Será que há coisas que não são traição? - Biografias Eróticas
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Será que há coisas que não são traição?

A Suellen conta ao "Biografias eróticas" como foi:

Ai não sei muito bem como fui entrar nessa. Acabei acreditando naquele tuga manhoso. Ainda estou para saber se fui estúpida ou se quis ser estúpida de propósito. No meu trabalho resolveram lá dar uma formação à gente, de vendas, compreende, para nos ensinar a falar com as pessoas, e não é enganar, aprender a sugerir, sabe, passar para as pessoas a ideia de que precisam mesmo daquilo que estamos vendendo.

Rolando é um dos caras do meu curso e, hoje não sei, mas quando aconteceu aquilo eu até achava graça nele, nas suas piadas. Estávamos sempre conversando os dois, mesmo lá na empresa, e até fomos almoçar juntos com outros colegas. Ele está sempre mirando muito o meu corpo, olhando para o meu rabo e mamas, mas os outros colegas também.

Não tenho culpa de ser assim, como eles dizem, sou boa, né, eles ficam imaginando coisas, me ver nua, me tirarem raio x, mas eles sabem que tenho o Adércio, meu namorado, e sempre me respeitaram. 

Só que esse tuga, Rolando, né, não me largava, e um dia começou me dizendo que traição mesmo é só com introdução. Com as brincadeiras fomos tendo mais confiança e ele insistia "Suellen, minha amiga, traição só com introdução", "você me deixar ver suas mamas não há introdução, compreende".

Eu dizia para ele, "cara, você tá ficando maluco", e ele ria "são as suas mamas e o seu rabo", "me deixa ver, Suellen, não fique se culpando, amiga, não há introdução", e ele sempre insistindo.

Ele é um homem bonito, anda no ginásio, sempre correndo, e é perfeito, reconheço, me atrai. Só que eu não sou dessas de ir por aí, tenho meus princípios, se há introdução ou não não sei, mas a mim me estava parecendo que havia traição. Adécio se soubesse não ia gostar, e meu pastor lá na igreja, também não.

Mas estava ficando com dúvidas, sabe, Rolando sabe ser insistente, parece me estar vendendo alguma coisa, e eu não queria, e também não dava para falar com meu namorado, acho que se ia zangar, e então à tarde, quando saíamos do curso, perguntei ao Rolando "porque você diz que não há traição sem introdução".

"Olha porque isso é que conta, sabe, você me mostrar suas mamas, eu fazer um minete em você, ou você me fazer um broche, como não há introdução, não há traição, percebe". 

Fiquei pensando naquilo "o Tuga primeiro queria ver minhas mamas e agora falava em fazer-me minete, ele só tem razão que não há introdução, mas traição não estou sabendo, não, acho que o cara me está enganando".

Ele continuou "vá lá, Suellen, eu estou te garantindo, você está negando porque só vai saber depois, compreende", "você me deixa fazer um minete em você e vai ver que não se sente culpada, é como estou dizendo, se não há introdução, não há traição".

Porra que estava ficando maluca que acabei acedendo, se o Adécio soubesse eu diria para ele "Adécio, amor, não tive nada com ele, não houve introdução, não há traição, compreende, amor".

Deixei-me ir para casa dele, do Rolando, sabe, menino bem estabelecido, e só percebi depois, cara sabido, quando entrei ele me pediu logo, parecia se babando "Suellen querida me mostra as suas mamas", e eu mostrei, ele me pediu se podia agarrar e eu deixei pensando "tudo bem não há introdução", "me mostra seu corpo e seu rabo", e eu deixei, né, me despi toda.

Rolando hipnotizou pelo meu corpo, ali segundos sentado, e tenho de reconhecer, estava gostando daquela admiração, me exibia como na passerelle, no sofá esfregava o pénis, se babando por mim na sua voz doce, "Suellen, você é linda, merecia uma introdução", eu respondi logo "ai Rolando meu amigo, não pode ser não".

"Chega até mim", estendeu-me a mão, "para quê?", só pensei, deitou-me no sofá, beijou-me as coxas dentro, uma língua cobra a tremer, a descer por mim até dentro, tocava-me o clitóris húmido, os seus dedos e a sua boca, mergulhado nas minhas pernas, os cabelos e as suas cócegas, fechei os olhos para trás, "aiiii, meu amigo, meu amigo, aiiii", abandonada.

Rodou o corpo ao meu lado, a tocar-me nos lábios o seu caralho teso, já não pensava e só gemia, resfolegava ele na minha cona, e eu no caralho dele, a desejar introdução sem a dever ter, "Rolando, não pode, eu não sou traidora", "está bem amor está bem", sussurrava ele, "no cu, no cu, há introdução mas não há traição, amor, deixa", e diabo de mim, deixei, não conseguia pensar, deixei, porra.

Virei o rabo para ele e Rolando me comeu o cu, desceu sobre mim como um diabo e uma força, apertou minhas nádegas, forçou meu ânus húmido, e me penetrou devagarinho, me abraçou carne com carne, apertados me beijou na cara, e sentia as coxas dele batendo em mim, e me vim com ele junto.

Se Adécio me perguntar vou explicar a ele que "se não há introdução, não há traição", e só espero que ele não me pergunte "e o cu?", não vou saber responder, né.

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