Porque é que a cozinha me atraia tanto? - Biografias Eróticas

Porque é que a cozinha me atraia tanto?

A Ana conta ao "Biografias Eróticas" como foi:

Confessionário nem sei como começar a contar isto. Com esta história dos movimentos de estudantes estrangeiros para Portugal, resolvemos alugar um quarto lá em casa.

O meu marido não gostou muito da ideia de meter lá em casa um rapaz, disse ele, "se fosse uma rapariga pá era mais fácil", mas enfim, aí também não ia gostar, não confio nele com mulheres ao pé, quanto mais miúdas, mas o Sven, conhecido até do meu filho, lá foi o escolhido para ficar com o quarto.

Ao principio o meu marido ainda andou a ruminar por ter lá o rapaz, o Sven, enfim, também não ajudou, em vez de ir à escola ver o que se passava, mal chegou a primeira coisa que fez foi ir para o terraço que cá temos, "oh Ana, o gajo está em cuecas lá em cima a apanhar sol", fui logo a correr não apanhasse ele uma insolação.



Lá na terra deles estes suecos mal vêm o sol, e quando aqui se apanham põem-se logo a torrar, lá estava ele de óculos escuros e cuecas, já meio vermelho todo esticado na cadeira, toquei-lhe no braço ao de leve, "oh Sven cuidado tem a pele muito branquinha", olhei-lhe por reflexo para o enchumaço, a corar e a tirar logo os olhos, viu ele que eu olhara e eu que ele me vira a olhar.

O meu marido andava insuportável, nem era o Sven que o preocupava, para ele nenhum homem me queria, e desde que andava metido com a Olinda, a miúda do café empregada de mesa, ele para ela com muitos sorrizinhos e bocas, com ela a devolver agradecida, nem sei bem se ele a comeu ou que a miúda nele via, mas disse-lhe "oh Luís, do que tenho aqui entre as pernas, deixas de ter direito, estás de castigo".

Acho que para ele era igual ao litro, queria comida na mesa, cama e roupa lavada, deixou de se preocupar com o Sven, o miúdo entrava e saía, eram agora muito amigos, o Luís a contar-lhe histórias da sua vida, e eu a ouvir o pantomineiro de tanta garganta que ele tinha.

O Sven passava as tardes em casa a estudar, eu no café a fofocar ou em casa a trabalhar, ao almoço o Sven vinha à cozinha ver-mo arranjar, e um dia, confessionário, apanhei-o a olhar fixamente pró meu rabo, os olhos dele perseguiam os meus movimentos, como se estivesse hipnotizado, pensei logo "queres ver que este puto anda atrás de brincadeira, porra, que é da idade do meu filho".

"Oh Ana não te metas nisso, isto é coisa passageira, deve ser do sol desta terra", só que o Sven não largava, por qualquer coisa aparecia, "oh sra. Ana, sabe disto sabe daquilo", eu dizia-lhe qualquer coisa e lá ia ele emudecido, passava muito tempo no banho, o Luís já se queixava "olha a conta da água".

Mas confessionário, também tenho culpas no cartório, não me esquecia do enchumaço, e um dia acho que fiz de propósito, já conhecia os hábitos do Sven, quando pressenti que ia para o banho, fiz-me ao corredor por onde passava, vinha ele nu enrolado na toalha, e ao ver-me ali surpreso, o diabo não é que a deixou cair.

"Ai cui horror", que eu vi aquilo, belo rapaz bronzeado e teso, como conseguira em tão pouco tempo, pouco estudo e muita praia, fez-me um sorriso maroto, com aquela coisa grossa e comprida, se calhar sabia que o Luís estava de castigo, veio atrás de mim nu e a abanar, "esta gente estrangeira não tem maneiras", "oh dona Ana desculpe desculpe eu não a vira".

Veio para a cozinha almoçar, sem que trocássemos palavras, nem como está a escola, ou como tens passado, nesse dia vesti uma mini-saia, tirei-a do fundo do baú das minhas memórias, lavava a louça com o tempo parado, ele em silêncio a ver-me o rabo, "oh meu deus tá-se a aproximar", as mãos dele entraram por baixo, a subir-me as coxas a tocar, e eu foda-se abandonei-me.

Senti-o a descer as minhas cuecas, de olhos fechados nem o via, o cheiro dele a embrenhar-se no meu, a boca o hálito nas minhas orelhas, ouvi um zip a descer e uma coisa a mexer, as minhas nádegas a abrir em mãos doces, e aquele caralho que eu conhecia, a penetrar-me a entrar.

"Oh Sven, foda-se, o que estou a fazer?", em mim com força no meu rabo empinado,  o caralho dele a entrar e a sair, ali na cozinha entre tachos e panelas, esmagava-me contra o balcão de pedra, num arfar preocupado de entrega e gratidão, gemia envergonhada de ser fraca, deixei-me ir e não devia, "mas meu Deus, que tentação".

A culpa era do Luís, não era minha, ai que ele não me fodia, senti-me a estremecer e eu ao Sven, "aiii, que tão bom tão bom", soltei um grito como há muito não me ouvia, misturado num ronco dele, e viemos-nos juntos ali perdidos.

À noite ao jantar fiz bife mal passado, o Luís comia com agrado, perguntou-me "eh pá estás com boa cara, e então aqui o nosso Sven tem-se portado bem?", sorri entre dentes a olhar o meu sueco, "sim está farto de estudar, coitadinho".

2 comentários:

  1. E assim um homem torna-se culpado de andar de "chapéu". Ora toma lá e da próxima aluga a casa a um professor de 90 anos em vez de um aluno novinho sueco, rrsrssrsrssr
    Bjo

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