Julho 2020 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Sexo a três no sul de Portugal

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Sexo a três no sul de Portugal

Eu e a minha mulher Sandra fizemos vinte anos de casados, e foi para festejar essa data que decidimos ir gozar um belo período de férias no sul de Portugal, no Algarve, o sítio mais fantástico e ensolarado da Europa, com belas praias, boa comida, belas experiências e onde se fazem sempre bons amigos. 


Chegámos a meio da tarde ao hotel onde nos colocaram num quarto fantástico com vista para o oceano atlântico e para uma pequena vila pitoresca, e logo que chegamos fizemos planos para ir sair e jantar fora, e para isso fomos tomar um banho rápido. 

A Sandra quis ir primeiro tomar banho, dizia que tinha o corpo a ferver de tanto calor, e estando eu um pouco cansado, aproveitei a oportunidade para me sentar num cadeirão a admirá-la. 

Vi-a a despir-se, a tirar a t-shirt, o soutien, os calções, e finalmente as cuecas, até eu ver o seu corpo nu bem cuidado, belo e perfeito para uma mulher de quarenta anos, o tufo de pelos na vagina, as mamas rijas, o rabo e os mamilos tesos. 

Eu liguei o ar condicionado e por momentos deixei-me levar pelo ar fresco que enchia o quarto, a dormitar no cadeirão até a sentir de regresso. 

Ela vinha embrulhada num roupão de feltro, ainda toda húmida, o cabelo molhado, e mais uma vez admirei o seu corpo nu, as marcas brancas nos seios e nos quadris do intenso bronzeado que já tinha e do bikini curto que gostava de usar. 

Eu sentia a minha mulher tesa e excitada, e também eu ao vê-la assim nua tive um momento intenso de desejo por ela, de a querer foder ali mesmo, a apertar na mão o meu pau que engrossava, e sabia ou esperava, com notória expetativa, que se não fosse agora, hoje à noite, os dois íamos foder. 

Também eu despi a minha roupa, e ainda tentei desesperado, “Sandra, amor, vamos dar uma foda”, mas ela riu-se a limpar os cabelos, a dizer-me que tinha fome, a ver o meu pau intensamente teso, a resmungar que eu cheirava a suor, e que fosse antes tomar banho. 

Eu agarrado ao meu pau, caminhei para a casa de banho, numa espécie de má disposição alegre, a acreditar que a espera melhora as coisas, e que melhor elas se desfrutam no momento certo, e fui tomar banho. 

No regresso reparei que a minha mulher estava na varanda, o roupão aberto vendo-se o seu adorável corpo nu, encostada ao varandim virada para dentro e, do que me pareceu, ela observava o que se passava no quarto ao lado, apenas separado do nosso quarto por um pequeno muro. 

Quando me viu a entrar no quarto, ela saiu da varanda e veio ao meu encontro, a fazer-me um sinal com o dedo na boca, ela não queria que eu falasse, e depois sussurrou ao meu ouvido, “está um homem no quarto ao lado”, e eu perguntei-lhe surpreendido, “e depois?”, ela respondeu, “ele estava no quarto todo nu”. 

Agora era eu que queria saber, “e ele viu-te?”, respondeu ela, “viu claro, e eu também vi, ele andava pelo quarto com uma enorme ereção”, e eu disse, “foda-se!! Sandra, tu estavas toda nua, achas que ele te viu nua?”, ela riu-se, “ele viu claro, quando ele reparou que eu estava a olhar, ele acariciou o seu pénis a provocar-me e eu então abri o roupão e mostrei o meu corpo para ele ver”, e aí só me ocorreu dizer, “deves estar maluca, mulher”. 

Era visível para mim que a minha mulher estava muito excitada, havia um brilho especial que dominava agora o seu corpo, e também me deixou sem respiração ter a visão de um homem com o pénis ereto a admirar o corpo nu da Sandra, e por isso continuei, “e como é ele?”. 

Ela respondeu quase fora de si, “é um homem jovem, amor, muito bonito, com um corpo muito bem feito, e havias de ver o pénis dele, simplesmente assustador!!, duro e grande, todo encurvado para cima”, e aí, nem sei porquê, eu lambi os meus próprios lábios molhados, a imaginar aquele pau grosso a foder a minha mulher. 

Eu e a Sandra estávamos no meio do quarto, eu sentia-a indecisa e hesitante, como se esperássemos algo mais daquele momento, ou se o abandonávamos e pronto, passando a outro, até que eu disse, “ouve amor, vai outra vez para a varanda, e nós vemos depois o que acontece”. 

E ela foi, a bambolear o rabo nu, ainda fechado no roupão, a caminhar para a varanda, a virar-se de costas para o atlântico, a encostar-se ao varandim, enquanto eu sentado nu no cadeirão, fiquei no interior do quarto, a aguardar o que ela me dizia. 

Eu reparei que ela estava novamente a olhar para o interior do quarto vizinho, e em segundos, ela deixou abrir-se o roupão mostrando outra vez ao homem do lado o seu corpo nu, e eu percebi, pelos sorrisos dela, e pelo endurecer dos seus mamilos sensíveis, que eles estavam a comunicar. 

Ela fez um sinal com a mão ao homem, a pedir-lhe que aguardasse, e caminhou para o interior do quarto, e perguntei-lhe logo ansioso, “e então?”, ela respondeu com a voz baixa, “quando ele me viu, ele começou a mexer no pénis, a abanar com ele teso, a puxar para trás a pele do pénis, e eu vi a cabeça gorda, amor”. 

A minha mulher percebeu que o que estava a acontecer não me desagradava, o meu pénis estava ereto como pedra, o cheiro da minha mulher entrava nas minhas narinas, ela estava com um intenso tesão e desejo de sexo, o clitóris húmido da sua essência, todo o seu corpo estava tenso e expectante, as coxas, os mamilos, o rabo, e foi quando eu pedi a ela novamente, “vai lá outra vez, amor, e acaricia o teu clitóris para ele ver”. 

Ela voltou para a varanda, e a comunicação entre eles foi tão rápida, que alguns segundos depois vi a minha mulher a passar os dedos na vagina, a acariciar o clitóris, enquanto olhava compenetrada para o que se passava no quarto ao lado, as mãos dela percorreram o interior das suas coxas, ela abriu as pernas para os lados, dando a entender a ele e a mim, do lançar de olhos que me deu, de que queria muito ser fodida. 

Ela regressou novamente para junto de mim, ela rodeou os braços no meu pescoço, e falou ao meu ouvido, “ai, amor, estou tão loucamente excitada, o que fazemos?”, eu senti a respiração dela ofegante, a boca seca quando os seus lábios encontraram os meus, ela continuou, “ai, amor, quero tanto foder agora, amor”. 

A intenção da minha mulher era clara e o meu desejo também, ela olhou-me nos olhos e eu nos dela, nós compreendíamos bem o que nos ia no pensamento, e eu perguntei, “achas que ele quer?”, ela respondeu, “acho que sim, amor, ele deu-me sinal que sim, eu posso perguntar?”, eu respondi que sim, que ela perguntasse ao homem se ele queria vir até ao nosso quarto. 

Ela correu para a varanda, a minha mulher de quarenta e poucos anos, dominada pelo desejo de foder com um homem mais novo, e eu?, dominado pela visão de a ver a ser fodida, de um outro homem a penetrar a minha mulher, enquanto eu de perto assisto a vê-la a ter prazer, e reparo que ela pede ao homem para se aproximar. 

Pela primeira vez, eu consigo ver a cabeça e parte do tronco do homem do outro lado do muro da varanda e eu percebo que é um homem ainda muito jovem, talvez com uns trinta anos, alto, de cabelo preto, com uma sombra da barba muito intensa, e reparo que ele olha para dentro do quarto e nota a minha presença. 

Eu mal consigo perceber o que eles falam, mas parece-me ouvir a minha mulher dizer, “tu gostavas de vir até ao nosso quarto, eu e o meu marido íamos adorar”, eu reparo que ele olha para o corpo nu da Sandra, para as mamas rijas e os mamilos como uvas, para o ventre e para o centro do seu querer mais abaixo, eu vejo-o a olhar para mim a acenar com a cabeça, e eu também aceno a dizer que sim. 

Era a primeira vez que eu e a minha mulher estávamos numa situação como esta, nós estávamos completamente surpreendidos e também expectantes, para nós era um terreno totalmente desconhecido, nós não sabíamos como nos apresentar, se nos vestíamos ou não, e o que nós iríamos dizer. 

Num segundo, ele saiu do quarto dele e entrou no nosso, e logo a seguir, sem dizer palavra, ele reparou que eu estava nu e com o pénis ereto, e também ele deixou cair no chão o roupão que vestia, podendo eu ver pela primeira vez o que a Sandra já tinha apreciado, o corpo dele em forma e em força, e o pénis grosso e comprido totalmente ereto. 

A Sandra deixou cair também o roupão exibindo o seu corpo nu, e mais uma vez apreciei as marcas brancas do bikini que tanto tesão me davam, ela sentou-se na cama e ele aproximou-se de mim e perguntou, “tu tens uma bela mulher, sabes o que ela me pediu?”, eu respondi que não conseguira ouvir tudo porque eles falaram baixo, e ele continuou, “tu sabes não?, ela quer que eu a foda, é isso que tu queres também?”. 

Eu percebi que era conversa de circunstâncias, era uma forma de quebramos o gelo, eu olhei para o enorme pénis dele, e eu não conseguia deixar de imaginar ver aquele pau grosso a penetrar na cona da minha mulher, eu acariciei o meu pénis ereto muito mais pequeno do que o dele, e eu disse que sim, olhando para a minha mulher. 

Ele chamava-se Alex e quando eu disse que sim, ele aproximou-se da Sandra e começou com as mãos a acariciar-lhe os seios, enquanto eu vejo a minha mulher a agarrar no pénis dele, e levemente a puxar a pele para trás a mostrar a cabeça gorda, ela estava com os lábios molhados a querer logo pô-lo na boca, mas eu reparei que o Alex saboreava o momento, e que não tinha pressa nenhuma, por isso ele impediu-a naquela hora. 

Eu assistia nu, sentado no meu cadeirão, na minha mão, eu brincava com o meu pau, quando o Alex procurou os lábios dela, os lábios e as línguas deles cruzaram-se, a minha mulher abraçou-o pelos ombros dele, e durante momentos que pareceram minutos, eles acariciaram-se um ao outro, com as pernas entrelaçadas e deitados de lado na cama. 

De onde eu estava, eu via que enquanto ele a beijava e lhe lambia o corpo suavemente, nos seios e no umbigo, o pénis teso dele roçava gentilmente na cona húmida da minha mulher quando ela se abria toda, as pernas para cada lado, e eu via o clitóris rubro e brilhante da Sandra à espera do que mais aguardava. 

Também as mãos e os dedos dele moviam-se pela pele da minha mulher com uma intensidade frenética, forçando-lhe as coxas para que ela toda se abrisse toda e a mão dele pudesse entrar e agarrar a cona duma só vez, entrando com os seus dedos nela e excitando-lhe ainda mais o clitóris. 

Por momentos ele parecia-me um profissional, um gigolo, o que mais pode fazer um homem sozinho num quarto de hotel de uma região tão intensamente turística que não seja andar a vender o próprio corpo a mulheres mais velhas. 

Ocorreu-me que ele não pedira dinheiro, e só justifiquei aquele pensamento pela corrente de emoções que eu estava a sentir ao ver a minha mulher a ser fodida por ele, e depois pensei, a Sandra apesar da sua idade, era uma mulher muito bonita, inteligente, e por isso desejável, e talvez, ri-me para mim próprio, que talvez devesse ser ele a ter de pagar por eu o deixar foder a minha mulher. 

Ele deitou-se de costas na cama e dando à minha mulher o que me pareceu ser uma ordem, ela agarrou no pénis dele e aproximou-os dos lábios, e quando eles tocaram ao de leve na cabeça gorda, a minha excitação foi tão violenta que quase senti que eu estava a ter um orgasmo e a vir-me. 

Os lábios e a língua da minha mulher tocaram no pénis dele de uma forma tão gentil e cuidada que o Alex exalou um suspiro, “ai foda-se!! caralho, tão bom”, o que foi um incentivo para ela lamber-lhe a cabeça do pénis com leves mordidas, até que o engoliu todo a escorregar preso na sua boca apertada. 

A mim pareceu-me que o Alex gemia, “foda-se!! estás a ver a tua mulher?”, perguntou e eu respondi, “estou”, ele continuou, “foda-se!!, tão bom, humm”, a minha mulher estava totalmente dedicada a dar-lhe prazer, ele fechou os olhos e abandonou-se na cama, e foi quando a Sandra olhou para mim, satisfeita por eu ver a sua língua a subir por aquele pau até ao topo. 

Ela começou a acelerar o ritmo a olhar para mim enquanto ela chupava o pau do Alex mais intensamente, descendo e subindo por ele, ao mesmo tempo ela batia uma suave punheta, ele gemia, “humm, foda-se!!, meu, a tua mulher a fazer broche é o máximo, meu, sorte a tua, caralho”. 

A mim ainda me ocorreu participar naquele momento, eu pensei levantar-me e empurrar o meu pénis também para a boca da minha mulher, mas depois considerei, não, o momento era dela, a foda era dela, o meu desejo completado era só o de assistir e admirar a beleza da minha mulher a foder com outro homem. 

Aí eu vi que o Alex tinha acabado de atingir o limite da excitação com a Sandra a chupar o pénis dele, e ele então prendeu com a mão a cabeça dela para ela parar, e foi quando depois do pau lhe sair totalmente da boca, eu percebi que ainda era maior, mais grosso e mais comprido. 

A Sandra virou-se, e pôs-se de quatro na beira da cama, numa posição que ela queria que garantisse que eu via tudo, e o Alex em pé aproximou-se do rabo dela, e eu vi então o pénis dele a abrir a vagina da minha mulher, a enterrar-se para dentro dela, de um modo que ela gemeu, “aii amor, que ele fode-me toda!!, aii, amor, estás a gostar, amor?”.

Senti a voz dorida da minha mulher, eu acabara de ver aquele pénis muito duro, muito grosso e comprido, muito acima do que ela estava habituada, a escorregar entre os lábios da cona dela, a abri-la num anel largo, ela tinha o rabo levantado para cima, e estava debruçada na cama, eu levantei-me e aproximei-me da sua boca, e disse, "estou a adorar amor, que foda amor!!, estás a gostar?", ela lançou um grito, a agarrar-me na mão, "aihmm amor, estouuu tanto, aii amor".

Neste momento, o Alex fodia furiosamente a minha mulher, ele colocou um pé sobre a cama e, fodendo-a de lado, ele permitia que eu visse tudo, os olhos dele estavam quase vidrados, como se neles uma substância leitosa se tivesse instalado, ele olhava para mim quando o pau grosso se enterrava na minha mulher. 

De onde eu estava, eu tinha uma vista fantástica, o pénis do Alex penetrava a Sandra profundamente, os lábios da vagina estavam tensos e muito apertados, ele entrava e saía sempre a bater, os quadris dele nas nádegas dela, até que ele acelerou ainda mais, a minha mulher começou a gritar, e eu percebi, ela estava a gozar e a ter um orgasmo. 

Eu batia freneticamente no meu pau, era tanto o gozo e prazer que a minha mulher me estava a dar, e senti na minha mão a minha própria porra a sair, a Sandra gemeu e gritou ainda mais, “aihm querido, ai, que foda querido, ai que estou-me a vir toda”. 

O Alex também tinha atingido o seu limite, todo ele tremeu no pau, ele tirou fora a sair rápido da vagina da Sandra, e logo depois ejaculou, vários jatos quentes de porra entravam e saiam da cona da minha mulher, e para mim foi uma excitação tão grande, de eu a ver toda encharcada com o esperma de outro homem. 

Todos estávamos cobertos de suor, e se parecíamos exaustos, ainda não tínhamos acabado, nós deitámo-nos todos na cama, e do sorriso da minha melhor e da vontade do Alex, eu percebi que os dois e eu queríamos mais. 

A minha mulher beijou-me na boca e perguntou, “gostaste da foda, querido, foi maravilhosa não foi?”, respondi-lhe, “adorei, querida”, e ela sorriu ainda mais, “queres que eu foda mais, amor?”, respondi-lhe que sim, e ainda nessa tarde, que se estendeu para a noite, o Alex fodeu a minha mulher mais duas vezes, e foi tão grande o meu prazer de a ver a ter orgasmos seguidos e de ele a ejacular a porra na fenda da minha mulher. 

Neste dia, eu e a Sandra fomos dormir exaustos, sabendo que do outro lado da parede do nosso quarto, nós tínhamos um amigo que nos ia acompanhar até ao fim das férias.

Prazer anal com irmã por perto

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Prazer anal com irmã por perto

Talvez não para os outros, mas para mim o verão estava no fim. Tinha passado longas temporadas a bronzear-me ao sol na praia que mais gosto muito perto da minha casa e já estava suficientemente bronzeado e cansado de estar deitado no areal e queria fazer outras coisas. 


Mas a minha irmã tinha chegado a casa após um ano inteiro de trabalho em Macau – ela é representante de uma grande empresa internacional com negócios naquele território - e quando chegou a primeira coisa que me pediu foi para lhe fazer companhia para ir à praia. 

Eu fui porque para ela o verão começava agora. Mas quando chegámos ao areal encontrei o Mateus, um amigo, nem sei se lhe posso chamar assim, que já não via há algum tempo, e disse à minha irmã que ia tratar de um assunto e que já voltava. 

Eu devo ter regressado uma hora depois. Ela olhou para mim e disse “meu deus, que estás todo suado, demoraste tanto tempo, o que estiveste a fazer?”, o nariz dela aproximou-se do meu corpo, e continuou “cheiras a sexo e a homem também, não me vais dizer que estiveste a fazer sexo?”. 

Eu sorri com alguma vergonha, respondi que não e corri para o mar. Precisava de me lavar, mergulhar na água fresca, curar algumas feridas e restabelecer o equilíbrio, e quando regressei reparei que o Mateus tinha estado a falar com ela, e quando me aproximei já ele se ia embora. 

O Mateus e eu já temos uma história. Todos os verões ele trabalha na praia a alugar cadeiras e toldos onde as pessoas se deitam e se protegem do sol, a partir de um barracão que tem junto ao mar onde vive naqueles períodos e guarda as suas coisas. 

Quando cheguei perto da minha irmã, perguntei “o que é que ele queria?”, ela olhava para mim com uns olhos profundos, como se me fizesse uma radiografia, “ele esteve a dizer que vocês são bons amigos”, disse ela, eu sorri a baixar os olhos, como se ainda tentasse guardar algum segredo que ela já conhecia. 

Durante algum tempo estivemos em silêncio, até que ela avançou novamente, “fiquei incomodada com o que ele me disse, não lhe dei essa confiança, mas ele disse que tu és uma boa foda”, não sabia o que responder à minha irmã, e ela continuou, “realmente tu vinhas todo suado e ele também estava, vocês estiveram a foder alguma gaja?”. 

Perguntei, “ele não te disse mais nada?”, ela olhou-me curiosa, e depois ouço-a dizer, “quer dizer, ele pareceu insinuar, mas não compreendi, nem acreditei”, “o quê?”, perguntei ansioso, “ora, ele pareceu dizer que vocês os dois, bem …, que vocês tinham estado a foder”, ouvi e pensei que tinha de ir até ao fim, “nós a foder como?”, foi a vez dela ficar envergonhada, “ora, homossexual, ele quase me disse que lhe tinhas dado o cu”. 

Eu e ela ficámos um pouco a olhar para o mar, à sombra, debaixo de um chapéu de sol, eu reparei o quanto a minha irmã era bonita e perfeita como mulher, e sempre estranhei a pouca vontade dela se comprometer com homens, namorados e maridos, enfim, era a sua natureza, e eu aguardava a sua reação. 

Foi quando a minha irmã perguntou, “é verdade? Estiveste quase uma hora ausente e nessa hora enquanto eu estava aqui na areia, ele estava a foder-te o cu?”, pensei um pouco nas palavras que lhe havia de dizer, e respondi “mais ou menos”, ela insistiu, “mais ou menos como?”. 

Olhámos para o fundo da praia, e lá estava o Mateus com outro homem que mais parecia cigano, com um pouco de barriga, foi quando eles ao longe se aperceberam do nosso olhar, e acenaram e riram-se, e foi quando eu disse “bem …, digamos que foi mais do que menos, foram os dois”. 

A minha história com o Mateus: sol quente em chão fresco

Ela olhou muito para mim, mais surpreendida do que irritada, e do que falávamos sentia na minha irmã alguma excitação na sua voz, como se lhe faltasse o ar, e nesse movimento, a postura do corpo dela mudou de posição, vestia apenas um bikini em baixo, os seios tinha-os à vista, e da nossa conversa, vi que os mamilos dela ficaram duros e tesos. 

Eu não conseguia imaginar o que iria no pensamento da minha irmã, mas ouço-a quase a murmurar, “apanhaste mesmo no cu dos dois?”, eu respondi “sim”, ela continuou, “desde quando gostas de levar no cu? eu não imaginava”, continuei eu, “acho que desde sempre, mas é uma coisa bissexual, compreendes?”. 

Ela sorriu, e percebi que ela me queria provocar, “essa bissexualidade, é mais de foder ou de apanhar no cu?”, agora fui eu a rir, “acho que gosto mais de apanhar no cu”, e rimo-nos juntos. 

Não sei porquê, mas quando eu respondi senti que me olhava para o corpo como se estivesse à procura de sinais que indicassem esses meus gostos e desejos, ela encolheu as pernas junto ao peito, com os braços a abraçá-las, num momento em que deu para eu ver a fenda inspiradora do sitio da sua vagina, quando ela me perguntou, “onde foi?”. 

Eu apontei-lhe o barracão que existia no topo da praia, “foi ali, lembras-te, o Mateus chamou-me quando nós os dois íamos a passar”, ela acenou com a cabeça, “o que é que ele te disse?”, eu respondi, “ele perguntou-me se eu queria levar no cu”, ela depois perguntou se já tinha acontecido antes, e eu respondi que sim, algumas vezes, mas só com ele, com o cigano tinha sido a primeira vez. 

Ela quase que me exigiu saber, e perguntou, “conta-me como foi?”, e eu respondi, “então, ele perguntou se eu queria e eu disse que sim, e fomos para o barracão, e só quando entrei é que vi lá o cigano sentado, em tronco nu, e percebi logo que ia foder com os dois”. 

“E depois?”, perguntou a minha irmã ansiosa, e respondi, "quando entrei no barracão o Mateus tirou a roupa, uns calções e uma t-shirt, e vi saltar lá de dentro o pénis já teso e preparado para me foder o cu.".

E comecei então a contar tudo à minha irmã.

Que também eu tirei a roupa e vi o Mateus aproximar-se, a dar-me uma palmada no rabo, e a dizer para o cigano, “não te disse, já visto o rabo dele, tão bom, redondo e branco, parece de uma menina, já fodi este rabo umas quantas vezes, nem imaginas o quanto ele adora levar com o meu pau no cu”. 

O cigano tinha tirado o pénis para fora, enquanto o acariciava eu reparei o quanto era enorme em grossura, e ouço o cigano dizer, “ya, belo cu, ya, tens razão, eu vou adorar comer este cu também”, e foi quando o Mateus me puxou, “anda chupa no meu caralho”. 

Contava ainda à minha irmã, que aí pedi ao cigano para filmar com o meu smartphone, mais tarde eu queria ver-me a ser fodido, e quando ele começou a filmar, eu pus-me de joelhos e comecei a chupar o pénis do Mateus. 

Eu agarrei no pau e engoli-o para a minha boca, ao mesmo tempo sentia que o cigano filmava, enquanto o Mateus me pressionava para o lamber, o cigano dizia, “este gajo mama bem, olha só ele a engolir o teu caralho todo, lindo, isso chupa”, eu lambia aquele pénis com um gosto salgado a mar, as veias, a cabeça, rijos como pedra, para cima e para baixo, com o meu ânus excitado que se abria todo. 

O cigano aproximou-se e sempre a filmar de cima, empurrou o pau dele para a minha boca, eram dois que eu chupava, tão grossos que quase me engasgava, o Mateus dizia “és mesmo uma puta, vou-te comer esse rabo todo”, e depois continuou, “quem era aquela que estava contigo? Namorada?”, no meio dos dois caralhos, olhando para eles lá em cima, respondi, “não, é a minha irmã”. 

Eles empurravam os caralhos para a minha boca e riam-se, ouço o cigano dizer, “a tua irmã também gosta? Ela tem cara que gosta de chupar caralho e levar no cu, não tem Mateus?”, o Mateus respondeu, “tem, viste os lábios grossos dela? E o rabo saliente?”, e depois virou-se para mim, “podias perguntar à tua irmã se ela também quer levar no rabo, nós queremos dar-lhe pau”. 

O Mateus depois pareceu decidir-se sobre o que fazer comigo. Ele levantou-me e encostou-me a uma bancada onde normalmente trabalhava e com a boca junto do meu ouvido disse, “aposto que a tua irmã gosta de levar no cu como tu, adorava pô-la a chupar no meu caralho, e comer-lhe a cona e o rabo, sabes se ela ia gostar?”. 

Enquanto ele falava senti os dedos dele no meu ânus a rodearem e a entrarem, a pôr gel lubrificante, dois dedos ou três pelo menos, e encostado nas minhas costas, dizia-me ao ouvido, “é para escorregar melhor, e então a tua irmã, achas que ela gostava que eu a fodesse?”, eu respondi, “acho que sim, não sei, ela também gosta, eu sei é que o namorado que tinha costumava foder-lhe o cu.” 

De repente, eu senti a cabeça grossa que entrava, as mãos deles presas nas minhas nádegas, o meu ânus húmido e tenso abria-se todo, o cigano filmava e dizia, “ai Mateus, abre essa puta, que cu tão bom, abre-se toda como uma puta”, os centímetros de pénis saiam e entravam cada vez mais em mim, gemi e perdi a respiração, “heimm, aihmm, aihmm, huuumm”, ajeitava-me para escorregar melhor, o Mateus puxou-me pelo pescoço, agarrado a mim. 

Como um todo indefeso, preso nas mãos dele, no corpo que me apertava, na dureza normal do sexo, o Mateus começou a comer-me o cu, os quadris dele iam e vinham com força, num movimento constante e rítmico, ele entrava com o pau, batia-me nas nádegas, o cigano filmava, eu perdia a consciência, o que era real eram agora vultos, névoas de desejo que atravessavam a minha pele, eu quase gritava, “ohm, caralho, foda-se, ohhmm, aihmm”, o cigano dizia “que foda menino, parte essa puta toda”. 

Os nossos corpos brilhavam do suor, o calor intenso do barracão atordoava-me, senti o pau do Mateus a sair do meu cu e ele dizer, “vira-te e deita-te ali”, eu corri para um monte de tecidos e sacos de serapilheira, ele levantou-me as pernas, ele enterrou o pénis no meu cu. 

Eu senti os pelos dele a roçarem-me o ânus, o seu peito colado ao meu, o hálito da sua boca, da sua língua perto da minha, quase a querer beijar-me, a penetrar-me freneticamente, como se eu fosse uma mulher apaixonada, que ele queria satisfazer a todo o custo, eu abria-me todo para ele, numa violência inaudita ele me fodia. 

Até que estremeceu, senti que ele se vinha, o pénis dele saiu e ejaculou, uma golfada quente me inundou, o cigano dizia, “tanta porra meu, enche essa puta de porra, meu”, o meu ânus se encharcava em sémen que ele largava, ele tirava o pénis e logo entrava, logo a seguir era mais um estocada, ele vinha fora e ainda ejaculava.

O cigano contava, “essa puta está cheia de porra no cu dele, meu”, foi quando o Mateus me deu um beijo na boca, a procurar a minha língua na dele, ele soltou um suspiro “ai foda-se, urr, que cu, que foda boa." 

Quando ele se levantou, o cigano entregou o meu smartphone ao Mateus, eu queria muito que ele filmasse, eu olhei para o pau grosso do cigano, que ele manobrava com orgulho, ele aproximou-se de mim e virou-me a pôr-me de quatro, “ai que cu menino, eu vou partir-te esse cu todo”, eu empinei o rabo para ele, eu senti as suas mãos a abrir-me como se fosse um pêssego, e a cabeça grossa a entrar, e atrás dela um pau imenso até ao fundo de mim. 

“aihmm, aihmm, aiii”, eu senti dor, e perdido no momento, esquecido do que me cercava, eu ouço o Mateus a dizer, “foda-se, abriste-lhe o cu dele todo, que buraco, meu”, o cigano estava em cima de mim, o seu corpo dobrado numa insana tarefa, o pénis dele entrava e saía, eu gemia, “ai mãe, o meu cu, foda-se, aihmmm, aii”, havia gotas de supor que se misturavam no meu, numa fúria louca que me partia o rabo. 

Até que o sinto a estremecer, enquanto também eu me masturbava, o cigano dizia “ai que me vou vir nesta puta, foda-se, toma lá com a minha porra”, jatos quentes me inundaram no ânus nas costas, e logo a seguir ele entrava, e logo a seguir outro jato saía, “ai uurr, toma lá mais porra”, eu também ejaculava, “tão bom foder esta puta, humm”. 

Eu tinha perdido a noção do tempo, devia ter passado quase uma hora, a minha irmã estava lá fora sozinha na praia, eu tinha desaparecido e ele esperava-me, o Mateus e o cigano ainda disseram, quando eu me vinha embora, “és uma boa foda rapaz, não te esqueças, pergunta á tua irmã se também quer levar com o nosso pau”. 

E foi depois quando a vi na areia, deitada ao sol debaixo do chapéu, e fui ter com ela, eu ia muito suado, a cheirar a um sexo intenso, e o meu rabo, esse estava todo aberto, e quando lá cheguei foi quando a minha irmã me perguntou, "estás todo suado, cheiras a sexo e a homem também, não me vais dizer que estiveste a fazer sexo?"

Quando ela disse que não acreditava, eu ainda disse que tinha um filme que o provava..

Férias do meu marido e do primo

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Férias do meu marido e do primo
Eu vinha a conduzir há mais de uma hora, eu e a minha mulher Ângela em silêncio quando ela me perguntou “então a Mafalda também vai lá estar?”, respondi que sim, e pensei que já não via a Mafalda há mais de um ano, ela tinha-se casado recentemente com um gajo rico.

Lá em cima do alto das árvores que ladeavam a estrada o vento batia-lhes nas cristas fazendo-as abanar como espíritos malignos que nos perseguiam no nosso trajeto cá em baixo, fustigados por um sol violento e implacável, a caminho de uma casa de férias que tínhamos alugado com mais dois casais.

Eu conhecia todos menos o novo gajo rico da Mafalda e tinha uma sentida curiosidade de saber como ele era, na antecipação de que, conhecendo-a como eu a conheço, ele fosse o que eu esperava, quando ouço novamente a minha mulher a perguntar “também a fodeste?”, olhei para a Ângela e sorri “todos a fodemos, naquela altura a Mafalda dava a cona a todos nós”.

Naquele momento, eu lembrei-me das tardes que passávamos numa garagem de um amigo nosso, ainda muito jovens, e quando um tinha vontade dizia, "por favor Mafalda chupa-me o caralho", e ela corria como uma cadela esfomeada a agarrar no pau, e de um passava para o outro.

E fodas?, os rapazes adoravam comer-lhe o cu, e naquela altura em que tudo parecia pecado, a Mafalda não se negava a nada e só tinha uma devoção, fazer-nos felizes quando a queríamos foder, e quantas vezes vários rapazes ao mesmo tempo, e havia uma coisa que me agradava nela, não amava, só fodia.

Mas agora eu ia pensando no que podia acontecer com três casais juntos numa casa junto ao mar, e então com a Mafalda ao pé?, quando a Ângela, com um sorriso sarcástico, volta a perguntar “como é que será o novo marido dela?”, olhei para ela e começámos a rir juntos, “aposto que ele deve sofrer, mas que desgraçado”, continuou ela.

Continuámos em silêncio, a rolar pela estrada, até que a minha mulher volta a dizer, "só não sofre se ele for como tu", olhei para ela e percebi o que dizia, mas apeteceu-me provocá-la e perguntei, "porque é que dizes isso? se ele for como eu?", ela riu-se, mostrou-me os dentes brancos num sorriso alargado, "tu sempre gostaste de me ver foder com outros, se calhar ele também gosta".

Ela depois mudou de assunto, e perguntou "quem é que vai lá estar também?", disse-lhe, "o Miguel e a Joana, acho que o conheces", ela continuou, "nunca falei com ele mas já o vi sim, aposto que é uma boa foda", agora fui eu que me ri para ela, "acho que sim já me disseram, e a Joana também", a minha mulher lançou-me um olhar, "gostavas que ele me fodesse?", e respondi-lhe, "gostava claro, e quero ver tudo".

Quando chegámos já todos nos esperavam, a Mafalda veio ao nosso encontro, muito alegre e divertida como sempre foi, e trazia com ela um gajo de meia idade, a parecer estar um pouco acima do peso, e ouço-a dizer “é o meu marido, o Alfredo”, eu cumprimentei desiludido, esperava um homem mais encorpado, mas mais uma vez olhei para a Ângela com um sorriso contido.

A Mafalda trazia também com ela um outro homem que eu não conhecia, a chamar-lhe “o meu primo”, que também cumprimentei sentindo logo a desproporção, um gajo alto, com umas mãos que pareciam luvas de basebol, umas coxas grossas de atleta que fazia sentido ser ele a fodê-la, e me obrigou a mim e à Ângela a pensar “quem é este gajo? E meu deus, se é assim tão grande como é que será o tamanho do caralho dele.”

Quase sem querer, eu e a Ângela, no meio da voz alta e estridente da Mafalda, olhámos para o volume do gigante no meio das pernas e dava para perceber que o que ali dormia era uma salsicha grossa e comprida, para prazer de muitas mulheres, e quem sabe, também de homens, que a provassem.

Encontrei os outros amigos, o Miguel e a Joana que descansavam na piscina quando nos juntámos a eles, a manhã e a tarde foram correndo, quando reparo na Mafalda a vir das traseiras da casa a entrar para a sala e a subir para a zona dos quartos, seguida depois, passados cinco minutos, pelo “mãos de basebol”.

Eu conhecia a Mafalda e para mim não era segredo, eu sabia o que se passava, “era primo mas era o caralho”, e pensei depois “e o marido? Alfredo? onde é que ele anda?”, ia pensando nisso, que merda, vejo-o a chegar, tinha ido não sei onde, ele pareceu gostar de mim, e veio perguntar-me “viu a minha mulher? Onde é que está a Mafalda?”.

Eu pensei logo, ia haver um problema, ainda tentei dizer que não a vi, quando ele disse “ela deve estar no quarto”, ele segue a entrar na sala e a subir lá para cima, que pensei “aquela puta deve estar a foder com o “mãos de basebol”, nem sei o que isto vai dar, mas é melhor ir lá para o segurar.

Eu subi também para os quartos, e vejo o Alfredo com o ouvido encostado à porta, a ouvir o que se passava lá dentro, e dava para perceber, ouviam-se gemidos de uma mulher a dizer “fode-me amor fode-me”, de uma voz indiscutível, era a Mafalda que fodia, o corno do marido estava cá fora, sem saber se abria a porta e a apanhava em flagrante, ou fugia e se ia embora.

Eu percebi que ele estava traumatizado e quando cheguei perto dele, ele sussurrou-me ao ouvido “puta da minha mulher, a foder com o primo?”, eu fiz uma cara a tentar compreendê-lo, como uma amizade de corno para corno, arrisquei eu sei, mas disse-lhe depois, “às vezes tem de ser assim, que tal de nós a vermos a foder?”.

O Alfredo abriu a boca, estava incrédulo com o que eu dizia, ele devia estar a pensar, este gajo está-me a pedir para eu e ele vermos a minha mulher a foder com outro gajo, os segundos iam passando, velozes pela mente dele, eu cheguei perto do ouvido, "eu mais logo deixo-te ver a minha mulher a foder, gostavas".

Eu senti que houve ali um momento entre nós estranho, alguma coisa no cérebro dele tinha-se rompido, e algo de novo abria-se à compreensão, continuei "porque é que achas que estamos aqui todos, pensei que a Mafalda te tivesse dito", o Alfredo estava maluco, "dito o quê caralho?", foi então que deixei cair a verdade, "nós gostamos de foder juntos, viste a minha mulher, gostavas de fodê-la?".

O Alfredo balbuciava, dentro do quarto a Mafalda gritava "ai primo fode-me aihhm humm não pares dá-me todo", e desta vez foi ele que falou, "gostava claro", foi então que perguntei "vamos ver a tua mulher a foder?, até que o ouvi a dizer “está bem”.

Foi então que abri a porta, muito silenciosamente, eu e ele metemos a cabeça, e na cama, foda-se!! meu deus, a Mafalda cavalgava o “primo”, como uma égua danada, o pénis dele grosso entrava, na vagina de lábios tensos que se abriam, as nádegas que ela apertava e desciam, num movimento lógico e constante, ela gemia e gritava “ai foda-se, que caralho amor, fode-me amor”.

Os corpos deles brilhavam de suor e excitação, a Mafalda parecia uma porca forte e rosada, oscilava numa corrente enérgica, eu e o Alfredo víamos o pau que entrava, grosso e duro abria-lhe a cona toda, quando o “mãos de basebol” a virou para a atacar pelas traseiras, encavalitou-se nela com as pernas em tripé de volta, apontou o pénis ao ânus e entrou, direito tenso e rijo, a entrar no cu da Mafalda.

"Aiiii, aimm, foda-se", gritou a Mafalda, eu percebia que o Alfredo se excitava, afinal era a mulher dele a ser fodida, quem sabe viesse a gostar, a adotar o “primo” para viver lá em casa, o homem começou a fodê-la, a dar-lhe estocadas fortes no cu quando entrava, o rabo e nádegas todos elas tremiam, ela gritava “ai amor, parte-me o cu amor, aihhm, uhmm, aihmm”.

O “mãos de basebol” estava no limite, pensei que ele tinha medo, de ser apanhado a foder uma mulher dos outros, aquela foda tinha de ser rápida, as pernas dele tremeram, colunas num terramoto, e vejo-o a tirar o pénis para fora, a jorrar uma lava quente de porra na cona da Mafalda, e depois a entrar novamente, “uhrrm foda-se estou-me a vir”, a bater o pau a espremer, e logo a seguir outro jato de porra no cu.

Eu olhei para o Alfredo e vi que se lambia, talvez de ele ver o esperma a escorrer da cona da mulher, que também a mim me deu prazer, daquela visão branca e molhada, até que lhe bati no ombro “vamos embora, eles acabaram”, e saímos dali para fora, a correr para a piscina.

A Mafalda apareceu depois, reparei na pele, brilhante e fresca, com um cansaço saudável de mulher bem fodida, ela foi ter com o marido “então amor onde andaste? Olha estive a descansar um bocadinho”.

O “mãos de basebol” só apareceu muito depois vindo das traseiras da casa.