Julho 2021 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Corno com certeza

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Corno com certeza


Ainda não sei como chegou aos ouvidos do meu marido o boato de que eu tinha tido um caso com outro homem, mas, ou muito me engano, a responsável primeira foi a minha sogra. A mulher é um diabo, não gosta de mim, e pelas contas dela, ela acha que não sou boa para o filho.

O meu marido é muito ciumento, mas agora que apareceu o boato, ele anda mais à procura de coisas, só para dizer que quer ter a certeza, de que eu sou uma puta.

Ou seja, ele não sabe se eu tive um caso ou não, o meu marido quer é que os ciúmes que o moem tenham uma justificação.

No outro dia, estávamos num café e apareceu um antigo namorado meu, e foda-se!! todo o meu corpo tremeu, porque quando ele se foi embora, o meu marido dizia, “foda-se! és mesmo puta, estavas a olhar para o volume dele nas calças, ele anda a comer-te? ele dava-te boas fodas?”.

Eu tive que dizer uma verdade e uma mentira ao mesmo tempo, que o meu namorado não me comia, e que dantes, eu não gostava das fodas.

Depois, foi na oficina de automóveis. Um jovem mecânico riu-se muito para mim e fez-me muitos elogios, inclusive, queria fazer-nos um desconto, mas o meu marido mais tarde dizia, “olhavas para ele, eu vi, só pensavas em chupar-lhe o pau, querias chupar-lhe o pau? e ele a comer o teu cu?”.

Neste caso não sabia se era verdade ou mentira, não era ser puta, era ser mulher, eu não me lembrava se tinha pensado no que ele dizia, que eu queria chupar o pau do mecânico, talvez fosse verdade, não sabia, e disse, “que era mentira e que só estava a ser agradável”.

Mas ele disparava, “agradável? Tu andas na rua quase nua, e eu vi, caralho, só faltou pores-te de joelhos e mamares-lhe o caralho, e se eu não me importasse tanto, saltavas para cima do mecânico para te foder a cona”.

Eu insistia com ele que não havia razões para ter ciúme, que o boato não era verdadeiro, que eu era casada e mulher só dele, que não tinha casos com outros homens, mas ele abanava muito a cabeça, a dizer, “não, eu sou corno, eu tenho a certeza de que sou corno, tu só me podes estar a mentir, tu andas com certeza a levar na cona”.

Passaram-se meses!!

No início da semana, regressávamos de uma festa, que posso eu dizer, que tinha corrido mal, saímos mais cedo só porque um homem na festa veio falar comigo.

O carro rolava na estrada e o meu marido dizia, “foda-se!! tu rias-te tanto para o gajo e o gajo só olhava para as tuas mamas e para as tuas coxas, e os sinais que davas, caralho, era para ele te comer, querias levar com o pau grosso dele no cu?”.

Eu dizia que não, mas o meu marido irritava-se ainda mais, “eu sou corno caralho, eu sei que sou corno, mas eu quero ter a certeza, caralho, que sou corno, eu quero ter a certeza de que um gajo qualquer andou a foder a tua cona, compreendes? eu não quero pensar que sou corno, eu quero ser corno e saber que sou corno, ter a certeza”.

Parámos algures numa estação de serviço.

Eu estava confusa, mas amo o meu marido, tinha de tentar outra saída, negar e negar já não dava, aproximei-me do ouvido dele e disse, “querido, para eu ser puta e tu corno, eu tenho mesmo de foder com outro homem, só assim vais ter a certeza, querido”.

As minhas palavras causaram efeito, a lógica do que eu dizia pareceu-lhe acertada, viver com a ideia de que é corno, com a sensação de que pode não ser, é muito pior do que ser corno, e ter a certeza de que se é corno a valer.

O que fazia sofrer o meu marido era o vazio, a ideia de viver com um sentimento como o do ciúme, admitindo que o mesmo poderia ser inútil, melhor mesmo seria preencher esse vazio, ter ciúme com razão, e ser corno com certeza.

Eu olhei para as mesas em redor e reparei que àquela hora da noite a maioria da clientela eram camionistas que paravam para jantar e que depois partiam em grandes camiões transportando mercadorias por todo o continente.

Não pareceu estranho ao meu marido que toda aquela clientela concentrava os olhares na minha pessoa, uns com olhos de bovino mais do que outros, todos eles com a ideia estampada na cara, de que se me apanhassem no camião deles me comiam toda.

Eu aproximei-me novamente dos ouvidos do meu marido e sussurrei, “querido, e se um deles me desse uma foda? assim já sabias que eras corno, mas corno com certeza”, ele olhou para os bovinos, “não sei, amor, parecem-me tão brutos! E tão mal-vestidos!”.

Mas eu prossegui, “deixa-me escolher um, querido, ele dá-me uma foda e pronto!! fica tudo resolvido”, ele perguntou, “e como é que vais fazer isso?”, e eu continuei, “vou à casa de banho, ou vou lá fora, no estacionamento, querido, vais ver que arranjo um”.

Ele olhou novamente em volta, depois disse que sim com os olhos, mas perguntou, “mas onde?”, eu respondi, “querido, ali mesmo no estacionamento, ou vamos para um camião”, ele queria saber mais, “e eu?”, eu perguntei, “mas tu, o quê?”, ele continuou, “como é que eu sei que não me vais mentir? tu podes fingir que vais dar uma foda, e eu fico na incerteza, não, eu tenho que ver com os meus próprios olhos”.

Eu levantei-me e preparei-me para sair, ainda disse, “está bem, tu ficas a ver, eu também quero que tenhas a certeza”, e no estacionamento cá fora, encontrei um camionista que fumava um cigarro, encostado ao camião e escondido na sombra das luzes.

Aproximei-me dele, pedi um cigarro, e depois disse, “o meu marido é um pouco tarado, perguntou-me se eu gostava de foder com um camionista, eu disse que sim, e será que me podia ajudar, ando há procura de um?”.

Ele ajeitou os colhões com a mão, e eu percebi logo, ele tinha um grande instrumento, e ele disse, “eu mesmo posso ajudar, não tem problema, eu estou cá para isso”, depois olhou-me de alto a baixo, a admirar as minhas pernas longas, e pediu, “a senhora agarre aqui no meu caralho, para sentir o tamanho”.

O meu marido esperava na estação de serviço, e ele insistiu, “queres chupá-lo?”, ele tirou o caralho para fora das calças, eu comecei a manipulá-lo, a bater uma suave punheta, e disse, “eu quero muito chupar, mas o meu marido quer ver, não te importas que o vá buscar?”, eu dobrei-me e chupei uma vez o pau, e depois disse, “vou chamar o meu marido”.

Eu regressei depois com o meu marido, e disse, “querido, já arranjei um camionista, e já vi o pau dele, é enorme, agora podes ser corno com certeza”, o meu marido parecia aliviado, os ciúmes acabavam.


O camionista esperava-nos num lugar escuro perto do nosso carro, e eu disse ao meu marido, “querido, eu vou chupar o caralho, tens problemas com isso?”, e ele respondeu, “não querida, a puta és tu, eu sou só o corno”, e então eu pus-me de cócoras e engoli na minha boca o pau teso do camionista, o meu marido olhava de perto, a ver a minha língua a lamber a cabeça.

Estávamos ali na rua, à beira da estrada, no meio de camiões, o homem puxou-me para cima, encostou-me contra o carro, levantei o vestido e baixei as cuecas, e ele entrou em mim, o caralho imenso escorregou na minha cona, e eu disse, “ai querido, que pau tão grande, ai”, o meu marido olhava, e eu continuava, “estás contente de seres o meu corno e eu a tua puta, querido?”.

O meu marido dizia que sim, e o homem movimentava-se a bater as ancas nas minhas nádegas, eu sentia o pau que entrava, até que o homem parou e pediu, “está frio, vamos para a cabine do meu camião”, o meu marido ficou a olhar, e disse, “sim, querida, é melhor, vai, vai com ele, eu já vi o que tinha a ver, depois confessas tudo”.

Eu sorri para o meu marido, e disse, “sim amor, eu depois confesso que sou a tua puta e tu és o meu corno de certeza”, e subi para o camião, o camionista puxou-me para dentro, abriu-me as pernas ao meio, e deitou-se em cima de mim, enterrou-me o caralho na cona, e enquanto fodia, ele perguntou, “dá-me o cu, o teu marido não fica com ciúmes, se eu comer o teu cu?”.

Eu respondi, “não homem, o meu marido quer ter a certeza que é corno, come tudo, querido, come o meu cuzinho também, eu depois confesso”, eu virei-me para ele e senti o pau grosso a fazer força, o meu anel mais tenso abriu-se, a cabeça gorda entrou, e eu soltei um suspiro, “ai, vou gostar tanto de confessar, ai o meu cuzinho, fode o meu cuzinho”.

Não demorou muito para eu e o camionista nos começarmos a vir, quando tocou o meu telefone, era o meu marido, “então, querida, és mesmo puta, ainda estás a foder?”, e só tive tempo de dizer que estava a acabar.

No regresso a casa, o meu marido cismava com qualquer coisa, e então perguntei, “o que é que se passa? agora já és corno com certeza”, mas ele torceu o nariz, e respondeu, “humm, por definição ser corno é não ter a certeza que a mulher é puta, agora tenho a certeza e continuo com ciúme, vais ter de foder mais e depois confessar”.

Tempo não volta para trás, ou volta?

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Tempo não volta para trás, ou volta?

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Encontrar uma antiga namorada muitos anos depois é quase sempre uma experiência terrível. Como dizia o poeta, “o tempo não volta para trás”, e no caso particular da Joana, eu não tinha dúvidas que não queria que o tempo voltasse.

Entrei no elevador do emprego e ela entrou comigo, sozinhos os dois, e enquanto subia, eu olhava para ela e ela para mim, e foram preciso alguns segundos, para eu a reconhecer e ela a mim.

A boca, reconhecia-a pela boca, não tinha mudado nada, a boca digo, porque no resto ela era outra mulher, com aspeto de rica, com aqueles modelos caros, de quem tem muito dinheiro, ou ela ou o marido.

Soube depois que ela andava a tratar do divórcio, mas para que se perceba é necessária alguma história, e para que se esclareça, a Joana nunca foi minha namorada, eu é que era o namorado dela, e à força, de me chupar tanto as minhas bolas.

Não havia mulher como ela que gostasse tanto de chupar caralho, uma vampira do pau, do meu e de quem apanhasse desprevenido, tudo começava no pau e acabava no pau, era essa a especialidade dela, noventa por cento do seu sexo, sempre com qualquer coisa na boca dela, eu reconhecia-lhe muita prática, tão boa era no que fazia.

Ao princípio, eu ainda achava estranho que ela desaparecesse, nas discotecas e nas festas, nas reuniões ou em qualquer lugar, mas depois, os amigos batiam-me nas costas, e diziam, “não te preocupes, ela só foi chupar”.

Depois eu percebi, a Joana aproveitava tudo, as suas vítimas eram muitas, e as presas não esperavam, eram apanhadas de surpresa, como eu quando dormia, sentia uma coisa nos lençóis, de uma boca que sugava, agarrada ao meu pau, não sabia se era um sonho mau.

Eu saí com ela do elevador no mesmo piso que o meu, e acompanhei-a pelos corredores do escritório até ao gabinete de um colega onde a esperava o marido, pensei, “iriam fazer um acordo”, e disse-lhe que me procurasse para pormos a conversa em dia.

O marido tinha um ar seco e amarelo, o que me fez lembrar quando namorava a Joana, tinha os sintomas dos serviços que ela prestava, muitas olheiras e sem energia, a vampira atacava e o homem já não raciocinava.

Mas não vou negar, a boca maldita, a boca da rainha chupadora de pau, continuava na mesma, carnuda, experiente, com trejeitos musculados necessários à sucção, e as mãos dela, lisas e pequenas, a fazerem equipa com a boca, foda-se!! eu ardia em tesão.

O meu espírito era assaltado por uma pergunta, “será que ela ainda chupa paus como dantes? reformou-se, digamos assim? ser marido não importa, basta estar desprevenido?”, foda-se!! sendo eu namorado dela durante um ano era aquilo que sobrara da nossa relação, um caralho bem chupado, nos momentos a dois, que me ficaram na memória.

Preciso corrigir, já para o fim, nos momentos a dois, a três e a quatro, um só não chegava, ela gostava de ter vários paus para ir alternando, todos juntos no meu quarto, em reuniões de colegas ao fim da noite, quando saíamos todos do bar, para deixar a Joana chupar.

E não era que nós quiséssemos, queríamos claro, mas era ela, a vampira chupadora de paus, que pedia, todas as noites, dias, sempre que podia, queria paus, paus, paus, e nós éramos mais uma espécie que a fornecia.

Bons momentos, caralho!! as coisas mais ou menos boas nunca se esquecem!!

Ela apareceu depois no meu gabinete, tinha um ar tranquilo e sorridente, ainda vi passar o marido amarelo dela, a sair num passo rápido, ele aparentava agora maior leveza de espírito, de quem tinha resolvido um problema sério, ela sentou-se numa cadeira e eu, não conseguia fazer outra coisa, concentrei-me na boca.

Não sabia o que perguntar, ou melhor sabia, só não sabia se era conveniente, eu pensava na pergunta, “então Joana, ainda chupas caralhos como dantes?”, ou esperava que fosse ela a iniciar a conversa.

Ela olhou para mim, quase a adivinhar os meus pensamentos, e disse, “vou ter saudades do meu marido?”, eu abri um pouco os olhos, saltando da boca dela para a cara toda, e eu perguntei, “mas acabaste de iniciar o divórcio!!”.

Ela deu uma gargalhada, “quero dizer, vou ter saudades é do pau dele, durante uns meses satisfez-me”, eu senti o meu volume a aumentar e o desejo de ouvir mais, e ela continuou, “sempre gostei de o levar ao limite, puxei muito por ele, quatro, cinco, por dia, para ver se aguentava”.

Eu pensava, “quatro, cinco, por dia, foda-se!! não é difícil perceber porque é que ele estava amarelo, e porque é que se apressou tanto a fugir do escritório, ele fugia da vampira do pau”, ela depois olhou para a aliança que eu tinha no dedo, e perguntou, “e a tua mulher? Ela é como eu?”.

Eu concentrei-me outra vez na boca dela, e perguntei, “como tu? como?”, ela riu-se, “não te faças de desentendido, a chupar o teu pau, claro, ela chupa o teu caralho como eu chupava?”, quando ela fez a pergunta, eu senti uma espécie de areia na garganta e tive a necessidade de tossir um pouco, “bem, como tu, é difícil, tu és a rainha, a maior e melhor de todas”.

Ela moveu-se na cadeira, a boca abriu-se e fechou-se num segundo, a língua saiu e correu nos lábios, húmidos em brilho de esperma, e depois sorriu para mim agradecida, para ela era um elogio, “ainda bem que reconheces, eu sempre chupei muito e continuo a chupar, e eu sei que tu, falavas, falavas, mas adoravas quando eu chupava o teu pau, e gostavas que eu engolisse tudo”.

Nesta altura, eu já não tinha grandes dúvidas, o meu pau ansiava tanto ser chupado por ela, que eu sentia dores do aperto dele nas minhas calças, e depois ela continuou, “a tua mulher, ainda não disseste, como é ela a chupar? ela também gosta de engolir?”, eu encolhi os ombros, “normal, penso eu, também é boa a chupar, mas é só um pouco e depois acaba, nada como tu”.

Ela balançava a cabeça, a entrar nos meus pensamentos, “e ela, só te chupa a ti? ou ela também gosta de chupar o caralho de outros homens?”, pareceu-lhe inoportuna a careta que eu fiz, “não estranhes, o meu marido sempre soube que eu chupava outros paus, e quando namorei contigo, era a mesma coisa, devo ter chupado mais de cem caralhos”.

E depois ela continuou, “deixa-me chupar o teu pau, agora, acho que estou a precisar, a reunião foi muito stressante, preciso de chupar qualquer coisa”, a minha respiração acelerara do esforço, e eu disse a gaguejar, “agora estou com trabalho, talvez mais logo”, mas ela insistiu, “por favor leva-me à casa de banho”, e eu disse, “aqui, a do escritório?”, e ela, “sim, vamos, quero o teu pau, caralho”.

A vampira do pau voltava a atacar, eu era uma vítima voluntária, eu sei, é difícil de compreender, tinha vontade, querer, mas sem conseguir decidir, a boca dela fazia o que queria, eu levantei-me dominado, e dentro da casa de banho, mais uma vez, ela chupou o meu caralho.

Quando a levei de regresso à porta do elevador, eu atrevi-me a perguntar, “mas Joana, porque é que gostas tanto de chupar paus, porque não consegues resistir?”.

E ela deu-me uma resposta que me surpreendeu, “por várias razões, quando eu chupo um bom pau, é como estar num palco a fazer uma exibição, e isso acalma-me e preenche-me muito, mas principalmente, porque eu domino os homens, já pensaste o que és capaz de fazer, quando eu tenho o teu caralho apertado na minha mão perto dos meus dentes?”.

Eu ainda balbuciei qualquer coisa, e ela prosseguiu, “NADA, quem manda sou eu, tu ficas dominado”.

Virgem não perde tempo

19:32 0
Virgem não perde tempo

Ý
Foi na nossa primeira reunião de condomínio que reparei neles, ela, uma mulher exuberante, excessivamente colorida, saia curta, saltos altos, cabelo arranjado, unhas polidas, enfim, demasiado corpo para tão pouca roupa, e ele, com o ar gasto, de roupa usada, de quem se multiplica, para sustentar aquela mulher.

Quando saímos da reunião eu perguntei ao meu marido, “reparaste nela?”, o meu marido sorriu contidamente e disse, “reparei mais nas mamas dela, nas coxas, no rabo, e não fui só eu, acho que todos os homens da reunião”, eu dei-lhe uma palmada na cabeça, “não brinques! Mas o que achaste dela?”.

Ele disse, “é uma mulher sexy, não nego que é uma mulher excitante, e veste-se sempre de duas maneiras, como se fosse para uma boîte ou fosse para o ginásio”, e eu insisti, “excitante como? Se pudesses, gostavas de a foder?”, o meu marido respondeu e riu, “se tu me deixasses? acho que sim, é uma mulher que dá tesão aos homens, coitado é do marido”.

Ao ouvir o meu marido, agradou-me aquela ideia de ele dizer que ela era uma mulher excitante e que dá tesão aos homens, e depois eu pensei, “porque não? porque sou eu tão retraída? Será que eu dou algum tesão aos homens?”

Pensando nela, nem era uma questão que tinha a ver com a roupa, ou melhor, com a falta dela, e de ela quase mostrar completamente várias partes do corpo, mas a forma livre, quase alegre, positiva, como se relacionava com as pessoas, como falava, como ria.

Lembrei-me ainda o quanto ela dava atenção a um homem em especial, com olhares cúmplices sempre que ela podia, e realmente um homem que pelo aspeto descuidado, não entendia porque a merecia, com um ar de motard malcheiroso, cheio de tatuagens por todo o lado, e que vivia com o pai naquele prédio.

Acabei por conhecê-la pessoalmente no ginásio, ao entardecer do dia encontrávamo-nos lá, ela trazia umas leggins apertadas, o rabo espetado apetecível, que os homens que por ali paravam, faziam tudo por apreciar ao vê-la passar.

Logo que tive oportunidade, um dia no regresso do ginásio para casa, eu perguntei-lhe qual era o segredo dela para ser uma mulher excitante que dá tesão aos homens, e não esperava ouvir da boca dela o que disse, “levar bastante no cu!!”.

E depois ela perguntou, “tu não gostas que o teu marido coma o teu cu?”, por momentos eu parei em silêncio, mas depois disse, “não, nunca pensámos nisso”, e depois ela prosseguiu, “e com outros homens, tens dado o cu?”, a mesma surpresa inicial mantinha-se, “bem, não, eu sou casada, não é muito habitual eu andar a dar o cu a outros homens”.

Eu dizia isto, mas ao mesmo tempo senti vergonha pela minha inexperiência, eu nunca tinha apanhado no cu, e quanto a isso, era virgem, ficando eu ainda mais desconfortável quando ela se riu, “eu também sou casada querida, e se eu esperasse pelo meu marido, eu estava fodida, eu todas as semanas levo no cu, é como se fizesse um desporto, compreendes?”.

Eu compreender não compreendia, mas a curiosidade ardia tanto em mim, que eu perguntei, “a sério? costumas foder com outros homens, e o teu marido?”, ela respondeu, “o meu marido é mais do tipo de fazer de conta que não vê, ele sabe bem que eu ando a foder, e desde que ando a levar no cu todas as semanas, a nossa vida foi uma revolução”.

E depois ela continuou, “eu andava sempre deprimida, roupas escuras como se fosse viúva, mas quando comecei a levar no cu, a minha personalidade mudou toda, e com ela a minha alegria, e foda-se!! também a do meu marido”.

Quando chegámos ao condomínio, eu reparei que ela se dirigia para outro andar, ela deve ter adivinhado os meus pensamentos, “vou a casa do Reinaldo, ele está à espera para comer o meu cu”, eu lembrei-me que Reinaldo era o motard, o que vivia no quarto andar com o pai, e depois ela prosseguiu, “já sabes, quando quiseres levar no cu, é só desceres um piso.”

Há noite quando estava na cama com o meu marido, eu enrolei-me nele e pedi para ele me dar uma foda, e com muito esforço fiz tudo o que podia, subi para cima dele e quando me estava a comer a cona, eu pedi novamente, “querido, amor, gostavas de comer o meu cuzinho, querido”.

Ele fez uma cara de surpresa, e perguntou, “mas porquê? querida, porquê isso agora? sabes que eu nunca gostei de andar nessas paragens”, mas eu insisti, “ai, querido, gostava tanto de experimentar, a minha nova amiga diz que adora levar no cu e que é tão bom”, o meu marido pareceu incomodado, “aquele marido dela anda a comer-lhe o cu? ou se calhar é noutro lado?”, eu não respondi amuada.


No dia seguinte, encontrei a minha amiga, ela caminhava alegre dentro de um vestido florido, e nem me deixou falar, “ai amiga, ontem o Reinaldo estava doido, eu tenho o cu todo fodido”, ela viu o meu olhar desapontado, e eu contei que tinha tentado que o meu marido me fodesse o cu, mas sem qualquer resultado.

Ela riu-se, “os maridos são assim, sofrem do mito que comer o cu das mulheres estraga o casamento, se queres muito levar no cu vai ao Reinaldo, amiga, eu arranjo-te uma marcação”, eu fervia em curiosidade, desejo, e ao mesmo tempo, de rejeição, de me sentir puta por enganar o meu marido.

Mas ela insistiu, “querida, não penses assim, o Reinaldo é só para foder o teu cu, dás-lhe um dinheirinho, uma espécie de part-time que ele tem para ele manter a mota a funcionar”, e eu perguntava, “mas e o meu marido?”, e ela dizia, “o teu marido vai gostar quando andares mais alegre a dar tesão aos outros homens”.

Eu estava praticamente convencida, a visão de me tornar numa mulher apetecível que todos os homens desejam foder era demasiado intensa, mas eu era virgem, nunca um homem tinha penetrado o meu ânus, e eu perguntei, “mas vai doer, amiga? tenho o cu muito apertado”, e ela respondeu, “amiga, vai doer ao princípio, mas o Reinaldo sabe tudo, ele percebe de óleos, quando o teu cuzinho estiver aberto vais adorar levar com o pau dele”.

Eu ainda disse, “mas se eu comprar um vibrador anal primeiro? Para experimentar”, ela respondeu, “amiga, o Reinaldo tem isso tudo, eu posso dizer-lhe que és virgem, e ele come o teu cu com mais cuidado, eu cá por mim querida, gosto dele à bruta”.

Eu nem queria acreditar que aceitara uma coisa daquelas, ela fez a marcação e à hora certa, desci do meu andar para o andar em baixo e bati à porta do Reinaldo, ele apareceu em tronco nu com uns calções de ganga por baixo, e a ideia que eu tinha dele, de um homem malcheiroso e desmazelado, desapareceu da minha cabeça como fumo.

O cheiro dele não tinha nada de sintético, apenas um cheiro a madeira e a terra, que me excitou os sentidos, a barba era de três dias, e o andar, o falar, era como se tivesse acordado há pouco tempo, e é então que eu ouço a voz, “vens para a marcação, a tua amiga falou-me de tudo, que é para eu ter cuidado a comer esse rabo”.

Eu não precisei de muito para me sentir totalmente à vontade, como se ali houvesse mesmo existência, gente viva, e o estranho é que não estando nos meus planos algum dia estar naquela situação, com um homem que daqui a alguns minutos ia papar o meu cu, o flash de realidade foi tão violento que despertaram os meus sentidos.

Pela primeira vez, em muitos anos, eu cheirava, tinha gosto, tateava espaços e corpos, via e ouvia como nunca, todos os meus sentidos se uniam num só propósito, levar no cu e estar ali, naquele espaço e durante um tempo, com um desconhecido.

Parecia-se com uma aventura, o sangue fluía energicamente nas minhas veias, o coração batia imparável no meu peito, as pernas tremiam e desabariam a qualquer momento, não fosse ele agarrar a minha cara entre as mãos, e dizer, “vejo que estás perdida, tens medo? eu vou dar-te algo mais”, depois abraçou-me, “acalma-te, é a primeira vez, eu sei”.

Passámos por um corredor, vi em relance um velho que fazia paciências num computador, e entrámos num quarto na penumbra, olhei para a decoração, se é que se podia chamar decoração a um amontoado de coisas de várias fases da vida de um homem, desde a adolescência à idade adulta, livros, discos, roupas, quadros, experiências e frustrações, eu pensei, “ele não cresceu, ou não cresci eu? posso voltar atrás?”.

Devo ter perdido a consciência de mim própria, na transição do meu julgamento e a suspensão para deliberações, porque a língua dele corria rápida no mais íntimo do meu ser, mergulhado entre as minhas pernas no meu vale molhado, sei que soltei um gemido que senti ainda inconveniente, “ai foda-se, humm, foda-se, ai, que não aguento, estou perdida”, os meus olhos fechados.

Eu não sei se me entregava a este homem, mas procurei nele o sexo, a minha mão pousou num caralho voluptuoso e duro, “ai foda-se, ai caralho, ai”, o meu corpo espraiou-se, diluindo-se na largueza da cama.

Ele deu-me a beber o pau, com o cheiro a madeira e terra, um gosto salgado, uma textura rugosa, casca de tronco de uma árvore velha, o som de uma música que girava, a minha língua lambeu-o, engoli-o na minha boca, pequenas gotas escorreram na minha garganta.

O meu corpo rodou sobre o dele, como se ele nele tocasse as cordas de uma viola, sem esforço, à vontade do tempo e do desejo, as minhas pernas abriram-se e senti entrar na minha cona o pau grosso e duro, ele sussurrou ao meu ouvido, “és tão perfeita, és tão apertada, adoro, quero partir-te toda, quero que te lembres de mim”.

Sentia as ancas dele a moverem-se sobre mim, apertei-lhe o tronco nas minhas pernas, e se o meu corpo era carne transformara-se em nuvens porque era aí que eu estava, pousada, a ser penetrada por um lobo, uma fera, um animal carnívoro, “ai humm, ai estou completamente louca, ai”, a voz dele, “vou-te comer o cuzinho agora, estás preparada mulher?”.

As mãos dele já me tinham percorrido cada milímetro do corpo, as minhas nádegas, o meu ânus, o que era em mim sólido ou liquido tinha perdido a sua natureza, ele virou-me, e senti alguma coisa que sabia por conhecimento, era a cabeça do caralho dele a querer entrar no meu cu, a bater à porta, a fazer força, ele disse, “pronto, querida, não custou nada, vou partir-te esse cuzinho todo”.

Senti-o agarrar as minhas nádegas, a abraçar-me com as pernas, e soltei um grito, “ai que loucura, meu cu, ai, foda-se, ai fode-me o cu todo, querido, ai”, na penumbra daquele quarto, ele como um gigante preso a uma rocha, o meu corpo enrolado, o meu rabo empinado, ele entrava e saia, como ondas que vinham e batiam, o meu ânus tenso naquele pau, sentia-me molhada, e sabia que me estava a vir, “ai hum, que me perco toda contigo”, a vir pela terceira ou quarta vez.

Mais tarde, subi para o andar de cima, para a minha casa, e pensava, “estou perdida”, e eu ouço o meu marido a rir, “então querida ainda andas com aquelas ideias de levar no cu?”, eu sorri, desloquei-me para o meu quarto, abri o guarda-roupa, e pensei, “um mar de cinza, preciso tanto de alegria e de ser desejada, de dar tesão aos homens”.

No dia seguinte encontrei a minha amiga, ela riu-se, “amor, pareces a minha irmã gémea, que tesão de mulher, vamos ao ginásio?”, e eu pensei, “e mais tarde ao Reinaldo”.

Sobrinho não aprende com tio

19:44 0
Sobrinho não aprende com tio


Foi assim num dia de manhã, eu recebi uma chamada da minha irmã a pedir para recolher o meu sobrinho em casa, e dizia ela, é só por algum tempo, que ele precisava de viver na companhia de um homem para aprender a ter regras, e que ela não conseguia fazer nada dele.

Na altura fui claro, sendo eu um homem divorciado, vivendo há muitos anos sozinho, não queria ter um rapaz em casa, ia-me dar muito trabalho, ele não era nenhum miúdo, e não era agora, com vinte e cinco anos, que eu lhe ensinava o que ele já sabia.

O rapaz viveu toda a vida com a mãe, sem ter um pai que mostrasse autoridade, que o ensinasse a ser um homem, e sempre fez o que queria, e agora era este o resultado, ele não queria fazer coisa nenhuma, que não fosse viver à custa, do otário que se pusesse a jeito.

E desta vez disse à minha irmã, “o caralho da vítima vou ser eu, tenho que aturar esse rapaz, eu não tenho tempo para isso”, mas ela chorou e chorou, e eu lá tive que o ir buscar.

No primeiro dia, eu impus, “aqui meu amigo, cada um trata das suas coisas, eu não sou teu criado”, mas porra!! a minha rotina mudou logo, passaram-se poucos dias, e era merda por todo o lado, e pior que tudo, ele queria saber o que eu fazia.

Eu tinha chegado do trabalho, cansado como o caralho, tomei um bom banho, comi o que havia no frigorifico, e deitei-me na cama esticado, com o computador no colo, a ver uns websites de porno, enquanto ele estava no outro quarto.

Eu estava tão concentrado, que eu não vi que ele tinha entrado no meu quarto, e olhava para mim a ver-me nu, deitado na minha cama, a acariciar o meu caralho teso, e a olhar para o ecrã, a ver uns gajos a foder.

Não sei se ele veio atraído pelos gemidos do computador e dos meus, mas logo que o vi, como poderei dizer, a minha reação foi imediata, eu gritei-lhe para sair do quarto, que não interrompesse a minha punheta, esse era o meu ritual quando eu chegava, e que ele fosse para o seu quarto tratar da vida dele.

A minha punheta, obviamente, ficou totalmente arruinada, e quando adormeci, quase com pesadelos, foi a pensar, se daqui para a frente, a minha vida seria a mesma.

Embora eu lhe dê atenção, ainda não lhe tinha ligado muito, mas percebia agora, o rapaz tinha péssimos hábitos, e eu perguntava-me, com a mãe? será que ele é assim? quase não tinha roupa, ou eu mal a via, porque em todo o santo dia, ele andava sempre de cuecas.

Primeiro pensei, o rapaz está a ser prático, se não veste não lava roupa, é uma arte do homem sozinho, é poupar na merda que faz, e desse mal de ser homem, de uma falta de competências, para manter a casa organizada.

Só que abandonei logo essa teoria, aquilo é mesmo maneira de ser, diz ele que gosta de se sentir à vontade, e então desde que assistiu à minha punheta, já nem com cuecas anda, aparece-me todo nu, em todos os sítios da casa.

Hoje quando cheguei a casa, com a ideia no meu ritual de sempre, um bom banho refrescante, alguma comida pré-cozinhada, uns websites de porno como antigamente, uma punheta purificante, seguida de uma boa noite de sono, ele resolveu aparecer nu a dizer que ele queria fazer perguntas.

Depois do jantar, banho tomado e devidamente alimentados, eu sentei-me no sofá e ele ao meu lado, e não consegui deixar de admirar de perto o corpo nu, com uma visão zoom aproximada.

O corpo talhado nas medidas certas, definido e esguio como de um gato sem dono, o pénis bem desenvolvido, bonito e enérgico, o tufo de pelos castanhos com um brilho específico, feito de gordura de morsa molhada, os olhos, a boca carnuda, e o cheiro, um cheiro afrodisíaco intenso, feito de almíscar, testosterona e sexo.

Ele tinha percorrido a sala com o andar habitual, desafiador e provocante, exibindo o corpo na sua nudez, e logo que se sentou no sofá, recolheu as pernas para cima, encostando-as ao tronco, e perguntou, “já vi que tu gostas de porno?”.

Eu respondi, “gosto, mas sem gostar, é só uma coisa que me distrai”, e ele ainda na sua juventude maliciosa, voltou a perguntar, “como assim? não percebo?”.

Eu olhei para baixo, para o rego entre as nádegas dele, e eu continuei, “ás vezes parece que somos obrigados a estar sempre a olhar para qualquer coisa, para um ecrã ou uma tela, como se não existíssemos sem isso, e eu estou um pouco cansado, o porno faz-me desligar de tudo”.

Ele pareceu perceber, e prosseguiu, “gostas de ver para bateres uma punheta, é isso?”, eu fiz um movimento com a cara, “sim, é mais isso”, e depois ele insistiu, “de que tipo de porno gostas? que categorias?”, eu respondi, “navego à deriva, mas, não sei, amador, anal”, percebi que as perguntas tinham um sentido, e ele voltou a dizer, “e gay?”.

Eu olhei para ele, para os movimentos que fez com as pernas, abriram-se e a mão dele percorreu-as por dentro, num instante rápido e acariciante, até a pousar no caralho, ereto e bem teso, eu respondi, “também gosto de ver porno gay”.

Ele sorriu com a minha resposta, e disse, “eu também, eu gosto de porno gay bbc, com homens negros”, eu olhei para ele, por momentos pareceu-me ver-lhe o ânus, o anel pregueado no fundo das coxas, e eu disse, “se gostas de bbc, isso diz muito de ti”.

Agora ele pareceu surpreendido, e eu continuei, “é porque és submisso, dá-te prazer ficar por baixo?”, a nossa conversa atingia uma tal excitação, que eu também senti o meu pau teso, preso nuns calções de algodão fino, e o volume já era tão grande, que o meu sobrinho percebeu.

Ele deu uma volta ao corpo, a mexer-se irrequieto para o lado, e depois disse, “acho que sim, ou melhor, sim, gosto de ficar por baixo”, e eu continuei, “e gostas deles grandes?”, ele sorriu nervosamente, “sim, e tu também gostas de bbc?”, eu respondi, “talvez, não sei, não te digo agora, talvez um outro dia”.

A noite ia longa, a nossa conversa pedia perguntas, era coisa para outra história, mas eu não resisti perguntar, “e já provaste algum?”, ele sorriu novamente, “se estás a querer saber se já apanhei no cu, a resposta é sim”, mas ele continuou, “e tu? também já levaste no cu?”.

Senti que o meu corpo estava num estado quase febril, levantei-me do sofá mostrando a prova ereta dos meus pensamentos, o meu caralho teso como pedra, e disse, “está bem, mas isso posso responder amanhã, tu depois contas os detalhes”.

Dei dois passos na direção do meu quarto, “agora está na hora da minha punheta, e espero bem que não me interrompas, preciso descansar!!”.

Colar mágico

20:38 0
Colar mágico


Estou há horas sentado na poltrona da minha loja, quando a vejo entrar e começar a andar pelos corredores da caverna de Aladino que eu venho enchendo de coisas antigas e belas ao longo das últimas décadas.


Já a conheço e sei o que vem fazer!

Não é a primeira vez que ela entra na minha loja de coisas únicas, há quem lhes chame antiguidades, para roubar alguma que lhe agrade.

Entrar alguém na minha loja é sempre um acontecimento, sinceramente não espero que alguém entre, e a maioria das vezes nem quero que isso aconteça, prefiro ficar sozinho e não vender nada.

Já basta ter que ver todos os dias os intestinos do mundo por uma lupa. Tanta merda!! E sinceramente não a quero dentro da minha loja.

Mas se vender, só a quem verdadeiramente aprecie, que saiba o que paga, entenda que o dinheiro não é lucro, recebe-se moeda em troca do desapossamento da beleza, foi-se dela guardião e protetor por muito tempo, e é essa perda o maior sacrifício.

Como dizia, ela só rouba, com um corpo de malte esguio rápido nervoso, comandado por uns olhos negros profundos inteligentes, um todo espírito quase egípcio, pelas suas escolhas, a roupa, as tranças no cabelo, o andar desmazelado, o tom enternecedor da voz, e o sorriso lúcido.

Da primeira vez, ela roubou uma pequena estatueta, de pouco valor monetário, mas de uma enorme gratidão, de um velho em pé em cima de uma rocha olhando o horizonte, não amada quando a vi, e que encontrei, ou me encontrou ela, numa das minhas viagens pelos cantos do mundo.

Agradou-me profundamente que ela roubasse aquela peça, agradou-me a escolha, tenho objetos muito mais valiosos na minha loja, alguns ainda do tempo dos meus pais, também eles protetores das coisas únicas, e aquela valia pela compreensão, minha compreensão, de que aquela jovem ladra sentia a beleza como eu.

É tão difícil encontrar alguém igual.

E se não era para vender, que utilidade daria aquela jovem mulher acobreada a uma estatueta de bronze de palmo e meio de um velho em pé em cima de uma rocha olhando o horizonte que não fosse apenas para a ter nos seus aposentos íntimos para a admirar, para a fazer sonhar, pensaria ela em mim, nos meus cabelos brancos?

Agora ela está novamente na minha loja, com o mesmo sentido de ser, a mesma leveza de uma gata, eu conheço-lhe os passos, em busca de algo que a desperte, que tenha significado, que justifique o seu ato.

E a minha curiosidade é imensa, quase febril, o que roubará ela desta vez? De entre tantas coisas únicas, qual será aquela que ela achará como mais única ainda para ela? A que merece mais ser possuída?

Eu vejo-a caminhar agora lenta, tocando cada objeto com a palma da mão, com uma caricia acompanhada de uma lágrima, parando e depois avançando pelo corredor, os olhos negros intemporais, subindo e descendo pelas prateleiras, como os de uma deusa que procura o que lhe pertence e é seu por direito.

Ela parou, eu sinto-lhe a transpiração, duas pérolas que brilham na testa de cobre, as batidas do coração sinto-as também, num ritmo crescente que se juntam às minhas, somos animais, sangue, deuses, pó suspenso no ar em cortina de sol, e sós, sob a flagelante vibração de um piano silencioso.

As mãos pousaram finalmente num colar, um metal antigo sem a presunção de se confundir com ouro, pedras de lápis lazúli encastradas num desenho enigmático, que pode ser mapa de um tesouro, chave de portal de um mundo paralelo, mecanismo de transporte para outro tempo.

E ela agarrou-o, o colar enrolou-se-lhe na mão como o braço de uma planta exigindo unir-se ao mineral e à carne, entranhando-se nela e fazendo parte dela, do seu corpo, um objeto inanimado que ganha vida e desperta com o encontro, há tanto tempo que te esperava.

Eu percebi nela um sorriso acanhado, passou por mim com os olhos em baixo, podia ter saído por outro lado, com um sentimento de culpa, e quando se distanciava, numa voz rasteira como o vento no deserto, eu disse, “acho que tu levas aí contigo uma coisa que me pertence”.

Ela podia ter fugido, e certamente eu não corria atrás dela, se não fosse para lhe dizer que voltasse sempre, mas ela retrocedeu e tirou o colar de um bolso, de um vestido liso que lhe caia em ondas pelo corpo, “peço desculpa, não resisti, é como se tivesse sido feito para mim”.

Eu sorri, “acho que tens razão, eu sinto o mesmo, é como se o colar tivesse um espírito preso nele que chama por ti, pelo teu corpo, nunca o ouviste?”, foi um reflexo, eu olhei-lhe para as mamas e nelas vi vincados os mamilos rijos, dois pontos salientes e negros, pobre de mim que pensei, apenas duas peles, uma de tecido e outra de seda, não tem nada por baixo.

Acho que ela entendeu, a minha vergonha instantânea, daquele olhar inusitado, afastou-se de onde eu estava, a pedir que a mirasse de alto a baixo, e ela disse a sorrir, “acho que sim, quando olhei para o seu colar ele chamou-me”, e eu continuei, “como a estatueta de um velho em pé em cima de uma rocha olhando o horizonte que tu levaste?”.

O silêncio foi rápido e logo preenchido, “essa apenas quis compreender a beleza! tenho-a no meu quarto, observo-a todos os dias, mas ainda não a compreendi, e talvez nunca consiga, quero muito devolvê-la, está na minha memória, talvez um dia”, e eu perguntei, “e o colar?”.

Ela olhou para mim profundamente como se tentasse perceber a minha pergunta, e eu continuei, “no antigo Egipto, as sacerdotisas ofereciam-se nuas aos deuses, apenas com esse colar no corpo, se o puseres saberás mesmo se ele se molda a ti e te pertence, porque senão não és tu a quem ele quer”.

Não sei se ela sorriu, condescendente pelos meus cabelos brancos, se pela experiência carnal de se mostrar nua com o colar, mas eu ouço-a dizer, “gostava muito de o pôr, se quiser e me deixar”, e fez um gesto único, levou os dois dedos às alças do vestido e deixou-o cair sozinho a escorregar pelo corpo.

O tom acobreado que a cobria, os seios tesos presentados por mamilos em cima, o ventre liso em curvas feitas de dunas de deserto, e um oásis de pelos negros e lustrosos no meio, que me tirou a respiração e me fez pedir, “aproxima-te minha deusa, deixa que eu ponha o colar no teu pescoço”.

Ela rodou, e o que era belo à frente, era ainda mais belo por trás, as nádegas redondas unidas a um risco simétrico, ela levantou os cabelos docemente, eu pousei o colar no pescoço, e ele moldou-se às formas como um coral vivo a agarrar-se á rocha, e quando se voltou para mim, não aguentei e disse, “realmente, os deuses chamam por ti, eu também os ouço, és linda”.

Quando lhe pedi que se vestisse e levasse o colar com ela, ela disse, “não, guarde o colar por mim, quando eu quiser que os seus deuses me chamem, eu volto aqui”, e saiu, já não a vi, apenas ouvi o sino na porta a bater.

Noite de verão na cabana

22:25 0
Noite de verão na cabana

A cabana estava banhada por um sol acolhedor que insistia em manter-se no horizonte quando regressámos da praia. Depois de um banho reconfortante para retirar o sal do mar que me encrespava a pele, eu senti fome, mas uma fome inesperada de completude.

Eu sei, é um sentimento de eterno pedido, de que tudo na vida seja positivo, que os elementos se conjuguem num momento, que esses momentos se mantenham permanentes, mas que são tão raros porque não dependem de nós.

Ou pelo menos só de nós, é preciso que os deuses estejam de acordo com a nossa felicidade!

Aproximei-me do alpendre ainda molhada do banho, onde estava o meu marido sentado numa cadeira de verga, ele comia um pêssego fresco acabado de tirar do frigorifico, ele olhou para mim, “estás maravilhosa”, eu sorri e ele puxou-me para me sentar no colo dele.

Ele continuou, “onde está a S. e o F.?”, eu respondi, “a S. está no banho, depois podes ir tu, ele está na cozinha, a preparar-nos alguma coisa para comer”, ele disse “hhhum, ok”, e depois eu continuei, “a S. pediu para te dizer para ires passar creme pelo corpo dela”, ele sorriu e disse, “e o F. também quer o mesmo?”.

Agora foi a minha vez de sorrir, “quer sim, querido, importas-te?”, a visão do meu marido a ver o F. a espalhar creme pelo meu corpo nu era uma coisa que me excitava, e ele disse, “posso ver?”, eu sorri ainda mais dando-lhe a ele um beijo, “claro que sim, amor”.

Eu senti que debaixo do meu rabo o pénis duro do meu marido, e sabia que por isso alguma coisa lhe ia no pensamento, e eu perguntei, “gostaste da S.?”, ele respondeu e riu-se, “gostei, adorei ela a chupar o meu caralho”, e depois ele continuou, “ela disse que não ia sobrar nada de mim para a noite”.

Ver aqui o que se passou: sol sal e confidências com tequila

O meu marido deve ter reparado que eu estava com a cabeça noutro lugar, e perguntou, “o F. quer-te para a noite?”, eu respondi, “acho que sim, amor”, e depois ele insistiu, “e tu querida?”, eu olhei para ele, “eu também, querido, mas é só sexo, compreendes?”.

O meu marido abanou a cabeça, “queres que o F. coma o teu cuzinho, amor?”, eu aproximei-me da orelha dele e sussurrei, “quero muito querido, quero sentir aquele pau grosso todo cá dentro”, eu percebi que ele me extava a excitar e a excitar-se a ele, “vais chupar o caralho dele, amor? posso ver?”.

Só tive tempo de dizer que sim, porque ouvi um grito da S. a dizer, “podes ir, é a tua vez”, a chamar o meu marido para o banho, e eu levantei-me e fui ter à cozinha onde o F. estava, mas ainda consegui ver a S. a dar uma palmada no rabo do meu marido a dizer, “rápido, vamos divertir-nos”.

Eu entrei na cozinha, e o F. preparava uma sopa fresca, um gaspacho adocicado e picante, ele ainda tinha aquele ar desgrenhado e seco da água do mar, e passou o braço por trás do meu corpo, apenas coberto por uma túnica marroquina, e disse, “foda-se, que cheiras tão bem, vou foder-te toda”.

Eu dei uma pequena gargalhada e disse, “está bem, fode-me toda”, ele olhou para mim, “e o teu marido?”, eu respondi maliciosamente, “o meu marido? acho que estavas lá, o meu marido esteve a comer a tua mulher”, mas ele continuou, “querida, eu sou um pouco mais duro, achas que ele vai querer ver? eu a comer o teu cuzinho?”.

Eu ouvia a S. no banho de volta do meu marido, do ruido que eu ouvia os dois brincavam, e eu disse ao F., “claro que ele quer, ele está mais excitado que eu de ver a mulher a ser fodida”, e depois ele continuou, “vou tomar banho, é a minha vez”.

Eu aproximei-me de um dos quartos, de onde vinham as vozes da S. e do meu marido, e quando olhei estavam os dois na cama, a S. viu-me e disse, “ai, querida, o teu marido está a pôr creme, ele é um amor”, a mão dele percorria-lhe as coxas por dentro, a espalhar o liquido branco, a deixar um brilho húmido.

Eu estava concentrada neles, quando o F. entrou no quarto ainda molhado, e puxou-me com a mão, “anda vamos para a cama com eles”, ele pediu um pouco de creme e com ele nas mãos, espalhou-o nas minhas mamas, foi escorregando para baixo, pelo meu ventre, até ele apertar de mão cheia os lábios da minha cona.


O F. virou-se para o meu marido, “queres que a tua mulher chupe o meu pau?”, ele olhou para o pénis do F., grande e teso como uma vara, a cabeça grande como uma ameixa, em cima de um eixo de nervos, o meu marido disse, “ai amor, chupa-lhe o pau, quero ver se és mesmo boa a chupar o caralho de outro homem”.

Eu olhei para o meu marido e para a S., agarrei o pau do F. na minha mão, dei um beijo na ameixa grossa, e sorri, “tu sabes que eu sou boa, querido”, e eu comecei furiosamente a lamber o pénis do F., engoli-o na minha boca, a chupá-lo de alto a baixo, até que me esqueci que eles estavam a ver.

Eu senti a mão do F. na minha cabeça, no meu pescoço e nas minhas costas, e a voz profunda, “chupa querida, estás a gostar do caralho do teu amigo, chupa, isso, “, o meu marido e a S. diziam, “foda-se! que bela mamada”, e as vozes deles excitavam-me ainda mais.

As pernas peludas do F. tinham-se aberto para eu entrar no meio delas, e ele dizia à S., “foda-se, amor, a tua querida a chupar é demais”, depois falava com o meu marido, “ela chupa-te assim? desta maneira? Está esfomeada? Vou-te comer a cona e o cuzinho todo”.

Ele virou o meu corpo e subiu para cima de cima, a montar-me por detrás, eu olhei para o meu marido, “ai querido, vou levar com ele, ele vai comer a cona da tua mulher”, o F. arqueou-se sobre o meu corpo, e eu senti a verga grossa a entrar, abriu-me as nádegas com a de um pêssego, e penetrou a minha cona.

Os meus olhos piscaram e fecharam-se logo de prazer, ainda vi a S. a chupar o pau do meu marido, e o F. em cima de mim, violento e obsceno, começou a movimentar-se, e eu gemia, “humm humm, aih, aih, querido, ele parte a cona da tua mulherzinha”, o F. respirava fundo como um touro ou um animal, até que eu o ouço a falar com o meu marido, “vou comer o cu da tua mulher”.

O pau dele saiu rápido da minha fenda húmida e entrou duro como ferro no meu cu, eu soltei um grito, “heimm, heimm, o meu cu, amor, heimm”, o F. acelerava e ao mesmo tempo dizia, “adoro o cu da tua mulher, tão apertado, não fodes este cuzinho?”.

Ele batia tão forte em mim, as ancas dele nas minhas nádegas, como ondas do mar a bater na rocha, e eu senti, não ia aguentar mais, a visão do meu marido a ver o pau do F. a entrar em mim, no meu ânus que se abria, todo o meu corpo tremeu e comecei-me a vir.

Eu sei que tombei na cama inerte e satisfeita, e depois ouço o F. a dizer, “vamos amigos, o gaspacho está à nossa espera”, e depois ele falou para o meu marido, “ainda quero continuar”.

Curandeira e a fórmula

21:16 0
Curandeira e a fórmula

🍯
Devo ter adormecido e quando acordei no meu sonho, eu era outra pessoa. Ou melhor parecia ser eu na mesma, mas numa outra época. A primeira coisa que senti foi o meu corpo, internamente, desesperado, perseguido, cansado, esfomeado, como se há meses andasse em fuga.

Depois como uma máquina que arranca quando ligada, eu senti e vi o meu corpo por fora, um corpo novo, mais novo que o meu, a roupa estava em farrapos, o cabelo desgrenhado, as unhas cheias de terra, uns olhos cansados de quem não dormia, e o cheiro, mau, terrível, de quem não se lava.

O cérebro e os meus olhos piscaram, era a memória que chegava, e com ela a consciência, um líquido vital percorria-me as veias, eu acordava-me completamente, e agora lembrava-me de tudo.

A notícia tinha-se espalhado por todo o reino, ultrapassara depois fronteiras e chegara aos clérigos, eles não acreditavam no que ouviram, era uma porra de uma heresia, que eu por acaso descobrira.

Eu tinha a fórmula. Eles sabiam do poder da minha fórmula, e logo decidiram que se não fosse destruída o mundo deles como o conheciam, acabaria.

E num só dia, eu, Vie Hagra, grande curandeira do povo, que curava as doenças do mundo, passei a ser conhecida por bruxa, bruxa conhecida e perseguida por todos, porque as descrenças têm disto, há sempre razões para tudo, mas cada um tem a sua, a maioria fabricada à medida, as pessoas são assim mesmo, mesmo que não exista razão nenhuma.

Eu olhei em volta, e vi que estava numa espécie de palheiro ou curral, quando a noite viera, eu saíra da floresta a correr e tinha-me ali escondido, não é que a fome ou a ausência de alimentos me vencesse, eu afinal tinha conhecimento suficiente para me alimentar de raízes, bagas e outras coisas, o pior mesmo era a vontade, precisava de água e de um bom bocado de carne.

Naquele momento pensei, “onde estaria o bispo? Eu estarei longe dele o suficiente para não ser apanhada por ele? E para onde eu iria depois?”.

Não sei se adormeci no meu próprio sonho, mas recordava-me do meu trabalho de todos os dias, coletar ervas no campo, preparar as minhas receitas, e mais que tudo, ouvir as pessoas, principalmente as mulheres, quando se queixavam dos maridos, que eles não se levantavam.

Quero esclarecer isto bem!! O que elas se queixavam era que os pénis dos maridos não tinham ereção.

Mas com estas queixas, elas expunham também as suas razões e com elas as suas confidências, dizendo que se eu não arranjasse solução, elas teriam que procurá-la por outros meios, e o mais certo, seria enganarem os maridos, e ir á procura de caralho noutros lados.

Nunca deixei de pensar que esta estranha condição de servidora dos outros, como curandeira ou bruxa, me deixava um pouco distante desses conflitos terrenos, de necessidade dum pénis teso como uma urgência animal, ou como um afirmativo masculino, sempre tão falado por todos, que quase era verdade, o caralho era o centro de tudo.

Eu deixava-me ir nessas reflexões, o caralho conseguia ser mais importante que uma cona, um caralho sem vida, não trazia alegria nenhuma, porque tendo muitas funções, a melhor, era a de manter a família unida.

O cheiro que vinha do meu corpo era aterrador! Há semanas que não tomava banho e não havia maneira de não coçar a cona, um desconforto do caralho.

Naquela altura também eu acreditava que o que não tinha solução não merecia o meu tempo, e pensava eu, o que está morto, é definitivo, e depois caralhos que mais pareciam ser problemas de mulheres.

Até ao dia em que me apareceu um homem, desesperado que ele não conseguia, e disse, “por favor, curandeira Vie Hagra, ajude-me a levantar o pau senão a minha mulher arranja um outro qualquer”.

Nunca tinha sentido um desespero tão grande, e a verdade é que era o primeiro homem que me aparecia a falar no assunto, e eu ainda disse, “mas você tem quase setenta anos e ainda quer levantar o pau?”, ele queixava-se, “a minha mulher é jovem, e eu nunca vi uma desgraçada a querer apanhar tanto na cona, curandeira Vie Hagra, ela não me larga”.

Eu finalmente tinha um assunto que chamava a minha atenção, e depois, não sou mulher de negar um desafio, era um grande projeto, seria difícil, é certo, caminhar contra a natureza, fazer levantar caralhos era pura alquimia, muito mais difícil que fazer ouro do chumbo.

Até descobrir a fórmula ainda levei algum tempo, eu tinha aquele homem que era a minha cobaia, e um dia dei-lhe um preparado, e aquilo não fez efeito merda nenhuma, mas de repente dei um grito, “caralho!!”, atirei com uma erva para a fervura, aquilo deu um espirro estranho, e então disse-lhe aquilo, “beba essa merda, que mal ou bem nenhum lhe faz, isso tenho eu por seguro”.

Não demorou mais do que alguns minutos, em momentos o homem ficou azul, e ainda pensei que ele fosse ter um caralho de um ataque do coração, só que de repente ele riu-se, e eu vi, com estes olhos que a terra há-de comer, um caralho enorme a crescer.

Eu nunca na minha vida de curandeira tinha visto um sorriso tão grande estampado no rosto de um homem, tanta alegria concentrada numa face, o homem manobrava o pau, como o leme de um navio, e eu pensava, “foda-se!! Vie Hagra, és realmente muito boa”.

O momento tinha de ficar registado, eu tinha de tirar notas, fazer testes no instrumento, e eu disse, “deixe-me agarrar no caralho”, comecei a apalpar, a analisar a dureza, e eu perguntei, “como era dantes? Era tão grande como está agora?”.

Ele respondeu, “não, agora está muito maior e mais duro, é um milagre”, e quando eu ouvi aquilo, eu disse logo, “até termos a certeza, temos de manter isto em segredo, eu vou experimentar tudo, para ver se é para o futuro”.

Só que depois ele não aguentou, pediu-me o preparado e foi experimentar na mulher nova, e foi aí que a merda começou.

Quando ele apareceu à mulher jovem com o caralho teso daquela maneira, a rapariga apanhou um susto, pensou que era uma assombração, um homem velho de pau na mão, a querer comer a cona dela.

Mas desta vez ninguém disse que era um milagre, ela foi a correr queixar-se ao bispo, que o marido a perseguia, que a culpa era toda minha, que eu era uma bruxa, mas eu sabia, ela tinha-se queixado a mim que o marido não levantava, e que isso era a desculpa, porque ela fodia com outro homem.

O problema maior é que o marido velho nem se importava, que a mulher fodia com outro homem já ele sabia, ele queria o preparado para sentir o pau teso, essa energia vital que o unia todo, a lembrar-lhe o corpo dinâmico de quando era jovem.

Mas o bispo viu na minha fórmula uma alteração dos costumes muito grave, a fórmula tinha de ser secreta, não era aceitável para a igreja que homens velhos andassem por aí com o caralho levantado, mesmo que não fosse pecado era muito mau para a doutrina, e começou então a perseguir-me, dizia-se que ele também não levantava, se calhar era por isso.

E é por isso que fujo, …..

Foda-se!!! quem me sonha está a acordar.

Sol sal e uma cabana

16:22 0
Sol sal e uma cabana

O calor e o sol não perdoavam, neste dia em que eu e o meu marido passámos nesta praia deserta com a S. e o F. a curar as tequilas que uma velha viúva estrangeira nos servira no seu bar de amontoados de madeiras que ela persistia em manter.

De quase meia em meia hora corríamos para o mar, com os nossos corpos nus, a gozar de uma liberdade gratuita, coisa rara nestes dias, porque só apreciada por aqueles com atenção.

Alguns dos nossos segredos, ou melhor dos meus, tinham sido desvendados aos olhos do meu marido, a S. e o F. era um casal de namorados, e eu, no dia de hoje, tinha-lhe contado que uns anos antes, naquela praia deserta, eu passara umas férias com eles, e que num desafio de jovens, o F. tinha-me fodido.


Que fora a S., namorada dele e hoje mulher, que me desafiara a ser fodida pelo F., estava eu a contar tudo isso ao meu marido, e que o F. naquele cenário idílico, com a S. a ver e eu a desejar, tinha-me comido o cu.

Na vontade deles, na minha e do meu marido, ficou então acertado um novo desafio em que, para compensar o meu marido, ele ia foder a S., e mais uma vez, pela sua iniciativa, fora ela que insistira que isso acontecesse.

Mas a preocupação do meu marido parecia ser outra, no mais profundo da sua mente persistia a dúvida se eu tinha contado tudo, e naquele momento em que a nossa pele secava com sal do mar, ele aproximou-se do meu ouvido na toalha e perguntou, “ele só te fodeu mesmo o cu? parece pouco”.

E depois ele continuou, “estiveram aqui quanto tempo?”, eu respondi, “dez dias, querido, tens de compreender, éramos nós as duas e ele”, e o meu marido prosseguiu, “ele e aquele pau grande, doeu-te quando ele comeu o teu cu?”, eu respondi, “um bocadinho, querido”.

A nossa conversa era tranquila, não era difícil perceber que o meu marido estava excitado com a visão do F., ali naquela praia, a enterrar aquele caralho no meu cu, com a S. a assistir ao namorado em cima de mim a martelar o meu cuzinho e eu a gemer de dor e prazer ao mesmo tempo.

Ele voltou a aproximar-se do meu pescoço e do meu ouvido, “chupaste o caralho dele?”, eu olhei para ele e ainda pensei para mim se deveria mentir, mas respondi, “amor, dez dias!! sozinhos!! sem nada mais para fazer que não fosse foder!! sim querido, chupei eu, chupou a S., e chupámos as duas”, ele contorceu as pernas e vi que o meu marido tinha o caralho teso, e continuei, “vais gostar de foder a S. e não te intimides, ela diz que até gosta de caralhos um pouco mais pequenos”

Eu reparei que ele olhou para o corpo da S., esplêndido e belo, que dormitava na areia, “não sei querida, vocês parecem-me tão livres, tão anos 60”, e depois ele riu-se, “acho que vou ter de beber muita tequila”, e depois ele prosseguiu, “ele comeu também a tua coninha? E o cuzinho, mais vezes?”.

Eu respondi, “amor, era aqui, na cabana do pai dele, numa carrinha velha que a S. tinha, não te posso dizer se foram 10, 20, 30, sei é que foram muitas, havia dias em que achava que o caralho dele nem saia da minha cona”, a cara do meu marido não mostrava grande surpresa, os dois olhámos para o caralho do F. deitado em descanso como um animal a aguardar alimento.

A S. rodou o corpo na toalha e mirou-me e ao caralho teso do meu marido, e com uns olhos sorridentes de malicia e desejo, que fez o meu marido perguntar, “e com ela?”, eu perguntei de novo, “se eu e ela tivemos sexo? querido, até o F. se cansa”, e depois ri-me, “nós não!!”.

Eu sussurrei, “acho que S. está à espera, não queres que ela te chupe o pau agora? eu peço”, ele encolheu os ombros, ainda com a visão do F. a foder-me o cu, eu fiz um sinal e a S. levantou-se correu para o mar e quando regressou fresca e molhada, deitou-se entre mim e o meu marido.

Ela olhou para ele e para mim, a sorrir do desconforto dele, agarrou no caralho do meu marido, ele deu um pequeno salto de frio, “ufff, foda-se! tens a mão fria”, ela abanou o pau para os lados, a tomar o peso e o balanço, e depois disse, “querida, posso chupar o lilypop do teu marido?”, nós rimos juntas, “podes, querida, mas dá-lhe tudo”, a boca dela engoliu a ameixa e deu um chupão com ruido.

O meu marido tremeu as pernas, “humm foda-se humm”, ela continuou e lambia os lábios, “tão bom, eu gosto deles assim, o do F. é muito grande”, ela continuou a chupar, “a tua mulher é que gosta deles bem grandes”, eu sorri a dizer, “mentira, puta, tu também gostas”, eu via a boca dela a engolir o caralho do meu marido, a subir e a descer por ele até acima, eu virei-me para ele, “estás a gostar, amor”, ele tinha a respiração pesada, “sim amor foda-se a tua amiga é um tesão”.

As palavras do meu marido pareceram deixá-la ainda mais excitada, ela subiu para cima dele, procurou depois a minha boca, depois de me dar um beijo disse, “vou comer o teu marido”, e ela riu-se, “não vai sobrar nada para a noite”.

A noite para nós significava a cabana, e isso era mais que certo, o F. estava a guardar-se para nos foder as duas, o meu marido ficaria a ver, a mulher dele a levar com um pau grosso, e nós tínhamos que o preparar.

Ela procurou o caralho dele com a mão e enterrou-o na cona, ele deu um gemido suspeito, e as mãos dele percorreram-lhe o corpo, as nádegas, o tronco, os braços e as costas, como um cego a tateá-la, a compreender o que o rodeava, ela começou a descer nele, sempre a acelerar e a gemer, “come-te toda, chama-me puta, enterra-me esse pau todo”.

O meu marido estava no limite, já muito aguentara, quando o F. se voltou na toalha, o meu marido estremeceu, olharam-se os dois um para o outro, e o meu marido gemeu, “foda-se que me estou a vir”, eu quase me ri do tom de voz dele, parecia que estava a pedir, "desculpa, por estar a comer a tua mulher".


Sogras e os namorados das filhas

23:51 0
Sogras e os namorados das filhas

Cá de cima onde estamos, como poderei eu contar isto, eu e a família da minha namorada, aprecio a noite e o mar de Vilamoura. É quase um sonho, acabámos de jantar, um prato fresco que não consigo recordar, porque é tudo tão intenso, e o que me ocorre é que este é o dia mais perfeito da minha vida.


O corpo bronzeado, o cheiro a coco, uma brisa mágica que nos envolve, nem frio, nem calor, a atmosfera tem um ameno exato, a puxar pela nossa sensualidade, um estado erótico que me envolve, sem querer ou alguém notar, olho as mamas da mãe da minha namorada, tão leves e tão soltas, que eu gostaria de as agarrar.

Perdido nestes pensamentos, sinto um forte desejo, e foda-se, um forte tesão, a minha namorada colocou o braço no meu pescoço, e sinto a mão dela a brincar nos meus calções, uma mão pequena que se move, enquanto eu e o pai dela, nos rimos das brincadeiras do irmão bicha.

É isso, a minha namorada tem um irmão bicha, de vez em quando faz uns avanços, mas não é coisa de outro mundo, ele sabe que eu sou hétero, mas conta-me que a irmã lhe conta, que eu tenho um caralho grosso, e que ela fica doida quando eu a penetro.

Costumo perguntar-me se ela também conta o mesmo à mãe, porque quando aquela mão pequena entrou nos meus calções, ela reparou que a filha me excitou, os dedos brincaram no meu caralho, ela viu que o meu pau cresceu e ficou duro, e eu percebi quando a mãe dela sorriu para mim.

A noite ia fazendo o seu caminho, e decidimos ir todos a uma boîte da moda, e quando entrámos estava cheia, o som, a música, a bebida e o calor dos corpos, as pessoas a dançar, a alegria, era tudo tão completo, que fomos apanhados num redemoinho de desejo, meus deus, queria tanto foder.

Mas a minha namorada conhecia pessoas, os pais dela conheciam pessoas, e quando eles desapareceram no meio do bar, só eu ali fiquei um pouco perdido, a beber cocktails explosivos, devia ter passado uma hora, quando a mãe da minha namorada regressou.

Ela sorriu e disse, “então deixaram-te aqui sozinho, isso é tão desconfortável”, eu perguntei, “o quê?”, ela respondeu, “estares num bar sem companhia, eu nunca gostei”, eu sorri também, “não, eu estou bem, a sua filha deve estar a voltar”.

Eu senti a mão dela a pousar na minha perna, “a minha filha encontrou aqui um antigo namorado, eu conheço-a, ela ainda vai demorar”, aquelas palavras podiam ter muitas interpretações, mas eu continuei, “ela deve estar por aí a conversar com ele”.

Ela fez um gesto leve com a cabeça, “sim, deve ser isso mesmo”, enquanto a mão percorria o meu joelho, a minha coxa, aquela pele fina a roçar nos meus pelos, os lábios dela aproximaram-se do meu ouvido, “podes estar descansado, ela conta-me tudo”.

Eu virei os meus olhos, não consegui desviar os meus olhos das mamas dela, e perguntei, “conta? ela conta o quê?”, ela continuou, “ela diz que és insaciável, estás sempre a fodê-la”, os meus olhos percorreram novamente o corpo dela, e ela prosseguiu, “a minha filha diz que tens um caralho grosso”.

A mão dela aventurou-se por dentro da perna dos meus calções, e senti o meu caralho a ser apertado por ela, ela aproximou a boca do meu ouvido ainda mais, “posso ver se é verdade o que ela diz?”, eu sorri e disse, “já está a ver neste momento”, a mão dela acariciava o meu pau, e continuei, “a sua filha se calhar não fodeu com muitos caralhos?”.

Ela soltou quase uma pequena gargalhada e sussurrou, “alguns caralhos, e eu também, eu e a minha filha somos loucas por caralho, e gostamos de variar um pouco”, o corpo dela encostou-se ao meu, a mão movimentava-se no meu pau, e eu sentia uma caricia e uma gentil punheta que ela batia.

Os lábios dela regressaram ao meu ouvido, “a minha filha tem razão, adoro o teu caralho, eu adorava levar com ele, ela diz que gostas de comer-lhe o cuzinho”, eu achei que ela estava a provocar, “eu todos os dias parto o cu da sua filha”, ela sorriu a dizer que eu era um malandro.

A mãe da minha namorada sussurrou, “estou doida por caralho, e por uma boa foda”, eu sentia-me tão teso que o meu caralho quase saltava dos calções, ela continuou, “mete a mão entre as minhas pernas, na minha coninha, não tenho cuecas, querido, estou toda molhada”.

Eu perguntei, “e o seu marido? Se ele aparece?”, ela riu-se, “ele não aparece, ele gosta de levar no cu como o filho, eles andam à procura de caralho”, e eu insisti, “e a sua filha?”, ela sorriu novamente, “está descansado, neste momento, está a ser fodida pelo amigo”.

Eu não liguei, achei que ela estava a brincar, os meus dedos percorreram o escuro, e encontraram uns lábios de cona inchados de volúpia, escorrendo-se em tesão líquido, acariciei-lhe o clitóris rodando os dedos, e a boca dela aproximou-se da minha, e com um som maravilhoso entoou, “tãaaaooo bom, fode-me com esse caralho grosso, quero chupar-te todo”.

Eu perguntei a balbuciar, “para onde íamos, e se der problemas?”, ela riu-se, “problemas? Porquê?”, eu respondi, “se eles vierem a saber?”, ela continuou, “saber de quê? de que me estiveste a foder? o meu marido gosta!”, eu prossegui, “gosta como? mesmo sendo eu o namorado da filha? a foder a mãe?”.

Ela gemia dos meus dedos, e procurou os meus lábios, “ele gosta de ver, estou sempre a ser comida por muitos homens, ele adora ver-me foder, muitas vezes é ele que arranja homens para comer a coninha da mulher dele, e se aparecer, ia adorar ver o teu caralho grosso a foder-me”.

A minha resistência estava no limite, mas eu insistia, “e a sua filha?”, ela mordiscou-me a orelha, pediu-me um beijo, “não sejas tolo, logo sentes o cheiro dela e vês que levou na cona, querido, agora está num carro a chupar um pau grosso como o teu, é a natureza dela, e eu sei, no futuro vais gostar de a ver ser comida por outros homens”.


Eu não sabia se ia gostar ou não, mas perguntei para onde íamos, e ela respondeu, “vamos para o hotel, querido, quero o teu caralho a partir o meu cuzinho”, e não sei como, no momento seguinte, nós entrámos no apartamento deles, e ouvimos vindo do quarto um som e ela riu-se, “eu não te disse? eles estão os dois a apanhar no cu, queres ir ver?”.

Caminhámos pelo corredor, e pela porta entreaberta, três gajos penetravam o pai e o irmão da minha namorada, ela disse, “anda querido vamos para o outro quarto”, eu segui atrás dela, ela mandou-se para a cama, abriu depois as pernas, “anda querido sou toda tua fode-me toda com esse caralho, amor”.

O vestido dela, uma espécie de túnica de algodão fino caiu, e o corpo belo e bronzeado tremia de desejo e antecipação, eu pensei, ela queria uma boa foda, e era isso mesmo que eu ia dar à minha futura sogra.

Quando o meu caralho se enterrou na cona loura e aparada, eu senti que não estava sozinho, outros olhos miravam-nos, no resto do silêncio do quarto.

Sal tequila limão e dunas

18:31 0
Sal tequila limão e dunas


Acho que ainda faz parte da minha rebeldia de adolescente este meu fascínio por praias desertas e foi isso que o meu marido e eu procurámos há dias, umas da costa atlântica que ainda não foram apanhadas pelo dinheiro.


Sendo eu de uma profissão que avalia essas coisas, penso que provavelmente nunca serão, porque há coisas que apenas alguns apreciam. O dinheiro gosta de números e quase sempre de ignorância, e esta nós todos sabemos, é inimiga da beleza.

Chegámos à praia e estava deserta como esperávamos, o que é aliás da sua natureza, desconfortável, agreste, violenta e própria do que é selvagem, muito pouco convidativa, mas para nós um paraíso.

Já ali tinha estado há muitos anos, com dois amigos, S. e F., um casal de namorados, e à visão daquelas dunas, lembrei-me logo desse momento. O pai dele tinha uma cabana numa aldeia próxima, e ali passámos um dos melhores verões de que recordo.

Não esperava é que o passado se quisesse encontrar com o futuro e, se tinha culpa, ela era toda minha, isto é, se houvesse alguma coisa de que eu me devesse recriminar.

Não estávamos propriamente numa praia de nudismo, dessas, como se diz agora, que estão certificadas, não, aqui ainda não havia regras, apenas algum vento, mar e areia, e lá ao fundo, bem ao fundo, uma espécie de bar feito de um amontoado de madeiras, que uma velha viúva estrangeira, sabia eu, viajada e alemã, persistia em manter aberto.

Por isso, num recanto do mundo sem regras, há duas ou três horas não mais, que eu e o meu marido deambulávamos nus pelo areal, quando eles apareceram de repente, os meus dois amigos de antigamente.

E é aqui que entra a minha culpa, eu tinha falado com eles no dia anterior, e dito que iria escapar-me para a nossa praia deserta, só que não contava é que eles largassem tudo, para irem ao nosso encontro.

Na altura olhei para o meu marido, "desculpa, querido, eu disse-lhes que vínhamos para aqui, e eles apareceram", o meu marido não pareceu importar-se, já ouvira falar deles, mas não os conhecia pessoalmente, e disse, "que bom eles terem vindo, fazem-nos companhia".

O calor aumentara de intensidade e enquanto eles se despiam, foi o meu marido que sugeriu caminharmos até ao bar da viúva para nos refrescarmos por lá, e aí eu sabia que a viúva de tão viajada que era, guardava uns segredos de bebida, uns cocktails muito refinados, que nos levavam às nuvens.

No bar, o gosto de sal e menta diluiu-se na minha boca, era o resultado de algumas tequilas, que nos iam deixando um pouco mais desinibidos, e reparei que o meu marido não tirava os olhos do corpo da S., os anos passaram e continuava esplêndida e bonita, e estranhamente também do F., aí em particular para o enorme caralho dele.

Eu perguntei, "ainda tens a cabana do teu pai?", o F. respondeu, "tenho, costumamos vir para aqui, estamos lá agora", o meu marido entrou na conversa, "conhecem-se há muito tempo?", eu respondi, “há alguns anos querido, eu passei aqui um verão maravilhoso com eles”.

O meu marido olhou para mim, correu com os olhos o meu corpo nu, e disse, “nunca me contaste os detalhes, se tinhas namorado na altura?”, o F. e a S. sorriram, e o F. disse, “não, erámos só nós os três, ou melhor, eu sozinho com duas belas mulheres”, a bebida fazia algum efeito, e continuou, “e divertíamo-nos muito”.

As orelhas do meu marido levantaram-se um pouco, e eu percebia que a visão de um homem nu com aquele caralho enorme naquela praia deserta comigo e com a namorada, mais uma cabana algures, durante quase um mês ali passado, escondia os seus segredos, e segredos que eu não tinha a certeza se deviam continuar guardados.

O F. olhou para mim, pousou os olhos na minha cona, no emaranhado de cabelos pretos, e disse sorrindo, “já percebi que ela nunca contou?”, eu abanei a cabeça quase a dizer “que não”, que não contasse o que tinha acontecido, mas os olhos do meu marido deram a resposta, e eu percebi, ele queria saber tudo.

O meu marido virou a face para mim, “não me contaste o quê?”, e eu respondi, “nada querido, eles estão a brincar contigo”, o F. e a S. riram-se, e ela disse, “não percebo porque não contas, éramos mais jovens, e divertíamo-nos, qual é o teu problema”, e perante a interrogação do meu marido, eu disse, “querido, não é nada de mais, na altura o F. deu-me uma foda aqui mesmo nesta praia”.

Eu não tinha a certeza se o que eu disse era o que o meu marido esperava ouvir, mas ele passou os olhos pelo caralho do F., com a excitação da nossa conversa tinha crescido, e o F. disse, “não foi só uma foda, foi uma grande foda, eu comi o cuzinho da tua mulher, e a culpa foi dela, ela é que quis e pediu”.

O meu marido mostrou os dentes, não sei se desagradado com a forma como o F. falara, deviam ainda estar a ecoar nos ouvidos dele aquelas palavras, “eu comi o cuzinho da tua mulher”, e por isso eu entrei na conversa, “amor, éramos pouco mais que adolescentes, a S. começou a desafiar-me, a perguntar se eu já tinha apanhado no cu, eu disse que sim, e ela disse que era mentira e que se era verdade eu tinha de provar”.


O meu marido sorriu, olhou de novo para o caralho teso do F., e disse falando para o F, “e foi aí que tu entraste, ou melhor, que esse teu caralho entrou no cu da minha mulher”, as palavras dele a todos pareceu algo com graça, pelo que começamos todos a rir em conjunto.

O meu marido continuou, “e foi aqui nesta praia”, todos abanaram a cabeça a dizer que sim, e depois virou-se para a S., “não te incomodou? quero dizer, ver o teu namorado a foder a minha mulher?”, a S. sorriu e disse, “eu e o F. sempre fomos um casal muito libertino, eu sinto prazer ao vê-lo a comer outras mulheres, e eu tenho a certeza de que ele sente o mesmo, quando é ao contrário”.

Eu achei que era altura de falar, “querido, o que a S. quer dizer, é que eles gostam muito um do outro, mas não levam muito a sério a monogamia, como é que posso dizer, eles gostam de ter outras experiências, de diversificar”.

O meu marido sorriu com o meu uso da palavra “diversificar”, mas era o que a mim tinha ocorrido, e então ele virou-se para eles e em especial para o F., “então para equilibrar os pratos da balança, eu podia foder a S.”, eles largaram uma gargalhada e eu percebi que eles estavam a gostar do meu marido e também que ele, se calhar a pensar na foda que daria na S., estava com o pau bem teso.

A S. fixou os olhos no meu marido, depois ela fixou-os em mim, e disse, “acho que temos um novo desafio, acho que tu nunca deixaste o teu homem comer outra mulher”, eu respondi a sorrir, “não, nunca deixei”, e ela continuou, “acho que é mentira, vais ter de provar”, e ela então olhou para o meu marido, “estás a ver como é simples, agora sou toda tua, vais-me querer foder?”.

Eu sentia uma forte excitação no corpo, sentia o meu clitóris intumescido de tesão, da visão do meu marido a foder a S., ele a dizer à S demasiadas vezes que sim, mas era hora de regressar, o F. passou o braço pelos ombros do meu marido, “por favor durmam hoje na cabana, podemos divertir-nos juntos”.

O meu marido, esse voava, não tenho a certeza se dos cocktails da viúva.