Meu verão escaldante em Portugal - Biografias Eróticas

Meu verão escaldante em Portugal

Por vezes o acaso oferece-nos surpresas
Para mim, foi uma tarde de amor jovem
Uma prenda de um corpo de menino a desejar ter sexo
comigo

Mas que tarde tórrida de Agosto. Cometi a imprudência de sair de casa em busca de uma brisa e de um café para uma das esplanadas do bairro. Não havia vivalma como eu gosto, além de mim, só o empregado e um velho numa mesa ao fundo. 

Saboreava o café e um cigarro quando por trás de mim aparece um rapaz, aí dos seus 17 ou 18 anitos, bamboleando o rabo, corpo liso e maravilhoso, calças brancas justas, ténis a condizer, uma blusa lisa de cor salmonada, muito na moda das meninas da idade dele, de fones nos ouvidos e telemóvel na mão. 

Passou por mim, atravessando a esplanada, com o ar tranquilo de um jovem inconsciente que sabe do que gosta, vendo o meu interesse, parando mais à frente, como quem espera por alguém, com um sorriso cúmplice, mirando-me sem reservas, causando-me uma erecção violenta. 

Que miúdo lindo, que prenda me era devida, nesta tarde de verão, um pouco mais novo que o meu filho Heitor, desejei-o logo, imaginando o divino, de um amor grego, provocando-me sem pudor, passava a mão pelo rabo, a fingir ajeitar as calças, coisa que fazia muitas vezes, no interior das pernas, olhando para mim "vem-me ao rabo, pareces o que procuro".

Nem queria acreditar, muita coisa aconteceu comigo, por iniciativa minha, sendo eu o provocador, agora ameaçado pela troca de papéis, a Ângela minha mulher não estava, só eu e ele para nos amarmos.

Continuava ali a dez metros de mim, a passar a mão pela zona, muito perto do ânus, sempre a sorrir e a prometer, numa garganta seca a minha língua húmida, o meu caralho teso a apertar-me os nervos, no meio de um bafo quente e abrasador.

Levantei-me olhando-o intensamente "se queres o que eu penso eu quero dar-te, vem", seguiu-me até casa e entrámos, num ambiente fresco pré-definido, abracei-o logo e beijei-o, mas porque me era dado tanto?, que beleza que céu eu tinha direito, um corpo nu jovem e de mil palavras, quero comê-lo só pensava eu.


Envolvi-o em mim, oferecendo-lhe o meu corpo e o meu pénis que mamou, mamava eu o dele com sofreguidão, beijava-lhe o rabo, abrindo-o sem pressas, esfregava-me nele e no seu cheiro, limpo e adocicado, a língua e a boca enrolada na minha, não queria que fosse passageiro, que antecipação doida que fodemos e queria fodê-lo fodê-lo e fodê-lo.

Forçei-lhe o ânus devagarinho a enterrar-lhe o meu caralho, queria ser doce para que gostasse de mim, como uma boneca de porcelana, a entrar e a sair dele a seu pedido, que corpo meu deus, de menina que rebuçado que angústia, quero-lhe muito, colado a ele, as minhas ancas subiam sobre um rabo lindo apontado ao céu, a enrabá-lo fundo, não queria que acabasse.

Cavalgou sobre mim, havia em mim lágrimas de prazer, abraçava-o e puxava-o para mim, a agarrar-lhe as nádegas para lhe entrar, naquele querer jovem e de menino, a dar-me muito mais prazer do que tenho para lhe dar, beijámo-nos como amantes, e viemo-nos juntos.

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