A minha mãe apanhou-me a ter sexo com outro homem - Biografias Eróticas

A minha mãe apanhou-me a ter sexo com outro homem

Era daqueles dias em que vinha por ali abaixo já a meio da tarde em que ou ia a casa ou ia para a propriedade. Na propriedade entretia-me por lá a aguardar o regresso com os meus pais.

Encontrei o Sandro no caminho, perguntei-lhe se queria ir ter comigo à camarata. Na propriedade havia escritório, armazém, e uma camarata onde se recolhiam trabalhadores no período das monções com camas, chuveiros e casas de banho. O Sandro disse que sim e
ia lá ter.

Uns meses antes, eu e o Manel conhecemos o Sandro, filho da Aurélia, empregada dos pais dele, com os seus 15, quando ficou de castigo e ela levou-o para lá. Olhávamos para ele e não sabíamos o que fazer com ele.


Negro retinto saído ao pai, a Aurélia, com filhos de vários pais, era clarinha com os olhos verdes azeitona chocantes, deixou-o connosco e foi-se embora.

Andava a enrabar o meu amigo Manel há algum tempo. Apanhou-me a ser enrabado pelo irmão mais velho e quis saber. É como eu, tem tesão em levar no cu. 

Olhávamos o Sandro, maior que nós, com um pénis saliente muito preto a sair-lhe pela folga dos calções. Ria-se silencioso, fazia de propósito, no quarto do Manel ali com ele, tudo se conjugava para nos ir ao cu. 

Dois miúdos branquelas, dois rabinhos redondos generosos, não sei se sabia pelo Rafa que eu gostava de levar no cu. 

O Rafa apanhou-me um dia na camarata.  Já era maior, trabalhava na propriedade, viu-me um dia, deitado na cama nu a masturbar-me, os meus dedos a acariciar o ânus, o meu cu oferecido. 

Vi-o chegar, silencioso, com o caralho preto na mão entesado a sair-lhe dos calções, empinei o rabo, sem respiração, abri-lhe uma nádega, mostrei-lhe o ânus húmido preparado e disse-lhe com os olhos "vem é teu come-me".

Aproximou-se, tirou os calções, um pénis grosso e comprido, tive medo, um homem grande, dor, prazer, expectativa, pôs-se em cima de mim, senti o caralho a abrir-me o ânus, arqueei o corpo, doeu-me, cuspiu no caralho, insistiu devagar a pouco e pouco, o meu ânus abriu-se para ele, as ancas dele, a força, enterrou-o todo e comeu-me o cu.

O Manel despiu-se todo e pediu ao Sandro "mostras o teu pau?", o Sandro nem respondeu, baixou os calções e mostrou-nos um pénis grande e preto já meio entesado.

Perguntou se queríamos mamar-lhe o pénis e que nos fosse ao cu, e foi.

Por aqueles dias, a Aurélia trazia o Sandro, afastava-se e ele ia-nos ao cu. 

A Aurélia já me apanhara a ser enrabado pelo Bernardo, também me vira a enrabar o Manel, e um daqueles dias vi que ela viu, só nos meus olhos como sempre, o filho a enrabar-nos. 

Pensei que nunca mais veria o Sandro, mas nos dias seguintes apareceu sempre. Talvez não tenha querido saber ou que seria pior impedir.

Já o esperava quando o vi chegar à camarata. Tinha passado pelos meus pais, tinha dado um beijo à minha mãe, tinha-me escapulido para ali, para o esperar. 

Nus na cama junto à janela onde batia o sol da tarde, agarrei-lhe no pénis grande e preto, a minha boca, os meus lábios apertaram-no, devagar sem pressas, mamei-o de cima a baixo. 

A mão dele a pressionar-me a cabeça contra o pénis, as nádegas dele a subir para mo enterrar na boca. Lambia-o em cima dos lados até abaixo.

Rodou-me o rabo a acariciar-me, a friccionar-me o ânus, a abri-lo e a entesá-lo. Longos e doces minutos a beijar-lhe o corpo os mamilos e ele os meus "estás a gostar?", perguntei "estou", disse.

Contorcia-se na cama em sintonia com o meu corpo "vira-te", disse, "deixa-me roçar".

Abriu-me as pernas encostou o peito dele ao meu, esfregou o pénis no meu ânus, forçou-o até entrar. 

Sentia-o a enterrar devagar devagar à medida que o deixava. Agarrei-lhe as nádegas a minha força respiração a dizer vem vem mais, sentia-o a entrar todo dentro de mim.

Sentia a mesma presença, física, que sentira quando o Manel viu o Bernardo ir-me ao cu. A de que alguém nos observava. A minha mãe. Olhou-me nos olhos "estou aqui, estou a ver-te", como se dissesse. 
Não se intrometeu nem o Sandro a viu. Não lhe largava os olhos, com o prazer aumentado de vê-la a ver-me o Sandro a comer-me o cu e o pénis dele a entrar a abrir-me o ânus.

Senti que a provocava. O Sandro virou-me, acanzanou-se no meu rabo, empinou-o, abriu-me as nádegas, enterrou o caralho grosso e preto no meu ânus, batia forte saindo e entrando a matraquear-me o rabo.

Gemia de prazer a olhar para ela vendo-a a ver-me a levar no cu, o Sandro a entrar em mim, as ancas dele a bater com força nas minha nádegas, o calor do corpo dele nas minhas costas, baixo, sem respirar, ela parada, um tempo congelado, o meu ânus aberto, de onde estava e de onde via, sem nos interromper, aceitando-me assim, o pénis bruto e preto a entrar-me no cu.

Virei-me de lado, o Sandro a enterrar o caralho preto no meu ânus húmido, de desejo, a partir-me, a acelerar, com os meus olhos, eu nos da minha mãe, de aceitação, sem censura, de prazer compreendido de me estar a ver, masturbava-me também, sem vergonha, estremecemos juntos, caídos e indolentes a vir-nos.

A minha mãe saíra. Fui ter com ela. Esperava-me "não sei o que diga", disse, "nem sei, gostas?", "de quê?", perguntei, "ora, de levar no traseiro", respondeu. "Gosto", disse.

"Há muito tempo?", "Algum", "com quem? Com o Sandro?", "sim", respondi.

"Estou fodida", disse, "nem sei o que pensar", continuou. "O meu filho a apanhar no rabo.".

"Não fizeste nada, gostaste de me ver?", "o quê?", "de me ver", continuei. "o quê ver um miúdo a penetrar-te?, porque havia de gostar de ver?", disse-me. 

"não sei, disse, "eu gosto de ver-te", "o quê?", disse a minha mãe, "ver-me o quê?".

"Já te vi a foder com o Braz",  retorqui. "já onde?", "na estufa na casa da praia", "mas viste o quê?", "tudo", disse-lhe, "tudo gosto de ver-te".

"Mas viste o quê?", perguntou, "queres mesmo saber?, tudo, a lamberes-lhe o pau, a ir-te à cona, e ao cu", ri-me.

Bateu-me na cabeça, "não se diz assim".

"Vi também o Carlão", disse. "o Carlão na casota do pomar, vi-te a foder com ele", "nem quero pensar o que é que viste", disse.

"Também te vi a foder com o Braz no escritório", "sim, disse ela", "e sei que tu viste que eu estava a ver-te", "sim vi-te", disse-me.

"E não paraste continuaste como eu hoje", "sim, não sabia o que fazer", "gostaste por eu te estar a ver, mãe?", "não sei acho que sim, devo ser maluca", "eu gostei de me estares  a ver".

"Sim, mas tu és um miúdo e o Sandro já é grande tem um pénis grande e tu és pequeno. "não me dói mãe", "sim, mas custa a aceitar querido peço-te não faças mais arranja uma namoradinha", "sim, não aceito, mas acho que também gostei de te ver. Fica um segredo só nosso.

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