BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Milf
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Óleo indígena no Oriente Médio

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Óleo indígena no Oriente Médio

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Levar a minha mulher comigo numa viagem normal de negócios nunca me pareceu uma grande ideia, e então a minha que tem uma capacidade tão grande de persuasão, motivação e energia, que me deixa totalmente desconcentrado, e no fim, descubro, há coisas que não se podem misturar, e pior ainda no Dubai.

Entrámos no hotel com ela à frente carregada de eletricidade, e eu uns metros atrás a parecer um seu criado, os homens observam-na nas suas curvas perfeitas, o rabo espetado, as mamas na medida certa, para eles não devo ser o marido, e as malas, foda-se!!

As malas são umas quantas apesar dos negócios serem só uns dias, nas mulheres há sempre esse desvio, consideram todas as hipóteses por muito improvável que seja a sua concretização e por isso andam preparadas, o pior são as costas dos empregados que as carregam e claro o meu dinheiro.

Mas claro por esta mulher eu faço tudo, ela tem o que parece a ingenuidade de uma menina, mas está sempre atenta, e quando importa, o espírito decisivo aparece, e como uma leoa ferida solta as garras, e é por isso, que no nosso real aceitamos tudo.

E por isso quando ela disse, “amor, vai trabalhar, querido, se precisares de mim .., eu vou vadiar ..”, eu ainda ia perguntar, “para onde?”, mas ela adivinhou os meus pensamentos, “para onde eu quiser, querido, para já vou para a piscina, há lá sempre rapazes bonitos”, ela fez um beicinho com os lábios, a passar a mão na minha careca, “importas-te, amor? tu sabes que eu gosto de relaxar”.

Eu ainda insisti, “querida, o trabalho pode esperar, eu posso ir contigo”, ela olhou para mim, “amor, tu sabes, eu gosto que vejas a tua querida brincando, mas hoje ..”, eu percebi ela queria estar sozinha, e aproximou-se do meu ouvido, “eu depois conto tudo”.

E vi sair a minha mulher num bikini minúsculo, o preto ficava-lhe bem, enrolada num quimono florido, sentado na beira da cama, eu tremia de excitação, lá em baixo devia já estar um árabe à minha espera, eu desci minutos depois.

Desci para o átrio, o árabe estava impaciente, “temos de ir”, eu perguntei, “não viu uma mulher passar por aqui?”, ele aproximou-se como se fosse contar um segredo, “eu vi mas não posso dizer abertamente, mas por Alá, caralho, que mulher!!”.

Para ele dizer aquilo daquela maneira, era o suficiente para perceber o efeito que ela tinha nestes homens, eu disse, “é a minha mulher”, ele fez uma curvatura com o corpo, “ai desculpe, desculpe”, eu disse, “não peça desculpa, eu sei o tesão que ela causa nos homens, eu tenho de ir à piscina”.

Ele fez um movimento com a cabeça, “as coisas mesmo importantes podiam esperar”, tomámos a direção da piscina, os nossos pés eram penas que quase não tocavam no chão, e eu vi, ela estava deitada numa espreguiçadeira, ela tinha aliviado a parte de cima do bikini, e quando se levantou, no corpo nu apenas se via um triângulo negro de tecido a cobrir-lhe a cona.

Um pouco afastado eu e o árabe, escondidos, víamos um jovem sentado numa cadeira vestido com uma farda branca, eu pensei, “um empregado?”, que olhava para a minha mulher e quando ela saiu da água e agarrou na toalha, ela virou-se para ele a limpar o corpo e eu vi o contorno do caralho teso dele nas calças justas.

Eu reparei que a minha mulher olhou em volta para os lados para ver se havia alguém à espreita, e não nos vendo, nem a mim, nem o árabe, ela avançou para o jovem, “trabalhas aqui?”, ele sorriu apreciando o corpo dela de alto a baixo, “faço massagens”, ela pareceu surpreendida, “mas és massagista?”, ele sorriu novamente agora mais intensamente, “as minhas massagens são alegres com final feliz”.

Eu reparei que a minha mulher sorriu com uma gargalhada quase impercetível, aproximou o corpo muito perto da face dele, e depois segurando-lhe o queixo com a mão, “eu gosto muito dessas massagens, estás disponível para mim? achas que me aguentas?”, ele retorquiu, “depende do que gosta”, eu e o árabe ouvíamos, “eu gosto de tudo, querido”.

Ela aproximou-se ainda mais, baixou o tronco e pondo-se quase de cócoras, eu vi a minha mulher a passar a mão na verga grossa que o jovem exibia saliente nas calças, ela dizia, “isto ajuda-te nas massagens?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, e ela continuou, “vais massajar-me com este pau amor?”, a voz da minha mulher deixou-me tão teso que tinha medo de fazer algum ruido que me denunciasse a mim e ao árabe.

Ela continuou, “não está aqui ninguém, posso ver?”, ele disse que sim, e eu vi a minha mulher a puxar as calças e a saltar delas para fora uma vara grossa que devia de ter mais de 20 centímetros, ela agarrou no caralho a massajá-lo levemente, “onde me vais dar a tua massagem?”.

Ela continuou a bater o pau, o prepúcio vinha para baixo, e mostrava a cabeça gorda e rosada, ela mal conseguia prender na mão o caralho tão grosso, e foi então que eu vi, ela conduziu os dedos do jovem para o clitóris dela, e ela gemeu de prazer, “hum ai mais mais”, os dedos dele rolavam pelos lábios da cona entre o bikini, a boca dela apertou o pau nos lábios, a língua correu na cabeça grossa, quando começou a estremecer, a cair de joelhos, e eu sabia, a minha mulher estava a ter um orgasmo.

Durante uns segundos ela agarrou no caralho dele, como uma vara para não cair, e ele disse, “vamos para o meu sítio, quero acabar a massagem”, e vi-os a andarem juntos para uma cabana de cortinas de pano, como um solário, mas mais privado, quando o vento batia eu e o árabe conseguíamos ver tudo.


Ela tirou as cuecas do bikini, e o jovem colou o corpo ao da minha mulher, “você gosta no cu”, a minha mulher sorriu de alegria, “gosto muito querido”, ela dobrou-se numas almofadas e ele montou-a por trás, o caralho grosso entrou no vale delicado e entre as nádegas mergulhou na cona, prosseguiu até ao fundo e depois, como se se tivesse enganado no caminho, saiu rápido e espetou-se no cu da minha mulher, “aihmm hum querido”.

O jovem começou a bombeá-la com força, entrava e saia, com as mãos abria-lhe as nádegas, “ai amor massaja-me o cuzinho todo”, ele acelerava empinando-lhe o rabo para cima, para o caralho entrar mais fundo, “aim foda-se que massagem no cu amor mais fundo mais força”, ele estimulado ao limite pela minha mulher começou a tremer e não demorou tempo, ele e ela gemeram e uma golfada de porra saia do ânus da minha mulher.

Eu sabia que era tempo de eu e o árabe irmos embora, mais tarde ela contar-me-ia tudo e eu ficaria a saber se ela era fiel a dizer mesmo o que se tinha passado, eu sentia uma dor tremenda no pau e acho que também tinha me vindo, no carro a caminho dos negócios, o árabe que normalmente falava muito, não abriu a boca, só olhava para o telefone.

Quando cheguei mais tarde, a minha mulher deu-me um beijo na boca e um abraço, “então amor, os negócios?”, eu respondi, “correram bem, melhor do que esperado, o meu amigo árabe ajudou-me muito”, e depois continuei, “e tu?”, ela rodou o corpo, “amor, fiz só uma massagem, depois conto-te tudo”, passaram uns segundos, “vamos estar cá mais tempo, gostei das massagens, acho que vou fazer mais, não te importas querido?”

Eu ia dizer que não, quando ela disse, “humm, e querido, ligou para aqui um teu amigo árabe a perguntar se podia ser o meu massagista”, ela moveu-se suite e eu fiquei ali parado a olhar …

Noite de destino marcado

19:58 0
Noite de destino marcado

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Tinham passado mais de duas horas desde que o gajo a estivera a foder, ela tinha-o engatado na praia, e eu e ela fomos com ele para o quarto do hotel, e enquanto ele malhava a cona e o ânus da minha mãe com uma verga enorme, eu filmava tudo.


Ele tinha-se ido embora, e eu via, ela estava cansada da foda, e eu, ainda via na minha imaginação as nádegas abertas dela e no meio delas escorregava o pau a entrar no anel enrugado, a bater a bater com força para dentro, cheirei, a atmosfera do quarto impregnada de sexo, e ela disse, “amor, pede para trazerem fruta ao quarto, uvas, quero uvas, e bebidas frescas”.

Ela movimentou-se pelo quarto dentro de um robe de turco fino, eu via os contornos esguios do corpo dela, as pernas, as ancas e o rabo generoso, e ela dizia, “ai filho, estou cansada, estou toda partida”, e depois ela perguntou, “o que achaste amor?”, eu olhei, “achei o quê?”, ela insistiu, “aii querido, não sei, amor, gostaste de me ver a foder, gostaste de filmar-me a ser comida?”.

Eu olhei para ela, ela esticou-se no sofá, perto de mim e ao meu lado, levantou uma perna para cima, o robe caiu para os lados, e eu via os lábios ainda molhados, um brilho no pequeno tufo de pelos em cima, os líquidos de sexo ainda ali estavam, a sombra de um buraco, uma pequena caverna, mesmo depois de banho que tomara, eu disse a sorrir, “ gostei foi do galo ereto e teso dele, deu-me desejos”.

A mão dela escorregou pela coxa abaixo até ao centro de tudo, e dois dedos correram pegados naquele vale, ela deu uma pequena gargalhada, “ai, amor, só queres homens, querido, mas que mau gosto de gostares de apanhar no cu!”, eu retorqui, “ele também comeu o teu cu e tu gostaste”, ela respondeu, “a mãe é diferente, amor, eu sou mulher”, parou uns segundos, “diz-me, eu pareci-te uma puta?”

Eu ri-me, foi uma gargalhada espontânea, “ele estava a comer-te com aquele caralho enorme, estavas toda aberta, gemias tanto de prazer, acho que estavas nas nuvens, não te devias preocupar se parecias uma puta, mas deixa estar, tu és mesmo puta”.

Ela esboçou um sorriso, “pois sou, adoro sentir-me puta, que estou a dar-me toda, sem rodeios, eu adoro foder, amor, adoro ser montada, só quero tê-los bem duros dentro de mim, a partir-me toda”.

Olhei para a minha mãe, o corpo dela transpirava sensualidade, a nossa conversa excitava-a, e os mamilos espetavam-se no robe, as coxas pareciam mais grossas e cheias, o centro húmido estava agora mais rosado e inchado, “ai filho, não me canso de foder, acho que amanhã vou querer mais”.

Eu respirei fundo, “ai, eu também vou querer, quero um homem, preciso de um, estou a ferver de excitação”, a minha mãe moveu uma das coxas ainda mais para cima, abrindo involuntariamente ainda mais a cona tesa e rosada, ela olhou para mim, eu vestia um quimono branco, quase tão transparente como o robe dela, muito curto a dar-me pelas ancas, ela disse, “deixe ver, amor!”

Eu ia perguntar qualquer coisa, mas ela prosseguiu, “levanta um pouco”, eu levantei o quimono até ao umbigo, ela sorriu, “o meu amor está bem servido e está cheio de vontade”, o meu pau estava teso como pedra, eram as conversas que tínhamos, excitavam-me a mim e, pelo que eu percebia, também a ela, e ela depois continuou, “vire-se, amor, deixe-me ver o seu rabo”, eu virei-me e ela disse, “ai querido, será que amanhã vou filmar um touro dominador a montar o teu traseiro?”

Eu pensava no que tinha visto na praia, uns rapazes nus submissos a serem montados por dois machos grandes como gorilas, a penetrarem-lhes os cus com galos tesos arqueados, a gemerem de olhos fechados das grandes vergas que os abriam, a vontade de regressar era muito forte, e perguntei, “voltamos para a praia?”, ela respondeu, “não, amor, hoje não, estou toda partida, eu sei, tu viste aqueles rapazes a levar no cu, mas eu hoje já fodi, amor, só se for mais para a noite, depois podemos sair e ir a um bar ou a uma discoteca”.

Ela deve ter achado que eu ia dizer qualquer coisa, e ela continuou, “eu sei, deve estar a pensar ir sozinho, mas não me agrada”, ela levantou-se, começou a caminhar para o quarto, dentro do robe que voava ao vento, eu seguia-a de perto, ela prosseguiu, “passeamos um pouco pela rua central, e depois mais logo saímos à noite, vamos caçar”, e riu-se com uma gargalhada.

Ouvi alguém a bater na porta, pensei que era a nossa fruta e bebidas, e do lado de fora estava uma espécie de príncipe negro, com uma bandeja ou coisa parecida, ele disse num som que parecia música, “está aqui o que pediram, fruta, e trouxe sumo de maracujá gelado”.

Eu olhei para ele a medi-lo de alto a baixo, na farda branca vi o volume do pénis, quase impercetível, um alto comprido e longo, a minha mãe gritou do quarto, “são as nossas coisas, amor?”, eu respondi que sim e encolhi os ombros e dizer baixinho ao príncipe, “é a minha mãe”.

Ele sorriu mostrando-me os dentes brancos perfeitos, “não precisas de explicar”, ele olhou para mim com olhos de comer, e os nossos sorrisos encontraram-se outra vez, e eu disse, “quem sabe, talvez nos possamos encontrar por aí”, ele rodou nos calcanhares, e quando olhei para o rabo pensei na minha mãe, “é um touro para me foder”, ele já ia a caminho, voltou a cabeça, “quem sabe? logo á noite, estou na discoteca do hotel”.

A minha mãe não o viu, “quem era?”, eu respondi, “o rapaz do hotel, estão aqui as bebidas”, ela correu para o sumo e as frutas, “hum amor, estou esfomeada”, ela bebia a perguntar, “como é que ele era? Tu sabes que estes rapazes de hotel não são como tu, eles gostam de se divertir com mulheres como eu”, eu virei a cara, “quem sabe? Talvez goste de montar rapazes como eu”.


O corpo dela bronzeado sobressaia do branco da túnica que acabara de vestir, as mamas livres sem soutien, as coxas robustas sem cuecas, ela perguntou, “ele disse alguma coisa?”, ainda pensei se haveria de responder, “disse sim, disse que logo á noite estava na discoteca do hotel”, a minha mãe sorriu, “ai que o meu amor vai ser montado, ai que o touro vai comer-lhe o traseiro”, ela insistiu, “eu não o vi, como é que ele é?”, eu respondi, “é aquele rapaz negro que nos atendeu de manhã, quando chegámos”.

A minha mãe abriu os olhos, a tentar lembrar-se melhor, “humm, estou a ver, mas esse já é pouco mais que um rapaz, amor, é um pouco mais velho, quase um homem, e ele deve ser grande, querido, ele deve ter um pau tão grande que vai acabar com o seu cuzinho apertado”, eu respondi a dizer, “eu gosto deles bem grandes como tu, mamã”.

Ela riu-se, “filho, da maneira que falas ainda vou pensar que o meu amor já se submeteu a homens muitas vezes?”, eu tinha vestido uns calções leves, justos e sem cuecas, uma malha apertada e fina, que roçava no rego do meu ânus, e eu disse, “já mamã, eu gosto de me oferecer, gosto de agradar a homens e eles gostam dos meus buracos húmidos e quentes, os que me foderam, gostam todos de repetir”

Ela abraçou-me e disse baixinho ao meu ouvido, “ai, amor, és como eu, a querer muito caralho, somos duas putas!, eu era como tu”, eu perguntei, “como eu como?”, ela ajustou o vestido curto ao corpo, “quando era mais nova, amor, com os meus dezoito anos, como tu agora, fodia com homens maduros, muitos”, ela deu uma pequena gargalhada, “agora é ao contrário, gosto deles novos e bem fornecidos, bastante bem fornecidos”.

Ainda pensei no meu pai, mas depois passou, eles tinham o seu acordo secreto, e eu sabia que um dos maiores prazeres dele, era ver a minha mãe a ser fodida, ou às vezes basta-lhe saber, ela chega a casa e sussurra-lhe ao ouvido, “querido, estive com o Jorge, ou, oh querido, estive no motel”, quando entra ainda cheira a sexo, e pela pele, ainda rosada na cara, o meu pai e eu sabemos que esteve a dar uma foda.

Eu estou ao longe, mas ouço, ele pergunta, “como foi, amor?”, ela responde baixinho, “muito querido, ele encheu-me toda”, ele insiste, “Gabi, amor, da próxima vez avisa antes, sabes que eu gosto de assistir”, ela dá-lhe um beijo na boca e eu imagino que os lábios dela estiveram uns minutos antes a chupar o pau de um gajo.

Ela pergunta, “vamos então?”, eu só penso que a noite chegue, o meu destino está traçado, pelo menos para este dia, à noite vamos à discoteca do hotel

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Sedução de Bikini - Contos do Diabo

16:57 0
Sedução de Bikini - Contos do Diabo

Գ
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Não há nada pior para um Diabo do que o tédio, mas era assim que eu me sentia, entediado num bar vazio de praia, a manhã mal tinha começado ainda, humanos caminhavam em fila, bebia eu um cocktail gelado, o gajo que o preparou achou estranho, quando eu lhe disse, “traga a bebida, acabei de vir do inferno”.

Há medida que os humanos passavam eu ia entrando neles, arrastavam-se para a areia fixados numa toalha estendida, uns sem atividade mental nunca, outros com ela desativada, era este o panorama, para um dia sem perspetiva, quando ouvi uma voz a ecoar num cérebro, “esta puta da minha mulher anda com este bikini há dez anos, não me dá tesão nenhum”.

Fui seguindo com os olhos este espécime inusitado, lendo-lhe o pensamento por dentro, “esta gaja com este cu maravilhoso, quando o devia mostrar mais, não mostra, tenho o produto em casa, mas sem o proveito desejado”, olhei para o cu da mulher que caminhava à frente dela, e realmente posso dizer, era muito bem feito, normalmente apetitoso, não fosse o bikini desbotado e fora de moda que cobria aquele item tão feminino.

Vi-os abandonarem o paredão da praia, a descerem para a areia, a pararem numa barraca alugada, daquelas de tecido de algodão, branco e às riscas azuis, e a pousarem as coisas, ele depois sentado numa cadeira e ela estendida na toalha com o cu virado para cima, e não há como negar, era uma bela mulher, com tudo perfeito, sexualmente apetecível, uma máquina de tesão, à espera de explodir.

A minha bebida tinha acabado, no olhar do empregado havia um desejo, que eu me fosse embora, eu então arranquei em direção à areia, fui tirando a minha roupa do corpo de um negro grande que apanhei, deixei só uma tanga e olhei para baixo, “estou bem dotado e a coisa vê-se bem, aqui há confiança”.

Aproximei-me mais da barraca, ouvi o gajo a pensar, “foda-se que desperdício”, ele depois olhava para as outras gajas que passavam, “aquela sim, tem um bikini do caralho, é todo fio dental metido dentro do cu, tanto tesão que me dá, ao menos se a minha mulher fosse assim, dava-lhe uma foda aqui dentro”, e virava a cara para o interior da barraca.

Como Diabo sentia-me no dever de fazer qualquer coisa útil, ajudar aquele homem desesperado, o que era estranho, normalmente a minha única ocupação era a diversão, gozar com estes desgraçados, mas isto era demais, este gajo queria comer a mulher, mas precisava de um estimulo, que ela vestisse um bikini mínimo para o pau saltar e crescer com força.

Foi quando vi um daqueles nigerianos de praia, numa mão grande do tamanho duma tábua, trazia caídos nos dedos montes de bikinis pequenos, tomei-lhe a consciência de assalto, e mudei de direção para a barraca, e aí ajoelhado parei junto do gajo, “bikini, bikini, pequeno, bom, sexy”, e depois sussurrei, “muito tesão muito tesão para sua mulher fica boa e mais homens vão gostar”.

Ela virou a cabeça na toalha, fez um gesto de “não” com as mãos e disse, “não querido não preciso de nenhum bikini”, o gajo ardia com febre, e eu insisti com ele, “sua mulher fica boa, outros homens vão querer comer a tua mulher, aí mesmo na barraca”, ela percebeu o que eu dizia e disse qualquer coisa, “querida, diz aí a esse senhor que não quero ser fodida por nenhum homem nessa barraca, para ele ir embora”.

E enquanto ele pensava o que dizer, na cabeça dele tinha a imagem da mulher nua na barraca a ser fodida, o caralho dele crescia nos calções, eu aproximei-me dela e de cócaras eu disse, “a senhora é tão bonita, é só experimentar”, quando dei conta, ela olhava para o pau gigante do nigeriano, o pau tinha-se deslocado da túnica para baixo, onde estavam dois colhões maciços como cocos, eu insisti, “a senhora veste e seu marido vai gostar de ver bikini reduzido, é só um fio entre as nádegas, e muitos homens vão aparecer desejando querer comer a senhora”.

Olhei novamente para o gajo, ele tremia de excitação, a ideia da mulher vestir um bikini novo era um sonho antigo que se arrastava no tempo, mas agora tinha que lidar com novidades, ao principio o prémio era para ser só seu, mas agora pensava que podia ser dividido e então a sua mulher que tinha tanto amor para dar, mesmo aqui nesta barraca, quando ele diz, “oh amor, experimenta ao menos um, só para me agradar, aqui mesmo na barraca”.

Ela ainda estava focada no meu pau preto grosso e comprido, melhor, no pau do nigeriano que eu ocupava, que ia crescendo a cada lambidela de beiços que ela dava, eu disse, “senhora, ouça o marido, ele está querendo muito, ver homens desejando comer você, a senhora é tão bonita”.

Quando ela dizia finalmente que sim, eu sai a correr do nigeriano, que ficou ali parado a abanar os bikinis, entrei no preto da tanga e com a voz deste fui mais perto, e disse ao gajo, “eu posso ajudar”, o gajo olhou para mim, viu o meu volume crescido, “ajudar como?”, eu respondi, “eu entro na barraca e ajudo a sua mulher a escolher o bikini”, ela puxou um da mão do nigeriano, castanho com riscas tigre, apenas um triângulo com dois fios e ela disse ao marido, “amor, deixa-o entrar, amor, prefiro ter a opinião de outro”.

O nigeriano parecia uma estátua curvada, com um alto tremendo na túnica, nem sabia porque fazia negócio, nem porque estava teso, eu entrei e ela sorriu, “espero que goste de me ver nua”, eu olhei o corpo de alto a baixo, normalmente eu Diabo não atuo, mas agora com o marido lá fora à espera, o humano excitou-se e venceu-se em mim, o caralho saltou e fixou-se espetado, teso e grosso à espera de a ver nua.

Ela tirou o velho bikini e vestiu o novo, as marcas do sol ainda não se viam, o corpo branco escondido naquele pedaço de tecido era uma bomba de desejo, e sussurrei baixinho, a falar para o gajo na porta, “posso pedir à sua mulher para despir e vestir novamente o bikini”, ele disse, “pode”, e foi quando ele olhou pela nesga do tecido, e ela perguntou, “amor, ele parece estar a gostar de me ver nua e com o bikini, acho que ele está a desejar foder-me aqui, amor, o que posso fazer?”.

O marido balbuciou qualquer coisa, a respiração dele ofegava e não era certamente do calor lá fora, ela agarrou no pau do negro onde eu estava e de cócaras começou a chupar, a verga negra e comprida entrou-lhe na boca, e ela começou a lambê-la, a cabeça, e por aí abaixo, e foi quando eu tremi as pernas que pensei, “o meu trabalho estava concluído, estava na hora de me ir embora”.

E fui, o negro da tanga recuperou a consciência e da mesma maneira que o nigeriano acordou, neste caso este foi com uma gaja a agarrar-lhe o pau e a engoli-lo na boca, com o olho do marido à espreita na frincha do tecido.

Regressei ao bar, pedi ao mesmo empregado mais um cocktail gelado, a dizer-lhe, “vou agora para o inferno”, e pelos arrepios frios que teve tenho a certeza que acreditou.


Não é um inimigo - Quinta Aula

22:05 0
Não é um inimigo - Quinta Aula

⵰
Não posso dizer que conhecesse bem o A., ele era um acontecimento mais ou menos recente na vida da minha mãe, mas a coisa parece que foi dando certo, eles foram ficando, ele sabia que ela era doida e depois, ele passava fora longas temporadas, e ela também não queria saber o que ele fazia.


Ele olhou para mim, “hei, cresceste, desde a última vez, quando é que isso foi?” e depois ele mesmo respondeu, “dois ou três anos, talvez”, abriu a porta do carro com a violência que lhe era natural e sentou-se à frente, “vamos amor estou com pressa”.

A minha mãe deu uma pequena gargalhada, era daquelas coisas íntimas que só eles sabiam, mas não era preciso ser esperto, “ele vinha com fome e queria foder”, e então parei a pensar um pouco como é que ele era, um homem grande daqueles com uma pequena barriga, mas com um ar bruto de quem não se sabe o que se espera.

Mas o mais forte no seu semblante, gravado na cara, nas rugas de meia-idade, eram as da experiência de que já vira tudo, nada o surpreendia, não tinha críticas, não impunha obrigações, e tudo aceitava como fazendo parte da vida.

Entrámos em casa e como já se esperava foram a correr para o quarto, eu ouvi eles a falarem, “mulher, o teu filho está cá, mas já sabes, eu gosto de foder a doer, ele não vai chorar se ouvir?”, a minha mãe riu-se, “querido, come-me a cona toda, o meu filho não se vai importar”, ele depois continuou, “o teu filho pareceu-me um pouco bicha, ou é impressão minha?”.

A minha mãe não quis responder, “deixa isso para depois, ele comigo vai perder esse hábito”, eu olhei pela porta do quarto, a minha mãe estava de costas a tirar o soutien, e ele já tirara a roupa, e depois vi, um caralho enorme, gordo e teso que ele segurava na mão, a afiar para baixo e para a ponta, até endurecer.

De onde eu estava conseguia ver tudo, sem que eles notassem a minha presença, a minha mãe parecia desesperada o que me fazia confusão, não queria preliminares nem nada, quando eu sabia que nos dias antes tudo o que fizera era foder, ela pôs-se de joelhos e quase gritava, baixou-se para baixo e com o rabo empinado, gritou, “anda amor fode o meu cu”.

Para mim não era surpresa, já tínhamos tido essa conversa, lembro-me dela dizer, “filho, eu sei que dá prazer levares no cu, eu também gosto de levar no cu, mas também gosto de levar na cona, querido”, eu dizia, “sim, mas tu és mulher, eu gosto de me sentir submisso, não é só levar no cu, eu gosto que um homem me domine e me foda o cu tudo”.

Mas ela não conseguia compreender, o A. aproximou-se dela por trás, a minha mãe facilitou-lhe a abertura do ânus com as mãos e ele entrou, apontou o caralho grosso para o anel apertado e entrou duro até ao fim, ela gemeu, “ai querido aihm foda-se ai meu cu entra amor é todo teu”.


O A. começou a bater com força e eu vi o pau nervoso a abrir caminho no meio das nádegas da minha mãe, ela gemia cada vez mais e ele acelerava, ele começou a estremecer e eu percebia que ele tinha-se vindo e o pau ainda rijo saiu do cu da minha mãe, a largar leite em golfadas que escorriam pelo cu.

Uns minutos depois, talvez mais, o A. apareceu no meu quarto, para onde eu já tinha fugido, ele disse num sussurro, “fala baixo, a tua mãe adormeceu”, depois ele continuou, “gostaste?”, eu perguntei, “se gostei? Do quê?”, ele meneou a cabeça e sentou-se na minha cama, “eu sei que estavas a ver e a ouvir eu a comer o cu da tua mãe”.

Eu perguntei, “sim, mas o que queres dizer com se eu gostei ou não?”, ele riu-se e aproximou a boca do meu ouvido, “ela disse que também gostas de levar no cuzinho”, depois abriu as pernas do roupão e eu vi de novo e perto, o caralho enorme ainda meio teso, “foi com este que fodi o cu da tua mãe, eu sei que gostaste de ver”, e agarrou no pau a afiar, recolhia o prepúcio para trás a mostrar a cabeça roxa.

E depois ele continuou, “eu conheço a tua mãe, ela vai fazer de tudo para deixares de gostar de levar no cu, se for preciso até dá uma foda contigo, mas eu sei que ela não vai conseguir”, ele olhou para mim quase a perguntar, “eu vejo pela tua cara que estás a ver o meu pau e estás a salivar, querias que eu o enterrasse no teu cu?”.

A minha respiração estava muito forte, a ideia de me submeter àquele homem era muito forte, pensava que gostava de me ajoelhar e empinar o rabo, e sentir aquele caralho grosso a entrar, a abrir e a apertar-me o ânus e depois a penetrar forte até se vir, depois ele falou, “mas hoje não, ela não ia perdoar-me, quando estivermos sozinhos eu como o teu cu”, eu olhei para ele, “se quiseres, claro?”, eu abanei a cabeça a dizer que sim, “um dia ….”, e depois ele continuou, “não fiques surpreendido, quando estou fora cuzinho de homem é a maioria do meu alimento.”.

Depois, levantou-se e saiu, ao longe ouvi a voz da minha mãe, “onde estiveste? Anda amor, fode mais o meu cuzinho”.


Estou a aprender - Segunda Aula

21:44 0
Estou a aprender - Segunda Aula

Õ
Eu estava a tomar banho quando a minha mãe entrou na casa de banho, “e então amor, sonhaste muito com o que viste ontem à noite?”, ela sentou-se na sanita, e eu ouvi o som da urina, eu gritei, “mãe, estou nu, não sei se reparaste!!”, ela respondeu, “amor, depois de tu teres visto a tua mãe a foder, eu ver-te nu ou tu veres-me nua, é o nosso segredo, querido”.

Eu saí e ela entrou no chuveiro e enquanto limpava o corpo numa toalha, eu perguntei, “e mãe, quando o A. chegar vamos ter esta liberdade?”, ela gracejou, “não amor, ele é como o teu pai, quadrado, é o que tenho de sorte”, a água corria-lhe sobre o corpo nu que eu admirava, “ele depois vai-se logo embora, e depois querido, o problema é esse, a tua mãe só pensa em foder”.

Umas horas depois estávamos numa esplanada, o sol batia forte no chão, e debaixo de um guarda-sol gigante, ela perguntou, “mas querido nunca fizeste nada com uma mulher, chuparem-te o pau, lamberes uma coninha, nada?”, eu insisti, “nada, mãe, é que não é fácil, parece que as mulheres precisam de um cenário, que lhes façam a corte, e com um homem parece tudo mais fácil, há em engate e pronto, é uma troca simples”.

Ela sorveu um pouco de café, sacou de um cigarro e lançou uma fumarada no ar, “eu compreendo, querido, não são como a tua mãe, eu adoro dar a cona, amor, e se um homem me agrada, eu não espero, eu passo à ação”, eu esbocei um sorriso porque as palavras excitavam-na, uns bicos tesos apareceram na blusa, “ai, querido, estou sempre cheia de tesão, dou todos os dias uma foda”.

Eu olhei para ela, “todos os dias, como?”, ela continuou, “todos os dias amor, não sou como essas gajas, se for preciso chego ao ouvido de um homem, e pergunto se me quer comer a cona, e olha, muitos são como tu, têm medo, mas alguns destacam-se, é preciso é acalmá-los, os homens, amor, são tão inseguros, acham que o caralho que têm nunca chega”.

E depois ela deu uma gargalhada violenta, todo o corpo tremeu e pessoas viraram a cabeça, sussurrou-me ao ouvido, “e a verdade é que quase nunca chega, amor, a maioria não sabe foder”, deu outra gargalhada, “a tua mãe podia abrir uma escola”, ela lançou mais uma fumarada, “e tu, amor, vais ser o meu aluno, eu quero ver-te a comer uma cona”.

Estivemos assim uns segundos a saborear o sol da manhã, ela olhava para os lados e eu reparei, um homem sozinho olhava para a minha mãe, e eu disse, “ele chegou há pouco e não deixa de olhar para nós”, ela voltou a cabeça e depois riu-se, “não sei, eu vou perdendo a memória, se calhar ele já me comeu, e anda à procura de mais”, eu fixei os olhos do homem e ele levantou-se e veio na nossa direção.

Ele aproximou-se do ouvido da minha mãe e disse qualquer coisa impercetível, ela fez sinal para ele se assentar, e ela disse para mim, “estás a ver querido, eu não te dizia? Ele diz que já me fodeu a cona, hum, e o cuzinho também, já me lembro dele”, e depois continuou a falar comigo e a olhar para ele, “e os homens a meio da manhã andam sempre loucos de tesão, amor, tenho de aproveitar, vamos para casa”.

Entramos em casa e eu pensava, tinham passado só umas horas que o homem preto a tinha fodido, isto seria sempre assim, ela pouco ou nada fazia, e seriam os dias todos assim, a foder e a levar na cona, o homem viu que eu o observava nu, mas fez de conta que não me viu, ou pareceu-lhe normal ter mais alguém ali, refrescou-se na casa de banho, e caralho trazia-o duro e teso, quando a minha mãe o chamou, “anda, querido, estou à tua espera”.


Eu e ele entrámos no quarto, que ela deixara meio no escuro, ela sorriu para mim, “quero tanto chupar um caralho”, e deitou a mão ao pénis ereto do homem, que ele quase deu um grito, “hum, foda-se”, a minha mãe abriu a boca, e engoliu-o todo a lamber a cabeça, eu via as nádegas e as ancas dele, arqueadas como molas para cima, empurrava o pau para dentro da garganta de minha mãe.

Eu ouço-a depois dizer, “anda querido fode a minha cona e depois o meu cuzinho”, e depois fez um sinal para mim, “querido, vai mais para o lado, quero que vejas ele a meter o caralho grosso na cona da tua mãe, para veres bem como ele faz”, ele levantou-lhe as pernas, apontou a vara rija e mergulhou nos lábios molhados, abriu-os como dois cortinados e entrou, todo dentro até ao fundo.

De onde eu estava conseguia ver tudo, as coxas tesas faziam força, de cabos de aço que seguravam, o pau espetado e comprido, que entrava e saía encharcado, quando ela pediu, “ai amor, foda-se, abre o meu cuzinho agora, dá-me com força, fode-me duro”, ele tirou a estaca rija, fez força no ânus, ela soltou um grito, “ai querido devagar ai querido, entra mais, ai fode-me toda, ai dá-me no cu, dá-me no cu”.

Eu não aguentava o meu próprio desejo, e senti o líquido quente na minha mão, sem esforço ele saiu viscoso e branco, ao tempo de um brilho vítreo que escorria do cu da minha mãe, quando o homem estremeceu, ela também gemeu, “ai foda-se amor, não aguento mais, que me estou a vir”.

Mais tarde, esfomeados na cozinha, como duas feras perto da presa, a minha mãe disse, “querido, não posso ser sempre eu a foder, tens de começar a fazer qualquer coisa”.


Sucesso de touro com barriga

20:14 0
Sucesso de touro com barriga

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Tinha combinado com uma amiga minha encontrar-nos no café da zona e depois irmos até ao centro comercial fazer umas compras, e enquanto aguardava, entretinha-me a olhar para as pessoas que estavam em redor, principalmente dois homens que discutiam assuntos de futebol.

O que chamava a minha atenção era principalmente um deles, um homem grande, muito forte, muito peludo, com uma barriga saliente, pernas muito grossas um pouco antes do gordo, terrivelmente mal vestido e arranjado, com um ar rústico de carregador de pesos que faz pouco uso da cabeça.

Pensava eu que nas palavras de mulheres aquele homem é o que se chama de um touro e um touro bruto.

Imaginava como seria o pénis dele, se pela idade de quarenta e poucos que aparentava, se ainda se levantava e mantinha duro, se era grosso e comprido como aliás era a aparência dele, quando ouço a minha amiga a chegar, “estás aqui há muito tempo”.

Eu respondi que não, mas reparei que o alvoroço da chegada dela motivou a atenção dos homens, largaram uma espécie de suspiro machista, e por longos momentos, num olhar insistente e penetrante, miraram-nos de alto a baixo, como se estivéssemos nuas.

A minha amiga riu-se daqueles olhares masculinos, e aproximou-se do meu ouvido, “estamos a ser avaliadas?”, eu ri-me também, “parece que sim, principalmente o touro, está com cara de esfomeado”, ela disse, “coitadinho, não deve ver uma cona há muito tempo”.

Não tínhamos pressa para ir às compras, eu perguntei, “conseguias foder com um homem assim?”, discretamente, ela virou o olhar para o homem grande, “peludo, um pouco de barriga, uma cara feia e maltratada, e um corpo enorme, não sei”.

Eu também olhei para o homem, mais uma vez, e disse, “a avaliar pelo corpo e pela postura de pernas abertas deve ter um caralho enorme”, a minha amiga riu-se, “foda-se! uns vinte centímetros e um punho de grossura, pelo menos, caralho!”, eu continuei, “imagina aquele touro em cima de nós”.

Foi a vez de ela falar, “se os nossos maridos deixassem, levávamos o touro para casa”, foi a razão para darmos uma gargalhada e fazer com que o homem olhasse para nós, e eu percebi, ao mesmo tempo, ele mexeu no volume das calças e ajeitou o pau lá dentro.

Eu sussurrei à minha amiga, “viste aquilo?”, ela disse, “o quê? ele a mexer nos colhões e a olhar para nós para nós vermos, sim vi”, ela continuou, “coitadinho, deve estar a sofrer de falta de cona”, e eu insisti, “não foi só mexer nos colhões, ele está com o caralho teso”.

Realmente eu tinha reparado, ele mexera nas calças e a colocar de lado um rolo grosso e comprido, ela olhou para ele novamente e viu que fazia o mesmo movimento com uma coisa grossa que ele ali tinha escondida e que fazia um esforço para que víssemos.

Eu disse, “acho que não me importava de foder com este homem, sexo só, nunca teria uma relação estável com esta pessoa, era só mesmo levar na cona”, a minha amiga, “eu também, sou capaz de imaginar este homem a partir o meu cu”, eu continuei, “com vinte centímetros de caralho e um punho de grossura, acredita, ficas com o cu todo partido”.

Soltámos mais uma gargalhada e depois de um silêncio comprometedor, eu perguntei, “como é que levavas um homem destes para a cama?”, ela olhou para mim, reparámos que ele estava agora sozinho, e ela disse, “és mesmo puta, estás cheia de tesão”, era só imaginação minha, mas a visão daquele touro a foder a minha cona excitou-me todas as células.

Eu sentia-me húmida, os mamilos rijos e salientes no vestido apertado, os lábios da cona intumescidos de vontade, o ventre e as mamas tremiam de antecipação, eu via-me com aquele caralho na boca e depois, eu de quatro, e ele por trás a enterrar o pau na cona.

Ela continuou, “não sei quem está com mais vontade, se ele de cona, ou se tu de caralho”, ela ainda não tinha respondido, e prosseguiu, “não sei como o levava para a cama, mas acho que estes homens são fáceis”, eu ri-me, “todos os homens são fáceis, acenas com uma coisa peluda e eles vêm logo a correr”.


Voltámos a rir, e ela disse, “acho que basta pedir, ir ter com ele e dizer, meu senhor, eu quero levar minha na cona, o senhor importa-se de me foder?”, eu estava indecisa e ardia em desejo, o homem não tirava os olhos de mim, e eu disse, “sabes, acho que quero pedir, o homem é feio em quase tudo, peludo, com barriga, mal-encarado, mas, não sei, é quase um fetiche, adorava que ele fodesse o meu cu”.

Ela perguntou, “e o teu marido?”, eu respondi, “que se foda o meu marido, eu tenho muita cona para dar, e está descansada que ele não consome muito”, rimo-nos como duas adolescentes, ela continuou, “tens coragem de ir pedir? Se tiveres podemos ir para minha casa, o meu marido já saiu”.

Durante um momento, eu estive a respirar fundo, este era um ato de loucura como nunca tinha tido, eu levantei-me e senti as pernas a tremer, eu fui na direção dele, olhei em volta não estava ninguém, e aproximei-me do ouvido dele e disse, “reparei que tem estado a olhar muito para mim, por acaso o senhor viu alguma coisa que lhe agradasse?”.

Ele fixou-me nos olhos, “eu acho que é mútuo, a senhora também tem estado a mirar o que eu tenho aqui”, ele fez um movimento apertando o rolo grosso na mão, “agrada-me o seu rabo, e este pau grosso? gostava de brincar com ele?”.

Eu olhei para a minha amiga mais ao fundo e depois de volta para ele, “a minha amiga sugeriu irmos brincar para casa dela, mas tem de ser discreto, nós somos mulheres casadas”.

Pareceu rápido e simples, alguns minutos depois, o touro estava a partir o meu rabo, mandou-me pôr de quatro, submissa, e depois montado em mim, sacou de um pau gigantesco e entrou com ele no meu cu.

Não vou contar detalhes, lembrei-me depois que o homem vive perto de nós, no café não sei quem estava, a única coisa que sei é que ali se reúnem manadas de touros, quanto ao meu marido, disse-lhe que nalguns dias posso estar cansada, mas ele que descanse, que eu não faço dele um corno.

Quem tem pau, tem casa

20:30 0
Quem tem pau, tem casa

A
minha mãe arranjou um novo namorado. Ou melhor, desta vez é um companheiro. A diferença é que os namorados passam cá por casa de tempos a tempos, enquanto os companheiros vêm para ficar.


Isso é o que eles pensam, eles trazem a pasta de dentes e uma mala de roupa cheia, e ficam com aquela ilusão de que a coisa é para durar e a verdade é que nunca é.

Eu já perdi a conta de quantos foram, talvez mais de cem, que entraram e saíram cá de casa, e de uma coisa tenho a certeza, a minha mãe aborrece-se depressa.

E há quem diga que melhoramos com a experiência, mas ela não, os novos homens que ela arranja, a mim parecem cada vez piores, e este último então, ela descobriu-o num night-club, onde vão as mulheres mais velhas à noite, para engatar os homens mais novos.

Ela contou-me depois que ele a abordou junto ao bar, não é que ele tivesse alguma coisa para dizer, que não tinha, mas ela disse, que o mediu de alto a baixo, depois pôs-lhe a mão no caralho, queria sentir o que ele tinha.

Ela disse, “ele ficou logo com o pau teso, e isso é bom, filho”, continuou ela, “ele depois aventurou-se, enquanto me falava ao pescoço, ele meteu a mão por baixo da minha saia, e começou com os dedos a apalpar-me a cona, e dei-lhe um incentivo, e perguntei se ele me queria foder”.

Ele disse logo que sim, e eles foram para os wc, que ela chupou o caralho dele, que ele veio por trás e a fodeu, mas que não tinha chegado, e por isso ela trouxe-o para casa.

E quando eu os vi chegar percebi logo, “é mais um, mas que bom”, ele estranhou ver-me, mas continuou, ela disse, “é o meu filho, ele sabe, eu gosto de foder”, eles foram para o quarto, e quando eu fui atrás, ele perguntou, “o que é que ele quer?”, e ela respondeu, “não ligues!! o meu filho gosta de ver”.

Eu acho que ainda o ouvi gaguejar, “ver o quê?”, e eu ouço a voz dela a sussurrar, “o meu filho adora ver a mãe a apanhar na cona, e eu também”, e ele, “tu também o quê?”, e ela disse, “eu gosto dele a ver-me a ser fodida”.

A minha mãe disse aquilo, e ele abriu a boca de surpresa, “eu não sei se consigo foder com o teu filho a ver!!, eu e a minha mãe olhámos para ele, um homem grande e corpulento, e a minha mãe perguntou, “mas porquê?”, e ele respondeu, “foda-se! porquê?! eu tenho a minha moral”.

A minha mãe soltou uma gargalhada, e pensei eu, “realmente ainda há homens assim, a sua vida eram só três coisas, primeiro ginásio durante o dia, depois segurança de bar à noite, nos intervalos comer mulheres mais velhas, era o que o cérebro aguentava, e o cabrão ainda tinha moral!?”

Mas a minha mãe é uma diplomata, “ouve querido, fazemos assim, vamos para o quarto, tu dás-me uma boa foda, e se não gostares do meu filho a ver, ele vai embora para a sala”, e foi assim, eles entraram para o quarto dela, ela despiu-se toda nua, e ele, ia olhando para mim, e tirava a roupa.

Só que a minha mãe não é só apaziguadora, sempre foi também muito perfeita no que faz, e quando ela engoliu o caralho dele na boca, ele esqueceu-se que eu ali estava, ele fechou os olhos, retesou as pernas como varas, ele pôs a mão na cabeça dela e empurrava o pau para dentro.

O caralho dele era enorme, um pau grosso e comprido, bem rijo e arqueado, húmido e molhado da saliva da minha mãe, e foda-se!! eu desejei-o tanto, a penetrar o meu cu, ali mesmo naquela cama, enquanto fodia a minha mãe.

Eu tirei a roupa toda, e enquanto eu acariciava o mau pau e o ânus, via a minha mãe, era ela que comandava, afinal ele é só caralho, ela apertou-lhe o pau com a mão, e puxou-o com força para a cama, eu vi-a separar as pernas dos lados, a cona húmida brilhava, uma rosa carnuda se abria, “anda querido, fode-me toda”.

Ele subiu para cima da minha mãe, e caralho! o pau pincelou a cona, e fez força e ela abriu, enterrou-se dentro dela, os colhões grandes batiam, e as nádegas dele feitas de músculo teso, ondeavam como vagas a bater na rocha, ela agarrou-o nas costas, e gemeu, “ai foda-se querido, ai fode a minha coninha”.

Era a segunda foda que ele dava na minha mãe desde que se conheceram no bar noturno, mas ele não dava sinais de cansaço, o caralho entrava e saía, um licor branco e viscoso derramava-se da fenda aberta, e ela gritava, “humm caralho ai caralho fode-me fode-me o cu, parte-me o cu caralho”.

Ele saiu dela, o cu da minha mãe rodou como duas luas juntas, e eu vi o pau grosso a escorregar no ânus, entre nádegas rosa estava o centro, e ele apertou e fez força, a cabeça entrou vermelha entre pregas tensas, que esmagavam o pau quando entrava.

Eu queria aquele caralho também dentro de mim, o meu cu fervia de desejo, e quando eles tremeram e se vieram, eu sabia do costume, no dia seguinte seria eu que pediria para ele me foder.

A minha mãe durante a manhã tinha-lhe prometido que ele poderia ir viver cá para casa durante uns tempos, e foi quando eu aproveitei a deixa, e eu fui falar com ele, “Marcelo, a minha mãe gostou da foda que tu deste a ela, foi bom, ela nem sempre gosta”.

Pareceu-me que ele dizia obrigado ou coisa parecida e depois eu perguntei, “eu adorei o teu pau, bem grosso, eu dou-te o meu cu, fode o meu cu”, ele olhou para mim, “não vais dizer que és bicha rapaz? eu não vou foder o teu cu, eu tenho a minha moral”.

A minha mãe era diplomata, mas eu não, a voz doce dela tudo conseguia, e eu queria muito aquele pau, e disse, “pergunta à minha mãe, ela gosta de ver homem a foder o meu cu, não faz essa desfeita”.

Ele foi falar com a minha mãe, e eu ainda ouvi, “o teu filho é bicha? ele pediu para eu comer o cu dele”, ela encolheu os ombros e ela disse, “ele é como eu, ele gosta de levar no cu”, ele abriu a boca, “como tu? no cu? e a minha moral, caralho!”.

E foi quando ouço a tal voz que tudo conseguia, “ouve querido, fazemos assim, vamos para o quarto, tu dás uma boa foda no meu filho, eu gosto de ver, mas se não gostares, tu vais embora”.


Eu já tinha preparado o quarto, estava na penumbra, e nu com o meu rabo branco, esperei que ele viesse, eu deitei-me na cama, e deixei o corpo musculado despir-se, o caralho grosso apareceu.

Eu fui-me aproximando, e os meus dedos frios tocaram-lhe, como borboletas beijando, o corpo dele tremeu, o caralho grosso cresceu, quando pousou nos meus lábios.

Eu não tinha dúvidas, ele ia adorar foder o meu cu, mais do que a sua moral, ou a boa vida da casa da minha mãe, a ameixa roxa encostou-se por trás, de leve no ânus a roçar, e quando entrou decidida, eu gemi, “ai mãe ai o meu cu, tão grande, ai ahhimm”.

Ele bateu em silêncio, os quadris nas minhas nádegas, num movimento constante sem parar, “ai foda-se mãe aihhm caralho ai fode o meu cu aihm”, ele urra de prazer, ejacula latejante, o ânus aperta-se quando me venho, “aihm foda-se o meu cu todo fodido”.

Ele não durou muito cá em casa, não era questão de moral, ele dava era tanto caralho que não compensava.