Fui puta numa noite ardente em Lisboa - Biografias Eróticas
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Fui puta numa noite ardente em Lisboa

Gigi contou ao BE que,

Tenho 50 anos, mas tenho-me cuidado, acho que estou bem conservado, sempre fiz e faço muito desporto, de maneira que pareço, ou pelo menos acredito que sim, mais novo do que a idade que realmente tenho. Sou casado, tenho mulher, duas filhas, e uma enteada, filha da minha mulher, que vive connosco.

Não sei porquê, mas sempre senti uma forte atracção por outros homens, que fui escondendo da minha mulher, filhas e enteada. E não é por todos, sinto, não sei, excitação por aqueles homens mais efeminados, quando passam por mim a bambolear o rabo fico entesado. Tive algumas experiências em miúdo, mas foram apenas brincadeiras, nada de sério.

Também não sei porquê, tenho sonhos eróticos acordado de me ver como se fosse uma mulher a ter relações com homens machos e com pénis grandes a irem-me ao traseiro. Muitas vezes, quando a minha mulher e as raparigas estão fora, visto-me com roupas delas, e adoro sentir aquelas cuequinhas de renda, tipo fio dental, no rego do meu cu. Adoro ver-me ao espelho com a mini-saia da minha enteada vestido com a cuequinha.

Punha-me também a ver anúncios, nos jornais e na net, a querer avançar, arranjar um homem, ou ter um encontro, mas tinha, não sei, medo, que as coisas corressem mal, sem saber bem o que ia encontrar e como fazer as coisas. 

E depois sentia também alguma vergonha, inibição, afinal apesar de ter mil fantasias em relação ao sexo, não me sentia promiscuo ou devasso, como se tivesse restrições e barreiras pessoais que me impedissem de me entregar aos meus desejos.

Um dia perdi a cabeça, ou melhor, fui de cabeça, e liguei para um travesti que encontrei no jornal. Tinha aquela ideia que os travestis por serem travestis só levam no traseiro. Mas acho que me enganei. 
Mais ou menos pela tardinha fui ter com ele a um prédio em Lisboa, e encontrei um travesti, mais mulata brasileira, com umas pernas e corpo deslumbrante, vestido com um top em renda preto. Sentia-me estranho, mas também excitado.

Fomos para o quarto e ele disse-me para me despir e ele, quando se despiu, vi logo um pénis enorme meio tombado. Quando se aproximou de mim, perdi logo as ideias feitas que tinha, e agarrei no pénis dele, levei-o logo à boca e comecei a mamá-lo. A cada mamada que dava o caralho dele ficava ainda maior, bastante duro na minha mão, lambia-o com experiência, com a língua e os meus lábios a apertar-lhe a cabeça, como se já tivesse mamado muitos.

Sentia-lhe o cheiro do corpo doce a entrar-me pelas narinas, um gosto a salgado dos colhões, olhava para ele já sem vergonha a cada mamada como se lhe pedisse aprovação, e quando já estava bem teso perguntou-me o que eu queria ou como queria. 

Acho que não tinha escolha, sabia o que tinha ido à procura, e só sei que lhe virei o rabo a dizer-lhe que gostava que me viesse ao cu, e depois deitei-me de barriga para baixo e ele enterrou-me aquela coisa dele no rego. Pedia-me para alçar o rabo para ele poder ir mais fundo e foi o que eu fiz, estando ele um bom bocado até a suar a partir-me o cu. 

Sentia pelo tom de voz dele quase carinhoso, afinal não parecia ser só uma troca de dinheiro e favores, que ele estava a gostar de mim e de me foder. Mesmo para a minha idade, já meio maduro, acho que tenho um rabo de fazer inveja. E acho que ele se desforrou no meu cu, ou então não sei, achou que comendo-me forte eu voltaria lá para mais.

A partir daí, acho que nunca mais parei, só que a minha maior fantasia era difícil. Eu gostava de foder com um homem mas como se eu fosse uma mulher, com cuequinha e me chamasse puta e tudo.

Um dia falei num desses sites com um homem, que depois descobri mais tarde, fiquei vermelho e até com medo quando o vi, que vivia no mesmo bairro que eu. 

Pensei coisas más, ele deve ter pensado o mesmo, mas depois vi-o com a mulher e o filho e ele viu-me com a minha e as miúdas, e percebemos a coincidência. 

Naquela altura, decidimos encontrar-nos num desses hotéis baratos em Lisboa, falámos pouco, ele era simpático, bonito, bem constituído, eu disse-lhe que a minha onda era que me fossem ao cu e gostava de me vestir de mulher, ele disse que sim que gostava e fomos para o quarto.

No quarto vesti-me escondido dele com uma saia pequena da minha filha, uma lingerie de renda preta, uma meias de renda fina até acima também pretas, e apareci-lhe quando ele já estava na cama nu a afiar o pénis teso.

Deitei-me com ele, e ao principio tratou-me de uma forma doce, como se estivesse enamorado de mim, deu-me beijos na boca, passava-me a mão pelo corpo todo e eu pelo dele. Tinha um cheiro agradável, perfumado, a pele jovem e macia, de um homem de pouco mais de 30 anos. 

Tinha um pénis generoso que comecei a mamar e sentia a mão dele a passar pelo meu rabo e pelo meu ânus, entre as cuequinhas, pelas minhas costas, a dar-me um tesão muito grande. Mamei-o bem de cima para baixo a saborear aquele gosto salgado do caralho dele, a prepará-lo para mim nesse sentido de antecipação crescente.

Depois senti-o mais duro e violento comigo quando me começou a comer o traseiro. Dava-me palmadas no rabo e dizia "sua puta, és a minha putinha, dá-me esse cuzinho todo, puta". Não era nada que eu desgostasse, era o que eu queria, que ele me fodesse com força e me martelasse a peida a chamar-me o que lhe viesse à cabeça puta e porca que me dava muito prazer e gozo.

Enrabava-me por trás, a bater forte com as coxas nas minhas nádegas, a enterrar-me o caralho dele no cu. Depois cavalguei-o em cima dele, a querer sentir-me uma puta desalmada, com as minhas ancas a dar a dar a descer pelo caralho dele, a deixá-lo louco de tesão, a beijá-lo na boca como se fosse a amante e puta dele. Vi-me todo húmido que nem uma porca e ele também.

Adorei. E como disse encontrei-o uns dias depois no café do meu bairro. Foi uma surpresa. Depois conto mais.


(conto erótico cedido ao https://biografiaseroticas.blogspot.com)

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