A minha irmã Bárbara não é lésbica - Biografias Eróticas
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A minha irmã Bárbara não é lésbica


A Bárbara, a minha irmã mais nova, tem crescido. Ainda há dois ou três anos, já nem me lembro, quase que me obrigara a tirar-lhe a virgindade. 

Surpreendera-me com a Beta a fazer-me um broche, sabia que eu ia ao cu ao meu amigo Manel, com o tempo, como minha amiga e confidente, eu de ela, ela de mim, sabia que também gostava que me fossem ao cu, que o Rafa, o Chesko e outros já me tinham comido, e naquela altura, ainda menina, percebi-lhe uma certa chantagem a pedir-me devagarinho para a penetrar.

Um momento difícil mas inesquecível que nos uniu na vida para além do sangue e de sermos irmãos. 

Lembro-me do dia, não logo seguinte, mas também não distante em que me apareceu durante a noite no meu quarto, com toda a gente em casa, os meus pais, a Carlota, o Raj, e toda nua enfiou o seu corpo maravilhoso na minha cama.

Queria correr com ela, mas o nosso desejo era mais forte, muito proibido, se calhar até por isso, em que ela descia por mim a mamar-me como a Beta me fazia, o meu pénis na boca dela, a vagina corrida pela minha língua, a penetrá-la depois fundo, como adultos experientes, a fodê-la e a vir-mo-nos, em harmonia conjunta e prazer amado.

Mais tarde, perguntou-me o que achava do Marcelo, uma espécie de amigo colorido que ela arranjara, que lhe dava um beijinhos muito queridos, muito retraído e contido, pela natureza do pai dele, o Manuel João, meio beato, o filho mais provável de ser virgem, desejando ela algo mais, sem que ele a atendesse, pedindo-me quase para lhe pedir, que fosse ele mais audaz e a fodesse, que ela ali estava, quisesse ele, para lhe dar o prémio dele, de tanto andar atrás dela para a comer.

O Marcelo era mais velho que a Bárbara, não tanto como eu, não agradava muito aos meus pais, andava ali a cheirar, compreendendo enfim que a Bárbara já era uma rapariguinha, para eles, ainda virgem, que continuasse assim, desde que ele a respeitasse, que não fizesse avanços fora de tempo ainda.

Apanhei o Marcelo numa curva e lembro-lhe de lhe ter dito, "a Bárbara parece que gosta de ti, mas ele é desenvolvida para a idade". 

Questionava-me com o olhar, pensava ele, o que iria na minha cabeça, o que lhe tentava dizer, até de chofre "é minha irmã, mas acho que ela quer foder", ele sério e envergonhado, mas depois mais livre, quando finalmente deu o salto, ela recebeu-o bem, e, não sei bem, se ele a comeu a ela ou ela a ele.

Como a Carlota e a minha mãe, a Bárbara pediu-me para a ver e escondido vi-a a apertar com o Marcelo, a despi-lo quase à força, no quarto dela silencioso, mamou-o à procura dos meus olhos, escondidos no roupeiro, a vê-la a abrir-se para ele, inexperiente como um menino, a pôr-se em cima dela, ela quase a rir-se da sua falta de jeito, a penetrá-la como amante e ela, já em cima dele, a mandá-lo em quase tudo, a mover as ancas para lhe entrar forte, o pénis dele, a virem-se unidos e descuidados, a amolecerem em corpos satisfeitos.

Mas a história agora era outra. 

A Bárbara tinha-me anunciado que a Juliana, estranho, ser irmã do Marcelo, nada beata como o pai, nem tímida como o irmão, andava muito de roda dela, olhava-a com desejo, mútuo ao da Bárbara, de, não sei porquê, dizia ela, de quererem dar uns beijos juntas e foderem. 

Perguntava-me a Bárbara "o que é que achas? tu gostas de estar com homens, de levar no cu, acho que ia gostar".

"achas que ela quer mesmo?", "acho que sim", respondia-me. 

Dizia que ela estava sempre a tocar-lhe, já lhe pedira para lhe mostrar as mamas, para se despir, elas juntas nuas na cama, a brincarem com os seus corpos, sabendo o que queriam, medo de irem mais longe.

"Gostava de ver isso, convida-a sem o Marcelo saber, e faz como eu atira-te", disse-lhe. 

Ainda estou a vê-las no quarto da Bárbara, nuas a olhar uma para a outra, ainda na brincadeira infantil, a Bárbara a aproximar-se da Juliana, a beijar-lhe os mamilos e a face, a transformar-se numa cortesã experiente, a beijarem-se depois na boca, numa espécie de amor louco entre elas.

No espelho frontal de onde estava via as pernas abertas da Juliana, uma vagina húmida de menina, uns lábios grossos do clitóris, a apetecer-me também fodê-la, a língua da Bárbara a percorrê-la, ela deitada para trás a arquear, o corpo de tesão, uns mamilos espetados para o céu, um belo 69 agora, o ânus tremente da Bárbara, a língua húmida que a percorria, um gozo uno de sangue quente e tesão entre as duas.

Passava a minha mão pelo meu caralho teso e arqueado de as ver, a bater uma punheta naquele lugar escuro e oculto, com os olhos da Bárbara nos meus a gemer. de gozo e prazer por a estar a ver, juntas agora como amantes a esfregarem os clitóris. uma com a outra, numa dança  divina de dois seres lindos e perfeitos, doidas de promessas, a virem-se livres, perdidas no esquecimento do espaço e do tempo, e o meu pénis a ejacular sozinho só de as ver foder.



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