Como se surpreender no Facebook? - Biografias Eróticas

Como se surpreender no Facebook?

O Zé António conta aos "Biografias Eróticas" com foi:

Não sei se é uma coisa linda ou não o que tenho para contar aqui neste confessionário, mas aconteceu e pronto, e se calhar por não saber é que conto.

Confesso que tenho uma conta no facebook, incógnita e só para encontros casuais, tornou-se um prazer muito intenso, muitas vezes me faz sentir desajustado, como um vicio ou uma droga, tanta cona, rabo, e caralho, não é amor ou relações que procuro, são experiências e desconhecido.

Há tempos falava com o Gayzinho, nome de brincadeira que ele tinha, fotos fantásticas de um cu tremendo, perguntei-lhe "é mesmo teu, esse rabo?", "é", respondeu ele "gostas?", "adoro", disse-lhe, "gostavas de o comer", continuou, "adorava", "e o teu pau? é grande?", "gostas deles grandes?", perguntei, "gosto, adoro levar no cu de caralhos grandes", respondi-lhe "o meu é grandinho, acho que ias gostar",
"Queres encontrar-te comigo? Onde moras?", "sou de Lisboa, Ajuda", respondi, "Sério? Eu também, se calhar conheço-te?", "Eu moro aqui ao pé do café X, no 2º andar", disse-lhe, "Mas, eu moro do outro lado, acho que já sei quem és, olho muito para ti", "Mateus?", "sim, anda, os meus pais saíram, vem ter a minha casa".

Corri para lá como foguete, sabia que era um miúdo, anos nos seus vinte, de outro planeta que não o meu, envergonhado mirava-lhe o rabo gingão, no café a comprar tabaco aos pais, desejava aquele cu proibido, à distância de um clique e de uma rua, acho que já me vira nu à janela, guloso a apreciar o que eu tinha.

Entrei em casa dele, a primeira vez que acontecia, fomos para o quarto dele, em desordem juvenil, de menino da mamã, entregou-se-me nu a sorrir, uma pele de pêssego que percorri, cheiro e música a acompanhar, sabia ele como me mamar, a fazer de mim o seu querer, num prazer silencioso a dizer "anda vem-me ao cu, que não aguento mais", virou-se, abriu-se, nádegas lindas que agarrei, rabo branco em cama mole, onde com o meu caralho enterrei.

O que aconteceu com o Mateus não me preparou para o que veio a seguir.

Falava com o Fábio no facebook e ele disse-me quem era. Sou mesmo o Fábio e as fotos são minhas "gostas?", "adoro, és muito bonito", "obrigado, gostavas de estar comigo?", "gostava, és de onde?", "reboleira", disse-me, " e tu és de onde", "ajuda", respondi-lhe, "sabes, eu precisava mesmo de ajuda", juntou um emogi e fez um LOL, "ajuda como assim?", "eu estudo e sou pobre, se me poderes ajudar?".

Mas onde me estava a meter, via Reboleira e uma carga de porrada, um monte de gajos a enrabar-me, "é tranquilo, não tenha medo, tenho sitio aqui em casa, vem, não estás longe, também estou afim, ajudas-me se quiser".

Devia estar doido mas fui, pus no gps do carro, e quando mais me aproximava, mais tudo me cheirava mal, escuro como breu, atravessei um bairro meio suspeito, "Fábio, estás aí?", liguei, "estou aqui à porta à tua espera", entrei numa zona mais calma, parecia-me mais respeitável, a Câmara andara por ali com certeza, vi ao longe devia ser ele, era ele e calmo como dissera.

Aproximou-se de mim e deu-me logo um beijo na boca, como se me conhecesse desde sempre, um rapaz bonito bem apresentado, "anda, ouve a casa é pequena, mas estamos bem", subimos e entrámos num pequeno espaço, uma casa de banho, uma cozinha, e uma sala, muito apertado para ele e a mãe.

Fiquei surpreendido, a mãe sentada a ver televisão, uma cortina a dividir a divisão, de um lado o quarto dele, do outro o quarto da mãe, receoso já pensava "mas em que merda estou metido", via tudo bem limpo e arrumado, livros de estudo por todo o lado, o Fábio andava na universidade, queria vencer de qualquer modo,  e corpo, cu e tesão, eram as armas que ele tinha.

Sussurrei-lhe ao ouvido "é pá Fábio a tua mãe está aqui a ver-nos", não era mais de dois metros, quase lhe tocava com a mão, "ela não se importa, não te preocupes, até gosta de ver", deve-me ter visto o sorriso amarelo, quando se despia e já nu, mirava a mãe dele de soslaio, sorria para mim compreensiva, uma mulher nova e bonita, gasta pela lexívia e o trabalho pesado.

"O que é que gostas mais" perguntou-me, "pede-me e eu dou-te o que quiseres", a mãe a ouvir com certeza, não era a primeira vez, colei-me ao ouvido dele "quero que me venhas, se quiseres", deitámo-nos como amantes, uma cortina entre nós e a mãe, os nossos corpos um só, os nossos pénis amigos um do outro, sentia-o meu como se sempre o tivesse tido.

Virei-me de costas e ele a penetrar-me, a olhar nos olhos a mãe dele, as nossas peles unidas como seda, os quadris dele a erguerem-se lentos e doces, gemia ao entrar dele dentro de mim, de boca húmida e garganta seca, queria-me vir em refresco, uma brisa a passar a adormecer-nos.

Saí depois, sem pressas, dei um beijo de despedida à mãe dele, ele ia ser importante, deixei-lhe dinheiro. 

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