O que ela faz para ser puta à sua maneira? - Biografias Eróticas
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O que ela faz para ser puta à sua maneira?

A Carlota é a minha irmã mais velha, anda há minha frente na idade três anos, e ainda consegue ser mais maluca que a Bárbara, a mais nova. Ambas fazem parar o trânsito e são objecto de desejo de tudo o que é homem e tem pila, e sei lá, ou sei, também mulheres.

São mulheres ardentes, como a minha mãe, sem preconceitos, livres, não integráveis em categorias, e no bom sentido, a Carlota é só a mais puta. Não se vende, tira partido do belo corpo que tem, pouca coisa lhe é negada.

Nunca vi homem que ela não dominasse e não fizesse sofrer. 

Uma espécie de gosto recalcado não sei se escondido na afirmação do que é ser mulher, não deixando que a forçassem a nada ou que lhe pusessem o pé, algo que lhe fora transmitido pelos meus pais, mas que ela levava ao limite da obsessão.

Essa ideia de objecto, ou de mulher objecto, repassava-o para o homem, eles é que eram o seu objecto de prazer, os desgraçados que lhe caiam nas garras, ingénuos na sua teia apertada, sempre ao cheiro de promessas, que ela depois não dava a nenhum, sendo o resultado sempre para ela.

Chamando-lhe de puta, é um termo carinhoso, nunca a via abrir as pernas a um homem, porque muito que ele o desejasse só para conseguir dele algum propósito menos bom, bastava-se com os artifícios da sedução, fodendo sim e muito, mas por ela e mais ninguém.

Foi cedo que a vi masturbar-se, sem acaso, o nosso segredo, continuo, o desejo de vê-la eu a friccionar a vagina ou a foder.

Daquela vez, encarregue de me vigiar, em Moçambique, na praia onde estávamos, deserta quase sempre, na casa que ali temos, toda despida, nus ela e eu, corremos pelo areal, ao sol.

Parava ofegante, numa rocha, em qualquer lugar, acariciava a vagina, as mamas, olhava para mim, sorria, a gostar de gostar que a visse, normal entre nós, um quadro, um filme, a entesar-se, abria-se toda, a massajar o clitóris húmido e os lábios da vagina.

Um mês antes, tinha ela quê dezasseis ou mais, nem sei bem, a experiência, na casa no banho, pela fechadura, vi-a, os olhos fechados, a masturbar-se.

Topou-me logo, levou-me para o quarto dela, ainda molhada, deitou-se, olhos nos meus olhos, sorriso de monalisa, friccionou a fenda húmida, o ânus, os papos da vagina, arqueou o corpo, eu com tesão por ela, que ela viu, até que se veio satisfeita.

Disse-me,-"estou à espera do Nuno", "o Mpingo", alcunha por dizer-se ter um grande pau-preto entre as pernas. Chocolate, empregado na propriedade, grande, rijo do trabalho, nos seus vinte e cinco ou mais, a Carlota punha-o louco. "Não te assustes", dizia.

Ela não sabia do Bernardo. Não se atraiam. Não sabia que o Bernardo me ia ao cu. Nem do Sandro, do Manel, e do Rafa com quem já fodera. Só de pensar no Mpingo o meu ânus ardia de expectativa e curiosidade.

O Mpingo está a chegar, vamos para a casa. Esconde-te no armário. Um armário que serve de passagem nos dois quartos.
Imagem de Foundry Co por Pixabay
De perto o Mpingo era realmente grande, para ela e para mim. Corpo de atleta, seco, um pénis muito preto grande e comprido entesado. Não respirava, agarrou na Carlota, chupou-lhe os mamilos, eu pelas frestas do armário, os meus olhos nos dela, o rabo dela espetado, preparado.

Nu afagava o meu pénis teso, com a mão, o meu ânus em baixo, a imaginar o Mpinga, o caralho dele a ir-me ao cu. Mandou a Carlota para a cama, como se fosse uma boneca, abriu-lhe as pernas, lambia-lhe a vagina e o ânus.

A língua dele, o clitóris dela, sentada com a mão na cabeça dele, sorria-me de boca aberta, língua húmida, a correr-lhe pelos lábios, com um sorriso inesperado, a gemer de prazer, cabeça deitada para trás, ao som de uma música divina.

Afundava-lhe a cabeça na vagina, ela movia o corpo e as ancas, a minha irmã fodia com a língua dele, com os dedos que lhe espetava no ânus e na cona.

Olhava para o rabo do Nuno, rijo e musculado, o caralho preto curvo comprido de tesão, com a mão no meu ânus, por trás, a massajá-lo, a ver na minha irmã o que também desejava.

O Mpingo subiu por ela e pôs-lhe o caralho preto na boca. A ver que a via, o nosso encontro consentido, o Mpingo um instrumento, do nosso prazer, apertou-lhe o caralho com os lábios, desceu e subiu por ele, como se fosse para mim. 

O meu ânus pedia para dividir, mas podia esperar, se quisesse o Mpingo podia tê-lo, como o Sandro ou o Rafa sabia que gostava de rapazes, era só pedir para me ir ao cu e ele ia, na propriedade, onde fosse.

Reconhecia-lhe na Carlota os olhos de puta sabida, que faz só o que ela quer e deseja, a mamar-lhe o caralho, o Mpingo doido, a contorcer-se, agarrado ao pénis preto, empurrava-lho para dentro da boca.

Puxou-a ao de leve para não partir, abriu-lhe as pernas ao alto, via o caralho dele a correr-lhe pelo clitóris de cima a baixo, entesá-la ainda mais, molhá-la toda de tesão, o ânus dela contraído, apertado para ele explorar.

Penetrou-a e ela abriu-se, arqueou a cabeça para trás, soltou um gemido longo de prazer, a ser trespassada pelo caralho grande, de mamilos espetados, nos meus olhos a pedir o meu consentimento.

As nádegas dele movia-se como um relógio afinado, a entrar-lhe pela cona, os lábios da vagina dela a apertar-lhe o caralho, a entrar e a sair.

Virou-lhe o rabo, abriu-lhe as nádegas, enterrou-a na vagina, a Carlota gritava, um grito surdo sem pena ou culpa do Mpinga, a furá-la, a partir-lhe a cona, com querer dele e nosso, o prazer de vê-la a foder, e dele aumentado por gostar de ver-me a vê-la a foder.

O Mpinga coitado, a explodir de excitação, a querer ir-lhe ao cu, levou com a manápula da Carlota, a impor-lhe ordem e respeito, que continuasse na vagina a dar-lhe com o caralho duro, a arragar-lhe nas pernas, a bater-lhe ao de leve, como um cavalo de corrida, acelera Mpinga, vejo-a a gritar doida sem limites ou prudência, a vir-se toda molhada, e o Mpinga também.

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