Cá em casa não somos swingers - Biografias Eróticas

Cá em casa não somos swingers

Já tinha dito à Ângela, minha mulher, estava a pensar trazer cá a casa a Gabriela, "tu conheces, a minha colega do trabalho, lembras-te, dei-lhe uma foda?", e ela respondeu-me que sim, que se lembrava dela da empresa, que o marido a tinha enganado.

Entre mim e a Ângela estava tudo arranjado, tínhamos o nosso acordo antigo, tudo combinado, os nossos prazeres pessoais, podíamos foder com outros, desde que soubessemos, e a Gabriela queria foder connosco, era um desses momentos.

Só que convidei o André, marido dela, ele tinha mudado, a Gabriela desconhecia, do que ele gostava agora, era de uma boa enrabadela, tinha fodido com ele, e irem lá a casa os dois, nem queria imaginar, o que passaria na cabeça dela, mas que grande confusão.

Mas quem teve esta ideia?, ao André disse "quero-te ir ao cu, vem lá a casa que a Ângela gosta de ver", e à Gabriela "vem que a Ângela quer-te ver a foder", sem aos dois dizer nada, e quando chegou lá a casa, já lá estava o André.

Virou-se para ele "O que estás aqui a fazer?", respondeu ele "isso queria eu saber", a olharem para mim e a perguntar, "mas que é isto?", ele a dizer "não me vais ao cu na frente dela", e ela "não o quero a ver-me foder".

Chamei a Ângela de parte e "dá-lhes de beber, talvez se acalmem e comecem a foder", nem queria pensar no que se arranjaria, ele a querer levar no cu, e ela a pensar em me comer, que se foda, aconteça o que acontecer.

Sussurrou-me a Ângela ao ouvido, "eles estão os dois de beiço caído", mais parece swing, era o que pensava, "qual é a tua ideia?, o André vem-me à cona, e tu fodes a Gabriela?", "olha que não sei se é isso", disse-lhe, o André está do outro lado, parece que virou gay sem eu saber, mentia-lhe com os dentes todos a dizer, "é comigo que ele quer foder".

"Foda-se que não me importo, mas o que vai ela pensar", o marido dela agora é rabo, acho que não vai aguentar, mas dizia-lhe vamo-nos despir, e ver depois o que eles vão fazer, começas tu a aquecer o André, enquanto aqueço a Gabriela, e depois trocamos, pregamos-lhe uma partida.

Vi a Ângela a despir-se, aquele corpo e sorriso lindo, puxou o André para a cama, a arrastá-lo como um menino, a obrigá-lo a comer a sopa que não queria, despi-me eu teso e comprido, a apontar para a Gabriela.

A Gabriela quis logo entrar na onda, tirou a roupa a voar, veio-me ao olhar aquela tesão húmida, de que me habituei a gostar, roliça e fodilhona, a provocar o marido com um "tás a ver, quem manda agora? fodo com eu quiser", agarrou-me no caralho, a olhar pró André, apertou-o na boca, a mamá-lo com força, "aiii tão grande que ele é".
Photo by Timothy Dykes on Unsplash
O André tirou a roupa, mais devagar do que devia, a Ângela a beijá-lo na barriga, ele a pensar se ficava ou se fugia, a descer pelas coxas e pelo caralho dele, num desprazer que não queria, tinha de salvá-lo das garras da minha mulher, não fosse ele esbaforido estragar a festa e fugir. 

Trouxe a Gabriela pro lado, a soprar-lhe ao ouvido, "sabes agrada-me o teu marido", ela olhou-me de olhos abertos, "agrada-te como?", disse-lhe "quero ir-lhe ao cu", pareceu-me vê-la rir-se, "então vai quero lá saber", pensava que estava a brincar.

"Ele quer, pediu-me, não te importas?", estava incomodada, "o quê? o André quer que lhe vás ao cu? é por isso que aqui está?", apesar de separados, estranhava que o seu marido agora fosse paneleiro, não lhe parecia normal, estava escrito na cara dela.

Depois esboçou um sorriso, olhei para o lado e via a cara do André, "salva-me da tua mulher", a Ângela não perdia tempo, procurava a boca dele, subia sobre ele a mamar-lhe o caralho, "acho que é tudo treta tua?" dizia a Gabriela.

"Gabs, estiveste fora uns meses, ele perdeu-se um bocado, já estivemos juntos, o teu marido adora levar no cu, já o comi meia dúzia de vezes", "acho que estás a brincar, mas se for, o que faço?".

"Divertes-te com a Ângela, vais gostar dela e ela de ti, até tenho medo disso que se entendam", "sabes que não sou lésbica? eu é homens, sabes disso?", respondeu-me, "mas posso ir brincar com o teu marido, ou não?", "poder podes, sempre quero ver isso".

Juntei-me à Ângela e ao André, puxei a cabeça dele, para o meu corpo, e acho que ele pensou, "que se foda a minha mulher", deitou a boca ao meu caralho, e começou a mamá-lo, a Ângela deitada de lado, belo corpo de marfim, a ver-me gozar de prazer, com o André a descer a língua para cima e para baixo, a olhar para a Gabriela "o que é que queres gosto disto".

A Ângela levantou-se como uma deusa e deitou-se ao lado da Gabriela, dois corpos femininos à procura de encontro, via a recusa indecisa da Gabriela, a Ângela a querer beijá-la e ela a fugir em gestos de pequenos nãos, até que vi os lábios delas a tocarem-se, pele contra pele, cheias de tesão.

Ouço a Ângela a dizer, há já um cheiro ácido no ar, perfumes transpiração e sexo, "não ligues, o André gosta de levar no cu, olha que o Leo também", "a sério?", riu-se, "estou farta de ver, gosto mesmo de ver", "gostas de ver o teu marido a ser enrabado?, és mesmo maluca", riram-se as duas como se conhecessem desde miúdas.

Olhava-as, gingava o meu caralho para dentro da boca do André, queria vê-las, as mãos da Ângela percorriam as pernas da Gabriela em busca do lugar secreto, a fenda húmida dela, unidas como uma só, esfregavam-se uma na outra, de línguas entrelaçadas, gemidos de palavras incompreensíveis, de mulheres a amarem-se.

Trouxe o André mais para o pé delas, onde eu mais queria estar, virei-o, abri-lhe as nádegas, quase sentia o cheiro delas, e penetrei o André no cu, soltou um gemido forte, de dor e prazer desavergonhado, elas riram-se de entre tempos, a ver-me a entrar nele para baixo e para cima, com o meu caralho.

A Gabriela soltara-se, queria a cona da Ângela, desceu sobre ela com a boca e lábios treinados, a correr-lhe o clitóris com a língua, a Ângela a encurvar-se doida, de prazer e de ver que a Gabriela adorava foder.

Partia o cu do André a matraquear-lhe o rabo por trás, o cheiro de sexo a envolver-nos a todos, a sentir, aquelas duas encontrar-se-ão mais vezes, senti o André a estremecer, a vir-se, a gemer de prazer, até que me vim nele também.

Elas já não queriam saber, era como se não estivéssemos ali, beijavam-se uma à outra, na boca, nas mamas, nas conas, até que desvaneceram inanimadas de prazer conseguido na minha cama.

Aqueles dois devoraram-me o frigorífico, e pareceu-me que a discórdia entre eles tinha acabado.