russo nem esperou, agarrou na minha mulher a virar, encostou-a a um topo, levantou-lhe uma nádega de lado, a minha mulher soltou um grito, "ai, ai amor o meu cu amor ai", o pau grosso forçou a entrada, a cabeça a abrir o ânus que a apertava, entrava devagar decidido, "ai amor que me parte toda ai meu cu amor aihm", ele batia a entrar, o pau grosso até ao fundo, o russo arfava, do esforço que fazia, "ai amor ai amor que me venho toda aihm", a minha mulher estremecia, o russo abanava, "urr rurr", era ele que se vinha, com a minha mulher.