Agosto 2021 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Da primeira vez com calções de lycra

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Da primeira vez com calções de lycra

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É um daqueles sítios por onde eu costumo passar sempre que vou caminhar. Não é todos os dias, mas desde que soube que ali, bem perto da minha casa, há um ponto de encontro de homens que procuram sexo, no percurso que faço, não consigo não escolher aquele caminho.

A primeira vez que fui lá, eu reparei que havia vários carros estacionados, alguns homens aguardavam lá dentro, e outros cá fora falavam entre si, e quando eu passei, não posso negar, senti uma forte excitação, e um forte desejo de ver o que podia acontecer.

Comecei depois a ir mais tarde, um pouco antes de jantar, eu dizia à minha mulher, “querida, eu vou caminhar um pouco por aí”, e depois ia acelerado para o lugar, como se quisesse participar, e numa dessas vezes, fiquei parado a ver, estava um gajo assentado no carro e um outro estava de joelhos a chupar-lhe o caralho.

Via o gajo a chupar o pau do outro que gemia de tesão, ele lambia-lhe a cabeça gorda, apertava os lábios com força, a saliva brilhava de lado, eu senti que me faltava o ar, o meu pau endureceu, um desejo forte correu na minha boca, de querer mamar naquele caralho.

Uma outra vez, eu passei e vi que dois gajos entraram para uma carrinha, e um tempo depois, a carrinha abanava toda, e não era difícil perceber que os dois estavam a foder, um deles gemia lá dentro, “aí caralho, aí, fode o meu cu, aí”.

Nunca tivera uma experiência homossexual, aliás a minha vida sexual nos últimos anos era a normal rotina de foder a minha mulher e cada vez menos, mas eu tinha um desejo quase obsessivo, que crescia todos os dias, de me pôr de joelhos a chupar um caralho grosso.

Havia dias, à noite, já deitado na cama com a minha mulher, e muito depois de ter passado por lá, eu imaginava um daqueles homens a abordar-me quando passava, a empurrar-me contra uma árvore ou um carro, ele baixar com força os meus calções de lycra, e depois ele penetrar o meu cu.

E imaginava ainda mais, tinha a visão de ele estar a foder o meu cu, e de estarem outros homens a ver, a ver e à espera em fila, penetrava-me um enquanto eu chupava outro, e depois outro, e outro.

Desta vez eu estava decidido, e disse à minha mulher, “querida, vou dar a volta de costume”, não era habitual, só algumas vezes, ela perguntou, “queres que vá contigo?”, eu disse que não, e corri para o sítio à procura daquele prazer proibido.

Quando cheguei, eu reparei nele, um ou dois dias antes, eu tinha-o visto a comer o cu de um gajo novo gordinho, o pénis dele era enorme, um pau grosso e comprido, eu via o caralho a entrar e a sair, o ânus do gordo todo dilatado, de tanto que se abria, a apertar aquele caralho.

Ele aproximou-se de mim, olhou para o meu corpo e o meu rabo, e perguntou, “já te vi por aqui, ontem estava a comer o cuzinho do gordo, gostaste de ver?”, eu disse que sim, e ele insistiu, “e o que gostaste mais? de me ver a comer aquele cuzinho? ou de ver o outro a apanhar no cu?”, eu disse que gostava das duas coisas.

Ele olhou para mim a sorrir, baixou a cintura dos calções e soltou o caralho grosso e comprido, eu olhei para o pau teso e reparei que ele o abraçava com a mão, deixando ainda há vista uns bons quinze centímetros ou mais, e disse, “estou cheio de fome, quero foder esse teu cuzinho”.

Eu disse-lhe que era a minha primeira vez e ele riu-se, “um cu virgem? que bom, nunca levaste no cu?”, eu disse que não, e ele voltou, “e nunca chupaste um caralho?”, eu disse outra vez que não, e ele prosseguiu, “queres chupar o meu? agarra nele, faz-lhe um carinho”, eu agarrei no pau dele e senti na minha mão pela primeira vez o que era um caralho de outro homem.

Por momentos, eu senti na minha mão o vigor de um caralho teso, sentia as veias grossas, a grossura e o modo como se curvava para cima, comecei a bater para baixo e para cima, o prepúcio recolhia e mostrava a cabeça gorda, ele tocou no meu ombro para baixo, uma leve força não mais do que o necessário, e disse, “chupa o meu caralho, vais gostar, é só abrires a boca, mete na boca”.

Pela primeira vez, eu tive a noção do lugar, fomos para o meio de uns arbustos, ele sentou-se numa rocha, e eu de joelhos comecei a chupar, um cheiro a suor púbico entrou no meu nariz, e um gosto a sal e a amargo encheu a minha boca, engoli aquele caralho, dando beijos húmidos na cabeça.

Eu ouço-o dizer, “gostava de me vir na tua boca, mas quero comer o teu cuzinho ainda”, ele mandou-me levantar, depois empurrou-me para a rocha, baixou-me os calções de lycra, e disse, “não vai doer, eu vou abrir esse teu cuzinho virgem”, eu ouvi-o a cuspir na mão e depois os dedos dele a furarem o meu ânus, “isso, abre o cuzinho para mim”.

Ele começou a abrir as minhas nádegas, a ajeitar o meu rabo para me foder, eu senti que havia pessoas a ver, ele enterrou a cabeça gorda no meu ânus, e eu gritei, “ai, foda-se que dói”, ele disse, “tens o cuzinho muito apertado”, ele continuou a forçar, tirava e entrava devagar, eu voltei a gritar, “ai devagar, ai que dói”, ele empurrou mais e disse, “já enterrei o meu caralho todo”.

Quem nos estava a ver aproximou-se mais, e apontou o caralho dele à minha boca, e disse, “abre a boquinha e chupa”, eu sentia que o outro me partia o cu, e comecei também a chupar, e não esperava que a sensação fosse tão excitante de estar a apanhar no cu e ao mesmo tempo a ser fodido na boca por outro caralho.

Eu comecei também a acariciar o meu pau, a esforçar-me para que ficasse teso, quando senti que todos atingíamos o clímax, uma onda de porra encheu-me a boca, um leite de gosto salgado, e outra onda quente a inundar-me o cu, comecei a estremecer, o meu ânus apertou-se todo, e soltei um gemido, “ai caralho que me venho todo”.

Quando nos vestíamos, ele disse, “adorei o teu cuzinho apertado, agora já não és virgem, podes contar à tua mulherzinha”, eu percebi que ele tinha reparado no meu anel e que eu era casado.

Quando cheguei a casa, a minha mulher perguntou, “então como correu?”, eu ainda perguntei, “a caminhada? foi muito boa”.

São só férias, aqui é assim !!

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São só férias, aqui é assim !!


Recordo uma viagem que eu e a minha mulher fizemos à Jamaica. Pensando depois acho que a ideia de irmos visitar aquela ilha não era de todo inocente da parte dela. A minha cunhada, irmã da minha mulher, também fora no ano anterior e ela contou à minha mulher as férias maravilhosas que passou, o quê em concreto eu não sabia, eram segredos delas.

O que eu notava era uma excitação invulgar na minha mulher, tanto à partida como à chegada, que eu percebia no gingar do corpo, nas roupas mínimas e floridas, no andar e falar acelerado, nas mamas espetadas e nos mamilos em cima, o rabo com tremores em movimento, e eu sentia, ela queria mostrar tudo o que tinha.

E quando digo mostrar, era mostrar aos homens o quanto era apetecível, o que me dava alguma alegria, de possuir uma mulher como a minha, bonita e desejável, com um corpo admirável, mas ao mesmo tempo, alguma vergonha, porque quando ela passava, os caralhos eram como radares, todos se viravam para ela, e eu percebia, que eles pensavam, o quanto ela gostava de foder.

As férias eram curtas e embora eu quisesse passar algum tempo de dia, nas praias, naquelas águas cristalinas e areias brancas brilhantes, ou, à noite, nos muitos bares perto de nosso hotel, eu tinha alguma curiosidade de conhecer a cultura da ilha.

A minha mulher, por outro lado, o que queria mesmo era praia, com o corpo a arder ao sol, e noites bem festejadas, dançando e bebendo, dizia ela que o que conhecia da Jamaica já lhe bastava, e assim, nos primeiros dois dias, eu desaparecia de dia e só aparecia à noite.

As noites, habituamo-nos a passá-las num bar muito divertido, a minha mulher ia para a pista de dança, gingava o corpo ao som da música, e vários homens iam ao encontro dela, para a acompanhar na dança, a pele bronzeada rodava, num vestido muito curto, enquanto eu ao longe saboreava-a a ela e à minha bebida.

Com o andar da noite, do lugar onde me encontrava, eu reparei que a minha mulher se interessava mais por um rapaz negro que a cortejava, eu via que ele dizia coisas ao ouvido dela e ela depois respondia, e via também que as mãos dele lhe tocavam nas costas e no rabo, metendo-as entre as pernas dela, e eu sabia, ela por baixo não tinha roupa íntima.

A distância entre mim e eles não era muita, talvez quatro ou cinco metros, mas eles foram-se aproximando mais, eu quase lhes tocava com a mão, e a minha mulher então riu-se para mim, a fazer sinal para eu a ver a pôr a mão dela no volume do rapaz, que dava para perceber que ele tinha o caralho teso, e muita vontade de a foder.

Ela sentou-se na nossa mesa, puxou o rapaz para junto dela, e debruçou-se sobre o meu ouvido, “o que achas dele?”, eu olhei para o rapaz, “queres saber o quê? se ele é bonito? É bonito sim”, ela continuou, “querido, é bonito, e já senti o pau dele na minha mão, é enorme”, eu ainda pensei que ela estava bêbeda, e eu disse, “imagino que sim”.

A minha mulher brincava com o rapaz e ele com ela, a mão dele insistia em subir pela coxa dela, por baixo do vestido, e ela debruçou-se outra vez sobre o meu ouvido, “ele quer meter os dedos na minha cona, e querido, eu estou toda nua por baixo, achas que deixe?”, a visão daquele rapaz negro a excitar o clitóris da minha mulher surpreendeu-me, porque também eu estava excitado, mas não sabia o que responder.

Ela continuou, “amor, estamos de férias, a minha irmã disse que aqui é assim”, eu olhei para ela, “o que queres dizer com isso? o que é que a tua irmã disse?”, ela prosseguiu, “amor, ela arranjou aqui uns amigos, e andou a levar na cona”, eu perguntei, “e o marido dela?”, ela respondeu, “não se importou, querido, ele até se divertiu”.


Eu olhei para o rapaz negro, e foi como se ele entendesse que não me importava, a minha mulher abriu as pernas, e os dedos dele deslizaram pelas coxas, o vestido levantou-se um pouco, e a minha mulher suspirou, “ai querido, ai foda-se”, ele estava a acariciar-lhe o clitóris.

Os braços dela passaram pelo meu pescoço e pelo dele, eu puxei para mim uma das pernas, para que a minha mulher se abrisse toda, enquanto o rapaz rolava os dedos nos lábios da cona, “aí, querido, que vergonha, estou com tanto tesão na cona, querido, estou toda molhada”, no escuro ninguém via nada, e ela disse, “aí amor, quero tanto ser fodida, quero tanto que ele me foda”.

Naquele momento, pelo desenrolar dos acontecimentos, parecia-me normal que o rapaz comesse a cona da minha mulher, e perguntei, “queres que eu vá para o hotel?”, ela virou-se para o rapaz e depois respondeu, “sim querido, vai para o hotel, eu já vou ter contigo”, eu levantei-me e sai, para os deixar sozinhos.

Ela apareceu talvez duas ou três horas depois, entrou no quarto e sentou-se numa cadeira, “foda-se, querido, estou exausta”, eu bati na colcha da cama e disse, “senta-te aqui e conta-me tudo”, ela levantou-se, mandou-se para a cama, e eu senti nela o cheiro a sexo, passei a mão pela cona dela e ainda estava molhada e escorregadia do esperma do rapaz.

Ela continuou, “fomos para a praia, querido, quando ele me mostrou o pau teso, até fiquei assustada, tão grande, amor”, eu perguntei, “chupaste o caralho dele?”, ela sorriu dizendo que sim, “chupei querido, ele tem os colhões enormes”, como se eu quisesse saber mais, ela insistiu, “e depois fodeu-me a cona e o cu”.

Eu perguntei, “ele fodeu o teu cu também, querida?”, ela riu-se, “é o que ele mais queria, querido, foder-me o cuzinho”, o meu pau doía de tesão ao ouvi-la, a visão do rapaz negro a comer o cu da minha mulher na praia era tão intensa que eu sentia que a qualquer momento ejaculava, e depois ela disse, “mas há outra coisa, querido!!”.

Eu olhei para ela, para tentar perceber o que ela pretendia dizer, “querido, estavam lá mais rapazes na praia”, eu continuei a olhar para ela, “mais rapazes, amor, todos me queriam foder”, eu perguntei, “e tu? o que fizeste?”, ela sorriu como se dissesse qualquer coisa inevitável, “eu deixei querido, o que eu podia fazer? por isso é que estou tão cansada”, eu ainda tentei saber, “quantos rapazes?”, mas ela respondeu, “não sei, querido, vários”.

No dia seguinte, eu e a minha mulher estávamos na praia, a saborear um sol e um mar perfeitos, quando apareceu outra vez o rapaz negro, ele sentou-se perto de nós, e ele disse para a minha mulher, “ontem, foste embora e eu ainda queria mais”, a minha mulher olhou para mim, “querido, aqui é assim, são férias, não fiques incomodado”.

Eu só levantei o braço a dizer que sim, que compreendia, e eles levantaram-se e foram para junto de uns arbustos, de onde eu vi a minha mulher a tirar o bikini, ela pôs-se de quatro e o rapaz enterrou-lhe o pau na cona, eu via o caralho apertado nos lábios tensos, e ela a gemer enquanto era fodida.

Estranhamente, eu reparei que havia vários homens como eu, deitados sozinhos no areal, e mais acima nos arbustos, eu percebi, havia muito movimento ....

Ano de 5021. Planeta Terra: sem colhões

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Ano de 5021. Planeta Terra: sem colhões


Ano de 5021. Planeta Terra. Desde ontem que tinha tudo preparado para viajar para o Planeta Pissa Major, há dois anos que não fodia, na Terra é proibido, mas sendo eu já velho, não é que isso tenha importância, o que eu queria mesmo, era gozar do meu maior prazer, que é fingir que cagava.

Não vou entrar em detalhes sobre o que se passa no Planeta Pissa Major e o que é a vida das espécies terráqueas e das outras da nova era universal, isso poderão fazê-lo na explicação que dei antes aqui mesmo: Ano 5019 do Planeta Pissa Major

A merda é que quando eu, Antinus, acabei de dar uma aula aos meus alunos no Grande Colégio de Anúria, tinha uma mensagem do Conselho Universal a dizer para eu me apresentar porque, tanto quanto eu percebi, os conselheiros queriam o meu conselho sobre uma merda que eu sabia.

A minha aula tinha sido proveitosa, e como é que eu sei isso? todos os meus alunos tinham estampado nas caras um certo ar de nojo por aquilo que eu lhes tinha contado, o suficiente para perceber que estavam atentos.

Quando eu contei aos meus alunos que no segundo milénio da nossa era os humanos nasciam com intestinos, e que tinham esse péssimo hábito de produzir merda, ficaram logo despertos, e depois quando rematei que os terráqueos como eu, ainda tinham colhões, então o nojo foi definitivo.

Uns estudantes fizeram um esgar de quase vómito, outros quiseram saber o que são colhões, outros então não acreditavam, e eu lá tive de explicar que colhões era duas bolas penduradas entre as pernas, que ninguém sabe ainda bem para o que serviam, mas que eu, nas minhas escavações em Cavarnaum, descobrira que os terráqueos brincavam muito com elas.

A minha principal questão sobre o assunto é que eu ainda não percebera a razão de um momento para o outro os terráqueos durante o período do segundo milénio terem perdido os colhões que tinham no meio das pernas.

Teorias não faltavam, a mais oficial era a da inutilidade, a dado momento os terráqueos deixaram de utilizar os colhões, as bolas foram definhando até desaparecerem, a outra teoria era a da prevenção, a dado momento com as roupas espaciais, os colhões ficavam entalados, e ter aquilo no meio das pernas, para além do pénis, já era um problema.

O caralho é que agora tinha chegado aos ouvidos do Conselho Universal uma nova teoria, e eles queriam que eu pesquisasse nos dados digitais do segundo milénio que eu encontrei nas minhas escavações em Cavarnaum, se era possível.

O problema não era só a questão de os colhões terem desaparecido assim tão de repente no segundo milénio, era o facto de outras espécies, como era o caso do meu amigo Hasbalex, do planeta Borotan, terem colhões, apesar de num sítio inconveniente, como era o caso das axilas e de uma pila enorme na testa.

Para passar despercebido o meu amigo Hasbalex anda sempre com tecidos na cabeça, ou lá o que é aquilo que tem em cima dos ombros, para não chocar espécies mais sensíveis.

E não se compreendia, portanto, porque é que as outras espécies em redor do quinto milénio ainda têm colhões e os terráqueos não.

Não é que façam falta, a maioria dos terráqueos se tivessem colhões, o mais certo é que, ou não os utilizavam, ou então passavam a vida a entalá-los, a questão é, pois, meramente história e curiosidade.

Mas diziam uns teóricos modernos que o desaparecimento de colhões nos terráqueos se devia a um vírus desenvolvido especificamente para mirrar colhões para que os terráqueos não fizessem mais filhos.

A teoria tinha sido violentamente atacada porque na verdade ninguém sequer sabia para que serviam os colhões, não fazia sentido que duas bolas penduradas, com tanto sítio pelo corpo, estivessem no meio das pernas, para depois ajudar na reprodução.

Se fosse assim, até os colhões nas axilas do meu amigo Hasbalex faziam mais sentido!!

Havia uns que diziam que a importância dos colhões nem tinha a ver com a reprodução, era mais um assunto de bem-estar psíquico, tinham analisado as outras espécies e tinham concluído que todas elas passavam tempo a coçá-los e que os terráqueos, apesar de já não terem colhões, mesmo depois de uns quantos milénios, ainda faziam o movimento, a merda era que, como os colhões não existiam, era uma frustração.

Portanto, os teóricos modernos tinham insistido com o Conselho Universal que como os colhões faziam muita falta, nem que fosse para coçar, a razão de terem desaparecido, só poderia ter a ver com esterilização.

E era isso que o Conselho Universal queria, que eu procurasse nos meus dados digitais do segundo milénio obtidos nas minhas escavações de Cavarnaum se isso era verdade, que alguém a dado momento, provavelmente com muito poder, tinha decidido criar um vírus, para haver menos pessoas na terra, e qual a melhor maneira? acabar com os colhões.

O problema era que, a ser verdade ninguém tinha escapado, e foi isso mesmo que acabei por descobrir, no segundo milénio da nossa era, de um momento para o outro, não havia terráqueo que salvasse os colhões e nos meus dados digitais isso era claro, havia registos de gritos, baldes de gelo como o caralho, muita fruta e suplementos, e gente que corria agarrada às pernas.

Apresentei as minhas conclusões ao Conselho Universal, considerando que a teoria estava certa, um vírus fora criado para encolher os colhões da malta, mas que agora tudo tinha desaparecido, não havia mais solução.

Eu não sabia, foi-me dito muito depois, que havia alguma esperança, tinha havido sexo inter-espécies, e um meio terráqueo tinha nascido com um colhão.

A pergunta agora era se um único colhão era suficiente para coçar ...


Tarde romana em dia de chuva

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Tarde romana em dia de chuva


Pensava eu em alguns bons e maus caminhos, nos bons caminhos que sem os maus caminhos não fariam sentido, e nos maus caminhos que devem aos bons a sua existência.


Parece complicado, eu sei, mas isto fez-me recordar um desses caminhos, não sei avaliar, nem hoje, nem naquela altura, se era bom ou mau, sei é que o acaso e o improvável juntaram-se para eu o encontrar.

Ou talvez não, porque se procurava, alguma coisa sucederia, e os caminhos são isso, ao fundo está o desconhecido e o destino juntos, e o que vemos? a cada passo, apenas as bermas.

Eu sei, seria mais simples apenas não caminhar!!

Recordei-me de uma viagem despropositada a Londres que a minha irmã fez acompanhada do insonso do namorado, ou o que ela lhe chamava, não me lembro, um homem de sucesso com todos os atributos para ser um cornudo de qualidade.

Lembro-me bem! na altura eu disse, “foda-se! Londres nesta altura? chove e está um frio do caralho, vão vocês”, mas eles insistiram, ele iria tratar dos negócios dele, e ela, foda-se! como eu a conheço? Iria arranjar qualquer coisa para se divertir, e o meu papel? era fazer companhia à minha irmã.

Eu até gosto da cidade, mas nem sempre, e com frio, vento, chuva, caralho, eu disse à minha irmã, “não sei o que estás a pensar fazer, mas eu vou à procura de uma sauna gay, fico lá mergulhado uns dias, até vocês decidirem regressar a casa”.

De manhã, o cornudo saiu do hotel a correr, levava já com ele a adrenalina nervosa de quem vai em busca de dinheiro, e eu e a minha irmã, mais ou menos a meio, ela seguiu um caminho e eu outro.

Tudo é mais fácil quando se sabe o que se quer, mas como eu nunca soube, o que faço? deixar passar o tempo até saber, e por enquanto, procurar maneiras onde pudesse esperar, e entretanto, enquanto esperava, maneiras onde pudesse sentir os meus sentidos.

Naquela manhã, eu percorri alguns caminhos que já conhecia, nisso Londres não era para mim uma novidade, pensava fugir rapidamente da chuva, ventosa e fria, daquela que nega respiração aos poros, que cola a roupa ao corpo e à pele, e mergulhar nu num líquido morno, numa espécie de útero romano, um submundo de derreados como eu, do pensamento e da razão, procurando o silêncio da carne.

E é aqui que tudo se complica, porque desta vez tropecei em algo novo!

Alguém já me falara sobre o sítio, mas entre o que se ouve, o que se conhece, e o que depois se sente, isto se a experiência acontecer mesmo, há longas distâncias de caminho que se percorre ou não.

Eu bati à porta, e do interior do postigo, ouvi uma voz, perguntava se eu tinha convite, eu disse que não, insisti que gostava de entrar, a resposta foi que havia uma festa privada, reparei em vários homens e mulheres que entravam, pareciam iguais ao namorado cornudo da minha irmã.

Quando eu pensava dar meio volta e ir-me embora, seguir o meu caminho para a sauna gay do costume, a porta abriu-se e a voz disse, “entra, rápido, alguém quer falar contigo”, entrei para um corredor escuro, durante alguns segundos os meus olhos não viam, progredindo a pouco e pouco para o que existia, sem som, ou com o som abafado, de alguma coisa distante, ou do que se passa numa divisão ao lado.

Levaram-me por um braço até ele, o homem que mandava, percorrendo uma espécie de linha sinuosa, com cheiro a alcatifas bem limpas, dobrando-se fofas no peso dos meus pés, abriram a porta do enorme salão, com música, luzes ténues, pareciam lamparinas, e vozes de pessoas, homens e mulheres, que conviviam vestidos com trajes da Roma antiga.

Enquanto caminhava, eu olhava em redor, tive dúvidas sobre o lugar, um antigo teatro ou uma igreja, relevos em talha dourada, frescos nas paredes, cenas de orgias, pedestais onde moraram anjos, cores púrpura, dourado e verde-garrafa, figuras de deuses e mortais aparentados, com grandes olhos, dentes e narizes.

O espaço estava ao rubro, por baixo daquelas túnicas brancas as pessoas estavam nuas, distribuíam-se por sofás, canapés romanos, almofadas tricolores, riam-se muito quando comiam e bebiam, servidas por jovens masculinos vestindo roupa de mulher.

Apresentaram-me o homem que mandava, por momentos ele olhou para mim de alto a baixo, apreciando o corpo dos meus curtos vinte anos, e depois disse, “disseram-me que querias entrar”, eu respondi, “sim, gostava muito”.

Eu olhei melhor para os jovens vestidos de mulher, com corpetes apertados, ligas negras até às coxas, semi-nus na parte de baixo, mostrando os pénis e os cus, nalguns sítios estavam deitados, algum homem ou mulher os chupava, ou outros, deitados em cima deles, a foderem o cu.

O meu olhar regressou ao homem que mandava, e concentrei a minha atenção nele, alto, com talvez cinquenta anos, também com o traje romano, e ele continuou, “se gostas do que eu estou a pensar, tenho um lugar para ti aqui”, ele pareceu perceber a minha interrogação, e prosseguiu, “queres levar no cuzinho? os clientes que aqui vêm gostam de foder cuzinhos como o teu, e as mulheres gostam de ver”.

A voz pausada dele atingiu as fibras mais profundas do meu ser, e a visão de eu estar ali a servir aquelas pessoas, e a ser chamado por desejo da sua vontade para me foderem o cu, excitou-me tanto que isso devia de ser visível na minha respiração, reparei que a túnica estava levantada pelo tesão do seu caralho, e ele levantou-a até à cintura e disse, “obedece-me, põe-te de joelhos, e chupa-me o pau”.


Eu senti que naquele momento todos os olhos da sala se concentraram em mim, como se o tempo tivesse congelado, e se tornassem música, vozes, e cores irrelevantes, um silêncio no meio do ruido, eu pus-me de joelhos como que para rezar, e ele empurrou o caralho para a minha boca.

Eu ouvia a voz dele, “não precisas de agarrar, abre a boca e aperta-me o pau, chupa até ao fundo”, ele apertou os meus cabelos a puxar, “chupa tudo, engole tudo”, até que ele se cansou, chamou um dos jovens eunucos, e disse, “leva-o, quero-o vestido”, ele olhou depois para mim, “quero comer o teu cuzinho”.

Eu entrei numa espécie de guarda-roupa, e o jovem vestido de mulher disse, “eles adoram foder-nos o cu, alguns trazem as mulheres ou amigas para assistir, tens que ficar apetecível”, e deu-me um corpete, umas meias de seda e umas ligas, todos de cor preta para eu vestir.

Eu olhei-me ao espelho, e ele a mim, e ele disse, “tens um cu maravilhoso, branquinho e redondo, acredita, eles vão fazer fila para foder o teu cuzinho, é melhor te ires preparando”, e o que eu imaginava era tão forte, que sentia a minha pele a arder de expetativa e tesão, o meu ânus intumescido e húmido, que eu quase pedi, “vamos, então”.

Quando regressei à sala, os olhares concentraram-se outra vez em mim, desta vez até com mais interesse, o homem que manda aproximou-se, ele tirou a túnica pela cabeça, e eu pude ver outra vez o pénis grosso que me ia foder.

Ele sussurrou no meu ouvido, “deita-te nestas almofadas, eles estão como tu, a ferver de antecipação, de me verem a comer o teu cuzinho”, ele referia-se aos seus clientes, eu olhei lá para o meio das pessoas, quando o caralho dele penetrou o meu cu, “foda-se!! pareceu-me reconhecer o namorado cornudo da minha irmã”.

Sucesso de touro com barriga

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Sucesso de touro com barriga

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Tinha combinado com uma amiga minha encontrar-nos no café da zona e depois irmos até ao centro comercial fazer umas compras, e enquanto aguardava, entretinha-me a olhar para as pessoas que estavam em redor, principalmente dois homens que discutiam assuntos de futebol.

O que chamava a minha atenção era principalmente um deles, um homem grande, muito forte, muito peludo, com uma barriga saliente, pernas muito grossas um pouco antes do gordo, terrivelmente mal vestido e arranjado, com um ar rústico de carregador de pesos que faz pouco uso da cabeça.

Pensava eu que nas palavras de mulheres aquele homem é o que se chama de um touro e um touro bruto.

Imaginava como seria o pénis dele, se pela idade de quarenta e poucos que aparentava, se ainda se levantava e mantinha duro, se era grosso e comprido como aliás era a aparência dele, quando ouço a minha amiga a chegar, “estás aqui há muito tempo”.

Eu respondi que não, mas reparei que o alvoroço da chegada dela motivou a atenção dos homens, largaram uma espécie de suspiro machista, e por longos momentos, num olhar insistente e penetrante, miraram-nos de alto a baixo, como se estivéssemos nuas.

A minha amiga riu-se daqueles olhares masculinos, e aproximou-se do meu ouvido, “estamos a ser avaliadas?”, eu ri-me também, “parece que sim, principalmente o touro, está com cara de esfomeado”, ela disse, “coitadinho, não deve ver uma cona há muito tempo”.

Não tínhamos pressa para ir às compras, eu perguntei, “conseguias foder com um homem assim?”, discretamente, ela virou o olhar para o homem grande, “peludo, um pouco de barriga, uma cara feia e maltratada, e um corpo enorme, não sei”.

Eu também olhei para o homem, mais uma vez, e disse, “a avaliar pelo corpo e pela postura de pernas abertas deve ter um caralho enorme”, a minha amiga riu-se, “foda-se! uns vinte centímetros e um punho de grossura, pelo menos, caralho!”, eu continuei, “imagina aquele touro em cima de nós”.

Foi a vez de ela falar, “se os nossos maridos deixassem, levávamos o touro para casa”, foi a razão para darmos uma gargalhada e fazer com que o homem olhasse para nós, e eu percebi, ao mesmo tempo, ele mexeu no volume das calças e ajeitou o pau lá dentro.

Eu sussurrei à minha amiga, “viste aquilo?”, ela disse, “o quê? ele a mexer nos colhões e a olhar para nós para nós vermos, sim vi”, ela continuou, “coitadinho, deve estar a sofrer de falta de cona”, e eu insisti, “não foi só mexer nos colhões, ele está com o caralho teso”.

Realmente eu tinha reparado, ele mexera nas calças e a colocar de lado um rolo grosso e comprido, ela olhou para ele novamente e viu que fazia o mesmo movimento com uma coisa grossa que ele ali tinha escondida e que fazia um esforço para que víssemos.

Eu disse, “acho que não me importava de foder com este homem, sexo só, nunca teria uma relação estável com esta pessoa, era só mesmo levar na cona”, a minha amiga, “eu também, sou capaz de imaginar este homem a partir o meu cu”, eu continuei, “com vinte centímetros de caralho e um punho de grossura, acredita, ficas com o cu todo partido”.

Soltámos mais uma gargalhada e depois de um silêncio comprometedor, eu perguntei, “como é que levavas um homem destes para a cama?”, ela olhou para mim, reparámos que ele estava agora sozinho, e ela disse, “és mesmo puta, estás cheia de tesão”, era só imaginação minha, mas a visão daquele touro a foder a minha cona excitou-me todas as células.

Eu sentia-me húmida, os mamilos rijos e salientes no vestido apertado, os lábios da cona intumescidos de vontade, o ventre e as mamas tremiam de antecipação, eu via-me com aquele caralho na boca e depois, eu de quatro, e ele por trás a enterrar o pau na cona.

Ela continuou, “não sei quem está com mais vontade, se ele de cona, ou se tu de caralho”, ela ainda não tinha respondido, e prosseguiu, “não sei como o levava para a cama, mas acho que estes homens são fáceis”, eu ri-me, “todos os homens são fáceis, acenas com uma coisa peluda e eles vêm logo a correr”.


Voltámos a rir, e ela disse, “acho que basta pedir, ir ter com ele e dizer, meu senhor, eu quero levar minha na cona, o senhor importa-se de me foder?”, eu estava indecisa e ardia em desejo, o homem não tirava os olhos de mim, e eu disse, “sabes, acho que quero pedir, o homem é feio em quase tudo, peludo, com barriga, mal-encarado, mas, não sei, é quase um fetiche, adorava que ele fodesse o meu cu”.

Ela perguntou, “e o teu marido?”, eu respondi, “que se foda o meu marido, eu tenho muita cona para dar, e está descansada que ele não consome muito”, rimo-nos como duas adolescentes, ela continuou, “tens coragem de ir pedir? Se tiveres podemos ir para minha casa, o meu marido já saiu”.

Durante um momento, eu estive a respirar fundo, este era um ato de loucura como nunca tinha tido, eu levantei-me e senti as pernas a tremer, eu fui na direção dele, olhei em volta não estava ninguém, e aproximei-me do ouvido dele e disse, “reparei que tem estado a olhar muito para mim, por acaso o senhor viu alguma coisa que lhe agradasse?”.

Ele fixou-me nos olhos, “eu acho que é mútuo, a senhora também tem estado a mirar o que eu tenho aqui”, ele fez um movimento apertando o rolo grosso na mão, “agrada-me o seu rabo, e este pau grosso? gostava de brincar com ele?”.

Eu olhei para a minha amiga mais ao fundo e depois de volta para ele, “a minha amiga sugeriu irmos brincar para casa dela, mas tem de ser discreto, nós somos mulheres casadas”.

Pareceu rápido e simples, alguns minutos depois, o touro estava a partir o meu rabo, mandou-me pôr de quatro, submissa, e depois montado em mim, sacou de um pau gigantesco e entrou com ele no meu cu.

Não vou contar detalhes, lembrei-me depois que o homem vive perto de nós, no café não sei quem estava, a única coisa que sei é que ali se reúnem manadas de touros, quanto ao meu marido, disse-lhe que nalguns dias posso estar cansada, mas ele que descanse, que eu não faço dele um corno.

Espelhos inesperados

10:29 0
Espelhos inesperados


Foi a minha irmã que pediu. A minha sobrinha ia agora para a universidade e a minha irmã queria alugar uma casa para ela viver enquanto a filha fazia a sua formação.

Não era normal, e por isso uma surpresa, que, quando chegámos, a senhoria olhasse para nós e dissesse, “a casa está como está, eu não mudo nada, porque se eu mudar alguma coisa ela acaba assim ou ainda pior, estes estudantes vêm para aqui, e não estudam nada”.

O augúrio não era bom, a senhoria dizer que os estudantes que ali viviam não ligavam à sua formação devia ter-nos feito mudar de ideias e ir à procura de outro lugar, mas ela entregou-nos as chaves, e disse, “vou-me embora, estejam à vossa vontade, se gostarem disto para a vossa filha, depois liguem, eu nem quero aí entrar, ainda apanho alguma doença”.

Ela deve ter pensado que eu e a minha irmã éramos um casal, mas na verdade isso não importava, e nós também não tínhamos dado a ideia contrária.

Já que ali estávamos, e apesar da sensação de medo ou nojo que a senhoria transferiu para nós, como se ali houvesse algo de perigoso à nossa espera, decidimos ainda assim ver a casa.

Abrimos a porta, e a primeira sensação que nos atingiu violentamente foi no olfato, havia ali um cheiro a um quase plástico, borracha, petrolífera e biológica, não identificável com outra coisa qualquer que conhecêssemos, e não é que cheirasse mal, havia ali um cheiro cheio de componentes misteriosos.

Estivemos ali alguns minutos a tentar avançar no terreno mais de um metro para além da porta, até que a minha irmã perguntou, “o que achas que é? não há aqui nenhum morto?”, durante aqueles minutos, os cílios do meu nariz estiveram a trabalhar como os de um cão.

Eu podia agora dar a resposta, “mana, não tenho dúvidas, o que tens aqui é o cheiro a caralho, cona, cu, preservativos, pele assada, esperma, tudo muito suado e bem batido, com muitos tipos e de muitos anos, é isso tudo junto”, ela olhou para mim, “foda-se!! agora que dizes isso, começo a perceber, isto mais parece uma casa de foda”.

Avançámos então no terreno, no primeiro olhar não era difícil perceber que a casa estava bem decorada, e que, no geral, era até muito agradável, mas à medida que íamos verificando melhor, havia ali como que várias camadas.

Havia a camada de base, claramente feita pela senhoria, e em cima dela uma espécie de sedimentação da passagem de várias gerações de estudantes, em que eles adicionavam sempre qualquer coisa e quando se iam embora deixavam-na para trás.

Passámos pela sala, o sofá e as carpetes tinham muitas manchas indeléveis em que não era difícil perceber que estavam ali depositados muitos tipos de porra de várias épocas, e fomos depois para um dos quartos que nos pareceu ser o principal.

A entrada e a visão daquele espaço foram um choque mesmo para as mentes liberais minha e da minha irmã, a cama era exageradamente enorme, do tipo ou maior das que se vêm em qualquer motel dedicado a encontros sexuais, as cores tendiam todas para o vermelho vivo e o mobiliário era preferencialmente feito de materiais facilmente laváveis.

Mas o que impressionava mesmo era a aplicação de espelhos nas paredes e teto, e qualquer outra superfície que permitisse refletir o que acontecia naquela cama e naquele espaço.

Eu sentei-me na cama à espera da opinião da minha irmã, ela mantinha-se em silêncio, observando tudo à roda como se apreciasse os frescos da capela sistina, até que ela disse, “foda-se! como é que ela vai estudar? A minha filha vem para aqui e só vai pensar em foder!!”, eu continuei, “podes acreditar, até eu, estou aqui há quinze minutos e só penso no mesmo”.

A minha irmã perguntou, “em quê? em foder?”, eu respondi, “sim, este cheiro, este ambiente, os espelhos, mesmo sem ter aqui uma cona estou com tesão”, e para ver que era verdade o que eu dizia, apertei o pau teso nos calções.

Ela continuou, “foda-se! também eu, este espaço contamina e quem entra aqui fica meio desnorteada, e a minha filha aqui?”, eu continuava sentado à beira da cama, e olhava para a minha irmã, o corpo roliço sem ser gorda, o cabelo louro que caia em escadas, umas boas mamas, e as coxas via-as em parte, abaixo da saia curta de ganga.

Ela sentou-se ao meu lado na cama, e eu disse, “gostava de saber o que eles vêm com estes espelhos quando estão a foder!”, e ela prosseguiu, “também eu, eles devem estar a foder e a olhar para os espelhos”, e eu continuei, “não sei, achas que conseguem ver o pau a entrar?”, ela respondeu, “não sei, a mulher deve ficar de quatro e o homem em cima, e deve dar para ver o pau a entrar na cona ou no cu”.


Eu disse então, “mana, queres experimentar?”, ela olhou para mim, “experimentar? Como?”, ela riu-se e continuou, “não estás a dizer que queres dar-me uma foda?”.

O cheiro intenso do local já nos tinha chegado ao cérebro, de maneira que não percebi se a minha irmã o que queria era mesmo uma foda, mas eu disse, “não, é só fazermos as posições e simularmos uma foda”.

Ela perguntou como é que eu queria, e pôs-se de quatro à beira da cama, e eu por detrás encostei-me ao cu dela, e comecei a movimentar as ancas para dentro, os meus calções roçavam na saia, e ela disse, “não consigo ver grande coisa por causa da minha saia”.

Eu disse depois que eu podia levantar a saia dela, puxei-a para cima e vi então as cuecas brancas, o rabo cheio e espetado, e comecei a roçar os meus calções no cu dela, nós olhávamos para os espelhos, e ela disse, “assim não tem graça nenhuma, tu estás com os teus calções”.

Eu tirei os calções, e enquanto me preparava, eu tirei o meu caralho para fora das cuecas, e a minha irmã olhou para o meu pau teso, que eu ajeitei dentro de lado, e depois já em cuecas comecei a roçar no cu dela, a fazer os movimentos de foda, ela deitou-se para baixo, mas dizia que não via nada.

Desta vez eu tirei as minhas cuecas e deixei saltar para fora o caralho teso, e comecei a metê-lo entre as pernas dela, e eu sentia que roçava nos lábios da cona, e ela disse, “estou a ver o teu pau a entrar entre as minhas pernas”, e depois continuou, “e o teu caralho está a tocar na minha cona”.

Eu tirei o meu pau, e passei os meus dedos pelos papos da cona, e senti que estavam molhados e tesos, ela mexeu o corpo curvando-se, e eu disse, “deixa-me tirar-te as cuecas, para vermos melhor”, ela abanou a cabeça e eu puxei o tecido pra baixo, e as cuecas escorregaram pelas pernas.

Eu meti outras vez o meu pau entre as coxas da minha irmã, a roçá-lo nos lábios da cona, e eu via uma humidade brilhante de cada bombada que dava, e eu dobrei-me sobre as costas dela, e sem mesmo dizer nada, enterrei o meu pau na fenda.

Montei-a ainda mais por cima, e ela disse, “estou a ver tudo”, ela dobrava-se para baixo, com o cu bem empinado, “estou a ver o teu caralho a entrar na minha cona, foda-se! mano, que tesão”, nos espelhos dos lados eu via o meu pau quando entrava e saia, e no espelho das costas, a cona dela toda aberta.

Ela gemeu, “ai, mano, que tesão, acho que me vou vir toda, ai, mano, mete no meu cuzinho, também quero ver o teu caralho a entrar”, eu passei várias vezes no ânus dela, a minha cabeça húmida abriu e depois entrou, “ai, foda-se! mano, ai, parte o meu cuzinho, ai, mano, estou a ver a entrar todo, ai”.

Eu comecei a bombear-lhe no cu, a acelerar a cada momento, a minha irmã olhava para os espelhos, o anel apertado à volta do meu caralho, os dedos dela mexiam-se nos lábios da cona, “ai, mano, estou-me a vir, foda-se!”, e eu não aguentei mais, “arr, foda-se! que cuzinho mana, arrr, caralho”.

Ainda estivemos depois algum tempo no apartamento, eu perguntei, “achas adequado para a tua filha?”, ela respondeu, “acho que sim, é mesmo isto que ela precisa, temos é que vir cá outra vez antes para assinar o contrato.”.

Primos vêm para férias

22:19 0
Primos vêm para férias


Estava a ver o meu face, quando os meus dois primos mandaram mensagem privada a dizer que vinham passar as férias comigo, ou melhor, com a minha família, e parece que também vinha a minha tia.

Estes meus dois primos são filhos da irmã do meu pai, ou seja, da minha tia, e eu não os via há alguns anos, viviam algures em Espanha, para onde foram quando ela se divorciara.

De vez em quando recordo-me deles, das nossas experiências de adolescentes, do que eles me pediam e eu dava, durantes as tardes no meu quarto, quando eles ainda viviam na casa ao lado.

Um dia no meu quarto, um deles, o mais velho, perguntou se eu queria ver o caralho dele e eu disse que sim, depois ele puxou o elástico dos calções na cintura e tirou o pau para fora, ainda murcho, mas escuro e com ar rijo e grande.

Depois, o meu outro primo fez o mesmo, abriu também os calções em cima, e sacou para fora o caralho grosso e comprido, ainda murcho como o outro, mas que dava para eu imaginar como seriam grandes se estivessem tesos.

Pediram para eu mostrar o meu pau e eu baixei os calções para baixo, e senti alguma vergonha por o meu ser muito mais pequeno, até que o mais velho perguntou, “costumas bater punhetas?”, e eu respondi, “sim, claro, senão não aguentava”, e ele continuou, “uma vez ouvimos a nossa mãe a falar com o teu pai, a dizer que te tinha visto a bateres uma punheta, lembras-te disso?”.

Eu, de facto, lembrava-me que a minha tia numa ida à arrecadação cá em casa, apanhara-me a bater uma punheta, estava eu deitado num colchão velho, mas nunca liguei porque não disseram nada, e ele continuou, “nós ouvimos a nossa mãe a dizer, que estavas a bater a punheta e acariciavas o ânus, é verdade?”.

Eu não sabia como negar, e ele continuou, “ela disse também que tinhas um dildo no cu”, eu encolhi os ombros e disse, “talvez, não me lembro”, e ele insistiu, “já chupaste algum pau?”, eu respondi que não, e depois falou o outro, “e no cuzinho? já te comeram o cuzinho?”, eu abanei a cabeça a insistir que não, mas ele prosseguiu, “gostavas de levar no cuzinho?”.

A conversa absorvia-me tanto, que só depois reparei que os caralhos deles estavam tesos como pedra, eles empurravam o prepúcio para trás, e eu via duas cabeças gordas roxas de tesão, o mais velho disse, “gostava de comer o teu cuzinho, e sei que ias gostar de chupar os nossos paus”.

Eu tinha medo, mas não sabia como resistir, estávamos sentados no chão à beira da cama, e um deles disse, “chupa um bocadinho”, e empurrou-me a cabeça para baixo, e nem sei o que se passou, mas minutos depois tinha na minha boca os dois caralhos que eles revezavam.

Na sala lá fora ouvia os meus tios (ela ainda não se tinha divorciado) a falar com o meu pai, de maneira que um deles disse, “é melhor irmos para a arrecadação”, descemos até cá abaixo, na zona das caves do prédio, e ali, pus-me todo nu para eles, em cima do tal colchão velho, e eles foderam o meu rabinho.

Mas a coisa nem acabou bem, a minha tia viu-nos passar, e porque não voltávamos, desconfiou das intenções dos filhos, e alguns minutos depois, foi indagar o que se passava, e ainda encontrou o filjo mais novo a enterrar o caralho no meu cu, mas não disse nada, ela deu meia-volta e foi-se embora, e ela nunca mais falou sobre o assunto.

Mas agora eles estavam de volta, alguns anos tinham passado, não queria pensar naquele momento, eu arranjara uma namorada, muito bonita por sinal, dava-lhe umas boas fodas e sentia-me todo hétero.

Fui eu buscá-los ao aeroporto, e no regresso, o mais velho sentou-se ao meu lado, e foi quase um reflexo, olhei para baixo, para o volume entre as pernas dele e lembrei-me daquele momento em que o pau dele entrava no meu cu, e eu gemia de dor e prazer dele me estar a desflorar.

No caminho, eu ouço a minha tia, as palavras dela eram como um aviso, “então? o teu pai disse que tens uma namorada, é para casar?”, eles todos olharam para mim à espera da minha resposta, “não sei ainda, não pensei nisso, vamos andando”, e depois ela continuou, “os teus primos também não pensam, quanto a amor e a sexo, mantêm os péssimos hábitos”.

Não percebi bem o que ela dizia, mas a viagem foi curta, a noite caía, e depois pensei, o assunto estava esquecido, distribuíram-se os quartos, toda a gente comeu, foram todos dormir.

Ou melhor, isso era o que achava que ia acontecer.


A noite tinha chegado muito quente, sem qualquer sopro de brisa no ar, deixei aberta uma nesga na janela, e deitei-me de barriga para baixo, apenas com uns boxers vestidos, custava-me a adormecer, lembrava-me o volume do meu primo, e daquele momento passado, em que os dois me penetraram o cu.

As pálpebras foram ficando mais pesadas, eu quase entrava no sono, quando eu senti duas mãos a baixarem os meus boxers, a deixarem o meu cu despido, e depois o corpo do meu primo pesou nas minhas costas, senti o caralho teso a roçar o meio das minhas pernas, a tocar de leve no meu ânus.

Ele encostou a boca dele no meu ouvido e sussurrou, “não imaginas o meu desejo, quero tanto foder o teu cuzinho outra vez”, eu respondi em voz baixa, quase inaudível, “porque é que achas que eu ainda quero dar-te o meu cu?”, ele prosseguiu, “foda-se! eu sei, pelo jeito da tua boca, que estás com desejo de apanhar no cuzinho”.

Enquanto falávamos, eu senti que as mãos dele me abriam as nádegas, e a cabeça roxa roçava nas pregas do meu ânus, a fazer força e a querer entrar, ele continuou, “empina o cuzinho, que eu meto o meu caralho todo lá dentro”, e eu disse, “mas vamos fazer barulho e a tia ou o meu pai vão ouvir”.

A posição era tão desconfortável se eles aparecessem agora, e então abri as pernas para os lados, empinei o cu e senti logo aquele pau grosso a entrar, soltei um suspiro silencioso, “humm, foda-se! ai, o meu cuzinho, abre-se todo”, ele colou o corpo nas minhas costas e com um movimento quase parado, entrava e saia com o pau até se vir todo no meu cu, e depois saiu, “até amanhã?”.

No dia seguinte, saíram todos para as compras, menos a minha tia que tinha ficado, e os meus primos bateram à porta e entraram, sentaram-se na cama e disseram a rir, “primo, queremos cuzinho”, eu tirei os boxers para dar o que queriam, ainda sentia o meu cu da noite anterior, rôto e molhado da porra do meu primo, e um a um, começaram a partir o meu cu.

Ainda ouvi alguém a bater à porta, tinha a certeza, era a minha tia, dos passos rápidos e nervosos, ela deu uma espécie de grito, “não pensem que eu não sei o que estão a fazer”, e depois foi-se embora, num eco do soalho cada vez mais distante, "foda-se! eu vou-me foder! hoje a minha namorada vem cá a casa para conhecer os meus primos".

Leoa esfomeada em lua de mel

20:57 0
Leoa esfomeada em lua de mel


Foi o meu marido que sugeriu viajarmos para as Maurícias quando andávamos à procura de ideias para festejar as nossas bodas de pérola, apesar de termos casado muito jovens, ao fim de trinta anos continuávamos juntos.

E as Maurícias não é um lugar qualquer, era o nosso segundo paraíso à porta de casa, o primeiro era Moçambique, onde tínhamos casado, e depois passado a nossa lua de mel.

Chegámos cedo, e entre a fome e jet lag, decidimos comer qualquer coisa leve, relaxar no quarto, esperar a noite fresca, e depois passear pela cidade.

Tivemos sorte, arranjámos uma mesa com vista para o mar, banhada por uma brisa fresca que àquela hora da noite ainda lutava com o sol e o calor do dia, pedimos vinho branco e chá de arroz frios, e naquele silêncio absoluto, olhei para o meu marido para avaliar nele como o tempo tinha passado.

Os trinta anos evidenciavam-se, tínhamos cerca de dez anos de diferença, aprendêramos a reaprender todos os dias, para manter o mesmo gosto de antigamente, e o prazer de continuar a viver da mesma maneira.

Ocorreu-me pedir ostras, e o meu marido sorriu, “estás a pensar ir passear?”, ir passear era a nossa dica íntima para eu me libertar como uma leoa esfomeada, ele continuou, “aqui querida estás no teu elemento natural, não te faltam presas, amor”, e eu respondi, “hoje não, amor, estou um pouco cansada, talvez amanhã na praia”.

Lembrei-me do momento em que aterrámos há trinta anos atrás para gozarmos a nossa lua-de-mel, “recordas-te, amor, da nossa primeira vez aqui?”, ele respondeu, “sim, querida, a tua beleza não deixava os homens sossegados”, e depois prosseguiu, “era um grande orgulho meu, seres minha mulher, e continua a ser, querida”.

Pensei para comigo mesmo, realmente os homens, no hotel, na rua, na praia, não tiravam os olhos de mim, eu e o meu marido sentíamos que eu despertava desejos, desejos de sexo, que eu e ele depois aplicávamos na cama, durante uma semana, foram tardes inteiras a foder.

Por momentos eu olhei em volta, na esperança de que tudo estivesse na mesma, o meu marido adivinhou os meus pensamentos, “eles continuam a querer-te, querida, continuas um tesão de mulher, mais experiente, mais linda”, aproximei-me dele, dei-lhe um beijo na boca, “achas mesmo querido?”.

O meu marido mirou-me de alto a baixo, no meu vestido pérola, feito de ar e de fumo, “meu deus, querida, qualquer homem que olhe para ti, para o teu rabo, para as tuas mamas, as tuas coxas, e essa tua boca, amor, ele não consegue resistir e só pensa em foder”, e eu disse, “agora estás a deixar-me excitada, se continuas a dizer isso, ainda vou passear hoje”.

Ajeitei o meu vestido nas coxas, e só nesse momento me apercebi o quanto era curto, mais um pouco e via-se os meus pelos púbicos, nunca gostei de usar lingerie no verão, gosto de fresco que refresca por baixo, o meu clitóris excitado e intumescido, e depois o fácil e o prático, quantas vezes abri eu as pernas, para simplesmente entrar um caralho.

E depois é um pedido do meu marido, quase uma ordem e uma regra que ele define, nos tempos e climas quentes por onde andamos, gosta de me ver vestida com coisas leves, de preferência sem nenhuma roupa por baixo, e diz ele a brincar, “nunca se sabe quando a minha querida quer passear?”.

Olhei em volta, queria perceber quem nos rodeava, se era verdade o que o meu marido dizia, perto de nós estava um casal, ela de costas e ele na mira dos meus olhos, e sem querer olhei para baixo, tinha um volume confortável no meio, e ele percebeu, os olhos dele brilharam.

Se entre o meu marido e eu tínhamos dez anos de diferença, com prejuízo meu, entre mim e aquele homem seriam vinte, nos dedos deles brilhavam alianças novas, e pensei, “devem estar em lua de mel como nós há trinta anos”, mas reparei que ele fez o mesmo movimento dos olhos, e agora fui eu que entendi, ele estava a olhar para a minha cona.

Houve em mim uma urgência inesperada, puxei o vestido ainda mais para cima, abri as pernas tanto quanto eu podia, e eu sabia e eu sentia no olhar dele, que era forte a excitação de ver os meus lábios húmidos, assim daquele modo e naquele lugar, eu voltei-me para o meu marido, “querido, vou à casa de banho refrescar-me e retocar a maquilhagem”.

O meu marido deve ter reparado, “humm, vais passear um pouco, eu fico aqui há espera, pede ao empregado um gin para mim”, eu levantei-me, passei por um empregado corpulento, sussurrei-lhe para levar um gin para o meu marido e pouco depois entrei na casa de banho.

Deverão ter sido penas alguns segundos ou minutos, não sei, que quando saía, o homem do casal parecia esperar-me, olhou para mim com um olhar fixo, e ele disse, “está muito calor, não acha?”, eu sorri para ele, “muito calor mesmo, eu tive que me refrescar toda, é como se tivesse uma fogueira debaixo de mim”, ele sorriu também, “fogueira em baixo? Onde mesmo em baixo?”.

Eu aproximei-me, o empregado negro a quem pedi o gin passou por nós, e eu então sussurrei ao ouvido do homem, “sinto um calor terrível nas minhas pernas, acho que foi do que eu vi”, ele moveu a cabeça para trás, “o que é que viu? Estou curioso?”, e eu respondi, “acho que estavas com o pau teso de estares a olhar para mim, é verdade?”.

Ele riu-se, “e se estava? não te vais importar com isso? Estavas a mostrar-me a tua cona!”, e depois ele continuou, “e acho que o teu marido percebeu, se calhar ele gosta que tu mostres a cona, e se calhar ele também gosta que a mulher leve na cona?”, eu respondi, “isso é assunto nosso, e a tua mulher, se calhar sabe que estás aqui a pedir-me para eu chupar o teu pau”.

Ele olhou muito para mim, “não me lembro de pedir nada”, eu aproximei-me ainda mais dele, “e se pedir eu? Deixa-me chupar o teu pau agora”, e ele, “agora? não sei, seria estar a trair a minha mulher, estamos na lua de mel”, e eu insisti, “quando voltarmos não gostavas de sentar-te e olhar para o meu marido e saberes que eu tinha acabado de chupar o teu caralho? não te excita?”.

A leoa esfomeada e voluptuosa estava a fazer o que melhor sabia, “anda, não te vou morder, só quero chupar o teu pau, e ele disse, “sim, mas tem de ser rápido, a minha mulher está à espera”, entrámos na casa de banho, empurrei-o contra a parede, e pus a mão cheia no volume entre as pernas, e puxei para fora o caralho teso.


O que aconteceu depois nem interessa, eu pus-me de cócoras, e suguei daquele pau toda a energia que tinha, e quando voltei passei pelo empregado negro, “leve-me um gin àquela mesa, amanhã vou cedo para a praia, gostava muito de te encontrar por lá”, sentei-me junto do meu marido e sussurrei-lhe ao ouvido, “fui passear, querido, demorei muito?”.

O meu marido deu um gole no gin fresco, ainda senti retinir as pedras de gelo, o outro homem sentou-se na mesa dele, e o meu marido perguntou, “conta-me, querida, como foi o passeio? pauzinho e leitinho de coco?”, eu sussurrei novamente, “muito pau, amor, e muito leitinho, suguei tudo, até á última gota, não deixei nada para mais ninguém”.

Eu reparei que o homem olhava para mim e para o meu marido, de vez em quando sorria para a sua mulher casada à frente, ainda pensei no que ela pediria quando chegasse à cama, quando ouço o meu marido, “amor, eu vi-te a perguntar alguma coisa ao empregado?”.

Eu respondi, “querido, estou já a fazer planos para amanhã na praia, estou a pensar caminhar pelo meio dos coqueiros, há lá muito leitinho de coco que eu quero beber”.

Diabo em corpo de sobrinha

18:07 0
Diabo em corpo de sobrinha


Logo que foi possível, decidi correr para o paraíso e vir passar uns dias a Portugal para rever o meu irmão e a família e, principalmente, para aproveitar uns dias de sol, mar, boa comida, e boa disposição.

Tenho a sorte de ter na casa do meu irmão um quarto sempre à minha espera, e é uma necessidade física esta de regressar a casa.

Infelizmente é o mal de todo o português, padece de uma mente universal, gosta de se passear pelo mundo, mas no fim está condenado a voltar sempre ao ponto de partida, o pequeno retângulo, com forma de face, que perscruta o atlântico.

Deviam ter passado três quatro anos que não os via, e na viagem era esse o meu pensamento, como é que estariam? mais velhos como eu com certeza, de maneira que, quando cheguei, a minha maior surpresa foi a minha sobrinha.

Lembrava-me dela, uma adolescente cheia de perguntas, que gostava de passar tempo comigo, eu era o seu confidente único, havia coisas que ela só a mim contava, e que os pais nem sonhavam, confiava em mim e eu era um túmulo!

Mas desta vez eu já não via a adolescente, mas uma jovem mulher, com as medidas seriamente comprometedoras, de uma mulher que faz o sexo que quer, as coxas exuberantes, os seios cheios e médios, os lábios grossos, moldura de uns dentes risonhos e brancos.

Um raio de sol que entrava pela janela atravessou o fino algodão que vestia, e deu para perceber a sombra dos mamilos rijos e todas as formas do seu corpo, que não deixava ninguém indiferente, nem o seu mais velho tio, ficando-me a dúvida se ela tinha roupa interior vestida.

Talvez a época não fosse a melhor, o meu irmão e a mulher saiam para a sua vida, ele dizia, “vai com a Fernanda para a praia”, o que permitiu passar longas horas com a minha sobrinha a recordar as suas perguntas tolas.

Portugal ainda tem disto, muitas praias, muitas desertas, muito sol em todas, e ela desta vez ela escolheu uma com rochas com a forma de mesas, e ela contou-me, “gosto de vir para aqui, estou sozinha, penso e leio, apanho sol, e depois vou para casa”.

Eu lancei-lhe um sorriso, e ocorreu-me pensar que ela era um pouco como eu, distante dos outros, não sei se bem, às vezes dizia-lhe, “a solidão acompanha-nos quando pensamos pela própria cabeça”, ela estendeu a toalha e perguntou, “tio, não te importas que eu fique em topless”.

Não era nada que eu pudesse decidir, se sim se não, mas quando ela tirou o vestido estampado de praia, todo o seu corpo estava nu, menos uma pequena, muito reduzida, quase nenhuma, tanga laranja.

Quando se deitou na toalha, mostrou-me os dentes brancos sorridentes, e eu pude então apreciar ao lado dela o perfil do corpo, em ondas de bronze que partiam dos ombros, subiam nas mamas, desciam pelo tronco e pelo ventre, dos lados, pelas pernas até aos pés, e entre elas, apenas uns cinco centímetros de pano, presos nas ancas por um cordel, que escondiam o seu meio sagrado, mais um fio que descia para baixo, para depois subir pelo meio das nádegas.

Era impossível ficar indiferente a tanta beleza, ainda mais rodeada pelo mar, o seu cheiro a fresco e algas, o bater nas rochas, a espuma branca e revolta, as gotículas frescas que nos beijavam o corpo, e o sol, implacável, que as destruía logo de seguida.

Eu tentei disfarçar, tentei voltar-me, mexer-me na toalha, tentei tudo o que era possível, para esconder o enorme tesão que senti ao mirar o corpo da minha sobrinha, contendo ainda o impulso mais intenso, de me dobrar sobre ela, entre as pernas recolhidas e abertas, afastar para o lado a tanga laranja, e mergulhar a minha língua naquele recanto de água salgada.

Ainda estava na dúvida se ela reparara no volume que endurecera nos meus calções de praia, e no reflexo rápido da minha língua molhada a correr pelos meus lábios, quando ela rebolou o rabo para cima, e perguntou, “lembras-te das coisas que dizia e das perguntas que eu fazia?”.

Não consegui não olhar para o rabo dela, duas luas cheias de verão, para o vinco das costas no meio, da força do corpo erguido nos cotovelos, e respondi, “lembro bem, só perguntavas coisas de sexo”, ela riu-se, “sim, um dia perguntei-te o que achavas de eu ter perdido a virgindade”, desta vez sorri eu, e ela continuou, “e tu respondeste da maneira dos pais, que eu se queria perder a virgindade que fosse com alguém de que gostasse”.


Ela deu uma gargalhada, “eu depois contei-te que tinha fodido com um rapaz mais velho, lembras-te? e a tua cara?”, eu respondi que sim, eu já me tinha esquecido o quanto a minha sobrinha estava adiantada para a idade, os temas dela de conversa comigo, pelo menos quando estávamos sozinhos, começavam e acabavam em sexo.

Ela continuou, “um dia contei-te que tinha chupado um caralho na casa de banho da discoteca, e perguntei-te se fiz mal?”, eu abanei a cabeça a dizer que sim, “eu não sabia o que responder, e disse-te que era uma questão de gosto”, e rimo-nos juntos.

Houve um momento de silêncio, decididamente ela estava excitada com a nossa conversa, os mamilos estavam tesos e rijos, o corpo dela tremia de emoção quando falava e eu o meu caralho duro dessas lembranças.

Se havia dúvidas elas já não existiam, por muito que eu rebolasse na toalha, o alto e a forma nos meus calções denunciavam a minha imaginação, e ela prosseguiu, “uma vez encontraste-me a ver pornografia no computador, lembras-te?”, eu respondi, “sim, estavas a ver um gajo com um caralho enorme a foder o cu duma gaja”.

Ela deu mais uma gargalhada adorável, “era para treinar”, riu-se mais e depois continuou, “uns dias depois contei-te que um rapaz negro que era nosso vizinho andava a comer o meu cu .. e tu achaste se devias de falar com ele”, eu disse, “não sabia o que pensar de andar alguém a comer o cu da minha sobrinha”.

Ficámos a olhar um para o outro, a pesar o grau da nossa intimidade, e depois ela disse, “eu dantes masturbava-me muito e continuo a masturbar-me, eu acho que um dia tu assististe a masturbar-me!”, eu respondi, “o quê? a ver-te a masturbares-te?”, ela prosseguiu, “sim, eu sei que tu viste, eu sabia que tu estavas a ver, e na altura, não sei porquê, isso ainda me deu mais tesão”.

Eu perguntei, “mais tesão, como?”, e ela, “toda nua e excitada, os dedos na minha cona, eu a gemer muito alto, e tu a veres-me, tu escondias-te atrás da porta, mas eu também te via”.

Da mesma maneira que antigamente, não sabia o que havia de responder à minha sobrinha, a única coisa que estava na minha visão, era eu tirar o caralho para fora e bater ali mesmo uma punheta.

Ou ela ser outra mulher, e eu deitar-me por cima dela e foder-lhe o cu, quando eu ouço a voz dela a dizer, “tio, está muito calor, nós estamos aqui sozinhos, estou a sentir a minha cona toda molhada, importas-te que eu tire a tanga?”.

Secretária nova? Há um rabo novo?

20:57 0
Secretária nova? Há um rabo novo?


Deve de ser do meu cheiro a caralho, que é uma coisa que eu sinto ao meu redor, de baixo sobe às narinas, e se eu sinto, a minha secretária estagiária também já percebeu que quando entra no meu espaço, as minhas hormonas dão uma explosão, e há uma onda que se liberta do meu corpo, e enche o meu gabinete.


A coisa está a tornar-se tão grave, no limite da obsessão, que ainda pensei que fossem os meus inimigos, que puseram a minha secretária doente, esta não me dava problemas, mas arranjaram esta nova substituta, só para me foder a cabeça, querem-me é desconcentrar, tal é a concorrência aqui dentro.

Mas não, o problema era mesmo dela e meu, dela por ser daquelas mulheres de corpo cheio sem serem gordas, com mamas e coxas generosas, saias curtas a esconder um rabo farto, e quando um desgraçado como eu olha, a primeira ideia que vem à cabeça, é que são uma bomba concentrada de energia, que é só tocar e aquilo rebenta.

E depois um problema meu, foda-se!! o que ela tem de concentrado, tenho eu de rastilho, na ponta do meu caralho, e então nessas histórias de assédio, que eu tinha que dar o exemplo, o que podia fazer? abrir de mais os olhos, tanto que me doíam as órbitas, e ir aconchegando o pau, para ele se manter no sítio.

Um dia é possível, dois é assim assim, mas ao terceiro dia, a coisa complica-se, e a mera aproximação dela, sempre que entrava na minha área, gerava um efeito estranho, um buraco vazio, sentia-o eu no estômago, lambia-me como se ela fosse um doce, e ela correspondia, com sorrisos e quando se movimentava.

Ocorreu-me pensar que poderia ser um delírio meu, coisas assim acontecem muitas vezes, pior ainda que era casada, mas também podia ser verdade, ser o desejo dela igual ao meu, mas porra!! haverá coisa mais difícil, saber o pensamento dos outros, e não conseguir que fossem atos, alguém tinha de dar o primeiro passo.

Se o que me estava a acontecer não tinha sido obra dos meus inimigos, a verdade é que estava a acontecer o que mais desejavam, a minha desconcentração nos projetos, eu chegava ao trabalho, e só pensava em foder aquele rabo, era 99% da minha atenção, e da rua já vinha ereto, caralho!!

Eu ouço alguém a bater à porta do gabinete e é ela, caminha na minha direção dentro de um vestido leve e florido até meio das coxas, um cheiro de banho fresco e um perfume subtil, fico meio tonto, mas resisto, imagino a lingerie fina que traz por baixo, as mamas salientes, tudo nela dançando como música, e ela diz, “o senhor doutor disse que hoje ia precisar de mim”.

Eu disse, “tem a certeza que eu disse que precisava?”, foda-se!! eu andava tão desnorteado que nem me lembrava o que tinha dito, deve ter sido num momento estranho, mas continuei, “ha, sim, íamos visitar uns clientes, vou precisar da sua companhia, vai-me fazer falta para o que desejo”.

Porra! eu já não sabia se as minhas palavras podiam ter um qualquer duplo sentido obscuro, não fosse ela ter uma outra ideia, imaginar que eu gostava de lhe dar uma foda, até que acordo de mim mesmo, e eu ouço-a dizer sorridente, “quando quiser, estou pronta, para o que desejar”.

Eu levantei-me, pedi que ela seguisse na frente, ela deve ter pensado que eu queria ver-lhe o rabo, dançando em ondas rítmicas de lado a lado, mas o que eu queria mesmo era percorrer os mais de cem metros até à saída, sem que ninguém notasse o enorme volume que sobressaia nas calças, eu sabia que tinha que andar meio encurvado, com um maço de papéis à frente.

Fiz um sacrifício enorme até chegar ao carro, mas quando me sentei ao volante, eu percebi que a situação era ainda pior, ela sentou-se ao meu lado, e o vestido que era curto, tornou-se curto ainda mais, eu olhei para as coxas exuberantes, ela olhou para mim e viu que o meu pau reagiu, a dar tremores dentro das calças.

Nunca me tinha visto nesta situação tão desagradável, mas também não compreendia como me tinha metido nela, eu sorri para ela quase a pedir desculpa por ter olhado para as coxas tão cheias, tão sólidas, tão generosamente exercitadas, tão excitantes, tão trabalhadas, que quando punha o carro em movimento, eu senti a mão dela num local inesperado.

Ela tinha dado o primeiro passo, a mão dela estava pousada no meu caralho, e quando virei a cara encarei uma face sorridente, e uma voz doce que dizia, “o senhor doutor está tão duro, se continua assim ainda rebenta”, eu olhei para os lados ainda estávamos no parque de estacionamento, havia ali pessoas que eu conhecia, e porra!! conheciam a minha mulher, mas ela abriu o zip e puxou o meu pau para fora.

Ela deu duas ou mais suaves batidas, acariciou o meu pau com a mão, como se tocasse nas teclas de um piano, uma mão cheia e almofadada, e continuou, “o senhor doutor está com esse tesão todo por mim? Sabe que eu sou uma mulher casada? eu tenho marido”, a mão dela acelerava, eu tinha de sair dali, e respondi, “eu sei, eu sei, mas você põe-me assim, eu não tenho culpa”.

O carro já ia em movimento, e eu ouço-a soltar uma gargalhada, e depois ela diz, “quer passar por minha casa?”, eu olhei para ela, “sua casa? para quê?”, eu pensava no marido dela, “o meu marido saiu, chega mais tarde, não me queres dar uma foda?”, num momento não sabia se haveria de olhar para a estrada ou para ela, “quero muito, mas ..”.

Ela disse, “eu moro aqui perto, vamos andando”, e depois dobrou-se no meu colo, uns lábios fortes apertaram-me o pau, e deu para ouvir um ruido de chupão, e depois ela continuou, “é melhor guardar-te o caralho para dentro, estamos a chegar”.

A casa era uma casa simples, percorremos uma ou duas divisões, quando ela dá um grito, “mamã, estou em casa”, apareceu uma velha que olhou para mim de alto a baixo, “quem é este?”, ela respondeu, “um amigo mãe, nós vamos para o quarto”, a velha gritou, “é mais um que te quer comer, sua puta”.

Ela acenou para eu a acompanhar, e eu fui andando meio zonzo, naquela altura já não sabia se o meu caralho vacilava, era demasiada emoção junta, ela abriu uma porta e nós entrámos, depois aproximou-se do meu ouvido e num sussurro disse, “anda querido fode-me toda”.


Eu virei-a contra a parede, e o meu desejo era tão grande de ver-lhe o rabo, que levantei o vestido curto, e foda-se!! o meu caralho reagiu logo, a velha lá fora já nem se ouvia, ela puxou a lingerie para baixo, e eu só disse, “meu deus, caralho, que coisa tão boa”.

Na verdade, eu nem me lembro de me ter despido, só me lembro de ter vestido a roupa depois, eu encostei o pau por trás e escorreguei-o adentro pela cona dela, ela levantou o cu para cima, e gemeu alto, “ai foda-se, ai fofo, ai, fode-me, fode-me, come-me toda”.

Eu segurava-a pelas nádegas fartas, e quanto mais acelerava as ancas, ela gritava ainda mais alto, “ai fofo, come o meu cu, come o meu cu”, e num movimento rápido, ela puxou o meu caralho da cona, e separando as nádegas, ela colocou o meu pau no ânus.

Ela rodou o pescoço sobre mim, “ai fofo, come o meu cuzinho, mete a cabecinha lá dentro”, eu fiz força, a pressionar mais fundo, sempre devagar, centímetro a centímetro, até que entrou todo, e ela gemeu, “ai mamã, foda-se, tão bom, no cuzinho, ai mamã”.

Pareceu-me ouvir alguém chamar puta a alguém, mas eu continuei, acelerei os movimentos, o meu limite tinha chegado, comecei a estremecer, “ai caralho, não aguento mais”, com jatos de porra a sair do cuzinho dela.

Eu sentia necessidade de sair depressa, não fosse o marido aparecer por ali, ainda por cima a velha sabia, mas ela disse, “não é a primeira vez fofo, a minha mãe até gosta, e eu não tenho marido, só tenho uma aliança, para ….”.

Fui-me logo embora, e só no dia seguinte é que me lembrei que tinha clientes à espera, ela tinha-me dito que a aliança era para afastar gajos que ficavam loucos com o cu dela, e que, se fosse preciso, prometiam até casamento.

No fim fazem as contas

21:59 0
No fim fazem as contas

👀
A obra estava a chegar ao fim e a única coisa com que o pedreiro se preocupava era com a promessa que eu lhe tinha feito, de que se ele fodesse a minha mãe, eu depois lhe dava o cu.

A verdade é que ele, com ela rondando o dia todo, não conseguia trabalhar, ele chegava e a minha mãe aparecia na obra com um babydoll muito curto, em que se viam todas as formas do corpo e por baixo estava nua.

Tem estado num período mau para ela, passa longas temporadas sozinha, e o desejo de sexo é tão intenso que ela fica totalmente desnorteada, e eu percebo, nas nossas conversas que ela apenas fala de caralho e foda.

É melhor ver o que se passou: com obra em casa não reclama

No início da obra, ela deitava-se na relva, numa cadeira longa, e depois sempre que o Vlad olhava, ela abria as pernas e ele via a cona peluda, depois virava o rabo e ele admirava as nádegas, à procura de uma oportunidade para o excitar e ele a foder.

Depois ela pediu-me ajuda, eu disse-lhe que tinha dúvidas que o Vlad lhe quisesse dar uma foda, é muito mais novo, e depois é ucraniano, russo, moldavo ou o caralho que ele é, e eu não sabia se ele ia gostar.

Ela contou-me que da última vez o Vlad tinha-se aproximado dela, que ela levantou o babydoll até à cintura, depois passou os dedos na cona e que ele, depois de um suspiro, apertou o caralho na mão, e que foi por pouco que ele não a comeu ali mesmo.

Ela disse-me que só não aconteceu porque eu estava em casa, e que ele, quando me vê, tem uma espécie de atração, passo nos meus shorts apertados e balançando as ancas gingando, e que ele tem o mesmo movimento de aconchegar o pau nos calções.

Eu já tinha reparado que o Vlad olhava para o meu rabo, e que havia nele um desejo secreto de me penetrar, e quando eu o abordei na obra, ele mirava-me de alto a baixo, e depois fingia que ia mijar, tirava o pau grosso para fora, e fazia tudo para que eu olhasse.

A minha mãe dizia, “acho que ele está com desejos de te foder”, e eu perguntava, “achas que sim? tens a certeza?”, ela respondia, “tenho, ele está sempre a olhar para o teu cu, ele quer o teu cuzinho, filho”, eu continuava, “eu já vi o pau dele, é enorme”, e ela insistia, “eu sei que queres que ele coma o teu cuzinho, mas eu também quero, filho”.

Num desses dias, o Vlad pediu-me e fomos para um anexo da casa, e perguntou se eu queria ver o pau dele, e eu disse que sim, ele baixou os calções, e mostrou o caralho grosso e teso, escuro e rijo como estava, senti-lhe o cheiro forte a caralho, apertou-se-me a garganta, e ele disse, “gostavas de levar com ele no cu?”.

Eu lambi os lábios de prazer, e acenei com a cabeça a dizer que sim, mas depois continuei, “e a minha mãe? ela quer que fodas com ela, ela está a precisar de uma boa foda”, e foi assim que ele concordou em foder a minha mãe desde que eu prometesse que depois lhe dava o meu cu.

Eu tinha uma divida para com ele, e um desejo intenso de pagá-la rapidamente, e desta vez fui eu que pedi para irmos para o anexo da casa, as janelas estavam fechadas, o ar pesava quente e abafava, e apenas uns raios de sol refulgiam pelas persianas e iluminavam a penumbra lá dentro.

A minha mãe tinha-me visto entrar com o Vlad, ela sabia que era para ele foder o meu cu, eu tinha dito que ia dar ao Vlad aquilo que ele queria, e ela disse, “o pau dele parece pedra, grosso, partiu-me toda, filho, abriu-me o cu todo “, e depois continuou, “tu tens o cu apertado, o teu cu vai doer, querido”.

Quando entrámos no anexo o Vlad puxou-me contra o corpo dele, e com as mãos duras e rústicas apertou-me as nádegas, a mover-se como um animal bruto sobre mim, “quero tanto foder esse teu cuzinho, rapaz, quero enterrar o meu caralho todo”, e eu dizia, “eu também quero”, e pus a minha mão sobre o pau dele.

Ele encostou-se a um móvel baixo, puxando-me a cabeça para baixo, deixou cair os calções pelas pernas, “chupa-me o pau, mama-me o pau todo”, eu agarrei no caralho teso e empinado à altura da minha boca, lambi-o com a minha língua, e senti uma gota de líquido salgado.

Eu engoli o pau na minha boca, e enquanto ele acariciava os meus cabelos, movendo a minha cabeça para dentro, eu chupei-o de cima a baixo, ele gemia, “ai, foda-se! rapaz, chupa, caralho, chupa”, as pernas dele retesavam e estremeciam, “ai, caralho, que me venho na tua boca, bebe o leitinho todo, rapaz”.

As pernas dele tremeram e eu senti ondas de esperma na minha boca, “lambe o leitinho, chupa-me o caralho, ai, caralho”, eu apertei os lábios no rolo rijo e carnudo, e continuei a chupar até engolir o leitinho todo.


Eu pensei que a festa tinha acabado, mas ele levantou-me e encostou-me contra um móvel, e ele disse, “agora vou comer esse teu cuzinho, baixa-te, empina o rabinho”, eu senti o pau dele a entrar pelo meio das minhas coxas, a cabeça a fazer força no meu ânus.

A cabeça entrou e eu senti o meu buraco a abrir, e eu gemi, “ai, ai, aihmm, o meu cu, ai, entra mais, entra, fode-me o cuzinho, aihmm”, o pau grosso entrava e eu suspirava de dor, fiz pressão na perna dele, “aihmm, devagar, está a doer, aihmm”.

O pau entrava pouco a pouco, saia e entrava, empurrando devagar, “aihm, mãe, o meu cu, aihmm, ai”, ele não parava e levantou a minha nádega e fez ainda mais força, puxou pelo meu pescoço, e enterrou-o todo no meu cu, “aihm, foda-se, aihmm, o meu cu”.

Eu ouvi-o dizer, “já o tens todo no cuzinho, estás a gostar?”, eu tinha perdido a noção do que me rodeava e ele começou a acelerar, a bater as ancas fortes nas minhas nádegas, o pau grosso entalado nas pregas apertadas do meu cu, “aihmm, aihm, fode-me mais, parte o meu cuzinho, aihmm”.

A respiração dele ofegava, apertando o meu corpo contra o dele, o pau entrava acelerado, saiam-lhe sons roucos da garganta, comecei todo eu a tremer, e sentia que me estava a vir, “ai, caralho, estou todo aberto, como uma puta rota, ai, que me venho”, saíram-me esguichos de esperma do caralho, e ele saiu de dentro de mim, e gritou, “ai, também, foda-se”.

Quando sai do anexo, eu percebi que a minha mãe estava a ver, entrei em casa, e eu disse, “preciso de um bom banho”, e ela perguntou, “e então?”, e eu respondi, “então estou como tu, ele partiu-me o cu, e tenho o cu todo dorido”.