Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 3# Carne picada - Biografias Eróticas
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Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 3# Carne picada

Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um significado qualquer.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me, mas vi-me porquê?.

E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a passar ao terceiro, já que os outros se os quiser estão aqui em categoria.

3. Sonho erótico com carne moída 

Rastreei a web à procura de uma qualquer postagem que me ajudasse a acalmar este desespero de ter tido uma violenta erecção nocturna quando sonhava com carne picada, e nada. De amor eterno, de paraísos feitos na terra, de pureza e higiene, flores e animais felizes, gatinhos e cães, de seres quase divinos, de gente a dizer de tudo um pouco, mesmo sem atributos para tal, disso à muito. 
Já de carne picada e erotismo, nada.

Mas o desconforto do tesão persistia, alguma coisa se alojara no meu subconsciente, passar à porta de um talho ou hamburgueria, que sacrifício meu deus, o volume entre as pernas incha incha se faz favor. 

Pensava nisto quando o Lemos da contabilidade entrou no meu gabinete, eu de pau feito pela carne picada, mal o ouvia e se calhar era isso, ligara-me no dia anterior para falarmos de impostos, vermelho como um pimento e manchas na cara da figadeira, dizia-se dele ter um instrumento, pelo tamanho até dores nas costas lhe dava.

Tanto pensei "Ah porra Lemos, então era isso", lembrei-me da convenção em Atlanta, tantos inúteis juntos numa só sala, grande e imensa, pouca prós receber, doía-me as costas de tanto procurar, caralhos, cus e conas para foder, matéria de meu interesse, era o que eu queria saber.

Trocava notas com um magricela, de finanças e internacionalização, "eh pá, foda-se, doem-me as costas, esta merda não tem solução", "tem tem, vai ter com a Violeta, que aquilo é demais", disse-me, "demais como?", "tântrica livre, meu, uma especialista, sais de lá moído mas novo".

E fui chamei o taxista, "leve-me a esta morada", lá cheguei e encontrei a Violeta, "olhe que estou muito cheia, não há horário", "por favor Violeta, aai aai as minhas costas, preciso de ajuda para já", "então tá bem vou lhe dar uns minutinhos".

Entrei nos aposentos dela, uma estalada de cheiro intenso, amargo e doce de especiarias, óleos velas e incenso, música de um buda que ali estava, "Hummmmm, ahemmm", numa penumbra convidativa, "olhe que eu só dou massagem, foda não há, tábem", "tá ai as minhas costas", "vá despe e deita aí na marquesa".

Deitei-me a muito custo,  oleou-me o corpo todo, sentia as mãos dela a correr nas minhas costas, "vá vou fazer um bocadinho de próstata", meteu-me os dedos no cu, onde brincou algum tempo, "agora vira", massajava-me o caralho teso, de baixo para cima, "foda-se que já não me doíam as costas", que artista que milagre.

Vi-a tirar o robe a mostrar-me um corpo belo, "que mulher linda e que mãos", "agora vou me deitar em cima de ti e rolar com as minhas mamas", "ah caralho que é tão bom", movia-se em mim a deslizar, mamas e coxas a esmagar, carne e ossos nas mãos dela, a minha mente livre a voar.

"Violeta, violeta, tou cheio de tesão, não dá para darmos uma fodinha?", "nem pensar, posso perder a licença, isto aqui na América não é para brincar não", "vá lá eu vou para Portugal e gostava de levar uma recordação, saudades, sabe", "vou-te dar um encosto e vais gostar, mas foder foder não".

Apertou as coxas em redor do meu caralho, as bordas dela a fazer pressão, descia e subia sobre mim a acelerar, "aiii, aii, mas que tesão", saber acumulado numa jovem naquela profissão, puta que pariu prós gajos da convenção, porque lição lição é da Violeta que levo com admiração.

Saí e vi-me embora, a lembrar-me do magricela, "saís moído mas novo", razão tinha ele, sentia-me sem dores, mas como carne picada.

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