Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 1# A ex-namorada - Biografias Eróticas
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Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 1# A ex-namorada

Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me vi-me porquê.


E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a começar só por um.


1. Sonho erótico com um ou uma ex-namorado ou ex-namorada

Todos os dias tenho sonhos eróticos (ou ereções nocturnas), mas mais difícil é saber se alguma vez tive um ou uma EX. Não sei porquê, mas ser-se um ex é já de si um estatuto, significa que alguma coisa aconteceu ligado a compromisso, um contexto ou a um evento forte, que leva as pessoas a qualificarem alguém como um ex. 


Admito que alguém que se propôs fazer vida a dois, qualquer coisa mais forte que comer juntos ou dar umas fodas, possa receber a medalha de EX. O resto são só passagens pela vida, que vão deixando as suas cicatrizes, nada mais.


Havendo EX, especialistas adwords da web dizem, do que apanhei, que o sonho erótico com um ex, segmento semântico para referir tesão nocturna com ereção, seguida de ejaculação, pode ser: "não está apaixonado apenas lembra-se de ter sido o seu primeiro amor", "é porque tem medo de ficar sozinha e nunca mais vai encontrar alguém", "está a processar sentimentos inacabados ou mal resolvidos", "está a sentir necessidade de mudar", ou "reconhecimento do talento dele".



Em toda a minha vida antes da minha mulher Ângela, com quem tenho dois filhos e ainda não é uma ex, o que tive de mais aproximado de um ex foram dois colegas do primeiro ano de universidade, a Joana que se impôs minha namorada, e o Avelino, um cabo-verdiano, que acampou alguns meses em minha casa.


A Joana ainda me proporcionou alguns "sonhos eróticos", mas raros já que na sua maioria eram pesadelos, diurnos e nocturnos. No primeiro ano de universidade ela quase se me impôs como namorada, aparecia sempre onde eu estava, a colar-se a mim, e sendo ela bonita e conveniente, manti-a para o que desse e viesse, servia as aparências, e fazia bons apontamentos, o que para quem passou o tempo a dormir, era muito importante. 

Na altura tinham-me arranjado um pequeno apartamento em Lisboa, ela começou a aparecer, e eu, entre estudar e não fazer nenhum, lá lhe ia dando umas fodas. Mas a m* é que ela aparecia sempre nos piores momentos, parecia que me vigiava todos os movimentos, onde estava com quem falava e para onde ia. 

E o pior, ou melhor não sei, é que era doida, fazia-me coisas que nenhuma miúda fazia, viera do norte e não sei, com um excesso cansativo, era broche atrás de broche, era essa a especialidade dela, noventa por cento do seu sexo, sempre com qualquer coisa na boca, e reconheço com muita prática adquirida, tão bem era como os fazia.


Comigo a conduzir, sem eu lhe pedir ou quando lhe dava um toque na cabeça, lá se dobrava ela a fazer-me um broche, nas discotecas ou em festas, sempre à espera de uma oportunidade, aparecia na casa de banho a pedir da cá, só para me mamar.


Um dia mesmo sorrateira, numa festa de amigos e colegas, sorrateira por baixo da mesa, desapertou-me a braguilha, para me dar beijinhos na cabeça, a mamar-me o caralho, tão ao ponto de sair às vezes para onde não queria saber, com outros colegas e amigos, com aquele ar desembestado, "olha lá vai ela meter a boca onde puder", até que percebeu talvez fosse melhor não ter-me a mim, ser livre de usar a boca como quiser sem compromissos ou explicações.


Se considerar um evento traumático a qualidade dos broches da Joana, posso dizer que era uma EX, sendo ela uma rainha do broche, uma verdadeira perfecionista, uma artista, tão bons eram os broches dela, tanto que ainda sonho com ela e explicações talvez a mais acertada de reconhecimento do talento dela.


Na mesma altura conheci o Avelino, colega caboverdiano, tição mais preto do que é comum ver-se, de um grupo de alunos de protocolo africano, pediu-me acolhimento por algum tempo, ainda não tinha casa dizia, ofereci-me para lhe dar um tecto temporário.


Não foi preciso muito, tinham passado alguns dias, a brincar, ou talvez não, vi-o nu a tomar banho, nu com corpo de mandingo, alto e musculado, um pénis preto enorme, percebeu logo o que eu queria, e em consciência mo meu, quando me foi ao cu.


Faltamos nesse dia, puxou-me molhado para a cama, as minhas pernas enrolaram-se nas dele, a dar-me prazer sem contrapartida, chupei fundo aquele caralho grosso, a senti-lo no meu ânus alargado, a matraquear o meu rabo desejoso, a dormir na minha cama, durante dias a serem meses. 


Na universidade afastávamos-nos, não se podia dar nas vistas, beijávamos-nos ao longe com os olhos, ele com a namorada dele, uma preta do seu grupo, muito bonita e redonda, com quem cumpria os seus deveres de homem.


Eu não era ciumento, uma vez pediu-me para lhe libertar a casa, queria ir ao cu a outro colega, um rapaz bonito do seu grupo, e paneleiro como eu, disse-lhe que queria ver escondido, a enrabar o outro reconheci, em cima dele abriu-o até doer, o caralho dele a entrar e a sair, com talento natural, uma máquina a foder, era assim o Avelino, tanto que ainda tenho sonhos dele me comer.


Se considerar um evento traumático a qualidade das enrabadelas que o Avelino me deu, posso dizer que era um EX, um rei do anal, um executante perfeito sem escola, tanto que ainda sonho com ele e explicações talvez a mais acertada de reconhecimento do talento dele.


Resumindo se tenho um sonho erótico com um Ex, com ereção molhada, é porque se calhar o subconsciente reconhece o talento deles.


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