Não há como não ter câmaras de video - Biografias Eróticas
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Não há como não ter câmaras de video

Os meus gémeos cresceram. Não tardará muito que irão para a escola superior. O Heitor e a Helena estão a apanhar o seu próprio comboio e a seguir o seu próprio caminho, e, para o que conta, a minha influência e da mãe, boa e má, é cada vez menos.

Pensando bem já em nada participo nos projectos da vida deles, eu e a mãe, passámos à qualidade de meros financiadores, entramos com o capital, que as escolhas essas, são deles.

Mas o que eu fiz para os proteger, sempre fui mais mãe galinha que a mãe, por mim punha guarda-costas a vigiá-los, o mundo e a vida é tão implacável, e tão aleatória também, tudo depende do acaso e da sorte, e de inteligência só para os forçar.

Por natureza e por ser mulher, a Helena cresceu mais depressa, embora o Heitor a correr atrás dela, não se deixou ficar para trás, mal as coisas começaram a arrebitar, e a aparecer as experiências sexuais.

Não era habitual que fosse a casa àquela hora, esqueci-me de documentos importantes no escritório, almoçara com um cliente ali perto e aproveitei, a casa estava deserta como esperava, só que ao longe um gemido fundo, pôs-me alerta não fosse um ladrão.

Andando pé ante pé com as maiores cautelas, fui-me aproximando dos quartos dos miúdos, e foi aí que ouvi um gemido, vinha ele do quarto da Helena, pensei para mim "Oh que porra, o que será isto?", "queres ver que a miúda, já anda a premiar algum bandido".

Há anos que a casa tinha câmaras em todas as divisões, há tantos anos que a minha mulher Ângela já se esquecera, nem a cozinha nem a casa de banho escapou, não medi esforços nem despesas para os proteger, e à distância no trabalho ou no escritório, de tempos a tempos passava revista às câmaras para os ver. 

Desta vez não foi diferente, sorrateiro fui para o escritório, sabia que não o devia fazer, um dia hei-de tirá-las mas não resisti, e lá estava a Helena nua na cama deitada.

Ri-me para dentro, "então o gemido era isso?", há muitos anos que não a via nua, conhecia-lhe o corpo em bikini na praia, perfeito, adulto, de mulher, devia ter estado a estudar, não estava ninguém em casa, parou para se masturbar.

Estava eu sem respiração, naquele momento proibido, não largava o monitor, de pernas abertas num clitóris molhado, massajava-o os seus dedos rosados, com os mamilos empinados, esfregava-os a mão em harmonia, a contorcer-se com o prazer provocado.

Refreava eu o meu tesão, de tão envergonhado que estava, pensei "tenho de sair de casa", não vá ela perceber que aqui estou, abandonei-a em silêncio, ainda a vi a soltar um gemido intenso, e logo a seguir, a tombar adormecida.

Corri para o meu carro, dele para o meu trabalho, com uma dor intensa no meio das pernas, na minha cabeça a imagem de Helena, a masturbar-se e a contorcer-se, o meu caralho apertado nas calças e nas cuecas, entrei no escritório e nele para a casa de banho.

Batia uma punheta de olhos fechados, via uns lábios húmidos de romã, uns mamilos framboesas frescas, na minha boca e na minha língua, a pensar "não posso não posso", até que "hemmm", me vim.

Há noite ao jantar a Helena estava satisfeita e a pele brilhava.

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