Maio 2019 - Biografias Eróticas

Tou ficando sem eletricidade

12:32 0
Tou ficando sem eletricidade
Nico é um cara aqui do bairro que tem negócio de eletricista e o homem faz tempo passa o dia em minha casa, ele me dizendo "você Manuel tá com problemas de eletricidade, a sua casa gente, tá com problema", eu fui assim desconfiando, e agora percebo porque é que Nico passa tempo arranjando coisas lá em casa.

A safada anda se dando .....que gostosona... tou adorando ela...


Bola que não sai com amigas ...

19:03 1
Bola que não sai com amigas ...
Raquel é minha mulher, e me diz que gosta de dançar, sair, se divertir com as amigas. Como marido, eu sei que sou um homem pacato, caseiro, trabalhador, e na verdade, não gosto muito de diversão, mas também não me importo que Raquel saia de noite, com as amigas para curtir a noite.

Só que isso está causando alguns problemas, minha família está chingando, não aceita que ela saia e se divirta desacompanhada, sem mim, e faz críticas a essa atitude dela.

Então confessionário, disse aí para eles, vou arranjar aí um amigo, para dar uma olhada nela, pra vocês verem que ela se está só divertindo com as amigas e merda porra, me saíu isso aí ...

O amigo me dizendo que foi fazer seu negócio e lá estava, "sua mulher rapaz boa rapaz, que fodão ela dá, manobra bem".


Minha Nora brinca com o fogo

11:19 1
Minha Nora brinca com o fogo
Estou vendo ela confessionário, essa safada anda enganando o meu menino, já ontem à noite fui-lhe dizendo, "Verónica menina, você anda brincando com o fogo", e ela com cara de pau, "mas D. Juliana não estou fazendo nada", lhe respondi logo que eu sou assim, "não está fazendo nada o caralho", e fui logo continuando, "esse cara malandro o Maurinho anda rodeando você, e vi bem, você lhe dando troco".

Verónica é minha nora, meu filho Juninho foi pro Mato Grosso, à procura de um dinheirinho, que isto agora é crise e tá difícil, mas o coitado se casou com essa puta, que além de puta, a bandida é também gostosa, sempre mostrando mama e anca aí pra rapaziada, eu bem ouço do galpão, os assobios maneiros quando ela passa, antes pensava que era só brincadeira, mas esse Maurinho é caso sério.

"Verónica, você anda fodendo com o Maurinho que eu sei", a ordinária me respondeu, "D. Juliana não é verdade, eu amo o Juninho, você sabe!!", ela pensa que me engana, pensa ela que sou otária, também tive meus momentos quando era nova, o falecido pai do Juninho percebia, que este corpinho aqui tinha muita rodagem, e só ele não me chegava, mas eu não era puta, eu fodia e ele sabia.

No outro dia vi Maurinho passando, carinha malandro problemático, seu negócio é mulher casada, com maridos trabalhando duro, ele espetando elas em casa, mandou ele um olhar na Verónica, e, eu bem vi, ela foi correndo assim mais atrás, até que entraram no anexo que meu filho construiu, com tanto sacrifício digo eu, pra ter um tecto em cima pra dormir.

A ordinária ia rodando a bunda, toda ela apertada, nessa roupa que as putas usam, mostrando as coxas grossas bronzeadas, que essa doida quer bem bom, sua vida é na praia desfrutando, e meu filhinho se matando, Maurinho ia se babando, vendo ela se gingando, já pensando eu de caralho teso, pra foder ela no anexo, fui assim sorrateira, que eu sei meus modos de mulher sabida, queria apanhar ela no ato, para ver e fazer prova, dizer depois ao Juninho "meu filho esquece ela".

A sem vergonha foi pro anexo do meu filho, levando atrás dela o Maurinho, a imprestável se fez de difícil, fazendo seus jogos de puta sabida, pondo o macho em rebuçado, o menino estava ficando doido, já despido todo mostrando o pau, teso grosso em pé espetado, "ai minha Nossa Senhora", pensei eu, mas que ma...ra...vilha, coisa tão grande ele tinha, fazia tempo não via nada assim, estou velha mas não estou morta.

Ela ia fugindo dele, brincando com o seu tesão, bem via que estava excitada, mamilos tesos na roupa apertada, aquele top de tesuda, acha que vai ser nova toda a vida, calçaozinho quase sem nada, ele afiando o caralho, "vai Verónica tira logo essa roupa, tou ardendo de tesão, me deixa comer você vai", era o que ele falava, estava perdendo a paciência, aquele pau grosso não esperava, ela bailarina se contorcendo.


Vi ele agarrando ela, lhe dando beijos pra não fugir, dando-lhe uma cantada maneira, de safado esperto de boa vida, "vai, nóquinha tira essa roupa, não vê meu pauzinho duro, mama nele que está sofrendo, vai", ela ria do choro dele, se esquivando sádica pensando, que Maurinho aturava o que queria, mas ele não aguentou mais, puxou o top dela, saltaram-lhe duas mamas tesas, que ele começou logo chupando, menino estava sôfrego, parecia que não fodia há anos, mas culpa de Verónica que era assim, de gostosa que enlouquecia os homens.

Eu vi que ela viu que não dava, homem com tesão grande é problema, não vê sentimentos mas só buceta, de minha experiência em bem sabia, se mulher quer foder, é melhor tirar proveito, ir logo abrindo a perna, deixar o resto para outro momento, Verónica estava misturando, Maurinho queria foder se gozando, baixou-se e começou chupando, aquela coisa grossa na boca dela, "Minha nossa,  a safada sabe o que está fazendo", era o que eu pensava, Maurinho gemia se contorcendo e falando, "aihhm danada chupa tão bem onde aprendeu isso".

Quanto mais ela mamava, lhe apertando os lábios de cima abaixo, olha pra ele mostrando oficio, essa menina era mesmo puta, ou se não era fora noutra vida, fodia e já nasceu adaptada, bem percebia agora, porque Juninho gostava dela, o menino devia ficar doido, com o trabalho dessa ordinária, Maurinho crescia ainda mais, quando mais ela chupava.

Ouço Maurinho, "vai menina abre essas pernas, quero comer essa buceta e esse cu", pela primeira vez ela fala, como um ser humano se expressando, até ali se sorria e brincava, como uma concubina manipulando, "quer me comer o cu, não sei se dou o cu pra você, não sei se merece, você é tão mau pra mim", ele respondendo, "vai Verónica você sabe que eu gosto de comer seu cu, vai", ela se riu, "tá bem eu dou, hoje acho que merece".

"Ordinária, bandida, lambisgóia", pensei, há quanto tempo enganava Juninho, fodendo com este malandro na cama dele, se calhar com outros que eu não via, que grande puta me saiu ela, não sei o que deu em meu filho, para casar com esta galdéria, enganando ele a toda a hora, dando o cu dessa maneira, até eu dizia pro falecido, "meu querido você sabe, fodo muito porque preciso, mas no cu eu me reservo, pra si meu bem é todo seu", ele compreendia e percebia, que sendo mulher casada, ele tinha seus privilégios.

Maurinho se pôs em cima dela, deitados na cama do meu filho, o menino estava sofrendo, de tanto tesão quase explodia, vi ele enterrando o pau duro, abrindo apertada a buceta dela, de onde estava eu bem via, ela gozando espetando o rabo, Maurinho fazia força entrando, com as ancas em movimento, batendo forte nas coxas dela, "que menino", pensava eu, "olha só pra ele como fode",  bem gostava de ser fodida, daquela maneira o queria, não estava esquecida era certo, que isto de levar na buceta e no cu, é como andar de bicicleta.

A Verónica gemia "ai Maurinho você é tão grande, está me fodendo com tanta força, aihmm", Maurinho lhe perguntando no ouvido, "me diz seu marido a come assim, como tou comendo, vai diz?", ela gritava "aiii não fala assim, eu amo meu marido", ordinária eu ouvia ela, Maurinho estava meio enraivecido, com aquelas palavras saindo, "sua puta ama seu marido né, e tá me dando seu cu, vou partir ele todo desgraçada", "aiii Mauro aihmm aimm".

Ele estava ficando doido, agarrou ela forte como um touro, puxou pelas nádegas de Verónica, abrindo-as ao meio como fruta, cuspiu no ânus dela como bruto, logo logo enterrou a cabecinha, daquele pau enorme no cu dela, a desgraçada saltou um grito, "aihmm Maurinho você me aleija tá me doendo aihmm", que boa foda Maurinho, tava dando na minha nora, bem que ele é artista, malandro passa o dia treinando, fodendo tudo o que é mulher casada, com aquele instrumento danado.

Ele estava partindo ela, vendo o cu apertado sofrendo, tenso à passagem daquele caralho, ela gemendo desnorteada, "aihmm Mauro me está fodendo toda", ele zurzindo uma voz rouca, "sua puta você gosta de levar no cu, e Juninho, esse corno, come seu cu? assim como eu?", "aihhm não chama isso, aihmm, tou me vindo, aihmm, tou toda molhada, aihmm", vi ele estremecendo e se vindo todo, esguichando em cima dela, agarrado àquela coisa medonha.

Me fui depois embora e foi aí que estava falando com Verónica, "ouça, não me faz de otária, eu vi com esses olhos, você fodendo com o Maurinho, no anexo na cama do meu filho, aquele pau duro lhe espetando no rabo, e você estava gostando", ela ficou calada, agora percebia que eu sabia, brincadeira estava ficando séria, eu continuava assustando, "você sabe menina Juninho pode ser corno, acho que ele até sabe que é corno, aceita por querer você, mas olha, ele não é corno manso, quando vira, aiii menina".

Via que ela estava temendo, havia reações que não esperava, "você vai contar para ele D. Juliana? que me viu fodendo com Maurinho?", "não sei menina não sei, é meu filho né, não gosto de ver isso assim", "D. Juliana não conta pra ele vai, foi só uma vez, não faço mais, você sabe, Juninho está fora há seis meses e, compreende, tenho fome, né, esse tesão todo em meu corpo, não aguento", ri-me bem alto "você é mesmo vadia, uma vez só, estou sabendo? esse cu tem boa história, menina, Maurinho vem-se governando nele, né, a toda a hora".

"Ele aparece, dá-lhe aí uma chamada, e você sai correndo dar o cu pra ele, é você é mesmo lambisgóia, sabia", "D. Juliana não dou nada, sabe eu gosto de seu filho, mas à noite fico sofrendo, me rebolando na cama, sozinha e toda molhada, querendo pau vou-me ficando, até não aguentar mais até não aguentar mais, D. Juliana".

"Mas há quanto tempo dura isso", perguntei, "Isso como, D. Juliana", "Ora, isso de ficar mamando na rapaziada, se enrolando na cama do meu filho", via ela pensando o que dizia, fazia barulho aquela cabecinha, eu que queria saber tudo, "Faz algum tempo, D. Juliana, mas é coisa passageira, logo logo Juninho regressa", ela me fazendo de otária.

"Não conta vai, o que posso fazer pra senhora D. Juliana?", bom quando ela disse isso, minha mente e meu corpo despertou, com uma promessa que não esperava, afinal até a compreendia, o Juninho saía ao falecido, não ligavam ao sexo como o queríamos, vinham aliviavam-se e pronto, era só o que queriam, o bom procurava-o em outro lado, e bem melhor que uma sonsa, era melhor ter uma puta como nora.

"Você pode fazer uma coisa para mim e eu perdoo você por andar a enganar meu filho", "o quê D. Juliana, me diz e eu faço", "e então você pode pedir pro Maurinho, né", ela estava assim meio esquisita, vendo meus trejeitos e minha língua, que tremia de desejo e de esperança, "pedir o quê D. Juliana, como assim?", "Ora, menina, não se faça de estúpida, pede pro Maurinho me vir foder, menina, me dar uma ou umas quantas, minha filha, sabe, tou precisando também", ..... minha nora ficou de boca aberta .... e agora confessionário, tenho ela e a de Maurinho na mão ....

Quem tem pai não tem casamento

19:04 1
Quem tem pai não tem casamento
Nunca estive chateada com o meu pai como agora, conheci o Roberto vai para um ano, temos namorado e ele é fantástico, amo-o tanto que quero casar com ele, só que o meu pau deu pra embirrar com ele, que ele não é homem para mim, diz-me ele "Marília minha filha arranja-me outro homem que eu deste não gosto".

E temos andado nisto, eu venho insistindo, "mas pai é o que quero, eu amo o Roberto que é meu amor", até que um dia, ele já cansado, virou assim pra mim me dizendo, "filha o Roberto é paneleiro, ele gosta de levar no cu, filha, não é homem para você", ele só podia estar brincando, Roberto paneleiro, não não podia ser, meu pai era assim pai galinha, e só podia estar enciumado por ser trocado por outro homem.

"Mas pai, você só pode estar brincando, Roberto não é paneleiro", não queria discutir esse assunto com o meu pai, lhe dizendo que Roberto me fode e fode bem, ele é assim desligado, como todo homem quando passa o tempo, mas paneleiro? não não podia ser, era invenção de meu pai, "filha estou dizendo Roberto é paneleiro, fica levando no cu a toda a hora".

Meu pai era camionista, muito tempo passava fora, nas viagens por todo o lado, eu sabia que se contavam histórias, de motoristas fodendo tudo, fora de casa se aviando, com o que aparece, puta ou paneleiro, e meu pai não era um santo, mas que sabia ele dessa coisa, de Roberto ser paneleiro ou não, eram ideias dele e só podia ser invenção, para não me casar com outro homem e ficar ficando a sua menina.

"Pai não sabes de nada, é invenção tua, como podias saber uma coisa dessas?", não esperava a resposta dele, palavras saiam da boca do meu pai, estávamos na oficina dele, ouvia a minha mãe na cozinha, barulhos de pratos e panelas, no intervalo em que voltava a casa, tinha-me chamado para dizer aquilo, quando o ouço a dizer "filha sinto-me na obrigação de te dizer, filha, mas tens de me prometer".

"Prometer? Mas prometer o quê?", perguntava-me eu, o meu pai cheirava a óleo das limpezas que fazia, estava meio tonta com a conversa que tinha, "prometer o quê, pai?", "ora prometer que não dizes nada à tua mãe, é um segredo só nosso, uma fraqueza minha filha, tens de prometer, filha", eu só queria saber o que era, de curiosidade que me matava, "tá bem prometo, seja o que for!!".

O meu pai enrugava os olhos, de tão sério que nunca o vira, quando diz "já lhe fui ao cu filha", "ao cu, qual cu?", "ora o cu do Roberto filha já lhe comi o cu", eu estava de boca aberta, até onde o meu pai ia, só para não me ver casada e feliz, com outro homem a viver a minha vida, "tás maluco pai, foste mesmo ao cu do Roberto?", eu quase me ria do que ele fazia, acenava a cabeça a dizer sim sim, "acho que enlouqueceste pai".


"Já agora como é que isso foi?, gozava com ele desta forma, "ainda há dois ou três dias lhe fui ao cu filha", "dias? mas há dois dias estive aqui com o Roberto", continuou ele insistindo, "é verdade filha, se bem te lembras ele veio comigo aqui para oficina, foi nesse sofá onde estás sentada, que o enrabei filha, eu sei que não devia, é quase teu marido, mas nem eu nem ele aguenta, gosto de lhe ir ao cu filha".

A minha boca continuava aberta, se saltava do sofá e dali saía, à cautela fui-me levantando, não imaginava o meu pai enrabando, o Roberto de cu no ar ali deitado, mas de uma coisa eu sabia, meu pai não era mentiroso, se ele o dizia desta maneira, me confessando os seus pecados, queria saber mais dele, "mas se isso é verdade, que não é, e a mãe?".

"a mãe o quê?", "então pai andas a enrabar homens", dizia-lhe ainda incrédula por não ser verdade, "olha foda-se filha, quando chego dou uma foda à tua mãe, cumpro as minhas obrigações, o resto é laser sabes tempo pras minhas coisas, compreendes", não acredita que falava desta maneira com o meu pai, das fodas que dava na minha mãe, pelas que dava no cu do Roberto, a curiosiadde tinha crescido, agora queria saber tudo, se confessasse que o dissesse agora, "e fora de casa nas tuas viagens?".

"O quê queres saber se fodo? é isso", "sim", disse-lhe eu com uma voz sumida, "claro que fodo, filha, tenho as minhas necessidades, são muitas horas a conduzir um camião, preciso de descansar às vezes e então percebes, né, tem de ser", "e como é que as arranjas?", "eu filha, se calhar é desta vida dura, e depois é mais fácil, mas tenho fodido é mais homens, filha", "a sério ..?, estava espantada, por nos abrirmos assim um ao outro, já acreditava no meu pai, devia ter ido ao cu do Roberto.

"são muitos?, adorava aquela conversa, de me excitar quando falava com ele, destas coisas mais secretas, sentia-me tesa e dura de desejo, concreto do corpo sem propósito, só das palavras que trocávamos, também ele estava de pau duro, do volume nos calções, "muitos filha, sabes, aparecem muitos homens nos sítios onde paramos, tenho comido muitos cus filha, na traseira do camião, mas por favor não digas á tua mãe, ela é feliz assim com uma foda que lhe dou".

Passou-me um dia ideia louca, a correr na minha cabeça, se queria provas tinha de ser, "sabes amanhã venho cá com o Roberto, podias chamá-lo à oficina?", ele riu-se meio maroto, a perceber o que eu queria, e foi hoje confessionário, nem queria acreditar, mal o meu pai o chamou, lá foi o Roberto meu amor a correr, aproximei-me assim de perto sem a minha mãe ver.

De umas frinchas que a oficina tem, não é que o Roberto mamava o meu pai, ali estive uns momentos, até ao fim que queria ver tudo, o meu pai com um caralho grande e teso, empurrava-o para a boca do meu namorado, o meu homem grande que é o meu pai, virou-lhe depois o cu para cima, bem em cima daquele sofá, abriu-lhe o cu todo a espetá-lo, gemia ele de gozo dizendo "aimm seu Zé estou adorando delicia me parte o cu vai".

O meu pai sabia que eu via, os nossos olhos se encontravam, percebia-lhe o prazer quando fodia, a enterrar no cu do Roberto, queria que ouvisse a confissão, para não me casar e desistir, como se essa certeza ainda existisse, "e a minha filha como fica? Roberto, estou comendo o teu cu, como fica?", "aihm seu Zé, gosto de você me enrabando, fico assim como você né, anda me enrabando e está casado com sua mulher, a diferença é só essa eu ainda não estou".

Vejo o meu pai a vir-se, agarrado ao caralho gemia, a minha mãe ali perto no jardim, gritava ouvia-a por mim, "filha onde é que andas e o teu pai, meteu-se pra aí com o Roberto, vé na oficina, vamos almoçar", ainda vi o Roberto a vir-se de cu aberto a masturbar-se "ai seu Zé que fodão me deu tão bom, vai me deixa casar com sua filha para termos mais."

Será que é bom ter um pénis grande?

17:49 2
Será que é bom ter um pénis grande?
Ha ha ha ha, por esta não esperava, esta é pro supositório, porra!!!, mais um estudo do caralho, mas agora é prós maiores, avantajados é o termo, andam sempre a gabar-se, da coisa generosa que Deus lhes deu, para agora se verem cornudos, e é mesmo como se diz, o que se deu com uma mão, é-lhes tirado com a outra.

Então não é que uns gajos do Quénia, foda-se pró Quénia, é verdade, é mesmo isso, Quénia, professores de qualquer coisa, que dizem que quanto maior for o pénis, maiores serão as chances de a mulher o trair.

Ha ha ha ha! foda-se, esta é demais, é mesmo supositório, o estudo publicado numa revista cientifica diz que perguntaram a 545 esposas quenianas, vejam isto!!! esposas de pescadores, de pescadores do Quénia, logo 545 gajas, perguntaram-lhes se já tinham encornado os maridos, e foda-se, elas disseram que sim. 

Não é que estes professores deram réguas às esposas para medir os mangalhos dos maridos pescadores, isto erecto, vejam bem, os gajos queriam saber se o tamanho influía em alguma coisa, e não sei, mas só podia, isto deve ter sido um acidente, um acidente cientifico, pensavam que era por serem pequenos.


Então não é que concluíram que as traidoras eram as que tinham os maridos com paus maiores, será que isto faz algum sentido, isto está tudo maluco só pode ser, o gajo anda todo contente satisfeito da vida beneficiado por Deus, e depois é corno!! Como pode ser isso, não dá para confiar? 

Vejam bem esta informação, os gajos, todos blacks, vejam bem, com pénis erectos de 15,2 centímetros, eram os que se safavam melhor, as gajas eram fiéis.

Agora, pessoal com 20, 30 e muitos, dá que pensar!!, está literalmente fodido, a probabilidade de ser encornado é quase total, não se compreende.

Os especialistas do estudo, vejam bem examinaram 545 mangalhos de preto, para concluírem que as mulheres acham que os membros grandes causam desconforto nas relações íntimas, quer dizer nas fodas, atrapalhando a satisfação delas.

E então se a coisa é grande, e a vagina pequena, então é que está tudo fodido, há dor e a mulher não desfruta do ato.

Que desgraça!! O Mito foi-se!! A culpa é delas, gabam às amigas os maridos bem fornecidos, mas afinal parece que é uma manobra de diversão, querem é atirar-se aos maridos pequenitos.

Memórias de um broche

22:33 1
Memórias de um broche
Foi das melhores coisas que me aconteceu, por ser inesperado, ou melhor assim assim, a minha mãe tinha saído, o meu pai estava fora, e juntei-me com o Bruno em minha casa, num belo programa de fim de tarde, sozinhos os dois no meu quarto a ver videos e fotos pornográficas.

Não é que não soubéssemos a missa toda, mais até do que o padre talvez, e íamos abrindo videos com gajas a fazer broches a gajos, riamo-nos da cena deles, do trabalho todo a mamarem, depois o exercício todo a foderem, e aquelas caras que faziam.

Depois assim como quem não quer a coisa, puxei de um video pornogay, o gajo a mamar no caralho do gajo, eu e o Bruno ficámos em silêncio, a ver o outro agarrado, a executar com gosto o que fazia, e a dada altura o Bruno perguntou-me, se eu queria e que se quisesse,  me fazia um broche.

Eu abanei a cabeça a dizer que sim, ele pediu para lho mostrar, e quando pus o coiso de fora, ele agachou-se assim por baixo, e começou-me a mamar no caralho, e sabem aquela sensação quente de uns lábios, a beijar carinhosamente ao de leve, aquele toque suave e super erótico, que nos percorre o corpo até ao cérebro deixando-nos loucos? 


Pois era isso o que sentia. Aquela sensação de sentir uma mão quente e suave a segurar o pau, a apertá-lo e a deixá-lo crescer enquanto sentem o interior de uma linda boca húmida e quente? 

Sabem aquele movimento para cima e para baixo, a mão a prendê-lo, a língua brincando, a chupar profundo, e a sucção que a boca tem? Que bom .., gemia tanto. Aquela sensação escorregadia da saliva a percorrer o corpo erecto do meu pau teso? E a respiração ofegante, me contorcendo todo, empurrando-o para dentro, a minha mão a forçar a cabeça dele, comendo-lhe a boca, com os meus olhos fechados?

E aquele acelerar de movimentos que potencia uma explosão de prazer? E o esquecimento, o esquecimento, em que não há mais nada à volta? Solta-se-nos um ai, uma dor, naquele momento em que a gente quase se vem dentro daquela boca linda e doce, a alagarmo-mos com o nosso leite salgado? 

Não sabem?!

Cinquenta tons de cheiro a queijo

18:05 0
Cinquenta tons de cheiro a queijo
Há mais de uma hora que andava nas compras no supermercado quando assim de repente vejo o Artur, tinham passado, sei lá, mais de vinte anos, desde que fora meu namorado, e ali estava ele, não havia dúvidas, alto e grande naquela postura, gigante gentil, o mesmo volume entre as pernas, nem a maneira de vestir, quase de miúdo, ele mudara.

Ele fazia o que eu fazia, naquele momento nas arcas dos queijos, começava numa ponta, ia-os apalpando um a um, a ver se eram moles, duros, ou assim assim, depois cheirava um queijo e depois o outro, revirava os olhos para cima, a ver com o nariz as diferenças de uns e outros, uns com tons fortes, outros menos, outros agressivos, ou outros que não cheiram a nada, e dos que cheiram mal porque são maus.

Não sabia se o devia cumprimentar, o meu marido estava afastado, por outras prateleiras mais distantes, mas é homem de tantos ciúmes, tem-nos do Artur e de outros com quem fale, não que me importe com isso, ele bem sabe que falo quando quero, mas com o Artur era diferente, tinha alguma vergonha de o fazer, o Artur que me tinha fodido tanto, em dois anos que namorámos.


Voltava-me a memória daqueles tempos, do caralho grande e grosso que tem, daquela vontade esfomeada insaciável, tardes e noites inteiras que me fodia, dava 3, 4, 5, 10 fodas de seguida, assim era acordava toda partida, era a cona, o cu, a boca, para ele nada escapava, olhava-o agora a cheirar queijos, o pau grosso ali continuava, tinha saudades das fodas que me dava.

De repente levantou a cabeça, viu-me assim ao fundo que era eu, sorriu quase a chamar-me, também ele tinha os seus medos, via-o no facebook com a mulher, uma gordinha com boa cara, para parideira nada lhe faltava, produzia miúdos como uma vaca, cheguei-me perto e disse "então Artur como vais?", ele acenou a olhar para os lados, de meio assustado que estava, respondeu-me ele, "ha, tudo bem e tu?".

Não queria mas foi sem querer, perguntei e olhei, foi reflexo que não esperava, olhei-lhe o pau grosso entre as pernas, que percebeu e riu comigo, como se dissesse "tás lembrada dele?, tantas fodas que te dei, tantas vezes que te fui ao cu, tanto gostavas se te lembras", de tanto que fiquei vermelha, "soube que tens uns quantos filhos", disse eu a disfarçar, "sim sim claro, liga-me o telefone, é o mesmo vou andando tchau", era a gordinha que se aproximava, e meu deus, que susto, meu marido me aparecia.

Esperei dias para ligar, é que não me saía da cabeça, as lembranças que me voltavam, do Artur a comer-me no meu quarto, em todos os lados que podíamos, outras vezes no carro dele, sacava o caralho imenso, que eu mamava a muito custo, de tão grande que ele era, mas agora que algum tempo passou, não há sitio onde esteja, que não sonhe das fodas que me dava, e do que me doía e eu gritava, quando ele me penetrava.

Mas quando me disse, "o telefone é o mesmo", eu sabia o que ele queria, que eu ligasse para estarmos juntos, porque conversa não era coisa dele, desejava também eu o que pensámos, quando lhe olhei pro pau grosso, de ser fodida como antigamente, o meu corpo ardia de desejo, liguei-lhe "sou eu Artur, a Telma", ele disse-me baixinho, perto dele alguém à espreita, "podemos encontrar-nos? sei ai de um motel barato, queres ir?".


Um motel dava muito nas vistas, disse-lhe "não, vem a minha casa, se não demorares muito estou sozinha", dava-lha já a entender ao que vinha, queria foder abrir as pernas, por dentro o meu corpo pedia, pela antecipação do que me lembrava, de tantas mamadas que lhe fizera, de me vir doida quando me fodia, pensei no meu marido, ele andava chato e esquisito, assim me justificava, de querer ser bem fodida..

Ele chegou depois acanhado, constrangido por estar na minha casa, deve ter pensado "foda-se e se aparece o marido", pensamento que lhe ouvi "O Manel podia ser corno, mas que era era fodido", de mau muito tinha ele, mais garganta do que prática, a mim não me metia medo, e resolvida já eu estava, levei-o para perto do sofá, despi-me toda nua como dantes, pus-lhe a mão no caralho, a pedir-lhe ao ouvido, "tenho saudades dele".

"Queres que te foda como dantes? que te coma esse cuzinho?", "quero", dizia eu, bem que me sentia uma cortesã, a dar-lhe o meu corpo sacrificado, para ele martirizar com o seu caralho, empurrou-me para baixo, soltou a coisa grossa, na minha boca entrava, doida doida que o mamava.

"Aihmm foda-se, continuas na mesma", "mesma como?", "A mamar, és a maior mamadora do bairro", ria-me da conversa dele, enquanto o chupava ele gemia, "foda-se que loucura mulher aihmm foda-se tinha-me quase esquecido", apertava-o com os lábios, para baixo e para cima, dava-lhe coisa para se recordar, para o fazer voltar quando quisesse, para depois ao meu querer, ainda mais me vir foder.

Mandou-me depois para cima do sofá, brincava comigo como o fora antes, como miúdos que antes éramos, "sabes que vou-te foder toda? sabes disso", "fode fode é para isso que estás aqui", "vou-te partir esse cu todo, não vou deixar nada pro teu maridinho", soltei uma gargalhada a sentir-me puta, há muito tempo que não gozava tanto, "parte-me toda, parte-me o cuzinho todo".

Mandou-se para cima de mim, com aquele caralho espetado, como se fossemos dois amantes a sério, "aihmm aihmmm foda-se ai Artur tão grande aihmm", penetrava-me até ao fundo, na minha fenda húmida e encharcada, "aihmm foda-se tão bom aihmm", as ancas dele apertavam-me as coxas, mais abertas não podia, "adoro foder-te, cheiras tão bem, que cona tão boa"

Virou-me depois para cima dele, cavalguei-o como uma desalmada, a enterrar caralho tão grande, ondeava o meu rabo a comê-lo, queria prová-lo todo inteiro, subia e descia por ele todo, "vai miúda deixa-me comer-te esse cu, vai", virei-me logo a dar-me para ele, senti-o logo a abrir-me as nádegas, a forçar-me o ânus sem pressa nenhuma, "aihhmm aihmmm aihm Artur rebentas-me toda aihmm".

Ele resfolegava e fazia força, pra cabeça entrar e abrir-me o ânus, a enterrar-me coisa tão grande, "aihmm Artur partes-me o cu todo", dizia ele não parando "vou-te partir este cuzinho todo, tão bom, vais adorar", "aihmm Artur dói tanto", gritava, "está quase querida, está quase, mais um bocadinho, está quase todo", "aihmm foda-se Artur mete mete não pares".

Começou-me a comer o cu, batia-me com força nas nádegas, músculos viris que se mexiam, a empurrar o caralho até ao fundo, não aguentava mais o sentia, comecei-me a vir toda "aiiiii aimm Artur aimm Artur tou-me a vir toda como uma puta", "também amor" um calor quente me atingiu, quando de um grito violento que deu, "ai foda-se foda-se que cu".

"Quero-te foder mais" disse-me quando saiu, disse-lhe que sim com a cabeça, o Manel estava quase a chegar, entrou depois mal humorado, meio bêbado alcoolizado, algumas palavras que lhe saíam "estás vermelhinha luzidia, o que tens andado a comer?"

Amor, me chama nomes, eu gosto

22:56 0
Amor, me chama nomes, eu gosto
Não é que soube de você confessionário, e vim logo correndo contar meu segredinho, tenho feito força para aguentar, fica sabendo que pra você meu nome é Maria Fernanda, não interessa tanto onde vivo ou o que faço, mas mais o que venho pensando, deste inferno que me aflige sempre que vejo homem bonito.

José meu marido nem sonha, que tou traindo ele todos os dias, só em pensamento me entenda bem, vejo homem bonito me fico lambuzando, na minha cabeça palavras correndo, "meu deus que bonito, olha lá ele tão fornecido, deve ter um caralho bem grande, bem bom e me fodia toda", sou eu sonhando, está vendo, confessionário.

Não é só esses pensamentos, que diabo entrando em mim, estou sempre imaginando palavras, das mais porcas que eu gosto, gostava tanto que José me fodesse, me chamando de puta e galdéria, de vaca me entesando toda, ele me entrando na cona dizendo, "sua lambisgóia você anda fodendo, sua vagabunda e sua vadia, lhe martelo essa buceta toda".


Estava no boteco na noite, nas mesas da rua sentados, eu e José gozando um tempo juntos, passa por ali um menino, se gingando bem composto e lindo, comecei logo vendo coisas, ele me enrabando toda, falando assim bem alto junto "que bela bunda você tem, lhe vou partir ela toda, sua puta desgraçada", ele me enterrando o caralho fundo, eu de boca aberta pra ele "cara safado você é, me fode toda querido, que estou gostando tanto".

Continuo imaginando coisas, ele miúdo me falando "está gostando de enganar seu marido, né, sua desgraçada, desalmada, lhe vou partir esse cu todo, sua galdéria", ele me comendo e eu vendo, meus papos em baixo molhados, estava toda encharcada, rijos e duros se entesando, meu ânus aberto relaxado, meus mamilos se espetando, "vagabunda se abre toda vai vadia, gosta do meu caralho grosso gosta gosta, lambisgóia", José me acorda dizendo "oiii! garota você tá toda vermelha, porra!! o que tá acontecendo".

José é muito puritano, muito conservador evangélico, me diz muitas vezes "olha sua filha com mini-saia, mostrando perna pra garotada, calça apertada cu em cima, mais parecendo uma puta", eu não ligo e lhe fui pedindo "me chama nomes José, eu gosto quando estou fodendo, me chama de vaca vai, que sou sua putinha amor, que sou galdéria e vagabunda", mas ele fica insistindo, "Fernanda se dê ao respeito, não seja assim não gosto, Nosso Senhor está ouvindo", assim só sonho confessionário.

Quando há futebol com o Palmeiras, vai lá a casa o Fernandinho, eles ficam bebendo e fumando, vendo televisão e gritando, chamando nomes ao árbitro, aos jogadores que ficam falhando, quem me dera fosse a mim, os dois me fodendo junto, fecho os olhos e sonho, "Zé sua mulher é mesmo vaca", Fernandinho se rindo, metendo o caralho na minha cona, "fode essa puta menino, dá-lhe aí na bunda também, essa safada gosta", Fernandinho me abrindo toda, e ali meu Zé vendo, "Vai Fernandinho fode essa vadia, só pensa em caralho".

Fernandinho tem um grande volume, já me apanhou olhando ele, safado me sorrindo e percebendo, que estou mirando e imaginando, o caralho dele bem grande e teso, sempre ele me olhando a bunda, fui no banheiro me mexendo, o rabo movimentando, me fui no clitóris tocando, sentia o cheiro do Fernandinho, encostado no meu cu me falando, "vadia, você é mesmo puta, quer levar com ele, danada, vou enrabar você", eu lhe sussurrando "me enraba safado malandro vai".

Me encostava de olhos fechados, meus dedos molhados rodando, no meu clitóris húmido brincando, gemia de prazer deitada aflita, via Fernandinho me fodendo, me abria o cu todo me enterrando, o caralho grosso bem dentro, me agarrava as nádegas me esmagando, na parede fazendo força, eu pra ele  gemendo "oh Fernandinho porra, me fode, cachorro, aihmm, malandro, me come toda Fernandinho".

Ele se mexendo me zunindo, "foda-se Fernanda você é mesmo vaca, sua relaxada, sua piranha", as ancas dele se movendo, minhas nádegas abertas lhe oferecendo, o meu cu aberto pro caralho dele, "sua puta, vagabunda, enganando maridinho, desgraçada, vou dar cabo dessa buceta toda, vadia, ordinária", "me chama mais Fernandinho me chama de puta", "ordinária, sua puta, vaca miserável".

"Eh Fernandinho onde você anda?", parece que ouço José gritando, sai Fernandinho dizendo "já vou Zé tou acabando aqui, meu irmão", ele me fala no ouvido "vem sua puta, me chupa o caralho, vai, vou meter meu caralho na sua boca, galdéria, ordinária, lhe vou dar com a porra toda, chupa aí sua desgraçada", olho para ele mamando, rindo com minha língua brincando, com o caralho dele na boca,  batendo bem nele punheta, "malandro, Fernandinho está gostando, da sua putinha garotão?".

"Me dá o leitinho vai", dizia eu para ele, "vou foder essa boca toda, me mama vai sua puta, me mama vai força sua vaca, está gostando né sua safada, enganando marido imaginando, até que acordo com "gooooolo, do Palmeiras", são esses dois gritando, José dizendo alto "vai Fernanda amor, traz cerveja pro Fernandinho, ele está gostando, me dizendo que você é uma mulher e tanto.

Como saber o tamanho do pénis?

17:10 3
Como saber o tamanho do pénis?
Há dias tinha perdido a alegria, não dormia nem comia, tinha lido umas coisas num desses blogues da treta, dos que dizem coisas mal informadas, perdi horas e anos de vida, ao ver neles escrito que um gajo coreano, um tal Dr. Kim qualquer coisa, tinha descoberto que há uma relação entre os dedos e o tamanho do pénis.

Diziam eles que o Dr. Kim tinha publicado que quem tem dedos grandes tem caralho grande, e dedos pequenos, já se sabe, um caralho pequeno, para mim isso não era novidade nenhuma, comparar partes do corpo que se vê, para avaliar as que estão escondidas, até uma namorada que tinha me dizia "gosto de homens com nariz grande", "mas porquê", perguntava eu, "nariz grande, caralho grande, certinho, não falha" respondia.

Mas pronto, eu nem queria saber como sabia ela isso, só podia ser por muita prática, por isso o meu nariz viu ela pouco tempo, agora um Dr. coreano a estudar comprimento de dedos e pilas, "pra quê?", perguntava-me eu, estes gajos não têm nada para fazer?, tanto sofrimento que causam, destroem a imaginação, surpresas já não nos esperam, nem desilusões ou expectativas, vê-se os dedos e pronto.

Noites de insónia em que rebolei na cama, foda-se caralho, e os pequeninos e os pequeninos, os que têm dedos pequeninos, como vão fazer, como se irão safar, elas a pedir "oh menino vá lá mostra os dedinhos", e nós a esticarmos os dedos para parecerem maiores, que humilhação!!, e esconder dedos, vamos ter de esconder dedos.

Até que acordei e disse, foda-se vou ler essa merda, vou à procura para ver se isso é verdade, se o Dr. Kim tinha escrito aquilo, se era verdade e sabem amigos, descobri que é mentira, quando vi que era mentira, caí em mim, um peso voou-me das costas, afinal podia ser feliz, mostrar os dedos pequenos, mas gordos muito gordos, graças a deus, e eu não sou gordo não sou gordo, os dedos é que são gordos.


Então não é que estes gajos destes blogues dizem uma coisa destas, daqueles que parecem credíveis, nem são para adultos, porra! ! caralho!! há jovens que lêem isto, e podem ficar traumatizados, tinha um amigo de escola o Figueiredo, que tinha uma manápula do caralho, e o gajo até é gay, passivo é dizer  pouco,  olha se lesse este post, ele a dizer-me seria "o que faço o que faço", o que sofreria pobre diabo.

Fui ler e vi, o que o Dr. Kim diz é precisamente o contrário, não há relação nenhuma do comprimento do pénis e o tamanho dos dedos, podem descansar "ufa!!", não há, agora o homem tem um fetiche de comprimentos de dedos e coisas, ou é com o caralho, ou com o tamanho dos colhões, ou com a performance para o desporto.

Aqui parece que há alguma verdade, relação entre dedos grandes e volume testicular, ou com desporto, agora o resto não, só que nem tudo podem ser boas noticias, parece que o gajo descobriu que gajos mais altos estão fodidos, estão condenados a ter o pénis flácido mais cedo, os pequeninos aqui safam-se melhor.

Agora este Dr. Kim, gajo que tem estudado muito estas coisas, para quê não sei, não sei quem lhe paga para isto, só para chegar a esta conclusão pôs uns estagiários a medir e a pesar caralhos, dedos, e colhões de 176 gajos, mas diz ele também, não sei como chega a esta conclusão, que um gajo com dedos grandes e com um caralho comprido flácido, não quer dizer que um gajo com dedos pequenos e um caralho curto, menos flácido por ser menos comprido, quando tesos podem ficar do mesmo tamanho.

Não percebo porque diz isso, mas parece importante ... mas uma coisa está clara, a noticia era falsa, não vou dizer o blogue falseador, não é parceiro meu, podemos estar todos descansados.

Só tem um tenga egg quem quer

16:34 1
Só tem um tenga egg quem quer
Não queria acreditar, confessionário, demorou tempo a perceber, o que a minha namorada me tinha feito, um dia fomos visitar o meu pai, não me dava bem com ele, já tinha enganado a minha mãe, um traidor era o que achava, mas enfim era meu pai, e queria-o mostrar à minha namorada.

Falaram um com o outro, pareciam velhos amigos, ele sendo um sedutor por natureza, dizia umas graças sem graça nenhuma, e ela ria-se, dava gargalhadas, das parvoíces dele, sempre a mesma figura, com cinquenta anos e não mudava, irritava-me, achava-o insuportável, aquele estilo de carnívoro, de caçador a olhar a sua presa, a dizer-lhe que o seu destino é comê-la.

Viemos embora da casa dele, e ela dizia-me "adorei o teu pai, temos que vir a casa dele mais vezes", "não sei", dizia-lhe, "o meu pai irrita-me, enganou a minha mãe, é um sacana", ela continuava, "mas isso já foi há tanto tempo, e tu não sabes a história toda, ele é teu pai", eu dizia-lhe "está bem voltamos", mas o meu pensamento era não lá voltar.

Só que ela obrigou-me, voltámos lá, vez atrás de vez, tão intenso que era o pedido dela, que quase pensava que me deixaria por ele, ainda o odiava mais por isso, por conseguir mais com ela, do que eu sendo seu namorado, e perguntava-lhe "mas porquê? que queres vir cá? sabes que não gosto dele", respondia-me "porque sabe falar, porque me vicia de realidade, dá-me realidade, compreendes, saio do sonho".

Não a percebia, nem entendia o que queria dizer, que o meu pai a viciava em realidade, o que quer que isso quisesse dizer, mas gostava tanto dela, queria que um dia fosse minha mulher, lá tinha de suportar as graças dele, só para a manter e agradar, vai um dia ela disse-me "olha dá-lhe isto que ele vai gostar", deu-me uma coisa que parecia um ovo, que era para lhe dar pelo dia do pai.

"Mas o que é isto?", perguntei-lhe, "nada" respondeu, "é uma coisa que os mais velhos gostam e está na moda, vai-lhe agradar, diz-lhe só que fui eu que escolhi", eu nem queria saber, desagradável me parecia dar-lhe qualquer coisa, que fosse um ovo ou outra merda qualquer, mas lá fomos mais uma vez a casa dele, e dei-lhe o presente a dizer"pai toma lá isto foi a Nanda que mandou".
Tinha passado pra aí uma semana, quando me telefona a minha mãe, "ó filho olha que vi a Nanda a entrar na casa do cabrão do teu pai", bem que fiquei logo desesperado, conhecendo-o eu como o conhecia, tivesse ele uma oportunidade e fodia-me a mulher, mas segurança que tinha era que conhecia também a Nanda, que era uma santa e boa rapariga.

Corri pois para casa dele, não fosse alguma coisa acontecer, entrei pelo quintal sorrateiro, para ver se a via lá em casa, aproximei-me de lado a uma janela, de joelhos encontrei a Nanda, a mamar o caralho do meu pai, fiquei de boca aberta, sem saber o que pensar, o meu ódio era tanto que me fazia chorar, de raiva profunda contra ele, estáva-me a foder a mulher.

Bati na janela com violência, que tanto olhou para mim, que estava meio estúpida, com o caralho do meu pai na mão, birra por brinquedo a não querer largar, ele sentado no sofá de perna aberta, nu imóvel à espera, sem palavras ou gestos contra mim.

"Vai Nanda veste-te, vamos embora", disse-lhe autoritário, e para ele, "és sempre a mesma merda, não aguentas, tens de foder tudo", ele levantou-se de caralho teso, a mostrar-me a prova do seu delito, "ela não é para ti, filho!!", que ela queria outras coisas, que eu era um miúdo e ela uma mulher, que eu não percebia ou via nada.



Na rua perguntei-lhe "mas porque me fizeste isto?", "andares a foder com o meu pai?", queria saber se tinha sido a primeira vez, de lhe estar a fazer um broche e pronto, que fosse só isso e não me feria tanto, era o que me corria na cabeça, "já estiveste mais vezes com ele?", "se queres mesmo saber, já, várias vezes, todos os dias, desde que lhe dei o ovo".

"O ovo? mas que merda tinha o ovo a ver, a puta andava a foder com o meu pai, e ovo?", várias vezes dizia ele, "o que é que ele te fez?", "o que é que achas?", dizia ela, "olha o teu pai foi-me à cona como nem tu nem outro homem me tinha ido", "queres saber mais?" continuava "e foi-me ao cu tantas vezes que fiquei louca, nunca me tinham ido ao cu, e adorei levar no cu do teu pai, adorei".

"Viste o tamanho do caralho dele?", perguntava e eu tinha visto, era grande e comprido, "não importa", continuava ela, "ele fode-me com realidade faz-me sentir mulher terrena com sangue carne faz-me sentir, como se me tivesse desvirgindado e tirado todos os dias o véu da inocência e da cegueira adoro foder com ele, o que é que queres que te diga".

Confessionário, já estávamos no carro há muito tempo, e eu ainda perguntava "o meu pai foi-te ao cu mesmo mesmo?", "foi amor foi, muitas vezes e adorei, partiu-me o cu todo muitas vezes e se queres saber, se não te importas, quero que ele me coma o cu mais vezes", "e broches, fizeste-lhe muitos broches?", "muitos muitos mas mesmo muitos, gosto de chupar no caralho do teu pai, dá-me mesmo prazer, não é uma ilusão, faz-me sentir viva".

"E agora?", perguntei-lhe, caiu um silêncio pesado entre nós, olhava-lhe para as pernas macias, que saiam por baixo do vestido, daqueles soltos que esvoaçam, e nos fazem desejar por promessas que queremos, concretizadas no comer do fruto proibido, amava-a tanto, gostava tanto delas, ia perdê-la, queria perdê-la não sabia, desnorteado sabia que o meu pai era velho e não viveria sempre.

"Agora, amor, adeus, separamo-nos aqui, cada um segue o seu caminho, o que posso fazer, é dar-te o ovo, para te entreteres, adeus um beijo, amor" ..."para que caralho é o ovo?" era o que me ia no pensamento, quando a deixei à porta de casa do meu pai ...

Encontrei-me com ele no shopping center

23:25 0
Encontrei-me com ele no shopping center
É isso aí confessionário, ando zangado com a namorada, não sei porquê discutimos muito, por qualquer coisa fica brava, já não estou aguentando, me custou hoje sair com ela, ao supermercado a fazer compras, para ela coisas de mulher, estava me sentindo cansado, nem sei bem explicar, lhe disse "ei Rosalie, vou dar um giro, ver como andam as coisas por aí".


Deixei-o preso aos meus olhos, estava eu imaginando coisas?, ele se riu e abanou a cabeça, estávamos falando à distância, nossos pensamentos se cruzando, feitos de calor e desejos, me sentei num banco perto, fixado eu naquele corpo, tinha um gosto amargo na boca, da febre que por dentro me queimava.

Ele ajeitou o caralho nas calças, a perguntar-me "que é que estás à espera?", um cuspe secava-me nos lábios, de tão obcecado estava, queria tanto mamar um caralho, e tanto ser enrabado o desejava, que se me apertavam os movimentos, do querer e ter ao mesmo tempo, que me deixava parado a olhar.


Não podia mais esperar, ou a oportunidade passava, a Rosalie entretanto ligava, fui então para o banheiro, que de tão perto por ele passei, que quase nas mãos lhe tocava, veio atrás de mim colado à retaguarda, já decidido estava, quando entrámos e encontrámos, dois homens que mijavam, perto dele no urinol me encostei, a aguardar se fossem embora, a olharmos um para o outro a sorrir.

Estávamos sós e entrámos, para dentro do privado, ali fechados baixei-lhe as calças, em silêncio lhe dizia, "sou passivo vem-me ao cu", coisa que nem expliquei, que tanto o sabia e desejava, baixou ele as calças também, a mostrar-me o caralho teso, puxou-me a cabeça para baixo, a fazer gestos de "mama aqui", para que me baixasse e o chupasse.


Pus-me de cócaras a mamá-lo, não podíamos fazer barulho, gente que entrava e ouvia, apertava-lhe o caralho com os lábios, a lambê-lo todo quanto mais podia, descia e subia por ele corrido, como num pau um doce rijo, ele a apertar-me a cabeça, de fundo reteso contra ele, ardia-me o ânus de desejo, de quente que estava querendo, de ter um caralho a penetrá-lo.

Ele puxou-me para cima e virou-me, senti-lhe a mão no ânus a esfregar, um creme fresco qualquer coisa que tinha, aproximou-se de mim nas costas e juntou-se, colado ao meu corpo abriu-me as nádegas e furou-me, fundo no meu cu entrou, que me empinei para trás de dor, de um "uhmm uhmm"  rouco me saiu da garganta.

Começou a enrabar-me por baixo, esmagado na parede, puxou-me pelo pescoço e pelo ventre, a agarrar-me da contraforça que fazia, de me estar a comer o rabo, desalmado que estava, ouvimos gente a entrar e parámos, numa penetração lenta que aguardava, ele entrava e saia mantendo o desejo sabia, gente que mijava e falava, nós ali parados em silêncio.

Foram-se embora e continuámos, ele a esmagar-me as nádegas com as ancas, o caralho grosso que me fodia, toca-me o telefone naquele tempo, tinha que aguentar que era a Rosalie que perguntava, "já viste tudo?, vamos embora?", muito a custo lhe disse que sim "que já ia", continuava chata "mas o que estás a fazer?", "nada nada, que já estava", ele comia-me e não parava, batia uma punheta que ia-me embora, ele partia-me o cu que tanto o queria, sinto-o a gemer baixinho a vir-se, comigo junto a esguichar-me todo.

Vesti-me a correr e a sair do banheiro, encontrei a Rosalie mais à frentee, dizia ela "mas que porra andaste a fazer, estás todo suado onde andaste? e que cheiro é esse que trazes?", a gaja não se calava era o que via, dizia-lhe eu e não mentia, "estive na casa de banho", "este tempo todo a fazer o quê? só se foi a levar no cu", respondia ela.