O que acontece quando o sol encontra o chão? - Biografias Eróticas
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O que acontece quando o sol encontra o chão?

Durante alguns anos os meus pais mandavam-me nas férias de verão para casa dos meus avós. Quinze dias ia para Lisboa para a minha avó, mãe do meu pai, e o que restava, mais ou menos vinte dias, ia de camioneta recambiado para Guimarães.

As minhas irmãs, a Carlota, mais velha, e a Bárbara, mais nova, só lá iam com os meus pais. A mim, não é que me agradasse muito, deixava outros amigos para trás, mas ainda assim, quando era mais miúdo, até gostava de ir.

Muita coisa aconteceu da primeira vez que fui sozinho para os meus avós, nem sei que idade tinha, era miúdo, mas agora conto só a história em que o Adérito, um amigo do norte, me pediu e eu deixei que me fosse ao cu.

O Bernardo desflorara-me, fodemos muito, mas eu sentia esse desejo quase obsessivo de procurar outros homens para lhes dar o meu cu e prazer. 

Em Lisboa a minha avó tinha uma ilha com casas antigas onde alugava quartos a pessoas de baixos rendimentos, e aí, o Tana, um homem grande, quase quarentão, despi-me para ele, dei-lhe o meu rabo pequenino, não resistiu e comeu-me o cu.


Mas no norte, na aldeia da minha mãe, não demorei muito tempo a adaptar-me e a fazer amigos. 

Era um pouco estranho, um miúdo da cidade como eu, sem falta de nada, que já vira e fizera muitas coisas, no meio de um monte de miúdos de aldeia, mal vestidos, mal nutridos, durante o ano passavam mais tempo a trabalhar no campo do que na escola.

Mas era verão, o norte por esta altura consegue ser mais quente que em Lisboa, e juntávamo-nos todos pela tarde, a dar mergulhos no rio ou num tanque de rega que existia dentro de uma quinta no cimo de uma serra. Despíamo-nos todos nus e ali estávamos até que entardecia a tomar banho, a rir e a apanhar sol.

Sentia excitação em vê-los nus, admirava-lhes o corpo, o pénis e o rabo, principalmente do Adérito, o mais velho que ali se juntava, para aí com 15 anos, sem contar com o Gabriel, que teria uns 17 ou 18, que também aparecia às vezes.

O Adérito e o Gabriel tinham já as marcas duras do trabalho do campo, as mãos grossas, ásperas e a rudeza das palavras. Quase sempre, massajavam os pénis à frente dos mais miúdos como eu, para exibirem o tamanho deles compridos, grossos e tesos.

Quando regressava ao meu quarto, numa outra casa quase isolada ao lado da casa da minha avó, despia-me todo nu, acariciava o meu corpo, rebolava-me na cama a massajar as minhas nádegas e o meu ânus, punha-me em posição, e imaginava o Adérito ou o Gabriel a penetrar-me com os seus pénis tesos.

Acho que houve alturas em que já não conseguia disfarçar. Não foi o Adérito que me desflorou, como disse, quem me desflorou, cerca de um ano antes, foi o Bernardo, filho de um casal amigo dos meus pais. E nem sequer foi o segundo porque houve vários com quem em pouco tempo fodi antes.

Era miúdo mas o meu desejo era muito intenso. Olhava para o Adérito para o pénis dele grande e grosso tombado só à espreita de uma oportunidade.

Sentia o meu ânus tremente e húmido, a abrir-se só de olhar para o caralho dele. Algumas vezes, estávamos dois ou três no tanque, eu sentado, acocorado a uma parede, discretamente, com as pernas ao peito, abria-lhas ainda mais, dando-lhe o meu ânus passando a mão por ele, com os olhos que encontrava nos meus a dizer-lhe "dou-to vem-me ao cu fode-me".

Recebia os meus olhares, o meu rabo teso e espetado, os meus gestos, a minha boca, a minha língua molhada, e não demorou a compreender que eu queria muito ser enrabado por ele.

Por pouco, ou mais um pouco, e eu teria agarrado nele, mesmo com alguns miúdos que ali estavam, e dito para vir comigo para junto de uma árvores e uns arbustos que ali existiam, só para que ele me viesse ao cu.

Naquele dia, quase que combinámos com os olhos esperar para mais tarde, quando quase todos se fossem embora do tanque, depois aproximou-se de mim, e sussurrou-me ao ouvido, que fosse ter com ele a um barracão mais acima onde os homens se abrigam nos dias de chuva.

Vi-o depois a esgueirar-se, a dizer que se ia embora, e logo a seguir fui eu.

Entrei no barracão e encontrei-o nu já com o pénis curvado de tesão, grande e grosso. Perguntou-me "queres que te vá ao cu?". A pergunta era inútil, eu só disse "sim".

Tirei os calções, a roupa toda e aconcheguei-me junto dele em cima de umas mantas velhas que por ali havia. Acariciei-lhe o pénis e o Adérito começou a acariciar-me o rabo, a abrir-me as nádegas, a preparar-me para o que vinha a seguir.

Disse-me para eu lhe virar o rabo, e encazanando-se em mim, senti o caralho dele a acariciar-me o ânus e a fazer força para entrar.

Penetrou-me e todo o meu corpo se contorceu, perdi a respiração, saiu-me o ar do peito. 

Aguardou que o meu ânus se abrisse ainda mais, e aos poucos, entrou e saiu, e enterrou dentro de mim o caralho todo.

Fez-me força nas costas, senti-lhe as mãos ásperas e rudes a puxar-me o rabo para cima,  a abrir-me as nádegas, e retesando os músculos das coxas, puxou vezes sem conta o caralho grosso atrás, que depois, com os quadris dele a baterem-me com força nas nádegas, enterrou no meu cu apertado.

Há muito que não gemia de tanto prazer de me estarem a comer o cu. Dava-me também prazer estar a dar-lhe prazer.

Não podíamos fazer muito barulho, porque alguém poderia aparecer. Mas mesmo assim, o Adérito resfolegava a comer-me o cu, e eu só gemia "ai ai foda-se ai mãe dói-me tanto".

Um dos dois ou três miúdos que tinham ficado no tanque podiam ouvir e querer ir ver. E foi isso mesmo que aconteceu com um deles.

Senti o Adérito a estremecer e a vir-se dentro de mim. O caralho dele de tão grosso que era doeu-me um bocadinho e fez-me sentir o ânus dorido. 

Enquanto ele ainda se vestia, eu saí e fui-me embora. Não sei se tinha medo que dissesse aos outros que me tinha comido o cu.


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