Ó filha aprende, que a mamã ensina - Biografias Eróticas
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Ó filha aprende, que a mamã ensina

A Fátima conta ao "Biografias Eróticas" como foi:

Olha confessionário somos só eu e a minha filha, Xana. O sacana do pai da minha filha abandonou-nos e deixou a responsabilidade toda às minhas costas, cuidar da Xana e educá-la. Tem sido muito difícil mas temos conseguido. 

A Xana é uma rapariga muito lutadora, dedica muito tempo ao estudo, quer ser importante quando for grande, e não sei se é bom ou se é mau, não sei bem a quem ela saiu, não a mim e nem ao pai, não se diverte, sai pouco com os amigos, acho que ainda é virgem, apesar de ter o Bernardo, um namorado que arranjou.

Eles têm ido lá pra casa, metem-se no quarto dela, não há confusão, nem ruídos estranhos, mas a cara dele diz tudo, andar com a Xana é uma desilusão, promete mas não cede, dá um beijinho, deixa tocar na mama, mas foder e abrir as pernas, isso não acontece não.
Imagem de Gerhard Gellinger por Pixabay
E meu deus, o Bernardo é um tesão, o miúdo anda aceso, se não fode a Xana, quer-me foder a mim, despede-se colado ao meu corpo, num "até amanhã dona Fátima", vejo-lhe o enchumaço nas calças, a pensar "se a Xana não quer, quero eu isto para mim".

"Então filha? o Bernardo anda triste", "oh mãe, ele quer-me comer, mas não sei como fazer", queixava-se ela, que não tinha aprendido nada, tinha medo por ser virgem, sem amigas que a ajudassem, disse-lhe logo a correr, "oh Xana não te preocupes, a mãe está aqui e ajuda, quando o Bernardo vier, chamas a mamã para ensinar".

No dia seguinte à noite, apareceu o Bernardo, tocou à porta e deixei-o entrar, a ele e ao seu cheiro a adrenalina, "olá dona Fátima", "só Fátima, Bernardo, por favor, sou uma rapariga nova como estás a ver", a obrigá-lo a olhar para o meu corpo, "Xana", gritei, e ao vê-la disse-lhe "não te esqueças do que te falei".

Foram para o quarto, passavam alguns minutos, apareceu a Xana, "oh, mãe, não sei o que fazer, o Bernardo quer-me foder", disse-lhe logo a ela "oh filha, a mamã ensina", diz ao Bernardo que vou entrar, para te ensinar a foder, ficas a olhar e fazes um esforço por aprender.

Entrei no quarto, estava o Bernardo nu, a brincar com o seu pau, rijo e grosso para o ar, despi-me logo em tesão, "filha, senta-te ali a ver a mamã a foder", o Bernardo a compreender, saiu-me a sorte grande, queres tu ver.

Agarrei o caralho do Bernardo com a mão, "filha vais ver agora a mamã a fazer um broche", pus-lhe a boca em cima, a apertar-lhe a cabecinha, os meus lábios a correr nele, de baixo para cima, punhetava-o e lambia-o com a língua, o Bernardo tombava para trás de olhos fechados, a mão dele afagava-me o clitóris, e eu dizia "Xana filha chega aqui perto, tás a ver, é assim que se faz um bom broche".

O Bernardo meio perdido, estava entregue a mim e à Xana, "vá, vê como se faz filha", a perguntar ao Bernardo, "sabes fazer um minete?", "sei dona Fátima, sei", saltou sobre mim, para as pernas que lhe abria, agarrou-me por baixo no rabo, com aquela língua marota, lambia-me o clitóris e os papos da minha cona.

"Ai filha que é tão bom", caía para trás com ela a ver, ciência que aprendia de me ver foder, o Bernardo tinha escola, um menino que sabia, gemia eu a contorcer-me, a Xana a ver o que o Bernardo fazia, dizia o miúdo satisfeito "ai Xana a tua mãe é tão boa".

Quase a vir-me doida, disse-lhe "Bernardo deixa-me ir para cima", subi nele a cavalgar, o caralho que enterrei, na minha cona até ao fundo, subia e descia a gemer, as minhas nádegas a flectir, sobre ele a doer, há tanto tempo que não fodia, bom que a Xana tinha namorado, para eu o comer.

Dizia-me a Xana "mãe tás a gostar?", "oh filha é tão bom, tens de experimentar, o Bernardo sabe-a toda, dá-lhe a cona que vais adorar", beijei o Bernardo na boca, ao ouvido dele a dizer "miúdo és tão bom, fode-me a valer".

Saí de cima dele e virei-lhe o rabo, e o Bernardo acanzanou-se em mim, "aprende filha, vê como é", o caralho grosso a enterrar, agarrava as minhas nádegas a abrir, a matraquear a minha cona sem parar, "oh mãe não te está a doer?", gemia eu sem parar "não filha não dá-me prazer, dá a cona para ver".

"Dona Fátima, posso ir-lhe ao cu?", "Podes filho podes", a Xana estava alerta, queria saber tudo de uma só vez, o Bernardo ia-me ao cu para ela ver, que sacrifício fazia eu, meu deus, só para ela aprender.

Soltei um "aiii" de dor, a Xana deu um salto, quando o Bernardo me penetrou, forçou-me o ânus duro, sem jeito ou saber, "aii Bernardo", disse-lhe, "ainda tens muito que aprender", continuava, tens de vir cá mais vezes, para eu te ensinar, não vás já ao cu à Xana, até tudo saberes.

Gemia eu e o Bernardo a arfar, "filha para teres mais prazer, massaja o clitóris quando te forem ao cu", o miúdo lutava para se aguentar, mas estremecia agora a gritar, "aiii dona Fátima, estou-me a vir", vem-te gemia a vir-me também.

Caídos na cama, perguntava a Xana "oh mamã quando ele enterrou no cu doeu muito?", "dói um bocadinho filha, mas depois passa, ao fim de um bocadinho, passas a gostar", dizia-lhe, depois das lições que der aqui ao Bernardo, vais ver que vais gostar de ele te ir ao cu.

1 comentário:

  1. Mãe atrevida, hein??? Mas a verdade é que existem tantas mães assim que não resistem aos genros ou futuros...
    .
    Deixando um abraço

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