Minha mãe adora grutas - Biografias Eróticas

Minha mãe adora grutas

Não foi há muito tempo, e lembrei-me hoje. Estávamos na praia, e à beira-mar vejo-a a falar com um mulato grande que não conheço. Conheço bem a minha mãe pelos movimentos do corpo, como se à distância sem necessidade de a ouvir, soubesse as palavras que lhe saiam da boca. Andava à caça de sexo, como sempre ou quando lhe apetecia.

Não com o meu pai, que tinha desenvolvido outros gostos, sem censura, sem discórdia, já a vi foder muitas vezes, como ela me viu a mim algumas, com barreiras compreendidas, contra quem se mete em tudo, que faz da vida um directório dos outros, uma vigilância velada, que à verdade se acobarda, diz-me ela sempre, o tempo passa voando, sem marca ou presença, é uma circunstância gasosa, porque não deixa nada, tudo sem importância, menos as palavras, o sol e a memória.

Nos nossas confidências secretas, de adultos crescidos e entendidos, sempre falámos abertamente, pareceria chocante dizer-me "fodi com o teu pai só para vos ter, sempre entendi as inclinações dele, de gostar de homens pra foder, fiz disso um meu beneficio, não sou mulher de amar, prefiro viver livremente, não sou religiosa nem pecadora", ria-se às vezes, "com exceção de não cobiçarás a mulher do teu próximo, cumpro mais os dez mandamentos, do que muitas putas beatas, portanto, filho, o que quero mesmo é foder".

Vi-a a arrancar ao lado do mulato, a caminharem lado a lado, em direcção a umas rochas e grutas, pensei para mim, não o conheço, é melhor ir atrás dela, não vá meter-se em alguma, aquele corpo de mulher tesuda, com tudo no sitio, coxas e rabo perfeitos, um passo um andar elegante, já se tinha decidido, e eu bem sabia, que ia papar o mulato, no meio daquelas pedras negras, protegida de olhares indiscretos.

Meteram-se pelo meio das rochas, assim numa penumbra fresca, o mulato levou-a para o lado, eu escondido ali estava, puxou os calções para baixo, encostado a uma pedra grande, agarrou no caralho teso, um pau grosso e comprido, que me correu água pelos lábios, sem querer e sem domínio, de um corpo correspondido, tinha-o ela e também queria, quando se agachou a mamá-lo, chupava-o fundo a engoli-lo, pela boca garganta abaixo, que o mulato fechou os olhos, empurrava-lhe o caralho pra dentro.


Foi o mulato que me viu, conheceu-me e percebeu, mais prazer a ele lhe deu, de saber quem eu era, de gozo sentido de estar a ver, ele a comer a minha mãe, fazia-me trejeitos com a boca, e gestos de anca a mover-se, como um toureiro e a sua vaca, a enterrar-lhe o caralho na boca, olhava-me nos olhos quando lhe entrava, a dizer-me "a tua mãe é uma boa puta".

A minha mãe enfastiava-se depressa, adorava fazer broche, mas foda de praia quer-se rápida, era assim que me instruía, hás-de sentir isso, dizia-me, e eu que o sabia, não tinha sido a primeira vez, nem seria a última agora, adorava foder na praia, de levar no cu e de mamar, sentia uma frescura, e a urgência que ela falava, tirou as cuecas do bikini, encostou-se à rocha de costas, deu assim ordens ao mulato, que a comesse por trás, que lhe fosse à cona e ao cu.

O mulato meteu-se por baixo, enganchado no rabo dela, a abri-lo com uma mão, a afastar aquelas nádegas perfeitas, duas bolas calvas torneadas, com a outra mão no pau grosso, enterrou-lho depois na cona, arqueado numa escultura tesa, feita de hastes e de molas, uma máquina de foda se via, a entrar por ela adentro, escorregar-lhe nos papos da cona, ela a sentir e a soltar-se, a alargar-se e a abrir, pernas altas e esguias, a subirem pelas rochas acima.

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Olhei e via a cona rosada, tesa num anel forte alargado, do pau grosso e do malho, com que o mulato a martelava, enquanto para mim olhava, mandava-me beijos no ar, de estar a adorar de a foder, ela a dobrar-se e a empinar-se, ancas dele a bater-lhe, o rabo espetado levantado, os cabelos caídos na cara, ouvia-a a gemer "aihm aihm foda-se! aihm", as mamas a abanar, mamilos tesos de tesão, ele entrava sem parar.

O mulato era um rapaz, como eu talvez mais velho, preso nos meus olhos a foder, ouço a voz dela a dizer "anda come-me o cu, parte-me o cu todo, anda", ele sacou o pau espetado, na mão preso como um cabo, de uma vara grossa e rugosa, de nervos carne molhada, abriu-lhe de lado a nádega, a enterrar-lho no cu forçado, levantava as pernas a ajeitar-se, "humm humm ahmm", saiu-lhe ar da respiração, daquele pau lhe estar a entrar.

Ele lambia os lábios de prazer, como eu e a minha mãe, o malho nervoso a entrar, agarrou-se ao rabo dela, olhou pra mim a acelerar, ela fechou os olhos deixou de ver, tirava e enterrava, o cu aberto de a foder, da passagem daquele caralho, "aihm aihm foda-se parte-me toda não pares", o mulato esqueceu-se de mim, enterrava-lhe o caralho a crescer, vi-o estremecer e a explodir "humm foda-se que puta boa tu és", sacou o malho fora a gemer, em jactos de leite a espremer, "aihm aihm" a minha mãe a gritar, de se estar a vir a tremer.

Quanto a vi depois, foi a mergulhar, a pele brilhante, rosada e eriçada, da frescura da água do mar.

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