Mas que santa cruz dona Alice - Biografias Eróticas
Chinese (Simplified)EnglishFrenchGermanItalianJapanesePortugueseRussianSpanish

Mas que santa cruz dona Alice

Já andava a comer a Anabela, a minha namorada beata, há mais de um mês. Tinha sido bom ao principio, fazia artimanhas para a convencer a foder, e ela, após muito esforço meu, na sua voz indiscreta, um belo dia me disse, "sou virgem, na vagina não", "só quando me casar".

Mas disse-me também contente, mas "vem-me ao cu se quiseres", e eu a partir daí, comi-lhe o cu naquele dia, e nos dias seguintes sempre que podia. Dava-me tesão comê-la, aquele gosto de sagrado, aquilo que a proibia, a ser por mim desvendado, quanto mais eu a fodia.

Cansava-me e aborrecia-me agora, gostava dela sim, do corpo perfeito e simples, um rabo esfomeado e tesudo, do cheiro a limpo e da cera queimada, sentia-me um diabo sem crer, no meio de cruzes e santos, a comer-lhe o rabo no quarto, a Alice, a mãe, a ouvir, em silêncio sem nos surpreender, e eu a também a querer foder.

Chateava-me a filha, só a queria pela mãe, ou para os meus amigos a verem, cada dia que passava, só pensava na Alice quando enrabava a Anabela. A Alice era vitima do marido, das suas crenças e maneiras, da prisão involuntária, de não querer ser livre, constrangida pelos ritos, sem mamas, sem corpo, sem vagina, escondidas.

Enrabava a filha e, ao sair, passava por ela, como eu a desejava, fodê-la e libertá-la, os meus olhos cruzavam-se com os dela, o nosso segredo e o desejo dela, cada vez mais intenso, os lábios, a boca húmidas, os mamilos tesos, um sorriso trocado e cúmplice, os meus pensamentos e sonhos, "D. Alice, és mais velha, és a mãe da Anabela", não aguento mais, só me imagino a comê-la.

A Alice era pulsão e prémio, uma mulher linda, fechada e discreta, desperdiçada pelo marido, o Antunes diácono como lhe chamávamos, ali só obrigada, perdida no tempo que passa, escondida dos outros, sem fazer nada, desejos amores paixões acorrentadas, um botão, um click, uma explosão.
Andava obcecado por ela, na Alice, as pernas que mal via, só a boca, os olhos, o cabelo, um corpo indefinido debaixo da roupa, as maneiras, a graça, a forma como se despedia, como se me quisesse beijar na boca, dizer que era minha namorada, que se queria dar a mim, estaria eu a imaginar coisas, um miúdo a pensar nela, sozinha comigo um dia, a tê-la nua e minha entregue, aberta a fodê-la e que se foda a Anabela.

Não sei como, acho que sabia que o Antunes estava fora, e a Anabela com ele, só pensava na Alice, em querer vê-la, ali sem defesa, eu e ela, entregue ao destino, fui bater-lhe à porta, acho que a mirei de alto a baixo quando ma abriu, a minha voz sem vontade sumida "A Anabela está?".

"Saiu com o pai", disse-me, "Mas entra", fui atrás dela a admirar-lhe o corpo desenvolto, um rabo saliente de promessas, as costas firmes e direitas, um sorriso largado à minha presença, como se já esperasse por  mim, só pensava em fodê-la, o meu pénis teso e rijo, devia ver-se nos meus calções, as maneiras, as perguntas, as barreiras, dentro dela.

Olhámo-nos em silêncio, faltavam palavras, sentados eu e ela, sabendo o que pensávamos, ela no meu caralho, e eu na cona dela. Sentia-lhe o cheiro a lilaz, o cabelo apanhado, pensamento, o meu caralho a entrar nela, um cuspo seco na minha boca, a minha garganta pesada, a respiração presa e falta, à espera que se abrisse, me dissesse "vem Leo, vem foder-me".

Estava demasiado presa, como com algemas a uma parede, era eu o solto e livre, o salvador sem amarras, a Alice não falava nem decidia, levantei-me eu e disse-lhe "posso mostrar-lhe uma coisa?". "O quê?", no tom sentido de miúdos, como se fosse uma criança, a sua primeira vez, a invenção de uma história e uma diversão, a mentira como justificação, a verdade doída mas não querida.

Baixei os calções e deles libertou-se o meu pénis rijo e duro, via-o como se já o conhecesse, afinal, ouvia-me a comer o cu à filha, toquei-lhe com as mãos nos lábios, o rubor e a vergonha na face, como irmãos juntos nela, os olhos suplicantes nos meus, que passo a dar, traição ou libertação, pecado e corrupção, Deus via tudo e eu não sabia o que esperar.

Aproximei a minha boca da boca dela e beijei-a correspondido, procurava-lhe a língua, no gosto doce de uma bela mulher, tirava a minha roupa, não a podia deixar pensar, puxei-a para mim, mais adulto do que ela, trouxe-a para a cama, pela minha mão tirei-lhe a roupa, como autómato sem reacção dela, a culpa ainda vinha longe, beijei-lhe as mamas e os mamilos.

Só desejava comê-la toda, como se fosse um remédio santo, a dar de uma só vez, ou cura ou mata, queria pôr-lhe o caralho na boca, lamber-lhe a cona e fodê-la, sentir-me porco e impuro, ir-lhe ao cu como à filha dela, fazê-la gemer de prazer e de dor,  vir-me todo nela, endoidecê-la de tesão, quebrasse laços no interior, se sentisse livre de foder.

Tinha um corpo cuidado e lindo, branca como neve, de sol em pele nunca vista, "não, Leo, tem de ser no escuro, fecha o estor, apaga tudo", dizia ela, num só fio de luz a forçar o dia, formas difusas e ondas, abri-lhe as pernas, mergulhei nela, corri-lhe a língua pela fenda húmida, apertava-lhe os papos da cona, molhada nos meus beiços, contorcia-se doida e perdida.

Ouvia-a gemer ofegante, um ai violento vindo de dentro, toda ela amor e sexo, agarrava-me na cabeça para que lhe fosse mais fundo, as ancas para cima e para baixo, ao movimento da minha lingua, is explodir louca e imprevidente, quando subi por ela, enterrei-lhe o caralho na cona, a fodê-la como ó marido, de perna aberta velho a fodê-la.

Pedi-lhe para subir para cima de mim, que me cavalgasse e me fodesse, amazona e eu o seu cavalo, a enterrar-lhe na cona por baixo, não não queria, tinha vergonha, ser ela parecer impura, uma galdéria, não a tinham educado assim, abrir as pernas e foder só para ter filhos, era indigno o prazer.

Virei-a quase à força, um tesão tremendo mal a ouvia, queria-a toda, vê-la, senti-la, cheirá-la, enterrei-lhe o caralho na cona, cavalgava-a eu sem desculpas, não havia perdão ou pena, matraqueava-lhe o rabo, a martelá-la fundo, as ancas a bater forte nas nádegas dela. 

Gemia doida esquecida, como se a agredissem lhe batessem, pagava ainda os pecados, quando a senti estremecer e a vir-se várias vezes, em prazer e agonia, a vir-me também, e a sonhar já em comer o cu dela.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Não deixe de comentar, o seu comentário será sempre bem vindo