Abril 2020 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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CURA O COVID: punheta é solução

20:05 2
CURA O COVID: punheta é solução

Eu sei confessionário, eu falhei nas leis que mandam ter cuidado, mas coitado!, ele é meu patrão, um empregado lá na loja acusou positivo para o covid, e como ele está sozinho, me pediu para fazer quarentena junto.


Meu marido não gostou, José me falou  assim, "você está maluca mulher, 15 dias em casa de seu patrão, isso não pode acontecer", mas eu insisti, com muita força, tinha de proteger a família, eu disse, "Zé meu amor, eu estou de quarentena, esse tempo possa rápido.".

E foi assim.!!

Mas depois meu patrão começou dizendo que lhe faltava a respiração, chorava muito o pobre homem, que era do covid que o atacava, mas o desgraçado se punha batendo punheta.

Que aliviava a respiração, me pediu dando dinheiro, "vai garota, me mostra sua cona" e eu mostrei.

Isso foi só no primeiro dia, depois andou querendo mais tratamento.

Vírus ou Nicotina: dilema ou reviravolta?

22:01 0
Vírus ou Nicotina: dilema ou reviravolta?

Uns cientistas franceses vieram dizer que a nicotina tem um efeito protetor contra o caralho do vírus. Mas, confessionário, quem caralho sou eu para perceber uma coisas destas!!, já não bastava os fumadores, agora gajos a consumir adesivos de nicotina? Por causa do caralho do vírus?

Vírus ou Nicotina: o diabo que escolha 
Nós do biografias eróticas pensamos que era assunto importante, matéria de supositório e muito pior que a crise do papel higiénico, e por isso lá o fomos ouvindo. 

Ele continuou:

A mim não me enganaram, já sabia: o vírus veio para ficar, e disse logo à minha mulher "oh Graça, caralho, mexe esse rabo gordo, a partir de hoje não sais mais, fecha-me as janelas e as portas da casa."

A minha mulher é boa rapariga, confessionário, esforço-me muito por ser delicado, ela ainda tentou dizer que não, que não que não, não era preciso, fui obrigado a chamá-la à razão, "oh mulher caralho faz o que te mando".

Há semanas fechados em casa, do exterior só a televisão, lá íamos ouvindo a velha sabida, um gajo gay penteado, e uma gaja sexy que falava, e eu era assim para a Graça, "estás a ver mulher, como eu tinha razão, deixa-os falar, vem mas é fazer-me um broche".

Broche, mamada, boquete, blowjob, porquê? perguntas tu? o que tem isso a ver com vírus ou nicotina?

Tem tudo a ver, confessionário, trato bem a minha mulher, sei que às vezes me exalto um pouco, mas caralho!, tentem compreender, há semanas aqui fechados, tivemos que voltar ao passado. 

E pior!! Com o caralho do vírus deixei o cigarro, e também a nicotina.

Os meus amigos diziam, "Valdomiro, meu amigo, você deixe de fumar, essa merda mata", e eu respondia para eles, "vou continuar a fumar, eu vou fumar até morrer", mas aí, confessionário, quando eu vi a morte de perto,  caralho do vírus me alcançando, deixei logo de fumar, e acabei com a nicotina.

Por isso é que tem esse negócio da minha mulher ficar chupando no meu pau. 

Não é do stress não, é mesmo por não ter nada para fazer, e a Graça quando era mais nova, aí rapaziada, me fazia cada mamada, que era quase de morrer. 

Ela é uma boa cozinheira, ela mantêm tudo direito em casa, eu não tenho que reclamar, mas tenho a certeza, confessionário, se eu me casei, foi por causa das mamadas dela. O que ela fazia não era conhecimento, não era experiência, não era ter nascido sabendo, não, era mesmo arte.

Podia haver dúvida? Mas não era só eu.

Um dia falava com Francisco, meu amigo, antes de casarmos, eles andaram juntos, e ele ficava falando, "porra!! Valdomiro, a Graça é canhão, o que ela faz não é mamada, fica sabendo que é tortura".

É isso confessionário, Francisco tem razão, a Graça chupa, chupa, é mordidas na cabeça, vai dando pequenos beijos, umas boas lambidelas, e quando caralho!! começo a tremer as pernas, à espera do vulcão que vem, ela pára, dá uma volta e, porra!, caralho, vai ao frigorífico.

Quando fica mais frio, ela então regressa de novo, para mamar mais um bocado, e é assim, todo o santo dia, ela chupando no meu pau, ela fica me torturando.

Agora vieram dizer que afinal nicotina mata o vírus?

Está vendo confessionário, não estou entendendo, deixei de fumar, caralho, minha mulher anda chupando, e eles dizem agora, "nos fumadores essa merda não pega".

E só pode ser uma coisa, esse vírus é inteligente, fala lá com os amigos, os outros vírus como ele, não percam tempo com esses gajos, logo logo eles estão morrendo, mas foi quando eu depois soube, o caralho dos cientistas são franceses.

Os gajos dizem, que não há fumadores infetados, que não aparecem nos hospitais, porra! que é tão estranho julgam eles, que o tabaco afinal faz bem, mas caralho? quem são estes gajos, porque não percebem eles? que são todos como eu, ouviram que o vírus mata, deixaram de fumar depressa, e fugiram para casa.

E o que aconteceu entretanto? Há amigos que começaram a fumar?

Há caralho!! Há. Dizem que eu sou um génio, que eu é que estava certo, entre morrer do vírus ou do  cigarro, foda-se!! o mais tarde que puder, eles é pensos, pastilhas, e cigarros, fumam tudo o que apanham.

"Oh  Graça, anda rapariga, anda chupar", o Francisco esteve cá hoje, tem andado com saudades dela e ela dele, "onde é que anda esta rapariga?", começou a fazer mamadas de novo, e isso trouxe-lhe a ela memórias, é o caralho, confessionário.

Ainda pergunta? Será isto o sexo oral? Esta cabra é uma besta!!

15:33 2
Ainda pergunta? Será isto o sexo oral? Esta cabra é uma besta!!

Estou a falar da leitora que nos mandou isto!! A querer dar lições ao Biografias Eróticas quando temos os maiores especialistas em sexo oral do mundo.


Que nós não percebíamos nada de sexo oral, caralho? nós temos direito a ficar indignados, é que temos os nossos princípios, e temos grandes mestres no assunto.


Veja como se faz, aprenda com os mestres
Grandes Mestres, o saber como se faz totalmente gratuito e à distância de um click

Acompanham-nos há muitos anos, sempre inovando, de todas as maneiras e feitios, e que fique bem claro!! ninguém nos dá lições do assunto.

Bom, pedimos desculpa, andamos irritados, não há nada para fazer, vamos limpar os brinquedos sexuais, ver se há sexo virtual.

Onde é que caralho estão as luvas?

De omnibus Veneris Schematibus

21:19 3
De omnibus Veneris Schematibus
Não, não se enganem, o De Omnibus Veneris Schematibus não é um tratado, nem sobre transportes, nem sobre esquemas, nem sobre doenças venéreas. É apenas o nome em latim do grande livro o I Modi (ou De Modi - Os modos), ou também conhecido como os o Livro dos 16 prazeres, que tem uma história muito importante, e que do que se pensa na versão original só resta uma cópia algures nas caves do Vaticano.

Todos os títulos refletiam a maneira como o livro foi recebido: como um guia para a grande variedade de prazeres sexuais.

Este post será longo, mas justifica-se, as famílias andam aborrecidas, com toda esta cena corrente, de maneira que foram feitos pedidos ao Biografias para que encontrasse uma boa leitura, coisa que fosse entretenimento, mas também educação. 

E o que é encontrámos com bastante interesse para cumprir esses critérios, o I MODI, a versão renascentista da revista pornográfica, da revista que se tem para bater punhetas, e compreendendo-se a história, tanto da arte como dos homens, estamos certos que damos aqui um contributo, de prazer e conhecimento.

A história antes do Livro:

Digamos que naquela altura os aristocratas e gente rica quando mandavam construir os seus palácios gostavam muito de ter nas paredes, principalmente, nas divisões mais recolhidas, muitas pinturas de corpos nus, de homens e mulheres a foder.

Eles lá se desculpavam a dizer que as pinturas eram representações mitológicas, que não tinham nada a ver com os humanos, mas nas soirés mais divertidas lá se juntavam as mulheres e raparigas, mais pessoal do clero e da aristocracia, e ainda a criadagem, a admirar excitados aquelas obras.

E para esta situação a história começa com Giulio Romano, arquitecto, que fora contratado para construir o novo Palazzo del Te, em Mântua, por encomenda de Frederico II Gonzaga, um gajo rico e, e como referido antes, muito entendido em "mitologia", que lhe pedir que enchesse as paredes de figuras eróticas de gajas nuas e malta a foder, minetes, levar no cu, tudo.

Apesar de Giulio Romano ser um pouco contido, sem ser puritano, lá colocou nas paredes estas pinturas para gozo do Frederico e dos seus amigos e amigas.


Isto tinha que se dizer, mas nem é muito importante, importante mesmo é o que veio depois.

O Gajo Esperto que compreendia a população:

Estávamos no ano 1524, quando Marcantonio Raimondi que era gravador e se iniciava no texto impresso (coisa que tinha acabado de ser descoberto - as imagens podiam ser reproduzidas em massa, pois a técnica de gravação em placas de cobre permitia que a reprodução de obras de arte existentes fosse produzida em massa no papel.) foi ver as pinturas de Giulio Romano, e esse aí:
Marcantonio Raimondi
Marcantonio Raimondi era um grande gravador, um génio mesmo, fazia trabalhos para réis, outros outros criadores, como Rafael, com uma especialidade, era sempre gajos ou gajas nus, bacanais e orgias, heteros e gays, vejam só um bocadinho.



Isto não tinha nada demais, o importante importante foi quando percebeu que se publicasse aquilo em papel e vendesse ao pessoal fazia um monte de "papel", ou seja, de dinheiro.

Análise do Biografias: para um gajo se safar (pense-se que apesar de ser um génio era visto por réis e outros nobres como um vulgar empregado, não é preciso saber muito, basta ter a ideia certa, mesmo quando se aproveita o trabalho do outro

gravuras que se salvaram:
De omnibus Veneris Schematibus ou I Modi, ou De Modi
E foi o que fez, desenhou 16 pinturas de gajos e gajas a foder, em montes de posições que encontrou, chamou à obra o De Modi, melhor dito, dezasseis maneiras de foder, e aquilo vendia-se como pãos quentes.

 Análise do biografias: podemos dizer que Marcantonio Raimondi criou o primeiro livro, pelo menos impresso em papel, de bater punhetas e de excitação sexual.

A partir de 1524, o mundo nunca mais foi o mesmo. Naquele altura, imprimia-se de tudo, mas Marcantonio viu mais longe. Quase que podemos ouvi-lo dizer a Giulio Romano "vamos colocar isto em papel que vais ver o pessoal".

I Modi foi uma revelação. Pela primeira vez, por apenas algumas moedas, as pessoas comuns podiam apreciar o tipo de arte atrevida exibida nas paredes dos ricos e privilegiados.

O livro estava pendurado lascivamente em tabernas ou era usado como inspiração na cama. Era assim que a outra metade fazia sexo: não como um impulso de suportar ou sentir-se culpado ou como uma maneira de ter filhos, mas como algo para desfrutar e saborear. Era a antítese do que a Igreja sempre dizia à população em geral.

A Porra seguinte e que veio depois

O Livro nem sequer tinha palavras, era só mesmo gravuras (as fotografias da época) que estava a fazer tanto sucesso, que acabou por chegar aos ouvidos do Papa Clemente VII, que é esse gajo aí em baixo.
Papa Clemente VII
Ao Papa disseram que o Livro fazia desviar as ovelhas do rebanho, e de maneiras que não foi de modas, considerou o Livro amaldiçoado, mandou prender Marcantonio Raimondi e destruir todas as cópias do Livro que encontrassem, menos uma, que ficava para arquivo no Vaticano, porque tinha de ser estudado de porque razão ao vê-lo se perdiam tantas almas.

A Porra recuperada um ano depois

Marcantonio Raimondi esteve um ano preso e naquela altura as cópias do I Modi desapareceram até que apareceu o poeta Pietro Aretino que é este aí em baixo.
Pietro Aretino
Marcoantonio Raimondi queria ganhar dinheiro e tinha percebido que as pessoas gostavam da sua obra, mas Pietro Aretino, para além de poeta, compreendia o povo, e pelo que se dizia na altura, um "Flagelo dos príncipes",  porque nunca estava calado.

Pietro Aretino era um poeta e escritor satírico que tinha o favor do papa Clemente VII. Durante a candidatura de Giulio de Medici à coroa papal, o homem conhecido como "O Flagelo dos Príncipes" emprestara a sua caneta à causa dos Médici.

Análise do Biografias: há merdas na natureza do homem que o beato não consegue explicar, há pénis, vaginas e cus, que precisam de excitação para funcionar.

Ao mesmo tempo, Pietro Aretino fez uns quantos sonetos, só a falar de caralhos cus e conas, a sua grande ideia era misturá-los com as gravuras, para obterem uma versão de texto e imagem, dizia ele, excitava ainda mais a malta e vendi-a melhor.

Escrevia Pietro “eu desejava ver aquelas imagens que fizeram o Vaticano gritar que os seus criadores deveriam ser crucificados. Assim que os olhei, fiquei emocionado com o espírito que levara Giulio Romano a atraí-los ” 

Em 1526, Aretino visitou Giulio Romano trabalhando na Palazza de Te e teve o privilégio de ver as pinturas da Sala di Psyche .




Provocava Pietro Aretino na introdução, “ Venha ver isso que você gosta de foder, sem ser perturbado nesse doce empreendimento, com todo respeito aos hipócritas, eu lhe dedico estas peças, sem levar em conta as restrições escandalosas e leis asininas que proíbem os olhos de ver exatamente as coisas que mais os encantam. ”

Conseguiu que Marcoantonio Raimondi fosse solto para publicarem o I Modi pela segunda vez em 1527, agora com os poemas e as imagens, tornando esta a primeira vez que o texto erótico e as imagens foram combinados.

Um poema agora acompanhava uma imagem, imitando um diálogo entre os parceiros sexuais. Esses Sonetti Lussuriosi (Sonetos Luxuriosos) - sonetos lascivos ou sonetos de luxúria - eram bem diretos.

"Abra suas coxas", começou uma, que acompanha a imagem de um cavalheiro altamente excitado, segurando as pernas de sua dama com expectativa, " para que eu possa olhar diretamente para a sua linda ..." 

A Porra continua só que ninguém foi preso porque fugiram

O Papado viu aquilo a ser vendido, ei caralho!!, ficaram doidos, e apreenderam outra vez todos os exemplares que encontraram.

Talvez Arentino e Raimondi acreditassem que, no caso desta segunda edição, eles poderiam beneficiar dos favores do Papado e evitar a censura.

No entanto, os sonetos de Arentino para além de sexualmente explícitos, foram usados para satirizar homens de poder na época.

O I Modi, mais uma vez o Vaticano reuniu todas as cópias disponíveis e mandou-as queimar.

Desta versão sobreviveram alguns fragmentos que parece que estão no Museu Britânico, e duas cópias da primeira posição.

O Reaparecimento duzentos anos depois

Ninguém sabe ao certo, mas em 1798, um grupo de gravadores com Agostino Carracci à cabeça aparecem com um I Modi que dizem ser um dos conjuntos que sobreviveu de alguns originais de Raimondi que eles depois aperfeiçoaram.

Essa obra que é uma espécie de renascimento do livro porno, para não se confundir com o I Modi chamaram-lhe "L`Aretin d`Augustin Carrache ou Receuil de Postures Erotiques, d`apres les Gravures a l`eau-forte par cet Artiste celebre".

As gravuras e a análise explicita do Biografias Eróticas na perspectiva do adquirente renascentista (ano de 1500 a 1800), frequentador de tabernas e bordéis, que é devoto e vai à missa, tem as imagens e os versos escondidos da mulher, e está se cagando para a arte, a mitologia e tudo o resto:

Vénus Genetrix:
Vénus é a deusa romana, cujas funções abrangem amor, beleza, desejo, sexo, fertilidade, prosperidade e vitória. 

A Vênus Genetrix é um tipo escultural de representação que mostra a deusa romana Vénus semi-nua, vestida com uma seda colada ao corpo, mostrando uma das mamas, com aqueles contornos todos, na terminologia brasileira, de mulher gostosa.

Concentrem-nos na gravura e o que vemos:

a) dois gajos a soprar cá em baixo mal intencionados para fazer ricochete na esfera e levantar o vestido da mulher;
b) em vez de uma mama, agora posso ver duas mamas;
c) as mamas são perfeitas e cabem perfeitamente na palma da mão
d) a deusa tirou os pelos da racha
e) a deusa mostra a racha
f) a deusa tem uma cara e penteado da época
g) a deusa é rechonchuda e faz lembrar as mulheres mais jovens da época
h) tem uns abutres a puxar o "veículo"
i) uma coisa que parece um cinto de segurança
j) tem um cupido com pila pequena a indicar o caminho
l) tem umas coxas que são uma maravilha
m) e há um gajo velho tipo surfista lá em cima a olhar.

Com tanto detalhe para dizer ao interessado que há uma gaja boa que vai a caminho, que tem umas mamas e um rabo uma maravilha, uma racha pelada uma loucura, e que se parece com a vizinha. 

Temos de concluir que como primeira gravura é um bom anúncio para o resto.

Páris e Onione


Na mitologia grega, Páris era um dos filhos do rei de Tróia. A dada altura raptou uma gaja grega chamada Helena, dizia-se ser a mais bonita do mundo, e com isso arranjou problemas como o  caralho.

Só que antes disto, quando era pastor, conheceu esta tal Eonone, uma ninfa que adivinhava coisas, e que antes mesmo de ele conhecer a Helena lhe disse que ele a abandonaria, e ainda assim engravidou.

Haverá história mais suculenta que esta?

Vamos à gravura:

Primeiro a posição sexual, é o que se chama foda de perna cruzada ou tesoura, vejam bem as pernas traçadas, e o caralho por baixo, a atacar bem teso.

Dica da biografias: posição muito boa também para sexo anal, não esquecer que a representação à época tinha de ser homem e mulher, porras gays nem pensar

E depois muito importante também, a sustentação, a penetração é aérea, porque a posição em tesoura basta-se com pouca coisa, na gravura, como encosto apenas uma raiz e um tronco da árvore.

Aviso: gajo poderá precisar de joelheiras

O interesse erótico é óbvio, é que Páris fode a gaja mesmo ali no meio do campo, desce as calças, ela sobe o vestido, traçam as pernas, arreiam no chão e já está, há maior tesão que isto?

E depois uma gaja que adivinha e já sabe que vai ser traída, dá assim a fenda desta maneira, isto naquela época?

Angélica e Medero
O Sátiro e a Ninfa
 Júlia com o Atleta

Hércules com Dejanire

Marte e Vénus
 Culto de Príapo

António e Cleópatra
 Baco e Ariadne
 Polienos e Chrisis
 O Sátiro e a Mulher
 Júpiter e Juno
 Messalina no Bordel
 Aquiles e Briseis
 Ovidio e Corine
 Enee e Didon
 Alcibiadedes e Glycere
 Pandora
Vénus e Eros

Análise séria do biografias eróticas continua quando houver tempo .....

O último pénis disponível

19:25 0
O último pénis disponível

Foda-se!! confessionário, sei que vais ficar chocado, passaram-se já três semanas, que eu não levo no cu.

Foda-se!! não tem que ser todos os dias, que sejam só três vezes por semana, é a minha dose terapêutica, é que nem mais nem menos, e eu que nunca tive falta, são tantos os hetero tímidos, que me procuram no meu quarto, é nas horas descontraídas, o meu último é casado, mas que caralho, confessionário, não há caralhos por aí.


Liguei a um amigo, "então Nando, o que se passa?", respondeu ele, "oh meu amigo, não digas nada, com esta crise, os gays assumidos, os que estão no armário, os homens casados, desapareceram todos caralho, porra, que isto é uma desgraça".

Caralho!! que fui tão imprudente, tão apanhado desprevenido, mas porra!!, nunca vi as proporções, de tanto tempo esperar, fechado sem nada fazer, merda, que haveria de passar, continuei com o Nando, "como tens aguentado?", ouvi a voz dele, de rouquidão e desespero, "olha amigo, desenrasco-me com um dildo, mas não é a mesma coisa, caralho".

Um dildo?? Caralho!! que eu nem um dildo tinha? é que não pensei em tudo, tinham-me dito, "ia ser um longo inverno", que esta guerra duraria, é melhor armazenar, isto se queres sobreviver, o mundo vai parar, gente na rua a vigiar, eles podem te apanhar, se isso acontecer amigo, tu estás bem fodido.

Mas um dildo? um vibrador? qualquer coisa para meter no cu, nos momentos difíceis, porra!!, é que nem tive essa ideia, eu que sempre tive tudo, sempre muito caralho, sempre tanto para escolher, e agora estava assim, queria apanhar no cu e não tinha, disse ao Nando, "e se eu ligasse para o meu hetero casado?", respondeu ele, "nem penses nisso, com esta crise está recolhido, acredita meu amigo, os homens foram para casa, já falei aos meus contactos, e o que me disseram?, não há caralhos por aí".

Perguntei-lhe, "nem o preto do pau grande?", disse-me ele, "esquece, esse foi o primeiro a quem liguei, eu queria uma dose reforçada, ai que meu amigo, com duas semanas e só o dildo,  tinha de ser grosso o caralho, o que o meu cu precisava."

Foda-se!! perguntei, "mas o que aconteceu?", diz-me o Nando, "olha, o preto também foi apanhado na crise, gays ricos açambarcaram-no, espremeram-no e consumiram tudo, o preto andava cansado, até pau grande tem limite, ficou doente e recolheu-se, o que restava a mulher lho pediu.".

Disse-lhe, "caralho que estou fodido, quero tanto levar no cu, é que eu nem dildo tenho", responde o Nando, "pois, eu tinha aqui um suplente, mais velhinho, até te emprestava, mas pode-me fazer falta, sabe-se lá o que isto dura,  não arranjas aí nada? sei lá, uma garrafa vazia? aquelas com gargalo comprido".

Confessionário, achei que ele estava a brincar, com uma garrafa no cu?, era essa a ideia dele, a solução para me satisfazer, nada substituía um bom caralho, para me acalmar este tesão, nesta tarde que ia longa, não tardaria viria a noite, mais um dia sem caralho, pedi ao Nando, "garrafas não obrigado, mas se tiveres novidades, liga-me a correr".
O Nando desligou, andava às voltas em casa, diabo o que vou fazer?, passei pela cozinha a ver, melhor que tivesse garrafas, nunca se sabe o que vou passar, mais vale prevenir que remediar, lembrei-me de há uns anos, do meu primeiro bar gay, foi o Nando que me levou.

Eu conhecia-o do bairro, era normal vê-lo a passar, três ou quatro portas ao lado, num andar suspeito e amaricado, os calções justos dentro do rabo, era tanta a minha curiosidade, que um dia fui conhecê-lo, sem a minha mãe saber, bati-lhe à porta para entrar, e ainda me lembro de ele sorrir.

Foi numa manhã de Domingo, a minha mãe foi à igreja, quando ele passou cumprimentei-o, fui logo depois atrás dele, perguntei se me deixava entrar, ele abriu-me a porta a dizer, "podes passar meu querido", depois fomos falando, e ele então perguntou, "o que é que queres saber?", e eu então perguntei, "dizem que gostas de levar no cu?".

Ele respondeu que sim, que era verdade, que era a sua opção, e depois perguntou-me, "queres comer o meu cu?", e foi assim nessa manhã, despimo-nos no quarto dele, e lembro-me bem, do que me ensinou, chupou-me o caralho teso e depois fui-lhe ao cu.

O pior foi depois no tal bar gay, nessa noite falámos com uns gajos, eu disse logo ao Nando, "estes gajos não são bons, só estão aqui para comer cu, e eles são bastante agressivos", começou o Nando a dizer-me, "ora caralho é o que nós queremos, estes assim são os melhores, dás o cu que eles pedirem, que eles voltam sempre".

Depois disse-lhe, "mas Nando, eu nunca dei o cu, não sei se estou preparado?", ele disse para mim a rir, "eu sei o que tu queres, porque que estamos aqui? satisfazer o teu desejo antigo, tu queres apanhar no cu".

Lembro-me, confessionário, que estava a tremer, os gajos metiam-me medo, eles não eram de confiança, mas fomos para uma mata, e um deles, o maior e mais corpulento, pôs-me a chupar o caralho dele, mandou-me pôr de joelhos, e sacou um pão grosso e inchado, que eu não perdoei ou esperei, coloquei o pau na boca e mamei-o ali mesmo.

Depois ele disse-me "desce as calças, vou comer-te o cu", mandou deitar-me numas ervas frias, de rabo para cima bem espetado, senti-lhe as pernas a ajeitar-se, a cabeça do pau a roçar-me o ânus, ele a fazer força a dizer para o outro, que comia o Nando ali ao meu lado, "olha que bom, este é virgem, olha só a minha sorte", a cabeça entrou e fiquei sem fôlego, só pensei, "aihm foda-se, que ele parte-me o cu, aihmm foda-se que não aguento".

Não queria chorar, nem dizer ao gajo, "pára por favor, que me está a doer", ele que entrasse e me fodesse, apertei-lhe a perna com força, "aihmm que me está a doer, espera deixa-me respirar", mas ele continuou a pressionar, ele enterrava e metia, mais um pouco até ao meio, "aihm aihmm foda-se aihmm", dizia ele para o outro gajo, "olha só o que a puta geme, deixa estar que já o tens todo", aquele pau grosso tinha-o todo enterrado.

O gajo tirou-me a virgindade, e durante meses voltei ao bar, à procura deles para me comer, sempre assim foi quando os encontrei, até que uma coisa aconteceu, era a minha mãe a pressionar, que deixasse o Nando e de o visitar, que já se falava por ali no bairro, que o andava a comer e eu era gay, a partir daí o Nando saiu do bairro, falávamos por telefone de vez em quando, para irmos juntos para qualquer lado.

E sabes confessionário qual foi a beleza? Depois da história da garrafa, de me dizer para a meter no cu, ele ligou-me a avisar, "encontrei um caralho para ti", e eu perguntei logo, "um caralho? como é possível?", ele respondeu, "olha, é o único que está disponível, ele está a aceitar encomendas, é de um gajo mais velho", eu nem pensei e disse,"eu quero eu quero, se tens boas referências? vou lá já".

O Nando disse-me, "calma, as referências dele são boas, é mais velho mas com experiência, ele tem muita clientela, nem sei como trabalha, até eu ia se pudesse, mas amigo, eu estou sem verba, agora tens de ter cuidado, tens que ir bem escondido na rua, eu vou ligar ao gajo.".

Confessionário, meti-me ao caminho, roupa bem escura, que isto é um cenário de guerra, havia grupos na rua, de gajos com paus gritando, sempre colado às paredes, saltando de sombra e sombra, até que lá cheguei.

O velho do caralho disponível já estava à minha espera, "entra entra, isto está mau, alguém te viu?", respondi-lhe, "não ninguém me viu", ele mirou-me de alto a baixo, "então estás cheio de tesão, há quanto tempo não levas no cu?", respondi, "há três semanas", ele mandou um assobio para o ar, "eh, que deves estar em sofrimento, anda, vai ali para o quarto, vai-te despindo depressa, logo logo vem outro cliente, sou só eu que estou de serviço.".

Ele veio ter comigo depois, estava deitado de rabo para cima, o velho deitou-se em cima de mim, e com o único caralho que havia, espetou-mo bem fundo no cu, e só posso dizer, confessionário, era tanta a minha fome, foi a melhor foda do mundo.

Quando acabámos, ele ainda me perguntou, "então já te sentes melhor, gostaste, comi-te bem o cu? vê lá se depois voltas, não estou cá para as crises, e agora vai com cuidado, eles andam aí.

O cérebro dos homens é maior

23:04 0
O cérebro dos homens é maior
Finalmente, uff, caralho!! nunca mais se esclarecia, o que já se sabia há muitos séculos, mas finalmente foi agora acertado. Tudo isto é muito importante, foram gastos milhões de euros para que autoridades no assunto depois de muito estudo deixassem escrito que o cérebro dos homens é muito maior que o das mulheres. 

Mas que porra!! como se já não se soubesse isso, basta olhar para as cabeças dos homens, normalmente muito maiores que os das mulheres e ora, se tem cabeça grande, é porque normalmente, digo, normalmente, tem alguma coisa grande para meter lá dentro. 

E a ser assim é matéria de supositório, porque houve aqui muito tempo perdido. Ao principio aqui o pessoal do biografias eróticas ainda pensou que fosse mentira, mas não, houve aí uns gajos escoceses que fizeram mesmo um estudo, que não dava para acreditar (aqui), andaram a medir cérebros de mais de 5000  pessoas, e para quê? para dizer que não somos iguais às mulheres.

Já descobrimos o "para quê?", falta agora é o "porquê?", e o porquê é que, caralho!!, havia uma guerra entre uns génios, uns de um lado diziam que os cérebros dos gajos e gajas são iguais, e o que muda, ou seja, as diferenças, são depois aprendidas com o tempo, e os outros do outro lado, que são logo diferentes quando nascem.

Mas quem foda-se!! são estes gajos que se preocupam com estas coisas? 

Foda-se!! porque razão haverá o homem de ter o cérebro igual ao das mulheres? se um homem tem no meio das pernas um caralho e a mulher tem uma vagina, porque foda-se há-de ter o mesmo cérebro? Não se entende!!

E mamas? o homem não tem mamas!!, normalmente digo, e se tem, não devia ter, então foda-se!! porque razão há-de ter um cérebro igual ao da mulher.

Os gajos depois lá com os exames que fizeram, a ver o interior de cérebros de gajas e gajos, outros mais espertos preferem estudar partes melhores das gajas - veja aqui - parece que descobriram que afinal há diferenças, e quais:

  • o cérebro dos homens é muito maior que o das mulheres;
  • o cérebro dos homens é mais denso que o das mulheres;
  • o cérebro dos homens tem uma merda branca lá dentro e as mulheres têm menos;
  • até umas amígdalas no cérebro, hipocampo e o núcleo são maiores;
  • e outras merdas ainda.
Só que estes gajos não fizerem a pergunta mais importante!! e a pergunta a que não souberam responder é:

Se os homens têm o cérebro maior que o das mulheres porque é que normalmente são muito mais estúpidos?

Aqui o pessoal do biografias eróticas reuniu-se e apenas em alguns minutos, sem encher salas de papel, ou de fazer perder o juízo a cobaias, descobriu tudo.

Porquê o cérebro grande nos homens?

É óbvio, apesar de haver também gajas com cabeças grandes, se os gajos nascem já com a cabeça maior, o cérebro como tem espaço lá dentro vai-se alargando e comporta-se como um homem no sofá, abre as pernas a coçar os colhões, e isso precisa de espaço. 

E o cérebro faz isso e é por isso que é maior. E vê-se que é assim porque gajos que nascem com a cabeça pequena ficam malucos com o cérebro a fazer força lá dentro. Isto está explicado.

Porquê homens com cérebros grandes são tão estúpidos?

Mas que caralho!! isso é óbvio também. 

Quanto mais cérebro se tem, mais se pensa e mais problemas se arranjam. Um gajo pensa, o cérebro fica ocupado e quando se dá conta temos o desleixo. Quanto se tem muito há tendência para desperdiçar.

Ou seja, as gajas, apesar de terem menos cérebro, conseguem ser mais eficientes, e muito mais práticas, com apenas parte do cérebro conseguem ocupá-lo na limpeza e na arrumação da casa, na lavagem da loiça e da roupa, se houver filhos, ainda tratam dos filhos, e gerindo bem a coisa, ainda vão trabalhar.

Tudo isto é claro e mesmo muito antigo, como o homem tem demasiado cérebro tende a ser ocioso, não quer fazer um caralho, e muito pior, chega a uma altura que nem puxar pelo cérebro quer.

A outra face da moeda de um cérebro grande

No homem é uma desgraça e um problema que não tem remédio. Os especialistas dizem que o ser humano só utiliza 10% do cérebro. 

Se for mulher é seguro que usa os seus dez por cento de uma forma eficaz com cérebro pequeno ou não. 

Agora como é que o homem pode sequer usar dez por cento quanto o ocupa com tanta diversão. 

Enquanto a mulher é prática e usa tudo o que ela tem, o homem não aguenta, passa o tempo a pensar em conas, mamas, cus e caralhos, e se for paneleiro, ele pensa em cus e caralhos, e bem contado tudo no fim, usa se calhar só um por cento.

Daí a conclusão de ser tão estúpido, e apesar de ter cérebro grande, não há solução, mulher ganha sempre.


Nunca se está completo e tu sabes

22:49 3
Nunca se está completo e tu sabes
Perdeu-se o tempo na minha cabeça e na minha consciência, devem ter passado, não sei, dez anos desde o acidente, não sei mesmo, se calhar mais, houve um momento certamente em que decidi que não tinha importância, a passagem do tempo, digo, pelo menos enquanto fosse jovem e não sentisse o peso da idade.

Para um paraplégico, sempre me perguntei se isso seria importante. Se iria sentir algo mais em velho do que já sinto hoje. Ser dependente.

Meu Deus, que não acredito em ti, que não existes, eu sei, o tempo que não sinto mas que perco a pensar nestas coisas. 

Nesta casa imensa que me foi deixada em testamento e que percorro quase todos os dias, os corredores sombrios, a casca das paredes que começa a cair, na minha cadeira de rodas, valha-me o pouco passado amealhado de que ainda se alimentam os meus sonhos e pensamentos.

Passado que renovo e reciclo como este som que estou a ouvir e de que me alimento, toma atenção Deus, meu único confidente e talvez ouvinte neste silêncio em que habito, gosto de orações, digo-te, para ficar ainda mais triste do que me sinto todos os dias.

Ele ainda não chegou! e estou preocupado, não me ligou e não disse nada!! 



É estranho, nunca se atrasou, ele sabe da minha ansiedade, estou mais dependente dele do que das minha pernas, posso arrastar-me, posso gritar por auxilio, mas não posso existir sem o meu amigo, é ele que me dá o sentido.

O resto que me rodeia, o que vejo da minha janela, e que vejo na minha ciência e imaginação, não me serve, é mais uma massa translúcida, uma substância gelatinosa, move-se sem propósito ou ensejo, concentra-se e dilata-se, e ao menor raio ou rasgo, desfaz-se em água e evapora-se.

O mundo, a existência, é feito de nada, as palavras que nos conduziam e formavam desvalorizaram-se, o que era ouro, nesta alquimia negativa, transmutou-se em lata, de que serve correr muito quando se é conhecido o destino, queremos assim tanto chegar ao fim.

Estou com fome e o Chris ainda não chegou. Não tenho comida em casa, já liguei para saber dele e o telefone parece estar desligado. 

É o que dá habituares-te a uma pessoa que te faz tudo, se ele te falta, ficas completamente indefeso, merda, quando aparecer vou ter que mostrar-lhe o quanto estou irritado por ser tão indisciplinado, ele sabe que não posso suportar a falta dele, naquele momento, naquela hora, e merda, não é o que me traz, é a presença dele.

Deus, desculpa, contigo só falo em último recurso, depois mesmo de falar contra uma parede, e antes só mesmo com o Chris.

E lá fora as ruas estão vazias, parece que o mundo morreu, o conteúdo do mundo, o seu miolo, essa doença que falam por aí, e que assola a natureza com a sua violência, um inverno solar, uma onda térmica, da minha janela só vejo as cascas do mundo, se não se transformarem em pó talvez sejam encontradas debaixo dele daqui a mil anos.  

Está tudo parado? Não, está tudo na mesma, apenas não há movimento.

O Chris apareceu-me como um empregado, a pessoa que a minha mãe ainda viva arranjou para me movimentar no espaço de uma casa imensa como um pedaço de carne. Há dez anos levanta-me, veste-me, deita-me, dá-me de comer, conhece o meu corpo nu, as minhas intimidades e fraquezas, é os meus braços e as minhas pernas.

Dizia a minha mãe que tinha de ser um homem. Todos os dias estes anos ele sai à noite e regressa de manhã. Podia ser eu, mas não, ele tem a sua família. 

Um dia perguntei-lhe "porquê Chris, porque razão estás comigo há tantos anos, porquê te sujeitas à minha indisposição, à minha agressividade, porque não vives outra vida? Isto basta-te?".

A resposta dele fez-me chorar, em silêncio, e escondido até de ti Deus, faz-me ainda chorar, ele disse que eu não precisava de pernas para voar, que ele entendia o mundo através dos meus olhos, que era uma forma de me amar, e que, mesmo que eu quisesse, que o forçasse, jamais me deixaria só.

E aqui estou eu sentado à janela à espera do meu amigo, chuvisca lá fora, e não sei se desta vez ele chega a tempo.

O meu marido é tão ciumento, Dr. Manecas

18:49 2
O meu marido é tão ciumento, Dr. Manecas
Demorou mas consegui, foram anos de luta, a tentar coordenar, era uma obsessão que tinha, do meu marido pensar, que o andava a encornar, aquele ciúme doentio, vinha lá do mais fundo, e então quando bebia?, o melhor era fugir, ficava doido irracional, não se podia falar, nem clima era possível, de maneira que nem fodia.

Não havia como resolver, até que uma amiga minha, a Verónica velha safada, que era puta e gostava, disse eu, "vou no psicólogo", mas ela explicou, "menina, vai no dr. Manecas, ele resolve como ninguém, sabe, ele é psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia, e ensinador de verdades ocultas à noite, o homem tem sempre solução", e eu fui a correr ter com ele, me queixar deste mal, e aí, a que deus dou graças, salvei o meu marido, e voltei a foder.

Entrei no espaço dele, dr. Manecas me recebeu, me assustei quando o vi, um cheiro suave me atingiu, perfume único e exótico, que do corpo dele vinha, trazia uma camisola em V, e umas cuecas finas apertadas, num tecido nobre que nunca vi, pelos lhe saiam do tronco, e notei logo, me mostrando exibido, um pau grosso bem formado, me veio à cabeça a Verónica, "onde você se meteu Maria?, aquela puta te enganou".

Mas se doutor era assim, me deixando doida e tesa, eu havia de perdoar, porque neste momento eu senti, o meu corpo, a minha pele, e a minha boca, eu ainda era mulher, com desejos e muitos sonhos, de ser feliz e ser completa, rodeando-me os ombros e os braços, o dr. me trouxe para dentro de casa, debaixo da sua asa, e me disse tranquilo, "venha, vamos resolver tudo", o danado olhava pro meu corpo, me vendo lutando dentro, meus calores e aflição, por isso avisei ele, "eu sou mulher séria, eu amo o meu marido".

Ele se riu me dizendo "você é mulher séria, e é por isso que está aqui", lhe fiquei contando dos problemas, do Audércio e do seu ciúme, e ele perguntou, "mas conta, o que ele faz?", quase fiquei chorando, "você tem de compreender, doutor, Audércio não fode, e como ele não fode, acha que eu ando fodendo", doutor Manecas me ficou olhando, "mas menina isso é um problema, eu resolvo mas me diz, e você não fode mesmo?".

Eu fiquei irritada com tal pergunta, e disse para ele, "mas doutor, eu lhe disse, me enxerga vai, sou mulher séria, eu amo meu marido, não ando fodendo não", doutor Manecas fazia o seu trabalho, "mas menina, não está vendo, você tem que foder, me diz, se eu lhe der meu caralho, você vai chupar? e seu cu, eu gostava de foder seu cu, você vai gostar?".

Meu Deus, eu estava ficando maluca, ele sentado no sofá em cuecas, eu vendo o pau dele duro espetado, querendo saltar para fora, ele agarrou com a mão me mostrando, "está vendo o meu pau está bem grosso, o meu pau adora mulher séria, se você me der seu cu, eu trato você, e seu marido fica curado", quase estava convencida, mas caralho!! que não sou estúpida, eu tinha de perguntar, "mas doutor, não estou entendendo, como é que meu marido fica curado?, com o doutor me comendo o cu?".

Quer dizer, naquela hora não queria saber, já não tinha memória do que era foder, Audércio tinha sempre desculpa, me cansavam as suas dúvidas, mas uma ideia eu precisava, de explicar se acontecesse, ouço dr. Manecas dizer, "é assim Maria, ciúme é o degrau antes de corno, percebe?", estava surpreendida com tanta sabedoria,"como assim?", ele me esclareceu, "então seu marido está sofrendo porque tem dúvida, não tem certeza se é corno ou não, se você começar fodendo ele fica mais aliviado".

Disse assim para ele, "entendi, mas assim ele vai ficar sabendo que ando dando minha cona e meu cu aí para o pessoal, isso não é bom, doutor", mas doutor Manecas insistia, "me diz, você quer chupar o meu caralho?", eu respondi correndo, "quero muito doutor mas ...", ele ficou alterado, "não há mas, chupa aqui garota, se não chupar você não vai ver a luz, está me entendendo?".

Eu estava resignada, doutor Manecas sabia, eu me dobrei para baixo, pensando, "Verónica amiga estás perdoada", pus o pau dele na boca, e comecei lambendo ele, dava-lhe beijos na cabeça, ele pôs a mão nas costas, me dizia sossegado, "está vendo, garota, você sabe, está se recordando, é como andar de bicicleta, chupa aí no meu pau, que bom".

Ele tinha um gosto amargo, de doce de limpo e de sal, mergulhei nos pelos molhados, a minha mão a suster aquela haste, lambia-o todo de alto a baixo, "ai doutor, ai doutor, que loucura, o que estou fazendo?", os dedos dele me percorriam, subiram pelo vestido acima, puxou arrancou a minha cueca, "vai, se volta, quero comer seu cu e sua cona, vou deixar você maluca".

Eu lhe virei as nádegas, e aí meu deus, me esqueci onde estava, fechei os olhos esperando, eu que sou mulher séria, mas marido tem de entender, se me deu prazer, é porque é para foder, quero levar no cu, nem sei como vou explicar, seja o que nosso senhor quiser, duas garras me prendem atrás, para uma estaca grossa me forçar, soltei um grito alto, "ai minha mãe, que está a entrar", ai foda-se!! que me doeu tanto.

O doutor Manecas levantou-se, vejo-o pôr um óleo no pau, "desculpa não queria fazer doer, vais gostar agora, vou enterrar este caralho grosso no cu", e foda-se!! foi tão bom, empinei ao alto para o deixar entrar, o caralho escorregou por mim a passar, senti-o todo dentro grosso e rijo, ele começou a bater duro, a movimentar as ancas metendo, a abrir-me o ânus num anel apertado, "ai foda-se!! que me venho toda", e senti-me a estremecer toda molhada.

Sinto-o a tirar o caralho do meu cu, a desaparecer para outro lado, ali me deixou caída no sofá, toda nua toda aberta, descansava a recompor-me, da foda que me fora dada, quando ele reapareceu, "então parece-me que o seu marido está curado", eu estava de boca aberta, "curado, como? doutor Manecas? só por eu ter levado na cona e no cu?", ele respondeu iluminado, "sim, ele agora é oficialmente corno, não faz sentido ser ciumento, o que agora a Maria tem de fazer, é foder foder foder".

Ele continuou. "tem alguém para foder?", eu respondi, "quer dizer, para foder foder tenho, o empregado do meu marido", como doutor Manecas é que sabe, depois disse e não esqueci, "então foda foda lá com esse sujeito, quando disser ao seu marido, veja lá, não fale aqui do tratamento.".

A profecia 2º - Chef dança e muda e ia

19:01 0
A profecia 2º - Chef dança e muda e ia
Já tinha passado um mês que eu estava grávida do pingo de esperma do Professor Ricardo, ele e a Professora Cacilda tinham desenvolvido a máquina, o Lukvis Masturbating Vibrating Sex Machine, e, com muito esforço, ele espremeu-se todo, e lá conseguiu extrair do pau teso, uma gota do precioso liquido, para iniciarmos uma nova humanidade.

E para cumprir a profecia, que o antigo fragmento dizia, ou era a máquina, ou era o broche, ou como dizem no Brasil, o boquete, o Professor Ricardo ainda tentou, pedir a mim e à sua mulher, dizia ele, "batam uma punheta por favor, ou chupem o meu pau murcho, façam tudo o que puderem, nós temos de salvar o mundo", mas enfim, ficou tudo resolvido.


Os mantimentos começavam a escassear, nós éramos três a comer, na gruta distante em que estávamos, há dois dias que comíamos morcegos, a professora Cacilda e eu a apanhá-los, eles saiam à noite em debandada, nós batíamos-lhes e eles morriam, a professora Cacilda fazia-os depois fritos, numa fornalha da merda que os bichos deixavam.

As condições eram duras, lá fora a humanidade, ou o que restava dela, caía de apodrecida, no corpo e nas ideias, e não podíamos misturar-nos, até que surgisse um novo mundo, e porra!! para o professor Ricardo, que ele não contribuía com nada.

Dia após dia, desde que fomos para a gruta, ele escondia-se lá ao fundo, ele e o Lukvis, sempre a esfregá-lo, a fazer exercícios, no pau estendido, eram gemidos que de lá vinham, a professora Cacilda só dizia, "oh Teresa mas o que anda o caralho do Ricardo a fazer? e que barulho é este? parece um gato a gemer?".

Eu respondia, "oh professora, o professor Ricardo só pensa no Lukvis, passa o dia a esfregá-lo no pau, para ver se ele cresce mais, não o ouve a ele a gemer?", ela depois gritava irritada, "caralho Ricardo, que é que estás a fazer? vem ajudar caralho!! há morcegos para caçar".

Mas lá do fundo da gruta, de um buraco escuro onde ninguém vê, ouvíamos a voz sumida, "deixem-me, o Lukvis é uma maravilha, mais dois pingos de esperma, vou fecundar mais gajas", a professora Cacilda olhou para mim, "o meu marido está doido, e a culpa é tua Teresa, deste a ideia da máquina, e ele agora não quer outra coisa".

O velho estava maluco, a professora Cacilda a descompensar, só dizia, "porra!! estou farta de comer morcegos, e eles aumentam o tesão, o meu marido bate punheta com o Lukvis," e depois olhava para mim, "bem vistas as coisas, Tereza, só cá estamos as duas", eu olhei para ela e ri-me, perguntei a ela, "o que a professora Cacilda quer dizer com isso?".


Ela avançou para mim, a fazer uma dança sensual, o corpo movia sem  parar, e eu pensei, "meu deus, que continua uma bela mulher", eu não era fufa mas desejava, há muito tempo que não fodia, só um dedo me puseram na cona, para entrar o pingo de esperma, só que isso não contava, apetecia-me um caralho grosso e rijo, que isto de comer morcegos, também me excitava.

Ela foi-se aproximando, fazia um circulo ao meu redor, como dançarina do ventre oriental, vi-a nua num véu transparente, os mamilos rijos e espetados, as pernas que arqueava, quando estendia os pés finos, "Teresa, deixa-me amar-te, dá-me o teu corpo", mas e eu que pensava, "o que dirão de mim os outros?".

No fundo da gruta ouvia-se o gemido, "hum hum, vou recolher material ainda quente", só o esforço físico que fazia, a esfregar o Lukvis no caralho, a professora Cacilda ignorou-o, continuou a fixar-se nos meus olhos, junta sentada ao meu lado, senti-lhe a boca húmida a dizer-me, "Teresa porque te preocupas com os outros, se amanhã só cá estamos nós, ah esquecia-me, e o produtor de esperma".

Queria muito dar-lhe um beijo, ela tinha lábios grossos, experientes nas palavras proferidas, e no amor em tudo o que ela fazia, e eu deixei-me ficar, sólida e ancorada, a onda de desejo que se aproximava, abrangente, enorme, a cobrir-me, de volúpia, de desejo realizado, a atingir-me, quando os nossos mamilos se tocaram, numa caricia, num encontro esperado.

E os meus lábios nos dela, as línguas, os dedos que me entraram na cona, húmida, encharcada, de querer muito aquele dia, aquele momento, de nem ser mulher, nem ela homem, apenas dois seres encontrados, ela puxou-me as pernas, a descer por mim, nos mamilos, no ventre, entre as minhas coxas, o calor do meu clitóris, abriu-se, a dar-se, à língua molhada dela.

Esqueci-me de tudo, da gruta, dos morcegos, do ruído de uma nascente, e até do gemido do professor Ricardo, o meu corpo arqueou-se alto, "ai professora Cacilda, que me venho toda", estremeci a abanar-me, senti o liquido que saía, a encher-se a cona toda, como um lago, um campo, uma margem alagada.

Estávamos ainda deitadas, abraçadas uma à outra, quando apareceu o professor Ricardo,"tenho mais pingos de esperma, não sei porque se dão ao trabalho, vou precisar de uma de vocês!".

Perguntámos as duas ao mesmo tempo, "para quê?,", continuou ele, "o lukvis masturbating vibrating sex machine é muito eficiente, mas já me dói o braço, uma de vocês vai ter de o pôr funcionar, agarrar e esfregar", ainda ouvi a professora Cacilda dizer, "vai mas é bater punheta no caralho", e ele lá foi a ruminar, "estas gajas, querem ser muito modernas".